Trezor alerta sobre possível adulteração de carteiras de criptomoedas e recomenda troca
A Trezor emitiu um alerta de segurança para usuários que compraram carteiras físicas de criptomoedas da revendedora CryptoBilis a partir de março de 2026. A recomendação surgiu após um cliente relatar a suspeita de um componente implantado em um dispositivo Trezor Safe 5. Embora a fabricante ainda não tenha confirmado a adulteração, a empresa orienta os compradores a criar novas carteiras e transferir seus ativos para endereços protegidos por outras frases de recuperação. Até o momento, a Trezor afirma que não recebeu relatos de perdas financeiras relacionadas ao caso. O alerta da Trezor começou após um consumidor identificar uma possível alteração física em uma carteira Safe 5 adquirida em agosto de 2026. O dispositivo ainda precisa passar por uma análise técnica, mas a fabricante decidiu agir preventivamente diante das informações apresentadas pelo cliente. Por isso, a orientação vale para todos os consumidores que compraram equipamentos da CryptoBilis desde março deste ano. A medida busca reduzir o risco de acesso indevido às criptomoedas, mesmo sem confirmação de que outros aparelhos apresentem o mesmo problema. #Cripto #Bitcoin #Blockchain
Binance garante que criptoativos de brasileiros estão segregados e seguros
A Binance afirmou que os criptoativos de clientes brasileiros estão segregados em entidades distintas, armazenados em carteiras frias e fora do alcance das carteiras comprometidas no maior ataque hacker já registrado contra a exchange. A reestruturação operacional da Binance no Brasil foi desenhada para atender à Resolução BCB nº 520, de 10 de novembro de 2025 , que impõe segregação patrimonial obrigatória entre os recursos dos clientes e os ativos da própria empresa. O prazo para conclusão da reestruturação era 29 de outubro. A norma dividiu as operações brasileiras em duas pessoas jurídicas. A BBrasil Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais Ltda. (CNPJ 68.627.500/0001-91) ficou responsável pelos serviços com criptomoedas. Já a Binance Brasil Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A. (CNPJ 68.757.681/0001-70) administra as contas de pagamento individualizadas em reais. #Criptomoedas #Brasil #Regulamentacao
Blockchain.RIO confirma edição 2027 para agosto no Rio de Janeiro
Blockchain.RIO confirmou que o Main Event de 2027 será realizado nos dias 11 e 12 de agosto, no Rio de Janeiro. O anúncio vem após uma edição de 2026 que reuniu mais de 29 mil pessoas e 496 speakers. A confirmação das datas foi feita pela organização do evento. O Blockchain.RIO passa a iniciar um novo ciclo de construção com o Main Event marcado para agosto de 2027, mantendo o Rio de Janeiro como sede. A edição de 2026, que serviu de base para o anúncio, registrou 29.096 pessoas entre público presencial e online. O evento contou com 496 speakers, 94 patrocinadores, aproximadamente 60 expositores, 40 startups apresentadas e programação distribuída em 11 palcos, incluindo um espaço dedicado à inteligência artificial aplicada. A repercussão pública também cresceu. A estratégia de comunicação da edição de 2026 resultou em 410 matérias, presença em mais de 320 veículos e 137 jornalistas credenciados, ampliando o alcance das discussões sobre blockchain e infraestrutura financeira para audiências fora dos canais especializados. #Criptomoedas #Brasil #Blockchain
Cartão cripto no Brasil: como funciona e o que avaliar
Cartão cripto no Brasil é um cartão de débito ou pré-pago vinculado a criptoativos que permite pagar em lojas físicas e online, em qualquer estabelecimento que aceite Visa ou Mastercard. Este guia explica como esses cartões funcionam, quais moedas aceitam, o que rendem de cashback e quais riscos o consumidor brasileiro precisa considerar antes de usar. Um cartão cripto funciona de forma parecida com um cartão de débito comum: o saldo fica carregado na conta do emissor e é debitado no momento da compra. A diferença está no que compõe esse saldo: em vez de reais em uma conta bancária, o titular mantém criptoativos , em geral stablecoins, que são moedas digitais atreladas ao valor do dólar ou de outra moeda tradicional. #Criptomoedas #Brasil #Financas
Binance sofre maior hack de criptomoedas da história, estimado em US$ 5,87 bilhões
