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Bitcoin se aproxima de dois sinais técnicos decisivos para uma nova tendência de altaO Bitcoin poderá formar amanhã, 8 de setembro, uma cruz de ouro em seu gráfico diário. O sinal acontece quando a média móvel simples de 50 dias cruza de baixo para cima a média de 200 dias, indicando que a recuperação recente ganhou força suficiente para superar a tendência de longo prazo. As médias estão muito próximas, mas o cruzamento ainda precisa ser efetivamente confirmado e poderá ser adiado caso o preço sofra uma queda mais forte. Ao mesmo tempo, o Bitcoin está tentando romper outro indicador importante: a média móvel de 50 semanas, atualmente próxima de US$ 79,7 mil. Depois de atuar como resistência durante a recuperação, essa média representa uma espécie de divisor entre a tendência de baixa e uma possível retomada mais consistente do mercado de alta. Mais importante do que ultrapassá-la momentaneamente será conseguir fechar a semana acima dela e, de preferência, transformá-la em suporte nas semanas seguintes. A combinação dos dois sinais teria um significado especialmente positivo. A cruz de ouro mostraria que a tendência de curto e médio prazo está superando a tendência mais longa no gráfico diário, enquanto o rompimento da média de 50 semanas indicaria uma mudança estrutural em uma escala ainda maior. Se isso vier acompanhado do rompimento da faixa de resistência entre US$ 81,5 mil e US$ 84,4 mil, com aumento do volume negociado, o argumento de que o fundo recente ficou para trás se tornará consideravelmente mais forte. Para o mercado cripto como um todo, essa confirmação dupla poderia recuperar a confiança dos investidores e estimular uma nova entrada de capital. Normalmente, o dinheiro chega primeiro ao Bitcoin e, posteriormente, pode se espalhar para Ethereum e outras criptomoedas. Nenhum desses indicadores garante uma valorização imediata, mas a cruz de ouro diária, somada a um fechamento semanal acima da média de 50 semanas, formaria um dos conjuntos técnicos mais favoráveis observados pelo Bitcoin nos últimos meses.

Bitcoin se aproxima de dois sinais técnicos decisivos para uma nova tendência de alta

O Bitcoin poderá formar amanhã, 8 de setembro, uma cruz de ouro em seu gráfico diário. O sinal acontece quando a média móvel simples de 50 dias cruza de baixo para cima a média de 200 dias, indicando que a recuperação recente ganhou força suficiente para superar a tendência de longo prazo. As médias estão muito próximas, mas o cruzamento ainda precisa ser efetivamente confirmado e poderá ser adiado caso o preço sofra uma queda mais forte.
Ao mesmo tempo, o Bitcoin está tentando romper outro indicador importante: a média móvel de 50 semanas, atualmente próxima de US$ 79,7 mil. Depois de atuar como resistência durante a recuperação, essa média representa uma espécie de divisor entre a tendência de baixa e uma possível retomada mais consistente do mercado de alta. Mais importante do que ultrapassá-la momentaneamente será conseguir fechar a semana acima dela e, de preferência, transformá-la em suporte nas semanas seguintes.
A combinação dos dois sinais teria um significado especialmente positivo. A cruz de ouro mostraria que a tendência de curto e médio prazo está superando a tendência mais longa no gráfico diário, enquanto o rompimento da média de 50 semanas indicaria uma mudança estrutural em uma escala ainda maior. Se isso vier acompanhado do rompimento da faixa de resistência entre US$ 81,5 mil e US$ 84,4 mil, com aumento do volume negociado, o argumento de que o fundo recente ficou para trás se tornará consideravelmente mais forte.
Para o mercado cripto como um todo, essa confirmação dupla poderia recuperar a confiança dos investidores e estimular uma nova entrada de capital. Normalmente, o dinheiro chega primeiro ao Bitcoin e, posteriormente, pode se espalhar para Ethereum e outras criptomoedas. Nenhum desses indicadores garante uma valorização imediata, mas a cruz de ouro diária, somada a um fechamento semanal acima da média de 50 semanas, formaria um dos conjuntos técnicos mais favoráveis observados pelo Bitcoin nos últimos meses.
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O mercado frequentemente se move na direção que você queria momentos depois que a sua paciência acabou e você desistiu…
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O Bitcoin é como a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci: ambos são obras-primas nascidas de um momento único da história — e, por isso, jamais poderão ser verdadeiramente recriados. #BTC #HODL
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É possível que algum dia seja criada uma altcoin capaz de superar o Bitcoin?Desde o surgimento do Bitcoin, milhares de criptomoedas foram criadas prometendo transações mais rápidas, taxas menores, maior privacidade ou funcionalidades mais avançadas. Algumas chegaram a alcançar valores de mercado bilionários, mas nenhuma conseguiu retirar do Bitcoin a posição de principal referência monetária do setor. Para Saifedean Ammous, autor do livro O Padrão Bitcoin, isso não acontece por acaso: o Bitcoin possui características históricas, econômicas e políticas que dificilmente poderão ser reproduzidas por uma moeda criada posteriormente. Ammous constrói sua tese a partir da história do dinheiro. Ao longo dos séculos, diferentes bens foram utilizados como moeda, mas as sociedades tenderam a abandonar os mais fáceis de produzir em favor daqueles cuja oferta era mais difícil de aumentar. Foi assim que o ouro superou outros metais e se tornou o principal ativo monetário do mundo. Na visão do autor, o Bitcoin representa uma evolução desse processo, pois apresenta uma oferta máxima conhecida e resistente ao aumento arbitrário. O grande feito do Bitcoin teria sido criar, pela primeira vez, uma escassez verdadeiramente digital. Antes dele, qualquer arquivo eletrônico podia ser copiado infinitamente, o que impedia sua utilização como dinheiro sem a presença de uma empresa, banco ou governo controlando os registros. O Bitcoin resolveu esse problema por meio de uma rede descentralizada, capaz de verificar a propriedade e impedir o gasto duplicado sem depender de uma autoridade central. Alguém poderia argumentar que basta copiar o código do Bitcoin e criar outra criptomoeda com o mesmo limite de 21 milhões de unidades. Para Ammous, porém, isso não destrói a escassez do Bitcoin. A criação de outros metais não aumenta a quantidade de ouro existente, assim como o lançamento de milhares de altcoins não aumenta a quantidade de bitcoins. Cada moeda constitui uma rede diferente, com sua própria oferta, credibilidade, segurança e conjunto de participantes. Outro obstáculo para uma eventual substituição é o poderoso efeito de rede do Bitcoin. Quanto maior o número de pessoas que utiliza e aceita uma moeda, maior tende a ser sua utilidade. Mais usuários produzem maior liquidez; maior liquidez atrai investidores e empresas; mais investimentos fortalecem a infraestrutura; e uma infraestrutura mais desenvolvida atrai novos usuários. Uma altcoin não precisaria apenas apresentar alguma vantagem técnica, mas superar todo esse ecossistema acumulado. A origem do Bitcoin também ocupa um lugar importante na argumentação de Ammous. Quando Satoshi Nakamoto colocou o sistema em funcionamento, os bitcoins praticamente não possuíam valor comercial. Não houve venda inicial, empresa controladora ou grupo de investidores recebendo moedas antecipadamente. Depois de alguns anos, Satoshi desapareceu e deixou a rede funcionando sem uma liderança permanente. Atualmente, quando todos sabem que uma criptomoeda pode alcançar valor bilionário, seria quase impossível reproduzir essa origem espontânea e desinteressada. A ausência de um controlador central torna a política monetária do Bitcoin especialmente confiável. Desenvolvedores podem propor alterações, mas não conseguem obrigar usuários, mineradores e operadores de nós a aceitá-las. Os mineradores precisam respeitar as regras reconhecidas pela rede para receber suas recompensas, enquanto os usuários possuem forte interesse em preservar as propriedades que dão valor às moedas que possuem. Desse equilíbrio entre grupos com interesses diferentes nasce a resistência do Bitcoin a mudanças arbitrárias. Nas altcoins, segundo Ammous, normalmente existe uma fundação, empresa ou equipe de fundadores com influência muito maior sobre o funcionamento da rede. Essas organizações podem modificar a emissão das moedas, alterar o protocolo, substituir o mecanismo de consenso ou interferir nas transações. Mesmo quando uma altcoin promete uma oferta máxima, essa escassez pode depender da confiança nas pessoas responsáveis pelo projeto. No Bitcoin, a dificuldade de alterar as regras seria justamente a característica que torna sua política monetária mais confiável. A segurança acumulada também representa uma barreira gigantesca. Quanto mais valioso o Bitcoin se torna, maior é o incentivo para investir em equipamentos e energia destinados à mineração, tornando um ataque à rede progressivamente mais caro. Ao mesmo tempo, cresce a infraestrutura formada por corretoras, carteiras, serviços de custódia, sistemas de pagamento e aplicações construídas sobre o protocolo. Uma nova criptomoeda começaria sem esse histórico, sem a mesma liquidez e com uma rede muito menos testada contra ataques e crises. Por isso, na tese de Saifedean Ammous, não basta que uma altcoin seja mais rápida, barata ou tecnologicamente sofisticada para superar o Bitcoin. Ela precisaria reproduzir sua origem sem controlador, conquistar uma rede maior, alcançar segurança superior e demonstrar uma política monetária igualmente resistente a interferências — tudo isso enquanto o próprio Bitcoin continua evoluindo. Não é uma impossibilidade matemática, mas uma improbabilidade econômica crescente: quanto mais tempo o Bitcoin permanece funcionando, mais confiança, segurança e relevância acumula, tornando cada vez mais difícil o surgimento de um “novo Bitcoin”.

É possível que algum dia seja criada uma altcoin capaz de superar o Bitcoin?

