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A Fundação Solana inicia iniciativa de proteção reforçada após perda de R$ 1,4 bilhão em ataqueA Fundação Solana anunciou na segunda-feira (6) um programa pra reforçar a segurança dos protocolos que rodam na blockchain. Essa iniciativa vem logo depois de um ataque hacker, supostamente do governo da Coreia do Norte, que levou US$ 285 milhões (R$ 1,4 bilhão) do protocolo Drift. O coração do novo programa é o Stride, uma avaliação prática que a Asymmetric Research vai fazer nos principais projetos da Solana. Os protocolos que tiverem mais de US$ 10 milhões em valor total bloqueado (TVL) e passarem na avaliação vão receber suporte contínuo de segurança e monitoramento de ameaças, bancados por subsídios da Fundação Solana, ajustados conforme o risco de cada projeto. Já os protocolos com mais de US$ 100 milhões em TVL vão ganhar também uma verificação formal, que é um método matemático pra conferir todos os caminhos possíveis de execução dos contratos inteligentes e garantir que tudo esteja certinho. O Stride vai analisar os projetos seguindo oito pilares de segurança e vai publicar os resultados pra todo mundo ver. Além disso, a fundação lançou o Solana Incident Response Network (SIRN), um grupo de empresas de segurança e pesquisadores que vai atuar em tempo real quando rolar algum problema. Na prática Vale lembrar que essas medidas novas não teriam evitado o ataque do Drift. O problema foi humano: os criminosos passaram seis meses criando relações com colaboradores do protocolo e conseguiram comprometer dispositivos usando código malicioso e um app falso do TestFlight. Mas os especialistas dizem que os novos programas poderiam agir logo depois do ataque. Se o SIRN já tivesse funcionando, a Circle poderia ter congelado rapidamente os US$ 230 milhões em USDC que foram roubados.

A Fundação Solana inicia iniciativa de proteção reforçada após perda de R$ 1,4 bilhão em ataque

A Fundação Solana anunciou na segunda-feira (6) um programa pra reforçar a segurança dos protocolos que rodam na blockchain. Essa iniciativa vem logo depois de um ataque hacker, supostamente do governo da Coreia do Norte, que levou US$ 285 milhões (R$ 1,4 bilhão) do protocolo Drift.
O coração do novo programa é o Stride, uma avaliação prática que a Asymmetric Research vai fazer nos principais projetos da Solana.
Os protocolos que tiverem mais de US$ 10 milhões em valor total bloqueado (TVL) e passarem na avaliação vão receber suporte contínuo de segurança e monitoramento de ameaças, bancados por subsídios da Fundação Solana, ajustados conforme o risco de cada projeto.
Já os protocolos com mais de US$ 100 milhões em TVL vão ganhar também uma verificação formal, que é um método matemático pra conferir todos os caminhos possíveis de execução dos contratos inteligentes e garantir que tudo esteja certinho.
O Stride vai analisar os projetos seguindo oito pilares de segurança e vai publicar os resultados pra todo mundo ver.
Além disso, a fundação lançou o Solana Incident Response Network (SIRN), um grupo de empresas de segurança e pesquisadores que vai atuar em tempo real quando rolar algum problema.
Na prática
Vale lembrar que essas medidas novas não teriam evitado o ataque do Drift. O problema foi humano: os criminosos passaram seis meses criando relações com colaboradores do protocolo e conseguiram comprometer dispositivos usando código malicioso e um app falso do TestFlight.
Mas os especialistas dizem que os novos programas poderiam agir logo depois do ataque. Se o SIRN já tivesse funcionando, a Circle poderia ter congelado rapidamente os US$ 230 milhões em USDC que foram roubados.
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A Binance implementa sistema para impedir “flutuações de preço incomuns” após o tumulto de outubroA Binance anunciou nesta terça-feira (7) uma regra nova pro mercado à vista de criptomoeda, com a intenção de evitar aqueles preços doidos que aparecem quando o mercado fica nervoso, tipo o que rolou em 10 de outubro de 2025. A tal da Spot Price Range Execution Rule começa a valer a partir de 14 de abril. A ideia é simples: ordens só vão ser executadas dentro de uma faixa de preço que a Binance considera justa. No dia a dia, isso impede que alguém compre ou venda por valores muito fora da realidade, principalmente quando o mercado tá meio bagunçado. É como se tivesse uma trava automática pra segurar a confusão. Normalmente, a liquidez do mercado garante que as ordens saiam perto do preço certo. Mas em momentos extremos, tipo liquidações em massa ou quando o dinheiro some de repente, essa ordem some também, e os preços podem ficar completamente distorcidos. É justamente pra evitar essas doideiras que a Binance criou a regra. O mecanismo funciona com uma faixa dinâmica de preço baseada nos dados do mercado naquele instante. Se a ordem estiver fora desse intervalo, ela não vai ser executada. Assim, os investidores ficam mais protegidos de oscilações bruscas e momentâneas. O que rolou em 10 de outubro O estalo pra essa mudança foi o tal do “flash crash” de 10 de outubro de 2025, um dos mais brabos da história recente das criptos. Naquele dia, mais de US$ 19 bilhões em posições alavancadas foram liquidadas rapidinho, atingindo cerca de 1,6 milhão de investidores e derrubando vários ativos, inclusive o Bitcoin. Tudo começou com um choque macroeconômico — incluindo tensão comercial entre Estados Unidos e China — e foi se agravando com liquidações em cascata. Alta alavancagem, baixa liquidez e retirada de ordens por market makers fizeram os preços despencar que nem pedra rolando morro abaixo. Usuários relataram que, na Binance e em outras plataformas, os preços chegaram a ficar muito fora da realidade, o que gerou críticas e acusações de falha no sistema da corretora. Em fevereiro, Cathie Wood, da ARK Invest, disse que o crash foi causado por um bug na Binance que acionou liquidações automáticas. Já Star Xu, da OKX, afirmou que a queda não foi acidental, mas consequência de campanhas de marketing que estimularam riscos excessivos, citando a Binance diretamente. A própria Binance admitiu que teve pressão na plataforma e alguns problemas de interface, e compensou usuários afetados em certos casos. Mas manteve que o evento foi mais culpa de fatores macro e estruturais do mercado do que de uma falha direta da corretora. A nova regra mostra que a Binance quer evitar que episódios parecidos se repitam. Limitando ordens fora de uma faixa de preço razoável, a exchange tenta reduzir oscilações extremas, principalmente quando a liquidez tá baixa, que foi um dos principais problemas no outubro passado.$BNB ,$USD1 ,$SOL

A Binance implementa sistema para impedir “flutuações de preço incomuns” após o tumulto de outubro

A Binance anunciou nesta terça-feira (7) uma regra nova pro mercado à vista de criptomoeda, com a intenção de evitar aqueles preços doidos que aparecem quando o mercado fica nervoso, tipo o que rolou em 10 de outubro de 2025.
A tal da Spot Price Range Execution Rule começa a valer a partir de 14 de abril. A ideia é simples: ordens só vão ser executadas dentro de uma faixa de preço que a Binance considera justa. No dia a dia, isso impede que alguém compre ou venda por valores muito fora da realidade, principalmente quando o mercado tá meio bagunçado. É como se tivesse uma trava automática pra segurar a confusão.
Normalmente, a liquidez do mercado garante que as ordens saiam perto do preço certo. Mas em momentos extremos, tipo liquidações em massa ou quando o dinheiro some de repente, essa ordem some também, e os preços podem ficar completamente distorcidos. É justamente pra evitar essas doideiras que a Binance criou a regra.
O mecanismo funciona com uma faixa dinâmica de preço baseada nos dados do mercado naquele instante. Se a ordem estiver fora desse intervalo, ela não vai ser executada. Assim, os investidores ficam mais protegidos de oscilações bruscas e momentâneas.
O que rolou em 10 de outubro
O estalo pra essa mudança foi o tal do “flash crash” de 10 de outubro de 2025, um dos mais brabos da história recente das criptos. Naquele dia, mais de US$ 19 bilhões em posições alavancadas foram liquidadas rapidinho, atingindo cerca de 1,6 milhão de investidores e derrubando vários ativos, inclusive o Bitcoin.
Tudo começou com um choque macroeconômico — incluindo tensão comercial entre Estados Unidos e China — e foi se agravando com liquidações em cascata. Alta alavancagem, baixa liquidez e retirada de ordens por market makers fizeram os preços despencar que nem pedra rolando morro abaixo.
Usuários relataram que, na Binance e em outras plataformas, os preços chegaram a ficar muito fora da realidade, o que gerou críticas e acusações de falha no sistema da corretora.
Em fevereiro, Cathie Wood, da ARK Invest, disse que o crash foi causado por um bug na Binance que acionou liquidações automáticas. Já Star Xu, da OKX, afirmou que a queda não foi acidental, mas consequência de campanhas de marketing que estimularam riscos excessivos, citando a Binance diretamente.
A própria Binance admitiu que teve pressão na plataforma e alguns problemas de interface, e compensou usuários afetados em certos casos. Mas manteve que o evento foi mais culpa de fatores macro e estruturais do mercado do que de uma falha direta da corretora.
A nova regra mostra que a Binance quer evitar que episódios parecidos se repitam. Limitando ordens fora de uma faixa de preço razoável, a exchange tenta reduzir oscilações extremas, principalmente quando a liquidez tá baixa, que foi um dos principais problemas no outubro passado.$BNB ,$USD1 ,$SOL
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Fundos ligados ao XRP superam os de Bitcoin e atraem R$ 617 milhões em apenas uma semanaUai, na semana passada o povo animou com as criptomoedas, viu? Segundo a CoinShares, entrou cerca de US$ 224 milhões (uns R$ 1,1 bilhão) nesses investimentos, com a Europa puxando a fila — coisa que nem era tão esperada assim — e o XRP dando um show, com o melhor resultado dos últimos meses. O destaque mesmo foi o XRP, que recebeu uns US$ 119,6 milhões (R$ 617 milhões), o maior valor desde dezembro de 2025. Com isso, o total acumulado dele chegou a US$ 159 milhões, o que dá mais ou menos 7% de tudo que tá sendo administrado. Já as outras moedas foram mais no vai e vem. O Bitcoin conseguiu atrair US$ 107,3 milhões, mas ainda sente um começo de abril meio fraco, com mais saída do que entrada. O Ethereum, coitado, não teve uma semana boa não — perdeu US$ 52,8 milhões. Agora a Solana foi na contramão e teve um resultado bão, com US$ 34,9 milhões entrando, somando cerca de 10% no ano. Teve até gente apostando na queda do Bitcoin, acredita? Esses produtos puxaram US$ 16 milhões, o melhor resultado desde novembro do ano passado. Parece que o povo ficou meio mexido com dados econômicos mais fortes e mudou um pouco as expectativas. E teve uma mudança interessante no mapa: a Suíça liderou geral, com US$ 157,5 milhões, bem mais que os EUA, que ficaram com US$ 27,5 milhões. Segundo um analista da CoinShares, isso pode ter a ver com diferenças nas regras e leis entre os países. Lá nos EUA, até tentaram avançar com uma lei pra organizar o mercado cripto, mas a coisa emperrou no Senado. Mesmo assim, no fim de 2025 lançaram ETFs de XRP por lá, dando mais segurança pra investidores grandes entrarem no jogo. E pra fechar, os ETFs de Bitcoin já começaram a semana seguinte com tudo, viu? Só na segunda-feira entraram US$ 471,3 milhões — o maior volume em um dia desde fevereiro.

