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PRATA DISPARA E ROMPE US$ 60 A prata voltou a brilhar e com força. A cotação ultrapassou os US$ 60,67 por onça troy, avançando +4,32% no dia, um movimento explosivo que consolida o metal como um dos ativos de melhor performance de 2025. Essa arrancada não é um evento isolado, pois ela reflete um conjunto de fatores que vêm se acumulando de forma silenciosa, até agora. A combinação de demanda industrial recorde, impulsionada por energia solar, eletrônicos e setores de defesa, somada a estoques historicamente baixos e a um ciclo monetário global que caminha para cortes de juros, está pressionando a oferta e reacendendo o entusiasmo dos investidores. Além disso, tensões geopolíticas e a busca por proteção em ativos reais fortalecem ainda mais a posição da prata, que se encontra simultaneamente como commodity industrial e reserva de valor, um duplo papel raro entre os metais. O rompimento dos US$ 60 não é apenas um marco gráfico, é um sinal de que o mercado pode estar entrando em uma nova fase estrutural de reprecificação, onde o metal antes subestimado começa a reivindicar seu verdadeiro valor no cenário financeiro mundial.
PRATA DISPARA E ROMPE US$ 60

A prata voltou a brilhar e com força. A cotação ultrapassou os US$ 60,67 por onça troy, avançando +4,32% no dia, um movimento explosivo que consolida o metal como um dos ativos de melhor performance de 2025. Essa arrancada não é um evento isolado, pois ela reflete um conjunto de fatores que vêm se acumulando de forma silenciosa, até agora. A combinação de demanda industrial recorde, impulsionada por energia solar, eletrônicos e setores de defesa, somada a estoques historicamente baixos e a um ciclo monetário global que caminha para cortes de juros, está pressionando a oferta e reacendendo o entusiasmo dos investidores. Além disso, tensões geopolíticas e a busca por proteção em ativos reais fortalecem ainda mais a posição da prata, que se encontra simultaneamente como commodity industrial e reserva de valor, um duplo papel raro entre os metais. O rompimento dos US$ 60 não é apenas um marco gráfico, é um sinal de que o mercado pode estar entrando em uma nova fase estrutural de reprecificação, onde o metal antes subestimado começa a reivindicar seu verdadeiro valor no cenário financeiro mundial.
Prata ultrapassa US$ 59,300 e bate novo recorde histórico Hoje, o preço da prata atingiu um novo topo histórico, ultrapassando os US$ 59,300 por onça, impulsionado por uma combinação de oferta restrita, forte demanda industrial e expectativas de cortes nas taxas de juros nos EUA. Esse salto marca um ano de valorização vertiginosa: a alta acumulada em 2025 supera os 100%, consolidando a prata como um dos ativos mais fortes do segmento de metais preciosos neste ciclo. Com estoques globais cada vez mais escassos e crescente procura por aplicações em tecnologia e energia limpa, analistas observam com atenção se o metal poderá testar novos patamares nos próximos dias, inclusive a zona dos US$ 60–65/oz.
Prata ultrapassa US$ 59,300 e bate novo recorde histórico

Hoje, o preço da prata atingiu um novo topo histórico, ultrapassando os US$ 59,300 por onça, impulsionado por uma combinação de oferta restrita, forte demanda industrial e expectativas de cortes nas taxas de juros nos EUA. Esse salto marca um ano de valorização vertiginosa: a alta acumulada em 2025 supera os 100%, consolidando a prata como um dos ativos mais fortes do segmento de metais preciosos neste ciclo. Com estoques globais cada vez mais escassos e crescente procura por aplicações em tecnologia e energia limpa, analistas observam com atenção se o metal poderá testar novos patamares nos próximos dias, inclusive a zona dos US$ 60–65/oz.
Prata Dispara em 2025 Enquanto a Poupança Afunda na Mesmice Ao longo dos onze meses de 2025, a trajetória da prata escancarou a distância entre ativos reais e a eterna letargia da caderneta de poupança. Enquanto o metal precioso acumulou uma valorização expressiva, cerca de 67%, impulsionado pela demanda industrial, pela busca global por proteção contra inflação e pela percepção crescente de que metais físicos oferecem refúgio diante da instabilidade geopolítica, a poupança continuou entregando rendimentos pífios, incapazes de vencer a inflação ou preservar o poder de compra do brasileiro, cerca de 7%. Em um ano de incertezas monetárias, déficits crescentes e juros reais comprimidos, a prata mostrou por que investidores atentos migram para ativos escassos e globais, enquanto a poupança permanece como símbolo de estagnação financeira, servindo mais ao conforto psicológico do que ao crescimento real do patrimônio.
Prata Dispara em 2025 Enquanto a Poupança Afunda na Mesmice