A Binance , maior exchange de criptomoedas do mundo, sofreu um ataque hacker que drenou grandes volumes de ativos de suas carteiras quentes. As estimativas de perda variam entre US$ 1,7 bilhão e US$ 5,87 bilhões. O ataque foi identificado nesta quinta-feira, 29, após grandes transferências de carteiras da Binance para endereços recém-criados. A exchange suspendeu saques temporariamente como medida de precaução e publicou comunicado oficial no X informando que está investigando um possível incidente de segurança . A Binance afirmou que os recursos dos clientes estão seguros e serão cobertos, se necessário. O valor exato do roubo diverge entre as fontes, no entanto, as quatro maiores posições drenadas concentram mais de US$ 5 bilhões em Tether (USDT), Bitcoin, Ethereum e USD Coin. #Criptomoedas #Economia #Negocios
BTCPay Server corrige falha crítica que drenava nós Lightning
BTCPay Server lançou a versão 2.4.2 em regime de emergência para conter uma vulnerabilidade crítica que já estava sendo explorada ativamente e permitia o roubo de fundos em nós da rede Lightning, qualquer instalação anterior ao patch continuava exposta enquanto o ataque ocorria. A vulnerabilidade residia na autenticação básica da API Greenfield. Contas protegidas por TOTP, o segundo fator baseado em senha descartável, podiam ter esse mecanismo contornado por um atacante remoto não autenticado. Com isso, o invasor conseguia acessar os arquivos .macaroon dos nós Lightning , as credenciais que autorizam operações no nó, e utilizá-los para mover fundos sem qualquer interação da vítima. Carteiras on-chain padrão não foram afetadas pela brecha . O vetor de ataque era restrito ao fluxo de autenticação da API combinado com a presença de um nó Lightning vinculado à instância do BTCPay Server. #Criptomoedas #Tecnologia #Bitcoin
Cainvest lança monitor de licenças cripto no Banco Central
O Cainvest Group lançou o SPSAV Monitor, plataforma que acompanha em tempo real os pedidos de autorização de empresas de criptoativos junto ao Banco Central do Brasil , a dois dias do prazo final para adequação ao novo marco regulatório do setor. O Cainvest SPSAV Monitor é um radar público que consolida informações sobre instituições que protocolaram pedido de autorização para operar como Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (PSAV) junto ao Banco Central. Em 29 de outubro de 2026, o monitor contabilizava 38 instituições com pedidos em aberto. Dessas, três estavam na agenda de decisão da autoridade monetária, duas se encontravam em análise pelo BC e outras duas aguardavam envio de documentos ou respostas dos requerentes. Entre os nomes identificados pelo monitor estão Bradesco, Nu, Itaú e Inter, primeiros grandes bancos a formalizar o pedido . A Ripple também consta na lista, ao lado da emissora de stablecoins Avenia, da Bloquo e da Lumx, ambas de infraestrutura de pagamentos com stablecoins, da tokenizadora de ativos Liqi e da fintech Nonco. #Criptomoedas #Brasil #Regulamentacao
PF investiga Paulo Guedes por suspeitas ligadas a empresa de criptomoedas
Ex-ministro da Economia e dono da OnilX aparecem em investigação sigilosa da Polícia Federal. Empresa enfrenta mais de 100 ações judiciais de investidores que alegam dificuldades para recuperar recursos. A Polícia Federal investiga o ex-ministro da Economia Paulo Guedes e o empresário Fábio Lino de Almeida, proprietário da OnilX, por suspeitas de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional. O inquérito tramita sob sigilo na Justiça Federal do Paraná desde fevereiro de 2026. A investigação envolvendo Paulo Guedes e a empresa de criptomoedas ocorre em meio a reclamações de investidores sobre dificuldades para resgatar dinheiro . A OnilX também enfrenta questionamentos regulatórios e contesta as acusações de irregularidades. A Polícia Federal abriu o inquérito em 10 de fevereiro de 2026, com registro na 9ª Vara Federal de Curitiba. Além de Paulo Guedes, a investigação inclui Fábio Lino de Almeida, responsável pela OnilX, companhia que atua no setor de ativos digitais. #Criptomoedas #Brasil
Governo e FAPESP lançam edital de R$ 21 mi para sistemas descentralizados
O Governo Federal e a FAPESP abriram um edital conjunto de R$ 21 milhões para financiar pesquisa e desenvolvimento de sistemas descentralizados e plataformas de software livre, com foco em reduzir a dependência das grandes empresas de tecnologia e fortalecer a soberania digital do Brasil. O edital é uma ação conjunta do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Ministério das Comunicações (MCom) e do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), com execução pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). A iniciativa busca construir alternativas aos oligopólios das plataformas digitais dominantes, promovendo protocolos abertos como o Fediverso e tecnologias associadas à Web3 . Uma exigência central do edital é que todos os produtos gerados pelas pesquisas financiadas sejam disponibilizados como código aberto. Isso significa que qualquer solução desenvolvida com recursos públicos não poderá ser patenteada de forma restritiva nem mantida sob licença proprietária, permanecendo acessível à comunidade. #Brasil #Tecnologia #Web3
