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Isso é o que chamamos de irracionalidade…🥴
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申し訳ありません、私の親愛なるくまの皆さん、今回はまだ…次も頑張ってくださいね。。😎#BTC #HODL" 🚀🚀
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Modo BULL ativado! 😎🚀 #BTC #HODL
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今日の章:ビットコイン MODO BULL(強気モード)起動。『よし、みんな…もっと酷いことにも耐えてきた。次は、本当にデカい“やつ”を持ってきて、俺を怖がらせてみろ』😎
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Passphrase: a camada extra de segurança que todo usuário de hardware wallet deveria conhecerAs hardware wallets são consideradas uma das formas mais seguras de armazenar Bitcoin, mas isso não significa que elas sejam infalíveis. Nos últimas semanas, um incidente envolvendo a Coldcard chamou a atenção da comunidade ao mostrar que, em determinadas circunstâncias, um dispositivo comprometido ou adulterado pode representar um risco para quem o utiliza. Embora esse episódio não tenha comprometido a segurança do protocolo Bitcoin, ele serviu como um importante lembrete de que a proteção dos seus bitcoins depende não apenas da qualidade da hardware wallet, mas também das medidas de segurança adotadas pelo próprio usuário. Entre elas, uma das mais importantes é a utilização de uma passphrase. A passphrase funciona como uma palavra adicional à frase de recuperação (seed), sendo frequentemente chamada de “13ª palavra” nas carteiras com seed de 12 palavras ou de “25ª palavra” nas carteiras com seed de 24 palavras. Ela é escolhida pelo próprio usuário e cria uma carteira completamente diferente da que seria acessada apenas com a seed. Na prática, isso significa que, mesmo que alguém descubra ou tenha acesso às suas 12 ou 24 palavras de recuperação, não conseguirá movimentar os bitcoins protegidos pela passphrase sem conhecer também essa informação adicional. É uma camada extra de segurança que pode fazer toda a diferença caso a seed seja exposta, copiada ou caia em mãos erradas. A configuração da passphrase costuma ser simples e bastante semelhante na maioria das hardware wallets. No entanto, antes de ativar esse recurso, o usuário deve estudar o assunto, compreender exatamente como ele funciona e somente prosseguir quando se sentir plenamente seguro. A passphrase aumenta significativamente a proteção dos bitcoins, mas também exige maior responsabilidade na sua guarda. Como regra geral, ela jamais deve ser anotada no mesmo local em que a frase de recuperação (seed) de 12 ou 24 palavras é armazenada, pois isso reduziria drasticamente a segurança. Também é recomendável utilizar uma passphrase longa, difícil de adivinhar e que não contenha informações pessoais ou palavras óbvias. Antes de transferir grandes quantias para essa carteira, vale a pena testar cuidadosamente o procedimento de recuperação para ter certeza de que tudo foi registrado corretamente. Outro benefício importante da passphrase é que ela pode oferecer proteção adicional em situações de roubo ou coerção. Muitos usuários mantêm uma pequena quantidade de bitcoins em uma carteira acessível apenas pela seed, enquanto o patrimônio principal permanece protegido por uma carteira associada à passphrase. Dessa forma, mesmo que alguém obtenha acesso às 12 ou 24 palavras da seed, verá apenas a carteira sem a passphrase, enquanto os valores mais relevantes continuarão inacessíveis. Essa estratégia é amplamente utilizada por usuários mais experientes como uma forma de reduzir riscos. O episódio recente envolvendo a Coldcard reforçou uma lição importante: a segurança no universo do Bitcoin não depende apenas da qualidade da hardware wallet, mas principalmente das práticas adotadas pelo usuário. Utilizar um dispositivo adquirido de fonte confiável, verificar sua autenticidade, manter o firmware atualizado e proteger os fundos com uma passphrase bem escolhida são medidas que aumentam significativamente a segurança do patrimônio. Em um ativo que pode representar anos de trabalho e continuar se valorizando ao longo do tempo, dedicar alguns minutos para aprender e implementar corretamente essas práticas pode evitar perdas irreparáveis no futuro.

Passphrase: a camada extra de segurança que todo usuário de hardware wallet deveria conhecer

