Avenia pede autorização ao Banco Central para operar como VASP
Avenia, emissora da stablecoin BRLA, iniciou o processo de autorização junto ao Banco Central do Brasil para atuar como prestadora de serviços de ativos virtuais (VASP). O movimento posiciona a empresa entre as primeiras do segmento de stablecoins em reais a buscar licença formal no regulador brasileiro. A Avenia emite a BRLA desde 2023 e a posiciona como a maior stablecoin atrelada ao real. Além da emissão, a empresa desenvolve soluções de pagamentos internacionais baseadas em stablecoins. O pedido ao Banco Central formaliza uma operação que já existe na prática, submetendo-a ao arcabouço regulatório que o BC vem construindo para o setor. O prazo que torna o movimento urgente está definido: o Banco Central fixou 30 de outubro de 2026 como data-limite para que prestadoras de serviços de ativos virtuais protocolem seus pedidos de autorização. Quem não cumprir o cronograma fica impedido de operar legalmente no Brasil. A Avenia entrou com o processo dois dias antes do vencimento. O registro como VASP exige que a empresa demonstre ao BC capacidade operacional, controles de prevenção à lavagem de dinheiro, estrutura de governança e mecanismos de proteção ao cliente. #Criptomoedas #Brasil #Negocios
Hackers roubam US$ 400 mil da Predict.fun dias após token valer US$ 1,4 bi
Hackers drenaram US$ 400 mil em USDT da Predict.fun , plataforma de mercado de previsões integrada à Binance Wallet , em um ataque relatado em 27 de outubro de 2026. O incidente aconteceu dias depois de o token da plataforma atingir uma capitalização de mercado de US$ 1,4 bilhão . A Predict.fun é um mercado de previsões apoiado pela YZi Labs e foi adicionada à Binance Wallet em março de 2026. A integração colocou a plataforma em evidência entre usuários da maior exchange do mundo por volume. O ataque drenou US$ 400 mil em USDT diretamente dos contratos ou da infraestrutura da plataforma. Os desenvolvedores suspeitam que o ponto de entrada dos invasores foi a documentação de API da plataforma. Como medida imediata, o site de documentação da API foi retirado do ar para conter o vetor de ataque enquanto a equipe investiga o ocorrido. O momento do ataque é, no mínimo, constrangedor. Dias antes, o token da Predict.fun havia atingido uma capitalização de mercado de US$ 1,4 bilhão na Binance, número que gerou debate no setor sobre se o valor refletia fundamentos reais. O roubo chegou exatamente quando a plataforma estava no centro das atenções. #Criptomoedas #Exchange #SegurancaDigital
Google lança sistema MPC para proteger custódia de criptoativos
O Google vai apresentar o Google Multi-Party Compute (MPC), um sistema de segurança para custódia de criptoativos e ativos tokenizados, no seu primeiro simpósio de ativos digitais, em Nova York. O Google MPC está em pré-visualização privada e foi projetado para ajudar bancos e instituições financeiras a proteger e movimentar criptomoedas e ativos tokenizados com mais segurança. Vários parceiros de design e instituições financeiras de grande porte já participam dos testes. A própria Alphabet, controladora do Google, utiliza o sistema para resguardar seus ativos digitais nas blockchains Ethereum e Solana. O serviço suporta assinaturas ECDSA e Ed25519, dois dos esquemas criptográficos mais usados por redes blockchain para autorizar transações. Quando uma transação é confirmada em uma blockchain, ela não pode ser revertida, o que torna a proteção da chave privada o ponto mais crítico de toda a cadeia de custódia. #Criptomoedas #InteligenciaArtificial #Ethereum
Ripio pede licença ao Banco Central para operar no Brasil
