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Nova proposta do Bitcoin sugere congelar carteiras vulneráveis à computação quânticaDesenvolvedores e pesquisadores do Bitcoin apresentaram o BIP-361, uma ideia que quer ir cortando aos poucos o uso de endereços que podem ser atacados por computadores quânticos. A preocupação maior é com endereços antigos, tipo os P2PK, que já deixaram a chave pública exposta na blockchain. O medo é que, no futuro, a computação quântica fique forte o bastante pra descobrir a chave privada só a partir desses dados públicos, abrindo espaço pra roubo de fundos. A proposta fala numa mudança por etapas. Primeiro, não dar mais pra enviar dinheiro pra esses endereços mais frágeis, forçando a migração pra formatos novos e mais seguros. Depois, numa data já combinada, transações com assinaturas antigas como ECDSA e Schnorr deixariam de valer, travando de vez esses fundos antigos. Mais pra frente, ainda se discute até a possibilidade de recuperar esses valores usando mecanismos ligados à frase-semente. Os autores dizem que o Bitcoin atual não foi feito pensando nesse tipo de ameaça. Eles citam estimativas de que computadores quânticos capazes de quebrar criptografia podem aparecer entre 2027 e 2030, e lembram que mais de 34% dos bitcoins já estariam em endereços com chave pública exposta. Eles também alertam que um ataque desses poderia até passar despercebido no começo, já que alguém poderia roubar as chaves e só mexer nos fundos depois. No fim das contas, a ideia é criar um cronograma bem definido pra forçar a atualização geral da rede e evitar que o sistema fique parado no tempo. Isso pode mexer com carteiras, exchanges e serviços de custódia, e até com a oferta de Bitcoin se muita gente não atualizar. O BIP-361 ainda tá sendo debatido e só vai pra frente se a comunidade toda concordar, como acontece com mudanças grandes no protocolo do Bitcoin.

Nova proposta do Bitcoin sugere congelar carteiras vulneráveis à computação quântica

Desenvolvedores e pesquisadores do Bitcoin apresentaram o BIP-361, uma ideia que quer ir cortando aos poucos o uso de endereços que podem ser atacados por computadores quânticos. A preocupação maior é com endereços antigos, tipo os P2PK, que já deixaram a chave pública exposta na blockchain.
O medo é que, no futuro, a computação quântica fique forte o bastante pra descobrir a chave privada só a partir desses dados públicos, abrindo espaço pra roubo de fundos.
A proposta fala numa mudança por etapas. Primeiro, não dar mais pra enviar dinheiro pra esses endereços mais frágeis, forçando a migração pra formatos novos e mais seguros. Depois, numa data já combinada, transações com assinaturas antigas como ECDSA e Schnorr deixariam de valer, travando de vez esses fundos antigos. Mais pra frente, ainda se discute até a possibilidade de recuperar esses valores usando mecanismos ligados à frase-semente.
Os autores dizem que o Bitcoin atual não foi feito pensando nesse tipo de ameaça. Eles citam estimativas de que computadores quânticos capazes de quebrar criptografia podem aparecer entre 2027 e 2030, e lembram que mais de 34% dos bitcoins já estariam em endereços com chave pública exposta.
Eles também alertam que um ataque desses poderia até passar despercebido no começo, já que alguém poderia roubar as chaves e só mexer nos fundos depois.
No fim das contas, a ideia é criar um cronograma bem definido pra forçar a atualização geral da rede e evitar que o sistema fique parado no tempo. Isso pode mexer com carteiras, exchanges e serviços de custódia, e até com a oferta de Bitcoin se muita gente não atualizar.
O BIP-361 ainda tá sendo debatido e só vai pra frente se a comunidade toda concordar, como acontece com mudanças grandes no protocolo do Bitcoin.
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Paquistão libera bancos para atender empresas de criptomoedas após sete anos de proibiçãoO Banco Central do Paquistão anunciou uma mudança importante na política de criptoativos, permitindo que bancos e instituições financeiras voltem a atender empresas do setor. A decisão põe fim a uma restrição que valia desde 2018 e abre uma nova fase de regulação no país. A mudança veio com a Lei de Ativos Virtuais de 2026, que criou um órgão regulador específico para licenciar e fiscalizar empresas do ramo. Com isso, bancos passam a poder abrir contas para empresas de criptomoedas autorizadas, desde que sigam regras bem rígidas de compliance. Na prática, bancos poderão atender exchanges e fintechs de cripto — as chamadas VASPs — mas só se elas estiverem devidamente licenciadas ou em processo de aprovação. O sistema exige checagem das licenças, monitoramento constante das operações e cumprimento de regras contra lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo. Mesmo com a liberação, os bancos seguem com limitações fortes. Eles não podem investir, negociar ou guardar criptomoedas para si ou para clientes, atuando apenas como intermediários financeiros. Também foram impostas regras operacionais: as instituições terão que abrir contas separadas em moeda local para empresas de cripto, sem uso desses recursos como garantia de empréstimos. Além disso, não será permitido depósito ou saque em dinheiro nessas contas. O objetivo é permitir o funcionamento do setor sem colocar o sistema bancário em risco. Ao mesmo tempo, o novo marco prevê punições pesadas para quem operar fora das regras, incluindo multas e até prisão. A medida acontece em meio ao crescimento do uso de criptomoedas no país. Estima-se que cerca de 40 milhões de paquistaneses já negociam ativos digitais, o que coloca o país entre os maiores mercados de varejo do mundo. O governo também vem sinalizando interesse em tecnologias como blockchain. Há planos de tokenizar até US$ 2 bilhões em ativos e estudar projetos como mineração de Bitcoin e até uma possível stablecoin nacional.$BNB ,$POL ,$DOGE

Paquistão libera bancos para atender empresas de criptomoedas após sete anos de proibição

O Banco Central do Paquistão anunciou uma mudança importante na política de criptoativos, permitindo que bancos e instituições financeiras voltem a atender empresas do setor. A decisão põe fim a uma restrição que valia desde 2018 e abre uma nova fase de regulação no país.
A mudança veio com a Lei de Ativos Virtuais de 2026, que criou um órgão regulador específico para licenciar e fiscalizar empresas do ramo. Com isso, bancos passam a poder abrir contas para empresas de criptomoedas autorizadas, desde que sigam regras bem rígidas de compliance.
Na prática, bancos poderão atender exchanges e fintechs de cripto — as chamadas VASPs — mas só se elas estiverem devidamente licenciadas ou em processo de aprovação.
O sistema exige checagem das licenças, monitoramento constante das operações e cumprimento de regras contra lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.
Mesmo com a liberação, os bancos seguem com limitações fortes. Eles não podem investir, negociar ou guardar criptomoedas para si ou para clientes, atuando apenas como intermediários financeiros.
Também foram impostas regras operacionais: as instituições terão que abrir contas separadas em moeda local para empresas de cripto, sem uso desses recursos como garantia de empréstimos. Além disso, não será permitido depósito ou saque em dinheiro nessas contas.
O objetivo é permitir o funcionamento do setor sem colocar o sistema bancário em risco. Ao mesmo tempo, o novo marco prevê punições pesadas para quem operar fora das regras, incluindo multas e até prisão.
A medida acontece em meio ao crescimento do uso de criptomoedas no país. Estima-se que cerca de 40 milhões de paquistaneses já negociam ativos digitais, o que coloca o país entre os maiores mercados de varejo do mundo.
O governo também vem sinalizando interesse em tecnologias como blockchain. Há planos de tokenizar até US$ 2 bilhões em ativos e estudar projetos como mineração de Bitcoin e até uma possível stablecoin nacional.$BNB ,$POL ,$DOGE
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MC Ryan e Poze do Rodo são presos por suspeita de lavagem de dinheiro com criptomoedaUma operação da Polícia Federal realizada nesta quarta-feira (15) levou à prisão de Raphael Sousa Oliveira, responsável pela página “Choquei”, além dos funkeiros MC Ryan SP e Poze do Rodo. Eles são suspeitos de integrar um esquema de lavagem de dinheiro por meio de criptomoedas, que teria movimentado cerca de R$ 1,6 bilhão. A investigação faz parte de uma ofensiva maior para desmantelar uma organização criminosa apontada por usar métodos sofisticados para esconder a origem de valores ilícitos. Segundo a PF, o grupo usava diversas estratégias para dificultar o rastreamento do dinheiro, incluindo operações com criptomoedas, grandes movimentações bancárias e circulação de dinheiro vivo. Mais de 200 agentes participaram da ação, cumprindo mandados de prisão e de busca e apreensão em vários estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Pernambuco e Distrito Federal. Durante a operação, foram apreendidos carros de luxo, joias, relógios, dinheiro em espécie, celulares e computadores que devem ajudar no andamento das investigações. As autoridades afirmam que o esquema pode ter movimentado mais de R$ 1,6 bilhão. A suspeita é de uso de empresas fantasmas e contas de terceiros para ocultar a origem dos valores. Raphael Sousa Oliveira foi preso em Goiânia. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o envolvimento dele. Já MC Ryan SP e Poze do Rodo foram detidos em locais ligados a eles, e as defesas afirmam que ainda não tiveram acesso completo ao processo, que segue sob sigilo. Os investigados podem responder por crimes como lavagem de dinheiro, associação criminosa e evasão de divisas. A PF informou que a operação pode ter novos desdobramentos conforme a análise do material apreendido.$USDC ,$BTC ,$PAXG

MC Ryan e Poze do Rodo são presos por suspeita de lavagem de dinheiro com criptomoeda

