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Apple supera previsões de lucro e receita, mas ação cai. Por que?A Apple superou as previsões de lucro e receita de Wall Street no primeiro trimestre de John Ternus como CEO. Mesmo assim, as ações caíram cerca de 1% após o fechamento do pregão, porque as vendas na Grande China ficaram abaixo do esperado. A empresa teve lucro de US$ 2,10 por ação e receita de US$ 114,5 bilhões, alta de 12% sobre o ano anterior. Os analistas projetavam cerca de US$ 2,00 e US$ 113,4 bilhões. A ação fechou a US$ 338,32 na segunda-feira (2), queda de 1,83%, e recuou para US$ 335,00 depois da divulgação. Operadores de opções precificavam uma oscilação de cerca de 3,5%, segundo a Pepperstone. Desempenho da Ação da Apple (AAPL). Fonte: Yahoo Finance Onde a Apple superou e onde decepcionou? Os resultados da Apple abriram uma semana movimentada em Wall Street, em que os mercados já vinham sob pressão. Para os investidores, dois pontos pesaram mais na direção do preço. O lucro líquido subiu 12%, para US$ 30,71 bilhões. A Apple disse que reembolsos pontuais de tarifas acrescentaram US$ 0,05 ao lucro por ação. A margem bruta, a fatia das vendas que sobra depois dos custos de produção, ficou em 47,9%. O número está perto do topo da projeção da empresa, de 47% a 48%, e os reembolsos de tarifas adicionaram um ponto percentual. Os custos dos chips de memória seguem pressionando: data centers de IA estão comprando a oferta, e a SK Hynix prevê escassez de memória até 2030. Por produto e região: iPhone: receita recorde para setembro, de US$ 57,58 bilhões, alta de 17% Mac: alta de 24%, para US$ 10,79 bilhões Grande China: alta de 21%, para US$ 17,54 bilhões, mas o mercado esperava cerca de US$ 18,55 bilhões iPad e vestíveis: quedas de 10% e 8% Serviços: US$ 31,57 bilhões, em linha com a previsão Apple $AAPL Q4'26 revenue growth by segment (YoY) By product: – iPhone: +17% – Services: +10% – Mac: +24% – iPad: -10% – Wearables, Home and Accessories: -8% By region: – Americas 🇺🇸: +10% – Europe 🇪🇺: +12% – Greater China 🇨🇳: +21% – Japan 🇯🇵: -1% – Rest of Asia Pacific: +15%… — Wall St Engine (@wallstengine) November 2, 2026 “… Hoje, a Apple tem orgulho de apresentar um recorde de receita trimestral de setembro de US$ 114,5 bilhões, avanço de 12% em comparação ao ano passado, com o iPhone atingindo recorde para o período e Serviços alcançando máxima histórica, encerrando nosso melhor ano fiscal.” Por que a ação cai mesmo com bons números A maior parte da queda veio antes da divulgação. Os papéis da Apple já tinham perdido 1,83% no pregão regular de segunda, horas antes dos resultados. Os números deram argumento para os vendedores manterem a pressão. O InvestingLive chamou a Grande China de ponto fraco claro do trimestre e destacou que a frustração pode limitar novas altas. Parte da superação também vem de efeitos pontuais. Sem os US$ 0,05 do reembolso de tarifas, o lucro seria de US$ 2,05 por ação, uma vantagem menor sobre a projeção. O grande teste ainda vem. A Apple vai apresentar sua projeção para o trimestre de dezembro na teleconferência de resultados. É o primeiro trimestre com uma temporada inteira de vendas do iPhone 18 Pro nas festas de fim de ano, segundo o InvestingLive. Por que iPhones de autoridades alemãs estão em alerta? A Apple também enfrenta um alerta de segurança na Alemanha. O ministro digital Karsten Wildberger confirmou que a empresa avisou parlamentares e ministros sobre “spyware mercenário”, ferramentas de invasão geralmente vendidas a governos. BREAKING: Germany warns government officials that their iPhones may have been compromised by sophisticated spyware capable of infecting devices without users clicking anything. — Polymarket (@Polymarket) November 2, 2026 O Escritório Federal de Segurança da Informação da Alemanha (BSI) orientou as autoridades a presumir que seus dispositivos estão comprometidos. Até agora, o atacante não foi identificado, e a Apple não comentou o caso, informou a Euronews. A Apple posiciona o iPhone com foco em privacidade. Agora, investidores voltam as atenções ao trimestre de dezembro, para o qual analistas projetam lucro de US$ 2,88 por ação, segundo dados da Nasdaq. O artigo Apple supera previsões de lucro e receita, mas ação cai. Por que? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Apple supera previsões de lucro e receita, mas ação cai. Por que?

A Apple superou as previsões de lucro e receita de Wall Street no primeiro trimestre de John Ternus como CEO. Mesmo assim, as ações caíram cerca de 1% após o fechamento do pregão, porque as vendas na Grande China ficaram abaixo do esperado.
A empresa teve lucro de US$ 2,10 por ação e receita de US$ 114,5 bilhões, alta de 12% sobre o ano anterior. Os analistas projetavam cerca de US$ 2,00 e US$ 113,4 bilhões.
A ação fechou a US$ 338,32 na segunda-feira (2), queda de 1,83%, e recuou para US$ 335,00 depois da divulgação. Operadores de opções precificavam uma oscilação de cerca de 3,5%, segundo a Pepperstone.
Desempenho da Ação da Apple (AAPL). Fonte: Yahoo Finance
Onde a Apple superou e onde decepcionou?
Os resultados da Apple abriram uma semana movimentada em Wall Street, em que os mercados já vinham sob pressão. Para os investidores, dois pontos pesaram mais na direção do preço.
O lucro líquido subiu 12%, para US$ 30,71 bilhões. A Apple disse que reembolsos pontuais de tarifas acrescentaram US$ 0,05 ao lucro por ação.
A margem bruta, a fatia das vendas que sobra depois dos custos de produção, ficou em 47,9%. O número está perto do topo da projeção da empresa, de 47% a 48%, e os reembolsos de tarifas adicionaram um ponto percentual. Os custos dos chips de memória seguem pressionando: data centers de IA estão comprando a oferta, e a SK Hynix prevê escassez de memória até 2030.
Por produto e região:
iPhone: receita recorde para setembro, de US$ 57,58 bilhões, alta de 17%
Mac: alta de 24%, para US$ 10,79 bilhões
Grande China: alta de 21%, para US$ 17,54 bilhões, mas o mercado esperava cerca de US$ 18,55 bilhões
iPad e vestíveis: quedas de 10% e 8%
Serviços: US$ 31,57 bilhões, em linha com a previsão
Apple $AAPL Q4'26 revenue growth by segment (YoY)
By product:
– iPhone: +17%
– Services: +10%
– Mac: +24%
– iPad: -10%
– Wearables, Home and Accessories: -8%
By region:
– Americas 🇺🇸: +10%
– Europe 🇪🇺: +12%
– Greater China 🇨🇳: +21%
– Japan 🇯🇵: -1%
– Rest of Asia Pacific: +15%…
— Wall St Engine (@wallstengine) November 2, 2026
“… Hoje, a Apple tem orgulho de apresentar um recorde de receita trimestral de setembro de US$ 114,5 bilhões, avanço de 12% em comparação ao ano passado, com o iPhone atingindo recorde para o período e Serviços alcançando máxima histórica, encerrando nosso melhor ano fiscal.”
Por que a ação cai mesmo com bons números
A maior parte da queda veio antes da divulgação. Os papéis da Apple já tinham perdido 1,83% no pregão regular de segunda, horas antes dos resultados.
Os números deram argumento para os vendedores manterem a pressão. O InvestingLive chamou a Grande China de ponto fraco claro do trimestre e destacou que a frustração pode limitar novas altas.
Parte da superação também vem de efeitos pontuais. Sem os US$ 0,05 do reembolso de tarifas, o lucro seria de US$ 2,05 por ação, uma vantagem menor sobre a projeção.
O grande teste ainda vem. A Apple vai apresentar sua projeção para o trimestre de dezembro na teleconferência de resultados. É o primeiro trimestre com uma temporada inteira de vendas do iPhone 18 Pro nas festas de fim de ano, segundo o InvestingLive.
Por que iPhones de autoridades alemãs estão em alerta?
A Apple também enfrenta um alerta de segurança na Alemanha. O ministro digital Karsten Wildberger confirmou que a empresa avisou parlamentares e ministros sobre “spyware mercenário”, ferramentas de invasão geralmente vendidas a governos.
BREAKING: Germany warns government officials that their iPhones may have been compromised by sophisticated spyware capable of infecting devices without users clicking anything.
— Polymarket (@Polymarket) November 2, 2026
O Escritório Federal de Segurança da Informação da Alemanha (BSI) orientou as autoridades a presumir que seus dispositivos estão comprometidos. Até agora, o atacante não foi identificado, e a Apple não comentou o caso, informou a Euronews.
A Apple posiciona o iPhone com foco em privacidade. Agora, investidores voltam as atenções ao trimestre de dezembro, para o qual analistas projetam lucro de US$ 2,88 por ação, segundo dados da Nasdaq.
O artigo Apple supera previsões de lucro e receita, mas ação cai. Por que? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Coreia do Norte nega ataque à Binance e afirma que investigação do FBI é fabricadaKim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un, classificou a investigação do FBI sobre o ataque hacker de US$ 6,3 bilhões à Binance como “provocação política”. A agência Yonhap News informou as declarações dela na terça-feira (3). Ela disse ainda que Pyongyang está “acompanhando de perto” a situação. Horas antes, a agência estatal KCNA havia chamado as acusações de roubo de “fabricação”, segundo a Reuters. Enquanto isso, órgãos dos Estados Unidos continuam pedindo que as exchanges bloqueiem carteiras ligadas aos fundos desviados. Os detalhes da investigação do FBI Os invasores drenaram a Binance, a maior exchange de cripto do mundo, em 29 de outubro. Pesquisadores de segurança classificam o caso como o maior roubo de cripto já registrado. Em 31 de outubro, o FBI responsabilizou o grupo TraderTraitor, ligado ao roubo de US$ 1,5 bilhão na Bybit em fevereiro de 2025. O FBI disse que os invasores converteram a maior parte dos ativos roubados em Ethereum (ETH). O órgão divulgou endereços de carteiras associadas ao crime e recomendou que empresas de cripto recusem transações vindas dessas contas. Empresas de análise de blockchain, como a TRM Labs e a Chainalysis, também ligaram o ataque à Coreia do Norte. A investigação detalhada sobre o ataque hacker à Binance mostra como os fundos foram retirados da exchange. O que diz Donald Trump? Até agora, a conta ficou com a própria exchange. A Binance retomou as retiradas de cripto depois de dizer que cobriu cerca de 95% das perdas dos clientes com suas reservas. Em Washington, as declarações foram cautelosas. Em um evento em Mar-a-Lago, no sábado (31), o presidente Donald Trump minimizou o incidente. “Não estou preocupado. Estamos apurando o caso”, disse. Ele acrescentou que os EUA ainda não sabem se a Coreia do Norte está por trás do ataque. Não havia registro de resposta do governo americano às declarações de Kim até o momento desta reportagem. O próximo desafio é saber se as exchanges conseguem congelar os fundos antes que eles sejam sacados. A linha do tempo do recente ataque hacker à Bitget mostrou a rapidez com que suspeitos norte-coreanos movimentam os recursos. O artigo Coreia do Norte nega ataque à Binance e afirma que investigação do FBI é fabricada foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Coreia do Norte nega ataque à Binance e afirma que investigação do FBI é fabricada