As hardware wallets são consideradas uma das formas mais seguras de armazenar Bitcoin, mas isso não significa que elas sejam infalíveis. Nos últimas semanas, um incidente envolvendo a Coldcard chamou a atenção da comunidade ao mostrar que, em determinadas circunstâncias, um dispositivo comprometido ou adulterado pode representar um risco para quem o utiliza. Embora esse episódio não tenha comprometido a segurança do protocolo Bitcoin, ele serviu como um importante lembrete de que a proteção dos seus bitcoins depende não apenas da qualidade da hardware wallet, mas também das medidas de segurança adotadas pelo próprio usuário. Entre elas, uma das mais importantes é a utilização de uma passphrase.
A passphrase funciona como uma palavra adicional à frase de recuperação (seed), sendo frequentemente chamada de “13ª palavra” nas carteiras com seed de 12 palavras ou de “25ª palavra” nas carteiras com seed de 24 palavras. Ela é escolhida pelo próprio usuário e cria uma carteira completamente diferente da que seria acessada apenas com a seed. Na prática, isso significa que, mesmo que alguém descubra ou tenha acesso às suas 12 ou 24 palavras de recuperação, não conseguirá movimentar os bitcoins protegidos pela passphrase sem conhecer também essa informação adicional. É uma camada extra de segurança que pode fazer toda a diferença caso a seed seja exposta, copiada ou caia em mãos erradas.
A configuração da passphrase costuma ser simples e bastante semelhante na maioria das hardware wallets. No entanto, antes de ativar esse recurso, o usuário deve estudar o assunto, compreender exatamente como ele funciona e somente prosseguir quando se sentir plenamente seguro. A passphrase aumenta significativamente a proteção dos bitcoins, mas também exige maior responsabilidade na sua guarda. Como regra geral, ela jamais deve ser anotada no mesmo local em que a frase de recuperação (seed) de 12 ou 24 palavras é armazenada, pois isso reduziria drasticamente a segurança. Também é recomendável utilizar uma passphrase longa, difícil de adivinhar e que não contenha informações pessoais ou palavras óbvias. Antes de transferir grandes quantias para essa carteira, vale a pena testar cuidadosamente o procedimento de recuperação para ter certeza de que tudo foi registrado corretamente.
Outro benefício importante da passphrase é que ela pode oferecer proteção adicional em situações de roubo ou coerção. Muitos usuários mantêm uma pequena quantidade de bitcoins em uma carteira acessível apenas pela seed, enquanto o patrimônio principal permanece protegido por uma carteira associada à passphrase. Dessa forma, mesmo que alguém obtenha acesso às 12 ou 24 palavras da seed, verá apenas a carteira sem a passphrase, enquanto os valores mais relevantes continuarão inacessíveis. Essa estratégia é amplamente utilizada por usuários mais experientes como uma forma de reduzir riscos.
O episódio recente envolvendo a Coldcard reforçou uma lição importante: a segurança no universo do Bitcoin não depende apenas da qualidade da hardware wallet, mas principalmente das práticas adotadas pelo usuário. Utilizar um dispositivo adquirido de fonte confiável, verificar sua autenticidade, manter o firmware atualizado e proteger os fundos com uma passphrase bem escolhida são medidas que aumentam significativamente a segurança do patrimônio. Em um ativo que pode representar anos de trabalho e continuar se valorizando ao longo do tempo, dedicar alguns minutos para aprender e implementar corretamente essas práticas pode evitar perdas irreparáveis no futuro.
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Ataque à Coldcard: o que aconteceuPor que mais de 500 bitcoins foram roubados e o que isso ensina sobre a segurança do Bitcoin Os últimos dias foram marcados por um dos incidentes mais importantes já registrados envolvendo uma hardware wallet de Bitcoin. Criminosos conseguiram roubar aproximadamente 594 bitcoins, distribuídos em mais de 500 carteiras, após explorarem uma vulnerabilidade na geração das chaves privadas de determinados modelos da Coldcard, fabricados pela Coinkite. O problema não estava no protocolo do Bitcoin, mas sim na forma como algumas carteiras geravam a chamada “frase-semente” (seed phrase), que é a chave mestra que dá acesso aos fundos. Para entender o problema, imagine que criar uma carteira de Bitcoin é como escolher uma senha gigantesca e completamente aleatória. Quanto mais aleatória ela for, mais difícil será adivinhá-la. A vulnerabilidade descoberta mostrou que algumas versões da Coldcard Mk3 utilizavam uma fonte de aleatoriedade (entropia) significativamente mais fraca do que se imaginava. Isso reduzia drasticamente o número de combinações possíveis. Com grande poder computacional, os invasores conseguiram reproduzir o processo de geração dessas carteiras e descobrir as frases-semente de diversos usuários, tomando posse dos bitcoins armazenados nelas. A boa notícia é que esse episódio não representa uma falha no Bitcoin. O protocolo da rede, sua criptografia e a blockchain continuam intactos. O que falhou foi um produto específico utilizado para armazenar as chaves privadas. É como uma pessoa que possui uma conta bancária protegida por um sistema extremamente seguro, mas escolhe uma senha muito fraca, como “1234”. Se alguém descobrir essa senha e conseguir acessar a conta, isso não significa que o banco foi invadido ou que seu sistema de segurança deixou de funcionar. O problema estava na credencial utilizada para acessar a conta. Da mesma forma, o Bitcoin continuou seguro; a vulnerabilidade estava na forma como determinadas carteiras geravam as chaves privadas, e não na segurança da rede Bitcoin. Esse tipo de distinção é fundamental para entender por que o Bitcoin permanece seguro, mesmo quando um fabricante de hardware wallet comete um erro de implementação. O incidente também mostra que nenhuma solução de segurança deve ser considerada infalível. Hardware wallets continuam sendo uma das formas mais seguras de armazenar criptomoedas, mas elas dependem da qualidade do hardware, do firmware e da implementação feita pelo fabricante. Segundo as orientações divulgadas após o incidente, os modelos mais recentes da Coldcard (Mk4, Mk5 e Q) não apresentam o mesmo nível de risco observado nas carteiras afetadas, embora a própria Coinkite recomende atualização de firmware e, em alguns casos, a migração dos fundos para uma nova carteira criada com uma frase-semente segura. Para o investidor, a principal lição é simples: nunca confie apenas no nome de um fabricante. Mantenha sempre o firmware atualizado, acompanhe os comunicados oficiais da empresa, utilize uma passphrase quando possível e, principalmente, gere uma nova carteira caso exista qualquer suspeita de que a frase-semente possa ter sido criada por um dispositivo vulnerável. Outra medida importante é diversificar a custódia, especialmente para grandes patrimônios, utilizando multisig ou diferentes fabricantes de hardware wallet. No fim das contas, esse episódio reforça uma característica importante do Bitcoin: quando um problema acontece, ele costuma estar nas camadas ao redor da rede — como corretoras, aplicativos ou carteiras — e não no protocolo criado por Satoshi Nakamoto. O ataque à Coldcard serve como um alerta para toda a indústria de custódia, incentivando auditorias mais rigorosas e melhorias na geração de aleatoriedade das chaves privadas. Para quem investe em Bitcoin, a mensagem é clara: a tecnologia continua extremamente segura, mas a segurança dos seus bitcoins depende também da qualidade das ferramentas utilizadas e dos cuidados adotados pelo próprio usuário.

