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Chiliz revela plano para fan tokens antes da Copa do Mundo da FIFA 2026A Chiliz, blockchain focada em esportes e engajamento de fãs, apresentou um roteiro em três fases detalhando como pretende expandir as Fan Tokens até a Copa do Mundo FIFA de 2026, nos Estados Unidos. O projeto anuncia um retorno significativo ao mercado norte-americano, trazendo lançamentos inéditos de Fan Tokens relacionados a seleções nacionais e uma ampliação no uso da tecnologia blockchain. Conforme detalhado no manifesto 2030 recém-divulgado, a estratégia posiciona o ano de 2026 como o marco em que a Chiliz deixará de testar modelos para executá-los em larga escala. Roteiro da Chiliz para 2026. Fonte: Manifesto 2030 da Chiliz Clareza regulatória facilita retorno ao mercado dos EUA A empresa afirma que planeja anunciar suas primeiras parcerias de Fan Tokens nos EUA no primeiro trimestre de 2026, marcando o retorno após anos de atividade limitada por conta de incertezas regulatórias. Paralelamente, a Chiliz prevê lançar Fan Tokens atreladas a seleções nacionais no verão de 2026. Diferente dos tokens de clubes, as Fan Tokens de seleções são formatadas para torneios de grande porte e competições internacionais. Com a Copa do Mundo se aproximando, a Chiliz mira um público mais amplo e mobilizado por grandes eventos, além dos torcedores de clubes. Fan Tokens started as a purely fan engagement asset. This year, it’s time for @FanTokens to evolve into a global accessible, SportFi-ready asset class by going omni-chain and introducing a dynamic supply that reflect the club's real world performance.#ChilizVision2030 ⚡ $CHZ pic.twitter.com/OaD4LcqpG2 — Chiliz – The Sports Blockchain (@Chiliz) February 6, 2026 Expansão omnichain deve ampliar acesso ao DeFi Outra mudança significativa prevista para 2026 é a adoção de um modelo omnichain pela Chiliz. A partir do primeiro trimestre, as Fan Tokens serão conectadas a blockchains externas, utilizando uma infraestrutura de cross-chain. Na prática, isso permitirá que as Fan Tokens transitem fora do ecossistema da Chiliz e possam interagir com outras blockchains. A mudança busca ampliar a liquidez, viabilizar negociações e arbitragem entre redes, além de permitir o uso das Fan Tokens em aplicações de finanças descentralizadas para além de sua rede nativa. Novas tokenomics e atualizações de produtos serão implementadas até 2026 No segundo trimestre de 2026, a Chiliz planeja implementar um novo mecanismo de valorização para o token nativo CHZ.  Pelo novo modelo, 10% de toda a receita gerada pelas Fan Tokens no ecossistema será destinada à recompra contínua de CHZ. Segundo a empresa, isso conecta diretamente a demanda por CHZ à atividade dos fãs. Melhorias nos produtos também estão previstas para o meio de 2026. 𝐍𝐞𝐰 𝐍𝐚𝐭𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐓𝐞𝐚𝐦 𝐅𝐚𝐧 𝐓𝐨𝐤𝐞𝐧𝐬 🌎 ✅ 𝐆𝐥𝐨𝐛𝐚𝐥 𝐀𝐩𝐩𝐞𝐚𝐥 With the world's most-watched sports competition on the horizon, the launch of new national team Fan Tokens will drive millions of new eyes On-Chain. ✅ 𝐌𝐚𝐫𝐤𝐞𝐭 𝐄𝐱𝐩𝐚𝐧𝐬𝐢𝐨𝐧 National… https://t.co/rAJ3yCtwKt pic.twitter.com/ffCzz9FEBy — Fan Tokens™ (@FanTokens) February 7, 2026 O Socios.com, plataforma por trás das Fan Tokens, vai lançar uma nova versão com integração de carteira DeFi. Mais adiante, a Chiliz deve introduzir mecânicas baseadas no desempenho esportivo: resultados em campo impactarão diretamente a oferta das Fan Tokens, com vitórias levando a queimas de tokens e derrotas, a novas emissões. Depois de 2026, o roteiro da Chiliz prevê foco na tokenização de ativos reais do esporte. A partir de 2027, a empresa pretende tokenizar fluxos de receita, propriedade intelectual e outros ativos tradicionalmente pouco negociados no setor. O planejamento é sustentado por avanços recentes no ecossistema da Chiliz, entre eles o compromisso de recompra atrelado a receitas e o foco crescente em infraestrutura, deixando a variação de preços de curto prazo em segundo plano. Com a aproximação da Copa do Mundo, a Chiliz aposta que as Fan Tokens podem ganhar status de classe de ativos esportivos negociados globalmente, além do engajamento de fãs. O artigo Chiliz revela plano para fan tokens antes da Copa do Mundo da FIFA 2026 foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Chiliz revela plano para fan tokens antes da Copa do Mundo da FIFA 2026

A Chiliz, blockchain focada em esportes e engajamento de fãs, apresentou um roteiro em três fases detalhando como pretende expandir as Fan Tokens até a Copa do Mundo FIFA de 2026, nos Estados Unidos.

O projeto anuncia um retorno significativo ao mercado norte-americano, trazendo lançamentos inéditos de Fan Tokens relacionados a seleções nacionais e uma ampliação no uso da tecnologia blockchain. Conforme detalhado no manifesto 2030 recém-divulgado, a estratégia posiciona o ano de 2026 como o marco em que a Chiliz deixará de testar modelos para executá-los em larga escala.

Roteiro da Chiliz para 2026. Fonte: Manifesto 2030 da Chiliz

Clareza regulatória facilita retorno ao mercado dos EUA

A empresa afirma que planeja anunciar suas primeiras parcerias de Fan Tokens nos EUA no primeiro trimestre de 2026, marcando o retorno após anos de atividade limitada por conta de incertezas regulatórias.

Paralelamente, a Chiliz prevê lançar Fan Tokens atreladas a seleções nacionais no verão de 2026. Diferente dos tokens de clubes, as Fan Tokens de seleções são formatadas para torneios de grande porte e competições internacionais.

Com a Copa do Mundo se aproximando, a Chiliz mira um público mais amplo e mobilizado por grandes eventos, além dos torcedores de clubes.

Fan Tokens started as a purely fan engagement asset.

This year, it’s time for @FanTokens to evolve into a global accessible, SportFi-ready asset class by going omni-chain and introducing a dynamic supply that reflect the club's real world performance.#ChilizVision2030 ⚡ $CHZ pic.twitter.com/OaD4LcqpG2

— Chiliz – The Sports Blockchain (@Chiliz) February 6, 2026

Expansão omnichain deve ampliar acesso ao DeFi

Outra mudança significativa prevista para 2026 é a adoção de um modelo omnichain pela Chiliz. A partir do primeiro trimestre, as Fan Tokens serão conectadas a blockchains externas, utilizando uma infraestrutura de cross-chain.

Na prática, isso permitirá que as Fan Tokens transitem fora do ecossistema da Chiliz e possam interagir com outras blockchains.

A mudança busca ampliar a liquidez, viabilizar negociações e arbitragem entre redes, além de permitir o uso das Fan Tokens em aplicações de finanças descentralizadas para além de sua rede nativa.

Novas tokenomics e atualizações de produtos serão implementadas até 2026

No segundo trimestre de 2026, a Chiliz planeja implementar um novo mecanismo de valorização para o token nativo CHZ. 

Pelo novo modelo, 10% de toda a receita gerada pelas Fan Tokens no ecossistema será destinada à recompra contínua de CHZ. Segundo a empresa, isso conecta diretamente a demanda por CHZ à atividade dos fãs.

Melhorias nos produtos também estão previstas para o meio de 2026.

𝐍𝐞𝐰 𝐍𝐚𝐭𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐓𝐞𝐚𝐦 𝐅𝐚𝐧 𝐓𝐨𝐤𝐞𝐧𝐬 🌎

✅ 𝐆𝐥𝐨𝐛𝐚𝐥 𝐀𝐩𝐩𝐞𝐚𝐥
With the world's most-watched sports competition on the horizon, the launch of new national team Fan Tokens will drive millions of new eyes On-Chain.

✅ 𝐌𝐚𝐫𝐤𝐞𝐭 𝐄𝐱𝐩𝐚𝐧𝐬𝐢𝐨𝐧
National… https://t.co/rAJ3yCtwKt pic.twitter.com/ffCzz9FEBy

— Fan Tokens™ (@FanTokens) February 7, 2026

O Socios.com, plataforma por trás das Fan Tokens, vai lançar uma nova versão com integração de carteira DeFi.

Mais adiante, a Chiliz deve introduzir mecânicas baseadas no desempenho esportivo: resultados em campo impactarão diretamente a oferta das Fan Tokens, com vitórias levando a queimas de tokens e derrotas, a novas emissões.

Depois de 2026, o roteiro da Chiliz prevê foco na tokenização de ativos reais do esporte. A partir de 2027, a empresa pretende tokenizar fluxos de receita, propriedade intelectual e outros ativos tradicionalmente pouco negociados no setor.

O planejamento é sustentado por avanços recentes no ecossistema da Chiliz, entre eles o compromisso de recompra atrelado a receitas e o foco crescente em infraestrutura, deixando a variação de preços de curto prazo em segundo plano.

Com a aproximação da Copa do Mundo, a Chiliz aposta que as Fan Tokens podem ganhar status de classe de ativos esportivos negociados globalmente, além do engajamento de fãs.

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Por que o mercado de criptomoedas está em baixa hoje 10/02/2026?A capitalização total do mercado de criptomoedas (TOTAL) e do Bitcoin (BTC) continua estável, resistindo à volatilidade. O mercado parece apresentar um movimento de baixa, com altcoins como a Midnight (NIGHT) sofrendo quedas. Nas notícias de hoje: A Chiliz revelou um plano de três fases para expandir os Fan Tokens antes da Copa do Mundo da FIFA de 2026, marcando um grande retorno ao mercado americano. O plano, detalhado em seu manifesto para 2030, posiciona 2026 como um ano de transição da experimentação para a adoção em larga escala dos Fan Tokens vinculados às seleções nacionais. Sam Bankman-Fried renovou suas críticas aos promotores americanos e ao governo Biden ao recorrer de sua condenação por fraude, que já dura 25 anos, alegando que viés político influenciou seu caso. Ele afirma que os promotores bloquearam provas que, segundo ele, demonstravam a solvência da FTX, argumentando que o tribunal excluiu indevidamente material que ele considera fundamental para sua defesa. O mercado de criptomoedas está em queda, mas longe de grandes perdas A capitalização total do mercado de criptomoedas caiu pouco mais de US$ 19 bilhões nas últimas 24 horas, fechando perto de US$ 2,35 trilhões. O ativo TOTAL permanece abaixo da resistência de US$ 2,37 trilhões. Essa movimentação lateral reflete a indecisão do mercado, com os investidores aguardando sinais macroeconômicos mais claros ou indicadores de liquidez antes de se comprometerem com uma direção específica. O índice TOTAL continua a se manter acima do suporte de US$ 2,30 trilhões, proporcionando estabilidade no curto prazo. Se as condições atuais persistirem, a consolidação provavelmente se estenderá. No entanto, a incerteza prolongada aumenta o risco de uma queda. Um sentimento negativo ou uma pressão vendedora renovada podem levar o mercado abaixo desse suporte, aprofundando a fase corretiva. Análise de preço TOTAL. Fonte: TradingView O potencial de valorização permanece intacto caso o comportamento dos investidores mude. Uma movimentação decisiva acima da resistência de US$ 2,37 trilhões confirmaria o ímpeto de alta. Nesse cenário, a TOTAL poderia avançar em direção a US$ 2,45 trilhões. Fluxos de capital sustentados e uma melhora no sentimento do mercado poderiam ampliar ainda mais os ganhos, visando o nível de US$ 2,64 trilhões. O Bitcoin continua oscilando em torno de US$ 70 mil O Bitcoin foi negociado próximo a US$ 69.454 nas últimas 24 horas, apresentando movimentação limitada no momento da redação deste texto. A estagnação da alta reflete uma demanda moderada, e não uma retomada das vendas. Sem uma participação mais expressiva, o BTC permanece em uma faixa de preço definida, enquanto os investidores aguardam sinais mais claros para definir o próximo movimento direcional. Os indicadores de momentum reforçam a fraqueza persistente. O Índice de Fluxo de Dinheiro permanece abaixo do nível neutro, sinalizando uma pressão compradora moderada. Embora o Bitcoin esteja se mantendo acima do suporte de US$ 67.674, esse piso parece vulnerável. Se as condições se deteriorarem, uma queda abaixo desse nível poderá gerar volatilidade negativa adicional. Análise do preço do Bitcoin. Fonte: TradingView Um cenário de recuperação depende da melhora das condições de mercado e da retomada dos fluxos de capital. Caso a demanda se fortaleça, o Bitcoin poderá testar a resistência de US$ 72.294. Uma quebra decisiva acima desse nível mudaria o ímpeto de curto prazo, abrindo caminho para US$ 75 mil e restaurando a confiança após a recente consolidação. A Midnight está chegando O preço da NIGHT caíram 8% nas últimas 24 horas, sendo negociadas perto de US$ 0,0486 no momento da redação deste texto. A queda reflete o enfraquecimento do ímpeto após uma recuperação fracassada no fim de semana. A fraqueza do preço sugere que os vendedores retomaram o controle no curto prazo, à medida que os investidores reavaliam o risco em meio a condições de mercado instáveis. A altcoin foi rejeitada na resistência de US$ 0,0551 e, desde então, tem apresentado tendência de queda. Essa falha reforçou a pressão baixista. Se a queda continuar, a NIGHT poderá testar novamente o suporte de US$ 0,0457. Uma movimentação em direção a esse nível confirmaria o enfraquecimento da demanda e estenderia a atual fase corretiva. Análise de preço da NIGHT. Fonte: TradingView A recuperação ainda é possível se as condições de mercado melhorarem. Novos fluxos de capital e um sentimento mais estável podem impulsionar uma retomada. Recuperar o nível de US$ 0,0551 seria crucial para que a NIGHT retomasse o ímpeto de alta. Uma ruptura bem-sucedida acima desse nível poderia invalidar a tese de baixa e abrir espaço para novas altas. O artigo Por que o mercado de criptomoedas está em baixa hoje 10/02/2026? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Por que o mercado de criptomoedas está em baixa hoje 10/02/2026?

A capitalização total do mercado de criptomoedas (TOTAL) e do Bitcoin (BTC) continua estável, resistindo à volatilidade. O mercado parece apresentar um movimento de baixa, com altcoins como a Midnight (NIGHT) sofrendo quedas.

Nas notícias de hoje:

A Chiliz revelou um plano de três fases para expandir os Fan Tokens antes da Copa do Mundo da FIFA de 2026, marcando um grande retorno ao mercado americano. O plano, detalhado em seu manifesto para 2030, posiciona 2026 como um ano de transição da experimentação para a adoção em larga escala dos Fan Tokens vinculados às seleções nacionais.

Sam Bankman-Fried renovou suas críticas aos promotores americanos e ao governo Biden ao recorrer de sua condenação por fraude, que já dura 25 anos, alegando que viés político influenciou seu caso. Ele afirma que os promotores bloquearam provas que, segundo ele, demonstravam a solvência da FTX, argumentando que o tribunal excluiu indevidamente material que ele considera fundamental para sua defesa.

O mercado de criptomoedas está em queda, mas longe de grandes perdas

A capitalização total do mercado de criptomoedas caiu pouco mais de US$ 19 bilhões nas últimas 24 horas, fechando perto de US$ 2,35 trilhões. O ativo TOTAL permanece abaixo da resistência de US$ 2,37 trilhões. Essa movimentação lateral reflete a indecisão do mercado, com os investidores aguardando sinais macroeconômicos mais claros ou indicadores de liquidez antes de se comprometerem com uma direção específica.

O índice TOTAL continua a se manter acima do suporte de US$ 2,30 trilhões, proporcionando estabilidade no curto prazo. Se as condições atuais persistirem, a consolidação provavelmente se estenderá. No entanto, a incerteza prolongada aumenta o risco de uma queda. Um sentimento negativo ou uma pressão vendedora renovada podem levar o mercado abaixo desse suporte, aprofundando a fase corretiva.

Análise de preço TOTAL. Fonte: TradingView

O potencial de valorização permanece intacto caso o comportamento dos investidores mude. Uma movimentação decisiva acima da resistência de US$ 2,37 trilhões confirmaria o ímpeto de alta. Nesse cenário, a TOTAL poderia avançar em direção a US$ 2,45 trilhões. Fluxos de capital sustentados e uma melhora no sentimento do mercado poderiam ampliar ainda mais os ganhos, visando o nível de US$ 2,64 trilhões.

O Bitcoin continua oscilando em torno de US$ 70 mil

O Bitcoin foi negociado próximo a US$ 69.454 nas últimas 24 horas, apresentando movimentação limitada no momento da redação deste texto. A estagnação da alta reflete uma demanda moderada, e não uma retomada das vendas. Sem uma participação mais expressiva, o BTC permanece em uma faixa de preço definida, enquanto os investidores aguardam sinais mais claros para definir o próximo movimento direcional.

Os indicadores de momentum reforçam a fraqueza persistente. O Índice de Fluxo de Dinheiro permanece abaixo do nível neutro, sinalizando uma pressão compradora moderada. Embora o Bitcoin esteja se mantendo acima do suporte de US$ 67.674, esse piso parece vulnerável. Se as condições se deteriorarem, uma queda abaixo desse nível poderá gerar volatilidade negativa adicional.

Análise do preço do Bitcoin. Fonte: TradingView

Um cenário de recuperação depende da melhora das condições de mercado e da retomada dos fluxos de capital. Caso a demanda se fortaleça, o Bitcoin poderá testar a resistência de US$ 72.294. Uma quebra decisiva acima desse nível mudaria o ímpeto de curto prazo, abrindo caminho para US$ 75 mil e restaurando a confiança após a recente consolidação.

A Midnight está chegando

O preço da NIGHT caíram 8% nas últimas 24 horas, sendo negociadas perto de US$ 0,0486 no momento da redação deste texto. A queda reflete o enfraquecimento do ímpeto após uma recuperação fracassada no fim de semana. A fraqueza do preço sugere que os vendedores retomaram o controle no curto prazo, à medida que os investidores reavaliam o risco em meio a condições de mercado instáveis.

A altcoin foi rejeitada na resistência de US$ 0,0551 e, desde então, tem apresentado tendência de queda. Essa falha reforçou a pressão baixista. Se a queda continuar, a NIGHT poderá testar novamente o suporte de US$ 0,0457. Uma movimentação em direção a esse nível confirmaria o enfraquecimento da demanda e estenderia a atual fase corretiva.

Análise de preço da NIGHT. Fonte: TradingView

A recuperação ainda é possível se as condições de mercado melhorarem. Novos fluxos de capital e um sentimento mais estável podem impulsionar uma retomada. Recuperar o nível de US$ 0,0551 seria crucial para que a NIGHT retomasse o ímpeto de alta. Uma ruptura bem-sucedida acima desse nível poderia invalidar a tese de baixa e abrir espaço para novas altas.

