Autocustódia de criptomoedas dispara no interior do Brasil
A procura por autocustódia de criptomoedas deixou de ser coisa de capital. O modelo em que o próprio usuário guarda as chaves privadas dos seus criptoativos avançou para o interior do país em ritmo acelerado. Levantamento da DSEC Labs , empresa brasileira de infraestrutura blockchain, mediu essa distribuição. Municípios fora das capitais responderam por 37,65% do volume financeiro analisado entre janeiro e agosto de 2026. No mesmo intervalo de 2025, a fatia era de 12,32% . O contraponto é direto. As capitais caíram de 87,68% para 62,35% da base no período. O movimento aparece justamente no ano em que o Banco Central aperta o cerco sobre carteiras próprias. A partir de 1º de janeiro de 2027 , saídas acima de US$ 10 mil para autocustódia podem ficar retidas por 24 horas . Ou seja, o brasileiro passou a querer a custódia das próprias chaves no momento em que exercer esse direito ficou mais burocrático. #Cripto #Bitcoin #Blockchain
Ilha de Boipeba leva stablecoins e Web3 a mulheres e comerciantes
A Ilha de Boipeba, em Cairu (BA), recebe em outubro o Ilha Tech, um ciclo de seis encontros presenciais sobre economia digital. A programação inclui carteiras digitais, Web3 e stablecoins (criptomoedas atreladas a uma moeda fiduciária, como o dólar). A iniciativa é do Instituto Vivá , em parceria com o Delas On , segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (7). O público são os pequenos comerciantes de uma economia movida a turismo, aprendendo sobre ativos dolarizados num mercado recém-regulado pelo Banco Central. Dos seis encontros, quatro são voltados a mulheres , um a jovens e um a comerciantes e empreendedores locais. A programação parte do zero: foi desenhada para quem não tem conhecimento prévio em tecnologia. A trilha feminina conecta identidade digital, carteiras, pagamentos e empreendedorismo. Além disso, apresenta conceitos de Web3 a partir de usos possíveis nos negócios da comunidade. #Cripto #Bitcoin #Blockchain
Todas as exchanges precisarão adotar blockchain pública para sobreviver, diz CEO do Hyperliquid Policy Center
Para Jake Chervinsky, mercados onchain precisam entrar no perímetro regulatório dos EUA, e ele acredita que isso vai acontecer em breve. Jake Chervinsky, CEO do Hyperliquid Policy Center, afirmou em entrevista ao The Block que todas as exchanges, sem exceção, terão de adotar infraestrutura de blockchain pública na próxima década para permanecerem competitivas. A declaração inclui gigantes do mercado tradicional como a CME Group e a Intercontinental Exchange (ICE), ao lado de plataformas cripto-nativas como Kraken e Coinbase. A visão de Chervinsky é direta: daqui a dez anos, qualquer venue que queira competir precisará integrar tecnologia de blockchain pública do tipo que a Hyperliquid representa. Não se trata de uma tendência gradual, mas de uma necessidade estrutural imposta pelo mercado. A tese de Chervinsky é que a infraestrutura de blockchain pública oferece transparência e eficiência que sistemas fechados não conseguem replicar . Exchanges que não adotarem esse modelo perderão liquidez, usuários e credibilidade diante de concorrentes que já operam nesse padrão. #Criptomoedas #EUA #Blockchain
Blockchain no agro: MAPA regulamenta credenciamento de empresas para monitorar soja e milho
