Vazamento de dados da Trezor atinge milhares de clientes, incluindo brasileiros
Vazamento na Trezor expõe dados de milhares de clientes, incluindo brasileiros Um vazamento de dados envolvendo um dos parceiros de logística da Trezor acabou colocando informações pessoais de milhares de clientes em risco. O caso foi divulgado pela empresa nesta quinta-feira (13) e envolve nomes, telefones, e-mails e endereços de residência. A empresa responsável pelo armazenamento e envio dos produtos, a ShipMonk, avisou a Trezor na segunda-feira que uma pessoa não autorizada conseguiu acessar sistemas que guardavam informações de clientes. No total, 13.689 pessoas foram afetadas. Desse número, 11.742 tiveram dados completos expostos, enquanto outras 1.947 tiveram nomes, cidades e endereços de e-mail comprometidos. Os pedidos envolvidos foram feitos entre 10 de maio e 8 de agosto e enviados para países como Estados Unidos, Reino Unido, Suécia, Colômbia, Brasil, Itália e Portugal. A Trezor ressaltou que seus próprios sistemas não foram invadidos. Segundo a fabricante, nenhum dispositivo, chave privada ou backup de carteira foi comprometido. O impacto do vazamento também teria sido reduzido por uma política de segurança que determina que parceiros apaguem ou anonimizem os dados dos pedidos 90 dias depois da entrega. Com isso, informações de pedidos mais antigos já não estavam armazenadas. Quem não recebeu uma comunicação oficial da Trezor, segundo a empresa, não foi afetado pelo incidente. A companhia também afirmou que, em seus 13 anos de atividade, nunca havia registrado um vazamento que expusesse simultaneamente números de telefone e endereços de entrega de clientes. Atenção redobrada contra golpes A principal preocupação agora é com possíveis golpes de phishing. A Trezor orienta os clientes a desconfiarem de contatos inesperados e reforça que um backup de carteira nunca deve ser digitado em sites ou serviços online. Casos anteriores mostram que o problema pode ir além de mensagens falsas. Em 2020, um vazamento envolvendo a Ledger expôs dados de aproximadamente 272 mil clientes. Depois disso, alguns usuários relataram ameaças e tentativas de extorsão. O cenário também preocupa porque ataques físicos contra pessoas que possuem criptomoedas vêm ganhando espaço. Segundo dados citados no relatório, foram registrados 52 ataques desse tipo no primeiro semestre de 2026, contra 39 no mesmo período do ano anterior. A Chainalysis estimou que mais de US$ 30 milhões foram roubados nesses ataques durante os seis primeiros meses do ano. Problema na cadeia de fornecedores O caso da Trezor não é isolado. Empresas do setor de carteiras de hardware já enfrentaram problemas envolvendo fornecedores e parceiros externos. A Ledger, por exemplo, informou anteriormente sobre uma violação relacionada a um parceiro de comércio eletrônico. O episódio envolvendo a Trezor acontece ainda em meio às preocupações provocadas pelo recente exploit da Coldcard, que levou usuários de diferentes carteiras a adotarem medidas adicionais de segurança. Diante desse cenário, a Trezor anunciou que pretende ampliar a privacidade nas entregas. A empresa está desenvolvendo uma modalidade de Entrega Anônima, com retirada em armários, embalagem neutra, informações genéricas do remetente e exclusão automática de identificadores de envio. A previsão é que o novo sistema esteja disponível na União Europeia até setembro e nos Estados Unidos até o fim de 2026. Para os usuários brasileiros afetados, o principal cuidado é ficar atento a e-mails, mensagens ou ligações inesperadas que utilizem informações pessoais para tentar ganhar confiança.$AAPLB ,$XRP ,$SOL
BNB se destaca no mercado cripto nesta semana, apesar da queda nesta sexta-feira
Criptomoeda acumula alta nos últimos sete dias, mas enfrenta realização de lucros e pressão no mercado nesta sexta-feira O mercado de criptomoedas amanheceu mais cauteloso nesta sexta-feira, 14 de agosto de 2026. O Bitcoin segue próximo da região de US$ 63 mil, enquanto várias das principais altcoins registram pressão vendedora. Nesse cenário, a BNB aparece como um dos ativos que ainda conseguem mostrar desempenho positivo no acumulado da semana. Segundo dados de mercado divulgados nesta sexta-feira, a BNB era negociada perto de US$ 602, apresentando queda diária de aproximadamente 1,05%. Mesmo com o recuo de hoje, a criptomoeda acumulava alta de cerca de 1,88% nos últimos sete dias. O que está movimentando a BNB? A movimentação recente da BNB ocorre em meio a um mercado mais volátil. Parte dos investidores aproveitou a valorização recente para realizar lucros, enquanto a redução da demanda e o fechamento de posições alavancadas aumentaram a pressão sobre o preço. Indicadores técnicos acompanhados pelo mercado mostram sinais mistos. Enquanto alguns indicadores apontam cautela, outros sugerem que a região atual pode voltar a atrair compradores caso o sentimento geral do mercado melhore. Mercado continua de olho no Bitcoin O comportamento da BNB também depende bastante do cenário geral das criptomoedas. O Bitcoin vem encontrando dificuldade para superar novamente a região de US$ 64 mil, enquanto os investidores acompanham os dados econômicos dos Estados Unidos e os fluxos dos ETFs. Nesta sexta-feira, o Bitcoin era negociado próximo de US$ 63 mil, com o mercado demonstrando pouco apetite ao risco. BNB pode continuar no radar? A BNB continua sendo uma criptomoeda importante para acompanhar, principalmente depois de manter desempenho positivo no acumulado de sete dias. Porém, a queda registrada nesta sexta mostra que o movimento de alta ainda não está garantido. Para uma recuperação mais consistente, será importante observar se a BNB consegue recuperar força compradora e se o mercado como um todo volta a apresentar maior apetite por ativos de risco. Por enquanto, o cenário pede cautela. A moeda está mostrando resistência no acumulado da semana, mas ainda enfrenta pressão no curto prazo. Resumo: a BNB é uma das principais criptomoedas que merece atenção nesta sexta-feira, mas sua alta semanal acontece em um mercado que continua bastante instável. Para quem acompanha o setor, vale observar principalmente o comportamento do Bitcoin e o volume de negociação antes de tirar conclusões sobre uma nova tendência. Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de compra ou venda de criptomoedas.