Ripio protocolou pedido de licença junto ao Banco Central do Brasil para atuar como corretora de ativos virtuais, cobrindo intermediação, custódia e câmbio de criptomoedas, enquanto mantém seu atendimento no país. O pedido protocolado pela Ripio ao Banco Central abrange três frentes: a intermediação de ativos virtuais, a custódia de criptomoedas e o câmbio . Com esse escopo, a corretora de origem argentina busca enquadrar sua operação brasileira dentro do marco regulatório que o BC vem estruturando para o setor. A empresa confirmou que segue atendendo usuários no Brasil durante o período de análise do pedido. A manutenção do serviço enquanto o processo tramita é uma prática comum no modelo regulatório adotado pelo Banco Central para exchanges de criptoativos. O timing do pedido é relevante: a Ripio havia encerrado operações via Pix e negociações no Brasil em 29 de outubro , o que tornou o protocolo junto ao BC um sinal de que a empresa pretende se reposicionar formalmente no mercado brasileiro, desta vez com o aval regulatório em mãos. #Criptomoedas #Brasil #Negocios
Operação contra fraudes com criptomoedas prende seis pessoas no Piauí
A Polícia Civil do Piauí participou, nesta quarta-feira (28 de outubro), da Operação Cripto-Quimera , que investiga uma organização criminosa suspeita de aplicar golpes com criptomoedas e lavar dinheiro em diferentes estados brasileiros. A ação, coordenada pela Polícia Civil de Goiás, resultou na prisão de seis pessoas no Piauí. Ao todo, a operação teve como objetivo cumprir 14 mandados de prisão temporária e 19 de busca e apreensão. As equipes atuaram em Parnaíba, no litoral piauiense, além de Guarulhos, Osasco, Guarujá e São Paulo capital. A investigação começou após uma vítima perder mais de R$ 250 mil em um golpe virtual. O caso que deu origem à investigação aconteceu em março de 2023, em Goiânia (GO). Na ocasião, os criminosos invadiram o perfil de uma pessoa conhecida da vítima e utilizaram a conta para divulgar falsas oportunidades de investimento em criptomoedas , com promessas de lucros rápidos e elevados. Como a publicação apareceu no perfil de alguém de confiança, a vítima acreditou na oferta e iniciou uma conversa pela rede social . Em seguida, os golpistas a encaminharam para supostos atendentes e supervisores de uma plataforma de investimentos. #Criptomoedas #Brasil
Vibe coding quebra smart TV ao remover bloatware com Claude
Um desenvolvedor usou o Claude Code, ferramenta de programação por IA da Anthropic, para remover bloatware de sua smart TV via ADB, substituir o launcher original e transformar a interface em algo próximo ao visual do Apple TV. O processo funcionou, ficou mais rápido e livre de anúncios. O problema: ao operar em um aparelho LG com root, o Claude executou etapas que o usuário não controlava por completo, e a TV não voltou mais . O relato viralizou e arrastou milhares de pessoas a repetir o experimento nos próprios aparelhos. O autor da experiência original habilitou as opções de desenvolvedor na TV, ativou o USB e o Network ADB debugging e abriu o Claude Code no computador. Bastou colar o prompt do projeto, informar o modelo exato do aparelho e responder um checklist rápido sobre quais aplicativos manter no dock. A partir daí, o Claude assumiu: fez backup do sistema, removeu 25 pacotes Xiaomi pré-instalados, compilou um launcher de 83 MB para substituir o original de 192 MB e instalou tudo via ADB, verificando cada etapa com capturas de tela. O resultado visual foi elogiado pelo próprio autor como semelhante a um Apple TV, e o desempenho melhorou de forma perceptível. #Tecnologia #Negocios #InteligenciaArtificial
Ministro israelense defende criptomoedas contra sanções e recebe críticas