Ataque à Coldcard: o que aconteceu

Por que mais de 500 bitcoins foram roubados e o que isso ensina sobre a segurança do Bitcoin
Os últimos dias foram marcados por um dos incidentes mais importantes já registrados envolvendo uma hardware wallet de Bitcoin. Criminosos conseguiram roubar aproximadamente 594 bitcoins, distribuídos em mais de 500 carteiras, após explorarem uma vulnerabilidade na geração das chaves privadas de determinados modelos da Coldcard, fabricados pela Coinkite. O problema não estava no protocolo do Bitcoin, mas sim na forma como algumas carteiras geravam a chamada “frase-semente” (seed phrase), que é a chave mestra que dá acesso aos fundos.
Para entender o problema, imagine que criar uma carteira de Bitcoin é como escolher uma senha gigantesca e completamente aleatória. Quanto mais aleatória ela for, mais difícil será adivinhá-la. A vulnerabilidade descoberta mostrou que algumas versões da Coldcard Mk3 utilizavam uma fonte de aleatoriedade (entropia) significativamente mais fraca do que se imaginava. Isso reduzia drasticamente o número de combinações possíveis. Com grande poder computacional, os invasores conseguiram reproduzir o processo de geração dessas carteiras e descobrir as frases-semente de diversos usuários, tomando posse dos bitcoins armazenados nelas.
A boa notícia é que esse episódio não representa uma falha no Bitcoin. O protocolo da rede, sua criptografia e a blockchain continuam intactos. O que falhou foi um produto específico utilizado para armazenar as chaves privadas. É como uma pessoa que possui uma conta bancária protegida por um sistema extremamente seguro, mas escolhe uma senha muito fraca, como “1234”. Se alguém descobrir essa senha e conseguir acessar a conta, isso não significa que o banco foi invadido ou que seu sistema de segurança deixou de funcionar. O problema estava na credencial utilizada para acessar a conta. Da mesma forma, o Bitcoin continuou seguro; a vulnerabilidade estava na forma como determinadas carteiras geravam as chaves privadas, e não na segurança da rede Bitcoin. Esse tipo de distinção é fundamental para entender por que o Bitcoin permanece seguro, mesmo quando um fabricante de hardware wallet comete um erro de implementação.
O incidente também mostra que nenhuma solução de segurança deve ser considerada infalível. Hardware wallets continuam sendo uma das formas mais seguras de armazenar criptomoedas, mas elas dependem da qualidade do hardware, do firmware e da implementação feita pelo fabricante. Segundo as orientações divulgadas após o incidente, os modelos mais recentes da Coldcard (Mk4, Mk5 e Q) não apresentam o mesmo nível de risco observado nas carteiras afetadas, embora a própria Coinkite recomende atualização de firmware e, em alguns casos, a migração dos fundos para uma nova carteira criada com uma frase-semente segura.
Para o investidor, a principal lição é simples: nunca confie apenas no nome de um fabricante. Mantenha sempre o firmware atualizado, acompanhe os comunicados oficiais da empresa, utilize uma passphrase quando possível e, principalmente, gere uma nova carteira caso exista qualquer suspeita de que a frase-semente possa ter sido criada por um dispositivo vulnerável. Outra medida importante é diversificar a custódia, especialmente para grandes patrimônios, utilizando multisig ou diferentes fabricantes de hardware wallet.
No fim das contas, esse episódio reforça uma característica importante do Bitcoin: quando um problema acontece, ele costuma estar nas camadas ao redor da rede — como corretoras, aplicativos ou carteiras — e não no protocolo criado por Satoshi Nakamoto. O ataque à Coldcard serve como um alerta para toda a indústria de custódia, incentivando auditorias mais rigorosas e melhorias na geração de aleatoriedade das chaves privadas. Para quem investe em Bitcoin, a mensagem é clara: a tecnologia continua extremamente segura, mas a segurança dos seus bitcoins depende também da qualidade das ferramentas utilizadas e dos cuidados adotados pelo próprio usuário.
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Bitcoin resistente à computação quântica sem mudar os endereços atuaisUma nova proposta pode tornar o Bitcoin resistente à computação quântica sem mudar os endereços atuais Uma pesquisa publicada recentemente pela AmericanFortress chamou a atenção da comunidade de criptomoedas ao apresentar uma proposta que busca proteger o Bitcoin contra futuros ataques de computadores quânticos. O trabalho, divulgado no repositório científico IACR ePrint Archive, propõe um novo mecanismo criptográfico baseado em provas de conhecimento zero (zero-knowledge proofs), com o objetivo de preservar a compatibilidade com as carteiras e os endereços utilizados atualmente pelos usuários. O grande diferencial da proposta é evitar a necessidade de uma migração em massa para novos endereços. Nas soluções pós-quânticas mais conhecidas, os usuários precisariam transferir seus bitcoins para carteiras que utilizassem novos algoritmos criptográficos, um processo complexo e que poderia colocar em risco moedas esquecidas ou carteiras cujos proprietários perderam o acesso. A abordagem da AmericanFortress procura contornar esse problema acrescentando uma nova camada de segurança, sem alterar o formato dos endereços já existentes. Em vez de depender exclusivamente das assinaturas criptográficas tradicionais, vulneráveis a computadores quânticos suficientemente poderosos, o sistema propõe que o proprietário da carteira demonstre, por meio de uma prova criptográfica, que conhece a seed que originou aquele endereço. Essa comprovação ocorre sem revelar a seed nem outras informações sensíveis, preservando a privacidade do usuário e mantendo a segurança da transação. Os primeiros testes apresentados pelos pesquisadores mostram resultados promissores. O protótipo conseguiu gerar as provas criptográficas em poucos segundos e verificá-las em apenas alguns milissegundos, desempenho considerado compatível com aplicações práticas. Embora ainda existam desafios técnicos a serem superados, o estudo demonstra que mecanismos desse tipo podem ser viáveis para um futuro Bitcoin preparado para a era da computação quântica. Apesar do entusiasmo despertado pela pesquisa, é importante destacar que ela ainda está em estágio inicial. O trabalho foi publicado como um preprint, ou seja, ainda não passou pelo processo formal de revisão por pares. Além disso, a solução não pode ser implementada imediatamente na rede Bitcoin, pois exigiria mudanças no protocolo e, consequentemente, amplo consenso entre desenvolvedores, empresas e usuários da comunidade. Ainda assim, a pesquisa representa um avanço importante na discussão sobre a segurança de longo prazo do Bitcoin. Em vez de simplesmente substituir a criptografia atual, ela propõe uma estratégia para preservar a compatibilidade com a infraestrutura existente, reduzindo custos e dificuldades de adoção. Se a ideia resistir ao escrutínio da comunidade científica e vier a ser aperfeiçoada ao longo dos próximos anos, poderá se tornar um dos caminhos mais interessantes para preparar o Bitcoin para um mundo em que a computação quântica deixe de ser apenas uma promessa e passe a representar uma realidade.