Falha no roteamento quase derrubou a Solana nesta quarta-feira; entenda o que aconteceu
Falha de roteamento quase faz a Solana parar: entenda o que aconteceu A Solana (SOL) passou por um baita aperto na manhã desta quarta-feira (12). A rede chegou a ficar a apenas 4,51 pontos percentuais do limite necessário para perder a capacidade de finalizar transações. O problema começou depois que uma única rota de rede configurada de forma errada em um provedor de hospedagem deixou 28,83% do SOL em staking indisponível. Para a Solana deixar de finalizar transações, seria necessário que 33,34% do staking ficasse comprometido. Naquele momento, portanto, a rede chegou perto de 86% desse limite. A responsável pelo problema foi a Teraswitch, que explicou posteriormente o que aconteceu. A empresa utiliza internamente uma rota padrão para indicar que um roteador de borda consegue acessar a internet. Normalmente, cada local dá preferência à rota anunciada pelos próprios roteadores. Só que uma rota padrão do site da empresa em Miami acabou sendo divulgada sem suas métricas e comunidades. Um refletor de rotas localizado em Amsterdã então espalhou essa informação para regiões da Europa e da Ásia-Pacífico. Os roteadores dessas regiões entenderam que aquela rota era uma opção local e passaram a escolhê-la em vez da rota correta. O problema é que ela acabou sendo enviada para o núcleo do data center, onde foi considerada inválida. Com isso, 12 sites, localizados em Londres, Amsterdã, Dublin, Frankfurt, Singapura e Tóquio, ficaram sem uma rota válida para encaminhar o tráfego. A América do Norte, por sua vez, não foi afetada pelo incidente. A boa notícia é que a falha foi identificada rapidamente. Os engenheiros da Teraswitch encontraram o problema em cerca de 10 minutos, e o serviço foi totalmente restaurado às 04:16:15 UTC. O episódio mostra como uma falha aparentemente pequena na infraestrutura de internet pode, no caso de uma rede blockchain, chegar bem perto de causar um problema de grandes proporções. Concentração de staking acende alerta na Solana O protocolo de staking Marinade Finance foi conferir os números depois do problema e descobriu que a interrupção ficou praticamente concentrada em um único sistema autônomo. O AS20326 reúne cerca de 118,9 milhões de SOL, mais de um quarto de todo o volume em staking na rede. Durante o incidente, aproximadamente 94% desse montante ficou fora do ar praticamente ao mesmo tempo. E aí mora uma preocupação danada: esse percentual já passa do limite pensado justamente para evitar uma concentração desse tamanho. O programa de delegação da Fundação Solana recomenda que nenhum sistema autônomo concentre mais de 25% do staking da rede. O AS20326, porém, estava com 27,34%. Mais de 80 milhões de SOL ficaram esperando A análise da Marinade mostrou ainda que 59 validadores, responsáveis por cerca de 80,2 milhões de SOL, voltaram a funcionar praticamente na mesma janela de tempo em Amsterdã, Frankfurt e Tóquio. Em vez de migrarem o tráfego para outra rota, esses validadores ficaram esperando o problema de roteamento ser resolvido. Entre os casos mais relevantes está o da Helius, segundo maior validador da Solana, que permaneceu fora do ar durante os 33 minutos do incidente. Dos 74 operadores que a Marinade conseguiu analisar, apenas três apresentaram recuperação sem problemas: Laine e Cogent Crypto, ambos administrados pela Sol Strategies, além da Lion3d. A situação também mostra que o risco não está limitado a um único provedor. Outros 14,1 milhões de SOL ficaram offline praticamente no mesmo período em operadores como latitude.sh, Limestone, Butterfly Research e Allnodes. Segundo a Marinade, os dados disponíveis não permitem explicar exatamente essa coincidência. Isso levanta outro ponto importante: medir a concentração de staking apenas pelo provedor de hospedagem pode acabar escondendo riscos que aparecem quando diferentes operadores dependem de estruturas de rede semelhantes. A Marinade também resolveu olhar para o próprio quintal. A empresa informou que quatro sistemas autônomos concentram cerca de dois terços do staking distribuído pelo seu modelo de alocação. Um deles, o AS395201, sozinho representa 36,94%. A própria empresa reconheceu que não é hora de ficar confortável com esse cenário — e isso vale para ela também. A Marinade afirmou que pretende revisar seus limites de concentração por rede e por data center. Também deve começar a divulgar se determinado validador conta com hot swap e failover automático, informações que hoje não são possíveis de verificar externamente. Recompensas perdidas serão cobertas As perdas ficaram bem menores do que poderiam ter sido. Os cerca de 333 SOL em recompensas não recebidas serão cobertos pelas garantias dos validadores ao final da época. Mas o cenário poderia ter sido muito mais complicado. Se a quantidade de staking afetada tivesse passado de um terço da rede, a Solana poderia deixar de finalizar transações para todos os usuários. Nesse caso, nenhuma garantia seria suficiente para cobrir o impacto. E não seria a primeira vez que a rede enfrentaria uma parada total. Em fevereiro de 2024, a Solana ficou completamente parada e levou quase cinco horas para ser reiniciada. O episódio desta quarta-feira serve, portanto, como um baita lembrete de que descentralização não depende apenas da quantidade de validadores, mas também de como eles estão distribuídos entre redes, data centers e sistemas de infraestrutura.