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu , levantou uma possibilidade que chamou a atenção do mercado financeiro: usar criptomoedas para reduzir os impactos de eventuais sanções econômicas contra Israel. A ideia, apresentada durante uma entrevista na sexta-feira (23), não agradou a economistas e integrantes da oposição. Netanyahu conversou com a emissora israelense Channel 10 e afirmou que seu governo se prepara para enfrentar possíveis restrições internacionais mais amplas. Nesse contexto, mencionou os ativos digitais como uma das alternativas que poderiam ajudar a economia israelense. A declaração surgiu em meio às discussões sobre as relações comerciais de Israel com outros países. Além disso, o assunto ganhou repercussão justamente na semana das eleições israelenses, ampliando o debate sobre as propostas econômicas do primeiro-ministro. A preocupação do governo israelense envolve a possibilidade de outros países adotarem medidas que dificultem o comércio e as movimentações financeiras de Israel. #Criptomoedas #Economia
Sony lança token nativo $SONEIUM e planeja stablecoin própria
A Sony confirmou que vai emitir um token nativo chamado $SONEIUM na sua blockchain Soneium e anunciou planos paralelos de lançar uma stablecoin atrelada ao dólar que poderá ser usada em assinaturas de games e outros serviços. A rede já reúne mais de 250 aplicações nas áreas de música, games, anime e colecionáveis digitais. A Soneium é uma rede de camada 2 desenvolvida pela Sony para acelerar a adoção de Web3 em propriedades intelectuais do grupo, com aplicações que vão de NFTs musicais a itens colecionáveis de anime. A blockchain já integrou parceiros como a LINE, maior plataforma social do Japão, que trouxe quatro aplicativos de games para a rede. O anúncio sobre o $SONEIUM veio acompanhado da apresentação do conceito de IP tokenizada: a Sony pretende transformar direitos sobre músicas, personagens e outros ativos de entretenimento em tokens negociáveis dentro da própria rede . A stablecoin em dólar ampliaria essa estrutura ao permitir pagamentos dentro dos serviços da Sony sem depender de moedas externas. O $SONEIUM funcionaria como o ativo central da blockchain , utilizado em governança, taxas de transação e incentivos para desenvolvedores e usuários. Já a stablecoin teria função mais específica: cobrir assinaturas de videogames e compras de conteúdo digital diretamente nos serviços do grupo. #Criptomoedas #Tecnologia #Blockchain
Binance pede licença ao Banco Central para ampliar serviços financeiros no Brasil
A Binance solicitou uma licença ao Banco Central por meio da BBrasil Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais Ltda., empresa que integra o grupo. O pedido contempla a atuação como Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAV), conforme as exigências regulatórias brasileiras. Com essa iniciativa, a exchange pretende manter uma estrutura que reúna diferentes soluções financeiras em um único ambiente. Dessa forma, os clientes poderão acessar ativos digitais, negociar stablecoins, realizar pagamentos e utilizar outros serviços por meio de uma única conta. Além disso, a companhia busca facilitar o acesso dos brasileiros a oportunidades financeiras internacionais. A proposta envolve operações disponíveis 24 horas por dia, com foco em custos competitivos, segurança e transparência. O protocolo do pedido, entretanto, não significa que o Banco Central já concedeu a autorização. A empresa ainda precisa passar pela análise regulatória antes de obter a licença solicitada. #Criptomoedas #Brasil #Economia
Por que mercados de previsão erraram o resultado das eleições no Brasil?