Kim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un, classificou a investigação do FBI sobre o ataque hacker de US$ 6,3 bilhões à Binance como “provocação política”. A agência Yonhap News informou as declarações dela na terça-feira (3).
Ela disse ainda que Pyongyang está “acompanhando de perto” a situação. Horas antes, a agência estatal KCNA havia chamado as acusações de roubo de “fabricação”, segundo a Reuters.
Enquanto isso, órgãos dos Estados Unidos continuam pedindo que as exchanges bloqueiem carteiras ligadas aos fundos desviados.
Os detalhes da investigação do FBI
Os invasores drenaram a Binance, a maior exchange de cripto do mundo, em 29 de outubro. Pesquisadores de segurança classificam o caso como o maior roubo de cripto já registrado.
Em 31 de outubro, o FBI responsabilizou o grupo TraderTraitor, ligado ao roubo de US$ 1,5 bilhão na Bybit em fevereiro de 2025.
O FBI disse que os invasores converteram a maior parte dos ativos roubados em Ethereum (ETH). O órgão divulgou endereços de carteiras associadas ao crime e recomendou que empresas de cripto recusem transações vindas dessas contas.
Empresas de análise de blockchain, como a TRM Labs e a Chainalysis, também ligaram o ataque à Coreia do Norte. A investigação detalhada sobre o ataque hacker à Binance mostra como os fundos foram retirados da exchange.
O que diz Donald Trump?
Até agora, a conta ficou com a própria exchange. A Binance retomou as retiradas de cripto depois de dizer que cobriu cerca de 95% das perdas dos clientes com suas reservas.
Em Washington, as declarações foram cautelosas. Em um evento em Mar-a-Lago, no sábado (31), o presidente Donald Trump minimizou o incidente.
“Não estou preocupado. Estamos apurando o caso”, disse.
Ele acrescentou que os EUA ainda não sabem se a Coreia do Norte está por trás do ataque. Não havia registro de resposta do governo americano às declarações de Kim até o momento desta reportagem.
O próximo desafio é saber se as exchanges conseguem congelar os fundos antes que eles sejam sacados. A linha do tempo do recente ataque hacker à Bitget mostrou a rapidez com que suspeitos norte-coreanos movimentam os recursos.
O artigo Coreia do Norte nega ataque à Binance e afirma que investigação do FBI é fabricada foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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KAST cancela o token e a comunidade se revolta cortando cartõesA fintech de cartão com stablecoin KAST anunciou nesta segunda-feira (2) que não fará o lançamento do seu token, o chamado Token Generation Event (TGE). Os KAST Points acumulados serão convertidos em “KAST Pioneer Units” (KPUs). A reação da comunidade foi imediata e dura: usuários acusam a empresa de quebrar expectativas, e já circulam vídeos de pessoas cortando os cartões Visa da KAST. O que muda na prática Segundo o FAQ oficial da empresa e o pronunciamento do CEO, Raagulan Pathy: O acúmulo de pontos termina em 30 de novembro de 2026 Na primeira semana de dezembro, os pontos elegíveis serão convertidos em KPUs As KPUs são emitidas por uma SPV (special purpose vehicle) ligada à KAST Não são tokens nem ações, e não dão direito a voto nem a propriedade São intransferíveis e não podem ser negociadas Não há valor de resgate garantido Haverá “eventos periódicos de cash-out”, mas a empresa não pode prometer valores, datas ou se o valor sobe ou desce Os usuários precisam aceitar a conversão no app, em um prazo ainda a definir em dezembro, e quem não aceitar perde as unidades Quem não for elegível para as KPUs receberá vouchers de gasto no cartão. A defesa do CEO Pathy publicou um longo post explicando a decisão. Os pontos principais: A estrutura custou milhões de dólares em consultoria jurídica de primeira linha e em pareceres de dezenas de países “Nenhum projeto de cartão crypto ou neobank na história entregou um token que não tenha desabado.” Sem token, fundadores e investidores ficam “trancados” no equity, e ele diz que só comprou ações e nunca vendeu A ambição da empresa é chegar a uma valuation de US$ 100 bilhões, e um token, segundo ele, seria contraproducente On the email users got, about converting points for KAST Pioneer Units. Let me say this, and then will leave it for you to absorb. —- First – We are super limited in the language we can use, because of country-by-country rules. Use that for context, in what we released.… — raagulanpathy (@raagulanpathy) November 2, 2026 A mensagem final foi direta: “Acreditamos que as KAST Pioneer Units serão o melhor resultado de longo prazo. O tempo será nosso testemunho.” A revolta da comunidade A percepção dominante entre os usuários é de que a empresa prometeu uma coisa e entregou outra. Em comunicações anteriores, de 2024 e 2025, a própria KAST falava em “1 ponto = 1 futuro token”, em airdrop, em TGE previsto para 2026 e em 35% do supply reservado à comunidade. Em julho de 2026, a empresa já havia sinalizado que deixaria o modelo de token em favor de algo “equity-linked”. A confirmação definitiva, em 2 de novembro, com unidades sem qualquer direito societário e sem liquidez, foi a gota d’água. Dia de jogar o lixo fora @KASTxyz @kastbrasil 🗑 Marque um amigo nos comentários que deve jogar a #Kast no lixo também. Bora mostrar para o projeto como estamos contentes com as novidades! 🔥 pic.twitter.com/UB7kPLgy8t — victor__alfa (@victor__alfa) November 2, 2026 No Brasil, o analista e ex-promotor do projeto Victor Alfa publicou um vídeo cortando o cartão KAST ao meio, com a legenda “Dia de jogar o lixo fora”, e pediu que a comunidade marcasse amigos que deveriam fazer o mesmo. Ele disse que foi um dos primeiros a trazer a KAST para o país, depois do evento Aleph/Solana, na Argentina, em 2024, e que esta é uma das “maiores decepções” que já teve no mercado. Won't be needing this anymore lol pic.twitter.com/cP0tZjuGZs — Cryo Palmar (@CryoPalmar) November 2, 2026 O contexto maior A KAST levantou US$ 80 milhões em uma Série A em março de 2026, com QED, Left Lane, Peak XV, HSG e DST. A empresa se posicionava como um dos principais neobancos de stablecoin, com mais de 1 milhão de usuários e volume anualizado na casa dos bilhões. É o mesmo mercado em que bancos e fintechs disputam a infraestrutura de dinheiro global. O caso reforça um padrão cada vez mais comum: programas de pontos usados para atrair volume e depois renegociados quando chega a hora de entregar liquidez. A diferença aqui é o tamanho da empresa e a comunicação prévia que associava os pontos a um token. O cashback em dólar e o produto Reserve, com rendimento promocional de 8% a 12%, continuam ativos. A revolta se concentra apenas na conversão dos pontos. O artigo KAST cancela o token e a comunidade se revolta cortando cartões foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

KAST cancela o token e a comunidade se revolta cortando cartões

A fintech de cartão com stablecoin KAST anunciou nesta segunda-feira (2) que não fará o lançamento do seu token, o chamado Token Generation Event (TGE). Os KAST Points acumulados serão convertidos em “KAST Pioneer Units” (KPUs). A reação da comunidade foi imediata e dura: usuários acusam a empresa de quebrar expectativas, e já circulam vídeos de pessoas cortando os cartões Visa da KAST.
O que muda na prática
Segundo o FAQ oficial da empresa e o pronunciamento do CEO, Raagulan Pathy:
O acúmulo de pontos termina em 30 de novembro de 2026
Na primeira semana de dezembro, os pontos elegíveis serão convertidos em KPUs
As KPUs são emitidas por uma SPV (special purpose vehicle) ligada à KAST
Não são tokens nem ações, e não dão direito a voto nem a propriedade
São intransferíveis e não podem ser negociadas
Não há valor de resgate garantido
Haverá “eventos periódicos de cash-out”, mas a empresa não pode prometer valores, datas ou se o valor sobe ou desce
Os usuários precisam aceitar a conversão no app, em um prazo ainda a definir em dezembro, e quem não aceitar perde as unidades
Quem não for elegível para as KPUs receberá vouchers de gasto no cartão.
A defesa do CEO
Pathy publicou um longo post explicando a decisão. Os pontos principais:
A estrutura custou milhões de dólares em consultoria jurídica de primeira linha e em pareceres de dezenas de países
“Nenhum projeto de cartão crypto ou neobank na história entregou um token que não tenha desabado.”
Sem token, fundadores e investidores ficam “trancados” no equity, e ele diz que só comprou ações e nunca vendeu
A ambição da empresa é chegar a uma valuation de US$ 100 bilhões, e um token, segundo ele, seria contraproducente
On the email users got, about converting points for KAST Pioneer Units. Let me say this, and then will leave it for you to absorb.
—-
First –
We are super limited in the language we can use, because of country-by-country rules. Use that for context, in what we released.…
— raagulanpathy (@raagulanpathy) November 2, 2026
A mensagem final foi direta: “Acreditamos que as KAST Pioneer Units serão o melhor resultado de longo prazo. O tempo será nosso testemunho.”
A revolta da comunidade
A percepção dominante entre os usuários é de que a empresa prometeu uma coisa e entregou outra. Em comunicações anteriores, de 2024 e 2025, a própria KAST falava em “1 ponto = 1 futuro token”, em airdrop, em TGE previsto para 2026 e em 35% do supply reservado à comunidade.
Em julho de 2026, a empresa já havia sinalizado que deixaria o modelo de token em favor de algo “equity-linked”. A confirmação definitiva, em 2 de novembro, com unidades sem qualquer direito societário e sem liquidez, foi a gota d’água.
Dia de jogar o lixo fora @KASTxyz @kastbrasil 🗑
Marque um amigo nos comentários que deve jogar a #Kast no lixo também. Bora mostrar para o projeto como estamos contentes com as novidades! 🔥 pic.twitter.com/UB7kPLgy8t
— victor__alfa (@victor__alfa) November 2, 2026
No Brasil, o analista e ex-promotor do projeto Victor Alfa publicou um vídeo cortando o cartão KAST ao meio, com a legenda “Dia de jogar o lixo fora”, e pediu que a comunidade marcasse amigos que deveriam fazer o mesmo. Ele disse que foi um dos primeiros a trazer a KAST para o país, depois do evento Aleph/Solana, na Argentina, em 2024, e que esta é uma das “maiores decepções” que já teve no mercado.
Won't be needing this anymore lol pic.twitter.com/cP0tZjuGZs
— Cryo Palmar (@CryoPalmar) November 2, 2026
O contexto maior
A KAST levantou US$ 80 milhões em uma Série A em março de 2026, com QED, Left Lane, Peak XV, HSG e DST. A empresa se posicionava como um dos principais neobancos de stablecoin, com mais de 1 milhão de usuários e volume anualizado na casa dos bilhões. É o mesmo mercado em que bancos e fintechs disputam a infraestrutura de dinheiro global.
O caso reforça um padrão cada vez mais comum: programas de pontos usados para atrair volume e depois renegociados quando chega a hora de entregar liquidez. A diferença aqui é o tamanho da empresa e a comunicação prévia que associava os pontos a um token.
O cashback em dólar e o produto Reserve, com rendimento promocional de 8% a 12%, continuam ativos. A revolta se concentra apenas na conversão dos pontos.
O artigo KAST cancela o token e a comunidade se revolta cortando cartões foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Ouro e prata sobem 2% com sinais de paz entre EUA e Irã, e o Bitcoin fica de foraOuro e prata subiram mais de 2% nesta segunda-feira (2), enquanto avanços inesperados nas negociações de paz entre Estados Unidos e Irã pressionaram o preço do petróleo para baixo. O Bitcoin ficou de fora da alta e caiu para a faixa de US$ 76 mil. O que mudou nas negociações? Segundo a Reuters, negociadores iranianos deixaram conversas com mediadores do Catar no domingo, mas uma nova proposta de paz está circulando. Teerã afirma que seu plano em sete etapas pode ser implementado em até dois dias, o que pode reabrir o Estreito de Ormuz se Washington encerrar o bloqueio aos portos iranianos. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, definiu as consultas como “muito intensas”. Há ressalvas. O presidente Donald Trump rejeitou uma proposta anterior, e fontes iranianas ainda consideram mais provável a retomada de ataques dos EUA do que um acordo. É o mesmo cenário que o BeInCrypto acompanha desde que Trump declarou guerra ao Irã e o petróleo disparou. Por que o petróleo em queda ajuda ouro e prata? O petróleo caiu mais de 6% com os avanços diplomáticos. O ouro se recuperou depois de ter o pior outubro desde 2008, e a prata voltou ao patamar de US$ 50. Uma estimativa de mercado atribuiu parte da recuperação do ouro a US$ 428 bilhões em ganhos sobre contratos, e não a novos investimentos. Os movimentos indicam que o petróleo virou um dos principais fatores de curto prazo para os metais preciosos. A lógica é esta. Energia mais barata reduz o temor de inflação, o que alivia a pressão para o Federal Reserve (Fed) aumentar os juros. Com a expectativa de juros mais baixos, o ouro fica mais atrativo, porque o investidor abre mão de menos renda ao escolhê-lo. A prata se beneficia de forma parecida. Um acordo duradouro com o Irã pode, portanto, favorecer uma recuperação mais ampla dos dois metais, desde que o petróleo continue caindo e diminua a chance de alta de juros. A relação, porém, não é garantida. Os rendimentos dos títulos e as variações do dólar seguem relevantes. BREAKING: Over $430 BILLION has been added to gold and silver after Iran’s Supreme Leader authorized the government to advance negotiations with the US to end the war. pic.twitter.com/aYmMUjUNAE — Bull Theory (@BullTheoryio) November 2, 2026 O mercado ainda atribui 77% de probabilidade para um aumento dos juros pelo Fed em dezembro. O defensor do ouro Peter Schiff acusou separadamente Trump de manipular o preço do petróleo, mas não apresentou provas. O mercado ainda atribui 77% de probabilidade a um aumento dos juros pelo Fed em dezembro. Separadamente, o defensor do ouro Peter Schiff acusou Trump de manipular o preço do petróleo, mas não apresentou provas. Por que o Bitcoin ficou fora da alta? O Bitcoin reagiu pouco a sinais anteriores de paz. O ativo também ainda se recupera do ataque hacker de US$ 6,3 bilhões à Binance, seguido por saídas de US$ 643 milhões nos ETFs de Bitcoin. Segundo a Glassnode, investidores corporativos e de ETFs compraram BTC, em média, entre US$ 80 mil e US$ 81,5 mil. Com o Bitcoin abaixo dessa faixa, muitos estão com perdas não realizadas, o que aumenta a pressão sobre um mercado já instável. O que os investidores devem acompanhar? Negociações com o Irã: um acordo de paz pode pressionar o petróleo para baixo, enquanto novos ataques militares podem reverter o movimento Eleições de meio de mandato nos EUA, nesta terça (3): o resultado pode influenciar a postura de Washington em relação ao Irã Relatório de empregos dos EUA, na sexta (6): contratações fortes podem reforçar as apostas de alta de juros pelo Fed e ameaçar a recuperação dos metais O artigo Ouro e prata sobem 2% com sinais de paz entre EUA e Irã, e o Bitcoin fica de fora foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Ouro e prata sobem 2% com sinais de paz entre EUA e Irã, e o Bitcoin fica de fora

