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Rhea Finance do NEAR Protocol, perde US$ 7,6 milhõesO maior hub de Finanças Descentralizadas (DeFi) do NEAR Protocol, a Rhea Finance, sofreu um ataque de US$ 7,6 milhões após um invasor manipular seu oráculo e camada de validação. A empresa de segurança blockchain CertiK identificou o incidente e confirmou que ativos foram esvaziados em múltiplos tokens. Como ocorreu o ataque à Rhea Finance O invasor implantou contratos falsos de tokens e criou novas pools de liquidez dentro do protocolo. Essas pools possivelmente distorceram as fontes de preço, levando o oráculo a validar transações fraudulentas. Segundo a CertiK, pelo menos US$ 7,6 milhões foram extraviados da Rhea Finance. Os valores roubados incluem USDC, USDT, Zcash (ZEC) e NEAR (NEAR). Vadim Zacodil, ex-colaborador principal do NEAR, confirmou os números e alertou os usuários para acompanharem atentamente a situação. NEAR DeFi protocol Rhea Finance exploited for at least ~$7.6M according to CertiK. Stolen assets include USDC, USDT, ZEC, and NEAR. Withdrawals are currently paused. The attack vector: fake token contracts with fresh liquidity pools that likely misled the oracle and validation… https://t.co/y90b4to2pY — Vadim (AI, ⋈) (@zacodil) April 16, 2026 Saques estão suspensos enquanto a equipe busca conter novos danos. “… O invasor criou contratos falsos de tokens e adicionou liquidez em novas pools, provavelmente induzindo o oráculo e a camada de validação ao erro”, informou a CertiK em comunicado. Importância para o DeFi do NEAR A Rhea Finance exerce papel dominante no ecossistema NEAR. Formada no início de 2025 após a fusão da Ref Finance com a Burrow Finance, atua como principal DEX e camada de empréstimos da rede. Rhea Finance no Near Protocol. Fonte: DefiLlama O protocolo já deteve mais de 95% do valor total bloqueado em DeFi no NEAR, tornando esse ataque expressivo para toda a infraestrutura DeFi da rede. A manipulação de oráculos segue como uma das vulnerabilidades mais recorrentes no DeFi, com criminosos explorando feeds de preço sem verificação e liquidez reduzida diversas vezes. Os próximos dias mostrarão a extensão total dos prejuízos e se a Rhea Finance conseguirá proteger os fundos dos usuários afetados. O artigo Rhea Finance do NEAR Protocol, perde US$ 7,6 milhões foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Rhea Finance do NEAR Protocol, perde US$ 7,6 milhões

O maior hub de Finanças Descentralizadas (DeFi) do NEAR Protocol, a Rhea Finance, sofreu um ataque de US$ 7,6 milhões após um invasor manipular seu oráculo e camada de validação.

A empresa de segurança blockchain CertiK identificou o incidente e confirmou que ativos foram esvaziados em múltiplos tokens.

Como ocorreu o ataque à Rhea Finance

O invasor implantou contratos falsos de tokens e criou novas pools de liquidez dentro do protocolo. Essas pools possivelmente distorceram as fontes de preço, levando o oráculo a validar transações fraudulentas.

Segundo a CertiK, pelo menos US$ 7,6 milhões foram extraviados da Rhea Finance. Os valores roubados incluem USDC, USDT, Zcash (ZEC) e NEAR (NEAR).

Vadim Zacodil, ex-colaborador principal do NEAR, confirmou os números e alertou os usuários para acompanharem atentamente a situação.

NEAR DeFi protocol Rhea Finance exploited for at least ~$7.6M according to CertiK. Stolen assets include USDC, USDT, ZEC, and NEAR. Withdrawals are currently paused.

The attack vector: fake token contracts with fresh liquidity pools that likely misled the oracle and validation… https://t.co/y90b4to2pY

— Vadim (AI, ⋈) (@zacodil) April 16, 2026

Saques estão suspensos enquanto a equipe busca conter novos danos.

“… O invasor criou contratos falsos de tokens e adicionou liquidez em novas pools, provavelmente induzindo o oráculo e a camada de validação ao erro”, informou a CertiK em comunicado.

Importância para o DeFi do NEAR

A Rhea Finance exerce papel dominante no ecossistema NEAR. Formada no início de 2025 após a fusão da Ref Finance com a Burrow Finance, atua como principal DEX e camada de empréstimos da rede.

Rhea Finance no Near Protocol. Fonte: DefiLlama

O protocolo já deteve mais de 95% do valor total bloqueado em DeFi no NEAR, tornando esse ataque expressivo para toda a infraestrutura DeFi da rede.

A manipulação de oráculos segue como uma das vulnerabilidades mais recorrentes no DeFi, com criminosos explorando feeds de preço sem verificação e liquidez reduzida diversas vezes.

Os próximos dias mostrarão a extensão total dos prejuízos e se a Rhea Finance conseguirá proteger os fundos dos usuários afetados.

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Binance nomeia Thiago Sarandy como Diretor-Geral no BrasilA Binance anunciou nesta quinta-feira (16) a nomeação de Thiago Sarandy como diretor-geral para o Brasil. A exchange, maior do mundo em volume negociado, escolheu o executivo para liderar sua operação no 5º maior mercado de criptomoedas do planeta. Sarandy está na Binance desde 2022, quando entrou como chefe de Assuntos Regulatórios e Jurídicos para o Brasil e El Salvador. Nos últimos quatro anos, atuou diretamente nas discussões que resultaram no marco regulatório brasileiro para ativos virtuais, o primeiro do país para o setor. Sarandy assume liderança em momento regulatório decisivo A nomeação acontece em um período de intenso debate sobre a regulamentação de criptomoedas no Brasil. O país concentra mais de 25 milhões de usuários de ativos digitais e é o maior mercado da América Latina. “Estou honrado em assumir este cargo neste momento de transformação para as criptomoedas no Brasil”, disse Sarandy em nota. “Trabalharei para garantir que as regras expandam o acesso e a atratividade para os próximos 25 milhões de usuários de criptomoedas.” O executivo se reportará a Guilherme Nazar, chefe da Binance para a América Latina. “Sarandy traz a experiência necessária para navegar neste processo e ajudar a Binance a expandir seus negócios no Brasil”, afirmou Nazar. Trajetória entre finanças tradicionais e cripto Sarandy é formado em Direito pela PUC-RJ e tem mestrado em Mercado de Capitais pela FGV-RJ. É também especialista em blockchain pelo MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Blockchain é a tecnologia de registro distribuído que sustenta as criptomoedas. Antes da Binance, o executivo acumulou mais de dez anos no mercado financeiro tradicional, com passagens como sócio e diretor jurídico nas corretoras Genial Investments e Warren Investments. América Latina em expansão acelerada Segundo o Relatório de Adoção de Criptomoedas da Chainalysis de 2025, a adoção de criptomoedas na América Latina cresceu 63% no último ano. A região abriga três dos 20 maiores mercados do mundo, com o Brasil na liderança regional. No Brasil, a Binance foi a primeira exchange a integrar o Pix ao Binance Pay, permitindo pagamentos em reais usando criptomoedas em tempo real. Em outubro de 2025, o país também foi o primeiro a receber o relançamento do Binance Mastercard Card. Globalmente, a plataforma ultrapassou 300 milhões de usuários e registrou volume negociado de US$ 34 trilhões em 2025. O artigo Binance nomeia Thiago Sarandy como Diretor-Geral no Brasil foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Binance nomeia Thiago Sarandy como Diretor-Geral no Brasil

A Binance anunciou nesta quinta-feira (16) a nomeação de Thiago Sarandy como diretor-geral para o Brasil. A exchange, maior do mundo em volume negociado, escolheu o executivo para liderar sua operação no 5º maior mercado de criptomoedas do planeta.

Sarandy está na Binance desde 2022, quando entrou como chefe de Assuntos Regulatórios e Jurídicos para o Brasil e El Salvador. Nos últimos quatro anos, atuou diretamente nas discussões que resultaram no marco regulatório brasileiro para ativos virtuais, o primeiro do país para o setor.

Sarandy assume liderança em momento regulatório decisivo

A nomeação acontece em um período de intenso debate sobre a regulamentação de criptomoedas no Brasil. O país concentra mais de 25 milhões de usuários de ativos digitais e é o maior mercado da América Latina.

“Estou honrado em assumir este cargo neste momento de transformação para as criptomoedas no Brasil”, disse Sarandy em nota. “Trabalharei para garantir que as regras expandam o acesso e a atratividade para os próximos 25 milhões de usuários de criptomoedas.”

O executivo se reportará a Guilherme Nazar, chefe da Binance para a América Latina. “Sarandy traz a experiência necessária para navegar neste processo e ajudar a Binance a expandir seus negócios no Brasil”, afirmou Nazar.

Trajetória entre finanças tradicionais e cripto

Sarandy é formado em Direito pela PUC-RJ e tem mestrado em Mercado de Capitais pela FGV-RJ. É também especialista em blockchain pelo MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Blockchain é a tecnologia de registro distribuído que sustenta as criptomoedas.

Antes da Binance, o executivo acumulou mais de dez anos no mercado financeiro tradicional, com passagens como sócio e diretor jurídico nas corretoras Genial Investments e Warren Investments.

América Latina em expansão acelerada

Segundo o Relatório de Adoção de Criptomoedas da Chainalysis de 2025, a adoção de criptomoedas na América Latina cresceu 63% no último ano. A região abriga três dos 20 maiores mercados do mundo, com o Brasil na liderança regional.

No Brasil, a Binance foi a primeira exchange a integrar o Pix ao Binance Pay, permitindo pagamentos em reais usando criptomoedas em tempo real. Em outubro de 2025, o país também foi o primeiro a receber o relançamento do Binance Mastercard Card.

Globalmente, a plataforma ultrapassou 300 milhões de usuários e registrou volume negociado de US$ 34 trilhões em 2025.

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Gigante dos EUA Charles Schwab, com US$ 12 trilhões, lança negociação à vista de criptoA Charles Schwab iniciou o lançamento gradual das negociações à vista de Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH), oferecendo acesso direto a cripto para seus clientes de corretora de varejo pela primeira vez. O produto, chamado Schwab Crypto e operacionalizado pela Charles Schwab Premier Bank, SSB, será disponibilizado em etapas a partir do segundo trimestre de 2026. Num primeiro momento, um grupo de funcionários e inscritos para acesso antecipado poderá negociar antes que a plataforma seja aberta para a base ampliada de clientes da empresa. Schwab integra cripto ao seu ecossistema de corretora Diferentemente das exchanges dedicadas de cripto, a Schwab está integrando a negociação de ativos digitais ao seu ambiente já existente de corretagem, serviços bancários e pesquisa. Os clientes acessarão cripto juntamente com ações, ETFs e produtos de renda fixa em uma mesma plataforma. O custo será de 75 pontos base por negociação. A Paxos fornece a custódia regulada, além da infraestrutura de execução e liquidação do serviço. A empresa fiduciária regulada já possui uma licença bancária federal concedida pelo Office of the Comptroller of the Currency. O serviço estará disponível em todos os estados americanos, exceto Nova York e Louisiana, que adotam regulamentações de cripto mais rigorosas. Não será possível depositar BTC ou ETH de carteiras externas, e os ativos em cripto não contam com seguro SIPC ou FDIC. Como a entrada da Schwab muda o mercado cripto de varejo A chegada da Schwab intensifica a disputa pelos investidores de cripto do varejo. A empresa administra aproximadamente US$ 12 trilhões em ativos de clientes, o que garante vantagem na distribuição em relação a concorrentes nativos como Robinhood e Coinbase. Charles Schwab AUM. Fonte: Relatório Mensal de Fevereiro Anteriormente, a Schwab oferecia exposição a ativos digitais apenas por meio de ações vinculadas ao setor, contratos futuros e produtos negociados em bolsa à vista. A transição para negociações à vista diretas reflete uma movimentação crescente de instituições. Os ETFs de cripto à vista dos EUA registraram quase US$ 670 milhões em captação líquida apenas no primeiro dia de negociação de 2026. Fatores regulatórios também aceleraram o cronograma. A SEC revogou o Staff Accounting Bulletin 121 em janeiro de 2025, eliminando a exigência de registrar cripto de clientes como passivo no balanço dos custodiante. BREAKING: 🇺🇸 SEC has rescinded Staff Accounting Bulletin No. 121 (SAB 121) 🔥 Big win for crypto! Banks can now custody Bitcoin. This is a game-changer for adoption and the future of finance. The revolution is here! $BTC — Scottie Pippen (@ScottiePippen) January 23, 2025 O OCC reforçou, em março de 2025, que as atividades de custódia de cripto e stablecoin são permitidas para bancos nacionais. Resta saber se a precificação conservadora e a reputação consolidada da Schwab conseguirão atrair volume desse segmento, em vez das plataformas de menor custo e maior variedade de tokens, no segundo semestre de 2026. O artigo Gigante dos EUA Charles Schwab, com US$ 12 trilhões, lança negociação à vista de cripto foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Gigante dos EUA Charles Schwab, com US$ 12 trilhões, lança negociação à vista de cripto

A Charles Schwab iniciou o lançamento gradual das negociações à vista de Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH), oferecendo acesso direto a cripto para seus clientes de corretora de varejo pela primeira vez.

O produto, chamado Schwab Crypto e operacionalizado pela Charles Schwab Premier Bank, SSB, será disponibilizado em etapas a partir do segundo trimestre de 2026. Num primeiro momento, um grupo de funcionários e inscritos para acesso antecipado poderá negociar antes que a plataforma seja aberta para a base ampliada de clientes da empresa.

Schwab integra cripto ao seu ecossistema de corretora

Diferentemente das exchanges dedicadas de cripto, a Schwab está integrando a negociação de ativos digitais ao seu ambiente já existente de corretagem, serviços bancários e pesquisa.

Os clientes acessarão cripto juntamente com ações, ETFs e produtos de renda fixa em uma mesma plataforma.

O custo será de 75 pontos base por negociação. A Paxos fornece a custódia regulada, além da infraestrutura de execução e liquidação do serviço.

A empresa fiduciária regulada já possui uma licença bancária federal concedida pelo Office of the Comptroller of the Currency.

O serviço estará disponível em todos os estados americanos, exceto Nova York e Louisiana, que adotam regulamentações de cripto mais rigorosas.

Não será possível depositar BTC ou ETH de carteiras externas, e os ativos em cripto não contam com seguro SIPC ou FDIC.

Como a entrada da Schwab muda o mercado cripto de varejo

A chegada da Schwab intensifica a disputa pelos investidores de cripto do varejo. A empresa administra aproximadamente US$ 12 trilhões em ativos de clientes, o que garante vantagem na distribuição em relação a concorrentes nativos como Robinhood e Coinbase.

Charles Schwab AUM. Fonte: Relatório Mensal de Fevereiro

Anteriormente, a Schwab oferecia exposição a ativos digitais apenas por meio de ações vinculadas ao setor, contratos futuros e produtos negociados em bolsa à vista.

A transição para negociações à vista diretas reflete uma movimentação crescente de instituições. Os ETFs de cripto à vista dos EUA registraram quase US$ 670 milhões em captação líquida apenas no primeiro dia de negociação de 2026.

Fatores regulatórios também aceleraram o cronograma. A SEC revogou o Staff Accounting Bulletin 121 em janeiro de 2025, eliminando a exigência de registrar cripto de clientes como passivo no balanço dos custodiante.

BREAKING: 🇺🇸 SEC has rescinded Staff Accounting Bulletin No. 121 (SAB 121) 🔥

Big win for crypto! Banks can now custody Bitcoin. This is a game-changer for adoption and the future of finance. The revolution is here! $BTC

— Scottie Pippen (@ScottiePippen) January 23, 2025

O OCC reforçou, em março de 2025, que as atividades de custódia de cripto e stablecoin são permitidas para bancos nacionais.

Resta saber se a precificação conservadora e a reputação consolidada da Schwab conseguirão atrair volume desse segmento, em vez das plataformas de menor custo e maior variedade de tokens, no segundo semestre de 2026.

O artigo Gigante dos EUA Charles Schwab, com US$ 12 trilhões, lança negociação à vista de cripto foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Maior problema do Bitcoin no momento não é o mercado, e sim seus próprios investidoresA trajetória do preço do Bitcoin (BTC) tem sido majoritariamente positiva desde o conflito entre EUA e Irã, embora também apresente alta volatilidade. Em 14 de abril, o BTC ultrapassou brevemente US$ 76 mil, seu maior valor desde o início de fevereiro. Os lucros realizados atingiram US$ 1,14 bilhão durante esse pico, um dos maiores valores em um único dia neste ano. Contudo, as valorizações não se mantiveram. Da mesma forma, o avanço do BTC acima de US$ 75 mil ontem encontrou nova resistência. O preço ajustou para US$ 74.656 até o fechamento desta reportagem. Desempenho do preço do Bitcoin (BTC). Fonte: BeInCrypto Markets Mas o que está dificultando a valorização do Bitcoin? De acordo com sinais on-chain, são os investidores de curto prazo. Por que investidores de curto prazo limitam a alta do Bitcoin? O analista Darkfost observou que investidores de curto prazo (STHs) intensificaram os envios para exchanges à medida que o BTC testava US$ 75 mil em 15 de abril. Em apenas 24 horas, mais de 65 mil BTC foram transferidos para exchanges, sendo 61 mil BTC em situação de lucro. “… no momento, qualquer aumento de preço vem sendo visto como uma oportunidade de sair do mercado, seja com lucro ou prejuízo. Ontem, os lucros predominaram, com 61 mil BTC enviados para exchanges em situação positiva. Nesta fase, investidores de curto prazo permanecem altamente reativos às oscilações de preço”, escreveu o analista. Atividade de investidores de curto prazo em Bitcoin. Fonte: X/Darkfost A firma de análise on-chain CryptoQuant identificou o Preço Realizado On-Chain dos Traders em US$ 76.800 como um dos principais níveis de resistência. Esse indicador reflete o custo médio dos traders de curto prazo e historicamente limita altas de alívio, incluindo a valorização de janeiro de 2026. À medida que o BTC testou US$ 76 mil no início desta semana, as entradas horárias de BTC em exchanges aumentaram para cerca de 11 mil unidades. Este foi o maior valor registrado desde o final de dezembro de 2025. Segundo a CryptoQuant, esse é “… um sinal historicamente confiável de pressão de venda no curto prazo, já que investidores movimentam moedas para as exchanges visando possível distribuição em regiões de resistência.” Fluxos de Bitcoin nas exchanges. Fonte: CryptoQuant O depósito médio em exchanges subiu para 2,25 BTC, o maior patamar diário desde julho de 2024. A elevação foi provocada por grandes transferências individuais, acima de mil BTC, para a Binance. Além disso, a participação dos grandes depósitos, como percentual do total de entradas em exchanges, saltou de menos de 10% para mais de 40% em poucos dias, na região dos US$ 76 mil. “… os lucros realizados diariamente permanecem próximos de US$ 500 milhões abaixo do patamar de US$ 1 bilhão, que historicamente marca grandes realizações em períodos de baixa, indicando que ainda não houve pico de venda com realização de lucro. Caso o Bitcoin se mantenha próximo a US$ 76 mil ou avance até a resistência dos US$ 76,8 mil apontada pelo Preço Realizado dos Traders, a pressão vendedora de curto prazo pode aumentar com novos picos de lucro realizado”, aponta a análise. O relatório semanal da Glassnode reforça esse cenário. A média móvel exponencial de 30 dias da razão Lucro/Prejuízo Realizado está em 1,16, demonstrando que investidores seguem realizando vendas nos momentos de valorização. A Glassnode apontou o True Market Mean, em US$ 78.100, como o nível essencial para qualquer recuperação sustentada. Uma movimentação acima desse limite exigiria que o mercado absorvesse o atual fluxo de realização de lucros de forma contínua, o que, segundo o relatório, dependeria de um catalisador expressivo. Com investidores de curto prazo aproveitando cada alta para sair e a participação institucional ainda em fase de reconstrução, o Bitcoin enfrenta claro excesso de oferta, que precisa ser absorvido antes de um movimento estrutural de alta. O artigo Maior problema do Bitcoin no momento não é o mercado, e sim seus próprios investidores foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Maior problema do Bitcoin no momento não é o mercado, e sim seus próprios investidores

A trajetória do preço do Bitcoin (BTC) tem sido majoritariamente positiva desde o conflito entre EUA e Irã, embora também apresente alta volatilidade. Em 14 de abril, o BTC ultrapassou brevemente US$ 76 mil, seu maior valor desde o início de fevereiro.