Desde o surgimento do Bitcoin, milhares de criptomoedas foram criadas prometendo transações mais rápidas, taxas menores, maior privacidade ou funcionalidades mais avançadas. Algumas chegaram a alcançar valores de mercado bilionários, mas nenhuma conseguiu retirar do Bitcoin a posição de principal referência monetária do setor. Para Saifedean Ammous, autor do livro O Padrão Bitcoin, isso não acontece por acaso: o Bitcoin possui características históricas, econômicas e políticas que dificilmente poderão ser reproduzidas por uma moeda criada posteriormente.
Ammous constrói sua tese a partir da história do dinheiro. Ao longo dos séculos, diferentes bens foram utilizados como moeda, mas as sociedades tenderam a abandonar os mais fáceis de produzir em favor daqueles cuja oferta era mais difícil de aumentar. Foi assim que o ouro superou outros metais e se tornou o principal ativo monetário do mundo. Na visão do autor, o Bitcoin representa uma evolução desse processo, pois apresenta uma oferta máxima conhecida e resistente ao aumento arbitrário.
O grande feito do Bitcoin teria sido criar, pela primeira vez, uma escassez verdadeiramente digital. Antes dele, qualquer arquivo eletrônico podia ser copiado infinitamente, o que impedia sua utilização como dinheiro sem a presença de uma empresa, banco ou governo controlando os registros. O Bitcoin resolveu esse problema por meio de uma rede descentralizada, capaz de verificar a propriedade e impedir o gasto duplicado sem depender de uma autoridade central.
Alguém poderia argumentar que basta copiar o código do Bitcoin e criar outra criptomoeda com o mesmo limite de 21 milhões de unidades. Para Ammous, porém, isso não destrói a escassez do Bitcoin. A criação de outros metais não aumenta a quantidade de ouro existente, assim como o lançamento de milhares de altcoins não aumenta a quantidade de bitcoins. Cada moeda constitui uma rede diferente, com sua própria oferta, credibilidade, segurança e conjunto de participantes.
Outro obstáculo para uma eventual substituição é o poderoso efeito de rede do Bitcoin. Quanto maior o número de pessoas que utiliza e aceita uma moeda, maior tende a ser sua utilidade. Mais usuários produzem maior liquidez; maior liquidez atrai investidores e empresas; mais investimentos fortalecem a infraestrutura; e uma infraestrutura mais desenvolvida atrai novos usuários. Uma altcoin não precisaria apenas apresentar alguma vantagem técnica, mas superar todo esse ecossistema acumulado.
A origem do Bitcoin também ocupa um lugar importante na argumentação de Ammous. Quando Satoshi Nakamoto colocou o sistema em funcionamento, os bitcoins praticamente não possuíam valor comercial. Não houve venda inicial, empresa controladora ou grupo de investidores recebendo moedas antecipadamente. Depois de alguns anos, Satoshi desapareceu e deixou a rede funcionando sem uma liderança permanente. Atualmente, quando todos sabem que uma criptomoeda pode alcançar valor bilionário, seria quase impossível reproduzir essa origem espontânea e desinteressada.
A ausência de um controlador central torna a política monetária do Bitcoin especialmente confiável. Desenvolvedores podem propor alterações, mas não conseguem obrigar usuários, mineradores e operadores de nós a aceitá-las. Os mineradores precisam respeitar as regras reconhecidas pela rede para receber suas recompensas, enquanto os usuários possuem forte interesse em preservar as propriedades que dão valor às moedas que possuem. Desse equilíbrio entre grupos com interesses diferentes nasce a resistência do Bitcoin a mudanças arbitrárias.
Nas altcoins, segundo Ammous, normalmente existe uma fundação, empresa ou equipe de fundadores com influência muito maior sobre o funcionamento da rede. Essas organizações podem modificar a emissão das moedas, alterar o protocolo, substituir o mecanismo de consenso ou interferir nas transações. Mesmo quando uma altcoin promete uma oferta máxima, essa escassez pode depender da confiança nas pessoas responsáveis pelo projeto. No Bitcoin, a dificuldade de alterar as regras seria justamente a característica que torna sua política monetária mais confiável.
A segurança acumulada também representa uma barreira gigantesca. Quanto mais valioso o Bitcoin se torna, maior é o incentivo para investir em equipamentos e energia destinados à mineração, tornando um ataque à rede progressivamente mais caro. Ao mesmo tempo, cresce a infraestrutura formada por corretoras, carteiras, serviços de custódia, sistemas de pagamento e aplicações construídas sobre o protocolo. Uma nova criptomoeda começaria sem esse histórico, sem a mesma liquidez e com uma rede muito menos testada contra ataques e crises.
Por isso, na tese de Saifedean Ammous, não basta que uma altcoin seja mais rápida, barata ou tecnologicamente sofisticada para superar o Bitcoin. Ela precisaria reproduzir sua origem sem controlador, conquistar uma rede maior, alcançar segurança superior e demonstrar uma política monetária igualmente resistente a interferências — tudo isso enquanto o próprio Bitcoin continua evoluindo. Não é uma impossibilidade matemática, mas uma improbabilidade econômica crescente: quanto mais tempo o Bitcoin permanece funcionando, mais confiança, segurança e relevância acumula, tornando cada vez mais difícil o surgimento de um “novo Bitcoin”.
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21 gigantes financeiros se unem para lançar uma stablecoin global em dólarVinte e uma das maiores instituições financeiras do mundo anunciaram um projeto conjunto para lançar uma nova stablecoin denominada em dólar. O grupo pretende constituir uma empresa independente no segundo semestre de 2026, ainda sujeita ao cumprimento de determinadas condições, e colocar a moeda digital em circulação no primeiro semestre de 2027. A iniciativa representa um avanço em relação ao projeto apresentado em outubro de 2025, quando apenas dez bancos estudavam a viabilidade de criar uma forma de dinheiro digital lastreada em reservas e disponível em blockchains públicas. A dimensão do consórcio chama atenção pela presença de instituições de alcance mundial. Na América do Norte participam Bank of America, Capital One, Citi, Fidelity Investments, Goldman Sachs, PNC Financial Services, Scotiabank, TD Bank Group, Wells Fargo e WisdomTree. O grupo europeu reúne Santander, BBVA, Commerzbank, Crédit Agricole, Deutsche Bank, Lloyds Banking Group, Rabobank e UBS. Também fazem parte da iniciativa o japonês MUFG Bank, a Sirius International Holding, de Abu Dhabi, e o Standard Bank, um dos maiores grupos financeiros da África. Portanto, não se trata apenas de um acordo entre bancos americanos, mas de uma aliança que conecta instituições de cinco grandes regiões econômicas. A proposta inicial é emitir uma stablecoin vinculada ao dólar e respaldada por reservas na proporção de um para um, de maneira que cada unidade digital corresponda a um dólar ou a ativos equivalentes mantidos como garantia. A nova empresa deverá operar globalmente e reunir a capacidade de distribuição dos bancos com estruturas de governança, gestão de riscos e controles de conformidade típicos do sistema financeiro tradicional. O nome da moeda, a blockchain ou as blockchains utilizadas, o modelo exato das reservas e as regras de emissão e resgate ainda não foram divulgados. A moeda foi concebida para atender operações de atacado, clientes institucionais e, nos mercados em que isso for permitido, usuários do varejo. Entre as aplicações mencionadas estão pagamentos internacionais e liquidação de ativos digitais, que poderiam ocorrer com menos intermediários e fora das limitações de horário dos sistemas bancários convencionais. O projeto pretende observar a legislação americana aplicável às stablecoins, especialmente o GENIUS Act, e o regulamento europeu MiCA. Depois da versão em dólar, o consórcio planeja avançar para moedas digitais vinculadas a outras divisas do G7, tendo uma stablecoin em euro como prioridade. Para o mercado cripto, a entrada coordenada de instituições como Goldman Sachs, Citi, Bank of America, Deutsche Bank e UBS pode representar um importante aumento de legitimidade e infraestrutura. Uma stablecoin distribuída por bancos globais poderá facilitar a chegada de empresas, fundos e investidores que ainda evitam moedas digitais emitidas por organizações nativas do setor. Também poderá aumentar a quantidade de dólares disponíveis nas blockchains, melhorar a liquidez dos mercados e aproximar o sistema bancário das operações realizadas continuamente, 24 horas por dia, com ativos digitais. O Bitcoin pode ser beneficiado indiretamente porque essa stablecoin funcionaria como uma ponte regulada entre o dinheiro tradicional e o universo cripto. Ela não seria uma concorrente direta do Bitcoin: continuaria representando o dólar, dependendo de reservas, instituições emissoras e regras governamentais, enquanto o Bitcoin permaneceria um ativo descentralizado e de oferta limitada. Ao facilitar a movimentação de capital dentro das blockchains, a iniciativa poderá tornar mais simples a compra e a negociação de Bitcoin e de outros criptoativos. O lançamento ainda não está garantido, mas o compromisso assumido por 21 gigantes financeiros demonstra que a infraestrutura blockchain está deixando de ser apenas uma alternativa ao sistema financeiro e começando a fazer parte dele.

