A Gate propôs combinar autorização compartilhada e espera de 48 horas para saques após o ataque à binance, com perdas estimadas em US$ 6,3 bilhões. O desenho exige participação de pelo menos duas partes para movimentar recursos.
Lin Han, fundador e presidente da exchange, também defendeu uma aliança global de segurança entre empresas do setor. A proposta reúne padrões comuns de proteção, protocolos de detecção de invasões e sistemas de resposta emergencial.
No Bitcoin (BTC), a atenção se volta aos dados de inflação americana, às perspectivas para os juros em dezembro e ao comportamento dos fundos negociados em bolsa (ETFs) à vista. Esses fatores podem influenciar a liquidez e a direção do ativo no fim do ano. Para o Ethereum (ETH), Person destaca os próximos passos da atualização Glamsterdam, voltada a ampliar a capacidade da rede. O uso em stablecoins, tokenização e finanças descentralizadas também sustenta o interesse pelo projeto. Na Solana (SOL), o foco está no desenvolvimento da atualização Alpenglow, que busca acelerar a conclusão das transações, e na demanda por produtos de investimento vinculados ao ativo. O Aave (AAVE) aparece pela atividade em empréstimos descentralizados e pelo estudo do uso de ativos tokenizados como garantia. Depósitos, crédito concedido e receitas serão indicadores a observar. Já para o XRP, a Foxbit acompanha a adoção da stablecoin RLUSD, novas funcionalidades de empréstimos e a integração do XRP Ledger com instituições financeiras.
O recente pedido de IPO da empresa de IA Anthropic atuou como um novo catalisador para o Bitcoin, aumentando a volatilidade e fortalecendo sua correlação com ações de tecnologia, segundo a FXStreet. Esse desenvolvimento tornou a criptomoeda mais sensível a mudanças amplas no apetite por risco e na alavancagem do mercado, enquanto fatores macroeconômicos e geopolíticos assumem um papel mais importante na alocação de ativos. Como resultado, notícias de grandes empresas de tecnologia e mudanças nas perspectivas econômicas agora têm um impacto mais direto na dinâmica de preços do Bitcoin. Surgem sinais de sobrecompra enquanto o impulso de alta encontra resistência O BTC/USD está sendo negociado atualmente acima da MA-20 horária, em $80.595, da MA-50, em $80.284, e da MA-200 de longo prazo, em $73.068, com suporte imediato no nível Kijun do Ichimoku, em $80.403. Os indicadores de momentum são, em geral, de alta: MACD e ADX apontam força ascendente, e tanto o RSI quanto o CCI sinalizam compra. O Bull/Bear Power está em território de sobrecompra, indicando o predomínio dos compradores, enquanto o Awesome Oscillator mantém uma tendência de alta. No entanto, o Stochastic RSI aponta forte sinal de venda, destacando um possível risco de sobrecompra no curto prazo e divergência entre os osciladores. O preço à vista permanece próximo da máxima de hoje, em $80.900, enquanto a baixa volatilidade intradiária ressalta um cenário de curto prazo forte, mas potencialmente esticado.
A criptomoeda HYPE, da Hyperliquid, disparou cerca de 15% nesta quinta-feira (29), após a Intercontinental Exchange (ICE), controladora da Bolsa de Nova York (NYSE), anunciar um acordo para levar a tecnologia da plataforma descentralizada ao mercado financeiro dos Estados Unidos. A iniciativa prevê a criação de um ambiente regulado para negociação de contratos futuros perpétuos de criptomoedas, ações, commodities e moedas tradicionais.
O acordo foi firmado com a TradeXYZ, empresa que desenvolve mercados de derivativos utilizando a infraestrutura da Hyperliquid. Pela parceria, a ICE ficará responsável pela operação do novo mercado e pelos sistemas de compensação e liquidação das negociações, enquanto a TradeXYZ desenvolverá os produtos financeiros.
O governo de Seul estaria considerando outro adiamento de uma política de imposto de renda de 2020 sobre ativos digitais, citando preocupações com o recebimento de dados de autoridades dos EUA.