Uma operação da Polícia Federal realizada nesta quarta-feira (15) levou à prisão de Raphael Sousa Oliveira, responsável pela página “Choquei”, além dos funkeiros MC Ryan SP e Poze do Rodo. Eles são suspeitos de integrar um esquema de lavagem de dinheiro por meio de criptomoedas, que teria movimentado cerca de R$ 1,6 bilhão.
A investigação faz parte de uma ofensiva maior para desmantelar uma organização criminosa apontada por usar métodos sofisticados para esconder a origem de valores ilícitos.
Segundo a PF, o grupo usava diversas estratégias para dificultar o rastreamento do dinheiro, incluindo operações com criptomoedas, grandes movimentações bancárias e circulação de dinheiro vivo.
Mais de 200 agentes participaram da ação, cumprindo mandados de prisão e de busca e apreensão em vários estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Pernambuco e Distrito Federal. Durante a operação, foram apreendidos carros de luxo, joias, relógios, dinheiro em espécie, celulares e computadores que devem ajudar no andamento das investigações.
As autoridades afirmam que o esquema pode ter movimentado mais de R$ 1,6 bilhão. A suspeita é de uso de empresas fantasmas e contas de terceiros para ocultar a origem dos valores.
Raphael Sousa Oliveira foi preso em Goiânia. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o envolvimento dele. Já MC Ryan SP e Poze do Rodo foram detidos em locais ligados a eles, e as defesas afirmam que ainda não tiveram acesso completo ao processo, que segue sob sigilo.
Os investigados podem responder por crimes como lavagem de dinheiro, associação criminosa e evasão de divisas. A PF informou que a operação pode ter novos desdobramentos conforme a análise do material apreendido.$USDC ,$BTC ,$PAXG
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Nomeado por Trump para o Fed divulga altos investimentos em criptomoedas; veja os detalhesO nome de Kevin Warsh, cotado para assumir a presidência do Federal Reserve, vem chamando atenção do mercado de criptomoedas não só pela possibilidade de ele apoiar cortes de juros nos Estados Unidos — o que, na visão de investidores, tende a favorecer o Bitcoin e outros ativos digitais —, mas também por sua forte ligação com o setor cripto. Documentos encaminhados ao Escritório de Ética do governo norte-americano mostram que Warsh possui investimentos, em grande parte indiretos, em empresas e projetos ligados a blockchain, finanças descentralizadas (DeFi) e infraestrutura de ativos digitais. As informações, divulgadas antes de sua sabatina no Senado, indicam que o patrimônio dele e da esposa soma ao menos US$ 192 milhões. Dentro desse valor, há participações distribuídas em fundos de venture capital com exposição a uma grande variedade de projetos do universo cripto, incluindo redes blockchain e plataformas DeFi. Exposição a DeFi, blockchain e infraestrutura cripto Segundo documentos analisados pelo site CoinDesk, Warsh tem exposição a projetos importantes do ecossistema. Entre eles estão o Compound e o dYdX, dois dos principais protocolos de empréstimos e derivativos em DeFi, além de redes como a Solana e soluções de escalabilidade como o Optimism. O portfólio também inclui investimentos ligados à infraestrutura do Bitcoin, como iniciativas associadas à Lightning Network, além de empresas voltadas a serviços financeiros cripto, mercados de previsão e plataformas Web3. Apesar da diversidade, muitas dessas posições são pequenas individualmente — em alguns casos abaixo de US$ 1 mil, conforme regras de divulgação. Ainda assim, há fundos mais robustos, com participações que podem chegar a milhões de dólares, cujo detalhamento completo não é totalmente público. Os investimentos estão concentrados principalmente em estruturas como DCM Investments 10 LLC (via Abstract Holdings) e fundos como AVF I, AVF II, AVF III e AVGF I e II. Principais áreas de exposição Protocolos DeFi: Compound — empréstimos descentralizados dYdX — negociação de derivativos Lighter — exchange descentralizada Eulith — plataforma de trading cripto Redes blockchain e escalabilidade: Solana — blockchain de alta performance Optimism — solução de segunda camada para Ethereum Blast — rede de segunda camada focada em rendimento Zero Gravity — blockchain com foco em IA DeSo — rede social baseada em blockchain Infraestrutura ligada ao Bitcoin: Flashnet — negociação via Lightning Network Lightning Network — sistema de pagamentos off-chain do Bitcoin Empresas e serviços cripto: Incluem nomes como Polychain, Scalar Capital, Polymarket, Lemon Cash, Alpaca, OnJuno, entre outras plataformas de infraestrutura e serviços financeiros digitais. Web3, NFTs e aplicações: Projetos como Crossmint, CreatorDAO, Dapper Labs, Tenderly e outros ligados a NFTs, jogos Web3 e ferramentas para desenvolvedores. Venda de ativos e possíveis restrições Para assumir o cargo, Warsh se comprometeu a vender a maior parte desses investimentos, seguindo regras de ética do governo dos EUA para evitar conflitos de interesse. Mesmo assim, ele ainda pode enfrentar restrições temporárias, como um período de “quarentena” de um ano, que limita decisões diretamente ligadas a setores com os quais teve envolvimento recente. O tema pode ganhar peso na audiência do Senado, já que o Federal Reserve também influencia discussões importantes para o setor, como regulação de stablecoins, bancos com custódia de criptoativos e até o desenvolvimento de moedas digitais de banco central (CBDCs). Além disso, o histórico de Warsh inclui consultorias e palestras para grandes instituições financeiras com atuação no mercado de ativos digitais, o que aumenta o escrutínio sobre sua possível atuação no Fed. Com a sabatina se aproximando, a relação dele com o universo cripto deve ser um dos pontos mais comentados do processo de confirmação.

Nomeado por Trump para o Fed divulga altos investimentos em criptomoedas; veja os detalhes

O nome de Kevin Warsh, cotado para assumir a presidência do Federal Reserve, vem chamando atenção do mercado de criptomoedas não só pela possibilidade de ele apoiar cortes de juros nos Estados Unidos — o que, na visão de investidores, tende a favorecer o Bitcoin e outros ativos digitais —, mas também por sua forte ligação com o setor cripto.
Documentos encaminhados ao Escritório de Ética do governo norte-americano mostram que Warsh possui investimentos, em grande parte indiretos, em empresas e projetos ligados a blockchain, finanças descentralizadas (DeFi) e infraestrutura de ativos digitais.
As informações, divulgadas antes de sua sabatina no Senado, indicam que o patrimônio dele e da esposa soma ao menos US$ 192 milhões. Dentro desse valor, há participações distribuídas em fundos de venture capital com exposição a uma grande variedade de projetos do universo cripto, incluindo redes blockchain e plataformas DeFi.
Exposição a DeFi, blockchain e infraestrutura cripto
Segundo documentos analisados pelo site CoinDesk, Warsh tem exposição a projetos importantes do ecossistema. Entre eles estão o Compound e o dYdX, dois dos principais protocolos de empréstimos e derivativos em DeFi, além de redes como a Solana e soluções de escalabilidade como o Optimism.
O portfólio também inclui investimentos ligados à infraestrutura do Bitcoin, como iniciativas associadas à Lightning Network, além de empresas voltadas a serviços financeiros cripto, mercados de previsão e plataformas Web3.
Apesar da diversidade, muitas dessas posições são pequenas individualmente — em alguns casos abaixo de US$ 1 mil, conforme regras de divulgação. Ainda assim, há fundos mais robustos, com participações que podem chegar a milhões de dólares, cujo detalhamento completo não é totalmente público.
Os investimentos estão concentrados principalmente em estruturas como DCM Investments 10 LLC (via Abstract Holdings) e fundos como AVF I, AVF II, AVF III e AVGF I e II.
Principais áreas de exposição
Protocolos DeFi:
Compound — empréstimos descentralizados
dYdX — negociação de derivativos
Lighter — exchange descentralizada
Eulith — plataforma de trading cripto
Redes blockchain e escalabilidade:
Solana — blockchain de alta performance
Optimism — solução de segunda camada para Ethereum
Blast — rede de segunda camada focada em rendimento
Zero Gravity — blockchain com foco em IA
DeSo — rede social baseada em blockchain
Infraestrutura ligada ao Bitcoin:
Flashnet — negociação via Lightning Network
Lightning Network — sistema de pagamentos off-chain do Bitcoin
Empresas e serviços cripto: Incluem nomes como Polychain, Scalar Capital, Polymarket, Lemon Cash, Alpaca, OnJuno, entre outras plataformas de infraestrutura e serviços financeiros digitais.
Web3, NFTs e aplicações: Projetos como Crossmint, CreatorDAO, Dapper Labs, Tenderly e outros ligados a NFTs, jogos Web3 e ferramentas para desenvolvedores.
Venda de ativos e possíveis restrições
Para assumir o cargo, Warsh se comprometeu a vender a maior parte desses investimentos, seguindo regras de ética do governo dos EUA para evitar conflitos de interesse.
Mesmo assim, ele ainda pode enfrentar restrições temporárias, como um período de “quarentena” de um ano, que limita decisões diretamente ligadas a setores com os quais teve envolvimento recente.
O tema pode ganhar peso na audiência do Senado, já que o Federal Reserve também influencia discussões importantes para o setor, como regulação de stablecoins, bancos com custódia de criptoativos e até o desenvolvimento de moedas digitais de banco central (CBDCs).
Além disso, o histórico de Warsh inclui consultorias e palestras para grandes instituições financeiras com atuação no mercado de ativos digitais, o que aumenta o escrutínio sobre sua possível atuação no Fed.
Com a sabatina se aproximando, a relação dele com o universo cripto deve ser um dos pontos mais comentados do processo de confirmação.
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ETFs de Bitcoin atraem US$ 411 mi com BTC a US$ 75 mil, mas analistas pedem cautelaUai, sô, os tais dos ETFs de Bitcoin lá nos Estados Unidos tão puxando um dinheirão agora em abril. O povo anda mais animado pra arriscar, viu, ainda mais com esse trem de tensão lá fora dando uma acalmada. Só pra cê ter ideia, entrou uns US$ 411 milhões numa terça-feira aí, sendo um dos maiores volumes do mês. Isso veio junto com a subida do Bitcoin, que saiu de uns US$ 68 mil no começo de abril e foi bater perto dos US$ 75 mil. Agora deu uma recuadinha de leve, mas ainda tá num valor alto. Segundo um pesquisador lá de fora, o tal do Tim Sun, essa alta tem muito a ver com duas coisas: primeiro, esse respiro nas tretas internacionais, e segundo, que tá circulando mais dinheiro no mercado, o que anima o pessoal a investir mais, inclusive em coisa mais arriscada igual Bitcoin e até bolsa americana. Com isso tudo misturado, o Bitcoin acabou subindo ligeiro e passou dos US$ 75 mil. E dá pra ver que o povo tá mais confiante mesmo, porque vários indicadores mostram que os investidores tão mais dispostos a arriscar. Mas ó, nem tudo são flores não, viu. Tem especialista que acha que isso pode não durar muito. Um tal de Georgii Verbitskii falou que o mercado ainda tá meio capenga, sem muita firmeza, mais com cara de transição do que de alta forte de verdade. Além disso, tem uns riscos no caminho. Agora em abril tem aquele período de imposto nos EUA, que costuma mexer com os investimentos do povo. Fora isso, o governo americano pode acabar puxando dinheiro do mercado de novo, o que diminui a liquidez e pode dar uma segurada em ativos mais arriscados, tipo o próprio Bitcoin. No fim das contas, se o preço ficar firme ali entre US$ 73 mil e US$ 75 mil e não aparecer mais problema, tem chance de buscar uns US$ 79 mil. Mas o jeito é ir com calma, né — sem empolgar demais.$BTC ,$ETH ,$XRP

ETFs de Bitcoin atraem US$ 411 mi com BTC a US$ 75 mil, mas analistas pedem cautela