O artigo Por que o mercado de criptomoedas está em baixa hoje 10/02/2026? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Preço do Bitcoin mostra primeiro sinal de fundo em 3 anos enquanto pressão de venda diminuiO Bitcoin tentou se recuperar nas sessões recentes, mas o impulso de alta perdeu força enquanto o mercado aguarda uma direção mais clara. O preço segue lateralizado após uma correção expressiva, o que frustra investidores de curto prazo. Apesar dessa pausa, indicadores históricos sugerem que um fundo pode estar se formando. Ciclos anteriores mostram que condições semelhantes costumam anteceder novas fases de recuperação. Oferta lucrativa de Bitcoin atinge nível de 2022 A recente queda do Bitcoin gerou um sinal visto pela última vez durante o mercado de baixa de 2022. O percentual da oferta em lucro caiu para cerca de 50%, indicando que metade de todo o BTC em circulação está abaixo do valor de compra. Historicamente, essa marca costuma sinalizar fundos de mercado, não prolongados movimentos de venda. Quando o volume lucrativo atinge esses patamares, o incentivo à venda é reduzido. Investidores tendem a não realizar prejuízos, diminuindo a pressão de venda. Em ciclos passados, essa dinâmica favoreceu a manutenção do BTC diante da volatilidade, permitindo que o preço se estabilizasse antes de uma retomada. Oferta de Bitcoin em Lucro. Fonte: Glassnode Preços menores também atraem novos aportes. Participantes focados em valor tendem a entrar quando o risco de baixa é limitado em relação ao potencial de valorização. Esse fluxo renovado de capital historicamente impulsionou as recuperações do Bitcoin sempre que a proporção de fornecimento lucrativo chega ao nível de 50% ou menos. Por que o Bitcoin deve se recuperar? Os indicadores macroeconômicos reforçam a perspectiva de fundo. O Pi Cycle Top Indicator, que compara a média móvel de 111 dias à média móvel de 350 dias dobrada, segue distante de apontar superaquecimento do BTC. Esse índice tradicionalmente indica topos de ciclo quando a média mais curta cruza o patamar da mais longa. No momento, o cenário contrário ocorre. A média móvel mais curta se distancia abaixo da mais longa, indicando desaquecimento no lugar de especulação excessiva. Em outros ciclos, tal divergência precedeu recuperações continuadas, à medida que o Bitcoin saía de níveis elevados. Indicador Pi Cycle Top do Bitcoin. Fonte: Glassnode Esse ciclo é diferente dos anteriores. Desde março de 2023, o Bitcoin mantém uma tendência de alta macroeconômica sem mostrar sinais de sobreaquecimento. A valorização gradual limita excessos especulativos, tornando este o primeiro sinal claro de fundo em quase três anos, em vez de uma capitulação abrupta. Níveis de preço do BTC para acompanhar No curto prazo, o Bitcoin se mantém acima do nível de 23,6% de retração de Fibonacci, próximo de US$ 63.007. No momento desta reportagem, o BTC é negociado em torno de US$ 68.905, preservando o suporte mesmo após repetidos testes. No entanto, o preço segue limitado abaixo da resistência de US$ 71.672, reduzindo o potencial de alta imediata. Se os sinais on-chain persistirem e os aportes aumentarem, o Bitcoin pode superar os US$ 71.672, abrindo caminho para os US$ 78.676. Uma confirmação mais sólida de retomada ocorreria somente se o BTC recuperar os US$ 85.680 como nível de suporte estável. Análise de Preço do Bitcoin. Fonte: TradingView Riscos de queda persistem devido à mudança na estrutura de mercado. A relação entre oferta de curto e longo prazo ultrapassou a banda superior, refletindo aumento na participação de investidores de curto prazo, o que costuma se relacionar a maior volatilidade. Relação de Oferta STH/LTH do Bitcoin. Fonte: Glassnode Isso pode reduzir as chances de alta do Bitcoin acima da barreira de US$ 71.672, mantendo a consolidação. Mesmo que o BTC supere essa resistência, a pressão de venda tende a devolvê-lo para a região de US$ 63 mil, invalidando a tese otimista. O artigo Preço do Bitcoin mostra primeiro sinal de fundo em 3 anos enquanto pressão de venda diminui foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Preço do Bitcoin mostra primeiro sinal de fundo em 3 anos enquanto pressão de venda diminui

O Bitcoin tentou se recuperar nas sessões recentes, mas o impulso de alta perdeu força enquanto o mercado aguarda uma direção mais clara. O preço segue lateralizado após uma correção expressiva, o que frustra investidores de curto prazo.

Apesar dessa pausa, indicadores históricos sugerem que um fundo pode estar se formando. Ciclos anteriores mostram que condições semelhantes costumam anteceder novas fases de recuperação.

Oferta lucrativa de Bitcoin atinge nível de 2022

A recente queda do Bitcoin gerou um sinal visto pela última vez durante o mercado de baixa de 2022. O percentual da oferta em lucro caiu para cerca de 50%, indicando que metade de todo o BTC em circulação está abaixo do valor de compra. Historicamente, essa marca costuma sinalizar fundos de mercado, não prolongados movimentos de venda.

Quando o volume lucrativo atinge esses patamares, o incentivo à venda é reduzido. Investidores tendem a não realizar prejuízos, diminuindo a pressão de venda. Em ciclos passados, essa dinâmica favoreceu a manutenção do BTC diante da volatilidade, permitindo que o preço se estabilizasse antes de uma retomada.

Oferta de Bitcoin em Lucro. Fonte: Glassnode

Preços menores também atraem novos aportes. Participantes focados em valor tendem a entrar quando o risco de baixa é limitado em relação ao potencial de valorização. Esse fluxo renovado de capital historicamente impulsionou as recuperações do Bitcoin sempre que a proporção de fornecimento lucrativo chega ao nível de 50% ou menos.

Por que o Bitcoin deve se recuperar?

Os indicadores macroeconômicos reforçam a perspectiva de fundo. O Pi Cycle Top Indicator, que compara a média móvel de 111 dias à média móvel de 350 dias dobrada, segue distante de apontar superaquecimento do BTC. Esse índice tradicionalmente indica topos de ciclo quando a média mais curta cruza o patamar da mais longa.

No momento, o cenário contrário ocorre. A média móvel mais curta se distancia abaixo da mais longa, indicando desaquecimento no lugar de especulação excessiva. Em outros ciclos, tal divergência precedeu recuperações continuadas, à medida que o Bitcoin saía de níveis elevados.

Indicador Pi Cycle Top do Bitcoin. Fonte: Glassnode

Esse ciclo é diferente dos anteriores. Desde março de 2023, o Bitcoin mantém uma tendência de alta macroeconômica sem mostrar sinais de sobreaquecimento. A valorização gradual limita excessos especulativos, tornando este o primeiro sinal claro de fundo em quase três anos, em vez de uma capitulação abrupta.

Níveis de preço do BTC para acompanhar

No curto prazo, o Bitcoin se mantém acima do nível de 23,6% de retração de Fibonacci, próximo de US$ 63.007. No momento desta reportagem, o BTC é negociado em torno de US$ 68.905, preservando o suporte mesmo após repetidos testes. No entanto, o preço segue limitado abaixo da resistência de US$ 71.672, reduzindo o potencial de alta imediata.

Se os sinais on-chain persistirem e os aportes aumentarem, o Bitcoin pode superar os US$ 71.672, abrindo caminho para os US$ 78.676. Uma confirmação mais sólida de retomada ocorreria somente se o BTC recuperar os US$ 85.680 como nível de suporte estável.

Análise de Preço do Bitcoin. Fonte: TradingView

Riscos de queda persistem devido à mudança na estrutura de mercado. A relação entre oferta de curto e longo prazo ultrapassou a banda superior, refletindo aumento na participação de investidores de curto prazo, o que costuma se relacionar a maior volatilidade.

Relação de Oferta STH/LTH do Bitcoin. Fonte: Glassnode

Isso pode reduzir as chances de alta do Bitcoin acima da barreira de US$ 71.672, mantendo a consolidação. Mesmo que o BTC supere essa resistência, a pressão de venda tende a devolvê-lo para a região de US$ 63 mil, invalidando a tese otimista.

O artigo Preço do Bitcoin mostra primeiro sinal de fundo em 3 anos enquanto pressão de venda diminui foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Bitso anuncia Nicolás Alonso como novo country manager no BrasilExecutivo vai liderar estratégia de crescimento da empresa no país, com foco em pagamentos institucionais via stablecoins. A Bitso, empresa de serviços financeiros digitais da América Latina, nomeou Nicolás Alonso como country manager da operação brasileira. A mudança reforça a aposta da companhia no Brasil como mercado prioritário para pagamentos globais e uso institucional de stablecoins, criptomoedas atreladas a moedas tradicionais, como o dólar. Foco em infraestrutura para empresas Nicolás Alonso vai comandar a expansão da Bitso Business, plataforma voltada para pagamentos corporativos internacionais. O executivo também manterá a posição da Bitso entre as principais exchanges de criptomoedas do país. A atuação inclui diálogo com reguladores e autoridades para construir um ambiente de inovação financeira com segurança jurídica. Experiência em mercados emergentes Nicolás tem trajetória em finanças complexas e tecnologia blockchain. Ele é especialista em conectar economias emergentes ao sistema financeiro global por meio de infraestrutura digital. O executivo acumula experiência em expansão internacional e navegação regulatória no Brasil, México, Ásia e Estados Unidos. Já assessorou e ajudou a escalar fintechs e instituições financeiras como JPMorgan, Bank of America, Morgan Stanley, Revolut, Nubank, Binance, OpenAI e ADDI. Stablecoins como solução para pagamentos “Nosso objetivo é facilitar a entrada de players globais no país e oferecer às empresas brasileiras infraestrutura de ponta para pagamentos internacionais mais eficientes”, afirma Nicolás Alonso. Segundo ele, a Bitso vai colaborar com empresas, reguladores e o ecossistema financeiro para tornar pagamentos locais e globais mais rápidos e acessíveis. A estratégia prioriza conformidade regulatória e eficiência operacional. Mudança na liderança Nicolás substitui Bárbara Espir, que assumiu a função de head global de gerenciamento de contas para Bitso Business. O artigo Bitso anuncia Nicolás Alonso como novo country manager no Brasil foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Bitso anuncia Nicolás Alonso como novo country manager no Brasil

Executivo vai liderar estratégia de crescimento da empresa no país, com foco em pagamentos institucionais via stablecoins. A Bitso, empresa de serviços financeiros digitais da América Latina, nomeou Nicolás Alonso como country manager da operação brasileira.

A mudança reforça a aposta da companhia no Brasil como mercado prioritário para pagamentos globais e uso institucional de stablecoins, criptomoedas atreladas a moedas tradicionais, como o dólar.

Foco em infraestrutura para empresas

Nicolás Alonso vai comandar a expansão da Bitso Business, plataforma voltada para pagamentos corporativos internacionais. O executivo também manterá a posição da Bitso entre as principais exchanges de criptomoedas do país.

A atuação inclui diálogo com reguladores e autoridades para construir um ambiente de inovação financeira com segurança jurídica.

Experiência em mercados emergentes

Nicolás tem trajetória em finanças complexas e tecnologia blockchain. Ele é especialista em conectar economias emergentes ao sistema financeiro global por meio de infraestrutura digital.

O executivo acumula experiência em expansão internacional e navegação regulatória no Brasil, México, Ásia e Estados Unidos. Já assessorou e ajudou a escalar fintechs e instituições financeiras como JPMorgan, Bank of America, Morgan Stanley, Revolut, Nubank, Binance, OpenAI e ADDI.

Stablecoins como solução para pagamentos

“Nosso objetivo é facilitar a entrada de players globais no país e oferecer às empresas brasileiras infraestrutura de ponta para pagamentos internacionais mais eficientes”, afirma Nicolás Alonso.

Segundo ele, a Bitso vai colaborar com empresas, reguladores e o ecossistema financeiro para tornar pagamentos locais e globais mais rápidos e acessíveis. A estratégia prioriza conformidade regulatória e eficiência operacional.

Mudança na liderança

Nicolás substitui Bárbara Espir, que assumiu a função de head global de gerenciamento de contas para Bitso Business.

O artigo Bitso anuncia Nicolás Alonso como novo country manager no Brasil foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Dólar fecha em R$ 5,18 e registra menor patamar desde maio de 2024A moeda americana encerrou hoje (9) em queda de 0,62%, cotada a R$ 5,1878. É o menor nível do ano e o patamar mais baixo desde maio de 2024. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançou 0,87% no dia. O dólar perdeu força globalmente após notícias de que reguladores chineses estariam orientando bancos locais a reduzir a exposição aos Treasuries. Os Treasuries são títulos da dívida pública americana. Pressão externa enfraquece dólar A orientação chinesa aumentou a percepção de que investidores estrangeiros estariam evitando ativos dos Estados Unidos. Isso enfraqueceu o dólar em relação a outras moedas, incluindo o real brasileiro. Investidores também avaliaram declarações de Kevin Hassett, assessor econômico da Casa Branca. Ele afirmou que o crescimento do emprego pode ser menor nos EUA nos próximos meses. O cenário reforça a perspectiva de que o Federal Reserve, o banco central americano, seja mais cauteloso na condução dos juros. Cenário político internacional O cenário político internacional também ficou no radar dos mercados. António José Seguro venceu as eleições presidenciais em Portugal. No Japão, o Partido Liberal Democrata conquistou dois terços do Parlamento. Galípolo comenta caso Master No Brasil, Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, participou de evento da Associação Brasileira de Bancos. Ele comentou sobre o Banco Master, em liquidação extrajudicial desde novembro de 2025. Galípolo afirmou que o caso gerou confusão e desinformação no debate público. Segundo ele, não existe regra que proíba bancos de captar recursos pagando juros mais altos, como fazia o Master. “Tinha gente que cobrava que liquidasse o banco porque existiam CDBs sendo emitidos a uma taxa superior ao CDI. Não se trata disso”, disse. O presidente do BC explicou que o problema estava na combinação de dificuldades de liquidez, dúvidas sobre a qualidade dos ativos e suspeitas envolvendo carteiras de crédito. Isso levou à intensificação da supervisão a partir do fim de 2024. Boletim Focus e balanços corporativos O uma pesquisa mostrou nova queda na projeção de inflação para 2026, agora em 3,97%. A temporada de balanços corporativos continua no radar. O BTG Pactual divulgou lucro líquido ajustado de R$ 4,6 bilhões no quarto trimestre de 2025, alta de 40,3% em um ano. Desempenho acumulado Dólar: Semana: -0,62% Mês: -1,14% Ano: -5,48% Ibovespa: Semana: +0,87% Mês: +0,87% Ano: +13,54% O artigo Dólar fecha em R$ 5,18 e registra menor patamar desde maio de 2024 foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Dólar fecha em R$ 5,18 e registra menor patamar desde maio de 2024

A moeda americana encerrou hoje (9) em queda de 0,62%, cotada a R$ 5,1878. É o menor nível do ano e o patamar mais baixo desde maio de 2024. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançou 0,87% no dia.

O dólar perdeu força globalmente após notícias de que reguladores chineses estariam orientando bancos locais a reduzir a exposição aos Treasuries. Os Treasuries são títulos da dívida pública americana.

Pressão externa enfraquece dólar

A orientação chinesa aumentou a percepção de que investidores estrangeiros estariam evitando ativos dos Estados Unidos. Isso enfraqueceu o dólar em relação a outras moedas, incluindo o real brasileiro.

Investidores também avaliaram declarações de Kevin Hassett, assessor econômico da Casa Branca. Ele afirmou que o crescimento do emprego pode ser menor nos EUA nos próximos meses. O cenário reforça a perspectiva de que o Federal Reserve, o banco central americano, seja mais cauteloso na condução dos juros.

Cenário político internacional

O cenário político internacional também ficou no radar dos mercados. António José Seguro venceu as eleições presidenciais em Portugal. No Japão, o Partido Liberal Democrata conquistou dois terços do Parlamento.

Galípolo comenta caso Master

No Brasil, Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, participou de evento da Associação Brasileira de Bancos. Ele comentou sobre o Banco Master, em liquidação extrajudicial desde novembro de 2025.

Galípolo afirmou que o caso gerou confusão e desinformação no debate público. Segundo ele, não existe regra que proíba bancos de captar recursos pagando juros mais altos, como fazia o Master.

“Tinha gente que cobrava que liquidasse o banco porque existiam CDBs sendo emitidos a uma taxa superior ao CDI. Não se trata disso”, disse.

O presidente do BC explicou que o problema estava na combinação de dificuldades de liquidez, dúvidas sobre a qualidade dos ativos e suspeitas envolvendo carteiras de crédito. Isso levou à intensificação da supervisão a partir do fim de 2024.

Boletim Focus e balanços corporativos

O uma pesquisa mostrou nova queda na projeção de inflação para 2026, agora em 3,97%. A temporada de balanços corporativos continua no radar. O BTG Pactual divulgou lucro líquido ajustado de R$ 4,6 bilhões no quarto trimestre de 2025, alta de 40,3% em um ano.

Desempenho acumulado

Dólar:

Semana: -0,62%

Mês: -1,14%

Ano: -5,48%

Ibovespa:

Semana: +0,87%

Mês: +0,87%

Ano: +13,54%

O artigo Dólar fecha em R$ 5,18 e registra menor patamar desde maio de 2024 foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
3 altcoins podem renovar máximas históricas em fevereiro de 2026Enquanto a volatilidade persiste no mercado, algumas altcoins apresentam sinais de possível máxima histórica, mesmo diante da incerteza generalizada. Algumas permanecem próximas dos recordes, enquanto outras atraem atenção por apresentação de sinais favoráveis em dados on-chain. O BeInCrypto analisou três dessas altcoins que têm potencial para registrar novas máximas históricas. Canton (CC) A CC está sendo negociada próxima de US$ 0,165 no momento desta reportagem, cerca de 18,25% abaixo do recorde histórico de US$ 0,195. Apesar do cenário até agora negativo no mercado, a altcoin apresenta resistência relativa. Permanecer próxima das máximas recentes mantém a CC com perspectiva de possível continuidade do movimento se o ambiente se estabilizar. A CC permanece abaixo da resistência de US$ 0,176 enquanto aguarda sinais mais claros de recuperação. Sua correlação negativa com o Bitcoin, próxima de -0,50, cria uma dinâmica singular. Se o BTC registrar quedas adicionais, a CC pode evitar pressão de baixa e ganhar força, com chance de superar o patamar de US$ 0,176. Análise de preço da CC. Fonte: TradingView No entanto, um ambiente mais favorável ao Bitcoin pode impactar negativamente a CC devido a essa relação inversa. Nesse caso, a CC tende a se consolidar acima do suporte de US$ 0,155. Uma perda desse nível pode invalidar o cenário otimista e expor o token a uma queda mais acentuada, com possível recuo até US$ 0,142. Rain (RAIN) A RAIN apresenta um dos cenários mais favoráveis entre as altcoins, operando cerca de 16,7% abaixo do recorde de US$ 0,0105. O apoio dos investidores permanece sólido, refletido pela alta no Chaikin Money Flow. O aumento no CMF aponta forte entrada de capitais mesmo diante da recente hesitação nos preços. Essas entradas crescentes geram uma divergência altista em relação à queda recente da cotação da RAIN. Esse padrão sugere enfraquecimento da pressão vendedora à medida que a demanda aumenta. Caso o preço passe a refletir esse fluxo, a RAIN pode desafiar a resistência de US$ 0,0100. Uma quebra clara acima desse patamar abre caminho para uma nova máxima histórica. Análise de preço da RAIN. Fonte: TradingView Apesar disso, persistem riscos técnicos. A RAIN está negociada dentro de um padrão de cunha ampliada ascendente, estrutura geralmente associada a cenário de baixa. Alterações no sentimento dos investidores ou nova fragilidade no mercado podem provocar reversão. Nesse contexto, a RAIN pode recuar até o suporte de US$ 0,0084, invalidando a visão otimista. Impossible Cloud Network (ICNT) A ICNT segue entre as altcoins mais distantes de sua máxima histórica, exigindo alta de 37% desde US$ 0,430 para chegar a US$ 0,601. Apesar do avanço recente, há vários patamares de resistência adiante. Esses obstáculos devem limitar o ritmo de recuperação, mantendo a ICNT exposta a movimentos do mercado como um todo. As Bandas de Bollinger mostram estreitamento em torno do preço da ICNT, sugerindo iminente compressão de volatilidade. Esse cenário geralmente precede movimentos mais intensos. Após alta de 20% nos últimos três dias, um rompimento pode ampliar os ganhos. Superar com sucesso a resistência de US$ 0,463 pode impulsionar ainda mais a cotação. Análise de preço da ICNT. Fonte: TradingView O risco de queda permanece caso a pressão vendedora retorne. Realizações de lucro podem levar a ICNT abaixo do suporte de US$ 0,410. Perder esse nível expõe a altcoin a recuos adicionais. Nesse contexto, a ICNT pode recuar até US$ 0,362, inviabilizando o cenário positivo e interrompendo o ritmo de recuperação. O artigo 3 altcoins podem renovar máximas históricas em fevereiro de 2026 foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

3 altcoins podem renovar máximas históricas em fevereiro de 2026

Enquanto a volatilidade persiste no mercado, algumas altcoins apresentam sinais de possível máxima histórica, mesmo diante da incerteza generalizada. Algumas permanecem próximas dos recordes, enquanto outras atraem atenção por apresentação de sinais favoráveis em dados on-chain.

O BeInCrypto analisou três dessas altcoins que têm potencial para registrar novas máximas históricas.

Canton (CC)

A CC está sendo negociada próxima de US$ 0,165 no momento desta reportagem, cerca de 18,25% abaixo do recorde histórico de US$ 0,195. Apesar do cenário até agora negativo no mercado, a altcoin apresenta resistência relativa. Permanecer próxima das máximas recentes mantém a CC com perspectiva de possível continuidade do movimento se o ambiente se estabilizar.

A CC permanece abaixo da resistência de US$ 0,176 enquanto aguarda sinais mais claros de recuperação. Sua correlação negativa com o Bitcoin, próxima de -0,50, cria uma dinâmica singular. Se o BTC registrar quedas adicionais, a CC pode evitar pressão de baixa e ganhar força, com chance de superar o patamar de US$ 0,176.

