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Goldman Sachs entra com solicitação para lançar seu primeiro ETF de BitcoinUai, então… o tal do Goldman Sachs resolveu dar mais um passo nesse trem de criptomoeda. Nesta terça-feira, o banco entrou com um pedido pra criar um ETF — que é tipo um fundo negociado na bolsa — com a ideia de gerar uma rendinha pros investidores vendendo opções ligadas ao preço do Bitcoin. É um jeito mais devagar e cauteloso de entrar nesse mundo dos ativos digitais. Esse fundo, que vai chamar Goldman Sachs Bitcoin Premium ETF, pretende colocar pelo menos 80% do dinheiro em investimentos que acompanham o Bitcoin, tipo outros ETFs que seguem o preço da moeda ou até derivativos ligados a esses produtos. E olha só: esse é o primeiro ETF de Bitcoin do banco, vindo logo depois do Morgan Stanley, que saiu na frente entre os bancões. Pra garantir um dinheirinho pros investidores, o fundo vai vender opções atreladas a esses ETFs de Bitcoin, ganhando com os prêmios pagos por quem quer se expor mais ao ativo, até de forma alavancada. Agora, considerando que o Goldman Sachs administra coisa de US$ 3,65 trilhões, esse movimento mostra que ele entrou de vez nesse “jogo dos ETFs de Bitcoin”. Segundo o analista Eric Balchunas, da Bloomberg, isso até pegou o povo meio de surpresa. Ele comentou também que o fundo tá estruturado numa subsidiária nas Ilhas Cayman, o que ajuda a driblar certas regras mais duras sobre investimentos em commodities. Isso é diferente de um pedido parecido que a BlackRock fez. No fim das contas, segundo o analista, pode ser que o Goldman esteja vendo uma chance de sair na frente dos concorrentes. E, do jeito que o fundo foi montado, não é impossível que ele acabe sendo lançado antes dos outros. Uai, e não para por aí não… tá vindo mais uma leva desses tais de ETFs de Bitcoin no mercado. Lá em janeiro, a BlackRock entrou com um pedido na SEC pra lançar um tal de iShares Bitcoin Premium Income ETF. A ideia desse fundo é gerar renda vendendo opções de compra. Se a SEC aprovar, ele vai bater de frente com outros fundos parecidos, tipo o BTCI da NEOS Investments, que já tem um volume danado de dinheiro aplicado. Agora, como esse ETF da BlackRock é gerenciado ativamente, pode esperar que a taxa dele seja mais salgadinha do que aqueles fundos mais simples, que só acompanham o preço do Bitcoin direto. Desde que o ETF à vista de Bitcoin da BlackRock começou lá em 2024, o trem deslanchou bonito, viu? Já entrou mais de US$ 63,8 bilhões. Enquanto isso, o Morgan Stanley também lançou o ETF dele recentemente, mas ainda tá mais no comecinho, com uns US$ 68 milhões captados. E pra fechar, o chefão do Goldman Sachs, o David Solomon, contou em fevereiro que tem só um tiquinho de Bitcoin. Segundo ele, tá mais de olho, observando o movimento, do que propriamente investindo pesado nesse mercado.

Goldman Sachs entra com solicitação para lançar seu primeiro ETF de Bitcoin

Uai, então… o tal do Goldman Sachs resolveu dar mais um passo nesse trem de criptomoeda. Nesta terça-feira, o banco entrou com um pedido pra criar um ETF — que é tipo um fundo negociado na bolsa — com a ideia de gerar uma rendinha pros investidores vendendo opções ligadas ao preço do Bitcoin. É um jeito mais devagar e cauteloso de entrar nesse mundo dos ativos digitais.
Esse fundo, que vai chamar Goldman Sachs Bitcoin Premium ETF, pretende colocar pelo menos 80% do dinheiro em investimentos que acompanham o Bitcoin, tipo outros ETFs que seguem o preço da moeda ou até derivativos ligados a esses produtos. E olha só: esse é o primeiro ETF de Bitcoin do banco, vindo logo depois do Morgan Stanley, que saiu na frente entre os bancões.
Pra garantir um dinheirinho pros investidores, o fundo vai vender opções atreladas a esses ETFs de Bitcoin, ganhando com os prêmios pagos por quem quer se expor mais ao ativo, até de forma alavancada.
Agora, considerando que o Goldman Sachs administra coisa de US$ 3,65 trilhões, esse movimento mostra que ele entrou de vez nesse “jogo dos ETFs de Bitcoin”. Segundo o analista Eric Balchunas, da Bloomberg, isso até pegou o povo meio de surpresa.
Ele comentou também que o fundo tá estruturado numa subsidiária nas Ilhas Cayman, o que ajuda a driblar certas regras mais duras sobre investimentos em commodities. Isso é diferente de um pedido parecido que a BlackRock fez.
No fim das contas, segundo o analista, pode ser que o Goldman esteja vendo uma chance de sair na frente dos concorrentes. E, do jeito que o fundo foi montado, não é impossível que ele acabe sendo lançado antes dos outros.

Uai, e não para por aí não… tá vindo mais uma leva desses tais de ETFs de Bitcoin no mercado.
Lá em janeiro, a BlackRock entrou com um pedido na SEC pra lançar um tal de iShares Bitcoin Premium Income ETF. A ideia desse fundo é gerar renda vendendo opções de compra. Se a SEC aprovar, ele vai bater de frente com outros fundos parecidos, tipo o BTCI da NEOS Investments, que já tem um volume danado de dinheiro aplicado.
Agora, como esse ETF da BlackRock é gerenciado ativamente, pode esperar que a taxa dele seja mais salgadinha do que aqueles fundos mais simples, que só acompanham o preço do Bitcoin direto.
Desde que o ETF à vista de Bitcoin da BlackRock começou lá em 2024, o trem deslanchou bonito, viu? Já entrou mais de US$ 63,8 bilhões. Enquanto isso, o Morgan Stanley também lançou o ETF dele recentemente, mas ainda tá mais no comecinho, com uns US$ 68 milhões captados.
E pra fechar, o chefão do Goldman Sachs, o David Solomon, contou em fevereiro que tem só um tiquinho de Bitcoin. Segundo ele, tá mais de olho, observando o movimento, do que propriamente investindo pesado nesse mercado.
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Steve Aoki vende criptomoedas após perder R$ 3,5 milhões com NFTsUai, sô, o Steve Aoki, que era todo animado com essas tal de criptomoeda, agora tá meio que pulando fora desse trem. Uns dado da Arkham que saiu numa matéria da CoinDesk mostra que ele começou a vender os token que tinha, mas ainda guardou sete NFT lá da coleção Bored Ape Yacht Club. Pelas movimentação, ele vendeu um tantão de Shiba Inu e também Ethereum, e mandou o dinheiro tudo em Tether pra conta dele na Gemini. Antes disso, já tinha passado pra frente uns PEPE também. Lá em 2021, ele gastou uma nota preta comprando esses NFT dos macaco, mas hoje em dia caiu demais da conta, perdeu quase tudo do valor — um prejuízo danado, viu. Na época, ele até falava que esses NFT ia virar coisa comum rapidim. Animou tanto que tentou fazer um programa chamado “Dominion X” sobre isso, vendeu tudo num piscar de olho, mas o trem nem foi pro ar. Teve até um projeto com o Justin Blau pra fazer música usando NFT, com nome de Punx. E pra cê ver, ele mesmo já falou que ganhou mais dinheiro com esses NFT do que com anos de gravadora. $PEPE ,$ETH

Steve Aoki vende criptomoedas após perder R$ 3,5 milhões com NFTs

Uai, sô, o Steve Aoki, que era todo animado com essas tal de criptomoeda, agora tá meio que pulando fora desse trem. Uns dado da Arkham que saiu numa matéria da CoinDesk mostra que ele começou a vender os token que tinha, mas ainda guardou sete NFT lá da coleção Bored Ape Yacht Club.
Pelas movimentação, ele vendeu um tantão de Shiba Inu e também Ethereum, e mandou o dinheiro tudo em Tether pra conta dele na Gemini. Antes disso, já tinha passado pra frente uns PEPE também.
Lá em 2021, ele gastou uma nota preta comprando esses NFT dos macaco, mas hoje em dia caiu demais da conta, perdeu quase tudo do valor — um prejuízo danado, viu.
Na época, ele até falava que esses NFT ia virar coisa comum rapidim. Animou tanto que tentou fazer um programa chamado “Dominion X” sobre isso, vendeu tudo num piscar de olho, mas o trem nem foi pro ar.
Teve até um projeto com o Justin Blau pra fazer música usando NFT, com nome de Punx. E pra cê ver, ele mesmo já falou que ganhou mais dinheiro com esses NFT do que com anos de gravadora. $PEPE ,$ETH
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Ethereum sobe quase 4x mais que o Bitcoin com fluxo de ETFsUai, o trem tá mudando de rumo no mercado de cripto, viu. O Ethereum começou a ganhar força em cima do Bitcoin, num movimento claro de gente tirando dinheiro de um pra botar no outro. Nos últimos dias, o povo andou diminuindo posição em BTC, principalmente via ETF, e aumentando aposta no ETH, que tá rendendo melhor. Pra você ter ideia, nesta terça (14), o Ethereum subiu perto de 8% em 24 horas, enquanto o Bitcoin ficou ali nos 5%. Na semana, o ETH já abriu uma vantagem boa — coisa de uns 11,5% contra 7,5% do BTC. E no mês então, nem se fala: o Ethereum já sobe quase quatro vezes mais. Isso vem junto com uma mudança forte no dinheiro grande entrando e saindo do mercado. Lá nos Estados Unidos, os ETFs de Bitcoin tiveram uma saída pesada, mais de 300 milhões de dólares num dia só, com destaque pra uns fundos grandes. Já os de Ethereum tão indo no caminho contrário: tão recebendo grana, somando quase 187 milhões na semana e batendo recorde no total acumulado. Na rede também deu uma mexida. O Ethereum viu o número de transações subir bastante, coisa de 41% em uma semana, chegando perto de 3,6 milhões por dia. Mostra que o trem tá sendo mais usado, né. Mas nem tudo é só coisa boa. Apesar de mais movimentação, o valor envolvido caiu. As transferências de stablecoins despencaram mais de 40% e as taxas também caíram bem. Ou seja, tem mais atividade, mas com menos dinheiro rodando — pode ser mais especulação do que uso de verdade. Enquanto isso, o Bitcoin não tá morto não, viu. Mesmo com saída dos ETFs, ele continua firme no mercado à vista, mostrando que ainda tem demanda forte segurando o preço. Agora a dúvida que fica é: será que esse movimento pro Ethereum veio pra ficar ou é só uma fase? Pra confirmar, vai precisar ver se continua entrando dinheiro nos ETFs de ETH e se a rede passa a mostrar uso mais forte de verdade, igual já aconteceu antes. $BTC ,$ETH