Bitcoin hoje: BTC recua para US$ 63 mil enquanto investidores aguardam dados de inflação dos EUA
Bitcoin hoje: BTC recua enquanto mercado fica de olho na inflação dos EUA O Bitcoin amanheceu esta quarta-feira (12) trabalhando no campo negativo. A criptomoeda registra queda de 0,5% e é negociada na casa dos US$ 63.934, segundo dados do CoinGecko. O clima é de cautela no mercado cripto, principalmente porque os investidores estão esperando a divulgação do CPI de julho, o principal indicador usado para acompanhar a inflação nos Estados Unidos. Por enquanto, o BTC segue andando meio de lado, com pouca volatilidade nos últimos dias. Esse tipo de comportamento costuma aparecer antes de movimentos mais fortes, quando o mercado finalmente escolhe para qual lado vai. No momento, o Bitcoin está espremido entre a média móvel de 200 semanas, perto dos US$ 64 mil, e uma resistência importante na região entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. CPI pode definir o próximo movimento do Bitcoin O grande assunto do dia é mesmo o CPI americano. As projeções apontam para uma inflação cheia de 3,4% em 12 meses, enquanto o núcleo da inflação é esperado em 2,5%. Se o número vier acima do que o mercado está esperando, pode dar aquela apertada no Bitcoin, aumentando a possibilidade de o BTC perder a média móvel de 200 semanas. Agora, se a inflação vier mais comportada, pode abrir espaço para o Bitcoin tentar novamente buscar a região entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. Bitcoin volta a ficar mais próximo do ouro Outro ponto que está chamando atenção é a relação entre Bitcoin e ouro. Em 2022, o Bitcoin chegou a perder aproximadamente 75% de seu valor em relação ao ouro, em um movimento que se estendeu por 437 dias. Neste ciclo, a queda relativa está em torno de 69%, depois de 433 dias. O comportamento lembra bastante o que aconteceu antes do fundo registrado em 2022. Depois daquele período, o Bitcoin chegou a disparar cerca de 340% frente ao ouro. A comparação fica ainda mais interessante porque a correlação de 30 dias entre os dois ativos chegou a 0,6, o maior nível desde janeiro de 2025. O ouro, por sua vez, já acumula valorização superior a 9% em agosto, puxado pelo retorno de dinheiro para ETFs e pela procura maior por proteção. Se essa procura por ativos escassos continuar, o Bitcoin também pode acabar pegando carona nesse movimento. Stablecoins avançam nos pagamentos Enquanto o preço do Bitcoin fica de lado, as stablecoins seguem ganhando espaço no setor de pagamentos. Em julho, o volume mensal de gastos feitos com cartões vinculados a stablecoins cresceu 16% e bateu o recorde de US$ 1,03 bilhão. Foram mais de 10 milhões de compras realizadas durante o mês. Na comparação com 12 meses atrás, o crescimento já passa de 200%. Um dos exemplos é a Jupiter, que vem ampliando pagamentos por QR Code em mais de 60 países. Atualmente, aproximadamente 68% do volume da empresa vem de fora dos Estados Unidos. Para ter uma ideia do tamanho dessa expansão, há três anos o mercado movimentava perto de US$ 1 milhão por mês. Agora, a expectativa é ultrapassar US$ 1,5 bilhão mensais até o fim deste ano. Chainlink ganha destaque com avanço da tokenização No mercado de tokenização, a Chainlink também entrou no radar. O banco Standard Chartered começou a acompanhar o projeto com preço-alvo de US$ 200 para o token LINK até 2030. Esse valor representa cerca de 22,5 vezes o preço atual do ativo. A aposta do banco não está apenas na valorização do token. A tese considera principalmente o crescimento da tokenização, processo que transforma ativos financeiros tradicionais em tokens que podem ser negociados em redes blockchain. Com a expansão desse mercado, aumenta também a necessidade de informações confiáveis e de sistemas capazes de conectar diferentes blockchains. É justamente nesse ponto que a Chainlink atua, funcionando como um oráculo que leva dados do mundo real, como preços e taxas, para os protocolos. Segundo a análise, o mercado de ativos tokenizados pode sair dos atuais US$ 340 bilhões e alcançar US$ 4 trilhões até 2028. A Chainlink já movimenta e protege mais de US$ 110 bilhões em valor e tem participação importante em áreas como DeFi, Ethereum e integração entre diferentes redes por meio do CCIP. Mercado espera pelo próximo sinal Agora, é esperar o CPI americano para ver onde o mercado vai desembocar. Um resultado acima das expectativas pode aumentar a pressão sobre o Bitcoin e colocar a média móvel de 200 semanas em risco. Por outro lado, uma inflação mais baixa pode dar novo ânimo aos compradores e ajudar o BTC a buscar a resistência entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. Em outras palavras, o mercado está quietinho por enquanto, mas o CPI pode ser o empurrão que faltava para o Bitcoin finalmente escolher um rumo.
Bradesco mengumumkan peluncuran layanan yang ditujukan untuk kustodi institusional aset kripto
Bradesco akhirnya masuk ke kustodi aset kripto dan memperluas kehadirannya di pasar kripto Bradesco mengambil langkah lain di pasar aset digital. Pada Rabu ini (12), bank mengumumkan bahwa mereka mulai menawarkan solusi kustodi institusional untuk kriptoaset, yang dirancang untuk menjaga dan mengelola mata uang digital, stablecoin, serta aset tokenisasi lainnya. Inisiatif ini hadir pada saat pasar kripto semakin mendapat momentum dan menarik semakin banyak investor institusional serta perusahaan. Dengan demikian, kebutuhan akan struktur yang lebih profesional dan aman untuk mengelola aset-aset tersebut juga meningkat.