Ouro e prata subiram mais de 2% nesta segunda-feira (2), enquanto avanços inesperados nas negociações de paz entre Estados Unidos e Irã pressionaram o preço do petróleo para baixo.
O Bitcoin ficou de fora da alta e caiu para a faixa de US$ 76 mil.
O que mudou nas negociações?
Segundo a Reuters, negociadores iranianos deixaram conversas com mediadores do Catar no domingo, mas uma nova proposta de paz está circulando.
Teerã afirma que seu plano em sete etapas pode ser implementado em até dois dias, o que pode reabrir o Estreito de Ormuz se Washington encerrar o bloqueio aos portos iranianos. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, definiu as consultas como “muito intensas”.
Há ressalvas. O presidente Donald Trump rejeitou uma proposta anterior, e fontes iranianas ainda consideram mais provável a retomada de ataques dos EUA do que um acordo. É o mesmo cenário que o BeInCrypto acompanha desde que Trump declarou guerra ao Irã e o petróleo disparou.
Por que o petróleo em queda ajuda ouro e prata?
O petróleo caiu mais de 6% com os avanços diplomáticos. O ouro se recuperou depois de ter o pior outubro desde 2008, e a prata voltou ao patamar de US$ 50. Uma estimativa de mercado atribuiu parte da recuperação do ouro a US$ 428 bilhões em ganhos sobre contratos, e não a novos investimentos.
Os movimentos indicam que o petróleo virou um dos principais fatores de curto prazo para os metais preciosos.
A lógica é esta. Energia mais barata reduz o temor de inflação, o que alivia a pressão para o Federal Reserve (Fed) aumentar os juros. Com a expectativa de juros mais baixos, o ouro fica mais atrativo, porque o investidor abre mão de menos renda ao escolhê-lo. A prata se beneficia de forma parecida.
Um acordo duradouro com o Irã pode, portanto, favorecer uma recuperação mais ampla dos dois metais, desde que o petróleo continue caindo e diminua a chance de alta de juros.
A relação, porém, não é garantida. Os rendimentos dos títulos e as variações do dólar seguem relevantes.
BREAKING: Over $430 BILLION has been added to gold and silver after Iran’s Supreme Leader authorized the government to advance negotiations with the US to end the war. pic.twitter.com/aYmMUjUNAE
— Bull Theory (@BullTheoryio) November 2, 2026
O mercado ainda atribui 77% de probabilidade para um aumento dos juros pelo Fed em dezembro.
O defensor do ouro Peter Schiff acusou separadamente Trump de manipular o preço do petróleo, mas não apresentou provas.
O mercado ainda atribui 77% de probabilidade a um aumento dos juros pelo Fed em dezembro.
Separadamente, o defensor do ouro Peter Schiff acusou Trump de manipular o preço do petróleo, mas não apresentou provas.
Por que o Bitcoin ficou fora da alta?
O Bitcoin reagiu pouco a sinais anteriores de paz. O ativo também ainda se recupera do ataque hacker de US$ 6,3 bilhões à Binance, seguido por saídas de US$ 643 milhões nos ETFs de Bitcoin.
Segundo a Glassnode, investidores corporativos e de ETFs compraram BTC, em média, entre US$ 80 mil e US$ 81,5 mil. Com o Bitcoin abaixo dessa faixa, muitos estão com perdas não realizadas, o que aumenta a pressão sobre um mercado já instável.
O que os investidores devem acompanhar?
Negociações com o Irã: um acordo de paz pode pressionar o petróleo para baixo, enquanto novos ataques militares podem reverter o movimento
Eleições de meio de mandato nos EUA, nesta terça (3): o resultado pode influenciar a postura de Washington em relação ao Irã
Relatório de empregos dos EUA, na sexta (6): contratações fortes podem reforçar as apostas de alta de juros pelo Fed e ameaçar a recuperação dos metais
O artigo Ouro e prata sobem 2% com sinais de paz entre EUA e Irã, e o Bitcoin fica de fora foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Retiradas nos ETFs de Ethereum registram pior mês desde o lançamentoOnvestidores tiraram US$ 1,61 bilhão dos fundos negociados em bolsa (ETFs) de Ethereum (ETH) à vista nos Estados Unidos em outubro. É o maior volume mensal de retiradas desde o lançamento dos produtos, em julho de 2024. Os resgates encerraram uma sequência de três meses de entradas e coincidiram com uma queda de 16,1% do ETH. Segundo a CryptoRank, foi o outubro mais fraco do ativo desde 2016. Cinco semanas seguidas de retiradas O total do mês superou o recorde anterior de US$ 1,42 bilhão, registrado em novembro de 2025. Os dados semanais da SoSoValue mostram retiradas nas cinco semanas encerradas em outubro. A mais intensa terminou em 9 de outubro, quando US$ 542 milhões deixaram os fundos. Fluxos líquidos semanais de ETFs de Ethereum à vista nos EUA. Fonte: SoSoValue Antes de outubro, os fundos tinham registrado entradas de US$ 3,05 bilhões entre julho e setembro. O patrimônio líquido total caiu de US$ 17,60 bilhões para US$ 13,22 bilhões no mês, e os fluxos líquidos acumulados recuaram para US$ 12,29 bilhões. Os fundos de Solana também bateram um recorde próprio. Os ETFs de Solana (SOL) à vista nos EUA tiveram retiradas de US$ 143,7 milhões em outubro, o maior resgate mensal desde o lançamento, em outubro de 2025. A única outra retirada mensal havia ocorrido em junho, de US$ 786.577. Compradores dos EUA perdem força nas exchanges A demanda americana também enfraqueceu nas exchanges à vista. O Índice de Prêmio da Coinbase caiu para cerca de −0,21 em 29 de outubro, a menor leitura desde fevereiro. Índice de prêmio do Ethereum na Coinbase. Fonte: CryptoQuant Desde então, o indicador se recuperou para -0,13, mas segue negativo. O ETH é negociado a US$ 2.293,80, alta de 1,26% nas últimas 24 horas, segundo o BeInCrypto Markets. No acumulado de novembro, o ativo avançou 1,39%, segundo a CryptoRank. Desempenho do preço do Ethereum. Fonte: BeInCrypto Markets Ethereum fica logo abaixo do nível que analistas vigiam Esse preço mantém o ETH perto de um nível apontado por analistas na semana passada. A More Crypto Online alertou que perder o suporte de US$ 2.295 poderia sinalizar mais queda. O suporte do ativo está entre US$ 2.207 e US$ 1.725, e o ETH agora opera logo abaixo desse nível de alerta. Ted Pillows indicou que retomar US$ 2,4 mil seria o primeiro sinal significativo de força. O cenário pessimista da More Crypto Online continua válido enquanto o ETH estiver abaixo de US$ 2.522. Os dados da CryptoRank para novembro apontam dois caminhos: o retorno mediano do ETH no mês é de −1,90%, enquanto a média é de +4,04%. Os movimentos nos ETFs e o prêmio da Coinbase neste início de novembro vão indicar se a demanda dos EUA volta depois das retiradas recordes de outubro. O artigo Retiradas nos ETFs de Ethereum registram pior mês desde o lançamento foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Retiradas nos ETFs de Ethereum registram pior mês desde o lançamento

Onvestidores tiraram US$ 1,61 bilhão dos fundos negociados em bolsa (ETFs) de Ethereum (ETH) à vista nos Estados Unidos em outubro. É o maior volume mensal de retiradas desde o lançamento dos produtos, em julho de 2024.
Os resgates encerraram uma sequência de três meses de entradas e coincidiram com uma queda de 16,1% do ETH. Segundo a CryptoRank, foi o outubro mais fraco do ativo desde 2016.
Cinco semanas seguidas de retiradas
O total do mês superou o recorde anterior de US$ 1,42 bilhão, registrado em novembro de 2025. Os dados semanais da SoSoValue mostram retiradas nas cinco semanas encerradas em outubro. A mais intensa terminou em 9 de outubro, quando US$ 542 milhões deixaram os fundos.
Fluxos líquidos semanais de ETFs de Ethereum à vista nos EUA. Fonte: SoSoValue
Antes de outubro, os fundos tinham registrado entradas de US$ 3,05 bilhões entre julho e setembro. O patrimônio líquido total caiu de US$ 17,60 bilhões para US$ 13,22 bilhões no mês, e os fluxos líquidos acumulados recuaram para US$ 12,29 bilhões.
Os fundos de Solana também bateram um recorde próprio. Os ETFs de Solana (SOL) à vista nos EUA tiveram retiradas de US$ 143,7 milhões em outubro, o maior resgate mensal desde o lançamento, em outubro de 2025. A única outra retirada mensal havia ocorrido em junho, de US$ 786.577.
Compradores dos EUA perdem força nas exchanges
A demanda americana também enfraqueceu nas exchanges à vista. O Índice de Prêmio da Coinbase caiu para cerca de −0,21 em 29 de outubro, a menor leitura desde fevereiro.
Índice de prêmio do Ethereum na Coinbase. Fonte: CryptoQuant
Desde então, o indicador se recuperou para -0,13, mas segue negativo. O ETH é negociado a US$ 2.293,80, alta de 1,26% nas últimas 24 horas, segundo o BeInCrypto Markets. No acumulado de novembro, o ativo avançou 1,39%, segundo a CryptoRank.
Desempenho do preço do Ethereum. Fonte: BeInCrypto Markets
Ethereum fica logo abaixo do nível que analistas vigiam
Esse preço mantém o ETH perto de um nível apontado por analistas na semana passada. A More Crypto Online alertou que perder o suporte de US$ 2.295 poderia sinalizar mais queda. O suporte do ativo está entre US$ 2.207 e US$ 1.725, e o ETH agora opera logo abaixo desse nível de alerta.
Ted Pillows indicou que retomar US$ 2,4 mil seria o primeiro sinal significativo de força. O cenário pessimista da More Crypto Online continua válido enquanto o ETH estiver abaixo de US$ 2.522.
Os dados da CryptoRank para novembro apontam dois caminhos: o retorno mediano do ETH no mês é de −1,90%, enquanto a média é de +4,04%.
Os movimentos nos ETFs e o prêmio da Coinbase neste início de novembro vão indicar se a demanda dos EUA volta depois das retiradas recordes de outubro.
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OpenAI corta meta de captação em US$ 10 bilhõesAlguns investidores querem ver o valor da ação da Anthropic no mercado antes de aplicarem mais recursos na OpenAI, informou o Financial Times. Enquanto isso, a OpenAI reduziu sua meta de captação em US$ 10 bilhões. A Anthropic, responsável pelo chatbot Claude, se prepara para abrir capital. Com a queda das ações de tecnologia, o valor da OpenAI recuou US$ 150 bilhões, de US$ 1,4 trilhão para US$ 1,25 trilhão. Por que investidores hesitaram diante de US$ 1,4 trilhão Segundo o Financial Times, que cita uma fonte próxima ao assunto, a oferta já enfrentava dificuldades antes da virada do mercado. “… Não houve nenhuma agitação. Todas as vezes anteriores em que a OpenAI esteve em busca de recursos houve enorme interesse. Desta vez, ficou aquém das expectativas”, afirmou a fonte. Depois, as ações recuaram. O índice Nasdaq-100 perdeu cerca de US$ 2 trilhões em valor durante as vendas de tecnologia em outubro, enquanto o mercado questionava os custos da inteligência artificial. No fim do prazo, na sexta-feira (30), alguns financiadores reduziram seus aportes. Segundo a Reuters, o fechamento inicial deve ficar abaixo de US$ 20 bilhões. Meta de financiamento da OpenAI reduzida de US$ 30 bilhões para US$ 20 bilhões, avaliação de US$ 1,4 trilhão para US$ 1,25 trilhão O BeInCrypto alertou sobre esse risco em 23 de outubro. A diferença agora é de US$ 10 bilhões. OpenAI has cut its fundraising target to $20B from $30B and lowered its target valuation to $1.25T from $1.4T, per FT Some investors reduced commitments amid the AI selloff The initial close is expected to fall short of $20B, with a later offering potentially filling the gap pic.twitter.com/h2d92M7LK0 — Wall St Engine (@wallstengine) October 31, 2026 Quem ainda quer investir, e a qual preço? Um grupo de investidores dos Emirados Árabes Unidos, incluindo o fundo estatal MGX, deve ser o principal comprador. Em troca, a OpenAI terá a opção de alugar poder computacional adicional na região. Os fundos Founders Fund, Coatue, Sequoia Capital e Andreessen Horowitz também são esperados na rodada. Alguns investidores institucionais reduziram suas participações diante da avaliação de US$ 1,25 trilhão. Investidores individuais de alto patrimônio receberão depois ofertas das ações pelo mesmo valor. Os investidores iniciais ainda saem na frente. Amazon, Nvidia e SoftBank entraram em março, com uma avaliação de US$ 852 bilhões. O novo valor representa alta de cerca de 47%. O teste da Anthropic A avaliação de verdade vem nas próximas semanas. A Anthropic pode estrear na Nasdaq já em meados de novembro, dando o valor de mercado que os investidores pedem. Segundo a Reuters, a OpenAI queria fechar sua rodada antes desse momento, já que as duas dependem de investidores semelhantes. “O mercado precisa ver um IPO bem-sucedido. Essas empresas precisam captar recursos”, disse Jimmy Chang, do Rockefeller Global Family Office, investidor das duas empresas. A OpenAI planeja uma abertura de capital própria em 2027. A Anthropic enfrentará os compradores do mercado antes disso. O artigo OpenAI corta meta de captação em US$ 10 bilhões foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