Ao longo dos onze meses de 2025, a trajetória da prata escancarou a distância entre ativos reais e a eterna letargia da caderneta de poupança. Enquanto o metal precioso acumulou uma valorização expressiva, cerca de 67%, impulsionado pela demanda industrial, pela busca global por proteção contra inflação e pela percepção crescente de que metais físicos oferecem refúgio diante da instabilidade geopolítica, a poupança continuou entregando rendimentos pífios, incapazes de vencer a inflação ou preservar o poder de compra do brasileiro, cerca de 7%. Em um ano de incertezas monetárias, déficits crescentes e juros reais comprimidos, a prata mostrou por que investidores atentos migram para ativos escassos e globais, enquanto a poupança permanece como símbolo de estagnação financeira, servindo mais ao conforto psicológico do que ao crescimento real do patrimônio.
Trump fecha o espaço aéreo venezuelano - Maduro retalia punindo empresas aéreas - O povo Venezuelano corre para o Bitcoin, Ethereum, ouro e Prata O gesto de Nicolás Maduro de revogar as licenças de operação de companhias aéreas como Gol, LATAM, Iberia, TAP, Avianca e Turkish Airlines revela a crescente tensão entre a Venezuela e a comunidade internacional, transformando um alerta de segurança dos Estados Unidos, seguido pela suspensão temporária dos voos, em um ato de retaliação política do regime. Ao punir empresas que apenas buscaram proteger seus passageiros e tripulações, Maduro aprofunda o isolamento do país, prejudica milhares de viajantes e tenta projetar força diante do colapso institucional interno. A medida, apresentada pelo governo como defesa da soberania, na prática agrava a já precária conectividade internacional da Venezuela e reforça o ambiente de imprevisibilidade que afasta investimentos, turistas e parceiros diplomáticos, empurrando o país ainda mais para o ciclo de autossuficiência forçada e dependência geopolítica.
Trump fecha o espaço aéreo venezuelano - Maduro retalia punindo empresas aéreas - O povo Venezuelano corre para o Bitcoin, Ethereum, ouro e Prata

O gesto de Nicolás Maduro de revogar as licenças de operação de companhias aéreas como Gol, LATAM, Iberia, TAP, Avianca e Turkish Airlines revela a crescente tensão entre a Venezuela e a comunidade internacional, transformando um alerta de segurança dos Estados Unidos, seguido pela suspensão temporária dos voos, em um ato de retaliação política do regime. Ao punir empresas que apenas buscaram proteger seus passageiros e tripulações, Maduro aprofunda o isolamento do país, prejudica milhares de viajantes e tenta projetar força diante do colapso institucional interno. A medida, apresentada pelo governo como defesa da soberania, na prática agrava a já precária conectividade internacional da Venezuela e reforça o ambiente de imprevisibilidade que afasta investimentos, turistas e parceiros diplomáticos, empurrando o país ainda mais para o ciclo de autossuficiência forçada e dependência geopolítica.
O PT Quer Seu Bitcoin: Do “Combate ao Crime” ao Imposto Que Sangra o Investidor Brasileiro O Projeto de Lei 5.582/2025, enviado pelo governo Lula sob o pretexto de “legalizar a liquidação de criptomoedas apreendidas do crime organizado”, é mais uma prova de que, quando o PT diz mirar bandidos, quem acaba na linha de tiro é o cidadão comum que tenta construir patrimônio fora das amarras estatais. A estratégia é sempre a mesma: vestir o discurso nobre da segurança pública para, na prática, ampliar o alcance do Estado sobre qualquer forma de liberdade econômica, inclusive sobre ativos descentralizados como o Bitcoin. E, para completar o pacote, o governo confirma a taxação de 15% sobre os ganhos em criptomoedas, punindo exatamente quem inova, empreende e busca proteção financeira diante de um sistema que o próprio PT insiste em deteriorar. Enquanto o mundo competitivo reduz barreiras e atrai talentos, o Brasil escolhe espantar investidores, sufocar tecnologia e vigiar o cidadão honesto como se fosse o verdadeiro inimigo. Aqui, o recado é claro: no Brasil de Lula, até o Bitcoin dos “bandidos” vira pretexto, mas a fatura sempre cai no colo da classe média.
O PT Quer Seu Bitcoin: Do “Combate ao Crime” ao Imposto Que Sangra o Investidor Brasileiro