Ethereum sobe quase 4x mais que o Bitcoin com fluxo de ETFs

Uai, o trem tá mudando de rumo no mercado de cripto, viu. O Ethereum começou a ganhar força em cima do Bitcoin, num movimento claro de gente tirando dinheiro de um pra botar no outro. Nos últimos dias, o povo andou diminuindo posição em BTC, principalmente via ETF, e aumentando aposta no ETH, que tá rendendo melhor.
Pra você ter ideia, nesta terça (14), o Ethereum subiu perto de 8% em 24 horas, enquanto o Bitcoin ficou ali nos 5%. Na semana, o ETH já abriu uma vantagem boa — coisa de uns 11,5% contra 7,5% do BTC. E no mês então, nem se fala: o Ethereum já sobe quase quatro vezes mais.
Isso vem junto com uma mudança forte no dinheiro grande entrando e saindo do mercado. Lá nos Estados Unidos, os ETFs de Bitcoin tiveram uma saída pesada, mais de 300 milhões de dólares num dia só, com destaque pra uns fundos grandes. Já os de Ethereum tão indo no caminho contrário: tão recebendo grana, somando quase 187 milhões na semana e batendo recorde no total acumulado.
Na rede também deu uma mexida. O Ethereum viu o número de transações subir bastante, coisa de 41% em uma semana, chegando perto de 3,6 milhões por dia. Mostra que o trem tá sendo mais usado, né.
Mas nem tudo é só coisa boa. Apesar de mais movimentação, o valor envolvido caiu. As transferências de stablecoins despencaram mais de 40% e as taxas também caíram bem. Ou seja, tem mais atividade, mas com menos dinheiro rodando — pode ser mais especulação do que uso de verdade.
Enquanto isso, o Bitcoin não tá morto não, viu. Mesmo com saída dos ETFs, ele continua firme no mercado à vista, mostrando que ainda tem demanda forte segurando o preço.
Agora a dúvida que fica é: será que esse movimento pro Ethereum veio pra ficar ou é só uma fase? Pra confirmar, vai precisar ver se continua entrando dinheiro nos ETFs de ETH e se a rede passa a mostrar uso mais forte de verdade, igual já aconteceu antes.
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ASV uzsāk maksājumus miljardu dolāru krāpšanas upuriem no OneCoinAk, cilvēk, ASV Tieslietu departaments paziņoja, ka ir uzsācis programmu, lai kompensētu cilvēkus, kuri iekrita OneCoin krāpšanā, tajā viltus kriptovalūtā, kas apkrāpa investorus visā pasaulē un izsūknēja apmēram 4 miljardus ASV dolāru no 2014. līdz 2019. gadam, izmantojot daudzlīmeņu mārketinga shēmu. Tagad, tie, kuri tika apgrūtināti, jau var iesniegt pieprasījumu, lai mēģinātu atgūt nelielu naudas summu no vairāk nekā 40 miljoniem ASV dolāru, kas tika konfiscēti. Jāveic pieprasījums līdz 30. jūnijam oficiālajā vietnē, procesā, ko vada Kroll Settlement Administration LLC.

ASV uzsāk maksājumus miljardu dolāru krāpšanas upuriem no OneCoin

Ak, cilvēk, ASV Tieslietu departaments paziņoja, ka ir uzsācis programmu, lai kompensētu cilvēkus, kuri iekrita OneCoin krāpšanā, tajā viltus kriptovalūtā, kas apkrāpa investorus visā pasaulē un izsūknēja apmēram 4 miljardus ASV dolāru no 2014. līdz 2019. gadam, izmantojot daudzlīmeņu mārketinga shēmu.
Tagad, tie, kuri tika apgrūtināti, jau var iesniegt pieprasījumu, lai mēģinātu atgūt nelielu naudas summu no vairāk nekā 40 miljoniem ASV dolāru, kas tika konfiscēti. Jāveic pieprasījums līdz 30. jūnijam oficiālajā vietnē, procesā, ko vada Kroll Settlement Administration LLC.
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Bitcoin ir 92% iespēja sasniegt šo vērtību nākamajās dienāsNu, skaties, kāda ir situācija tirgū: Bitcoin (BTC) ir ar aptuveni 92% iespēju sasniegt US$ 76 tūkstošus līdz svētdienai (19), saskaņā ar šo prognožu platformu Polymarket. Šis derību rīks, kas mēģina uzminēt valūtas cenu no 13. līdz 19. aprīlim, jau ir apgrozījis aptuveni US$ 310 tūkstošus (aptuveni R$ 1,5 miljonus). Brīdī, kad šis teksts tika rakstīts, Bitcoin tika tirgots par US$ 75,36, ar pieaugumu apmēram 5% pēdējās 24 stundās. Lai sasniegtu US$ 76 tūkstošus, trūkst pavisam nedaudz, apmēram 0,84% tikai tuvākajās stundās.

Bitcoin ir 92% iespēja sasniegt šo vērtību nākamajās dienās

Nu, skaties, kāda ir situācija tirgū:
Bitcoin (BTC) ir ar aptuveni 92% iespēju sasniegt US$ 76 tūkstošus līdz svētdienai (19), saskaņā ar šo prognožu platformu Polymarket. Šis derību rīks, kas mēģina uzminēt valūtas cenu no 13. līdz 19. aprīlim, jau ir apgrozījis aptuveni US$ 310 tūkstošus (aptuveni R$ 1,5 miljonus).
Brīdī, kad šis teksts tika rakstīts, Bitcoin tika tirgots par US$ 75,36, ar pieaugumu apmēram 5% pēdējās 24 stundās. Lai sasniegtu US$ 76 tūkstošus, trūkst pavisam nedaudz, apmēram 0,84% tikai tuvākajās stundās.
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Casa Branca vê avanço em acordo sobre stablecoins e confia na aprovação da Lei ClarityUai, sô, as conversa lá nos Estados Unidos sobre como regular esse trem de criptomoeda tão andando, viu. Quem falou foi o Patrick Witt, que é conselheiro da Casa Branca pra esse assunto. Ele disse que ainda tem uns detalhe pra acertar, mas que tão caminhando pra fechar um acordo e conseguir levar a tal da Lei Clarity adiante no Senado. Em entrevista, o homem mostrou até um certo ânimo com um entendimento recente sobre o rendimento das stablecoins, que era um dos pontos mais espinhosos da proposta. “Estamos confiantes que esse acordo vai se manter firme”, disse ele. E ainda completou que resolver isso era essencial antes de mexer nos outros trem que ainda tão pendente. Enquanto o povo tava discutindo isso mais abertamente, outras negociação seguiram mais quietinhas, nos bastidores. Segundo Witt, teve avanço até em assunto que antes parecia difícil demais de resolver. “Tá quase tudo encaminhado”, comentou. Mas nem tudo são flores, não. Ainda tem discussão sobre como combater atividade ilegal nesse tal de DeFi e também sobre proposta pra impedir autoridade pública de sair lucrando com criptomoeda. O projeto ainda precisa passar pelo Comitê Bancário do Senado antes de ir pra votação. Esse andamento até deu uma travada por causa da pressão dos bancos, que tão preocupados com o impacto dessas stablecoins nos depósitos deles. Sobre isso, Witt falou que o setor tá dividido: tem banco que vê oportunidade, mas tem outros que tão com o pé atrás. E o maior nó da história ainda é a briga entre empresas de cripto e os bancos por causa do pagamento de rendimento pra quem tem stablecoin. Lá em janeiro, a Coinbase até pulou fora do apoio à lei por causa de um trecho que poderia limitar esse tipo de ganho, coisa que os bancos estavam defendendo. Já tem um tempo que os dois lados tão tentando chegar num meio-termo, mas não tá sendo fácil, não. Essa Lei Clarity, que tem um nome bonito em inglês — Digital Asset Market Clarity Act — foi aprovada na Câmara lá em 2025 com apoio de todo lado político. A ideia é organizar melhor quem regula o quê (tipo SEC e CFTC) e criar regras mais claras pra quem trabalha com ativos digitais. No fim das contas, o objetivo é parar com essa coisa de “regular na base da punição” e criar um sistema mais previsível, que o mercado já vem pedindo faz tempo. $FDUSD ,$USDC ,$USD1

Casa Branca vê avanço em acordo sobre stablecoins e confia na aprovação da Lei Clarity