Fundos ligados ao XRP superam os de Bitcoin e atraem R$ 617 milhões em apenas uma semana

Uai, na semana passada o povo animou com as criptomoedas, viu? Segundo a CoinShares, entrou cerca de US$ 224 milhões (uns R$ 1,1 bilhão) nesses investimentos, com a Europa puxando a fila — coisa que nem era tão esperada assim — e o XRP dando um show, com o melhor resultado dos últimos meses.
O destaque mesmo foi o XRP, que recebeu uns US$ 119,6 milhões (R$ 617 milhões), o maior valor desde dezembro de 2025. Com isso, o total acumulado dele chegou a US$ 159 milhões, o que dá mais ou menos 7% de tudo que tá sendo administrado.
Já as outras moedas foram mais no vai e vem. O Bitcoin conseguiu atrair US$ 107,3 milhões, mas ainda sente um começo de abril meio fraco, com mais saída do que entrada. O Ethereum, coitado, não teve uma semana boa não — perdeu US$ 52,8 milhões.
Agora a Solana foi na contramão e teve um resultado bão, com US$ 34,9 milhões entrando, somando cerca de 10% no ano.
Teve até gente apostando na queda do Bitcoin, acredita? Esses produtos puxaram US$ 16 milhões, o melhor resultado desde novembro do ano passado. Parece que o povo ficou meio mexido com dados econômicos mais fortes e mudou um pouco as expectativas.
E teve uma mudança interessante no mapa: a Suíça liderou geral, com US$ 157,5 milhões, bem mais que os EUA, que ficaram com US$ 27,5 milhões. Segundo um analista da CoinShares, isso pode ter a ver com diferenças nas regras e leis entre os países.
Lá nos EUA, até tentaram avançar com uma lei pra organizar o mercado cripto, mas a coisa emperrou no Senado. Mesmo assim, no fim de 2025 lançaram ETFs de XRP por lá, dando mais segurança pra investidores grandes entrarem no jogo.
E pra fechar, os ETFs de Bitcoin já começaram a semana seguinte com tudo, viu? Só na segunda-feira entraram US$ 471,3 milhões — o maior volume em um dia desde fevereiro.
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ETF de Bitcoin do Morgan Stanley pode estrear já nesta quarta-feiraUai, sô, parece que o tal do ETF de Bitcoin do banco americano Morgan Stanley tá pra começar a rodar já nesta quarta-feira, dia 8. Quem trouxe essa prosa foi o Eric Balchunas, que entende dos paranauê de ETF lá na Bloomberg. Esse trem vai chamar Morgan Stanley Bitcoin Trust e vai dar uma moral pros investidores: nos primeiros 5 bilhões de dólares aplicados, não vai ter cobrança de taxa por seis meses, viu? E pra quem quiser acompanhar, ele vai ser negociado com o código MSBT lá na bolsa de Nova York, a tal da NYSE Arca. Uai, lá no comecinho de março o Morgan Stanley já tinha contado que o Bank of New York Mellon e a Coinbase Custody iam ficar responsáveis por guardar os ativos desse fundo. Agora, a Fidelity também entrou nessa lista de guardiões, viu? E não é só isso não, sô. Esse ETF tá chegando numa hora que o Morgan Stanley tá mostrando que quer crescer mais nesse trem de cripto. O banco, que cuida de quase 9 trilhões de dólares dos clientes, já tinha falado lá em setembro que ia liberar negociação de Bitcoin, Ethereum e Solana pelo aplicativo E*Trade. Em fevereiro, a Amy Oldenburg, que acabou de assumir a parte de estratégia de ativos digitais, comentou que o banco quer fazer tudo dentro de casa: tanto a custódia quanto a negociação de Bitcoin. E ainda tão estudando mexer com rendimento e empréstimo também. Segundo ela, não dá pra ficar dependendo dos outros não, tem que construir esse trem por conta própria mesmo. E tem mais: em janeiro, o banco também deu entrada pra incluir um ETF de Ethereum junto com os planos de cripto. Isso foi logo depois dos pedidos de Bitcoin e Solana. Mas, até agora, esses processos ainda tão do jeitinho que começaram, sem novidade desde que foram apresentados.

ETF de Bitcoin do Morgan Stanley pode estrear já nesta quarta-feira

Uai, sô, parece que o tal do ETF de Bitcoin do banco americano Morgan Stanley tá pra começar a rodar já nesta quarta-feira, dia 8. Quem trouxe essa prosa foi o Eric Balchunas, que entende dos paranauê de ETF lá na Bloomberg.
Esse trem vai chamar Morgan Stanley Bitcoin Trust e vai dar uma moral pros investidores: nos primeiros 5 bilhões de dólares aplicados, não vai ter cobrança de taxa por seis meses, viu? E pra quem quiser acompanhar, ele vai ser negociado com o código MSBT lá na bolsa de Nova York, a tal da NYSE Arca.

Uai, lá no comecinho de março o Morgan Stanley já tinha contado que o Bank of New York Mellon e a Coinbase Custody iam ficar responsáveis por guardar os ativos desse fundo. Agora, a Fidelity também entrou nessa lista de guardiões, viu?
E não é só isso não, sô. Esse ETF tá chegando numa hora que o Morgan Stanley tá mostrando que quer crescer mais nesse trem de cripto. O banco, que cuida de quase 9 trilhões de dólares dos clientes, já tinha falado lá em setembro que ia liberar negociação de Bitcoin, Ethereum e Solana pelo aplicativo E*Trade.
Em fevereiro, a Amy Oldenburg, que acabou de assumir a parte de estratégia de ativos digitais, comentou que o banco quer fazer tudo dentro de casa: tanto a custódia quanto a negociação de Bitcoin. E ainda tão estudando mexer com rendimento e empréstimo também. Segundo ela, não dá pra ficar dependendo dos outros não, tem que construir esse trem por conta própria mesmo.
E tem mais: em janeiro, o banco também deu entrada pra incluir um ETF de Ethereum junto com os planos de cripto. Isso foi logo depois dos pedidos de Bitcoin e Solana. Mas, até agora, esses processos ainda tão do jeitinho que começaram, sem novidade desde que foram apresentados.
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CEO do JPMorgan diz que a IA afetará quase todas as funções no bancoUai, sô, o Jamie Dimon falou que essa tal de inteligência artificial vai mexer com tudo quanto é canto: banco, trabalho e até a economia no mundo inteiro. Segundo ele, o trem vai chegar mais rápido que outras tecnologias antigas, tipo a internet. Lá no JPMorgan Chase, a IA deve entrar em praticamente tudo — desde o atendimento ao povo até os sistemas lá de dentro. Ele acha que isso pode ajudar demais na produtividade e até melhorar a vida das pessoas, podendo até ajudar em coisa grande, tipo descobrir cura de doença. Mas nem tudo são flores, né? O Dimon também alertou que tem risco, como notícia falsa, golpe digital e problema de segurança. Ainda assim, ele diz que dá pra dar conta disso se o pessoal se preparar direitinho. E tem outra: a IA pode acabar com alguns empregos, mas também deve criar outros. A ideia do banco é ir se ajeitando pra ajudar quem for afetado. No fim das contas, ele deixou claro: não dá pra fingir que isso não tá acontecendo, não. O banco vai usar a IA pra tentar fazer um serviço melhor pra todo mundo.$BTC ,$ETH ,$BNB