O Projeto de Lei 5.582/2025, enviado pelo governo Lula sob o pretexto de “legalizar a liquidação de criptomoedas apreendidas do crime organizado”, é mais uma prova de que, quando o PT diz mirar bandidos, quem acaba na linha de tiro é o cidadão comum que tenta construir patrimônio fora das amarras estatais. A estratégia é sempre a mesma: vestir o discurso nobre da segurança pública para, na prática, ampliar o alcance do Estado sobre qualquer forma de liberdade econômica, inclusive sobre ativos descentralizados como o Bitcoin. E, para completar o pacote, o governo confirma a taxação de 15% sobre os ganhos em criptomoedas, punindo exatamente quem inova, empreende e busca proteção financeira diante de um sistema que o próprio PT insiste em deteriorar. Enquanto o mundo competitivo reduz barreiras e atrai talentos, o Brasil escolhe espantar investidores, sufocar tecnologia e vigiar o cidadão honesto como se fosse o verdadeiro inimigo. Aqui, o recado é claro: no Brasil de Lula, até o Bitcoin dos “bandidos” vira pretexto, mas a fatura sempre cai no colo da classe média.
O Medo dos Banqueiros e o Colapso Silencioso do Sistema Fiat A inquietação dos banqueiros diante da pergunta “para onde vão parar os R$ 40 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos no caso do Banco Master, agora sob liquidação do Banco Central?” expõe uma verdade inconveniente: o tão celebrado sistema financeiro tradicional é frágil, opaco e capaz de gerar riscos tão graves quanto qualquer ativo dito “volátil”. Quando um banco quebra, o pânico se espalha, o FGC vira salvador improvisado e a confiança no modelo fiat, baseado em dívidas crescentes, resgates estatais e risco sistêmico, mostra suas rachaduras. Em um cenário assim, é irônico que ainda critiquem quem investe em Bitcoin, Ethereum e outras criptomoedas, ativos transparentes, auditáveis e independentes desse mecanismo centralizado que vive de remendos. A verdade é simples: no mundo atual, o risco não está em ter cripto, o risco está em depender cegamente de um sistema fiat que já provou, mais uma vez, que pode ruir sem aviso prévio.
O Medo dos Banqueiros e o Colapso Silencioso do Sistema Fiat

A inquietação dos banqueiros diante da pergunta “para onde vão parar os R$ 40 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos no caso do Banco Master, agora sob liquidação do Banco Central?” expõe uma verdade inconveniente: o tão celebrado sistema financeiro tradicional é frágil, opaco e capaz de gerar riscos tão graves quanto qualquer ativo dito “volátil”. Quando um banco quebra, o pânico se espalha, o FGC vira salvador improvisado e a confiança no modelo fiat, baseado em dívidas crescentes, resgates estatais e risco sistêmico, mostra suas rachaduras. Em um cenário assim, é irônico que ainda critiquem quem investe em Bitcoin, Ethereum e outras criptomoedas, ativos transparentes, auditáveis e independentes desse mecanismo centralizado que vive de remendos. A verdade é simples: no mundo atual, o risco não está em ter cripto, o risco está em depender cegamente de um sistema fiat que já provou, mais uma vez, que pode ruir sem aviso prévio.
Geração Z Sem Casa, Com Cripto — O Resultado Iminente de Uma Economia Quebrada Reportagem recente do Financial Times revela que a crise imobiliária global empurrou a Geração Z para uma encruzilhada brutal: incapazes de comprar uma casa e vendo o custo de vida disparar, muitos jovens adotam as criptomoedas como uma mistura de esperança, revolta silenciosa e niilismo econômico. O FT destaca que, diante de um sistema que lhes nega patrimônio e futuro, eles recorrem a estratégias financeiras de alto risco, não apenas por ganância, mas porque o caminho tradicional de ascensão social foi bloqueado. Sem acesso ao mercado imobiliário e descrentes das promessas econômicas feitas pelas gerações anteriores, eles transformam Bitcoin, Ethereum e afins em uma espécie de “última porta aberta”, um grito contra um modelo que já não funciona para eles e que agora colhe as consequências dessa ruptura geracional.
Geração Z Sem Casa, Com Cripto — O Resultado Iminente de Uma Economia Quebrada

