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C’est ce qu’on appelle l’irrationalité…🥴
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Désolé, mes chers ours, ce n’est pas encore pour cette fois… Continuez d’essayer..😎#BTC #HODL" 🚀🚀
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Modo BULL ativado! 😎🚀 #BTC #HODL
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Dans le chapitre d’aujourd’hui : Bitcoin MODO BULL activé. « Ok, les gars… J’ai déjà survécu à pire. Revenez quand vous aurez quelque chose de vraiment grand à tenter de me faire peur » 😎
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Passphrase: a camada extra de segurança que todo usuário de hardware wallet deveria conhecerAs hardware wallets são consideradas uma das formas mais seguras de armazenar Bitcoin, mas isso não significa que elas sejam infalíveis. Nos últimas semanas, um incidente envolvendo a Coldcard chamou a atenção da comunidade ao mostrar que, em determinadas circunstâncias, um dispositivo comprometido ou adulterado pode representar um risco para quem o utiliza. Embora esse episódio não tenha comprometido a segurança do protocolo Bitcoin, ele serviu como um importante lembrete de que a proteção dos seus bitcoins depende não apenas da qualidade da hardware wallet, mas também das medidas de segurança adotadas pelo próprio usuário. Entre elas, uma das mais importantes é a utilização de uma passphrase. A passphrase funciona como uma palavra adicional à frase de recuperação (seed), sendo frequentemente chamada de “13ª palavra” nas carteiras com seed de 12 palavras ou de “25ª palavra” nas carteiras com seed de 24 palavras. Ela é escolhida pelo próprio usuário e cria uma carteira completamente diferente da que seria acessada apenas com a seed. Na prática, isso significa que, mesmo que alguém descubra ou tenha acesso às suas 12 ou 24 palavras de recuperação, não conseguirá movimentar os bitcoins protegidos pela passphrase sem conhecer também essa informação adicional. É uma camada extra de segurança que pode fazer toda a diferença caso a seed seja exposta, copiada ou caia em mãos erradas. A configuração da passphrase costuma ser simples e bastante semelhante na maioria das hardware wallets. No entanto, antes de ativar esse recurso, o usuário deve estudar o assunto, compreender exatamente como ele funciona e somente prosseguir quando se sentir plenamente seguro. A passphrase aumenta significativamente a proteção dos bitcoins, mas também exige maior responsabilidade na sua guarda. Como regra geral, ela jamais deve ser anotada no mesmo local em que a frase de recuperação (seed) de 12 ou 24 palavras é armazenada, pois isso reduziria drasticamente a segurança. Também é recomendável utilizar uma passphrase longa, difícil de adivinhar e que não contenha informações pessoais ou palavras óbvias. Antes de transferir grandes quantias para essa carteira, vale a pena testar cuidadosamente o procedimento de recuperação para ter certeza de que tudo foi registrado corretamente. Outro benefício importante da passphrase é que ela pode oferecer proteção adicional em situações de roubo ou coerção. Muitos usuários mantêm uma pequena quantidade de bitcoins em uma carteira acessível apenas pela seed, enquanto o patrimônio principal permanece protegido por uma carteira associada à passphrase. Dessa forma, mesmo que alguém obtenha acesso às 12 ou 24 palavras da seed, verá apenas a carteira sem a passphrase, enquanto os valores mais relevantes continuarão inacessíveis. Essa estratégia é amplamente utilizada por usuários mais experientes como uma forma de reduzir riscos. O episódio recente envolvendo a Coldcard reforçou uma lição importante: a segurança no universo do Bitcoin não depende apenas da qualidade da hardware wallet, mas principalmente das práticas adotadas pelo usuário. Utilizar um dispositivo adquirido de fonte confiável, verificar sua autenticidade, manter o firmware atualizado e proteger os fundos com uma passphrase bem escolhida são medidas que aumentam significativamente a segurança do patrimônio. Em um ativo que pode representar anos de trabalho e continuar se valorizando ao longo do tempo, dedicar alguns minutos para aprender e implementar corretamente essas práticas pode evitar perdas irreparáveis no futuro.

