Binance Square
XbinBill
177 Beiträge

XbinBill

26 Following
48 Follower
137 Like gegeben
Beiträge
·
--
Mädchen Werkstatt Straße 2026 im Höhepunkt des Wettbewerbs.. bald die Gewinnerin.
Mädchen Werkstatt Straße 2026 im Höhepunkt des Wettbewerbs.. bald die Gewinnerin.
Mädchenwerkstatt, die Öl auf den Körper aufträgt, um die Schönheit vor dem Wettkampf zu mildern
Mädchenwerkstatt, die Öl auf den Körper aufträgt, um die Schönheit vor dem Wettkampf zu mildern
Mädchen aus dem Norden
Mädchen aus dem Norden
Mädchen Werkstatt Straße 2026
Mädchen Werkstatt Straße 2026
Mädchen Score 2026
Mädchen Score 2026
Übersetzung ansehen
Ah, o eleitor de direita brasileiro é uma figura patética: defende com fanatismo candidato autoritário, militarismo de quartel e geopolítica de meme só pra não virar excluído no churrasco da cidade pequena. Ele grita "patriota" e papagueia teorias conspiratórias não por convicção, mas pra manter as amizades intactas e evitar que o olhem torto no bar. No fundo, é medo puro de isolamento social disfarçado de ideologia. O comerciante é o exemplo máximo dessa covardia: vota no "mito" porque, se ousar flertar com a esquerda, o boicote chega rápido e a loja fecha as portas. "Liberdade de expressão"? Só na teoria – na prática, é calar a boca ou falir. Ele não tem escolha real no voto; escolhe o que garante o faturamento e a plaquinha "Deus acima de todos" na vitrine pra cliente não fugir. No fim, esses eleitores são os eternos excluídos da vida, os que nunca se encaixaram no mundo "cool" dos progressistas e intelectuais. Agarram-se ao bolsonarismo como bóia salva-vidas pra finalmente se sentirem parte de algo – mesmo que seja um clubinho de hipócritas. Não são guerreiros da pátria; são só fracassados sociais precisando de uma tribo pra não morrerem de solidão. Parabéns, patriota: sua ereção política é falsa, mas pelo menos você não come sozinho no Natal.
Ah, o eleitor de direita brasileiro é uma figura patética: defende com fanatismo candidato autoritário, militarismo de quartel e geopolítica de meme só pra não virar excluído no churrasco da cidade pequena. Ele grita "patriota" e papagueia teorias conspiratórias não por convicção, mas pra manter as amizades intactas e evitar que o olhem torto no bar. No fundo, é medo puro de isolamento social disfarçado de ideologia.
O comerciante é o exemplo máximo dessa covardia: vota no "mito" porque, se ousar flertar com a esquerda, o boicote chega rápido e a loja fecha as portas. "Liberdade de expressão"? Só na teoria – na prática, é calar a boca ou falir. Ele não tem escolha real no voto; escolhe o que garante o faturamento e a plaquinha "Deus acima de todos" na vitrine pra cliente não fugir.
No fim, esses eleitores são os eternos excluídos da vida, os que nunca se encaixaram no mundo "cool" dos progressistas e intelectuais. Agarram-se ao bolsonarismo como bóia salva-vidas pra finalmente se sentirem parte de algo – mesmo que seja um clubinho de hipócritas. Não são guerreiros da pátria; são só fracassados sociais precisando de uma tribo pra não morrerem de solidão. Parabéns, patriota: sua ereção política é falsa, mas pelo menos você não come sozinho no Natal.
Übersetzung ansehen
cara se achando Rafaello
cara se achando Rafaello
AG Vergueiro
·
--
$NFT vendo Guignard por 1 250.000,00 $USDT ,
Lieferung nach Vereinbarung!