CEO do JPMorgan diz que a IA afetará quase todas as funções no banco

Uai, sô, o Jamie Dimon falou que essa tal de inteligência artificial vai mexer com tudo quanto é canto: banco, trabalho e até a economia no mundo inteiro. Segundo ele, o trem vai chegar mais rápido que outras tecnologias antigas, tipo a internet.
Lá no JPMorgan Chase, a IA deve entrar em praticamente tudo — desde o atendimento ao povo até os sistemas lá de dentro. Ele acha que isso pode ajudar demais na produtividade e até melhorar a vida das pessoas, podendo até ajudar em coisa grande, tipo descobrir cura de doença.
Mas nem tudo são flores, né? O Dimon também alertou que tem risco, como notícia falsa, golpe digital e problema de segurança. Ainda assim, ele diz que dá pra dar conta disso se o pessoal se preparar direitinho.
E tem outra: a IA pode acabar com alguns empregos, mas também deve criar outros. A ideia do banco é ir se ajeitando pra ajudar quem for afetado.
No fim das contas, ele deixou claro: não dá pra fingir que isso não tá acontecendo, não. O banco vai usar a IA pra tentar fazer um serviço melhor pra todo mundo.$BTC ,$ETH ,$BNB
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Bitcoin hoje: BTC recua e fica abaixo dos US$ 69 mil diante do enfraquecimento da demandaUai, o Bitcoin deu mais uma escorregada nesta terça-feira (7), viu? Tá penando pra segurar ali na casa dos US$ 69 mil, enquanto o povo do mercado fica meio dividido por causa desse trem da tensão entre Estados Unidos e Irã. Ontem até que subiu, mesmo com as ameaças do presidente Donald Trump, animado com conversa de cessar-fogo… mas o Irã não quis conversa, não, e aí a alta não se sustentou direito. Lá pras 7h15, o Bitcoin tava caindo uns 1,3%, valendo US$ 68.897. Aqui em real, isso dava uns R$ 354 mil. Já o Ethereum também caiu, uns 1,7%, ficando em US$ 2.118. O XRP recuou 2,8% e a Solana caiu cerca de 3%. Esse trem da queda veio depois de mais uma tentativa frustrada de passar dos US$ 70 mil. Toda vez que chega perto, parece que perde força e volta pra trás, ficando ali naquele vai e volta entre US$ 65 mil e US$ 73 mil desde o fim de março. Quando começa a cair, a perda acelera, mostrando que não tem muita sustentação quando o ânimo vira. E ó, essa calmaria aí não é porque tem muita gente comprando forte, não. Pelo contrário, os dados mostram que o volume de negociação tá mais fraco e a atividade na rede também diminuiu, mesmo com os preços tentando reagir. Ou seja, pouca gente tá puxando esse movimento. Além disso, tem empresa do mercado falando que os grandões tão mais distribuindo do que acumulando, o que deixa o Bitcoin mais dependente de fatores macro e do mercado de derivativos do que de uma alta firme mesmo. No fim das contas, o mercado até parece tranquilo por cima, mas por baixo tá meio frágil, sabe? E isso fica ainda mais claro nos derivativos, onde o pessoal tá pagando mais caro pra se proteger de queda, sinal de que o medo tá rondando. Esse nível dos US$ 68 mil virou um ponto importante. Se cair dali pra baixo, pode dar ruim, viu? Pode forçar mais venda e acelerar a queda lá pros US$ 60 mil.

Bitcoin hoje: BTC recua e fica abaixo dos US$ 69 mil diante do enfraquecimento da demanda

Uai, o Bitcoin deu mais uma escorregada nesta terça-feira (7), viu? Tá penando pra segurar ali na casa dos US$ 69 mil, enquanto o povo do mercado fica meio dividido por causa desse trem da tensão entre Estados Unidos e Irã. Ontem até que subiu, mesmo com as ameaças do presidente Donald Trump, animado com conversa de cessar-fogo… mas o Irã não quis conversa, não, e aí a alta não se sustentou direito.
Lá pras 7h15, o Bitcoin tava caindo uns 1,3%, valendo US$ 68.897. Aqui em real, isso dava uns R$ 354 mil. Já o Ethereum também caiu, uns 1,7%, ficando em US$ 2.118. O XRP recuou 2,8% e a Solana caiu cerca de 3%.
Esse trem da queda veio depois de mais uma tentativa frustrada de passar dos US$ 70 mil. Toda vez que chega perto, parece que perde força e volta pra trás, ficando ali naquele vai e volta entre US$ 65 mil e US$ 73 mil desde o fim de março. Quando começa a cair, a perda acelera, mostrando que não tem muita sustentação quando o ânimo vira.
E ó, essa calmaria aí não é porque tem muita gente comprando forte, não. Pelo contrário, os dados mostram que o volume de negociação tá mais fraco e a atividade na rede também diminuiu, mesmo com os preços tentando reagir. Ou seja, pouca gente tá puxando esse movimento.
Além disso, tem empresa do mercado falando que os grandões tão mais distribuindo do que acumulando, o que deixa o Bitcoin mais dependente de fatores macro e do mercado de derivativos do que de uma alta firme mesmo.
No fim das contas, o mercado até parece tranquilo por cima, mas por baixo tá meio frágil, sabe? E isso fica ainda mais claro nos derivativos, onde o pessoal tá pagando mais caro pra se proteger de queda, sinal de que o medo tá rondando.
Esse nível dos US$ 68 mil virou um ponto importante. Se cair dali pra baixo, pode dar ruim, viu? Pode forçar mais venda e acelerar a queda lá pros US$ 60 mil.
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Conexões associam Milei ao caso LIBRA e intensificam a pressão sobre o presidente argentinoUai, sô, a história do tombo da memecoin LIBRA ganhou mais um trem pra conta lá na Argentina. Agora apareceu que o presidente Javier Milei andou trocando ligação com o tal do Mauricio Novelli, que o povo aponta como figura importante por trás do projeto, bem na noite que ele fez propaganda do tal token no X. Quem soltou isso foi o The New York Times, e a notícia rodou o mundo, apertando ainda mais o cerco pro lado do presidente. Pelos trem que tão investigando, os registros de telefone mostram que teve um tanto de ligação entre Milei e Novelli, antes e depois da postagem que ajudou a bombar a LIBRA. Ninguém sabe o que foi falado, mas isso bate de frente com o que o presidente vinha dizendo, de que não tinha se metido na criação do projeto. Ele continua negando coisa errada, mas segue na mira de investigação federal. Esse rolo começou lá em fevereiro de 2025, quando Milei foi lá nas redes e divulgou a LIBRA. Aí, num instante, o trem valorizou que foi uma beleza, passando de bilhões, mas depois despencou feio, mais de 90%, deixando um monte de gente no prejuízo. Tem suspeita de que gente ligada ao projeto tirou uma bolada grande antes da queda, o que levantou desconfiança de armação e informação privilegiada. E não para por aí, não. Já tinha aparecido antes, segundo o site El Destape, que acharam no celular de Novelli um documento falando de um suposto acordo de milhões pra promover a LIBRA. Não prova que o dinheiro foi pago, mas deixou o povo ainda mais cabreiro com a história. Na política, o trem já tava pegando fogo faz tempo. Lá pra novembro de 2025, uma comissão do Congresso argentino disse que Milei ajudou de forma importante no projeto e sugeriu que o caso fosse melhor avaliado. Falaram até que ele pode ter usado o peso do cargo pra dar vantagem pra quem tava por dentro do esquema. Mas aí vira e mexe, as coisa ficam meio emboladas. Teve órgão do governo dizendo que ele não feriu regra nenhuma, falando que a postagem foi coisa pessoal. Só que depois acabaram com uma equipe que investigava o caso, bem na hora que a Justiça quis dar uma olhada nas contas dele e da irmã. Agora, com essas ligações vindo à tona, o caso esquenta de novo, e num momento nada fácil pro Milei. Mais do que saber se ele só divulgou ou não, o povo quer entender até onde ele sabia dos bastidores desse trem todo. E pelo jeito, viu, essa novela ainda vai render muito pano pra manga.$EUR ,$BNB ,$BTC

Conexões associam Milei ao caso LIBRA e intensificam a pressão sobre o presidente argentino