Bitcoin resistente à computação quântica sem mudar os endereços atuais

Uma nova proposta pode tornar o Bitcoin resistente à computação quântica sem mudar os endereços atuais
Uma pesquisa publicada recentemente pela AmericanFortress chamou a atenção da comunidade de criptomoedas ao apresentar uma proposta que busca proteger o Bitcoin contra futuros ataques de computadores quânticos. O trabalho, divulgado no repositório científico IACR ePrint Archive, propõe um novo mecanismo criptográfico baseado em provas de conhecimento zero (zero-knowledge proofs), com o objetivo de preservar a compatibilidade com as carteiras e os endereços utilizados atualmente pelos usuários.
O grande diferencial da proposta é evitar a necessidade de uma migração em massa para novos endereços. Nas soluções pós-quânticas mais conhecidas, os usuários precisariam transferir seus bitcoins para carteiras que utilizassem novos algoritmos criptográficos, um processo complexo e que poderia colocar em risco moedas esquecidas ou carteiras cujos proprietários perderam o acesso. A abordagem da AmericanFortress procura contornar esse problema acrescentando uma nova camada de segurança, sem alterar o formato dos endereços já existentes.
Em vez de depender exclusivamente das assinaturas criptográficas tradicionais, vulneráveis a computadores quânticos suficientemente poderosos, o sistema propõe que o proprietário da carteira demonstre, por meio de uma prova criptográfica, que conhece a seed que originou aquele endereço. Essa comprovação ocorre sem revelar a seed nem outras informações sensíveis, preservando a privacidade do usuário e mantendo a segurança da transação.
Os primeiros testes apresentados pelos pesquisadores mostram resultados promissores. O protótipo conseguiu gerar as provas criptográficas em poucos segundos e verificá-las em apenas alguns milissegundos, desempenho considerado compatível com aplicações práticas. Embora ainda existam desafios técnicos a serem superados, o estudo demonstra que mecanismos desse tipo podem ser viáveis para um futuro Bitcoin preparado para a era da computação quântica.
Apesar do entusiasmo despertado pela pesquisa, é importante destacar que ela ainda está em estágio inicial. O trabalho foi publicado como um preprint, ou seja, ainda não passou pelo processo formal de revisão por pares. Além disso, a solução não pode ser implementada imediatamente na rede Bitcoin, pois exigiria mudanças no protocolo e, consequentemente, amplo consenso entre desenvolvedores, empresas e usuários da comunidade.
Ainda assim, a pesquisa representa um avanço importante na discussão sobre a segurança de longo prazo do Bitcoin. Em vez de simplesmente substituir a criptografia atual, ela propõe uma estratégia para preservar a compatibilidade com a infraestrutura existente, reduzindo custos e dificuldades de adoção. Se a ideia resistir ao escrutínio da comunidade científica e vier a ser aperfeiçoada ao longo dos próximos anos, poderá se tornar um dos caminhos mais interessantes para preparar o Bitcoin para um mundo em que a computação quântica deixe de ser apenas uma promessa e passe a representar uma realidade.
AIは、たくさんの人が想像するようにビットコインを踏みつけて路上で瀕死にさせるのではなく、実際には未来へより早く到達させるのでしょうか?😎
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O que não mata engorda…😎
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シンシア・ルミスが上院で歴史的な訴え:「米国はイノベーションでのリーダーシップを失ってはならない」今週水曜日(29日)に米上院の本会議で行われた演説で、上院議員のシンシア・ルミス氏は、CLARITY Actの可決を強く訴えた。同法案は、同国のデジタル資産市場に対する規制の枠組みを定めることを目的としている。演説の中でも特に印象的な場面で、彼女は米国が金融イノベーションでのリーダーシップを失ってはならない、と警告した。そうしなければ、企業、投資、そして人材が、すでに同分野に対するより明確で予測可能なルールを提供している国へ移ってしまう恐れがあるからだ。

シンシア・ルミスが上院で歴史的な訴え:「米国はイノベーションでのリーダーシップを失ってはならない」

今週水曜日(29日)に米上院の本会議で行われた演説で、上院議員のシンシア・ルミス氏は、CLARITY Actの可決を強く訴えた。同法案は、同国のデジタル資産市場に対する規制の枠組みを定めることを目的としている。演説の中でも特に印象的な場面で、彼女は米国が金融イノベーションでのリーダーシップを失ってはならない、と警告した。そうしなければ、企業、投資、そして人材が、すでに同分野に対するより明確で予測可能なルールを提供している国へ移ってしまう恐れがあるからだ。
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O que não te mata te fortaleceA IA pode ter desviado capital e atenção das criptomoedas. Mas talvez seja justamente ela a responsável pelo seu próximo bull market. Nos últimos meses, muitos investidores passaram a acreditar que a inteligência artificial havia se tornado uma ameaça ao mercado de criptomoedas. Enquanto empresas ligadas à IA, fabricantes de chips, data centers e infraestrutura tecnológica lideravam os ganhos nas bolsas de valores, o mercado cripto como um todo apresentou um desempenho bastante negativo. Para muitos, a explicação parecia evidente: a nova grande narrativa do mercado havia atraído não apenas a atenção, mas também parte do capital que antes buscava oportunidades no universo cripto. Essa percepção pode até ter feito sentido em um primeiro momento. No entanto, ela pode estar ignorando uma mudança muito mais profunda que começa a ganhar forma. A história da inovação mostra que tecnologias revolucionárias nem sempre competem entre si. Frequentemente, elas acabam se complementando e acelerando a adoção umas das outras. É justamente essa possibilidade que começa a surgir na relação entre inteligência artificial e blockchain. Em vez de representar um obstáculo para as criptomoedas, a IA pode acabar criando a maior demanda por infraestrutura blockchain já vista. Em outras palavras, aquilo que aparentemente enfraqueceu o mercado cripto no curto prazo pode ser exatamente o fator que o fortalecerá no longo prazo. O principal motivo está na ascensão dos agentes autônomos de inteligência artificial. Diferentemente dos assistentes virtuais atuais, esses agentes serão capazes de tomar decisões, contratar serviços, comprar dados, acessar APIs, alugar capacidade computacional e negociar diretamente com outros agentes, tudo isso sem intervenção humana. Para que essa economia máquina a máquina funcione em escala global, será necessário um sistema de pagamentos capaz de operar continuamente, liquidar transações em segundos, realizar micropagamentos de forma eficiente e permitir que softwares movimentem valor de maneira autônoma. Poucas tecnologias parecem tão bem posicionadas para desempenhar esse papel quanto as redes blockchain e os ativos digitais. Isso não significa, necessariamente, que todas essas transações serão realizadas em Bitcoin. Stablecoins, ethereum e outros criptoativos provavelmente também terão participação relevante nessa nova infraestrutura econômica. Ainda assim, quanto maior for a utilização das blockchains como camada de liquidação para a economia dos agentes autônomos, maior tende a ser a importância de todo o ecossistema cripto. O Bitcoin, por sua vez, poderá consolidar ainda mais sua posição como principal ativo digital e reserva de valor de um mercado cuja utilidade prática tende a crescer significativamente. Talvez, portanto, a inteligência artificial não tenha inaugurado uma era de competição com as criptomoedas, mas sim o início de uma relação de complementaridade. Os grandes bull markets costumam surgir quando uma narrativa encontra fundamentos sólidos de adoção no mundo real. Se a blockchain vier a se consolidar como a infraestrutura financeira da economia dos agentes autônomos de IA, o mercado cripto deixará de ser visto apenas como um conjunto de ativos especulativos e passará a ocupar uma posição estratégica na nova economia digital. Se essa tese estiver correta, a IA entrará para a história como um exemplo perfeito de que, às vezes, aquilo que parece enfraquecer um mercado acaba sendo justamente o fator que impulsiona seu maior ciclo de crescimento.