Passphrase: a camada extra de segurança que todo usuário de hardware wallet deveria conhecer

As hardware wallets são consideradas uma das formas mais seguras de armazenar Bitcoin, mas isso não significa que elas sejam infalíveis. Nos últimas semanas, um incidente envolvendo a Coldcard chamou a atenção da comunidade ao mostrar que, em determinadas circunstâncias, um dispositivo comprometido ou adulterado pode representar um risco para quem o utiliza. Embora esse episódio não tenha comprometido a segurança do protocolo Bitcoin, ele serviu como um importante lembrete de que a proteção dos seus bitcoins depende não apenas da qualidade da hardware wallet, mas também das medidas de segurança adotadas pelo próprio usuário. Entre elas, uma das mais importantes é a utilização de uma passphrase.
A passphrase funciona como uma palavra adicional à frase de recuperação (seed), sendo frequentemente chamada de “13ª palavra” nas carteiras com seed de 12 palavras ou de “25ª palavra” nas carteiras com seed de 24 palavras. Ela é escolhida pelo próprio usuário e cria uma carteira completamente diferente da que seria acessada apenas com a seed. Na prática, isso significa que, mesmo que alguém descubra ou tenha acesso às suas 12 ou 24 palavras de recuperação, não conseguirá movimentar os bitcoins protegidos pela passphrase sem conhecer também essa informação adicional. É uma camada extra de segurança que pode fazer toda a diferença caso a seed seja exposta, copiada ou caia em mãos erradas.
A configuração da passphrase costuma ser simples e bastante semelhante na maioria das hardware wallets. No entanto, antes de ativar esse recurso, o usuário deve estudar o assunto, compreender exatamente como ele funciona e somente prosseguir quando se sentir plenamente seguro. A passphrase aumenta significativamente a proteção dos bitcoins, mas também exige maior responsabilidade na sua guarda. Como regra geral, ela jamais deve ser anotada no mesmo local em que a frase de recuperação (seed) de 12 ou 24 palavras é armazenada, pois isso reduziria drasticamente a segurança. Também é recomendável utilizar uma passphrase longa, difícil de adivinhar e que não contenha informações pessoais ou palavras óbvias. Antes de transferir grandes quantias para essa carteira, vale a pena testar cuidadosamente o procedimento de recuperação para ter certeza de que tudo foi registrado corretamente.
Outro benefício importante da passphrase é que ela pode oferecer proteção adicional em situações de roubo ou coerção. Muitos usuários mantêm uma pequena quantidade de bitcoins em uma carteira acessível apenas pela seed, enquanto o patrimônio principal permanece protegido por uma carteira associada à passphrase. Dessa forma, mesmo que alguém obtenha acesso às 12 ou 24 palavras da seed, verá apenas a carteira sem a passphrase, enquanto os valores mais relevantes continuarão inacessíveis. Essa estratégia é amplamente utilizada por usuários mais experientes como uma forma de reduzir riscos.
O episódio recente envolvendo a Coldcard reforçou uma lição importante: a segurança no universo do Bitcoin não depende apenas da qualidade da hardware wallet, mas principalmente das práticas adotadas pelo usuário. Utilizar um dispositivo adquirido de fonte confiável, verificar sua autenticidade, manter o firmware atualizado e proteger os fundos com uma passphrase bem escolhida são medidas que aumentam significativamente a segurança do patrimônio. Em um ativo que pode representar anos de trabalho e continuar se valorizando ao longo do tempo, dedicar alguns minutos para aprender e implementar corretamente essas práticas pode evitar perdas irreparáveis no futuro.
