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Chainlink (LINK) ganha força no mercado e mira novos níveis nesta sexta-feiraCriptomoeda avança na semana, enquanto indicadores técnicos e o crescimento do ecossistema Chainlink aumentam a atenção dos investidores. Data: 14 de agosto de 2026 A Chainlink (LINK) voltou a chamar a atenção do mercado de criptomoedas nesta sexta-feira (14). O token é negociado próximo de US$ 8,80, com alta de aproximadamente 6% na última semana, segundo dados recentes de mercado. O movimento acontece mesmo em um cenário de maior cautela no mercado cripto. Enquanto diversas criptomoedas enfrentam pressão, a LINK vem apresentando desempenho relativamente mais forte nos últimos dias. LINK sobe e entra no radar do mercado Nas últimas sessões, a Chainlink conseguiu recuperar terreno e se aproximar da região de US$ 8,90, que passou a ser observada pelos traders como uma resistência de curto prazo. Uma análise publicada nesta sexta-feira aponta que a LINK acumulou cerca de 10% de alta na semana, enquanto o indicador MVRV apresentou um sinal considerado positivo pelos analistas. O cenário pode abrir espaço para uma valorização adicional caso o token consiga superar resistências importantes. Outro levantamento aponta que a LINK acumulava alta próxima de 8% na semana e que alguns indicadores técnicos começaram a apresentar sinais historicamente associados a movimentos mais fortes. Isso, porém, não garante uma nova alta. Por que a Chainlink é importante? A Chainlink não é apenas uma criptomoeda. O projeto funciona como uma infraestrutura que conecta blockchains a dados e sistemas externos. Por meio de sua rede de oráculos, a Chainlink permite que contratos inteligentes recebam informações verificáveis, como preços de ativos e outros dados necessários para o funcionamento de aplicações descentralizadas. A plataforma também trabalha com interoperabilidade entre blockchains, principalmente por meio do CCIP, além de soluções voltadas para ativos tokenizados, stablecoins, DeFi e mercados financeiros. CCIP pode ser um dos principais motores do projeto Um dos pontos mais importantes para o futuro da Chainlink é o Cross-Chain Interoperability Protocol (CCIP). A tecnologia foi desenvolvida para permitir a comunicação e transferência de informações e ativos entre diferentes redes blockchain. A expansão desse tipo de infraestrutura pode ser importante à medida que bancos, empresas e projetos financeiros aumentam o uso de ativos digitais. Dados divulgados ao longo de 2026 mostram crescimento relevante na utilização do CCIP, reforçando a tese de que a Chainlink pretende atuar como uma camada de infraestrutura para o mercado financeiro baseado em blockchain. Instituições também estão de olho na Chainlink O interesse institucional é outro fator que vem ajudando a fortalecer a narrativa em torno da LINK. Em junho, a Chainlink anunciou o Project Pangea, iniciativa desenvolvida com consórcios bancários multinacionais para estudar uma estrutura de liquidação T+0 para mercados internacionais de câmbio. Esse tipo de iniciativa mostra que a tecnologia da Chainlink está sendo direcionada não apenas para aplicações de criptomoedas, mas também para possíveis usos no mercado financeiro tradicional. Standard Chartered projeta LINK a US$ 200 Um dos assuntos que mais repercutiram recentemente foi a projeção do Standard Chartered para a Chainlink. O banco estabeleceu uma estimativa de US$ 200 para a LINK até 2030, citando principalmente o potencial de crescimento relacionado à tokenização e ao desenvolvimento do setor de finanças descentralizadas. É importante destacar que essa é uma projeção de longo prazo, e não uma previsão de que o preço chegará rapidamente a US$ 200. O que pode acontecer com a LINK? No curto prazo, a região próxima de US$ 8,90 merece atenção. Uma ruptura consistente dessa área poderia fortalecer o movimento comprador, enquanto uma rejeição pode provocar realização de lucros e levar o preço novamente para níveis mais baixos. O desempenho do Bitcoin também continua sendo importante. Uma piora generalizada no mercado pode limitar a capacidade de valorização das altcoins, mesmo aquelas com fundamentos sólidos. Por outro lado, se o mercado voltar a favorecer as altcoins e a Chainlink continuar apresentando crescimento de utilização, a LINK poderá permanecer entre os ativos observados pelos investidores. LINK ainda tem potencial? A Chainlink possui alguns fatores que diferenciam o projeto: infraestrutura de oráculos, interoperabilidade entre blockchains, CCIP, tokenização de ativos e crescente aproximação com instituições financeiras. Ao mesmo tempo, existe um ponto que merece atenção: o crescimento da rede não necessariamente se transforma imediatamente em valorização do token LINK. A relação entre utilização da infraestrutura e captura de valor pelo token continua sendo uma questão importante para quem acompanha o projeto. Portanto, a alta recente é um sinal positivo, mas não elimina os riscos existentes no mercado de criptomoedas. A Chainlink (LINK) chega ao fim da semana em uma posição mais interessante do ponto de vista do mercado. Com o preço próximo de US$ 8,80, alta semanal e indicadores técnicos despertando atenção, o token voltou a ficar no radar dos investidores. Mais importante que o movimento de curto prazo, porém, é o avanço da própria infraestrutura da Chainlink. A expansão do CCIP, os projetos envolvendo instituições financeiras e o crescimento da tokenização podem ser importantes para a trajetória do ecossistema nos próximos anos. Ainda assim, projeções de preços como US$ 200 são cenários e não garantias. A LINK continua sujeita à volatilidade do mercado e às condições gerais das criptomoedas. Meta description: Chainlink (LINK) ganha força nesta sexta-feira, acumula alta na semana e volta ao radar do mercado. Veja preço, fundamentos, CCIP e perspectivas para a criptomoeda. Aviso: Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de compra ou venda de criptomoedas.

Chainlink (LINK) ganha força no mercado e mira novos níveis nesta sexta-feira

Criptomoeda avança na semana, enquanto indicadores técnicos e o crescimento do ecossistema Chainlink aumentam a atenção dos investidores.
Data: 14 de agosto de 2026
A Chainlink (LINK) voltou a chamar a atenção do mercado de criptomoedas nesta sexta-feira (14). O token é negociado próximo de US$ 8,80, com alta de aproximadamente 6% na última semana, segundo dados recentes de mercado.
O movimento acontece mesmo em um cenário de maior cautela no mercado cripto. Enquanto diversas criptomoedas enfrentam pressão, a LINK vem apresentando desempenho relativamente mais forte nos últimos dias.
LINK sobe e entra no radar do mercado
Nas últimas sessões, a Chainlink conseguiu recuperar terreno e se aproximar da região de US$ 8,90, que passou a ser observada pelos traders como uma resistência de curto prazo.
Uma análise publicada nesta sexta-feira aponta que a LINK acumulou cerca de 10% de alta na semana, enquanto o indicador MVRV apresentou um sinal considerado positivo pelos analistas. O cenário pode abrir espaço para uma valorização adicional caso o token consiga superar resistências importantes.
Outro levantamento aponta que a LINK acumulava alta próxima de 8% na semana e que alguns indicadores técnicos começaram a apresentar sinais historicamente associados a movimentos mais fortes. Isso, porém, não garante uma nova alta.
Por que a Chainlink é importante?
A Chainlink não é apenas uma criptomoeda. O projeto funciona como uma infraestrutura que conecta blockchains a dados e sistemas externos.
Por meio de sua rede de oráculos, a Chainlink permite que contratos inteligentes recebam informações verificáveis, como preços de ativos e outros dados necessários para o funcionamento de aplicações descentralizadas.
A plataforma também trabalha com interoperabilidade entre blockchains, principalmente por meio do CCIP, além de soluções voltadas para ativos tokenizados, stablecoins, DeFi e mercados financeiros.
CCIP pode ser um dos principais motores do projeto
Um dos pontos mais importantes para o futuro da Chainlink é o Cross-Chain Interoperability Protocol (CCIP).
A tecnologia foi desenvolvida para permitir a comunicação e transferência de informações e ativos entre diferentes redes blockchain. A expansão desse tipo de infraestrutura pode ser importante à medida que bancos, empresas e projetos financeiros aumentam o uso de ativos digitais.
Dados divulgados ao longo de 2026 mostram crescimento relevante na utilização do CCIP, reforçando a tese de que a Chainlink pretende atuar como uma camada de infraestrutura para o mercado financeiro baseado em blockchain.
Instituições também estão de olho na Chainlink
O interesse institucional é outro fator que vem ajudando a fortalecer a narrativa em torno da LINK.
Em junho, a Chainlink anunciou o Project Pangea, iniciativa desenvolvida com consórcios bancários multinacionais para estudar uma estrutura de liquidação T+0 para mercados internacionais de câmbio.
Esse tipo de iniciativa mostra que a tecnologia da Chainlink está sendo direcionada não apenas para aplicações de criptomoedas, mas também para possíveis usos no mercado financeiro tradicional.
Standard Chartered projeta LINK a US$ 200
Um dos assuntos que mais repercutiram recentemente foi a projeção do Standard Chartered para a Chainlink.
O banco estabeleceu uma estimativa de US$ 200 para a LINK até 2030, citando principalmente o potencial de crescimento relacionado à tokenização e ao desenvolvimento do setor de finanças descentralizadas.
É importante destacar que essa é uma projeção de longo prazo, e não uma previsão de que o preço chegará rapidamente a US$ 200.
O que pode acontecer com a LINK?
No curto prazo, a região próxima de US$ 8,90 merece atenção. Uma ruptura consistente dessa área poderia fortalecer o movimento comprador, enquanto uma rejeição pode provocar realização de lucros e levar o preço novamente para níveis mais baixos.
O desempenho do Bitcoin também continua sendo importante. Uma piora generalizada no mercado pode limitar a capacidade de valorização das altcoins, mesmo aquelas com fundamentos sólidos.
Por outro lado, se o mercado voltar a favorecer as altcoins e a Chainlink continuar apresentando crescimento de utilização, a LINK poderá permanecer entre os ativos observados pelos investidores.
LINK ainda tem potencial?
A Chainlink possui alguns fatores que diferenciam o projeto: infraestrutura de oráculos, interoperabilidade entre blockchains, CCIP, tokenização de ativos e crescente aproximação com instituições financeiras.
Ao mesmo tempo, existe um ponto que merece atenção: o crescimento da rede não necessariamente se transforma imediatamente em valorização do token LINK. A relação entre utilização da infraestrutura e captura de valor pelo token continua sendo uma questão importante para quem acompanha o projeto.
Portanto, a alta recente é um sinal positivo, mas não elimina os riscos existentes no mercado de criptomoedas.
A Chainlink (LINK) chega ao fim da semana em uma posição mais interessante do ponto de vista do mercado. Com o preço próximo de US$ 8,80, alta semanal e indicadores técnicos despertando atenção, o token voltou a ficar no radar dos investidores.
Mais importante que o movimento de curto prazo, porém, é o avanço da própria infraestrutura da Chainlink. A expansão do CCIP, os projetos envolvendo instituições financeiras e o crescimento da tokenização podem ser importantes para a trajetória do ecossistema nos próximos anos.
Ainda assim, projeções de preços como US$ 200 são cenários e não garantias. A LINK continua sujeita à volatilidade do mercado e às condições gerais das criptomoedas.
Meta description: Chainlink (LINK) ganha força nesta sexta-feira, acumula alta na semana e volta ao radar do mercado. Veja preço, fundamentos, CCIP e perspectivas para a criptomoeda.
Aviso: Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de compra ou venda de criptomoedas.
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Nova regra de 24 horas do Banco Central pode impactar eficiência dos pagamentos com stablecoinsRegra de 24 horas do Banco Central pode mudar dinâmica das stablecoins A nova regra do Banco Central mexeu na Resolução BCB nº 142/2021 e ampliou os procedimentos de controle para os serviços envolvendo ativos virtuais oferecidos por instituições autorizadas e pelas chamadas SPSAVs, inclusive aquelas que ainda estão passando pelo processo de adaptação às novas exigências. O ponto que mais chama atenção está no novo artigo 2º-B. Pela norma, transferências para empresas sediadas no exterior que trabalham com ativos virtuais ou para carteiras de autocustódia poderão ficar retidas por 24 horas, contadas a partir do recebimento dos recursos usados no aporte. A medida vale para operações acima de US$ 10 mil, seja em uma única movimentação ou somando as operações feitas pelo cliente no mesmo dia. Também entram nessa regra as transações que, de acordo com a avaliação de risco da instituição, precisem passar por uma análise mais cuidadosa. E sim, as stablecoins estão incluídas. Prevenção a fraudes x velocidade Na avaliação de Thiago do Amaral Santos, sócio do Barcellos Tucunduva Advogados e especialista em meios de pagamento e criptoativos, a preocupação do Banco Central em combater fraudes faz sentido. O que está em discussão é se segurar uma operação por 24 horas seria mesmo o melhor caminho. Segundo ele, golpes podem acontecer em diferentes meios de pagamento, como Pix, cartões, câmbio e também no mercado cripto. Por isso, embora as criptomoedas tenham características próprias que justifiquem controles específicos, isso não significa necessariamente que toda operação legítima deva enfrentar uma espera desse tamanho. E aí está o ponto que pode pesar mais para as stablecoins. Uma das grandes vantagens desses ativos é justamente permitir transferências e liquidações de forma contínua e, em determinadas situações, quase instantânea. Uma espera obrigatória de 24 horas pode acabar tirando uma parte dessa eficiência. Não é um bloqueio definitivo É importante deixar claro: a regra não significa que os ativos serão bloqueados de forma permanente. A retenção tem caráter preventivo e serve para que a instituição faça uma análise de risco. Depois dessa avaliação, a operação pode ser liberada. Outro detalhe que merece atenção é que a norma não faz distinção entre pessoa física e empresa, nem separa operações de varejo das transações corporativas. Para Amaral, esse ponto pode pesar especialmente nas operações B2B. Uma movimentação de US$ 10 mil pode ser considerada alta para determinado cliente, mas é um valor relativamente pequeno para muitas empresas que fazem pagamentos internacionais normalmente. Empresas podem realizar transações maiores com parceiros comerciais conhecidos, mantendo histórico de relacionamento e uma finalidade econômica bem definida. Nesse cenário, uma operação recorrente entre empresas já conhecidas é bem diferente de uma transferência isolada para uma contraparte desconhecida. Mesmo assim, ambas podem cair no procedimento de retenção caso ultrapassem o limite estabelecido e estejam dentro das situações previstas pela norma. Análise de risco pode fazer diferença A própria resolução permite que a instituição encerre a retenção antes das 24 horas, desde que exista uma decisão fundamentada e sejam considerados fatores como o perfil do cliente, a operação, a contraparte e a jurisdição envolvida. Essa possibilidade pode ser importante principalmente para empresas que fazem operações frequentes e já possuem histórico conhecido. Em vez de olhar somente para o valor movimentado, uma análise mais completa pode considerar o relacionamento comercial, o comportamento financeiro do cliente, quem está recebendo o dinheiro e qual é a finalidade da transferência. Outro ponto que ainda pode gerar dúvidas é justamente a contagem das 24 horas. A norma fala em recebimento dos recursos de aporte, mas não detalha completamente como isso funcionará quando o cliente possui vários aportes diferentes ou realiza diversas operações em sequência. Por isso, segundo o especialista, podem ser necessários novos esclarecimentos por parte do Banco Central. Regra pode aumentar a fricção no mercado Na visão de Amaral, seria possível reforçar os mecanismos de prevenção a fraudes utilizando ferramentas que as instituições reguladas já possuem, como identificação do cliente, monitoramento das transações, gerenciamento de riscos e controles internos. A discussão, portanto, não é sobre acabar com os controles, mas encontrar um equilíbrio entre segurança e agilidade. Quanto maior for a dificuldade criada para operações legítimas dentro das instituições brasileiras, maior pode ser o estímulo para alguns usuários procurarem alternativas estrangeiras ou soluções descentralizadas que estejam fora do alcance direto da supervisão brasileira. A nova regra também determina que o cliente seja informado quando uma transferência for retida e amplia para os serviços de ativos virtuais a exigência de registros diários relacionados a fraudes e tentativas de fraude. No fim das contas, a medida mostra que o Banco Central está apertando o cerco contra golpes no mercado de criptoativos. A questão agora é saber até que ponto essa proteção vai conseguir andar junto com a velocidade que tornou as stablecoins tão interessantes para pagamentos e transferências digitais.$BANANAS31 ,$PAXG ,$POL