Os lucros realizados atingiram US$ 1,14 bilhão durante esse pico, um dos maiores valores em um único dia neste ano. Contudo, as valorizações não se mantiveram.

Da mesma forma, o avanço do BTC acima de US$ 75 mil ontem encontrou nova resistência. O preço ajustou para US$ 74.656 até o fechamento desta reportagem.

Desempenho do preço do Bitcoin (BTC). Fonte: BeInCrypto Markets

Mas o que está dificultando a valorização do Bitcoin? De acordo com sinais on-chain, são os investidores de curto prazo.

Por que investidores de curto prazo limitam a alta do Bitcoin?

O analista Darkfost observou que investidores de curto prazo (STHs) intensificaram os envios para exchanges à medida que o BTC testava US$ 75 mil em 15 de abril. Em apenas 24 horas, mais de 65 mil BTC foram transferidos para exchanges, sendo 61 mil BTC em situação de lucro.

“… no momento, qualquer aumento de preço vem sendo visto como uma oportunidade de sair do mercado, seja com lucro ou prejuízo. Ontem, os lucros predominaram, com 61 mil BTC enviados para exchanges em situação positiva. Nesta fase, investidores de curto prazo permanecem altamente reativos às oscilações de preço”, escreveu o analista.

Atividade de investidores de curto prazo em Bitcoin. Fonte: X/Darkfost

A firma de análise on-chain CryptoQuant identificou o Preço Realizado On-Chain dos Traders em US$ 76.800 como um dos principais níveis de resistência. Esse indicador reflete o custo médio dos traders de curto prazo e historicamente limita altas de alívio, incluindo a valorização de janeiro de 2026.

À medida que o BTC testou US$ 76 mil no início desta semana, as entradas horárias de BTC em exchanges aumentaram para cerca de 11 mil unidades. Este foi o maior valor registrado desde o final de dezembro de 2025. Segundo a CryptoQuant, esse é

“… um sinal historicamente confiável de pressão de venda no curto prazo, já que investidores movimentam moedas para as exchanges visando possível distribuição em regiões de resistência.”

Fluxos de Bitcoin nas exchanges. Fonte: CryptoQuant

O depósito médio em exchanges subiu para 2,25 BTC, o maior patamar diário desde julho de 2024. A elevação foi provocada por grandes transferências individuais, acima de mil BTC, para a Binance.

Além disso, a participação dos grandes depósitos, como percentual do total de entradas em exchanges, saltou de menos de 10% para mais de 40% em poucos dias, na região dos US$ 76 mil.

“… os lucros realizados diariamente permanecem próximos de US$ 500 milhões abaixo do patamar de US$ 1 bilhão, que historicamente marca grandes realizações em períodos de baixa, indicando que ainda não houve pico de venda com realização de lucro. Caso o Bitcoin se mantenha próximo a US$ 76 mil ou avance até a resistência dos US$ 76,8 mil apontada pelo Preço Realizado dos Traders, a pressão vendedora de curto prazo pode aumentar com novos picos de lucro realizado”, aponta a análise.

O relatório semanal da Glassnode reforça esse cenário. A média móvel exponencial de 30 dias da razão Lucro/Prejuízo Realizado está em 1,16, demonstrando que investidores seguem realizando vendas nos momentos de valorização.

A Glassnode apontou o True Market Mean, em US$ 78.100, como o nível essencial para qualquer recuperação sustentada. Uma movimentação acima desse limite exigiria que o mercado absorvesse o atual fluxo de realização de lucros de forma contínua, o que, segundo o relatório, dependeria de um catalisador expressivo.

Com investidores de curto prazo aproveitando cada alta para sair e a participação institucional ainda em fase de reconstrução, o Bitcoin enfrenta claro excesso de oferta, que precisa ser absorvido antes de um movimento estrutural de alta.

O artigo Maior problema do Bitcoin no momento não é o mercado, e sim seus próprios investidores foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Anthropic lança Opus 4,7 enquanto rivalidade em IA se intensificaA Anthropic lançou o Claude Opus 4.7, seu modelo de IA mais avançado até agora, representando um avanço expressivo em raciocínio de longo prazo, processamento visual e execução autônoma de tarefas. O anúncio, realizado em 16 de abril de 2026, reforça a posição da Anthropic na disputa acelerada da IA corporativa, em que concorrentes expandem rapidamente as capacidades para programação, análise de dados e fluxos de trabalho multimodais. Um salto significativo em capacidade e controle O Claude Opus 4.7 foi projetado para executar tarefas longas e complexas com precisão ampliada e menor necessidade de supervisão, uma exigência-chave entre desenvolvedores corporativos e analistas financeiros. Segundo a Anthropic, o modelo “verifica seus próprios resultados antes de retornar”, o que aumenta a confiabilidade em fluxos críticos como engenharia de software e modelagem de dados. Introducing Claude Opus 4.7, our most capable Opus model yet. It handles long-running tasks with more rigor, follows instructions more precisely, and verifies its own outputs before reporting back. You can hand off your hardest work with less supervision. pic.twitter.com/PtlRdpQcG5 — Claude (@claudeai) April 16, 2026 A atualização também apresenta um novo nível de esforço de raciocínio “xhigh”, oferecendo ao desenvolvedor controle aprimorado no equilíbrio entre latência e profundidade computacional. Um recurso beta, orçamentos de tarefas, permite que organizações gerenciem o uso de tokens ao longo de operações de IA prolongadas. Visão mais avançada e desempenho multimodal Uma das melhorias mais expressivas está no entendimento visual. O Opus 4.7 processa imagens com resolução de até 2.576 pixels no lado maior (aproximadamente 3,75 megapixels). Esse número representa mais que o triplo da resolução disponível em versões anteriores. O aprimoramento viabiliza novos usos em: Análise detalhada de documentos e diagramas Geração de interfaces e slides Extração de dados de materiais visuais densos A Anthropic afirma que o modelo gera resultados mais refinados para apresentações profissionais e tarefas de design, principalmente em ambientes corporativos. Ferramentas corporativas e integração com desenvolvedores Junto ao modelo, a Anthropic disponibilizou aprimoramentos de plataforma. No Claude Code, um novo comando ultrareview executa revisões profundas automáticas em códigos, apontando questões semelhantes às detectadas por engenheiros seniores. Em plataformas em nuvem como Amazon Bedrock, Google Cloud Vertex AI e Microsoft Foundry, o Opus 4.7 mantém o mesmo valor do antecessor: US$ 5 por milhão de tokens de entrada e US$ 25 por milhão de tokens de saída. A empresa também destacou comportamentos aprimorados de seguimento de instruções, ressaltando que os prompts agora precisam ser mais precisos, pois o modelo executa comandos de maneira mais literal em relação às versões anteriores. Foco em segurança, cibersegurança e alinhamento A Anthropic destacou que o Opus 4.7 mantém um perfil de segurança semelhante ao Opus 4.6, com resistência ampliada a ataques de injeção de prompt e respostas enganosas em avaliações internas. Mesmo assim, a empresa reconheceu resultados variados em pontos como respostas excessivamente detalhadas sobre danos, indicando desafios contínuos de alinhamento. Um novo Programa de Verificação de Cibersegurança permitirá que profissionais da área testem o modelo em ambientes controlados para testes de penetração e pesquisa de vulnerabilidades. O que vem por aí para a IA corporativa O Opus 4.7 representa uma tendência mais ampla rumo a sistemas de IA autônomos, com uso de ferramentas, pensados para cargas de trabalho corporativas contínuas, em vez de interações curtas. Com concorrentes também avançando em raciocínio multimodal e capacidades de agentes, espera-se que a próxima fase da disputa se concentre na confiabilidade, eficiência de custos e implantação segura em larga escala. Para organizações, o impacto imediato é a transição de sistemas baseados em IA de assistentes para agentes operacionais persistentes, transformando a execução de trabalhos digitais complexos em software, finanças e análises. Enquanto isso, a Coinbase estaria negociando com a Anthropic para reforçar a infraestrutura de segurança da exchange. Especificamente, a exchange busca acesso ao modelo restrito Mythos de IA da Anthropic, medida motivada pelo lançamento da iniciativa de cibersegurança Project Glasswing. O artigo Anthropic lança Opus 4,7 enquanto rivalidade em IA se intensifica foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Anthropic lança Opus 4,7 enquanto rivalidade em IA se intensifica

A Anthropic lançou o Claude Opus 4.7, seu modelo de IA mais avançado até agora, representando um avanço expressivo em raciocínio de longo prazo, processamento visual e execução autônoma de tarefas.

O anúncio, realizado em 16 de abril de 2026, reforça a posição da Anthropic na disputa acelerada da IA corporativa, em que concorrentes expandem rapidamente as capacidades para programação, análise de dados e fluxos de trabalho multimodais.

Um salto significativo em capacidade e controle

O Claude Opus 4.7 foi projetado para executar tarefas longas e complexas com precisão ampliada e menor necessidade de supervisão, uma exigência-chave entre desenvolvedores corporativos e analistas financeiros.

Segundo a Anthropic, o modelo “verifica seus próprios resultados antes de retornar”, o que aumenta a confiabilidade em fluxos críticos como engenharia de software e modelagem de dados.

Introducing Claude Opus 4.7, our most capable Opus model yet.

It handles long-running tasks with more rigor, follows instructions more precisely, and verifies its own outputs before reporting back.

You can hand off your hardest work with less supervision. pic.twitter.com/PtlRdpQcG5

— Claude (@claudeai) April 16, 2026

A atualização também apresenta um novo nível de esforço de raciocínio “xhigh”, oferecendo ao desenvolvedor controle aprimorado no equilíbrio entre latência e profundidade computacional.

Um recurso beta, orçamentos de tarefas, permite que organizações gerenciem o uso de tokens ao longo de operações de IA prolongadas.

Visão mais avançada e desempenho multimodal

Uma das melhorias mais expressivas está no entendimento visual. O Opus 4.7 processa imagens com resolução de até 2.576 pixels no lado maior (aproximadamente 3,75 megapixels). Esse número representa mais que o triplo da resolução disponível em versões anteriores.

O aprimoramento viabiliza novos usos em:

Análise detalhada de documentos e diagramas

Geração de interfaces e slides

Extração de dados de materiais visuais densos

A Anthropic afirma que o modelo gera resultados mais refinados para apresentações profissionais e tarefas de design, principalmente em ambientes corporativos.

Ferramentas corporativas e integração com desenvolvedores

Junto ao modelo, a Anthropic disponibilizou aprimoramentos de plataforma. No Claude Code, um novo comando ultrareview executa revisões profundas automáticas em códigos, apontando questões semelhantes às detectadas por engenheiros seniores.

Em plataformas em nuvem como Amazon Bedrock, Google Cloud Vertex AI e Microsoft Foundry, o Opus 4.7 mantém o mesmo valor do antecessor: US$ 5 por milhão de tokens de entrada e US$ 25 por milhão de tokens de saída.

A empresa também destacou comportamentos aprimorados de seguimento de instruções, ressaltando que os prompts agora precisam ser mais precisos, pois o modelo executa comandos de maneira mais literal em relação às versões anteriores.

Foco em segurança, cibersegurança e alinhamento

A Anthropic destacou que o Opus 4.7 mantém um perfil de segurança semelhante ao Opus 4.6, com resistência ampliada a ataques de injeção de prompt e respostas enganosas em avaliações internas. Mesmo assim, a empresa reconheceu resultados variados em pontos como respostas excessivamente detalhadas sobre danos, indicando desafios contínuos de alinhamento.

Um novo Programa de Verificação de Cibersegurança permitirá que profissionais da área testem o modelo em ambientes controlados para testes de penetração e pesquisa de vulnerabilidades.

O que vem por aí para a IA corporativa

O Opus 4.7 representa uma tendência mais ampla rumo a sistemas de IA autônomos, com uso de ferramentas, pensados para cargas de trabalho corporativas contínuas, em vez de interações curtas.

Com concorrentes também avançando em raciocínio multimodal e capacidades de agentes, espera-se que a próxima fase da disputa se concentre na confiabilidade, eficiência de custos e implantação segura em larga escala.

Para organizações, o impacto imediato é a transição de sistemas baseados em IA de assistentes para agentes operacionais persistentes, transformando a execução de trabalhos digitais complexos em software, finanças e análises.

Enquanto isso, a Coinbase estaria negociando com a Anthropic para reforçar a infraestrutura de segurança da exchange. Especificamente, a exchange busca acesso ao modelo restrito Mythos de IA da Anthropic, medida motivada pelo lançamento da iniciativa de cibersegurança Project Glasswing.

O artigo Anthropic lança Opus 4,7 enquanto rivalidade em IA se intensifica foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Tom Lee redz 3 signālus, ka akcijas ir labākas nekā 2026. gada maksimumāASV vērtspapīru tirgus aprīlī parādīja ievērojamu atlabšanu. S&P 500 un Nasdaq šonedēļ sasniedza jaunus vēsturiskus rekordus, izdzēšot visas zaudējumu sekas, kas radušās konflikta starp Amerikas Savienotajām Valstīm un Irānu dēļ. Tom Lee, BitMine prezidents, vērtē, ka Ziemeļamerikas akciju tirgus šobrīd ir labākā stāvoklī nekā tad, kad sasniedza pēdējo gada maksimumu. Viņš izklāstīja trīs iemeslus, kas pamato viņa redzējumu viņa dalības laikā CNBC programmā Closing Bell.

Tom Lee redz 3 signālus, ka akcijas ir labākas nekā 2026. gada maksimumā

ASV vērtspapīru tirgus aprīlī parādīja ievērojamu atlabšanu. S&P 500 un Nasdaq šonedēļ sasniedza jaunus vēsturiskus rekordus, izdzēšot visas zaudējumu sekas, kas radušās konflikta starp Amerikas Savienotajām Valstīm un Irānu dēļ.

Tom Lee, BitMine prezidents, vērtē, ka Ziemeļamerikas akciju tirgus šobrīd ir labākā stāvoklī nekā tad, kad sasniedza pēdējo gada maksimumu. Viņš izklāstīja trīs iemeslus, kas pamato viņa redzējumu viņa dalības laikā CNBC programmā Closing Bell.
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CEO da Circle alerta para disputa cambial com stablecoin de yuanJeremy Allaire, CEO da Circle Internet Group, afirmou enxergar “oportunidade expressiva” para uma stablecoin lastreada no yuan, considerando que moedas digitais vêm transformando pagamentos no comércio internacional. Allaire fez essas declarações em entrevista à Reuters em Hong Kong nesta quinta-feira, projetando que a China pode lançar uma stablecoin em yuan em um prazo de três a cinco anos. Stablecoins se tornam uma corrida de moedas Os comentários apontam que, para a Circle, as stablecoins evoluíram para ferramentas de exportação de moedas nacionais. O governo chinês busca há anos ampliar o espaço do yuan nas finanças internacionais, e uma stablecoin poderia acelerar a adoção do renminbi no exterior em rotas comerciais onde já ocorre liquidação nessa moeda. “… se há competição entre moedas, você quer que a sua tenha as melhores características possíveis”, disse Allaire. “Isso está se tornando uma disputa tecnológica”, informou a Reuters citando Allaire. No entanto, até agora Pequim seguiu em direção contrária. Em fevereiro de 2026, o Banco Popular da China (PBOC) e sete agências governamentais proibiram a emissão não autorizada de stablecoins atreladas ao yuan no exterior. As autoridades alegaram que esse tipo de token pode ameaçar a soberania monetária. O PBOC, por sua vez, incentiva o uso do yuan digital estatal, o e-CNY, e passou a permitir que bancos comerciais paguem juros nas carteiras digitais de yuan a partir de janeiro de 2026. O valor global transacionado em stablecoins chegou a US$ 33 trilhões em 2025, um avanço de 72% em relação ao ano anterior. O próprio USD Coin (USDC) da Circle encerrou 2025 com US$ 78,6 bilhões em circulação, também crescendo 72%. USDC da Circle entre as stablecoins. Fonte: DefiLlama O rumo de Pequim em relação à adoção de stablecoins privadas atreladas ao yuan, ou a intensificação do foco no e-CNY estatal, pode ser influenciado pela velocidade com que ecossistemas concorrentes de stablecoins capturam fluxos de pagamentos internacionais em toda a Ásia. O artigo CEO da Circle alerta para disputa cambial com stablecoin de yuan foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

CEO da Circle alerta para disputa cambial com stablecoin de yuan

Jeremy Allaire, CEO da Circle Internet Group, afirmou enxergar “oportunidade expressiva” para uma stablecoin lastreada no yuan, considerando que moedas digitais vêm transformando pagamentos no comércio internacional.

Allaire fez essas declarações em entrevista à Reuters em Hong Kong nesta quinta-feira, projetando que a China pode lançar uma stablecoin em yuan em um prazo de três a cinco anos.

Stablecoins se tornam uma corrida de moedas

Os comentários apontam que, para a Circle, as stablecoins evoluíram para ferramentas de exportação de moedas nacionais.

O governo chinês busca há anos ampliar o espaço do yuan nas finanças internacionais, e uma stablecoin poderia acelerar a adoção do renminbi no exterior em rotas comerciais onde já ocorre liquidação nessa moeda.

“… se há competição entre moedas, você quer que a sua tenha as melhores características possíveis”, disse Allaire. “Isso está se tornando uma disputa tecnológica”, informou a Reuters citando Allaire.

No entanto, até agora Pequim seguiu em direção contrária. Em fevereiro de 2026, o Banco Popular da China (PBOC) e sete agências governamentais proibiram a emissão não autorizada de stablecoins atreladas ao yuan no exterior. As autoridades alegaram que esse tipo de token pode ameaçar a soberania monetária.

O PBOC, por sua vez, incentiva o uso do yuan digital estatal, o e-CNY, e passou a permitir que bancos comerciais paguem juros nas carteiras digitais de yuan a partir de janeiro de 2026.

O valor global transacionado em stablecoins chegou a US$ 33 trilhões em 2025, um avanço de 72% em relação ao ano anterior. O próprio USD Coin (USDC) da Circle encerrou 2025 com US$ 78,6 bilhões em circulação, também crescendo 72%.

USDC da Circle entre as stablecoins. Fonte: DefiLlama

O rumo de Pequim em relação à adoção de stablecoins privadas atreladas ao yuan, ou a intensificação do foco no e-CNY estatal, pode ser influenciado pela velocidade com que ecossistemas concorrentes de stablecoins capturam fluxos de pagamentos internacionais em toda a Ásia.