OpenAI corta meta de captação em US$ 10 bilhões

Alguns investidores querem ver o valor da ação da Anthropic no mercado antes de aplicarem mais recursos na OpenAI, informou o Financial Times. Enquanto isso, a OpenAI reduziu sua meta de captação em US$ 10 bilhões.
A Anthropic, responsável pelo chatbot Claude, se prepara para abrir capital. Com a queda das ações de tecnologia, o valor da OpenAI recuou US$ 150 bilhões, de US$ 1,4 trilhão para US$ 1,25 trilhão.
Por que investidores hesitaram diante de US$ 1,4 trilhão
Segundo o Financial Times, que cita uma fonte próxima ao assunto, a oferta já enfrentava dificuldades antes da virada do mercado.
“… Não houve nenhuma agitação. Todas as vezes anteriores em que a OpenAI esteve em busca de recursos houve enorme interesse. Desta vez, ficou aquém das expectativas”, afirmou a fonte.
Depois, as ações recuaram. O índice Nasdaq-100 perdeu cerca de US$ 2 trilhões em valor durante as vendas de tecnologia em outubro, enquanto o mercado questionava os custos da inteligência artificial.
No fim do prazo, na sexta-feira (30), alguns financiadores reduziram seus aportes. Segundo a Reuters, o fechamento inicial deve ficar abaixo de US$ 20 bilhões.
Meta de financiamento da OpenAI reduzida de US$ 30 bilhões para US$ 20 bilhões, avaliação de US$ 1,4 trilhão para US$ 1,25 trilhão
O BeInCrypto alertou sobre esse risco em 23 de outubro. A diferença agora é de US$ 10 bilhões.
OpenAI has cut its fundraising target to $20B from $30B and lowered its target valuation to $1.25T from $1.4T, per FT
Some investors reduced commitments amid the AI selloff
The initial close is expected to fall short of $20B, with a later offering potentially filling the gap pic.twitter.com/h2d92M7LK0
— Wall St Engine (@wallstengine) October 31, 2026
Quem ainda quer investir, e a qual preço?
Um grupo de investidores dos Emirados Árabes Unidos, incluindo o fundo estatal MGX, deve ser o principal comprador. Em troca, a OpenAI terá a opção de alugar poder computacional adicional na região.
Os fundos Founders Fund, Coatue, Sequoia Capital e Andreessen Horowitz também são esperados na rodada.
Alguns investidores institucionais reduziram suas participações diante da avaliação de US$ 1,25 trilhão. Investidores individuais de alto patrimônio receberão depois ofertas das ações pelo mesmo valor.
Os investidores iniciais ainda saem na frente. Amazon, Nvidia e SoftBank entraram em março, com uma avaliação de US$ 852 bilhões. O novo valor representa alta de cerca de 47%.
O teste da Anthropic
A avaliação de verdade vem nas próximas semanas. A Anthropic pode estrear na Nasdaq já em meados de novembro, dando o valor de mercado que os investidores pedem. Segundo a Reuters, a OpenAI queria fechar sua rodada antes desse momento, já que as duas dependem de investidores semelhantes.
“O mercado precisa ver um IPO bem-sucedido. Essas empresas precisam captar recursos”, disse Jimmy Chang, do Rockefeller Global Family Office, investidor das duas empresas.
A OpenAI planeja uma abertura de capital própria em 2027. A Anthropic enfrentará os compradores do mercado antes disso.
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Mercado Bitcoin sofre ataque hacker e suspende depósitos e saquesO Mercado Bitcoin (MB) confirmou nesta segunda-feira (2) um incidente de segurança em um de seus sistemas e suspendeu temporariamente depósitos e saques. Em comunicado oficial no X, a exchange afirma que não houve prejuízo aos clientes nem vazamento de dados. A nota foi publicada depois de a empresa de segurança blockchain Hypernative alertar para um possível ataque hacker com perdas acima de US$ 40 milhões em carteiras atribuídas ao MB. Comunicado oficial: Identificamos e contivemos com rapidez um incidente de segurança em um de nossos sistemas nesta madrugada. Reforçamos que: • Não houve nenhum prejuízo aos clientes; • Não houve vazamento de dados. Como medida preventiva de proteção, depósitos e saques… — Mercado Bitcoin (@MercadoBitcoin) November 2, 2026 Este é o comunicado na íntegra: Identificamos e contivemos com rapidez um incidente de segurança em um de nossos sistemas nesta madrugada. Reforçamos que: • Não houve nenhum prejuízo aos clientes; • Não houve vazamento de dados. Como medida preventiva de proteção, depósitos e saques estão temporariamente suspensos. Nossas equipes estão mobilizadas investigando o caso, rastreando os ativos e coordenando as medidas junto às autoridades competentes. Manteremos atualizações regulares por aqui. O comunicado não informa valores, não detalha o que aconteceu e não menciona o alerta da Hypernative. Também não dá prazo para a reabertura de depósitos e saques. O que a Hypernative apontou Segundo a Hypernative, o possível ataque envolveu carteiras distribuídas por pelo menos dez blockchains, entre elas Bitcoin, Ethereum, Solana, Tron, Polygon, Arbitrum, Avalanche, BNB Smart Chain e Stellar. As primeiras movimentações suspeitas apareceram às 2h15 UTC, o equivalente a 23h15 de domingo (1º) em Brasília. As maiores transferências vieram entre 6h19 e 6h53 UTC, ou seja, entre 3h19 e 3h53 no horário de Brasília. Nessa janela, carteiras atribuídas ao MB mandaram a maior parte dos fundos para endereços recém-criados, ligados ao possível invasor. O comunicado do MB fala em incidente “nesta madrugada”, o mesmo período dessas transferências, mas não faz relação direta com o alerta. Em vez de explorar falhas em contratos inteligentes, as movimentações foram transferências comuns de criptomoedas, assinadas como se fossem autorizadas pelas próprias carteiras de origem. A Hypernative diz que ainda não está claro como o invasor teria conseguido essa capacidade de assinatura. Entre as dúvidas estão uma possível exposição de chaves privadas e falhas na infraestrutura que autoriza as movimentações. A estimativa de mais de US$ 40 milhões é preliminar e depende de confirmar que todos os endereços de origem pertencem à exchange. Os endereços ligados ao possível invasor concentram, segundo o alerta, 2.852 ETH, 106 BTC, 10,7 mil SOL, 6,7 milhões de XLM, 77 mil AVAX, 3,07 milhões de XDC e 1,7 milhão de TRX, além de mais de 200 outros tokens. A Hypernative divulgou exemplos das operações, como uma transação na rede Ethereum e outra na rede Bitcoin. Uma consulta no Beaconcha.in mostra saldo de cerca de 2.852 ETH no endereço Ethereum citado, compatível com o levantamento. Esse saldo, porém, não prova sozinho que os fundos saíram do Mercado Bitcoin. O fluxo dos fundos pode ser acompanhado na plataforma da Hypernative. O que ainda não se sabe Faltam respostas sobre a origem do incidente, o valor real das perdas, se os ativos movimentados eram dos clientes ou da própria exchange e quando depósitos e saques voltam ao normal. O MB diz que investiga o caso, rastreia os ativos e age junto às autoridades, e promete atualizações regulares. O episódio chega dias depois do ataque hacker de US$ 6,3 bilhões à Binance e reacende a discussão sobre a segurança das exchanges. Para entender como a plataforma brasileira costuma ser avaliada, o BeInCrypto já explicou se o Mercado Bitcoin é seguro. Mercado Bitcoin acaba de confirmar ataque Hacker. Como medida preventiva de proteção, depósitos e saques estão temporariamente suspensos. — Luís De Magalhães (@LuisDeMaga) November 2, 2026 O artigo Mercado Bitcoin sofre ataque hacker e suspende depósitos e saques foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Mercado Bitcoin sofre ataque hacker e suspende depósitos e saques

O Mercado Bitcoin (MB) confirmou nesta segunda-feira (2) um incidente de segurança em um de seus sistemas e suspendeu temporariamente depósitos e saques. Em comunicado oficial no X, a exchange afirma que não houve prejuízo aos clientes nem vazamento de dados.
A nota foi publicada depois de a empresa de segurança blockchain Hypernative alertar para um possível ataque hacker com perdas acima de US$ 40 milhões em carteiras atribuídas ao MB.
Comunicado oficial:
Identificamos e contivemos com rapidez um incidente de segurança em um de nossos sistemas nesta madrugada.
Reforçamos que:
• Não houve nenhum prejuízo aos clientes;
• Não houve vazamento de dados.
Como medida preventiva de proteção, depósitos e saques…
— Mercado Bitcoin (@MercadoBitcoin) November 2, 2026
Este é o comunicado na íntegra:
Identificamos e contivemos com rapidez um incidente de segurança em um de nossos sistemas nesta madrugada.
Reforçamos que:
• Não houve nenhum prejuízo aos clientes;
• Não houve vazamento de dados.
Como medida preventiva de proteção, depósitos e saques estão temporariamente suspensos. Nossas equipes estão mobilizadas investigando o caso, rastreando os ativos e coordenando as medidas junto às autoridades competentes.
Manteremos atualizações regulares por aqui.
O comunicado não informa valores, não detalha o que aconteceu e não menciona o alerta da Hypernative. Também não dá prazo para a reabertura de depósitos e saques.
O que a Hypernative apontou
Segundo a Hypernative, o possível ataque envolveu carteiras distribuídas por pelo menos dez blockchains, entre elas Bitcoin, Ethereum, Solana, Tron, Polygon, Arbitrum, Avalanche, BNB Smart Chain e Stellar. As primeiras movimentações suspeitas apareceram às 2h15 UTC, o equivalente a 23h15 de domingo (1º) em Brasília.
As maiores transferências vieram entre 6h19 e 6h53 UTC, ou seja, entre 3h19 e 3h53 no horário de Brasília. Nessa janela, carteiras atribuídas ao MB mandaram a maior parte dos fundos para endereços recém-criados, ligados ao possível invasor. O comunicado do MB fala em incidente “nesta madrugada”, o mesmo período dessas transferências, mas não faz relação direta com o alerta.
Em vez de explorar falhas em contratos inteligentes, as movimentações foram transferências comuns de criptomoedas, assinadas como se fossem autorizadas pelas próprias carteiras de origem. A Hypernative diz que ainda não está claro como o invasor teria conseguido essa capacidade de assinatura. Entre as dúvidas estão uma possível exposição de chaves privadas e falhas na infraestrutura que autoriza as movimentações.
A estimativa de mais de US$ 40 milhões é preliminar e depende de confirmar que todos os endereços de origem pertencem à exchange. Os endereços ligados ao possível invasor concentram, segundo o alerta, 2.852 ETH, 106 BTC, 10,7 mil SOL, 6,7 milhões de XLM, 77 mil AVAX, 3,07 milhões de XDC e 1,7 milhão de TRX, além de mais de 200 outros tokens.
A Hypernative divulgou exemplos das operações, como uma transação na rede Ethereum e outra na rede Bitcoin. Uma consulta no Beaconcha.in mostra saldo de cerca de 2.852 ETH no endereço Ethereum citado, compatível com o levantamento. Esse saldo, porém, não prova sozinho que os fundos saíram do Mercado Bitcoin. O fluxo dos fundos pode ser acompanhado na plataforma da Hypernative.
O que ainda não se sabe
Faltam respostas sobre a origem do incidente, o valor real das perdas, se os ativos movimentados eram dos clientes ou da própria exchange e quando depósitos e saques voltam ao normal. O MB diz que investiga o caso, rastreia os ativos e age junto às autoridades, e promete atualizações regulares.
O episódio chega dias depois do ataque hacker de US$ 6,3 bilhões à Binance e reacende a discussão sobre a segurança das exchanges. Para entender como a plataforma brasileira costuma ser avaliada, o BeInCrypto já explicou se o Mercado Bitcoin é seguro.
Mercado Bitcoin acaba de confirmar ataque Hacker.
Como medida preventiva de proteção, depósitos e saques estão temporariamente suspensos.
— Luís De Magalhães (@LuisDeMaga) November 2, 2026
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Strategy e Strive compram mais Bitcoin, mas acionistas podem sentir o impactoA Strategy (antiga MicroStrategy) e a rival Strive iniciaram novembro ampliando a quantidade de Bitcoin em suas carteiras. No entanto, as aquisições mais recentes revelam uma preocupação crescente para os acionistas da MicroStrategy: a participação de cada investidor no total de Bitcoin da empresa está diminuindo. As duas companhias anunciaram novas compras na segunda-feira, 2 de novembro. A Strategy adquiriu 811 BTC por US$ 65,5 milhões, elevando seu total para 849.327 BTC. A Strive somou mais 124 BTC, chegando a 43.124 BTC em sua reserva. Ainda assim, o impacto para seus investidores foi expressivamente diferente. Por que os acionistas da MicroStrategy podem sair perdendo? A Strategy emitiu cerca de 1,18 milhão de novas ações MSTR para levantar US$ 164 milhões. Do montante, apenas US$ 65,5 milhões foram usados para adquirir Bitcoin, e o restante permaneceu em caixa. Em resumo, a Strategy criou novas ações em um ritmo mais rápido do que acumulou Bitcoin. Como consequência, o volume de Bitcoin representado por cada ação diluída de MSTR caiu aproximadamente 0,17%. Isso significa que os atuais investidores agora estão menos expostos ao Bitcoin por ação, apesar do crescimento do portfólio cripto da companhia. We found room for even more orange. pic.twitter.com/Pim20wkhrN — Michael Saylor (@saylor) November 1, 2026 Enquanto isso, a Strategy destinou US$ 208 milhões à recompra de ações preferenciais STRC, mais que triplicando o valor investido em Bitcoin. A medida auxilia na redução das futuras obrigações de dividendos. O CEO da Strategy, Phong Le, caracterizou anteriormente o esforço como um compromisso com a “recuperação da saúde do STRC”. A compra de Bitcoin da Strive revela uma dinâmica diferente O documento mais recente da Strive indica que o número de ações diluídas permaneceu inalterado ao mesmo tempo em que a quantidade de Bitcoin aumentou. Assim, o volume de Bitcoin por ação diluída cresceu cerca de 0,29%. O Bitcoin por ação diluída da Strategy já acumula queda de 3,7% neste ano até 25 de outubro. Ainda há autorização para vender mais US$ 18,6 bilhões em ações MSTR, o que pode ampliar ainda mais a diluição. Com riscos de exclusão do índice MSCI aumentando a pressão, investidores agora se deparam com outro questionamento além do preço do Bitcoin: qual será efetivamente a participação de cada ação da Strategy no crescente tesouro de Bitcoin da empresa? O artigo Strategy e Strive compram mais Bitcoin, mas acionistas podem sentir o impacto foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Strategy e Strive compram mais Bitcoin, mas acionistas podem sentir o impacto

A Strategy (antiga MicroStrategy) e a rival Strive iniciaram novembro ampliando a quantidade de Bitcoin em suas carteiras. No entanto, as aquisições mais recentes revelam uma preocupação crescente para os acionistas da MicroStrategy: a participação de cada investidor no total de Bitcoin da empresa está diminuindo.
As duas companhias anunciaram novas compras na segunda-feira, 2 de novembro.
A Strategy adquiriu 811 BTC por US$ 65,5 milhões, elevando seu total para 849.327 BTC.
A Strive somou mais 124 BTC, chegando a 43.124 BTC em sua reserva.
Ainda assim, o impacto para seus investidores foi expressivamente diferente.
Por que os acionistas da MicroStrategy podem sair perdendo?
A Strategy emitiu cerca de 1,18 milhão de novas ações MSTR para levantar US$ 164 milhões. Do montante, apenas US$ 65,5 milhões foram usados para adquirir Bitcoin, e o restante permaneceu em caixa.
Em resumo, a Strategy criou novas ações em um ritmo mais rápido do que acumulou Bitcoin.
Como consequência, o volume de Bitcoin representado por cada ação diluída de MSTR caiu aproximadamente 0,17%.
Isso significa que os atuais investidores agora estão menos expostos ao Bitcoin por ação, apesar do crescimento do portfólio cripto da companhia.
We found room for even more orange. pic.twitter.com/Pim20wkhrN
— Michael Saylor (@saylor) November 1, 2026
Enquanto isso, a Strategy destinou US$ 208 milhões à recompra de ações preferenciais STRC, mais que triplicando o valor investido em Bitcoin.
A medida auxilia na redução das futuras obrigações de dividendos. O CEO da Strategy, Phong Le, caracterizou anteriormente o esforço como um compromisso com a “recuperação da saúde do STRC”.
A compra de Bitcoin da Strive revela uma dinâmica diferente
O documento mais recente da Strive indica que o número de ações diluídas permaneceu inalterado ao mesmo tempo em que a quantidade de Bitcoin aumentou.
Assim, o volume de Bitcoin por ação diluída cresceu cerca de 0,29%.
O Bitcoin por ação diluída da Strategy já acumula queda de 3,7% neste ano até 25 de outubro. Ainda há autorização para vender mais US$ 18,6 bilhões em ações MSTR, o que pode ampliar ainda mais a diluição.
Com riscos de exclusão do índice MSCI aumentando a pressão, investidores agora se deparam com outro questionamento além do preço do Bitcoin: qual será efetivamente a participação de cada ação da Strategy no crescente tesouro de Bitcoin da empresa?
O artigo Strategy e Strive compram mais Bitcoin, mas acionistas podem sentir o impacto foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Goldman eleva previsão do petróleo para US$ 105: isso é bom?O Goldman Sachs elevou sua previsão para o petróleo Brent em dezembro para US$ 105 por barril, citando alto risco de interrupção no abastecimento. A nova estimativa está 17% acima da projeção de outubro, de US$ 90. O Brent foi negociado a US$ 110,40 em 2 de novembro. Mesmo com o ajuste, a meta do banco segue cerca de 5% abaixo do preço de mercado. O WTI, a referência dos Estados Unidos, tem diferença parecida: o banco projeta US$ 94, contra os atuais US$ 101,06. Para quem mantém petróleo, a projeção mais alta do Goldman ainda sugere acomodação nos preços até dezembro. Preços do petróleo em 2 de novembro. Fonte: TradingEconomics Goldman se prepara para interrupções difíceis de prever O banco ligou a revisão a riscos de oferta de dois conflitos distintos. Analistas liderados por Daan Struyven detalharam o cenário em nota, segundo a CNBC. “… Os conflitos no Oriente Médio e entre Rússia e Ucrânia, somados à fragmentação geopolítica mais ampla, elevam o risco de interrupção”, escreveu o banco. Por isso, o cenário base do Goldman para 2027 agora inclui uma interrupção global de oferta de 1 milhão de barris por dia. Segundo o banco, o momento e o local dessas interrupções são praticamente impossíveis de prever. O Goldman afirmou que os mercados já embutem um prêmio de risco maior, porque muitos operadores consideram improvável um avanço diplomático duradouro. Na semana passada, o Irã disse que minas atingiram quatro navios petroleiros perto do Estreito de Hormuz, alegação contestada pelas forças dos Estados Unidos. É o mesmo clima de tensão que o BeInCrypto já mostrou ao cobrir o conflito com o Irã. A visão mudou em relação à metade de outubro. Naquele período, o cenário base do banco considerava que a oferta do Oriente Médio se ajustaria, o que levaria a uma queda nos preços. Por quanto tempo o prêmio de guerra do petróleo pode durar Outros analistas também veem o Brent abaixo do preço de hoje. Na semana passada, o modelo do JPMorgan apontou valor justo de US$ 94 para o Brent, contra um preço de mercado perto de US$ 114. Os analistas do JPMorgan não conseguiram ligar essa diferença a custos de transporte, então o risco geopolítico aparece como o principal fator. Especialistas chamam essa diferença de prêmio de guerra. Historicamente, os períodos em que o Brent operou mais de 5% acima do valor justo duraram, em média, 3,8 meses. Para dezembro, as projeções se aproximam. Para 2027, não As previsões de curto prazo estão próximas, mas a diferença aumenta no ano que vem. O BMI, braço de pesquisa da Fitch Solutions, projeta média de US$ 107 para o Brent neste trimestre. Para 2027, o BMI prevê média de US$ 81, abaixo dos US$ 88 projetados pelo Goldman. O BMI não espera acordo sobre o Estreito de Hormuz antes do primeiro trimestre de 2027. Se o acordo avançar, a expectativa é de forte queda, com o Brent chegando a uma média de US$ 67 até o fim de 2027. Uma definição sobre o Irã, ou avanços na negociação sobre Hormuz, vão indicar qual projeção para 2027 os investidores devem priorizar. Para entender como esse cenário já pesa nos mercados, vale acompanhar o noticiário do conflito. O artigo Goldman eleva previsão do petróleo para US$ 105: isso é bom? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Goldman eleva previsão do petróleo para US$ 105: isso é bom?