Estrategy, Strive enfrentam desafio de equilibrar compras de bitcoin e dividendos de ações preferenciais Os valores mobiliários financiaram a compra de quase 136.000 bitcoins, abrindo um canal de financiamento que os analistas esperam complementar o mercado maior de ETFs.
As últimas notícias e o cenário atual do XRP (Ripple) refletem um momento de aversão ao risco no mercado de criptomoedas, pressões de correção técnica e movimentações importantes na rede: • Cotação Atual: O XRP é negociado na faixa de US$ 1,31 a US$ 1,35 (aproximadamente R$ 6,50), registrando oscilações recentes em meio a um movimento de baixa generalizado no mercado. • Correção no Mercado: O Bitcoin e as principais altcoins (incluindo Ether, Solana e XRP) recuaram pressionados por um cenário macroeconômico de cautela, alta do petróleo e tensões geopolíticas globais. • Atraso em Atualização do XRPL: O XRP Ledger adiou temporariamente uma correção técnica (patch) destinada a corrigir uma falha, pois o apoio dos validadores caiu abaixo do limite de 80% exigido, aguardando novas rodadas de consenso nas próximas semanas.
O Senado analisa diversas propostas que tratam de operações financeiras realizadas por meio virtual, como as operações via Pix, os investimentos em criptomoedas, e também projetos que regulam as fintechs e combatem fraudes monetárias. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65/2023 inclui o Pix na Constituição e está pronta para votação no Plenário. Já o projeto de lei (PL) 4.932/2023, que aguarda votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), altera o marco legal das criptomoedas no Brasil, para aumentar a segurança de investidores e impor novas regras às corretoras de ativos virtuais, enquanto o PL 3.572/2026 cria regras para fintechs. O projeto de lei (PL) 2.006/2026 tem objetivo de combater contas usadas para movimentar dinheiro de golpes e outros crimes.
Quais são as principais mudanças anunciadas pelo BC?
Entre as determinações da autoridade monetária, estão:
Autorização para funcionamento: as empresas que prestam serviços de ativos virtuais devem observar as exigências de autorização do BC, respeitadas as condições previstas para as instituições em processo de regularização;
Separação patrimonial: os recursos financeiros dos clientes devem ser mantidos em contas individualizadas, separados dos recursos das plataformas. As instituições também precisam adotar mecanismos de segregação dos criptoativos dos clientes em relação aos ativos próprios;
Identificação e rastreabilidade: as plataformas devem cumprir exigências de identificação dos envolvidos nas operações, além de procedimentos de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo;
Transferências de criptoativos: a partir de janeiro de 2027, determinadas transferências para instituições no exterior ou carteiras autocustodiadas poderão ficar retidas preventivamente por até 24 horas para análise de riscos. A medida alcança operações acima de US$ 10 mil, consideradas individualmente ou pelo total movimentado pelo cliente no dia, além de outras transações sujeitas a avaliação complementar.