Os mercados de previsão erraram o resultado das eleições brasileiras e especialistas apontam a proibição das plataformas no país como causa central da falha. Com liquidez inferior a 5% do volume registrado nos Estados Unidos, esses mercados ficaram vulneráveis à influência de poucos investidores e a um influxo de traders de varejo sem conhecimento específico do eleitorado brasileiro. Polymarket e Kalshi , as principais plataformas internacionais de mercados preditivos, operaram contratos sobre as eleições brasileiras mesmo após serem bloqueadas pelos reguladores e terem páginas removidas das redes sociais. A Secretaria de Prêmios e Apostas chegou a solicitar à Meta o bloqueio de perfis das empresas no Instagram, medida atendida após o TSE acionar a AGU e a Fazenda. Em nota, a Polymarket afirmou que “Respeita as autoridades competentes e cumpre as determinações que lhe são dirigidas em cada jurisdição”. #Brasil #Economia #Negocios
Marido esconde 5 bitcoins no divórcio, perícia digital expõe e juiz manda dividir
Um marido tentou ocultar uma carteira digital com 5 bitcoins durante o processo de divórcio , mas uma perícia forense digital rastreou os ativos e expôs a ocultação. A Justiça determinou a divisão do montante com a ex-esposa, fixando o valor da partilha em R$ 1,8 milhão . O caso estabelece um precedente sobre como criptoativos respondem às regras de meação no direito de família brasileiro. O marido mantinha os 5 bitcoins em uma carteira digital cujo acesso ele não revelou durante a partilha. A perícia forense localizou os ativos e confirmou que eles existiam ao tempo da dissolução do vínculo conjugal, quando o valor de cada coin equivalia a cerca de R$ 180 mil, totalizando aproximadamente R$ 900 mil na época. Com a valorização posterior do ativo, o montante chegou a R$ 1,8 milhão no momento da decisão judicial. Quando o réu se recusou a entregar os bitcoins, o juiz escalou as medidas de pressão. A ordem passou a prever o bloqueio de contas bancárias e a penhora de um imóvel do marido até cobrir o valor correspondente à avaliação das moedas ocultadas. A decisão ainda autorizou o pagamento em dinheiro caso a entrega dos ativos em espécie não fosse possível. Carteiras de bitcoin são pseudônimas: as transações ficam registradas publicamente na blockchain, mas o titular não aparece pelo nome. A perícia forense combinou análise de metadados dos dispositivos do marido, rastreamento de endereços na cadeia e cruzamento com registros financeiros para ligar a carteira ao réu. #Criptomoedas #Brasil #Bitcoin
Itaú compra startup de IA NeoSpace por R$ 2,925 bilhões
O Itaú Unibanco (ITUB4) anunciou a aquisição de 100% da NeoSpace , startup brasileira de inteligência artificial, por R$ 2,925 bilhões . A NeoSpace será integrada à plataforma de IA generativa do Itaú, batizada de ia.i, com foco em crédito, CRM e prevenção a fraudes. O negócio segue quase dois anos de parceria entre o banco e a startup antes de se transformar em aquisição formal. O pagamento será feito em parcelas: um inicial no fechamento do negócio e o restante ao longo de cinco anos, sujeito a condições. A operação precisa de aprovação prévia do Cade e do Banco Central. Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú Unibanco, posicionou o acordo como movimento de longo prazo para a indústria financeira. #Brasil #Economia #Tecnologia
Michael Saylor confirma presença no OranjeBTC Summit 2 em São Paulo
Michael Saylor, fundador e chairman executivo da Strategy, confirmou presença no OranjeBTC Summit 2 , segunda edição do evento promovido pela maior detentora de Bitcoin listada no Brasil. O OranjeBTC Summit acontece em São Paulo e reúne investidores, executivos e entusiastas do modelo de tesouraria em Bitcoin, o mesmo que a Strategy popularizou no mercado global e que a OranjeBTC adaptou para o contexto brasileiro. A OranjeBTC, que desde sua estreia na B3 opera sob o ticker OBTC3, já contou com a presença online de Saylor em sua primeira edição, através de chamada ao vivo ao lado do CEO Guilherme Gomes e do diretor Sam Callahan, no Teatro B32, na Avenida Faria Lima. A primeira edição ocorreu em 6 de novembro de 2025 e gerou repercussão além do Brasil , com veículos internacionais acompanhando as declarações do americano sobre o mercado local. #Brasil #Economia #Tecnologia