Uai, sô, as conversa lá nos Estados Unidos sobre como regular esse trem de criptomoeda tão andando, viu. Quem falou foi o Patrick Witt, que é conselheiro da Casa Branca pra esse assunto. Ele disse que ainda tem uns detalhe pra acertar, mas que tão caminhando pra fechar um acordo e conseguir levar a tal da Lei Clarity adiante no Senado.
Em entrevista, o homem mostrou até um certo ânimo com um entendimento recente sobre o rendimento das stablecoins, que era um dos pontos mais espinhosos da proposta.
“Estamos confiantes que esse acordo vai se manter firme”, disse ele. E ainda completou que resolver isso era essencial antes de mexer nos outros trem que ainda tão pendente.
Enquanto o povo tava discutindo isso mais abertamente, outras negociação seguiram mais quietinhas, nos bastidores. Segundo Witt, teve avanço até em assunto que antes parecia difícil demais de resolver. “Tá quase tudo encaminhado”, comentou.
Mas nem tudo são flores, não. Ainda tem discussão sobre como combater atividade ilegal nesse tal de DeFi e também sobre proposta pra impedir autoridade pública de sair lucrando com criptomoeda.
O projeto ainda precisa passar pelo Comitê Bancário do Senado antes de ir pra votação. Esse andamento até deu uma travada por causa da pressão dos bancos, que tão preocupados com o impacto dessas stablecoins nos depósitos deles.
Sobre isso, Witt falou que o setor tá dividido: tem banco que vê oportunidade, mas tem outros que tão com o pé atrás.
E o maior nó da história ainda é a briga entre empresas de cripto e os bancos por causa do pagamento de rendimento pra quem tem stablecoin. Lá em janeiro, a Coinbase até pulou fora do apoio à lei por causa de um trecho que poderia limitar esse tipo de ganho, coisa que os bancos estavam defendendo.
Já tem um tempo que os dois lados tão tentando chegar num meio-termo, mas não tá sendo fácil, não.
Essa Lei Clarity, que tem um nome bonito em inglês — Digital Asset Market Clarity Act — foi aprovada na Câmara lá em 2025 com apoio de todo lado político. A ideia é organizar melhor quem regula o quê (tipo SEC e CFTC) e criar regras mais claras pra quem trabalha com ativos digitais.
No fim das contas, o objetivo é parar com essa coisa de “regular na base da punição” e criar um sistema mais previsível, que o mercado já vem pedindo faz tempo. $FDUSD ,$USDC ,$USD1
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A empresa BitMine, liderada por Tom Lee, realiza a maior aquisição de Ethereum desde dezembroA BitMine Immersion Technologies, que é comandada pelo Tom Lee, fez na semana passada a maior compra de Ethereum desde dezembro. Eles colocaram pra dentro mais 71.524 ETH, que dá coisa de uns 157 milhões de dólares. Com isso, a empresa agora tá segurando 4.874.858 ETH, que valem mais de 10,7 bilhões de dólares, com o Ethereum girando perto dos US$ 2.208 nesta segunda-feira. É hoje a maior reserva dessa criptomoeda que se tem notícia. O Tom Lee até comentou que a BitMine não tá brincando em serviço, não: já são quatro semanas seguidas comprando pesado, porque eles acreditam que o Ethereum tá saindo daquele “friozinho” do mercado cripto. Nessas últimas semanas, a empresa vem colocando mais ou menos uns 150 milhões de dólares por semana em Ethereum, o que já representa mais de 4% de tudo que tá circulando dessa moeda por aí. E olha só: eles já passaram de 80% da meta deles, que é chegar a 5% de todo o Ethereum em circulação — um trem que eles chamam de “alquimia dos 5%”. Agora, pra render mais dinheiro… Boa parte desse montão de Ethereum — mais de 3,3 milhões de ETH — já tá em staking, que dá uns 7,3 bilhões de dólares. No mês passado, a empresa lançou a tal da MAVAN, uma rede própria pra fazer esse staking de forma mais profissional. A ideia é simples: deixar o dinheiro “trabalhando”. Quando todo o Ethereum deles estiver em staking, a expectativa é faturar mais de 300 milhões de dólares por ano só em recompensas. Enquanto isso, as ações da empresa (BMNR) deram uma subidinha de leve, coisa de 1,7%, ficando perto de US$ 21,64. Semana passada, inclusive, eles passaram a ser negociados na bolsa principal de Nova York. Junto com isso, aumentaram em 300% o programa de recompra de ações, que agora tem até 4 bilhões de dólares liberados. Antes, era 1 bilhão — mas nem se sabe direito se esse valor chegou a ser usado. Mesmo com esse movimento todo, as ações da BitMine caíram cerca de 63% nos últimos seis meses. E o Ethereum também não escapou, não: já caiu mais de 55% desde o pico lá de agosto, quando bateu quase US$ 4.946. É aquele trem, né… mercado de cripto sobe e desce mais que estrada de serra 😅 $ETH ,$XRP ,$POL

A empresa BitMine, liderada por Tom Lee, realiza a maior aquisição de Ethereum desde dezembro

A BitMine Immersion Technologies, que é comandada pelo Tom Lee, fez na semana passada a maior compra de Ethereum desde dezembro. Eles colocaram pra dentro mais 71.524 ETH, que dá coisa de uns 157 milhões de dólares.
Com isso, a empresa agora tá segurando 4.874.858 ETH, que valem mais de 10,7 bilhões de dólares, com o Ethereum girando perto dos US$ 2.208 nesta segunda-feira. É hoje a maior reserva dessa criptomoeda que se tem notícia.
O Tom Lee até comentou que a BitMine não tá brincando em serviço, não: já são quatro semanas seguidas comprando pesado, porque eles acreditam que o Ethereum tá saindo daquele “friozinho” do mercado cripto.
Nessas últimas semanas, a empresa vem colocando mais ou menos uns 150 milhões de dólares por semana em Ethereum, o que já representa mais de 4% de tudo que tá circulando dessa moeda por aí.
E olha só: eles já passaram de 80% da meta deles, que é chegar a 5% de todo o Ethereum em circulação — um trem que eles chamam de “alquimia dos 5%”.
Agora, pra render mais dinheiro…
Boa parte desse montão de Ethereum — mais de 3,3 milhões de ETH — já tá em staking, que dá uns 7,3 bilhões de dólares. No mês passado, a empresa lançou a tal da MAVAN, uma rede própria pra fazer esse staking de forma mais profissional.
A ideia é simples: deixar o dinheiro “trabalhando”. Quando todo o Ethereum deles estiver em staking, a expectativa é faturar mais de 300 milhões de dólares por ano só em recompensas.
Enquanto isso, as ações da empresa (BMNR) deram uma subidinha de leve, coisa de 1,7%, ficando perto de US$ 21,64. Semana passada, inclusive, eles passaram a ser negociados na bolsa principal de Nova York.
Junto com isso, aumentaram em 300% o programa de recompra de ações, que agora tem até 4 bilhões de dólares liberados. Antes, era 1 bilhão — mas nem se sabe direito se esse valor chegou a ser usado.
Mesmo com esse movimento todo, as ações da BitMine caíram cerca de 63% nos últimos seis meses. E o Ethereum também não escapou, não: já caiu mais de 55% desde o pico lá de agosto, quando bateu quase US$ 4.946.
É aquele trem, né… mercado de cripto sobe e desce mais que estrada de serra 😅 $ETH ,$XRP ,$POL
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Coreia do Sul propõe pausa em criptos após erro bilionárioO Banco Central lá da Coreia do Sul falou que tá na hora de pôr uns trem de segurança no mercado de criptomoedas, parecido com o que já tem nas bolsas de valores. Isso veio depois de um erro danado numa tal de Bithumb, que acabou bagunçando os preços e deu prejuízo pra um tanto de gente. Essa ideia saiu num relatório divulgado nessa segunda e trouxe de novo a conversa sobre precisar de mais controle nesse mercado. O rolo todo aconteceu dia 6 de fevereiro. A Bithumb, sem querer, mandou uns 620 mil bitcoins pra várias carteiras de usuários numa promoção. Na época, isso valia uns US$ 43 bilhões, acredita? Dizem que foi falha de funcionário, que colocou o valor em bitcoin em vez de colocar em won, que é a moeda de lá. Na hora, o mercado já sentiu. O preço do bitcoin na plataforma caiu uns 15%, e teve gente que saiu no prejuízo. A empresa demorou uns 20 minutos pra sacar o erro e não conseguiu evitar que parte do dinheiro fosse mexido ou vendido, piorando a situação. Segundo o Banco da Coreia, isso mostrou que essas plataformas ainda têm umas falhas feias nos controles, principalmente se comparar com banco tradicional. Falta sistema bom pra perceber erro rápido e cortar o problema antes de crescer. Aí eles sugeriram criar um tal de “circuit breaker”, que é tipo um freio: quando o preço mexe demais, para tudo por um tempo pra evitar estrago maior. Além disso, falaram que precisa apertar mais as regras e exigir sistemas melhores pra evitar erro humano. Isso tudo entra numa lei nova que tá sendo discutida por lá pra organizar melhor o mercado de cripto. E a Bithumb também sentiu o baque: teve que ir na Justiça pra tentar recuperar uma parte dos bitcoins e agora tá sendo mais vigiada. Por causa dessa confusão, até adiaram os planos de entrar na bolsa, que agora só deve rolar lá pra 2028. No fim das contas, isso tudo mostra um trem que tá ficando cada vez mais claro no mundo: quanto mais o mercado de cripto cresce, mais precisa de regra e proteção pra não deixar erro virar problema grande demais.$BTC ,$BNB ,$ETH

Coreia do Sul propõe pausa em criptos após erro bilionário

O Banco Central lá da Coreia do Sul falou que tá na hora de pôr uns trem de segurança no mercado de criptomoedas, parecido com o que já tem nas bolsas de valores. Isso veio depois de um erro danado numa tal de Bithumb, que acabou bagunçando os preços e deu prejuízo pra um tanto de gente.
Essa ideia saiu num relatório divulgado nessa segunda e trouxe de novo a conversa sobre precisar de mais controle nesse mercado.
O rolo todo aconteceu dia 6 de fevereiro. A Bithumb, sem querer, mandou uns 620 mil bitcoins pra várias carteiras de usuários numa promoção. Na época, isso valia uns US$ 43 bilhões, acredita? Dizem que foi falha de funcionário, que colocou o valor em bitcoin em vez de colocar em won, que é a moeda de lá.
Na hora, o mercado já sentiu. O preço do bitcoin na plataforma caiu uns 15%, e teve gente que saiu no prejuízo. A empresa demorou uns 20 minutos pra sacar o erro e não conseguiu evitar que parte do dinheiro fosse mexido ou vendido, piorando a situação.
Segundo o Banco da Coreia, isso mostrou que essas plataformas ainda têm umas falhas feias nos controles, principalmente se comparar com banco tradicional. Falta sistema bom pra perceber erro rápido e cortar o problema antes de crescer.
Aí eles sugeriram criar um tal de “circuit breaker”, que é tipo um freio: quando o preço mexe demais, para tudo por um tempo pra evitar estrago maior.
Além disso, falaram que precisa apertar mais as regras e exigir sistemas melhores pra evitar erro humano. Isso tudo entra numa lei nova que tá sendo discutida por lá pra organizar melhor o mercado de cripto.
E a Bithumb também sentiu o baque: teve que ir na Justiça pra tentar recuperar uma parte dos bitcoins e agora tá sendo mais vigiada. Por causa dessa confusão, até adiaram os planos de entrar na bolsa, que agora só deve rolar lá pra 2028.
No fim das contas, isso tudo mostra um trem que tá ficando cada vez mais claro no mundo: quanto mais o mercado de cripto cresce, mais precisa de regra e proteção pra não deixar erro virar problema grande demais.$BTC ,$BNB ,$ETH
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Músico tem prejuízo de R$ 2,1 milhões após instalar aplicativo falsoUai, o músico americano Garrett Dutton contou nas redes que caiu num golpe de phishing e acabou perdendo 5,9 BTC, coisa que dá uns US$ 420 mil (cerca de R$ 2,1 milhões). Ele foi lá e, sem saber, digitou a senha privada da carteira de Bitcoin num aplicativo falso da Ledger. Segundo o próprio Garrett, ele baixou um app achando que era certo, direto da App Store no computador, e colocou aquela sequência de 24 palavras. Ainda bem que as outras criptomoedas dele não foram afetadas. “Ô dia puxado, viu… perdi meu dinheiro de aposentadoria num golpe desses. Fui mexer na minha Ledger no computador novo e, sem querer, acabei baixando um aplicativo falso. Na hora, meu Bitcoin sumiu tudinho”, desabafou ele. Uai, o tal do ZachXBT, que é bem conhecido nesse trem de investigar transação de cripto, deu uma olhada no caso e falou que o golpista tratou logo de “lavar” o dinheiro numa corretora chamada KuCoin, fazendo depósitos espalhados em nove endereços diferentes. A Ledger já vive avisando o povo pra baixar aplicativo só pelo site oficial, viu. Numa conversa com o The Block, o chefe de tecnologia deles, Charles Guillemet, deixou bem claro que a empresa nunca, mas nunca mesmo, vai pedir senha de cliente. Ele explicou assim, bem direto: a única proteção que funciona de verdade é guardar as chaves privadas num aparelho físico seguro, tipo os da própria Ledger, e jamais sair colocando aquelas 24 palavrinhas em aplicativo ou site por aí. Porque, no fim das contas, essas 24 palavras são tudo — é a sua carteira inteirinha.$BTC