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Ataque à Coldcard: o que aconteceuPor que mais de 500 bitcoins foram roubados e o que isso ensina sobre a segurança do Bitcoin Os últimos dias foram marcados por um dos incidentes mais importantes já registrados envolvendo uma hardware wallet de Bitcoin. Criminosos conseguiram roubar aproximadamente 594 bitcoins, distribuídos em mais de 500 carteiras, após explorarem uma vulnerabilidade na geração das chaves privadas de determinados modelos da Coldcard, fabricados pela Coinkite. O problema não estava no protocolo do Bitcoin, mas sim na forma como algumas carteiras geravam a chamada “frase-semente” (seed phrase), que é a chave mestra que dá acesso aos fundos. Para entender o problema, imagine que criar uma carteira de Bitcoin é como escolher uma senha gigantesca e completamente aleatória. Quanto mais aleatória ela for, mais difícil será adivinhá-la. A vulnerabilidade descoberta mostrou que algumas versões da Coldcard Mk3 utilizavam uma fonte de aleatoriedade (entropia) significativamente mais fraca do que se imaginava. Isso reduzia drasticamente o número de combinações possíveis. Com grande poder computacional, os invasores conseguiram reproduzir o processo de geração dessas carteiras e descobrir as frases-semente de diversos usuários, tomando posse dos bitcoins armazenados nelas. A boa notícia é que esse episódio não representa uma falha no Bitcoin. O protocolo da rede, sua criptografia e a blockchain continuam intactos. O que falhou foi um produto específico utilizado para armazenar as chaves privadas. É como uma pessoa que possui uma conta bancária protegida por um sistema extremamente seguro, mas escolhe uma senha muito fraca, como “1234”. Se alguém descobrir essa senha e conseguir acessar a conta, isso não significa que o banco foi invadido ou que seu sistema de segurança deixou de funcionar. O problema estava na credencial utilizada para acessar a conta. Da mesma forma, o Bitcoin continuou seguro; a vulnerabilidade estava na forma como determinadas carteiras geravam as chaves privadas, e não na segurança da rede Bitcoin. Esse tipo de distinção é fundamental para entender por que o Bitcoin permanece seguro, mesmo quando um fabricante de hardware wallet comete um erro de implementação. O incidente também mostra que nenhuma solução de segurança deve ser considerada infalível. Hardware wallets continuam sendo uma das formas mais seguras de armazenar criptomoedas, mas elas dependem da qualidade do hardware, do firmware e da implementação feita pelo fabricante. Segundo as orientações divulgadas após o incidente, os modelos mais recentes da Coldcard (Mk4, Mk5 e Q) não apresentam o mesmo nível de risco observado nas carteiras afetadas, embora a própria Coinkite recomende atualização de firmware e, em alguns casos, a migração dos fundos para uma nova carteira criada com uma frase-semente segura. Para o investidor, a principal lição é simples: nunca confie apenas no nome de um fabricante. Mantenha sempre o firmware atualizado, acompanhe os comunicados oficiais da empresa, utilize uma passphrase quando possível e, principalmente, gere uma nova carteira caso exista qualquer suspeita de que a frase-semente possa ter sido criada por um dispositivo vulnerável. Outra medida importante é diversificar a custódia, especialmente para grandes patrimônios, utilizando multisig ou diferentes fabricantes de hardware wallet. No fim das contas, esse episódio reforça uma característica importante do Bitcoin: quando um problema acontece, ele costuma estar nas camadas ao redor da rede — como corretoras, aplicativos ou carteiras — e não no protocolo criado por Satoshi Nakamoto. O ataque à Coldcard serve como um alerta para toda a indústria de custódia, incentivando auditorias mais rigorosas e melhorias na geração de aleatoriedade das chaves privadas. Para quem investe em Bitcoin, a mensagem é clara: a tecnologia continua extremamente segura, mas a segurança dos seus bitcoins depende também da qualidade das ferramentas utilizadas e dos cuidados adotados pelo próprio usuário.