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Ethereum em US$ 2.400 encerra disputa entre grandes investidores e smart moneyO preço do Ethereum (ETH) está em US$ 2.355, exatamente sobre a sua Média Móvel Exponencial (EMA) de 100 dias. Um indicador estrutural aponta controle dos compradores. Dados de baleias e derivativos, no entanto, indicam cautela. Há divergências entre os grupos, e apenas um nível separa seus resultados. Um movimento de 2% em qualquer direção encerra a discussão. Smart money se mantém otimista dentro de um canal de alta O preço do Ethereum vem se mantendo dentro de um canal de alta no gráfico diário desde 24 de fevereiro. O canal foi formado após o ETH atingir uma mínima próxima a US$ 1.800. A EMA de 100 dias está em US$ 2.355. A média exponencial atribui mais peso aos preços recentes em relação a uma média simples. O ETH testa esse patamar agora. Um fechamento claro acima dele confirmaria força no curto prazo. O principal sinal vem do Smart Money Index (SMI). Esse indicador acompanha o comportamento do preço nos primeiros e últimos 30 minutos do pregão para identificar a atuação de investidores informados. O SMI ultrapassou a linha zero no início de abril e segue em alta desde então. Permanece acima desse nível, apontando que participantes relevantes estão posicionados para ganhos. ETH Canal de Alta Smart Money Index: TradingView Apesar do otimismo estrutural, outros dois conjuntos de dados mostram posições divergentes. Esse contraste torna o contexto relevante para acompanhamento. Baleias reduzem exposição enquanto derivativos viram para venda Dados da Santiment sobre o saldo de Ethereum sob posse de baleias, excluindo tokens em exchanges, mostram queda nas últimas 24 horas. Os grandes investidores reduziram suas posições de 123,61 milhões para 123,44 milhões de ETH, redução de cerca de 170 mil ETH, avaliada em quase US$ 400 milhões pelos preços atuais. Trata-se de um ajuste pequeno, mas relevante em termos de direção. Mesmo com baixa intensidade, as baleias optam por diminuir posições. Saldo sob posse das baleias: Santiment A postura das baleias encontra respaldo no mercado de derivativos. O open interest, valor total em contratos futuros abertos, caiu de US$ 12,31 bilhões em 14 de abril para US$ 11,98 bilhões. Além disso, a taxa de financiamento recuou de 0,011% para negativo em 0,005%. Isso indica aumento das apostas de queda em relação às de alta. ETH Derivativos Open Interest Funding: Santiment No entanto, a posição vendida não é forte o suficiente para provocar um movimento brusco de alta. O open interest não registrou queda expressiva, e o financiamento está apenas levemente negativo. Além disso, as baleias parecem estar protegendo carteiras, não apostando de modo agressivo contra a valorização do ETH. A dúvida é se o otimismo estrutural do Smart Money Index ou a cautela das baleias vai prevalecer. Níveis de preço do Ethereum que definem o cenário O gráfico diário do ETH destaca o patamar exato em que o impasse se resolve. O nível de Fibonacci 0,786 está em US$ 2.397, na região dos 2.400. Esse número está cerca de 2% acima do preço atual do Ethereum. Um fechamento diário acima de US$ 2.397 confirmaria o SMI. Isso significaria que o ETH retomou o nível-chave de Fibonacci e consolidou a EMA 100 como suporte, abrindo espaço para US$ 2.523, valor em linha com a parte superior do canal de alta. Por outro lado, não retomar US$ 2.397 justificaria a postura das baleias. Nesse caso, US$ 2.299, referente ao Fibonacci 0,618, surge como primeiro suporte. Caso perca esse nível, os próximos alvos passam a ser US$ 2.230 e US$ 2.160. Análise de preço do Ethereum: TradingView O risco mais acentuado fica em US$ 1.936. Para atingi-lo, seria necessário romper toda a estrutura do canal de alta vigente desde o final de fevereiro. O preço do Ethereum em US$ 2.397 é decisivo. Um fechamento acima desse valor confirma o posicionamento do smart money. Uma rejeição indica que as baleias acertaram ao reduzir exposição. O artigo Ethereum em US$ 2.400 encerra disputa entre grandes investidores e smart money foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Ethereum em US$ 2.400 encerra disputa entre grandes investidores e smart money

O preço do Ethereum (ETH) está em US$ 2.355, exatamente sobre a sua Média Móvel Exponencial (EMA) de 100 dias. Um indicador estrutural aponta controle dos compradores. Dados de baleias e derivativos, no entanto, indicam cautela.

Há divergências entre os grupos, e apenas um nível separa seus resultados. Um movimento de 2% em qualquer direção encerra a discussão.

Smart money se mantém otimista dentro de um canal de alta

O preço do Ethereum vem se mantendo dentro de um canal de alta no gráfico diário desde 24 de fevereiro. O canal foi formado após o ETH atingir uma mínima próxima a US$ 1.800.

A EMA de 100 dias está em US$ 2.355. A média exponencial atribui mais peso aos preços recentes em relação a uma média simples. O ETH testa esse patamar agora. Um fechamento claro acima dele confirmaria força no curto prazo.

O principal sinal vem do Smart Money Index (SMI). Esse indicador acompanha o comportamento do preço nos primeiros e últimos 30 minutos do pregão para identificar a atuação de investidores informados. O SMI ultrapassou a linha zero no início de abril e segue em alta desde então. Permanece acima desse nível, apontando que participantes relevantes estão posicionados para ganhos.

ETH Canal de Alta Smart Money Index: TradingView

Apesar do otimismo estrutural, outros dois conjuntos de dados mostram posições divergentes. Esse contraste torna o contexto relevante para acompanhamento.

Baleias reduzem exposição enquanto derivativos viram para venda

Dados da Santiment sobre o saldo de Ethereum sob posse de baleias, excluindo tokens em exchanges, mostram queda nas últimas 24 horas. Os grandes investidores reduziram suas posições de 123,61 milhões para 123,44 milhões de ETH, redução de cerca de 170 mil ETH, avaliada em quase US$ 400 milhões pelos preços atuais. Trata-se de um ajuste pequeno, mas relevante em termos de direção. Mesmo com baixa intensidade, as baleias optam por diminuir posições.

Saldo sob posse das baleias: Santiment

A postura das baleias encontra respaldo no mercado de derivativos. O open interest, valor total em contratos futuros abertos, caiu de US$ 12,31 bilhões em 14 de abril para US$ 11,98 bilhões. Além disso, a taxa de financiamento recuou de 0,011% para negativo em 0,005%. Isso indica aumento das apostas de queda em relação às de alta.

ETH Derivativos Open Interest Funding: Santiment

No entanto, a posição vendida não é forte o suficiente para provocar um movimento brusco de alta. O open interest não registrou queda expressiva, e o financiamento está apenas levemente negativo. Além disso, as baleias parecem estar protegendo carteiras, não apostando de modo agressivo contra a valorização do ETH. A dúvida é se o otimismo estrutural do Smart Money Index ou a cautela das baleias vai prevalecer.

Níveis de preço do Ethereum que definem o cenário

O gráfico diário do ETH destaca o patamar exato em que o impasse se resolve. O nível de Fibonacci 0,786 está em US$ 2.397, na região dos 2.400. Esse número está cerca de 2% acima do preço atual do Ethereum.

Um fechamento diário acima de US$ 2.397 confirmaria o SMI. Isso significaria que o ETH retomou o nível-chave de Fibonacci e consolidou a EMA 100 como suporte, abrindo espaço para US$ 2.523, valor em linha com a parte superior do canal de alta.

Por outro lado, não retomar US$ 2.397 justificaria a postura das baleias. Nesse caso, US$ 2.299, referente ao Fibonacci 0,618, surge como primeiro suporte. Caso perca esse nível, os próximos alvos passam a ser US$ 2.230 e US$ 2.160.

Análise de preço do Ethereum: TradingView

O risco mais acentuado fica em US$ 1.936. Para atingi-lo, seria necessário romper toda a estrutura do canal de alta vigente desde o final de fevereiro.

O preço do Ethereum em US$ 2.397 é decisivo. Um fechamento acima desse valor confirma o posicionamento do smart money. Uma rejeição indica que as baleias acertaram ao reduzir exposição.

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Ex-presidente do BRB é preso pela PF em nova fase de operação sobre o Banco MasterA Polícia Federal (PF) prendeu o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, na hoje (16). A prisão ocorreu durante a quarta fase da Operação Compliance Zero, que investiga crimes do banqueiro Daniel Vorcaro e do Banco Master, instituição financeira privada com sede em Cuiabá (MT). A ação apura um esquema de lavagem de dinheiro, prática que consiste em disfarçar a origem ilícita de recursos financeiros, para o pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos. Compra de imóveis no radar da PF A operação desta quinta-feira (16) foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. Segundo informações do blog de Fausto Macedo, do jornal O Estado de S. Paulo, a PF identificou o caminho da propina a Paulo Henrique Costa por meio da aquisição de imóveis, mecanismo que teria sido usado para remunerar o ex-executivo pela venda do Banco Master ao BRB. No total, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva, quando o juiz ordena a prisão antes do julgamento por considerar necessário para a investigação, e sete mandados de busca e apreensão. As diligências foram realizadas no Distrito Federal e em São Paulo. Advogado também é preso Além de Costa, o advogado Daniel Monteiro também foi alvo de mandado de prisão. Ele é suspeito de ter montado a estrutura jurídica usada para lavar o dinheiro destinado ao ex-presidente do BRB. A PF o descreve como o “arquiteto jurídico” do esquema. A investigação aponta para possíveis crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Esta não é a primeira vez que Paulo Henrique Costa é alvo da Compliance Zero. Em novembro do ano passado, durante a primeira fase da operação, ele foi afastado do comando do BRB pela Justiça. O artigo Ex-presidente do BRB é preso pela PF em nova fase de operação sobre o Banco Master foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Ex-presidente do BRB é preso pela PF em nova fase de operação sobre o Banco Master

A Polícia Federal (PF) prendeu o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, na hoje (16). A prisão ocorreu durante a quarta fase da Operação Compliance Zero, que investiga crimes do banqueiro Daniel Vorcaro e do Banco Master, instituição financeira privada com sede em Cuiabá (MT).

A ação apura um esquema de lavagem de dinheiro, prática que consiste em disfarçar a origem ilícita de recursos financeiros, para o pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos.

Compra de imóveis no radar da PF

A operação desta quinta-feira (16) foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. Segundo informações do blog de Fausto Macedo, do jornal O Estado de S. Paulo, a PF identificou o caminho da propina a Paulo Henrique Costa por meio da aquisição de imóveis, mecanismo que teria sido usado para remunerar o ex-executivo pela venda do Banco Master ao BRB.

No total, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva, quando o juiz ordena a prisão antes do julgamento por considerar necessário para a investigação, e sete mandados de busca e apreensão. As diligências foram realizadas no Distrito Federal e em São Paulo.

Advogado também é preso

Além de Costa, o advogado Daniel Monteiro também foi alvo de mandado de prisão. Ele é suspeito de ter montado a estrutura jurídica usada para lavar o dinheiro destinado ao ex-presidente do BRB. A PF o descreve como o “arquiteto jurídico” do esquema.

A investigação aponta para possíveis crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Esta não é a primeira vez que Paulo Henrique Costa é alvo da Compliance Zero. Em novembro do ano passado, durante a primeira fase da operação, ele foi afastado do comando do BRB pela Justiça.

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Rali de 18% do ouro enfrenta crise de volume, forte concorrente e bloqueio de opçõesO preço do ouro (XAU/USD) está em US$ 4.824, alta de 18% em relação ao piso de US$ 4.097 registrado em 23 de março. O metal se aproxima da linha superior de tendência de um canal de baixa vigente desde 29 de janeiro. No entanto, a valorização enfrenta três obstáculos. O volume diminui ao se aproximar da resistência. A relação ouro/prata indica fragilidade. E operadores de opções no maior ETF de ouro aumentam apostas pessimistas durante o avanço dos preços. Ouro sobe 18% com queda no volume enquanto prata lidera O preço do ouro negocia em um canal de baixa no gráfico diário desde o pico próximo de US$ 5.600 alcançado em 29 de janeiro. O limite inferior desse canal foi testado em 23 de março, quando o ouro tocou US$ 4.097. Desde então, as cotações subiram 18% em direção à linha de tendência superior. Contudo, o volume aponta outra direção. Entre 24 de março e 16 de abril, a maioria dos candles de alta apareceu em volumes progressivamente menores. Na sessão mais recente, foram negociados somente 159,11 mil contratos, até o momento desta reportagem. Se houvesse maior entrada de capital, o volume aumentaria diante da resistência, ao invés de cair. Divergência de volume no preço do ouro: TradingView Paralelamente, a relação ouro/prata confirma a fraqueza do ouro. Esse índice mede quantas onças de prata são necessárias para comprar uma onça de ouro. Atualmente está em 59,95 e apresenta padrão de copo invertido no gráfico diário. O índice caiu abaixo do nível de Fibonacci de 0,618 em 60,58. Uma queda nessa relação significa que a prata supera o ouro. Isso geralmente ocorre quando o apetite por risco aumenta e a busca por proteção diminui. Para que a relação sinalize força renovada do ouro, seria preciso recuperar os 60,58. Abaixo desse patamar, 58,43 e 55,69 permanecem como suportes. Mesmo assim, um repique por agora poderia apenas formar a haste do padrão, mantendo o risco no radar. Recuperar 65,47 seria ainda mais importante, caso o ouro queira superar sua principal concorrente. Relação ouro/prata: TradingView A divergência de volume indica que falta convicção ao movimento de alta. Ao mesmo tempo, a queda da relação ouro/prata mostra que o mercado prefere prata a ouro. Ambos os sinais fragilizam a recuperação de 18% antes de chegar à linha de tendência. Operadores de opções do GLD apostam na reversão da alta Dados de opções do SPDR Gold Trust (GLD), maior ETF lastreado em ouro, indicam alerta. Em 1º de abril, a relação put-call em volume era 0,32, evidenciando forte preferência por calls e sentimento otimista no início da recuperação. Porém, em 15 de abril, o índice chegou a 0,70. As negociações com puts mais que dobraram enquanto o ouro subia. O índice de open interest permaneceu em 0,55. Na prática, novas apostas pessimistas são abertas sem que posições otimistas antigas sejam desfeitas. Relação Put Call: Barchart Apesar do avanço do ouro, operadores de opções se preparam para uma reversão. O aumento na atividade com puts e o open interest estável confirmam os sinais indicados anteriormente. Níveis do ouro que indicarão se a alta será rompida ou perderá força O gráfico de preços apresenta os níveis críticos para XAU/USD. O metal está em US$ 4.824, dentro do intervalo entre US$ 4.751 e US$ 4.953. Essa faixa limita o movimento recente dos preços. Um avanço acima de US$ 4.953, correspondente ao nível de Fibonacci 0,5, indicaria força de curto prazo. Porém, o verdadeiro rompimento ocorre em US$ 5.155, nível de Fibonacci 0,618. Essa faixa coincide com o topo do canal de baixa. Um fechamento diário acima de US$ 5.155 marcaria a saída da estrutura baixista pela primeira vez desde janeiro. Os próximos objetivos passam a ser US$ 5.443, US$ 5.600 e US$ 5.810. Por outro lado, uma falha diante de US$ 5.155 validaria o cenário negativo. Perder os US$ 4.751, patamar de Fibonacci 0,382, quebra o suporte atual. Abaixo, US$ 4.501 se torna o próximo apoio. Retomar os US$ 4.097 volta a ser possível se o canal prevalecer. Análise do preço do ouro: TradingView O preço do ouro em US$ 5.155 separa uma alta consistente de uma reversão. Um fechamento acima desse patamar e o avanço de 18% ganha força, o que ainda falta no momento. O artigo Rali de 18% do ouro enfrenta crise de volume, forte concorrente e bloqueio de opções foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Rali de 18% do ouro enfrenta crise de volume, forte concorrente e bloqueio de opções

O preço do ouro (XAU/USD) está em US$ 4.824, alta de 18% em relação ao piso de US$ 4.097 registrado em 23 de março. O metal se aproxima da linha superior de tendência de um canal de baixa vigente desde 29 de janeiro.

No entanto, a valorização enfrenta três obstáculos. O volume diminui ao se aproximar da resistência. A relação ouro/prata indica fragilidade. E operadores de opções no maior ETF de ouro aumentam apostas pessimistas durante o avanço dos preços.

Ouro sobe 18% com queda no volume enquanto prata lidera

O preço do ouro negocia em um canal de baixa no gráfico diário desde o pico próximo de US$ 5.600 alcançado em 29 de janeiro. O limite inferior desse canal foi testado em 23 de março, quando o ouro tocou US$ 4.097.

Desde então, as cotações subiram 18% em direção à linha de tendência superior. Contudo, o volume aponta outra direção. Entre 24 de março e 16 de abril, a maioria dos candles de alta apareceu em volumes progressivamente menores. Na sessão mais recente, foram negociados somente 159,11 mil contratos, até o momento desta reportagem. Se houvesse maior entrada de capital, o volume aumentaria diante da resistência, ao invés de cair.

Divergência de volume no preço do ouro: TradingView

Paralelamente, a relação ouro/prata confirma a fraqueza do ouro. Esse índice mede quantas onças de prata são necessárias para comprar uma onça de ouro. Atualmente está em 59,95 e apresenta padrão de copo invertido no gráfico diário. O índice caiu abaixo do nível de Fibonacci de 0,618 em 60,58.

Uma queda nessa relação significa que a prata supera o ouro. Isso geralmente ocorre quando o apetite por risco aumenta e a busca por proteção diminui. Para que a relação sinalize força renovada do ouro, seria preciso recuperar os 60,58. Abaixo desse patamar, 58,43 e 55,69 permanecem como suportes. Mesmo assim, um repique por agora poderia apenas formar a haste do padrão, mantendo o risco no radar. Recuperar 65,47 seria ainda mais importante, caso o ouro queira superar sua principal concorrente.

Relação ouro/prata: TradingView

A divergência de volume indica que falta convicção ao movimento de alta. Ao mesmo tempo, a queda da relação ouro/prata mostra que o mercado prefere prata a ouro. Ambos os sinais fragilizam a recuperação de 18% antes de chegar à linha de tendência.

Operadores de opções do GLD apostam na reversão da alta

Dados de opções do SPDR Gold Trust (GLD), maior ETF lastreado em ouro, indicam alerta. Em 1º de abril, a relação put-call em volume era 0,32, evidenciando forte preferência por calls e sentimento otimista no início da recuperação.

Porém, em 15 de abril, o índice chegou a 0,70. As negociações com puts mais que dobraram enquanto o ouro subia. O índice de open interest permaneceu em 0,55. Na prática, novas apostas pessimistas são abertas sem que posições otimistas antigas sejam desfeitas.

Relação Put Call: Barchart

Apesar do avanço do ouro, operadores de opções se preparam para uma reversão. O aumento na atividade com puts e o open interest estável confirmam os sinais indicados anteriormente.

Níveis do ouro que indicarão se a alta será rompida ou perderá força

O gráfico de preços apresenta os níveis críticos para XAU/USD. O metal está em US$ 4.824, dentro do intervalo entre US$ 4.751 e US$ 4.953. Essa faixa limita o movimento recente dos preços.

Um avanço acima de US$ 4.953, correspondente ao nível de Fibonacci 0,5, indicaria força de curto prazo. Porém, o verdadeiro rompimento ocorre em US$ 5.155, nível de Fibonacci 0,618. Essa faixa coincide com o topo do canal de baixa. Um fechamento diário acima de US$ 5.155 marcaria a saída da estrutura baixista pela primeira vez desde janeiro. Os próximos objetivos passam a ser US$ 5.443, US$ 5.600 e US$ 5.810.