Músico tem prejuízo de R$ 2,1 milhões após instalar aplicativo falso

Uai, o músico americano Garrett Dutton contou nas redes que caiu num golpe de phishing e acabou perdendo 5,9 BTC, coisa que dá uns US$ 420 mil (cerca de R$ 2,1 milhões). Ele foi lá e, sem saber, digitou a senha privada da carteira de Bitcoin num aplicativo falso da Ledger.
Segundo o próprio Garrett, ele baixou um app achando que era certo, direto da App Store no computador, e colocou aquela sequência de 24 palavras. Ainda bem que as outras criptomoedas dele não foram afetadas.
“Ô dia puxado, viu… perdi meu dinheiro de aposentadoria num golpe desses. Fui mexer na minha Ledger no computador novo e, sem querer, acabei baixando um aplicativo falso. Na hora, meu Bitcoin sumiu tudinho”, desabafou ele.

Uai, o tal do ZachXBT, que é bem conhecido nesse trem de investigar transação de cripto, deu uma olhada no caso e falou que o golpista tratou logo de “lavar” o dinheiro numa corretora chamada KuCoin, fazendo depósitos espalhados em nove endereços diferentes.
A Ledger já vive avisando o povo pra baixar aplicativo só pelo site oficial, viu. Numa conversa com o The Block, o chefe de tecnologia deles, Charles Guillemet, deixou bem claro que a empresa nunca, mas nunca mesmo, vai pedir senha de cliente.
Ele explicou assim, bem direto: a única proteção que funciona de verdade é guardar as chaves privadas num aparelho físico seguro, tipo os da própria Ledger, e jamais sair colocando aquelas 24 palavrinhas em aplicativo ou site por aí. Porque, no fim das contas, essas 24 palavras são tudo — é a sua carteira inteirinha.$BTC
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A Strategy adquiriu US$ 1 bilhão em Bitcoin e agora detém cerca de 3,7% de todo o BTC em circulaçãoUai, a Strategy foi lá e mexeu o bolso de novo, viu? Entre os dias 6 e 12 de abril, a empresa comprou mais 13.927 Bitcoins, gastando perto de US$ 1 bilhão, com preço médio de uns US$ 71.902 por moeda. Esse trem foi até informado direitinho num relatório pra SEC, e já é a quarta maior compra deles só esse ano. Com isso, a Strategy — que já é a maior “acumuladora” de Bitcoin do mundo — tá com uns 780.897 BTC guardados, somando um custo total de mais ou menos US$ 59 bilhões. O preço médio deles tá em US$ 75.577 por Bitcoin, um cadim acima do valor atual, que gira na casa dos US$ 70 mil. No fim das contas, a empresa agora segura cerca de 3,7% de todos os Bitcoins que vão existir (aquele limite de 21 milhões). Mesmo assim, com o preço atual, eles tão amargando uma perda não realizada de uns US$ 3,6 bilhões — mas nada que assuste muito, pelo jeito. Ah, e esse dinheiro da compra veio da venda de ações chamadas STRC. Só na semana passada, eles venderam mais de 10 milhões dessas ações e levantaram cerca de US$ 1 bilhão. Essas STRC são um tipo de ação diferente, que paga dividendos mensais em dinheiro, com uma taxa que a própria empresa define. Agora, sobre o mercado… o tal do Michael Saylor, que manda na Strategy, falou que o Bitcoin já bateu no fundo desse ciclo quando chegou perto dos US$ 60 mil lá no começo do ano. Segundo ele, não foi nem tanto por otimismo voltando, não — foi mais porque os vendedores “forçados” já cansaram de vender. Ele comentou também, num evento do banco Mizuho, que essa queda recente aconteceu por causa de minerador endividado vendendo e gente menos confiante se desfazendo dos Bitcoins. Mas, na visão dele, agora que esse povo saiu do mercado, a tendência é o rumo mudar — ainda mais com a procura forte dos ETFs e as empresas continuando a comprar firme.$BTC ,$USDC ,$ETH

A Strategy adquiriu US$ 1 bilhão em Bitcoin e agora detém cerca de 3,7% de todo o BTC em circulação

Uai, a Strategy foi lá e mexeu o bolso de novo, viu? Entre os dias 6 e 12 de abril, a empresa comprou mais 13.927 Bitcoins, gastando perto de US$ 1 bilhão, com preço médio de uns US$ 71.902 por moeda. Esse trem foi até informado direitinho num relatório pra SEC, e já é a quarta maior compra deles só esse ano.
Com isso, a Strategy — que já é a maior “acumuladora” de Bitcoin do mundo — tá com uns 780.897 BTC guardados, somando um custo total de mais ou menos US$ 59 bilhões. O preço médio deles tá em US$ 75.577 por Bitcoin, um cadim acima do valor atual, que gira na casa dos US$ 70 mil.
No fim das contas, a empresa agora segura cerca de 3,7% de todos os Bitcoins que vão existir (aquele limite de 21 milhões). Mesmo assim, com o preço atual, eles tão amargando uma perda não realizada de uns US$ 3,6 bilhões — mas nada que assuste muito, pelo jeito.
Ah, e esse dinheiro da compra veio da venda de ações chamadas STRC. Só na semana passada, eles venderam mais de 10 milhões dessas ações e levantaram cerca de US$ 1 bilhão. Essas STRC são um tipo de ação diferente, que paga dividendos mensais em dinheiro, com uma taxa que a própria empresa define.
Agora, sobre o mercado… o tal do Michael Saylor, que manda na Strategy, falou que o Bitcoin já bateu no fundo desse ciclo quando chegou perto dos US$ 60 mil lá no começo do ano. Segundo ele, não foi nem tanto por otimismo voltando, não — foi mais porque os vendedores “forçados” já cansaram de vender.
Ele comentou também, num evento do banco Mizuho, que essa queda recente aconteceu por causa de minerador endividado vendendo e gente menos confiante se desfazendo dos Bitcoins. Mas, na visão dele, agora que esse povo saiu do mercado, a tendência é o rumo mudar — ainda mais com a procura forte dos ETFs e as empresas continuando a comprar firme.$BTC ,$USDC ,$ETH
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Moeda digital pouco conhecida sobe mais de 3.400% e acende sinal de alerta entre investidoresUai, enquanto o Bitcoin fica ali patinando na faixa dos 70 mil dólares, meio de olho nesse trem de economia global e nas conversas sobre a guerra lá pro lado do Oriente Médio, uns movimentos meio doidos em moedas menores voltaram a aparecer e já tão deixando o povo com a pulga atrás da orelha. Essa tal de RAVE, por exemplo, deu um salto danado: subiu 248% em só 24 horas e mais de 3.400% numa semana. Chegou até a entrar no meio das 50 maiores criptomoedas do mercado, coisa que ninguém tava esperando. O preço foi lá de uns 0,14 dólar pra quase 10 dólares nessa segunda-feira (13). E o mais curioso: só nos últimos três dias, o trem praticamente multiplicou por dez, sem ter novidade importante, parceria grande ou nada que explicasse esse foguete todo. Agora já tá com valor de mercado de uns 2,4 bilhões de dólares, ocupando ali a 41ª posição. Só que, ó… quando a gente vai olhar direitinho, não tem muito fundamento claro não. A tal da RAVE tá ligada a um projeto que mistura música eletrônica com blockchain, prometendo comunidade, evento, interação digital… é bonito no papel, mas na prática ainda não mostrou serviço em larga escala. Especialista já tá falando que isso aí tem cara de pura especulação. Tem indício de compra combinada nas redes sociais, pouca liquidez e até liquidação forçada ajudando a empurrar o preço pra cima. E tem mais: parece que boa parte dessas moedas tá concentrada na mão de pouca gente, com movimentação grande indo pra corretora — coisa que geralmente aparece nesses esquemas de “sobe rápido pra depois despencar”, o famoso pump and dump. Esse tanto de valorização vem justo num momento em que o mercado ainda tá tentando entender se já passou a pior fase. Pra muita gente, quando começa a aparecer esse tipo de disparada em moeda mais fraca, é sinal de alerta, não de oportunidade. Então, pra quem investe, o recado é simples: vai com calma, viu? Tem todos os sinais de especulação aí — negociação acelerada, pouca liquidez e nada concreto sustentando o preço. Um trem desses, em vez de oportunidade, costuma ser mais aviso pra ficar esperto e, muitas vezes, até cair fora. $BTC ,$RAVE ,$ETH

Moeda digital pouco conhecida sobe mais de 3.400% e acende sinal de alerta entre investidores