Ataque à Coldcard: o que aconteceu

Por que mais de 500 bitcoins foram roubados e o que isso ensina sobre a segurança do Bitcoin
Os últimos dias foram marcados por um dos incidentes mais importantes já registrados envolvendo uma hardware wallet de Bitcoin. Criminosos conseguiram roubar aproximadamente 594 bitcoins, distribuídos em mais de 500 carteiras, após explorarem uma vulnerabilidade na geração das chaves privadas de determinados modelos da Coldcard, fabricados pela Coinkite. O problema não estava no protocolo do Bitcoin, mas sim na forma como algumas carteiras geravam a chamada “frase-semente” (seed phrase), que é a chave mestra que dá acesso aos fundos.
Para entender o problema, imagine que criar uma carteira de Bitcoin é como escolher uma senha gigantesca e completamente aleatória. Quanto mais aleatória ela for, mais difícil será adivinhá-la. A vulnerabilidade descoberta mostrou que algumas versões da Coldcard Mk3 utilizavam uma fonte de aleatoriedade (entropia) significativamente mais fraca do que se imaginava. Isso reduzia drasticamente o número de combinações possíveis. Com grande poder computacional, os invasores conseguiram reproduzir o processo de geração dessas carteiras e descobrir as frases-semente de diversos usuários, tomando posse dos bitcoins armazenados nelas.
A boa notícia é que esse episódio não representa uma falha no Bitcoin. O protocolo da rede, sua criptografia e a blockchain continuam intactos. O que falhou foi um produto específico utilizado para armazenar as chaves privadas. É como uma pessoa que possui uma conta bancária protegida por um sistema extremamente seguro, mas escolhe uma senha muito fraca, como “1234”. Se alguém descobrir essa senha e conseguir acessar a conta, isso não significa que o banco foi invadido ou que seu sistema de segurança deixou de funcionar. O problema estava na credencial utilizada para acessar a conta. Da mesma forma, o Bitcoin continuou seguro; a vulnerabilidade estava na forma como determinadas carteiras geravam as chaves privadas, e não na segurança da rede Bitcoin. Esse tipo de distinção é fundamental para entender por que o Bitcoin permanece seguro, mesmo quando um fabricante de hardware wallet comete um erro de implementação.
O incidente também mostra que nenhuma solução de segurança deve ser considerada infalível. Hardware wallets continuam sendo uma das formas mais seguras de armazenar criptomoedas, mas elas dependem da qualidade do hardware, do firmware e da implementação feita pelo fabricante. Segundo as orientações divulgadas após o incidente, os modelos mais recentes da Coldcard (Mk4, Mk5 e Q) não apresentam o mesmo nível de risco observado nas carteiras afetadas, embora a própria Coinkite recomende atualização de firmware e, em alguns casos, a migração dos fundos para uma nova carteira criada com uma frase-semente segura.
Para o investidor, a principal lição é simples: nunca confie apenas no nome de um fabricante. Mantenha sempre o firmware atualizado, acompanhe os comunicados oficiais da empresa, utilize uma passphrase quando possível e, principalmente, gere uma nova carteira caso exista qualquer suspeita de que a frase-semente possa ter sido criada por um dispositivo vulnerável. Outra medida importante é diversificar a custódia, especialmente para grandes patrimônios, utilizando multisig ou diferentes fabricantes de hardware wallet.