Reportagem recente do Financial Times revela que a crise imobiliária global empurrou a Geração Z para uma encruzilhada brutal: incapazes de comprar uma casa e vendo o custo de vida disparar, muitos jovens adotam as criptomoedas como uma mistura de esperança, revolta silenciosa e niilismo econômico. O FT destaca que, diante de um sistema que lhes nega patrimônio e futuro, eles recorrem a estratégias financeiras de alto risco, não apenas por ganância, mas porque o caminho tradicional de ascensão social foi bloqueado. Sem acesso ao mercado imobiliário e descrentes das promessas econômicas feitas pelas gerações anteriores, eles transformam Bitcoin, Ethereum e afins em uma espécie de “última porta aberta”, um grito contra um modelo que já não funciona para eles e que agora colhe as consequências dessa ruptura geracional.
A Madrugada é Asiática: a Prata Sobe Quando o Ocidente Dorme Enquanto Londres tenta segurar o preço da prata com manipulações e operações de curtíssimo prazo, o mercado dá sua aula diária de economia real: quando chega a madrugada e a Ásia desperta, a demanda física explode e o metal dispara, como hoje, com alta de 1,71% antes do amanhecer no Ocidente. É o choque entre duas forças: de um lado, os derivativos ocidentais tentando impor um preço artificial; do outro, milhões de compradores asiáticos acumulando prata física, onde não há narrativa que segure. A lei da oferta e da procura é inexorável, e sempre vence. Se a pressão oriental continuar, Londres pode até tentar segurar, mas o metal tende a seguir sua trajetória natural: para cima.
A Madrugada é Asiática: a Prata Sobe Quando o Ocidente Dorme

Enquanto Londres tenta segurar o preço da prata com manipulações e operações de curtíssimo prazo, o mercado dá sua aula diária de economia real: quando chega a madrugada e a Ásia desperta, a demanda física explode e o metal dispara, como hoje, com alta de 1,71% antes do amanhecer no Ocidente. É o choque entre duas forças: de um lado, os derivativos ocidentais tentando impor um preço artificial; do outro, milhões de compradores asiáticos acumulando prata física, onde não há narrativa que segure. A lei da oferta e da procura é inexorável, e sempre vence. Se a pressão oriental continuar, Londres pode até tentar segurar, mas o metal tende a seguir sua trajetória natural: para cima.
Enquanto a Bolívia abre o cofre cripto, o Brasil de Lula fecha as portas A recente reviravolta regulatória na Bolívia, que reverteu proibições e agora incorpora criptomoedas e stablecoins ao sistema financeiro formal, permitindo que bancos ofereçam contas, cartões e empréstimos vinculados a cripto, marca um forte sinal de liberalização e busca de novas alternativas diante da crise, inflação e escassez de moeda estrangeira. Por outro lado, no Brasil as autoridades adotam o caminho inverso: o Banco Central e a Receita Federal endureceram o arcabouço regulatório para criptomoedas, exigindo autorização para prestadores de serviços, obrigando declarações detalhadas de transações via a nova “DeCripto” e alinhando regras à fiscalização internacional sob o padrão global CARF. Esse contraste revela visões opostas: a Bolívia aposta em cripto como válvula de escape econômica e inclusão financeira, já o Brasil busca controlar o uso de cripto como mecanismo financeiro, reforçando a rastreabilidade e a intimidação.
Enquanto a Bolívia abre o cofre cripto, o Brasil de Lula fecha as portas