21 gigantes financeiros se unem para lançar uma stablecoin global em dólar

Vinte e uma das maiores instituições financeiras do mundo anunciaram um projeto conjunto para lançar uma nova stablecoin denominada em dólar. O grupo pretende constituir uma empresa independente no segundo semestre de 2026, ainda sujeita ao cumprimento de determinadas condições, e colocar a moeda digital em circulação no primeiro semestre de 2027. A iniciativa representa um avanço em relação ao projeto apresentado em outubro de 2025, quando apenas dez bancos estudavam a viabilidade de criar uma forma de dinheiro digital lastreada em reservas e disponível em blockchains públicas.
A dimensão do consórcio chama atenção pela presença de instituições de alcance mundial. Na América do Norte participam Bank of America, Capital One, Citi, Fidelity Investments, Goldman Sachs, PNC Financial Services, Scotiabank, TD Bank Group, Wells Fargo e WisdomTree. O grupo europeu reúne Santander, BBVA, Commerzbank, Crédit Agricole, Deutsche Bank, Lloyds Banking Group, Rabobank e UBS. Também fazem parte da iniciativa o japonês MUFG Bank, a Sirius International Holding, de Abu Dhabi, e o Standard Bank, um dos maiores grupos financeiros da África. Portanto, não se trata apenas de um acordo entre bancos americanos, mas de uma aliança que conecta instituições de cinco grandes regiões econômicas.
A proposta inicial é emitir uma stablecoin vinculada ao dólar e respaldada por reservas na proporção de um para um, de maneira que cada unidade digital corresponda a um dólar ou a ativos equivalentes mantidos como garantia. A nova empresa deverá operar globalmente e reunir a capacidade de distribuição dos bancos com estruturas de governança, gestão de riscos e controles de conformidade típicos do sistema financeiro tradicional. O nome da moeda, a blockchain ou as blockchains utilizadas, o modelo exato das reservas e as regras de emissão e resgate ainda não foram divulgados.
A moeda foi concebida para atender operações de atacado, clientes institucionais e, nos mercados em que isso for permitido, usuários do varejo. Entre as aplicações mencionadas estão pagamentos internacionais e liquidação de ativos digitais, que poderiam ocorrer com menos intermediários e fora das limitações de horário dos sistemas bancários convencionais. O projeto pretende observar a legislação americana aplicável às stablecoins, especialmente o GENIUS Act, e o regulamento europeu MiCA. Depois da versão em dólar, o consórcio planeja avançar para moedas digitais vinculadas a outras divisas do G7, tendo uma stablecoin em euro como prioridade.
Para o mercado cripto, a entrada coordenada de instituições como Goldman Sachs, Citi, Bank of America, Deutsche Bank e UBS pode representar um importante aumento de legitimidade e infraestrutura. Uma stablecoin distribuída por bancos globais poderá facilitar a chegada de empresas, fundos e investidores que ainda evitam moedas digitais emitidas por organizações nativas do setor. Também poderá aumentar a quantidade de dólares disponíveis nas blockchains, melhorar a liquidez dos mercados e aproximar o sistema bancário das operações realizadas continuamente, 24 horas por dia, com ativos digitais.
O Bitcoin pode ser beneficiado indiretamente porque essa stablecoin funcionaria como uma ponte regulada entre o dinheiro tradicional e o universo cripto. Ela não seria uma concorrente direta do Bitcoin: continuaria representando o dólar, dependendo de reservas, instituições emissoras e regras governamentais, enquanto o Bitcoin permaneceria um ativo descentralizado e de oferta limitada. Ao facilitar a movimentação de capital dentro das blockchains, a iniciativa poderá tornar mais simples a compra e a negociação de Bitcoin e de outros criptoativos. O lançamento ainda não está garantido, mas o compromisso assumido por 21 gigantes financeiros demonstra que a infraestrutura blockchain está deixando de ser apenas uma alternativa ao sistema financeiro e começando a fazer parte dele.
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IBIT supera o S&P 500 desde o lançamento e reforça avanço institucional do BitcoinO iShares Bitcoin Trust ETF (IBIT), da BlackRock, acumula desempenho ligeiramente superior ao S&P 500 desde que começou a ser negociado na Nasdaq, em 11 de janeiro de 2024. Considerando o fechamento aproximado de US$ 26,63 no primeiro pregão e a cotação atual próxima de US$ 43,80, o IBIT valorizou cerca de 64,5%. No mesmo período, o principal índice da bolsa norte-americana avançou aproximadamente 60,4%, saindo de 4.780,24 para 7.666,60 pontos. A vantagem de pouco mais de quatro pontos percentuais torna-se especialmente relevante porque o S&P 500 atravessou um período favorável, impulsionado pelo crescimento das maiores empresas de tecnologia e pelos investimentos em inteligência artificial. Mesmo diante dessa concorrência, um produto concentrado exclusivamente em Bitcoin conseguiu acompanhar e superar a valorização de uma carteira diversificada formada por 500 das maiores companhias dos Estados Unidos. O resultado também ajuda a explicar a crescente aceitação institucional do Bitcoin. Ao oferecer exposição ao ativo por meio de um instrumento negociado em bolsa, o IBIT facilitou o acesso de investidores que preferem não administrar carteiras digitais e chaves privadas. O fundo já reúne aproximadamente US$ 60 bilhões em patrimônio e se consolidou como o maior produto norte-americano de Bitcoin à vista, demonstrando que a demanda institucional permaneceu relevante mesmo durante períodos de elevada volatilidade. A comparação exige uma ressalva: os 60,4% do S&P 500 representam somente a variação do índice, sem contabilizar os dividendos distribuídos pelas empresas. Com o reinvestimento desses rendimentos, o retorno total do mercado norte-americano fica próximo de 65%, deixando os dois investimentos praticamente empatados. Ainda assim, o desempenho do IBIT desde sua estreia é expressivo e reforça uma leitura moderadamente otimista: mesmo após uma forte correção em relação à máxima histórica do fundo, o Bitcoin conseguiu competir com um dos períodos mais fortes do mercado acionário dos Estados Unidos e permanece consolidando seu espaço entre os grandes ativos financeiros globais.

IBIT supera o S&P 500 desde o lançamento e reforça avanço institucional do Bitcoin

O iShares Bitcoin Trust ETF (IBIT), da BlackRock, acumula desempenho ligeiramente superior ao S&P 500 desde que começou a ser negociado na Nasdaq, em 11 de janeiro de 2024. Considerando o fechamento aproximado de US$ 26,63 no primeiro pregão e a cotação atual próxima de US$ 43,80, o IBIT valorizou cerca de 64,5%. No mesmo período, o principal índice da bolsa norte-americana avançou aproximadamente 60,4%, saindo de 4.780,24 para 7.666,60 pontos.
A vantagem de pouco mais de quatro pontos percentuais torna-se especialmente relevante porque o S&P 500 atravessou um período favorável, impulsionado pelo crescimento das maiores empresas de tecnologia e pelos investimentos em inteligência artificial. Mesmo diante dessa concorrência, um produto concentrado exclusivamente em Bitcoin conseguiu acompanhar e superar a valorização de uma carteira diversificada formada por 500 das maiores companhias dos Estados Unidos.
O resultado também ajuda a explicar a crescente aceitação institucional do Bitcoin. Ao oferecer exposição ao ativo por meio de um instrumento negociado em bolsa, o IBIT facilitou o acesso de investidores que preferem não administrar carteiras digitais e chaves privadas. O fundo já reúne aproximadamente US$ 60 bilhões em patrimônio e se consolidou como o maior produto norte-americano de Bitcoin à vista, demonstrando que a demanda institucional permaneceu relevante mesmo durante períodos de elevada volatilidade.
A comparação exige uma ressalva: os 60,4% do S&P 500 representam somente a variação do índice, sem contabilizar os dividendos distribuídos pelas empresas. Com o reinvestimento desses rendimentos, o retorno total do mercado norte-americano fica próximo de 65%, deixando os dois investimentos praticamente empatados. Ainda assim, o desempenho do IBIT desde sua estreia é expressivo e reforça uma leitura moderadamente otimista: mesmo após uma forte correção em relação à máxima histórica do fundo, o Bitcoin conseguiu competir com um dos períodos mais fortes do mercado acionário dos Estados Unidos e permanece consolidando seu espaço entre os grandes ativos financeiros globais.
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Bitcoin se aproxima de uma nova Golden CrossA Golden Cross, ou cruz dourada, ocorre quando a média móvel de 50 dias do Bitcoin cruza de baixo para cima a média de 200 dias. O sinal indica que os preços recentes estão ganhando força em relação à tendência de longo prazo e costuma confirmar a transição para um cenário mais favorável. Embora seja um indicador atrasado — parte da valorização normalmente acontece antes do cruzamento —, sua formação tende a aumentar a confiança dos investidores e a atrair maior atenção para o ativo. Os três cruzamentos mais recentes foram seguidos por valorização, ainda que em intensidades diferentes. Depois da Golden Cross de outubro de 2023, o Bitcoin avançou aproximadamente 21,7% nos 90 dias seguintes; após o cruzamento de outubro de 2024, subiu cerca de 47,2%; e, depois do sinal de maio de 2025, ganhou 2,5% no mesmo período. O desempenho reforça a leitura de que a Golden Cross pode acompanhar movimentos relevantes de alta, principalmente quando coincide com crescimento do volume, entrada de capital e melhora do cenário macroeconômico. Atualmente, com o Bitcoin negociado na região de US$ 77.600 a US$ 77.800, a média móvel simples de 50 dias está próxima de US$ 68.386, enquanto a média de 200 dias se encontra ao redor de US$ 69.550. A distância entre elas diminuiu para aproximadamente US$ 1.164, equivalente a apenas 1,67%. Como essa diferença vem sendo reduzida em torno de US$ 246 por dia, a Golden Cross poderá surgir depois de quatro a sete fechamentos diários, provavelmente entre 7 e 10 de setembro de 2026, caso o preço permaneça próximo dos níveis atuais. A confirmação do cruzamento poderá fortalecer a percepção de que o Bitcoin iniciou uma tendência de alta mais consistente e abrir caminho para um teste da resistência próxima de US$ 82.800. Um rompimento acompanhado por volume ampliaria a possibilidade de avanço em direção aos US$ 90 mil e, posteriormente, à máxima de 2026, próxima de US$ 97.900. Apesar de não representar garantia de valorização, a rápida aproximação das médias, combinada com o preço acima das duas linhas, forma neste momento uma configuração técnica encorajadora para o mercado.

Bitcoin se aproxima de uma nova Golden Cross

A Golden Cross, ou cruz dourada, ocorre quando a média móvel de 50 dias do Bitcoin cruza de baixo para cima a média de 200 dias. O sinal indica que os preços recentes estão ganhando força em relação à tendência de longo prazo e costuma confirmar a transição para um cenário mais favorável. Embora seja um indicador atrasado — parte da valorização normalmente acontece antes do cruzamento —, sua formação tende a aumentar a confiança dos investidores e a atrair maior atenção para o ativo.
Os três cruzamentos mais recentes foram seguidos por valorização, ainda que em intensidades diferentes. Depois da Golden Cross de outubro de 2023, o Bitcoin avançou aproximadamente 21,7% nos 90 dias seguintes; após o cruzamento de outubro de 2024, subiu cerca de 47,2%; e, depois do sinal de maio de 2025, ganhou 2,5% no mesmo período. O desempenho reforça a leitura de que a Golden Cross pode acompanhar movimentos relevantes de alta, principalmente quando coincide com crescimento do volume, entrada de capital e melhora do cenário macroeconômico.
Atualmente, com o Bitcoin negociado na região de US$ 77.600 a US$ 77.800, a média móvel simples de 50 dias está próxima de US$ 68.386, enquanto a média de 200 dias se encontra ao redor de US$ 69.550. A distância entre elas diminuiu para aproximadamente US$ 1.164, equivalente a apenas 1,67%. Como essa diferença vem sendo reduzida em torno de US$ 246 por dia, a Golden Cross poderá surgir depois de quatro a sete fechamentos diários, provavelmente entre 7 e 10 de setembro de 2026, caso o preço permaneça próximo dos níveis atuais.
A confirmação do cruzamento poderá fortalecer a percepção de que o Bitcoin iniciou uma tendência de alta mais consistente e abrir caminho para um teste da resistência próxima de US$ 82.800. Um rompimento acompanhado por volume ampliaria a possibilidade de avanço em direção aos US$ 90 mil e, posteriormente, à máxima de 2026, próxima de US$ 97.900. Apesar de não representar garantia de valorização, a rápida aproximação das médias, combinada com o preço acima das duas linhas, forma neste momento uma configuração técnica encorajadora para o mercado.
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G20 reconhece potencial dos ativos digitaisOs ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do G20 reconheceram que a inovação financeira digital, incluindo os ativos digitais, pode contribuir para um crescimento econômico de base ampla. A declaração foi divulgada após a reunião realizada em Asheville, nos Estados Unidos, entre 31 de agosto e 1º de setembro de 2026. O documento, entretanto, não anuncia investimentos governamentais em criptomoedas nem recomenda sua adoção: registra uma posição política favorável à inovação, condicionada à preservação da estabilidade financeira e da confiança nos sistemas monetário e de pagamentos. No trecho dedicado à modernização do setor financeiro, o G20 destaca o “papel transformador” da inovação financeira digital e reconhece a importância do setor privado no desenvolvimento dessas tecnologias. Os participantes defendem marcos regulatórios e de supervisão que ofereçam caminhos claros para inovações consideradas responsáveis, inclusive em operações internacionais. O texto também aguarda estudos do Conselho de Estabilidade Financeira sobre stablecoins globais e reafirma o compromisso com a modernização dos pagamentos transfronteiriços, incluindo a ampliação dos horários de funcionamento dos sistemas de liquidação e o uso do padrão internacional ISO 20022. A declaração precisa ser interpretada dentro de um documento econômico mais amplo. Além dos ativos digitais, o comunicado aborda crescimento global, estabilidade de preços, inteligência artificial, desequilíbrios comerciais, dívida soberana, educação financeira e combate aos fluxos ilícitos. Na área cripto, o G20 reforça a aplicação das normas do Grupo de Ação Financeira Internacional contra lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo e proliferação de armas. Portanto, o reconhecimento do potencial econômico dos ativos digitais vem acompanhado da exigência de controles, supervisão baseada em risco e adequação às regras do sistema financeiro. Para o mercado cripto, a relevância da declaração está principalmente na mudança de linguagem institucional. Em vez de tratar os ativos digitais apenas como fonte de instabilidade, fraude ou risco sistêmico, o documento admite que o setor pode gerar inovação e apoiar o crescimento econômico. Isso pode favorecer a construção de regras mais previsíveis, reduzir incertezas para empresas e instituições financeiras e facilitar o desenvolvimento de serviços regulados. Ainda assim, a declaração não cria normas obrigatórias, não estabelece um regime regulatório comum e não impede que cada país mantenha políticas próprias ou adote restrições específicas. Para o Bitcoin, o efeito é indireto. O documento utiliza a expressão abrangente “ativos digitais” e não menciona nominalmente a criptomoeda, além de dedicar atenção particular às stablecoins e aos sistemas de pagamento. Mesmo assim, o reconhecimento do setor pelo principal fórum de coordenação econômica internacional contribui para sua legitimação institucional e pode ampliar o espaço para produtos, custódia e infraestrutura relacionados ao Bitcoin. A declaração é positiva para o ambiente regulatório, mas não representa endosso oficial ao ativo, promessa de adoção pelos bancos centrais ou garantia de valorização de seu preço.