Nova regra de 24 horas do Banco Central pode impactar eficiência dos pagamentos com stablecoins

Regra de 24 horas do Banco Central pode mudar dinâmica das stablecoins
A nova regra do Banco Central mexeu na Resolução BCB nº 142/2021 e ampliou os procedimentos de controle para os serviços envolvendo ativos virtuais oferecidos por instituições autorizadas e pelas chamadas SPSAVs, inclusive aquelas que ainda estão passando pelo processo de adaptação às novas exigências.
O ponto que mais chama atenção está no novo artigo 2º-B. Pela norma, transferências para empresas sediadas no exterior que trabalham com ativos virtuais ou para carteiras de autocustódia poderão ficar retidas por 24 horas, contadas a partir do recebimento dos recursos usados no aporte.
A medida vale para operações acima de US$ 10 mil, seja em uma única movimentação ou somando as operações feitas pelo cliente no mesmo dia. Também entram nessa regra as transações que, de acordo com a avaliação de risco da instituição, precisem passar por uma análise mais cuidadosa. E sim, as stablecoins estão incluídas.
Prevenção a fraudes x velocidade
Na avaliação de Thiago do Amaral Santos, sócio do Barcellos Tucunduva Advogados e especialista em meios de pagamento e criptoativos, a preocupação do Banco Central em combater fraudes faz sentido. O que está em discussão é se segurar uma operação por 24 horas seria mesmo o melhor caminho.
Segundo ele, golpes podem acontecer em diferentes meios de pagamento, como Pix, cartões, câmbio e também no mercado cripto. Por isso, embora as criptomoedas tenham características próprias que justifiquem controles específicos, isso não significa necessariamente que toda operação legítima deva enfrentar uma espera desse tamanho.
E aí está o ponto que pode pesar mais para as stablecoins.
Uma das grandes vantagens desses ativos é justamente permitir transferências e liquidações de forma contínua e, em determinadas situações, quase instantânea. Uma espera obrigatória de 24 horas pode acabar tirando uma parte dessa eficiência.
Não é um bloqueio definitivo
É importante deixar claro: a regra não significa que os ativos serão bloqueados de forma permanente.
A retenção tem caráter preventivo e serve para que a instituição faça uma análise de risco. Depois dessa avaliação, a operação pode ser liberada.
Outro detalhe que merece atenção é que a norma não faz distinção entre pessoa física e empresa, nem separa operações de varejo das transações corporativas.
Para Amaral, esse ponto pode pesar especialmente nas operações B2B.
Uma movimentação de US$ 10 mil pode ser considerada alta para determinado cliente, mas é um valor relativamente pequeno para muitas empresas que fazem pagamentos internacionais normalmente. Empresas podem realizar transações maiores com parceiros comerciais conhecidos, mantendo histórico de relacionamento e uma finalidade econômica bem definida.
Nesse cenário, uma operação recorrente entre empresas já conhecidas é bem diferente de uma transferência isolada para uma contraparte desconhecida. Mesmo assim, ambas podem cair no procedimento de retenção caso ultrapassem o limite estabelecido e estejam dentro das situações previstas pela norma.
Análise de risco pode fazer diferença
A própria resolução permite que a instituição encerre a retenção antes das 24 horas, desde que exista uma decisão fundamentada e sejam considerados fatores como o perfil do cliente, a operação, a contraparte e a jurisdição envolvida.
Essa possibilidade pode ser importante principalmente para empresas que fazem operações frequentes e já possuem histórico conhecido.
Em vez de olhar somente para o valor movimentado, uma análise mais completa pode considerar o relacionamento comercial, o comportamento financeiro do cliente, quem está recebendo o dinheiro e qual é a finalidade da transferência.
Outro ponto que ainda pode gerar dúvidas é justamente a contagem das 24 horas. A norma fala em recebimento dos recursos de aporte, mas não detalha completamente como isso funcionará quando o cliente possui vários aportes diferentes ou realiza diversas operações em sequência.
Por isso, segundo o especialista, podem ser necessários novos esclarecimentos por parte do Banco Central.
Regra pode aumentar a fricção no mercado
Na visão de Amaral, seria possível reforçar os mecanismos de prevenção a fraudes utilizando ferramentas que as instituições reguladas já possuem, como identificação do cliente, monitoramento das transações, gerenciamento de riscos e controles internos.
A discussão, portanto, não é sobre acabar com os controles, mas encontrar um equilíbrio entre segurança e agilidade.
Quanto maior for a dificuldade criada para operações legítimas dentro das instituições brasileiras, maior pode ser o estímulo para alguns usuários procurarem alternativas estrangeiras ou soluções descentralizadas que estejam fora do alcance direto da supervisão brasileira.
A nova regra também determina que o cliente seja informado quando uma transferência for retida e amplia para os serviços de ativos virtuais a exigência de registros diários relacionados a fraudes e tentativas de fraude.
No fim das contas, a medida mostra que o Banco Central está apertando o cerco contra golpes no mercado de criptoativos. A questão agora é saber até que ponto essa proteção vai conseguir andar junto com a velocidade que tornou as stablecoins tão interessantes para pagamentos e transferências digitais.$BANANAS31 ,$PAXG ,$POL
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Vazamento de dados da Trezor atinge milhares de clientes, incluindo brasileirosVazamento na Trezor expõe dados de milhares de clientes, incluindo brasileiros Um vazamento de dados envolvendo um dos parceiros de logística da Trezor acabou colocando informações pessoais de milhares de clientes em risco. O caso foi divulgado pela empresa nesta quinta-feira (13) e envolve nomes, telefones, e-mails e endereços de residência. A empresa responsável pelo armazenamento e envio dos produtos, a ShipMonk, avisou a Trezor na segunda-feira que uma pessoa não autorizada conseguiu acessar sistemas que guardavam informações de clientes. No total, 13.689 pessoas foram afetadas. Desse número, 11.742 tiveram dados completos expostos, enquanto outras 1.947 tiveram nomes, cidades e endereços de e-mail comprometidos. Os pedidos envolvidos foram feitos entre 10 de maio e 8 de agosto e enviados para países como Estados Unidos, Reino Unido, Suécia, Colômbia, Brasil, Itália e Portugal. A Trezor ressaltou que seus próprios sistemas não foram invadidos. Segundo a fabricante, nenhum dispositivo, chave privada ou backup de carteira foi comprometido. O impacto do vazamento também teria sido reduzido por uma política de segurança que determina que parceiros apaguem ou anonimizem os dados dos pedidos 90 dias depois da entrega. Com isso, informações de pedidos mais antigos já não estavam armazenadas. Quem não recebeu uma comunicação oficial da Trezor, segundo a empresa, não foi afetado pelo incidente. A companhia também afirmou que, em seus 13 anos de atividade, nunca havia registrado um vazamento que expusesse simultaneamente números de telefone e endereços de entrega de clientes. Atenção redobrada contra golpes A principal preocupação agora é com possíveis golpes de phishing. A Trezor orienta os clientes a desconfiarem de contatos inesperados e reforça que um backup de carteira nunca deve ser digitado em sites ou serviços online. Casos anteriores mostram que o problema pode ir além de mensagens falsas. Em 2020, um vazamento envolvendo a Ledger expôs dados de aproximadamente 272 mil clientes. Depois disso, alguns usuários relataram ameaças e tentativas de extorsão. O cenário também preocupa porque ataques físicos contra pessoas que possuem criptomoedas vêm ganhando espaço. Segundo dados citados no relatório, foram registrados 52 ataques desse tipo no primeiro semestre de 2026, contra 39 no mesmo período do ano anterior. A Chainalysis estimou que mais de US$ 30 milhões foram roubados nesses ataques durante os seis primeiros meses do ano. Problema na cadeia de fornecedores O caso da Trezor não é isolado. Empresas do setor de carteiras de hardware já enfrentaram problemas envolvendo fornecedores e parceiros externos. A Ledger, por exemplo, informou anteriormente sobre uma violação relacionada a um parceiro de comércio eletrônico. O episódio envolvendo a Trezor acontece ainda em meio às preocupações provocadas pelo recente exploit da Coldcard, que levou usuários de diferentes carteiras a adotarem medidas adicionais de segurança. Diante desse cenário, a Trezor anunciou que pretende ampliar a privacidade nas entregas. A empresa está desenvolvendo uma modalidade de Entrega Anônima, com retirada em armários, embalagem neutra, informações genéricas do remetente e exclusão automática de identificadores de envio. A previsão é que o novo sistema esteja disponível na União Europeia até setembro e nos Estados Unidos até o fim de 2026. Para os usuários brasileiros afetados, o principal cuidado é ficar atento a e-mails, mensagens ou ligações inesperadas que utilizem informações pessoais para tentar ganhar confiança.$AAPLB ,$XRP ,$SOL