O Goldman Sachs elevou sua previsão para o petróleo Brent em dezembro para US$ 105 por barril, citando alto risco de interrupção no abastecimento. A nova estimativa está 17% acima da projeção de outubro, de US$ 90.
O Brent foi negociado a US$ 110,40 em 2 de novembro. Mesmo com o ajuste, a meta do banco segue cerca de 5% abaixo do preço de mercado. O WTI, a referência dos Estados Unidos, tem diferença parecida: o banco projeta US$ 94, contra os atuais US$ 101,06.
Para quem mantém petróleo, a projeção mais alta do Goldman ainda sugere acomodação nos preços até dezembro.
Preços do petróleo em 2 de novembro. Fonte: TradingEconomics
Goldman se prepara para interrupções difíceis de prever
O banco ligou a revisão a riscos de oferta de dois conflitos distintos. Analistas liderados por Daan Struyven detalharam o cenário em nota, segundo a CNBC.
“… Os conflitos no Oriente Médio e entre Rússia e Ucrânia, somados à fragmentação geopolítica mais ampla, elevam o risco de interrupção”, escreveu o banco.
Por isso, o cenário base do Goldman para 2027 agora inclui uma interrupção global de oferta de 1 milhão de barris por dia. Segundo o banco, o momento e o local dessas interrupções são praticamente impossíveis de prever.
O Goldman afirmou que os mercados já embutem um prêmio de risco maior, porque muitos operadores consideram improvável um avanço diplomático duradouro. Na semana passada, o Irã disse que minas atingiram quatro navios petroleiros perto do Estreito de Hormuz, alegação contestada pelas forças dos Estados Unidos. É o mesmo clima de tensão que o BeInCrypto já mostrou ao cobrir o conflito com o Irã.
A visão mudou em relação à metade de outubro. Naquele período, o cenário base do banco considerava que a oferta do Oriente Médio se ajustaria, o que levaria a uma queda nos preços.
Por quanto tempo o prêmio de guerra do petróleo pode durar
Outros analistas também veem o Brent abaixo do preço de hoje. Na semana passada, o modelo do JPMorgan apontou valor justo de US$ 94 para o Brent, contra um preço de mercado perto de US$ 114.
Os analistas do JPMorgan não conseguiram ligar essa diferença a custos de transporte, então o risco geopolítico aparece como o principal fator. Especialistas chamam essa diferença de prêmio de guerra. Historicamente, os períodos em que o Brent operou mais de 5% acima do valor justo duraram, em média, 3,8 meses.
Para dezembro, as projeções se aproximam. Para 2027, não
As previsões de curto prazo estão próximas, mas a diferença aumenta no ano que vem. O BMI, braço de pesquisa da Fitch Solutions, projeta média de US$ 107 para o Brent neste trimestre.
Para 2027, o BMI prevê média de US$ 81, abaixo dos US$ 88 projetados pelo Goldman. O BMI não espera acordo sobre o Estreito de Hormuz antes do primeiro trimestre de 2027. Se o acordo avançar, a expectativa é de forte queda, com o Brent chegando a uma média de US$ 67 até o fim de 2027.
Uma definição sobre o Irã, ou avanços na negociação sobre Hormuz, vão indicar qual projeção para 2027 os investidores devem priorizar. Para entender como esse cenário já pesa nos mercados, vale acompanhar o noticiário do conflito.
O artigo Goldman eleva previsão do petróleo para US$ 105: isso é bom? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Copom e payroll dividem atenções em semana decisiva para os mercadosO mercado financeiro brasileiro inicia a primeira semana de novembro de 2026 com uma agenda curta devido ao feriado de Finados, mas com foco total na decisão sobre a taxa básica de juros pelo Copom e na divulgação do relatório de empregos payroll nos Estados Unidos. A combinação de eventos domésticos e externos força gestores e investidores a recalibrar expectativas para o câmbio, a bolsa de valores e a renda fixa Com a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva para o quarto mandato presidencial, confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o cenário político e fiscal ganha novo peso na formação de preços. Analistas do mercado financeiro monitoram de perto os impactos da transição governamental sobre a inflação e a desvalorização cambial, que pressionam diretamente o custo de vida e os ativos de risco no país. A decisão sobre os juros e o cenário interno O principal compromisso doméstico ocorre na quarta-feira, às 18h30, quando o Banco Central anuncia a nova diretriz para a taxa Selic. Nas reuniões recentes do Copom, a autoridade monetária reduziu os juros para 13,75% ao ano, mas apostas crescentes do mercado apontam para uma postura mais conservadora ou até uma pausa no ciclo de cortes devido às pressões inflacionárias e fiscais. Antes da decisão oficial, a agenda traz indicadores fundamentais para balizar as projeções econômicas. Na terça-feira, o Banco Central publica o Boletim Focus com as expectativas atualizadas de economistas para o Produto Interno Bruto (PIB), inflação, câmbio e juros, acompanhado pelo Índice de Gerentes de Compras (PMI) industrial. Indicadores de atividade e o mercado americano A quarta-feira também reserva a divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) sobre a criação de vagas formais, além do Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) e do fluxo cambial. Na quinta-feira, a produção industrial e os PMIs de serviços e composto completam o panorama da atividade econômica brasileira. No cenário internacional, o mercado de trabalho norte-americano atrai as principais atenções dos investidores globais. A sequência de dados nos Estados Unidos começa na terça-feira com o relatório Jolts de vagas em aberto, passa pelo indicador de emprego privado ADP na quarta-feira e culmina na sexta-feira com a publicação oficial do payroll, às 10h30, que detalha a criação de postos de trabalho fora do setor agrícola, o salário médio e a taxa de desemprego. O artigo Copom e payroll dividem atenções em semana decisiva para os mercados foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Copom e payroll dividem atenções em semana decisiva para os mercados

O mercado financeiro brasileiro inicia a primeira semana de novembro de 2026 com uma agenda curta devido ao feriado de Finados, mas com foco total na decisão sobre a taxa básica de juros pelo Copom e na divulgação do relatório de empregos payroll nos Estados Unidos.
A combinação de eventos domésticos e externos força gestores e investidores a recalibrar expectativas para o câmbio, a bolsa de valores e a renda fixa
Com a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva para o quarto mandato presidencial, confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o cenário político e fiscal ganha novo peso na formação de preços. Analistas do mercado financeiro monitoram de perto os impactos da transição governamental sobre a inflação e a desvalorização cambial, que pressionam diretamente o custo de vida e os ativos de risco no país.
A decisão sobre os juros e o cenário interno
O principal compromisso doméstico ocorre na quarta-feira, às 18h30, quando o Banco Central anuncia a nova diretriz para a taxa Selic. Nas reuniões recentes do Copom, a autoridade monetária reduziu os juros para 13,75% ao ano, mas apostas crescentes do mercado apontam para uma postura mais conservadora ou até uma pausa no ciclo de cortes devido às pressões inflacionárias e fiscais.
Antes da decisão oficial, a agenda traz indicadores fundamentais para balizar as projeções econômicas. Na terça-feira, o Banco Central publica o Boletim Focus com as expectativas atualizadas de economistas para o Produto Interno Bruto (PIB), inflação, câmbio e juros, acompanhado pelo Índice de Gerentes de Compras (PMI) industrial.
Indicadores de atividade e o mercado americano
A quarta-feira também reserva a divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) sobre a criação de vagas formais, além do Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) e do fluxo cambial. Na quinta-feira, a produção industrial e os PMIs de serviços e composto completam o panorama da atividade econômica brasileira.
No cenário internacional, o mercado de trabalho norte-americano atrai as principais atenções dos investidores globais. A sequência de dados nos Estados Unidos começa na terça-feira com o relatório Jolts de vagas em aberto, passa pelo indicador de emprego privado ADP na quarta-feira e culmina na sexta-feira com a publicação oficial do payroll, às 10h30, que detalha a criação de postos de trabalho fora do setor agrícola, o salário médio e a taxa de desemprego.
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3 empresas cripto divulgam resultados nesta semana: veja o que analistas esperamBlock, Circle e Riot Platforms divulgam nesta semana os resultados do terceiro trimestre, de julho a setembro, período em que os preços das criptomoedas subiram. A expectativa dos analistas é mista: a Block deve ter menos receita com Bitcoin, a Circle deve lucrar menos e a Riot deve fechar no prejuízo. Os números saem dias depois de a Binance revelar um ataque hacker de US$ 6,3 bilhões. As três ações também fecharam em baixa na sexta-feira (30). Quando cada empresa divulga Riot: quarta (4), antes da abertura, com teleconferência às 10h (horário de Brasília) Block: terça (3), após o fechamento do mercado, com teleconferência às 16h (horário de Brasília) Circle: quarta (4), antes da abertura, com webcast às 10h (horário de Brasília) Block: Bitcoin deve render menos A Block abre a temporada. A empresa tem exposição ao setor cripto pelo Cash App e pelo Bitcoin (BTC) em seu balanço. Analistas projetam lucro por ação de US$ 1,02 e receita de US$ 6,63 bilhões, segundo a Zacks. No fechamento de sexta, o papel estava cotado a US$ 76,22, alta de 17,10% em relação ao fim de 2025. Desempenho das ações da Block (XYZ). Fonte: Google Finance O Bitcoin representa cerca de 2% do lucro da Block. Na carta do segundo trimestre enviada à SEC, a empresa informou lucro bruto de US$ 72 milhões no ecossistema Bitcoin, queda de 31% ano a ano. O lucro bruto total foi de US$ 3,17 bilhões. A Block atribuiu a redução a taxas menores em algumas operações de Bitcoin no Cash App e à dinâmica do mercado da moeda. Os analistas esperam que a receita com Bitcoin continue em queda. O consenso da Zacks indica US$ 1,73 bilhão no terceiro trimestre, recuo de 12,2% na comparação anual. A Block também reavalia o valor do BTC em carteira a cada trimestre, então oscilações de preço mexem no lucro líquido. Se o Bitcoin terminou 30 de setembro mais valorizado que em 30 de junho, a empresa registrará um ganho. Há um alerta de mercado. As ações caíram 6,15% em 6 de agosto, no pregão seguinte ao anúncio de lucro melhor e de projeções mais altas. A estimativa de US$ 1,02 por ação repete a projeção da própria Block para o trimestre, o que sugere que apenas atingir esse número pode não impulsionar o papel. Circle: crescimento do USDC contra a queda nas taxas A Circle divulga na manhã seguinte, com desempenho sustentado pelo volume de USDC e pelas taxas de juros, não pelo preço dos tokens. Analistas estimam lucro de US$ 0,40 por ação, retração de 37,5% ante o mesmo período do ano passado. A receita projetada é de US$ 796,95 milhões, segundo a Zacks. O papel fechou a sexta cotado a US$ 72,54, queda de 8,52% em relação ao encerramento de 2025. Desempenho das ações da Circle (CRCL). Fonte: Google Finance A maior parte da receita da Circle vem das reservas que lastreiam o USDC. O comunicado do segundo trimestre indicou alta de 5% no rendimento das reservas, que somaram US$ 668 milhões. O suprimento médio de USDC cresceu 25% na comparação anual, mas o retorno das reservas caiu 66 pontos base, para 3,5%, o que neutralizou boa parte do avanço. A Zacks projeta aumento de 7,7% na receita do terceiro trimestre, mesmo com o recuo do lucro. Circulavam US$ 73,3 bilhões em USDC ao fim de junho. O valor de 30 de setembro será um ponto importante, porque define a base do cálculo de rendimento das reservas no quarto trimestre. As ações da Circle caíram 9,3% na sexta, a queda mais acentuada entre as três empresas na véspera dos resultados. Riot: a alta do trimestre chegou à mineração? A Riot apresenta resultados na mesma manhã, e analistas projetam que a mineração responda por US$ 112,85 milhões dos US$ 161,46 milhões de receita total. A empresa marcou a teleconferência para quarta (4), antes da abertura do mercado. A projeção é de prejuízo de US$ 0,24 por ação, segundo a Zacks. O papel encerrou a sexta a US$ 12,81, alta de 1,10% em relação ao fechamento de 2025. Desempenho das ações da Riot Platforms (RIOT). Fonte: Google Finance A estimativa de receita está abaixo dos US$ 174,24 milhões registrados no segundo trimestre. A projeção para mineração também representa queda de 29,8% em relação ao ano anterior. As ações da Riot recuaram 36,43% desde o fechamento de 30 de setembro, de US$ 20,15 até sexta, embora sigam levemente acima do fechamento de 2025. Segundo a TIKR, esta é a primeira conferência da empresa depois de tornar pública uma carta de intenção para locação de data center. O que o mercado quer ver? A Coinbase anunciou na semana passada lucro de US$ 718,7 milhões no terceiro trimestre, impulsionado por ganhos em suas posições de cripto. Esta semana mostra se a alta do trimestre também beneficiou empresas com receita em pagamentos, reservas de stablecoin e mineração. O artigo 3 empresas cripto divulgam resultados nesta semana: veja o que analistas esperam foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

