Tudo sobre a @Plasma O Projeto @Plasma pla surgiu como uma das soluções de escalabilidade mais ambiciosas para o Ethereum, funcionando sob o conceito de "blockchains filhas". Imagine que a rede principal (Camada 1) é um tribunal supremo, sobrecarregado com milhares de processos minúsculos. O @Plasma cria "tribunais menores" que resolvem as disputas e transações do dia a dia de forma independente e ultrarrápida. A grande inovação original do @Plasma é que ele não precisa registrar cada detalhe na rede principal. Em vez disso, ele utiliza Árvores de Merkle para enviar apenas um pequeno "resumo criptográfico" (um hash) para o Ethereum de tempos em tempos. Isso significa que a rede principal mantém a segurança final, mas sem o peso de processar cada café comprado na rede lateral. O ponto mais humano e genial do projeto é o mecanismo de "Exit Games" (Jogos de Saída). Se a rede filha sofrer um ataque ou os validadores tentarem trapacear, os usuários têm um período de tempo para apresentar provas de seus saldos e "fugir" com seus fundos de volta para a rede principal. É como se, ao perceber que o shopping vai fechar injustamente, você tivesse uma chave mestra garantida pelo governo para resgatar seus pertences com segurança. Embora hoje os Rollups dominem o cenário, o @Plasma foi o pioneiro que provou ser possível crescer sem perder a essência da descentralização. #Plasma $XPL
Tudo que você precisa saber sobre a PLASMA @Plasma
Imagina que a rede principal do Ethereum é aquela avenida principal da cidade em horário de pico: todo mundo quer passar ao mesmo tempo, o trânsito não anda, e o preço do "estacionamento" (as taxas de gás) está os olhos da cara.
O Projeto @Plasma chegou com a ideia de ser o "viaduto inteligente" dessa bagunça.
Em termos humanos, o Plasma é uma estrutura para criar “ filiais" da blockchain**. Em vez de entupir a rede principal com cada cafezinho que você compra, você faz suas transações em "Sidechains" (correntes laterais).
Aqui está o resumo da mágica:
Hierarquia de Árvore:O Plasma cria "blockchain filhas" que herdam a segurança da "blockchain mãe" (Ethereum). É como se a mãe desse uma mesada e falasse: "Resolvam suas tretas aí fora, só me tragam o relatório final se alguém tentar roubar".
Só o essencial:A rede principal só recebe um resumo periódico de tudo o que aconteceu lá embaixo. Isso alivia o peso e faz as transações voarem.
Saída de Emergência:Se a "filial" começar a pegar fogo ou alguém tentar trapacear, o Plasma tem um mecanismo de segurança onde você consegue provar o que tinha e "sacar" seus fundos de volta para a rede principal.
Por que isso é legal?
Basicamente, o objetivo é permitir que o Ethereum processe **milhares de transações por segundo** sem que você precise vender um rim para pagar a taxa de transferência.
Embora hoje em dia o mundo cripto esteja apaixonado pelos *Rollups* (os primos mais novos e populares do Plasma), o projeto foi o pioneiro que ensinou a gente a pensar fora da caixa — literalmente fora da corrente principal.
Algumas pessoas possuem essa dúvida que causa discussões recorrentes “ Devo deixar o meu $BTC em custódia, ou na corretora ? Qual o correto ? Em tese não tem nenhum problema em ambas as partes, porém a custódia é uma garantia de que seus $BTC estarão seguros de forma com que ninguém saiba da existência de seus Bitcoins, uma forma de se salvar dos famosos “Crashs de corretoras” .