Por outro lado, uma falha diante de US$ 5.155 validaria o cenário negativo. Perder os US$ 4.751, patamar de Fibonacci 0,382, quebra o suporte atual. Abaixo, US$ 4.501 se torna o próximo apoio. Retomar os US$ 4.097 volta a ser possível se o canal prevalecer.

Análise do preço do ouro: TradingView

O preço do ouro em US$ 5.155 separa uma alta consistente de uma reversão. Um fechamento acima desse patamar e o avanço de 18% ganha força, o que ainda falta no momento.

O artigo Rali de 18% do ouro enfrenta crise de volume, forte concorrente e bloqueio de opções foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Naftas cena ir atguvusies kara laikā, bet 30% tirgotāju jau ir iznākušiBrent naftas cena ir tirgota tuvu ASV $ 94,92, paliekot iekšā apakšējā daļā apgrieztās krūzes dizainā. Forma norāda uz kritumu par 28,8% kopš augstākā punkta, kas reģistrēts martā. Nesenais repiks šķiet pozitīvs pirmajā skatījumā. Tomēr trīs signāli zem grafika norāda, ka kāpums trūkst atbalsta. Apjoms samazinās, atvērtais intereses līmenis ievērojami samazinās, un opciju tirgotāji pērk augšupejošas call opcijas nevis pārliecības dēļ, bet gan aizsardzībai pret konfliktiem.

Naftas cena ir atguvusies kara laikā, bet 30% tirgotāju jau ir iznākuši

Brent naftas cena ir tirgota tuvu ASV $ 94,92, paliekot iekšā apakšējā daļā apgrieztās krūzes dizainā. Forma norāda uz kritumu par 28,8% kopš augstākā punkta, kas reģistrēts martā.

Nesenais repiks šķiet pozitīvs pirmajā skatījumā. Tomēr trīs signāli zem grafika norāda, ka kāpums trūkst atbalsta. Apjoms samazinās, atvērtais intereses līmenis ievērojami samazinās, un opciju tirgotāji pērk augšupejošas call opcijas nevis pārliecības dēļ, bet gan aizsardzībai pret konfliktiem.
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Quando o preço do Bitcoin vai atingir o fundo? Benjamin Cowen faz previsãoO Bitcoin (BTC) demonstrou expressiva resistência durante a guerra entre Estados Unidos e Irã, subindo mais de 12% desde 28 de fevereiro. Enquanto a incerteza impacta os mercados globais, uma dúvida segue influenciando o sentimento dos investidores: o Bitcoin já encontrou seu fundo ou ainda há mais espaço para queda? Em entrevista ao BeInCrypto, Benjamin Cowen, CEO da Into The Cryptoverse e ex-pesquisador da NASA, analisou para onde o mercado pode caminhar a seguir. Quando o Bitcoin vai alcançar o fundo? Cowen explicou que o ciclo do Bitcoin apresenta uma regularidade marcante em relação ao tempo. Ele destacou que, comparando com os dois ciclos anteriores, o pico do Bitcoin ocorreu dentro de uma semana do ápice observado nesses períodos anteriores. Com base nesse padrão, Cowen projeta que o fundo do ciclo deve ocorrer aproximadamente um ano após o topo. “… o cenário-base deve simplesmente considerar que o Bitcoin vai atingir o piso quando os outros dois ciclos também atingiram, ou seja, cerca de um ano após o topo. O cenário mais provável é outubro de 2026”, afirmou Cowen ao BeInCrypto. O executivo reconheceu que existe uma chance de o Bitcoin encontrar o fundi já em maio. Para tal, entretanto, seria necessário um evento de capitulação intensa, muito abaixo do que normalmente acontece nos anos intermediários do ciclo. Enquanto o retorno acumulado do Bitcoin no ano permanecer dentro da faixa de desvio padrão observada em anos intermediários anteriores, Cowen não vê razões para revisar a hipótese de setembro-outubro. “Se você analisar o retorno acumulado do Bitcoin em 2026 e comparar com a média dos anos intermediários anteriores, aplicando um desvio padrão nessa média, enquanto estivermos dentro dessa faixa, é difícil presumir que vamos sair dela, principalmente neste estágio do ano intermediário”, explicou. A perspectiva é semelhante à de outros analistas de mercado. João Wedson, CEO da Alphractal, destacou que o topo do ciclo do Bitcoin aconteceu 534 dias após o halving de abril de 2024, sendo o ciclo mais curto em relação ao anterior. Com base nesse padrão de queda da duração entre ciclos, sua análise sugere que o piso pode surgir entre 912 e 922 dias após o halving, indicando setembro ou começo de outubro de 2026. As projeções da CryptoQuant corroboram essa visão, já que os modelos apontam um possível piso entre junho e dezembro de 2026, com setembro a novembro como janela mais provável. Por que este ciclo teve topo com apatia, não euforia? Uma das principais observações de Cowen é que, embora o auge do ciclo do Bitcoin tenha sucedido na mesma linha temporal dos anteriores, o contexto foi distinto. Ele pontuou que, em 2017 e 2021, o Bitcoin atingiu o topo em meio à euforia generalizada do varejo, o que impulsionou a rotação para altcoins após o ápice do ativo. Desta vez, o interesse social por cripto vem caindo desde 2021. O Bitcoin chegou ao topo com apatia, fato que impediu a rotação tradicional para altcoins. “Este é um ciclo em que o Bitcoin terminou o topo com apatia, não euforia, sendo que a única outra vez em que isso ocorreu foi em 2019. Quando o pico se dá na apatia, essa rotação não acontece”, comentou. Desempenho de preço do Bitcoin. Fonte: BeInCrypto Markets No geral, Cowen manteve seu posicionamento de que o ciclo de quatro anos segue vigente. O Bitcoin é negociado atualmente a US$ 73.831, ainda mais de 40% abaixo do recorde histórico atingido em outubro de 2025, próximo de US$ 126 mil. Se a análise de Cowen se confirmar, o movimento de queda pode continuar até que o ciclo atinja seu piso. O artigo Quando o preço do Bitcoin vai atingir o fundo? Benjamin Cowen faz previsão foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Quando o preço do Bitcoin vai atingir o fundo? Benjamin Cowen faz previsão

O Bitcoin (BTC) demonstrou expressiva resistência durante a guerra entre Estados Unidos e Irã, subindo mais de 12% desde 28 de fevereiro. Enquanto a incerteza impacta os mercados globais, uma dúvida segue influenciando o sentimento dos investidores: o Bitcoin já encontrou seu fundo ou ainda há mais espaço para queda?

Em entrevista ao BeInCrypto, Benjamin Cowen, CEO da Into The Cryptoverse e ex-pesquisador da NASA, analisou para onde o mercado pode caminhar a seguir.

Quando o Bitcoin vai alcançar o fundo?

Cowen explicou que o ciclo do Bitcoin apresenta uma regularidade marcante em relação ao tempo. Ele destacou que, comparando com os dois ciclos anteriores, o pico do Bitcoin ocorreu dentro de uma semana do ápice observado nesses períodos anteriores.

Com base nesse padrão, Cowen projeta que o fundo do ciclo deve ocorrer aproximadamente um ano após o topo.

“… o cenário-base deve simplesmente considerar que o Bitcoin vai atingir o piso quando os outros dois ciclos também atingiram, ou seja, cerca de um ano após o topo. O cenário mais provável é outubro de 2026”, afirmou Cowen ao BeInCrypto.

O executivo reconheceu que existe uma chance de o Bitcoin encontrar o fundi já em maio. Para tal, entretanto, seria necessário um evento de capitulação intensa, muito abaixo do que normalmente acontece nos anos intermediários do ciclo.

Enquanto o retorno acumulado do Bitcoin no ano permanecer dentro da faixa de desvio padrão observada em anos intermediários anteriores, Cowen não vê razões para revisar a hipótese de setembro-outubro.

“Se você analisar o retorno acumulado do Bitcoin em 2026 e comparar com a média dos anos intermediários anteriores, aplicando um desvio padrão nessa média, enquanto estivermos dentro dessa faixa, é difícil presumir que vamos sair dela, principalmente neste estágio do ano intermediário”, explicou.

A perspectiva é semelhante à de outros analistas de mercado. João Wedson, CEO da Alphractal, destacou que o topo do ciclo do Bitcoin aconteceu 534 dias após o halving de abril de 2024, sendo o ciclo mais curto em relação ao anterior.

Com base nesse padrão de queda da duração entre ciclos, sua análise sugere que o piso pode surgir entre 912 e 922 dias após o halving, indicando setembro ou começo de outubro de 2026.

As projeções da CryptoQuant corroboram essa visão, já que os modelos apontam um possível piso entre junho e dezembro de 2026, com setembro a novembro como janela mais provável.

Por que este ciclo teve topo com apatia, não euforia?

Uma das principais observações de Cowen é que, embora o auge do ciclo do Bitcoin tenha sucedido na mesma linha temporal dos anteriores, o contexto foi distinto.

Ele pontuou que, em 2017 e 2021, o Bitcoin atingiu o topo em meio à euforia generalizada do varejo, o que impulsionou a rotação para altcoins após o ápice do ativo.

Desta vez, o interesse social por cripto vem caindo desde 2021. O Bitcoin chegou ao topo com apatia, fato que impediu a rotação tradicional para altcoins.

“Este é um ciclo em que o Bitcoin terminou o topo com apatia, não euforia, sendo que a única outra vez em que isso ocorreu foi em 2019. Quando o pico se dá na apatia, essa rotação não acontece”, comentou.

Desempenho de preço do Bitcoin. Fonte: BeInCrypto Markets

No geral, Cowen manteve seu posicionamento de que o ciclo de quatro anos segue vigente. O Bitcoin é negociado atualmente a US$ 73.831, ainda mais de 40% abaixo do recorde histórico atingido em outubro de 2025, próximo de US$ 126 mil. Se a análise de Cowen se confirmar, o movimento de queda pode continuar até que o ciclo atinja seu piso.

O artigo Quando o preço do Bitcoin vai atingir o fundo? Benjamin Cowen faz previsão foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Transacta facilita pagamentos cripto com onboarding rápido e alta escalabilidadeÀ medida que a adoção cresce, empresas buscam por provedores de pagamento em cripto que aliem licenciamento, apoio regulatório, agilidade na execução e um modelo de serviço construído para o uso operacional real. Isso é especialmente relevante em segmentos com valores de transação elevados, altas expectativas dos clientes e fluxos de pagamento que exigem acompanhamento mais rigoroso. A Transacta é uma provedora licenciada de cripto com oito anos de atuação, dedicada a facilitar que negócios aceitem e convertam pagamentos em cripto de forma instantânea. Seu portfólio inclui emissão de faturas em cripto, checkout para e-commerce e processamento de cartões, com soluções de POS cripto e pagamentos futuros previstas. A empresa possui cobertura regulatória na Suíça e Estônia e já solicitou registro no MiCA. Sua parceria recente com a zerohash ampliou o acesso a companhias em 49 estados americanos. Com o tempo, a Transacta consolidou especialização em operações de grande porte, atendendo setores como aviação privada, venda e aluguel de iates, imóveis, viagens de alto padrão, comércio de luxo e serviços de custódia. Além do foco corporativo, a companhia também amplia soluções para pessoas físicas, incluindo serviços de carteira, exchange licenciada, cartões e futuros. Nesta entrevista, Tanya Tkachenko, diretora de marketing da Transacta, detalha os diferenciais da empresa, a importância das parcerias e discute estratégias de expansão, regulação e operações de alto valor. Beincrypto: Qual é o principal diferencial competitivo da empresa no mercado atual? Tanya Tkachenko: Nosso maior diferencial é simples: oferecemos às empresas uma solução econômica e ágil para começar a aceitar pagamentos em cripto. Não cobramos taxas de configuração. Não há custos de integração. Também não aplicamos taxas de transação aos comerciantes. Assim, quando uma empresa emite uma fatura para um cliente, ela recebe exatamente o valor integral, sem descontos. Esse ponto é fundamental em nossa proposta de valor. O segundo aspecto é a rapidez. Normalmente, conseguimos integrar uma empresa em um, dois ou, no máximo, três dias úteis, o que é muito rápido se comparado a vários outros fornecedores. Isso é possível porque mantemos uma equipe interna de especialistas em AML e conformidade, que orienta os negócios na preparação de documentos e agiliza cada etapa. Essa soma de ausência de taxas, economia para os clientes e integração rápida nos torna uma escolha relevante para empresas que buscam velocidade e controle de custos. Observamos ainda que diferentes empresas nos procuram por razões distintas. Algumas já processam cripto e buscam solução mais confiável, com melhores painéis, interface aprimorada ou suporte regulatório robusto. Outras nos procuram após enfrentarem dificuldades com outro fornecedor, muitas vezes ligadas à regulação ou conformidade. Há ainda quem esteja ingressando no universo cripto a pedido de algum cliente. O fator em comum nesses casos costuma ser a urgência. Querem iniciar o quanto antes, e é nessa agilidade que somos referência. Outro ponto forte é a expertise em transações de alto valor. Lidamos com pagamentos que chegam a múltiplos milhões de dólares, exigindo muito mais do que uma configuração padrão. Dispomos de pools próprios de liquidez e parceiros consolidados, o que nos permite converter e liquidar grandes operações rapidamente. Nesse patamar, as exigências de compliance também são bem maiores. Movimentar um ou dois milhões de US$ sempre gera questionamentos sobre origem dos recursos, finalidade da operação, jurisdições envolvidas e exposição a riscos. Contamos com uma equipe dedicada para ajudar empresas a lidar com esses requisitos e acelerar os processos. Nem todo provedor está equipado, operacional ou tecnicamente, para esse volume. Nós estamos. BeInCrypto: Qual o papel das parcerias na estratégia de negócios? Tanya Tkachenko: Parcerias são essenciais para nós e as dividimos em dois grandes grupos. O primeiro trata da nossa relação com as empresas atendidas. Enxergamos esses clientes como parceiros, não apenas consumidores. Muitos chegam até nós sem conhecimento aprofundado sobre cripto ou blockchain e confiam a nós uma parte fundamental do seu fluxo de receita. Valorizamos muito essa confiança. Ao mesmo tempo, essas relações possibilitam um entendimento muito maior de diferentes setores. Isso nos permite identificar os desafios que as empresas buscam resolver, como seus fluxos funcionam e o que esperam de um provedor. Portanto, não é uma relação unilateral. Trata-se de um intercâmbio que auxilia ambos os lados no crescimento. O segundo grupo envolve parcerias estratégicas em compliance, regulação, infraestrutura e segurança. Como empresa com foco intenso em conformidade, buscamos aliados que fortaleçam nossa capacidade operacional, aprimorem padrões de segurança ou viabilizem expansão para novos mercados de forma sustentável. Participar de eventos do setor faz parte dessa busca, em busca de pessoas e empresas que contribuam para o melhor ecossistema ao nosso redor. Um exemplo recente é a nossa parceria com a zerohash. Esse foi um marco importante para a companhia. A zerohash oferece a estrutura legal e de infraestrutura que viabiliza a atuação de empresas nos Estados Unidos, sendo amplamente reconhecida. Já apoiou lançamentos relevantes para companhias como Morgan Stanley, Stripe e Interactive Brokers. Para nós, essa aliança tem dois significados principais. Primeiro, amplia o que podemos realizar no mercado americano. Segundo, demonstra o grau de confiança e preparação necessários para colaborar com empresas desse porte. O acordo mostra que investimos efetivamente em compliance, operações e prontidão. BeInCrypto: Você destacou a rapidez no onboarding. Como é o suporte para o cliente após a adesão à Transacta? Tanya Tkachenko: Toda empresa que abre conta conosco recebe um gerente dedicado, mas é importante explicar o que isso representa na prática. Não se trata de um gerente de contas convencional. É um especialista em cripto e compliance que apoia o negócio durante todo o relacionamento, não só na integração inicial. Esse acompanhamento é vital porque a regulação evolui frequentemente e as empresas precisam de orientação sobre como as mudanças afetam os fluxos de pagamentos, exposição a riscos ou mesmo a estrutura de taxas e jurisdições. Nossos gerentes de compliance fornecem atualizações recorrentes, esclarecem dúvidas e ajudam os clientes a navegar pelo setor sem a necessidade de conhecimento aprofundado interno em cripto. Esse suporte se destaca especialmente no atendimento a segmentos de luxo e negócios que lidam com clientes de alto patrimônio. Os clientes, nesse perfil, podem apresentar demandas muito específicas envolvendo trâmites de operações, jurisdições e requisitos regulatórios. É fundamental que esses pedidos sejam tratados cuidadosamente, já que a relação interpessoal é relevante nessas áreas. Auxiliamos nossos clientes a responderem a essas situações com segurança. Para nós, esse acompanhamento faz parte do produto. As empresas devem contar conosco não apenas para processar pagamentos, mas também para compreender as normas de pagamentos em cripto e operar dentro delas de forma segura. Beincrypto: Como é a abordagem em relação à compliance e regulação e como isso influencia o desenvolvimento dos produtos? Tanya Tkachenko: A Transacta atua há oito anos e existe uma brincadeira interna de que, se não ouviram muito sobre nós, esse é justamente parte do objetivo. O motivo é que priorizamos sempre as bases: compliance, licenciamento, infraestrutura e capacidade operacional. Optamos por não fazer anúncios públicos ousados antes de consolidar essas estruturas. A mesma filosofia é aplicada ao desenvolvimento de produtos. Envolvemos as equipes jurídica e de compliance ainda nas discussões iniciais do nosso roteiro. Caso uma nova funcionalidade ou produto esteja em análise, buscamos primeiro compreender o cronograma regulatório relacionado. Só iniciamos o desenvolvimento após termos total convicção de que podemos atuar em determinado país, tipo de cliente ou caso de uso de forma adequada sob o ponto de vista regulatório. Isso pode tornar nosso processo mais lento do que o de empresas que lançam rapidamente e só depois lidam com questões regulatórias. Contudo, para nós, não faz sentido investir recursos em algo que não poderíamos manter de maneira adequada do ponto de vista de compliance. Na Europa, o ambiente regulatório está se tornando mais previsível. Possuímos licenças suíça e estoniana, e atuamos considerando o MiCA à medida que o cenário regulatório avança. Isso nos oferece regras mais claras para expansão e planejamento de produtos. Nos Estados Unidos, a situação é muito mais complexa. Lá, lidamos com exigências federais, diferenças entre os estados, obrigações do FinCEN e padrões mais rígidos de combate à lavagem de dinheiro (AML) e identificação de clientes (KYC). Essa complexidade é um dos motivos pelos quais optamos por uma entrada via parcerias no mercado norte-americano. Levou tempo para estarmos devidamente preparados, mas não entraríamos nesse mercado nem desenvolveríamos ao redor dele sem condições adequadas. Assim, no geral, a regulação não representa uma desaceleração negativa para nossa atuação. Ela determina como construímos nossas soluções. Buscamos garantir que cada novo mercado e cada lançamento de produto esteja sustentado em bases sólidas e sustentáveis. Beincrypto: Como você vê a evolução do mercado nos próximos dois a três anos? Tanya Tkachenko: A maior tendência, em nossa visão, é a adoção crescente da cripto. Mais pessoas e empresas passaram a utilizar a cripto de maneira prática, o que transforma significativamente o mercado. Uma parte importante desse cenário é a mudança de comportamento dos usuários finais. Notamos que cada vez mais pessoas vão além do lado especulativo da cripto. Não se limitam mais a comprar e manter ativos. Buscam maneiras de utilizar a cripto no cotidiano, como qualquer outra moeda. Esse é um dos motivos para produtos como cartões de cripto ganharem espaço. À medida que os usuários se sentem mais à vontade para usar cripto em atividades financeiras do dia a dia, os provedores de pagamento tornam-se mais relevantes. Outro fator relevante é o aumento da clareza regulatória. Novos marcos vêm facilitando o processo para que empresas conquistem confiança, expandam para outros mercados e expliquem seus modelos a clientes e parceiros. Isso também influencia as instituições. Bancos, grandes firmas do setor financeiro e outros agentes de peso vêm observando com atenção as stablecoins e sistemas baseados em blockchain, o que envia um importante sinal de confiança ao restante do mercado. Quando as instituições se tornam mais atuantes, empresas e indivíduos passam a enxergar o mercado de maneira diferente. O aspecto especulativo perde espaço e surge uma visão mais voltada para o uso prático. Isso não necessariamente indica que veremos picos expressivos de atividade. Acredito que o mercado continuará se desenvolvendo de forma gradual, o que é positivo. Assim se constrói um mercado sólido. As questões demográficas também têm peso. Millennials e a Geração Z já estão entre os grupos que mais consomem, além de terem familiaridade com meios de pagamento digitais. As empresas precisarão atender cada vez mais a essas demandas por métodos que esse público prefere. Portanto, acredito que os próximos anos trarão mais uso prático, maior amadurecimento gradual e crescimento na demanda por provedores capazes de integrar a cripto às operações empresariais do cotidiano de maneira confiável. O artigo Transacta facilita pagamentos cripto com onboarding rápido e alta escalabilidade foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Transacta facilita pagamentos cripto com onboarding rápido e alta escalabilidade

À medida que a adoção cresce, empresas buscam por provedores de pagamento em cripto que aliem licenciamento, apoio regulatório, agilidade na execução e um modelo de serviço construído para o uso operacional real. Isso é especialmente relevante em segmentos com valores de transação elevados, altas expectativas dos clientes e fluxos de pagamento que exigem acompanhamento mais rigoroso.