Uai, sô, a história do tombo da memecoin LIBRA ganhou mais um trem pra conta lá na Argentina. Agora apareceu que o presidente Javier Milei andou trocando ligação com o tal do Mauricio Novelli, que o povo aponta como figura importante por trás do projeto, bem na noite que ele fez propaganda do tal token no X. Quem soltou isso foi o The New York Times, e a notícia rodou o mundo, apertando ainda mais o cerco pro lado do presidente.
Pelos trem que tão investigando, os registros de telefone mostram que teve um tanto de ligação entre Milei e Novelli, antes e depois da postagem que ajudou a bombar a LIBRA. Ninguém sabe o que foi falado, mas isso bate de frente com o que o presidente vinha dizendo, de que não tinha se metido na criação do projeto. Ele continua negando coisa errada, mas segue na mira de investigação federal.
Esse rolo começou lá em fevereiro de 2025, quando Milei foi lá nas redes e divulgou a LIBRA. Aí, num instante, o trem valorizou que foi uma beleza, passando de bilhões, mas depois despencou feio, mais de 90%, deixando um monte de gente no prejuízo. Tem suspeita de que gente ligada ao projeto tirou uma bolada grande antes da queda, o que levantou desconfiança de armação e informação privilegiada.
E não para por aí, não. Já tinha aparecido antes, segundo o site El Destape, que acharam no celular de Novelli um documento falando de um suposto acordo de milhões pra promover a LIBRA. Não prova que o dinheiro foi pago, mas deixou o povo ainda mais cabreiro com a história.
Na política, o trem já tava pegando fogo faz tempo. Lá pra novembro de 2025, uma comissão do Congresso argentino disse que Milei ajudou de forma importante no projeto e sugeriu que o caso fosse melhor avaliado. Falaram até que ele pode ter usado o peso do cargo pra dar vantagem pra quem tava por dentro do esquema.
Mas aí vira e mexe, as coisa ficam meio emboladas. Teve órgão do governo dizendo que ele não feriu regra nenhuma, falando que a postagem foi coisa pessoal. Só que depois acabaram com uma equipe que investigava o caso, bem na hora que a Justiça quis dar uma olhada nas contas dele e da irmã.
Agora, com essas ligações vindo à tona, o caso esquenta de novo, e num momento nada fácil pro Milei. Mais do que saber se ele só divulgou ou não, o povo quer entender até onde ele sabia dos bastidores desse trem todo. E pelo jeito, viu, essa novela ainda vai render muito pano pra manga.$EUR ,$BNB ,$BTC
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A BitMine passa a deter quase 4% de todo o ETH, enquanto o ETH alcança seu maior valor da semanalUai, sô, a empresa de tesouraria de Ethereum, a BitMine Immersion Technologies, não para quieta não: seguiu comprando mais ETH sem dó nem piedade e, só na semana passada, juntou mais 71.252 moedas — coisa de uns US$ 152 milhões. Com isso, o tanto que a empresa tem já passou de 4,8 milhões de ETH, dando lá pros lados de US$ 10,3 bilhões. Isso dá quase 4% de tudo que tá circulando por aí, viu. O presidente da empresa, Tom Lee, comentou que, mesmo com essa guerra aí apertando os mercados do mundo inteiro, é de se admirar ver o ETH subindo. Segundo ele, isso é um sinal danado de bom, porque pode animar os investidores e puxar mais dinheiro pro mercado. E não é que o trem tá valorizando mesmo? O Ethereum subiu uns 5,4% nas últimas 24 horas, batendo perto de US$ 2.145, e mais cedo chegou a uns US$ 2.165, que foi o pico da semana. No mês, o ETH já subiu mais de 8%, deixando pra trás índices grandões tipo o S&P 500 e o Nasdaq, que caíram nesse mesmo período. O Tom Lee ainda falou que o Ethereum tá pegando um embalo danado com duas forças: o pessoal de Wall Street levando coisa pra blockchain e esses sistemas de inteligência artificial que tão precisando cada vez mais de redes públicas e neutras. E tem mais: a empresa também aumentou o tanto de ETH em staking. Hoje, cerca de 69% das moedas deles já tão rendendo recompensa. Se colocar tudo pra render, a estimativa é de faturar uns US$ 282 milhões por ano só com isso. As ações da empresa, BMNR, subiram cerca de 6% na segunda-feira, ficando por volta de US$ 20,64. No mês, já tão com alta de mais de 9%, mas ainda tão bem abaixo do que já foram — nos últimos seis meses, caíram 67%, acompanhando a queda do próprio Ethereum, que ainda tá longe do pico histórico de quase US$ 4.946.

A BitMine passa a deter quase 4% de todo o ETH, enquanto o ETH alcança seu maior valor da semanal

Uai, sô, a empresa de tesouraria de Ethereum, a BitMine Immersion Technologies, não para quieta não: seguiu comprando mais ETH sem dó nem piedade e, só na semana passada, juntou mais 71.252 moedas — coisa de uns US$ 152 milhões.
Com isso, o tanto que a empresa tem já passou de 4,8 milhões de ETH, dando lá pros lados de US$ 10,3 bilhões. Isso dá quase 4% de tudo que tá circulando por aí, viu.
O presidente da empresa, Tom Lee, comentou que, mesmo com essa guerra aí apertando os mercados do mundo inteiro, é de se admirar ver o ETH subindo. Segundo ele, isso é um sinal danado de bom, porque pode animar os investidores e puxar mais dinheiro pro mercado.
E não é que o trem tá valorizando mesmo? O Ethereum subiu uns 5,4% nas últimas 24 horas, batendo perto de US$ 2.145, e mais cedo chegou a uns US$ 2.165, que foi o pico da semana.
No mês, o ETH já subiu mais de 8%, deixando pra trás índices grandões tipo o S&P 500 e o Nasdaq, que caíram nesse mesmo período.
O Tom Lee ainda falou que o Ethereum tá pegando um embalo danado com duas forças: o pessoal de Wall Street levando coisa pra blockchain e esses sistemas de inteligência artificial que tão precisando cada vez mais de redes públicas e neutras.
E tem mais: a empresa também aumentou o tanto de ETH em staking. Hoje, cerca de 69% das moedas deles já tão rendendo recompensa. Se colocar tudo pra render, a estimativa é de faturar uns US$ 282 milhões por ano só com isso.
As ações da empresa, BMNR, subiram cerca de 6% na segunda-feira, ficando por volta de US$ 20,64. No mês, já tão com alta de mais de 9%, mas ainda tão bem abaixo do que já foram — nos últimos seis meses, caíram 67%, acompanhando a queda do próprio Ethereum, que ainda tá longe do pico histórico de quase US$ 4.946.
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Câmara avalia projeto de Drex; relator aprova regras para manter dinheiro em papelA Comissão de Desenvolvimento Econômico (CDE) da Câmara se reuniu lá no final de março pra discutir umas novidades do Drex. O grupo analisou o relatório do projeto de lei que quer proteger a privacidade da galera que usa o sistema financeiro nacional. O projeto, que corre como PL 4212 de 2025, tem a deputada Bia Kicis como autora. A ideia é proteger o povo de possíveis abusos do Estado. O deputado Lafayette de Andrada ficou responsável pela relatoria e trouxe um texto substitutivo pros colegas. Ele recomendou aprovar as regras, fazendo uns ajustes técnicos pra manter a autonomia do Banco Central do Brasil (BCB). Veto ao fim do dinheiro em papel O projeto impede que as cédulas de papel desapareçam de vez e sejam trocadas obrigatoriamente pela moeda digital do governo. A ideia é garantir que cada um escolha como quer pagar, sem ser forçado a usar só o eletrônico. Como tem gente que não tem acesso à internet, o projeto exige que o governo mantenha opções de pagamento físico circulando pra não excluir ninguém. O relator destacou que é preciso equilibrar as inovações do mercado com os direitos constitucionais do povo. Afinal, com o aumento do controle digital, cresce também o risco de vigilância sobre o dia a dia da galera. Proteção contra rastreio estatal O projeto coloca limites firmes pro Estado não sair de olho no saldo das carteiras digitais. O Banco Central não pode usar isso pra fins ideológicos ou religiosos. Pra quebrar sigilo ou acessar gastos individuais, vai ter que ter autorização expressa de juiz competente. O projeto só abre exceção nos casos previstos em lei, como investigação de crimes. E mais: o governo não pode bloquear pagamentos por causa de opiniões nas redes sociais. A regra quer impedir que alguém seja punido financeiramente por discordar dos políticos que estão no comando. Próximos passos do projeto O relator tirou a exigência de precisar de outra lei pra liberar os testes da moeda. No lugar, ele colocou mais transparência: relatórios periódicos dos desenvolvedores vão mostrar como o código tá funcionando. Pra tramitar, o projeto vai passar por debates mostrando pro pessoal como a rede financeira funciona. O governo ainda vai ter que contratar auditorias externas pra garantir que a estrutura tá segura contra invasores. Se algum funcionário público descumprir as regras de proteção, a proposta prevê punição. As sanções vão seguir a lei civil e penal do país, pegando quem não respeitar. O projeto tá seguindo o trâmite normal e vai ser concluído dentro das comissões temáticas da Câmara. A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) vai avaliar se os recursos federais estão bem aplicados nas próximas semanas. Depois, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) vai dar o parecer final sobre a legalidade das normas. Se passar por tudo isso, não precisa ir pro plenário e já segue direto pra análise do Senado. $USDC ,$USD1 ,$EUR

Câmara avalia projeto de Drex; relator aprova regras para manter dinheiro em papel

A Comissão de Desenvolvimento Econômico (CDE) da Câmara se reuniu lá no final de março pra discutir umas novidades do Drex. O grupo analisou o relatório do projeto de lei que quer proteger a privacidade da galera que usa o sistema financeiro nacional.
O projeto, que corre como PL 4212 de 2025, tem a deputada Bia Kicis como autora. A ideia é proteger o povo de possíveis abusos do Estado.
O deputado Lafayette de Andrada ficou responsável pela relatoria e trouxe um texto substitutivo pros colegas. Ele recomendou aprovar as regras, fazendo uns ajustes técnicos pra manter a autonomia do Banco Central do Brasil (BCB).
Veto ao fim do dinheiro em papel
O projeto impede que as cédulas de papel desapareçam de vez e sejam trocadas obrigatoriamente pela moeda digital do governo. A ideia é garantir que cada um escolha como quer pagar, sem ser forçado a usar só o eletrônico.
Como tem gente que não tem acesso à internet, o projeto exige que o governo mantenha opções de pagamento físico circulando pra não excluir ninguém.
O relator destacou que é preciso equilibrar as inovações do mercado com os direitos constitucionais do povo. Afinal, com o aumento do controle digital, cresce também o risco de vigilância sobre o dia a dia da galera.
Proteção contra rastreio estatal
O projeto coloca limites firmes pro Estado não sair de olho no saldo das carteiras digitais. O Banco Central não pode usar isso pra fins ideológicos ou religiosos.
Pra quebrar sigilo ou acessar gastos individuais, vai ter que ter autorização expressa de juiz competente. O projeto só abre exceção nos casos previstos em lei, como investigação de crimes.
E mais: o governo não pode bloquear pagamentos por causa de opiniões nas redes sociais. A regra quer impedir que alguém seja punido financeiramente por discordar dos políticos que estão no comando.