O que não te mata te fortalece

A IA pode ter desviado capital e atenção das criptomoedas. Mas talvez seja justamente ela a responsável pelo seu próximo bull market.
Nos últimos meses, muitos investidores passaram a acreditar que a inteligência artificial havia se tornado uma ameaça ao mercado de criptomoedas. Enquanto empresas ligadas à IA, fabricantes de chips, data centers e infraestrutura tecnológica lideravam os ganhos nas bolsas de valores, o mercado cripto como um todo apresentou um desempenho bastante negativo. Para muitos, a explicação parecia evidente: a nova grande narrativa do mercado havia atraído não apenas a atenção, mas também parte do capital que antes buscava oportunidades no universo cripto. Essa percepção pode até ter feito sentido em um primeiro momento. No entanto, ela pode estar ignorando uma mudança muito mais profunda que começa a ganhar forma.
A história da inovação mostra que tecnologias revolucionárias nem sempre competem entre si. Frequentemente, elas acabam se complementando e acelerando a adoção umas das outras. É justamente essa possibilidade que começa a surgir na relação entre inteligência artificial e blockchain. Em vez de representar um obstáculo para as criptomoedas, a IA pode acabar criando a maior demanda por infraestrutura blockchain já vista. Em outras palavras, aquilo que aparentemente enfraqueceu o mercado cripto no curto prazo pode ser exatamente o fator que o fortalecerá no longo prazo.
O principal motivo está na ascensão dos agentes autônomos de inteligência artificial. Diferentemente dos assistentes virtuais atuais, esses agentes serão capazes de tomar decisões, contratar serviços, comprar dados, acessar APIs, alugar capacidade computacional e negociar diretamente com outros agentes, tudo isso sem intervenção humana. Para que essa economia máquina a máquina funcione em escala global, será necessário um sistema de pagamentos capaz de operar continuamente, liquidar transações em segundos, realizar micropagamentos de forma eficiente e permitir que softwares movimentem valor de maneira autônoma. Poucas tecnologias parecem tão bem posicionadas para desempenhar esse papel quanto as redes blockchain e os ativos digitais.
Isso não significa, necessariamente, que todas essas transações serão realizadas em Bitcoin. Stablecoins, ethereum e outros criptoativos provavelmente também terão participação relevante nessa nova infraestrutura econômica. Ainda assim, quanto maior for a utilização das blockchains como camada de liquidação para a economia dos agentes autônomos, maior tende a ser a importância de todo o ecossistema cripto. O Bitcoin, por sua vez, poderá consolidar ainda mais sua posição como principal ativo digital e reserva de valor de um mercado cuja utilidade prática tende a crescer significativamente.
Talvez, portanto, a inteligência artificial não tenha inaugurado uma era de competição com as criptomoedas, mas sim o início de uma relação de complementaridade. Os grandes bull markets costumam surgir quando uma narrativa encontra fundamentos sólidos de adoção no mundo real. Se a blockchain vier a se consolidar como a infraestrutura financeira da economia dos agentes autônomos de IA, o mercado cripto deixará de ser visto apenas como um conjunto de ativos especulativos e passará a ocupar uma posição estratégica na nova economia digital. Se essa tese estiver correta, a IA entrará para a história como um exemplo perfeito de que, às vezes, aquilo que parece enfraquecer um mercado acaba sendo justamente o fator que impulsiona seu maior ciclo de crescimento.
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Quem será o próximo convertido?A Vanguard pode estar prestes a repetir uma história que o Bitcoin já conhece de cor. A notícia chamou a atenção do mercado financeiro: a Vanguard, uma das gestoras mais conservadoras do mundo e historicamente uma das maiores críticas às criptomoedas, abriu uma vaga para o cargo de Head of Digital Assets (Chefe de Ativos Digitais). A função prevê liderar a estratégia da empresa para áreas como blockchain, tokenização, stablecoins, infraestrutura de ativos digitais e novos modelos de serviços financeiros. Para uma instituição que, até pouco tempo atrás, se recusava até mesmo a oferecer negociação de ETFs de Bitcoin em sua plataforma, o movimento representa uma mudança de tom difícil de ignorar. Ainda não significa que a Vanguard lançará um ETF de Bitcoin próprio, mas pode ser o primeiro passo de uma transformação que o Bitcoin já viu acontecer inúmeras vezes: a conversão de antigos céticos em novos entusiastas. Se isso realmente acontecer, a gestora estará apenas escrevendo mais um capítulo de uma história que se repete desde o surgimento da maior criptomoeda do mundo. Talvez o exemplo mais famoso seja o de Larry Fink, CEO da BlackRock. Em 2017, ele afirmou que o Bitcoin era “um índice de lavagem de dinheiro” (“an index of money laundering”), resumindo sua visão extremamente negativa sobre o ativo. Anos depois, a história tomou um rumo que poucos poderiam prever. A BlackRock entrou de vez no mercado de ativos digitais, lançou um ETF de Bitcoin à vista que rapidamente se tornou um dos maiores — e, por diversos períodos, o maior — do mundo, enquanto o próprio Fink passou a descrever o Bitcoin como um ativo financeiro global e uma alternativa digital ao ouro. O mercado mudou, mas a maior mudança talvez tenha acontecido na percepção de quem antes enxergava o Bitcoin apenas com desconfiança. A transformação de Michael Saylor é igualmente impressionante. Em dezembro de 2013, ele publicou que “os dias do Bitcoin estavam contados” (“Bitcoin days are numbered”), comparando seu futuro ao destino dos jogos de azar online. Poucos anos depois, mudou completamente de posição. Sob sua liderança, a Strategy passou a adquirir Bitcoin em escala inédita, tornando-se a empresa de capital aberto com a maior reserva da criptomoeda no mundo. Hoje, Saylor é considerado uma das vozes mais influentes na defesa do Bitcoin, demonstrando que, muitas vezes, o ceticismo inicial não resiste a um estudo mais profundo sobre a tecnologia e suas características econômicas. Esse padrão de transformação é tão antigo quanto a própria história da humanidade. Um dos exemplos mais conhecidos está na Bíblia. Saulo de Tarso era um implacável perseguidor dos primeiros cristãos. Após sua célebre experiência no caminho de Damasco, converteu-se, passou a ser conhecido como o apóstolo Paulo e tornou-se um dos maiores responsáveis pela difusão do cristianismo. Evidentemente, a comparação termina aí. Não se trata de equiparar o Bitcoin ao cristianismo ou qualquer religião, mas de ilustrar um fenômeno humano recorrente: não raramente, os críticos mais ferrenhos de uma ideia acabam se tornando alguns de seus mais apaixonados defensores quando passam a compreendê-la sob uma nova perspectiva. Algo semelhante acontece todos os dias com o Bitcoin. Muitas pessoas o rejeitam porque foram vítimas de pirâmides financeiras, golpes ou promessas de enriquecimento fácil que apenas utilizavam a criptomoeda como chamariz. Mas a culpa nunca foi do Bitcoin. Golpistas usam dólares, ouro, imóveis, ações, títulos públicos ou qualquer outro ativo capaz de atrair vítimas. Em outros casos, a resistência nasce simplesmente do desconhecimento. Quando alguém finalmente compreende conceitos como escassez programada, descentralização, resistência à censura e autocustódia, não é raro ver antigos críticos se tornarem defensores convictos — e, muitas vezes, interessados em acumular o máximo de bitcoins possível. É por isso que a possível mudança de postura da Vanguard está sendo vista com interesse e entusiasmo por boa parte da comunidade cripto. Se a Vanguard realmente decidir mergulhar no universo dos ativos digitais, não estará inaugurando uma tendência, mas apenas seguindo um caminho já percorrido por inúmeros investidores, empresários e instituições. E quem seria o próximo convertido? Será que um dia até Peter Schiff, talvez o mais conhecido e persistente crítico do Bitcoin ainda em atividade, terá seu próprio “caminho de Damasco” intelectual e passará a enxergar o Bitcoin por outra perspectiva? Parece improvável. Mas também parecia improvável quando Larry Fink chamava o Bitcoin de “índice de lavagem de dinheiro”. Também parecia improvável quando Michael Saylor decretava que os dias do BTC estavam contados. A história do Bitcoin mostra que seus maiores defensores de amanhã podem muito bem estar entre os seus críticos mais contundentes de hoje. E é exatamente por isso que o investidor não deve aceitar passivamente as previsões e vaticínios de quem quer que seja, como se fossem verdades incontestáveis, por maior que seja o prestígio e autoridade do seu autor. Do Your Own Research (faça sua própria pesquisa) é lição a nunca ser esquecida.