Binance amplia lista de monitoramento e retira 7 pares de negociação
Binance coloca 5 criptomoedas em monitoramento; tokens chegam a cair 20% A Binance, uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo, anunciou nesta terça-feira (11) uma nova atualização em sua plataforma. A exchange colocou cinco criptomoedas na chamada lista de monitoramento, e os ativos já registravam fortes quedas no mercado, chegando a uma desvalorização de 20%. Com a mudança, a lista passa a reunir 37 criptomoedas. Esses projetos ficam sob uma análise mais cuidadosa da corretora e, dependendo da evolução de cada um, podem até deixar de ser negociados na plataforma. Em outro comunicado, a Binance também informou que vai retirar sete pares de negociação do mercado spot. Nesse caso, o impacto costuma ser menor, e os ativos envolvidos não sofreram uma pressão de queda tão forte quanto as criptomoedas adicionadas à lista de monitoramento. Cinco criptomoedas entram na lista de monitoramento da Binance A Binance não detalhou, de forma individual, o motivo que levou cada um dos cinco projetos a entrar na lista. A corretora, porém, explicou que utiliza diversos critérios para avaliar os ativos disponíveis em sua plataforma. Entre os pontos analisados estão o comprometimento da equipe responsável pelo projeto, a qualidade e o ritmo do desenvolvimento, volume de negociação, liquidez, segurança da rede e a qualidade da comunicação pública, entre outros fatores. Os cinco tokens adicionados à lista de monitoramento são: - Moonbeam (GLMR) - ICON (ICX) - Moonriver (MOVR) - SuperRare (RARE) - Sophon (SOPH) No mercado, a reação não foi das melhores. O SOPH recuava 5,1%, enquanto o RARE registrava queda de 9,1%. Já o GLMR perdia 10,9% e o ICX apresentava desvalorização de 10,1%. Quem mais sentia o baque era o Moonriver (MOVR), que acumulava uma queda de aproximadamente 20% nas últimas 24 horas. O que significa estar na lista de monitoramento? Na prática, entrar nessa lista é um sinal de atenção para quem possui esses tokens. A Binance acompanha esses projetos mais de perto e realiza avaliações periódicas para verificar se eles continuam cumprindo os requisitos necessários para permanecer listados na plataforma. A própria corretora alerta que os tokens identificados com a Tag de Monitoramento apresentam maior volatilidade e riscos considerados significativamente superiores aos de outros ativos disponíveis na exchange. Isso não significa que a remoção vai acontecer de imediato. Porém, existe a possibilidade de o token deixar de atender aos critérios de listagem da Binance e, nesse caso, acabar sendo retirado da plataforma. Então, para o investidor, fica aquele velho conselho: é bom ficar de olho. A entrada na lista de monitoramento não garante uma futura remoção, mas aumenta a necessidade de acompanhar de perto os próximos comunicados da corretora e o desempenho de cada projeto. Binance vai retirar sete pares de negociação do mercado spot Em um segundo comunicado, a Binance informou que vai retirar sete pares de negociação do mercado spot na próxima sexta-feira (14). Segundo a corretora, a decisão veio depois de uma avaliação que levou em conta vários fatores, principalmente o baixo volume de negociações e a pouca liquidez desses pares. Os pares que serão removidos são: - APT/BTC - AR/BTC - A/USDC - BTTC/TRY - CYBER/USDC - LPT/BTC - WAL/FDUSD A Binance ressaltou que a retirada desses pares não significa que os respectivos tokens serão excluídos da plataforma. Ou seja, os usuários ainda poderão negociar os ativos envolvidos por meio de outros pares que continuarem disponíveis na Binance Spot. «“A remoção de um par de negociação à vista não afeta a disponibilidade dos tokens na Binance Spot.”» Na prática, a mudança atinge somente as combinações específicas que serão retiradas do mercado spot. Os ativos-base e os ativos de cotação continuam disponíveis para negociação em outros pares, quando houver suporte na plataforma. Os projetos relacionados aos pares removidos também registram quedas no mercado, mas de forma mais moderada. Nesse caso, o movimento parece acompanhar, em boa parte, as oscilações observadas em criptomoedas maiores, como Bitcoin e Ethereum. Para quem possui algum desses ativos, portanto, não é caso de sair correndo para vender. O mais importante é conferir quais outros pares continuam disponíveis na Binance e acompanhar os próximos comunicados da corretora.
Bitcoin hari ini: BTC turun ke US$ 64 ribu di bawah tekanan ETF dan penjualan Strategy
Bitcoin kembali diperdagangkan melemah pada Selasa ini, dengan BTC turun ke kisaran US$ 64 ribu. Pergerakan ini terjadi di tengah tekanan jual di pasar, termasuk keluarnya dana dari ETF Bitcoin dan penjualan baru yang dilakukan oleh Strategy. Kombinasi faktor-faktor tersebut meningkatkan kehati-hatian di kalangan investor dan membuat pasar kripto kembali berada di bawah tekanan. Strategy menjual 1.690 BTC dengan nilai sekitar US$ 108,6 juta pekan lalu, menandai penurunan posisi Bitcoin mereka sekali lagi.