G20 reconhece potencial dos ativos digitais

Os ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do G20 reconheceram que a inovação financeira digital, incluindo os ativos digitais, pode contribuir para um crescimento econômico de base ampla. A declaração foi divulgada após a reunião realizada em Asheville, nos Estados Unidos, entre 31 de agosto e 1º de setembro de 2026. O documento, entretanto, não anuncia investimentos governamentais em criptomoedas nem recomenda sua adoção: registra uma posição política favorável à inovação, condicionada à preservação da estabilidade financeira e da confiança nos sistemas monetário e de pagamentos.
No trecho dedicado à modernização do setor financeiro, o G20 destaca o “papel transformador” da inovação financeira digital e reconhece a importância do setor privado no desenvolvimento dessas tecnologias. Os participantes defendem marcos regulatórios e de supervisão que ofereçam caminhos claros para inovações consideradas responsáveis, inclusive em operações internacionais. O texto também aguarda estudos do Conselho de Estabilidade Financeira sobre stablecoins globais e reafirma o compromisso com a modernização dos pagamentos transfronteiriços, incluindo a ampliação dos horários de funcionamento dos sistemas de liquidação e o uso do padrão internacional ISO 20022.
A declaração precisa ser interpretada dentro de um documento econômico mais amplo. Além dos ativos digitais, o comunicado aborda crescimento global, estabilidade de preços, inteligência artificial, desequilíbrios comerciais, dívida soberana, educação financeira e combate aos fluxos ilícitos. Na área cripto, o G20 reforça a aplicação das normas do Grupo de Ação Financeira Internacional contra lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo e proliferação de armas. Portanto, o reconhecimento do potencial econômico dos ativos digitais vem acompanhado da exigência de controles, supervisão baseada em risco e adequação às regras do sistema financeiro.
Para o mercado cripto, a relevância da declaração está principalmente na mudança de linguagem institucional. Em vez de tratar os ativos digitais apenas como fonte de instabilidade, fraude ou risco sistêmico, o documento admite que o setor pode gerar inovação e apoiar o crescimento econômico. Isso pode favorecer a construção de regras mais previsíveis, reduzir incertezas para empresas e instituições financeiras e facilitar o desenvolvimento de serviços regulados. Ainda assim, a declaração não cria normas obrigatórias, não estabelece um regime regulatório comum e não impede que cada país mantenha políticas próprias ou adote restrições específicas.
Para o Bitcoin, o efeito é indireto. O documento utiliza a expressão abrangente “ativos digitais” e não menciona nominalmente a criptomoeda, além de dedicar atenção particular às stablecoins e aos sistemas de pagamento. Mesmo assim, o reconhecimento do setor pelo principal fórum de coordenação econômica internacional contribui para sua legitimação institucional e pode ampliar o espaço para produtos, custódia e infraestrutura relacionados ao Bitcoin. A declaração é positiva para o ambiente regulatório, mas não representa endosso oficial ao ativo, promessa de adoção pelos bancos centrais ou garantia de valorização de seu preço.
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A média de 50 semanas pode confirmar o início de um novo bull market do BitcoinA média móvel de 50 semanas é um dos indicadores mais eficientes para identificar grandes mudanças na tendência do Bitcoin. Como considera aproximadamente um ano de cotações, ela reduz a influência das oscilações de curto prazo e revela a direção predominante do mercado. Durante um bear market, essa média costuma funcionar como uma espécie de teto: mesmo quando o Bitcoin apresenta recuperações expressivas, o preço frequentemente encontra dificuldade para ultrapassá-la e permanecer acima dela. O histórico reforça a importância desse marcador. Um levantamento da Galaxy Research identificou 13 recuperações da média de 50 semanas durante bear markets já concluídos. Em 11 dessas 13 ocorrências, o fundo definitivo já havia sido formado. Além disso, em quatro dos cinco mercados de baixa nos quais o Bitcoin perdeu essa média, o primeiro fechamento semanal acima dela depois do fundo confirmou corretamente o encerramento da tendência de baixa. Embora o indicador não seja infalível, seu índice histórico de acerto é suficientemente elevado para que seja considerado uma das principais referências na identificação de uma mudança de ciclo. Atualmente, a média de 50 semanas está próxima de US$ 81,1 mil, enquanto o Bitcoin é negociado ao redor de US$ 79 mil. Isso significa que o preço se encontra aproximadamente US$ 2,1 mil abaixo da média, precisando avançar cerca de 2,7% para alcançá-la. Na semana passada, o Bitcoin chegou a superar temporariamente US$ 81 mil, mas perdeu força antes do encerramento da vela e fechou novamente abaixo da média. Portanto, apesar da forte recuperação registrada desde o fundo próximo de US$ 58,5 mil, o rompimento decisivo dessa resistência ainda não aconteceu. O fechamento semanal é importante porque uma simples passagem acima da média durante a semana pode ser provocada por volatilidade, liquidação de posições vendidas ou entusiasmo momentâneo. Para que o sinal tenha maior credibilidade, o Bitcoin precisa terminar a vela semanal acima de aproximadamente US$ 81,1 mil. Uma confirmação ainda mais sólida ocorreria se permanecesse acima da média por duas semanas consecutivas ou rompesse esse nível, voltasse para testá-lo como suporte e retomasse a valorização. Esse comportamento mostraria que uma região anteriormente controlada pelos vendedores passou a ser defendida pelos compradores. Quando esse rompimento acontecer, ele não garantirá uma valorização contínua nem impedirá correções posteriores. Entretanto, será uma forte indicação de que a tendência de longo prazo mudou em favor dos compradores e de que o fundo do bear market provavelmente ficou para trás. Por isso, a média de 50 semanas não deve ser vista como uma linha mágica, mas como um eficiente divisor de regimes: enquanto o Bitcoin permanecer abaixo dela, a recuperação ainda exigirá confirmação; acima dela, com sustentação e eventual reteste, aumentará consideravelmente a probabilidade de que um novo bull market esteja em andamento.