Uai, enquanto o Bitcoin fica ali patinando na faixa dos 70 mil dólares, meio de olho nesse trem de economia global e nas conversas sobre a guerra lá pro lado do Oriente Médio, uns movimentos meio doidos em moedas menores voltaram a aparecer e já tão deixando o povo com a pulga atrás da orelha.
Essa tal de RAVE, por exemplo, deu um salto danado: subiu 248% em só 24 horas e mais de 3.400% numa semana. Chegou até a entrar no meio das 50 maiores criptomoedas do mercado, coisa que ninguém tava esperando.
O preço foi lá de uns 0,14 dólar pra quase 10 dólares nessa segunda-feira (13). E o mais curioso: só nos últimos três dias, o trem praticamente multiplicou por dez, sem ter novidade importante, parceria grande ou nada que explicasse esse foguete todo. Agora já tá com valor de mercado de uns 2,4 bilhões de dólares, ocupando ali a 41ª posição.
Só que, ó… quando a gente vai olhar direitinho, não tem muito fundamento claro não. A tal da RAVE tá ligada a um projeto que mistura música eletrônica com blockchain, prometendo comunidade, evento, interação digital… é bonito no papel, mas na prática ainda não mostrou serviço em larga escala.
Especialista já tá falando que isso aí tem cara de pura especulação. Tem indício de compra combinada nas redes sociais, pouca liquidez e até liquidação forçada ajudando a empurrar o preço pra cima.
E tem mais: parece que boa parte dessas moedas tá concentrada na mão de pouca gente, com movimentação grande indo pra corretora — coisa que geralmente aparece nesses esquemas de “sobe rápido pra depois despencar”, o famoso pump and dump.
Esse tanto de valorização vem justo num momento em que o mercado ainda tá tentando entender se já passou a pior fase. Pra muita gente, quando começa a aparecer esse tipo de disparada em moeda mais fraca, é sinal de alerta, não de oportunidade.
Então, pra quem investe, o recado é simples: vai com calma, viu? Tem todos os sinais de especulação aí — negociação acelerada, pouca liquidez e nada concreto sustentando o preço. Um trem desses, em vez de oportunidade, costuma ser mais aviso pra ficar esperto e, muitas vezes, até cair fora.
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Bitcoin hoje: BTC cai a US$ 70 mil após ordem de Trump no Estreito de OrmuzUai, o Bitcoin já começou a semana meio capenga, viu. Caiu pra casa dos US$ 70 mil depois de uns dias de muita incerteza por causa da treta entre Estados Unidos e Irã, que até agora não se acertaram. Com isso, o petróleo deu um pulo de mais de 8% nesta segunda (13), encostando ali perto dos US$ 105. Hoje cedo, o Bitcoin tava caindo uns 1,2%, sendo negociado a US$ 70.774. Aqui no Brasil, isso dá mais ou menos R$ 356 mil. O Ethereum também foi na mesma toada, caindo 1,4% pra US$ 2.185. Já o XRP recuou 0,5%, a Solana caiu 0,4%, e o BNB foi na contramão, com uma altinha de 0,4%. Semana passada até deu uma animada depois que o Trump falou em um cessar-fogo de duas semanas, o que ajudou as criptos e outros investimentos mais arriscados. Mas o povo do mercado ainda tá com o pé atrás, porque fechar um acordo de paz mesmo tá difícil demais. Pra você ter ideia, depois de quase um dia inteiro de conversa lá em Islamabad, americanos e iranianos não conseguiram chegar num acordo. O vice dos EUA disse que o Irã não quis aceitar as condições, e do outro lado os iranianos falaram que as exigências eram exageradas demais. E a coisa apertou mais ainda quando o Trump mandou bloquear o Estreito de Ormuz, tentando pressionar o Irã, que já vinha dificultando a passagem de petróleo e cobrando caro pros navios passarem. Isso só aumenta o risco de a situação sair ainda mais do controle lá no Oriente Médio. Segundo analistas, com petróleo subindo e o dólar forte, o dinheiro fica mais curto no mundo e o pessoal evita risco — coisa que costuma pesar pro Bitcoin no curto prazo. Fora isso, essa confusão toda pode manter a inflação alta, o que dificulta queda de juros e aperta ainda mais os investimentos mais arriscados. Mesmo assim, nem tudo é ruim não. Tem gente dizendo que, no geral, o cenário ainda é positivo no longo prazo. Na última semana, por exemplo, os ETFs de Bitcoin tiveram uma entrada forte de dinheiro, coisa que não acontecia desde fevereiro. Agora, o Bitcoin tá ali testando um suporte entre US$ 70.500 e US$ 71 mil. Se conseguir subir, a próxima barreira fica entre US$ 72 mil e US$ 73 mil. Se passar disso com força, pode ser um sinal bom pro mercado.

Bitcoin hoje: BTC cai a US$ 70 mil após ordem de Trump no Estreito de Ormuz

Uai, o Bitcoin já começou a semana meio capenga, viu. Caiu pra casa dos US$ 70 mil depois de uns dias de muita incerteza por causa da treta entre Estados Unidos e Irã, que até agora não se acertaram. Com isso, o petróleo deu um pulo de mais de 8% nesta segunda (13), encostando ali perto dos US$ 105.
Hoje cedo, o Bitcoin tava caindo uns 1,2%, sendo negociado a US$ 70.774. Aqui no Brasil, isso dá mais ou menos R$ 356 mil. O Ethereum também foi na mesma toada, caindo 1,4% pra US$ 2.185. Já o XRP recuou 0,5%, a Solana caiu 0,4%, e o BNB foi na contramão, com uma altinha de 0,4%.
Semana passada até deu uma animada depois que o Trump falou em um cessar-fogo de duas semanas, o que ajudou as criptos e outros investimentos mais arriscados. Mas o povo do mercado ainda tá com o pé atrás, porque fechar um acordo de paz mesmo tá difícil demais.
Pra você ter ideia, depois de quase um dia inteiro de conversa lá em Islamabad, americanos e iranianos não conseguiram chegar num acordo. O vice dos EUA disse que o Irã não quis aceitar as condições, e do outro lado os iranianos falaram que as exigências eram exageradas demais.
E a coisa apertou mais ainda quando o Trump mandou bloquear o Estreito de Ormuz, tentando pressionar o Irã, que já vinha dificultando a passagem de petróleo e cobrando caro pros navios passarem. Isso só aumenta o risco de a situação sair ainda mais do controle lá no Oriente Médio.
Segundo analistas, com petróleo subindo e o dólar forte, o dinheiro fica mais curto no mundo e o pessoal evita risco — coisa que costuma pesar pro Bitcoin no curto prazo. Fora isso, essa confusão toda pode manter a inflação alta, o que dificulta queda de juros e aperta ainda mais os investimentos mais arriscados.
Mesmo assim, nem tudo é ruim não. Tem gente dizendo que, no geral, o cenário ainda é positivo no longo prazo. Na última semana, por exemplo, os ETFs de Bitcoin tiveram uma entrada forte de dinheiro, coisa que não acontecia desde fevereiro.
Agora, o Bitcoin tá ali testando um suporte entre US$ 70.500 e US$ 71 mil. Se conseguir subir, a próxima barreira fica entre US$ 72 mil e US$ 73 mil. Se passar disso com força, pode ser um sinal bom pro mercado.
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Uai sô: 10 vez que falaram que o Bitcoin ia acabar e ele tá aí até hojeDesde que apareceu, o tal do Bitcoin vive ouvindo previsão braba, daquelas de acabar o mundo mesmo. Teve economista famoso, investidor mais antigo, analista de mercado e até jornal grandão falando que a tal moeda ia zerar, que outra ia tomar o lugar dela, que o gasto de energia ia virar um problemão ou que ia dar ruim por causa de falha técnica. No fim das contas, quase todo mundo batia na mesma tecla: esse trem não ia longe, não. Mas o tempo, ah… o tempo é danado pra mostrar quem tá certo. Muita dessas ideias aí até levantava uns riscos reais — tipo a tal da volatilidade, concentração de mineração e discussão sobre como crescer —, mas um tanto delas nem levou em conta a capacidade do trem de se adaptar, o tanto de gente que foi aderindo com o passar dos anos e o fato de que ele foi virando uma espécie de “ouro digital”. E no fim das contas, muita coisa que parecia certeza virou foi poeira. O Bitcoin apanhou demais nas críticas, mas tá aí até hoje, firme e forte, sendo cada vez mais usado — e chegou até a ganhar espaço lá no meio do pessoal grandão de Wall Street. Agora, segura aí que tem umas previsões que o povo fez e que não se confirmaram nem a pau: Falaram que a mineração ia gastar a energia do mundo inteiro Lá em 2017, no meio da empolgação, teve gente dizendo que até 2020 o Bitcoin ia consumir toda a energia do planeta. Mas foi conta mal feita, uai. O consumo não cresce daquele jeito doido não — depende de dificuldade e tecnologia. No fim, ficou foi bem longe disso. O tal ataque de 51% ia acabar com tudo Quando um grupo chegou perto de controlar metade da rede em 2014, o povo já achou que era o fim. Mas o que aconteceu foi o contrário: os próprios participantes recuaram pra não estragar o sistema. Mostrou que não é só máquina, tem bom senso no meio também. Outra criptomoeda ia passar ele pra trás Desde 2017 falam que outra moeda ia tomar o lugar do Bitcoin. Mas até hoje nada. Ele continua sendo o principal, com folga. Ia cair pra 100 dólares, não subir pra 100 mil Teve especialista falando que era mais fácil despencar do que subir. Mas o trem fez foi o contrário: passou dos 100 mil antes do prazo previsto. Era “a mãe de todas as bolhas” indo pra zero Mais uma previsão pesada… e mais uma que não vingou. O Bitcoin caiu, subiu, caiu de novo — mas nunca sumiu. Moedas digitais dos governos iam matar o Bitcoin Falaram que, quando viessem as moedas digitais oficiais, ninguém mais ia querer saber de cripto. Mas hoje os dois convivem, cada um com seu papel. Precisava mudar tudo pra sobreviver Teve gente dizendo que, sem mudanças radicais, o sistema ia travar. Só que ele seguiu outro caminho, com soluções paralelas, e continua funcionando até hoje. Nunca ia chegar a 50 mil dólares Pois chegou. E passou. E voltou a passar de novo depois. O valor dele não era maior que zero Teve estudo dizendo isso. Mas, na prática, o mercado mostrou outra coisa bem diferente. Se minerar não desse lucro, a rede ia parar A lógica parecia simples, mas esqueceram de um detalhe importante: o sistema se ajusta sozinho. Quando uns saem, fica mais fácil pra quem continua. E assim o trem segue rodando. No fim das contas, a história do Bitcoin é cheia dessas certezas que não deram em nada. Isso não quer dizer que ele não tenha risco, não, viu — tem sim. Mas mostra que decretar o fim dele, assim de cara, já se provou um baita erro mais de uma vez.