Uai, sô, os tais dos ETFs de Bitcoin lá nos Estados Unidos tão puxando um dinheirão agora em abril. O povo anda mais animado pra arriscar, viu, ainda mais com esse trem de tensão lá fora dando uma acalmada.
Só pra cê ter ideia, entrou uns US$ 411 milhões numa terça-feira aí, sendo um dos maiores volumes do mês. Isso veio junto com a subida do Bitcoin, que saiu de uns US$ 68 mil no começo de abril e foi bater perto dos US$ 75 mil. Agora deu uma recuadinha de leve, mas ainda tá num valor alto.
Segundo um pesquisador lá de fora, o tal do Tim Sun, essa alta tem muito a ver com duas coisas: primeiro, esse respiro nas tretas internacionais, e segundo, que tá circulando mais dinheiro no mercado, o que anima o pessoal a investir mais, inclusive em coisa mais arriscada igual Bitcoin e até bolsa americana.
Com isso tudo misturado, o Bitcoin acabou subindo ligeiro e passou dos US$ 75 mil. E dá pra ver que o povo tá mais confiante mesmo, porque vários indicadores mostram que os investidores tão mais dispostos a arriscar.
Mas ó, nem tudo são flores não, viu. Tem especialista que acha que isso pode não durar muito. Um tal de Georgii Verbitskii falou que o mercado ainda tá meio capenga, sem muita firmeza, mais com cara de transição do que de alta forte de verdade.
Além disso, tem uns riscos no caminho. Agora em abril tem aquele período de imposto nos EUA, que costuma mexer com os investimentos do povo. Fora isso, o governo americano pode acabar puxando dinheiro do mercado de novo, o que diminui a liquidez e pode dar uma segurada em ativos mais arriscados, tipo o próprio Bitcoin.
No fim das contas, se o preço ficar firme ali entre US$ 73 mil e US$ 75 mil e não aparecer mais problema, tem chance de buscar uns US$ 79 mil. Mas o jeito é ir com calma, né — sem empolgar demais.$BTC ,$ETH ,$XRP
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Tim Draper prevê quando o Bitcoin pode chegar a US$ 250 milUai, o empresário Tim Draper deu uma renovada na aposta dele e disse que o Bitcoin pode chegar nos US$ 250 mil. Dessa vez, o bilionário comentou lá no perfil dele no X que acredita que isso deve acontecer em uns 18 meses. Segundo ele, tem motivo pra confiar nessa previsão, e ainda falou que esse valor pode até passar disso com o tempo, já que o Bitcoin tende a subir enquanto o dólar perde força por causa da inflação. Ele também lembrou que lá em 2014, numa entrevista na Fox Business, tinha falado que o Bitcoin ia bater US$ 10 mil em três anos — e não é que deu certo direitinho? Três anos depois, chegou lá mesmo. Mas o próprio Draper reconhece que depois disso nem tudo que ele previu acertou não. Ele até comentou que já tá nesse mercado de cripto faz tempo demais, tanto que acabou sendo um dos que perderam Bitcoin naquela queda da Mt.Gox. Previsões de antes Uai, lá em 2021, durante o Web Summit de Lisboa, o Tim Draper já tinha falado que o Bitcoin ia bater nos US$ 250 mil até 2023 — e ele ficou repetindo essa ideia em outras ocasiões também. Já em 2023, no Web Summit Rio, ele tornou a falar disso. Mas dessa vez explicou melhor: disse que o Bitcoin só chega nesse valor quando o povo começar a usar a moeda no dia a dia mesmo, pra pagar tudo quanto é coisa — comida, sapato, casa e por aí vai. Quem é Tim Draper? O Draper é um investidor bilionário lá do Vale do Silício, conhecido por sair apostando cedo em empresa de tecnologia e por defender firme as criptomoedas. Com o tempo, virou uma das vozes mais animadas quando o assunto é Bitcoin, vendo ele como alternativa ao sistema financeiro tradicional e uma proteção contra a inflação. Na carreira, ele se destacou justamente por entrar cedo em empresas que depois viraram gigantes. Entre os investimentos dele estão a Tesla, a SpaceX, além da Skype e do Hotmail, que foi um dos primeiros serviços de e-mail populares. Ele também colocou dinheiro em empresas como a Coinbase, uma das maiores corretoras de cripto, e a Robinhood, voltada pro público em geral investir.$BTC ,$XRP

Tim Draper prevê quando o Bitcoin pode chegar a US$ 250 mil

Uai, o empresário Tim Draper deu uma renovada na aposta dele e disse que o Bitcoin pode chegar nos US$ 250 mil. Dessa vez, o bilionário comentou lá no perfil dele no X que acredita que isso deve acontecer em uns 18 meses.
Segundo ele, tem motivo pra confiar nessa previsão, e ainda falou que esse valor pode até passar disso com o tempo, já que o Bitcoin tende a subir enquanto o dólar perde força por causa da inflação.
Ele também lembrou que lá em 2014, numa entrevista na Fox Business, tinha falado que o Bitcoin ia bater US$ 10 mil em três anos — e não é que deu certo direitinho? Três anos depois, chegou lá mesmo.
Mas o próprio Draper reconhece que depois disso nem tudo que ele previu acertou não. Ele até comentou que já tá nesse mercado de cripto faz tempo demais, tanto que acabou sendo um dos que perderam Bitcoin naquela queda da Mt.Gox.

Previsões de antes
Uai, lá em 2021, durante o Web Summit de Lisboa, o Tim Draper já tinha falado que o Bitcoin ia bater nos US$ 250 mil até 2023 — e ele ficou repetindo essa ideia em outras ocasiões também.
Já em 2023, no Web Summit Rio, ele tornou a falar disso. Mas dessa vez explicou melhor: disse que o Bitcoin só chega nesse valor quando o povo começar a usar a moeda no dia a dia mesmo, pra pagar tudo quanto é coisa — comida, sapato, casa e por aí vai.
Quem é Tim Draper?
O Draper é um investidor bilionário lá do Vale do Silício, conhecido por sair apostando cedo em empresa de tecnologia e por defender firme as criptomoedas. Com o tempo, virou uma das vozes mais animadas quando o assunto é Bitcoin, vendo ele como alternativa ao sistema financeiro tradicional e uma proteção contra a inflação.
Na carreira, ele se destacou justamente por entrar cedo em empresas que depois viraram gigantes. Entre os investimentos dele estão a Tesla, a SpaceX, além da Skype e do Hotmail, que foi um dos primeiros serviços de e-mail populares.
Ele também colocou dinheiro em empresas como a Coinbase, uma das maiores corretoras de cripto, e a Robinhood, voltada pro público em geral investir.$BTC ,$XRP
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Os mercados de previsão devem alcançar um volume de US$ 1 trilhão até 2030Uai, sô, os mercados de previsão tão virando moda pra quem gosta de dar uns palpite, principalmente em esporte. Mas, ó, só essas apostas aí não vão ser suficientes pra fazer essas plataformas mexerem US$ 1 trilhão até o fim da década, não — foi isso que o pessoal do banco Bernstein comentou numa análise recente. Hoje em dia, a maior parte das negociações vem dos esportes — cerca de 62% em plataformas como Polymarket e Kalshi. Mas a tendência é isso ir diminuindo, viu? A previsão é cair pra uns 31% até 2030, porque o pessoal mais institucional vai começar a mexer com outros tipos de eventos. O trem deve crescer mesmo é quando entrar coisa mais séria, tipo contratos ligados à economia, comércio e política. A ideia é que investidores queiram se expor direto a esses acontecimentos, sem ficar dando volta. Empresas e seguradoras também podem entrar no jogo, usando esses mercados pra se proteger de risco. Hoje já existem instrumentos financeiros pra isso, tipo derivativos e tal, mas eles não refletem tão direitinho o resultado de um evento específico. Já nesses contratos de evento, o risco de desencontro é menor, e ainda abre a porteira pra mais gente participar — coisa que antes ficava só na mão de poucos. No quesito grana, a expectativa é que esses mercados gerem uns US$ 10,8 bilhões até o fim da década — um salto danado comparado com os US$ 500 milhões lá de 2025. E a Polymarket, por exemplo, começou a cobrar taxa de usuário em alguns mercados só agora, em abril. Mesmo assim, esporte ainda reina, viu. Na Polymarket, cerca de 42% do volume vem disso, enquanto na Kalshi chega a 78%. Inclusive, a Kalshi bateu recorde esses dias, com US$ 2,7 bilhões em apostas durante o Torneio Masters. E ó, o trem tá ficando sério mesmo: empresas grandes de Wall Street já tão entrando nesse mercado. A Tradeweb fez parceria com a Kalshi, e a Intercontinental Exchange investiu pesado na Polymarket. Além disso, firmas como Jump Trading e Susquehanna International Group já tão usando estratégias mais sofisticadas, tipo arbitragem. Ou seja, o que antes era visto como coisa de internet, meio brincadeira, agora tá ganhando respeito e pode acabar virando coisa grande no mundo das finanças, uai.$BTC ,$ETH ,$SOL

Os mercados de previsão devem alcançar um volume de US$ 1 trilhão até 2030

Uai, sô, os mercados de previsão tão virando moda pra quem gosta de dar uns palpite, principalmente em esporte. Mas, ó, só essas apostas aí não vão ser suficientes pra fazer essas plataformas mexerem US$ 1 trilhão até o fim da década, não — foi isso que o pessoal do banco Bernstein comentou numa análise recente.
Hoje em dia, a maior parte das negociações vem dos esportes — cerca de 62% em plataformas como Polymarket e Kalshi. Mas a tendência é isso ir diminuindo, viu? A previsão é cair pra uns 31% até 2030, porque o pessoal mais institucional vai começar a mexer com outros tipos de eventos.
O trem deve crescer mesmo é quando entrar coisa mais séria, tipo contratos ligados à economia, comércio e política. A ideia é que investidores queiram se expor direto a esses acontecimentos, sem ficar dando volta. Empresas e seguradoras também podem entrar no jogo, usando esses mercados pra se proteger de risco.
Hoje já existem instrumentos financeiros pra isso, tipo derivativos e tal, mas eles não refletem tão direitinho o resultado de um evento específico. Já nesses contratos de evento, o risco de desencontro é menor, e ainda abre a porteira pra mais gente participar — coisa que antes ficava só na mão de poucos.
No quesito grana, a expectativa é que esses mercados gerem uns US$ 10,8 bilhões até o fim da década — um salto danado comparado com os US$ 500 milhões lá de 2025. E a Polymarket, por exemplo, começou a cobrar taxa de usuário em alguns mercados só agora, em abril.
Mesmo assim, esporte ainda reina, viu. Na Polymarket, cerca de 42% do volume vem disso, enquanto na Kalshi chega a 78%. Inclusive, a Kalshi bateu recorde esses dias, com US$ 2,7 bilhões em apostas durante o Torneio Masters.
E ó, o trem tá ficando sério mesmo: empresas grandes de Wall Street já tão entrando nesse mercado. A Tradeweb fez parceria com a Kalshi, e a Intercontinental Exchange investiu pesado na Polymarket. Além disso, firmas como Jump Trading e Susquehanna International Group já tão usando estratégias mais sofisticadas, tipo arbitragem.
Ou seja, o que antes era visto como coisa de internet, meio brincadeira, agora tá ganhando respeito e pode acabar virando coisa grande no mundo das finanças, uai.$BTC ,$ETH ,$SOL
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Goldman Sachs entra com solicitação para lançar seu primeiro ETF de BitcoinUai, então… o tal do Goldman Sachs resolveu dar mais um passo nesse trem de criptomoeda. Nesta terça-feira, o banco entrou com um pedido pra criar um ETF — que é tipo um fundo negociado na bolsa — com a ideia de gerar uma rendinha pros investidores vendendo opções ligadas ao preço do Bitcoin. É um jeito mais devagar e cauteloso de entrar nesse mundo dos ativos digitais. Esse fundo, que vai chamar Goldman Sachs Bitcoin Premium ETF, pretende colocar pelo menos 80% do dinheiro em investimentos que acompanham o Bitcoin, tipo outros ETFs que seguem o preço da moeda ou até derivativos ligados a esses produtos. E olha só: esse é o primeiro ETF de Bitcoin do banco, vindo logo depois do Morgan Stanley, que saiu na frente entre os bancões. Pra garantir um dinheirinho pros investidores, o fundo vai vender opções atreladas a esses ETFs de Bitcoin, ganhando com os prêmios pagos por quem quer se expor mais ao ativo, até de forma alavancada. Agora, considerando que o Goldman Sachs administra coisa de US$ 3,65 trilhões, esse movimento mostra que ele entrou de vez nesse “jogo dos ETFs de Bitcoin”. Segundo o analista Eric Balchunas, da Bloomberg, isso até pegou o povo meio de surpresa. Ele comentou também que o fundo tá estruturado numa subsidiária nas Ilhas Cayman, o que ajuda a driblar certas regras mais duras sobre investimentos em commodities. Isso é diferente de um pedido parecido que a BlackRock fez. No fim das contas, segundo o analista, pode ser que o Goldman esteja vendo uma chance de sair na frente dos concorrentes. E, do jeito que o fundo foi montado, não é impossível que ele acabe sendo lançado antes dos outros. Uai, e não para por aí não… tá vindo mais uma leva desses tais de ETFs de Bitcoin no mercado. Lá em janeiro, a BlackRock entrou com um pedido na SEC pra lançar um tal de iShares Bitcoin Premium Income ETF. A ideia desse fundo é gerar renda vendendo opções de compra. Se a SEC aprovar, ele vai bater de frente com outros fundos parecidos, tipo o BTCI da NEOS Investments, que já tem um volume danado de dinheiro aplicado. Agora, como esse ETF da BlackRock é gerenciado ativamente, pode esperar que a taxa dele seja mais salgadinha do que aqueles fundos mais simples, que só acompanham o preço do Bitcoin direto. Desde que o ETF à vista de Bitcoin da BlackRock começou lá em 2024, o trem deslanchou bonito, viu? Já entrou mais de US$ 63,8 bilhões. Enquanto isso, o Morgan Stanley também lançou o ETF dele recentemente, mas ainda tá mais no comecinho, com uns US$ 68 milhões captados. E pra fechar, o chefão do Goldman Sachs, o David Solomon, contou em fevereiro que tem só um tiquinho de Bitcoin. Segundo ele, tá mais de olho, observando o movimento, do que propriamente investindo pesado nesse mercado.