Próximos passos do projeto
O relator tirou a exigência de precisar de outra lei pra liberar os testes da moeda. No lugar, ele colocou mais transparência: relatórios periódicos dos desenvolvedores vão mostrar como o código tá funcionando.
Pra tramitar, o projeto vai passar por debates mostrando pro pessoal como a rede financeira funciona. O governo ainda vai ter que contratar auditorias externas pra garantir que a estrutura tá segura contra invasores.
Se algum funcionário público descumprir as regras de proteção, a proposta prevê punição. As sanções vão seguir a lei civil e penal do país, pegando quem não respeitar.
O projeto tá seguindo o trâmite normal e vai ser concluído dentro das comissões temáticas da Câmara. A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) vai avaliar se os recursos federais estão bem aplicados nas próximas semanas.
Depois, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) vai dar o parecer final sobre a legalidade das normas. Se passar por tudo isso, não precisa ir pro plenário e já segue direto pra análise do Senado. $USDC ,$USD1 ,$EUR
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Senado avalia projeto que separa fundos e proíbe derivativos em corretoras de criptoO Senado marcou pra terça-feira (7) a análise de um projeto que quer botar ordem no mercado de corretoras de bitcoin e criptomoedas aqui no Brasil. A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) vai olhar de perto as novas regras, que já tinham sido adiadas no dia 2 de abril. A proposta vem da Câmara dos Deputados, depois da CPI das Pirâmides Financeiras, e passou um tempo sendo ajustada antes de voltar pro calendário do Senado. Proteção do dinheiro do pessoal O principal do Projeto de Lei 4.932/2023 é separar o dinheiro dos clientes do caixa das corretoras. Ou seja, o que tá na conta do investidor não pode ser usado pela empresa pra pagar dívidas dos donos. Se uma corretora quebrar, o dinheiro do povo fica protegido. O projeto muda a Lei 14.478/2022 e obriga que os repasses sejam feitos em contas no nome do próprio cliente. Isso facilita rastrear direitinho de onde vem e pra onde vai cada grana. As corretoras também não poderão usar esses fundos como garantia pra empréstimos ou obrigações com outros credores. Derivativos só com autorização Outra medida é barrar a oferta de derivativos sem a liberação da CVM. A mudança na Lei 13.506/2017 deixa claro que as corretoras não podem mexer com esses produtos arriscados sem o aval do regulador. Isso ajuda a proteger o investidor de negociações muito voláteis e alavancadas. Além disso, as empresas terão que manter registros detalhados de qualquer transação acima de R$ 10 mil e avisar o Coaf sobre movimentações suspeitas em até 24 horas, mantendo sigilo sobre quem tá sendo investigado. Prazos e ajustes O senador Irajá tá cuidando da relatoria, mas ainda não deu o parecer sobre se apoia ou não o projeto. A versão original do texto colocava as regras em vigor logo na data de publicação, mas isso preocupou as corretoras por dar pouco tempo pra se adaptar. Por isso, o senador Jorge Seif apresentou a Emenda 1, que sugere um cronograma mais flexível, respeitando prazos de leis anteriores e garantindo que o setor continue atraindo investimentos pro país. A sessão de debate vai rolar no Plenário 19 do Senado, e se o projeto passar, seguirá para avaliação final dos demais parlamentares. $BTC ,$BNB ,$XRP

Senado avalia projeto que separa fundos e proíbe derivativos em corretoras de cripto

O Senado marcou pra terça-feira (7) a análise de um projeto que quer botar ordem no mercado de corretoras de bitcoin e criptomoedas aqui no Brasil. A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) vai olhar de perto as novas regras, que já tinham sido adiadas no dia 2 de abril.
A proposta vem da Câmara dos Deputados, depois da CPI das Pirâmides Financeiras, e passou um tempo sendo ajustada antes de voltar pro calendário do Senado.
Proteção do dinheiro do pessoal
O principal do Projeto de Lei 4.932/2023 é separar o dinheiro dos clientes do caixa das corretoras. Ou seja, o que tá na conta do investidor não pode ser usado pela empresa pra pagar dívidas dos donos. Se uma corretora quebrar, o dinheiro do povo fica protegido.
O projeto muda a Lei 14.478/2022 e obriga que os repasses sejam feitos em contas no nome do próprio cliente. Isso facilita rastrear direitinho de onde vem e pra onde vai cada grana. As corretoras também não poderão usar esses fundos como garantia pra empréstimos ou obrigações com outros credores.
Derivativos só com autorização
Outra medida é barrar a oferta de derivativos sem a liberação da CVM. A mudança na Lei 13.506/2017 deixa claro que as corretoras não podem mexer com esses produtos arriscados sem o aval do regulador. Isso ajuda a proteger o investidor de negociações muito voláteis e alavancadas.
Além disso, as empresas terão que manter registros detalhados de qualquer transação acima de R$ 10 mil e avisar o Coaf sobre movimentações suspeitas em até 24 horas, mantendo sigilo sobre quem tá sendo investigado.
Prazos e ajustes
O senador Irajá tá cuidando da relatoria, mas ainda não deu o parecer sobre se apoia ou não o projeto. A versão original do texto colocava as regras em vigor logo na data de publicação, mas isso preocupou as corretoras por dar pouco tempo pra se adaptar.
Por isso, o senador Jorge Seif apresentou a Emenda 1, que sugere um cronograma mais flexível, respeitando prazos de leis anteriores e garantindo que o setor continue atraindo investimentos pro país.
A sessão de debate vai rolar no Plenário 19 do Senado, e se o projeto passar, seguirá para avaliação final dos demais parlamentares. $BTC ,$BNB ,$XRP
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FMIはトークン化が金融危機を悪化させる可能性があると述べていますうーん、国際通貨基金が言っているのは、このトークン化というものが、人々が市場を安く迅速にする方法として見ている一方で、問題が発生したときに危機が迅速に進行する可能性もあるということです。中央銀行が行動する前に、それが起こるかもしれません。 トビアス・アドリアンが署名した報告書によると、これは単なる馬鹿げた改善ではなく、大きな変化であり、金融システムの機能の仕方に関するものです。すべてがトークンになり、取引がほぼリアルタイムで行われるため、厳しい状況での対処に必要だった時間がほとんど消えてしまいます。

FMIはトークン化が金融危機を悪化させる可能性があると述べています

うーん、国際通貨基金が言っているのは、このトークン化というものが、人々が市場を安く迅速にする方法として見ている一方で、問題が発生したときに危機が迅速に進行する可能性もあるということです。中央銀行が行動する前に、それが起こるかもしれません。
トビアス・アドリアンが署名した報告書によると、これは単なる馬鹿げた改善ではなく、大きな変化であり、金融システムの機能の仕方に関するものです。すべてがトークンになり、取引がほぼリアルタイムで行われるため、厳しい状況での対処に必要だった時間がほとんど消えてしまいます。
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北朝鮮のハッカーは2億8500万ドルを盗む前に6ヶ月間潜入していましたええと、分散型取引所のDrift Protocolは、ソラナで動いていて、日曜日に約2億8500万ドルをプラットフォームから奪ったその攻撃は誰でもできるものではなかったと語りました。北朝鮮政府に関連するグループによって、約6ヶ月間計画されたものでした。 すべては静かに行われました:侵入者は偽の職業アイデンティティを作成し、信頼を得るためにイベントや会議に参加し、開発者ツールを使って悪意のあるものを混ぜました。そして、協力者に近づき、しっかりと潜入した後、彼らは詐欺を成功させてお金を持ち去りました。これはプロトコルが事件の詳細な更新で説明した通りです。