A média de 50 semanas pode confirmar o início de um novo bull market do Bitcoin

A média móvel de 50 semanas é um dos indicadores mais eficientes para identificar grandes mudanças na tendência do Bitcoin. Como considera aproximadamente um ano de cotações, ela reduz a influência das oscilações de curto prazo e revela a direção predominante do mercado. Durante um bear market, essa média costuma funcionar como uma espécie de teto: mesmo quando o Bitcoin apresenta recuperações expressivas, o preço frequentemente encontra dificuldade para ultrapassá-la e permanecer acima dela.
O histórico reforça a importância desse marcador. Um levantamento da Galaxy Research identificou 13 recuperações da média de 50 semanas durante bear markets já concluídos. Em 11 dessas 13 ocorrências, o fundo definitivo já havia sido formado. Além disso, em quatro dos cinco mercados de baixa nos quais o Bitcoin perdeu essa média, o primeiro fechamento semanal acima dela depois do fundo confirmou corretamente o encerramento da tendência de baixa. Embora o indicador não seja infalível, seu índice histórico de acerto é suficientemente elevado para que seja considerado uma das principais referências na identificação de uma mudança de ciclo.
Atualmente, a média de 50 semanas está próxima de US$ 81,1 mil, enquanto o Bitcoin é negociado ao redor de US$ 79 mil. Isso significa que o preço se encontra aproximadamente US$ 2,1 mil abaixo da média, precisando avançar cerca de 2,7% para alcançá-la. Na semana passada, o Bitcoin chegou a superar temporariamente US$ 81 mil, mas perdeu força antes do encerramento da vela e fechou novamente abaixo da média. Portanto, apesar da forte recuperação registrada desde o fundo próximo de US$ 58,5 mil, o rompimento decisivo dessa resistência ainda não aconteceu.
O fechamento semanal é importante porque uma simples passagem acima da média durante a semana pode ser provocada por volatilidade, liquidação de posições vendidas ou entusiasmo momentâneo. Para que o sinal tenha maior credibilidade, o Bitcoin precisa terminar a vela semanal acima de aproximadamente US$ 81,1 mil. Uma confirmação ainda mais sólida ocorreria se permanecesse acima da média por duas semanas consecutivas ou rompesse esse nível, voltasse para testá-lo como suporte e retomasse a valorização. Esse comportamento mostraria que uma região anteriormente controlada pelos vendedores passou a ser defendida pelos compradores.
Quando esse rompimento acontecer, ele não garantirá uma valorização contínua nem impedirá correções posteriores. Entretanto, será uma forte indicação de que a tendência de longo prazo mudou em favor dos compradores e de que o fundo do bear market provavelmente ficou para trás. Por isso, a média de 50 semanas não deve ser vista como uma linha mágica, mas como um eficiente divisor de regimes: enquanto o Bitcoin permanecer abaixo dela, a recuperação ainda exigirá confirmação; acima dela, com sustentação e eventual reteste, aumentará consideravelmente a probabilidade de que um novo bull market esteja em andamento.
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Não é nenhuma recomendação, mas, se eu fosse você, ficaria atento a isso nos próximos dias….😎 #BTC #HODL
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Bitcoin se aproxima de uma nova cruz douradaA cruz dourada e a cruz da morte estão entre os sinais técnicos mais acompanhados no gráfico diário do Bitcoin. A cruz dourada acontece quando a média móvel simples de 50 dias ultrapassa, de baixo para cima, a média de 200 dias, indicando fortalecimento da tendência. A cruz da morte ocorre quando a média de 50 dias cruza a de 200 dias para baixo, sinalizando enfraquecimento. Como essas médias consideram um período longo, os cruzamentos funcionam principalmente como confirmações de mudanças que já estão acontecendo no mercado. Nas três últimas cruzes da morte, o Bitcoin caiu, em média, 19,43% entre o fechamento do dia do cruzamento e o fundo posterior. O resultado mostra que esse sinal costuma surgir quando o mercado já está enfraquecido, mas ainda pode haver espaço para novas perdas antes da formação de um fundo. A intensidade da queda, entretanto, pode variar consideravelmente de uma ocorrência para outra. Nas três últimas cruzes douradas, o Bitcoin valorizou, em média, 61,21% entre o fechamento do dia do cruzamento e o topo posterior, alcançado antes da cruz da morte seguinte. O desempenho histórico reforça a importância desse sinal como confirmação de uma tendência de alta, embora não signifique que a valorização será imediata nem que o percentual médio necessariamente se repetirá. Agora, o Bitcoin está perto de produzir uma nova cruz dourada: a média de 50 dias encontra-se ao redor de US$ 67,3 mil, enquanto a de 200 dias está próxima de US$ 69,4 mil, uma diferença de aproximadamente US$ 2 mil. Se a cotação permanecer na faixa de US$ 78 mil a US$ 82 mil, a projeção matemática indica que o cruzamento poderá ocorrer em aproximadamente 8 a 10 dias; uma queda acentuada, porém, poderá adiá-lo. Os investidores devem acompanhar atentamente esse movimento porque uma nova cruz dourada confirmaria tecnicamente a recuperação iniciada perto de US$ 58 mil e reforçaria a hipótese de que o período mais severo de baixa ficou para trás.

Bitcoin se aproxima de uma nova cruz dourada

A cruz dourada e a cruz da morte estão entre os sinais técnicos mais acompanhados no gráfico diário do Bitcoin. A cruz dourada acontece quando a média móvel simples de 50 dias ultrapassa, de baixo para cima, a média de 200 dias, indicando fortalecimento da tendência. A cruz da morte ocorre quando a média de 50 dias cruza a de 200 dias para baixo, sinalizando enfraquecimento. Como essas médias consideram um período longo, os cruzamentos funcionam principalmente como confirmações de mudanças que já estão acontecendo no mercado.
Nas três últimas cruzes da morte, o Bitcoin caiu, em média, 19,43% entre o fechamento do dia do cruzamento e o fundo posterior. O resultado mostra que esse sinal costuma surgir quando o mercado já está enfraquecido, mas ainda pode haver espaço para novas perdas antes da formação de um fundo. A intensidade da queda, entretanto, pode variar consideravelmente de uma ocorrência para outra.
Nas três últimas cruzes douradas, o Bitcoin valorizou, em média, 61,21% entre o fechamento do dia do cruzamento e o topo posterior, alcançado antes da cruz da morte seguinte. O desempenho histórico reforça a importância desse sinal como confirmação de uma tendência de alta, embora não signifique que a valorização será imediata nem que o percentual médio necessariamente se repetirá.
Agora, o Bitcoin está perto de produzir uma nova cruz dourada: a média de 50 dias encontra-se ao redor de US$ 67,3 mil, enquanto a de 200 dias está próxima de US$ 69,4 mil, uma diferença de aproximadamente US$ 2 mil. Se a cotação permanecer na faixa de US$ 78 mil a US$ 82 mil, a projeção matemática indica que o cruzamento poderá ocorrer em aproximadamente 8 a 10 dias; uma queda acentuada, porém, poderá adiá-lo. Os investidores devem acompanhar atentamente esse movimento porque uma nova cruz dourada confirmaria tecnicamente a recuperação iniciada perto de US$ 58 mil e reforçaria a hipótese de que o período mais severo de baixa ficou para trás.
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O Índice de Medo e Ganância do Bitcoin foi de 11 (medo extremo) a 76 (ganância extrema) nos últimos 60 dias. Não sei quanto a você, mas isso me deixou bastante otimista de que um bull market esteja batendo à porta…😎 #BTC #HODL
O Índice de Medo e Ganância do Bitcoin foi de 11 (medo extremo) a 76 (ganância extrema) nos últimos 60 dias. Não sei quanto a você, mas isso me deixou bastante otimista de que um bull market esteja batendo à porta…😎 #BTC #HODL
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Do medo extremo à ganância extrema: o Bitcoin já entrou em um novo bull market?O Índice de Medo e Ganância é um termômetro do estado emocional do mercado de Bitcoin. Ele varia de zero a cem: quanto mais próximo de zero, maior o medo; quanto mais próximo de cem, maior a ganância. O indicador combina diferentes informações, como volatilidade, volume negociado, força do movimento do preço, domínio do Bitcoin e interesse demonstrado nas pesquisas da internet. Leituras muito baixas costumam aparecer quando investidores estão pessimistas e vendem por receio de novas quedas, enquanto níveis elevados indicam confiança crescente, procura pelo ativo e até o surgimento do chamado FOMO — o medo de ficar de fora de uma valorização. Há exatos 60 dias, em 1º de julho de 2026, o índice marcava apenas 11 pontos, uma das leituras mais extremas de medo. Naquele momento, o Bitcoin havia despencado para perto de US$ 59 mil, depois de perder mais da metade do valor em relação ao recorde histórico de aproximadamente US$ 126 mil alcançado em outubro de 2025. O mercado enfrentava saídas persistentes dos ETFs, liquidações de posições alavancadas, enfraquecimento da demanda institucional e dúvidas sobre até onde a queda poderia chegar. A percepção dominante era de que o Bitcoin ainda poderia buscar US$ 50 mil ou valores inferiores, criando um ambiente de capitulação no qual praticamente ninguém queria assumir riscos. Desde então, a situação mudou radicalmente. O Bitcoin recuperou a região de US$ 70 mil, rompeu resistências importantes e chegou a superar temporariamente os US$ 80 mil, acumulando uma valorização próxima de 35% desde o fundo do final de junho. Ao mesmo tempo, o Índice de Medo e Ganância saltou de 11 para 76 pontos, passando diretamente do medo extremo para a ganância extrema. Essa alta de 65 pontos em apenas dois meses mostra que não ocorreu somente uma recuperação técnica do preço: houve uma verdadeira mudança na maneira como investidores e participantes do mercado passaram a enxergar o Bitcoin. Vários fatores explicam essa virada. Os ETFs americanos de Bitcoin voltaram a receber recursos, acumulando aproximadamente US$ 2 bilhões em uma única semana e mais de US$ 2,2 bilhões durante uma sequência de seis pregões positivos. O dólar enfraqueceu, o Tesouro americano anunciou a ampliação das recompras de títulos de longo prazo e cresceu a preocupação com inflação, dívida pública e desvalorização monetária — um ambiente que favorece a tese do Bitcoin como ativo escasso. Sinais políticos de maior clareza regulatória nos Estados Unidos também ajudaram, enquanto a alta do preço obrigou investidores vendidos a recomprar suas posições, produzindo um forte short squeeze. A combinação de demanda à vista, entrada institucional, melhora da liquidez e liquidação dos pessimistas acelerou a mudança de sentimento. Essa transformação reforça consideravelmente a hipótese de que o fundo do ciclo tenha sido formado perto de US$ 58 mil e de que o Bitcoin esteja iniciando um novo movimento de alta. Fundos importantes normalmente surgem em ambientes de capitulação, quando o medo é extremo, os vendedores parecem esgotados e as notícias negativas perdem progressivamente a capacidade de derrubar o preço. Depois disso, a recuperação das resistências, o retorno dos fluxos institucionais e a passagem do sentimento para a ganância indicam que os compradores retomaram o controle. Nenhum indicador isolado confirma definitivamente um bull market, mas a combinação entre preço, volume, ETFs e mudança de sentimento apresenta características típicas de uma transição do mercado de baixa para uma nova fase de expansão. Também se torna cada vez menos provável que o Bitcoin permaneça em um bear market tradicional enquanto o índice se encontra em ganância extrema e o preço sustenta uma valorização relevante a partir do fundo. Mercados de baixa podem produzir repiques violentos e até períodos breves de euforia, portanto uma correção ainda é perfeitamente possível — especialmente agora que o índice chegou a 76. Entretanto, se o Bitcoin mantiver os antigos níveis de resistência como suporte, continuar recebendo entradas nos ETFs e formar fundos progressivamente mais altos, a leitura mais coerente será a de que o bear market terminou. A ganância extrema não significa que o preço subirá em linha reta, mas mostra que o mercado deixou para trás o estado de capitulação e começou a precificar novamente um cenário de alta.

Do medo extremo à ganância extrema: o Bitcoin já entrou em um novo bull market?