A Transacta é uma provedora licenciada de cripto com oito anos de atuação, dedicada a facilitar que negócios aceitem e convertam pagamentos em cripto de forma instantânea. Seu portfólio inclui emissão de faturas em cripto, checkout para e-commerce e processamento de cartões, com soluções de POS cripto e pagamentos futuros previstas.

A empresa possui cobertura regulatória na Suíça e Estônia e já solicitou registro no MiCA. Sua parceria recente com a zerohash ampliou o acesso a companhias em 49 estados americanos.

Com o tempo, a Transacta consolidou especialização em operações de grande porte, atendendo setores como aviação privada, venda e aluguel de iates, imóveis, viagens de alto padrão, comércio de luxo e serviços de custódia.

Além do foco corporativo, a companhia também amplia soluções para pessoas físicas, incluindo serviços de carteira, exchange licenciada, cartões e futuros.

Nesta entrevista, Tanya Tkachenko, diretora de marketing da Transacta, detalha os diferenciais da empresa, a importância das parcerias e discute estratégias de expansão, regulação e operações de alto valor.

Beincrypto: Qual é o principal diferencial competitivo da empresa no mercado atual?

Tanya Tkachenko: Nosso maior diferencial é simples: oferecemos às empresas uma solução econômica e ágil para começar a aceitar pagamentos em cripto.

Não cobramos taxas de configuração. Não há custos de integração. Também não aplicamos taxas de transação aos comerciantes. Assim, quando uma empresa emite uma fatura para um cliente, ela recebe exatamente o valor integral, sem descontos. Esse ponto é fundamental em nossa proposta de valor.

O segundo aspecto é a rapidez. Normalmente, conseguimos integrar uma empresa em um, dois ou, no máximo, três dias úteis, o que é muito rápido se comparado a vários outros fornecedores. Isso é possível porque mantemos uma equipe interna de especialistas em AML e conformidade, que orienta os negócios na preparação de documentos e agiliza cada etapa.

Essa soma de ausência de taxas, economia para os clientes e integração rápida nos torna uma escolha relevante para empresas que buscam velocidade e controle de custos.

Observamos ainda que diferentes empresas nos procuram por razões distintas. Algumas já processam cripto e buscam solução mais confiável, com melhores painéis, interface aprimorada ou suporte regulatório robusto. Outras nos procuram após enfrentarem dificuldades com outro fornecedor, muitas vezes ligadas à regulação ou conformidade. Há ainda quem esteja ingressando no universo cripto a pedido de algum cliente. O fator em comum nesses casos costuma ser a urgência. Querem iniciar o quanto antes, e é nessa agilidade que somos referência.

Outro ponto forte é a expertise em transações de alto valor. Lidamos com pagamentos que chegam a múltiplos milhões de dólares, exigindo muito mais do que uma configuração padrão. Dispomos de pools próprios de liquidez e parceiros consolidados, o que nos permite converter e liquidar grandes operações rapidamente.

Nesse patamar, as exigências de compliance também são bem maiores. Movimentar um ou dois milhões de US$ sempre gera questionamentos sobre origem dos recursos, finalidade da operação, jurisdições envolvidas e exposição a riscos. Contamos com uma equipe dedicada para ajudar empresas a lidar com esses requisitos e acelerar os processos. Nem todo provedor está equipado, operacional ou tecnicamente, para esse volume. Nós estamos.

BeInCrypto: Qual o papel das parcerias na estratégia de negócios?

Tanya Tkachenko: Parcerias são essenciais para nós e as dividimos em dois grandes grupos.

O primeiro trata da nossa relação com as empresas atendidas. Enxergamos esses clientes como parceiros, não apenas consumidores. Muitos chegam até nós sem conhecimento aprofundado sobre cripto ou blockchain e confiam a nós uma parte fundamental do seu fluxo de receita. Valorizamos muito essa confiança.

Ao mesmo tempo, essas relações possibilitam um entendimento muito maior de diferentes setores. Isso nos permite identificar os desafios que as empresas buscam resolver, como seus fluxos funcionam e o que esperam de um provedor. Portanto, não é uma relação unilateral. Trata-se de um intercâmbio que auxilia ambos os lados no crescimento.

O segundo grupo envolve parcerias estratégicas em compliance, regulação, infraestrutura e segurança. Como empresa com foco intenso em conformidade, buscamos aliados que fortaleçam nossa capacidade operacional, aprimorem padrões de segurança ou viabilizem expansão para novos mercados de forma sustentável. Participar de eventos do setor faz parte dessa busca, em busca de pessoas e empresas que contribuam para o melhor ecossistema ao nosso redor.

Um exemplo recente é a nossa parceria com a zerohash. Esse foi um marco importante para a companhia. A zerohash oferece a estrutura legal e de infraestrutura que viabiliza a atuação de empresas nos Estados Unidos, sendo amplamente reconhecida. Já apoiou lançamentos relevantes para companhias como Morgan Stanley, Stripe e Interactive Brokers.

Para nós, essa aliança tem dois significados principais. Primeiro, amplia o que podemos realizar no mercado americano. Segundo, demonstra o grau de confiança e preparação necessários para colaborar com empresas desse porte. O acordo mostra que investimos efetivamente em compliance, operações e prontidão.

BeInCrypto: Você destacou a rapidez no onboarding. Como é o suporte para o cliente após a adesão à Transacta?

Tanya Tkachenko: Toda empresa que abre conta conosco recebe um gerente dedicado, mas é importante explicar o que isso representa na prática. Não se trata de um gerente de contas convencional. É um especialista em cripto e compliance que apoia o negócio durante todo o relacionamento, não só na integração inicial.

Esse acompanhamento é vital porque a regulação evolui frequentemente e as empresas precisam de orientação sobre como as mudanças afetam os fluxos de pagamentos, exposição a riscos ou mesmo a estrutura de taxas e jurisdições. Nossos gerentes de compliance fornecem atualizações recorrentes, esclarecem dúvidas e ajudam os clientes a navegar pelo setor sem a necessidade de conhecimento aprofundado interno em cripto.

Esse suporte se destaca especialmente no atendimento a segmentos de luxo e negócios que lidam com clientes de alto patrimônio. Os clientes, nesse perfil, podem apresentar demandas muito específicas envolvendo trâmites de operações, jurisdições e requisitos regulatórios. É fundamental que esses pedidos sejam tratados cuidadosamente, já que a relação interpessoal é relevante nessas áreas.

Auxiliamos nossos clientes a responderem a essas situações com segurança. Para nós, esse acompanhamento faz parte do produto. As empresas devem contar conosco não apenas para processar pagamentos, mas também para compreender as normas de pagamentos em cripto e operar dentro delas de forma segura.

Beincrypto: Como é a abordagem em relação à compliance e regulação e como isso influencia o desenvolvimento dos produtos?

Tanya Tkachenko: A Transacta atua há oito anos e existe uma brincadeira interna de que, se não ouviram muito sobre nós, esse é justamente parte do objetivo.

O motivo é que priorizamos sempre as bases: compliance, licenciamento, infraestrutura e capacidade operacional. Optamos por não fazer anúncios públicos ousados antes de consolidar essas estruturas.

A mesma filosofia é aplicada ao desenvolvimento de produtos. Envolvemos as equipes jurídica e de compliance ainda nas discussões iniciais do nosso roteiro. Caso uma nova funcionalidade ou produto esteja em análise, buscamos primeiro compreender o cronograma regulatório relacionado. Só iniciamos o desenvolvimento após termos total convicção de que podemos atuar em determinado país, tipo de cliente ou caso de uso de forma adequada sob o ponto de vista regulatório.

Isso pode tornar nosso processo mais lento do que o de empresas que lançam rapidamente e só depois lidam com questões regulatórias. Contudo, para nós, não faz sentido investir recursos em algo que não poderíamos manter de maneira adequada do ponto de vista de compliance.

Na Europa, o ambiente regulatório está se tornando mais previsível. Possuímos licenças suíça e estoniana, e atuamos considerando o MiCA à medida que o cenário regulatório avança. Isso nos oferece regras mais claras para expansão e planejamento de produtos.

Nos Estados Unidos, a situação é muito mais complexa. Lá, lidamos com exigências federais, diferenças entre os estados, obrigações do FinCEN e padrões mais rígidos de combate à lavagem de dinheiro (AML) e identificação de clientes (KYC). Essa complexidade é um dos motivos pelos quais optamos por uma entrada via parcerias no mercado norte-americano. Levou tempo para estarmos devidamente preparados, mas não entraríamos nesse mercado nem desenvolveríamos ao redor dele sem condições adequadas.

Assim, no geral, a regulação não representa uma desaceleração negativa para nossa atuação. Ela determina como construímos nossas soluções. Buscamos garantir que cada novo mercado e cada lançamento de produto esteja sustentado em bases sólidas e sustentáveis.

Beincrypto: Como você vê a evolução do mercado nos próximos dois a três anos?

Tanya Tkachenko: A maior tendência, em nossa visão, é a adoção crescente da cripto. Mais pessoas e empresas passaram a utilizar a cripto de maneira prática, o que transforma significativamente o mercado.

Uma parte importante desse cenário é a mudança de comportamento dos usuários finais. Notamos que cada vez mais pessoas vão além do lado especulativo da cripto. Não se limitam mais a comprar e manter ativos. Buscam maneiras de utilizar a cripto no cotidiano, como qualquer outra moeda. Esse é um dos motivos para produtos como cartões de cripto ganharem espaço. À medida que os usuários se sentem mais à vontade para usar cripto em atividades financeiras do dia a dia, os provedores de pagamento tornam-se mais relevantes.

Outro fator relevante é o aumento da clareza regulatória. Novos marcos vêm facilitando o processo para que empresas conquistem confiança, expandam para outros mercados e expliquem seus modelos a clientes e parceiros. Isso também influencia as instituições. Bancos, grandes firmas do setor financeiro e outros agentes de peso vêm observando com atenção as stablecoins e sistemas baseados em blockchain, o que envia um importante sinal de confiança ao restante do mercado.

Quando as instituições se tornam mais atuantes, empresas e indivíduos passam a enxergar o mercado de maneira diferente. O aspecto especulativo perde espaço e surge uma visão mais voltada para o uso prático. Isso não necessariamente indica que veremos picos expressivos de atividade. Acredito que o mercado continuará se desenvolvendo de forma gradual, o que é positivo. Assim se constrói um mercado sólido.

As questões demográficas também têm peso. Millennials e a Geração Z já estão entre os grupos que mais consomem, além de terem familiaridade com meios de pagamento digitais. As empresas precisarão atender cada vez mais a essas demandas por métodos que esse público prefere.

Portanto, acredito que os próximos anos trarão mais uso prático, maior amadurecimento gradual e crescimento na demanda por provedores capazes de integrar a cripto às operações empresariais do cotidiano de maneira confiável.

O artigo Transacta facilita pagamentos cripto com onboarding rápido e alta escalabilidade foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Dollara kritums veicināja sudraba pieaugumu par 33%, taču tagad ir izšķirošs līmenisSudraba cena (XAG/USD) pieauga par 7,2% pēdējā nedēļā, atgūstot gandrīz visas zaudējumus mēnesī. Metāls tiek tirgots tuvu 79,50 ASV dolāriem pēc 33% pieauguma salīdzinājumā ar 23. marta minimumu. Atjaunošana seko ASV dolāra (DXY) indeksa kritumam un uzlabojumam uguns pārtraukšanas gaidās. Tomēr sudrabs joprojām ir ieslodzīts lejupslīdošā kanālā, kas pastāv kopš 29. janvāra. Lūzums virs šī kanāla signalizētu struktūras izmaiņas, no atjaunošanas uz tendences apgriešanu.

Dollara kritums veicināja sudraba pieaugumu par 33%, taču tagad ir izšķirošs līmenis

Sudraba cena (XAG/USD) pieauga par 7,2% pēdējā nedēļā, atgūstot gandrīz visas zaudējumus mēnesī. Metāls tiek tirgots tuvu 79,50 ASV dolāriem pēc 33% pieauguma salīdzinājumā ar 23. marta minimumu.

Atjaunošana seko ASV dolāra (DXY) indeksa kritumam un uzlabojumam uguns pārtraukšanas gaidās. Tomēr sudrabs joprojām ir ieslodzīts lejupslīdošā kanālā, kas pastāv kopš 29. janvāra. Lūzums virs šī kanāla signalizētu struktūras izmaiņas, no atjaunošanas uz tendences apgriešanu.
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Analista diz que ‘grande liquidação’ do Bitcoin ainda está por virO analista de cripto Ivan Liljeqvist alertou que o Bitcoin (BTC) ainda não atingiu o fundo de seu ciclo e que uma expressiva venda ainda está por vir. As declarações surgem enquanto o BTC ensaia mais uma alta após testar o patamar de US$ 76 mil nesta terça-feira, em um breve rali influenciado por mudanças no cenário geopolítico e pelo surpreendente índice PPI dos EUA. Analista alerta que o fundo do ciclo do Bitcoin ainda não chegou Liljeqvist afirmou que o Bitcoin ainda não passou pelo que chamou de “grande liquidação”. Segundo ele, os US$ 60 mil não representaram o piso e a tendência geral permanece de baixa. Desempenho de preço do Bitcoin (BTC). Fonte: TradingView “… não acredito que US$ 60 mil tenha sido o fundo. Você pode torcer por isso, claro, mas não fará diferença. A tendência continua negativa. Os poucos repiques de % são irrelevantes em uma análise mais ampla”, escreveu ele na X. O analista também mencionou o ciclo de dividendos da STRC da Strategy como um dos fatores por trás dos recentes movimentos de preço do BTC. A pressão compradora sobre a STRC costuma atingir o pico por volta do dia 15 de cada mês. Essa dinâmica permite que a empresa de Michael Saylor emita mais ações e levante recursos para adquirir Bitcoin. 🚨 BITCOIN REMAINS BEARISH 🚨 Resistance not broken Bear trend remains Also the buy pressure from Saylor will decrease until mid-May$STRC ex-dividend day is today Meaning if you bought $STRC before today you get his dividend at the end of the month. So everyone was rushing to… https://t.co/6SXGxbFych pic.twitter.com/ETDltj00wn — Ivan on Tech 🍳📈💰 Head Trader @ Bullmania (@IvanOnTech) April 15, 2026 No entanto, Liljeqvist avaliou que apenas a Strategy não tem força suficiente para elevar o BTC acima dos principais patamares de resistência. Ele descreveu o momento como “aversão ao risco desde outubro” e defendeu a preservação de capital no lugar de posições agressivas. Demanda institucional pode limitar a queda Apesar do cenário negativo, o avanço institucional pode evitar as acentuadas desvalorizações registradas em ciclos anteriores. A Fidelity Digital Assets pontuou no início deste mês que o risco de queda em 2026 tem sido menos intenso do que em períodos anteriores. A empresa atribui esse movimento ao fato de cerca de 12% do suprimento circulante do BTC estar agora sob posse de companhias listadas e ETFs. Ciclos anteriores, marcados pela atuação do varejo, geraram perdas mais profundas. O BTC caiu 82% após o pico de 2017 e 77% depois da máxima registrada em 2021. Atualmente, a queda em torno de 40% em relação ao último recorde histórico sugere uma mudança estrutural na dinâmica dos mercados de baixa. Mesmo assim, a dúvida central entre operadores é se o suporte criado pelo fluxo institucional permanecerá ou será superado por uma capitulação mais intensa, diante da chegada do segundo semestre de 2026. O artigo Analista diz que ‘grande liquidação’ do Bitcoin ainda está por vir foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Analista diz que ‘grande liquidação’ do Bitcoin ainda está por vir

O analista de cripto Ivan Liljeqvist alertou que o Bitcoin (BTC) ainda não atingiu o fundo de seu ciclo e que uma expressiva venda ainda está por vir.

As declarações surgem enquanto o BTC ensaia mais uma alta após testar o patamar de US$ 76 mil nesta terça-feira, em um breve rali influenciado por mudanças no cenário geopolítico e pelo surpreendente índice PPI dos EUA.

Analista alerta que o fundo do ciclo do Bitcoin ainda não chegou

Liljeqvist afirmou que o Bitcoin ainda não passou pelo que chamou de “grande liquidação”. Segundo ele, os US$ 60 mil não representaram o piso e a tendência geral permanece de baixa.

Desempenho de preço do Bitcoin (BTC). Fonte: TradingView

“… não acredito que US$ 60 mil tenha sido o fundo. Você pode torcer por isso, claro, mas não fará diferença. A tendência continua negativa. Os poucos repiques de % são irrelevantes em uma análise mais ampla”, escreveu ele na X.

O analista também mencionou o ciclo de dividendos da STRC da Strategy como um dos fatores por trás dos recentes movimentos de preço do BTC.

A pressão compradora sobre a STRC costuma atingir o pico por volta do dia 15 de cada mês. Essa dinâmica permite que a empresa de Michael Saylor emita mais ações e levante recursos para adquirir Bitcoin.

🚨 BITCOIN REMAINS BEARISH 🚨

Resistance not broken
Bear trend remains

Also the buy pressure from Saylor will decrease until mid-May$STRC ex-dividend day is today
Meaning if you bought $STRC before today you get his dividend at the end of the month. So everyone was rushing to… https://t.co/6SXGxbFych pic.twitter.com/ETDltj00wn

— Ivan on Tech 🍳📈💰 Head Trader @ Bullmania (@IvanOnTech) April 15, 2026

No entanto, Liljeqvist avaliou que apenas a Strategy não tem força suficiente para elevar o BTC acima dos principais patamares de resistência. Ele descreveu o momento como “aversão ao risco desde outubro” e defendeu a preservação de capital no lugar de posições agressivas.