Goldman Sachs entra com solicitação para lançar seu primeiro ETF de Bitcoin

Uai, então… o tal do Goldman Sachs resolveu dar mais um passo nesse trem de criptomoeda. Nesta terça-feira, o banco entrou com um pedido pra criar um ETF — que é tipo um fundo negociado na bolsa — com a ideia de gerar uma rendinha pros investidores vendendo opções ligadas ao preço do Bitcoin. É um jeito mais devagar e cauteloso de entrar nesse mundo dos ativos digitais.
Esse fundo, que vai chamar Goldman Sachs Bitcoin Premium ETF, pretende colocar pelo menos 80% do dinheiro em investimentos que acompanham o Bitcoin, tipo outros ETFs que seguem o preço da moeda ou até derivativos ligados a esses produtos. E olha só: esse é o primeiro ETF de Bitcoin do banco, vindo logo depois do Morgan Stanley, que saiu na frente entre os bancões.
Pra garantir um dinheirinho pros investidores, o fundo vai vender opções atreladas a esses ETFs de Bitcoin, ganhando com os prêmios pagos por quem quer se expor mais ao ativo, até de forma alavancada.
Agora, considerando que o Goldman Sachs administra coisa de US$ 3,65 trilhões, esse movimento mostra que ele entrou de vez nesse “jogo dos ETFs de Bitcoin”. Segundo o analista Eric Balchunas, da Bloomberg, isso até pegou o povo meio de surpresa.
Ele comentou também que o fundo tá estruturado numa subsidiária nas Ilhas Cayman, o que ajuda a driblar certas regras mais duras sobre investimentos em commodities. Isso é diferente de um pedido parecido que a BlackRock fez.
No fim das contas, segundo o analista, pode ser que o Goldman esteja vendo uma chance de sair na frente dos concorrentes. E, do jeito que o fundo foi montado, não é impossível que ele acabe sendo lançado antes dos outros.

Uai, e não para por aí não… tá vindo mais uma leva desses tais de ETFs de Bitcoin no mercado.
Lá em janeiro, a BlackRock entrou com um pedido na SEC pra lançar um tal de iShares Bitcoin Premium Income ETF. A ideia desse fundo é gerar renda vendendo opções de compra. Se a SEC aprovar, ele vai bater de frente com outros fundos parecidos, tipo o BTCI da NEOS Investments, que já tem um volume danado de dinheiro aplicado.
Agora, como esse ETF da BlackRock é gerenciado ativamente, pode esperar que a taxa dele seja mais salgadinha do que aqueles fundos mais simples, que só acompanham o preço do Bitcoin direto.
Desde que o ETF à vista de Bitcoin da BlackRock começou lá em 2024, o trem deslanchou bonito, viu? Já entrou mais de US$ 63,8 bilhões. Enquanto isso, o Morgan Stanley também lançou o ETF dele recentemente, mas ainda tá mais no comecinho, com uns US$ 68 milhões captados.
E pra fechar, o chefão do Goldman Sachs, o David Solomon, contou em fevereiro que tem só um tiquinho de Bitcoin. Segundo ele, tá mais de olho, observando o movimento, do que propriamente investindo pesado nesse mercado.
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Steve Aoki vende criptomoedas após perder R$ 3,5 milhões com NFTsUai, sô, o Steve Aoki, que era todo animado com essas tal de criptomoeda, agora tá meio que pulando fora desse trem. Uns dado da Arkham que saiu numa matéria da CoinDesk mostra que ele começou a vender os token que tinha, mas ainda guardou sete NFT lá da coleção Bored Ape Yacht Club. Pelas movimentação, ele vendeu um tantão de Shiba Inu e também Ethereum, e mandou o dinheiro tudo em Tether pra conta dele na Gemini. Antes disso, já tinha passado pra frente uns PEPE também. Lá em 2021, ele gastou uma nota preta comprando esses NFT dos macaco, mas hoje em dia caiu demais da conta, perdeu quase tudo do valor — um prejuízo danado, viu. Na época, ele até falava que esses NFT ia virar coisa comum rapidim. Animou tanto que tentou fazer um programa chamado “Dominion X” sobre isso, vendeu tudo num piscar de olho, mas o trem nem foi pro ar. Teve até um projeto com o Justin Blau pra fazer música usando NFT, com nome de Punx. E pra cê ver, ele mesmo já falou que ganhou mais dinheiro com esses NFT do que com anos de gravadora. $PEPE ,$ETH

Steve Aoki vende criptomoedas após perder R$ 3,5 milhões com NFTs

Uai, sô, o Steve Aoki, que era todo animado com essas tal de criptomoeda, agora tá meio que pulando fora desse trem. Uns dado da Arkham que saiu numa matéria da CoinDesk mostra que ele começou a vender os token que tinha, mas ainda guardou sete NFT lá da coleção Bored Ape Yacht Club.
Pelas movimentação, ele vendeu um tantão de Shiba Inu e também Ethereum, e mandou o dinheiro tudo em Tether pra conta dele na Gemini. Antes disso, já tinha passado pra frente uns PEPE também.
Lá em 2021, ele gastou uma nota preta comprando esses NFT dos macaco, mas hoje em dia caiu demais da conta, perdeu quase tudo do valor — um prejuízo danado, viu.
Na época, ele até falava que esses NFT ia virar coisa comum rapidim. Animou tanto que tentou fazer um programa chamado “Dominion X” sobre isso, vendeu tudo num piscar de olho, mas o trem nem foi pro ar.
Teve até um projeto com o Justin Blau pra fazer música usando NFT, com nome de Punx. E pra cê ver, ele mesmo já falou que ganhou mais dinheiro com esses NFT do que com anos de gravadora. $PEPE ,$ETH
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Ethereum sobe quase 4x mais que o Bitcoin com fluxo de ETFsUai, o trem tá mudando de rumo no mercado de cripto, viu. O Ethereum começou a ganhar força em cima do Bitcoin, num movimento claro de gente tirando dinheiro de um pra botar no outro. Nos últimos dias, o povo andou diminuindo posição em BTC, principalmente via ETF, e aumentando aposta no ETH, que tá rendendo melhor. Pra você ter ideia, nesta terça (14), o Ethereum subiu perto de 8% em 24 horas, enquanto o Bitcoin ficou ali nos 5%. Na semana, o ETH já abriu uma vantagem boa — coisa de uns 11,5% contra 7,5% do BTC. E no mês então, nem se fala: o Ethereum já sobe quase quatro vezes mais. Isso vem junto com uma mudança forte no dinheiro grande entrando e saindo do mercado. Lá nos Estados Unidos, os ETFs de Bitcoin tiveram uma saída pesada, mais de 300 milhões de dólares num dia só, com destaque pra uns fundos grandes. Já os de Ethereum tão indo no caminho contrário: tão recebendo grana, somando quase 187 milhões na semana e batendo recorde no total acumulado. Na rede também deu uma mexida. O Ethereum viu o número de transações subir bastante, coisa de 41% em uma semana, chegando perto de 3,6 milhões por dia. Mostra que o trem tá sendo mais usado, né. Mas nem tudo é só coisa boa. Apesar de mais movimentação, o valor envolvido caiu. As transferências de stablecoins despencaram mais de 40% e as taxas também caíram bem. Ou seja, tem mais atividade, mas com menos dinheiro rodando — pode ser mais especulação do que uso de verdade. Enquanto isso, o Bitcoin não tá morto não, viu. Mesmo com saída dos ETFs, ele continua firme no mercado à vista, mostrando que ainda tem demanda forte segurando o preço. Agora a dúvida que fica é: será que esse movimento pro Ethereum veio pra ficar ou é só uma fase? Pra confirmar, vai precisar ver se continua entrando dinheiro nos ETFs de ETH e se a rede passa a mostrar uso mais forte de verdade, igual já aconteceu antes. $BTC ,$ETH

Ethereum sobe quase 4x mais que o Bitcoin com fluxo de ETFs

Uai, o trem tá mudando de rumo no mercado de cripto, viu. O Ethereum começou a ganhar força em cima do Bitcoin, num movimento claro de gente tirando dinheiro de um pra botar no outro. Nos últimos dias, o povo andou diminuindo posição em BTC, principalmente via ETF, e aumentando aposta no ETH, que tá rendendo melhor.
Pra você ter ideia, nesta terça (14), o Ethereum subiu perto de 8% em 24 horas, enquanto o Bitcoin ficou ali nos 5%. Na semana, o ETH já abriu uma vantagem boa — coisa de uns 11,5% contra 7,5% do BTC. E no mês então, nem se fala: o Ethereum já sobe quase quatro vezes mais.
Isso vem junto com uma mudança forte no dinheiro grande entrando e saindo do mercado. Lá nos Estados Unidos, os ETFs de Bitcoin tiveram uma saída pesada, mais de 300 milhões de dólares num dia só, com destaque pra uns fundos grandes. Já os de Ethereum tão indo no caminho contrário: tão recebendo grana, somando quase 187 milhões na semana e batendo recorde no total acumulado.
Na rede também deu uma mexida. O Ethereum viu o número de transações subir bastante, coisa de 41% em uma semana, chegando perto de 3,6 milhões por dia. Mostra que o trem tá sendo mais usado, né.
Mas nem tudo é só coisa boa. Apesar de mais movimentação, o valor envolvido caiu. As transferências de stablecoins despencaram mais de 40% e as taxas também caíram bem. Ou seja, tem mais atividade, mas com menos dinheiro rodando — pode ser mais especulação do que uso de verdade.
Enquanto isso, o Bitcoin não tá morto não, viu. Mesmo com saída dos ETFs, ele continua firme no mercado à vista, mostrando que ainda tem demanda forte segurando o preço.
Agora a dúvida que fica é: será que esse movimento pro Ethereum veio pra ficar ou é só uma fase? Pra confirmar, vai precisar ver se continua entrando dinheiro nos ETFs de ETH e se a rede passa a mostrar uso mais forte de verdade, igual já aconteceu antes.
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Estados Unidos iniciam pagamentos às vítimas do golpe bilionário da OneCoinUai, sô, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos contou que começou um trem pra compensar o povo que caiu no golpe da OneCoin, aquela falsa criptomoeda que passou a perna em investidores no mundo inteiro e levou uns US$ 4 bilhões entre 2014 e 2019, usando esquema de marketing multinível. Agora, quem foi prejudicado já pode entrar com pedido pra tentar recuperar um dinheirinho dos mais de US$ 40 milhões que foram apreendidos. É só fazer a solicitação até 30 de junho pelo site oficial, num processo tocado pela Kroll Settlement Administration LLC. Segundo as autoridades, a ideia é simples: tirar o lucro de quem cometeu o crime e devolver, sempre que der, pra quem saiu no prejuízo. O pessoal do governo disse que esse é um passo importante pra ressarcir as vítimas, que em muitos casos perderam tudo que tinham acreditando num investimento que nunca ia dar retorno. Esse dinheiro vem das ações contra os chefões do esquema. Um deles, o cofundador Karl Sebastian Greenwood, foi condenado a 20 anos de prisão em 2023, e os bens tomados dele agora ajudam a formar esse fundo de compensação. Já a outra cabeça do golpe, Ruja Ignatova — conhecida como “rainha das criptomoedas” — sumiu no mundo e segue foragida até hoje. Ela tá na lista dos mais procurados do FBI e também é procurada pela Europol. Os Estados Unidos até aumentaram a recompensa pra quem der pista dela, mas até agora, nada de solução — tem gente que diz que ela foi vista por aí, e outros acham que já morreu faz tempo. Mesmo assim, as investigações continuam firmes, e as autoridades seguem recuperando o que dá. Inclusive, no começo deste ano, um tribunal na ilha de Guernsey mandou confiscar mais US$ 11,4 milhões ligados ao esquema.$ETH ,$BNB ,$XRP