3 empresas cripto divulgam resultados nesta semana: veja o que analistas esperam

Block, Circle e Riot Platforms divulgam nesta semana os resultados do terceiro trimestre, de julho a setembro, período em que os preços das criptomoedas subiram. A expectativa dos analistas é mista: a Block deve ter menos receita com Bitcoin, a Circle deve lucrar menos e a Riot deve fechar no prejuízo.
Os números saem dias depois de a Binance revelar um ataque hacker de US$ 6,3 bilhões. As três ações também fecharam em baixa na sexta-feira (30).
Quando cada empresa divulga
Riot: quarta (4), antes da abertura, com teleconferência às 10h (horário de Brasília)
Block: terça (3), após o fechamento do mercado, com teleconferência às 16h (horário de Brasília)
Circle: quarta (4), antes da abertura, com webcast às 10h (horário de Brasília)
Block: Bitcoin deve render menos
A Block abre a temporada. A empresa tem exposição ao setor cripto pelo Cash App e pelo Bitcoin (BTC) em seu balanço. Analistas projetam lucro por ação de US$ 1,02 e receita de US$ 6,63 bilhões, segundo a Zacks.
No fechamento de sexta, o papel estava cotado a US$ 76,22, alta de 17,10% em relação ao fim de 2025.
Desempenho das ações da Block (XYZ). Fonte: Google Finance
O Bitcoin representa cerca de 2% do lucro da Block. Na carta do segundo trimestre enviada à SEC, a empresa informou lucro bruto de US$ 72 milhões no ecossistema Bitcoin, queda de 31% ano a ano. O lucro bruto total foi de US$ 3,17 bilhões. A Block atribuiu a redução a taxas menores em algumas operações de Bitcoin no Cash App e à dinâmica do mercado da moeda.
Os analistas esperam que a receita com Bitcoin continue em queda. O consenso da Zacks indica US$ 1,73 bilhão no terceiro trimestre, recuo de 12,2% na comparação anual.
A Block também reavalia o valor do BTC em carteira a cada trimestre, então oscilações de preço mexem no lucro líquido. Se o Bitcoin terminou 30 de setembro mais valorizado que em 30 de junho, a empresa registrará um ganho.
Há um alerta de mercado. As ações caíram 6,15% em 6 de agosto, no pregão seguinte ao anúncio de lucro melhor e de projeções mais altas. A estimativa de US$ 1,02 por ação repete a projeção da própria Block para o trimestre, o que sugere que apenas atingir esse número pode não impulsionar o papel.
Circle: crescimento do USDC contra a queda nas taxas
A Circle divulga na manhã seguinte, com desempenho sustentado pelo volume de USDC e pelas taxas de juros, não pelo preço dos tokens.
Analistas estimam lucro de US$ 0,40 por ação, retração de 37,5% ante o mesmo período do ano passado. A receita projetada é de US$ 796,95 milhões, segundo a Zacks. O papel fechou a sexta cotado a US$ 72,54, queda de 8,52% em relação ao encerramento de 2025.
Desempenho das ações da Circle (CRCL). Fonte: Google Finance
A maior parte da receita da Circle vem das reservas que lastreiam o USDC. O comunicado do segundo trimestre indicou alta de 5% no rendimento das reservas, que somaram US$ 668 milhões. O suprimento médio de USDC cresceu 25% na comparação anual, mas o retorno das reservas caiu 66 pontos base, para 3,5%, o que neutralizou boa parte do avanço.
A Zacks projeta aumento de 7,7% na receita do terceiro trimestre, mesmo com o recuo do lucro. Circulavam US$ 73,3 bilhões em USDC ao fim de junho.
O valor de 30 de setembro será um ponto importante, porque define a base do cálculo de rendimento das reservas no quarto trimestre. As ações da Circle caíram 9,3% na sexta, a queda mais acentuada entre as três empresas na véspera dos resultados.
Riot: a alta do trimestre chegou à mineração?
A Riot apresenta resultados na mesma manhã, e analistas projetam que a mineração responda por US$ 112,85 milhões dos US$ 161,46 milhões de receita total. A empresa marcou a teleconferência para quarta (4), antes da abertura do mercado. A projeção é de prejuízo de US$ 0,24 por ação, segundo a Zacks.
O papel encerrou a sexta a US$ 12,81, alta de 1,10% em relação ao fechamento de 2025.
Desempenho das ações da Riot Platforms (RIOT). Fonte: Google Finance
A estimativa de receita está abaixo dos US$ 174,24 milhões registrados no segundo trimestre. A projeção para mineração também representa queda de 29,8% em relação ao ano anterior.
As ações da Riot recuaram 36,43% desde o fechamento de 30 de setembro, de US$ 20,15 até sexta, embora sigam levemente acima do fechamento de 2025. Segundo a TIKR, esta é a primeira conferência da empresa depois de tornar pública uma carta de intenção para locação de data center.
O que o mercado quer ver?
A Coinbase anunciou na semana passada lucro de US$ 718,7 milhões no terceiro trimestre, impulsionado por ganhos em suas posições de cripto. Esta semana mostra se a alta do trimestre também beneficiou empresas com receita em pagamentos, reservas de stablecoin e mineração.
O artigo 3 empresas cripto divulgam resultados nesta semana: veja o que analistas esperam foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Wall Street teme “Stock-pocalypse” e analistas divergem em semana decisivaWall Street inicia uma semana decisiva depois da forte queda de sexta-feira (30). O Nasdaq recuou 2,86%, o pior desempenho desde o início de junho, enquanto o S&P 500 caiu 1,82%. Agora, analistas alertam que as eleições de meio de mandato, os temores de gastos em IA e balanços importantes podem provocar oscilações ainda maiores. O que desencadeou o temor de “Stock-Pocalypse”? “Stock-pocalypse” é um termo informal para uma venda repentina e intensa de ativos no mercado. Jim Cramer usou a expressão para classificar o pregão de sexta em Wall Street. It is a stock-pocalypse — Jim Cramer (@jimcramer) October 30, 2026 O catalisador foi o alto consumo de caixa em IA. As ações da Intel caíram quase 29%, e a Amazon decepcionou. Antes disso, a Alphabet já havia perdido cerca de US$ 500 bilhões em valor de mercado. Os resultados aumentaram as dúvidas sobre o retorno, no curto prazo, dos grandes investimentos em infraestrutura de IA, o mesmo debate da bolha que murcha. Além disso, o Financial Times informou que a Anthropic pode receber um rating de alto risco após sua abertura de capital, o que intensificou as preocupações com o aumento das dívidas no setor. Enquanto isso, o hack recorde de US$ 6,3 bilhões na Binance reforçou o clima de aversão ao risco. Os preços do petróleo também seguiram elevados por causa da tensão no Oriente Médio, o que continua pressionando as expectativas de inflação. The Kobeissi Letter destacou que a queda do Nasdaq coincidiu com o aumento das chances de vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato. “A próxima semana será, no mínimo, interessante”, afirmou. The timing of today's market crash is noteworthy. As selling pressure spreads, the Nasdaq 100 is now down nearly -5% on the day. Meanwhile, the market-implied odds of a Democrat "sweep" in the Midterms next week has surged from 65% to 72% today, a record high. That's +7… — The Kobeissi Letter (@KobeissiLetter) October 30, 2026 Até onde as ações podem cair, segundo analistas As previsões são divergentes. Mike Wilson, do Morgan Stanley, enxerga “eventos de ajuste” que podem levar o S&P 500 a cerca de 9% abaixo do recorde, na região de 7,1 mil pontos. Ele avalia o recuo como oportunidade de compra e mantém a projeção de 8 mil pontos para o fim do ano. De forma semelhante, Michael Hartnett, do Bank of America, adota uma postura “de cautela tática” até meados de novembro. Ele prevê novos recuos diante dos riscos políticos e de IA. Já o economista Peter Schiff aponta para uma possível queda expressiva antes das eleições de 3 de novembro. Entre os fatores, cita avaliações elevadas, rendimento dos títulos em alta, inflação persistente e um mercado de trabalho enfraquecido. If the stock market crashes on Monday, it would cement a Democratic sweep on Tuesday. Ironically, a crash that helps Democrats win may be driven by investors pricing in that outcome, as Democrats will likely raise corporate taxes and be more fiscally reckless than Republicans. — Peter Schiff (@PeterSchiff) October 30, 2026 O cenário mais extremo veio de Dario Perkins, da TS Lombard. Segundo o modelo de crash de IA dele, o S&P 500 pode cair pelo menos 30%. Uma retração desse tamanho apagaria cerca de US$ 20 trilhões em valor de mercado. Mesmo assim, ele não considera o movimento atual como o gatilho definitivo. O que está no radar desta semana? As eleições desta terça (3) nos EUA podem redefinir a regulação de IA, enquanto Apple, AMD e Palantir divulgam seus resultados financeiros. O relatório de empregos sai na sexta (6). Alguns investidores enxergam um ajuste saudável, mas outros temem que a queda de sexta tenha sido apenas o começo. O artigo Wall Street teme “Stock-pocalypse” e analistas divergem em semana decisiva foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Wall Street teme “Stock-pocalypse” e analistas divergem em semana decisiva

Wall Street inicia uma semana decisiva depois da forte queda de sexta-feira (30). O Nasdaq recuou 2,86%, o pior desempenho desde o início de junho, enquanto o S&P 500 caiu 1,82%.
Agora, analistas alertam que as eleições de meio de mandato, os temores de gastos em IA e balanços importantes podem provocar oscilações ainda maiores.
O que desencadeou o temor de “Stock-Pocalypse”?
“Stock-pocalypse” é um termo informal para uma venda repentina e intensa de ativos no mercado. Jim Cramer usou a expressão para classificar o pregão de sexta em Wall Street.
It is a stock-pocalypse
— Jim Cramer (@jimcramer) October 30, 2026
O catalisador foi o alto consumo de caixa em IA. As ações da Intel caíram quase 29%, e a Amazon decepcionou. Antes disso, a Alphabet já havia perdido cerca de US$ 500 bilhões em valor de mercado.
Os resultados aumentaram as dúvidas sobre o retorno, no curto prazo, dos grandes investimentos em infraestrutura de IA, o mesmo debate da bolha que murcha. Além disso, o Financial Times informou que a Anthropic pode receber um rating de alto risco após sua abertura de capital, o que intensificou as preocupações com o aumento das dívidas no setor.
Enquanto isso, o hack recorde de US$ 6,3 bilhões na Binance reforçou o clima de aversão ao risco. Os preços do petróleo também seguiram elevados por causa da tensão no Oriente Médio, o que continua pressionando as expectativas de inflação.
The Kobeissi Letter destacou que a queda do Nasdaq coincidiu com o aumento das chances de vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato. “A próxima semana será, no mínimo, interessante”, afirmou.
The timing of today's market crash is noteworthy.
As selling pressure spreads, the Nasdaq 100 is now down nearly -5% on the day.
Meanwhile, the market-implied odds of a Democrat "sweep" in the Midterms next week has surged from 65% to 72% today, a record high.
That's +7…
— The Kobeissi Letter (@KobeissiLetter) October 30, 2026
Até onde as ações podem cair, segundo analistas
As previsões são divergentes. Mike Wilson, do Morgan Stanley, enxerga “eventos de ajuste” que podem levar o S&P 500 a cerca de 9% abaixo do recorde, na região de 7,1 mil pontos. Ele avalia o recuo como oportunidade de compra e mantém a projeção de 8 mil pontos para o fim do ano.
De forma semelhante, Michael Hartnett, do Bank of America, adota uma postura “de cautela tática” até meados de novembro. Ele prevê novos recuos diante dos riscos políticos e de IA.
Já o economista Peter Schiff aponta para uma possível queda expressiva antes das eleições de 3 de novembro. Entre os fatores, cita avaliações elevadas, rendimento dos títulos em alta, inflação persistente e um mercado de trabalho enfraquecido.
If the stock market crashes on Monday, it would cement a Democratic sweep on Tuesday. Ironically, a crash that helps Democrats win may be driven by investors pricing in that outcome, as Democrats will likely raise corporate taxes and be more fiscally reckless than Republicans.
— Peter Schiff (@PeterSchiff) October 30, 2026
O cenário mais extremo veio de Dario Perkins, da TS Lombard. Segundo o modelo de crash de IA dele, o S&P 500 pode cair pelo menos 30%. Uma retração desse tamanho apagaria cerca de US$ 20 trilhões em valor de mercado. Mesmo assim, ele não considera o movimento atual como o gatilho definitivo.
O que está no radar desta semana?
As eleições desta terça (3) nos EUA podem redefinir a regulação de IA, enquanto Apple, AMD e Palantir divulgam seus resultados financeiros. O relatório de empregos sai na sexta (6). Alguns investidores enxergam um ajuste saudável, mas outros temem que a queda de sexta tenha sido apenas o começo.
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ANTHROPIC-5,83%
GOOGUS+0,29%
AMZNB+2,08%
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FBI e Serviço Secreto investigam roubo ligado à BinanceO Federal Bureau of Investigation (FBI) e o Serviço Secreto dos Estados Unidos entraram na investigação sobre um roubo recente. As autoridades federais agora atuam para rastrear os recursos ilícitos e identificar os responsáveis pelo ataque financeiro contra o ecossistema. A ofensiva gera incertezas financeiras para os clientes da Binance sobre a segurança imediata de seus fundos depositados. Os usuários buscam garantias formais de liquidez para afastar temores de perdas patrimoniais na plataforma de negociação. Empresas especializadas em análise forense de dados acompanham as movimentações dos ativos. Relatórios técnicos da Chainalysis e da TRM Labs auxiliam os investigadores federais na localização desse capital desviado. As análises buscam mapear o fluxo do dinheiro pelas redes descentralizadas. Os agentes norte-americanos usam essas informações de rastreio para tentar congelar os valores roubados em diferentes endereços digitais. A administração da Binance também anunciou medidas de proteção institucional. A empresa moveu bilhões em ativos para suas próprias carteiras com o objetivo de reorganizar o armazenamento interno. Transparência contábil busca responder dúvidas dos clientes A corretora publicou uma versão inicial de sua verificação patrimonial após a transferência dos valores. O procedimento visa dar clareza pública sobre o montante mantido sob custódia corporativa. A Binance prometeu entregar a Prova de Reservas completa na segunda-feira, dia 2 de novembro. Esse documento contábil precisa certificar a paridade integral dos saldos de cada usuário cadastrado no sistema. Investidores cobram comprovação irrefutável de que a exchange preserva fundos suficientes para honrar todos os compromissos. O relatório final precisa demonstrar que as carteiras ativas cobrem a totalidade das obrigações com o público. A divulgação agendada para segunda-feira deve esclarecer se o ataque afetou os saldos corporativos. Os comunicados oficiais da Binance buscam tranquilizar o mercado financeiro global durante as etapas da apuração criminal. O desfecho do inquérito depende agora da cooperação entre a corretora e as agências dos Estados Unidos. Os clientes aguardam os novos dados oficiais para avaliar a permanência dos seus capitais na plataforma. O artigo FBI e Serviço Secreto investigam roubo ligado à Binance foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

