˗ˋˏ😱ˊ˗ OS BANCOS VENDEM CRIPTO ⋙ MAS NÃO COLOCAM 1 ₿ITCOIN NO PRÓPRIO BALANÇO ˗ˋˏ❌$ˎ₿ˊ˗
Os grandes bancos brasileiros já transformaram Bitcoin, Ethereum e stablecoins em produtos para milhões de clientes. Mas existe um contraste enorme nos bastidores:
Eles oferecem cripto sem assumir o risco de preço com o próprio capital.
Segundo levantamento citado pelo BitNotícias, os balanços entregues ao Banco Central em março de 2026 mostravam zero criptoativos no caixa próprio das grandes instituições analisadas.
O modelo é principalmente de intermediação: o banco executa a ordem, custodia o ativo e cobra pelo serviço, enquanto a exposição ao preço fica com o cliente.
🔥 O Tamanho da Oferta Já Impressiona
Nubank: 28 criptoativos para mais de 7 milhões de usuários do serviço.
Itaú: 15 ativos, incluindo BTC, ETH e
$USDC .
Banco do Brasil: liberou BTC e ETH e já processou cerca de R$ 11 milhões em ordens de clientes desde janeiro.
Então temos uma situação curiosa:
CLIENTE COMPRA
$BTC ✅
BANCO GANHA COM O SERVIÇO ✅
BANCO COMPRA BTC PARA O PRÓPRIO CAIXA? ❌
🤔Por Quê❓
Porque proprietary trading em cripto colocaria diretamente no balanço riscos de preço, liquidez e crédito — algo que, segundo a matéria, os comitês de risco bancários seguem evitando.
👀 Ao mesmo tempo, a demanda brasileira disparou.
Pessoas e empresas movimentaram R$ 505,5 bilhões em cripto em 2025, alta de 22% sobre 2024.
Empresas responderam por nada menos que 98,3% do volume, ou cerca de R$ 497 bilhões.
E a regulação está acelerando a entrada institucional.
As Resoluções 519, 520 e 521 do Banco Central criaram novas exigências de autorização, capital, segregação patrimonial e tratamento das stablecoins dolarizadas como operações de câmbio. Cerca de 120 empresas precisam se enquadrar até 30 de outubro de 2026.
🔥 A pergunta é inevitável:
se os bancos consideram cripto bom o bastante para seus clientes, quando considerarão bom o bastante para seus próprios balanços?
#bitcoin.” #brasil