Zcash: 2026 é o ano da privacidade on-chain? Os dados que sustentam a tese
A Zcash (ZEC) fecha outubro de 2026 entre as dez maiores criptomoedas do mundo . Há dois anos, moedas de privacidade eram tratadas como nicho em retirada, deslistadas por corretoras e evitadas por gestores. Então, 2026 é o ano da privacidade on-chain? Pelo critério de mercado, sim: preço, ETF e capital institucional confirmam a tese. Pelo critério de uso, ainda não. Este guia separa os dois lados com dados verificáveis. Privacidade on-chain é a capacidade de registrar transações em uma blockchain pública sem expor remetente, destinatário ou valor . A rede continua validando tudo, mas os detalhes ficam cifrados. Na prática, ela substitui a transparência total pela verificação matemática. A Zcash, lançada em 2016, usa provas de conhecimento zero (zero-knowledge proofs, cálculos que provam que algo é verdadeiro sem revelar os dados por trás). Com elas, a rede confirma que uma transação é válida sem enxergar seu conteúdo. #Bitcoin #Ethereum #Blockchain
Banco Central identifica 33 empresas na corrida pela licença cripto no Brasil
Coinbase, Nubank, Binance, Ripple, Itaú, Inter, Braza Bank e Mercado Bitcoin estão entre as 33 empresas e instituições financeiras identificadas em processo de adequação ao novo regime de licenciamento de prestadores de serviços de ativos virtuais (PSAVs) no Brasil. O levantamento cruzou bases públicas de processos e protocolos do Banco Central do Brasil com registros societários e confirmações diretas de participantes do mercado. Cada empresa aparece listada com seu CNPJ e o número do processo específico aberto junto ao regulador. Entre os exemplos identificados estão a Transfero (processo 315453), a Mazzera (processo 315286) e a PFPay (processo 314610). O dado que chama atenção é que nem todas as empresas listadas haviam anunciado publicamente qualquer movimentação regulatória. A compilação as identifica mesmo assim, a partir de registros oficiais acessíveis. Dos 33 processos mapeados, apenas um foi negado até o momento. #Criptomoedas #Brasil #Regulamentacao
Avenia pede autorização ao Banco Central para operar como VASP
Avenia, emissora da stablecoin BRLA, iniciou o processo de autorização junto ao Banco Central do Brasil para atuar como prestadora de serviços de ativos virtuais (VASP). O movimento posiciona a empresa entre as primeiras do segmento de stablecoins em reais a buscar licença formal no regulador brasileiro. A Avenia emite a BRLA desde 2023 e a posiciona como a maior stablecoin atrelada ao real. Além da emissão, a empresa desenvolve soluções de pagamentos internacionais baseadas em stablecoins. O pedido ao Banco Central formaliza uma operação que já existe na prática, submetendo-a ao arcabouço regulatório que o BC vem construindo para o setor. O prazo que torna o movimento urgente está definido: o Banco Central fixou 30 de outubro de 2026 como data-limite para que prestadoras de serviços de ativos virtuais protocolem seus pedidos de autorização. Quem não cumprir o cronograma fica impedido de operar legalmente no Brasil. A Avenia entrou com o processo dois dias antes do vencimento. O registro como VASP exige que a empresa demonstre ao BC capacidade operacional, controles de prevenção à lavagem de dinheiro, estrutura de governança e mecanismos de proteção ao cliente. #Criptomoedas #Brasil #Negocios
Hackers roubam US$ 400 mil da Predict.fun dias após token valer US$ 1,4 bi