Quem investe em Bitcoin e outras criptomoedas deve ficar atento às mudanças nas plataformas de negociação. As exchanges que atuam no Brasil enfrentam novos prazos e exigências para regularizar suas operações perante o Banco Central (BC), e os primeiros efeitos já aparecem no mercado. Enquanto algumas empresas encerraram suas operações no País, a Binance anunciou mudanças em sua estrutura para atender à regulamentação. Para os investidores, as novidades podem envolver atualização cadastral, alterações nos serviços e até a troca da empresa responsável pela conta. Entenda o que muda e quais cuidados tomar a seguir. O que as exchanges de criptos precisam mudar? As novas regras do BC estabelecem exigências para a autorização e o funcionamento das empresas que prestam serviços de ativos virtuais no País. O prazo de 30 de outubro é um dos marcos do processo, que também prevê etapas e condições específicas para as instituições que já atuama por aqui. Diferentemente de outras exchanges que optaram por interromper as operações no País, a Binance anunciou mudanças para se adequar às novas determinações. A principal delas envolve a Binance Brasil Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A., antiga Sim;paul Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A., que passa a responder pelas operações em reais dos clientes locais. O cadastro deles, assim como o histórico de movimentações da conta, será transferido automaticamente para a nova empresa, segundo informou a companhia em nota, que reforçou ainda a importância de manter os dados cadastrais atualizados para evitar eventuais problemas operacionais. Adaptações necessárias Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto), Diego Perez, as mudanças na Binance sinalizam que a regulação brasileira exige adaptações concretas até mesmo de grandes plataformas globais. "Para o setor, o desafio é realizar essa transição com transparência e continuidade no atendimento aos clientes. Do ponto de vista regulatório, defendemos condições equilibradas de concorrência entre empresas nacionais e estrangeiras, com exigências proporcionais aos riscos e espaço para a inovação", afirma. Quais são as principais mudanças anunciadas pelo BC?** Entre as determinações da autoridade monetária, estão: Autorização para funcionamento: as empresas que prestam serviços de ativos virtuais devem observar as exigências de autorização do BC, respeitadas as condições previstas para as instituições em processo de regularização; Separação patrimonial: os recursos financeiros dos clientes devem ser mantidos em contas individualizadas, separados dos recursos das plataformas. As instituições também precisam adotar mecanismos de segregação dos criptoativos dos clientes em relação aos ativos próprios; Identificação e rastreabilidade: as plataformas devem cumprir exigências de identificação dos envolvidos nas operações, além de procedimentos de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo; Transferências de criptoativos: a partir de janeiro de 2027, determinadas transferências para instituições no exterior ou carteiras autocustodiadas poderão ficar retidas preventivamente por até 24 horas para análise de riscos. A medida alcança operações acima de US$ 10 mil, consideradas individualmente ou pelo total movimentado pelo cliente no dia, além de outras transações sujeitas a avaliação complementar.
Desempenho do Mercado e Preço Cotação Atual: O XRP está a ser negociado na casa dos $1,25 a $1,30 USD. Níveis de Suporte e Resistência: O mercado tem procurado defender o suporte crucial nos $1,25 após acumular uma queda recente no mês de outubro. A principal resistência no curto prazo está na faixa dos $1,35. Volatilidade: O mercado de criptomoedas, em geral, tem reagido às decisões de taxas de juro do Federal Reserve (Fed) e aos dados da inflação global. 📰 Principais Notícias e Fatores de Destaque Adoção Institucional e Ripple: A Ripple continua a expandir a sua infraestrutura de pagamentos transfronteiriços para instituições financeiras, mantendo o ecossistema do XRP atrativo para soluções de liquidez corporativa. Debate sobre Projeções de Preço: Diversos relatórios de análise técnica têm dividido opiniões no mercado. Enquanto análises conservadoras estimam uma consolidação entre $1,16 e $1,70 até ao final do ano, modelos de previsão mais otimistas debatem cenários de longo prazo impulsionados por fundos e ETFs de altcoins. Comportamento dos Contratos Futuros: Os dados de derivativos mostram uma ligeira redução no volume de posições abertas nos contratos futuros de XRP, indicando uma postura de maior cautela por parte dos traders de curto prazo até haver uma definição mais clara da tendência.
A Binance confirmou o suporte para a distribuição de dividendos em dinheiro da empresa Dell Technologies (DELL) por meio de sua linha de ações tokenizadas. O comunicado oficial divulgado no domingo (18) informa que o repasse contemplará os investidores com saldo no ativo DELLB.
Para ter direito aos proventos, o usuário precisa manter as unidades do token na conta durante a captura de registro agendada para a meia-noite (UTC) de terça-feira (20). Valores líquidos apurados após o desconto de impostos retidos na fonte, taxas e custos operacionais serão reinvestidos no mesmo título.
O mercado de criptomoedas fechou a semana até a última sexta-feira (16) em um misto de sentimentos.
O BTC começou o dia em alta, se aproximando novamente dos US$ 82 mil e puxando a recuperação entre os principais ativos digitais.
O movimento acontece depois de uma sessão mais cautelosa, marcada por saídas de recursos dos ETFs de bitcoin e pela pressão sobre ativos de maior risco.