Análise de preço da CC. Fonte: TradingView

No entanto, um ambiente mais favorável ao Bitcoin pode impactar negativamente a CC devido a essa relação inversa. Nesse caso, a CC tende a se consolidar acima do suporte de US$ 0,155. Uma perda desse nível pode invalidar o cenário otimista e expor o token a uma queda mais acentuada, com possível recuo até US$ 0,142.

Rain (RAIN)

A RAIN apresenta um dos cenários mais favoráveis entre as altcoins, operando cerca de 16,7% abaixo do recorde de US$ 0,0105. O apoio dos investidores permanece sólido, refletido pela alta no Chaikin Money Flow. O aumento no CMF aponta forte entrada de capitais mesmo diante da recente hesitação nos preços.

Essas entradas crescentes geram uma divergência altista em relação à queda recente da cotação da RAIN. Esse padrão sugere enfraquecimento da pressão vendedora à medida que a demanda aumenta. Caso o preço passe a refletir esse fluxo, a RAIN pode desafiar a resistência de US$ 0,0100. Uma quebra clara acima desse patamar abre caminho para uma nova máxima histórica.

Análise de preço da RAIN. Fonte: TradingView

Apesar disso, persistem riscos técnicos. A RAIN está negociada dentro de um padrão de cunha ampliada ascendente, estrutura geralmente associada a cenário de baixa. Alterações no sentimento dos investidores ou nova fragilidade no mercado podem provocar reversão.

Nesse contexto, a RAIN pode recuar até o suporte de US$ 0,0084, invalidando a visão otimista.

Impossible Cloud Network (ICNT)

A ICNT segue entre as altcoins mais distantes de sua máxima histórica, exigindo alta de 37% desde US$ 0,430 para chegar a US$ 0,601. Apesar do avanço recente, há vários patamares de resistência adiante. Esses obstáculos devem limitar o ritmo de recuperação, mantendo a ICNT exposta a movimentos do mercado como um todo.

As Bandas de Bollinger mostram estreitamento em torno do preço da ICNT, sugerindo iminente compressão de volatilidade. Esse cenário geralmente precede movimentos mais intensos. Após alta de 20% nos últimos três dias, um rompimento pode ampliar os ganhos. Superar com sucesso a resistência de US$ 0,463 pode impulsionar ainda mais a cotação.

Análise de preço da ICNT. Fonte: TradingView

O risco de queda permanece caso a pressão vendedora retorne. Realizações de lucro podem levar a ICNT abaixo do suporte de US$ 0,410. Perder esse nível expõe a altcoin a recuos adicionais.

Nesse contexto, a ICNT pode recuar até US$ 0,362, inviabilizando o cenário positivo e interrompendo o ritmo de recuperação.

O artigo 3 altcoins podem renovar máximas históricas em fevereiro de 2026 foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Mercado cripto: queda recente não reflete saúde do ecossistema, diz executivo da BinanceA recente queda no mercado de criptomoedas gerou preocupação entre investidores, especialmente os de varejo, que sentem o impacto imediato das correções de preço. Mas Guilherme Nazar, vice-presidente regional da Binance para as Américas, defende que capitalização de mercado e preços dos tokens sozinhos não refletem a saúde real do ecossistema cripto. Bitcoin valorizou 7 vezes em seis anos Para contextualizar os movimentos recentes, Nazar destaca o crescimento do Bitcoin nos últimos seis anos. Em fevereiro de 2020, a criptomoeda estava cotada em aproximadamente US$ 9.600. Em fevereiro de 2026 (6), o preço era de cerca de US$ 65 mil – um aumento de quase 7 vezes. No mesmo período, o índice S&P 500 cresceu apenas 2 vezes. Isso mostra o potencial único do Bitcoin para retornos excepcionais, apesar da volatilidade. Fundamentos continuam sólidos As quedas de mercado são naturais e esperadas no ciclo das criptomoedas. O que importa, segundo Nazar, são os fundamentos subjacentes – e eles permanecem fortes. Os ETFs à vista de Bitcoin nos Estados Unidos detêm aproximadamente 1,27 milhão de BTC. Esse volume está apenas modestamente abaixo do pico, apesar da correção significativa de preço. Isso indica que investidores institucionais mantêm confiança na proposta de valor de longo prazo dos ativos digitais. Empresas continuam acumulando Bitcoin O engajamento corporativo permanece forte. Somente em janeiro de 2026, empresas públicas adicionaram mais de 43.000 BTC às suas reservas. A posse total corporativa agora supera 1,1 milhão de BTC. Essa é uma abordagem estratégica de vários anos, não uma reação a flutuações de curto prazo. Stablecoins sustentam liquidez do mercado As stablecoins – criptomoedas atreladas a moedas tradicionais como o dólar – continuam sendo a base da liquidez do mercado. A oferta total está próxima ao recorde histórico, superior a US$ 306 bilhões. Isso representa mais do que o dobro dos níveis de 2024. Essa liquidez substancial sustenta atividades de liquidação (fechamento de operações), garantia e negociação. Ela proporciona estabilidade mesmo durante desafios de mercado. Perspectivas para 2028 A liquidez macroeconômica continuará sendo fator crítico. Se a oferta monetária global continuar expandindo conforme projetado, o G4 M2 (métrica que mede a oferta de dinheiro nas quatro maiores economias: EUA, Zona do Euro, Japão e Reino Unido) pode atingir US$ 105 trilhões até 2028. Nesse cenário, ativos digitais podem se beneficiar da melhoria das condições de liquidez. Paralelamente, a tokenização de ativos do mundo real – processo de transformar ativos físicos em tokens digitais – ultrapassou US$ 24 bilhões. Esses desenvolvimentos reforçam que os fundamentos da indústria cripto estão se fortalecendo através dos ciclos de mercado. O artigo Mercado cripto: queda recente não reflete saúde do ecossistema, diz executivo da Binance foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Mercado cripto: queda recente não reflete saúde do ecossistema, diz executivo da Binance

A recente queda no mercado de criptomoedas gerou preocupação entre investidores, especialmente os de varejo, que sentem o impacto imediato das correções de preço. Mas Guilherme Nazar, vice-presidente regional da Binance para as Américas, defende que capitalização de mercado e preços dos tokens sozinhos não refletem a saúde real do ecossistema cripto.

Bitcoin valorizou 7 vezes em seis anos

Para contextualizar os movimentos recentes, Nazar destaca o crescimento do Bitcoin nos últimos seis anos. Em fevereiro de 2020, a criptomoeda estava cotada em aproximadamente US$ 9.600. Em fevereiro de 2026 (6), o preço era de cerca de US$ 65 mil – um aumento de quase 7 vezes.

No mesmo período, o índice S&P 500 cresceu apenas 2 vezes. Isso mostra o potencial único do Bitcoin para retornos excepcionais, apesar da volatilidade.

Fundamentos continuam sólidos

As quedas de mercado são naturais e esperadas no ciclo das criptomoedas. O que importa, segundo Nazar, são os fundamentos subjacentes – e eles permanecem fortes.

Os ETFs à vista de Bitcoin nos Estados Unidos detêm aproximadamente 1,27 milhão de BTC. Esse volume está apenas modestamente abaixo do pico, apesar da correção significativa de preço. Isso indica que investidores institucionais mantêm confiança na proposta de valor de longo prazo dos ativos digitais.

Empresas continuam acumulando Bitcoin

O engajamento corporativo permanece forte. Somente em janeiro de 2026, empresas públicas adicionaram mais de 43.000 BTC às suas reservas. A posse total corporativa agora supera 1,1 milhão de BTC.

Essa é uma abordagem estratégica de vários anos, não uma reação a flutuações de curto prazo.

Stablecoins sustentam liquidez do mercado

As stablecoins – criptomoedas atreladas a moedas tradicionais como o dólar – continuam sendo a base da liquidez do mercado. A oferta total está próxima ao recorde histórico, superior a US$ 306 bilhões. Isso representa mais do que o dobro dos níveis de 2024.

Essa liquidez substancial sustenta atividades de liquidação (fechamento de operações), garantia e negociação. Ela proporciona estabilidade mesmo durante desafios de mercado.

Perspectivas para 2028

A liquidez macroeconômica continuará sendo fator crítico. Se a oferta monetária global continuar expandindo conforme projetado, o G4 M2 (métrica que mede a oferta de dinheiro nas quatro maiores economias: EUA, Zona do Euro, Japão e Reino Unido) pode atingir US$ 105 trilhões até 2028.

Nesse cenário, ativos digitais podem se beneficiar da melhoria das condições de liquidez.

Paralelamente, a tokenização de ativos do mundo real – processo de transformar ativos físicos em tokens digitais – ultrapassou US$ 24 bilhões. Esses desenvolvimentos reforçam que os fundamentos da indústria cripto estão se fortalecendo através dos ciclos de mercado.

O artigo Mercado cripto: queda recente não reflete saúde do ecossistema, diz executivo da Binance foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Preço do Ethereum atinge alvo de queda e mercado teme recuo até US$ 1 milO preço do Ethereum atingiu sua meta projetada de queda em torno de US$ 1.800 no início de fevereiro. A moeda chegou a recuar para US$ 1.740 antes de se recuperar. Desde então, o ETH avançou quase 23%, o que levou parte dos traders a acreditar que o pior pode ter passado. No entanto, repiques em tendências de baixa frequentemente aparentam força inicialmente. A dúvida real é se esse movimento conta de fato com compradores consistentes. No momento, gráficos, dados on-chain e métricas técnicas apontam que o suporte segue fragilizado. Vários sinais de alerta continuam indicando risco de novas quedas. Quebra no preço do ETH funcionou, mas recuperação carece de força real Em 5 de fevereiro, o Ethereum confirmou um padrão importante de reversão no gráfico diário, conforme análise publicada por analistas do BeInCrypto. Esse padrão tradicionalmente indica que vendedores estão dominando o cenário. O alvo projetado era próximo de US$ 1.800. O preço da moeda seguiu essa direção, caindo para US$ 1.740 em 6 de fevereiro. Após atingir essa faixa, o ETH se valorizou aproximadamente 23%. Num primeiro olhar, o movimento sugeriu forte apetite dos compradores, especialmente devido ao longo pavio inferior no candle de 6 de fevereiro. Porém, a dinâmica do mercado mostra outro cenário. Entre 2 e 8 de fevereiro, o preço registrou topos cada vez mais baixos. No mesmo intervalo, o Índice de Força Relativa (RSI), que acompanha a força de curto prazo, apontou para cima. Meta de queda atingida: TradingView O quadro revela uma divergência baixista oculta: a força de curto prazo melhora, mas a cotação não acompanha. Em resumo, o preço exibe dificuldade para subir, mesmo diante de um RSI mais favorável. Isso geralmente indica presença ativa de vendedores. Ou seja, embora a meta de queda tenha sido alcançada, a reação ainda não traz sinais de confiança sólida. Essa falta de confirmação consistente cria espaço para novos riscos de recuo. Reação de curto prazo dá lugar a novo cenário de baixa Como a recuperação recente carece de firmeza, o próximo aspecto a ser verificado é a estrutura do movimento. No gráfico de 12 horas, o Ethereum está desenhando um padrão de mastro e bandeira baixistas. Primeiro, houve forte queda de preço. Em seguida, ocorreu um repique dentro de um canal de alta. Esse é um padrão tradicional de continuação em tendências de baixa. Frequentemente, o resultado é um novo movimento de baixa, desde que o volume confirme o risco. O On-Balance Volume (OBV), que mede a força compradora real, segue enfraquecido. Não acompanha o preço com robustez. Isso evidencia suporte limitado das compras na alta recente. Além disso, o OBV flerta com a perda de sua linha de tendência de alta. Caso o volume ceda, há risco desse padrão de bandeira ser invalidado. Padrão baixista ETH: TradingView Se isso ocorrer, os preços podem registrar perdas mais acentuadas, em torno de 50% a partir da linha de tendência inferior. Para avaliar se os compradores, que impulsionaram a alta de 23%, podem evitar esse cenário, a análise on-chain é essencial. Traders de curto prazo estão comprando enquanto investidores de longo prazo vendem? Dados on-chain indicam que a recuperação recente foi conduzida principalmente por traders de curto prazo, e não por investidores de longo prazo. Uma das principais métricas é o NUPL de detentores de curto prazo, que mede se quem comprou recentemente acumula lucro ou prejuízo. No início de fevereiro, quando o Ethereum recuou para US$ 1.740, o NUPL desses participantes foi para cerca de -0,72, entrando em zona de capitulação. O dado refletia perdas não realizadas entre os compradores recentes. Na alta de 23%, porém, o NUPL subiu para em torno de -0,47. Isso representa melhora aproximada de 35% em relação ao fundo. Apesar de ainda negativo, a rapidez do ajuste mostra que muitos traders agiram rapidamente para comprar na baixa. Esse comportamento é semelhante a outros períodos em que fundos temporários foram formados, mas não sustentados. STH NUPL: Glassnode Em 10 de março de 2025, o NUPL também se recompôs até cerca de -0,45 enquanto o ETH era negociado perto de US$ 1.865. Nesse momento, muitos participantes consideraram que um fundo havia sido estabelecido. Um fundo mais sólido só surgiu em 8 de abril de 2025, quando o NUPL chegou próximo de -0,80, cerca de 75% abaixo do nível de março. Esse momento sinalizou exaustão real dos vendedores antes do início de uma recuperação sustentada. O preço girava em torno de US$ 1.470. A configuração atual se parece mais com o cenário de março de 2025 do que com o de abril de 2025. As perdas foram amenizadas cedo demais, sugerindo que ainda resta pânico no mercado. Ao mesmo tempo, investidores de longo prazo mantêm postura cautelosa. A variação acumulada em 30 dias do Hodler Net Position Change, que acompanha investidores mantendo ETH por mais de 155 dias, segue negativa. Em 4 de fevereiro, as saídas estavam próximas de -10.681 ETH. Em 8 de fevereiro, chegaram a cerca de -19.399 ETH. HODLers de ETH: Glassnode O dado indica um aumento de aproximadamente 82% no volume líquido de vendas em apenas quatro dias. Isso aponta para uma baixa convicção nos níveis atuais, evidenciando que a recuperação é impulsionada principalmente por traders de curto prazo buscando valorização rápida, enquanto investidores de longo prazo continuam reduzindo exposição. Níveis-chave de preço do Ethereum mostram por que o risco de US$ 1 mil ainda persiste Todos os sinais técnicos e on-chain agora apontam para uma estrutura fragilizada. Para manter-se em uma posição segura, o Ethereum precisa recuperar resistências importantes. A primeira barreira está próxima de US$ 2.150. Permanecer acima desse patamar aliviaria a pressão de curto prazo. O nível de invalidação principal encontra-se em US$ 2.780. Apenas acima desse valor a estrutura de baixa seria realmente revertida. No curto prazo, porém, o risco segue elevado. Os principais níveis de suporte são: US$ 1.990: suporte de curto prazo US$ 1.750: suporte de Fibonacci US$ 1.510: zona de retração principal (próxima da mínima de 8 de abril de 2025) US$ 1 mil: projeção da bandeira de baixa Análise de preço do Ethereum: TradingView Um fechamento diário abaixo de US$ 1.990 enfraqueceria a recuperação. Se o ativo perder os US$ 1.750, pode expor a zona de preço dos US$ 1.500 do ETH. Caso a estrutura de bandeira de baixa seja rompida por completo, a projeção aponta para US$ 1 mil. O movimento implicaria queda de quase 50% em relação aos níveis atuais. Neste momento, o Ethereum ainda está abaixo das principais resistências. O volume permanece fraco. Investidores de longo prazo seguem vendendo. E traders de curto prazo dominam o mercado. Até que esse cenário se altere, o risco de um movimento de queda mais profundo no preço do Ethereum continua presente. O artigo Preço do Ethereum atinge alvo de queda e mercado teme recuo até US$ 1 mil foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Preço do Ethereum atinge alvo de queda e mercado teme recuo até US$ 1 mil

O preço do Ethereum atingiu sua meta projetada de queda em torno de US$ 1.800 no início de fevereiro. A moeda chegou a recuar para US$ 1.740 antes de se recuperar. Desde então, o ETH avançou quase 23%, o que levou parte dos traders a acreditar que o pior pode ter passado.

No entanto, repiques em tendências de baixa frequentemente aparentam força inicialmente. A dúvida real é se esse movimento conta de fato com compradores consistentes. No momento, gráficos, dados on-chain e métricas técnicas apontam que o suporte segue fragilizado. Vários sinais de alerta continuam indicando risco de novas quedas.

Quebra no preço do ETH funcionou, mas recuperação carece de força real

Em 5 de fevereiro, o Ethereum confirmou um padrão importante de reversão no gráfico diário, conforme análise publicada por analistas do BeInCrypto. Esse padrão tradicionalmente indica que vendedores estão dominando o cenário. O alvo projetado era próximo de US$ 1.800. O preço da moeda seguiu essa direção, caindo para US$ 1.740 em 6 de fevereiro.

Após atingir essa faixa, o ETH se valorizou aproximadamente 23%. Num primeiro olhar, o movimento sugeriu forte apetite dos compradores, especialmente devido ao longo pavio inferior no candle de 6 de fevereiro. Porém, a dinâmica do mercado mostra outro cenário.

Entre 2 e 8 de fevereiro, o preço registrou topos cada vez mais baixos. No mesmo intervalo, o Índice de Força Relativa (RSI), que acompanha a força de curto prazo, apontou para cima.

Meta de queda atingida: TradingView

O quadro revela uma divergência baixista oculta: a força de curto prazo melhora, mas a cotação não acompanha.

Em resumo, o preço exibe dificuldade para subir, mesmo diante de um RSI mais favorável. Isso geralmente indica presença ativa de vendedores. Ou seja, embora a meta de queda tenha sido alcançada, a reação ainda não traz sinais de confiança sólida.

Essa falta de confirmação consistente cria espaço para novos riscos de recuo.

Reação de curto prazo dá lugar a novo cenário de baixa

Como a recuperação recente carece de firmeza, o próximo aspecto a ser verificado é a estrutura do movimento. No gráfico de 12 horas, o Ethereum está desenhando um padrão de mastro e bandeira baixistas.

Primeiro, houve forte queda de preço. Em seguida, ocorreu um repique dentro de um canal de alta. Esse é um padrão tradicional de continuação em tendências de baixa.

Frequentemente, o resultado é um novo movimento de baixa, desde que o volume confirme o risco. O On-Balance Volume (OBV), que mede a força compradora real, segue enfraquecido. Não acompanha o preço com robustez. Isso evidencia suporte limitado das compras na alta recente. Além disso, o OBV flerta com a perda de sua linha de tendência de alta. Caso o volume ceda, há risco desse padrão de bandeira ser invalidado.

Padrão baixista ETH: TradingView

Se isso ocorrer, os preços podem registrar perdas mais acentuadas, em torno de 50% a partir da linha de tendência inferior. Para avaliar se os compradores, que impulsionaram a alta de 23%, podem evitar esse cenário, a análise on-chain é essencial.

Traders de curto prazo estão comprando enquanto investidores de longo prazo vendem?

Dados on-chain indicam que a recuperação recente foi conduzida principalmente por traders de curto prazo, e não por investidores de longo prazo.

Uma das principais métricas é o NUPL de detentores de curto prazo, que mede se quem comprou recentemente acumula lucro ou prejuízo.

No início de fevereiro, quando o Ethereum recuou para US$ 1.740, o NUPL desses participantes foi para cerca de -0,72, entrando em zona de capitulação. O dado refletia perdas não realizadas entre os compradores recentes.

Na alta de 23%, porém, o NUPL subiu para em torno de -0,47. Isso representa melhora aproximada de 35% em relação ao fundo. Apesar de ainda negativo, a rapidez do ajuste mostra que muitos traders agiram rapidamente para comprar na baixa.

Esse comportamento é semelhante a outros períodos em que fundos temporários foram formados, mas não sustentados.

STH NUPL: Glassnode

Em 10 de março de 2025, o NUPL também se recompôs até cerca de -0,45 enquanto o ETH era negociado perto de US$ 1.865. Nesse momento, muitos participantes consideraram que um fundo havia sido estabelecido. Um fundo mais sólido só surgiu em 8 de abril de 2025, quando o NUPL chegou próximo de -0,80, cerca de 75% abaixo do nível de março. Esse momento sinalizou exaustão real dos vendedores antes do início de uma recuperação sustentada. O preço girava em torno de US$ 1.470.

A configuração atual se parece mais com o cenário de março de 2025 do que com o de abril de 2025. As perdas foram amenizadas cedo demais, sugerindo que ainda resta pânico no mercado. Ao mesmo tempo, investidores de longo prazo mantêm postura cautelosa.