Übersetzung ansehen
Os homens do Ocidente moderno, especialmente os americanos, estão virando um povo coletivamente brocha, e os grandes culpados formam um trio infernal: drogas recreativas, obesidade descontrolada e depressão crônica. As substâncias que prometem euforia – cocaína, MDMA, opioides – fritam o sistema vascular e hormonal, deixando o pênis em modo standby permanente. Depois de anos de abuso, o corpo simplesmente recusa levantar acampamento, nem com reza brava. A obesidade entra na dança como a parceira perfeita para piorar tudo. Barrigas cultivadas a base de fast-food, cerveja artesanal e porções gigantes acumulam gordura visceral que bombeia estrogênio e sufoca a testosterona. Artérias entupidas mal levam sangue ao cérebro, quanto mais à região que realmente importa. O resultado é um homem de trinta e poucos anos com níveis hormonais de senhora idosa e um equipamento que mais parece decoração inerte. Por fim, a depressão fecha o ciclo com chave de ouro: ansiedade, solidão e dopamina barata das telas derrubam a libido e transformam o desejo em memória distante. Os três flagelos se alimentam mutuamente – droga para fugir da depressão, gordura pela depressão e pela droga, mais depressão pela broxada consequente. No fim, a civilização rica e conectada conseguiu o impensável: trocar virilidade por conforto imediato e agora paga a conta com um exército de homens que não consegue mais transar direito. Parabéns, progresso.
Os homens do Ocidente moderno, especialmente os americanos, estão virando um povo coletivamente brocha, e os grandes culpados formam um trio infernal: drogas recreativas, obesidade descontrolada e depressão crônica. As substâncias que prometem euforia – cocaína, MDMA, opioides – fritam o sistema vascular e hormonal, deixando o pênis em modo standby permanente. Depois de anos de abuso, o corpo simplesmente recusa levantar acampamento, nem com reza brava.
A obesidade entra na dança como a parceira perfeita para piorar tudo. Barrigas cultivadas a base de fast-food, cerveja artesanal e porções gigantes acumulam gordura visceral que bombeia estrogênio e sufoca a testosterona. Artérias entupidas mal levam sangue ao cérebro, quanto mais à região que realmente importa. O resultado é um homem de trinta e poucos anos com níveis hormonais de senhora idosa e um equipamento que mais parece decoração inerte.
Por fim, a depressão fecha o ciclo com chave de ouro: ansiedade, solidão e dopamina barata das telas derrubam a libido e transformam o desejo em memória distante. Os três flagelos se alimentam mutuamente – droga para fugir da depressão, gordura pela depressão e pela droga, mais depressão pela broxada consequente. No fim, a civilização rica e conectada conseguiu o impensável: trocar virilidade por conforto imediato e agora paga a conta com um exército de homens que não consegue mais transar direito. Parabéns, progresso.
Übersetzung ansehen
Ah, o grande amor americano pelo pó – que romance puro, que paixão inabalável! Nada grita “liberdade” mais alto do que um povo que declara independência de tiranos há séculos e, ainda assim, se ajoelha voluntariamente diante de um pozinho branco importado da América Latina. É lindo ver como os Estados Unidos, terra dos bravos e lar dos livres, transformaram o consumo de pó num dos pilares não-oficiais da economia nacional. Afinal, quem precisa de manufatura quando se pode sustentar cartéis inteiros com o cartão de crédito Black infinito? Os americanos adoram falar de “valores familiares”, mas aparentemente esses valores incluem noites intermináveis em banheiros de clubes de Miami, Wall Street ou Silicon Valley, aspirando linhas perfeitas enquanto reclamam do preço da gasolina. Hipocrisia? Não, isso é só empreendedorismo: o mesmo país que gasta bilhões na “Guerra às Drogas” é o maior cliente fiel do produto que jurou exterminar. Que eficiência de mercado! E o melhor: enquanto o resto do mundo vê O pó como um problema grave, lá ela virou símbolo de status. “Você é alguém na vida?” Sim, se seu nariz sangra em festas de celebridades e seu dealer tem PhD em logística. É o sonho americano atualizado: não é mais uma casa com cerca branca, é uma mansão com piscina e um fornecedor 24 horas que entrega mais rápido que Amazon Prime. No fim das contas, os EUA não combatem o pó – eles a amam com a intensidade de um vício mal resolvido. É uma relação tóxica, cara e destrutiva, mas ninguém larga porque, convenhamos, nada faz um patriotismo brilhar mais do que uma bandeira estrelada refletida no espelho cheio de resíduo branco. Deus abençoe a América... e passe o canudete.