Vazamento de dados da Trezor atinge milhares de clientes, incluindo brasileiros

Vazamento na Trezor expõe dados de milhares de clientes, incluindo brasileiros
Um vazamento de dados envolvendo um dos parceiros de logística da Trezor acabou colocando informações pessoais de milhares de clientes em risco. O caso foi divulgado pela empresa nesta quinta-feira (13) e envolve nomes, telefones, e-mails e endereços de residência.
A empresa responsável pelo armazenamento e envio dos produtos, a ShipMonk, avisou a Trezor na segunda-feira que uma pessoa não autorizada conseguiu acessar sistemas que guardavam informações de clientes.
No total, 13.689 pessoas foram afetadas. Desse número, 11.742 tiveram dados completos expostos, enquanto outras 1.947 tiveram nomes, cidades e endereços de e-mail comprometidos. Os pedidos envolvidos foram feitos entre 10 de maio e 8 de agosto e enviados para países como Estados Unidos, Reino Unido, Suécia, Colômbia, Brasil, Itália e Portugal.
A Trezor ressaltou que seus próprios sistemas não foram invadidos. Segundo a fabricante, nenhum dispositivo, chave privada ou backup de carteira foi comprometido.
O impacto do vazamento também teria sido reduzido por uma política de segurança que determina que parceiros apaguem ou anonimizem os dados dos pedidos 90 dias depois da entrega. Com isso, informações de pedidos mais antigos já não estavam armazenadas.
Quem não recebeu uma comunicação oficial da Trezor, segundo a empresa, não foi afetado pelo incidente. A companhia também afirmou que, em seus 13 anos de atividade, nunca havia registrado um vazamento que expusesse simultaneamente números de telefone e endereços de entrega de clientes.
Atenção redobrada contra golpes
A principal preocupação agora é com possíveis golpes de phishing. A Trezor orienta os clientes a desconfiarem de contatos inesperados e reforça que um backup de carteira nunca deve ser digitado em sites ou serviços online.
Casos anteriores mostram que o problema pode ir além de mensagens falsas. Em 2020, um vazamento envolvendo a Ledger expôs dados de aproximadamente 272 mil clientes. Depois disso, alguns usuários relataram ameaças e tentativas de extorsão.
O cenário também preocupa porque ataques físicos contra pessoas que possuem criptomoedas vêm ganhando espaço. Segundo dados citados no relatório, foram registrados 52 ataques desse tipo no primeiro semestre de 2026, contra 39 no mesmo período do ano anterior.
A Chainalysis estimou que mais de US$ 30 milhões foram roubados nesses ataques durante os seis primeiros meses do ano.
Problema na cadeia de fornecedores
O caso da Trezor não é isolado. Empresas do setor de carteiras de hardware já enfrentaram problemas envolvendo fornecedores e parceiros externos. A Ledger, por exemplo, informou anteriormente sobre uma violação relacionada a um parceiro de comércio eletrônico.
O episódio envolvendo a Trezor acontece ainda em meio às preocupações provocadas pelo recente exploit da Coldcard, que levou usuários de diferentes carteiras a adotarem medidas adicionais de segurança.
Diante desse cenário, a Trezor anunciou que pretende ampliar a privacidade nas entregas. A empresa está desenvolvendo uma modalidade de Entrega Anônima, com retirada em armários, embalagem neutra, informações genéricas do remetente e exclusão automática de identificadores de envio.
A previsão é que o novo sistema esteja disponível na União Europeia até setembro e nos Estados Unidos até o fim de 2026.
Para os usuários brasileiros afetados, o principal cuidado é ficar atento a e-mails, mensagens ou ligações inesperadas que utilizem informações pessoais para tentar ganhar confiança.$AAPLB ,$XRP ,$SOL
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BNB se destaca no mercado cripto nesta semana, apesar da queda nesta sexta-feiraCriptomoeda acumula alta nos últimos sete dias, mas enfrenta realização de lucros e pressão no mercado nesta sexta-feira O mercado de criptomoedas amanheceu mais cauteloso nesta sexta-feira, 14 de agosto de 2026. O Bitcoin segue próximo da região de US$ 63 mil, enquanto várias das principais altcoins registram pressão vendedora. Nesse cenário, a BNB aparece como um dos ativos que ainda conseguem mostrar desempenho positivo no acumulado da semana. Segundo dados de mercado divulgados nesta sexta-feira, a BNB era negociada perto de US$ 602, apresentando queda diária de aproximadamente 1,05%. Mesmo com o recuo de hoje, a criptomoeda acumulava alta de cerca de 1,88% nos últimos sete dias. O que está movimentando a BNB? A movimentação recente da BNB ocorre em meio a um mercado mais volátil. Parte dos investidores aproveitou a valorização recente para realizar lucros, enquanto a redução da demanda e o fechamento de posições alavancadas aumentaram a pressão sobre o preço. Indicadores técnicos acompanhados pelo mercado mostram sinais mistos. Enquanto alguns indicadores apontam cautela, outros sugerem que a região atual pode voltar a atrair compradores caso o sentimento geral do mercado melhore. Mercado continua de olho no Bitcoin O comportamento da BNB também depende bastante do cenário geral das criptomoedas. O Bitcoin vem encontrando dificuldade para superar novamente a região de US$ 64 mil, enquanto os investidores acompanham os dados econômicos dos Estados Unidos e os fluxos dos ETFs. Nesta sexta-feira, o Bitcoin era negociado próximo de US$ 63 mil, com o mercado demonstrando pouco apetite ao risco. BNB pode continuar no radar? A BNB continua sendo uma criptomoeda importante para acompanhar, principalmente depois de manter desempenho positivo no acumulado de sete dias. Porém, a queda registrada nesta sexta mostra que o movimento de alta ainda não está garantido. Para uma recuperação mais consistente, será importante observar se a BNB consegue recuperar força compradora e se o mercado como um todo volta a apresentar maior apetite por ativos de risco. Por enquanto, o cenário pede cautela. A moeda está mostrando resistência no acumulado da semana, mas ainda enfrenta pressão no curto prazo. Resumo: a BNB é uma das principais criptomoedas que merece atenção nesta sexta-feira, mas sua alta semanal acontece em um mercado que continua bastante instável. Para quem acompanha o setor, vale observar principalmente o comportamento do Bitcoin e o volume de negociação antes de tirar conclusões sobre uma nova tendência. Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de compra ou venda de criptomoedas.

BNB se destaca no mercado cripto nesta semana, apesar da queda nesta sexta-feira

Criptomoeda acumula alta nos últimos sete dias, mas enfrenta realização de lucros e pressão no mercado nesta sexta-feira
O mercado de criptomoedas amanheceu mais cauteloso nesta sexta-feira, 14 de agosto de 2026. O Bitcoin segue próximo da região de US$ 63 mil, enquanto várias das principais altcoins registram pressão vendedora. Nesse cenário, a BNB aparece como um dos ativos que ainda conseguem mostrar desempenho positivo no acumulado da semana.
Segundo dados de mercado divulgados nesta sexta-feira, a BNB era negociada perto de US$ 602, apresentando queda diária de aproximadamente 1,05%. Mesmo com o recuo de hoje, a criptomoeda acumulava alta de cerca de 1,88% nos últimos sete dias.
O que está movimentando a BNB?
A movimentação recente da BNB ocorre em meio a um mercado mais volátil. Parte dos investidores aproveitou a valorização recente para realizar lucros, enquanto a redução da demanda e o fechamento de posições alavancadas aumentaram a pressão sobre o preço.
Indicadores técnicos acompanhados pelo mercado mostram sinais mistos. Enquanto alguns indicadores apontam cautela, outros sugerem que a região atual pode voltar a atrair compradores caso o sentimento geral do mercado melhore.
Mercado continua de olho no Bitcoin
O comportamento da BNB também depende bastante do cenário geral das criptomoedas. O Bitcoin vem encontrando dificuldade para superar novamente a região de US$ 64 mil, enquanto os investidores acompanham os dados econômicos dos Estados Unidos e os fluxos dos ETFs.
Nesta sexta-feira, o Bitcoin era negociado próximo de US$ 63 mil, com o mercado demonstrando pouco apetite ao risco.
BNB pode continuar no radar?
A BNB continua sendo uma criptomoeda importante para acompanhar, principalmente depois de manter desempenho positivo no acumulado de sete dias. Porém, a queda registrada nesta sexta mostra que o movimento de alta ainda não está garantido.
Para uma recuperação mais consistente, será importante observar se a BNB consegue recuperar força compradora e se o mercado como um todo volta a apresentar maior apetite por ativos de risco.
Por enquanto, o cenário pede cautela. A moeda está mostrando resistência no acumulado da semana, mas ainda enfrenta pressão no curto prazo.
Resumo: a BNB é uma das principais criptomoedas que merece atenção nesta sexta-feira, mas sua alta semanal acontece em um mercado que continua bastante instável. Para quem acompanha o setor, vale observar principalmente o comportamento do Bitcoin e o volume de negociação antes de tirar conclusões sobre uma nova tendência.
Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de compra ou venda de criptomoedas.
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Falha no roteamento quase derrubou a Solana nesta quarta-feira; entenda o que aconteceuFalha de roteamento quase faz a Solana parar: entenda o que aconteceu A Solana (SOL) passou por um baita aperto na manhã desta quarta-feira (12). A rede chegou a ficar a apenas 4,51 pontos percentuais do limite necessário para perder a capacidade de finalizar transações. O problema começou depois que uma única rota de rede configurada de forma errada em um provedor de hospedagem deixou 28,83% do SOL em staking indisponível. Para a Solana deixar de finalizar transações, seria necessário que 33,34% do staking ficasse comprometido. Naquele momento, portanto, a rede chegou perto de 86% desse limite. A responsável pelo problema foi a Teraswitch, que explicou posteriormente o que aconteceu. A empresa utiliza internamente uma rota padrão para indicar que um roteador de borda consegue acessar a internet. Normalmente, cada local dá preferência à rota anunciada pelos próprios roteadores. Só que uma rota padrão do site da empresa em Miami acabou sendo divulgada sem suas métricas e comunidades. Um refletor de rotas localizado em Amsterdã então espalhou essa informação para regiões da Europa e da Ásia-Pacífico. Os roteadores dessas regiões entenderam que aquela rota era uma opção local e passaram a escolhê-la em vez da rota correta. O problema é que ela acabou sendo enviada para o núcleo do data center, onde foi considerada inválida. Com isso, 12 sites, localizados em Londres, Amsterdã, Dublin, Frankfurt, Singapura e Tóquio, ficaram sem uma rota válida para encaminhar o tráfego. A América do Norte, por sua vez, não foi afetada pelo incidente. A boa notícia é que a falha foi identificada rapidamente. Os engenheiros da Teraswitch encontraram o problema em cerca de 10 minutos, e o serviço foi totalmente restaurado às 04:16:15 UTC. O episódio mostra como uma falha aparentemente pequena na infraestrutura de internet pode, no caso de uma rede blockchain, chegar bem perto de causar um problema de grandes proporções. Concentração de staking acende alerta na Solana O protocolo de staking Marinade Finance foi conferir os números depois do problema e descobriu que a interrupção ficou praticamente concentrada em um único sistema autônomo. O AS20326 reúne cerca de 118,9 milhões de SOL, mais de um quarto de todo o volume em staking na rede. Durante o incidente, aproximadamente 94% desse montante ficou fora do ar praticamente ao mesmo tempo. E aí mora uma preocupação danada: esse percentual já passa do limite pensado justamente para evitar uma concentração desse tamanho. O programa de delegação da Fundação Solana recomenda que nenhum sistema autônomo concentre mais de 25% do staking da rede. O AS20326, porém, estava com 27,34%. Mais de 80 milhões de SOL ficaram esperando A análise da Marinade mostrou ainda que 59 validadores, responsáveis por cerca de 80,2 milhões de SOL, voltaram a funcionar praticamente na mesma janela de tempo em Amsterdã, Frankfurt e Tóquio. Em vez de migrarem o tráfego para outra rota, esses validadores ficaram esperando o problema de roteamento ser resolvido. Entre os casos mais relevantes está o da Helius, segundo maior validador da Solana, que permaneceu fora do ar durante os 33 minutos do incidente. Dos 74 operadores que a Marinade conseguiu analisar, apenas três apresentaram recuperação sem problemas: Laine e Cogent Crypto, ambos administrados pela Sol Strategies, além da Lion3d. A situação também mostra que o risco não está limitado a um único provedor. Outros 14,1 milhões de SOL ficaram offline praticamente no mesmo período em operadores como latitude.sh, Limestone, Butterfly Research e Allnodes. Segundo a Marinade, os dados disponíveis não permitem explicar exatamente essa coincidência. Isso levanta outro ponto importante: medir a concentração de staking apenas pelo provedor de hospedagem pode acabar escondendo riscos que aparecem quando diferentes operadores dependem de estruturas de rede semelhantes. A Marinade também resolveu olhar para o próprio quintal. A empresa informou que quatro sistemas autônomos concentram cerca de dois terços do staking distribuído pelo seu modelo de alocação. Um deles, o AS395201, sozinho representa 36,94%. A própria empresa reconheceu que não é hora de ficar confortável com esse cenário — e isso vale para ela também. A Marinade afirmou que pretende revisar seus limites de concentração por rede e por data center. Também deve começar a divulgar se determinado validador conta com hot swap e failover automático, informações que hoje não são possíveis de verificar externamente. Recompensas perdidas serão cobertas As perdas ficaram bem menores do que poderiam ter sido. Os cerca de 333 SOL em recompensas não recebidas serão cobertos pelas garantias dos validadores ao final da época. Mas o cenário poderia ter sido muito mais complicado. Se a quantidade de staking afetada tivesse passado de um terço da rede, a Solana poderia deixar de finalizar transações para todos os usuários. Nesse caso, nenhuma garantia seria suficiente para cobrir o impacto. E não seria a primeira vez que a rede enfrentaria uma parada total. Em fevereiro de 2024, a Solana ficou completamente parada e levou quase cinco horas para ser reiniciada. O episódio desta quarta-feira serve, portanto, como um baita lembrete de que descentralização não depende apenas da quantidade de validadores, mas também de como eles estão distribuídos entre redes, data centers e sistemas de infraestrutura.