No fim das contas, esse episódio reforça uma característica importante do Bitcoin: quando um problema acontece, ele costuma estar nas camadas ao redor da rede — como corretoras, aplicativos ou carteiras — e não no protocolo criado por Satoshi Nakamoto. O ataque à Coldcard serve como um alerta para toda a indústria de custódia, incentivando auditorias mais rigorosas e melhorias na geração de aleatoriedade das chaves privadas. Para quem investe em Bitcoin, a mensagem é clara: a tecnologia continua extremamente segura, mas a segurança dos seus bitcoins depende também da qualidade das ferramentas utilizadas e dos cuidados adotados pelo próprio usuário.
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Bitcoin resistente à computação quântica sem mudar os endereços atuaisUma nova proposta pode tornar o Bitcoin resistente à computação quântica sem mudar os endereços atuais Uma pesquisa publicada recentemente pela AmericanFortress chamou a atenção da comunidade de criptomoedas ao apresentar uma proposta que busca proteger o Bitcoin contra futuros ataques de computadores quânticos. O trabalho, divulgado no repositório científico IACR ePrint Archive, propõe um novo mecanismo criptográfico baseado em provas de conhecimento zero (zero-knowledge proofs), com o objetivo de preservar a compatibilidade com as carteiras e os endereços utilizados atualmente pelos usuários. O grande diferencial da proposta é evitar a necessidade de uma migração em massa para novos endereços. Nas soluções pós-quânticas mais conhecidas, os usuários precisariam transferir seus bitcoins para carteiras que utilizassem novos algoritmos criptográficos, um processo complexo e que poderia colocar em risco moedas esquecidas ou carteiras cujos proprietários perderam o acesso. A abordagem da AmericanFortress procura contornar esse problema acrescentando uma nova camada de segurança, sem alterar o formato dos endereços já existentes. Em vez de depender exclusivamente das assinaturas criptográficas tradicionais, vulneráveis a computadores quânticos suficientemente poderosos, o sistema propõe que o proprietário da carteira demonstre, por meio de uma prova criptográfica, que conhece a seed que originou aquele endereço. Essa comprovação ocorre sem revelar a seed nem outras informações sensíveis, preservando a privacidade do usuário e mantendo a segurança da transação. Os primeiros testes apresentados pelos pesquisadores mostram resultados promissores. O protótipo conseguiu gerar as provas criptográficas em poucos segundos e verificá-las em apenas alguns milissegundos, desempenho considerado compatível com aplicações práticas. Embora ainda existam desafios técnicos a serem superados, o estudo demonstra que mecanismos desse tipo podem ser viáveis para um futuro Bitcoin preparado para a era da computação quântica. Apesar do entusiasmo despertado pela pesquisa, é importante destacar que ela ainda está em estágio inicial. O trabalho foi publicado como um preprint, ou seja, ainda não passou pelo processo formal de revisão por pares. Além disso, a solução não pode ser implementada imediatamente na rede Bitcoin, pois exigiria mudanças no protocolo e, consequentemente, amplo consenso entre desenvolvedores, empresas e usuários da comunidade. Ainda assim, a pesquisa representa um avanço importante na discussão sobre a segurança de longo prazo do Bitcoin. Em vez de simplesmente substituir a criptografia atual, ela propõe uma estratégia para preservar a compatibilidade com a infraestrutura existente, reduzindo custos e dificuldades de adoção. Se a ideia resistir ao escrutínio da comunidade científica e vier a ser aperfeiçoada ao longo dos próximos anos, poderá se tornar um dos caminhos mais interessantes para preparar o Bitcoin para um mundo em que a computação quântica deixe de ser apenas uma promessa e passe a representar uma realidade.