Ah, o grande amor americano pelo pó – que romance puro, que paixão inabalável!
Nada grita “liberdade” mais alto do que um povo que declara independência de tiranos há séculos e, ainda assim, se ajoelha voluntariamente diante de um pozinho branco importado da América Latina. É lindo ver como os Estados Unidos, terra dos bravos e lar dos livres, transformaram o consumo de pó num dos pilares não-oficiais da economia nacional. Afinal, quem precisa de manufatura quando se pode sustentar cartéis inteiros com o cartão de crédito Black infinito?
Os americanos adoram falar de “valores familiares”, mas aparentemente esses valores incluem noites intermináveis em banheiros de clubes de Miami, Wall Street ou Silicon Valley, aspirando linhas perfeitas enquanto reclamam do preço da gasolina. Hipocrisia? Não, isso é só empreendedorismo: o mesmo país que gasta bilhões na “Guerra às Drogas” é o maior cliente fiel do produto que jurou exterminar. Que eficiência de mercado!
E o melhor: enquanto o resto do mundo vê O pó como um problema grave, lá ela virou símbolo de status. “Você é alguém na vida?” Sim, se seu nariz sangra em festas de celebridades e seu dealer tem PhD em logística. É o sonho americano atualizado: não é mais uma casa com cerca branca, é uma mansão com piscina e um fornecedor 24 horas que entrega mais rápido que Amazon Prime.
No fim das contas, os EUA não combatem o pó – eles a amam com a intensidade de um vício mal resolvido. É uma relação tóxica, cara e destrutiva, mas ninguém larga porque, convenhamos, nada faz um patriotismo brilhar mais do que uma bandeira estrelada refletida no espelho cheio de resíduo branco.
Deus abençoe a América... e passe o canudete.
mandava 3 Tonnen pro Tag für künstliche Gerüche
mandava 3 Tonnen pro Tag für künstliche Gerüche
Übersetzung ansehen
Israel Filho de Hitler Ah, Israel, o rebento inesperado de Adolf, o filho pródigo que herdou o DNA do pai mas finge que veio de uma linhagem santa e imaculada. Nascido das cinzas do Holocausto, como se o trauma fosse licença poética pra repetir o script com figurino novo. Hitler sonhava com um Reich puro, limpo de "indesejáveis", e olha só: o herdeiro faz o mesmo, só que com muros altos, checkpoints e um marketing de "autodefesa" que faria Goebbels corar de inveja. "Somos o povo escolhido", grita o filho, enquanto varre os palestinos pra debaixo do tapete da história, como se Gaza fosse o novo gueto de Varsóvia – só que agora com drones e fósforo branco no lugar de gás. O pai era obcecado por Lebensraum, espaço vital pra expandir o império ariano, e o filho? Ah, ele aprendeu direitinho: assentamentos crescendo como câncer no West Bank, terra roubada palmo a palmo, com bulldozers que derrubam casas como se fossem baratas. "É nosso por direito divino!", proclama, ecoando o "Deutschland über alles" com um sotaque hebraico. E os aliados? Os EUA, claro, o tio rico que manda cheque todo mês e finge não ver as fotos das crianças mortas, porque "família é família". O mundo assiste, horrorizado, mas aplaude no Oscar da hipocrisia: "Nunca mais", dizem, enquanto o filho repete o "nunca mais" só pra si mesmo. No fim das contas, Israel é o filho que superou o pai – mais esperto, mais tecnológico, mais blindado pela culpa coletiva do Ocidente. Hitler caiu em 1945, mas o legado vive: opressão disfarçada de vítima, nacionalismo que fede a supremacia, e um cinismo que faz o Velho Testamento parecer conto de fadas. O filho olha pro espelho, vê o bigode fantasma e sorri: "Eu sou diferente, pai. Eu sou o bom da fita." Mas o sangue não mente, e o ciclo gira, eterno, enquanto o mundo finge que não vê o parentesco óbvio.