Falha no roteamento quase derrubou a Solana nesta quarta-feira; entenda o que aconteceu

Falha de roteamento quase faz a Solana parar: entenda o que aconteceu
A Solana (SOL) passou por um baita aperto na manhã desta quarta-feira (12). A rede chegou a ficar a apenas 4,51 pontos percentuais do limite necessário para perder a capacidade de finalizar transações.
O problema começou depois que uma única rota de rede configurada de forma errada em um provedor de hospedagem deixou 28,83% do SOL em staking indisponível.
Para a Solana deixar de finalizar transações, seria necessário que 33,34% do staking ficasse comprometido. Naquele momento, portanto, a rede chegou perto de 86% desse limite.
A responsável pelo problema foi a Teraswitch, que explicou posteriormente o que aconteceu. A empresa utiliza internamente uma rota padrão para indicar que um roteador de borda consegue acessar a internet. Normalmente, cada local dá preferência à rota anunciada pelos próprios roteadores.
Só que uma rota padrão do site da empresa em Miami acabou sendo divulgada sem suas métricas e comunidades. Um refletor de rotas localizado em Amsterdã então espalhou essa informação para regiões da Europa e da Ásia-Pacífico.
Os roteadores dessas regiões entenderam que aquela rota era uma opção local e passaram a escolhê-la em vez da rota correta. O problema é que ela acabou sendo enviada para o núcleo do data center, onde foi considerada inválida.
Com isso, 12 sites, localizados em Londres, Amsterdã, Dublin, Frankfurt, Singapura e Tóquio, ficaram sem uma rota válida para encaminhar o tráfego.
A América do Norte, por sua vez, não foi afetada pelo incidente.
A boa notícia é que a falha foi identificada rapidamente. Os engenheiros da Teraswitch encontraram o problema em cerca de 10 minutos, e o serviço foi totalmente restaurado às 04:16:15 UTC.
O episódio mostra como uma falha aparentemente pequena na infraestrutura de internet pode, no caso de uma rede blockchain, chegar bem perto de causar um problema de grandes proporções.
Concentração de staking acende alerta na Solana
O protocolo de staking Marinade Finance foi conferir os números depois do problema e descobriu que a interrupção ficou praticamente concentrada em um único sistema autônomo.
O AS20326 reúne cerca de 118,9 milhões de SOL, mais de um quarto de todo o volume em staking na rede. Durante o incidente, aproximadamente 94% desse montante ficou fora do ar praticamente ao mesmo tempo.
E aí mora uma preocupação danada: esse percentual já passa do limite pensado justamente para evitar uma concentração desse tamanho. O programa de delegação da Fundação Solana recomenda que nenhum sistema autônomo concentre mais de 25% do staking da rede. O AS20326, porém, estava com 27,34%.
Mais de 80 milhões de SOL ficaram esperando
A análise da Marinade mostrou ainda que 59 validadores, responsáveis por cerca de 80,2 milhões de SOL, voltaram a funcionar praticamente na mesma janela de tempo em Amsterdã, Frankfurt e Tóquio.
Em vez de migrarem o tráfego para outra rota, esses validadores ficaram esperando o problema de roteamento ser resolvido.
Entre os casos mais relevantes está o da Helius, segundo maior validador da Solana, que permaneceu fora do ar durante os 33 minutos do incidente.
Dos 74 operadores que a Marinade conseguiu analisar, apenas três apresentaram recuperação sem problemas: Laine e Cogent Crypto, ambos administrados pela Sol Strategies, além da Lion3d.
A situação também mostra que o risco não está limitado a um único provedor. Outros 14,1 milhões de SOL ficaram offline praticamente no mesmo período em operadores como latitude.sh, Limestone, Butterfly Research e Allnodes.
Segundo a Marinade, os dados disponíveis não permitem explicar exatamente essa coincidência. Isso levanta outro ponto importante: medir a concentração de staking apenas pelo provedor de hospedagem pode acabar escondendo riscos que aparecem quando diferentes operadores dependem de estruturas de rede semelhantes.
A Marinade também resolveu olhar para o próprio quintal. A empresa informou que quatro sistemas autônomos concentram cerca de dois terços do staking distribuído pelo seu modelo de alocação. Um deles, o AS395201, sozinho representa 36,94%.
A própria empresa reconheceu que não é hora de ficar confortável com esse cenário — e isso vale para ela também. A Marinade afirmou que pretende revisar seus limites de concentração por rede e por data center. Também deve começar a divulgar se determinado validador conta com hot swap e failover automático, informações que hoje não são possíveis de verificar externamente.
Recompensas perdidas serão cobertas
As perdas ficaram bem menores do que poderiam ter sido. Os cerca de 333 SOL em recompensas não recebidas serão cobertos pelas garantias dos validadores ao final da época.
Mas o cenário poderia ter sido muito mais complicado. Se a quantidade de staking afetada tivesse passado de um terço da rede, a Solana poderia deixar de finalizar transações para todos os usuários. Nesse caso, nenhuma garantia seria suficiente para cobrir o impacto.
E não seria a primeira vez que a rede enfrentaria uma parada total. Em fevereiro de 2024, a Solana ficou completamente parada e levou quase cinco horas para ser reiniciada.
O episódio desta quarta-feira serve, portanto, como um baita lembrete de que descentralização não depende apenas da quantidade de validadores, mas também de como eles estão distribuídos entre redes, data centers e sistemas de infraestrutura.
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ビットコイン今日:BTCが63,000米ドル台へ下落、投資家は米国のインフレデータ待ちビットコイン今日:BTC下落、投資家は米国のインフレ指標に注目 ビットコインは今週水曜日(12日)朝、マイナス圏で推移しています。暗号資産は0.5%下落し、CoinGeckoのデータによれば63,934米ドル近辺で取引されています。 暗号資産市場は慎重なムードです。とりわけ投資家が、インフレの動向を追うための主要指標である7月のCPIの発表を待っているためです。 当面、BTCは半分横ばいのような動きが続いており、ここ数日のボラティリティは小さめです。このような挙動は、より強い動きが出る前に見られやすく、市場が最終的にどちらへ進むかを決める局面で現れることが多いのです。

ビットコイン今日:BTCが63,000米ドル台へ下落、投資家は米国のインフレデータ待ち

ビットコイン今日:BTC下落、投資家は米国のインフレ指標に注目
ビットコインは今週水曜日(12日)朝、マイナス圏で推移しています。暗号資産は0.5%下落し、CoinGeckoのデータによれば63,934米ドル近辺で取引されています。
暗号資産市場は慎重なムードです。とりわけ投資家が、インフレの動向を追うための主要指標である7月のCPIの発表を待っているためです。
当面、BTCは半分横ばいのような動きが続いており、ここ数日のボラティリティは小さめです。このような挙動は、より強い動きが出る前に見られやすく、市場が最終的にどちらへ進むかを決める局面で現れることが多いのです。
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O Bradesco anunciou o lançamento de um serviço voltado à custódia institucional de criptomoedasBradesco entra de vez na custódia de criptomoedas e amplia presença no mercado cripto O Bradesco deu mais um passo no mercado de ativos digitais. Nesta quarta-feira (12), o banco anunciou que começou a oferecer uma solução de custódia institucional de criptoativos, criada para fazer a guarda e a gestão de moedas digitais, stablecoins e outros ativos tokenizados. A iniciativa chega num momento em que o mercado cripto vai ganhando mais corpo e atraindo cada vez mais investidores institucionais e empresas. Com isso, cresce também a procura por estruturas mais profissionais e seguras para administrar esses ativos. De acordo com o banco, a nova solução será voltada para participantes do mercado financeiro, gestores de recursos, fundos de investimento e tesourarias corporativas que precisam de uma infraestrutura preparada para trabalhar com criptoativos. Ricardo Barbieri, diretor do Bradesco, destacou que a expansão da custódia para ativos digitais aproveita a experiência que o banco já possui nesse segmento. Segundo ele, a intenção é entregar aos clientes os mesmos padrões de governança, segurança e confiança aplicados nas operações tradicionais de custódia, agora adaptados à realidade dos ativos digitais. A chegada do Bradesco nesse mercado mostra como os grandes bancos brasileiros vêm se aproximando das criptomoedas. À medida que o interesse institucional por ativos como o Bitcoin aumenta, essas instituições passam a buscar espaço em uma indústria que ainda tem bastante caminho pela frente. E, uai, pelo jeito essa história está só começando. Agora, o mercado deve ficar de olho para ver se outros grandes bancos vão seguir a mesma estrada e como as regras para os ativos virtuais no Brasil vão evoluir nos próximos meses. Com a demanda institucional por custódia e infraestrutura cripto crescendo, a entrada de instituições financeiras tradicionais pode ajudar a dar ainda mais maturidade ao setor. $USDC ,$BTC ,$BNB

O Bradesco anunciou o lançamento de um serviço voltado à custódia institucional de criptomoedas

Bradesco entra de vez na custódia de criptomoedas e amplia presença no mercado cripto
O Bradesco deu mais um passo no mercado de ativos digitais. Nesta quarta-feira (12), o banco anunciou que começou a oferecer uma solução de custódia institucional de criptoativos, criada para fazer a guarda e a gestão de moedas digitais, stablecoins e outros ativos tokenizados.
A iniciativa chega num momento em que o mercado cripto vai ganhando mais corpo e atraindo cada vez mais investidores institucionais e empresas. Com isso, cresce também a procura por estruturas mais profissionais e seguras para administrar esses ativos.
De acordo com o banco, a nova solução será voltada para participantes do mercado financeiro, gestores de recursos, fundos de investimento e tesourarias corporativas que precisam de uma infraestrutura preparada para trabalhar com criptoativos.
Ricardo Barbieri, diretor do Bradesco, destacou que a expansão da custódia para ativos digitais aproveita a experiência que o banco já possui nesse segmento. Segundo ele, a intenção é entregar aos clientes os mesmos padrões de governança, segurança e confiança aplicados nas operações tradicionais de custódia, agora adaptados à realidade dos ativos digitais.
A chegada do Bradesco nesse mercado mostra como os grandes bancos brasileiros vêm se aproximando das criptomoedas. À medida que o interesse institucional por ativos como o Bitcoin aumenta, essas instituições passam a buscar espaço em uma indústria que ainda tem bastante caminho pela frente.
E, uai, pelo jeito essa história está só começando. Agora, o mercado deve ficar de olho para ver se outros grandes bancos vão seguir a mesma estrada e como as regras para os ativos virtuais no Brasil vão evoluir nos próximos meses.
Com a demanda institucional por custódia e infraestrutura cripto crescendo, a entrada de instituições financeiras tradicionais pode ajudar a dar ainda mais maturidade ao setor.
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Binance、監視リストを拡大し7つの取引ペアを削除Binanceは5つの暗号資産を監視リストに追加。トークンは最大20%下落することも 世界有数の暗号資産取引所であるBinanceは、今週火曜日(11日)に自社プラットフォームの新たなアップデートを発表しました。同取引所は、いわゆる監視リストに5つの暗号資産を加えたほか、対象となる資産はすでに市場で大きな下落を記録しており、20%の目減りにまで達していました。 変更により、リストは37の暗号資産を集めることになります。これらのプロジェクトは取引所によるより慎重な分析の対象となり、各銘柄の推移次第では、取引プラットフォームでの取り扱いがなくなる可能性もあります。