A recente reviravolta regulatória na Bolívia, que reverteu proibições e agora incorpora criptomoedas e stablecoins ao sistema financeiro formal, permitindo que bancos ofereçam contas, cartões e empréstimos vinculados a cripto, marca um forte sinal de liberalização e busca de novas alternativas diante da crise, inflação e escassez de moeda estrangeira. Por outro lado, no Brasil as autoridades adotam o caminho inverso: o Banco Central e a Receita Federal endureceram o arcabouço regulatório para criptomoedas, exigindo autorização para prestadores de serviços, obrigando declarações detalhadas de transações via a nova “DeCripto” e alinhando regras à fiscalização internacional sob o padrão global CARF. Esse contraste revela visões opostas: a Bolívia aposta em cripto como válvula de escape econômica e inclusão financeira, já o Brasil busca controlar o uso de cripto como mecanismo financeiro, reforçando a rastreabilidade e a intimidação.
Galípolo, o “Falcão Improvável” que Desconcertou Direita e Esquerda Galípolo, agora presidente do Banco Central, surpreendeu completamente tanto a direita quanto a esquerda ao manter uma política monetária extremamente rígida, contrariando as expectativas de afrouxamento imediato após a saída de Roberto Campos Neto. Enquanto o mercado esperava uma guinada mais “dovish”, Galípolo mostrou-se um verdadeiro guardião da estabilidade, preservando juros altos para conter pressões inflacionárias persistentes e blindar a credibilidade institucional do BC. O resultado foi um choque político: a direita, que temia um aparelhamento lulista, engoliu seco ao ver o novo presidente operar com mão mais firme que muitos conservadores; já a esquerda, que apostava numa rápida redução de juros para impulsionar crescimento e aliviar o governo, ficou frustrada com o recado claro de que a autonomia do Banco Central não seria apenas formal, mas prática. Galípolo emergiu, assim, como o “falcão improvável”, mostrando que política monetária não tem ideologia, tem consequência.
Galípolo, o “Falcão Improvável” que Desconcertou Direita e Esquerda

Galípolo, agora presidente do Banco Central, surpreendeu completamente tanto a direita quanto a esquerda ao manter uma política monetária extremamente rígida, contrariando as expectativas de afrouxamento imediato após a saída de Roberto Campos Neto. Enquanto o mercado esperava uma guinada mais “dovish”, Galípolo mostrou-se um verdadeiro guardião da estabilidade, preservando juros altos para conter pressões inflacionárias persistentes e blindar a credibilidade institucional do BC. O resultado foi um choque político: a direita, que temia um aparelhamento lulista, engoliu seco ao ver o novo presidente operar com mão mais firme que muitos conservadores; já a esquerda, que apostava numa rápida redução de juros para impulsionar crescimento e aliviar o governo, ficou frustrada com o recado claro de que a autonomia do Banco Central não seria apenas formal, mas prática. Galípolo emergiu, assim, como o “falcão improvável”, mostrando que política monetária não tem ideologia, tem consequência.
A Fuga para o Paraguai: Quando a Regra 10.10.10 Enterra a Tributação Petista Enquanto o governo Lula aperta o cerco tributário contra investidores de ações e criptomoedas, transformando o Brasil num verdadeiro campo minado fiscal, milhares de brasileiros descobrem no Paraguai um refúgio estratégico e legal com a Regra 10.10.10, uma estrutura tributária simples, previsível e infinitamente mais amigável que a voracidade arrecadatória petista. A migração de traders, holders de cripto e empresários não é coincidência: é sobrevivência financeira. Em vez de incentivar inovação, o PT prefere sufocar quem produz, poupando apenas a elite política que vive de impostos dos outros. Resultado? O Paraguai vira o novo hub de liberdade econômica da região, enquanto o Brasil, nas mãos do PT, exporta talentos, capitais e sonhos.
A Fuga para o Paraguai: Quando a Regra 10.10.10 Enterra a Tributação Petista