FBI e Serviço Secreto investigam roubo ligado à Binance

O Federal Bureau of Investigation (FBI) e o Serviço Secreto dos Estados Unidos entraram na investigação sobre um roubo recente. As autoridades federais agora atuam para rastrear os recursos ilícitos e identificar os responsáveis pelo ataque financeiro contra o ecossistema.
A ofensiva gera incertezas financeiras para os clientes da Binance sobre a segurança imediata de seus fundos depositados. Os usuários buscam garantias formais de liquidez para afastar temores de perdas patrimoniais na plataforma de negociação.
Empresas especializadas em análise forense de dados acompanham as movimentações dos ativos. Relatórios técnicos da Chainalysis e da TRM Labs auxiliam os investigadores federais na localização desse capital desviado.
As análises buscam mapear o fluxo do dinheiro pelas redes descentralizadas. Os agentes norte-americanos usam essas informações de rastreio para tentar congelar os valores roubados em diferentes endereços digitais.
A administração da Binance também anunciou medidas de proteção institucional. A empresa moveu bilhões em ativos para suas próprias carteiras com o objetivo de reorganizar o armazenamento interno.
Transparência contábil busca responder dúvidas dos clientes
A corretora publicou uma versão inicial de sua verificação patrimonial após a transferência dos valores. O procedimento visa dar clareza pública sobre o montante mantido sob custódia corporativa.
A Binance prometeu entregar a Prova de Reservas completa na segunda-feira, dia 2 de novembro. Esse documento contábil precisa certificar a paridade integral dos saldos de cada usuário cadastrado no sistema.
Investidores cobram comprovação irrefutável de que a exchange preserva fundos suficientes para honrar todos os compromissos. O relatório final precisa demonstrar que as carteiras ativas cobrem a totalidade das obrigações com o público.
A divulgação agendada para segunda-feira deve esclarecer se o ataque afetou os saldos corporativos. Os comunicados oficiais da Binance buscam tranquilizar o mercado financeiro global durante as etapas da apuração criminal.
O desfecho do inquérito depende agora da cooperação entre a corretora e as agências dos Estados Unidos. Os clientes aguardam os novos dados oficiais para avaliar a permanência dos seus capitais na plataforma.
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“Rei das criptomoedas” é preso em SP após golpe de R$ 45 miO homem conhecido como “Rei das criptomoedas” foi preso pela Polícia Militar na tarde de sábado (31), no bairro de Perdizes, zona oeste de São Paulo. Josué Viana Medeiros é acusado de comandar um esquema criminoso que ultrapassou R$ 45 milhões. Ele caminhava pela Rua Itajobi quando foi identificado pelas câmeras do programa Muralha Paulista. Condenado a oito anos de prisão em regime fechado, era procurado pela Justiça do Amazonas, depois de ter sido preso em 2022, em Santarém, no Pará. Após a identificação, os policiais fizeram a abordagem e confirmaram que havia um mandado de prisão em aberto contra Medeiros. Ele foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de corpo de delito e, em seguida, ao Centro de Detenção Provisária (CDP) de Pinheiros. A audiência de custódia está prevista para este domingo (1º). O esquema em Manaus Na capital amazonense, Medeiros era conhecido como o “Rei das Criptomoedas” e desfilava em carros de luxo. Sua empresa é acusada de prometer lucros rápidos e fáceis com criptomoedas, mas não passaria de uma fachada para lavagem de dinheiro e estelionato. Ele teria enganado pelo menos 300 pessoas. De acordo com a Polícia Civil do Amazonas, Josué induzia as pessoas a assinarem contratos de investimento, com promessa de juros de cerca de 10% ao mês. Depois, sumia com o dinheiro e deixava as vítimas no prejuízo. O caso se soma a outros golpes com criptomoedas investigados no país. Como as câmeras chegaram até ele O Muralha Paulista, programa do Governo de São Paulo, opera câmeras interligadas, entre leitores de placas, equipamentos de reconhecimento facial e dispositivos de monitoramento em tempo real. A rede integra câmeras e sensores de órgãos públicos e privados a bases de dados e indicadores de localização. As câmeras cruzam informações com o Banco Nacional de Mandados de Prisão e usam reconhecimento facial para identificar automaticamente foragidos da Justiça. O artigo “Rei das criptomoedas” é preso em SP após golpe de R$ 45 mi foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

“Rei das criptomoedas” é preso em SP após golpe de R$ 45 mi

O homem conhecido como “Rei das criptomoedas” foi preso pela Polícia Militar na tarde de sábado (31), no bairro de Perdizes, zona oeste de São Paulo. Josué Viana Medeiros é acusado de comandar um esquema criminoso que ultrapassou R$ 45 milhões.
Ele caminhava pela Rua Itajobi quando foi identificado pelas câmeras do programa Muralha Paulista. Condenado a oito anos de prisão em regime fechado, era procurado pela Justiça do Amazonas, depois de ter sido preso em 2022, em Santarém, no Pará.
Após a identificação, os policiais fizeram a abordagem e confirmaram que havia um mandado de prisão em aberto contra Medeiros. Ele foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de corpo de delito e, em seguida, ao Centro de Detenção Provisária (CDP) de Pinheiros. A audiência de custódia está prevista para este domingo (1º).
O esquema em Manaus
Na capital amazonense, Medeiros era conhecido como o “Rei das Criptomoedas” e desfilava em carros de luxo. Sua empresa é acusada de prometer lucros rápidos e fáceis com criptomoedas, mas não passaria de uma fachada para lavagem de dinheiro e estelionato. Ele teria enganado pelo menos 300 pessoas.
De acordo com a Polícia Civil do Amazonas, Josué induzia as pessoas a assinarem contratos de investimento, com promessa de juros de cerca de 10% ao mês. Depois, sumia com o dinheiro e deixava as vítimas no prejuízo.
O caso se soma a outros golpes com criptomoedas investigados no país.
Como as câmeras chegaram até ele
O Muralha Paulista, programa do Governo de São Paulo, opera câmeras interligadas, entre leitores de placas, equipamentos de reconhecimento facial e dispositivos de monitoramento em tempo real. A rede integra câmeras e sensores de órgãos públicos e privados a bases de dados e indicadores de localização.
As câmeras cruzam informações com o Banco Nacional de Mandados de Prisão e usam reconhecimento facial para identificar automaticamente foragidos da Justiça.
O artigo “Rei das criptomoedas” é preso em SP após golpe de R$ 45 mi foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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US$ 8 bilhões roubados de Binance, Bybit e Bitget: o que a Coinbase faz diferente?Hackers roubaram mais de US$ 8 bilhões da Binance, Bybit e Bitget em vinte meses. Nenhum dos ataques capturou as senhas mestras, as chamadas chaves privadas. Em todos os casos, os sistemas internos de aprovação de saques das exchanges foram enganados. O risco vai além dos usuários dessas plataformas. A Coinbase, que não relatou nenhum roubo semelhante, custodia o Bitcoin por trás da maioria dos ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos. Suas proteções, portanto, também defendem o dinheiro de Wall Street. Como hackers invadiram três exchanges? A Binance perdeu cerca de US$ 6,3 bilhões em 29 de outubro. O co-CEO Richard Teng afirmou que o roubo de US$ 6 bilhões começou com o comprometimento do notebook de um engenheiro. A empresa não identificou vazamento de chaves. “… Para deixar claro: o invasor não utilizou apenas as permissões de um engenheiro, e não foi uma ação única de ‘um clique’”, afirmou Teng. A Bybit perdeu quase US$ 1,5 bilhão em fevereiro de 2025, no maior hack da história das criptomoedas até então. Hackers inseriram um código malicioso no Safe{Wallet}, aplicativo externo usado pela Bybit para aprovar transferências. Os funcionários viam um destino enquanto assinavam outro. O FBI responsabilizou a Coreia do Norte. A Bitget perdeu cerca de US$ 387,5 milhões em setembro. Os invasores aproveitaram brechas em produtos de segurança de terceiros, e ordens fraudulentas de saque foram autenticadas normalmente pelo sistema da exchange. Gráfico comparando os ataques à Binance, Bybit e Bitget por valor e método. Fonte: BeInCrypto O que a Coinbase faz de diferente? A Coinbase usa computação multipartidária (MPC), técnica que divide cada chave em fragmentos guardados em máquinas distintas. O co-CEO institucional Greg Tusar explicou o modelo em 2025. “O MPC garante que as chaves privadas completas nunca sejam armazenadas em repouso nem estejam presentes em qualquer máquina isoladamente durante o processo de assinatura ou uso”, detalhou Tusar. A empresa também afirma desenvolver internamente todo o software crítico de segurança. Os vazamentos na Bitget e na Bybit, ao contrário, partiram de fornecedores terceirizados. Para o pesquisador Zeeme, o método bloqueia as rotas dos três ataques, já que um notebook invadido resultaria em apenas um pedaço de chave sem utilidade. Why Hackers Hit Binance, Bybit & Bitget — Still Can’t Touch Coinbase: 🧵👇 959K BTC. $103.31 Billion. 14 Years. 🔒 1. No Giant Honeypot — 69.8M Separate Addresses Most exchanges pool billions inside a few live "hot wallets" for fast withdrawals.@coinbase doesn’t do that.… pic.twitter.com/aku0RReIbo — Zeeme ⚡ | On-Chain Research (@0x_zeeme) November 1, 2026 Dados da Arkham mostram que carteiras da Coinbase guardam cerca de 959 mil BTC em 69,8 milhões de endereços, o equivalente a US$ 74,7 bilhões pelo preço atual do Bitcoin. Bitcoin mantido em carteiras da Coinbase. Fonte: Arkham “A Coinbase é segura. Estamos monitorando a volatilidade dos preços, rastreando ativos desviados ‘on-chain’ e mantendo a vigilância máxima”, disse Rob Witoff, diretor de tecnologia da Coinbase. “Estamos bloqueando transferências para carteiras comprometidas da Binance e fizemos ajustes em nossos sistemas de cold storage apenas por precaução. Reforçando,” declarou Jeff Lunglhofer, CSO da Coinbase. Nenhuma plataforma é imune a incidentes de segurança A Coinbase também não está livre de violações. Em 2025, criminosos subornaram funcionários terceirizados do suporte para obter dados de clientes. Segundo o The Register, o prejuízo ficou entre US$ 180 milhões e US$ 400 milhões, mas a empresa disse que os fundos nunca ficaram acessíveis aos criminosos. O tamanho da empresa também é um risco. O pesquisador Marc Baumann calculou em abril que a Coinbase detém 84% dos ativos de ETFs de Bitcoin à vista nos EUA, cerca de US$ 77 bilhões sob custódia de uma única companhia. Nem todos os emissores dependem só dela. A Fidelity mantém sob custódia própria o fundo de Bitcoin da empresa, e o Morgan Stanley aponta o BNY como segundo custodiante. Para os investidores de ETFs, o teste é saber se os controles da Coinbase funcionam onde os outros falharam. Os três roubos aconteceram justamente na etapa de aprovação, procedimento que a Coinbase afirma inspecionar com cuidado antes de qualquer assinatura de transferência. O artigo US$ 8 bilhões roubados de Binance, Bybit e Bitget: o que a Coinbase faz diferente? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

US$ 8 bilhões roubados de Binance, Bybit e Bitget: o que a Coinbase faz diferente?