Hackers drenaram US$ 400 mil em USDT da Predict.fun , plataforma de mercado de previsões integrada à Binance Wallet , em um ataque relatado em 27 de outubro de 2026. O incidente aconteceu dias depois de o token da plataforma atingir uma capitalização de mercado de US$ 1,4 bilhão . A Predict.fun é um mercado de previsões apoiado pela YZi Labs e foi adicionada à Binance Wallet em março de 2026. A integração colocou a plataforma em evidência entre usuários da maior exchange do mundo por volume. O ataque drenou US$ 400 mil em USDT diretamente dos contratos ou da infraestrutura da plataforma. Os desenvolvedores suspeitam que o ponto de entrada dos invasores foi a documentação de API da plataforma. Como medida imediata, o site de documentação da API foi retirado do ar para conter o vetor de ataque enquanto a equipe investiga o ocorrido. O momento do ataque é, no mínimo, constrangedor. Dias antes, o token da Predict.fun havia atingido uma capitalização de mercado de US$ 1,4 bilhão na Binance, número que gerou debate no setor sobre se o valor refletia fundamentos reais. O roubo chegou exatamente quando a plataforma estava no centro das atenções. #Criptomoedas #Exchange #SegurancaDigital
Google lança sistema MPC para proteger custódia de criptoativos
O Google vai apresentar o Google Multi-Party Compute (MPC), um sistema de segurança para custódia de criptoativos e ativos tokenizados, no seu primeiro simpósio de ativos digitais, em Nova York. O Google MPC está em pré-visualização privada e foi projetado para ajudar bancos e instituições financeiras a proteger e movimentar criptomoedas e ativos tokenizados com mais segurança. Vários parceiros de design e instituições financeiras de grande porte já participam dos testes. A própria Alphabet, controladora do Google, utiliza o sistema para resguardar seus ativos digitais nas blockchains Ethereum e Solana. O serviço suporta assinaturas ECDSA e Ed25519, dois dos esquemas criptográficos mais usados por redes blockchain para autorizar transações. Quando uma transação é confirmada em uma blockchain, ela não pode ser revertida, o que torna a proteção da chave privada o ponto mais crítico de toda a cadeia de custódia. #Criptomoedas #InteligenciaArtificial #Ethereum
Ripio pede licença ao Banco Central para operar no Brasil
Ripio protocolou pedido de licença junto ao Banco Central do Brasil para atuar como corretora de ativos virtuais, cobrindo intermediação, custódia e câmbio de criptomoedas, enquanto mantém seu atendimento no país. O pedido protocolado pela Ripio ao Banco Central abrange três frentes: a intermediação de ativos virtuais, a custódia de criptomoedas e o câmbio . Com esse escopo, a corretora de origem argentina busca enquadrar sua operação brasileira dentro do marco regulatório que o BC vem estruturando para o setor. A empresa confirmou que segue atendendo usuários no Brasil durante o período de análise do pedido. A manutenção do serviço enquanto o processo tramita é uma prática comum no modelo regulatório adotado pelo Banco Central para exchanges de criptoativos. O timing do pedido é relevante: a Ripio havia encerrado operações via Pix e negociações no Brasil em 29 de outubro , o que tornou o protocolo junto ao BC um sinal de que a empresa pretende se reposicionar formalmente no mercado brasileiro, desta vez com o aval regulatório em mãos. #Criptomoedas #Brasil #Negocios
Operação contra fraudes com criptomoedas prende seis pessoas no Piauí
A Polícia Civil do Piauí participou, nesta quarta-feira (28 de outubro), da Operação Cripto-Quimera , que investiga uma organização criminosa suspeita de aplicar golpes com criptomoedas e lavar dinheiro em diferentes estados brasileiros. A ação, coordenada pela Polícia Civil de Goiás, resultou na prisão de seis pessoas no Piauí. Ao todo, a operação teve como objetivo cumprir 14 mandados de prisão temporária e 19 de busca e apreensão. As equipes atuaram em Parnaíba, no litoral piauiense, além de Guarulhos, Osasco, Guarujá e São Paulo capital. A investigação começou após uma vítima perder mais de R$ 250 mil em um golpe virtual. O caso que deu origem à investigação aconteceu em março de 2023, em Goiânia (GO). Na ocasião, os criminosos invadiram o perfil de uma pessoa conhecida da vítima e utilizaram a conta para divulgar falsas oportunidades de investimento em criptomoedas , com promessas de lucros rápidos e elevados. Como a publicação apareceu no perfil de alguém de confiança, a vítima acreditou na oferta e iniciou uma conversa pela rede social . Em seguida, os golpistas a encaminharam para supostos atendentes e supervisores de uma plataforma de investimentos. #Criptomoedas #Brasil
Vibe coding quebra smart TV ao remover bloatware com Claude