Uai sô: 10 vez que falaram que o Bitcoin ia acabar e ele tá aí até hoje

Desde que apareceu, o tal do Bitcoin vive ouvindo previsão braba, daquelas de acabar o mundo mesmo. Teve economista famoso, investidor mais antigo, analista de mercado e até jornal grandão falando que a tal moeda ia zerar, que outra ia tomar o lugar dela, que o gasto de energia ia virar um problemão ou que ia dar ruim por causa de falha técnica. No fim das contas, quase todo mundo batia na mesma tecla: esse trem não ia longe, não.
Mas o tempo, ah… o tempo é danado pra mostrar quem tá certo. Muita dessas ideias aí até levantava uns riscos reais — tipo a tal da volatilidade, concentração de mineração e discussão sobre como crescer —, mas um tanto delas nem levou em conta a capacidade do trem de se adaptar, o tanto de gente que foi aderindo com o passar dos anos e o fato de que ele foi virando uma espécie de “ouro digital”.
E no fim das contas, muita coisa que parecia certeza virou foi poeira. O Bitcoin apanhou demais nas críticas, mas tá aí até hoje, firme e forte, sendo cada vez mais usado — e chegou até a ganhar espaço lá no meio do pessoal grandão de Wall Street.
Agora, segura aí que tem umas previsões que o povo fez e que não se confirmaram nem a pau:
Falaram que a mineração ia gastar a energia do mundo inteiro
Lá em 2017, no meio da empolgação, teve gente dizendo que até 2020 o Bitcoin ia consumir toda a energia do planeta. Mas foi conta mal feita, uai. O consumo não cresce daquele jeito doido não — depende de dificuldade e tecnologia. No fim, ficou foi bem longe disso.
O tal ataque de 51% ia acabar com tudo
Quando um grupo chegou perto de controlar metade da rede em 2014, o povo já achou que era o fim. Mas o que aconteceu foi o contrário: os próprios participantes recuaram pra não estragar o sistema. Mostrou que não é só máquina, tem bom senso no meio também.
Outra criptomoeda ia passar ele pra trás
Desde 2017 falam que outra moeda ia tomar o lugar do Bitcoin. Mas até hoje nada. Ele continua sendo o principal, com folga.
Ia cair pra 100 dólares, não subir pra 100 mil
Teve especialista falando que era mais fácil despencar do que subir. Mas o trem fez foi o contrário: passou dos 100 mil antes do prazo previsto.
Era “a mãe de todas as bolhas” indo pra zero
Mais uma previsão pesada… e mais uma que não vingou. O Bitcoin caiu, subiu, caiu de novo — mas nunca sumiu.
Moedas digitais dos governos iam matar o Bitcoin
Falaram que, quando viessem as moedas digitais oficiais, ninguém mais ia querer saber de cripto. Mas hoje os dois convivem, cada um com seu papel.
Precisava mudar tudo pra sobreviver
Teve gente dizendo que, sem mudanças radicais, o sistema ia travar. Só que ele seguiu outro caminho, com soluções paralelas, e continua funcionando até hoje.
Nunca ia chegar a 50 mil dólares
Pois chegou. E passou. E voltou a passar de novo depois.
O valor dele não era maior que zero
Teve estudo dizendo isso. Mas, na prática, o mercado mostrou outra coisa bem diferente.
Se minerar não desse lucro, a rede ia parar
A lógica parecia simples, mas esqueceram de um detalhe importante: o sistema se ajusta sozinho. Quando uns saem, fica mais fácil pra quem continua. E assim o trem segue rodando.
No fim das contas, a história do Bitcoin é cheia dessas certezas que não deram em nada. Isso não quer dizer que ele não tenha risco, não, viu — tem sim. Mas mostra que decretar o fim dele, assim de cara, já se provou um baita erro mais de uma vez.
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Justin Sun acusa a World Liberty Financial de manipulação, e a empresa pode acionar a JustiçaUai, sô… uma treta danada veio à tona envolvendo Justin Sun e a World Liberty Financial, levantando umas dúvidas boas sobre como anda a tal da transparência e das práticas nesse trem de finanças descentralizadas (DeFi). Num trem que ele publicou esses dias, o Sun falou na lata que a empresa colocou uns mecanismos escondidos pra controlar os usuários. Segundo ele, o tal do contrato do token WLFI tem uma função meio na surdina que permite à empresa bloquear, limitar ou até tomar os tokens de quem quiser — tudo sem avisar e sem dar chance de defesa. E não parou por aí, não. Ele disse que foi atingido direto por isso: falou que a carteira dele foi colocada nessa lista negra lá em 2025, de forma ilegal. Pra ele, isso fere os direitos básicos dos investidores e vai totalmente contra a ideia de descentralização. Nas palavras dele, esse negócio tá mais pra armadilha do que pra oportunidade, uai. A World Liberty Financial não deixou barato, não, uai. Respondeu num tom firme, negando tudo e ainda colocando em dúvida a moral do Justin Sun. Disseram mais ou menos assim: que tem gente que ainda cai no papo dele, mas que o costume dele é pagar de vítima enquanto solta acusação sem prova pra esconder as próprias mancadas — sempre o mesmo jeitinho, só muda o alvo, e que a WLFI nem é a primeira. E pra esquentar mais ainda o trem, a empresa já deu a entender que pode levar isso pra Justiça. Falaram que têm contrato, prova e tão com a verdade na mão — e mandaram aquele recado direto: “a gente se vê no tribunal, parceiro”, uai. Movimentação meio encafifada, uai Essa troca de farpa toda tá rolando bem na hora que a World Liberty Financial tá no meio de uma polêmica danada no tal do DeFi, principalmente por causa das mexidas dela no protocolo Dolomite. Pelos dados que o povo acompanha na blockchain, a empresa usou um tantão de tokens WLFI como garantia pra pegar empréstimo em stablecoin. Só que esse trem aí deixou muita gente com a pulga atrás da orelha, viu, pensando nos riscos e até em possível conflito de interesse. E pra completar, uma parte boa desse dinheiro foi parar na Coinbase Prime, que o pessoal costuma usar pra converter em dinheiro ou fazer operação grande. Outro detalhe que deu o que falar é que um dos fundadores do Dolomite também atua como conselheiro da própria empresa. Aí já viu, né… o povo começou a desconfiar se não tem benefício próprio no meio desse trem todo. E não para por aí: tem também a concentração alta demais de empréstimos num tal de pool da stablecoin USD1, que já tá quase no limite. Numa situação dessas, pode acontecer de usuário ter dificuldade pra sacar o dinheiro, enquanto o sistema fica mais exposto ao risco de calote — ainda mais porque o token WLFI, usado como garantia, não tem tanta liquidez assim. $TRX ,$BNB

Justin Sun acusa a World Liberty Financial de manipulação, e a empresa pode acionar a Justiça

Uai, sô… uma treta danada veio à tona envolvendo Justin Sun e a World Liberty Financial, levantando umas dúvidas boas sobre como anda a tal da transparência e das práticas nesse trem de finanças descentralizadas (DeFi).
Num trem que ele publicou esses dias, o Sun falou na lata que a empresa colocou uns mecanismos escondidos pra controlar os usuários. Segundo ele, o tal do contrato do token WLFI tem uma função meio na surdina que permite à empresa bloquear, limitar ou até tomar os tokens de quem quiser — tudo sem avisar e sem dar chance de defesa.
E não parou por aí, não. Ele disse que foi atingido direto por isso: falou que a carteira dele foi colocada nessa lista negra lá em 2025, de forma ilegal. Pra ele, isso fere os direitos básicos dos investidores e vai totalmente contra a ideia de descentralização. Nas palavras dele, esse negócio tá mais pra armadilha do que pra oportunidade, uai.

A World Liberty Financial não deixou barato, não, uai. Respondeu num tom firme, negando tudo e ainda colocando em dúvida a moral do Justin Sun. Disseram mais ou menos assim: que tem gente que ainda cai no papo dele, mas que o costume dele é pagar de vítima enquanto solta acusação sem prova pra esconder as próprias mancadas — sempre o mesmo jeitinho, só muda o alvo, e que a WLFI nem é a primeira.
E pra esquentar mais ainda o trem, a empresa já deu a entender que pode levar isso pra Justiça. Falaram que têm contrato, prova e tão com a verdade na mão — e mandaram aquele recado direto: “a gente se vê no tribunal, parceiro”, uai.

Movimentação meio encafifada, uai
Essa troca de farpa toda tá rolando bem na hora que a World Liberty Financial tá no meio de uma polêmica danada no tal do DeFi, principalmente por causa das mexidas dela no protocolo Dolomite.
Pelos dados que o povo acompanha na blockchain, a empresa usou um tantão de tokens WLFI como garantia pra pegar empréstimo em stablecoin. Só que esse trem aí deixou muita gente com a pulga atrás da orelha, viu, pensando nos riscos e até em possível conflito de interesse. E pra completar, uma parte boa desse dinheiro foi parar na Coinbase Prime, que o pessoal costuma usar pra converter em dinheiro ou fazer operação grande.
Outro detalhe que deu o que falar é que um dos fundadores do Dolomite também atua como conselheiro da própria empresa. Aí já viu, né… o povo começou a desconfiar se não tem benefício próprio no meio desse trem todo.
E não para por aí: tem também a concentração alta demais de empréstimos num tal de pool da stablecoin USD1, que já tá quase no limite. Numa situação dessas, pode acontecer de usuário ter dificuldade pra sacar o dinheiro, enquanto o sistema fica mais exposto ao risco de calote — ainda mais porque o token WLFI, usado como garantia, não tem tanta liquidez assim. $TRX ,$BNB
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2026 tende a ser um ano positivo para o Bitcoin?Uai, não dá pra negar não: o Bitcoin vem mostrando um desempenho bão demais nesses últimos anos. Esse trem cresceu muito por causa da entrada dos grandão no jogo — tipo as instituições, os tais dos ETFs lá dos Estados Unidos, empresa grande colocando dinheiro nele e até país, igual El Salvador, que resolveu adotar o Bitcoin como moeda oficial, mesmo com uns ajustes depois. Mas ó, igual qualquer trem que sobe e desce, o Bitcoin também é meio arisco. Ele sente demais o que tá acontecendo no mundo: confusão na economia, briga política, ou até problema dentro do próprio mercado, tipo corretora quebrando ou ataque em sistema. Tudo isso mexe com o preço dele, principalmente no curto prazo. Agora, tem um detalhe importante que faz o Bitcoin ser diferente de muito ativo por aí: ele é teimoso demais da conta pra morrer. Ao longo da história, já caiu várias vezes, mas sempre deu um jeito de levantar de novo. A rede nunca parou de funcionar e a ideia por trás dele — de ser escasso, descentralizado e previsível — continua firme e forte. Ou seja, o preço pode até dar umas escorregadas de vez em quando, mas a estrutura dele segue resistente. Aí fica aquela pergunta: será que 2026 vai ser um ano bom pro Bitcoin? Pra tentar responder isso, tem que olhar pro que tá mexendo com o mercado agora. O cenário lá fora pesa bastante: conflito no Oriente Médio, mudança nas decisões das grandes potências, e até falação de político famoso pode dar uma balançada no humor dos investidores e influenciar o dinheiro indo (ou não) pro Bitcoin. Mas também não é nada que o Bitcoin já não tenha enfrentado, viu? Ele já passou por coisa grande, como a guerra entre Rússia e Ucrânia e até a pandemia de 2020. E mesmo assim, não só aguentou o tranco como depois recuperou, mostrando que é resistente mesmo. Se for olhar o preço rapidim, dá pra ver que, mesmo com as quedas recentes, ele tá ali perto de um fundo, na casa dos 60 mil dólares. Isso pode indicar uma retomada mais pra frente. Outro ponto interessante é o comportamento dos investidores de longo prazo — aquele povo que compra e segura. Eles tão é acumulando mais Bitcoin nesse nível de preço, o que mostra confiança. E tem mais: os ETFs continuam recebendo dinheiro, o que indica que os grandão ainda tão de olho no ativo. Isso ajuda a diminuir a quantidade disponível no mercado e fortalece a demanda lá na frente. Diferente de antigamente, agora o mercado tá mais maduro, com participação institucional mais firme e menos impulsiva. Juntando isso com essa acumulação de longo prazo, o cenário fica com um jeitão mais positivo. Pode até ter uns tropeço no caminho, mas o trem, no geral, parece que ainda tem lenha pra queimar em 2026.