Estados Unidos iniciam pagamentos às vítimas do golpe bilionário da OneCoin

Uai, sô, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos contou que começou um trem pra compensar o povo que caiu no golpe da OneCoin, aquela falsa criptomoeda que passou a perna em investidores no mundo inteiro e levou uns US$ 4 bilhões entre 2014 e 2019, usando esquema de marketing multinível.
Agora, quem foi prejudicado já pode entrar com pedido pra tentar recuperar um dinheirinho dos mais de US$ 40 milhões que foram apreendidos. É só fazer a solicitação até 30 de junho pelo site oficial, num processo tocado pela Kroll Settlement Administration LLC.
Segundo as autoridades, a ideia é simples: tirar o lucro de quem cometeu o crime e devolver, sempre que der, pra quem saiu no prejuízo. O pessoal do governo disse que esse é um passo importante pra ressarcir as vítimas, que em muitos casos perderam tudo que tinham acreditando num investimento que nunca ia dar retorno.
Esse dinheiro vem das ações contra os chefões do esquema. Um deles, o cofundador Karl Sebastian Greenwood, foi condenado a 20 anos de prisão em 2023, e os bens tomados dele agora ajudam a formar esse fundo de compensação.
Já a outra cabeça do golpe, Ruja Ignatova — conhecida como “rainha das criptomoedas” — sumiu no mundo e segue foragida até hoje. Ela tá na lista dos mais procurados do FBI e também é procurada pela Europol. Os Estados Unidos até aumentaram a recompensa pra quem der pista dela, mas até agora, nada de solução — tem gente que diz que ela foi vista por aí, e outros acham que já morreu faz tempo.
Mesmo assim, as investigações continuam firmes, e as autoridades seguem recuperando o que dá. Inclusive, no começo deste ano, um tribunal na ilha de Guernsey mandou confiscar mais US$ 11,4 milhões ligados ao esquema.$ETH ,$BNB ,$XRP
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O Bitcoin tem 92% de probabilidade de alcançar esse valor nos próximos diasUai, ó só como que tá a prosa lá no mercado: O Bitcoin (BTC) tá com uns 92% de chance de encostar lá nos US$ 76 mil até domingo (19), segundo a tal da plataforma de previsão Polymarket. Esse trem de aposta aí, que fica tentando adivinhar o preço da moeda entre os dias 13 e 19 de abril, já mexeu com uns US$ 310 mil (uns R$ 1,5 milhão). Na hora que esse texto foi escrito, o Bitcoin tava sendo negociado por US$ 75,36, com uma alta de mais ou menos 5% nas últimas 24 horas. Pra bater os US$ 76 mil, falta bem pouquinho, coisa de 0,84% só nas próximas horas. Quem quiser entrar nessa aposta aí precisa pagar US$ 0,92 por cota. Se o Bitcoin chegar mesmo nos US$ 76 mil, a pessoa recebe US$ 1 por unidade, tirando um lucro de US$ 0,08 em cada posição. A segunda aposta mais forte é dele ir pros US$ 78 mil, com uns 54% de chance. Já a de chegar nos US$ 80 mil tem uns 22%. Ou seja, o povo tá achando que o Bitcoin entrou numa subida boa, viu. E esse tal de viés de alta? Mais cedo já tinham falado que a faixa dos US$ 75 mil pode virar tipo um empurrãozinho pra moeda subir mais rápido no curto prazo, por causa de uns fatores técnicos misturados com o jeito que o mercado de derivativos tá funcionando. Nesse preço aí, tem muito contrato no mercado de opções, o que deixa os grandes players numa situação chamada de “gamma negativo”. Traduzindo pra nossa língua: quando o preço mexe, eles precisam ajustar suas posições, e isso acaba indo junto com o movimento em vez de segurar. Na prática, vira um efeito tipo “quanto mais sobe, mais sobe”. Se passar dos US$ 75 mil, a turma tende a comprar mais ainda pra se proteger, o que aumenta a pressão de compra e pode empurrar o preço lá pra cima com mais força. Por isso que certos preços não são só barreira não, viu — às vezes viram é ponto de arrancada mesmo.$BTC

O Bitcoin tem 92% de probabilidade de alcançar esse valor nos próximos dias

Uai, ó só como que tá a prosa lá no mercado:
O Bitcoin (BTC) tá com uns 92% de chance de encostar lá nos US$ 76 mil até domingo (19), segundo a tal da plataforma de previsão Polymarket. Esse trem de aposta aí, que fica tentando adivinhar o preço da moeda entre os dias 13 e 19 de abril, já mexeu com uns US$ 310 mil (uns R$ 1,5 milhão).
Na hora que esse texto foi escrito, o Bitcoin tava sendo negociado por US$ 75,36, com uma alta de mais ou menos 5% nas últimas 24 horas. Pra bater os US$ 76 mil, falta bem pouquinho, coisa de 0,84% só nas próximas horas.
Quem quiser entrar nessa aposta aí precisa pagar US$ 0,92 por cota. Se o Bitcoin chegar mesmo nos US$ 76 mil, a pessoa recebe US$ 1 por unidade, tirando um lucro de US$ 0,08 em cada posição.
A segunda aposta mais forte é dele ir pros US$ 78 mil, com uns 54% de chance. Já a de chegar nos US$ 80 mil tem uns 22%. Ou seja, o povo tá achando que o Bitcoin entrou numa subida boa, viu.
E esse tal de viés de alta?
Mais cedo já tinham falado que a faixa dos US$ 75 mil pode virar tipo um empurrãozinho pra moeda subir mais rápido no curto prazo, por causa de uns fatores técnicos misturados com o jeito que o mercado de derivativos tá funcionando.
Nesse preço aí, tem muito contrato no mercado de opções, o que deixa os grandes players numa situação chamada de “gamma negativo”. Traduzindo pra nossa língua: quando o preço mexe, eles precisam ajustar suas posições, e isso acaba indo junto com o movimento em vez de segurar.
Na prática, vira um efeito tipo “quanto mais sobe, mais sobe”. Se passar dos US$ 75 mil, a turma tende a comprar mais ainda pra se proteger, o que aumenta a pressão de compra e pode empurrar o preço lá pra cima com mais força.
Por isso que certos preços não são só barreira não, viu — às vezes viram é ponto de arrancada mesmo.$BTC
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Casa Branca vê avanço em acordo sobre stablecoins e confia na aprovação da Lei ClarityUai, sô, as conversa lá nos Estados Unidos sobre como regular esse trem de criptomoeda tão andando, viu. Quem falou foi o Patrick Witt, que é conselheiro da Casa Branca pra esse assunto. Ele disse que ainda tem uns detalhe pra acertar, mas que tão caminhando pra fechar um acordo e conseguir levar a tal da Lei Clarity adiante no Senado. Em entrevista, o homem mostrou até um certo ânimo com um entendimento recente sobre o rendimento das stablecoins, que era um dos pontos mais espinhosos da proposta. “Estamos confiantes que esse acordo vai se manter firme”, disse ele. E ainda completou que resolver isso era essencial antes de mexer nos outros trem que ainda tão pendente. Enquanto o povo tava discutindo isso mais abertamente, outras negociação seguiram mais quietinhas, nos bastidores. Segundo Witt, teve avanço até em assunto que antes parecia difícil demais de resolver. “Tá quase tudo encaminhado”, comentou. Mas nem tudo são flores, não. Ainda tem discussão sobre como combater atividade ilegal nesse tal de DeFi e também sobre proposta pra impedir autoridade pública de sair lucrando com criptomoeda. O projeto ainda precisa passar pelo Comitê Bancário do Senado antes de ir pra votação. Esse andamento até deu uma travada por causa da pressão dos bancos, que tão preocupados com o impacto dessas stablecoins nos depósitos deles. Sobre isso, Witt falou que o setor tá dividido: tem banco que vê oportunidade, mas tem outros que tão com o pé atrás. E o maior nó da história ainda é a briga entre empresas de cripto e os bancos por causa do pagamento de rendimento pra quem tem stablecoin. Lá em janeiro, a Coinbase até pulou fora do apoio à lei por causa de um trecho que poderia limitar esse tipo de ganho, coisa que os bancos estavam defendendo. Já tem um tempo que os dois lados tão tentando chegar num meio-termo, mas não tá sendo fácil, não. Essa Lei Clarity, que tem um nome bonito em inglês — Digital Asset Market Clarity Act — foi aprovada na Câmara lá em 2025 com apoio de todo lado político. A ideia é organizar melhor quem regula o quê (tipo SEC e CFTC) e criar regras mais claras pra quem trabalha com ativos digitais. No fim das contas, o objetivo é parar com essa coisa de “regular na base da punição” e criar um sistema mais previsível, que o mercado já vem pedindo faz tempo. $FDUSD ,$USDC ,$USD1

Casa Branca vê avanço em acordo sobre stablecoins e confia na aprovação da Lei Clarity