北朝鮮のハッカーは2億8500万ドルを盗む前に6ヶ月間潜入していました

ええと、分散型取引所のDrift Protocolは、ソラナで動いていて、日曜日に約2億8500万ドルをプラットフォームから奪ったその攻撃は誰でもできるものではなかったと語りました。北朝鮮政府に関連するグループによって、約6ヶ月間計画されたものでした。
すべては静かに行われました:侵入者は偽の職業アイデンティティを作成し、信頼を得るためにイベントや会議に参加し、開発者ツールを使って悪意のあるものを混ぜました。そして、協力者に近づき、しっかりと潜入した後、彼らは詐欺を成功させてお金を持ち去りました。これはプロトコルが事件の詳細な更新で説明した通りです。
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Fundador do Ethereum revela como mantém sua privacidade diante da inteligência artificialO cofundador do Vitalik Buterin contou num blog novo como é que ele monta o esquema dele de inteligência artificial, e disse que o trem é bem “fechado” e “seguro”, do jeitinho que ele gosta. Ele explicou que roda tudo direto no computador dele mesmo, sem ficar dependendo de coisa na nuvem. Além disso, criou umas ferramentas próprias usando esses modelos grandões de linguagem pra garantir que a IA não saia mandando mensagem ou mexendo com criptomoeda sem alguém autorizar antes. “Hoje em dia, a nova dupla de segurança é gente de verdade junto com a IA”, disse ele. Esse texto, que saiu na quarta-feira, vai além do que ele já vinha falando sobre privacidade. Lá em fevereiro, ele já tinha comentado umas ideias sobre como juntar Ethereum com IA de um jeito mais seguro. Mas agora ele abriu mesmo o jogo e mostrou na prática como faz isso funcionar. O Buterin roda um modelo aberto chamado Qwen3.5:35B direto na máquina dele, usando um tal de llama-server. Depois de testar várias opções, ele falou que prefere usar um notebook com uma placa de vídeo parruda, que dá conta de rodar rápido o suficiente pra ser útil no dia a dia. Pra não precisar ficar consultando a internet toda hora — coisa que ele acha ruim pra privacidade — ele guarda um monte de conteúdo, tipo Wikipédia e documentação técnica, tudo salvo localmente. Sobre criptomoeda, o cuidado é redobrado A parte mais interessante é como ele liga a IA com a carteira de Ethereum e as mensagens dele. Ele criou um sistema que deixa a IA ler mensagens do Signal e e-mails sem problema, mas na hora de responder… só com aprovação de uma pessoa antes. Ele até recomenda que quem desenvolve carteira com IA faça algo parecido: deixar a IA agir sozinha só em valores pequenos, tipo até uns 100 dólares por dia. Passou disso, tem que confirmar. Isso combina com o jeito que ele já cuida do dinheiro dele. A maior parte fica guardada num sistema compartilhado com várias pessoas de confiança, pra não ficar tudo na mão de um só. No fim das contas, essas proteções na IA seguem a mesma ideia: não confiar tudo numa coisa só. Ele também comentou uma preocupação grande: pesquisadores acharam que uma parte das ferramentas criadas pra IA tinha coisa maliciosa escondida, até roubando dados sem avisar. Aí ele mandou a real: tem medo de que, depois de tanto avanço em privacidade — com criptografia e programas rodando no próprio computador — o povo acabe dando tudo de mão beijada pra IA na nuvem e volte vários passos pra trás.$ETH ,$BNB ,$PAXG

Fundador do Ethereum revela como mantém sua privacidade diante da inteligência artificial

O cofundador do Vitalik Buterin contou num blog novo como é que ele monta o esquema dele de inteligência artificial, e disse que o trem é bem “fechado” e “seguro”, do jeitinho que ele gosta.
Ele explicou que roda tudo direto no computador dele mesmo, sem ficar dependendo de coisa na nuvem. Além disso, criou umas ferramentas próprias usando esses modelos grandões de linguagem pra garantir que a IA não saia mandando mensagem ou mexendo com criptomoeda sem alguém autorizar antes.
“Hoje em dia, a nova dupla de segurança é gente de verdade junto com a IA”, disse ele.
Esse texto, que saiu na quarta-feira, vai além do que ele já vinha falando sobre privacidade. Lá em fevereiro, ele já tinha comentado umas ideias sobre como juntar Ethereum com IA de um jeito mais seguro. Mas agora ele abriu mesmo o jogo e mostrou na prática como faz isso funcionar.
O Buterin roda um modelo aberto chamado Qwen3.5:35B direto na máquina dele, usando um tal de llama-server. Depois de testar várias opções, ele falou que prefere usar um notebook com uma placa de vídeo parruda, que dá conta de rodar rápido o suficiente pra ser útil no dia a dia.
Pra não precisar ficar consultando a internet toda hora — coisa que ele acha ruim pra privacidade — ele guarda um monte de conteúdo, tipo Wikipédia e documentação técnica, tudo salvo localmente.
Sobre criptomoeda, o cuidado é redobrado
A parte mais interessante é como ele liga a IA com a carteira de Ethereum e as mensagens dele. Ele criou um sistema que deixa a IA ler mensagens do Signal e e-mails sem problema, mas na hora de responder… só com aprovação de uma pessoa antes.
Ele até recomenda que quem desenvolve carteira com IA faça algo parecido: deixar a IA agir sozinha só em valores pequenos, tipo até uns 100 dólares por dia. Passou disso, tem que confirmar.
Isso combina com o jeito que ele já cuida do dinheiro dele. A maior parte fica guardada num sistema compartilhado com várias pessoas de confiança, pra não ficar tudo na mão de um só.
No fim das contas, essas proteções na IA seguem a mesma ideia: não confiar tudo numa coisa só.
Ele também comentou uma preocupação grande: pesquisadores acharam que uma parte das ferramentas criadas pra IA tinha coisa maliciosa escondida, até roubando dados sem avisar.
Aí ele mandou a real: tem medo de que, depois de tanto avanço em privacidade — com criptografia e programas rodando no próprio computador — o povo acabe dando tudo de mão beijada pra IA na nuvem e volte vários passos pra trás.$ETH ,$BNB ,$PAXG
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Rippleはブラジルを優先事項とし、国での活動のためのライセンスを求めていますうわー、Rippleはブロックチェーンの大手企業の一つで、ブラジルに特別な注意を払うことに決めたんですよ?国は彼らの優先事項のトップに上がりました。 ビジネスを行うためだけではありません。企業はすでに中央銀行とライセンスを取得するために動いており、新しい暗号ルールの下で正しく運営するための準備をしています。アイデアは、ブラジルをここ南米での主要な拠点にすることです。 マリア・イザベル・ロンギディレクターによると、これらすべてはブラジル市場がすでに成熟しており、明確なルールと、発展途上国と対等に渡り合える構造を持っているからだそうです。

Rippleはブラジルを優先事項とし、国での活動のためのライセンスを求めています

うわー、Rippleはブロックチェーンの大手企業の一つで、ブラジルに特別な注意を払うことに決めたんですよ?国は彼らの優先事項のトップに上がりました。
ビジネスを行うためだけではありません。企業はすでに中央銀行とライセンスを取得するために動いており、新しい暗号ルールの下で正しく運営するための準備をしています。アイデアは、ブラジルをここ南米での主要な拠点にすることです。
マリア・イザベル・ロンギディレクターによると、これらすべてはブラジル市場がすでに成熟しており、明確なルールと、発展途上国と対等に渡り合える構造を持っているからだそうです。
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ドナルド・トランプが暗号通貨に好意的でBTCに投資する新しい検察官総長を指名さて、司法省のトランプの物語がどうなったか見てみよう:木曜日、彼は検察官総長のパム・ボンディを解雇し、彼女の副だったトッド・ブランシュをその職に就けた。彼は「今のところ」と言ったが、彼が彼の個人弁護士であったブランシュがこの新しい役割でどうなるか見守っていることは知っている。 変化は小さなことではなく、特に暗号通貨の人々にとっては重要だ。元連邦検察官のブランシュは、昨年、業界に好意的な改革の全般を行い、ビットコインやイーサリアムなどの暗号にも投資している。しかし同時に、彼もボンディもプライバシーに関わる暗号ソフトウェアの開発者を追い詰めることをやめなかったため、多くの人が心配している。

ドナルド・トランプが暗号通貨に好意的でBTCに投資する新しい検察官総長を指名

さて、司法省のトランプの物語がどうなったか見てみよう:木曜日、彼は検察官総長のパム・ボンディを解雇し、彼女の副だったトッド・ブランシュをその職に就けた。彼は「今のところ」と言ったが、彼が彼の個人弁護士であったブランシュがこの新しい役割でどうなるか見守っていることは知っている。
変化は小さなことではなく、特に暗号通貨の人々にとっては重要だ。元連邦検察官のブランシュは、昨年、業界に好意的な改革の全般を行い、ビットコインやイーサリアムなどの暗号にも投資している。しかし同時に、彼もボンディもプライバシーに関わる暗号ソフトウェアの開発者を追い詰めることをやめなかったため、多くの人が心配している。
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Projeto do governo brasileiro propõe uso de blockchain em fábricas para rastrear emissões de carbonoO Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste junto com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial firmaram um acordo lá em março, que foi anunciado no dia 30. Eles bateram o martelo lá em Recife, pra tocar um projeto importante pras indústrias do Brasil. A ideia é criar uma plataforma digital pra ajudar as fábricas a gastar menos energia e poluir menos o ar. Pra isso, eles vão juntar tecnologia das boas, tipo inteligência artificial e blockchain, pra dar conta de acompanhar tudo direitinho. Esse sistema vai ficar monitorando o que acontece lá dentro das fábricas, coletando dados o tempo todo. Aí essas informações ficam registradas em blockchain, que é seguro demais da conta, não dá pra mexer depois. Segundo o CETENE, isso garante que os dados sejam confiáveis e nem precisa de auditor no meio do caminho. E tem mais: as empresas que entrarem nisso podem transformar a economia de energia em crédito de carbono pra vender lá fora. Ou seja, além de ajudar o meio ambiente, ainda pode virar dinheiro. Esse trem todo segue regras internacionais de sustentabilidade, o que ajuda as indústrias brasileiras a ficarem mais competitivas no mercado gringo. No lançamento do projeto, teve presença de autoridades e gente de vários setores. O diretor do CETENE, Marcelo Carneiro Leão, falou da importância de colocar a ciência pra gerar resultado de verdade na economia. Já o presidente da ABDI, Ricardo Cappelli, comentou das dificuldades da indústria e como inovação pode ajudar a reduzir custos. Também teve apoio político, como do deputado Pedro Campos, e participação da Universidade Federal de Pernambuco, que tá ajudando nas pesquisas. No fim das contas, esse projeto quer facilitar o acesso das empresas a tecnologias sustentáveis, reduzir desperdício de energia e ainda baratear a produção. Inclusive, a ABDI vai liberar uma verba pra instalar sensores nas fábricas e colocar tudo isso em prática. Resumindo: é tecnologia ajudando a economizar, proteger o meio ambiente e ainda fortalecer a indústria brasileira — do jeitim que mineiro gosta: sem desperdício e com resultado.$BTC ,$SOL ,$BANANAS31