2026 tende a ser um ano positivo para o Bitcoin?

Uai, não dá pra negar não: o Bitcoin vem mostrando um desempenho bão demais nesses últimos anos. Esse trem cresceu muito por causa da entrada dos grandão no jogo — tipo as instituições, os tais dos ETFs lá dos Estados Unidos, empresa grande colocando dinheiro nele e até país, igual El Salvador, que resolveu adotar o Bitcoin como moeda oficial, mesmo com uns ajustes depois.
Mas ó, igual qualquer trem que sobe e desce, o Bitcoin também é meio arisco. Ele sente demais o que tá acontecendo no mundo: confusão na economia, briga política, ou até problema dentro do próprio mercado, tipo corretora quebrando ou ataque em sistema. Tudo isso mexe com o preço dele, principalmente no curto prazo.
Agora, tem um detalhe importante que faz o Bitcoin ser diferente de muito ativo por aí: ele é teimoso demais da conta pra morrer. Ao longo da história, já caiu várias vezes, mas sempre deu um jeito de levantar de novo. A rede nunca parou de funcionar e a ideia por trás dele — de ser escasso, descentralizado e previsível — continua firme e forte.
Ou seja, o preço pode até dar umas escorregadas de vez em quando, mas a estrutura dele segue resistente.
Aí fica aquela pergunta: será que 2026 vai ser um ano bom pro Bitcoin?
Pra tentar responder isso, tem que olhar pro que tá mexendo com o mercado agora. O cenário lá fora pesa bastante: conflito no Oriente Médio, mudança nas decisões das grandes potências, e até falação de político famoso pode dar uma balançada no humor dos investidores e influenciar o dinheiro indo (ou não) pro Bitcoin.
Mas também não é nada que o Bitcoin já não tenha enfrentado, viu? Ele já passou por coisa grande, como a guerra entre Rússia e Ucrânia e até a pandemia de 2020. E mesmo assim, não só aguentou o tranco como depois recuperou, mostrando que é resistente mesmo.
Se for olhar o preço rapidim, dá pra ver que, mesmo com as quedas recentes, ele tá ali perto de um fundo, na casa dos 60 mil dólares. Isso pode indicar uma retomada mais pra frente.
Outro ponto interessante é o comportamento dos investidores de longo prazo — aquele povo que compra e segura. Eles tão é acumulando mais Bitcoin nesse nível de preço, o que mostra confiança.
E tem mais: os ETFs continuam recebendo dinheiro, o que indica que os grandão ainda tão de olho no ativo. Isso ajuda a diminuir a quantidade disponível no mercado e fortalece a demanda lá na frente.
Diferente de antigamente, agora o mercado tá mais maduro, com participação institucional mais firme e menos impulsiva. Juntando isso com essa acumulação de longo prazo, o cenário fica com um jeitão mais positivo.
Pode até ter uns tropeço no caminho, mas o trem, no geral, parece que ainda tem lenha pra queimar em 2026.
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Google Finanças ganha atualização no Brasil com novos recursos voltados para investidores em criptoUai, o trem do Google Finanças foi atualizado na quarta-feira (8) e já chegou aqui pro Brasil e mais de 100 países. Agora a ferramenta tá mais moderna, trazendo inteligência artificial e umas opções a mais pra quem mexe com criptomoedas. Pra quem gosta de cripto, dá pra fuçar o assunto desde o comecinho, aprender direitinho e ainda acompanhar notícias e as cotações do mercado em tempo real. Segundo o próprio Google Finanças, a ideia é ajudar o povo a “explorar e aprender tudo sobre ações, criptomoedas e muito mais”. Mesmo com essa novidade, que ainda tá em fase Beta, quem preferir pode continuar usando o modelo mais antigo, sem essas funções de inteligência artificial. E o melhor: nem precisa fazer login pra testar algumas ferramentas, dá pra experimentar sem compromisso. E ó, a empresa ainda avisou que, nas próximas semanas, essa experiência vai chegar com tudo em mais de 100 países, incluindo Brasil, México, Argentina, Colômbia e Chile, tudo com suporte no idioma local pra facilitar a vida de quem quer acompanhar o mercado no seu próprio jeitinho. Uai, sô, olha só o tanto de trem novo que esse Google Finanças tá trazendo pros investidores. Agora tem uns gráficos espertos, mexidos por inteligência artificial, que ajudam a mostrar como os preços dos ativos tão andando. Fica bem mais fácil de entender aquelas subidas e descidas do mercado. Além disso, eles mostram uns ciclos antigos de liquidez, que ajudam a gente a sacar melhor como a economia funciona no geral. No fim das contas, aqueles números tudo complicado viram uns painéis bem mais simples de pegar o jeito. Então, a ferramenta acaba virando um cantinho bom demais pra estudar, viu? Tanto pra quem já entende do assunto quanto pra quem tá começando agora. Lá na página oficial tem bastante conteúdo, desde fundos mais tradicionais até ações da bolsa e até explicação sobre o tal do bitcoin. Isso tudo ajuda o povo a ir pegando gosto e entendendo mais sobre esse mundo de dinheiro digital e independência financeira. Mas ó, nem tudo são flores não. O Google deixa bem claro nos avisos que não dá dica de compra nem de venda de nada, viu? Esses resumos e gráficos são só pra estudo e pesquisa mesmo, pra pessoa tirar suas próprias conclusões. No fim das contas, a responsa é toda de quem usa. Porque confiar demais numa máquina pra cuidar do dinheiro pode dar ruim, e o risco de prejuízo grande existe, uai. $GOOGL ,$XRP ,$BTC

Google Finanças ganha atualização no Brasil com novos recursos voltados para investidores em cripto

Uai, o trem do Google Finanças foi atualizado na quarta-feira (8) e já chegou aqui pro Brasil e mais de 100 países. Agora a ferramenta tá mais moderna, trazendo inteligência artificial e umas opções a mais pra quem mexe com criptomoedas.
Pra quem gosta de cripto, dá pra fuçar o assunto desde o comecinho, aprender direitinho e ainda acompanhar notícias e as cotações do mercado em tempo real. Segundo o próprio Google Finanças, a ideia é ajudar o povo a “explorar e aprender tudo sobre ações, criptomoedas e muito mais”.
Mesmo com essa novidade, que ainda tá em fase Beta, quem preferir pode continuar usando o modelo mais antigo, sem essas funções de inteligência artificial. E o melhor: nem precisa fazer login pra testar algumas ferramentas, dá pra experimentar sem compromisso.
E ó, a empresa ainda avisou que, nas próximas semanas, essa experiência vai chegar com tudo em mais de 100 países, incluindo Brasil, México, Argentina, Colômbia e Chile, tudo com suporte no idioma local pra facilitar a vida de quem quer acompanhar o mercado no seu próprio jeitinho.

Uai, sô, olha só o tanto de trem novo que esse Google Finanças tá trazendo pros investidores.
Agora tem uns gráficos espertos, mexidos por inteligência artificial, que ajudam a mostrar como os preços dos ativos tão andando. Fica bem mais fácil de entender aquelas subidas e descidas do mercado. Além disso, eles mostram uns ciclos antigos de liquidez, que ajudam a gente a sacar melhor como a economia funciona no geral. No fim das contas, aqueles números tudo complicado viram uns painéis bem mais simples de pegar o jeito.
Então, a ferramenta acaba virando um cantinho bom demais pra estudar, viu? Tanto pra quem já entende do assunto quanto pra quem tá começando agora. Lá na página oficial tem bastante conteúdo, desde fundos mais tradicionais até ações da bolsa e até explicação sobre o tal do bitcoin. Isso tudo ajuda o povo a ir pegando gosto e entendendo mais sobre esse mundo de dinheiro digital e independência financeira.
Mas ó, nem tudo são flores não. O Google deixa bem claro nos avisos que não dá dica de compra nem de venda de nada, viu? Esses resumos e gráficos são só pra estudo e pesquisa mesmo, pra pessoa tirar suas próprias conclusões.
No fim das contas, a responsa é toda de quem usa. Porque confiar demais numa máquina pra cuidar do dinheiro pode dar ruim, e o risco de prejuízo grande existe, uai.
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WLFI tokens, kas saistīts ar Trampu, krīt par 13% pēc aizdevuma, kas tiek uzskatīts par aizdomīguUai, skaties, kāda stāsta iznākums, sô: Tas WLFI, kas ir World Liberty Financial pārvaldības tokens, piedzīvoja lielu kritumu un sasniedza jaunus minimumus šajā piektdienā. Tas notika tūlīt pēc tam, kad projekts — kam ir ASV prezidenta Donalda Trampa un viņa dēlu atbalsts — paziņoja, ka izskata iespēju atbrīvot WLFI tiem, kas iegāja projektā pašā sākumā. Tajā pašā laikā viņi risina dažus lielus aizdevumus, apmēram 150 miljonu dolāru apmērā stabilā naudā. Šis tokens, kas, kad tas radās, nemaz nebija iespējams pārvērst, tika tirgots ap 0,08 dolāriem, ar kritumu gandrīz 14% vienā dienā, saskaņā ar CoinGecko. Un tas vēl nav viss: tirgus vērtība arī strauji samazinājās, krītot vairāk nekā par 400 miljoniem dolāru, no gandrīz 3 miljardiem uz aptuveni 2,58 miljardiem.