A Portaria SDR/MAPA nº 885/2026 revoga a norma anterior, flexibiliza exigências tecnológicas e exige precisão mínima de 90% para o atestado que cobre 80 milhões de hectares de grãos no país. O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) publicou a Portaria SDR/MAPA nº 885/2026 , que regulamenta o credenciamento de empresas de tecnologia blockchain responsáveis pelo monitoramento das safras de soja e milho no Brasil. A norma, datada de 1º de outubro de 2026, revoga a Portaria nº 739/2025 e reescreve integralmente as regras do processo. A publicação encerra um vácuo regulatório que persistia desde a edição anterior. Com isso, empresas que desenvolvem soluções de rastreabilidade por blockchain passam a ter um conjunto claro de requisitos a cumprir para operar dentro do programa federal de monitoramento de grãos. A portaria determina que a solução apresente evidências técnicas de configuração, políticas de criptografia, arquitetura de gestão de chaves e relatórios de auditoria. Todos os registros considerados críticos precisam garantir integridade, rastreabilidade e resistência à adulteração. #Brasil #Economia #Tecnologia
Mercado Bitcoin paga até 6% de cashback em BTC: veja como funciona
O Mercado Bitcoin abriu nesta quarta-feira, 7 de outubro, uma campanha de três dias com cashback em bitcoin na Renda Fixa Digital e juros menores no CriptoCrédito. O maior cashback, de 6% , está em ativos com prazo de 58 meses. A ação se chama Super Quarta e vai até sexta-feira, 9 de outubro. Conforme a página oficial da campanha , as condições voltam ao normal no sábado, dia 10. O comunicado enviado à imprensa cita três ativos. A página da campanha lista sete, com prazos que vão de 12,5 meses a tempo indeterminado. Essa diferença muda a conta para quem vai investir. O cashback varia de 2% a 6% e é creditado em bitcoin em até um dia útil. Ele se soma à remuneração prevista em cada oferta. Veja as condições anunciadas: #Criptomoedas #Brasil #Bitcoin
Winklevoss registra ETF de Zcash com taxa de 0,25% e ticker WINK na Nasdaq
A Winklevoss Asset Services protocolou um S-1 preliminar na SEC para listar um fundo de Zcash na Nasdaq, com a Gemini como custodiante e taxa anual de 0,25%, tornando-se a terceira proposta desse tipo nos Estados Unidos. A Winklevoss Asset Services protocolou um registro preliminar S-1 junto à SEC para listar na Nasdaq um ETF spot de Zcash (ZEC) sob o ticker WINK . O fundo manteria ZEC diretamente, cobraria uma taxa anual de patrocinador de 0,25% e teria a Gemini Trust Company como custodiante. O pedido torna a Winklevoss Asset Services a terceira gestora a protocolar uma proposta de ETF spot de Zcash nos Estados Unidos, depois da Grayscale, que opera o produto ZCSH, e da Bitwise. A disputa reflete o crescimento do interesse institucional por ativos de privacidade no mercado norte-americano. O fundo proposto manteria ZEC diretamente no balanço, sem derivativos ou exposição sintética. A taxa de 0,25% ao ano cobre a remuneração do patrocinador; despesas operacionais ordinárias seriam tratadas separadamente. #Criptomoedas #Financas #EUA
Regulação cripto pode concentrar exchanges no Brasil
A regulação cripto pode abrir uma nova etapa de concentração no mercado brasileiro. Enquanto as prestadoras de serviços de ativos virtuais ajustam suas estruturas às exigências do Banco Central , participantes do setor estimam que aproximadamente dez empresas poderiam conseguir licença. O cenário levanta dúvidas sobre a capacidade de permanência das operações menores e os efeitos dessa reorganização sobre a concorrência. Entretanto, a estimativa de dez autorizações não representa uma previsão oficial do Banco Central . O material apresentado à imprensa menciona uma expectativa anterior de aproximadamente cem pedidos. Além disso, solicitar autorização e conseguir uma licença representam etapas diferentes, o que exige cuidado ao comparar os números e avaliar o tamanho futuro do mercado. Para Paulo Portuguez, mestre em Direito com pesquisa sobre criptoativos e consultor do CQM Advogados, o custo da adequação ajuda a explicar esse movimento. Segundo ele, empresas com maior escala conseguem absorver melhor os investimentos em capital, tecnologia, auditoria e governança. Já operações menores precisam avaliar se suas receitas sustentam toda a estrutura necessária. Na avaliação do especialista, a dificuldade ultrapassa o cumprimento inicial das exigências. As prestadoras também precisam manter controles internos, capacitar administradores e demonstrar capacidade operacional continuamente. Portanto, o desafio envolve financiar uma estrutura permanente de conformidade , mesmo quando o volume de negócios ainda não oferece receitas suficientes para cobrir esses gastos. #Criptomoedas #Brasil #Economia