Demanda institucional pode limitar a queda

Apesar do cenário negativo, o avanço institucional pode evitar as acentuadas desvalorizações registradas em ciclos anteriores.

A Fidelity Digital Assets pontuou no início deste mês que o risco de queda em 2026 tem sido menos intenso do que em períodos anteriores.

A empresa atribui esse movimento ao fato de cerca de 12% do suprimento circulante do BTC estar agora sob posse de companhias listadas e ETFs.

Ciclos anteriores, marcados pela atuação do varejo, geraram perdas mais profundas. O BTC caiu 82% após o pico de 2017 e 77% depois da máxima registrada em 2021. Atualmente, a queda em torno de 40% em relação ao último recorde histórico sugere uma mudança estrutural na dinâmica dos mercados de baixa.

Mesmo assim, a dúvida central entre operadores é se o suporte criado pelo fluxo institucional permanecerá ou será superado por uma capitulação mais intensa, diante da chegada do segundo semestre de 2026.

O artigo Analista diz que ‘grande liquidação’ do Bitcoin ainda está por vir foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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BloFin Research: a questão de US$ 197 bilhões, como mega IPOs transformam mercados e criptoO ciclo de mega-IPOs que se aproxima atuará como um absorvedor transitório de liquidez em ativos de risco, antes que a reciclagem de riqueza pós-lockup produza um impulso líquido positivo de médio prazo tanto para ações quanto para cripto. SpaceX, OpenAI e Anthropic somam uma avaliação conjunta de US$ 2,8 trilhões a US$ 3 trilhões, com a SpaceX sozinha devendo captar entre US$ 50 bilhões e US$ 70 bilhões nos próximos meses, valor que já supera todo o montante captado pelo mercado de IPOs dos EUA em 2025, que totalizou US$ 44 bilhões em uma única operação. Os mega-IPOs funcionam como um termômetro de sentimento em final de ciclo, e não como sinal confiável de topo de mercado. Em 2026, a leitura mais precisa é a rotação de empresas de software impactadas por inteligência artificial e nomes de IA já valorizados para setores com gargalos físicos, enquanto o mercado geral se mantém estável. O ciclo de mega-IPOs de IA gera uma pressão negativa de liquidez no curto prazo sobre o Bitcoin via compressão dos fluxos dos ETFs, mas reverte-se em impulso positivo após o fim do lockup, à medida que funcionários e insiders com apetite acima da média por Bitcoin e cripto se tornam líquidos. US$ 197 bilhões em capital precisam vir de algum lugar Em 2025, o mercado de IPO dos EUA gerou US$ 44 bilhões em receitas totais. Nos últimos 10 anos, a captação total via IPOs nos EUA foi de US$ 469 bilhões. A SpaceX mira atualmente uma avaliação em torno de US$ 1,75 trilhão, com previsão de captar entre US$ 50 bilhões e US$ 70 bilhões. Incluindo OpenAI e Anthropic, ambas com intenção de abrir capital neste ano, a demanda agregada de recursos chega a US$ 104 bilhões a US$ 197 bilhões. Este valor estimado já considera um percentual inicial de ações menor, de cerca de 5% a 10%, bem abaixo do padrão de 15% das ofertas públicas iniciais típicas. Normalmente, IPOs envolvem a oferta de 15% a 25% das ações ao mercado, equilibrando liquidez para descoberta de preço e controle dos fundadores e investidores iniciais. O Facebook ofertou 15% e o Google 19%. No entanto, a demanda total por capital para SpaceX, OpenAI e Anthropic ultrapassaria US$ 400 bilhões caso adotassem o padrão de 15% de oferta, valor próximo ao total captado pelo mercado de IPOs dos EUA entre 2016 e 2025. Isso torna um float de 15% inviável. O percentual inicial de ações dessas empresas deverá ser bem menor, com 5% a 10% como patamar mais realista. Fonte: https://x.com/ttunguz/status/2025982593573994804/photo/1 O primeiro impacto direto é a redução das ofertas menores neste ano, pois a capacidade do mercado está limitada e o ambiente é seletivo. A Kraken já adiou seu IPO até que as condições melhorem, sinal precoce do efeito de exclusão trazido pelos mega-IPOs. O capital direcionado para mega-IPOs comprime as valorizações de ações de crescimento e menor capitalização, do Bitcoin e do setor cripto de maneira geral, já que os investidores precisam captar recursos para subscrição. Além do fluxo de capital, essas grandes ofertas capturam atenção da mídia financeira e também atividade especulativa do varejo, enfraquecendo o desempenho de ativos concorrentes pelo mesmo investidor marginal. Mega-IPOs sinalizam topo de mercado? Há uma interpretação comum de que grandes aberturas de capital sinalizam ponto máximo de euforia, pois empresas e fundos buscam listar quando o sentimento está elevado e as valorizações esticadas. Esse argumento faz sentido: os mercados de ações dos EUA seguem com altas avaliações mesmo após o recente ajuste decorrente da guerra no Irã. O índice CAPE (Cyclically Adjusted Price-to-Earnings) do S&P 500 segue em patamares historicamente elevados. Este indicador oferece uma leitura mais ampla de avaliação, pois ajusta por inflação e suaviza o lucro por ação ao longo de 10 anos. Fonte: MacroMicro https://en.macromicro.me/series/1632/us-shiller-cape O histórico sobre mega-IPOs indicarem topo de mercado é, contudo, misto. AT&T em 2000 e Rivian em 2021 ocorreram próximos a picos genuínos, os dois exemplos mais evidentes de resposta positiva. Contudo, após Facebook e Alibaba o mercado seguiu em alta. O padrão é que mega-IPOs refletem ambiente de alta avaliação, servindo como termômetro de sentimento tardio, mas não marcam necessariamente o topo exato do mercado. Fonte: BloFin Research (com auxílio do Claude) A onda de mega-IPOs deste ano traz um fator adicional de complexidade: o momento do mercado é de rotação, e não de euforia. Na euforia, todos os ativos sobem juntos, múltiplos P/L se expandem em todo lugar e o apetite por risco é generalizado em ações e cripto. O cenário atual difere. Alguns ativos registram máximas enquanto outros já estão em mercados de baixa, múltiplos se comprimem em operações congestionadas e a seleção substitui o movimento indiscriminado de compra. Há direção nessa rotação. O capital está saindo de dois setores: ativos impactados por IA, empresas de software com alto valor de mercado onde a tecnologia comprime margens e substitui líderes, e nomes próximos de IA que acumularam grandes ganhos entre 2023 e 2025 e agora precisam apresentar resultados para justificar seus múltiplos. O fluxo vai para ativos com gargalos físicos, em que a demanda é estrutural e a oferta limitada. O setor de energia é o principal beneficiado. O atual conflito no Irã adicionou prêmio de risco geopolítico ao petróleo. Além da energia, materiais básicos, utilidades e indústrias se beneficiam de vetores de apoio que faltaram na maior parte da última década. Geopoliticamente, os EUA buscam reconstruir sua base industrial, encorajar produção interna e redirecionar recursos para ampliar capacidade de defesa. O avanço de IA demanda insumos físicos em larga escala: cobre, aço, transformadores elétricos, infraestrutura de rede. Esses setores tiveram desempenho historicamente inferior ao da tecnologia nos últimos anos, mas as condições que causaram essa desvantagem começam a se reverter. Fonte: Statestreet O cenário adequado para o mercado geral, portanto, não é um topo amplo, mas sim uma mudança de regime dentro das ações. Setores impactados pela inteligência artificial continuam enfrentando dificuldades: o IGV acumula queda de 23,5% no ano. Empresas relacionadas à IA precisam absorver os ganhos de 2023 a 2025 antes de uma nova valorização. Setores expostos a entraves físicos, como energia, materiais, serviços públicos e industriais, estão nos primeiros estágios de uma reprecificação que pode durar vários anos. O mercado como um todo se mantém, mas a distribuição dos retornos muda de forma expressiva internamente. O que isso significa para o Bitcoin? O efeito dessas mega-IPOs sobre o Bitcoin é uma questão de liquidez. Desde a aprovação dos ETFs à vista em janeiro de 2024, os ETFs de Bitcoin tornaram-se um canal importante para a entrada de capital institucional no ativo. Como esses fundos são negociados no mercado acionário dos EUA, utilizam o mesmo fluxo de recursos das alocações em mega-IPOs. Assim, os dados de fluxo dos ETFs são o principal indicador da pressão de liquidez sobre o Bitcoin durante o período de emissão. Com as três empresas buscando captar até US$ 197 bilhões juntas, a liquidez disponível no mercado será reduzida de forma significativa. Nos momentos de pico das ofertas, a expectativa é que o Bitcoin opere em faixa de preço definida, sendo o saldo líquido dos ETFs o principal indicador a ser monitorado. Reciclagem de capital pós-lockup O impacto sobre o Bitcoin pode se inverter de forma relevante quando os períodos de lockup terminarem. Nenhuma das três empresas havia protocolado S-1 até o fim de março de 2026, portanto, os termos de lockup ainda não foram divulgados formalmente. A prática comum nos IPOs tecnológicos nos EUA é o bloqueio por 180 dias após a abertura de capital. Caso as listagens ocorram entre meados e o fim de 2026, a liquidez de funcionários e investidores de risco será liberada entre o início e metade de 2027. Historicamente, esse capital é reinvestido em venture capital, aportes-anjo e ativos especulativos em taxas acima da média. A fatia direcionada à cripto nesse movimento tende a ser maior do que em ciclos anteriores de liquidez tecnológica. A SpaceX mantém Bitcoin em seu balanço, sinalizando confiança institucional no ativo como posição de tesouraria. O World Network, projeto de Sam Altman (antigo Worldcoin), cria outro elo com o ecossistema de cripto vinculado à OpenAI. Aviso: As informações apresentadas aqui não constituem aconselhamento de investimento, orientação financeira, indicação de negociação ou qualquer outro tipo de recomendação e não devem ser interpretadas dessa forma. Todo o conteúdo abaixo tem caráter estritamente informativo. O artigo BloFin Research: a questão de US$ 197 bilhões, como mega IPOs transformam mercados e cripto foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

BloFin Research: a questão de US$ 197 bilhões, como mega IPOs transformam mercados e cripto

O ciclo de mega-IPOs que se aproxima atuará como um absorvedor transitório de liquidez em ativos de risco, antes que a reciclagem de riqueza pós-lockup produza um impulso líquido positivo de médio prazo tanto para ações quanto para cripto.

SpaceX, OpenAI e Anthropic somam uma avaliação conjunta de US$ 2,8 trilhões a US$ 3 trilhões, com a SpaceX sozinha devendo captar entre US$ 50 bilhões e US$ 70 bilhões nos próximos meses, valor que já supera todo o montante captado pelo mercado de IPOs dos EUA em 2025, que totalizou US$ 44 bilhões em uma única operação.

Os mega-IPOs funcionam como um termômetro de sentimento em final de ciclo, e não como sinal confiável de topo de mercado. Em 2026, a leitura mais precisa é a rotação de empresas de software impactadas por inteligência artificial e nomes de IA já valorizados para setores com gargalos físicos, enquanto o mercado geral se mantém estável.

O ciclo de mega-IPOs de IA gera uma pressão negativa de liquidez no curto prazo sobre o Bitcoin via compressão dos fluxos dos ETFs, mas reverte-se em impulso positivo após o fim do lockup, à medida que funcionários e insiders com apetite acima da média por Bitcoin e cripto se tornam líquidos.

US$ 197 bilhões em capital precisam vir de algum lugar

Em 2025, o mercado de IPO dos EUA gerou US$ 44 bilhões em receitas totais. Nos últimos 10 anos, a captação total via IPOs nos EUA foi de US$ 469 bilhões. A SpaceX mira atualmente uma avaliação em torno de US$ 1,75 trilhão, com previsão de captar entre US$ 50 bilhões e US$ 70 bilhões. Incluindo OpenAI e Anthropic, ambas com intenção de abrir capital neste ano, a demanda agregada de recursos chega a US$ 104 bilhões a US$ 197 bilhões. Este valor estimado já considera um percentual inicial de ações menor, de cerca de 5% a 10%, bem abaixo do padrão de 15% das ofertas públicas iniciais típicas.

Normalmente, IPOs envolvem a oferta de 15% a 25% das ações ao mercado, equilibrando liquidez para descoberta de preço e controle dos fundadores e investidores iniciais. O Facebook ofertou 15% e o Google 19%. No entanto, a demanda total por capital para SpaceX, OpenAI e Anthropic ultrapassaria US$ 400 bilhões caso adotassem o padrão de 15% de oferta, valor próximo ao total captado pelo mercado de IPOs dos EUA entre 2016 e 2025. Isso torna um float de 15% inviável. O percentual inicial de ações dessas empresas deverá ser bem menor, com 5% a 10% como patamar mais realista.

Fonte: https://x.com/ttunguz/status/2025982593573994804/photo/1

O primeiro impacto direto é a redução das ofertas menores neste ano, pois a capacidade do mercado está limitada e o ambiente é seletivo. A Kraken já adiou seu IPO até que as condições melhorem, sinal precoce do efeito de exclusão trazido pelos mega-IPOs.

O capital direcionado para mega-IPOs comprime as valorizações de ações de crescimento e menor capitalização, do Bitcoin e do setor cripto de maneira geral, já que os investidores precisam captar recursos para subscrição. Além do fluxo de capital, essas grandes ofertas capturam atenção da mídia financeira e também atividade especulativa do varejo, enfraquecendo o desempenho de ativos concorrentes pelo mesmo investidor marginal.

Mega-IPOs sinalizam topo de mercado?

Há uma interpretação comum de que grandes aberturas de capital sinalizam ponto máximo de euforia, pois empresas e fundos buscam listar quando o sentimento está elevado e as valorizações esticadas. Esse argumento faz sentido: os mercados de ações dos EUA seguem com altas avaliações mesmo após o recente ajuste decorrente da guerra no Irã.

O índice CAPE (Cyclically Adjusted Price-to-Earnings) do S&P 500 segue em patamares historicamente elevados. Este indicador oferece uma leitura mais ampla de avaliação, pois ajusta por inflação e suaviza o lucro por ação ao longo de 10 anos.

Fonte: MacroMicro https://en.macromicro.me/series/1632/us-shiller-cape

O histórico sobre mega-IPOs indicarem topo de mercado é, contudo, misto. AT&T em 2000 e Rivian em 2021 ocorreram próximos a picos genuínos, os dois exemplos mais evidentes de resposta positiva. Contudo, após Facebook e Alibaba o mercado seguiu em alta. O padrão é que mega-IPOs refletem ambiente de alta avaliação, servindo como termômetro de sentimento tardio, mas não marcam necessariamente o topo exato do mercado.

Fonte: BloFin Research (com auxílio do Claude)

A onda de mega-IPOs deste ano traz um fator adicional de complexidade: o momento do mercado é de rotação, e não de euforia. Na euforia, todos os ativos sobem juntos, múltiplos P/L se expandem em todo lugar e o apetite por risco é generalizado em ações e cripto.

O cenário atual difere. Alguns ativos registram máximas enquanto outros já estão em mercados de baixa, múltiplos se comprimem em operações congestionadas e a seleção substitui o movimento indiscriminado de compra.

Há direção nessa rotação. O capital está saindo de dois setores: ativos impactados por IA, empresas de software com alto valor de mercado onde a tecnologia comprime margens e substitui líderes, e nomes próximos de IA que acumularam grandes ganhos entre 2023 e 2025 e agora precisam apresentar resultados para justificar seus múltiplos. O fluxo vai para ativos com gargalos físicos, em que a demanda é estrutural e a oferta limitada.

O setor de energia é o principal beneficiado. O atual conflito no Irã adicionou prêmio de risco geopolítico ao petróleo. Além da energia, materiais básicos, utilidades e indústrias se beneficiam de vetores de apoio que faltaram na maior parte da última década. Geopoliticamente, os EUA buscam reconstruir sua base industrial, encorajar produção interna e redirecionar recursos para ampliar capacidade de defesa. O avanço de IA demanda insumos físicos em larga escala: cobre, aço, transformadores elétricos, infraestrutura de rede. Esses setores tiveram desempenho historicamente inferior ao da tecnologia nos últimos anos, mas as condições que causaram essa desvantagem começam a se reverter.

Fonte: Statestreet

O cenário adequado para o mercado geral, portanto, não é um topo amplo, mas sim uma mudança de regime dentro das ações. Setores impactados pela inteligência artificial continuam enfrentando dificuldades: o IGV acumula queda de 23,5% no ano. Empresas relacionadas à IA precisam absorver os ganhos de 2023 a 2025 antes de uma nova valorização. Setores expostos a entraves físicos, como energia, materiais, serviços públicos e industriais, estão nos primeiros estágios de uma reprecificação que pode durar vários anos. O mercado como um todo se mantém, mas a distribuição dos retornos muda de forma expressiva internamente.

O que isso significa para o Bitcoin?

O efeito dessas mega-IPOs sobre o Bitcoin é uma questão de liquidez.

Desde a aprovação dos ETFs à vista em janeiro de 2024, os ETFs de Bitcoin tornaram-se um canal importante para a entrada de capital institucional no ativo. Como esses fundos são negociados no mercado acionário dos EUA, utilizam o mesmo fluxo de recursos das alocações em mega-IPOs. Assim, os dados de fluxo dos ETFs são o principal indicador da pressão de liquidez sobre o Bitcoin durante o período de emissão.

Com as três empresas buscando captar até US$ 197 bilhões juntas, a liquidez disponível no mercado será reduzida de forma significativa. Nos momentos de pico das ofertas, a expectativa é que o Bitcoin opere em faixa de preço definida, sendo o saldo líquido dos ETFs o principal indicador a ser monitorado.

Reciclagem de capital pós-lockup

O impacto sobre o Bitcoin pode se inverter de forma relevante quando os períodos de lockup terminarem. Nenhuma das três empresas havia protocolado S-1 até o fim de março de 2026, portanto, os termos de lockup ainda não foram divulgados formalmente. A prática comum nos IPOs tecnológicos nos EUA é o bloqueio por 180 dias após a abertura de capital. Caso as listagens ocorram entre meados e o fim de 2026, a liquidez de funcionários e investidores de risco será liberada entre o início e metade de 2027.

Historicamente, esse capital é reinvestido em venture capital, aportes-anjo e ativos especulativos em taxas acima da média. A fatia direcionada à cripto nesse movimento tende a ser maior do que em ciclos anteriores de liquidez tecnológica. A SpaceX mantém Bitcoin em seu balanço, sinalizando confiança institucional no ativo como posição de tesouraria. O World Network, projeto de Sam Altman (antigo Worldcoin), cria outro elo com o ecossistema de cripto vinculado à OpenAI.

Aviso: As informações apresentadas aqui não constituem aconselhamento de investimento, orientação financeira, indicação de negociação ou qualquer outro tipo de recomendação e não devem ser interpretadas dessa forma. Todo o conteúdo abaixo tem caráter estritamente informativo.