MP da Bahia vai rastrear criptomoedas em parceria com Rio e Santa Catarina
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) firmou um convênio técnico com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e o Ministério Público de Santa Catarina para rastrear transações suspeitas de criptoativos. O MPRJ contratou o Reactor, software da Chainalysis, por 12 meses, para mapear e bloquear rapidamente movimentações ilícitas em redes como o Bitcoin. O acordo transfere licenças de ferramentas especializadas e permite que a equipe baiana opere em conjunto com a unidade CyberGAECO , criada pelo MPRJ para investigar crimes financeiros digitais. A parceria coloca a Bahia na rede de rastreio que o Rio de Janeiro já vinha estruturando com Santa Catarina. Com o convênio, as licenças do programa são compartilhadas com as demais procuradorias, permitindo que Bahia e Santa Catarina acessem a mesma infraestrutura sem precisar contratar o serviço individualmente. A coordenação das investigações passa pela equipe do CyberGAECO, que atua como ponto central de inteligência. #Criptomoedas #Brasil #Bitcoin
Licença cripto no Brasil: Veja quais exchanges pediram e quais estão saindo
Onze empresas já protocolaram pedidos de autorização como Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAV) junto ao Banco Central do Brasil, com o prazo regulatório de 30 de outubro a quatro dias de distância. Ao mesmo tempo, quatro plataformas anunciaram a saída do país, e pelo menos mais uma global sinalizou intenção de entrar na fila. As primeiras sete solicitações foram de Transfero , Mazzera , PFPay , Masterpay , W Brasil Comércio , Onda Finance e Wynx Exchange . Nos dias seguintes, OKX , Brasil Bitcoin , UnblockPay e a emissora da stablecoin BRLV , a Crown , completaram o total de 11 pedidos confirmados. A OKX foi uma das últimas grandes exchanges globais a formalizar o pedido , e seu CEO no Brasil, Guilherme Sacamone, definiu o momento como a entrega de anos de trabalho: “Protocolar esse pedido é a materialização de anos de investimento em infraestrutura, time e governança no Brasil. O que estamos entregando ao BC hoje não é um formulário, é uma empresa que operacionalmente, financeiramente e institucionalmente está pronta para o novo arcabouço.” #Criptomoedas #Brasil #Negocios
Mais brasileiros investem em cripto do que na bolsa, mas metade não entende o que comprou
Criptoativos já fazem parte da carteira de 11% dos brasileiros , índice que supera o percentual de investidores na bolsa de valores, mas o crescimento vem acompanhado de um dado preocupante: quase metade desses investidores admite não entender o que comprou . O fenômeno reflete uma expansão rápida da adoção de criptomoedas no país, impulsionada pela facilidade de acesso via aplicativos e pela percepção de ganhos rápidos. Só que essa entrada acelerada não veio acompanhada de educação financeira proporcional, criando uma base de investidores exposta a riscos. Um estudo publicado no Valor Econômico já havia sinalizado esse movimento: 54% dos brasileiros conhecem o Bitcoin e 16% já investiram em algum ativo digital , enquanto 29% acreditam que criptomoedas funcionam como apostas esportivas. O número atualizado de 11% com exposição efetiva ao mercado, superando a participação na renda variável tradicional, consolida uma virada estrutural no comportamento do investidor de varejo. #Criptomoedas #Brasil #Economia
O Mecanismo Especial de Devolução (MED) , criado pelo Banco Central do Brasil , é a principal ferramenta disponível para quem caiu em um golpe do Pix e quer tentar recuperar o dinheiro transferido. O procedimento começa no próprio aplicativo do banco onde a conta foi debitada e tem prazo máximo de 80 dias a partir da transação para ser acionado . Desde o lançamento do Pix, fraudes envolvendo pagamentos instantâneos cresceram e pressionaram o Banco Central a criar mecanismos de proteção. O MED funciona como uma ponte entre o banco da vítima e a instituição que recebeu o valor: ao registrar a contestação, o banco da vítima notifica o banco receptor, que pode bloquear eventuais saldos ainda disponíveis na conta do fraudador antes que o dinheiro seja movido. A agilidade no registro é determinante. Golpistas costumam mover os valores rapidamente, e acionar o banco pelas vias corretas nas primeiras horas amplia a chance de o saldo ainda estar disponível para bloqueio. Uma orientação que circula entre especialistas em segurança financeira resume bem a urgência: “interrompa qualquer comunicação com o suposto vendedor ou ‘recuperador’, avise o banco pelo canal oficial e salve todas as evidências. Agir rápido impede que os golpistas movam valores, apaguem anúncios ou ampliem o acesso a suas contas.” #Brasil #Financas #SegurancaDigital