Strategy retoma as vendas e movimenta US$ 109 milhões em Bitcoin
Strategy vende Bitcoin e levanta US$ 109 milhões para recomprar ações A Strategy, empresa de tesouraria liderada por Michael Saylor e conhecida pela forte aposta em Bitcoin, voltou a vender parte de suas reservas. Na semana encerrada em 9 de agosto, a companhia se desfez de 1.690 BTC por aproximadamente US$ 108,6 milhões, conforme documento 8-K apresentado nesta segunda-feira (10). Com a operação, a quantidade de Bitcoin guardada pela empresa caiu de 842.138 BTC para 840.447 BTC. As moedas foram negociadas por uma média de US$ 64.262 cada, já descontadas as taxas. O custo total da posição em Bitcoin da Strategy agora está em US$ 63,36 bilhões. Isso representa um preço médio de US$ 75.385 por BTC, cerca de US$ 11.123 acima do valor médio obtido na venda desta semana. E o dinheiro não ficou parado, não. Todo o valor levantado com a venda foi usado para recomprar ações preferenciais. Ao todo, a empresa adquiriu 1.152.020 ações STRC por US$ 108,6 milhões, exatamente o mesmo montante obtido com a venda dos Bitcoins. Essa foi a terceira recompra realizada dentro do programa de até US$ 1 bilhão anunciado pela Strategy em 29 de junho. Depois da operação, ainda restam US$ 785,2 milhões disponíveis para novas recompras. Na semana anterior, a estratégia tinha sido um pouco diferente: metade dos recursos obtidos com as operações envolvendo Bitcoin foi destinada ao pagamento de dividendos preferenciais, enquanto a outra metade, cerca de US$ 81 milhões, foi usada para recomprar ações. Venda de ações também ganha força A maior movimentação da semana, porém, aconteceu no mercado de ações. A Strategy vendeu 6.585.682 ações ordinárias e levantou US$ 653,1 milhões líquidos. O volume foi mais que o dobro das 3.011.361 ações vendidas na semana anterior. Dos recursos, US$ 650 milhões foram direcionados para a chamada reserva em dólar, enquanto aproximadamente US$ 3,1 milhões ficaram em caixa. Com isso, essa reserva chegou a US$ 4,65 bilhões em 9 de agosto, contra US$ 4 bilhões registrados anteriormente. Strategy muda antiga estratégia de “nunca vender” A venda recente também chama atenção porque representa mais um passo na mudança de postura da Strategy. Por muito tempo, a empresa manteve a ideia de “nunca vender” seus Bitcoins. Isso mudou no fim de maio, quando foram vendidos 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões para ajudar no financiamento de distribuições preferenciais. Foi a primeira venda da companhia desde dezembro de 2022. Em junho, a Strategy apresentou uma nova estrutura de capital que passou a definir em quais situações poderia vender Bitcoin, estabelecendo uma capacidade de desinvestimento de até US$ 1,25 bilhão. Com a operação desta semana, a empresa já utilizou aproximadamente US$ 429 milhões desse limite. O cálculo considera cerca de US$ 216 milhões vendidos em julho e US$ 104,7 milhões na semana anterior, sem incluir os 32 BTC vendidos antes da criação dessa nova estrutura. Empresa segura novas compras de Bitcoin Por enquanto, a Strategy não compra Bitcoin desde junho. A empresa vem reforçando sua reserva em dólares para ter recursos suficientes para cumprir suas obrigações anuais, que incluem cerca de US$ 1,76 bilhão em pagamentos de dividendos. A maior parte desse dinheiro vem sendo levantada por meio da venda de ações. Com as últimas operações, a empresa está com 6.916 BTC a menos do que no pico de 847.363 BTC alcançado em junho. A redução equivale a aproximadamente 0,8% da reserva máxima. Enquanto isso, o Bitcoin era negociado nesta segunda-feira perto dos US$ 65 mil, com uma alta de aproximadamente 0,2% no dia, segundo dados do CoinGecko. Nesse preço, toda a reserva de Bitcoin da Strategy vale algo próximo de US$ 54,6 bilhões. O valor fica abaixo dos US$ 63,36 bilhões que a companhia informa ter desembolsado para adquirir esses ativos. Nova métrica para os investidores A Strategy também mudou recentemente a forma de apresentar seus principais indicadores aos investidores. Desde julho, a companhia passou a dar mais destaque ao chamado “valor líquido de Bitcoin por ação”. A métrica busca mostrar quanto dos ativos em Bitcoin efetivamente sobra para os acionistas ordinários depois de descontadas as dívidas e os direitos dos acionistas preferenciais. No fim das contas, a Strategy continua mantendo uma das maiores reservas corporativas de Bitcoin do mundo, mas agora vem adotando uma postura mais flexível: vende parte das moedas quando necessário, reforça o caixa e utiliza os recursos para administrar sua estrutura financeira.