Bitcoin resistente à computação quântica sem mudar os endereços atuais

Uma nova proposta pode tornar o Bitcoin resistente à computação quântica sem mudar os endereços atuais
Uma pesquisa publicada recentemente pela AmericanFortress chamou a atenção da comunidade de criptomoedas ao apresentar uma proposta que busca proteger o Bitcoin contra futuros ataques de computadores quânticos. O trabalho, divulgado no repositório científico IACR ePrint Archive, propõe um novo mecanismo criptográfico baseado em provas de conhecimento zero (zero-knowledge proofs), com o objetivo de preservar a compatibilidade com as carteiras e os endereços utilizados atualmente pelos usuários.
O grande diferencial da proposta é evitar a necessidade de uma migração em massa para novos endereços. Nas soluções pós-quânticas mais conhecidas, os usuários precisariam transferir seus bitcoins para carteiras que utilizassem novos algoritmos criptográficos, um processo complexo e que poderia colocar em risco moedas esquecidas ou carteiras cujos proprietários perderam o acesso. A abordagem da AmericanFortress procura contornar esse problema acrescentando uma nova camada de segurança, sem alterar o formato dos endereços já existentes.
Em vez de depender exclusivamente das assinaturas criptográficas tradicionais, vulneráveis a computadores quânticos suficientemente poderosos, o sistema propõe que o proprietário da carteira demonstre, por meio de uma prova criptográfica, que conhece a seed que originou aquele endereço. Essa comprovação ocorre sem revelar a seed nem outras informações sensíveis, preservando a privacidade do usuário e mantendo a segurança da transação.
Os primeiros testes apresentados pelos pesquisadores mostram resultados promissores. O protótipo conseguiu gerar as provas criptográficas em poucos segundos e verificá-las em apenas alguns milissegundos, desempenho considerado compatível com aplicações práticas. Embora ainda existam desafios técnicos a serem superados, o estudo demonstra que mecanismos desse tipo podem ser viáveis para um futuro Bitcoin preparado para a era da computação quântica.
Apesar do entusiasmo despertado pela pesquisa, é importante destacar que ela ainda está em estágio inicial. O trabalho foi publicado como um preprint, ou seja, ainda não passou pelo processo formal de revisão por pares. Além disso, a solução não pode ser implementada imediatamente na rede Bitcoin, pois exigiria mudanças no protocolo e, consequentemente, amplo consenso entre desenvolvedores, empresas e usuários da comunidade.
Ainda assim, a pesquisa representa um avanço importante na discussão sobre a segurança de longo prazo do Bitcoin. Em vez de simplesmente substituir a criptografia atual, ela propõe uma estratégia para preservar a compatibilidade com a infraestrutura existente, reduzindo custos e dificuldades de adoção. Se a ideia resistir ao escrutínio da comunidade científica e vier a ser aperfeiçoada ao longo dos próximos anos, poderá se tornar um dos caminhos mais interessantes para preparar o Bitcoin para um mundo em que a computação quântica deixe de ser apenas uma promessa e passe a representar uma realidade.
Est-ce que l’IA, au lieu de bousculer le Bitcoin et de le laisser agoniser au milieu de la route, comme beaucoup l’imaginent, le fera en réalité arriver plus vite au futur ? 😎
Est-ce que l’IA, au lieu de bousculer le Bitcoin et de le laisser agoniser au milieu de la route, comme beaucoup l’imaginent, le fera en réalité arriver plus vite au futur ? 😎
Ce qui ne te tue pas, t’épaissit…😎
Ce qui ne te tue pas, t’épaissit…😎
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Cynthia Lummis lance un appel historique au Sénat : « Les États-Unis ne peuvent pas perdre leur leadership dans l’innovation »Lors d’un discours prononcé ce mercredi (29) au sein de l’enceinte du Sénat des États-Unis, la sénatrice Cynthia Lummis a présenté une défense énergique en faveur de l’adoption du CLARITY Act, un projet visant à établir un cadre réglementaire pour le marché des actifs numériques dans le pays. À l’un des moments les plus marquants de son intervention, elle a averti que les États-Unis ne peuvent pas perdre leur leadership dans l’innovation financière, sous peine de voir des entreprises, des investissements et des talents se tourner vers des pays qui offrent déjà des règles plus claires et prévisibles pour le secteur.

Cynthia Lummis lance un appel historique au Sénat : « Les États-Unis ne peuvent pas perdre leur leadership dans l’innovation »

Lors d’un discours prononcé ce mercredi (29) au sein de l’enceinte du Sénat des États-Unis, la sénatrice Cynthia Lummis a présenté une défense énergique en faveur de l’adoption du CLARITY Act, un projet visant à établir un cadre réglementaire pour le marché des actifs numériques dans le pays. À l’un des moments les plus marquants de son intervention, elle a averti que les États-Unis ne peuvent pas perdre leur leadership dans l’innovation financière, sous peine de voir des entreprises, des investissements et des talents se tourner vers des pays qui offrent déjà des règles plus claires et prévisibles pour le secteur.
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Ce qui ne vous tue pas vous rend plus fortL’IA a peut-être détourné du capital et de l’attention des cryptomonnaies. Mais peut-être est-ce justement elle qui est à l’origine de votre prochain bull market. Au cours des derniers mois, de nombreux investisseurs se sont mis à croire que l’intelligence artificielle était devenue une menace pour le marché des cryptomonnaies. Tandis que les entreprises liées à l’IA, les fabricants de puces, les centres de données et l’infrastructure technologique menaient la hausse en Bourse, l’ensemble du marché crypto a affiché une performance plutôt négative. Pour beaucoup, l’explication semblait évidente : la nouvelle grande narration du marché avait attiré non seulement l’attention, mais aussi une partie du capital qui cherchait auparavant des opportunités dans l’univers crypto. Cette perception a peut-être même semblé logique au premier abord. Cependant, elle pourrait passer à côté d’un changement beaucoup plus profond qui commence à prendre forme.