O Índice de Medo e Ganância é um termômetro do estado emocional do mercado de Bitcoin. Ele varia de zero a cem: quanto mais próximo de zero, maior o medo; quanto mais próximo de cem, maior a ganância. O indicador combina diferentes informações, como volatilidade, volume negociado, força do movimento do preço, domínio do Bitcoin e interesse demonstrado nas pesquisas da internet. Leituras muito baixas costumam aparecer quando investidores estão pessimistas e vendem por receio de novas quedas, enquanto níveis elevados indicam confiança crescente, procura pelo ativo e até o surgimento do chamado FOMO — o medo de ficar de fora de uma valorização.
Há exatos 60 dias, em 1º de julho de 2026, o índice marcava apenas 11 pontos, uma das leituras mais extremas de medo. Naquele momento, o Bitcoin havia despencado para perto de US$ 59 mil, depois de perder mais da metade do valor em relação ao recorde histórico de aproximadamente US$ 126 mil alcançado em outubro de 2025. O mercado enfrentava saídas persistentes dos ETFs, liquidações de posições alavancadas, enfraquecimento da demanda institucional e dúvidas sobre até onde a queda poderia chegar. A percepção dominante era de que o Bitcoin ainda poderia buscar US$ 50 mil ou valores inferiores, criando um ambiente de capitulação no qual praticamente ninguém queria assumir riscos.
Desde então, a situação mudou radicalmente. O Bitcoin recuperou a região de US$ 70 mil, rompeu resistências importantes e chegou a superar temporariamente os US$ 80 mil, acumulando uma valorização próxima de 35% desde o fundo do final de junho. Ao mesmo tempo, o Índice de Medo e Ganância saltou de 11 para 76 pontos, passando diretamente do medo extremo para a ganância extrema. Essa alta de 65 pontos em apenas dois meses mostra que não ocorreu somente uma recuperação técnica do preço: houve uma verdadeira mudança na maneira como investidores e participantes do mercado passaram a enxergar o Bitcoin.
Vários fatores explicam essa virada. Os ETFs americanos de Bitcoin voltaram a receber recursos, acumulando aproximadamente US$ 2 bilhões em uma única semana e mais de US$ 2,2 bilhões durante uma sequência de seis pregões positivos. O dólar enfraqueceu, o Tesouro americano anunciou a ampliação das recompras de títulos de longo prazo e cresceu a preocupação com inflação, dívida pública e desvalorização monetária — um ambiente que favorece a tese do Bitcoin como ativo escasso. Sinais políticos de maior clareza regulatória nos Estados Unidos também ajudaram, enquanto a alta do preço obrigou investidores vendidos a recomprar suas posições, produzindo um forte short squeeze. A combinação de demanda à vista, entrada institucional, melhora da liquidez e liquidação dos pessimistas acelerou a mudança de sentimento.
Essa transformação reforça consideravelmente a hipótese de que o fundo do ciclo tenha sido formado perto de US$ 58 mil e de que o Bitcoin esteja iniciando um novo movimento de alta. Fundos importantes normalmente surgem em ambientes de capitulação, quando o medo é extremo, os vendedores parecem esgotados e as notícias negativas perdem progressivamente a capacidade de derrubar o preço. Depois disso, a recuperação das resistências, o retorno dos fluxos institucionais e a passagem do sentimento para a ganância indicam que os compradores retomaram o controle. Nenhum indicador isolado confirma definitivamente um bull market, mas a combinação entre preço, volume, ETFs e mudança de sentimento apresenta características típicas de uma transição do mercado de baixa para uma nova fase de expansão.
Também se torna cada vez menos provável que o Bitcoin permaneça em um bear market tradicional enquanto o índice se encontra em ganância extrema e o preço sustenta uma valorização relevante a partir do fundo. Mercados de baixa podem produzir repiques violentos e até períodos breves de euforia, portanto uma correção ainda é perfeitamente possível — especialmente agora que o índice chegou a 76. Entretanto, se o Bitcoin mantiver os antigos níveis de resistência como suporte, continuar recebendo entradas nos ETFs e formar fundos progressivamente mais altos, a leitura mais coerente será a de que o bear market terminou. A ganância extrema não significa que o preço subirá em linha reta, mas mostra que o mercado deixou para trás o estado de capitulação e começou a precificar novamente um cenário de alta.
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Parece que é assim que o Bitcoin tem reagido às màs notícias ultimamente…😎
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As más notícias perderam força sobre o BitcoinO comportamento recente do Bitcoin chama atenção não apenas pela recuperação do preço, mas principalmente pela mudança na maneira como o ativo reage às notícias negativas. Matt Hougan, diretor de investimentos da Bitwise, acredita que essa aparente indiferença pode indicar que o fundo do atual mercado de baixa já foi alcançado ou está muito próximo. Durante vários meses, o Bitcoin sofreu quedas sucessivas, e praticamente todo acontecimento desfavorável parecia desencadear uma nova onda de vendas. Nos últimos dois ou três meses, porém, esse padrão começou a mudar: notícias potencialmente prejudiciais ainda provocam oscilações, mas já não produzem quedas tão profundas e prolongadas. Para Hougan, essa alteração de comportamento sugere que grande parte da pressão vendedora foi absorvida e que o mercado entrou em uma fase mais avançada de formação de fundo. A tese parte de uma observação recorrente nos mercados financeiros: o fundo de um ativo nem sempre se forma durante uma última queda abrupta e espetacular. A capitulação pode representar o momento mais dramático do processo, mas frequentemente é seguida por um período prolongado de lateralização, baixa volatilidade, volume reduzido e crescente desinteresse dos investidores. O mercado torna-se monótono porque os especuladores perdem a paciência, as expectativas negativas já foram incorporadas aos preços e os investidores remanescentes deixam de reagir emocionalmente a cada nova manchete. Desse modo, o verdadeiro fundo muitas vezes não surge em meio ao pânico, mas se consolida silenciosamente durante uma fase de apatia, quando quase ninguém demonstra entusiasmo para comprar, porém já não existe oferta suficiente para produzir outra grande queda. Os acontecimentos recentes reforçam essa interpretação. O mercado precisou absorver as vendas de bitcoins realizadas pela Strategy, empresa de Michael Saylor; um grave incidente envolvendo antigas carteiras Coldcard; a redução das probabilidades de avanço do Clarity Act nos Estados Unidos; saídas anteriores dos ETFs e preocupações relacionadas ao mercado de inteligência artificial. Em outro momento, uma sequência semelhante provavelmente teria provocado uma liquidação muito mais profunda. Um teste particularmente relevante ocorreu depois do discurso de Kevin Warsh em Jackson Hole. O presidente do Federal Reserve adotou uma postura firme contra a inflação e aumentou consideravelmente as expectativas de elevação dos juros americanos, uma perspectiva normalmente desfavorável para ativos de risco. O Bitcoin recuou até a região de US$ 76,8 mil, um pouco abaixo de US$ 77 mil, mas não entrou em uma nova espiral de vendas e logo começou a demonstrar sinais de estabilização. A reação foi relativamente contida diante da forte movimentação dos juros dos títulos americanos e da valorização do dólar. Essa resistência pode ser explicada por uma transformação gradual na composição dos detentores de Bitcoin. Muitos investidores alavancados, especuladores de curto prazo e compradores que pretendiam se antecipar a um mercado de baixa provavelmente venderam durante os meses anteriores. Com a redução dessa oferta mais sensível, uma parcela maior dos bitcoins passou a permanecer nas mãos de investidores com horizontes de três, cinco ou dez anos, menos propensos a tomar decisões por causa de acontecimentos passageiros. Os dados da blockchain sustentam parcialmente essa hipótese: a quantidade de bitcoins classificada como pertencente a detentores de longo prazo alcançou níveis historicamente elevados, próxima de 15 milhões de BTC. Paralelamente, os ETFs à vista voltaram a receber entradas expressivas, criando uma fonte de demanda capaz de absorver parte das moedas colocadas no mercado. Isso não significa que os vendedores tenham desaparecido, mas indica que existem menos proprietários dispostos a vender nos preços atuais apenas em resposta a notícias de curto prazo. A tese de Hougan ainda não representa uma confirmação definitiva de que o fundo ficou para trás. Uma crise sistêmica, saídas intensas dos ETFs ou a perda consistente dos principais níveis de suporte poderia modificar novamente o cenário. Ainda assim, a sequência observada apresenta vários elementos compatíveis com um processo avançado de formação de fundo: queda prolongada, capitulação dos investidores mais frágeis, lateralização entediante, redução da volatilidade, diminuição da oferta e reações progressivamente menores às notícias ruins. O sinal mais otimista, portanto, talvez não seja o fato de o Bitcoin subir quando recebe boas notícias, mas sua crescente capacidade de resistir quando o ambiente se torna desfavorável. Quando um mercado deixa de procurar qualquer pretexto para cair e passa a exigir um acontecimento realmente extraordinário para produzir novas mínimas, isso pode significar que quem precisava vender já vendeu — e que os detentores remanescentes estão muito mais interessados no potencial de valorização de longo prazo do que nas turbulências passageiras do presente.