Binance、監視リストを拡大し7つの取引ペアを削除

Binanceは5つの暗号資産を監視リストに追加。トークンは最大20%下落することも
世界有数の暗号資産取引所であるBinanceは、今週火曜日(11日)に自社プラットフォームの新たなアップデートを発表しました。同取引所は、いわゆる監視リストに5つの暗号資産を加えたほか、対象となる資産はすでに市場で大きな下落を記録しており、20%の目減りにまで達していました。
変更により、リストは37の暗号資産を集めることになります。これらのプロジェクトは取引所によるより慎重な分析の対象となり、各銘柄の推移次第では、取引プラットフォームでの取り扱いがなくなる可能性もあります。
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Bitcoin today: BTCがETFの圧力とストラテジーの売りで64,000ドルへ下落ビットコインは今週火曜日に再び下落基調で推移し、BTCが64,000ドル近辺まで下げた。こうした動きは、ビットコインETFからの資金流出や、ストラテジーによる新たな売りといった、市場の売り圧力の中で起きている。 これらの要因が重なったことで投資家の慎重さが強まり、暗号資産市場は再びプレッシャーを受ける状況となった。ストラテジーは先週、約1億8,600万ドル(108.6百万ドル)で1,690BTCを売却し、ビットコイン保有をさらに減らしたことを示している。

Bitcoin today: BTCがETFの圧力とストラテジーの売りで64,000ドルへ下落

ビットコインは今週火曜日に再び下落基調で推移し、BTCが64,000ドル近辺まで下げた。こうした動きは、ビットコインETFからの資金流出や、ストラテジーによる新たな売りといった、市場の売り圧力の中で起きている。
これらの要因が重なったことで投資家の慎重さが強まり、暗号資産市場は再びプレッシャーを受ける状況となった。ストラテジーは先週、約1億8,600万ドル(108.6百万ドル)で1,690BTCを売却し、ビットコイン保有をさらに減らしたことを示している。
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Strategy retoma as vendas e movimenta US$ 109 milhões em BitcoinStrategy vende Bitcoin e levanta US$ 109 milhões para recomprar ações A Strategy, empresa de tesouraria liderada por Michael Saylor e conhecida pela forte aposta em Bitcoin, voltou a vender parte de suas reservas. Na semana encerrada em 9 de agosto, a companhia se desfez de 1.690 BTC por aproximadamente US$ 108,6 milhões, conforme documento 8-K apresentado nesta segunda-feira (10). Com a operação, a quantidade de Bitcoin guardada pela empresa caiu de 842.138 BTC para 840.447 BTC. As moedas foram negociadas por uma média de US$ 64.262 cada, já descontadas as taxas. O custo total da posição em Bitcoin da Strategy agora está em US$ 63,36 bilhões. Isso representa um preço médio de US$ 75.385 por BTC, cerca de US$ 11.123 acima do valor médio obtido na venda desta semana. E o dinheiro não ficou parado, não. Todo o valor levantado com a venda foi usado para recomprar ações preferenciais. Ao todo, a empresa adquiriu 1.152.020 ações STRC por US$ 108,6 milhões, exatamente o mesmo montante obtido com a venda dos Bitcoins. Essa foi a terceira recompra realizada dentro do programa de até US$ 1 bilhão anunciado pela Strategy em 29 de junho. Depois da operação, ainda restam US$ 785,2 milhões disponíveis para novas recompras. Na semana anterior, a estratégia tinha sido um pouco diferente: metade dos recursos obtidos com as operações envolvendo Bitcoin foi destinada ao pagamento de dividendos preferenciais, enquanto a outra metade, cerca de US$ 81 milhões, foi usada para recomprar ações. Venda de ações também ganha força A maior movimentação da semana, porém, aconteceu no mercado de ações. A Strategy vendeu 6.585.682 ações ordinárias e levantou US$ 653,1 milhões líquidos. O volume foi mais que o dobro das 3.011.361 ações vendidas na semana anterior. Dos recursos, US$ 650 milhões foram direcionados para a chamada reserva em dólar, enquanto aproximadamente US$ 3,1 milhões ficaram em caixa. Com isso, essa reserva chegou a US$ 4,65 bilhões em 9 de agosto, contra US$ 4 bilhões registrados anteriormente. Strategy muda antiga estratégia de “nunca vender” A venda recente também chama atenção porque representa mais um passo na mudança de postura da Strategy. Por muito tempo, a empresa manteve a ideia de “nunca vender” seus Bitcoins. Isso mudou no fim de maio, quando foram vendidos 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões para ajudar no financiamento de distribuições preferenciais. Foi a primeira venda da companhia desde dezembro de 2022. Em junho, a Strategy apresentou uma nova estrutura de capital que passou a definir em quais situações poderia vender Bitcoin, estabelecendo uma capacidade de desinvestimento de até US$ 1,25 bilhão. Com a operação desta semana, a empresa já utilizou aproximadamente US$ 429 milhões desse limite. O cálculo considera cerca de US$ 216 milhões vendidos em julho e US$ 104,7 milhões na semana anterior, sem incluir os 32 BTC vendidos antes da criação dessa nova estrutura. Empresa segura novas compras de Bitcoin Por enquanto, a Strategy não compra Bitcoin desde junho. A empresa vem reforçando sua reserva em dólares para ter recursos suficientes para cumprir suas obrigações anuais, que incluem cerca de US$ 1,76 bilhão em pagamentos de dividendos. A maior parte desse dinheiro vem sendo levantada por meio da venda de ações. Com as últimas operações, a empresa está com 6.916 BTC a menos do que no pico de 847.363 BTC alcançado em junho. A redução equivale a aproximadamente 0,8% da reserva máxima. Enquanto isso, o Bitcoin era negociado nesta segunda-feira perto dos US$ 65 mil, com uma alta de aproximadamente 0,2% no dia, segundo dados do CoinGecko. Nesse preço, toda a reserva de Bitcoin da Strategy vale algo próximo de US$ 54,6 bilhões. O valor fica abaixo dos US$ 63,36 bilhões que a companhia informa ter desembolsado para adquirir esses ativos. Nova métrica para os investidores A Strategy também mudou recentemente a forma de apresentar seus principais indicadores aos investidores. Desde julho, a companhia passou a dar mais destaque ao chamado “valor líquido de Bitcoin por ação”. A métrica busca mostrar quanto dos ativos em Bitcoin efetivamente sobra para os acionistas ordinários depois de descontadas as dívidas e os direitos dos acionistas preferenciais. No fim das contas, a Strategy continua mantendo uma das maiores reservas corporativas de Bitcoin do mundo, mas agora vem adotando uma postura mais flexível: vende parte das moedas quando necessário, reforça o caixa e utiliza os recursos para administrar sua estrutura financeira.

Strategy retoma as vendas e movimenta US$ 109 milhões em Bitcoin

Strategy vende Bitcoin e levanta US$ 109 milhões para recomprar ações
A Strategy, empresa de tesouraria liderada por Michael Saylor e conhecida pela forte aposta em Bitcoin, voltou a vender parte de suas reservas. Na semana encerrada em 9 de agosto, a companhia se desfez de 1.690 BTC por aproximadamente US$ 108,6 milhões, conforme documento 8-K apresentado nesta segunda-feira (10).
Com a operação, a quantidade de Bitcoin guardada pela empresa caiu de 842.138 BTC para 840.447 BTC. As moedas foram negociadas por uma média de US$ 64.262 cada, já descontadas as taxas.
O custo total da posição em Bitcoin da Strategy agora está em US$ 63,36 bilhões. Isso representa um preço médio de US$ 75.385 por BTC, cerca de US$ 11.123 acima do valor médio obtido na venda desta semana.
E o dinheiro não ficou parado, não. Todo o valor levantado com a venda foi usado para recomprar ações preferenciais. Ao todo, a empresa adquiriu 1.152.020 ações STRC por US$ 108,6 milhões, exatamente o mesmo montante obtido com a venda dos Bitcoins.
Essa foi a terceira recompra realizada dentro do programa de até US$ 1 bilhão anunciado pela Strategy em 29 de junho. Depois da operação, ainda restam US$ 785,2 milhões disponíveis para novas recompras.
Na semana anterior, a estratégia tinha sido um pouco diferente: metade dos recursos obtidos com as operações envolvendo Bitcoin foi destinada ao pagamento de dividendos preferenciais, enquanto a outra metade, cerca de US$ 81 milhões, foi usada para recomprar ações.
Venda de ações também ganha força
A maior movimentação da semana, porém, aconteceu no mercado de ações. A Strategy vendeu 6.585.682 ações ordinárias e levantou US$ 653,1 milhões líquidos.
O volume foi mais que o dobro das 3.011.361 ações vendidas na semana anterior.
Dos recursos, US$ 650 milhões foram direcionados para a chamada reserva em dólar, enquanto aproximadamente US$ 3,1 milhões ficaram em caixa. Com isso, essa reserva chegou a US$ 4,65 bilhões em 9 de agosto, contra US$ 4 bilhões registrados anteriormente.
Strategy muda antiga estratégia de “nunca vender”
A venda recente também chama atenção porque representa mais um passo na mudança de postura da Strategy.
Por muito tempo, a empresa manteve a ideia de “nunca vender” seus Bitcoins. Isso mudou no fim de maio, quando foram vendidos 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões para ajudar no financiamento de distribuições preferenciais. Foi a primeira venda da companhia desde dezembro de 2022.
Em junho, a Strategy apresentou uma nova estrutura de capital que passou a definir em quais situações poderia vender Bitcoin, estabelecendo uma capacidade de desinvestimento de até US$ 1,25 bilhão.
Com a operação desta semana, a empresa já utilizou aproximadamente US$ 429 milhões desse limite. O cálculo considera cerca de US$ 216 milhões vendidos em julho e US$ 104,7 milhões na semana anterior, sem incluir os 32 BTC vendidos antes da criação dessa nova estrutura.
Empresa segura novas compras de Bitcoin
Por enquanto, a Strategy não compra Bitcoin desde junho. A empresa vem reforçando sua reserva em dólares para ter recursos suficientes para cumprir suas obrigações anuais, que incluem cerca de US$ 1,76 bilhão em pagamentos de dividendos.
A maior parte desse dinheiro vem sendo levantada por meio da venda de ações.
Com as últimas operações, a empresa está com 6.916 BTC a menos do que no pico de 847.363 BTC alcançado em junho. A redução equivale a aproximadamente 0,8% da reserva máxima.
Enquanto isso, o Bitcoin era negociado nesta segunda-feira perto dos US$ 65 mil, com uma alta de aproximadamente 0,2% no dia, segundo dados do CoinGecko.
Nesse preço, toda a reserva de Bitcoin da Strategy vale algo próximo de US$ 54,6 bilhões. O valor fica abaixo dos US$ 63,36 bilhões que a companhia informa ter desembolsado para adquirir esses ativos.
Nova métrica para os investidores
A Strategy também mudou recentemente a forma de apresentar seus principais indicadores aos investidores.
Desde julho, a companhia passou a dar mais destaque ao chamado “valor líquido de Bitcoin por ação”. A métrica busca mostrar quanto dos ativos em Bitcoin efetivamente sobra para os acionistas ordinários depois de descontadas as dívidas e os direitos dos acionistas preferenciais.
No fim das contas, a Strategy continua mantendo uma das maiores reservas corporativas de Bitcoin do mundo, mas agora vem adotando uma postura mais flexível: vende parte das moedas quando necessário, reforça o caixa e utiliza os recursos para administrar sua estrutura financeira.
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BTC volta a ganhar impulso e bate US$ 65 mil com fluxo robusto nos ETFsBitcoin hoje: BTC ronda os US$ 65 mil e ganha força com ETFs e busca por ativos de proteção O Bitcoin começou esta segunda-feira (10) sendo negociado perto dos US$ 65 mil, o equivalente a aproximadamente R$ 330,9 mil. Nas últimas 24 horas, a criptomoeda registra alta de 0,2%, enquanto, na última semana, a valorização chega a 3,9%. O BTC voltou a encostar numa região importante de resistência, entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. Além disso, continua acima da média móvel simples de 200 semanas, que atualmente está perto dos US$ 64 mil. Esse indicador costuma ser acompanhado pelos investidores para avaliar o comportamento do Bitcoin no longo prazo. A recuperação recente do Bitcoin tem sido sustentada principalmente por três fatores: o dinheiro que continua entrando nos ETFs à vista de Bitcoin, a melhora no apetite dos investidores por ativos de maior risco e a aproximação cada vez maior do comportamento do BTC com o ouro. Para o Bitcoin embalar de vez, seria importante conseguir superar a faixa entre US$ 65 mil e US$ 67 mil e, de preferência, continuar recebendo novos recursos por meio dos ETFs. ETFs voltam a dar uma força para o mercado Entre os dias 3 e 10 de agosto, os ETFs à vista de Bitcoin dos Estados Unidos registraram aproximadamente US$ 853,5 milhões em entradas líquidas. Foi a maior captação semanal desde meados de abril e também a terceira melhor semana de 2026. O número mostra que os investidores institucionais voltaram a demonstrar interesse pelo Bitcoin justamente num momento em que o preço está testando uma região importante do ponto de vista técnico. E não foi só o Bitcoin que recebeu dinheiro novo, não. O Ethereum também teve uma semana positiva. Os ETFs à vista de ETH registraram cerca de US$ 245 milhões em entradas, também o melhor resultado desde abril. Isso mostra que o interesse dos investidores está se espalhando por outras criptomoedas e não ficou concentrado apenas no Bitcoin. Bitcoin começa a se aproximar do comportamento do ouro Outro ponto que chamou a atenção foi a correlação entre o Bitcoin e o ouro. Nos últimos 30 dias, essa relação chegou a 0,57, o maior nível desde o começo de janeiro de 2025. De maneira simples, quanto mais esse número se aproxima de 1, maior é a tendência de os dois ativos caminharem na mesma direção. Quando fica perto de 0, essa relação é bem menor. Esse movimento acontece num momento em que investidores procuram ativos considerados escassos e capazes de preservar valor, principalmente diante das preocupações com a situação fiscal dos Estados Unidos. Os juros dos títulos do Tesouro americano de 10 anos voltaram para 4,66%, maior nível desde janeiro de 2025. Em março, esses juros chegaram a ficar abaixo dos 4%. Quando fica mais caro para o governo americano financiar sua dívida, o mercado costuma prestar mais atenção a ativos como ouro e Bitcoin, que são vistos por parte dos investidores como alternativas de reserva de valor. O ouro, por sua vez, acumula alta de aproximadamente 7,3% no mês e está sendo negociado perto dos US$ 4.336. A valorização vem sendo ajudada pela entrada de recursos nos ETFs de ouro e pelas compras realizadas por bancos centrais, principalmente a China. CPI e PPI podem mexer bastante com o Bitcoin nesta semana Agora, o mercado já está de olho nos próximos dados econômicos dos Estados Unidos. O grande destaque da semana será o CPI de julho, índice que acompanha a inflação ao consumidor americano. O resultado será divulgado na quarta-feira (12). A expectativa é de que o núcleo da inflação desacelere de 2,6% para 2,5% em 12 meses. Já a inflação cheia pode recuar de 3,5% para 3,4%. O dado ganhou ainda mais importância depois do payroll divulgado na sexta-feira (7). O relatório mostrou 23 mil demissões líquidas, enquanto o mercado esperava a criação de aproximadamente 85 mil empregos. Se a inflação vier abaixo do esperado, pode diminuir a pressão sobre o Federal Reserve para manter uma política monetária mais apertada. E isso, geralmente, é visto como um cenário favorável para ativos de risco, incluindo as criptomoedas. Na quinta-feira (13), será a vez do PPI, índice que mede a inflação ao produtor. O indicador também será acompanhado de perto porque pode dar pistas sobre possíveis pressões futuras nos preços ao consumidor. Se CPI e PPI vierem acima do esperado, o Bitcoin pode encontrar mais dificuldade para superar os US$ 67 mil. Agora, se os números vierem mais comportados, pode dar aquele gás que o mercado está esperando para o BTC tentar romper essa resistência e buscar níveis mais altos. $ETH