Projeto do governo brasileiro propõe uso de blockchain em fábricas para rastrear emissões de carbono

O Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste junto com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial firmaram um acordo lá em março, que foi anunciado no dia 30. Eles bateram o martelo lá em Recife, pra tocar um projeto importante pras indústrias do Brasil.
A ideia é criar uma plataforma digital pra ajudar as fábricas a gastar menos energia e poluir menos o ar. Pra isso, eles vão juntar tecnologia das boas, tipo inteligência artificial e blockchain, pra dar conta de acompanhar tudo direitinho.
Esse sistema vai ficar monitorando o que acontece lá dentro das fábricas, coletando dados o tempo todo. Aí essas informações ficam registradas em blockchain, que é seguro demais da conta, não dá pra mexer depois. Segundo o CETENE, isso garante que os dados sejam confiáveis e nem precisa de auditor no meio do caminho.
E tem mais: as empresas que entrarem nisso podem transformar a economia de energia em crédito de carbono pra vender lá fora. Ou seja, além de ajudar o meio ambiente, ainda pode virar dinheiro.
Esse trem todo segue regras internacionais de sustentabilidade, o que ajuda as indústrias brasileiras a ficarem mais competitivas no mercado gringo. No lançamento do projeto, teve presença de autoridades e gente de vários setores.
O diretor do CETENE, Marcelo Carneiro Leão, falou da importância de colocar a ciência pra gerar resultado de verdade na economia. Já o presidente da ABDI, Ricardo Cappelli, comentou das dificuldades da indústria e como inovação pode ajudar a reduzir custos.
Também teve apoio político, como do deputado Pedro Campos, e participação da Universidade Federal de Pernambuco, que tá ajudando nas pesquisas.
No fim das contas, esse projeto quer facilitar o acesso das empresas a tecnologias sustentáveis, reduzir desperdício de energia e ainda baratear a produção. Inclusive, a ABDI vai liberar uma verba pra instalar sensores nas fábricas e colocar tudo isso em prática.
Resumindo: é tecnologia ajudando a economizar, proteger o meio ambiente e ainda fortalecer a indústria brasileira — do jeitim que mineiro gosta: sem desperdício e com resultado.$BTC ,$SOL ,$BANANAS31
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O serviço de e-mail Dmail foi encerrado, e sua criptomoeda sofreu uma queda de 70%A tal da Dmail Network, que era uma plataforma de e-mail descentralizado e já tava na lida há uns cinco anos, resolveu que vai fechar as portas aos poucos a partir do dia 15 de maio. O povo que tocava o projeto disse que a ideia deles era fazer um “e-mail de verdade, sem dono”, tudo descentralizado. Mas na prática, o trem ficou pesado demais de segurar. Eles explicaram que o custo pra manter essa estrutura — internet, armazenamento e processamento — ficou caro que só, comendo quase todo o dinheiro que tinham. E quanto mais gente entrava pra usar, mais esses gastos subiam, tipo bola de neve descendo morro. Além disso, eles tentaram de tudo quanto é jeito ganhar dinheiro com a plataforma, mas não teve jeito. Testaram modelo pago, inventaram umas estratégias aí, mas o povo não animou de pagar não. O tal do token deles também não vingou: não acharam um uso bom de verdade pra ele nem um jeito de fazer a economia funcionar. Pra piorar a prosa, uma parte importante da equipe foi saindo fora, e quem ficou não deu conta de manter aquele sistema caro. Ainda tentaram levantar dinheiro e até vender o projeto, mas nada foi pra frente. E o token deles, o DMAIL, despencou bonito: caiu mais de 70% só na semana e hoje tá valendo quase nada — bem longe do preço lá do começo de 2024, quando chegou perto de um dólar. 👉 E pra quem usava, fica esperto: tem que tirar os e-mails de lá antes do dia 15 de maio, porque depois disso os sistemas vão parar e não vai dar mais pra acessar nada. No fim das contas, esse caso mostra que esses projetos descentralizados de rede social e comunicação ainda tão penando pra dar certo. Eles mesmos falaram que já esperavam um trem desse, vendo outras plataformas passando aperto parecido. Pra fechar, deixaram aquele recado meio resignado: se um dia as coisas melhorarem, quem sabe eles voltam mais organizados. Mas por agora, é aceitar a realidade. E ainda deram uma cutucada no mercado, falando que o povo devia olhar mais pros produtos de verdade do que só pro preço das moedas. $BNB ,$ETH ,$LINK

O serviço de e-mail Dmail foi encerrado, e sua criptomoeda sofreu uma queda de 70%

A tal da Dmail Network, que era uma plataforma de e-mail descentralizado e já tava na lida há uns cinco anos, resolveu que vai fechar as portas aos poucos a partir do dia 15 de maio.
O povo que tocava o projeto disse que a ideia deles era fazer um “e-mail de verdade, sem dono”, tudo descentralizado. Mas na prática, o trem ficou pesado demais de segurar.
Eles explicaram que o custo pra manter essa estrutura — internet, armazenamento e processamento — ficou caro que só, comendo quase todo o dinheiro que tinham. E quanto mais gente entrava pra usar, mais esses gastos subiam, tipo bola de neve descendo morro.
Além disso, eles tentaram de tudo quanto é jeito ganhar dinheiro com a plataforma, mas não teve jeito. Testaram modelo pago, inventaram umas estratégias aí, mas o povo não animou de pagar não. O tal do token deles também não vingou: não acharam um uso bom de verdade pra ele nem um jeito de fazer a economia funcionar.
Pra piorar a prosa, uma parte importante da equipe foi saindo fora, e quem ficou não deu conta de manter aquele sistema caro. Ainda tentaram levantar dinheiro e até vender o projeto, mas nada foi pra frente.
E o token deles, o DMAIL, despencou bonito: caiu mais de 70% só na semana e hoje tá valendo quase nada — bem longe do preço lá do começo de 2024, quando chegou perto de um dólar.
👉 E pra quem usava, fica esperto: tem que tirar os e-mails de lá antes do dia 15 de maio, porque depois disso os sistemas vão parar e não vai dar mais pra acessar nada.
No fim das contas, esse caso mostra que esses projetos descentralizados de rede social e comunicação ainda tão penando pra dar certo. Eles mesmos falaram que já esperavam um trem desse, vendo outras plataformas passando aperto parecido.
Pra fechar, deixaram aquele recado meio resignado: se um dia as coisas melhorarem, quem sabe eles voltam mais organizados. Mas por agora, é aceitar a realidade. E ainda deram uma cutucada no mercado, falando que o povo devia olhar mais pros produtos de verdade do que só pro preço das moedas.
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A Núclea começa a transformar recebíveis de cartão em tokensNum mercado de cartão que gira mais de 4 trilhões de reais por ano aqui no Brasil, mas que só uns 30% disso vira antecipação, esse trem de antecipar recebível acaba sendo uma mão na roda pra liberar crédito. Pensando em dar mais ligeireza nas negociações e espalhar melhor esse serviço, a Núclea resolveu lançar uma novidade: a tal da tokenização das unidades de recebíveis (UR) de cartão. Essa solução veio bem a calhar pra quem tá atrás de um jeito mais eficiente de financiar e cuidar dos recebíveis. Com a tokenização, abre mais caminho pra conseguir recursos (funding) e ainda ajuda a baixar aqueles custos operacionais que costumam ser salgados. A empresa usa uma tecnologia própria de blockchain, chamada Núclea Chain, que se conecta ao sistema onde os recebíveis ficam registrados. Aí ela pega essas URs e transforma em tokens, tudo conforme as regras combinadas com o cliente — que geralmente são bancos, fundos de investimento e outras instituições que já têm esses ativos registrados. Um dos pontos fortes é justamente poder transformar essas URs em tokens com segurança. Isso garante confiança e não deixa ninguém mexer no histórico do ativo, além de movimentar o mercado de forma positiva pra todo mundo envolvido. Pro comerciante, isso vira mais uma opção pra antecipar dinheiro e conseguir capital de giro, seja por plataformas de crowdfunding ou por bancos que trabalham com esses tokens. Já pros bancos e empresas do setor, dá pra usar isso pra transferir ativos, criar produtos, oferecer como garantia ou até distribuir pros clientes. Lá na ponta, quem investe também ganha: tanto pessoa física quanto empresa pode diversificar os investimentos com esse tipo de ativo — coisa que antes era mais restrita aos bancos. E tem mais: segurança é levada a sério. Se acontecer algum problema com aquele recebível, tipo fraude ou chargeback, o sistema atualiza o status do token e até “queima” ele, deixando tudo transparente pra quem tá envolvido. Outro detalhe importante é que a tokenização não cria nada duplicado nem bagunça o que já existe. Ela só reflete, de forma fiel, as informações que já estão registradas, deixando tudo mais rastreável, transparente e eficiente ao longo do processo. Essa iniciativa é mais um passo da Núclea nesse mundo de ativos digitais, com apoio de outros players do mercado. A ideia é modernizar o crédito no Brasil, trazendo mais transparência, eficiência e acesso pra esse tipo de investimento. E não para por aí não: além dos recebíveis de cartão, a Núclea já trabalha com tokenização de duplicatas e cotas de consórcio. E ainda lançou recentemente uma stablecoin própria, a BRLN, pra ajudar na liquidação e compensação desses ativos no ambiente digital.$BTC ,$XRP ,$USDC