As más notícias perderam força sobre o Bitcoin

O comportamento recente do Bitcoin chama atenção não apenas pela recuperação do preço, mas principalmente pela mudança na maneira como o ativo reage às notícias negativas. Matt Hougan, diretor de investimentos da Bitwise, acredita que essa aparente indiferença pode indicar que o fundo do atual mercado de baixa já foi alcançado ou está muito próximo. Durante vários meses, o Bitcoin sofreu quedas sucessivas, e praticamente todo acontecimento desfavorável parecia desencadear uma nova onda de vendas. Nos últimos dois ou três meses, porém, esse padrão começou a mudar: notícias potencialmente prejudiciais ainda provocam oscilações, mas já não produzem quedas tão profundas e prolongadas. Para Hougan, essa alteração de comportamento sugere que grande parte da pressão vendedora foi absorvida e que o mercado entrou em uma fase mais avançada de formação de fundo.
A tese parte de uma observação recorrente nos mercados financeiros: o fundo de um ativo nem sempre se forma durante uma última queda abrupta e espetacular. A capitulação pode representar o momento mais dramático do processo, mas frequentemente é seguida por um período prolongado de lateralização, baixa volatilidade, volume reduzido e crescente desinteresse dos investidores. O mercado torna-se monótono porque os especuladores perdem a paciência, as expectativas negativas já foram incorporadas aos preços e os investidores remanescentes deixam de reagir emocionalmente a cada nova manchete. Desse modo, o verdadeiro fundo muitas vezes não surge em meio ao pânico, mas se consolida silenciosamente durante uma fase de apatia, quando quase ninguém demonstra entusiasmo para comprar, porém já não existe oferta suficiente para produzir outra grande queda.
Os acontecimentos recentes reforçam essa interpretação. O mercado precisou absorver as vendas de bitcoins realizadas pela Strategy, empresa de Michael Saylor; um grave incidente envolvendo antigas carteiras Coldcard; a redução das probabilidades de avanço do Clarity Act nos Estados Unidos; saídas anteriores dos ETFs e preocupações relacionadas ao mercado de inteligência artificial. Em outro momento, uma sequência semelhante provavelmente teria provocado uma liquidação muito mais profunda. Um teste particularmente relevante ocorreu depois do discurso de Kevin Warsh em Jackson Hole. O presidente do Federal Reserve adotou uma postura firme contra a inflação e aumentou consideravelmente as expectativas de elevação dos juros americanos, uma perspectiva normalmente desfavorável para ativos de risco. O Bitcoin recuou até a região de US$ 76,8 mil, um pouco abaixo de US$ 77 mil, mas não entrou em uma nova espiral de vendas e logo começou a demonstrar sinais de estabilização. A reação foi relativamente contida diante da forte movimentação dos juros dos títulos americanos e da valorização do dólar.
Essa resistência pode ser explicada por uma transformação gradual na composição dos detentores de Bitcoin. Muitos investidores alavancados, especuladores de curto prazo e compradores que pretendiam se antecipar a um mercado de baixa provavelmente venderam durante os meses anteriores. Com a redução dessa oferta mais sensível, uma parcela maior dos bitcoins passou a permanecer nas mãos de investidores com horizontes de três, cinco ou dez anos, menos propensos a tomar decisões por causa de acontecimentos passageiros. Os dados da blockchain sustentam parcialmente essa hipótese: a quantidade de bitcoins classificada como pertencente a detentores de longo prazo alcançou níveis historicamente elevados, próxima de 15 milhões de BTC. Paralelamente, os ETFs à vista voltaram a receber entradas expressivas, criando uma fonte de demanda capaz de absorver parte das moedas colocadas no mercado. Isso não significa que os vendedores tenham desaparecido, mas indica que existem menos proprietários dispostos a vender nos preços atuais apenas em resposta a notícias de curto prazo.
A tese de Hougan ainda não representa uma confirmação definitiva de que o fundo ficou para trás. Uma crise sistêmica, saídas intensas dos ETFs ou a perda consistente dos principais níveis de suporte poderia modificar novamente o cenário. Ainda assim, a sequência observada apresenta vários elementos compatíveis com um processo avançado de formação de fundo: queda prolongada, capitulação dos investidores mais frágeis, lateralização entediante, redução da volatilidade, diminuição da oferta e reações progressivamente menores às notícias ruins. O sinal mais otimista, portanto, talvez não seja o fato de o Bitcoin subir quando recebe boas notícias, mas sua crescente capacidade de resistir quando o ambiente se torna desfavorável. Quando um mercado deixa de procurar qualquer pretexto para cair e passa a exigir um acontecimento realmente extraordinário para produzir novas mínimas, isso pode significar que quem precisava vender já vendeu — e que os detentores remanescentes estão muito mais interessados no potencial de valorização de longo prazo do que nas turbulências passageiras do presente.
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Bitcoin dá os primeiros passos contra a ameaça quânticaO Bitcoin registrou um avanço importante na preparação para a futura era dos computadores quânticos. Em 26 de agosto de 2026, uma transação experimental protegida pelo método Quantum-Safe Bitcoin, ou QSB, foi confirmada na rede principal. A técnica foi desenvolvida pelo pesquisador Avihu Levy, da StarkWare, e funcionou sem qualquer alteração nas regras de consenso do Bitcoin. A operação movimentou apenas 10 mil satoshis, aproximadamente US$ 8 naquele momento, mas seu valor simbólico foi muito maior: pela primeira vez, uma construção apresentada como resistente a ataques quânticos saiu do papel e foi efetivamente aceita pela blockchain. Para entender a importância da experiência, é necessário conhecer a possível ameaça. As transações comuns do Bitcoin utilizam assinaturas digitais baseadas em criptografia de curvas elípticas, como ECDSA e Schnorr. Atualmente, é praticamente impossível calcular uma chave privada a partir de sua chave pública. Um computador quântico suficientemente poderoso, entretanto, poderia empregar o algoritmo de Shor para resolver esse problema matemático com muito mais rapidez. Em alguns tipos de endereço, a chave pública permanece escondida até o momento do gasto, mas é revelada quando a transação é transmitida. Um atacante quântico poderia, em tese, aproveitar o período entre a transmissão e a confirmação para descobrir a chave privada e tentar roubar os bitcoins. O QSB procura fechar essa janela acrescentando uma proteção baseada em funções hash, contra as quais o algoritmo de Shor não oferece o mesmo atalho. Simplificadamente, o sistema obriga o proprietário a realizar previamente uma enorme quantidade de cálculos até encontrar uma combinação que satisfaça condições muito específicas do Bitcoin Script. Esse processo, conhecido como signature grinding, vincula a autorização a uma transação determinada e faz com que sua segurança dependa da dificuldade de inverter funções hash, e não do segredo de uma chave de curva elíptica. Todo o trabalho pesado ocorre fora da blockchain; depois de encontrada a solução, a rede consegue verificá-la utilizando operações que já existem no protocolo. Apesar do sucesso, o método ainda está muito distante de uma solução cotidiana. A geração da transação pode exigir horas de processamento em várias placas gráficas e um custo estimado em dezenas ou centenas de dólares. Seu formato também é considerado não padronizado pelas políticas atuais dos nós, razão pela qual a operação não circulou pelo sistema público normal de retransmissão. Ela precisou ser enviada diretamente ao serviço Slipstream, da mineradora MARA, que a incluiu em um bloco. Além disso, o QSB protege somente bitcoins transferidos para uma estrutura criada especialmente para essa finalidade e não resolve a vulnerabilidade de moedas mantidas em endereços antigos cujas chaves públicas já estão expostas. Nenhuma máquina quântica real atacou a transação, e sua resistência decorre da análise matemática diante dos algoritmos atualmente conhecidos. O experimento demonstrou que existe uma espécie de “bote salva-vidas” capaz de proteger determinados bitcoins mesmo sem uma atualização imediata da rede, mas não substitui uma solução geral. A própria StarkWare continua defendendo uma atualização do protocolo, provavelmente por meio de um soft fork, para permitir uma migração ampla e eficiente. A notícia representa um avanço técnico relevante: não é a solução definitiva para a ameaça quântica, mas é a primeira demonstração prática de que o Bitcoin dispõe de caminhos para enfrentá-la.

Bitcoin dá os primeiros passos contra a ameaça quântica

O Bitcoin registrou um avanço importante na preparação para a futura era dos computadores quânticos. Em 26 de agosto de 2026, uma transação experimental protegida pelo método Quantum-Safe Bitcoin, ou QSB, foi confirmada na rede principal. A técnica foi desenvolvida pelo pesquisador Avihu Levy, da StarkWare, e funcionou sem qualquer alteração nas regras de consenso do Bitcoin. A operação movimentou apenas 10 mil satoshis, aproximadamente US$ 8 naquele momento, mas seu valor simbólico foi muito maior: pela primeira vez, uma construção apresentada como resistente a ataques quânticos saiu do papel e foi efetivamente aceita pela blockchain.
Para entender a importância da experiência, é necessário conhecer a possível ameaça. As transações comuns do Bitcoin utilizam assinaturas digitais baseadas em criptografia de curvas elípticas, como ECDSA e Schnorr. Atualmente, é praticamente impossível calcular uma chave privada a partir de sua chave pública. Um computador quântico suficientemente poderoso, entretanto, poderia empregar o algoritmo de Shor para resolver esse problema matemático com muito mais rapidez. Em alguns tipos de endereço, a chave pública permanece escondida até o momento do gasto, mas é revelada quando a transação é transmitida. Um atacante quântico poderia, em tese, aproveitar o período entre a transmissão e a confirmação para descobrir a chave privada e tentar roubar os bitcoins.
O QSB procura fechar essa janela acrescentando uma proteção baseada em funções hash, contra as quais o algoritmo de Shor não oferece o mesmo atalho. Simplificadamente, o sistema obriga o proprietário a realizar previamente uma enorme quantidade de cálculos até encontrar uma combinação que satisfaça condições muito específicas do Bitcoin Script. Esse processo, conhecido como signature grinding, vincula a autorização a uma transação determinada e faz com que sua segurança dependa da dificuldade de inverter funções hash, e não do segredo de uma chave de curva elíptica. Todo o trabalho pesado ocorre fora da blockchain; depois de encontrada a solução, a rede consegue verificá-la utilizando operações que já existem no protocolo.
Apesar do sucesso, o método ainda está muito distante de uma solução cotidiana. A geração da transação pode exigir horas de processamento em várias placas gráficas e um custo estimado em dezenas ou centenas de dólares. Seu formato também é considerado não padronizado pelas políticas atuais dos nós, razão pela qual a operação não circulou pelo sistema público normal de retransmissão. Ela precisou ser enviada diretamente ao serviço Slipstream, da mineradora MARA, que a incluiu em um bloco. Além disso, o QSB protege somente bitcoins transferidos para uma estrutura criada especialmente para essa finalidade e não resolve a vulnerabilidade de moedas mantidas em endereços antigos cujas chaves públicas já estão expostas.
Nenhuma máquina quântica real atacou a transação, e sua resistência decorre da análise matemática diante dos algoritmos atualmente conhecidos. O experimento demonstrou que existe uma espécie de “bote salva-vidas” capaz de proteger determinados bitcoins mesmo sem uma atualização imediata da rede, mas não substitui uma solução geral. A própria StarkWare continua defendendo uma atualização do protocolo, provavelmente por meio de um soft fork, para permitir uma migração ampla e eficiente. A notícia representa um avanço técnico relevante: não é a solução definitiva para a ameaça quântica, mas é a primeira demonstração prática de que o Bitcoin dispõe de caminhos para enfrentá-la.
ບົດຄວາມ
ເບິ່ງການແປ
A força dos ETFs impulsiona o BitcoinOs ETFs de Bitcoin à vista negociados nos Estados Unidos voltaram a ocupar o centro do mercado nos últimos dias. Entre 17 e 26 de agosto de 2026, esses fundos receberam aproximadamente US$ 2,8 bilhões em recursos líquidos, completando oito pregões consecutivos de entradas. Com isso, o total captado em agosto ultrapassou US$ 3 bilhões, transformando o mês no melhor de 2026 para os ETFs de Bitcoin. O movimento coincidiu com a recuperação da criptomoeda, que voltou a superar US$ 80 mil pela primeira vez desde maio. A maior parcela desse dinheiro foi direcionada ao IBIT, ETF administrado pela BlackRock, que continua ampliando sua liderança entre os fundos americanos de Bitcoin. Em determinados pregões, o IBIT respondeu por mais da metade de todo o volume líquido recebido pelo setor. Essa concentração mostra a força da BlackRock como porta de entrada para bancos, gestores, fundos de investimento e investidores que desejam exposição ao Bitcoin sem precisar comprar diretamente a criptomoeda ou administrar carteiras digitais e chaves privadas. As entradas também ajudam a explicar por que a recente valorização parece mais consistente do que uma alta provocada exclusivamente pela liquidação de posições vendidas. Quando um ETF à vista recebe novos recursos, o administrador precisa adquirir bitcoins para sustentar as cotas emitidas. Isso cria demanda efetiva no mercado e retira moedas da oferta disponível. Embora parte da alta tenha sido acelerada por um forte short squeeze, a continuidade das captações indica a presença de compradores reais, especialmente por meio dos canais financeiros tradicionais. O cenário macroeconômico americano contribuiu para essa mudança de comportamento. A decisão do Tesouro dos Estados Unidos de ampliar as recompras de títulos de longo prazo enfraqueceu o dólar e despertou preocupações sobre endividamento público, inflação e possível desvalorização monetária. Nesse ambiente, ouro e Bitcoin voltaram a subir simultaneamente como alternativas aos ativos denominados em dólares. A perspectiva de regras mais claras para o mercado de criptomoedas nos Estados Unidos também aumentou a confiança dos investidores institucionais. Apesar dos números positivos, ainda é cedo para afirmar que as entradas nos ETFs confirmam o início de uma nova tendência duradoura de alta. Uma parcela considerável do crescimento dos ativos administrados decorreu da valorização do próprio Bitcoin, e não apenas da chegada de dinheiro novo. Além disso, uma mudança no cenário dos juros ou saídas expressivas dos fundos poderia aumentar novamente a volatilidade. Ainda assim, os últimos pregões deixaram uma mensagem importante: depois de vários meses de cautela, a demanda institucional pelo Bitcoin voltou a demonstrar força justamente quando o ativo tentava reconstruir sua tendência de valorização.