Ce qui ne vous tue pas vous rend plus fort

L’IA a peut-être détourné du capital et de l’attention des cryptomonnaies. Mais peut-être est-ce justement elle qui est à l’origine de votre prochain bull market.
Au cours des derniers mois, de nombreux investisseurs se sont mis à croire que l’intelligence artificielle était devenue une menace pour le marché des cryptomonnaies. Tandis que les entreprises liées à l’IA, les fabricants de puces, les centres de données et l’infrastructure technologique menaient la hausse en Bourse, l’ensemble du marché crypto a affiché une performance plutôt négative. Pour beaucoup, l’explication semblait évidente : la nouvelle grande narration du marché avait attiré non seulement l’attention, mais aussi une partie du capital qui cherchait auparavant des opportunités dans l’univers crypto. Cette perception a peut-être même semblé logique au premier abord. Cependant, elle pourrait passer à côté d’un changement beaucoup plus profond qui commence à prendre forme.
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Qui sera le prochain converti ?Vanguard est peut-être sur le point de répéter une histoire que le Bitcoin connaît déjà par cœur. L’actualité a attiré l’attention du marché financier : Vanguard, l’une des sociétés de gestion les plus prudentes au monde et, historiquement, l’une des plus grandes critiques des cryptomonnaies, a ouvert un poste de Head of Digital Assets (Directeur des Actifs Numériques). La mission consiste à piloter la stratégie de l’entreprise pour des domaines comme la blockchain, la tokenisation, les stablecoins, l’infrastructure des actifs numériques et de nouveaux modèles de services financiers. Pour une institution qui, il y a encore peu de temps, refusait même d’offrir la négociation d’ETFs Bitcoin sur sa plateforme, ce mouvement représente un changement de ton difficile à ignorer.

Qui sera le prochain converti ?

Vanguard est peut-être sur le point de répéter une histoire que le Bitcoin connaît déjà par cœur.
L’actualité a attiré l’attention du marché financier : Vanguard, l’une des sociétés de gestion les plus prudentes au monde et, historiquement, l’une des plus grandes critiques des cryptomonnaies, a ouvert un poste de Head of Digital Assets (Directeur des Actifs Numériques). La mission consiste à piloter la stratégie de l’entreprise pour des domaines comme la blockchain, la tokenisation, les stablecoins, l’infrastructure des actifs numériques et de nouveaux modèles de services financiers. Pour une institution qui, il y a encore peu de temps, refusait même d’offrir la négociation d’ETFs Bitcoin sur sa plateforme, ce mouvement représente un changement de ton difficile à ignorer.
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Strive : la société de gestion qui parie sur le Bitcoin pour redéfinir les finances d’entrepriseEn seulement quelques années, Strive n’est plus un gestionnaire d’actifs doté d’une proposition différenciante : elle est devenue l’une des entreprises les plus audacieuses du marché financier américain. Fondée en 2022, la société est née avec la conviction que les entreprises cotées en bourse devraient concentrer leurs efforts sur la création de valeur pour les actionnaires, sans détourner l’attention vers des agendas politiques ou idéologiques. Cette vision a rapidement attiré l’attention des investisseurs et a permis à Strive de se tailler une place dans l’industrie des ETF, en gérant des milliards de dollars d’actifs.

Strive : la société de gestion qui parie sur le Bitcoin pour redéfinir les finances d’entreprise