O artigo BloFin Research: a questão de US$ 197 bilhões, como mega IPOs transformam mercados e cripto foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Skatīt tulkojumu
Guerra no Irã revela novo uso do Bitcoin e muda projeções de preçoMatt Hougan, diretor de investimentos da Bitwise, afirma que a valorização do Bitcoin (BTC) desde o início do conflito com o Irã não é um acaso. Segundo ele, isso reflete uma reprecificação estrutural do BTC como ouro digital e como moeda. O argumento se baseia em um conceito que Hougan chama de “duas apostas em uma só.” Nos últimos cinco anos, o mercado avaliou o Bitcoin quase exclusivamente como reserva de valor. A decisão do Irã de cobrar pedágios em cripto em uma das rotas marítimas mais movimentadas do mundo indica que um segundo uso, potencialmente muito mais amplo, está em destaque. O Bitcoin não é mais apenas ouro digital e as projeções de preço não acompanharam essa mudança Em uma publicação feita nesta semana, Hougan destacou a força do BTC durante o conflito. O Bitcoin subiu 12,25% após os ataques aéreos dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciados em 28 de fevereiro. A criptomoeda apresentou desempenho muito superior em relação ao ouro (queda de 8,69%) e ao S&P 500 (alta de apenas 1,29%), contrariando expectativas de que o BTC teria forte vendas por ser considerado um ativo de risco em cenários de instabilidade geopolítica. “Alguns argumentam que a geopolítica é irrelevante para o Bitcoin, enquanto outros apontam que guerras, em geral, levam à emissão de moeda, o que tende a impulsionar o Bitcoin no longo prazo. Ambos estão errados. A força do Bitcoin nesse momento está diretamente ligada ao próprio conflito”, afirmou Hougan. Desempenho do Bitcoin, Ouro e S&P 500 desde o início do conflito entre EUA e Irã. Fonte: TradingView Hougan defende que cada investidor em Bitcoin faz duas apostas ao mesmo tempo. A primeira é a já conhecida tese do ouro digital. “Quem investe está apostando que o Bitcoin se tornará o ‘ouro digital’ e vai rivalizar com o ouro físico em um mercado de reserva de valor avaliado em US$ 38 trilhões. Essa função atual do Bitcoin é extremamente interessante. Já destaquei anteriormente que o Bitcoin pode atingir US$ 1 milhão se conquistar só 17% desse mercado nos próximos dez anos”, acrescentou. O segundo aspecto, no entanto, chama mais atenção. Depende da chance de que o Bitcoin “possa atuar como uma moeda tradicional.” “Sempre enxerguei essa segunda aposta como uma opção de compra fora do dinheiro, ou seja, uma aposta especulativa em um futuro improvável,” avaliou Hougan. Até pouco tempo, essa perspectiva parecia distante. No entanto, Hougan destaca a decisão de 2022 por Estados Unidos, Comissão Europeia, França, Alemanha, Itália, Reino Unido e Canadá de excluir bancos russos selecionados do sistema SWIFT. Como consequência, países como a China criaram sistemas financeiros alternativos, enquanto a Rússia transferiu quase todas as suas operações para essas redes. “Na época, considerei que usar o SWIFT como arma poderia, um dia, abrir espaço para o Bitcoin: se os países passassem a relutar em operar com dólares, faria sentido optarem, em determinado momento, por uma alternativa apolítica. De fato, durante o conflito no Irã, vimos um dos primeiros e mais desconfortáveis exemplos desse processo,” explicou Hougan. Pedágio em Bitcoin no Irã reforçou a tese monetária O BeInCrypto revelou que o Irã planejava cobrar um pedágio de US$ 1 por barril em navios que cruzam o estreito de Ormuz, pago em Bitcoin. A ação levanta dúvidas sobre cumprimento de sanções internacionais. Contudo, de acordo com Hougan, “Ao mesmo tempo, isso indica uma realidade que vai além do conflito atual: em um mundo onde os países usam seus sistemas financeiros como ferramentas, o Bitcoin surge como alternativa apolítica.” Hougan analisou o potencial do BTC enquanto moeda usando a teoria de precificação de opções. Uma opção de compra fora do dinheiro ganha valor quando acontecem dois fatores: aumento na chance de alcançar o preço-alvo ou maior volatilidade no mercado relacionado. O conflito envolvendo o Irã trouxe os dois cenários. A probabilidade de o Bitcoin funcionar como moeda aumentou com a implementação do pedágio. Além disso, a instabilidade do sistema monetário mundial aumentou. Para Hougan, essa análise aponta duas implicações importantes para o caminho do Bitcoin. Primeiro, sugere que o ativo pode se valorizar durante períodos de tensão geopolítica, especialmente em áreas sob influência dos Estados Unidos e da China. Segundo, indica que o potencial de mercado do Bitcoin ultrapassa o valor de US$ 38 trilhões do ouro. “Nos últimos cinco anos falamos apenas do Bitcoin como ‘reserva de valor’. Se o ativo passar a desempenhar duplo papel, como reserva (semelhante ao ouro) e moeda efetiva (como o dólar), será necessário rever as projeções para cima,” avaliou Hougan. Assim, a narrativa de “reserva de valor” dos últimos cinco anos serviu ao Bitcoin. O novo cenário pode superá-lo ainda mais. O artigo Guerra no Irã revela novo uso do Bitcoin e muda projeções de preço foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Guerra no Irã revela novo uso do Bitcoin e muda projeções de preço

Matt Hougan, diretor de investimentos da Bitwise, afirma que a valorização do Bitcoin (BTC) desde o início do conflito com o Irã não é um acaso. Segundo ele, isso reflete uma reprecificação estrutural do BTC como ouro digital e como moeda.

O argumento se baseia em um conceito que Hougan chama de “duas apostas em uma só.” Nos últimos cinco anos, o mercado avaliou o Bitcoin quase exclusivamente como reserva de valor. A decisão do Irã de cobrar pedágios em cripto em uma das rotas marítimas mais movimentadas do mundo indica que um segundo uso, potencialmente muito mais amplo, está em destaque.

O Bitcoin não é mais apenas ouro digital e as projeções de preço não acompanharam essa mudança

Em uma publicação feita nesta semana, Hougan destacou a força do BTC durante o conflito. O Bitcoin subiu 12,25% após os ataques aéreos dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciados em 28 de fevereiro.

A criptomoeda apresentou desempenho muito superior em relação ao ouro (queda de 8,69%) e ao S&P 500 (alta de apenas 1,29%), contrariando expectativas de que o BTC teria forte vendas por ser considerado um ativo de risco em cenários de instabilidade geopolítica.

“Alguns argumentam que a geopolítica é irrelevante para o Bitcoin, enquanto outros apontam que guerras, em geral, levam à emissão de moeda, o que tende a impulsionar o Bitcoin no longo prazo. Ambos estão errados. A força do Bitcoin nesse momento está diretamente ligada ao próprio conflito”, afirmou Hougan.

Desempenho do Bitcoin, Ouro e S&P 500 desde o início do conflito entre EUA e Irã. Fonte: TradingView

Hougan defende que cada investidor em Bitcoin faz duas apostas ao mesmo tempo. A primeira é a já conhecida tese do ouro digital.

“Quem investe está apostando que o Bitcoin se tornará o ‘ouro digital’ e vai rivalizar com o ouro físico em um mercado de reserva de valor avaliado em US$ 38 trilhões. Essa função atual do Bitcoin é extremamente interessante. Já destaquei anteriormente que o Bitcoin pode atingir US$ 1 milhão se conquistar só 17% desse mercado nos próximos dez anos”, acrescentou.

O segundo aspecto, no entanto, chama mais atenção. Depende da chance de que o Bitcoin “possa atuar como uma moeda tradicional.”

“Sempre enxerguei essa segunda aposta como uma opção de compra fora do dinheiro, ou seja, uma aposta especulativa em um futuro improvável,” avaliou Hougan.

Até pouco tempo, essa perspectiva parecia distante. No entanto, Hougan destaca a decisão de 2022 por Estados Unidos, Comissão Europeia, França, Alemanha, Itália, Reino Unido e Canadá de excluir bancos russos selecionados do sistema SWIFT.

Como consequência, países como a China criaram sistemas financeiros alternativos, enquanto a Rússia transferiu quase todas as suas operações para essas redes.

“Na época, considerei que usar o SWIFT como arma poderia, um dia, abrir espaço para o Bitcoin: se os países passassem a relutar em operar com dólares, faria sentido optarem, em determinado momento, por uma alternativa apolítica. De fato, durante o conflito no Irã, vimos um dos primeiros e mais desconfortáveis exemplos desse processo,” explicou Hougan.

Pedágio em Bitcoin no Irã reforçou a tese monetária

O BeInCrypto revelou que o Irã planejava cobrar um pedágio de US$ 1 por barril em navios que cruzam o estreito de Ormuz, pago em Bitcoin. A ação levanta dúvidas sobre cumprimento de sanções internacionais. Contudo, de acordo com Hougan,

“Ao mesmo tempo, isso indica uma realidade que vai além do conflito atual: em um mundo onde os países usam seus sistemas financeiros como ferramentas, o Bitcoin surge como alternativa apolítica.”

Hougan analisou o potencial do BTC enquanto moeda usando a teoria de precificação de opções. Uma opção de compra fora do dinheiro ganha valor quando acontecem dois fatores: aumento na chance de alcançar o preço-alvo ou maior volatilidade no mercado relacionado.

O conflito envolvendo o Irã trouxe os dois cenários. A probabilidade de o Bitcoin funcionar como moeda aumentou com a implementação do pedágio. Além disso, a instabilidade do sistema monetário mundial aumentou.

Para Hougan, essa análise aponta duas implicações importantes para o caminho do Bitcoin. Primeiro, sugere que o ativo pode se valorizar durante períodos de tensão geopolítica, especialmente em áreas sob influência dos Estados Unidos e da China. Segundo, indica que o potencial de mercado do Bitcoin ultrapassa o valor de US$ 38 trilhões do ouro.

“Nos últimos cinco anos falamos apenas do Bitcoin como ‘reserva de valor’. Se o ativo passar a desempenhar duplo papel, como reserva (semelhante ao ouro) e moeda efetiva (como o dólar), será necessário rever as projeções para cima,” avaliou Hougan.

Assim, a narrativa de “reserva de valor” dos últimos cinco anos serviu ao Bitcoin. O novo cenário pode superá-lo ainda mais.

O artigo Guerra no Irã revela novo uso do Bitcoin e muda projeções de preço foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Bitcoin pode congelar endereços antigos devido a risco quântico: o que é o BIP-361?A nova proposta BIP-361 do Bitcoin busca congelar endereços vulneráveis diante de possíveis ataques quânticos no futuro. O debate está aberto: proteger a rede ou preservar sua filosofia original. O BIP-361 “Post Quantum Migration and Legacy Signature Sunset” é uma proposta técnica que visa proteger o Bitcoin contra eventuais ataques quânticos, congelando endereços vulneráveis que possuem chaves públicas expostas. A ideia parte de um problema concreto. Alguns endereços antigos exibem a chave pública na rede. Caso a computação quântica avance o suficiente, essas chaves podem ser decifradas. 🚨 6 desarrolladores de Bitcoin acaban de proponer un plan para proteger la red de los ordenadores cuánticos. ⚛️ La idea es eliminar poco a poco las direcciones antiguas vulnerables, incluyendo las de Satoshi. Fase A: no se podrá enviar a direcciones antiguas. Fase B: esas… pic.twitter.com/ykCEbSHxGN — BeInCrypto Español 🗞 (@beincrypto_es) April 15, 2026 Isso permitiria que um invasor obtivesse chaves privadas e movimentasse fundos sem autorização. Atualmente, isso não é possível, mas o risco aumenta a longo prazo. Estima-se que quase 7 milhões de BTC possam estar em endereços com esse tipo de exposição. Isso torna o tema estruturante. Impacto potencial da BIP-361 e por que a computação quântica preocupa desenvolvedores do Bitcoin O Bitcoin utiliza criptografia avançada para assegurar as transações. Porém, essa segurança depende dos limites computacionais atuais. Computadores quânticos podem modificar esse cenário. A capacidade dessas máquinas para resolver cálculos complexos poderia quebrar sistemas criptográficos hoje utilizados. Embora a tecnologia ainda não tenha alcançado esse estágio, desenvolvedores consideram prudente antecipar soluções. A proposta pretende agir antes que exista uma ameaça real. A meta não é reagir a um ataque, mas prevenir que ele aconteça. Isso representa uma diferença importante em relação a crises anteriores do setor. O plano é dividido em várias fases: Primeiro, novas transações para endereços vulneráveis seriam restringidas. Isso incentivaria a migração de fundos por parte dos usuários. Na sequência, seria restringido o uso de métodos antigos de assinatura. Assim, impediria gastos futuros de endereços inseguros. Por fim, considera-se a possibilidade de recuperação dos ativos por meio de novas soluções criptográficas, como provas avançadas que validam a propriedade sem expor informações. “… [BIP-361] sugere o congelamento de endereços antigos do Bitcoin considerados vulneráveis a ataques quânticos — principalmente endereços P2PK com chaves públicas já expostas — para impedir que futuros computadores quânticos derivem as chaves privadas a partir das informações públicas e roubem fundos”, afirmou Wu Blockchain. 🚨SATOSHI COINS COULD BE FROZEN Bitcoin developers have proposed BIP-361, which suggests freezing early Bitcoin addresses considered to have quantum vulnerabilities. This will prevent future quantum computers from deriving private keys and stealing funds of the likes of Satoshi… pic.twitter.com/oDLor6HkqB — Max Crypto (@MaxCrypto) April 15, 2026 Essa abordagem oferece tempo para adaptação dos usuários, além de estabelecer um marco claro para a transição rumo à maior segurança. A proposta gerou debate na comunidade. Para alguns, o congelamento de endereços contraria o princípio de controle absoluto pelo usuário. Outros avaliam que a inação pode ser ainda mais prejudicial. Um ataque bem-sucedido afetaria a confiança em toda a rede. “… Essa proposta quântica é bastante autoritária e confiscatória, claro, é do Lopp. Não há justificativa adequada para forçar a atualização e invalidar gastos antigos. A atualização deveria ser 100% voluntária”, criticou Cato The Elder. O dilema é explícito. Vale mais limitar certos fundos para preservar o sistema ou manter liberdade total, apesar do risco maior? Por ora, o BIP-361 segue em discussão, sem aprovação ou implementação. BIP-361 freezing quantum-vulnerable addresses is the right call. old P2PK coins sitting there with exposed keys? quantum computers will eat them alive one day. better to lock the weak spots now than cry later when sats vanish. proactive security > purity theater. encrypt… https://t.co/3qjzTFgjEI — Crypto Jargon (@Crypto_Jargon) April 15, 2026 Em resumo O Bitcoin enfrenta um novo desafio diante da possível chegada da computação quântica e suas implicações para a segurança dos endereços antigos. A proposta BIP-361 busca prevenir ataques ao congelar endereços vulneráveis antes que avanços tecnológicos permitam explorar fragilidades criptográficas existentes. Mais de 34% do fornecimento pode estar exposto, tornando o problema estrutural para o futuro do sistema. O plano possui fases que incentivam a migração de recursos para endereços mais seguros no ecossistema. O debate gira em torno do equilíbrio entre segurança e princípios fundamentais, especialmente o controle absoluto do usuário, uma das marcas do Bitcoin desde sua origem. O artigo Bitcoin pode congelar endereços antigos devido a risco quântico: o que é o BIP-361? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Bitcoin pode congelar endereços antigos devido a risco quântico: o que é o BIP-361?

A nova proposta BIP-361 do Bitcoin busca congelar endereços vulneráveis diante de possíveis ataques quânticos no futuro. O debate está aberto: proteger a rede ou preservar sua filosofia original.

O BIP-361 “Post Quantum Migration and Legacy Signature Sunset” é uma proposta técnica que visa proteger o Bitcoin contra eventuais ataques quânticos, congelando endereços vulneráveis que possuem chaves públicas expostas.

A ideia parte de um problema concreto. Alguns endereços antigos exibem a chave pública na rede. Caso a computação quântica avance o suficiente, essas chaves podem ser decifradas.

🚨 6 desarrolladores de Bitcoin acaban de proponer un plan para proteger la red de los ordenadores cuánticos. ⚛️

La idea es eliminar poco a poco las direcciones antiguas vulnerables, incluyendo las de Satoshi.

Fase A: no se podrá enviar a direcciones antiguas.
Fase B: esas… pic.twitter.com/ykCEbSHxGN

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Isso permitiria que um invasor obtivesse chaves privadas e movimentasse fundos sem autorização. Atualmente, isso não é possível, mas o risco aumenta a longo prazo.

Estima-se que quase 7 milhões de BTC possam estar em endereços com esse tipo de exposição. Isso torna o tema estruturante.

Impacto potencial da BIP-361 e por que a computação quântica preocupa desenvolvedores do Bitcoin

O Bitcoin utiliza criptografia avançada para assegurar as transações. Porém, essa segurança depende dos limites computacionais atuais. Computadores quânticos podem modificar esse cenário. A capacidade dessas máquinas para resolver cálculos complexos poderia quebrar sistemas criptográficos hoje utilizados.

Embora a tecnologia ainda não tenha alcançado esse estágio, desenvolvedores consideram prudente antecipar soluções. A proposta pretende agir antes que exista uma ameaça real.

A meta não é reagir a um ataque, mas prevenir que ele aconteça. Isso representa uma diferença importante em relação a crises anteriores do setor. O plano é dividido em várias fases:

Primeiro, novas transações para endereços vulneráveis seriam restringidas. Isso incentivaria a migração de fundos por parte dos usuários.

Na sequência, seria restringido o uso de métodos antigos de assinatura. Assim, impediria gastos futuros de endereços inseguros.

Por fim, considera-se a possibilidade de recuperação dos ativos por meio de novas soluções criptográficas, como provas avançadas que validam a propriedade sem expor informações.

“… [BIP-361] sugere o congelamento de endereços antigos do Bitcoin considerados vulneráveis a ataques quânticos — principalmente endereços P2PK com chaves públicas já expostas — para impedir que futuros computadores quânticos derivem as chaves privadas a partir das informações públicas e roubem fundos”, afirmou Wu Blockchain.

🚨SATOSHI COINS COULD BE FROZEN

Bitcoin developers have proposed BIP-361, which suggests freezing early Bitcoin addresses considered to have quantum vulnerabilities.

This will prevent future quantum computers from deriving private keys and stealing funds of the likes of Satoshi… pic.twitter.com/oDLor6HkqB

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Essa abordagem oferece tempo para adaptação dos usuários, além de estabelecer um marco claro para a transição rumo à maior segurança.

A proposta gerou debate na comunidade. Para alguns, o congelamento de endereços contraria o princípio de controle absoluto pelo usuário. Outros avaliam que a inação pode ser ainda mais prejudicial. Um ataque bem-sucedido afetaria a confiança em toda a rede.

“… Essa proposta quântica é bastante autoritária e confiscatória, claro, é do Lopp. Não há justificativa adequada para forçar a atualização e invalidar gastos antigos. A atualização deveria ser 100% voluntária”, criticou Cato The Elder.

O dilema é explícito. Vale mais limitar certos fundos para preservar o sistema ou manter liberdade total, apesar do risco maior? Por ora, o BIP-361 segue em discussão, sem aprovação ou implementação.

BIP-361 freezing quantum-vulnerable addresses is the right call.

old P2PK coins sitting there with exposed keys? quantum computers will eat them alive one day. better to lock the weak spots now than cry later when sats vanish.

proactive security > purity theater. encrypt… https://t.co/3qjzTFgjEI

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Em resumo

O Bitcoin enfrenta um novo desafio diante da possível chegada da computação quântica e suas implicações para a segurança dos endereços antigos.

A proposta BIP-361 busca prevenir ataques ao congelar endereços vulneráveis antes que avanços tecnológicos permitam explorar fragilidades criptográficas existentes.

Mais de 34% do fornecimento pode estar exposto, tornando o problema estrutural para o futuro do sistema.

O plano possui fases que incentivam a migração de recursos para endereços mais seguros no ecossistema.