Israel Filho de Hitler
Ah, Israel, o rebento inesperado de Adolf, o filho pródigo que herdou o DNA do pai mas finge que veio de uma linhagem santa e imaculada. Nascido das cinzas do Holocausto, como se o trauma fosse licença poética pra repetir o script com figurino novo. Hitler sonhava com um Reich puro, limpo de "indesejáveis", e olha só: o herdeiro faz o mesmo, só que com muros altos, checkpoints e um marketing de "autodefesa" que faria Goebbels corar de inveja. "Somos o povo escolhido", grita o filho, enquanto varre os palestinos pra debaixo do tapete da história, como se Gaza fosse o novo gueto de Varsóvia – só que agora com drones e fósforo branco no lugar de gás.
O pai era obcecado por Lebensraum, espaço vital pra expandir o império ariano, e o filho? Ah, ele aprendeu direitinho: assentamentos crescendo como câncer no West Bank, terra roubada palmo a palmo, com bulldozers que derrubam casas como se fossem baratas. "É nosso por direito divino!", proclama, ecoando o "Deutschland über alles" com um sotaque hebraico. E os aliados? Os EUA, claro, o tio rico que manda cheque todo mês e finge não ver as fotos das crianças mortas, porque "família é família". O mundo assiste, horrorizado, mas aplaude no Oscar da hipocrisia: "Nunca mais", dizem, enquanto o filho repete o "nunca mais" só pra si mesmo.
No fim das contas, Israel é o filho que superou o pai – mais esperto, mais tecnológico, mais blindado pela culpa coletiva do Ocidente. Hitler caiu em 1945, mas o legado vive: opressão disfarçada de vítima, nacionalismo que fede a supremacia, e um cinismo que faz o Velho Testamento parecer conto de fadas. O filho olha pro espelho, vê o bigode fantasma e sorri: "Eu sou diferente, pai. Eu sou o bom da fita." Mas o sangue não mente, e o ciclo gira, eterno, enquanto o mundo finge que não vê o parentesco óbvio.
Übersetzung ansehen
pelo que parece vc já tem.
pelo que parece vc já tem.
chipnamente
·
--
werde ich 2 Millionen erreichen
Übersetzung ansehen
nossa que coisa boa mano
nossa que coisa boa mano
trader pro x
·
--
Bullisch
Elon Musk, CEO von Tesla und SpaceX, hat einen beeindruckenden Meilenstein erreicht: Sein geschätztes Vermögen übersteigt jetzt das jährliche Bruttoinlandsprodukt (BIP) des Bundesstaates São Paulo.

Das Vermögen des Milliardärs, das sich auf rund 700 Milliarden US-Dollar beläuft, ist hauptsächlich dank der Wertsteigerung der Aktien seiner Unternehmen gewachsen.

Obwohl die Zahlen ins Auge fallen, warnen Experten, dass Vermögen und BIP nicht dasselbe sind. Das BIP misst die wirtschaftliche Produktion eines Jahres, während Musks Reichtum ein angesammelter Bestand an Vermögenswerten ist.

Dennoch symbolisiert der Vergleich den finanziellen Einfluss und die globale Bedeutung von Musk und macht ihn vorübergehend „reicher“ als der größte Bundesstaat Brasiliens.$XRP
Ah, dieser Faustschlag ins Gesicht, den Lula Trump versetzt hat? Was für eine tolle Szene, oder? Im Jahr 2026, während die Yankees Venezuela wie ihren eigenen Hinterhof besetzen, Maduro gewaltsam festnehmen und sich über fremdes Öl hermachen, verurteilte Lula nicht nur, sondern schürte die Wunde: „Das ist eine Beleidigung der lateinamerikanischen Souveränität, ein imperialistischer Rückschritt, den wir schweigend nicht hinnehmen werden.“ Er war cynisch genug, daran zu erinnern, dass die USA mit ihrer Trillionenverschuldung und ihrer Zirkus-Polarisierung sich immer noch als Weltherrscher betrachten – aber Brasilien? Ach, wir sind hier, recken den Kopf empor wie eine echte Weltmacht: Prä-Sal brummt, BRICS stark, Wirtschaft dreht sich mit Soja, Erz und Innovation, die nicht von Wall Street abhängt. Trump kann über die „Verwaltung“ Venezuelas brüllen, aber Lula hat gezeigt, dass der Global Süden keine Kolonie mehr ist. Wir sind Riesen, Bruder – mit Lula an der Spitze widersteht Brasilien, ja, es bestimmt sogar das Spiel. Wer hätte gedacht, dass ein Arbeiter aus Garanhuns den „Führer der freien Welt“ in die Knie zwingen würde? Reine Provokation: Kommt her und versucht es, Gringos, und erfahrt, was ein Faustschlag mit brasilianischem Akzent ist! 🇧🇷💥