A Núclea começa a transformar recebíveis de cartão em tokens

Num mercado de cartão que gira mais de 4 trilhões de reais por ano aqui no Brasil, mas que só uns 30% disso vira antecipação, esse trem de antecipar recebível acaba sendo uma mão na roda pra liberar crédito. Pensando em dar mais ligeireza nas negociações e espalhar melhor esse serviço, a Núclea resolveu lançar uma novidade: a tal da tokenização das unidades de recebíveis (UR) de cartão.
Essa solução veio bem a calhar pra quem tá atrás de um jeito mais eficiente de financiar e cuidar dos recebíveis. Com a tokenização, abre mais caminho pra conseguir recursos (funding) e ainda ajuda a baixar aqueles custos operacionais que costumam ser salgados.
A empresa usa uma tecnologia própria de blockchain, chamada Núclea Chain, que se conecta ao sistema onde os recebíveis ficam registrados. Aí ela pega essas URs e transforma em tokens, tudo conforme as regras combinadas com o cliente — que geralmente são bancos, fundos de investimento e outras instituições que já têm esses ativos registrados.
Um dos pontos fortes é justamente poder transformar essas URs em tokens com segurança. Isso garante confiança e não deixa ninguém mexer no histórico do ativo, além de movimentar o mercado de forma positiva pra todo mundo envolvido.
Pro comerciante, isso vira mais uma opção pra antecipar dinheiro e conseguir capital de giro, seja por plataformas de crowdfunding ou por bancos que trabalham com esses tokens. Já pros bancos e empresas do setor, dá pra usar isso pra transferir ativos, criar produtos, oferecer como garantia ou até distribuir pros clientes.
Lá na ponta, quem investe também ganha: tanto pessoa física quanto empresa pode diversificar os investimentos com esse tipo de ativo — coisa que antes era mais restrita aos bancos.
E tem mais: segurança é levada a sério. Se acontecer algum problema com aquele recebível, tipo fraude ou chargeback, o sistema atualiza o status do token e até “queima” ele, deixando tudo transparente pra quem tá envolvido.
Outro detalhe importante é que a tokenização não cria nada duplicado nem bagunça o que já existe. Ela só reflete, de forma fiel, as informações que já estão registradas, deixando tudo mais rastreável, transparente e eficiente ao longo do processo.
Essa iniciativa é mais um passo da Núclea nesse mundo de ativos digitais, com apoio de outros players do mercado. A ideia é modernizar o crédito no Brasil, trazendo mais transparência, eficiência e acesso pra esse tipo de investimento.
E não para por aí não: além dos recebíveis de cartão, a Núclea já trabalha com tokenização de duplicatas e cotas de consórcio. E ainda lançou recentemente uma stablecoin própria, a BRLN, pra ajudar na liquidação e compensação desses ativos no ambiente digital.$BTC ,$XRP ,$USDC
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億万長者がファセットを通じてビットコインの無料配布を発表し、コミュニティを興奮させるTwitterの創設者であり、Blockの企業の創設者であるジャック・ドーシーは、金曜日(3日)に新しいビットコインファセットのサイトを発表し、暗号通貨のファンに無料でコインを配布し、歴史の重要な部分を取り戻すことを開始します。 X(以前のTwitter)での投稿によると、ドーシーはbtc.dayというサイトが月曜日(6日)から金額を解放し始めると述べましたが、どのように機能するかについてはまだ多くの詳細を明らかにしていません。このニュースはコミュニティ内で急速に広まり、投稿は24時間以内に190万回以上の視聴を達成しました。

億万長者がファセットを通じてビットコインの無料配布を発表し、コミュニティを興奮させる

Twitterの創設者であり、Blockの企業の創設者であるジャック・ドーシーは、金曜日(3日)に新しいビットコインファセットのサイトを発表し、暗号通貨のファンに無料でコインを配布し、歴史の重要な部分を取り戻すことを開始します。
X(以前のTwitter)での投稿によると、ドーシーはbtc.dayというサイトが月曜日(6日)から金額を解放し始めると述べましたが、どのように機能するかについてはまだ多くの詳細を明らかにしていません。このニュースはコミュニティ内で急速に広まり、投稿は24時間以内に190万回以上の視聴を達成しました。
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翻訳参照
A Charles Schwab, com US$ 7 trilhões em ativos, vai oferecer Bitcoin e EthereumA Charles Schwab não vai deixar o pessoal esperando muito pra comprar Bitcoin e Ethereum direto pela plataforma e guardar as criptos por lá. No site deles, na parte de “Produtos de Investimento”, já apareceu uma página de cripto dizendo que o tal do Schwab Crypto “chega logo”. Um porta-voz confirmou pro Decrypt que a compra à vista tá pra sair mesmo. “Estamos no caminho de lançar a nossa oferta de cripto à vista no primeiro semestre de 2026, começando com Bitcoin e Ethereum”, contou um representante. Quem quiser pode se inscrever pra receber notícias e até ter acesso antecipado online. O CEO Rick Wurster já tinha falado lá em março pra Barron’s que o lançamento começaria de forma limitada no segundo trimestre, e depois expandiria. Por enquanto, só gente dos EUA vai poder usar o Schwab Crypto, menos quem mora em Nova York e Louisiana. É um passo grande pra Schwab, que cuida de mais de US$ 12,2 trilhões. Hoje a empresa já oferece jeitos de se expor a cripto, tipo produtos negociados em bolsa ou ações de empresas do setor, como a exchange americana Coinbase e a empresa de tesouraria MicroStrategy. Antes eles esperavam mais clareza nas regras pra se mexer no mercado de cripto, mas agora também tão de olho nas stablecoins. Ano passado, Wurster disse que a Schwab, lá de Westlake, Texas, queria entrar nesse setor, que tá crescendo. “Stablecoins vão ter papel nas transações em blockchain, e a gente quer oferecer isso”, comentou ele numa teleconferência. As ações da empresa (SCHW) fecharam quinta-feira subindo mais de 1,5%, por volta de US$ 93,77, uma valorização de uns 19% no último ano. Já o Bitcoin caiu 18,5% nesse mesmo período. Neste sábado (4), o Bitcoin tava por volta de US$ 67 mil, quase metade da sua máxima histórica de US$ 126.080. O Ethereum, por sua vez, tá perto de US$ 2.050, quase 59% abaixo do recorde que bateu em agosto passado.

A Charles Schwab, com US$ 7 trilhões em ativos, vai oferecer Bitcoin e Ethereum

A Charles Schwab não vai deixar o pessoal esperando muito pra comprar Bitcoin e Ethereum direto pela plataforma e guardar as criptos por lá.
No site deles, na parte de “Produtos de Investimento”, já apareceu uma página de cripto dizendo que o tal do Schwab Crypto “chega logo”. Um porta-voz confirmou pro Decrypt que a compra à vista tá pra sair mesmo.
“Estamos no caminho de lançar a nossa oferta de cripto à vista no primeiro semestre de 2026, começando com Bitcoin e Ethereum”, contou um representante. Quem quiser pode se inscrever pra receber notícias e até ter acesso antecipado online.
O CEO Rick Wurster já tinha falado lá em março pra Barron’s que o lançamento começaria de forma limitada no segundo trimestre, e depois expandiria.
Por enquanto, só gente dos EUA vai poder usar o Schwab Crypto, menos quem mora em Nova York e Louisiana. É um passo grande pra Schwab, que cuida de mais de US$ 12,2 trilhões.
Hoje a empresa já oferece jeitos de se expor a cripto, tipo produtos negociados em bolsa ou ações de empresas do setor, como a exchange americana Coinbase e a empresa de tesouraria MicroStrategy.
Antes eles esperavam mais clareza nas regras pra se mexer no mercado de cripto, mas agora também tão de olho nas stablecoins. Ano passado, Wurster disse que a Schwab, lá de Westlake, Texas, queria entrar nesse setor, que tá crescendo. “Stablecoins vão ter papel nas transações em blockchain, e a gente quer oferecer isso”, comentou ele numa teleconferência.
As ações da empresa (SCHW) fecharam quinta-feira subindo mais de 1,5%, por volta de US$ 93,77, uma valorização de uns 19% no último ano. Já o Bitcoin caiu 18,5% nesse mesmo período.
Neste sábado (4), o Bitcoin tava por volta de US$ 67 mil, quase metade da sua máxima histórica de US$ 126.080. O Ethereum, por sua vez, tá perto de US$ 2.050, quase 59% abaixo do recorde que bateu em agosto passado.
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