A variação acumulada em 30 dias do Hodler Net Position Change, que acompanha investidores mantendo ETH por mais de 155 dias, segue negativa. Em 4 de fevereiro, as saídas estavam próximas de -10.681 ETH. Em 8 de fevereiro, chegaram a cerca de -19.399 ETH.

HODLers de ETH: Glassnode

O dado indica um aumento de aproximadamente 82% no volume líquido de vendas em apenas quatro dias. Isso aponta para uma baixa convicção nos níveis atuais, evidenciando que a recuperação é impulsionada principalmente por traders de curto prazo buscando valorização rápida, enquanto investidores de longo prazo continuam reduzindo exposição.

Níveis-chave de preço do Ethereum mostram por que o risco de US$ 1 mil ainda persiste

Todos os sinais técnicos e on-chain agora apontam para uma estrutura fragilizada. Para manter-se em uma posição segura, o Ethereum precisa recuperar resistências importantes. A primeira barreira está próxima de US$ 2.150.

Permanecer acima desse patamar aliviaria a pressão de curto prazo. O nível de invalidação principal encontra-se em US$ 2.780.

Apenas acima desse valor a estrutura de baixa seria realmente revertida. No curto prazo, porém, o risco segue elevado.

Os principais níveis de suporte são:

US$ 1.990: suporte de curto prazo

US$ 1.750: suporte de Fibonacci

US$ 1.510: zona de retração principal (próxima da mínima de 8 de abril de 2025)

US$ 1 mil: projeção da bandeira de baixa

Análise de preço do Ethereum: TradingView

Um fechamento diário abaixo de US$ 1.990 enfraqueceria a recuperação. Se o ativo perder os US$ 1.750, pode expor a zona de preço dos US$ 1.500 do ETH. Caso a estrutura de bandeira de baixa seja rompida por completo, a projeção aponta para US$ 1 mil.

O movimento implicaria queda de quase 50% em relação aos níveis atuais. Neste momento, o Ethereum ainda está abaixo das principais resistências.

O volume permanece fraco. Investidores de longo prazo seguem vendendo. E traders de curto prazo dominam o mercado. Até que esse cenário se altere, o risco de um movimento de queda mais profundo no preço do Ethereum continua presente.

O artigo Preço do Ethereum atinge alvo de queda e mercado teme recuo até US$ 1 mil foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
XRP atinge mínima de 15 meses e investidores partem para comprasO XRP sofreu uma forte onda de vendas recentemente, levando a cotação para perto do patamar de US$ 1,00, o menor valor em quase 15 meses. A queda abalou a confiança do mercado e provocou temor entre investidores de curto prazo. No entanto, o token evitou uma queda mais acentuada no último momento. A dúvida central agora é se a pressão vendedora irá se intensificar novamente ou se haverá estabilização. Investidores de XRP apresentam sinais mistos Grandes investidores de XRP retomaram a acumulação durante o período de queda. Carteiras com saldos entre 100 milhões e 1 bilhão adquiriram mais de 1,6 bilhão de tokens na última semana. Aos preços atuais, essa movimentação soma mais de US$ 2,24 bilhões, sinalizando renovado interesse de participantes relevantes. Esse movimento de acumulação colaborou para a recuperação da altcoin em relação às recentes mínimas. Compras realizadas por baleias costumam absorver a pressão de venda e estabilizar a cotação em períodos de volatilidade. Embora não garantam recuperação imediata, esses movimentos melhoram a liquidez e criam uma base para resiliência de preço no curto prazo. Acúmulo de XRP por baleias. Fonte: Santiment Investidores de longo prazo mantêm cautela apesar da atuação das baleias. A recente queda parece ter impactado a confiança construída nas semanas anteriores. O indicador Liveliness do XRP registrou alta durante a queda, indicando maior movimentação de tokens antes parados voltando ao mercado. O aumento do Liveliness sugere que investidores de longo prazo passaram da acumulação para a distribuição. Esse comportamento preocupa porque essas pessoas geralmente trazem estabilidade ao mercado. Caso a venda persista, pode reduzir o impacto da demanda das baleias e limitar a capacidade de uma recuperação. Liveliness do XRP. Fonte: Glassnode Investidores de XRP sob pressão O posicionamento em derivativos reforça o viés baixista na estrutura de mercado do XRP. Os dados apontam quase US$ 399 milhões em posições vendidas contra US$ 152 milhões em posições compradas. Esse desequilíbrio indica que operadores apostam em nova queda, não em rápida recuperação. O XRP apresenta maior risco caso volte a testar a faixa de US$ 1,00. Uma perda desse suporte pode gerar liquidações em cascata, ampliando a volatilidade e acelerando novas vendas, fortalecendo o movimento negativo no mercado futuro. Mapa de liquidações do XRP. Fonte: Coinglass Preço do XRP mantém suporte O XRP opera próximo de US$ 1,44 no momento desta reportagem, mantendo-se acima do suporte em US$ 1,42. No gráfico semanal, a moeda chegou a recuar até US$ 1,11 antes de se recuperar. Esse movimento registrou o menor valor em 15 meses, permanecendo pouco acima do nível psicológico de US$ 1,00. Diante do cenário atual, um novo teste de suportes inferiores permanece possível. A confiança reduzida dos investidores de longo prazo e o viés baixista dos derivativos ampliam o risco de queda. A perda dos US$ 1,42 pode levar o XRP novamente a US$ 1,11, zona em que compradores precisam atuar de forma intensa para evitar baixas adicionais. Análise de preço do XRP. Fonte: TradingView Existe uma possibilidade otimista caso a pressão vendedora perca força. A continuidade da atuação de baleias pode ajudar o XRP a recuperar impulso. Uma alta até US$ 1,91 indicaria um movimento de recuperação expressivo. O rompimento deste patamar pode levar a cotação para US$ 2,00, descartando a tese de queda e restaurando a confiança no mercado. O artigo XRP atinge mínima de 15 meses e investidores partem para compras foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

XRP atinge mínima de 15 meses e investidores partem para compras

O XRP sofreu uma forte onda de vendas recentemente, levando a cotação para perto do patamar de US$ 1,00, o menor valor em quase 15 meses. A queda abalou a confiança do mercado e provocou temor entre investidores de curto prazo.

No entanto, o token evitou uma queda mais acentuada no último momento. A dúvida central agora é se a pressão vendedora irá se intensificar novamente ou se haverá estabilização.

Investidores de XRP apresentam sinais mistos

Grandes investidores de XRP retomaram a acumulação durante o período de queda. Carteiras com saldos entre 100 milhões e 1 bilhão adquiriram mais de 1,6 bilhão de tokens na última semana. Aos preços atuais, essa movimentação soma mais de US$ 2,24 bilhões, sinalizando renovado interesse de participantes relevantes.

Esse movimento de acumulação colaborou para a recuperação da altcoin em relação às recentes mínimas. Compras realizadas por baleias costumam absorver a pressão de venda e estabilizar a cotação em períodos de volatilidade. Embora não garantam recuperação imediata, esses movimentos melhoram a liquidez e criam uma base para resiliência de preço no curto prazo.

Acúmulo de XRP por baleias. Fonte: Santiment

Investidores de longo prazo mantêm cautela apesar da atuação das baleias. A recente queda parece ter impactado a confiança construída nas semanas anteriores. O indicador Liveliness do XRP registrou alta durante a queda, indicando maior movimentação de tokens antes parados voltando ao mercado.

O aumento do Liveliness sugere que investidores de longo prazo passaram da acumulação para a distribuição. Esse comportamento preocupa porque essas pessoas geralmente trazem estabilidade ao mercado. Caso a venda persista, pode reduzir o impacto da demanda das baleias e limitar a capacidade de uma recuperação.

Liveliness do XRP. Fonte: Glassnode

Investidores de XRP sob pressão

O posicionamento em derivativos reforça o viés baixista na estrutura de mercado do XRP. Os dados apontam quase US$ 399 milhões em posições vendidas contra US$ 152 milhões em posições compradas. Esse desequilíbrio indica que operadores apostam em nova queda, não em rápida recuperação.

O XRP apresenta maior risco caso volte a testar a faixa de US$ 1,00. Uma perda desse suporte pode gerar liquidações em cascata, ampliando a volatilidade e acelerando novas vendas, fortalecendo o movimento negativo no mercado futuro.

Mapa de liquidações do XRP. Fonte: Coinglass

Preço do XRP mantém suporte

O XRP opera próximo de US$ 1,44 no momento desta reportagem, mantendo-se acima do suporte em US$ 1,42. No gráfico semanal, a moeda chegou a recuar até US$ 1,11 antes de se recuperar. Esse movimento registrou o menor valor em 15 meses, permanecendo pouco acima do nível psicológico de US$ 1,00.

Diante do cenário atual, um novo teste de suportes inferiores permanece possível. A confiança reduzida dos investidores de longo prazo e o viés baixista dos derivativos ampliam o risco de queda. A perda dos US$ 1,42 pode levar o XRP novamente a US$ 1,11, zona em que compradores precisam atuar de forma intensa para evitar baixas adicionais.

Análise de preço do XRP. Fonte: TradingView

Existe uma possibilidade otimista caso a pressão vendedora perca força. A continuidade da atuação de baleias pode ajudar o XRP a recuperar impulso. Uma alta até US$ 1,91 indicaria um movimento de recuperação expressivo. O rompimento deste patamar pode levar a cotação para US$ 2,00, descartando a tese de queda e restaurando a confiança no mercado.

O artigo XRP atinge mínima de 15 meses e investidores partem para compras foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
13,4 milhões de altcoins acabaram com a regulação da SECO analista de cripto Alex Krüger afirma que a maioria dos tokens fracassou por concepção, argumentando que regulamentações ultrapassadas forçam projetos a lançarem ativos sem direitos executáveis. Os comentários dele coincidem com um aumento expressivo nas falhas de tokens no mercado de cripto. Desde 2021, mais de 13,4 milhões de tokens “morreram”. Por que tantos altcoins fracassam no mercado atual Segundo uma pesquisa da CoinGecko, 53,2% de todas as criptomoedas listadas na GeckoTerminal já tinham falhado até o final de 2025. 11,6 milhões de tokens colapsaram em 2025, o que representa 86,3% de todos os fracassos registrados desde 2021, indicando aceleração sem precedentes. A quantidade de projetos de cripto listados subiu de cerca de 428 mil em 2021 para 20,2 milhões até 2025. Esse crescimento foi acompanhado por elevação nas falhas: apenas 2.584 moedas morreram em 2021, número que saltou para 213.075 em 2022, 245.049 em 2023 e 1,38 milhão em 2024. No entanto, o colapso de 2025 superou todos os anos anteriores. Determinados segmentos apresentaram índices ainda maiores de fracasso. Tokens de música e vídeo tiveram taxas próximas de 75%. O analista Krüger defende que estruturas de tokens e normas antigas impulsionaram a crise. “… A maior parte dos tokens já criados são inúteis por concepção devido a regulamentações ultrapassadas”, escreveu. Em análise detalhada, Krüger apontou que o uso do Howey Test pela SEC e atuação regulatória reativa pressionaram projetos de cripto. O Howey Test é adotado por autoridades americanas para decidir se uma transação deve ser considerada “contrato de investimento” e, portanto, um valor mobiliário segundo a legislação dos EUA. Uma transação é classificada como valor mobiliário se envolver: um investimento de dinheiro, em empreendimento comum, com expectativa de lucro, baseada nos esforços de terceiros. Se os quatro critérios forem atendidos, aplicam-se as leis de valores mobiliários dos EUA. Para fugir da classificação como valor mobiliário, equipes passaram a retirar sistematicamente todos os direitos dos tokens. Segundo Krüger, esse processo resultou em uma classe de ativos fundamentada em especulação, não em propriedade. Essa escolha impactou profundamente o setor. Sem direitos contratuais, investidores de tokens ficam sem possibilidades legais. Paralelamente, fundadores não assumem obrigações fiduciárias perante quem aporta recursos. Na prática, isso gerou um vácuo de responsabilidade. Equipes podem controlar grandes tesourarias ou abandonar projetos sem enfrentar repercussões legais ou financeiras. “… Em qualquer outro mercado, um projeto que oferece zero direitos e opacidade total da tesouraria não levantaria sequer um centavo. No universo cripto, esse era o único caminho para adequação. O resultado é uma década de tokens projetados para soft rug”, acrescenta. Ao se frustrarem com tokens utilitários bancados por fundos de risco, traders pessoas físicas optaram por memecoins, que oferecem ausência de utilidade de forma transparente. Krüger ressaltou que esse movimento ampliou a especulação e inflou dinâmicas intensas do mercado. “… E isso só agravou o problema: memecoins são ainda mais especulativas e menos transparentes, acelerando a transição para negociações predatórias PVP e apostas de soma zero”, observou. Bingo. Largely why fungible tokens are uninteresting to me right now and I see nearly 100% of them as poor risk:reward. There will be a reckoning and bleed to zero of nearly all of them. Eventually clear regulations will lead to tokens with strong fundamentals and/or equity.… https://t.co/INj6yH77j7 — DGMD.6529 (@DGMD22) February 8, 2026 Krüger defende que a solução passa por uma nova geração de tokens sob regras regulatórias mais rigorosas. O artigo 13,4 milhões de altcoins acabaram com a regulação da SEC foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

13,4 milhões de altcoins acabaram com a regulação da SEC

O analista de cripto Alex Krüger afirma que a maioria dos tokens fracassou por concepção, argumentando que regulamentações ultrapassadas forçam projetos a lançarem ativos sem direitos executáveis.

Os comentários dele coincidem com um aumento expressivo nas falhas de tokens no mercado de cripto. Desde 2021, mais de 13,4 milhões de tokens “morreram”.

Por que tantos altcoins fracassam no mercado atual

Segundo uma pesquisa da CoinGecko, 53,2% de todas as criptomoedas listadas na GeckoTerminal já tinham falhado até o final de 2025. 11,6 milhões de tokens colapsaram em 2025, o que representa 86,3% de todos os fracassos registrados desde 2021, indicando aceleração sem precedentes.

A quantidade de projetos de cripto listados subiu de cerca de 428 mil em 2021 para 20,2 milhões até 2025. Esse crescimento foi acompanhado por elevação nas falhas: apenas 2.584 moedas morreram em 2021, número que saltou para 213.075 em 2022, 245.049 em 2023 e 1,38 milhão em 2024. No entanto, o colapso de 2025 superou todos os anos anteriores.

Determinados segmentos apresentaram índices ainda maiores de fracasso. Tokens de música e vídeo tiveram taxas próximas de 75%. O analista Krüger defende que estruturas de tokens e normas antigas impulsionaram a crise.

“… A maior parte dos tokens já criados são inúteis por concepção devido a regulamentações ultrapassadas”, escreveu.

Em análise detalhada, Krüger apontou que o uso do Howey Test pela SEC e atuação regulatória reativa pressionaram projetos de cripto. O Howey Test é adotado por autoridades americanas para decidir se uma transação deve ser considerada “contrato de investimento” e, portanto, um valor mobiliário segundo a legislação dos EUA.

Uma transação é classificada como valor mobiliário se envolver:

um investimento de dinheiro,

em empreendimento comum,

com expectativa de lucro,

baseada nos esforços de terceiros.

Se os quatro critérios forem atendidos, aplicam-se as leis de valores mobiliários dos EUA. Para fugir da classificação como valor mobiliário, equipes passaram a retirar sistematicamente todos os direitos dos tokens. Segundo Krüger, esse processo resultou em uma classe de ativos fundamentada em especulação, não em propriedade.

Essa escolha impactou profundamente o setor. Sem direitos contratuais, investidores de tokens ficam sem possibilidades legais. Paralelamente, fundadores não assumem obrigações fiduciárias perante quem aporta recursos.

Na prática, isso gerou um vácuo de responsabilidade. Equipes podem controlar grandes tesourarias ou abandonar projetos sem enfrentar repercussões legais ou financeiras.

“… Em qualquer outro mercado, um projeto que oferece zero direitos e opacidade total da tesouraria não levantaria sequer um centavo. No universo cripto, esse era o único caminho para adequação. O resultado é uma década de tokens projetados para soft rug”, acrescenta.

Ao se frustrarem com tokens utilitários bancados por fundos de risco, traders pessoas físicas optaram por memecoins, que oferecem ausência de utilidade de forma transparente. Krüger ressaltou que esse movimento ampliou a especulação e inflou dinâmicas intensas do mercado.

“… E isso só agravou o problema: memecoins são ainda mais especulativas e menos transparentes, acelerando a transição para negociações predatórias PVP e apostas de soma zero”, observou.

Bingo. Largely why fungible tokens are uninteresting to me right now and I see nearly 100% of them as poor risk:reward.

There will be a reckoning and bleed to zero of nearly all of them. Eventually clear regulations will lead to tokens with strong fundamentals and/or equity.… https://t.co/INj6yH77j7

— DGMD.6529 (@DGMD22) February 8, 2026

Krüger defende que a solução passa por uma nova geração de tokens sob regras regulatórias mais rigorosas.

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Eventos de blockchain e cripto formam circuito regional na América Latina em 2026A LATAM Blockchain Events, organização responsável pela Perú Blockchain Conference, anunciou o lançamento de seu circuito regional 2026 na América Latina. A iniciativa reúne três eventos voltados à adoção de criptomoedas, trading e tecnologia blockchain: a Bolivia Blockchain Week, nos dias 27 e 28 de fevereiro, em Santa Cruz; a México Blockchain Week, em 27 e 28 de março, na Cidade do México; e a Perú Blockchain Conference, marcada para 19 e 20 de junho, em Lima. Com mais de seis anos de atuação na realização de eventos presenciais e parcerias com exchanges e empresas do setor Web3, a organização afirma que o circuito busca ampliar o debate sobre cripto e blockchain na região. A proposta envolve atividades educacionais, workshops, sessões e competições de trading, além de eventos paralelos e espaços de networking voltados a comunidades, formadores de opinião e representantes institucionais. Calendário oficial de eventos 2026 (primeiro semestre) Bolivia Blockchain Week 📍 Santa Cruz de la Sierra, Bolívia 🗓️ 27 e 28 de fevereiro 🌐 www.boliviablockchainweek.la México Blockchain Week 📍 Cidade do México, México 🗓️ 27 e 28 de março 🌐 www.mexicoblockchainweek.la Perú Blockchain Conference 📍 San Isidro, Lima, Peru 🗓️ 19 e 20 de junho 🌐 www.perublockchainconference.com Entradas gratuitas e agenda multissetorial As três edições contarão com entrada gratuita e uma programação que inclui temas como criptomoedas, trading, adoção, infraestrutura blockchain, regulação, Web3 e educação financeira. A agenda está sendo desenvolvida em parceria com comunidades locais e internacionais, com foco na integração entre público retail, desenvolvedores, líderes de opinião e tomadores de decisão dos setores B2C, B2B e B2G. Segundo Bryan Aguilar, CEO e gerente geral da LATAM Blockchain Events, o objetivo do circuito é atuar como um elo entre empresas do setor cripto e os ecossistemas locais da América Latina. De acordo com ele, a proposta é contribuir para o avanço da adoção de criptomoedas e do desenvolvimento blockchain na região, a partir da experiência acumulada pela organização em edições anteriores. Em eventos passados, a LATAM Blockchain Events contou com a participação de nomes relevantes do setor, como Charles Hoskinson, cofundador do Ethereum e fundador da Cardano (IOHK), além de executivos e representantes de empresas globais e regionais do ecossistema Web3. A lista inclui lideranças ligadas a exchanges, empresas de infraestrutura blockchain, análise on-chain e projetos voltados à adoção tecnológica na América Latina. A organização também registra a participação recorrente de empresas do setor cripto, protocolos blockchain e corretoras, além de brokers do mercado financeiro tradicional, que integram as atividades e debates ao longo dos eventos. Convocatória aberta para participantes e parceiros A LATAM Blockchain Events informou que novas atualizações sobre palestrantes, programação e parceiros estratégicos serão divulgadas nas próximas semanas. O circuito mantém convocações abertas para empresas interessadas em apoiar os eventos, bem como para palestrantes, projetos, comunidades e veículos de mídia que desejem participar das edições em cada país. O contato para informações institucionais, imprensa e parcerias pode ser feito pelos canais oficiais da organização. Expansão prevista Por fim, os organizadores indicaram que o circuito deve ser ampliado para outros países da América Latina e também para os Estados Unidos, como parte do plano de expansão internacional previsto para os próximos anos. Sobre a LATAM Blockchain Events A LATAM Blockchain Events é responsável pela organização da Perú Blockchain Conference, Bolivia Blockchain Week e México Blockchain Week. A atuação da empresa é focada na realização de eventos presenciais voltados ao ecossistema cripto e blockchain, com ênfase em educação, networking e integração entre diferentes agentes do mercado latino-americano. O artigo Eventos de blockchain e cripto formam circuito regional na América Latina em 2026 foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Eventos de blockchain e cripto formam circuito regional na América Latina em 2026

A LATAM Blockchain Events, organização responsável pela Perú Blockchain Conference, anunciou o lançamento de seu circuito regional 2026 na América Latina. A iniciativa reúne três eventos voltados à adoção de criptomoedas, trading e tecnologia blockchain: a Bolivia Blockchain Week, nos dias 27 e 28 de fevereiro, em Santa Cruz; a México Blockchain Week, em 27 e 28 de março, na Cidade do México; e a Perú Blockchain Conference, marcada para 19 e 20 de junho, em Lima.