Bitcoin repete padrão que falhou 4 das 5 últimas vezes, aponta análise da Binance Research
O Bitcoin não está caindo menos nesta fase do ciclo. Ele está oscilando menos. É a conclusão da análise semanal da Binance Research publicada em 5 de outubro. A distinção pesa hoje mais que em qualquer outro dia. Faz exatamente um ano que o ativo marcou sua máxima histórica, em 6 de outubro de 2025 . Doze meses depois, a leitura de que “desta vez foi mais suave” não sobrevive aos números. O Bitcoin atingiu US$ 57.800 em 1º de julho de 2026, 54,2% abaixo da máxima de US$ 126.200. Os três mercados de baixa anteriores foram piores: 86,9%, 84,1% e 77,6%. Só que a volatilidade caiu junto. A medida anualizada saiu de 99% no ciclo 2012–2015 para 47% agora. Ou seja, o mesmo percentual de queda representa um choque maior hoje do que representava antes. #Economia #Bitcoin
Stablecoins em dólar abaixo de R$ 5: vale comprar USDT e USDC agora?
Especialistas ouvidos pelo InvestNews dizem que o patamar atual pode ser favorável para quem quer proteger patrimônio em dólar, mas alertam: a estratégia certa importa mais do que o timing. Na manhã de segunda-feira, as stablecoins USDT e USDC eram negociadas a R$ 4,99 nas principais plataformas brasileiras, reflexo direto do dólar operando abaixo da barreira psicológica de R$ 5. O movimento reacendeu entre investidores de varejo a dúvida clássica: é hora de comprar? Para especialistas ouvidos pelo InvestNews , a resposta não é simples. O cenário pode representar uma janela interessante para quem deseja dolarizar parte do patrimônio , mas a decisão final depende, antes de tudo, do objetivo de cada investidor. Sim, com ressalvas. O momento pode ser considerado propício para quem ainda não tem exposição à moeda americana e deseja proteção cambial. A lógica é direta: comprar dólar mais barato agora pode gerar ganho se a moeda se valorizar no futuro. #Criptomoedas #Brasil #Economia
CFTC propõe marco federal para trading alavancado de cripto no varejo
O regulador americano de commodities abriu consulta pública para criar uma nova categoria de exchanges registradas federalmente, com exigências de prova de reservas e controles antimanipulação para quem quiser oferecer margem ao investidor comum. A Commodity Futures Trading Commission (CFTC) lançou um processo formal de criação de regras para o trading alavancado , com margem ou financiado de criptoativos no varejo americano. A proposta, publicada nesta semana, cria uma nova categoria de plataformas registradas federalmente chamada de crypto asset market e introduz duas regulações-chave: a Regulação CTX e a Regulação CAM . O chairman da CFTC, Michael S. Selig, defendeu a iniciativa em artigo publicado no Wall Street Journal . A abertura de consulta pública pelo regulador marca uma virada: pela primeira vez, o mercado de cripto alavancado no varejo teria uma trilha federal clara, sem depender exclusivamente de licenças estaduais. As duas regulações formam o núcleo do marco proposto. A Regulação CTX define as regras de registro e operação das novas exchanges de criptoativos, enquanto a Regulação CAM disciplina a atuação dos intermediários nesse mercado. #Criptomoedas #Financas #EUA
Rise Finance lança infraestrutura para o mercado de capitais