O debate gira em torno do equilíbrio entre segurança e princípios fundamentais, especialmente o controle absoluto do usuário, uma das marcas do Bitcoin desde sua origem.

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Da NASA à cripto: a trajetória inesperada de Benjamin CowenBenjamin Cowen passou anos dizendo o que poucos querem ouvir. Sem sensacionalismo, parcerias pagas ou promessas de encontrar a próxima altcoin que valorizará 100 vezes. Em um setor onde opiniões são comercializadas, ele construiu uma das vozes mais confiáveis da cripto com base em uma verdade simples e desconfortável: “É difícil encontrar pessoas nesse setor cujas opiniões não são compradas. Muitas vezes, as opiniões realmente foram pagas.” A diferença da afirmação de Cowen está em sua origem, e na bagagem que trouxe até aqui. O laboratório que formou Benjamin Cowen Antes de ser conhecido por centenas de milhares de inscritos em seu canal, Benjamin Cowen estava mergulhado em um laboratório universitário, estudando danos por radiação utilizando dinâmica molecular e microscopia eletrônica de transmissão. Entre 2013 e 2018, seu cotidiano era pautado por artigos revisados por pares, supervisores rigorosos e um compromisso intelectual que não admitia atalhos. Ao defender sua tese, já contabilizava cerca de dez a onze publicações científicas. Segundo ele, essa base foi fundamental. “Não acho que eu tivesse uma ética de trabalho tão forte antes do doutorado. Mas quando entrei no doutorado, precisei me dedicar muito mais. Se está realizando um experimento, não importa se já trabalhou quarenta horas naquela semana. É preciso continuar e lidar com a situação.” O período de pós-graduação mudou sua mentalidade. O laboratório não fecha porque você já cumpriu quarenta horas: é preciso comparecer da mesma forma. Essa lição permaneceu. Choque cultural: da academia para a cripto Ao criar seu canal no YouTube, IntoTheCryptoverse, Cowen percebeu que a transição da academia para a cripto foi natural em certo sentido — mas também bastante desafiadora em outro. A disciplina de trabalho se encaixou perfeitamente. Já a cultura, não. “No meu mundo, não se fala com as pessoas daquela forma. Na academia, todos agem com respeito e profissionalismo. Ninguém responde no X às 3h da manhã com insultos pesados.” Durante um tempo, isso o afetou. Um comentário negativo podia ofuscar dez positivos e permanecer ao longo do dia. Apesar disso, seguiu produzindo. Cinco, seis, às vezes até oito ou nove vídeos por semana. Manteve a regularidade aprendida no doutorado, adaptando-se ao ritmo acelerado da plataforma. O ponto de virada foi gradual. Ele percebeu que, no ambiente cripto, o indivíduo é visto como otimista ou pessimista. Não existe um meio-termo capaz de agradar a todos. “De fato, não importa o que eu diga, sempre haverá um grupo de pessoas que simplesmente não aceita minhas opiniões.” Depois de aceitar isso, os comentários negativos perderam importância. Atualmente, dois ou três anos após mudar sua abordagem, Benjamin Cowen quase não se abala com críticas. Um princípio permaneceu constante Durante todo o processo, o que o manteve centrado não foi o canal, nem as análises ou o portfólio. Foi algo mais básico. “A maior forma de riqueza é a família, na minha visão. Eu abriria mão de todo o Bitcoin que já tive pela minha família.” Em um mercado que frequentemente incentiva avaliar o valor pessoal pelo patrimônio, essa clareza é mais rara do que se imagina. Isso também revela por que sua audiência continua fiel, não pelos palpites ou previsões, mas pela perspectiva de alguém que nunca confundiu o mercado com aquilo que realmente importa. Benjamin Cowen não ingressou na cripto em busca de enriquecimento rápido. Chegou com o raciocínio científico, disciplina acadêmica e integridade para afirmar o que os dados mostram, mesmo quando o público prefere não ouvir. Em um setor que recompensa o entusiasmo exagerado, esse acabou sendo seu maior diferencial. O artigo Da NASA à cripto: a trajetória inesperada de Benjamin Cowen foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Da NASA à cripto: a trajetória inesperada de Benjamin Cowen

Benjamin Cowen passou anos dizendo o que poucos querem ouvir. Sem sensacionalismo, parcerias pagas ou promessas de encontrar a próxima altcoin que valorizará 100 vezes. Em um setor onde opiniões são comercializadas, ele construiu uma das vozes mais confiáveis da cripto com base em uma verdade simples e desconfortável:

“É difícil encontrar pessoas nesse setor cujas opiniões não são compradas. Muitas vezes, as opiniões realmente foram pagas.”

A diferença da afirmação de Cowen está em sua origem, e na bagagem que trouxe até aqui.

O laboratório que formou Benjamin Cowen

Antes de ser conhecido por centenas de milhares de inscritos em seu canal, Benjamin Cowen estava mergulhado em um laboratório universitário, estudando danos por radiação utilizando dinâmica molecular e microscopia eletrônica de transmissão.

Entre 2013 e 2018, seu cotidiano era pautado por artigos revisados por pares, supervisores rigorosos e um compromisso intelectual que não admitia atalhos. Ao defender sua tese, já contabilizava cerca de dez a onze publicações científicas.

Segundo ele, essa base foi fundamental.

“Não acho que eu tivesse uma ética de trabalho tão forte antes do doutorado. Mas quando entrei no doutorado, precisei me dedicar muito mais. Se está realizando um experimento, não importa se já trabalhou quarenta horas naquela semana. É preciso continuar e lidar com a situação.”

O período de pós-graduação mudou sua mentalidade. O laboratório não fecha porque você já cumpriu quarenta horas: é preciso comparecer da mesma forma. Essa lição permaneceu.

Choque cultural: da academia para a cripto

Ao criar seu canal no YouTube, IntoTheCryptoverse, Cowen percebeu que a transição da academia para a cripto foi natural em certo sentido — mas também bastante desafiadora em outro. A disciplina de trabalho se encaixou perfeitamente. Já a cultura, não.

“No meu mundo, não se fala com as pessoas daquela forma. Na academia, todos agem com respeito e profissionalismo. Ninguém responde no X às 3h da manhã com insultos pesados.”

Durante um tempo, isso o afetou. Um comentário negativo podia ofuscar dez positivos e permanecer ao longo do dia. Apesar disso, seguiu produzindo. Cinco, seis, às vezes até oito ou nove vídeos por semana. Manteve a regularidade aprendida no doutorado, adaptando-se ao ritmo acelerado da plataforma.

O ponto de virada foi gradual. Ele percebeu que, no ambiente cripto, o indivíduo é visto como otimista ou pessimista. Não existe um meio-termo capaz de agradar a todos.

“De fato, não importa o que eu diga, sempre haverá um grupo de pessoas que simplesmente não aceita minhas opiniões.”

Depois de aceitar isso, os comentários negativos perderam importância. Atualmente, dois ou três anos após mudar sua abordagem, Benjamin Cowen quase não se abala com críticas.

Um princípio permaneceu constante

Durante todo o processo, o que o manteve centrado não foi o canal, nem as análises ou o portfólio. Foi algo mais básico.

“A maior forma de riqueza é a família, na minha visão. Eu abriria mão de todo o Bitcoin que já tive pela minha família.”

Em um mercado que frequentemente incentiva avaliar o valor pessoal pelo patrimônio, essa clareza é mais rara do que se imagina. Isso também revela por que sua audiência continua fiel, não pelos palpites ou previsões, mas pela perspectiva de alguém que nunca confundiu o mercado com aquilo que realmente importa.

Benjamin Cowen não ingressou na cripto em busca de enriquecimento rápido. Chegou com o raciocínio científico, disciplina acadêmica e integridade para afirmar o que os dados mostram, mesmo quando o público prefere não ouvir.

Em um setor que recompensa o entusiasmo exagerado, esse acabou sendo seu maior diferencial.

O artigo Da NASA à cripto: a trajetória inesperada de Benjamin Cowen foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Bitcoin em US$ 76 mil chama atenção de fundo nos EUA para lucrar com a altaO preço do Bitcoin chegou brevemente a US$ 76.100 em 14 de abril, mas recuou após forte pressão vendedora. A rejeição ocorreu no mesmo dia em que o Goldman Sachs entrou com pedido para lançar um Bitcoin Premium Income ETF. O novo fundo utiliza uma estratégia de covered call, que gera lucro quando o BTC oscila lateralmente ou registra alta modesta. Dessa forma, a resistência dos US$ 76 mil se torna mais do que um obstáculo técnico, pois é nesse patamar que o novo produto de Wall Street tem potencial para se destacar. Liquidações de posições vendidas impulsionam alta, mas open interest desaba O preço do Bitcoin avançou cerca de 4,4% nos últimos sete dias, porém a maior parte desse movimento ocorreu nas sessões mais recentes. Derivativos, e não demanda no mercado à vista, foram os principais responsáveis pela alta. Em 14 de abril, o open interest atingiu o pico de US$ 28,55 bilhões, com a taxa de financiamento do BTC negativa em 0,013%. Esse valor negativo indica que investidores com posições vendidas estavam pagando para mantê-las. Com o avanço do BTC, esses shorts possivelmente foram liquidados, o que impulsionou ainda mais o repique. No entanto, o cenário mudou rapidamente. O open interest caiu para US$ 8,42 bilhões, retração próxima de 70%. O financiamento recuou ainda mais para 0,048% negativo. Ao mesmo tempo, novas posições vendidas são abertas mesmo com o preço mantendo-se próximo das máximas locais. Open interest em derivativos: Santiment O pavio superior no candle diário de 14 de abril confirma que vendedores atuaram de forma intensa próximo dos US$ 76.100. A alta foi resultado dos derivativos, cuja força já se dissipou. A nova pressão poderá vir tanto de novas compras quanto de um novo short squeeze, dependendo das resistências acima. Além disso, o recente impulso seguido pela retração parece ter completado um padrão de xícara com alça no gráfico diário do Bitcoin. Padrão otimista do BTC: TradingView A linha do pescoço parece ser horizontal, próxima de US$ 76.132, enquanto o nível de invalidação está em US$ 64.900. O recuo atual pode estar formando a alça do padrão. Entretanto, uma importante zona on-chain chama a atenção. Uma barreira on-chain coincide com o novo ETF do Goldman A rejeição perto dos US$ 76 mil segue o padrão de resistência on-chain. Dados da CryptoQuant sobre o preço realizado por faixas etárias dos UTXOs, que acompanham o valor médio das compras de Bitcoin agrupadas pelo tempo de posse, mostram que o grupo de 1 a 3 meses está em US$ 76.662. Trata-se dos compradores mais ativos recentemente e, para o BTC avançar, será preciso superar o custo desse grupo. Faixas etárias do preço realizado do BTC UTXO: CryptoQuant No mesmo dia, 14 de abril, o Goldman Sachs protocolou junto à SEC o pedido para lançar o Bitcoin Premium Income ETF. O fundo vende opções de compra sobre as posições em ETFs de Bitcoin à vista, arrecadando prêmios em troca de limitar ganhos futuros. O analista Eric Balchunas, da Bloomberg, destacou que o pedido utiliza a estrutura ’40 Act’, com uma subsidiária nas Ilhas Cayman responsável por contornar restrições à posse de commodities. Interesting side note: this is a '40 Act filing so it has to use a Cayman Subsidiary to get around regulatory limitations re holding commodities. BlackRock meanwhile has a '33 Act product that is similar. Goldman may sense opp to leap frog them and/or is prob hearing from their… pic.twitter.com/KOoCK5sT6U — Eric Balchunas (@EricBalchunas) April 14, 2026 O produto tende a se sobressair quando o BTC oscila lateralmente ou cai de forma moderada. O momento do lançamento é importante. Se a barreira on-chain dos US$ 76.662 se sustentar e o BTC ficar abaixo dela, produtos como o ETF do Goldman ganham mais relevância. Apesar do padrão otimista no gráfico, esses fundos lucram justamente com o comportamento lateral observado atualmente. Para superar esse patamar, é fundamental que o open interest do Bitcoin volte a crescer junto à demanda compradora. Níveis de preço do Bitcoin determinam próximos movimentos Como mencionado, a linha do pescoço do padrão de continuação otimista permanece praticamente horizontal em US$ 76.132. A consolidação iniciada em 14 de abril pode originar a alça. Enquanto o BTC permanecer acima de US$ 70.559, o padrão segue válido. O alvo projetado é uma movimentação de 17,31%. Porém, apenas a linha do pescoço não basta. A barreira dos UTXOs em US$ 76.662, o nível 0,618 de Fibonacci em US$ 76.039 e o topo do recuo em US$ 76.132 estão concentrados na mesma região. Um fechamento diário acima de US$ 76.665 eliminaria essa resistência. Os próximos alvos seriam US$ 77.530, US$ 79.429, US$ 84.914 e a movimentação projetada próxima de US$ 89.272. Por outro lado, o cenário dos derivativos adiciona complexidade. Para uma alta sustentável, é necessário que o open interest suba juntamente com o preço. Sem isso, o financiamento negativo e o aumento das posições vendidas podem gerar um novo short squeeze, porém este tende a ser limitado. O suporte do Bitcoin está em US$ 73.944, no nível 0,382 de Fibonacci. Uma perda desse patamar exporia US$ 70.554, o que poderia enfraquecer o padrão. Contudo, apenas um fechamento abaixo de US$ 64.900 invalidaria totalmente o padrão de xícara com alça. Análise de preço do Bitcoin: TradingView Um fechamento diário acima de US$ 76.665 ativa o alvo em US$ 89.272. Caso feche abaixo de US$ 73.944, o momento volta para os vendidos. Esse cenário está de acordo com a lógica do novo ETF da Goldman. O artigo Bitcoin em US$ 76 mil chama atenção de fundo nos EUA para lucrar com a alta foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Bitcoin em US$ 76 mil chama atenção de fundo nos EUA para lucrar com a alta

O preço do Bitcoin chegou brevemente a US$ 76.100 em 14 de abril, mas recuou após forte pressão vendedora. A rejeição ocorreu no mesmo dia em que o Goldman Sachs entrou com pedido para lançar um Bitcoin Premium Income ETF.

O novo fundo utiliza uma estratégia de covered call, que gera lucro quando o BTC oscila lateralmente ou registra alta modesta. Dessa forma, a resistência dos US$ 76 mil se torna mais do que um obstáculo técnico, pois é nesse patamar que o novo produto de Wall Street tem potencial para se destacar.

Liquidações de posições vendidas impulsionam alta, mas open interest desaba

O preço do Bitcoin avançou cerca de 4,4% nos últimos sete dias, porém a maior parte desse movimento ocorreu nas sessões mais recentes. Derivativos, e não demanda no mercado à vista, foram os principais responsáveis pela alta.

Em 14 de abril, o open interest atingiu o pico de US$ 28,55 bilhões, com a taxa de financiamento do BTC negativa em 0,013%. Esse valor negativo indica que investidores com posições vendidas estavam pagando para mantê-las. Com o avanço do BTC, esses shorts possivelmente foram liquidados, o que impulsionou ainda mais o repique.

No entanto, o cenário mudou rapidamente. O open interest caiu para US$ 8,42 bilhões, retração próxima de 70%. O financiamento recuou ainda mais para 0,048% negativo. Ao mesmo tempo, novas posições vendidas são abertas mesmo com o preço mantendo-se próximo das máximas locais.

Open interest em derivativos: Santiment

O pavio superior no candle diário de 14 de abril confirma que vendedores atuaram de forma intensa próximo dos US$ 76.100. A alta foi resultado dos derivativos, cuja força já se dissipou. A nova pressão poderá vir tanto de novas compras quanto de um novo short squeeze, dependendo das resistências acima. Além disso, o recente impulso seguido pela retração parece ter completado um padrão de xícara com alça no gráfico diário do Bitcoin.

Padrão otimista do BTC: TradingView

A linha do pescoço parece ser horizontal, próxima de US$ 76.132, enquanto o nível de invalidação está em US$ 64.900. O recuo atual pode estar formando a alça do padrão. Entretanto, uma importante zona on-chain chama a atenção.

Uma barreira on-chain coincide com o novo ETF do Goldman

A rejeição perto dos US$ 76 mil segue o padrão de resistência on-chain. Dados da CryptoQuant sobre o preço realizado por faixas etárias dos UTXOs, que acompanham o valor médio das compras de Bitcoin agrupadas pelo tempo de posse, mostram que o grupo de 1 a 3 meses está em US$ 76.662. Trata-se dos compradores mais ativos recentemente e, para o BTC avançar, será preciso superar o custo desse grupo.

Faixas etárias do preço realizado do BTC UTXO: CryptoQuant

No mesmo dia, 14 de abril, o Goldman Sachs protocolou junto à SEC o pedido para lançar o Bitcoin Premium Income ETF. O fundo vende opções de compra sobre as posições em ETFs de Bitcoin à vista, arrecadando prêmios em troca de limitar ganhos futuros. O analista Eric Balchunas, da Bloomberg, destacou que o pedido utiliza a estrutura ’40 Act’, com uma subsidiária nas Ilhas Cayman responsável por contornar restrições à posse de commodities.

Interesting side note: this is a '40 Act filing so it has to use a Cayman Subsidiary to get around regulatory limitations re holding commodities. BlackRock meanwhile has a '33 Act product that is similar. Goldman may sense opp to leap frog them and/or is prob hearing from their… pic.twitter.com/KOoCK5sT6U

— Eric Balchunas (@EricBalchunas) April 14, 2026

O produto tende a se sobressair quando o BTC oscila lateralmente ou cai de forma moderada.

O momento do lançamento é importante. Se a barreira on-chain dos US$ 76.662 se sustentar e o BTC ficar abaixo dela, produtos como o ETF do Goldman ganham mais relevância. Apesar do padrão otimista no gráfico, esses fundos lucram justamente com o comportamento lateral observado atualmente. Para superar esse patamar, é fundamental que o open interest do Bitcoin volte a crescer junto à demanda compradora.

Níveis de preço do Bitcoin determinam próximos movimentos

Como mencionado, a linha do pescoço do padrão de continuação otimista permanece praticamente horizontal em US$ 76.132. A consolidação iniciada em 14 de abril pode originar a alça. Enquanto o BTC permanecer acima de US$ 70.559, o padrão segue válido. O alvo projetado é uma movimentação de 17,31%.

Porém, apenas a linha do pescoço não basta. A barreira dos UTXOs em US$ 76.662, o nível 0,618 de Fibonacci em US$ 76.039 e o topo do recuo em US$ 76.132 estão concentrados na mesma região. Um fechamento diário acima de US$ 76.665 eliminaria essa resistência. Os próximos alvos seriam US$ 77.530, US$ 79.429, US$ 84.914 e a movimentação projetada próxima de US$ 89.272.

Por outro lado, o cenário dos derivativos adiciona complexidade. Para uma alta sustentável, é necessário que o open interest suba juntamente com o preço. Sem isso, o financiamento negativo e o aumento das posições vendidas podem gerar um novo short squeeze, porém este tende a ser limitado.

O suporte do Bitcoin está em US$ 73.944, no nível 0,382 de Fibonacci. Uma perda desse patamar exporia US$ 70.554, o que poderia enfraquecer o padrão. Contudo, apenas um fechamento abaixo de US$ 64.900 invalidaria totalmente o padrão de xícara com alça.

Análise de preço do Bitcoin: TradingView

Um fechamento diário acima de US$ 76.665 ativa o alvo em US$ 89.272. Caso feche abaixo de US$ 73.944, o momento volta para os vendidos. Esse cenário está de acordo com a lógica do novo ETF da Goldman.

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