Quem será o próximo convertido?

A Vanguard pode estar prestes a repetir uma história que o Bitcoin já conhece de cor.
A notícia chamou a atenção do mercado financeiro: a Vanguard, uma das gestoras mais conservadoras do mundo e historicamente uma das maiores críticas às criptomoedas, abriu uma vaga para o cargo de Head of Digital Assets (Chefe de Ativos Digitais). A função prevê liderar a estratégia da empresa para áreas como blockchain, tokenização, stablecoins, infraestrutura de ativos digitais e novos modelos de serviços financeiros. Para uma instituição que, até pouco tempo atrás, se recusava até mesmo a oferecer negociação de ETFs de Bitcoin em sua plataforma, o movimento representa uma mudança de tom difícil de ignorar.
Ainda não significa que a Vanguard lançará um ETF de Bitcoin próprio, mas pode ser o primeiro passo de uma transformação que o Bitcoin já viu acontecer inúmeras vezes: a conversão de antigos céticos em novos entusiastas. Se isso realmente acontecer, a gestora estará apenas escrevendo mais um capítulo de uma história que se repete desde o surgimento da maior criptomoeda do mundo.
Talvez o exemplo mais famoso seja o de Larry Fink, CEO da BlackRock. Em 2017, ele afirmou que o Bitcoin era “um índice de lavagem de dinheiro” (“an index of money laundering”), resumindo sua visão extremamente negativa sobre o ativo. Anos depois, a história tomou um rumo que poucos poderiam prever. A BlackRock entrou de vez no mercado de ativos digitais, lançou um ETF de Bitcoin à vista que rapidamente se tornou um dos maiores — e, por diversos períodos, o maior — do mundo, enquanto o próprio Fink passou a descrever o Bitcoin como um ativo financeiro global e uma alternativa digital ao ouro. O mercado mudou, mas a maior mudança talvez tenha acontecido na percepção de quem antes enxergava o Bitcoin apenas com desconfiança.
A transformação de Michael Saylor é igualmente impressionante. Em dezembro de 2013, ele publicou que “os dias do Bitcoin estavam contados” (“Bitcoin days are numbered”), comparando seu futuro ao destino dos jogos de azar online. Poucos anos depois, mudou completamente de posição. Sob sua liderança, a Strategy passou a adquirir Bitcoin em escala inédita, tornando-se a empresa de capital aberto com a maior reserva da criptomoeda no mundo. Hoje, Saylor é considerado uma das vozes mais influentes na defesa do Bitcoin, demonstrando que, muitas vezes, o ceticismo inicial não resiste a um estudo mais profundo sobre a tecnologia e suas características econômicas.
Esse padrão de transformação é tão antigo quanto a própria história da humanidade. Um dos exemplos mais conhecidos está na Bíblia. Saulo de Tarso era um implacável perseguidor dos primeiros cristãos. Após sua célebre experiência no caminho de Damasco, converteu-se, passou a ser conhecido como o apóstolo Paulo e tornou-se um dos maiores responsáveis pela difusão do cristianismo. Evidentemente, a comparação termina aí. Não se trata de equiparar o Bitcoin ao cristianismo ou qualquer religião, mas de ilustrar um fenômeno humano recorrente: não raramente, os críticos mais ferrenhos de uma ideia acabam se tornando alguns de seus mais apaixonados defensores quando passam a compreendê-la sob uma nova perspectiva.
Algo semelhante acontece todos os dias com o Bitcoin. Muitas pessoas o rejeitam porque foram vítimas de pirâmides financeiras, golpes ou promessas de enriquecimento fácil que apenas utilizavam a criptomoeda como chamariz. Mas a culpa nunca foi do Bitcoin. Golpistas usam dólares, ouro, imóveis, ações, títulos públicos ou qualquer outro ativo capaz de atrair vítimas. Em outros casos, a resistência nasce simplesmente do desconhecimento. Quando alguém finalmente compreende conceitos como escassez programada, descentralização, resistência à censura e autocustódia, não é raro ver antigos críticos se tornarem defensores convictos — e, muitas vezes, interessados em acumular o máximo de bitcoins possível.
É por isso que a possível mudança de postura da Vanguard está sendo vista com interesse e entusiasmo por boa parte da comunidade cripto. Se a Vanguard realmente decidir mergulhar no universo dos ativos digitais, não estará inaugurando uma tendência, mas apenas seguindo um caminho já percorrido por inúmeros investidores, empresários e instituições.