A Rise Finance apresentou uma nova infraestrutura tecnológica para fundos e estruturas do mercado de capitais brasileiro. Durante um encontro em São Paulo, no dia 29 de setembro, a empresa demonstrou como reúne diferentes etapas de uma operação financeira em um registro compartilhado. O evento contou com gestores, administradores, distribuidores e representantes de instituições do setor. Na apresentação, Victor Freire, CEO e CTO da companhia, mostrou a plataforma em funcionamento. A demonstração conectou processos de emissão, registro, controladoria, cálculo de cotas e liquidação. Com essa integração, a empresa busca reduzir a necessidade de conciliar informações entre os participantes , mantendo as atribuições de cada instituição envolvida. A solução nasceu de uma demanda da própria Rise Finance. Primeiro, a companhia desenvolveu a tecnologia internamente para operar sua estrutura inicial. Depois de colocar o sistema em produção, passou a disponibilizá-lo a outras instituições com as quais já mantinha relacionamento. Assim, uma ferramenta criada para atender à operação própria ganhou uma proposta de uso mais amplo. Segundo dados da empresa, a infraestrutura já contabilizava mais de R$ 1 bilhão em emissões e operações , com data-base de 28 de setembro de 2026. O número acompanha a apresentação ao mercado de uma tecnologia que a companhia afirma já utilizar em sua rotina operacional. #Criptomoedas #Tecnologia
Regulação cripto no Brasil: o que as exchanges precisam fazer antes do prazo do Banco Central
Com o prazo de 30 de outubro se aproximando, corretoras de criptoativos que não protocolarem o pedido de autorização junto ao Banco Central serão obrigadas a encerrar as atividades em até 90 dias. O mercado brasileiro de criptoativos vive sua fase regulatória mais decisiva, as exchanges e demais prestadoras de serviços de ativos virtuais , chamadas de PSAVs ou VASPs, correm contra o tempo para se adaptar às novas regras antes do prazo final. A data-limite é 30 de outubro de 2026 . Quem protocolar o pedido de autorização até lá continua operando normalmente enquanto o processo tramita no BC. Quem não o fizer terá de encerrar as atividades em até 90 dias . A regra vale para exchanges, custodiantes e qualquer empresa que intermedeie ativos digitais no país. O encerramento compulsório é a consequência direta. Empresas que deixarem o prazo passar sem protocolar o pedido ficam obrigadas a desligar as operações em até 90 dias, sem exceção. O modelo é semelhante ao adotado em outros setores financeiros regulados: primeiro se credencia, depois se opera. #Criptomoedas #Brasil #Negocios
USP e CPqD firmam parceria de R$ 1 milhão para desenvolver provas de conhecimento zero em blockchain
Plano de trabalho assinado em 28 de setembro formaliza investimento de R$ 1,008 milhão para criar soluções de privacidade aplicadas à tecnologia blockchain. A Universidade de São Paulo (USP) e o CPqD formalizaram uma parceria para desenvolver provas de conhecimento zero aplicadas à tecnologia blockchain. O plano de trabalho foi assinado em 28 de setembro e prevê um investimento de R$ 1,008 milhão no projeto. A iniciativa posiciona duas das instituições de pesquisa e desenvolvimento mais relevantes do país como protagonistas de um tema que está no centro do debate global sobre privacidade em redes distribuídas. O CPqD já acumula histórico com soluções blockchain, inclusive o uso de mecanismos de prova de conhecimento zero em projetos anteriores da instituição. O foco do projeto é criar soluções de privacidade em blockchains baseadas em provas de conhecimento zero, tecnologia que permite verificar a veracidade de uma informação sem revelar o dado em si . O plano de trabalho, assinado em 28 de setembro, é o documento que formaliza escopo, prazos e o valor de R$ 1,008 milhão destinado à iniciativa. #Criptomoedas #Brasil #Tecnologia
Binance muda Pix e prepara transferência de operações para o Brasil