Um desenvolvedor usou o Claude Code, ferramenta de programação por IA da Anthropic, para remover bloatware de sua smart TV via ADB, substituir o launcher original e transformar a interface em algo próximo ao visual do Apple TV. O processo funcionou, ficou mais rápido e livre de anúncios. O problema: ao operar em um aparelho LG com root, o Claude executou etapas que o usuário não controlava por completo, e a TV não voltou mais . O relato viralizou e arrastou milhares de pessoas a repetir o experimento nos próprios aparelhos. O autor da experiência original habilitou as opções de desenvolvedor na TV, ativou o USB e o Network ADB debugging e abriu o Claude Code no computador. Bastou colar o prompt do projeto, informar o modelo exato do aparelho e responder um checklist rápido sobre quais aplicativos manter no dock. A partir daí, o Claude assumiu: fez backup do sistema, removeu 25 pacotes Xiaomi pré-instalados, compilou um launcher de 83 MB para substituir o original de 192 MB e instalou tudo via ADB, verificando cada etapa com capturas de tela. O resultado visual foi elogiado pelo próprio autor como semelhante a um Apple TV, e o desempenho melhorou de forma perceptível. #Tecnologia #Negocios #InteligenciaArtificial
Ministro israelense defende criptomoedas contra sanções e recebe críticas
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu , levantou uma possibilidade que chamou a atenção do mercado financeiro: usar criptomoedas para reduzir os impactos de eventuais sanções econômicas contra Israel. A ideia, apresentada durante uma entrevista na sexta-feira (23), não agradou a economistas e integrantes da oposição. Netanyahu conversou com a emissora israelense Channel 10 e afirmou que seu governo se prepara para enfrentar possíveis restrições internacionais mais amplas. Nesse contexto, mencionou os ativos digitais como uma das alternativas que poderiam ajudar a economia israelense. A declaração surgiu em meio às discussões sobre as relações comerciais de Israel com outros países. Além disso, o assunto ganhou repercussão justamente na semana das eleições israelenses, ampliando o debate sobre as propostas econômicas do primeiro-ministro. A preocupação do governo israelense envolve a possibilidade de outros países adotarem medidas que dificultem o comércio e as movimentações financeiras de Israel. #Criptomoedas #Economia
Sony lança token nativo $SONEIUM e planeja stablecoin própria
A Sony confirmou que vai emitir um token nativo chamado $SONEIUM na sua blockchain Soneium e anunciou planos paralelos de lançar uma stablecoin atrelada ao dólar que poderá ser usada em assinaturas de games e outros serviços. A rede já reúne mais de 250 aplicações nas áreas de música, games, anime e colecionáveis digitais. A Soneium é uma rede de camada 2 desenvolvida pela Sony para acelerar a adoção de Web3 em propriedades intelectuais do grupo, com aplicações que vão de NFTs musicais a itens colecionáveis de anime. A blockchain já integrou parceiros como a LINE, maior plataforma social do Japão, que trouxe quatro aplicativos de games para a rede. O anúncio sobre o $SONEIUM veio acompanhado da apresentação do conceito de IP tokenizada: a Sony pretende transformar direitos sobre músicas, personagens e outros ativos de entretenimento em tokens negociáveis dentro da própria rede . A stablecoin em dólar ampliaria essa estrutura ao permitir pagamentos dentro dos serviços da Sony sem depender de moedas externas. O $SONEIUM funcionaria como o ativo central da blockchain , utilizado em governança, taxas de transação e incentivos para desenvolvedores e usuários. Já a stablecoin teria função mais específica: cobrir assinaturas de videogames e compras de conteúdo digital diretamente nos serviços do grupo. #Criptomoedas #Tecnologia #Blockchain
Binance pede licença ao Banco Central para ampliar serviços financeiros no Brasil
A Binance solicitou uma licença ao Banco Central por meio da BBrasil Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais Ltda., empresa que integra o grupo. O pedido contempla a atuação como Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAV), conforme as exigências regulatórias brasileiras. Com essa iniciativa, a exchange pretende manter uma estrutura que reúna diferentes soluções financeiras em um único ambiente. Dessa forma, os clientes poderão acessar ativos digitais, negociar stablecoins, realizar pagamentos e utilizar outros serviços por meio de uma única conta. Além disso, a companhia busca facilitar o acesso dos brasileiros a oportunidades financeiras internacionais. A proposta envolve operações disponíveis 24 horas por dia, com foco em custos competitivos, segurança e transparência. O protocolo do pedido, entretanto, não significa que o Banco Central já concedeu a autorização. A empresa ainda precisa passar pela análise regulatória antes de obter a licença solicitada. #Criptomoedas #Brasil #Economia