BTC volta a ganhar impulso e bate US$ 65 mil com fluxo robusto nos ETFs

Bitcoin hoje: BTC ronda os US$ 65 mil e ganha força com ETFs e busca por ativos de proteção
O Bitcoin começou esta segunda-feira (10) sendo negociado perto dos US$ 65 mil, o equivalente a aproximadamente R$ 330,9 mil. Nas últimas 24 horas, a criptomoeda registra alta de 0,2%, enquanto, na última semana, a valorização chega a 3,9%.
O BTC voltou a encostar numa região importante de resistência, entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. Além disso, continua acima da média móvel simples de 200 semanas, que atualmente está perto dos US$ 64 mil. Esse indicador costuma ser acompanhado pelos investidores para avaliar o comportamento do Bitcoin no longo prazo.
A recuperação recente do Bitcoin tem sido sustentada principalmente por três fatores: o dinheiro que continua entrando nos ETFs à vista de Bitcoin, a melhora no apetite dos investidores por ativos de maior risco e a aproximação cada vez maior do comportamento do BTC com o ouro.
Para o Bitcoin embalar de vez, seria importante conseguir superar a faixa entre US$ 65 mil e US$ 67 mil e, de preferência, continuar recebendo novos recursos por meio dos ETFs.
ETFs voltam a dar uma força para o mercado
Entre os dias 3 e 10 de agosto, os ETFs à vista de Bitcoin dos Estados Unidos registraram aproximadamente US$ 853,5 milhões em entradas líquidas.
Foi a maior captação semanal desde meados de abril e também a terceira melhor semana de 2026.
O número mostra que os investidores institucionais voltaram a demonstrar interesse pelo Bitcoin justamente num momento em que o preço está testando uma região importante do ponto de vista técnico.
E não foi só o Bitcoin que recebeu dinheiro novo, não. O Ethereum também teve uma semana positiva. Os ETFs à vista de ETH registraram cerca de US$ 245 milhões em entradas, também o melhor resultado desde abril.
Isso mostra que o interesse dos investidores está se espalhando por outras criptomoedas e não ficou concentrado apenas no Bitcoin.
Bitcoin começa a se aproximar do comportamento do ouro
Outro ponto que chamou a atenção foi a correlação entre o Bitcoin e o ouro. Nos últimos 30 dias, essa relação chegou a 0,57, o maior nível desde o começo de janeiro de 2025.
De maneira simples, quanto mais esse número se aproxima de 1, maior é a tendência de os dois ativos caminharem na mesma direção. Quando fica perto de 0, essa relação é bem menor.
Esse movimento acontece num momento em que investidores procuram ativos considerados escassos e capazes de preservar valor, principalmente diante das preocupações com a situação fiscal dos Estados Unidos.
Os juros dos títulos do Tesouro americano de 10 anos voltaram para 4,66%, maior nível desde janeiro de 2025. Em março, esses juros chegaram a ficar abaixo dos 4%.
Quando fica mais caro para o governo americano financiar sua dívida, o mercado costuma prestar mais atenção a ativos como ouro e Bitcoin, que são vistos por parte dos investidores como alternativas de reserva de valor.
O ouro, por sua vez, acumula alta de aproximadamente 7,3% no mês e está sendo negociado perto dos US$ 4.336. A valorização vem sendo ajudada pela entrada de recursos nos ETFs de ouro e pelas compras realizadas por bancos centrais, principalmente a China.
CPI e PPI podem mexer bastante com o Bitcoin nesta semana
Agora, o mercado já está de olho nos próximos dados econômicos dos Estados Unidos.
O grande destaque da semana será o CPI de julho, índice que acompanha a inflação ao consumidor americano. O resultado será divulgado na quarta-feira (12).
A expectativa é de que o núcleo da inflação desacelere de 2,6% para 2,5% em 12 meses. Já a inflação cheia pode recuar de 3,5% para 3,4%.
O dado ganhou ainda mais importância depois do payroll divulgado na sexta-feira (7). O relatório mostrou 23 mil demissões líquidas, enquanto o mercado esperava a criação de aproximadamente 85 mil empregos.
Se a inflação vier abaixo do esperado, pode diminuir a pressão sobre o Federal Reserve para manter uma política monetária mais apertada. E isso, geralmente, é visto como um cenário favorável para ativos de risco, incluindo as criptomoedas.
Na quinta-feira (13), será a vez do PPI, índice que mede a inflação ao produtor. O indicador também será acompanhado de perto porque pode dar pistas sobre possíveis pressões futuras nos preços ao consumidor.
Se CPI e PPI vierem acima do esperado, o Bitcoin pode encontrar mais dificuldade para superar os US$ 67 mil.
Agora, se os números vierem mais comportados, pode dar aquele gás que o mercado está esperando para o BTC tentar romper essa resistência e buscar níveis mais altos. $ETH
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Baleias de XRP e Bitcoin aumentam suas compras: será que o mercado de baixa está chegando ao fim?Baleias de Bitcoin, Ethereum e XRP aumentam posições; será que o mercado de baixa está chegando ao fim? As grandes baleias do mercado de criptomoedas parecem estar aproveitando os preços mais baixos para aumentar suas posições em ativos como Bitcoin, Ethereum e XRP. É o que aponta uma análise da CryptoQuant. Segundo Julio Moreno, responsável pela área de pesquisa da empresa, os maiores investidores desses criptoativos vêm aumentando seus estoques justamente enquanto os preços se aproximam — ou até ficam abaixo — do custo médio pelo qual esses investidores compraram seus ativos. De acordo com Moreno, esse movimento ajuda a reduzir a pressão de venda e pode ser compatível com aquela fase final de um ciclo de baixa. Traduzindo para o bom e velho mineirês: pode ser que o mercado esteja chegando perto de uma região de fundo. Mas calma lá, porque ainda não dá pra bater o martelo dizendo que a virada já aconteceu. E o XRP, como fica nessa história? No caso do XRP, a CryptoQuant observou que o tamanho das ordens no mercado à vista continua mostrando participação de grandes baleias. Isso acontece mesmo com o token permanecendo na faixa de US$ 1,00 a US$ 1,20 e com uma capitalização de mercado girando em torno de US$ 66 bilhões. Por outro lado, o delta de volume cumulativo do tomador em 90 dias, indicador que ajuda a medir a força das compras e vendas agressivas, acabou ficando praticamente neutro. Segundo a análise, a presença de grandes ordens de compra, combinada com uma pressão de compra e venda relativamente equilibrada, aponta para uma acumulação mais tranquila. Ou seja, o pessoal grande não parece estar correndo para vender tudo, mas também ainda não começou aquela comprança forte capaz de empurrar o preço para cima de maneira consistente. É uma situação que combina com um padrão que vem sendo observado no mercado. A queda do Bitcoin tem sido relativamente moderada, e analistas continuam discutindo se o fundo do ciclo já pode ter sido formado. O que os gráficos do XRP estão mostrando? Na análise apresentada, o XRP era negociado a US$ 1,04, registrando uma alta de aproximadamente 0,5% no dia. O gráfico diário também sugere um cenário mais parecido com formação de uma base do que com um novo desabamento dos preços. A média móvel exponencial de 50 dias permanece abaixo da média de 200 dias, formando o chamado “cruzamento da morte”, um sinal tradicionalmente associado a uma tendência de baixa. O preço também permanece abaixo dessas médias, indicando que, apesar da possível acumulação das baleias, a tendência de queda ainda não foi oficialmente deixada para trás. O RSI estava em 39,5, abaixo da região de 50 pontos que costuma separar um cenário de maior força compradora de outro mais pressionado pelos vendedores. O indicador também se aproximava da região de sobrevenda, localizada em 30, mas ainda sem entrar nela. Já o ADX estava em 10,4. Esse número indica que o mercado não apresentava uma tendência forte naquele momento, com o preço mais preso numa movimentação lateral. O chamado “squeeze momentum” também permanecia desativado e com impulso negativo, sinalizando uma situação de volatilidade comprimida, sem uma expansão clara do movimento. XRP pode estar formando um fundo? O cenário apresentado lembra uma formação de base em estágio mais avançado. Em bom português: o preço vem ficando de lado por bastante tempo, sem conseguir engrenar uma recuperação mais forte, mas também sem despencar de vez. O XRP saiu de aproximadamente US$ 2,20 no começo de 2026 e passou a negociar durante um longo período próximo da região de US$ 1. Os dados de blockchain e o comportamento do gráfico apontam para uma situação parecida: as baleias parecem estar acumulando aos poucos, em vez de simplesmente abandonarem suas posições. Mas aqui vale aquele velho “devagar com o andor, que o santo é de barro”. A acumulação, sozinha, ainda não confirma uma reversão da tendência. Com o XRP abaixo do cruzamento da morte e o impulso permanecendo negativo, ainda falta um sinal mais convincente de mudança. Um fechamento diário acima da média móvel exponencial de 200 dias, localizada na região de US$ 1,12 segundo a análise, poderia ser um dos primeiros sinais de que essa acumulação começou a produzir resultado. E os próximos níveis? Na análise apresentada, a região de US$ 1,04 aparece como suporte imediato, funcionando como parte inferior da atual zona de formação de base. Caso esse suporte seja perdido de maneira consistente, os próximos níveis citados ficam próximos de US$ 0,9167 e US$ 0,8358. Do lado de cima, a primeira resistência importante aparece na região de US$ 1,1145, baseada no nível de Fibonacci mencionado na análise. Já uma barreira mais forte aparece perto de US$ 1,60. Então, por enquanto, o cenário é de atenção: as baleias parecem estar acumulando, o preço está tentando formar uma base, mas ainda não apareceu aquele sinal definitivo dizendo que a maré virou. Uai, pode ser que o mercado esteja preparando uma recuperação — mas, até os gráficos confirmarem, é melhor não cantar vitória antes da hora.

Baleias de XRP e Bitcoin aumentam suas compras: será que o mercado de baixa está chegando ao fim?