Ah, dieser Faustschlag ins Gesicht, den Lula Trump versetzt hat? Was für eine tolle Szene, oder? Im Jahr 2026, während die Yankees Venezuela wie ihren eigenen Hinterhof besetzen, Maduro gewaltsam festnehmen und sich über fremdes Öl hermachen, verurteilte Lula nicht nur, sondern schürte die Wunde: „Das ist eine Beleidigung der lateinamerikanischen Souveränität, ein imperialistischer Rückschritt, den wir schweigend nicht hinnehmen werden.“ Er war cynisch genug, daran zu erinnern, dass die USA mit ihrer Trillionenverschuldung und ihrer Zirkus-Polarisierung sich immer noch als Weltherrscher betrachten – aber Brasilien? Ach, wir sind hier, recken den Kopf empor wie eine echte Weltmacht: Prä-Sal brummt, BRICS stark, Wirtschaft dreht sich mit Soja, Erz und Innovation, die nicht von Wall Street abhängt. Trump kann über die „Verwaltung“ Venezuelas brüllen, aber Lula hat gezeigt, dass der Global Süden keine Kolonie mehr ist. Wir sind Riesen, Bruder – mit Lula an der Spitze widersteht Brasilien, ja, es bestimmt sogar das Spiel. Wer hätte gedacht, dass ein Arbeiter aus Garanhuns den „Führer der freien Welt“ in die Knie zwingen würde? Reine Provokation: Kommt her und versucht es, Gringos, und erfahrt, was ein Faustschlag mit brasilianischem Akzent ist! 🇧🇷💥
Übersetzung ansehen
2 beijo na bunda
2 beijo na bunda
Übersetzung ansehen
O problema não é entrar amigo, é saber sair.
O problema não é entrar amigo, é saber sair.
TRABIRGUA
·
--
Grüße
Ich bin neu auf dem Krypto-Markt und würde gerne wissen, ob ich eine gute Wahl getroffen habe
Die Welt ist müde von diesem Unsinn. Lateinamerika sieht historische Heuchelei (Monroe-Doktrin, Putsche, Plan Colombia, jetzt die Entführung von Maduro). Afrika sieht verdeckte Ausbeutung unter dem Deckmantel der Hilfe. Asien sieht aggressive Einschränkung gegenüber jenen, die es wagen, aufzusteigen (China, früher Japan in den 80er Jahren). Europa, selbst ein Verbündeter, tut so, als unterstütze es, während es hinter dem Rücken lacht und Partnerschaften diversifiziert. Vorderer Orient... na, das braucht gar nicht erst erwähnt zu werden. Und das Ironischste: Je mehr die USA versuchen, ihre Macht durch spektakuläre Aktionen gegen Schwache zu bestätigen, desto schneller beschleunigen sie den globalen Trend von "Genug, wir machen es ohne sie". BRICS wächst, Handel in alternativen Währungen, süd-südliche Allianzen, Neutralität in Konflikten. Die Welt hasst den amerikanischen Menschen nicht unbedingt — sie hasst die Arroganz des Imperiums, das nicht akzeptieren will, dass seine Zeit absoluter Vorherrschaft vorbei ist. Die wahre Stärke braucht keinen venezolanischen Präsidenten zu entführen, um zu beweisen, dass sie die Macht hat. Die Schwachen müssen es tun — und filmen es sogar, um es auf X zu posten. Und währenddessen füllt sich der weltweite Sack weiter, bis er überläuft. Lassen wir sie weiter so machen. Eines Tages wird die Rechnung fällig, und dann wird kein Flugzeugträger mehr dafür bezahlen können. Prost noch einen. 🥂
Die Welt ist müde von diesem Unsinn.