En seulement quelques années, Strive n’est plus un gestionnaire d’actifs doté d’une proposition différenciante : elle est devenue l’une des entreprises les plus audacieuses du marché financier américain. Fondée en 2022, la société est née avec la conviction que les entreprises cotées en bourse devraient concentrer leurs efforts sur la création de valeur pour les actionnaires, sans détourner l’attention vers des agendas politiques ou idéologiques. Cette vision a rapidement attiré l’attention des investisseurs et a permis à Strive de se tailler une place dans l’industrie des ETF, en gérant des milliards de dollars d’actifs.
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Bien plus que le prix : la leçon de Sandy Kaul sur le futur des financesLors d’une interview récente accordée à Scott Melker dans le cadre du Out East Summit, la dirigeante Sandy Kaul, directrice de l’innovation chez Franklin Templeton, a présenté une vision qui va bien au-delà du débat traditionnel sur le prix du Bitcoin ou des cryptomonnaies. Pour elle, le marché fait face à une transformation structurelle de l’infrastructure financière mondiale, portée par la tokenisation des actifs, la technologie blockchain et les progrès de l’intelligence artificielle. Plutôt que de discuter uniquement des actifs susceptibles de prendre de la valeur, Kaul a invité le public à réfléchir à la manière dont l’ensemble du système financier pourrait fonctionner différemment au cours des prochaines décennies.

Bien plus que le prix : la leçon de Sandy Kaul sur le futur des finances

Lors d’une interview récente accordée à Scott Melker dans le cadre du Out East Summit, la dirigeante Sandy Kaul, directrice de l’innovation chez Franklin Templeton, a présenté une vision qui va bien au-delà du débat traditionnel sur le prix du Bitcoin ou des cryptomonnaies. Pour elle, le marché fait face à une transformation structurelle de l’infrastructure financière mondiale, portée par la tokenisation des actifs, la technologie blockchain et les progrès de l’intelligence artificielle. Plutôt que de discuter uniquement des actifs susceptibles de prendre de la valeur, Kaul a invité le public à réfléchir à la manière dont l’ensemble du système financier pourrait fonctionner différemment au cours des prochaines décennies.
J’ai rencontré Renato en personne. C’est une grande figure. Même s’il est controversé, j’admire sa sincérité et sa défense fondée du bitcoin.
J’ai rencontré Renato en personne. C’est une grande figure. Même s’il est controversé, j’admire sa sincérité et sa défense fondée du bitcoin.
Tout se passait comme prévu par le système financier traditionnel… jusqu’à ce que le Bitcoin entre dans la pièce 😎
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Lyn Alden a renforcé ma conviction que la victoire du Bitcoin est inévitable…#BTC #HODL
Lyn Alden a renforcé ma conviction que la victoire du Bitcoin est inévitable…#BTC #HODL
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Sortez de la caverne des monnaies étatiquesTous ceux d’entre nous qui sommes nés bien avant la création du Bitcoin avons vu le jour dans une immense caverne. C’est la caverne des monnaies étatiques. Nous ne réalisions pas à quel point ses parois sont étouffantes, parce que nous n’avions jamais connu une autre réalité. Nous avons grandi en croyant que cet environnement froid, sombre et limité était simplement la manière naturelle dont l’argent devait exister. Nous avons appris à faire confiance à des monnaies qui peuvent être créées sans limites, qui perdent leur pouvoir d’achat au fil du temps et qui dépendent entièrement des décisions des gouvernements et des banques centrales. Après tout, quand on n’a jamais vu la lumière, l’obscurité semble parfaitement normale.

Sortez de la caverne des monnaies étatiques

Tous ceux d’entre nous qui sommes nés bien avant la création du Bitcoin avons vu le jour dans une immense caverne. C’est la caverne des monnaies étatiques. Nous ne réalisions pas à quel point ses parois sont étouffantes, parce que nous n’avions jamais connu une autre réalité. Nous avons grandi en croyant que cet environnement froid, sombre et limité était simplement la manière naturelle dont l’argent devait exister. Nous avons appris à faire confiance à des monnaies qui peuvent être créées sans limites, qui perdent leur pouvoir d’achat au fil du temps et qui dépendent entièrement des décisions des gouvernements et des banques centrales. Après tout, quand on n’a jamais vu la lumière, l’obscurité semble parfaitement normale.
Il y a ceux qui restent immobiles à la gare en attendant un train qui n’arrivera peut-être jamais, et il y a ceux qui montent dans un autre train et continuent leur chemin…
Il y a ceux qui restent immobiles à la gare en attendant un train qui n’arrivera peut-être jamais, et il y a ceux qui montent dans un autre train et continuent leur chemin…
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