E quem seria o próximo convertido? Será que um dia até Peter Schiff, talvez o mais conhecido e persistente crítico do Bitcoin ainda em atividade, terá seu próprio “caminho de Damasco” intelectual e passará a enxergar o Bitcoin por outra perspectiva? Parece improvável. Mas também parecia improvável quando Larry Fink chamava o Bitcoin de “índice de lavagem de dinheiro”. Também parecia improvável quando Michael Saylor decretava que os dias do BTC estavam contados. A história do Bitcoin mostra que seus maiores defensores de amanhã podem muito bem estar entre os seus críticos mais contundentes de hoje. E é exatamente por isso que o investidor não deve aceitar passivamente as previsões e vaticínios de quem quer que seja, como se fossem verdades incontestáveis, por maior que seja o prestígio e autoridade do seu autor. Do Your Own Research (faça sua própria pesquisa) é lição a nunca ser esquecida.
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Strive:企業ファイナンスを再定義するためにビットコインに賭ける運用会社わずか数年の間に、ストライブは、独自の提案を掲げる資産運用会社から、アメリカの金融市場で最も大胆な企業の一つへと変貌を遂げました。2022年に設立された同社は、上場企業は株主への価値創出に取り組むべきであり、政治的またはイデオロギー的な課題に注意を逸らすべきではない、という考えを掲げて誕生しました。このビジョンはすぐに投資家の関心を集め、ストライブがETF業界で存在感を高めることを可能にし、数十億ドルの資産を運用しています。

Strive:企業ファイナンスを再定義するためにビットコインに賭ける運用会社

わずか数年の間に、ストライブは、独自の提案を掲げる資産運用会社から、アメリカの金融市場で最も大胆な企業の一つへと変貌を遂げました。2022年に設立された同社は、上場企業は株主への価値創出に取り組むべきであり、政治的またはイデオロギー的な課題に注意を逸らすべきではない、という考えを掲げて誕生しました。このビジョンはすぐに投資家の関心を集め、ストライブがETF業界で存在感を高めることを可能にし、数十億ドルの資産を運用しています。
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Muito além do preço: a lição de Sandy Kaul sobre o futuro das finançasEm uma entrevista recente concedida a Scott Melker durante o Out East Summit, a executiva Sandy Kaul, Head of Innovation da Franklin Templeton, apresentou uma visão que vai muito além da tradicional discussão sobre o preço do Bitcoin ou das criptomoedas. Para ela, o mercado está diante de uma transformação estrutural da infraestrutura financeira global, impulsionada pela tokenização de ativos, pela tecnologia blockchain e pelo avanço da inteligência artificial. Em vez de discutir apenas quais ativos podem se valorizar, Kaul convidou o público a refletir sobre como todo o sistema financeiro poderá funcionar de maneira diferente nas próximas décadas. Um dos pontos mais interessantes da entrevista foi a diferença de percepção entre o investidor de varejo e o investidor institucional. Segundo Kaul, enquanto o investidor comum costuma perguntar qual criptomoeda pode subir mais ou qual token comprar, as grandes instituições fazem perguntas completamente diferentes: como essa tecnologia pode reduzir custos, eliminar intermediários, acelerar a liquidação das operações e criar novos produtos financeiros? Em outras palavras, o varejo tende a olhar para os ativos; o investidor institucional olha para a infraestrutura que permitirá movimentar esses ativos. Outro tema central foi a Clarity Act, atualmente em discussão no Senado dos Estados Unidos. Na visão de Kaul, a importância da legislação não está em provocar uma alta imediata do mercado, mas em oferecer segurança jurídica para que bancos, gestoras e outras instituições invistam pesadamente no desenvolvimento de soluções baseadas em blockchain. Ela argumenta que a regulamentação cria as condições necessárias para que trilhões de dólares em ativos possam, ao longo do tempo, migrar para uma infraestrutura mais eficiente, transparente e programável. A executiva também destacou que a tokenização representa apenas o começo dessa transformação. Assim como poucas pessoas hoje pensam nos protocolos que fazem a internet funcionar, ela acredita que, no futuro, a maioria dos usuários nem perceberá que estará utilizando blockchain. A tecnologia ficará “nos bastidores”, servindo como uma camada invisível para registrar propriedade, liquidar operações e permitir que ativos circulem 24 horas por dia, sete dias por semana. Ela também ressaltou que o avanço dos agentes de inteligência artificial deverá aumentar ainda mais a demanda por sistemas financeiros capazes de realizar transações automáticas entre máquinas. Talvez a maior mensagem da entrevista seja justamente essa mudança de perspectiva. Durante anos, o debate sobre criptomoedas concentrou-se em saber se o Bitcoin sobreviveria ou qual seria o próximo grande token. Sandy Kaul sugere que a discussão mais relevante agora é outra: como será construída a infraestrutura financeira do futuro. Se essa visão se confirmar, os maiores vencedores da próxima década poderão não ser apenas aqueles que escolherem o ativo certo, mas também aqueles que compreenderem primeiro a profundidade da transformação tecnológica que está em curso.