BTC volta a ganhar impulso e bate US$ 65 mil com fluxo robusto nos ETFs
Bitcoin hoje: BTC ronda os US$ 65 mil e ganha força com ETFs e busca por ativos de proteção O Bitcoin começou esta segunda-feira (10) sendo negociado perto dos US$ 65 mil, o equivalente a aproximadamente R$ 330,9 mil. Nas últimas 24 horas, a criptomoeda registra alta de 0,2%, enquanto, na última semana, a valorização chega a 3,9%. O BTC voltou a encostar numa região importante de resistência, entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. Além disso, continua acima da média móvel simples de 200 semanas, que atualmente está perto dos US$ 64 mil. Esse indicador costuma ser acompanhado pelos investidores para avaliar o comportamento do Bitcoin no longo prazo. A recuperação recente do Bitcoin tem sido sustentada principalmente por três fatores: o dinheiro que continua entrando nos ETFs à vista de Bitcoin, a melhora no apetite dos investidores por ativos de maior risco e a aproximação cada vez maior do comportamento do BTC com o ouro. Para o Bitcoin embalar de vez, seria importante conseguir superar a faixa entre US$ 65 mil e US$ 67 mil e, de preferência, continuar recebendo novos recursos por meio dos ETFs. ETFs voltam a dar uma força para o mercado Entre os dias 3 e 10 de agosto, os ETFs à vista de Bitcoin dos Estados Unidos registraram aproximadamente US$ 853,5 milhões em entradas líquidas. Foi a maior captação semanal desde meados de abril e também a terceira melhor semana de 2026. O número mostra que os investidores institucionais voltaram a demonstrar interesse pelo Bitcoin justamente num momento em que o preço está testando uma região importante do ponto de vista técnico. E não foi só o Bitcoin que recebeu dinheiro novo, não. O Ethereum também teve uma semana positiva. Os ETFs à vista de ETH registraram cerca de US$ 245 milhões em entradas, também o melhor resultado desde abril. Isso mostra que o interesse dos investidores está se espalhando por outras criptomoedas e não ficou concentrado apenas no Bitcoin. Bitcoin começa a se aproximar do comportamento do ouro Outro ponto que chamou a atenção foi a correlação entre o Bitcoin e o ouro. Nos últimos 30 dias, essa relação chegou a 0,57, o maior nível desde o começo de janeiro de 2025. De maneira simples, quanto mais esse número se aproxima de 1, maior é a tendência de os dois ativos caminharem na mesma direção. Quando fica perto de 0, essa relação é bem menor. Esse movimento acontece num momento em que investidores procuram ativos considerados escassos e capazes de preservar valor, principalmente diante das preocupações com a situação fiscal dos Estados Unidos. Os juros dos títulos do Tesouro americano de 10 anos voltaram para 4,66%, maior nível desde janeiro de 2025. Em março, esses juros chegaram a ficar abaixo dos 4%. Quando fica mais caro para o governo americano financiar sua dívida, o mercado costuma prestar mais atenção a ativos como ouro e Bitcoin, que são vistos por parte dos investidores como alternativas de reserva de valor. O ouro, por sua vez, acumula alta de aproximadamente 7,3% no mês e está sendo negociado perto dos US$ 4.336. A valorização vem sendo ajudada pela entrada de recursos nos ETFs de ouro e pelas compras realizadas por bancos centrais, principalmente a China. CPI e PPI podem mexer bastante com o Bitcoin nesta semana Agora, o mercado já está de olho nos próximos dados econômicos dos Estados Unidos. O grande destaque da semana será o CPI de julho, índice que acompanha a inflação ao consumidor americano. O resultado será divulgado na quarta-feira (12). A expectativa é de que o núcleo da inflação desacelere de 2,6% para 2,5% em 12 meses. Já a inflação cheia pode recuar de 3,5% para 3,4%. O dado ganhou ainda mais importância depois do payroll divulgado na sexta-feira (7). O relatório mostrou 23 mil demissões líquidas, enquanto o mercado esperava a criação de aproximadamente 85 mil empregos. Se a inflação vier abaixo do esperado, pode diminuir a pressão sobre o Federal Reserve para manter uma política monetária mais apertada. E isso, geralmente, é visto como um cenário favorável para ativos de risco, incluindo as criptomoedas. Na quinta-feira (13), será a vez do PPI, índice que mede a inflação ao produtor. O indicador também será acompanhado de perto porque pode dar pistas sobre possíveis pressões futuras nos preços ao consumidor. Se CPI e PPI vierem acima do esperado, o Bitcoin pode encontrar mais dificuldade para superar os US$ 67 mil. Agora, se os números vierem mais comportados, pode dar aquele gás que o mercado está esperando para o BTC tentar romper essa resistência e buscar níveis mais altos. $ETH
Baleias de XRP e Bitcoin aumentam suas compras: será que o mercado de baixa está chegando ao fim?
Baleias de Bitcoin, Ethereum e XRP aumentam posições; será que o mercado de baixa está chegando ao fim? As grandes baleias do mercado de criptomoedas parecem estar aproveitando os preços mais baixos para aumentar suas posições em ativos como Bitcoin, Ethereum e XRP. É o que aponta uma análise da CryptoQuant. Segundo Julio Moreno, responsável pela área de pesquisa da empresa, os maiores investidores desses criptoativos vêm aumentando seus estoques justamente enquanto os preços se aproximam — ou até ficam abaixo — do custo médio pelo qual esses investidores compraram seus ativos. De acordo com Moreno, esse movimento ajuda a reduzir a pressão de venda e pode ser compatível com aquela fase final de um ciclo de baixa. Traduzindo para o bom e velho mineirês: pode ser que o mercado esteja chegando perto de uma região de fundo. Mas calma lá, porque ainda não dá pra bater o martelo dizendo que a virada já aconteceu. E o XRP, como fica nessa história? No caso do XRP, a CryptoQuant observou que o tamanho das ordens no mercado à vista continua mostrando participação de grandes baleias. Isso acontece mesmo com o token permanecendo na faixa de US$ 1,00 a US$ 1,20 e com uma capitalização de mercado girando em torno de US$ 66 bilhões. Por outro lado, o delta de volume cumulativo do tomador em 90 dias, indicador que ajuda a medir a força das compras e vendas agressivas, acabou ficando