Cientistas estão fumando para provar que a IA vai curar o câncer, diz Executivo da Palantir
O diretor de tecnologia da Palantir fez uma declaração que viralizou nos círculos de inteligência artificial: segundo ele, alguns pesquisadores de IA teriam começado a fumar cigarros como forma de demonstrar crença de que a tecnologia será capaz de curar o câncer antes que o hábito cause danos irreversíveis à saúde . A afirmação expõe o nível de otimismo, e de controvérsia, que cerca as apostas do setor sobre o futuro da medicina. A declaração ocorre num momento em que líderes das maiores empresas de inteligência artificial vêm reiterando publicamente que a tecnologia será capaz de curar o câncer em poucos anos , conforme apontou Época Negócios ao ouvir oncologistas sobre os limites dessas promessas . O episódio da Palantir é o exemplo mais extremo desse otimismo: transformar o próprio corpo em objeto de aposta sobre a velocidade do progresso científico. A comunidade médica, porém, adota um tom bem diferente. O professor de biofísica Michele Vendruscolo, um dos diretores do Centro de Doenças Proteínicas da Universidade de Cambridge, reconhece a dificuldade do problema: #Tecnologia #Negocios #InteligenciaArtificial
Bitcoin Core muda política de segurança por causa de bugs descobertos por IA
O Bitcoin Core anunciou uma revisão na política de divulgação de vulnerabilidades após concluir que grandes modelos de linguagem (LLMs) tornaram certas falhas tão fáceis de redescobrir que manter correções em sigilo deixou de proteger os usuários. A mudança, comunicada em e-mail à lista de desenvolvimento, altera a forma como correções de segurança chegam a diferentes versões do software e quando avisos são tornados públicos. A proposta foi detalhada pelo desenvolvedor Antoine Poinsot, que explicou o problema central do modelo anterior: embargos longos eram usados para dar tempo de atualização, mas esse sigilo impedia que correções fossem retroportadas para versões mais antigas, deixando usuários dependentes do próximo lançamento principal. Com LLMs capazes de identificar padrões de vulnerabilidade a partir de um prompt simples, o intervalo de sigilo deixou de ser uma barreira real para atacantes. A nova política divide as vulnerabilidades em categorias baseadas em gravidade e facilidade de descoberta. Para falhas classificadas como “fáceis de descobrir” , a correção será distribuída o mais rápido possível em todas as versões principais mantidas, acompanhada de um aviso de segurança publicado junto da atualização. #Criptomoedas #Tecnologia #Bitcoin
PL libera corretoras de cripto para consultar dados da Receita Federal em tempo real
O Projeto de Lei 5.645/2026, apresentado pelo deputado Fernando Monteiro (PSD-PE), autoriza corretoras de criptomoedas e instituições de pagamento a consultarem, em tempo real, dados cadastrais da Receita Federal por CPF ou CNPJ. A medida não repassa informações financeiras e, portanto, não viola o sigilo fiscal dos investidores. O texto inclui as prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs) entre as beneficiárias. A proposta surge em resposta a um conjunto de fraudes digitais, casos de lavagem de dinheiro e uso sistemático de contas laranja no mercado de criptoativos. Um ataque hacker que causou prejuízo de R$ 800 milhões também figura entre os episódios que motivaram a iniciativa legislativa. O acesso em tempo real aos dados cadastrais da Receita permitiria às corretoras verificar a identidade dos usuários antes de autorizar operações , reduzindo a abertura de contas em nomes falsos ou de terceiros. #Criptomoedas #Brasil #Regulamentacao
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