Muito além do preço: a lição de Sandy Kaul sobre o futuro das finanças

Em uma entrevista recente concedida a Scott Melker durante o Out East Summit, a executiva Sandy Kaul, Head of Innovation da Franklin Templeton, apresentou uma visão que vai muito além da tradicional discussão sobre o preço do Bitcoin ou das criptomoedas. Para ela, o mercado está diante de uma transformação estrutural da infraestrutura financeira global, impulsionada pela tokenização de ativos, pela tecnologia blockchain e pelo avanço da inteligência artificial. Em vez de discutir apenas quais ativos podem se valorizar, Kaul convidou o público a refletir sobre como todo o sistema financeiro poderá funcionar de maneira diferente nas próximas décadas.
Um dos pontos mais interessantes da entrevista foi a diferença de percepção entre o investidor de varejo e o investidor institucional. Segundo Kaul, enquanto o investidor comum costuma perguntar qual criptomoeda pode subir mais ou qual token comprar, as grandes instituições fazem perguntas completamente diferentes: como essa tecnologia pode reduzir custos, eliminar intermediários, acelerar a liquidação das operações e criar novos produtos financeiros? Em outras palavras, o varejo tende a olhar para os ativos; o investidor institucional olha para a infraestrutura que permitirá movimentar esses ativos.
Outro tema central foi a Clarity Act, atualmente em discussão no Senado dos Estados Unidos. Na visão de Kaul, a importância da legislação não está em provocar uma alta imediata do mercado, mas em oferecer segurança jurídica para que bancos, gestoras e outras instituições invistam pesadamente no desenvolvimento de soluções baseadas em blockchain. Ela argumenta que a regulamentação cria as condições necessárias para que trilhões de dólares em ativos possam, ao longo do tempo, migrar para uma infraestrutura mais eficiente, transparente e programável.
A executiva também destacou que a tokenização representa apenas o começo dessa transformação. Assim como poucas pessoas hoje pensam nos protocolos que fazem a internet funcionar, ela acredita que, no futuro, a maioria dos usuários nem perceberá que estará utilizando blockchain. A tecnologia ficará “nos bastidores”, servindo como uma camada invisível para registrar propriedade, liquidar operações e permitir que ativos circulem 24 horas por dia, sete dias por semana. Ela também ressaltou que o avanço dos agentes de inteligência artificial deverá aumentar ainda mais a demanda por sistemas financeiros capazes de realizar transações automáticas entre máquinas.
Talvez a maior mensagem da entrevista seja justamente essa mudança de perspectiva. Durante anos, o debate sobre criptomoedas concentrou-se em saber se o Bitcoin sobreviveria ou qual seria o próximo grande token. Sandy Kaul sugere que a discussão mais relevante agora é outra: como será construída a infraestrutura financeira do futuro. Se essa visão se confirmar, os maiores vencedores da próxima década poderão não ser apenas aqueles que escolherem o ativo certo, mas também aqueles que compreenderem primeiro a profundidade da transformação tecnológica que está em curso.
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Conheci o Renato pessoalmente. É uma grande figura. Embora polêmico, admiro sua sinceridade e sua defesa fundamentada do bitcoin.
Conheci o Renato pessoalmente. É uma grande figura. Embora polêmico, admiro sua sinceridade e sua defesa fundamentada do bitcoin.
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Tudo estava indo conforme planejado pelo sistema financeiro tradicional… até o Bitcoin entrar na sala 😎
Tudo estava indo conforme planejado pelo sistema financeiro tradicional… até o Bitcoin entrar na sala 😎
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Lyn Alden aumentou minha convicção de que a vitória do Bitcoin é inevitável…#BTC #HODL
Lyn Alden aumentou minha convicção de que a vitória do Bitcoin é inevitável…#BTC #HODL
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国有通貨の洞窟から出ようビットコイン創設よりずっと前に生まれた私たちは、巨大な洞窟の中でこの世に出てきました。それは国有通貨の洞窟です。その壁がどれほど息苦しいのか、私たちは気づいていませんでした。なぜなら、別の現実を知ったことが一度もなかったからです。私たちは、あの冷たく、暗く、限られた環境こそがお金が存在すべき自然なあり方だと信じて育ってきました。無制限に作ることができ、時間とともに購買力を失い、政府や中央銀行の決定に全面的に依存する通貨を信じることを学びました。だって、光を見たことが一度もないなら、闇はまったく普通に思えるからです。

国有通貨の洞窟から出よう

ビットコイン創設よりずっと前に生まれた私たちは、巨大な洞窟の中でこの世に出てきました。それは国有通貨の洞窟です。その壁がどれほど息苦しいのか、私たちは気づいていませんでした。なぜなら、別の現実を知ったことが一度もなかったからです。私たちは、あの冷たく、暗く、限られた環境こそがお金が存在すべき自然なあり方だと信じて育ってきました。無制限に作ることができ、時間とともに購買力を失い、政府や中央銀行の決定に全面的に依存する通貨を信じることを学びました。だって、光を見たことが一度もないなら、闇はまったく普通に思えるからです。
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Há quem fique parado na estação esperando por um trem que talvez nunca chegue e há quem embarca em outro trem e segue adiante…
Há quem fique parado na estação esperando por um trem que talvez nunca chegue e há quem embarca em outro trem e segue adiante…
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