A Binance começou a integrar contas de pagamento da Sim;paul à sua plataforma para usuários brasileiros. A mudança envolve depósitos, saques e transferências em reais, incluindo Pix, e antecede a transferência de operações para o Brasil que a exchange anunciou em comunicado de 2 de outubro. A plataforma passou a apresentar uma tela que orienta clientes a abrir uma conta na instituição brasileira. A nova estrutura permitirá movimentações em nome do próprio usuário , com transferências disponíveis durante as 24 horas do dia e integração à experiência da exchange . Além disso, a Binance disponibilizou um termo de adesão que detalha a abertura, a manutenção e o encerramento dessa conta. O documento estabelece responsabilidades da Sim;paul e prevê a possibilidade de criar automaticamente uma chave Pix durante o cadastro. Para abrir a conta, o cliente deverá fornecer informações cadastrais, documentos e biometria à Sim;paul. Também precisará autorizar o tratamento e o compartilhamento dos dados necessários ao cumprimento das obrigações regulatórias previstas nos termos. #Criptomoedas #Brasil
NEAR Intents sofre exploit de US$ 3,8 milhões e promete reembolso total dias após congelar fundos do hacker da Bitget
Protocolo de liquidação cross-chain pausou depósitos e saques em múltiplas blockchains após falha em smart contract; bug já foi corrigido e equipe comprometeu reembolso integral das perdas. A NEAR Intents, protocolo de execução e liquidação cross-chain do ecossistema NEAR Protocol, foi alvo de um exploit nesta quinta-feira (1º) que resultou em perdas de aproximadamente US$ 3,8 milhões . A equipe precisou interromper os serviços imediatamente após detectar o incidente, desativando depósitos e retiradas em várias blockchains suportadas pela plataforma. O projeto confirmou o ataque em comunicado oficial e garantiu que todos os usuários afetados serão reembolsados integralmente. O incidente foi reportado às autoridades competentes, e empresas especializadas em segurança blockchain foram contratadas para rastrear os ativos desviados. #Criptomoedas #Blockchain #SegurancaDigital
Banco Central exige notificação de movimentações em carteiras de autocustódia de criptomoedas
Norma editada pelo Banco Central cria obrigação inédita para quem guarda criptoativos fora de exchanges, e acende debate sobre privacidade e rastreabilidade no Brasil. O Banco Central do Brasil publicou uma nova resolução que passa a exigir que detentores de criptomoedas em autocustódia notifiquem a autoridade monetária sobre movimentações realizadas com esses ativos. A medida representa um avanço significativo no escopo regulatório do BC sobre o mercado cripto nacional, que até então concentrava suas exigências sobre exchanges e prestadoras de serviços. A autocustódia, modalidade em que o próprio usuário controla as chaves privadas de suas carteiras, sem depender de intermediários, era, até agora, um segmento de menor exposição regulatória direta. Com a resolução, isso muda: quem opta por guardar e movimentar ativos digitais por conta própria também passa a ter obrigações formais perante o regulador. #Criptomoedas #Brasil #Financas
Deputado propõe repatriação de criptomoedas com anistia fiscal após MP que proíbe bets no Brasil
Emenda à Medida Provisória 1.394/2026 cria programa semelhante ao ‘Litígio Zero’ para apostadores com recursos em criptomoedas no exterior, proposta ainda precisa ser aprovada pelo Congresso. Uma emenda apresentada à Medida Provisória 1.394/2026, a chamada MP das bets, propõe a criação de um programa de regularização para criptomoedas mantidas no exterior por participantes do mercado de apostas. A iniciativa é do deputado federal Julio Arcoverde (PP-PI) e prevê anistia fiscal como condição para a repatriação desses ativos. A proposta surge em reação direta à medida provisória do presidente Lula, que proibiu as bets no Brasil e elevou a tributação das apostas de 12% para 18%. O contexto legislativo levanta um debate inédito: o que acontece com os recursos, especialmente em cripto, que operadores e apostadores mantêm fora do país? A emenda prevê a criação de um programa de regularização nos moldes do chamado Litígio Zero Bets , que permitiria a repatriação de valores mantidos no exterior e provenientes de apostas não declaradas . A anistia fiscal seria o mecanismo central para atrair esses recursos de volta ao Brasil. #Criptomoedas #Brasil #Economia