praticamente neutro. Segundo a análise, a presença de grandes ordens de compra, combinada com uma pressão de compra e venda relativamente equilibrada, aponta para uma acumulação mais tranquila. Ou seja, o pessoal grande não parece estar correndo para vender tudo, mas também ainda não começou aquela comprança forte capaz de empurrar o preço para cima de maneira consistente. É uma situação que combina com um padrão que vem sendo observado no mercado. A queda do Bitcoin tem sido relativamente moderada, e analistas continuam discutindo se o fundo do ciclo já pode ter sido formado. O que os gráficos do XRP estão mostrando? Na análise apresentada, o XRP era negociado a US$ 1,04, registrando uma alta de aproximadamente 0,5% no dia. O gráfico diário também sugere um cenário mais parecido com formação de uma base do que com um novo desabamento dos preços. A média móvel exponencial de 50 dias permanece abaixo da média de 200 dias, formando o chamado “cruzamento da morte”, um sinal tradicionalmente associado a uma tendência de baixa. O preço também permanece abaixo dessas médias, indicando que, apesar da possível acumulação das baleias, a tendência de queda ainda não foi oficialmente deixada para trás. O RSI estava em 39,5, abaixo da região de 50 pontos que costuma separar um cenário de maior força compradora de outro mais pressionado pelos vendedores. O indicador também se aproximava da região de sobrevenda, localizada em 30, mas ainda sem entrar nela. Já o ADX estava em 10,4. Esse número indica que o mercado não apresentava uma tendência forte naquele momento, com o preço mais preso numa movimentação lateral. O chamado “squeeze momentum” também permanecia desativado e com impulso negativo, sinalizando uma situação de volatilidade comprimida, sem uma expansão clara do movimento. XRP pode estar formando um fundo? O cenário apresentado lembra uma formação de base em estágio mais avançado. Em bom português: o preço vem ficando de lado por bastante tempo, sem conseguir engrenar uma recuperação mais forte, mas também sem despencar de vez. O XRP saiu de aproximadamente US$ 2,20 no começo de 2026 e passou a negociar durante um longo período próximo da região de US$ 1. Os dados de blockchain e o comportamento do gráfico apontam para uma situação parecida: as baleias parecem estar acumulando aos poucos, em vez de simplesmente abandonarem suas posições. Mas aqui vale aquele velho “devagar com o andor, que o santo é de barro”. A acumulação, sozinha, ainda não confirma uma reversão da tendência. Com o XRP abaixo do cruzamento da morte e o impulso permanecendo negativo, ainda falta um sinal mais convincente de mudança. Um fechamento diário acima da média móvel exponencial de 200 dias, localizada na região de US$ 1,12 segundo a análise, poderia ser um dos primeiros sinais de que essa acumulação começou a produzir resultado. E os próximos níveis? Na análise apresentada, a região de US$ 1,04 aparece como suporte imediato, funcionando como parte inferior da atual zona de formação de base. Caso esse suporte seja perdido de maneira consistente, os próximos níveis citados ficam próximos de US$ 0,9167 e US$ 0,8358. Do lado de cima, a primeira resistência importante aparece na região de US$ 1,1145, baseada no nível de Fibonacci mencionado na análise. Já uma barreira mais forte aparece perto de US$ 1,60. Então, por enquanto, o cenário é de atenção: as baleias parecem estar acumulando, o preço está tentando formar uma base, mas ainda não apareceu aquele sinal definitivo dizendo que a maré virou. Uai, pode ser que o mercado esteja preparando uma recuperação — mas, até os gráficos confirmarem, é melhor não cantar vitória antes da hora.
Senat AS Menunda Pemungutan Suara Clarity Act; Peluang Disetujui pada 2026 Turun ke 13%
Senat Amerika Serikat tidak akan membahas Clarity Act sebelum libur bulan Agustus. Dengan demikian, usulan yang bertujuan menciptakan aturan federal untuk pasar mata uang kripto dijadwalkan pada bulan September, tepatnya pada pekan-pekan terakhir sebelum kampanye pemilu paruh waktu mendominasi agenda Kongres. Pada malam Kamis (6), pemimpin mayoritas di Senat, anggota Partai Republik John Thune, mengonfirmasi penundaan tersebut. Menurutnya, para demokrat masih menolak pengesahan rancangan undang-undang itu. Thune juga menyatakan bahwa ia terus bekerja bersama para penyusun usulan dan memuji kinerja Senator Cynthia Lummis, dengan mengatakan bahwa naskah tersebut akan kembali masuk agenda begitu Senat kembali bekerja setelah masa reses.
Putin menyetujui undang-undang pertama Rusia yang ditujukan untuk kripto
Presiden Vladimir Putin mengesahkan, pada hari Selasa, undang-undang luas pertama Rusia yang ditujukan untuk pengaturan pasar mata uang kripto, menurut informasi yang diungkapkan oleh kantor berita negara Tass. Undang-undang baru menetapkan aturan untuk penerbitan, kustodi, pencatatan akuntansi, dan perdagangan aset digital. Selain itu, undang-undang ini membuat model yang unik untuk berfungsinya bursa (exchanges), perusahaan kustodi, pialang (broker), dan lembaga kliring (camaras de compensação). Meskipun ada kemajuan dalam regulasi, pemerintah Rusia tetap melarang penggunaan mata uang kripto sebagai alat pembayaran untuk produk dan layanan. Undang-undang tersebut juga melarang penyebaran iklan yang mendorong pembayaran menggunakan aset-aset ini.
S&P Global merilis analisis tentang stablecoin dan menyoroti risiko pada beberapa proyek
A S&P Global Ratings merilis, pada Selasa (4) lalu, sebuah laporan yang menganalisis pasar stablecoin. Studi tersebut menilai kemampuan 11 proyek untuk menjaga mata uang mereka tetap dipatok pada dolar dan euro, menyoroti perbedaan penting di antara para penerbit. Menurut agensi tersebut, lebih dari setengah stablecoin yang dianalisis menerima peringkat yang dinilai memadai atau lebih tinggi, yang menunjukkan kualitas aset cadangan yang baik dan praktik pengelolaan risiko yang konsisten. Namun, dua proyek lainnya diturunkan peringkatnya ke tingkat terendah dari skala, yang mencerminkan kondisi kerapuhan yang lebih tinggi yang diamati selama tiga kuartal terakhir. Sembilan penilaian lainnya tetap tidak berubah.