Enquanto o governo Lula aperta o cerco tributário contra investidores de ações e criptomoedas, transformando o Brasil num verdadeiro campo minado fiscal, milhares de brasileiros descobrem no Paraguai um refúgio estratégico e legal com a Regra 10.10.10, uma estrutura tributária simples, previsível e infinitamente mais amigável que a voracidade arrecadatória petista. A migração de traders, holders de cripto e empresários não é coincidência: é sobrevivência financeira. Em vez de incentivar inovação, o PT prefere sufocar quem produz, poupando apenas a elite política que vive de impostos dos outros. Resultado? O Paraguai vira o novo hub de liberdade econômica da região, enquanto o Brasil, nas mãos do PT, exporta talentos, capitais e sonhos.
Lula quer mais Bitcoin Com o envio ao Congresso do Projeto de Lei 5.582/2025 para legalizar a liquidação de criptomoedas apreendidas, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva mostra que, sob o manto do “combate ao crime organizado”, o verdadeiro alvo é o bolso do investidor e do cidadão trabalhador. O discurso oficial afirma que os alvos são criminosos, mas quem vive no mundo real sabe que quando o Estado entra numa porta “contra bandidos”, costuma sair pelo portão das classes médias que buscam liberdade financeira. O PT aproveita para ampliar seu alcance e controle, até sobre os ativos mais descentralizados, enquanto se faz de salvador e demoniza quem tenta construir patrimônio longe da folha de pagamento estatal.
Lula quer mais Bitcoin
Com o envio ao Congresso do Projeto de Lei 5.582/2025 para legalizar a liquidação de criptomoedas apreendidas, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva mostra que, sob o manto do “combate ao crime organizado”, o verdadeiro alvo é o bolso do investidor e do cidadão trabalhador. O discurso oficial afirma que os alvos são criminosos, mas quem vive no mundo real sabe que quando o Estado entra numa porta “contra bandidos”, costuma sair pelo portão das classes médias que buscam liberdade financeira. O PT aproveita para ampliar seu alcance e controle, até sobre os ativos mais descentralizados, enquanto se faz de salvador e demoniza quem tenta construir patrimônio longe da folha de pagamento estatal.
O Novo Confisco Digital do PT: Até as Stablecoins Viraram Alvo O Governo Lula, sedento por mais dinheiro para sustentar sua máquina inchada, agora mira até as stablecoins, justamente o porto seguro dos brasileiros que buscam proteção contra a farra fiscal petista. O mesmo governo que distribui benesses para manter sua base política fiel, decide punir quem trabalha, investe e busca liberdade financeira, impondo imposto até sobre moedas estáveis como USDT e USDC. É a velha lógica do PT: quem produz paga a conta, enquanto o Estado se expande sem limites. No fim, o investidor vira inimigo, e o pagador de impostos vira a carteira preferida do governo.
O Novo Confisco Digital do PT: Até as Stablecoins Viraram Alvo

O Governo Lula, sedento por mais dinheiro para sustentar sua máquina inchada, agora mira até as stablecoins, justamente o porto seguro dos brasileiros que buscam proteção contra a farra fiscal petista. O mesmo governo que distribui benesses para manter sua base política fiel, decide punir quem trabalha, investe e busca liberdade financeira, impondo imposto até sobre moedas estáveis como USDT e USDC. É a velha lógica do PT: quem produz paga a conta, enquanto o Estado se expande sem limites. No fim, o investidor vira inimigo, e o pagador de impostos vira a carteira preferida do governo.
PT Aperta os Investidores em Criptomoedas O governo Lula decidiu que a conta do populismo vai cair no colo de quem investe e produz, pois com o aumento dos impostos sobre as criptomoedas, o PT mira justamente o setor que mais cresce no país, drenando recursos de investidores para bancar o programa de gás gratuito prometido a 15 milhões de famílias. Enquanto pune quem empreende e busca alternativas fora da economia estagnada, o governo tenta maquiar a falta de gestão com benefícios financiados pelo bolso alheio, uma típica manobra do PT, que prefere asfixiar inovação e investimento para sustentar políticas que garantam palanque, mas não o progresso.
PT Aperta os Investidores em Criptomoedas

O governo Lula decidiu que a conta do populismo vai cair no colo de quem investe e produz, pois com o aumento dos impostos sobre as criptomoedas, o PT mira justamente o setor que mais cresce no país, drenando recursos de investidores para bancar o programa de gás gratuito prometido a 15 milhões de famílias. Enquanto pune quem empreende e busca alternativas fora da economia estagnada, o governo tenta maquiar a falta de gestão com benefícios financiados pelo bolso alheio, uma típica manobra do PT, que prefere asfixiar inovação e investimento para sustentar políticas que garantam palanque, mas não o progresso.
Governo Lula confirma imposto de 15% sobre criptomoedas Mais uma vez o investidor brasileiro é punido, pois enquanto o mundo avança para incentivar inovação, o Brasil escolhe taxar quem empreende e busca proteção financeira. A cobrança de 15% sobre ganhos em cripto desestimula tecnologia, afasta capital e empurra talentos para fora do país.
Governo Lula confirma imposto de 15% sobre criptomoedas