Com mais de seis anos de atuação na realização de eventos presenciais e parcerias com exchanges e empresas do setor Web3, a organização afirma que o circuito busca ampliar o debate sobre cripto e blockchain na região. A proposta envolve atividades educacionais, workshops, sessões e competições de trading, além de eventos paralelos e espaços de networking voltados a comunidades, formadores de opinião e representantes institucionais.

Calendário oficial de eventos 2026 (primeiro semestre)

Bolivia Blockchain Week
📍 Santa Cruz de la Sierra, Bolívia
🗓️ 27 e 28 de fevereiro
🌐 www.boliviablockchainweek.la

México Blockchain Week
📍 Cidade do México, México
🗓️ 27 e 28 de março
🌐 www.mexicoblockchainweek.la

Perú Blockchain Conference
📍 San Isidro, Lima, Peru
🗓️ 19 e 20 de junho
🌐 www.perublockchainconference.com

Entradas gratuitas e agenda multissetorial

As três edições contarão com entrada gratuita e uma programação que inclui temas como criptomoedas, trading, adoção, infraestrutura blockchain, regulação, Web3 e educação financeira. A agenda está sendo desenvolvida em parceria com comunidades locais e internacionais, com foco na integração entre público retail, desenvolvedores, líderes de opinião e tomadores de decisão dos setores B2C, B2B e B2G.

Segundo Bryan Aguilar, CEO e gerente geral da LATAM Blockchain Events, o objetivo do circuito é atuar como um elo entre empresas do setor cripto e os ecossistemas locais da América Latina. De acordo com ele, a proposta é contribuir para o avanço da adoção de criptomoedas e do desenvolvimento blockchain na região, a partir da experiência acumulada pela organização em edições anteriores.

Em eventos passados, a LATAM Blockchain Events contou com a participação de nomes relevantes do setor, como Charles Hoskinson, cofundador do Ethereum e fundador da Cardano (IOHK), além de executivos e representantes de empresas globais e regionais do ecossistema Web3. A lista inclui lideranças ligadas a exchanges, empresas de infraestrutura blockchain, análise on-chain e projetos voltados à adoção tecnológica na América Latina.

A organização também registra a participação recorrente de empresas do setor cripto, protocolos blockchain e corretoras, além de brokers do mercado financeiro tradicional, que integram as atividades e debates ao longo dos eventos.

Convocatória aberta para participantes e parceiros

A LATAM Blockchain Events informou que novas atualizações sobre palestrantes, programação e parceiros estratégicos serão divulgadas nas próximas semanas. O circuito mantém convocações abertas para empresas interessadas em apoiar os eventos, bem como para palestrantes, projetos, comunidades e veículos de mídia que desejem participar das edições em cada país.

O contato para informações institucionais, imprensa e parcerias pode ser feito pelos canais oficiais da organização.

Expansão prevista

Por fim, os organizadores indicaram que o circuito deve ser ampliado para outros países da América Latina e também para os Estados Unidos, como parte do plano de expansão internacional previsto para os próximos anos.

Sobre a LATAM Blockchain Events

A LATAM Blockchain Events é responsável pela organização da Perú Blockchain Conference, Bolivia Blockchain Week e México Blockchain Week. A atuação da empresa é focada na realização de eventos presenciais voltados ao ecossistema cripto e blockchain, com ênfase em educação, networking e integração entre diferentes agentes do mercado latino-americano.

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De bilhões para US$ 187 milhões venda intensa de cripto chega ao limite?Os mercados de cripto podem estar dando sinais iniciais de estabilização após semanas de vendas intensas, segundo o relatório mais recente da CoinShares sobre ativos digitais. Os produtos de investimento registraram uma forte redução nas saídas de recursos: de mais de US$ 1,7 bilhão observados por duas semanas seguidas, o volume semanal caiu para apenas US$ 187 milhões. Saída de cripto diminui para US$ 187 milhões, aponta relatório da CoinShares Os dados mais recentes da CoinShares apontam que o total de ativos sob gestão recuou para US$ 129,8 bilhões, o menor patamar desde março de 2025, refletindo o efeito da recente queda nos preços. Pela análise do gráfico abaixo, tendências regionais sugerem confiança seletiva, com estratégias institucionais e ações voltadas a determinadas regiões divergindo enquanto o sentimento global permanece cauteloso. Fluxos de Cripto em AUM. Fonte: Relatório CoinShares Apesar da postura cautelosa dos investidores, a atividade de negociação seguiu elevada. Os produtos negociados em bolsa (ETPs) de cripto atingiram volume semanal recorde de US$ 63,1 bilhões, superando o pico anterior de US$ 56,4 bilhões de outubro de 2025. Volumes elevados em meio à desaceleração nas saídas indicam que investidores estão se reposicionando, em vez de deixar o mercado — um movimento sutil, mas relevante. O Bitcoin registrou saídas de US$ 264 milhões, evidenciando a migração de recursos do principal criptoativo para outras opções digitais. Entre as altcoins, XRP, Solana e Ethereum lideraram as entradas, com US$ 63,1 milhões, US$ 8,2 milhões e US$ 5,3 milhões, respectivamente. O XRP, especialmente, se destacou como favorito, acumulando US$ 109 milhões em aportes no acumulado deste ano. Saídas de Cripto por Ativo. Fonte: Relatório CoinShares Capitulação de cripto dá sinais de desaceleração, mas fundo ainda não está confirmado Apesar da persistente pressão sobre os preços, vale observar que a expressiva redução nas saídas não é trivial, considerando os US$ 1,73 bilhão em saídas negativas e os US$ 1,7 bilhão da semana anterior. Esse recuo nas saídas de fundos de cripto em semanas consecutivas está sendo entendido como um possível ponto de inflexão. Segundo analistas, uma desaceleração desse tipo costuma anteceder mudanças no ritmo do mercado, sugerindo que o ciclo de vendas pode estar perto do fim. “… A desaceleração nas saídas sugere que a pressão vendedora está diminuindo e a fuga de capital pode estar perto do limite. Historicamente, essa alteração costuma anteceder uma mudança no ritmo do mercado. Os primeiros sinais de estabilização já começam a aparecer”, afirmou Andre. Historicamente, ciclos de cripto dificilmente se invertem logo após picos de vendas. Em geral, o mercado passa por um período de moderação nas saídas antes que os aportes retornem, padrão que começa a se desenhar na atual correção. Dessa forma, a desaceleração observada nas saídas na última semana pode ser um sinal antecipado, mas não deve ser encarada como garantia de recuperação. Em termos mais amplos, o cenário aponta que o mercado parece estar saindo de uma capitulação motivada pelo pânico para uma fase de consolidação e acumulação seletiva. Enquanto o Bitcoin segue registrando saídas, o movimento contrário das altcoins e mercados regionais indica que investidores estão apenas realocando risco, e não deixando a cripto completamente. Mesmo assim, a cautela permanece importante, pois uma única semana de redução nas saídas de cripto não representa fundo confirmado do mercado. O artigo De bilhões para US$ 187 milhões venda intensa de cripto chega ao limite? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

De bilhões para US$ 187 milhões venda intensa de cripto chega ao limite?

Os mercados de cripto podem estar dando sinais iniciais de estabilização após semanas de vendas intensas, segundo o relatório mais recente da CoinShares sobre ativos digitais.

Os produtos de investimento registraram uma forte redução nas saídas de recursos: de mais de US$ 1,7 bilhão observados por duas semanas seguidas, o volume semanal caiu para apenas US$ 187 milhões.

Saída de cripto diminui para US$ 187 milhões, aponta relatório da CoinShares

Os dados mais recentes da CoinShares apontam que o total de ativos sob gestão recuou para US$ 129,8 bilhões, o menor patamar desde março de 2025, refletindo o efeito da recente queda nos preços.

Pela análise do gráfico abaixo, tendências regionais sugerem confiança seletiva, com estratégias institucionais e ações voltadas a determinadas regiões divergindo enquanto o sentimento global permanece cauteloso.

Fluxos de Cripto em AUM. Fonte: Relatório CoinShares

Apesar da postura cautelosa dos investidores, a atividade de negociação seguiu elevada. Os produtos negociados em bolsa (ETPs) de cripto atingiram volume semanal recorde de US$ 63,1 bilhões, superando o pico anterior de US$ 56,4 bilhões de outubro de 2025.

Volumes elevados em meio à desaceleração nas saídas indicam que investidores estão se reposicionando, em vez de deixar o mercado — um movimento sutil, mas relevante.

O Bitcoin registrou saídas de US$ 264 milhões, evidenciando a migração de recursos do principal criptoativo para outras opções digitais.

Entre as altcoins, XRP, Solana e Ethereum lideraram as entradas, com US$ 63,1 milhões, US$ 8,2 milhões e US$ 5,3 milhões, respectivamente. O XRP, especialmente, se destacou como favorito, acumulando US$ 109 milhões em aportes no acumulado deste ano.

Saídas de Cripto por Ativo. Fonte: Relatório CoinShares

Capitulação de cripto dá sinais de desaceleração, mas fundo ainda não está confirmado

Apesar da persistente pressão sobre os preços, vale observar que a expressiva redução nas saídas não é trivial, considerando os US$ 1,73 bilhão em saídas negativas e os US$ 1,7 bilhão da semana anterior. Esse recuo nas saídas de fundos de cripto em semanas consecutivas está sendo entendido como um possível ponto de inflexão.

Segundo analistas, uma desaceleração desse tipo costuma anteceder mudanças no ritmo do mercado, sugerindo que o ciclo de vendas pode estar perto do fim.

“… A desaceleração nas saídas sugere que a pressão vendedora está diminuindo e a fuga de capital pode estar perto do limite. Historicamente, essa alteração costuma anteceder uma mudança no ritmo do mercado. Os primeiros sinais de estabilização já começam a aparecer”, afirmou Andre.

Historicamente, ciclos de cripto dificilmente se invertem logo após picos de vendas. Em geral, o mercado passa por um período de moderação nas saídas antes que os aportes retornem, padrão que começa a se desenhar na atual correção.

Dessa forma, a desaceleração observada nas saídas na última semana pode ser um sinal antecipado, mas não deve ser encarada como garantia de recuperação.

Em termos mais amplos, o cenário aponta que o mercado parece estar saindo de uma capitulação motivada pelo pânico para uma fase de consolidação e acumulação seletiva.

Enquanto o Bitcoin segue registrando saídas, o movimento contrário das altcoins e mercados regionais indica que investidores estão apenas realocando risco, e não deixando a cripto completamente.

Mesmo assim, a cautela permanece importante, pois uma única semana de redução nas saídas de cripto não representa fundo confirmado do mercado.

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Por que o mercado de criptomoedas está em alta hoje 09/02/2026?A capitalização total do mercado de criptomoedas (TOTAL) e do Bitcoin (BTC) registraram um bom fechamento de fim de semana, com alta de US$ 30 bilhões nas últimas 24 horas. O Bitcoin acompanhou essa tendência de alta, registrando valorização de mais de 9% no mesmo período. Nas notícias de hoje: Vitalik Buterin e o analista c-node criticaram grande parte do DeFi atual como superficial , argumentando que muitas estratégias de rendimento priorizam a especulação em detrimento da verdadeira descentralização. Buterin rebateu delineando uma estrutura para o DeFi “real”, destacando as stablecoins algorítmicas com sobrecolateralização e minimização de riscos como casos de uso genuinamente descentralizados. A BitMine adquiriu aproximadamente 20 mil ETH por US$ 41,98 milhões , aproveitando a recente volatilidade do mercado para expandir seu tesouro de Ethereum. A compra aproxima a empresa de sua meta de deter 5% da oferta circulante de ETH, com reservas atuais superiores a 4,29 milhões de ETH. O mercado de criptomoedas está se mantendo firme A capitalização total do mercado de criptomoedas aumentou em US$ 30 bilhões nas últimas 24 horas, atingindo US$ 2,38 trilhões no momento da redação deste texto. O índice TOTAL agora se estabiliza acima do nível de US$ 2,37 trilhões. Essa consolidação sugere um equilíbrio de curto prazo, enquanto compradores e vendedores reavaliam seu posicionamento após a recente volatilidade. As condições de mercado se acalmaram durante o fim de semana, após uma semana altamente volátil dominada por perdas. A manutenção de baixa volatilidade é crucial para novas altas. Se a estabilidade se mantiver, a TOTAL poderá tentar uma valorização significativa. Ultrapassar os US$ 2,45 trilhões sinalizaria uma renovação da confiança e apoiaria uma recuperação mais ampla dos ativos digitais. Análise de preço TOTAL. Fonte: TradingView O risco de queda permanece caso o sentimento se deteriore novamente. Um retorno da pressão vendedora poderia arrastar a capitalização total do mercado de criptomoedas de volta para perto de US$ 2,30 trilhões. Em condições mais desfavoráveis, as perdas podem se estender ainda mais, para US$ 2,22 trilhões, apagando os ganhos recentes e atrasando as perspectivas de recuperação. Bitcoin recupera US$ 70 mil No momento da redação deste texto, o Bitcoin está sendo negociado próximo a US$ 70.800, mantendo-se acima do suporte crítico de US$ 70 mil. Esse nível continua sendo um ponto focal para os traders, pois define a direção da tendência de curto prazo. A manutenção acima desse patamar sugere uma maior estabilidade após a recente volatilidade em todo o mercado de criptomoedas. A consolidação do suporte em US$ 70 mil é essencial para a recuperação do Bitcoin . Uma sustentação firme desse nível poderia permitir que o BTC ampliasse seus ganhos e recuperasse as perdas recentes. O objetivo imediato de alta é de US$ 75 mil, um nível que sinalizaria um renovado ímpeto de alta e fortaleceria a confiança entre os participantes do mercado no curto prazo. Análise do preço do BTC. Fonte: TradingView No entanto, a recuperação permanece frágil, visto que os fluxos de capital ainda não aceleraram de forma significativa. Uma participação mais forte dos investidores é necessária para sustentar o ímpeto de alta. Se o suporte enfraquecer e a demanda diminuir, o Bitcoin poderá cair abaixo de US$ 70 mil. Nesse cenário, os riscos de preço caem para US$ 62.893, invalidando a recuperação prevista. STABLE se mantém estável No momento da redação deste texto, a STABLE está sendo negociada próximo a US$ 0,0186, logo abaixo da resistência de US$ 0,0189. A altcoin despencou 43% na última semana antes de se estabilizar. Até agora, o preço se manteve acima do suporte de US$ 0,0165, impedindo uma queda mais acentuada no curto prazo. A pressão compradora permanece fraca, limitando o potencial de alta da STABLE no curto prazo. Uma quebra decisiva acima da resistência de US$ 0,0189 seria necessária para melhorar o ímpeto. Se confirmada, a próxima meta de alta está em US$ 0,0225, que representa o principal objetivo de recuperação para os participantes otimistas. Análise de preço STABLE . Fonte: TradingView Os riscos de queda persistem caso o sentimento do mercado se deteriore. Uma renovada pressão vendedora ou uma fraqueza generalizada podem levar a STABLE abaixo do suporte de US$ 0,0165. Uma quebra nesse nível provavelmente levaria o preço em direção a US$ 0,0140, invalidando a tese de alta e estendendo a atual tendência corretiva. O artigo Por que o mercado de criptomoedas está em alta hoje 09/02/2026? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Por que o mercado de criptomoedas está em alta hoje 09/02/2026?

A capitalização total do mercado de criptomoedas (TOTAL) e do Bitcoin (BTC) registraram um bom fechamento de fim de semana, com alta de US$ 30 bilhões nas últimas 24 horas. O Bitcoin acompanhou essa tendência de alta, registrando valorização de mais de 9% no mesmo período.

Nas notícias de hoje:

Vitalik Buterin e o analista c-node criticaram grande parte do DeFi atual como superficial , argumentando que muitas estratégias de rendimento priorizam a especulação em detrimento da verdadeira descentralização. Buterin rebateu delineando uma estrutura para o DeFi “real”, destacando as stablecoins algorítmicas com sobrecolateralização e minimização de riscos como casos de uso genuinamente descentralizados.

A BitMine adquiriu aproximadamente 20 mil ETH por US$ 41,98 milhões , aproveitando a recente volatilidade do mercado para expandir seu tesouro de Ethereum. A compra aproxima a empresa de sua meta de deter 5% da oferta circulante de ETH, com reservas atuais superiores a 4,29 milhões de ETH.

O mercado de criptomoedas está se mantendo firme

A capitalização total do mercado de criptomoedas aumentou em US$ 30 bilhões nas últimas 24 horas, atingindo US$ 2,38 trilhões no momento da redação deste texto. O índice TOTAL agora se estabiliza acima do nível de US$ 2,37 trilhões. Essa consolidação sugere um equilíbrio de curto prazo, enquanto compradores e vendedores reavaliam seu posicionamento após a recente volatilidade.

As condições de mercado se acalmaram durante o fim de semana, após uma semana altamente volátil dominada por perdas. A manutenção de baixa volatilidade é crucial para novas altas. Se a estabilidade se mantiver, a TOTAL poderá tentar uma valorização significativa. Ultrapassar os US$ 2,45 trilhões sinalizaria uma renovação da confiança e apoiaria uma recuperação mais ampla dos ativos digitais.

Análise de preço TOTAL. Fonte: TradingView

O risco de queda permanece caso o sentimento se deteriore novamente. Um retorno da pressão vendedora poderia arrastar a capitalização total do mercado de criptomoedas de volta para perto de US$ 2,30 trilhões. Em condições mais desfavoráveis, as perdas podem se estender ainda mais, para US$ 2,22 trilhões, apagando os ganhos recentes e atrasando as perspectivas de recuperação.

Bitcoin recupera US$ 70 mil

No momento da redação deste texto, o Bitcoin está sendo negociado próximo a US$ 70.800, mantendo-se acima do suporte crítico de US$ 70 mil. Esse nível continua sendo um ponto focal para os traders, pois define a direção da tendência de curto prazo. A manutenção acima desse patamar sugere uma maior estabilidade após a recente volatilidade em todo o mercado de criptomoedas.

A consolidação do suporte em US$ 70 mil é essencial para a recuperação do Bitcoin . Uma sustentação firme desse nível poderia permitir que o BTC ampliasse seus ganhos e recuperasse as perdas recentes. O objetivo imediato de alta é de US$ 75 mil, um nível que sinalizaria um renovado ímpeto de alta e fortaleceria a confiança entre os participantes do mercado no curto prazo.

Análise do preço do BTC. Fonte: TradingView

No entanto, a recuperação permanece frágil, visto que os fluxos de capital ainda não aceleraram de forma significativa. Uma participação mais forte dos investidores é necessária para sustentar o ímpeto de alta. Se o suporte enfraquecer e a demanda diminuir, o Bitcoin poderá cair abaixo de US$ 70 mil. Nesse cenário, os riscos de preço caem para US$ 62.893, invalidando a recuperação prevista.

STABLE se mantém estável

No momento da redação deste texto, a STABLE está sendo negociada próximo a US$ 0,0186, logo abaixo da resistência de US$ 0,0189. A altcoin despencou 43% na última semana antes de se estabilizar. Até agora, o preço se manteve acima do suporte de US$ 0,0165, impedindo uma queda mais acentuada no curto prazo.

A pressão compradora permanece fraca, limitando o potencial de alta da STABLE no curto prazo. Uma quebra decisiva acima da resistência de US$ 0,0189 seria necessária para melhorar o ímpeto. Se confirmada, a próxima meta de alta está em US$ 0,0225, que representa o principal objetivo de recuperação para os participantes otimistas.

Análise de preço STABLE . Fonte: TradingView

Os riscos de queda persistem caso o sentimento do mercado se deteriore. Uma renovada pressão vendedora ou uma fraqueza generalizada podem levar a STABLE abaixo do suporte de US$ 0,0165. Uma quebra nesse nível provavelmente levaria o preço em direção a US$ 0,0140, invalidando a tese de alta e estendendo a atual tendência corretiva.