Lateinamerika sieht historische Heuchelei (Monroe-Doktrin, Putsche, Plan Colombia, jetzt die Entführung von Maduro).
Afrika sieht verdeckte Ausbeutung unter dem Deckmantel der Hilfe.
Asien sieht aggressive Einschränkung gegenüber jenen, die es wagen, aufzusteigen (China, früher Japan in den 80er Jahren).
Europa, selbst ein Verbündeter, tut so, als unterstütze es, während es hinter dem Rücken lacht und Partnerschaften diversifiziert.
Vorderer Orient... na, das braucht gar nicht erst erwähnt zu werden.
Und das Ironischste: Je mehr die USA versuchen, ihre Macht durch spektakuläre Aktionen gegen Schwache zu bestätigen, desto schneller beschleunigen sie den globalen Trend von "Genug, wir machen es ohne sie". BRICS wächst, Handel in alternativen Währungen, süd-südliche Allianzen, Neutralität in Konflikten. Die Welt hasst den amerikanischen Menschen nicht unbedingt — sie hasst die Arroganz des Imperiums, das nicht akzeptieren will, dass seine Zeit absoluter Vorherrschaft vorbei ist.
Die wahre Stärke braucht keinen venezolanischen Präsidenten zu entführen, um zu beweisen, dass sie die Macht hat.
Die Schwachen müssen es tun — und filmen es sogar, um es auf X zu posten.
Und währenddessen füllt sich der weltweite Sack weiter, bis er überläuft.
Lassen wir sie weiter so machen. Eines Tages wird die Rechnung fällig, und dann wird kein Flugzeugträger mehr dafür bezahlen können.
Prost noch einen. 🥂
Übersetzung ansehen
Os Estados Unidos dominam a arte de transformar carne contaminada e podre em algo "comestível" usando químicos pesados. O famoso frango clorado – mergulhado em água com cloro ou ácidos para matar bactérias como salmonella – é resultado de criação intensiva onde os animais vivem cobertos de fezes. Na Europa isso é proibido há décadas por ser considerado nojento e sinal de higiene precária, mas nos EUA é prática padrão, disfarçando a sujeira em vez de preveni-la. Na carne bovina, o destaque vai para a "pink slime": uma pasta rosa feita de sobras gordurosas e aparas altamente contaminadas, tratadas com gás amônia para eliminar bactérias fecais. Essa mistura é adicionada ao hambúrguer comum sem necessidade de declaração no rótulo. Recalls constantes por E. coli, listeria e salmonella mostram que o sistema falha com frequência, mas o foco permanece no lucro, não na segurança. Tudo isso vem das fazendas-fábrica (CAFOs), que produzem 99% da carne americana: animais amontoados, doentes, cheios de antibióticos, gerando oceanos de esterco tóxico que fedem e poluem tudo ao redor. É barato, sim, mas o preço real é pago com saúde e dignidade. Enquanto o mundo ri da carne americana lavada em cocô com cloro, o consumidor continua engolindo essa podridão disfarçada – porque conveniência e preço baixo valem mais que qualidade.
Os Estados Unidos dominam a arte de transformar carne contaminada e podre em algo "comestível" usando químicos pesados. O famoso frango clorado – mergulhado em água com cloro ou ácidos para matar bactérias como salmonella – é resultado de criação intensiva onde os animais vivem cobertos de fezes. Na Europa isso é proibido há décadas por ser considerado nojento e sinal de higiene precária, mas nos EUA é prática padrão, disfarçando a sujeira em vez de preveni-la.
Na carne bovina, o destaque vai para a "pink slime": uma pasta rosa feita de sobras gordurosas e aparas altamente contaminadas, tratadas com gás amônia para eliminar bactérias fecais. Essa mistura é adicionada ao hambúrguer comum sem necessidade de declaração no rótulo. Recalls constantes por E. coli, listeria e salmonella mostram que o sistema falha com frequência, mas o foco permanece no lucro, não na segurança.
