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Como gastar com consciência? Veja o que é preciso para evitar dívidas

2022-09-14

Gastar com consciência é um desafio para você? Refletir sobre isso não só ajuda a reforçar seu planejamento financeiro, a evitar dívidas e a cumprir seus objetivos, como também permite que você tenha mais capacidade para investir melhor, inclusive em criptomoedas.

Por isso, para ajudá-lo nessa missão, este artigo faz o trajeto completo: vamos discutir o que significa gastar com consciência na prática e o que você pode fazer para controlar seus gastos e aprimorar sua organização financeira, a fim de abrir mais espaço no orçamento e, assim, escolher investimentos diversificados e rentáveis. 

Boa leitura!

Afinal, o que significa gastar com consciência?

Dizer que é importante gastar com consciência é um daqueles conselhos que todo mundo dá e recebe, mas que, na prática, podem não significar muita coisa. Afinal, definir se um gasto é realmente necessário não passa apenas por avaliar se aquela despesa é essencial ou não para sua vida, o que pode mudar de acordo com uma série de aspectos.

É importante combinar o intuito de cada gasto não apenas com a necessidade que aquilo tem, como também com o conforto, o bem-estar e a qualidade de vida que tal escolha trará.

Ao mesmo tempo em que despesas como alimentação e saúde são incontornáveis, se o seu orçamento permite que você e sua família comam em um restaurante sofisticado ou tenham um dispositivo eletrônico mais moderno, não há grandes problemas.

Isso não significa, por exemplo, ignorar se uma compra é realmente necessária naquele momento. Levar em conta algumas coisas pode ajudá-lo, inclusive, a evitar compras por impulso, normalmente um dos grandes vilões de qualquer orçamento.

Pense em um exemplo simples: você precisa trocar de celular. Uma olhada rápida em qualquer loja vai oferecer diferentes opções, das mais básicas até os modelos de última geração. Em todo caso, não vale gastar milhares de reais em um aparelho mais avançado se aquele com recursos básicos atende ao seu uso.

Do mesmo modo, nem sempre vale assumir uma dívida para realizar um sonho de consumo ou para satisfazer uma necessidade qualquer. Em muitos casos, pesquisar opções mais em conta que ofereçam descontos em caso de pagamento à vista ou mesmo postergar a aquisição quando possível também significa gastar com consciência.

No fim, gastar com consciência envolve entender como funciona a sua relação com o dinheiro, encontrando estratégias para lidar melhor com o planejamento financeiro, honrando seus compromissos, alcançando seus objetivos e se permitindo estabelecer metas mais ambiciosas no futuro, sempre com organização, disciplina e tranquilidade.

Então, como controlar os gastos?

Como você provavelmente já percebeu, gastar com consciência passa por controlar os gastos, seja aqueles excepcionais e esporádicos, seja aqueles do dia a dia, incluindo as necessidades básicas que toda pessoa tem.

Contudo, mais importante do que conhecer diferentes dicas, é essencial avaliar quais delas fazem sentido na sua rotina e terão a efetiva adesão no controle financeiro. Com isso, aumentam as chances de colocar em ordem o orçamento e obter sucesso no seu planejamento.

Seja como for, nos tópicos a seguir você pode entender como obter um controle melhor de cada centavo gasto.

Anote todos os gastos e faça uma divisão por categorias

Por mais que essa seja uma recomendação bem batida, vale sempre retomá-la e a razão por trás disso é simples: não tem como entender a sua dinâmica de custos sem saber para onde vai cada centavo ganho.

A partir disso, é possível não só ter mais consciência a respeito de cada despesa, como também evitar surpresas desnecessárias: quem nunca viu a fatura do cartão sem sequer se lembrar de onde gastou aqueles valores?

Aqui, mais uma vez, é importante adotar um método que funcione para você, dentro da sua rotina. Assim, vale tudo, desde que mantida certa organização: planilha eletrônica, aplicativo no celular ou mesmo papel e caneta. A questão é lançar os valores, anotar o motivo do gasto e indicar o dia em que ele foi feito.

O passo seguinte desse processo de organização passa por dividir os gastos por categoria, de acordo com divisões que façam sentido no seu contexto. Vale, por exemplo, repartir todas as despesas em fixas ou variáveis ou considerando aquelas que são essenciais e as que podem ser cortadas em caso de emergência.