Uai, sô, as conversa lá nos Estados Unidos sobre como regular esse trem de criptomoeda tão andando, viu. Quem falou foi o Patrick Witt, que é conselheiro da Casa Branca pra esse assunto. Ele disse que ainda tem uns detalhe pra acertar, mas que tão caminhando pra fechar um acordo e conseguir levar a tal da Lei Clarity adiante no Senado.
Em entrevista, o homem mostrou até um certo ânimo com um entendimento recente sobre o rendimento das stablecoins, que era um dos pontos mais espinhosos da proposta.
“Estamos confiantes que esse acordo vai se manter firme”, disse ele. E ainda completou que resolver isso era essencial antes de mexer nos outros trem que ainda tão pendente.
Enquanto o povo tava discutindo isso mais abertamente, outras negociação seguiram mais quietinhas, nos bastidores. Segundo Witt, teve avanço até em assunto que antes parecia difícil demais de resolver. “Tá quase tudo encaminhado”, comentou.
Mas nem tudo são flores, não. Ainda tem discussão sobre como combater atividade ilegal nesse tal de DeFi e também sobre proposta pra impedir autoridade pública de sair lucrando com criptomoeda.
O projeto ainda precisa passar pelo Comitê Bancário do Senado antes de ir pra votação. Esse andamento até deu uma travada por causa da pressão dos bancos, que tão preocupados com o impacto dessas stablecoins nos depósitos deles.
Sobre isso, Witt falou que o setor tá dividido: tem banco que vê oportunidade, mas tem outros que tão com o pé atrás.
E o maior nó da história ainda é a briga entre empresas de cripto e os bancos por causa do pagamento de rendimento pra quem tem stablecoin. Lá em janeiro, a Coinbase até pulou fora do apoio à lei por causa de um trecho que poderia limitar esse tipo de ganho, coisa que os bancos estavam defendendo.
Já tem um tempo que os dois lados tão tentando chegar num meio-termo, mas não tá sendo fácil, não.
Essa Lei Clarity, que tem um nome bonito em inglês — Digital Asset Market Clarity Act — foi aprovada na Câmara lá em 2025 com apoio de todo lado político. A ideia é organizar melhor quem regula o quê (tipo SEC e CFTC) e criar regras mais claras pra quem trabalha com ativos digitais.
No fim das contas, o objetivo é parar com essa coisa de “regular na base da punição” e criar um sistema mais previsível, que o mercado já vem pedindo faz tempo. $FDUSD ,$USDC ,$USD1
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A empresa BitMine, liderada por Tom Lee, realiza a maior aquisição de Ethereum desde dezembroA BitMine Immersion Technologies, que é comandada pelo Tom Lee, fez na semana passada a maior compra de Ethereum desde dezembro. Eles colocaram pra dentro mais 71.524 ETH, que dá coisa de uns 157 milhões de dólares. Com isso, a empresa agora tá segurando 4.874.858 ETH, que valem mais de 10,7 bilhões de dólares, com o Ethereum girando perto dos US$ 2.208 nesta segunda-feira. É hoje a maior reserva dessa criptomoeda que se tem notícia. O Tom Lee até comentou que a BitMine não tá brincando em serviço, não: já são quatro semanas seguidas comprando pesado, porque eles acreditam que o Ethereum tá saindo daquele “friozinho” do mercado cripto. Nessas últimas semanas, a empresa vem colocando mais ou menos uns 150 milhões de dólares por semana em Ethereum, o que já representa mais de 4% de tudo que tá circulando dessa moeda por aí. E olha só: eles já passaram de 80% da meta deles, que é chegar a 5% de todo o Ethereum em circulação — um trem que eles chamam de “alquimia dos 5%”. Agora, pra render mais dinheiro… Boa parte desse montão de Ethereum — mais de 3,3 milhões de ETH — já tá em staking, que dá uns 7,3 bilhões de dólares. No mês passado, a empresa lançou a tal da MAVAN, uma rede própria pra fazer esse staking de forma mais profissional. A ideia é simples: deixar o dinheiro “trabalhando”. Quando todo o Ethereum deles estiver em staking, a expectativa é faturar mais de 300 milhões de dólares por ano só em recompensas. Enquanto isso, as ações da empresa (BMNR) deram uma subidinha de leve, coisa de 1,7%, ficando perto de US$ 21,64. Semana passada, inclusive, eles passaram a ser negociados na bolsa principal de Nova York. Junto com isso, aumentaram em 300% o programa de recompra de ações, que agora tem até 4 bilhões de dólares liberados. Antes, era 1 bilhão — mas nem se sabe direito se esse valor chegou a ser usado. Mesmo com esse movimento todo, as ações da BitMine caíram cerca de 63% nos últimos seis meses. E o Ethereum também não escapou, não: já caiu mais de 55% desde o pico lá de agosto, quando bateu quase US$ 4.946. É aquele trem, né… mercado de cripto sobe e desce mais que estrada de serra 😅 $ETH ,$XRP ,$POL

A empresa BitMine, liderada por Tom Lee, realiza a maior aquisição de Ethereum desde dezembro

A BitMine Immersion Technologies, que é comandada pelo Tom Lee, fez na semana passada a maior compra de Ethereum desde dezembro. Eles colocaram pra dentro mais 71.524 ETH, que dá coisa de uns 157 milhões de dólares.
Com isso, a empresa agora tá segurando 4.874.858 ETH, que valem mais de 10,7 bilhões de dólares, com o Ethereum girando perto dos US$ 2.208 nesta segunda-feira. É hoje a maior reserva dessa criptomoeda que se tem notícia.
O Tom Lee até comentou que a BitMine não tá brincando em serviço, não: já são quatro semanas seguidas comprando pesado, porque eles acreditam que o Ethereum tá saindo daquele “friozinho” do mercado cripto.
Nessas últimas semanas, a empresa vem colocando mais ou menos uns 150 milhões de dólares por semana em Ethereum, o que já representa mais de 4% de tudo que tá circulando dessa moeda por aí.
E olha só: eles já passaram de 80% da meta deles, que é chegar a 5% de todo o Ethereum em circulação — um trem que eles chamam de “alquimia dos 5%”.
Agora, pra render mais dinheiro…
Boa parte desse montão de Ethereum — mais de 3,3 milhões de ETH — já tá em staking, que dá uns 7,3 bilhões de dólares. No mês passado, a empresa lançou a tal da MAVAN, uma rede própria pra fazer esse staking de forma mais profissional.
A ideia é simples: deixar o dinheiro “trabalhando”. Quando todo o Ethereum deles estiver em staking, a expectativa é faturar mais de 300 milhões de dólares por ano só em recompensas.
Enquanto isso, as ações da empresa (BMNR) deram uma subidinha de leve, coisa de 1,7%, ficando perto de US$ 21,64. Semana passada, inclusive, eles passaram a ser negociados na bolsa principal de Nova York.
Junto com isso, aumentaram em 300% o programa de recompra de ações, que agora tem até 4 bilhões de dólares liberados. Antes, era 1 bilhão — mas nem se sabe direito se esse valor chegou a ser usado.
Mesmo com esse movimento todo, as ações da BitMine caíram cerca de 63% nos últimos seis meses. E o Ethereum também não escapou, não: já caiu mais de 55% desde o pico lá de agosto, quando bateu quase US$ 4.946.
É aquele trem, né… mercado de cripto sobe e desce mais que estrada de serra 😅 $ETH ,$XRP ,$POL
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Coreia do Sul propõe pausa em criptos após erro bilionárioO Banco Central lá da Coreia do Sul falou que tá na hora de pôr uns trem de segurança no mercado de criptomoedas, parecido com o que já tem nas bolsas de valores. Isso veio depois de um erro danado numa tal de Bithumb, que acabou bagunçando os preços e deu prejuízo pra um tanto de gente. Essa ideia saiu num relatório divulgado nessa segunda e trouxe de novo a conversa sobre precisar de mais controle nesse mercado. O rolo todo aconteceu dia 6 de fevereiro. A Bithumb, sem querer, mandou uns 620 mil bitcoins pra várias carteiras de usuários numa promoção. Na época, isso valia uns US$ 43 bilhões, acredita? Dizem que foi falha de funcionário, que colocou o valor em bitcoin em vez de colocar em won, que é a moeda de lá. Na hora, o mercado já sentiu. O preço do bitcoin na plataforma caiu uns 15%, e teve gente que saiu no prejuízo. A empresa demorou uns 20 minutos pra sacar o erro e não conseguiu evitar que parte do dinheiro fosse mexido ou vendido, piorando a situação. Segundo o Banco da Coreia, isso mostrou que essas plataformas ainda têm umas falhas feias nos controles, principalmente se comparar com banco tradicional. Falta sistema bom pra perceber erro rápido e cortar o problema antes de crescer. Aí eles sugeriram criar um tal de “circuit breaker”, que é tipo um freio: quando o preço mexe demais, para tudo por um tempo pra evitar estrago maior. Além disso, falaram que precisa apertar mais as regras e exigir sistemas melhores pra evitar erro humano. Isso tudo entra numa lei nova que tá sendo discutida por lá pra organizar melhor o mercado de cripto. E a Bithumb também sentiu o baque: teve que ir na Justiça pra tentar recuperar uma parte dos bitcoins e agora tá sendo mais vigiada. Por causa dessa confusão, até adiaram os planos de entrar na bolsa, que agora só deve rolar lá pra 2028. No fim das contas, isso tudo mostra um trem que tá ficando cada vez mais claro no mundo: quanto mais o mercado de cripto cresce, mais precisa de regra e proteção pra não deixar erro virar problema grande demais.$BTC ,$BNB ,$ETH

Coreia do Sul propõe pausa em criptos após erro bilionário

O Banco Central lá da Coreia do Sul falou que tá na hora de pôr uns trem de segurança no mercado de criptomoedas, parecido com o que já tem nas bolsas de valores. Isso veio depois de um erro danado numa tal de Bithumb, que acabou bagunçando os preços e deu prejuízo pra um tanto de gente.
Essa ideia saiu num relatório divulgado nessa segunda e trouxe de novo a conversa sobre precisar de mais controle nesse mercado.
O rolo todo aconteceu dia 6 de fevereiro. A Bithumb, sem querer, mandou uns 620 mil bitcoins pra várias carteiras de usuários numa promoção. Na época, isso valia uns US$ 43 bilhões, acredita? Dizem que foi falha de funcionário, que colocou o valor em bitcoin em vez de colocar em won, que é a moeda de lá.
Na hora, o mercado já sentiu. O preço do bitcoin na plataforma caiu uns 15%, e teve gente que saiu no prejuízo. A empresa demorou uns 20 minutos pra sacar o erro e não conseguiu evitar que parte do dinheiro fosse mexido ou vendido, piorando a situação.
Segundo o Banco da Coreia, isso mostrou que essas plataformas ainda têm umas falhas feias nos controles, principalmente se comparar com banco tradicional. Falta sistema bom pra perceber erro rápido e cortar o problema antes de crescer.
Aí eles sugeriram criar um tal de “circuit breaker”, que é tipo um freio: quando o preço mexe demais, para tudo por um tempo pra evitar estrago maior.
Além disso, falaram que precisa apertar mais as regras e exigir sistemas melhores pra evitar erro humano. Isso tudo entra numa lei nova que tá sendo discutida por lá pra organizar melhor o mercado de cripto.
E a Bithumb também sentiu o baque: teve que ir na Justiça pra tentar recuperar uma parte dos bitcoins e agora tá sendo mais vigiada. Por causa dessa confusão, até adiaram os planos de entrar na bolsa, que agora só deve rolar lá pra 2028.
No fim das contas, isso tudo mostra um trem que tá ficando cada vez mais claro no mundo: quanto mais o mercado de cripto cresce, mais precisa de regra e proteção pra não deixar erro virar problema grande demais.$BTC ,$BNB ,$ETH
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Músico tem prejuízo de R$ 2,1 milhões após instalar aplicativo falsoUai, o músico americano Garrett Dutton contou nas redes que caiu num golpe de phishing e acabou perdendo 5,9 BTC, coisa que dá uns US$ 420 mil (cerca de R$ 2,1 milhões). Ele foi lá e, sem saber, digitou a senha privada da carteira de Bitcoin num aplicativo falso da Ledger. Segundo o próprio Garrett, ele baixou um app achando que era certo, direto da App Store no computador, e colocou aquela sequência de 24 palavras. Ainda bem que as outras criptomoedas dele não foram afetadas. “Ô dia puxado, viu… perdi meu dinheiro de aposentadoria num golpe desses. Fui mexer na minha Ledger no computador novo e, sem querer, acabei baixando um aplicativo falso. Na hora, meu Bitcoin sumiu tudinho”, desabafou ele. Uai, o tal do ZachXBT, que é bem conhecido nesse trem de investigar transação de cripto, deu uma olhada no caso e falou que o golpista tratou logo de “lavar” o dinheiro numa corretora chamada KuCoin, fazendo depósitos espalhados em nove endereços diferentes. A Ledger já vive avisando o povo pra baixar aplicativo só pelo site oficial, viu. Numa conversa com o The Block, o chefe de tecnologia deles, Charles Guillemet, deixou bem claro que a empresa nunca, mas nunca mesmo, vai pedir senha de cliente. Ele explicou assim, bem direto: a única proteção que funciona de verdade é guardar as chaves privadas num aparelho físico seguro, tipo os da própria Ledger, e jamais sair colocando aquelas 24 palavrinhas em aplicativo ou site por aí. Porque, no fim das contas, essas 24 palavras são tudo — é a sua carteira inteirinha.$BTC

Músico tem prejuízo de R$ 2,1 milhões após instalar aplicativo falso

Uai, o músico americano Garrett Dutton contou nas redes que caiu num golpe de phishing e acabou perdendo 5,9 BTC, coisa que dá uns US$ 420 mil (cerca de R$ 2,1 milhões). Ele foi lá e, sem saber, digitou a senha privada da carteira de Bitcoin num aplicativo falso da Ledger.
Segundo o próprio Garrett, ele baixou um app achando que era certo, direto da App Store no computador, e colocou aquela sequência de 24 palavras. Ainda bem que as outras criptomoedas dele não foram afetadas.
“Ô dia puxado, viu… perdi meu dinheiro de aposentadoria num golpe desses. Fui mexer na minha Ledger no computador novo e, sem querer, acabei baixando um aplicativo falso. Na hora, meu Bitcoin sumiu tudinho”, desabafou ele.