Baleias de Bitcoin, Ethereum e XRP aumentam posições; será que o mercado de baixa está chegando ao fim?
As grandes baleias do mercado de criptomoedas parecem estar aproveitando os preços mais baixos para aumentar suas posições em ativos como Bitcoin, Ethereum e XRP. É o que aponta uma análise da CryptoQuant.
Segundo Julio Moreno, responsável pela área de pesquisa da empresa, os maiores investidores desses criptoativos vêm aumentando seus estoques justamente enquanto os preços se aproximam — ou até ficam abaixo — do custo médio pelo qual esses investidores compraram seus ativos.
De acordo com Moreno, esse movimento ajuda a reduzir a pressão de venda e pode ser compatível com aquela fase final de um ciclo de baixa.
Traduzindo para o bom e velho mineirês: pode ser que o mercado esteja chegando perto de uma região de fundo. Mas calma lá, porque ainda não dá pra bater o martelo dizendo que a virada já aconteceu.
E o XRP, como fica nessa história?
No caso do XRP, a CryptoQuant observou que o tamanho das ordens no mercado à vista continua mostrando participação de grandes baleias. Isso acontece mesmo com o token permanecendo na faixa de US$ 1,00 a US$ 1,20 e com uma capitalização de mercado girando em torno de US$ 66 bilhões.
Por outro lado, o delta de volume cumulativo do tomador em 90 dias, indicador que ajuda a medir a força das compras e vendas agressivas, acabou ficando praticamente neutro.
Segundo a análise, a presença de grandes ordens de compra, combinada com uma pressão de compra e venda relativamente equilibrada, aponta para uma acumulação mais tranquila.
Ou seja, o pessoal grande não parece estar correndo para vender tudo, mas também ainda não começou aquela comprança forte capaz de empurrar o preço para cima de maneira consistente.
É uma situação que combina com um padrão que vem sendo observado no mercado. A queda do Bitcoin tem sido relativamente moderada, e analistas continuam discutindo se o fundo do ciclo já pode ter sido formado.
O que os gráficos do XRP estão mostrando?
Na análise apresentada, o XRP era negociado a US$ 1,04, registrando uma alta de aproximadamente 0,5% no dia.
O gráfico diário também sugere um cenário mais parecido com formação de uma base do que com um novo desabamento dos preços.
A média móvel exponencial de 50 dias permanece abaixo da média de 200 dias, formando o chamado “cruzamento da morte”, um sinal tradicionalmente associado a uma tendência de baixa.
O preço também permanece abaixo dessas médias, indicando que, apesar da possível acumulação das baleias, a tendência de queda ainda não foi oficialmente deixada para trás.
O RSI estava em 39,5, abaixo da região de 50 pontos que costuma separar um cenário de maior força compradora de outro mais pressionado pelos vendedores. O indicador também se aproximava da região de sobrevenda, localizada em 30, mas ainda sem entrar nela.
Já o ADX estava em 10,4. Esse número indica que o mercado não apresentava uma tendência forte naquele momento, com o preço mais preso numa movimentação lateral.
O chamado “squeeze momentum” também permanecia desativado e com impulso negativo, sinalizando uma situação de volatilidade comprimida, sem uma expansão clara do movimento.
XRP pode estar formando um fundo?
O cenário apresentado lembra uma formação de base em estágio mais avançado. Em bom português: o preço vem ficando de lado por bastante tempo, sem conseguir engrenar uma recuperação mais forte, mas também sem despencar de vez.
O XRP saiu de aproximadamente US$ 2,20 no começo de 2026 e passou a negociar durante um longo período próximo da região de US$ 1.
Os dados de blockchain e o comportamento do gráfico apontam para uma situação parecida: as baleias parecem estar acumulando aos poucos, em vez de simplesmente abandonarem suas posições.
Mas aqui vale aquele velho “devagar com o andor, que o santo é de barro”. A acumulação, sozinha, ainda não confirma uma reversão da tendência.
Com o XRP abaixo do cruzamento da morte e o impulso permanecendo negativo, ainda falta um sinal mais convincente de mudança.
Um fechamento diário acima da média móvel exponencial de 200 dias, localizada na região de US$ 1,12 segundo a análise, poderia ser um dos primeiros sinais de que essa acumulação começou a produzir resultado.
E os próximos níveis?
Na análise apresentada, a região de US$ 1,04 aparece como suporte imediato, funcionando como parte inferior da atual zona de formação de base.
Caso esse suporte seja perdido de maneira consistente, os próximos níveis citados ficam próximos de US$ 0,9167 e US$ 0,8358.
Do lado de cima, a primeira resistência importante aparece na região de US$ 1,1145, baseada no nível de Fibonacci mencionado na análise. Já uma barreira mais forte aparece perto de US$ 1,60.
Então, por enquanto, o cenário é de atenção: as baleias parecem estar acumulando, o preço está tentando formar uma base, mas ainda não apareceu aquele sinal definitivo dizendo que a maré virou.
Uai, pode ser que o mercado esteja preparando uma recuperação — mas, até os gráficos confirmarem, é melhor não cantar vitória antes da hora.
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米国上院、Clarity Actの採決を延期;承認確率は2026年に13%へ低下米国上院は、8月の休会前に「Clarity Act」を審議しない。これにより、暗号資産市場に連邦ルールを設けることを目指すこの提案は、9月に持ち越される。ちょうど、中間選挙の選挙キャンペーンが議会の議題を支配する直前の最後の数週間のタイミングだ。 木曜夜(6日)、上院多数党院内総務の共和党ジョン・トゥーンが延期を確認した。彼によると、民主党側はいまも法案の採決に前向きではないという。トゥーンはさらに、提案の起草者らと協力を続けていると述べ、上院議員シンシア・ルミスの取り組みを称賛した。そのうえで、「文案は上院が業務に戻り次第、議題に再び上がるはずだ」と語った。

米国上院、Clarity Actの採決を延期;承認確率は2026年に13%へ低下

米国上院は、8月の休会前に「Clarity Act」を審議しない。これにより、暗号資産市場に連邦ルールを設けることを目指すこの提案は、9月に持ち越される。ちょうど、中間選挙の選挙キャンペーンが議会の議題を支配する直前の最後の数週間のタイミングだ。
木曜夜(6日)、上院多数党院内総務の共和党ジョン・トゥーンが延期を確認した。彼によると、民主党側はいまも法案の採決に前向きではないという。トゥーンはさらに、提案の起草者らと協力を続けていると述べ、上院議員シンシア・ルミスの取り組みを称賛した。そのうえで、「文案は上院が業務に戻り次第、議題に再び上がるはずだ」と語った。
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Putin aprova primeira legislação da Rússia voltada às criptomoedasO presidente Vladimir Putin oficializou, na terça-feira, a primeira lei ampla da Rússia voltada à regulamentação do mercado de criptomoedas, segundo informações divulgadas pela agência estatal Tass. A nova legislação define regras para emissão, custódia, registro contábil e negociação de ativos digitais. Além disso, cria um modelo único para o funcionamento de exchanges, empresas de custódia, corretoras e câmaras de compensação. Apesar do avanço regulatório, o governo russo continua proibindo o uso de criptomoedas como forma de pagamento por produtos e serviços. A lei também impede a divulgação de anúncios que incentivem pagamentos utilizando esses ativos. Em 2024, a Rússia já havia autorizado oficialmente a mineração de criptomoedas por meio de uma legislação específica sancionada por Putin. Agora, o novo texto complementa aquele marco legal ao estabelecer normas para negociação e armazenamento dos ativos digitais. Como será o funcionamento do mercado Pelas novas regras, somente empresas cadastradas em um registro oficial do governo poderão operar exchanges de criptomoedas. As plataformas que já atuam no país terão prazo até 1º de julho de 2027 para concluir o registro. As exchanges autorizadas precisarão manter capital próprio mínimo de 15 milhões de rublos (aproximadamente US$ 187 mil) e integrar uma entidade autorreguladora do mercado financeiro. Uma empresa será considerada operadora de exchange ao movimentar mais de 3,5 milhões de rublos em negociações durante um mês. Bancos e instituições financeiras também deverão bloquear transferências suspeitas destinadas a plataformas não autorizadas. O acesso dos investidores de varejo será controlado. Quem não possuir qualificação profissional poderá comprar apenas as criptomoedas de maior liquidez — cuja lista ainda será divulgada — por meio de intermediários licenciados, com limite anual de 300 mil rublos por instituição. Além disso, investidores comuns e qualificados terão que realizar um teste de conhecimento antes de negociar. Apenas os investidores qualificados ficarão livres de limite de compra. Outro ponto importante é que a legislação garante proteção judicial aos proprietários de criptomoedas, mesmo que esses ativos não tenham sido declarados anteriormente. Grande parte das regras começa a valer em 1º de setembro. Durante a elaboração da lei, o principal debate foi diferenciar a compra e posse de criptomoedas do uso desses ativos como meio de pagamento. O objetivo do governo é permitir um mercado regulado de investimentos, sem transformar as criptomoedas em uma moeda alternativa ao rublo. A nova estrutura também acompanha os planos de expansão do rublo digital, cuja adoção deverá contar com apoio dos bancos a partir da mesma data. Impacto nas sanções internacionais A legislação também prevê exceções importantes para operações internacionais. Contratos de comércio exterior entre empresas russas e estrangeiras poderão utilizar criptomoedas, assim como negociações envolvendo ativos obtidos por mineração e pagamentos realizados em plataformas de ativos digitais. Esse ponto deve chamar a atenção de reguladores internacionais, já que a Rússia tem recorrido cada vez mais às criptomoedas para facilitar transações internacionais em meio às sanções econômicas impostas por países ocidentais. Na prática, a nova lei oferece aos investidores russos um ambiente legal e regulamentado para negociar criptomoedas, enquanto concede ao governo maior capacidade de monitorar e supervisionar esse mercado por meio do banco central.$NVDA.US ,$BNB $SOL

Putin aprova primeira legislação da Rússia voltada às criptomoedas

O presidente Vladimir Putin oficializou, na terça-feira, a primeira lei ampla da Rússia voltada à regulamentação do mercado de criptomoedas, segundo informações divulgadas pela agência estatal Tass.
A nova legislação define regras para emissão, custódia, registro contábil e negociação de ativos digitais. Além disso, cria um modelo único para o funcionamento de exchanges, empresas de custódia, corretoras e câmaras de compensação.
Apesar do avanço regulatório, o governo russo continua proibindo o uso de criptomoedas como forma de pagamento por produtos e serviços. A lei também impede a divulgação de anúncios que incentivem pagamentos utilizando esses ativos.
Em 2024, a Rússia já havia autorizado oficialmente a mineração de criptomoedas por meio de uma legislação específica sancionada por Putin. Agora, o novo texto complementa aquele marco legal ao estabelecer normas para negociação e armazenamento dos ativos digitais.
Como será o funcionamento do mercado
Pelas novas regras, somente empresas cadastradas em um registro oficial do governo poderão operar exchanges de criptomoedas. As plataformas que já atuam no país terão prazo até 1º de julho de 2027 para concluir o registro.
As exchanges autorizadas precisarão manter capital próprio mínimo de 15 milhões de rublos (aproximadamente US$ 187 mil) e integrar uma entidade autorreguladora do mercado financeiro.
Uma empresa será considerada operadora de exchange ao movimentar mais de 3,5 milhões de rublos em negociações durante um mês. Bancos e instituições financeiras também deverão bloquear transferências suspeitas destinadas a plataformas não autorizadas.
O acesso dos investidores de varejo será controlado. Quem não possuir qualificação profissional poderá comprar apenas as criptomoedas de maior liquidez — cuja lista ainda será divulgada — por meio de intermediários licenciados, com limite anual de 300 mil rublos por instituição. Além disso, investidores comuns e qualificados terão que realizar um teste de conhecimento antes de negociar. Apenas os investidores qualificados ficarão livres de limite de compra.
Outro ponto importante é que a legislação garante proteção judicial aos proprietários de criptomoedas, mesmo que esses ativos não tenham sido declarados anteriormente.
Grande parte das regras começa a valer em 1º de setembro. Durante a elaboração da lei, o principal debate foi diferenciar a compra e posse de criptomoedas do uso desses ativos como meio de pagamento. O objetivo do governo é permitir um mercado regulado de investimentos, sem transformar as criptomoedas em uma moeda alternativa ao rublo.
A nova estrutura também acompanha os planos de expansão do rublo digital, cuja adoção deverá contar com apoio dos bancos a partir da mesma data.
Impacto nas sanções internacionais
A legislação também prevê exceções importantes para operações internacionais. Contratos de comércio exterior entre empresas russas e estrangeiras poderão utilizar criptomoedas, assim como negociações envolvendo ativos obtidos por mineração e pagamentos realizados em plataformas de ativos digitais.
Esse ponto deve chamar a atenção de reguladores internacionais, já que a Rússia tem recorrido cada vez mais às criptomoedas para facilitar transações internacionais em meio às sanções econômicas impostas por países ocidentais.
Na prática, a nova lei oferece aos investidores russos um ambiente legal e regulamentado para negociar criptomoedas, enquanto concede ao governo maior capacidade de monitorar e supervisionar esse mercado por meio do banco central.$NVDA.US ,$BNB $SOL
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S&Pグローバル、ステーブルコインの分析を公表し、一部のプロジェクトにリスクを指摘S&Pグローバル・レーティングスは先週火曜日(4日)に、ステーブルコイン市場を分析するレポートを公表した。同調査では、11のプロジェクトが自社の通貨を米ドルおよびユーロにペッグした状態を維持できる能力を評価し、発行体間の重要な違いを浮き彫りにした。 同機関によると、分析対象となったステーブルコインの半数以上が、適切またはそれ以上とみなされる格付けを受けており、準備資産の質の高さと、整合的なリスク管理の実務が示唆されている。 一方で2つのプロジェクトは、スケールの最下層まで格下げされた。これは過去3四半期にわたって観察された、より脆弱な状態を反映している。残りの9件の評価は変更されなかった。