Hashdex mengakhiri ETF Bitcoin di Amerika Serikat karena kurangnya minat investor
Hashdex memutuskan untuk mengakhiri ETF Bitcoin spot yang diperdagangkan di Amerika Serikat setelah dana tersebut gagal mendapat daya tarik di kalangan investor. Saat ini, produk tersebut hanya menghimpun US$ 14,7 juta dalam aset kelolaan, nilai yang dinilai rendah untuk pasar. Menurut dokumen yang disampaikan kepada Komisi Sekuritas dan Bursa Efek Amerika Serikat (SEC) pada Senin pekan lalu (3), ETF yang diperdagangkan di bursa NYSE Arca dengan kode DEFI akan menghentikan perdagangannya pada 17 Agustus. Setelah tanggal tersebut, dana akan dikeluarkan dari bursa.
Regulasi kripto: perusahaan meminta Bank Sentral transisi yang lebih panjang
Entitas pasar kripto meminta kepada Bank Sentral tambahan 120 hari untuk penyesuaian terhadap aturan baru Tiga asosiasi penting yang mewakili sektor aset virtual di Brasil — ABToken, ABFintechs, dan Zetta — mengirimkan permintaan resmi kepada Bank Sentral untuk memperpanjang masa transisi yang ditetapkan oleh Resolusi BCB No. 520/2025 selama 120 hari. Permohonan ini bertujuan memperpanjang kalender yang saat ini berakhir pada 30 Oktober 2026, memberikan lebih banyak waktu agar Perusahaan Penyelenggara Jasa Aset Virtual (SPSAVs) menyelesaikan proses penyesuaian, mengajukan permohonan otorisasi, dan memenuhi persyaratan regulasi baru.
Tanggung jawab pidana pengendali PSAV akan menjadi tema siaran langsung pada Kamis ini
Sebelum berlakunya aturan baru untuk pasar aset virtual, banyak topik terkait tanggung jawab para pengelola masih menimbulkan keraguan. Kini, skenario tersebut akan dibahas dalam siaran langsung yang diselenggarakan oleh ABToken, pada Kamis, 6 Agustus, pukul 18.00, dengan fokus pada tanggung jawab pidana pengendali dan administrator penyedia layanan aset virtual (PSAV). Pertemuan ini akan dihadiri oleh pengacara pidana Marina Brecht, pendiri Brecht & Ribeiro Advogados, serta Paulo Portuguez, pakar regulasi perbankan dan penasihat hukum ABToken.
CVM menggelar pertemuan Kelompok Kerja Tokenisasi dengan perwakilan pasar
Komisi Sekuritas dan Efek (CVM) menggelar, pada Jumat lalu (31), pertemuan perdana dengan perwakilan dari berbagai institusi di pasar keuangan untuk membahas langkah-langkah berikutnya terkait tokenisasi di Brasil. Dalam rapat tersebut, Kelompok Kerja Tokenisasi (GTT) membahas cara untuk mendorong inovasi di pasar modal tanpa mengesampingkan kepastian hukum dan perlindungan bagi investor. Menurut José Alexandre Vasco, kepala pengembangan dan modernisasi kelembagaan di CVM serta koordinator kelompok tersebut, momen ini merupakan peluang besar untuk kemajuan sektor ini.
Lebih dari 700 ribu orang Brasil menyimpan kripto yang tidak bergerak di bursa; cek apakah Anda ada di daftar
Sebuah laporan dari MB | Mercado Bitcoin mengungkapkan bahwa lebih dari 700 ribu orang Brasil memiliki kripto yang menganggur di rekening tanpa aktivitas setidaknya selama satu tahun. Secara keseluruhan, para investor ini mengumpulkan sekitar R$ 320 juta dalam aset yang terlupakan di platform. Meski dengan penurunan nilai Bitcoin yang baru-baru ini terjadi, kelompok tersebut mencatat keuntungan bersih lebih dari R$ 30 juta. Untuk mendorong para pelanggan ini agar kembali berinvestasi, Mercado Bitcoin meluncurkan kampanye yang menawarkan cashback sebesar R$ 30 dalam Bitcoin bagi siapa saja yang memiliki saldo menganggur selama lebih dari 12 bulan dan melakukan investasi minimal R$ 100 pada tanggal 3 hingga 31 Agustus.
Anbima mempresentasikan studi perdana tentang AI dan kemajuan tokenisasi di Rio Innovation Week
Kecerdasan buatan sudah menjadi bagian dari rutinitas institusi keuangan, tokenisasi terus berkembang, dan keamanan siber tetap menjadi salah satu tantangan terbesar di sektor ini. Ini adalah beberapa tema utama yang akan dibahas oleh Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) selama Rio Innovation Week 2026, salah satu acara inovasi terbesar di Amerika Latin. Pada tanggal 7 Agustus, organisasi tersebut akan menyelenggarakan panggung khusus untuk mempertemukan para spesialis, eksekutif, dan perwakilan dari ekosistem inovasi dalam diskusi mengenai teknologi-teknologi yang sedang mengubah pasar keuangan dan modal.
Hack4Freedom menampilkan solusi Bitcoin yang dibuat oleh perempuan Brasil
Edisi pertama Hack4Freedom di Brasil, hackathon internasional Bitcoin yang ditujukan secara eksklusif untuk perempuan, berakhir pada 25 Juli setelah dua minggu penuh pembelajaran dan pengembangan proyek di São Paulo. Acara ini mempertemukan 26 peserta dari Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Bahia, dan Minas Gerais. Selama rangkaian acara, mereka menciptakan sembilan solusi dengan menggunakan teknologi seperti Bitcoin Core, Lightning Network, Nostr, dan Breez SDK. Kompetisi berlangsung di Casa21, kantor pusat Vinteum, organisasi nirlaba yang mendukung pelatihan dan pendanaan pengembang Bitcoin di Amerika Latin. Secara keseluruhan, lebih dari US$ 5 ribu dibagikan sebagai hadiah.