O artigo Por que o mercado de criptomoedas está em alta hoje 09/02/2026? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Por que a computação quântica ainda não ameaça o Bitcoin?Preocupações de que a computação quântica possa, no futuro, comprometer a criptografia do Bitcoin voltaram à tona. No entanto, um novo relatório da CoinShares aponta que os riscos quânticos permanecem distantes, com apenas uma fração do fornecimento da moeda potencialmente exposta. O relatório apresenta a computação quântica como um desafio de engenharia de longo prazo. A análise sustenta que o Bitcoin terá tempo suficiente para se adaptar antes que máquinas quânticas alcancem escala relevante para atacar sua segurança criptográfica. A avaliação da ameaça quântica para o Bitcoin No relatório intitulado “Quantum Vulnerability in Bitcoin: A Manageable Risk”, Christopher Bendiksen, líder de pesquisas sobre Bitcoin na CoinShares, explicou que o Bitcoin utiliza a criptografia de curva elíptica para proteger transações. Em teoria, um computador quântico suficientemente potente poderia usar o algoritmo de Shor para derivar chaves privadas a partir das públicas, o que permitiria gastos não autorizados. Porém, Bendiksen observou que esse tipo de ataque exigiria máquinas quânticas com milhões de qubits estáveis e corrigidos por erro, algo ainda inalcançável com a tecnologia atual. “Quebrar o secp256k1 em tempo prático (<1 ano) exige de 10 a 100 mil vezes o número atual de qubits lógicos; tecnologia quântica relevante está, no mínimo, a 10 anos de distância. Ataques de longo prazo poderiam ocorrer ao longo de anos — tornando-se possíveis em até uma década; ataques de curto prazo (ataques no mempool) necessitam de cálculos em menos de 10 minutos — inviáveis por muitas décadas”, aponta o relatório. O estudo também analisou a real exposição do Bitcoin ao risco quântico. Segundo Bendiksen, apenas cerca de 1,6 milhão de BTC, aproximadamente 8% do total em circulação, estão em endereços legados do tipo Pay-to-Public-Key (P2PK), onde as chaves públicas já estão visíveis. No entanto, a possibilidade real de ataque é bem menor. Deste montante, o relatório estima que somente em torno de 10.200 BTC poderiam, plausivelmente, ser alvo de ataque de maneira a causar algum impacto. Isso representa menos de 0,1% do fornecimento total do Bitcoin. “Os demais ~1,6 milhão estão distribuídos em 32.607 UTXOs individuais de cerca de 50 BTC cada, que levariam milênios para serem desbloqueados mesmo nos cenários mais otimistas de avanço da computação quântica”, afirmou Bendiksen. As moedas vulneráveis restantes estão distribuídas em dezenas de milhares de endereços. Essa ampla dispersão tornaria a exploração em larga escala lenta e operacionalmente inviável, mesmo para sistemas quânticos avançados, aponta a análise. Essa exposição limitada ocorre graças aos tipos de endereços mais recentes. Os modelos Pay-to-Public-Key-Hash (P2PKH) e Pay-to-Script-Hash (P2SH) só divulgam as chaves públicas no momento em que as moedas são movimentadas, reduzindo drasticamente a superfície passível de ataque. Apesar de existirem propostas de criptografia pós-quântica, Bendiksen alertou para os riscos de mudanças precoces ou forçadas. Segundo ele, essas alterações podem introduzir novas vulnerabilidades, enfraquecer a descentralização ou depender de métodos ainda não suficientemente testados em ambientes adversos. “No horizonte visível, o impacto no mercado parece restrito”, acrescentou Bendiksen. “O maior desafio é preservar a imutabilidade e neutralidade do Bitcoin, que poderiam ser comprometidas por mudanças prematuras no protocolo.” Essa avaliação converge com análises de outros nomes do setor, como Jameson Lopp, cofundador da Casa e Charles Hoskinson, fundador da Cardano. Ambos defendem que a computação quântica não representa risco imediato à criptografia do Bitcoin. Risco quântico deixa de ser ignorado enquanto investidores e desenvolvedores se preparam Apesar disso, nem todos no mercado compartilham essa perspectiva. Parte dos investidores institucionais têm considerado cada vez mais o risco quântico ao avaliar sua exposição ao Bitcoin, em vez de tratá-lo apenas como preocupação distante. O BeInCrypto informou que o estrategista Christopher Wood reduziu uma alocação de 10% em Bitcoin do portfólio modelo da Jefferies, redirecionando recursos para ouro e ações de mineração. A decisão refletiu preocupações de que avanços futuros na computação quântica possam afetar a segurança do Bitcoin. Ao mesmo tempo, diversos projetos de blockchain já adotam medidas proativas. Coinbase, Ethereum e Optimism divulgaram abertamente esforços para se preparar para um cenário pós-quântico. Charles Edwards, da Capriole Investments, sugeriu que o preço do Bitcoin poderá cair ainda mais antes da rede atrair a atenção necessária para a questão da segurança quântica. Ele classificou a pressão do mercado como possível impulsionadora para discussões técnicas mais amplas. “US$ 50 mil não está tão distante agora. Eu falei, no ano passado, que o preço precisaria cair ainda mais para gerar a atenção adequada ao tema da segurança quântica no Bitcoin. Esse é o primeiro progresso promissor que vemos até agora”, afirmou. Edwards acrescentou que ainda há muito trabalho pela frente e alertou que os esforços para preparar o Bitcoin diante do avanço quântico precisarão ser acelerados em 2026. O artigo Por que a computação quântica ainda não ameaça o Bitcoin? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Por que a computação quântica ainda não ameaça o Bitcoin?

Preocupações de que a computação quântica possa, no futuro, comprometer a criptografia do Bitcoin voltaram à tona. No entanto, um novo relatório da CoinShares aponta que os riscos quânticos permanecem distantes, com apenas uma fração do fornecimento da moeda potencialmente exposta.

O relatório apresenta a computação quântica como um desafio de engenharia de longo prazo. A análise sustenta que o Bitcoin terá tempo suficiente para se adaptar antes que máquinas quânticas alcancem escala relevante para atacar sua segurança criptográfica.

A avaliação da ameaça quântica para o Bitcoin

No relatório intitulado “Quantum Vulnerability in Bitcoin: A Manageable Risk”, Christopher Bendiksen, líder de pesquisas sobre Bitcoin na CoinShares, explicou que o Bitcoin utiliza a criptografia de curva elíptica para proteger transações.

Em teoria, um computador quântico suficientemente potente poderia usar o algoritmo de Shor para derivar chaves privadas a partir das públicas, o que permitiria gastos não autorizados.

Porém, Bendiksen observou que esse tipo de ataque exigiria máquinas quânticas com milhões de qubits estáveis e corrigidos por erro, algo ainda inalcançável com a tecnologia atual.

“Quebrar o secp256k1 em tempo prático (<1 ano) exige de 10 a 100 mil vezes o número atual de qubits lógicos; tecnologia quântica relevante está, no mínimo, a 10 anos de distância. Ataques de longo prazo poderiam ocorrer ao longo de anos — tornando-se possíveis em até uma década; ataques de curto prazo (ataques no mempool) necessitam de cálculos em menos de 10 minutos — inviáveis por muitas décadas”, aponta o relatório.

O estudo também analisou a real exposição do Bitcoin ao risco quântico. Segundo Bendiksen, apenas cerca de 1,6 milhão de BTC, aproximadamente 8% do total em circulação, estão em endereços legados do tipo Pay-to-Public-Key (P2PK), onde as chaves públicas já estão visíveis. No entanto, a possibilidade real de ataque é bem menor.

Deste montante, o relatório estima que somente em torno de 10.200 BTC poderiam, plausivelmente, ser alvo de ataque de maneira a causar algum impacto. Isso representa menos de 0,1% do fornecimento total do Bitcoin.

“Os demais ~1,6 milhão estão distribuídos em 32.607 UTXOs individuais de cerca de 50 BTC cada, que levariam milênios para serem desbloqueados mesmo nos cenários mais otimistas de avanço da computação quântica”, afirmou Bendiksen.

As moedas vulneráveis restantes estão distribuídas em dezenas de milhares de endereços. Essa ampla dispersão tornaria a exploração em larga escala lenta e operacionalmente inviável, mesmo para sistemas quânticos avançados, aponta a análise.

Essa exposição limitada ocorre graças aos tipos de endereços mais recentes. Os modelos Pay-to-Public-Key-Hash (P2PKH) e Pay-to-Script-Hash (P2SH) só divulgam as chaves públicas no momento em que as moedas são movimentadas, reduzindo drasticamente a superfície passível de ataque.

Apesar de existirem propostas de criptografia pós-quântica, Bendiksen alertou para os riscos de mudanças precoces ou forçadas. Segundo ele, essas alterações podem introduzir novas vulnerabilidades, enfraquecer a descentralização ou depender de métodos ainda não suficientemente testados em ambientes adversos.

“No horizonte visível, o impacto no mercado parece restrito”, acrescentou Bendiksen. “O maior desafio é preservar a imutabilidade e neutralidade do Bitcoin, que poderiam ser comprometidas por mudanças prematuras no protocolo.”

Essa avaliação converge com análises de outros nomes do setor, como Jameson Lopp, cofundador da Casa e Charles Hoskinson, fundador da Cardano. Ambos defendem que a computação quântica não representa risco imediato à criptografia do Bitcoin.

Risco quântico deixa de ser ignorado enquanto investidores e desenvolvedores se preparam

Apesar disso, nem todos no mercado compartilham essa perspectiva. Parte dos investidores institucionais têm considerado cada vez mais o risco quântico ao avaliar sua exposição ao Bitcoin, em vez de tratá-lo apenas como preocupação distante.

O BeInCrypto informou que o estrategista Christopher Wood reduziu uma alocação de 10% em Bitcoin do portfólio modelo da Jefferies, redirecionando recursos para ouro e ações de mineração. A decisão refletiu preocupações de que avanços futuros na computação quântica possam afetar a segurança do Bitcoin.

Ao mesmo tempo, diversos projetos de blockchain já adotam medidas proativas. Coinbase, Ethereum e Optimism divulgaram abertamente esforços para se preparar para um cenário pós-quântico.

Charles Edwards, da Capriole Investments, sugeriu que o preço do Bitcoin poderá cair ainda mais antes da rede atrair a atenção necessária para a questão da segurança quântica. Ele classificou a pressão do mercado como possível impulsionadora para discussões técnicas mais amplas.

“US$ 50 mil não está tão distante agora. Eu falei, no ano passado, que o preço precisaria cair ainda mais para gerar a atenção adequada ao tema da segurança quântica no Bitcoin. Esse é o primeiro progresso promissor que vemos até agora”, afirmou.

Edwards acrescentou que ainda há muito trabalho pela frente e alertou que os esforços para preparar o Bitcoin diante do avanço quântico precisarão ser acelerados em 2026.

O artigo Por que a computação quântica ainda não ameaça o Bitcoin? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Alta de 20% do Bitcoin pode ser armadilha de altaO preço do Bitcoin se recuperou quase 20% após cair para perto de US$ 60 mil em 6 de fevereiro. Este movimento reanimou expectativas de “comprar na baixa” e impulsionou discussões sobre um possível fundo local. Ao mesmo tempo, indicadores de demanda dos Estados Unidos começaram a mostrar melhora após recentes mínimas. No entanto, por trás desse cenário, sinais de volume, dados on-chain e a estrutura de preços sugerem que a recuperação pode ser frágil. Diversos padrões de alerta agora se assemelham a configurações que antecederam quedas expressivas neste ciclo. Bear flag indica que grandes investidores ainda não estão totalmente comprometidos Um dos sinais de alerta mais claros vem do Oscilador Klinger, indicador baseado em volume que monitora fluxo relevante de capital. Diferente de outros indicadores como o CMF, que se concentram principalmente em pressões de curto prazo advindas de grandes volumes, o Oscilador Klinger avalia a intensidade do volume de grandes carteiras ao longo das tendências. Ele foi projetado para mostrar como investidores robustos se posicionam ao longo do tempo, e não apenas nas operações diárias. De forma simples, esse indicador revela se grandes investidores estão acumulando discretamente ou se preparando para vender durante recuperações. Entre 6 de outubro e 14 de janeiro, o Bitcoin caiu de cerca de US$ 126 mil para US$ 97.800, uma queda aproximada de 22%. Nesse intervalo, o Oscilador Klinger subiu enquanto o preço enfraqueceu, criando uma divergência de baixa. Fluxos institucionais em enfraquecimento: TradingView Essa divergência apontou que o volume advindo de grandes carteiras (possivelmente baleias e instituições) não sustentava a recuperação de preço. Semanas depois, o Bitcoin estendeu sua queda em direção a US$ 60.000, enquanto o indicador Klinger caiu fortemente (possível saída de grandes investidores). Um padrão semelhante está se formando novamente. Entre 2 e 9 de fevereiro, o preço apresentou leve queda enquanto o Oscilador Klinger seguiu tendência de alta. Isso indica que investidores de grande porte podem estar se posicionando (compras recentes) com objetivo de vender em possíveis recuperações, e não para montar posições de longo prazo. Ao mesmo tempo, a queda do Bitcoin entre meados de janeiro e início de fevereiro formou um movimento descendente acentuado, o que lembra um “mastro” de baixa. A atual recuperação exibe características de uma bandeira de baixa, padrão que costuma sugerir a continuidade do movimento negativo, com possibilidade de queda de 40% caso a linha de suporte ceda. Isso poderia surpreender investidores otimistas que compraram na reação. BTC forma armadilha para compradores: TradingView Quando o Oscilador Klinger aponta alta combinada com bandeira de baixa, isso geralmente indica que recuperações não contam com apoio institucional relevante. Grandes investidores permanecem ativos, mas sem foco na acumulação, podendo fazer distribuição a qualquer momento. Dias de saídas de BTC ETF no curto prazo corroborariam essa hipótese baseada no Klinger. Melhora na demanda dos EUA não conseguiu indicar fundos anteriormente Essa fragilidade técnica não se apresenta isoladamente. Ela acontece ao mesmo tempo em que a demanda nos EUA começa a dar sinais de melhora. O Coinbase Premium Index monitora se o Bitcoin está sendo negociado com ágio ou desconto na plataforma americana da Coinbase em comparação com exchanges globais. O índice reflete especialmente a procura institucional dos Estados Unidos. Em 4 de fevereiro, o índice recuou para cerca de -0,22, indicando baixa participação norte-americana. Esse nível ficou próximo do registrado em 31 de dezembro de 2024, quando caiu para -0,23. Àquela época, o Bitcoin era negociado por volta de US$ 93.300. Índice Coinbase Premium: CryptoQuant Muitos operadores acreditavam que um fundo já havia sido atingido. No entanto, a moeda posteriormente caiu para cerca de US$ 76.200, registrando recuo de quase 18%. Desde o início de fevereiro, o índice se recuperou para próximo de -0,07, sinalizando aquecimento da demanda americana e acompanhando a leitura ascendente do Oscilador Klinger. Entretanto, estatísticas apontam que, frequentemente, a retomada da demanda ocorre antes do estabelecimento de um fundo, não após. Em 2024, a demanda dos EUA cresceu primeiro; a correção mais profunda veio na sequência. Dados on-chain ampliam o alerta de risco. O grupo de investidores que mantém moedas entre um dia e uma semana, formado por operadores de curto prazo, elevou sua fatia no suprimento de cerca de 2,05% para mais de 3,3% desde 5 de fevereiro (no período da recuperação de 20%). Isso representa alta superior a 60% em poucos dias, de acordo com o dado do HODL Waves, métrica que classifica carteiras pelo tempo de posse. Cohorte de BTC de curto prazo comprando na baixa: Glassnode Esse grupo costuma vender rapidamente quando os preços enfraquecem. O aumento da participação desse perfil torna o mercado mais instável. Uma elevação similar das posições de curto prazo no fim de janeiro resultou em uma queda ágil de 3%. Até agora, a recuperação da demanda dos EUA vem acompanhada de mais especulação do que de convicção sólida. Principais níveis de preço do Bitcoin indicam onde a recuperação pode falhar Todos os indicadores agora convergem para algumas zonas críticas do preço do Bitcoin. O primeiro suporte relevante está próximo de US$ 67.350. Um fechamento diário abaixo desse patamar pode reativar a pressão vendedora. Caso essa faixa seja rompida, os próximos suportes estão em: US$ 60.130, a mínima recente US$ 57.900 (um suporte Fibonacci fundamental, representando uma correção próxima de 18% em relação ao nível atual) US$ 53.450, uma zona de recuo importante US$ 43.470, projeção de bandeira de baixa Uma queda do patamar atual para US$ 43.400 significaria um recuo adicional de cerca de 35%. Para o Bitcoin, é necessário recuperar o patamar de US$ 72.330 para estabilizar e evitar uma possível armadilha de alta. Esse nível limitou as tentativas recentes de avanço. Análise de preço do Bitcoin: TradingView Acima desse patamar, US$ 79.240 é decisivo. A recuperação desse nível reverteria cerca de metade do recuo anterior e pode anular a estrutura de baixa. Só então o caminho para US$ 97.870 seria reaberto. Até lá, toda alta do preço do Bitcoin segue vulnerável. O artigo Alta de 20% do Bitcoin pode ser armadilha de alta foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Alta de 20% do Bitcoin pode ser armadilha de alta

O preço do Bitcoin se recuperou quase 20% após cair para perto de US$ 60 mil em 6 de fevereiro. Este movimento reanimou expectativas de “comprar na baixa” e impulsionou discussões sobre um possível fundo local. Ao mesmo tempo, indicadores de demanda dos Estados Unidos começaram a mostrar melhora após recentes mínimas.

No entanto, por trás desse cenário, sinais de volume, dados on-chain e a estrutura de preços sugerem que a recuperação pode ser frágil. Diversos padrões de alerta agora se assemelham a configurações que antecederam quedas expressivas neste ciclo.

Bear flag indica que grandes investidores ainda não estão totalmente comprometidos

Um dos sinais de alerta mais claros vem do Oscilador Klinger, indicador baseado em volume que monitora fluxo relevante de capital.

Diferente de outros indicadores como o CMF, que se concentram principalmente em pressões de curto prazo advindas de grandes volumes, o Oscilador Klinger avalia a intensidade do volume de grandes carteiras ao longo das tendências. Ele foi projetado para mostrar como investidores robustos se posicionam ao longo do tempo, e não apenas nas operações diárias.

De forma simples, esse indicador revela se grandes investidores estão acumulando discretamente ou se preparando para vender durante recuperações.

Entre 6 de outubro e 14 de janeiro, o Bitcoin caiu de cerca de US$ 126 mil para US$ 97.800, uma queda aproximada de 22%. Nesse intervalo, o Oscilador Klinger subiu enquanto o preço enfraqueceu, criando uma divergência de baixa.

Fluxos institucionais em enfraquecimento: TradingView

Essa divergência apontou que o volume advindo de grandes carteiras (possivelmente baleias e instituições) não sustentava a recuperação de preço. Semanas depois, o Bitcoin estendeu sua queda em direção a US$ 60.000, enquanto o indicador Klinger caiu fortemente (possível saída de grandes investidores).

Um padrão semelhante está se formando novamente.

Entre 2 e 9 de fevereiro, o preço apresentou leve queda enquanto o Oscilador Klinger seguiu tendência de alta. Isso indica que investidores de grande porte podem estar se posicionando (compras recentes) com objetivo de vender em possíveis recuperações, e não para montar posições de longo prazo.

Ao mesmo tempo, a queda do Bitcoin entre meados de janeiro e início de fevereiro formou um movimento descendente acentuado, o que lembra um “mastro” de baixa. A atual recuperação exibe características de uma bandeira de baixa, padrão que costuma sugerir a continuidade do movimento negativo, com possibilidade de queda de 40% caso a linha de suporte ceda. Isso poderia surpreender investidores otimistas que compraram na reação.

BTC forma armadilha para compradores: TradingView

Quando o Oscilador Klinger aponta alta combinada com bandeira de baixa, isso geralmente indica que recuperações não contam com apoio institucional relevante. Grandes investidores permanecem ativos, mas sem foco na acumulação, podendo fazer distribuição a qualquer momento. Dias de saídas de BTC ETF no curto prazo corroborariam essa hipótese baseada no Klinger.

Melhora na demanda dos EUA não conseguiu indicar fundos anteriormente

Essa fragilidade técnica não se apresenta isoladamente. Ela acontece ao mesmo tempo em que a demanda nos EUA começa a dar sinais de melhora.