Trabalhe com uma renda média fixa

Outro erro bem comum entre a maioria das pessoas é não saber quanto é a renda média efetiva mês a mês, excluindo eventuais valores extras, seja qual for a fonte dessa bonificação. Não ter a informação precisa a respeito disso pode fazer com que você gaste mais do que efetivamente ganha, um dos principais sintomas de desorganização financeira.

Para obter esse número considerando variações, pegue seu salário ou fonte principal de renda dos últimos meses e faça uma média. Tenha em mente esse número para adequar seu orçamento e refaça esse cálculo de tempos em tempos, para que ele reflita seus ganhos de forma mais próxima do real.

Fontes extras de renda e que não contam com uma periodicidade podem ser indicadas em um lugar a parte. Isso ajuda você tanto a não contar sempre com esses valores no dia a dia quanto a dar um destino mais adequado a eles, de forma planejada.

No mais, ao comparar todos os seus gastos com a sua renda média, é fundamental que o primeiro número seja menor que o segundo: períodos frequentes de descompasso nesse aspecto indicam que seu padrão de vida não é compatível com o que você ganha e pode levar a dívidas no futuro.

Equalize as dívidas

Por falar em dívidas, é difícil pensar em investir ou mesmo em colocar o orçamento em ordem se elas estiverem batendo à porta. Por isso, priorize equacioná-las antes de qualquer novo passo rumo aos seus objetivos.

A forma mais eficiente de pôr ordem na situação é mapeando seus débitos em aberto e organizando-os de acordo com o credor, o tempo de vencimento, o valor e os juros cobrados. A partir disso, priorize aqueles com juros e valores mais elevados, tentando sempre renegociar as condições impostas.

Controle compras por impulso

Adote sempre as estratégias necessárias para evitar ao máximo compras por impulso, de qualquer natureza. Ao se tornarem frequentes, elas corroem o orçamento e comprometem a sua capacidade de investir no que realmente importa.

Para isso, avalie os gatilhos psicológicos que fazem você gastar com o que não precisa, use o cartão de crédito de forma consciente, conheça suas necessidades reais, faça uma lista de prioridades e repense várias vezes se você precisa de determinado produto. Uma dica simples antes de fazer qualquer compra é esperar uma semana para avaliar se aquela intenção é mesmo uma necessidade ou apenas uma vontade.

Em todo o caso, você pode separar um valor mensal para gastar com itens considerados supérfluos, sempre, claro, depois de fazer frente a todos os outros compromissos do período.

Mantenha uma reserva financeira

Às vezes negligenciadas, a formação e a manutenção de uma reserva financeira podem salvar sua vida financeira de apuros e dar a você mais tranquilidade diante de imprevistos, aos quais todos estão sujeitos, sem bagunçar tanto o orçamento. Além disso, a disponibilidade desses valores evita que você tenha que se endividar caso apareça algum problema.

O ideal é que a reserva seja compatível com alguns meses do seu rendimento mensal. Mas não precisa ficar ansioso em relação a isso: comece aos poucos, separando uma parte do orçamento para esse fim e aplicando-a em uma opção rentável, em que possa ser sacada sempre que necessário.

Defina metas e objetivos

Ter metas e objetivos ajuda tanto a identificar se a estratégia adotada para gastar com mais consciência está surtindo o efeito esperado quanto a dar propósito a tudo o que está sendo feito na vida financeira. Nesse sentido, para garantir a implementação de metas e objetivos, é importante que eles sejam específicos, realistas e mensuráveis. Isso evita que você perca o foco ou desista com facilidade.

Como gastar com consciência pode ajudar você a investir melhor?

Ter consciência da sua realidade financeira é o primeiro passo para investir em criptomoedas. Desse modo, você tem a noção exata de quando e quanto investir, além de alinhar as expectativas desse investimento em relação às suas metas, sem comprometer seu orçamento do dia a dia e potencializando os possíveis retornos.

Assim, você pode fazer um planejamento adequado para entrar nesse mercado, dando passos condizentes com seu aprendizado e com sua capacidade de investimento

Isso permite que você escolha uma criptomoeda mais alinhada com seu objetivo, por exemplo, e ajuda a escolher uma corretora de confiança, com reputação e solidez no mercado. Para isso, verifique o histórico e faça uma boa pesquisa antes de seguir em frente.

Gastar com consciência pode ser um desafio, mas não é impossível. Além disso, como mostramos, esse comportamento vai além de evitar compras por impulso e envolve também se planejar para investir em opções promissoras, como várias das criptomoedas disponíveis no mercado.

Reforce sua educação financeira e saiba o que é gestão de riscos, entendendo a importância disso antes de colocar seu dinheiro em Bitcoins.