Bity fecha operações no Brasil e engrossa lista de saídas em 2026
A Bity anunciou em 2 de outubro de 2026 que encerra os serviços de criptoativos para clientes. A empresa opera duas marcas, Bitybank e BityPreço . Cada uma vai para um lugar diferente. Os clientes da Bitybank foram direcionados ao Mercado Bitcoin . Já os da BityPreço vão para a Bipa . São dois acordos separados, anunciados no mesmo dia, com prazos e benefícios distintos. A Bity seguirá negociando com recursos próprios. A Bitybank reúne cerca de 850 mil usuários e mais de R$ 1 bilhão em ativos sob custódia, segundo as empresas. O número descreve a base atual da marca, não o total que efetivamente vai migrar. Conforme a página oficial da migração , o processo começa no aplicativo da Bity. O usuário solicita a transferência e recebe um código de seis dígitos. #Criptomoedas #Brasil #Negocios
MetaMask retira validadores após incidente em staking
A MetaMask anunciou, na noite de 30 de setembro, um incidente de segurança que atingiu parte de sua infraestrutura. Como resposta, a empresa iniciou a saída preventiva de validadores ligados à operação de staking não custodial. Segundo o comunicado, a investigação não identificou ameaça imediata às carteiras dos usuários . A companhia informou que trabalha com clientes, parceiros e consultores de segurança para enfrentar o problema. Entretanto, o anúncio inicial não detalhou o componente comprometido, a origem do incidente ou o número de validadores envolvidos. Por isso, as informações disponíveis ainda não permitem determinar toda a extensão do caso. O episódio envolve a infraestrutura que opera validadores de Ethereum. Assim, a notícia exige uma distinção importante: o serviço de staking e as carteiras dos usuários têm funções diferentes. O comprometimento da operação de validadores não comprova, por si só, que invasores acessaram as carteiras . A Lido também comunicou medidas relacionadas ao MetaMask Staking, anteriormente conhecido como Consensys Staking. Segundo o protocolo, o operador começou a retirar seus validadores Ethereum após uma investigação sobre comprometimento de infraestrutura. A iniciativa busca proteger os ativos dos clientes e reduzir a exposição operacional. #Criptomoedas #Tecnologia
Lei destina arrecadação das loterias ao Comitê Brasileiro de Clubes
Nova legislação altera a Lei das Loterias e substitui repasse que antes ia à Federação Nacional dos Clubes Esportivos; fiscalização fica a cargo do TCU. A Lei 15.523/2026 , publicada no Diário Oficial da União em 29 de setembro de 2026 , determina que 0,01% da arrecadação dos jogos de loteria federal seja destinado ao Comitê Brasileiro de Clubes (CBC). O objetivo é financiar a formação, a capacitação e o treinamento de gestores esportivos em todo o país. A medida altera a Lei das Loterias (Lei 13.756/2018) e representa uma mudança direta na cadeia de distribuição dos recursos gerados por modalidades como Mega-Sena, Quina e Lotofácil. O repasse que antes era destinado à Federação Nacional dos Clubes Esportivos (Fenaclubes) agora migra integralmente para o CBC. A partir da vigência da Lei 15.523/2026, o CBC passa a ser o novo beneficiário do percentual de 0,01% da arrecadação federal com loterias. Antes, esse mesmo repasse era direcionado à Fenaclubes. A troca não cria uma nova despesa, redistribui uma fonte já existente. #Brasil #Financas #Negocios
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