A força dos ETFs impulsiona o Bitcoin

Os ETFs de Bitcoin à vista negociados nos Estados Unidos voltaram a ocupar o centro do mercado nos últimos dias. Entre 17 e 26 de agosto de 2026, esses fundos receberam aproximadamente US$ 2,8 bilhões em recursos líquidos, completando oito pregões consecutivos de entradas. Com isso, o total captado em agosto ultrapassou US$ 3 bilhões, transformando o mês no melhor de 2026 para os ETFs de Bitcoin. O movimento coincidiu com a recuperação da criptomoeda, que voltou a superar US$ 80 mil pela primeira vez desde maio.
A maior parcela desse dinheiro foi direcionada ao IBIT, ETF administrado pela BlackRock, que continua ampliando sua liderança entre os fundos americanos de Bitcoin. Em determinados pregões, o IBIT respondeu por mais da metade de todo o volume líquido recebido pelo setor. Essa concentração mostra a força da BlackRock como porta de entrada para bancos, gestores, fundos de investimento e investidores que desejam exposição ao Bitcoin sem precisar comprar diretamente a criptomoeda ou administrar carteiras digitais e chaves privadas.
As entradas também ajudam a explicar por que a recente valorização parece mais consistente do que uma alta provocada exclusivamente pela liquidação de posições vendidas. Quando um ETF à vista recebe novos recursos, o administrador precisa adquirir bitcoins para sustentar as cotas emitidas. Isso cria demanda efetiva no mercado e retira moedas da oferta disponível. Embora parte da alta tenha sido acelerada por um forte short squeeze, a continuidade das captações indica a presença de compradores reais, especialmente por meio dos canais financeiros tradicionais.
O cenário macroeconômico americano contribuiu para essa mudança de comportamento. A decisão do Tesouro dos Estados Unidos de ampliar as recompras de títulos de longo prazo enfraqueceu o dólar e despertou preocupações sobre endividamento público, inflação e possível desvalorização monetária. Nesse ambiente, ouro e Bitcoin voltaram a subir simultaneamente como alternativas aos ativos denominados em dólares. A perspectiva de regras mais claras para o mercado de criptomoedas nos Estados Unidos também aumentou a confiança dos investidores institucionais.
Apesar dos números positivos, ainda é cedo para afirmar que as entradas nos ETFs confirmam o início de uma nova tendência duradoura de alta. Uma parcela considerável do crescimento dos ativos administrados decorreu da valorização do próprio Bitcoin, e não apenas da chegada de dinheiro novo. Além disso, uma mudança no cenário dos juros ou saídas expressivas dos fundos poderia aumentar novamente a volatilidade. Ainda assim, os últimos pregões deixaram uma mensagem importante: depois de vários meses de cautela, a demanda institucional pelo Bitcoin voltou a demonstrar força justamente quando o ativo tentava reconstruir sua tendência de valorização.
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Bitcoin abre a porta da casa própriaA Coinbase deu mais um passo importante para aproximar o Bitcoin da economia tradicional ao anunciar uma parceria com a Better Mortgage para oferecer, nos Estados Unidos, uma nova modalidade de financiamento imobiliário garantido por criptomoedas. A proposta permite que investidores utilizem seus bitcoins para ajudar na compra de uma casa sem precisar vendê-los. Embora esteja sendo chamada de “hipoteca garantida por Bitcoin”, a estrutura é um pouco mais sofisticada: a Coinbase fornece a infraestrutura institucional para a custódia dos ativos digitais, enquanto a Better Mortgage é responsável pela análise de crédito, pela concessão e pela administração dos empréstimos. Na prática, o comprador recebe dois financiamentos no momento da aquisição do imóvel. O primeiro é uma hipoteca imobiliária tradicional, enquadrada nos critérios da Fannie Mae, uma das principais instituições do sistema habitacional americano. O segundo empréstimo fornece o dinheiro necessário para pagar a entrada e é garantido tanto pelos bitcoins oferecidos pelo cliente quanto por uma segunda garantia constituída sobre o imóvel. Assim, o Bitcoin não substitui integralmente a hipoteca nem é entregue diretamente ao vendedor da casa: ele funciona como garantia para levantar os recursos destinados à entrada. O nível de garantia exigido é elevado. Para obter US$ 100 mil destinados à entrada, por exemplo, o comprador precisa oferecer inicialmente cerca de US$ 250 mil em Bitcoin, o equivalente a uma garantia de 250% do valor emprestado. Os bitcoins ficam sob custódia da Better Mortgage em uma conta institucional mantida na Coinbase Prime e permanecem bloqueados durante a vigência da obrigação. A principal vantagem é que o investidor preserva sua posição no ativo, mantém a possibilidade de se beneficiar de uma valorização futura e evita realizar imediatamente um possível ganho de capital tributável decorrente da venda das moedas. Outro diferencial relevante é a ausência de chamadas de margem provocadas pela volatilidade. Em empréstimos convencionais garantidos por criptomoedas, uma queda acentuada do Bitcoin pode obrigar o cliente a adicionar novas garantias ou provocar uma liquidação automática. Nesse financiamento imobiliário, as empresas afirmam que as oscilações do mercado não alteram as taxas ou as condições contratadas e não obrigam o comprador a complementar a garantia. Isso não elimina, entretanto, o risco de perda dos bitcoins: se o cliente permanecer inadimplente por 60 dias, a Better Mortgage poderá liquidar os ativos. A execução da garantia sobre o imóvel segue um procedimento separado e pode começar após 180 dias de atraso. A iniciativa representa um marco para a integração do Bitcoin ao sistema financeiro dos Estados Unidos, pois transforma uma riqueza até então pouco aceita pelos bancos em instrumento de acesso ao crédito imobiliário. Ainda assim, o produto não significa dinheiro fácil: o comprador assume duas dívidas, compromete uma quantidade considerável de bitcoins e oferece também o próprio imóvel como garantia. Disponível em modalidades com prazos fixos de 15 ou 30 anos e sujeito à aprovação de crédito, o financiamento será provavelmente restrito, num primeiro momento, a investidores com grande patrimônio em criptomoedas. Mesmo assim, a mensagem é poderosa: o Bitcoin começa a deixar de ser visto apenas como um ativo especulativo e passa a ser utilizado como garantia para uma das operações financeiras mais tradicionais da vida cotidiana — a compra da casa própria.

Bitcoin abre a porta da casa própria

A Coinbase deu mais um passo importante para aproximar o Bitcoin da economia tradicional ao anunciar uma parceria com a Better Mortgage para oferecer, nos Estados Unidos, uma nova modalidade de financiamento imobiliário garantido por criptomoedas. A proposta permite que investidores utilizem seus bitcoins para ajudar na compra de uma casa sem precisar vendê-los. Embora esteja sendo chamada de “hipoteca garantida por Bitcoin”, a estrutura é um pouco mais sofisticada: a Coinbase fornece a infraestrutura institucional para a custódia dos ativos digitais, enquanto a Better Mortgage é responsável pela análise de crédito, pela concessão e pela administração dos empréstimos.
Na prática, o comprador recebe dois financiamentos no momento da aquisição do imóvel. O primeiro é uma hipoteca imobiliária tradicional, enquadrada nos critérios da Fannie Mae, uma das principais instituições do sistema habitacional americano. O segundo empréstimo fornece o dinheiro necessário para pagar a entrada e é garantido tanto pelos bitcoins oferecidos pelo cliente quanto por uma segunda garantia constituída sobre o imóvel. Assim, o Bitcoin não substitui integralmente a hipoteca nem é entregue diretamente ao vendedor da casa: ele funciona como garantia para levantar os recursos destinados à entrada.
O nível de garantia exigido é elevado. Para obter US$ 100 mil destinados à entrada, por exemplo, o comprador precisa oferecer inicialmente cerca de US$ 250 mil em Bitcoin, o equivalente a uma garantia de 250% do valor emprestado. Os bitcoins ficam sob custódia da Better Mortgage em uma conta institucional mantida na Coinbase Prime e permanecem bloqueados durante a vigência da obrigação. A principal vantagem é que o investidor preserva sua posição no ativo, mantém a possibilidade de se beneficiar de uma valorização futura e evita realizar imediatamente um possível ganho de capital tributável decorrente da venda das moedas.
Outro diferencial relevante é a ausência de chamadas de margem provocadas pela volatilidade. Em empréstimos convencionais garantidos por criptomoedas, uma queda acentuada do Bitcoin pode obrigar o cliente a adicionar novas garantias ou provocar uma liquidação automática. Nesse financiamento imobiliário, as empresas afirmam que as oscilações do mercado não alteram as taxas ou as condições contratadas e não obrigam o comprador a complementar a garantia. Isso não elimina, entretanto, o risco de perda dos bitcoins: se o cliente permanecer inadimplente por 60 dias, a Better Mortgage poderá liquidar os ativos. A execução da garantia sobre o imóvel segue um procedimento separado e pode começar após 180 dias de atraso.
A iniciativa representa um marco para a integração do Bitcoin ao sistema financeiro dos Estados Unidos, pois transforma uma riqueza até então pouco aceita pelos bancos em instrumento de acesso ao crédito imobiliário. Ainda assim, o produto não significa dinheiro fácil: o comprador assume duas dívidas, compromete uma quantidade considerável de bitcoins e oferece também o próprio imóvel como garantia. Disponível em modalidades com prazos fixos de 15 ou 30 anos e sujeito à aprovação de crédito, o financiamento será provavelmente restrito, num primeiro momento, a investidores com grande patrimônio em criptomoedas. Mesmo assim, a mensagem é poderosa: o Bitcoin começa a deixar de ser visto apenas como um ativo especulativo e passa a ser utilizado como garantia para uma das operações financeiras mais tradicionais da vida cotidiana — a compra da casa própria.
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