Uai, o tal do ZachXBT, que é bem conhecido nesse trem de investigar transação de cripto, deu uma olhada no caso e falou que o golpista tratou logo de “lavar” o dinheiro numa corretora chamada KuCoin, fazendo depósitos espalhados em nove endereços diferentes.
A Ledger já vive avisando o povo pra baixar aplicativo só pelo site oficial, viu. Numa conversa com o The Block, o chefe de tecnologia deles, Charles Guillemet, deixou bem claro que a empresa nunca, mas nunca mesmo, vai pedir senha de cliente.
Ele explicou assim, bem direto: a única proteção que funciona de verdade é guardar as chaves privadas num aparelho físico seguro, tipo os da própria Ledger, e jamais sair colocando aquelas 24 palavrinhas em aplicativo ou site por aí. Porque, no fim das contas, essas 24 palavras são tudo — é a sua carteira inteirinha.$BTC
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A Strategy adquiriu US$ 1 bilhão em Bitcoin e agora detém cerca de 3,7% de todo o BTC em circulaçãoUai, a Strategy foi lá e mexeu o bolso de novo, viu? Entre os dias 6 e 12 de abril, a empresa comprou mais 13.927 Bitcoins, gastando perto de US$ 1 bilhão, com preço médio de uns US$ 71.902 por moeda. Esse trem foi até informado direitinho num relatório pra SEC, e já é a quarta maior compra deles só esse ano. Com isso, a Strategy — que já é a maior “acumuladora” de Bitcoin do mundo — tá com uns 780.897 BTC guardados, somando um custo total de mais ou menos US$ 59 bilhões. O preço médio deles tá em US$ 75.577 por Bitcoin, um cadim acima do valor atual, que gira na casa dos US$ 70 mil. No fim das contas, a empresa agora segura cerca de 3,7% de todos os Bitcoins que vão existir (aquele limite de 21 milhões). Mesmo assim, com o preço atual, eles tão amargando uma perda não realizada de uns US$ 3,6 bilhões — mas nada que assuste muito, pelo jeito. Ah, e esse dinheiro da compra veio da venda de ações chamadas STRC. Só na semana passada, eles venderam mais de 10 milhões dessas ações e levantaram cerca de US$ 1 bilhão. Essas STRC são um tipo de ação diferente, que paga dividendos mensais em dinheiro, com uma taxa que a própria empresa define. Agora, sobre o mercado… o tal do Michael Saylor, que manda na Strategy, falou que o Bitcoin já bateu no fundo desse ciclo quando chegou perto dos US$ 60 mil lá no começo do ano. Segundo ele, não foi nem tanto por otimismo voltando, não — foi mais porque os vendedores “forçados” já cansaram de vender. Ele comentou também, num evento do banco Mizuho, que essa queda recente aconteceu por causa de minerador endividado vendendo e gente menos confiante se desfazendo dos Bitcoins. Mas, na visão dele, agora que esse povo saiu do mercado, a tendência é o rumo mudar — ainda mais com a procura forte dos ETFs e as empresas continuando a comprar firme.$BTC ,$USDC ,$ETH

A Strategy adquiriu US$ 1 bilhão em Bitcoin e agora detém cerca de 3,7% de todo o BTC em circulação

Uai, a Strategy foi lá e mexeu o bolso de novo, viu? Entre os dias 6 e 12 de abril, a empresa comprou mais 13.927 Bitcoins, gastando perto de US$ 1 bilhão, com preço médio de uns US$ 71.902 por moeda. Esse trem foi até informado direitinho num relatório pra SEC, e já é a quarta maior compra deles só esse ano.
Com isso, a Strategy — que já é a maior “acumuladora” de Bitcoin do mundo — tá com uns 780.897 BTC guardados, somando um custo total de mais ou menos US$ 59 bilhões. O preço médio deles tá em US$ 75.577 por Bitcoin, um cadim acima do valor atual, que gira na casa dos US$ 70 mil.
No fim das contas, a empresa agora segura cerca de 3,7% de todos os Bitcoins que vão existir (aquele limite de 21 milhões). Mesmo assim, com o preço atual, eles tão amargando uma perda não realizada de uns US$ 3,6 bilhões — mas nada que assuste muito, pelo jeito.
Ah, e esse dinheiro da compra veio da venda de ações chamadas STRC. Só na semana passada, eles venderam mais de 10 milhões dessas ações e levantaram cerca de US$ 1 bilhão. Essas STRC são um tipo de ação diferente, que paga dividendos mensais em dinheiro, com uma taxa que a própria empresa define.
Agora, sobre o mercado… o tal do Michael Saylor, que manda na Strategy, falou que o Bitcoin já bateu no fundo desse ciclo quando chegou perto dos US$ 60 mil lá no começo do ano. Segundo ele, não foi nem tanto por otimismo voltando, não — foi mais porque os vendedores “forçados” já cansaram de vender.
Ele comentou também, num evento do banco Mizuho, que essa queda recente aconteceu por causa de minerador endividado vendendo e gente menos confiante se desfazendo dos Bitcoins. Mas, na visão dele, agora que esse povo saiu do mercado, a tendência é o rumo mudar — ainda mais com a procura forte dos ETFs e as empresas continuando a comprar firme.$BTC ,$USDC ,$ETH
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Moeda digital pouco conhecida sobe mais de 3.400% e acende sinal de alerta entre investidoresUai, enquanto o Bitcoin fica ali patinando na faixa dos 70 mil dólares, meio de olho nesse trem de economia global e nas conversas sobre a guerra lá pro lado do Oriente Médio, uns movimentos meio doidos em moedas menores voltaram a aparecer e já tão deixando o povo com a pulga atrás da orelha. Essa tal de RAVE, por exemplo, deu um salto danado: subiu 248% em só 24 horas e mais de 3.400% numa semana. Chegou até a entrar no meio das 50 maiores criptomoedas do mercado, coisa que ninguém tava esperando. O preço foi lá de uns 0,14 dólar pra quase 10 dólares nessa segunda-feira (13). E o mais curioso: só nos últimos três dias, o trem praticamente multiplicou por dez, sem ter novidade importante, parceria grande ou nada que explicasse esse foguete todo. Agora já tá com valor de mercado de uns 2,4 bilhões de dólares, ocupando ali a 41ª posição. Só que, ó… quando a gente vai olhar direitinho, não tem muito fundamento claro não. A tal da RAVE tá ligada a um projeto que mistura música eletrônica com blockchain, prometendo comunidade, evento, interação digital… é bonito no papel, mas na prática ainda não mostrou serviço em larga escala. Especialista já tá falando que isso aí tem cara de pura especulação. Tem indício de compra combinada nas redes sociais, pouca liquidez e até liquidação forçada ajudando a empurrar o preço pra cima. E tem mais: parece que boa parte dessas moedas tá concentrada na mão de pouca gente, com movimentação grande indo pra corretora — coisa que geralmente aparece nesses esquemas de “sobe rápido pra depois despencar”, o famoso pump and dump. Esse tanto de valorização vem justo num momento em que o mercado ainda tá tentando entender se já passou a pior fase. Pra muita gente, quando começa a aparecer esse tipo de disparada em moeda mais fraca, é sinal de alerta, não de oportunidade. Então, pra quem investe, o recado é simples: vai com calma, viu? Tem todos os sinais de especulação aí — negociação acelerada, pouca liquidez e nada concreto sustentando o preço. Um trem desses, em vez de oportunidade, costuma ser mais aviso pra ficar esperto e, muitas vezes, até cair fora. $BTC ,$RAVE ,$ETH

Moeda digital pouco conhecida sobe mais de 3.400% e acende sinal de alerta entre investidores

Uai, enquanto o Bitcoin fica ali patinando na faixa dos 70 mil dólares, meio de olho nesse trem de economia global e nas conversas sobre a guerra lá pro lado do Oriente Médio, uns movimentos meio doidos em moedas menores voltaram a aparecer e já tão deixando o povo com a pulga atrás da orelha.
Essa tal de RAVE, por exemplo, deu um salto danado: subiu 248% em só 24 horas e mais de 3.400% numa semana. Chegou até a entrar no meio das 50 maiores criptomoedas do mercado, coisa que ninguém tava esperando.
O preço foi lá de uns 0,14 dólar pra quase 10 dólares nessa segunda-feira (13). E o mais curioso: só nos últimos três dias, o trem praticamente multiplicou por dez, sem ter novidade importante, parceria grande ou nada que explicasse esse foguete todo. Agora já tá com valor de mercado de uns 2,4 bilhões de dólares, ocupando ali a 41ª posição.
Só que, ó… quando a gente vai olhar direitinho, não tem muito fundamento claro não. A tal da RAVE tá ligada a um projeto que mistura música eletrônica com blockchain, prometendo comunidade, evento, interação digital… é bonito no papel, mas na prática ainda não mostrou serviço em larga escala.
Especialista já tá falando que isso aí tem cara de pura especulação. Tem indício de compra combinada nas redes sociais, pouca liquidez e até liquidação forçada ajudando a empurrar o preço pra cima.
E tem mais: parece que boa parte dessas moedas tá concentrada na mão de pouca gente, com movimentação grande indo pra corretora — coisa que geralmente aparece nesses esquemas de “sobe rápido pra depois despencar”, o famoso pump and dump.
Esse tanto de valorização vem justo num momento em que o mercado ainda tá tentando entender se já passou a pior fase. Pra muita gente, quando começa a aparecer esse tipo de disparada em moeda mais fraca, é sinal de alerta, não de oportunidade.
Então, pra quem investe, o recado é simples: vai com calma, viu? Tem todos os sinais de especulação aí — negociação acelerada, pouca liquidez e nada concreto sustentando o preço. Um trem desses, em vez de oportunidade, costuma ser mais aviso pra ficar esperto e, muitas vezes, até cair fora.
$BTC ,$RAVE ,$ETH
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Bitcoin hoje: BTC cai a US$ 70 mil após ordem de Trump no Estreito de OrmuzUai, o Bitcoin já começou a semana meio capenga, viu. Caiu pra casa dos US$ 70 mil depois de uns dias de muita incerteza por causa da treta entre Estados Unidos e Irã, que até agora não se acertaram. Com isso, o petróleo deu um pulo de mais de 8% nesta segunda (13), encostando ali perto dos US$ 105. Hoje cedo, o Bitcoin tava caindo uns 1,2%, sendo negociado a US$ 70.774. Aqui no Brasil, isso dá mais ou menos R$ 356 mil. O Ethereum também foi na mesma toada, caindo 1,4% pra US$ 2.185. Já o XRP recuou 0,5%, a Solana caiu 0,4%, e o BNB foi na contramão, com uma altinha de 0,4%. Semana passada até deu uma animada depois que o Trump falou em um cessar-fogo de duas semanas, o que ajudou as criptos e outros investimentos mais arriscados. Mas o povo do mercado ainda tá com o pé atrás, porque fechar um acordo de paz mesmo tá difícil demais. Pra você ter ideia, depois de quase um dia inteiro de conversa lá em Islamabad, americanos e iranianos não conseguiram chegar num acordo. O vice dos EUA disse que o Irã não quis aceitar as condições, e do outro lado os iranianos falaram que as exigências eram exageradas demais. E a coisa apertou mais ainda quando o Trump mandou bloquear o Estreito de Ormuz, tentando pressionar o Irã, que já vinha dificultando a passagem de petróleo e cobrando caro pros navios passarem. Isso só aumenta o risco de a situação sair ainda mais do controle lá no Oriente Médio. Segundo analistas, com petróleo subindo e o dólar forte, o dinheiro fica mais curto no mundo e o pessoal evita risco — coisa que costuma pesar pro Bitcoin no curto prazo. Fora isso, essa confusão toda pode manter a inflação alta, o que dificulta queda de juros e aperta ainda mais os investimentos mais arriscados. Mesmo assim, nem tudo é ruim não. Tem gente dizendo que, no geral, o cenário ainda é positivo no longo prazo. Na última semana, por exemplo, os ETFs de Bitcoin tiveram uma entrada forte de dinheiro, coisa que não acontecia desde fevereiro. Agora, o Bitcoin tá ali testando um suporte entre US$ 70.500 e US$ 71 mil. Se conseguir subir, a próxima barreira fica entre US$ 72 mil e US$ 73 mil. Se passar disso com força, pode ser um sinal bom pro mercado.