Mais uma vez o investidor brasileiro é punido, pois enquanto o mundo avança para incentivar inovação, o Brasil escolhe taxar quem empreende e busca proteção financeira. A cobrança de 15% sobre ganhos em cripto desestimula tecnologia, afasta capital e empurra talentos para fora do país.
Investimentos Externos Direto - IED De acordo com os dados mais recentes da UNCTAD (World Investment Report 2024, ano-base 2023), entre os 10 maiores receptores de IED do mundo estão: 1. China 2. Hong Kong (China) 3. Singapura 4. Brasil 5. México 6. Índia 7. Emirados Árabes Unidos 8. Arábia Saudita 9. Indonésia 10. Vietnã
Investimentos Externos Direto - IED

De acordo com os dados mais recentes da UNCTAD (World Investment Report 2024, ano-base 2023), entre os 10 maiores receptores de IED do mundo estão:

1. China

2. Hong Kong (China)

3. Singapura

4. Brasil

5. México

6. Índia

7. Emirados Árabes Unidos

8. Arábia Saudita

9. Indonésia

10. Vietnã
Lançamento marca nova era para a memecoin Dogecoin no mercado institucional O fundo-ETF spot da Grayscale, denominado GDOG, começou a ser negociado nesta segunda-feira na bolsa NYSE Arca, oferecendo aos investidores institucionais e de varejo exposição direta à Dogecoin, até então tratada como uma “moeda de meme” da internet. Apesar da simbólica listagem, o impacto imediato no preço da DOGE foi limitado, refletindo o ceticismo de parte do mercado frente à entrada oficial das memecoins no ambiente tradicional de investimento.
Lançamento marca nova era para a memecoin Dogecoin no mercado institucional

O fundo-ETF spot da Grayscale, denominado GDOG, começou a ser negociado nesta segunda-feira na bolsa NYSE Arca, oferecendo aos investidores institucionais e de varejo exposição direta à Dogecoin, até então tratada como uma “moeda de meme” da internet. Apesar da simbólica listagem, o impacto imediato no preço da DOGE foi limitado, refletindo o ceticismo de parte do mercado frente à entrada oficial das memecoins no ambiente tradicional de investimento.
Pagamento do FGC aos Investidores do Master Deve Render Alívio Fiscal ao Governo Federal O início do pagamento de até R$ 250 mil por investidor pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) aos clientes afetados pela liquidação do Banco Master terá um efeito colateral relevante: a cobrança de Imposto de Renda sobre os valores restituídos, especialmente nos casos em que houver rendimentos acumulados. Embora o FGC atue para proteger o sistema financeiro e os pequenos investidores, a tributação incidida sobre essas compensações aumenta a arrecadação federal justamente em um momento de forte pressão fiscal, contribuindo para aliviar temporariamente o caixa do governo. Esse mecanismo transforma uma crise bancária em uma oportunidade inesperada de reforço das receitas, ainda que não resolva os desafios estruturais das contas públicas.
Pagamento do FGC aos Investidores do Master Deve Render Alívio Fiscal ao Governo Federal

O início do pagamento de até R$ 250 mil por investidor pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) aos clientes afetados pela liquidação do Banco Master terá um efeito colateral relevante: a cobrança de Imposto de Renda sobre os valores restituídos, especialmente nos casos em que houver rendimentos acumulados. Embora o FGC atue para proteger o sistema financeiro e os pequenos investidores, a tributação incidida sobre essas compensações aumenta a arrecadação federal justamente em um momento de forte pressão fiscal, contribuindo para aliviar temporariamente o caixa do governo. Esse mecanismo transforma uma crise bancária em uma oportunidade inesperada de reforço das receitas, ainda que não resolva os desafios estruturais das contas públicas.
Dólar em Forte Alta Pressiona a Economia Brasileira A disparada do dólar futuro, que hoje sobe 1,45% e atinge R$ 5,41, acende um sinal de alerta sobre os impactos imediatos para a economia brasileira. A valorização da moeda norte-americana encarece importações, de combustíveis a insumos industriais, elevando custos de produção e pressionando a inflação. Além disso, aumenta a incerteza para investidores, reduz o apetite por risco e pode atrasar planos de investimentos estrangeiros no país. Para o consumidor, o efeito chega rapidamente: passagens aéreas, produtos eletrônicos e medicamentos tendem a ficar mais caros, enquanto o Banco Central pode ser forçado a adotar uma postura monetária mais conservadora, dificultando a queda dos juros no curto prazo.
Dólar em Forte Alta Pressiona a Economia Brasileira

