В сегодняшней главе: Bitcoin MODO BULL включен. «Окей, ребята… Я уже пережил кое-что похуже. Возвращайтесь, когда у вас будет что-то действительно большое, чтобы попытаться меня напугать» 😎
Passphrase: дополнительный уровень безопасности, который должен знать каждый пользователь аппаратного кошелька
Поскольку аппаратные кошельки считаются одной из самых безопасных форм хранения биткойна, это не означает, что они неуязвимы. В последние недели инцидент с Coldcard привлек внимание сообщества, показав, что в определённых обстоятельствах скомпрометированное или подменённое устройство может представлять риск для тех, кто им пользуется. Хотя этот эпизод не поставил под угрозу безопасность протокола Биткойна, он стал важным напоминанием о том, что защита ваших биткойнов зависит не только от качества аппаратного кошелька, но и от мер безопасности, которые принимает сам пользователь. Среди них одна из самых важных — использование парольной фразы.
Por que mais de 500 bitcoins foram roubados e o que isso ensina sobre a segurança do Bitcoin Os últimos dias foram marcados por um dos incidentes mais importantes já registrados envolvendo uma hardware wallet de Bitcoin. Criminosos conseguiram roubar aproximadamente 594 bitcoins, distribuídos em mais de 500 carteiras, após explorarem uma vulnerabilidade na geração das chaves privadas de determinados modelos da Coldcard, fabricados pela Coinkite. O problema não estava no protocolo do Bitcoin, mas sim na forma como algumas carteiras geravam a chamada “frase-semente” (seed phrase), que é a chave mestra que dá acesso aos fundos. Para entender o problema, imagine que criar uma carteira de Bitcoin é como escolher uma senha gigantesca e completamente aleatória. Quanto mais aleatória ela for, mais difícil será adivinhá-la. A vulnerabilidade descoberta mostrou que algumas versões da Coldcard Mk3 utilizavam uma fonte de aleatoriedade (entropia) significativamente mais fraca do que se imaginava. Isso reduzia drasticamente o número de combinações possíveis. Com grande poder computacional, os invasores conseguiram reproduzir o processo de geração dessas carteiras e descobrir as frases-semente de diversos usuários, tomando posse dos bitcoins armazenados nelas. A boa notícia é que esse episódio não representa uma falha no Bitcoin. O protocolo da rede, sua criptografia e a blockchain continuam intactos. O que falhou foi um produto específico utilizado para armazenar as chaves privadas. É como uma pessoa que possui uma conta bancária protegida por um sistema extremamente seguro, mas escolhe uma senha muito fraca, como “1234”. Se alguém descobrir essa senha e conseguir acessar a conta, isso não significa que o banco foi invadido ou que seu sistema de segurança deixou de funcionar. O problema estava na credencial utilizada para acessar a conta. Da mesma forma, o Bitcoin continuou seguro; a vulnerabilidade estava na forma como determinadas carteiras geravam as chaves privadas, e não na segurança da rede Bitcoin. Esse tipo de distinção é fundamental para entender por que o Bitcoin permanece seguro, mesmo quando um fabricante de hardware wallet comete um erro de implementação. O incidente também mostra que nenhuma solução de segurança deve ser considerada infalível. Hardware wallets continuam sendo uma das formas mais seguras de armazenar criptomoedas, mas elas dependem da qualidade do hardware, do firmware e da implementação feita pelo fabricante. Segundo as orientações divulgadas após o incidente, os modelos mais recentes da Coldcard (Mk4, Mk5 e Q) não apresentam o mesmo nível de risco observado nas carteiras afetadas, embora a própria Coinkite recomende atualização de firmware e, em alguns casos, a migração dos fundos para uma nova carteira criada com uma frase-semente segura. Para o investidor, a principal lição é simples: nunca confie apenas no nome de um fabricante. Mantenha sempre o firmware atualizado, acompanhe os comunicados oficiais da empresa, utilize uma passphrase quando possível e, principalmente, gere uma nova carteira caso exista qualquer suspeita de que a frase-semente possa ter sido criada por um dispositivo vulnerável. Outra medida importante é diversificar a custódia, especialmente para grandes patrimônios, utilizando multisig ou diferentes fabricantes de hardware wallet. No fim das contas, esse episódio reforça uma característica importante do Bitcoin: quando um problema acontece, ele costuma estar nas camadas ao redor da rede — como corretoras, aplicativos ou carteiras — e não no protocolo criado por Satoshi Nakamoto. O ataque à Coldcard serve como um alerta para toda a indústria de custódia, incentivando auditorias mais rigorosas e melhorias na geração de aleatoriedade das chaves privadas. Para quem investe em Bitcoin, a mensagem é clara: a tecnologia continua extremamente segura, mas a segurança dos seus bitcoins depende também da qualidade das ferramentas utilizadas e dos cuidados adotados pelo próprio usuário.