WLFI tokens, kas saistīts ar Trampu, krīt par 13% pēc aizdevuma, kas tiek uzskatīts par aizdomīgu

Uai, skaties, kāda stāsta iznākums, sô:
Tas WLFI, kas ir World Liberty Financial pārvaldības tokens, piedzīvoja lielu kritumu un sasniedza jaunus minimumus šajā piektdienā. Tas notika tūlīt pēc tam, kad projekts — kam ir ASV prezidenta Donalda Trampa un viņa dēlu atbalsts — paziņoja, ka izskata iespēju atbrīvot WLFI tiem, kas iegāja projektā pašā sākumā. Tajā pašā laikā viņi risina dažus lielus aizdevumus, apmēram 150 miljonu dolāru apmērā stabilā naudā.
Šis tokens, kas, kad tas radās, nemaz nebija iespējams pārvērst, tika tirgots ap 0,08 dolāriem, ar kritumu gandrīz 14% vienā dienā, saskaņā ar CoinGecko. Un tas vēl nav viss: tirgus vērtība arī strauji samazinājās, krītot vairāk nekā par 400 miljoniem dolāru, no gandrīz 3 miljardiem uz aptuveni 2,58 miljardiem.
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Zcash sobe 60% ao longo da semana, e investidores apostam que a valorização pode continuarUai, o trem esquentou pro lado do Zcash, viu? Os traders ficaram tudo animado depois que o token de privacidade, o Zcash, deu um pulo danado na última semana, passando de 60% de valorização. Pra ocê ter ideia, o tal do ZEC tá sendo negociado por volta de 376 dólares nessa sexta (10). Só nas últimas 24 horas já subiu mais de 13%, e no acumulado da semana passou dos 60%. No mês então, já tá com alta de mais de 78%. É subida que não acaba mais, sô. Com esse embalo, o povo do mercado já tá achando que o preço pode chegar nos 420 dólares ainda em abril, o que daria mais uns 10% de ganho. As apostas nisso aí já tão com uns 60% de chance nos mercados de previsão. E olha que até quinta-feira o pessoal tava era duvidando, com uns 80% achando que não batia esse valor não. Agora, falar direitinho o que causou essa disparada é meio difícil, viu. Mas o mercado de cripto como um todo tá em alta, depois daquele acordo de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã. Só que não foi só o setor de privacidade que subiu não — apesar dele ter avançado uns 21% na semana, boa parte disso veio do próprio Zcash e da Dash, que também deu um salto de quase 48%. Outras moedas mais ligadas à privacidade não acompanharam tanto assim. A Monero subiu só uns 6%, enquanto a ZKsync até caiu um pouco nesse período. E o Zcash acabou se destacando mais que as grandonas. O Bitcoin subiu cerca de 9% na semana, sendo negociado ali na faixa dos 72 mil dólares, enquanto o Ethereum teve alta parecida, chegando perto dos 2.200 dólares. Mesmo com essa alta bonita, o ZEC ainda tá uns 46% abaixo do pico que teve em novembro, quando bateu 698 dólares, e bem longe do topo histórico lá de 2016, quando chegou a mais de 3 mil dólares. Ah, e no fim de março teve um trem importante também: corrigiram uma falha crítica no software do nó do Zcash, que tava colocando uma grana alta em risco. Isso ajudou a dar mais confiança pro mercado, uai.

Zcash sobe 60% ao longo da semana, e investidores apostam que a valorização pode continuar

Uai, o trem esquentou pro lado do Zcash, viu? Os traders ficaram tudo animado depois que o token de privacidade, o Zcash, deu um pulo danado na última semana, passando de 60% de valorização.
Pra ocê ter ideia, o tal do ZEC tá sendo negociado por volta de 376 dólares nessa sexta (10). Só nas últimas 24 horas já subiu mais de 13%, e no acumulado da semana passou dos 60%. No mês então, já tá com alta de mais de 78%. É subida que não acaba mais, sô.
Com esse embalo, o povo do mercado já tá achando que o preço pode chegar nos 420 dólares ainda em abril, o que daria mais uns 10% de ganho. As apostas nisso aí já tão com uns 60% de chance nos mercados de previsão. E olha que até quinta-feira o pessoal tava era duvidando, com uns 80% achando que não batia esse valor não.
Agora, falar direitinho o que causou essa disparada é meio difícil, viu. Mas o mercado de cripto como um todo tá em alta, depois daquele acordo de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã. Só que não foi só o setor de privacidade que subiu não — apesar dele ter avançado uns 21% na semana, boa parte disso veio do próprio Zcash e da Dash, que também deu um salto de quase 48%.
Outras moedas mais ligadas à privacidade não acompanharam tanto assim. A Monero subiu só uns 6%, enquanto a ZKsync até caiu um pouco nesse período.
E o Zcash acabou se destacando mais que as grandonas. O Bitcoin subiu cerca de 9% na semana, sendo negociado ali na faixa dos 72 mil dólares, enquanto o Ethereum teve alta parecida, chegando perto dos 2.200 dólares.
Mesmo com essa alta bonita, o ZEC ainda tá uns 46% abaixo do pico que teve em novembro, quando bateu 698 dólares, e bem longe do topo histórico lá de 2016, quando chegou a mais de 3 mil dólares.
Ah, e no fim de março teve um trem importante também: corrigiram uma falha crítica no software do nó do Zcash, que tava colocando uma grana alta em risco. Isso ajudou a dar mais confiança pro mercado, uai.
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TAO cai 18% após críticas de parceiro à “falsa descentralização”Uai, a saída da Covenant AI do trem do Bittensor deu um bafafá danado, viu? Assim que anunciaram na quinta-feira (9) que iam pular fora por não concordar com o jeito que a governança tá sendo tocada, o povo da comunidade e o mercado já ficaram alvoroçados. A Covenant, que era das principais desenvolvedoras de subnets por lá, disse que o modelo não é tão descentralizado quanto prometiam. Resultado: o TAO despencou mais de 18% nas últimas 24 horas, sendo negociado ali na faixa dos US$ 263,48. Quem abriu o jogo foi o fundador, Sam Dare, lá no X. Ele falou sem rodeio que essa história de ninguém mandar sozinho na rede não passa de conversa fiada. Segundo ele, na prática não é bem assim que funciona. O Bittensor nasceu com a ideia de descentralizar o desenvolvimento de inteligência artificial, conectando gente pra treinar, validar e operar modelos, tudo na base do blockchain. O token TAO entra como incentivo pra organizar as subnets, que são tipo núcleos independentes dentro do sistema. Mas o Dare também alfinetou o cofundador, Jacob Steeves (o tal do Const), dizendo que ele teria mexido diretamente na subnet da Covenant pra retomar controle. No meio disso tudo, rolou suspensão de emissões, mudanças sem aviso e até retirada de ferramentas da equipe nos canais da comunidade. Ele ainda falou de pressão no mercado com venda de tokens em momentos estratégicos. E não economizou nas palavras: chamou o modelo todo de “teatro de descentralização”. Mesmo sendo destaque no desenvolvimento de IA descentralizada, a Covenant resolveu encerrar a participação. Mas avisou que não vai largar a área, não — vem coisa nova por aí. Já o Steeves não respondeu direto, não. Deu uma volta e disse que isso pode abrir caminho pra um modelo novo, com subnets mais independentes e regras que cobrem compromisso de longo prazo das equipes. No fim das contas, o pessoal do ecossistema tá dizendo que o projeto segue firme, que o Bittensor não depende de uma iniciativa só. Vamos ver no que isso vai dar, né? $TAO ,$SOL ,$POL {spot}(SOLUSDT)

TAO cai 18% após críticas de parceiro à “falsa descentralização”

Uai, a saída da Covenant AI do trem do Bittensor deu um bafafá danado, viu? Assim que anunciaram na quinta-feira (9) que iam pular fora por não concordar com o jeito que a governança tá sendo tocada, o povo da comunidade e o mercado já ficaram alvoroçados.
A Covenant, que era das principais desenvolvedoras de subnets por lá, disse que o modelo não é tão descentralizado quanto prometiam. Resultado: o TAO despencou mais de 18% nas últimas 24 horas, sendo negociado ali na faixa dos US$ 263,48.
Quem abriu o jogo foi o fundador, Sam Dare, lá no X. Ele falou sem rodeio que essa história de ninguém mandar sozinho na rede não passa de conversa fiada. Segundo ele, na prática não é bem assim que funciona.
O Bittensor nasceu com a ideia de descentralizar o desenvolvimento de inteligência artificial, conectando gente pra treinar, validar e operar modelos, tudo na base do blockchain. O token TAO entra como incentivo pra organizar as subnets, que são tipo núcleos independentes dentro do sistema.
Mas o Dare também alfinetou o cofundador, Jacob Steeves (o tal do Const), dizendo que ele teria mexido diretamente na subnet da Covenant pra retomar controle. No meio disso tudo, rolou suspensão de emissões, mudanças sem aviso e até retirada de ferramentas da equipe nos canais da comunidade. Ele ainda falou de pressão no mercado com venda de tokens em momentos estratégicos.
E não economizou nas palavras: chamou o modelo todo de “teatro de descentralização”.
Mesmo sendo destaque no desenvolvimento de IA descentralizada, a Covenant resolveu encerrar a participação. Mas avisou que não vai largar a área, não — vem coisa nova por aí.
Já o Steeves não respondeu direto, não. Deu uma volta e disse que isso pode abrir caminho pra um modelo novo, com subnets mais independentes e regras que cobrem compromisso de longo prazo das equipes.
No fim das contas, o pessoal do ecossistema tá dizendo que o projeto segue firme, que o Bittensor não depende de uma iniciativa só. Vamos ver no que isso vai dar, né?
$TAO ,$SOL ,$POL
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Valdības un uzņēmumi strādā kopā, lai izsekotu un bloķētu miljonus nozagto kriptovalūtuKriptovalūtu uzņēmumi, piemēram, Coinbase un Binance, kopā ar valdības iestādēm, piemēram, Amerikas Savienoto Valstu Slepeno dienestu un Apvienotās Karalistes Nacionālo aģentūru pret noziegumiem, norakstījusi aptuveni 45 miljonus dolāru nozagto kriptovalūtu, kas viss saistīts ar krāpšanām. Šis notikums tika paziņots ceturtdien. Izmeklēšanā viņi atrada vairāk nekā 20 tūkstošus cilvēku, kuri iekrita šajos krāpšanās shēmas un izdevās bloķēt apmēram 12 miljonus dolāru, cerot atgriezt naudu cietušajiem.

Valdības un uzņēmumi strādā kopā, lai izsekotu un bloķētu miljonus nozagto kriptovalūtu

Kriptovalūtu uzņēmumi, piemēram, Coinbase un Binance, kopā ar valdības iestādēm, piemēram, Amerikas Savienoto Valstu Slepeno dienestu un Apvienotās Karalistes Nacionālo aģentūru pret noziegumiem, norakstījusi aptuveni 45 miljonus dolāru nozagto kriptovalūtu, kas viss saistīts ar krāpšanām. Šis notikums tika paziņots ceturtdien.
Izmeklēšanā viņi atrada vairāk nekā 20 tūkstošus cilvēku, kuri iekrita šajos krāpšanās shēmas un izdevās bloķēt apmēram 12 miljonus dolāru, cerot atgriezt naudu cietušajiem.
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