O momento do Bitcoin virou para o campo positivo em dois indicadores amplamente acompanhados nesta semana, encerrando uma tendência de baixa que já durava cerca de 10 meses. PlanB, criador do modelo stock-to-flow, compartilhou essa virada e questionou se a análise poderia ser tão simples assim.
A dúvida de PlanB tem fundamento. O BTC opera próximo a US$ 81.679, com queda de 1,7% nas últimas 24 horas e abaixo do patamar de US$ 83.094 exibido no gráfico apresentado por ele.
Os sinais de alta do Bitcoin indicam um novo ciclo?
PlanB compartilhou um gráfico da plataforma de análise Block Horizon que monitora o momentum do índice Market Value to Realized Value (MVRV) do Bitcoin. O MVRV compara o valor de mercado com o custo agregado de aquisição de todas as moedas.
Hoje no universo cripto, a Circle, emissora de stablecoins, busca entrar em cerca de 40 mercados em desenvolvimento, segundo o CEO Jeremy Allaire. Um novo relatório destacou economias substanciais com remessas em stablecoins, especialmente em mercados emergentes. Enquanto isso, a Solana adiou seu evento em Xangai depois que as inscrições excederam os limites de capacidade locais.
Allaire, da Circle, diz que emissora de stablecoins busca entrar em 40 mercados em desenvolvimento: relatório
A emissora de stablecoins Circle busca entrar em cerca de 40 mercados em desenvolvimento, segundo o CEO e presidente do conselho da empresa, Jeremy Allaire.
• Bitcoin e Cenário Macro: O preço do Bitcoin recuperou a faixa dos US$ 82 mil, mas os investidores continuam atentos aos dados de inflação dos Estados Unidos e aos possíveis impactos na taxa de juros do Federal Reserve (Fed). • Regulação no Brasil: Novas normas do Banco Central brasileiro estão alterando o cenário local. Grandes corretoras ajustam suas operações, e a emissora da stablecoin BRLV (Crown) solicitou formalmente uma licença cripto ao BC. Além disso, a Coinbase criticou uma regra do BC que permite a retenção de transferências de criptomoedas por até 24 horas. • Tokenização e CVM: A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) avança com programas de testes para a negociação, custódia e liquidação de ativos tokenizados (incluindo ações e debêntures), com preparação da B3 planejada para expandir essa infraestrutura.
• Queda de Preço e Inflação: O XRP caiu abaixo de US$ 1,30 após dados do núcleo de inflação nos EUA subirem acima do esperado, fazendo investidores reavaliarem os juros do Federal Reserve e reduzirem o apetite por ativos especulativos. • Níveis de Suporte: O suporte imediato está sendo monitorado em US$ 1,25; caso esse patamar seja rompido, analistas apontam o nível de US$ 1,10 como próximo foco de baixa. • Liquidações no Mercado: O mercado cripto acumulou cerca de US$ 889 milhões em liquidações de posições compradas nas últimas 24 horas, com o XRP respondendo por aproximadamente US$ 14 milhões desse total.
O mercado de criptoativos registrou um dia de baixa, com as principais moedas digitais perdendo valor. A cautela dos investidores prevaleceu, influenciada por fatores macroeconômicos e a ausência de um forte catalisador de alta.
Apesar do cenário de baixa, a expansão da negociação à vista de bitcoin e ether para investidores profissionais em uma importante região do Oriente Médio trouxe um sinal positivo para a adoção institucional. No entanto, esse movimento não foi suficiente para reverter o sentimento geral de cautela.
A pressão sobre os preços foi atribuída à expectativa de dados de inflação e à manutenção de juros elevados, o que limitou o fluxo comprador. Mesmo com alguns desenvolvimentos positivos, o mercado aguarda por um impulso mais robusto para impulsionar os ativos digitais.
A França estuda ampliar a cobrança de impostos sobre criptomoedas para incluir operações envolvendo stablecoins regulamentadas pela União Europeia. A proposta prevê uma tributação de 31,4% sobre os ganhos obtidos nessas transações, medida que, segundo a empresa de análise de blockchain Chainalysis, pode levar investidores a buscar plataformas estrangeiras e ativos fora das regras europeias.
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