O Coinbase Premium Index monitora se o Bitcoin está sendo negociado com ágio ou desconto na plataforma americana da Coinbase em comparação com exchanges globais. O índice reflete especialmente a procura institucional dos Estados Unidos.

Em 4 de fevereiro, o índice recuou para cerca de -0,22, indicando baixa participação norte-americana. Esse nível ficou próximo do registrado em 31 de dezembro de 2024, quando caiu para -0,23. Àquela época, o Bitcoin era negociado por volta de US$ 93.300.

Índice Coinbase Premium: CryptoQuant

Muitos operadores acreditavam que um fundo já havia sido atingido. No entanto, a moeda posteriormente caiu para cerca de US$ 76.200, registrando recuo de quase 18%.

Desde o início de fevereiro, o índice se recuperou para próximo de -0,07, sinalizando aquecimento da demanda americana e acompanhando a leitura ascendente do Oscilador Klinger. Entretanto, estatísticas apontam que, frequentemente, a retomada da demanda ocorre antes do estabelecimento de um fundo, não após. Em 2024, a demanda dos EUA cresceu primeiro; a correção mais profunda veio na sequência.

Dados on-chain ampliam o alerta de risco.

O grupo de investidores que mantém moedas entre um dia e uma semana, formado por operadores de curto prazo, elevou sua fatia no suprimento de cerca de 2,05% para mais de 3,3% desde 5 de fevereiro (no período da recuperação de 20%). Isso representa alta superior a 60% em poucos dias, de acordo com o dado do HODL Waves, métrica que classifica carteiras pelo tempo de posse.

Cohorte de BTC de curto prazo comprando na baixa: Glassnode

Esse grupo costuma vender rapidamente quando os preços enfraquecem. O aumento da participação desse perfil torna o mercado mais instável. Uma elevação similar das posições de curto prazo no fim de janeiro resultou em uma queda ágil de 3%. Até agora, a recuperação da demanda dos EUA vem acompanhada de mais especulação do que de convicção sólida.

Principais níveis de preço do Bitcoin indicam onde a recuperação pode falhar

Todos os indicadores agora convergem para algumas zonas críticas do preço do Bitcoin.

O primeiro suporte relevante está próximo de US$ 67.350. Um fechamento diário abaixo desse patamar pode reativar a pressão vendedora.

Caso essa faixa seja rompida, os próximos suportes estão em:

US$ 60.130, a mínima recente

US$ 57.900 (um suporte Fibonacci fundamental, representando uma correção próxima de 18% em relação ao nível atual)

US$ 53.450, uma zona de recuo importante

US$ 43.470, projeção de bandeira de baixa

Uma queda do patamar atual para US$ 43.400 significaria um recuo adicional de cerca de 35%. Para o Bitcoin, é necessário recuperar o patamar de US$ 72.330 para estabilizar e evitar uma possível armadilha de alta. Esse nível limitou as tentativas recentes de avanço.

Análise de preço do Bitcoin: TradingView

Acima desse patamar, US$ 79.240 é decisivo. A recuperação desse nível reverteria cerca de metade do recuo anterior e pode anular a estrutura de baixa. Só então o caminho para US$ 97.870 seria reaberto. Até lá, toda alta do preço do Bitcoin segue vulnerável.

O artigo Alta de 20% do Bitcoin pode ser armadilha de alta foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Perdas com golpes de phishing em cripto sobem 200%Investidores de cripto enfrentaram um expressivo aumento nos chamados ataques sofisticados de “phishing de assinatura” em janeiro, com prejuízos que saltaram mais de 200%. De acordo com dados da Scam Sniffer, empresa de segurança em blockchain, ataques de phishing de assinatura drenaram cerca de US$ 6,3 milhões dos wallets de usuários no primeiro mês do ano. Embora a quantidade bruta de vítimas tenha caído 11%, o valor total roubado subiu 207%, em comparação com dezembro. Phishing de assinatura e address poisoning causam prejuízos em janeiro Essa divergência indica uma mudança tática entre os cibercriminosos, em direção ao “whale hunting”. A estratégia consiste em focar em um grupo menor de pessoas com alto patrimônio, ao invés de mirar diversas contas de investidores de varejo. A Scam Sniffer informou que apenas duas vítimas representaram quase 65% das perdas totais oriundas do phishing de assinatura em janeiro. No maior incidente, um usuário perdeu US$ 3,02 milhões após assinar uma função maliciosa chamada “permit” ou “increaseAllowance”. Perdas com phishing em cripto em janeiro. Fonte: Scam Sniffer Esses mecanismos concedem a terceiros acesso ilimitado para mover tokens a partir do wallet. Assim, os invasores conseguem drenar ativos sem que o usuário aprove manualmente cada nova transação. Enquanto golpes de assinatura dependem de permissões confusas, uma ameaça distinta e igualmente danosa conhecida como “address poisoning” também preocupa o setor. Em um caso extremo desse tipo de fraude, um único investidor perdeu US$ 12,25 milhões em janeiro ao enviar recursos para um endereço fraudulento. O address poisoning explora o hábito do usuário de copiar e colar endereços. Os responsáveis criam endereços “vanity” que simulam os primeiros e últimos caracteres de um wallet legítimo, encontrado no histórico de transações da vítima. O criminoso espera que o usuário cole o endereço comprometido diretamente a partir desse histórico sem conferir toda a sequência de caracteres. Diante do aumento desses casos, a Safe Labs, responsável pela popular multisig wallet que antes se chamava Gnosis Safe, divulgou um alerta de segurança. A empresa apontou uma campanha coordenada de engenharia social contra sua base de usuários, empregando cerca de 5.000 endereços maliciosos. “Identificamos um esforço coordenado de agente(s) malicioso(s) para criar milhares de endereços Safe semelhantes, planejados para enganar usuários e induzi-los a transferir recursos para o destino errado. Isso é engenharia social aliada ao address poisoning”, afirmou a empresa. Como consequência, a empresa orientou que sempre seja conferida toda a sequência alfanumérica de qualquer endereço de destinatário antes de realizar transferências de alto valor. O artigo Perdas com golpes de phishing em cripto sobem 200% foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Perdas com golpes de phishing em cripto sobem 200%

Investidores de cripto enfrentaram um expressivo aumento nos chamados ataques sofisticados de “phishing de assinatura” em janeiro, com prejuízos que saltaram mais de 200%.

De acordo com dados da Scam Sniffer, empresa de segurança em blockchain, ataques de phishing de assinatura drenaram cerca de US$ 6,3 milhões dos wallets de usuários no primeiro mês do ano. Embora a quantidade bruta de vítimas tenha caído 11%, o valor total roubado subiu 207%, em comparação com dezembro.

Phishing de assinatura e address poisoning causam prejuízos em janeiro

Essa divergência indica uma mudança tática entre os cibercriminosos, em direção ao “whale hunting”. A estratégia consiste em focar em um grupo menor de pessoas com alto patrimônio, ao invés de mirar diversas contas de investidores de varejo.

A Scam Sniffer informou que apenas duas vítimas representaram quase 65% das perdas totais oriundas do phishing de assinatura em janeiro. No maior incidente, um usuário perdeu US$ 3,02 milhões após assinar uma função maliciosa chamada “permit” ou “increaseAllowance”.

Perdas com phishing em cripto em janeiro. Fonte: Scam Sniffer

Esses mecanismos concedem a terceiros acesso ilimitado para mover tokens a partir do wallet. Assim, os invasores conseguem drenar ativos sem que o usuário aprove manualmente cada nova transação.

Enquanto golpes de assinatura dependem de permissões confusas, uma ameaça distinta e igualmente danosa conhecida como “address poisoning” também preocupa o setor.

Em um caso extremo desse tipo de fraude, um único investidor perdeu US$ 12,25 milhões em janeiro ao enviar recursos para um endereço fraudulento.

O address poisoning explora o hábito do usuário de copiar e colar endereços. Os responsáveis criam endereços “vanity” que simulam os primeiros e últimos caracteres de um wallet legítimo, encontrado no histórico de transações da vítima.

O criminoso espera que o usuário cole o endereço comprometido diretamente a partir desse histórico sem conferir toda a sequência de caracteres.

Diante do aumento desses casos, a Safe Labs, responsável pela popular multisig wallet que antes se chamava Gnosis Safe, divulgou um alerta de segurança. A empresa apontou uma campanha coordenada de engenharia social contra sua base de usuários, empregando cerca de 5.000 endereços maliciosos.

“Identificamos um esforço coordenado de agente(s) malicioso(s) para criar milhares de endereços Safe semelhantes, planejados para enganar usuários e induzi-los a transferir recursos para o destino errado. Isso é engenharia social aliada ao address poisoning”, afirmou a empresa.

Como consequência, a empresa orientou que sempre seja conferida toda a sequência alfanumérica de qualquer endereço de destinatário antes de realizar transferências de alto valor.

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Vitalik Buterin, do Ethereum, aposta na privacidade ao investir na ZcashO fundador do Ethereum, Vitalik Buterin, fez uma doação para a Shielded Labs, apoiando o desenvolvimento da Crosslink, uma proposta de aprimoramento de consenso para a Zcash. A iniciativa indica um compromisso crescente de Buterin com infraestruturas que preservam a privacidade, além de demonstrar maior interesse em fortalecer garantias de finalização e liquidação em blockchains baseadas em proof-of-work. Thank you to @VitalikButerin for supporting Shielded Labs and Crosslink! A portion of the funding will be used to spin up a persistent incentivized testnet, where users running finalizers or staking can earn small amounts of ZEC. We’re looking forward to broader community… https://t.co/a55ufBT3Wm — Jason McGee 🛡 (@aquietinvestor) February 6, 2026 Vitalik reforça infraestrutura de privacidade em cripto A Shielded Labs está desenvolvendo a Crosslink, uma camada paralela de finalização projetada para operar sobre o consenso de proof-of-work da própria Zcash. Em termos simples, a Crosslink cria um segundo sistema de confirmação, que trava as transações de forma mais rápida e definitiva. Isso reduz os riscos de reorganizações da cadeia, reversões e ataques de duplo gasto. Como consequência, exchanges podem reduzir o tempo de confirmação, pontes entre redes recebem garantias mais sólidas de segurança e os aplicativos se tornam mais fáceis de ser desenvolvidos na Zcash. Zcash good Zooko good Adding hybrid proof of stake good — vitalik.eth (@VitalikButerin) February 6, 2026 O que a Shielded Labs faz pela Zcash? A Shielded Labs é um grupo de pesquisa e desenvolvimento focado na Zcash, com atuação voltada para atualizações do protocolo principal, em vez de aplicações ou ferramentas. O objetivo principal está no aprimoramento da segurança de longo prazo, usabilidade e garantias criptográficas da Zcash — com ênfase nas transações protegidas e no desenho com foco em privacidade. O apoio de Buterin ocorre no contexto de uma mudança mais ampla de sua atuação pública, priorizando privacidade e resiliência em vez de métricas de crescimento ou conveniência. Nos últimos meses, ele reiterou que blockchains precisam ser otimizadas para cenários extremos, e não apenas para experiências ideais dos usuários. Isso inclui resistir à censura, reduzir suposições de confiança e garantir proteção mesmo em ambientes hostis. Nesse contexto, a privacidade deixa de ser opcional e passa a ser infraestrutura fundamental. Gráfico diário de preços do Zcash. Fonte: CoinGecko A busca por privacidade é mais crucial do que nunca Buterin já alertou que a transparência financeira, sem privacidade criptográfica robusta, gera riscos para o longo prazo, inclusive vigilância, coerção e fragilização sistêmica. Ele vem destacando sistemas nos quais a privacidade é incorporada ao protocolo, e não oferecida como recurso eventual. O modelo de transações protegidas da Zcash está alinhado com essa visão. Ao apoiar a Shielded Labs, Buterin respalda não só o desenho com preservação de privacidade, mas também a busca por garantias mais fortes de liquidação — duas áreas em que ele vê pouco investimento no setor. Fight Chat Control. You cannot make society secure by making people insecure. We all deserve privacy and security, without inevitably hackable backdoors, for our private communications. The fact that the government officials want to exempt themselves from their own law is… https://t.co/OY5NXyk58j — vitalik.eth (@VitalikButerin) September 27, 2025 Um sinal para o ecossistema cripto mais amplo A doação ocorre em um momento em que o Ethereum também reavalia pontos sobre sua própria estratégia de escalabilidade e segurança. Enquanto Buterin criticou inovações superficiais e infraestruturas “copy-paste” em outros projetos, o apoio à Zcash ressalta o que ele considera avanço real: melhorias no protocolo que agregam segurança, finalização e proteção para usuários. Nesse sentido, a iniciativa não é sobre Ethereum versus Zcash, mas indica o modelo de arquitetura de blockchain que Buterin acredita ser viável para o futuro. O artigo Vitalik Buterin, do Ethereum, aposta na privacidade ao investir na Zcash foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Vitalik Buterin, do Ethereum, aposta na privacidade ao investir na Zcash

O fundador do Ethereum, Vitalik Buterin, fez uma doação para a Shielded Labs, apoiando o desenvolvimento da Crosslink, uma proposta de aprimoramento de consenso para a Zcash.

A iniciativa indica um compromisso crescente de Buterin com infraestruturas que preservam a privacidade, além de demonstrar maior interesse em fortalecer garantias de finalização e liquidação em blockchains baseadas em proof-of-work.

Thank you to @VitalikButerin for supporting Shielded Labs and Crosslink! A portion of the funding will be used to spin up a persistent incentivized testnet, where users running finalizers or staking can earn small amounts of ZEC. We’re looking forward to broader community… https://t.co/a55ufBT3Wm

— Jason McGee 🛡 (@aquietinvestor) February 6, 2026

Vitalik reforça infraestrutura de privacidade em cripto

A Shielded Labs está desenvolvendo a Crosslink, uma camada paralela de finalização projetada para operar sobre o consenso de proof-of-work da própria Zcash.

Em termos simples, a Crosslink cria um segundo sistema de confirmação, que trava as transações de forma mais rápida e definitiva. Isso reduz os riscos de reorganizações da cadeia, reversões e ataques de duplo gasto.

Como consequência, exchanges podem reduzir o tempo de confirmação, pontes entre redes recebem garantias mais sólidas de segurança e os aplicativos se tornam mais fáceis de ser desenvolvidos na Zcash.

Zcash good

Zooko good

Adding hybrid proof of stake good

— vitalik.eth (@VitalikButerin) February 6, 2026

O que a Shielded Labs faz pela Zcash?

A Shielded Labs é um grupo de pesquisa e desenvolvimento focado na Zcash, com atuação voltada para atualizações do protocolo principal, em vez de aplicações ou ferramentas.

O objetivo principal está no aprimoramento da segurança de longo prazo, usabilidade e garantias criptográficas da Zcash — com ênfase nas transações protegidas e no desenho com foco em privacidade.

O apoio de Buterin ocorre no contexto de uma mudança mais ampla de sua atuação pública, priorizando privacidade e resiliência em vez de métricas de crescimento ou conveniência.

Nos últimos meses, ele reiterou que blockchains precisam ser otimizadas para cenários extremos, e não apenas para experiências ideais dos usuários.

Isso inclui resistir à censura, reduzir suposições de confiança e garantir proteção mesmo em ambientes hostis.

Nesse contexto, a privacidade deixa de ser opcional e passa a ser infraestrutura fundamental.

Gráfico diário de preços do Zcash. Fonte: CoinGecko

A busca por privacidade é mais crucial do que nunca

Buterin já alertou que a transparência financeira, sem privacidade criptográfica robusta, gera riscos para o longo prazo, inclusive vigilância, coerção e fragilização sistêmica.

Ele vem destacando sistemas nos quais a privacidade é incorporada ao protocolo, e não oferecida como recurso eventual. O modelo de transações protegidas da Zcash está alinhado com essa visão.

Ao apoiar a Shielded Labs, Buterin respalda não só o desenho com preservação de privacidade, mas também a busca por garantias mais fortes de liquidação — duas áreas em que ele vê pouco investimento no setor.

Fight Chat Control.

You cannot make society secure by making people insecure.

We all deserve privacy and security, without inevitably hackable backdoors, for our private communications.

The fact that the government officials want to exempt themselves from their own law is… https://t.co/OY5NXyk58j

— vitalik.eth (@VitalikButerin) September 27, 2025

Um sinal para o ecossistema cripto mais amplo

A doação ocorre em um momento em que o Ethereum também reavalia pontos sobre sua própria estratégia de escalabilidade e segurança.

Enquanto Buterin criticou inovações superficiais e infraestruturas “copy-paste” em outros projetos, o apoio à Zcash ressalta o que ele considera avanço real: melhorias no protocolo que agregam segurança, finalização e proteção para usuários.

Nesse sentido, a iniciativa não é sobre Ethereum versus Zcash, mas indica o modelo de arquitetura de blockchain que Buterin acredita ser viável para o futuro.

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Preço do XRP dispara quase 20% com compra agressiva de grandes investidoresO XRP apresentou uma recuperação expressiva após uma forte liquidação abalar a confiança dos investidores no mercado. O ativo havia registrado perdas significativas, o que provocou saídas motivadas pelo medo entre investidores de varejo. No entanto, determinados grupos de investidores viram a queda como uma oportunidade. A acumulação estratégica já começou a mudar o cenário a favor do XRP. Investidores de XRP demonstram apoio significativo Grandes investidores de XRP tiveram papel decisivo na recente retomada. Nos últimos dois dias, carteiras com entre 100 milhões e 1 bilhão de XRP acumularam mais de 230 milhões de moedas. Aos preços atuais, essa movimentação supera 335 milhões de dólares, demonstrando grande convicção entre esses agentes. Essa compra ocorreu junto à recuperação de sexta-feira, evidenciando a influência das chamadas “whales” sobre o preço. Operações de grande porte reduzem a oferta circulante e absorvem a pressão de venda. Esse comportamento costuma servir como catalisador em fases de correção, ajudando a estabilizar os preços e recuperar parte da confiança em momentos de sentimento mais frágil. Investidores ‘whale’ de XRP. Fonte: Santiment A atividade na rede também reforça o cenário de recuperação. O número de novos endereços de XRP disparou juntamente com a movimentação das whales. No mesmo período de 48 horas, endereços transacionando pela primeira vez aumentaram 51,5%, atingindo 5.182. Trata-se do maior patamar de novas participações em cerca de dois meses e meio. O ingresso de novos investidores fortalece as altas ao injetar capital fresco em vez de apenas reciclar liquidez já existente. O crescimento da participação indica aumento do interesse além da mera especulação de curto prazo. Com o avanço do número de endereços e o suporte das whales, a tentativa de recuperação do XRP ganha sustentação estrutural em uma perspectiva de longo prazo. Novos endereços de XRP. Fonte: Glassnode Qual é o próximo alvo do preço do XRP? O XRP é negociado próximo de US$ 1,46 no momento desta reportagem, logo abaixo da resistência em US$ 1,47. A altcoin recuperou 20,5% após uma forte baixa que eliminou 36% de seu valor em poucos dias. Esse movimento reflete condições de demanda mais favoráveis após a capitulação. A acumulação das whales e o aumento das atividades na rede ampliam as chances de novos avanços. Uma tentativa de superar os US$ 1,70 aparece no radar de curto prazo, sendo considerada uma barreira psicológica importante. Caso o rompimento ocorra, é provável que haja entrada adicional de recursos e fortalecimento da trajetória de recuperação. Análise de preço do XRP. Fonte: TradingView O risco de queda permanece caso a resistência segure os preços. Se o XRP não ultrapassar US$ 1,58, pode haver nova pressão vendedora. Nesse cenário, o ativo pode cair de US$ 1,37 para US$ 1,28. Essa movimentação invalidaria a expectativa otimista e eliminaria parte relevante da recuperação recente. O artigo Preço do XRP dispara quase 20% com compra agressiva de grandes investidores foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Preço do XRP dispara quase 20% com compra agressiva de grandes investidores

O XRP apresentou uma recuperação expressiva após uma forte liquidação abalar a confiança dos investidores no mercado. O ativo havia registrado perdas significativas, o que provocou saídas motivadas pelo medo entre investidores de varejo.

No entanto, determinados grupos de investidores viram a queda como uma oportunidade. A acumulação estratégica já começou a mudar o cenário a favor do XRP.

Investidores de XRP demonstram apoio significativo

Grandes investidores de XRP tiveram papel decisivo na recente retomada. Nos últimos dois dias, carteiras com entre 100 milhões e 1 bilhão de XRP acumularam mais de 230 milhões de moedas. Aos preços atuais, essa movimentação supera 335 milhões de dólares, demonstrando grande convicção entre esses agentes.

Essa compra ocorreu junto à recuperação de sexta-feira, evidenciando a influência das chamadas “whales” sobre o preço. Operações de grande porte reduzem a oferta circulante e absorvem a pressão de venda.