Tudo isso vem das fazendas-fábrica (CAFOs), que produzem 99% da carne americana: animais amontoados, doentes, cheios de antibióticos, gerando oceanos de esterco tóxico que fedem e poluem tudo ao redor. É barato, sim, mas o preço real é pago com saúde e dignidade. Enquanto o mundo ri da carne americana lavada em cocô com cloro, o consumidor continua engolindo essa podridão disfarçada – porque conveniência e preço baixo valem mais que qualidade.
Übersetzung ansehen
Os Estados Unidos são o cafona-mor do planeta, aquele sujeito que chega na festa internacional vestindo terno xadrez brilhante com gravata de LED piscando estrelas e listras, óculos espelhados enormes, relógio de ouro falso que pesa mais que o braço e um perfume doce que invade o salão inteiro. Ele acha que está arrasando, que todo mundo inveja o estilo dele, mas na real o pessoal só cochicha: “Meu Deus, olha o que veio aí de novo”. Ele fala alto, gesticula exagerado, interrompe todo mundo pra contar pela milésima vez como é o mais rico, o mais forte, o mais bonito da noite. Coloca som de country rock no volume máximo enquanto os outros preferem algo mais discreto, joga confete de dólares na mesa pra impressionar e, quando alguém critica o gosto musical ou o look berrante, faz cara de ofendido mortal: “Vocês são invejosos! Isso aqui é liberdade de expressão, baby!”. Depois sai espalhando que a festa só é boa por causa dele, que sem a presença VIP americana o evento seria um fracasso total. No fim da noite, o cafona já tá meio bêbado de excepcionalismo, tropeçando nas próprias botas de cowboy, derrubando copos alheios, mas ainda convencido de que é o centro das atenções. Os outros convidados – europeus elegantes, asiáticos discretos, latinos mais descontraídos – trocam olhares cúmplices, dão risada baixa e pensam a mesma coisa: “Deixa ele achar que é o rei do baile… amanhã a gente continua a festa normalmente, com ou sem o show de cafonice made in USA”. Porque, no fundo, todo mundo sabe: o mundo gira muito bem sem precisar aplaudir o terno brilhante que grita “Look at me!” o tempo todo.
Os Estados Unidos são o cafona-mor do planeta, aquele sujeito que chega na festa internacional vestindo terno xadrez brilhante com gravata de LED piscando estrelas e listras, óculos espelhados enormes, relógio de ouro falso que pesa mais que o braço e um perfume doce que invade o salão inteiro. Ele acha que está arrasando, que todo mundo inveja o estilo dele, mas na real o pessoal só cochicha: “Meu Deus, olha o que veio aí de novo”.
Ele fala alto, gesticula exagerado, interrompe todo mundo pra contar pela milésima vez como é o mais rico, o mais forte, o mais bonito da noite. Coloca som de country rock no volume máximo enquanto os outros preferem algo mais discreto, joga confete de dólares na mesa pra impressionar e, quando alguém critica o gosto musical ou o look berrante, faz cara de ofendido mortal: “Vocês são invejosos! Isso aqui é liberdade de expressão, baby!”. Depois sai espalhando que a festa só é boa por causa dele, que sem a presença VIP americana o evento seria um fracasso total.
No fim da noite, o cafona já tá meio bêbado de excepcionalismo, tropeçando nas próprias botas de cowboy, derrubando copos alheios, mas ainda convencido de que é o centro das atenções. Os outros convidados – europeus elegantes, asiáticos discretos, latinos mais descontraídos – trocam olhares cúmplices, dão risada baixa e pensam a mesma coisa: “Deixa ele achar que é o rei do baile… amanhã a gente continua a festa normalmente, com ou sem o show de cafonice made in USA”. Porque, no fundo, todo mundo sabe: o mundo gira muito bem sem precisar aplaudir o terno brilhante que grita “Look at me!” o tempo todo.
Übersetzung ansehen
beijo na bunda
beijo na bunda
Anmelden und weiter Inhalte entdecken
Krypto-Nutzer weltweit auf Binance Square kennenlernen
⚡️ Bleib in Sachen Krypto stets am Puls.
💬 Die weltgrößte Kryptobörse vertraut darauf.
👍 Erhalte verlässliche Einblicke von verifizierten Creators.
E-Mail-Adresse/Telefonnummer
Sitemap
Cookie-Präferenzen
Nutzungsbedingungen der Plattform