Nova norma do Banco Central cria código específico para identificar ajustes financeiros em negociações de criptoativos com instituições estrangeiras, com exigências de capital variando por categoria de risco.
O Banco Central propôs uma classificação de risco em quatro categorias para operações com criptoativos realizadas com instituições estrangeiras. A escala vai de ‘ativos tradicionais tokenizados (1A)’ até ‘criptoativos de alto risco (2B)’ , cada faixa com exigências específicas de capital e controles de liquidez.
A proposta faz parte de uma consulta pública que discute o marco regulatório para o tratamento prudencial de criptoativos no sistema financeiro. A norma deve entrar em vigor em 1º de julho de 2026, com aplicação plena prevista para 1º de janeiro de 2027.
A nova regra separa os ativos em quatro níveis, do mais seguro ao mais arriscado. Instituições que negociam com parceiros estrangeiros precisarão identificar em qual categoria cada operação se enquadra antes de registrá-la.
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