A disparada do dólar futuro, que hoje sobe 1,45% e atinge R$ 5,41, acende um sinal de alerta sobre os impactos imediatos para a economia brasileira. A valorização da moeda norte-americana encarece importações, de combustíveis a insumos industriais, elevando custos de produção e pressionando a inflação. Além disso, aumenta a incerteza para investidores, reduz o apetite por risco e pode atrasar planos de investimentos estrangeiros no país. Para o consumidor, o efeito chega rapidamente: passagens aéreas, produtos eletrônicos e medicamentos tendem a ficar mais caros, enquanto o Banco Central pode ser forçado a adotar uma postura monetária mais conservadora, dificultando a queda dos juros no curto prazo.
A Argentina se torna o novo coração global do Ethereum A edição mais recente do Devconnect ARG, realizada no centro de exposições La Rural, em Buenos Aires, destacou-se como um marco histórico para o ecossistema Ethereum. Com cerca de 20.000 participantes provenientes de 130 países, incluindo mais de 10.000 argentinos e outros 1.800 visitantes de nações latino-americanas, o evento estabeleceu um novo recorde para uma conferência organizada pela Ethereum Foundation. Esse número expressivo de participantes indica que a Argentina não foi apenas uma sede ocasional, mas sim um novo epicentro regional de inovação em Web3. A programação contou com uma variedade impressionante de atividades: 79 projetos exibidos, 40 eventos oficiais no local, centenas de workshops e meetups espalhados pela cidade e mais de 5.000 desenvolvedores envolvidos, além de alunos e educadores que participaram em parceria com o ministério da educação local. Entre os palestrantes de destaque estavam nomes de peso do ecossistema, como Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum; Stani Kulechov, fundador da Aave Labs; e Roger Dingledine, criador do Tor, consolidando o encontro como um dos mais importantes da história do Devconnect. Mais do que números, o Devconnect ARG deixou um recado claro: a América Latina deixou de ser coadjuvante na revolução cripto e passou a assumir um papel protagonista. A Argentina demonstrou possuir talento técnico, força acadêmica, desenvolvedores capacitados e uma comunidade vibrante, consolidando o país como um verdadeiro hub tecnológico regional para o Ethereum e todo o ecossistema descentralizado. $ETH
A Argentina se torna o novo coração global do Ethereum

A edição mais recente do Devconnect ARG, realizada no centro de exposições La Rural, em Buenos Aires, destacou-se como um marco histórico para o ecossistema Ethereum. Com cerca de 20.000 participantes provenientes de 130 países, incluindo mais de 10.000 argentinos e outros 1.800 visitantes de nações latino-americanas, o evento estabeleceu um novo recorde para uma conferência organizada pela Ethereum Foundation. Esse número expressivo de participantes indica que a Argentina não foi apenas uma sede ocasional, mas sim um novo epicentro regional de inovação em Web3.

A programação contou com uma variedade impressionante de atividades: 79 projetos exibidos, 40 eventos oficiais no local, centenas de workshops e meetups espalhados pela cidade e mais de 5.000 desenvolvedores envolvidos, além de alunos e educadores que participaram em parceria com o ministério da educação local. Entre os palestrantes de destaque estavam nomes de peso do ecossistema, como Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum; Stani Kulechov, fundador da Aave Labs; e Roger Dingledine, criador do Tor, consolidando o encontro como um dos mais importantes da história do Devconnect.

Mais do que números, o Devconnect ARG deixou um recado claro: a América Latina deixou de ser coadjuvante na revolução cripto e passou a assumir um papel protagonista. A Argentina demonstrou possuir talento técnico, força acadêmica, desenvolvedores capacitados e uma comunidade vibrante, consolidando o país como um verdadeiro hub tecnológico regional para o Ethereum e todo o ecossistema descentralizado. $ETH
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