S&Pグローバル、ステーブルコインの分析を公表し、一部のプロジェクトにリスクを指摘

S&Pグローバル・レーティングスは先週火曜日(4日)に、ステーブルコイン市場を分析するレポートを公表した。同調査では、11のプロジェクトが自社の通貨を米ドルおよびユーロにペッグした状態を維持できる能力を評価し、発行体間の重要な違いを浮き彫りにした。
同機関によると、分析対象となったステーブルコインの半数以上が、適切またはそれ以上とみなされる格付けを受けており、準備資産の質の高さと、整合的なリスク管理の実務が示唆されている。
一方で2つのプロジェクトは、スケールの最下層まで格下げされた。これは過去3四半期にわたって観察された、より脆弱な状態を反映している。残りの9件の評価は変更されなかった。
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Hashdex encerra ETF de Bitcoin nos Estados Unidos por falta de interesse dos investidoresA Hashdex decidiu encerrar seu ETF de Bitcoin à vista negociado nos Estados Unidos depois que o fundo não conseguiu ganhar força entre os investidores. Atualmente, o produto reúne apenas US$ 14,7 milhões em ativos sob gestão, valor considerado baixo para o mercado. Segundo um documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) na última segunda-feira (3), o ETF, negociado na bolsa NYSE Arca sob o código DEFI, terá sua negociação encerrada no dia 17 de agosto. Depois dessa data, o fundo será retirado da bolsa. Os investidores que ainda mantiverem cotas do ETF deverão receber o pagamento em dinheiro por volta de 28 de agosto. Para isso, a gestora venderá todos os Bitcoins restantes da carteira antes de concluir o processo de encerramento. No comunicado, a Hashdex informa que, após o último dia de negociação, o fundo deixará de perseguir seu objetivo de investimento e passará apenas a realizar os procedimentos necessários para o fechamento definitivo das operações. Isso inclui preservar o patrimônio, quitar eventuais obrigações e distribuir os recursos restantes aos acionistas. A empresa explicou que a decisão foi tomada após analisar diversos fatores, como o volume de ativos administrados, a liquidez das negociações, os custos de operação, o interesse dos investidores e o papel do ETF dentro da estratégia global de produtos da gestora. Apesar do encerramento desse fundo, a Hashdex destacou que continua administrando mais de US$ 200 milhões em produtos de investimento disponíveis para investidores no mercado norte-americano. O que é um ETF? Um ETF (Exchange Traded Fund) é um fundo negociado em bolsa que permite ao investidor acompanhar o desempenho de um determinado ativo sem precisar comprá-lo diretamente. No caso do ETF de Bitcoin, o investidor adquire cotas do fundo, cujo valor acompanha a variação da criptomoeda. No processo de liquidação, entretanto, o valor recebido pode ser diferente da cotação do Bitcoin no momento, já que os ativos precisam ser vendidos antes da distribuição dos recursos. O encerramento acontece pouco mais de dois anos após a entrada da Hashdex no mercado de ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos, que ganhou força depois da aprovação dos primeiros fundos desse tipo pela SEC, em janeiro de 2024. Antes disso, a empresa operava um ETF de contratos futuros de Bitcoin, listado desde setembro de 2022 com o código DEFI. Em 2024, o produto foi convertido para um ETF de Bitcoin à vista, chegando a manter aproximadamente 5.500 Bitcoins em sua carteira. Na sequência, a Hashdex também tentou ampliar sua presença no mercado americano com uma proposta de ETF que reuniria Bitcoin e Ethereum. No entanto, a SEC adiou a análise do pedido, deixando o projeto sem uma decisão definitiva.$ETH

Hashdex encerra ETF de Bitcoin nos Estados Unidos por falta de interesse dos investidores

A Hashdex decidiu encerrar seu ETF de Bitcoin à vista negociado nos Estados Unidos depois que o fundo não conseguiu ganhar força entre os investidores. Atualmente, o produto reúne apenas US$ 14,7 milhões em ativos sob gestão, valor considerado baixo para o mercado.
Segundo um documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) na última segunda-feira (3), o ETF, negociado na bolsa NYSE Arca sob o código DEFI, terá sua negociação encerrada no dia 17 de agosto. Depois dessa data, o fundo será retirado da bolsa.
Os investidores que ainda mantiverem cotas do ETF deverão receber o pagamento em dinheiro por volta de 28 de agosto. Para isso, a gestora venderá todos os Bitcoins restantes da carteira antes de concluir o processo de encerramento.
No comunicado, a Hashdex informa que, após o último dia de negociação, o fundo deixará de perseguir seu objetivo de investimento e passará apenas a realizar os procedimentos necessários para o fechamento definitivo das operações. Isso inclui preservar o patrimônio, quitar eventuais obrigações e distribuir os recursos restantes aos acionistas.
A empresa explicou que a decisão foi tomada após analisar diversos fatores, como o volume de ativos administrados, a liquidez das negociações, os custos de operação, o interesse dos investidores e o papel do ETF dentro da estratégia global de produtos da gestora.
Apesar do encerramento desse fundo, a Hashdex destacou que continua administrando mais de US$ 200 milhões em produtos de investimento disponíveis para investidores no mercado norte-americano.
O que é um ETF?
Um ETF (Exchange Traded Fund) é um fundo negociado em bolsa que permite ao investidor acompanhar o desempenho de um determinado ativo sem precisar comprá-lo diretamente. No caso do ETF de Bitcoin, o investidor adquire cotas do fundo, cujo valor acompanha a variação da criptomoeda. No processo de liquidação, entretanto, o valor recebido pode ser diferente da cotação do Bitcoin no momento, já que os ativos precisam ser vendidos antes da distribuição dos recursos.
O encerramento acontece pouco mais de dois anos após a entrada da Hashdex no mercado de ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos, que ganhou força depois da aprovação dos primeiros fundos desse tipo pela SEC, em janeiro de 2024.
Antes disso, a empresa operava um ETF de contratos futuros de Bitcoin, listado desde setembro de 2022 com o código DEFI. Em 2024, o produto foi convertido para um ETF de Bitcoin à vista, chegando a manter aproximadamente 5.500 Bitcoins em sua carteira.
Na sequência, a Hashdex também tentou ampliar sua presença no mercado americano com uma proposta de ETF que reuniria Bitcoin e Ethereum. No entanto, a SEC adiou a análise do pedido, deixando o projeto sem uma decisão definitiva.$ETH
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暗号資産の規制:企業が中央銀行により長い移行期間を求める暗号資産市場の団体が、中央銀行に新ルールへの対応のためさらに120日を求める ブラジルのバーチャル・アセット分野を代表する重要な3つの協会、ABToken、ABFintechs、Zettaが、中央銀行に対して、BCB決議第520/2025号で定められた移行期間をさらに120日延長するよう正式な要請を行った。 この要請は、現在2026年10月30日で終了する暦を延長し、バーチャル・アセット業務提供事業者(SPSAVs)が適合プロセスを完了し、認可申請を提出し、そして新たな規制上の要件を満たすための猶予をより長く確保することを目的としている。

暗号資産の規制:企業が中央銀行により長い移行期間を求める

暗号資産市場の団体が、中央銀行に新ルールへの対応のためさらに120日を求める
ブラジルのバーチャル・アセット分野を代表する重要な3つの協会、ABToken、ABFintechs、Zettaが、中央銀行に対して、BCB決議第520/2025号で定められた移行期間をさらに120日延長するよう正式な要請を行った。
この要請は、現在2026年10月30日で終了する暦を延長し、バーチャル・アセット業務提供事業者(SPSAVs)が適合プロセスを完了し、認可申請を提出し、そして新たな規制上の要件を満たすための猶予をより長く確保することを目的としている。
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PSAVの管理者に対する刑事責任が、今週木曜のライブのテーマに仮想資産市場に関する新しい規則が施行される前は、経営者の責任に関わる多くのテーマについてなお疑問が残っていました。今回、その状況はABTokenが主催するライブで議論されます。8月6日(木)18時から、仮想資産サービス提供者(PSAVs)の管理者および管理責任者の刑事責任に焦点を当てます。 この集まりには、刑事弁護士のマリーナ・ブレヒト(Brecht & Ribeiro Advogados創設者)と、銀行規制の専門家でABTokenの法務アドバイザーであるパウロ・ポルトゥゲスが参加します。

PSAVの管理者に対する刑事責任が、今週木曜のライブのテーマに

仮想資産市場に関する新しい規則が施行される前は、経営者の責任に関わる多くのテーマについてなお疑問が残っていました。今回、その状況はABTokenが主催するライブで議論されます。8月6日(木)18時から、仮想資産サービス提供者(PSAVs)の管理者および管理責任者の刑事責任に焦点を当てます。
この集まりには、刑事弁護士のマリーナ・ブレヒト(Brecht & Ribeiro Advogados創設者)と、銀行規制の専門家でABTokenの法務アドバイザーであるパウロ・ポルトゥゲスが参加します。
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CVM、トークン化作業部会が市場関係者と会合証券取引委員会(CVM)は先週金曜日(31日)、ブラジルにおけるトークン化の今後のステップについて議論するため、金融市場のさまざまな機関の代表者と、前例のない会合を開催した。 会議の席で、トークン化作業部会(GTT)は、法的安定性を損なわずに資本市場におけるイノベーションを促進する方法について議論した。 ホセ・アレシャンドレ・ヴァスコ氏、CVMの開発・組織近代化担当上席監督官であり、グループのコーディネーターによれば、この時期は、業界の前進に向けた大きな機会を意味している。

CVM、トークン化作業部会が市場関係者と会合

証券取引委員会(CVM)は先週金曜日(31日)、ブラジルにおけるトークン化の今後のステップについて議論するため、金融市場のさまざまな機関の代表者と、前例のない会合を開催した。
会議の席で、トークン化作業部会(GTT)は、法的安定性を損なわずに資本市場におけるイノベーションを促進する方法について議論した。
ホセ・アレシャンドレ・ヴァスコ氏、CVMの開発・組織近代化担当上席監督官であり、グループのコーディネーターによれば、この時期は、業界の前進に向けた大きな機会を意味している。
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暗号資産を取引所に放置しているのは70万人超のブラジル人。あなたがリストに入っているか確認しましょうMB|メルカード・ビットコインによる調査によると、少なくとも1年以上入出金のない口座に、暗号資産を保有したままのブラジル人は70万人を超えています。これらの投資家は、プラットフォーム上で忘れられた資産として合計約R$ 320百万を積み上げています。ビットコインの最近の下落があったにもかかわらず、同グループはR$ 30百万超の純利益を記録しました。 これらの顧客に再び投資してもらうため、メルカード・ビットコインはキャンペーンを開始しました。同キャンペーンでは、口座内で12か月以上動きのない残高を持ち、8月3日から31日までの間に最低投資額R$ 100を行った人に、ビットコインでR$ 30のキャッシュバックを提供します。

暗号資産を取引所に放置しているのは70万人超のブラジル人。あなたがリストに入っているか確認しましょう

MB|メルカード・ビットコインによる調査によると、少なくとも1年以上入出金のない口座に、暗号資産を保有したままのブラジル人は70万人を超えています。これらの投資家は、プラットフォーム上で忘れられた資産として合計約R$ 320百万を積み上げています。ビットコインの最近の下落があったにもかかわらず、同グループはR$ 30百万超の純利益を記録しました。
これらの顧客に再び投資してもらうため、メルカード・ビットコインはキャンペーンを開始しました。同キャンペーンでは、口座内で12か月以上動きのない残高を持ち、8月3日から31日までの間に最低投資額R$ 100を行った人に、ビットコインでR$ 30のキャッシュバックを提供します。
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