Bitcoin hoje: BTC cai a US$ 70 mil após ordem de Trump no Estreito de Ormuz

Uai, o Bitcoin já começou a semana meio capenga, viu. Caiu pra casa dos US$ 70 mil depois de uns dias de muita incerteza por causa da treta entre Estados Unidos e Irã, que até agora não se acertaram. Com isso, o petróleo deu um pulo de mais de 8% nesta segunda (13), encostando ali perto dos US$ 105.
Hoje cedo, o Bitcoin tava caindo uns 1,2%, sendo negociado a US$ 70.774. Aqui no Brasil, isso dá mais ou menos R$ 356 mil. O Ethereum também foi na mesma toada, caindo 1,4% pra US$ 2.185. Já o XRP recuou 0,5%, a Solana caiu 0,4%, e o BNB foi na contramão, com uma altinha de 0,4%.
Semana passada até deu uma animada depois que o Trump falou em um cessar-fogo de duas semanas, o que ajudou as criptos e outros investimentos mais arriscados. Mas o povo do mercado ainda tá com o pé atrás, porque fechar um acordo de paz mesmo tá difícil demais.
Pra você ter ideia, depois de quase um dia inteiro de conversa lá em Islamabad, americanos e iranianos não conseguiram chegar num acordo. O vice dos EUA disse que o Irã não quis aceitar as condições, e do outro lado os iranianos falaram que as exigências eram exageradas demais.
E a coisa apertou mais ainda quando o Trump mandou bloquear o Estreito de Ormuz, tentando pressionar o Irã, que já vinha dificultando a passagem de petróleo e cobrando caro pros navios passarem. Isso só aumenta o risco de a situação sair ainda mais do controle lá no Oriente Médio.
Segundo analistas, com petróleo subindo e o dólar forte, o dinheiro fica mais curto no mundo e o pessoal evita risco — coisa que costuma pesar pro Bitcoin no curto prazo. Fora isso, essa confusão toda pode manter a inflação alta, o que dificulta queda de juros e aperta ainda mais os investimentos mais arriscados.
Mesmo assim, nem tudo é ruim não. Tem gente dizendo que, no geral, o cenário ainda é positivo no longo prazo. Na última semana, por exemplo, os ETFs de Bitcoin tiveram uma entrada forte de dinheiro, coisa que não acontecia desde fevereiro.
Agora, o Bitcoin tá ali testando um suporte entre US$ 70.500 e US$ 71 mil. Se conseguir subir, a próxima barreira fica entre US$ 72 mil e US$ 73 mil. Se passar disso com força, pode ser um sinal bom pro mercado.
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Uai sô: 10 vez que falaram que o Bitcoin ia acabar e ele tá aí até hojeDesde que apareceu, o tal do Bitcoin vive ouvindo previsão braba, daquelas de acabar o mundo mesmo. Teve economista famoso, investidor mais antigo, analista de mercado e até jornal grandão falando que a tal moeda ia zerar, que outra ia tomar o lugar dela, que o gasto de energia ia virar um problemão ou que ia dar ruim por causa de falha técnica. No fim das contas, quase todo mundo batia na mesma tecla: esse trem não ia longe, não. Mas o tempo, ah… o tempo é danado pra mostrar quem tá certo. Muita dessas ideias aí até levantava uns riscos reais — tipo a tal da volatilidade, concentração de mineração e discussão sobre como crescer —, mas um tanto delas nem levou em conta a capacidade do trem de se adaptar, o tanto de gente que foi aderindo com o passar dos anos e o fato de que ele foi virando uma espécie de “ouro digital”. E no fim das contas, muita coisa que parecia certeza virou foi poeira. O Bitcoin apanhou demais nas críticas, mas tá aí até hoje, firme e forte, sendo cada vez mais usado — e chegou até a ganhar espaço lá no meio do pessoal grandão de Wall Street. Agora, segura aí que tem umas previsões que o povo fez e que não se confirmaram nem a pau: Falaram que a mineração ia gastar a energia do mundo inteiro Lá em 2017, no meio da empolgação, teve gente dizendo que até 2020 o Bitcoin ia consumir toda a energia do planeta. Mas foi conta mal feita, uai. O consumo não cresce daquele jeito doido não — depende de dificuldade e tecnologia. No fim, ficou foi bem longe disso. O tal ataque de 51% ia acabar com tudo Quando um grupo chegou perto de controlar metade da rede em 2014, o povo já achou que era o fim. Mas o que aconteceu foi o contrário: os próprios participantes recuaram pra não estragar o sistema. Mostrou que não é só máquina, tem bom senso no meio também. Outra criptomoeda ia passar ele pra trás Desde 2017 falam que outra moeda ia tomar o lugar do Bitcoin. Mas até hoje nada. Ele continua sendo o principal, com folga. Ia cair pra 100 dólares, não subir pra 100 mil Teve especialista falando que era mais fácil despencar do que subir. Mas o trem fez foi o contrário: passou dos 100 mil antes do prazo previsto. Era “a mãe de todas as bolhas” indo pra zero Mais uma previsão pesada… e mais uma que não vingou. O Bitcoin caiu, subiu, caiu de novo — mas nunca sumiu. Moedas digitais dos governos iam matar o Bitcoin Falaram que, quando viessem as moedas digitais oficiais, ninguém mais ia querer saber de cripto. Mas hoje os dois convivem, cada um com seu papel. Precisava mudar tudo pra sobreviver Teve gente dizendo que, sem mudanças radicais, o sistema ia travar. Só que ele seguiu outro caminho, com soluções paralelas, e continua funcionando até hoje. Nunca ia chegar a 50 mil dólares Pois chegou. E passou. E voltou a passar de novo depois. O valor dele não era maior que zero Teve estudo dizendo isso. Mas, na prática, o mercado mostrou outra coisa bem diferente. Se minerar não desse lucro, a rede ia parar A lógica parecia simples, mas esqueceram de um detalhe importante: o sistema se ajusta sozinho. Quando uns saem, fica mais fácil pra quem continua. E assim o trem segue rodando. No fim das contas, a história do Bitcoin é cheia dessas certezas que não deram em nada. Isso não quer dizer que ele não tenha risco, não, viu — tem sim. Mas mostra que decretar o fim dele, assim de cara, já se provou um baita erro mais de uma vez.

Uai sô: 10 vez que falaram que o Bitcoin ia acabar e ele tá aí até hoje

Desde que apareceu, o tal do Bitcoin vive ouvindo previsão braba, daquelas de acabar o mundo mesmo. Teve economista famoso, investidor mais antigo, analista de mercado e até jornal grandão falando que a tal moeda ia zerar, que outra ia tomar o lugar dela, que o gasto de energia ia virar um problemão ou que ia dar ruim por causa de falha técnica. No fim das contas, quase todo mundo batia na mesma tecla: esse trem não ia longe, não.
Mas o tempo, ah… o tempo é danado pra mostrar quem tá certo. Muita dessas ideias aí até levantava uns riscos reais — tipo a tal da volatilidade, concentração de mineração e discussão sobre como crescer —, mas um tanto delas nem levou em conta a capacidade do trem de se adaptar, o tanto de gente que foi aderindo com o passar dos anos e o fato de que ele foi virando uma espécie de “ouro digital”.
E no fim das contas, muita coisa que parecia certeza virou foi poeira. O Bitcoin apanhou demais nas críticas, mas tá aí até hoje, firme e forte, sendo cada vez mais usado — e chegou até a ganhar espaço lá no meio do pessoal grandão de Wall Street.
Agora, segura aí que tem umas previsões que o povo fez e que não se confirmaram nem a pau:
Falaram que a mineração ia gastar a energia do mundo inteiro
Lá em 2017, no meio da empolgação, teve gente dizendo que até 2020 o Bitcoin ia consumir toda a energia do planeta. Mas foi conta mal feita, uai. O consumo não cresce daquele jeito doido não — depende de dificuldade e tecnologia. No fim, ficou foi bem longe disso.
O tal ataque de 51% ia acabar com tudo
Quando um grupo chegou perto de controlar metade da rede em 2014, o povo já achou que era o fim. Mas o que aconteceu foi o contrário: os próprios participantes recuaram pra não estragar o sistema. Mostrou que não é só máquina, tem bom senso no meio também.
Outra criptomoeda ia passar ele pra trás
Desde 2017 falam que outra moeda ia tomar o lugar do Bitcoin. Mas até hoje nada. Ele continua sendo o principal, com folga.
Ia cair pra 100 dólares, não subir pra 100 mil
Teve especialista falando que era mais fácil despencar do que subir. Mas o trem fez foi o contrário: passou dos 100 mil antes do prazo previsto.
Era “a mãe de todas as bolhas” indo pra zero
Mais uma previsão pesada… e mais uma que não vingou. O Bitcoin caiu, subiu, caiu de novo — mas nunca sumiu.
Moedas digitais dos governos iam matar o Bitcoin
Falaram que, quando viessem as moedas digitais oficiais, ninguém mais ia querer saber de cripto. Mas hoje os dois convivem, cada um com seu papel.
Precisava mudar tudo pra sobreviver
Teve gente dizendo que, sem mudanças radicais, o sistema ia travar. Só que ele seguiu outro caminho, com soluções paralelas, e continua funcionando até hoje.
Nunca ia chegar a 50 mil dólares
Pois chegou. E passou. E voltou a passar de novo depois.
O valor dele não era maior que zero
Teve estudo dizendo isso. Mas, na prática, o mercado mostrou outra coisa bem diferente.
Se minerar não desse lucro, a rede ia parar
A lógica parecia simples, mas esqueceram de um detalhe importante: o sistema se ajusta sozinho. Quando uns saem, fica mais fácil pra quem continua. E assim o trem segue rodando.
No fim das contas, a história do Bitcoin é cheia dessas certezas que não deram em nada. Isso não quer dizer que ele não tenha risco, não, viu — tem sim. Mas mostra que decretar o fim dele, assim de cara, já se provou um baita erro mais de uma vez.
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