Биткоин устойчивый к квантовым вычислениям без изменения адресов
Новое предложение может сделать Биткоин устойчивым к квантовым вычислениям, не меняя текущие адреса Недавно опубликованное исследование, представленное AmericanFortress, привлекло внимание криптовалютного сообщества, предложив способ защитить Биткоин от будущих атак с использованием квантовых компьютеров. Работа, размещенная в научном репозитории IACR ePrint Archive, предлагает новый криптографический механизм на основе доказательств с нулевым разглашением (zero-knowledge proofs) с целью сохранить совместимость с кошельками и адресами, которые пользователи используют в настоящее время.
Сможет ли ИИ, вместо того чтобы «раздавить» биткоин и оставить его умирать в середине дороги, как многие представляют, на самом деле приблизить его к будущему быстрее? 😎
Синтия Ламмис обращается с историческим призывом в Сенате: «США не могут потерять лидерство в инновациях»
На выступлении, состоявшемся в эту среду (29) на пленарном заседании Сената США, сенатор Синтия Ламмис сделала решительную защиту одобрения Закона CLARITY — законопроекта, который предполагает создать нормативно-правовую основу для рынка цифровых активов в стране. В один из самых запоминающихся моментов своего выступления она предупредила, что США не могут уступить лидерство в финансовых инновациях, иначе компании, инвестиции и таланты будут переезжать в страны, которые уже предлагают более ясные и предсказуемые правила для этого сектора.
ИИ мог отвести капитал и внимание от криптовалют. Но, возможно, именно он ответственен за ваш следующий бычий рынок. В последние месяцы многие инвесторы начали полагать, что искусственный интеллект стал угрозой рынку криптовалют. В то время как компании, связанные с ИИ, производители чипов, дата-центры и технологическая инфраструктура демонстрировали рост на фондовых биржах, весь рынок криптовалют в целом показывал довольно отрицательную динамику. Для многих объяснение казалось очевидным: новая крупная рыночная история привлекла не только внимание, но и часть капитала, который раньше искал возможности во вселенной крипто. Такое восприятие могло даже иметь смысл на первом этапе. Однако оно, возможно, игнорирует гораздо более глубокое изменение, которое начинает обретать форму.
A Vanguard pode estar prestes a repetir uma história que o Bitcoin já conhece de cor. A notícia chamou a atenção do mercado financeiro: a Vanguard, uma das gestoras mais conservadoras do mundo e historicamente uma das maiores críticas às criptomoedas, abriu uma vaga para o cargo de Head of Digital Assets (Chefe de Ativos Digitais). A função prevê liderar a estratégia da empresa para áreas como blockchain, tokenização, stablecoins, infraestrutura de ativos digitais e novos modelos de serviços financeiros. Para uma instituição que, até pouco tempo atrás, se recusava até mesmo a oferecer negociação de ETFs de Bitcoin em sua plataforma, o movimento representa uma mudança de tom difícil de ignorar. Ainda não significa que a Vanguard lançará um ETF de Bitcoin próprio, mas pode ser o primeiro passo de uma transformação que o Bitcoin já viu acontecer inúmeras vezes: a conversão de antigos céticos em novos entusiastas. Se isso realmente acontecer, a gestora estará apenas escrevendo mais um capítulo de uma história que se repete desde o surgimento da maior criptomoeda do mundo. Talvez o exemplo mais famoso seja o de Larry Fink, CEO da BlackRock. Em 2017, ele afirmou que o Bitcoin era “um índice de lavagem de dinheiro” (“an index of money laundering”), resumindo sua visão extremamente negativa sobre o ativo. Anos depois, a história tomou um rumo que poucos poderiam prever. A BlackRock entrou de vez no mercado de ativos digitais, lançou um ETF de Bitcoin à vista que rapidamente se tornou um dos maiores — e, por diversos períodos, o maior — do mundo, enquanto o próprio Fink passou a descrever o Bitcoin como um ativo financeiro global e uma alternativa digital ao ouro. O mercado mudou, mas a maior mudança talvez tenha acontecido na percepção de quem