Esse comportamento costuma servir como catalisador em fases de correção, ajudando a estabilizar os preços e recuperar parte da confiança em momentos de sentimento mais frágil.

Investidores ‘whale’ de XRP. Fonte: Santiment

A atividade na rede também reforça o cenário de recuperação. O número de novos endereços de XRP disparou juntamente com a movimentação das whales. No mesmo período de 48 horas, endereços transacionando pela primeira vez aumentaram 51,5%, atingindo 5.182. Trata-se do maior patamar de novas participações em cerca de dois meses e meio.

O ingresso de novos investidores fortalece as altas ao injetar capital fresco em vez de apenas reciclar liquidez já existente. O crescimento da participação indica aumento do interesse além da mera especulação de curto prazo.

Com o avanço do número de endereços e o suporte das whales, a tentativa de recuperação do XRP ganha sustentação estrutural em uma perspectiva de longo prazo.

Novos endereços de XRP. Fonte: Glassnode

Qual é o próximo alvo do preço do XRP?

O XRP é negociado próximo de US$ 1,46 no momento desta reportagem, logo abaixo da resistência em US$ 1,47. A altcoin recuperou 20,5% após uma forte baixa que eliminou 36% de seu valor em poucos dias. Esse movimento reflete condições de demanda mais favoráveis após a capitulação.

A acumulação das whales e o aumento das atividades na rede ampliam as chances de novos avanços. Uma tentativa de superar os US$ 1,70 aparece no radar de curto prazo, sendo considerada uma barreira psicológica importante. Caso o rompimento ocorra, é provável que haja entrada adicional de recursos e fortalecimento da trajetória de recuperação.

Análise de preço do XRP. Fonte: TradingView

O risco de queda permanece caso a resistência segure os preços. Se o XRP não ultrapassar US$ 1,58, pode haver nova pressão vendedora. Nesse cenário, o ativo pode cair de US$ 1,37 para US$ 1,28. Essa movimentação invalidaria a expectativa otimista e eliminaria parte relevante da recuperação recente.

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Binance explica queda do Bitcoin e alerta sobre temores de liquidezO mercado de criptomoedas enfrenta forte turbulência. O Bitcoin recuou para menos de US$ 70 mil nos últimos dias. Os demais criptoativos acompanharam este movimento de queda. De acordo com o relatório semanal da Binance, publicado ontem (5), o recuo tem relação com a nomeação de Kevin Warsh como o próximo presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). Há temores de que Warsh possa promover um aperto da liquidez, desencadeando uma desalavancagem em larga escala. As criptomoedas, posicionadas na ponta da cadeia de liquidez, estão sofrendo o impacto mais forte. O Bitcoin perdeu níveis de suporte importantes. O sentimento do mercado tornou-se cauteloso. No entanto, o relatório aponta que a resolução da paralisação do governo dos EUA pode fornecer um sinal positivo. As preocupações com a liquidez no médio e longo prazo podem ser exageradas. Características de uma crise de liquidez Na última semana, o mercado apresentou características clássicas de uma “crise de liquidez”. As criptomoedas confirmaram sua posição na extremidade do sistema de liquidez financeira. Qualquer queda significativa no valor de um ativo, como metais, leva à venda de criptomoedas em primeiro lugar. O objetivo é aumentar a liquidez rapidamente. O Bitcoin atingiu uma mínima intradiária de US$ 60.300 na quinta-feira (5). Este foi o nível mais baixo desde outubro de 2024. O ativo se recuperou ligeiramente para cerca de US$ 69.900 hoje. Mercado ainda está se desalavancando Segundo dados do Binance Research, o “Índice de alavancagem agregado do Bitcoin” permanece elevado. A alavancagem é o uso de capital emprestado para aumentar o potencial de retorno dos investimentos. Os números mostram: Média de 5 anos: aproximadamente 4,88 Nível atual: aproximadamente 5,8 Esses dados sugerem que o mercado está se desalavancando. Porém, a alavancagem geral ainda é alta em comparação com o histórico. As condições ainda não se assemelham ao desespero do tipo “ninguém se importa mais”, frequentemente visto em grandes fundos cíclicos. O volume de contratos em aberto de derivativos havia caído drasticamente. Passou de aproximadamente US$ 76 bilhões para aproximadamente US$ 52 bilhões devido ao vencimento de grandes contratos no final do ano. Isso contribuiu para a recuperação no início de 2026, à medida que os investidores reconstruíam sua alavancagem. Com a recente onda de vendas, esse ímpeto de realavancagem foi interrompido. Pressão vendedora continua Diversos indicadores da estrutura de mercado apontam para uma pressão vendedora contínua: O preço à vista acima do preço perpétuo (um desconto em futuros) sugere um posicionamento de baixa. A queda no CVD (variação de volume cumulativo) à vista indica venda líquida nos fluxos à vista. Liquidações históricas não garantem fundo do mercado Em 31 de janeiro, as liquidações de contratos futuros de criptomoedas em um único dia atingiram US$ 2,56 bilhões. Historicamente, liquidações diárias superiores a US$ 2 bilhões são raras. Esta é apenas a quinta ocorrência registrada. A análise dos quatro casos anteriores revela um padrão interessante. Embora os retornos médios sejam positivos em todos os períodos, a mediana é negativa na maioria dos casos. Essa divergência é impulsionada principalmente pela recuperação excepcionalmente forte de 2020. Os dados sugerem que, na maioria dos casos, um evento de liquidação importante não é um sinal confiável de “fundo de mercado”. Pelo menos no horizonte de 30 a 60 dias, o padrão mais comum é: Curto prazo (1 a 2 semanas): O mercado normalmente entra em uma fase de recuperação/consolidação sem uma direção clara definida Médio prazo (1 a 2 meses): A tendência é de enfraquecimento contínuo dos preços Varejo abandona criptomoedas nos EUA Outro ponto de destaque do relatório é a queda acentuada nas taxas de adoção de criptomoedas nos EUA. A pesquisa mais recente do Deutsche Bank revelou esses números. Contribuíram para esse cenário o recuo do Bitcoin no segundo semestre e o bom desempenho dos ativos tradicionais (ações, ouro): Entre os jovens de 18 a 34 anos: a adoção caiu de 24% (janeiro de 2025) para 18% (dezembro de 2025) Grupo de meia-idade: caiu de 22% (janeiro de 2025) para 15% (dezembro de 2025) Kevin Warsh e a possível reação exagerada De acordo com o relatório, o gatilho para esta queda expressiva das criptomoedas é, de fato, a nomeação do novo presidente do Federal Reserve. Embora tenha defendido recentemente cortes nas taxas de juros, Warsh era conhecido como um “linha dura contra a inflação” no início de sua carreira. Apesar de suas propostas para reestruturar a política monetária tradicional, ele defende uma redução agressiva das reservas de títulos do Fed. Essas incertezas deixaram o mercado em expectativa, levando a reduções nas posições de risco. Se Warsh reduzir agressivamente o balanço patrimonial após assumir o cargo, isso poderá anular o efeito de flexibilização dos cortes nas taxas de juros. A medida também poderá pressionar os ativos de risco, incluindo as criptomoedas. Quando as propostas de Warsh para reduzir o balanço patrimonial ameaçam a oferta de liquidez, as contas altamente alavancadas são as primeiras a receber chamadas de margem. Para levantar dinheiro, os investidores são forçados a vender seus ativos mais líquidos a qualquer custo. Isso inclui ações de grandes empresas de tecnologia, ouro e criptomoedas sem fluxo de caixa. O resultado são quedas generalizadas nos ativos. Fim da paralisação do governo traz sinal positivo O relatório aponta ainda que o mercado pode estar ignorando notícias positivas importantes. Por exemplo, o fim da paralisação parcial do governo dos EUA (31 de janeiro a 3 de fevereiro). A Câmara aprovou a legislação de financiamento na segunda-feira (2). O presidente Trump assinou o documento. Com exceção do Departamento de Segurança Interna, todas as agências federais estão agora totalmente financiadas até 30 de setembro de 2026. Este é o sinal de estabilidade que os mercados estavam esperando. O artigo Binance explica queda do Bitcoin e alerta sobre temores de liquidez foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Binance explica queda do Bitcoin e alerta sobre temores de liquidez

O mercado de criptomoedas enfrenta forte turbulência. O Bitcoin recuou para menos de US$ 70 mil nos últimos dias. Os demais criptoativos acompanharam este movimento de queda.

De acordo com o relatório semanal da Binance, publicado ontem (5), o recuo tem relação com a nomeação de Kevin Warsh como o próximo presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). Há temores de que Warsh possa promover um aperto da liquidez, desencadeando uma desalavancagem em larga escala.

As criptomoedas, posicionadas na ponta da cadeia de liquidez, estão sofrendo o impacto mais forte. O Bitcoin perdeu níveis de suporte importantes. O sentimento do mercado tornou-se cauteloso.

No entanto, o relatório aponta que a resolução da paralisação do governo dos EUA pode fornecer um sinal positivo. As preocupações com a liquidez no médio e longo prazo podem ser exageradas.

Características de uma crise de liquidez

Na última semana, o mercado apresentou características clássicas de uma “crise de liquidez”. As criptomoedas confirmaram sua posição na extremidade do sistema de liquidez financeira.

Qualquer queda significativa no valor de um ativo, como metais, leva à venda de criptomoedas em primeiro lugar. O objetivo é aumentar a liquidez rapidamente.

O Bitcoin atingiu uma mínima intradiária de US$ 60.300 na quinta-feira (5). Este foi o nível mais baixo desde outubro de 2024. O ativo se recuperou ligeiramente para cerca de US$ 69.900 hoje.

Mercado ainda está se desalavancando

Segundo dados do Binance Research, o “Índice de alavancagem agregado do Bitcoin” permanece elevado. A alavancagem é o uso de capital emprestado para aumentar o potencial de retorno dos investimentos.

Os números mostram:

Média de 5 anos: aproximadamente 4,88

Nível atual: aproximadamente 5,8

Esses dados sugerem que o mercado está se desalavancando. Porém, a alavancagem geral ainda é alta em comparação com o histórico. As condições ainda não se assemelham ao desespero do tipo “ninguém se importa mais”, frequentemente visto em grandes fundos cíclicos.

O volume de contratos em aberto de derivativos havia caído drasticamente. Passou de aproximadamente US$ 76 bilhões para aproximadamente US$ 52 bilhões devido ao vencimento de grandes contratos no final do ano. Isso contribuiu para a recuperação no início de 2026, à medida que os investidores reconstruíam sua alavancagem.

Com a recente onda de vendas, esse ímpeto de realavancagem foi interrompido.

Pressão vendedora continua

Diversos indicadores da estrutura de mercado apontam para uma pressão vendedora contínua:

O preço à vista acima do preço perpétuo (um desconto em futuros) sugere um posicionamento de baixa. A queda no CVD (variação de volume cumulativo) à vista indica venda líquida nos fluxos à vista.

Liquidações históricas não garantem fundo do mercado

Em 31 de janeiro, as liquidações de contratos futuros de criptomoedas em um único dia atingiram US$ 2,56 bilhões. Historicamente, liquidações diárias superiores a US$ 2 bilhões são raras. Esta é apenas a quinta ocorrência registrada.

A análise dos quatro casos anteriores revela um padrão interessante. Embora os retornos médios sejam positivos em todos os períodos, a mediana é negativa na maioria dos casos. Essa divergência é impulsionada principalmente pela recuperação excepcionalmente forte de 2020.

Os dados sugerem que, na maioria dos casos, um evento de liquidação importante não é um sinal confiável de “fundo de mercado”. Pelo menos no horizonte de 30 a 60 dias, o padrão mais comum é:

Curto prazo (1 a 2 semanas): O mercado normalmente entra em uma fase de recuperação/consolidação sem uma direção clara definida

Médio prazo (1 a 2 meses): A tendência é de enfraquecimento contínuo dos preços

Varejo abandona criptomoedas nos EUA

Outro ponto de destaque do relatório é a queda acentuada nas taxas de adoção de criptomoedas nos EUA. A pesquisa mais recente do Deutsche Bank revelou esses números.

Contribuíram para esse cenário o recuo do Bitcoin no segundo semestre e o bom desempenho dos ativos tradicionais (ações, ouro):

Entre os jovens de 18 a 34 anos: a adoção caiu de 24% (janeiro de 2025) para 18% (dezembro de 2025)

Grupo de meia-idade: caiu de 22% (janeiro de 2025) para 15% (dezembro de 2025)

Kevin Warsh e a possível reação exagerada

De acordo com o relatório, o gatilho para esta queda expressiva das criptomoedas é, de fato, a nomeação do novo presidente do Federal Reserve.

Embora tenha defendido recentemente cortes nas taxas de juros, Warsh era conhecido como um “linha dura contra a inflação” no início de sua carreira. Apesar de suas propostas para reestruturar a política monetária tradicional, ele defende uma redução agressiva das reservas de títulos do Fed.

Essas incertezas deixaram o mercado em expectativa, levando a reduções nas posições de risco.

Se Warsh reduzir agressivamente o balanço patrimonial após assumir o cargo, isso poderá anular o efeito de flexibilização dos cortes nas taxas de juros. A medida também poderá pressionar os ativos de risco, incluindo as criptomoedas.

Quando as propostas de Warsh para reduzir o balanço patrimonial ameaçam a oferta de liquidez, as contas altamente alavancadas são as primeiras a receber chamadas de margem. Para levantar dinheiro, os investidores são forçados a vender seus ativos mais líquidos a qualquer custo. Isso inclui ações de grandes empresas de tecnologia, ouro e criptomoedas sem fluxo de caixa. O resultado são quedas generalizadas nos ativos.

Fim da paralisação do governo traz sinal positivo

O relatório aponta ainda que o mercado pode estar ignorando notícias positivas importantes. Por exemplo, o fim da paralisação parcial do governo dos EUA (31 de janeiro a 3 de fevereiro).

A Câmara aprovou a legislação de financiamento na segunda-feira (2). O presidente Trump assinou o documento. Com exceção do Departamento de Segurança Interna, todas as agências federais estão agora totalmente financiadas até 30 de setembro de 2026.

Este é o sinal de estabilidade que os mercados estavam esperando.

O artigo Binance explica queda do Bitcoin e alerta sobre temores de liquidez foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Bitcoin despenca mais de 10% e arrasta big techs em pânico generalizadoEconomista Charles Mendlowicz, o Economista Sincero, aponta que a correlação entre o Bitcoin e o setor tecnológico nunca foi tão forte; quedas generalizadas abrem oportunidades para o longo prazo O mercado de ativos digitais amanheceu em “banho de sangue” ontem (5). O Bitcoin (BTC) registrou desvalorização acentuada que ultrapassou 10% em poucas horas. O movimento varreu mais de US$ 200 bilhões do mercado cripto. Segundo o economista Charles Mendlowicz, sócio da Ticker Wealth e criador do canal Economista Sincero, o fenômeno reflete nervosismo profundo que atinge as gigantes da tecnologia. Bitcoin migra de refúgio para ativo tech Para Mendlowicz, a natureza do Bitcoin mudou aos olhos do investidor institucional. Antes visto apenas como reserva de valor alternativa, hoje opera como ativo tecnológico. “O Bitcoin está migrando de um refúgio seguro para um ativo tecnológico na questão de como os investidores estão enxergando. No momento em que as ações de tecnologia começam a cair muito, o Bitcoin acaba indo junto. Essa visão é muito forte”, explica. Mercado pune gastos bilionários com IA Empresas como Microsoft, Google (Alphabet) e Amazon apresentaram lucros bilionários em seus balanços. Mesmo assim, as ações despencaram. O motivo? O mercado está punindo o alto custo de capital (Capex, sigla em inglês para despesas de investimento em infraestrutura e tecnologia) destinado à inteligência artificial. Mendlowicz destaca que investidores estão colocando lupa nos gastos. A Microsoft viu suas ações sofrerem o pior dia desde o início da pandemia em 2020. Isso apesar de um salto de 60% no lucro. “O mercado está preocupado porque as empresas estão gastando demais em IA. Se isso aqui não der dinheiro agora, no próximo trimestre o resultado vai despencar. Estamos diante da maior queima de capital da história em um negócio que, para alguns analistas, pode não dar o retorno esperado”, afirma. Economista vê oportunidade na queda Apesar do cenário de pânico e do índice de medo em níveis extremos, o economista mantém a calma. Ele enxerga o recuo como ponto de entrada estratégico. Mendlowicz confirmou que aproveitará a queda para aumentar sua posição pessoal no ativo. “A queda do Bitcoin não é novidade. Eu já vi quedas dessa proporção em 2017 e 2018. O problema não é a queda, mas o comportamento do investidor. Quedas fortes costumam criar ótimas oportunidades. Eu disse que compraria abaixo de US$ 65 mil e sou um cara de palavra: já vou comprar“, garante. Alerta contra alavancagem Para Mendlowicz, o momento exige estômago. Acima de tudo, evitar a alavancagem — prática de investir dinheiro emprestado para maximizar lucros. Essa prática causou liquidações em massa nesta madrugada. “Não entre alavancado. Tem muita gente perdendo tudo porque o mercado cai, a corretora te elimina e você perde o patrimônio da família. Se você é investidor de longo prazo, não é para sair vendendo tudo nem comprando tudo desesperadamente. Olhar a janela de curto prazo engana muito”, conclui. O artigo Bitcoin despenca mais de 10% e arrasta big techs em pânico generalizado foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Bitcoin despenca mais de 10% e arrasta big techs em pânico generalizado

Economista Charles Mendlowicz, o Economista Sincero, aponta que a correlação entre o Bitcoin e o setor tecnológico nunca foi tão forte; quedas generalizadas abrem oportunidades para o longo prazo

O mercado de ativos digitais amanheceu em “banho de sangue” ontem (5). O Bitcoin (BTC) registrou desvalorização acentuada que ultrapassou 10% em poucas horas.

O movimento varreu mais de US$ 200 bilhões do mercado cripto. Segundo o economista Charles Mendlowicz, sócio da Ticker Wealth e criador do canal Economista Sincero, o fenômeno reflete nervosismo profundo que atinge as gigantes da tecnologia.

Bitcoin migra de refúgio para ativo tech

Para Mendlowicz, a natureza do Bitcoin mudou aos olhos do investidor institucional. Antes visto apenas como reserva de valor alternativa, hoje opera como ativo tecnológico.

“O Bitcoin está migrando de um refúgio seguro para um ativo tecnológico na questão de como os investidores estão enxergando. No momento em que as ações de tecnologia começam a cair muito, o Bitcoin acaba indo junto. Essa visão é muito forte”, explica.

Mercado pune gastos bilionários com IA

Empresas como Microsoft, Google (Alphabet) e Amazon apresentaram lucros bilionários em seus balanços. Mesmo assim, as ações despencaram.

O motivo? O mercado está punindo o alto custo de capital (Capex, sigla em inglês para despesas de investimento em infraestrutura e tecnologia) destinado à inteligência artificial.

Mendlowicz destaca que investidores estão colocando lupa nos gastos. A Microsoft viu suas ações sofrerem o pior dia desde o início da pandemia em 2020. Isso apesar de um salto de 60% no lucro.

“O mercado está preocupado porque as empresas estão gastando demais em IA. Se isso aqui não der dinheiro agora, no próximo trimestre o resultado vai despencar. Estamos diante da maior queima de capital da história em um negócio que, para alguns analistas, pode não dar o retorno esperado”, afirma.

Economista vê oportunidade na queda

Apesar do cenário de pânico e do índice de medo em níveis extremos, o economista mantém a calma. Ele enxerga o recuo como ponto de entrada estratégico.

Mendlowicz confirmou que aproveitará a queda para aumentar sua posição pessoal no ativo.

“A queda do Bitcoin não é novidade. Eu já vi quedas dessa proporção em 2017 e 2018. O problema não é a queda, mas o comportamento do investidor. Quedas fortes costumam criar ótimas oportunidades. Eu disse que compraria abaixo de US$ 65 mil e sou um cara de palavra: já vou comprar“, garante.

Alerta contra alavancagem

Para Mendlowicz, o momento exige estômago. Acima de tudo, evitar a alavancagem — prática de investir dinheiro emprestado para maximizar lucros. Essa prática causou liquidações em massa nesta madrugada.

“Não entre alavancado. Tem muita gente perdendo tudo porque o mercado cai, a corretora te elimina e você perde o patrimônio da família. Se você é investidor de longo prazo, não é para sair vendendo tudo nem comprando tudo desesperadamente. Olhar a janela de curto prazo engana muito”, conclui.

O artigo Bitcoin despenca mais de 10% e arrasta big techs em pânico generalizado foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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