antes enxergava o Bitcoin apenas com desconfiança. A transformação de Michael Saylor é igualmente impressionante. Em dezembro de 2013, ele publicou que “os dias do Bitcoin estavam contados” (“Bitcoin days are numbered”), comparando seu futuro ao destino dos jogos de azar online. Poucos anos depois, mudou completamente de posição. Sob sua liderança, a Strategy passou a adquirir Bitcoin em escala inédita, tornando-se a empresa de capital aberto com a maior reserva da criptomoeda no mundo. Hoje, Saylor é considerado uma das vozes mais influentes na defesa do Bitcoin, demonstrando que, muitas vezes, o ceticismo inicial não resiste a um estudo mais profundo sobre a tecnologia e suas características econômicas. Esse padrão de transformação é tão antigo quanto a própria história da humanidade. Um dos exemplos mais conhecidos está na Bíblia. Saulo de Tarso era um implacável perseguidor dos primeiros cristãos. Após sua célebre experiência no caminho de Damasco, converteu-se, passou a ser conhecido como o apóstolo Paulo e tornou-se um dos maiores responsáveis pela difusão do cristianismo. Evidentemente, a comparação termina aí. Não se trata de equiparar o Bitcoin ao cristianismo ou qualquer religião, mas de ilustrar um fenômeno humano recorrente: não raramente, os críticos mais ferrenhos de uma ideia acabam se tornando alguns de seus mais apaixonados defensores quando passam a compreendê-la sob uma nova perspectiva. Algo semelhante acontece todos os dias com o Bitcoin. Muitas pessoas o rejeitam porque foram vítimas de pirâmides financeiras, golpes ou promessas de enriquecimento fácil que apenas utilizavam a criptomoeda como chamariz. Mas a culpa nunca foi do Bitcoin. Golpistas usam dólares, ouro, imóveis, ações, títulos públicos ou qualquer outro ativo capaz de atrair vítimas. Em outros casos, a resistência nasce simplesmente do desconhecimento. Quando alguém finalmente compreende conceitos como escassez programada, descentralização, resistência à censura e autocustódia, não é raro ver antigos críticos se tornarem defensores convictos — e, muitas vezes, interessados em acumular o máximo de bitcoins possível. É por isso que a possível mudança de postura da Vanguard está sendo vista com interesse e entusiasmo por boa parte da comunidade cripto. Se a Vanguard realmente decidir mergulhar no universo dos ativos digitais, não estará inaugurando uma tendência, mas apenas seguindo um caminho já percorrido por inúmeros investidores, empresários e instituições. E quem seria o próximo convertido? Será que um dia até Peter Schiff, talvez o mais conhecido e persistente crítico do Bitcoin ainda em atividade, terá seu próprio “caminho de Damasco” intelectual e passará a enxergar o Bitcoin por outra perspectiva? Parece improvável. Mas também parecia improvável quando Larry Fink chamava o Bitcoin de “índice de lavagem de dinheiro”. Também parecia improvável quando Michael Saylor decretava que os dias do BTC estavam contados. A história do Bitcoin mostra que seus maiores defensores de amanhã podem muito bem estar entre os seus críticos mais contundentes de hoje. E é exatamente por isso que o investidor não deve aceitar passivamente as previsões e vaticínios de quem quer que seja, como se fossem verdades incontestáveis, por maior que seja o prestígio e autoridade do seu autor. Do Your Own Research (faça sua própria pesquisa) é lição a nunca ser esquecida.
Strive: управляющая компания, которая делает ставку на Биткоин, чтобы переопределить корпоративные финансы
Всего за несколько лет Strive перестала быть управляющей компанией с отличительным подходом и превратилась в одну из самых смелых компаний на американском финансовом рынке. Основанная в 2022 году, компания появилась на свет с убеждением, что публичным компаниям следует сосредоточивать усилия на создании ценности для акционеров, не отвлекая фокус на политические или идеологические повестки. Эта концепция быстро привлекла внимание инвесторов и позволила Strive занять место в индустрии ETF, управляя миллиардами долларов активов.
Muito além do preço: a lição de Sandy Kaul sobre o futuro das finanças
Em uma entrevista recente concedida a Scott Melker durante o Out East Summit, a executiva Sandy Kaul, Head of Innovation da Franklin Templeton, apresentou uma visão que vai muito além da tradicional discussão sobre o preço do Bitcoin ou das criptomoedas. Para ela, o mercado está diante de uma transformação estrutural da infraestrutura financeira global, impulsionada pela tokenização de ativos, pela tecnologia blockchain e pelo avanço da inteligência artificial. Em vez de discutir apenas quais ativos podem se valorizar, Kaul convidou o público a refletir sobre como todo o sistema financeiro poderá funcionar de maneira diferente nas próximas décadas. Um dos pontos mais interessantes da entrevista foi a diferença de percepção entre o investidor de varejo e o investidor institucional. Segundo Kaul, enquanto o investidor comum costuma perguntar qual criptomoeda pode subir mais ou qual token comprar, as grandes instituições fazem perguntas completamente diferentes: como essa tecnologia pode reduzir custos, eliminar intermediários, acelerar a liquidação das operações e criar novos produtos financeiros? Em outras palavras, o varejo tende a olhar para os ativos; o investidor institucional olha para a infraestrutura que permitirá movimentar esses ativos. Outro tema central foi a Clarity Act, atualmente em discussão no Senado dos Estados Unidos. Na visão de Kaul, a importância da legislação não está em provocar uma alta imediata do mercado, mas em oferecer segurança jurídica para que bancos, gestoras e outras instituições invistam pesadamente no desenvolvimento de soluções baseadas em blockchain. Ela argumenta que a regulamentação cria as condições necessárias para que trilhões de dólares em ativos possam, ao longo do tempo, migrar para uma infraestrutura mais eficiente, transparente e programável. A executiva também destacou que a tokenização representa apenas o começo dessa transformação. Assim como poucas pessoas hoje pensam nos protocolos que fazem a internet funcionar, ela acredita que, no futuro, a maioria dos usuários nem perceberá que estará utilizando blockchain. A tecnologia ficará “nos bastidores”, servindo como uma camada invisível para registrar propriedade, liquidar operações e permitir que ativos circulem 24 horas por dia, sete dias por semana. Ela também ressaltou que o avanço dos agentes de inteligência artificial deverá aumentar ainda mais a demanda por sistemas financeiros capazes de realizar transações automáticas entre máquinas. Talvez a maior mensagem da entrevista seja justamente essa mudança de perspectiva. Durante anos, o debate sobre criptomoedas concentrou-se em saber se o Bitcoin sobreviveria ou qual seria o próximo grande token. Sandy Kaul sugere que a discussão mais relevante agora é outra: como será construída a infraestrutura financeira do futuro. Se essa visão se confirmar, os maiores vencedores da próxima década poderão não ser apenas aqueles que escolherem o ativo certo, mas também aqueles que compreenderem primeiro a profundidade da transformação tecnológica que está em curso.
Todos nós que nascemos muito antes da criação do Bitcoin viemos ao mundo dentro de uma enorme caverna. É a caverna das moedas estatais. Não percebíamos o quanto suas paredes são sufocantes, porque jamais havíamos conhecido outra realidade. Crescemos acreditando que aquele ambiente frio, escuro e limitado era simplesmente a forma natural como o dinheiro deveria existir. Aprendemos a confiar em moedas que podem ser criadas sem limites, perdem poder de compra ao longo do tempo e dependem integralmente das decisões de governos e bancos centrais. Afinal, quando nunca se viu a luz, a escuridão parece perfeitamente normal. Então, em 2009, algo extraordinário aconteceu. Uma pequena fresta de luz surgiu no fundo dessa caverna. Seu nome era Bitcoin. A princípio, ela parecia insignificante, quase imperceptível. Mas, para quem teve a curiosidade de olhar naquela direção, revelou a existência de um caminho que antes sequer imaginávamos existir: um dinheiro descentralizado, escasso por natureza, resistente à censura e que não dependia da confiança em nenhuma autoridade central. Pela primeira vez, era possível enxergar que havia um mundo além das sombras às quais estávamos acostumados. Ainda assim, a maioria das pessoas hesita em dar os primeiros passos. E isso é compreensível. Quem viveu a vida inteira na escuridão tende a desconfiar da luz. Ela incomoda os olhos, desafia antigas certezas e obriga a abandonar crenças profundamente enraizadas. Por isso, muitos preferem permanecer na segurança aparente da caverna, repetindo as mesmas críticas sem antes compreender aquilo que rejeitam. Não é a luz que assusta; é a mudança que ela representa. O Bitcoin não exige um ato de fé. Ele convida ao estudo. Não pede seguidores, mas pessoas dispostas a investigar, questionar e tirar suas próprias conclusões. Quanto mais alguém compreende a história do bitcoin, sua tecnologia, sua política monetária e seus princípios, mais difícil se torna ignorar o contraste entre aquela pequena fresta de luz e a escuridão em que ela penetrou. O conhecimento transforma a curiosidade em compreensão, e a compreensão transforma o receio em confiança. Por isso, não tenha medo do Bitcoin. Permita-se conhecê-lo com a mente aberta e livre de preconceitos. Siga essa fresta de luz sem pressa, um passo de cada vez. Talvez você descubra, durante essa caminhada, que o mundo é muito maior do que imaginava. E quando finalmente deixar a caverna para trás e contemplar a paisagem iluminada do lado de fora, perceberá que algumas descobertas mudam para sempre a forma como enxergamos a realidade. Será que depois de conhecer esse belo e colorido mundo iluminado do lado de fora, voltar àquela triste e asfixiante caverna escura ainda será uma opção que faça algum sentido? Creio que não… Disclaimer: Este artigo tem caráter exclusivamente educativo e reflexivo. Seu objetivo é estimular o estudo e o pensamento crítico sobre o Bitcoin, não constituindo recomendação de investimento. Antes de tomar qualquer decisão financeira, faça sua própria pesquisa e avalie cuidadosamente os riscos envolvidos.