Hackers roubaram mais de US$ 8 bilhões da Binance, Bybit e Bitget em vinte meses. Nenhum dos ataques capturou as senhas mestras, as chamadas chaves privadas. Em todos os casos, os sistemas internos de aprovação de saques das exchanges foram enganados.
O risco vai além dos usuários dessas plataformas. A Coinbase, que não relatou nenhum roubo semelhante, custodia o Bitcoin por trás da maioria dos ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos. Suas proteções, portanto, também defendem o dinheiro de Wall Street.
Como hackers invadiram três exchanges?
A Binance perdeu cerca de US$ 6,3 bilhões em 29 de outubro. O co-CEO Richard Teng afirmou que o roubo de US$ 6 bilhões começou com o comprometimento do notebook de um engenheiro. A empresa não identificou vazamento de chaves.
“… Para deixar claro: o invasor não utilizou apenas as permissões de um engenheiro, e não foi uma ação única de ‘um clique’”, afirmou Teng.
A Bybit perdeu quase US$ 1,5 bilhão em fevereiro de 2025, no maior hack da história das criptomoedas até então. Hackers inseriram um código malicioso no Safe{Wallet}, aplicativo externo usado pela Bybit para aprovar transferências. Os funcionários viam um destino enquanto assinavam outro. O FBI responsabilizou a Coreia do Norte.
A Bitget perdeu cerca de US$ 387,5 milhões em setembro. Os invasores aproveitaram brechas em produtos de segurança de terceiros, e ordens fraudulentas de saque foram autenticadas normalmente pelo sistema da exchange.
Gráfico comparando os ataques à Binance, Bybit e Bitget por valor e método. Fonte: BeInCrypto
O que a Coinbase faz de diferente?
A Coinbase usa computação multipartidária (MPC), técnica que divide cada chave em fragmentos guardados em máquinas distintas. O co-CEO institucional Greg Tusar explicou o modelo em 2025.
“O MPC garante que as chaves privadas completas nunca sejam armazenadas em repouso nem estejam presentes em qualquer máquina isoladamente durante o processo de assinatura ou uso”, detalhou Tusar.
A empresa também afirma desenvolver internamente todo o software crítico de segurança. Os vazamentos na Bitget e na Bybit, ao contrário, partiram de fornecedores terceirizados.
Para o pesquisador Zeeme, o método bloqueia as rotas dos três ataques, já que um notebook invadido resultaria em apenas um pedaço de chave sem utilidade.
Why Hackers Hit Binance, Bybit & Bitget — Still Can’t Touch Coinbase: 🧵👇
959K BTC. $103.31 Billion. 14 Years. 🔒
1. No Giant Honeypot — 69.8M Separate Addresses
Most exchanges pool billions inside a few live "hot wallets" for fast withdrawals.@coinbase doesn’t do that.… pic.twitter.com/aku0RReIbo
— Zeeme ⚡ | On-Chain Research (@0x_zeeme) November 1, 2026
Dados da Arkham mostram que carteiras da Coinbase guardam cerca de 959 mil BTC em 69,8 milhões de endereços, o equivalente a US$ 74,7 bilhões pelo preço atual do Bitcoin.
Bitcoin mantido em carteiras da Coinbase. Fonte: Arkham
“A Coinbase é segura. Estamos monitorando a volatilidade dos preços, rastreando ativos desviados ‘on-chain’ e mantendo a vigilância máxima”, disse Rob Witoff, diretor de tecnologia da Coinbase.
“Estamos bloqueando transferências para carteiras comprometidas da Binance e fizemos ajustes em nossos sistemas de cold storage apenas por precaução. Reforçando,” declarou Jeff Lunglhofer, CSO da Coinbase.
Nenhuma plataforma é imune a incidentes de segurança
A Coinbase também não está livre de violações. Em 2025, criminosos subornaram funcionários terceirizados do suporte para obter dados de clientes. Segundo o The Register, o prejuízo ficou entre US$ 180 milhões e US$ 400 milhões, mas a empresa disse que os fundos nunca ficaram acessíveis aos criminosos.
O tamanho da empresa também é um risco. O pesquisador Marc Baumann calculou em abril que a Coinbase detém 84% dos ativos de ETFs de Bitcoin à vista nos EUA, cerca de US$ 77 bilhões sob custódia de uma única companhia.
Nem todos os emissores dependem só dela. A Fidelity mantém sob custódia própria o fundo de Bitcoin da empresa, e o Morgan Stanley aponta o BNY como segundo custodiante.
Para os investidores de ETFs, o teste é saber se os controles da Coinbase funcionam onde os outros falharam. Os três roubos aconteceram justamente na etapa de aprovação, procedimento que a Coinbase afirma inspecionar com cuidado antes de qualquer assinatura de transferência.
O artigo US$ 8 bilhões roubados de Binance, Bybit e Bitget: o que a Coinbase faz diferente? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Bitcoin faz 18 anos com um paradoxo que Satoshi nunca resolveuO Bitcoin completou 18 anos no sábado (31) com o criador ainda desaparecido. A fortuna atribuída a ele equivale a cerca de US$ 85 bilhões, e a inteligência artificial começa a reconstruir como tudo começou. Em 31 de outubro de 2008, Satoshi Nakamoto divulgou o whitepaper do Bitcoin, propondo um dinheiro que poderia circular sem depender de bancos. Hoje, o ativo é negociado próximo de US$ 77.330, com valor de mercado em torno de US$ 1,55 trilhão. “…Estou trabalhando em um novo sistema de dinheiro eletrônico totalmente peer-to-peer, sem um terceiro confiável”, escreveu Satoshi na época. A ideia era simples de explicar: computadores em uma rede validariam as transações e impediriam que o mesmo Bitcoin fosse gasto duas vezes. Satoshi parou de se manifestar publicamente em 2010, e o Bitcoin seguiu sem ele. o mesmo Bitcoin fosse gasto duas vezes. Satoshi parou de se manifestar publicamente em 2010. O Bitcoin seguiu seu rumo sem ele. O paradoxo de Satoshi no Bitcoin A sombra de US$ 85 bilhões Pesquisadores atribuem cerca de 1,1 milhão de BTC a um minerador do início da rede, amplamente considerado Satoshi. A maior parte dessas moedas nunca foi movida. Aos valores atuais, o patrimônio é estimado em aproximadamente US$ 85 bilhões. Ninguém sabe quem detém hoje as chaves privadas. Se essas moedas fossem movidas de repente, o mercado poderia temer o retorno de Satoshi ou que alguém tenha acessado as carteiras. A transferência em si não indicaria venda, mas a incerteza poderia abalar o mercado. IA vasculha o passado do Bitcoin Em outubro, o desenvolvedor T4T5 usou o Claude, da Anthropic, para reconstruir o software original do Bitcoin de 2009, reproduzindo o arquivo original byte por byte. O programa do dia do lançamento, porém, ainda não foi encontrado. Em outro experimento, o Claude analisou números misteriosos em padrões de criptografia fornecidos pela NSA e identificou um gerador de números aleatórios baseado em timestamp. A descoberta reduziu suspeitas antigas de falhas ocultas. Nenhum dos testes revelou vulnerabilidade no Bitcoin. Ainda assim, o bilionário Chamath Palihapitiya alertou recentemente que o Bitcoin poderia, no futuro, ser hackeado e “chegar a zero”. 🚨 Chamath Palihapitiya says AI could hack Satoshi’s Bitcoin wallet and send $BTC to zero. Is this a real risk or just fear around AI? 👀 JOIN FREE VIP GROUP : https://t.co/dpVaRunHZm pic.twitter.com/TW3p6GpHMu — Wise Advice (@wiseadvicesumit) October 25, 2026 Pesquisadores também consideram possível que avanços futuros da IA exponham atalhos matemáticos capazes de colocar em risco chaves públicas já reveladas. Até agora, não existe ataque prático desse tipo. Depois de 18 anos, o Bitcoin sobreviveu ao sumiço do fundador. O próximo desafio pode ser saber se a comunidade descentralizada consegue chegar a um consenso sobre mudanças de segurança antes que uma nova ameaça se concretize. O artigo Bitcoin faz 18 anos com um paradoxo que Satoshi nunca resolveu foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Bitcoin faz 18 anos com um paradoxo que Satoshi nunca resolveu

O Bitcoin completou 18 anos no sábado (31) com o criador ainda desaparecido. A fortuna atribuída a ele equivale a cerca de US$ 85 bilhões, e a inteligência artificial começa a reconstruir como tudo começou.
Em 31 de outubro de 2008, Satoshi Nakamoto divulgou o whitepaper do Bitcoin, propondo um dinheiro que poderia circular sem depender de bancos. Hoje, o ativo é negociado próximo de US$ 77.330, com valor de mercado em torno de US$ 1,55 trilhão.
“…Estou trabalhando em um novo sistema de dinheiro eletrônico totalmente peer-to-peer, sem um terceiro confiável”, escreveu Satoshi na época.
A ideia era simples de explicar: computadores em uma rede validariam as transações e impediriam que o mesmo Bitcoin fosse gasto duas vezes. Satoshi parou de se manifestar publicamente em 2010, e o Bitcoin seguiu sem ele. o mesmo Bitcoin fosse gasto duas vezes. Satoshi parou de se manifestar publicamente em 2010. O Bitcoin seguiu seu rumo sem ele.
O paradoxo de Satoshi no Bitcoin
A sombra de US$ 85 bilhões
Pesquisadores atribuem cerca de 1,1 milhão de BTC a um minerador do início da rede, amplamente considerado Satoshi. A maior parte dessas moedas nunca foi movida. Aos valores atuais, o patrimônio é estimado em aproximadamente US$ 85 bilhões.
Ninguém sabe quem detém hoje as chaves privadas.
Se essas moedas fossem movidas de repente, o mercado poderia temer o retorno de Satoshi ou que alguém tenha acessado as carteiras. A transferência em si não indicaria venda, mas a incerteza poderia abalar o mercado.
IA vasculha o passado do Bitcoin
Em outubro, o desenvolvedor T4T5 usou o Claude, da Anthropic, para reconstruir o software original do Bitcoin de 2009, reproduzindo o arquivo original byte por byte. O programa do dia do lançamento, porém, ainda não foi encontrado.
Em outro experimento, o Claude analisou números misteriosos em padrões de criptografia fornecidos pela NSA e identificou um gerador de números aleatórios baseado em timestamp. A descoberta reduziu suspeitas antigas de falhas ocultas. Nenhum dos testes revelou vulnerabilidade no Bitcoin.
Ainda assim, o bilionário Chamath Palihapitiya alertou recentemente que o Bitcoin poderia, no futuro, ser hackeado e “chegar a zero”.
🚨 Chamath Palihapitiya says AI could hack Satoshi’s Bitcoin wallet and send $BTC to zero.
Is this a real risk or just fear around AI? 👀
JOIN FREE VIP GROUP : https://t.co/dpVaRunHZm pic.twitter.com/TW3p6GpHMu
— Wise Advice (@wiseadvicesumit) October 25, 2026
Pesquisadores também consideram possível que avanços futuros da IA exponham atalhos matemáticos capazes de colocar em risco chaves públicas já reveladas. Até agora, não existe ataque prático desse tipo.
Depois de 18 anos, o Bitcoin sobreviveu ao sumiço do fundador. O próximo desafio pode ser saber se a comunidade descentralizada consegue chegar a um consenso sobre mudanças de segurança antes que uma nova ameaça se concretize.
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Efeito Lula: Bolsa tem o pior mês desde 2022 e dólar vai às alturasO mercado financeiro brasileiro encerrou outubro sob forte pressão, com o dólar em disparada e a bolsa em queda acentuada. No mês, o Ibovespa perdeu 9,88%, o pior resultado desde junho de 2022, quando a queda foi de 11,5%. O dólar avançou 5,27% e passou a acumular alta de 0,81% em 2026. O estrago se concentrou na reta final. Na última semana do mês, a moeda americana subiu mais de 9%, a maior valorização semanal desde a crise financeira de 2008. O Ibovespa recuou 18,12% no mesmo período, a pior queda semanal desde março de 2020, quando havia perdido 18,88% nos efeitos iniciais da pandemia. Dólar fecha o mês no maior valor do ano A moeda comercial terminou outubro cotada a R$ 5,446, o maior valor de fechamento de 2026. No último pregão do mês, chegou a R$ 5,463 antes de devolver parte dos ganhos. Segundo João Victor da Silva, economista e analista de Mercado da Orsitec, parte dos investidores havia se posicionado para uma vitória de Flávio Bolsonaro. Com o resultado, houve uma revisão das perspectivas para a condução da economia. “O mercado sempre reage às expectativas”, afirma. Na prática, os preços das ações, do dólar e dos contratos de juros incorporam projeções sobre crescimento, inflação e contas públicas. Quando o cenário esperado muda, os investidores ajustam suas operações, o que pode intensificar as oscilações”, completa. A alta semanal de 9,15% veio logo após o segundo turno das eleições presidenciais, e foi a maior desde outubro de 2008. Parte da volatilidade do último dia veio da formação da Ptax de fim de mês, taxa calculada pelo Banco Central e usada como referência para liquidar contratos futuros de câmbio. Os investidores também reavaliaram posições após o resultado eleitoral. A expectativa pela definição da equipe econômica do próximo governo e pelas medidas para as contas públicas manteve o mercado atento à política fiscal. Antes do feriado de Finados, nesta segunda (2), houve ainda busca por proteção cambial. Bolsa soma cinco quedas seguidas O Ibovespa fechou o mês aos 167,9 mil pontos, no quinto pregão consecutivo de baixa. A pressão ganhou força depois da reeleição de Lula. No primeiro pregão após o resultado, na segunda (26), a queda acionou o circuit breaker, mecanismo que interrompe temporariamente as negociações diante de perdas expressivas. A saída de capital estrangeiro também pesou. Dados da B3 apontaram retirada líquida de quase R$ 7,6 bilhões do mercado secundário de ações nos três primeiros pregões da última semana de outubro. Cenário externo também pressionou Além das incertezas domésticas, o mercado brasileiro acompanhou um ambiente internacional desfavorável, com cautela em relação às empresas de tecnologia dos Estados Unidos e às perspectivas para a inflação e os juros globais. No último pregão do mês, o S&P 500 caiu 1,82% em Nova York, refletindo preocupações com os resultados das big techs e com os investimentos em inteligência artificial. A forte queda das ações de tecnologia e de IA pressionou o dólar e as bolsas de outros países. O artigo Efeito Lula: Bolsa tem o pior mês desde 2022 e dólar vai às alturas foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Efeito Lula: Bolsa tem o pior mês desde 2022 e dólar vai às alturas

O mercado financeiro brasileiro encerrou outubro sob forte pressão, com o dólar em disparada e a bolsa em queda acentuada. No mês, o Ibovespa perdeu 9,88%, o pior resultado desde junho de 2022, quando a queda foi de 11,5%. O dólar avançou 5,27% e passou a acumular alta de 0,81% em 2026.
O estrago se concentrou na reta final. Na última semana do mês, a moeda americana subiu mais de 9%, a maior valorização semanal desde a crise financeira de 2008. O Ibovespa recuou 18,12% no mesmo período, a pior queda semanal desde março de 2020, quando havia perdido 18,88% nos efeitos iniciais da pandemia.
Dólar fecha o mês no maior valor do ano
A moeda comercial terminou outubro cotada a R$ 5,446, o maior valor de fechamento de 2026. No último pregão do mês, chegou a R$ 5,463 antes de devolver parte dos ganhos.
Segundo João Victor da Silva, economista e analista de Mercado da Orsitec, parte dos investidores havia se posicionado para uma vitória de Flávio Bolsonaro. Com o resultado, houve uma revisão das perspectivas para a condução da economia.
“O mercado sempre reage às expectativas”, afirma. Na prática, os preços das ações, do dólar e dos contratos de juros incorporam projeções sobre crescimento, inflação e contas públicas. Quando o cenário esperado muda, os investidores ajustam suas operações, o que pode intensificar as oscilações”, completa.
A alta semanal de 9,15% veio logo após o segundo turno das eleições presidenciais, e foi a maior desde outubro de 2008. Parte da volatilidade do último dia veio da formação da Ptax de fim de mês, taxa calculada pelo Banco Central e usada como referência para liquidar contratos futuros de câmbio.
Os investidores também reavaliaram posições após o resultado eleitoral. A expectativa pela definição da equipe econômica do próximo governo e pelas medidas para as contas públicas manteve o mercado atento à política fiscal. Antes do feriado de Finados, nesta segunda (2), houve ainda busca por proteção cambial.
Bolsa soma cinco quedas seguidas
O Ibovespa fechou o mês aos 167,9 mil pontos, no quinto pregão consecutivo de baixa. A pressão ganhou força depois da reeleição de Lula. No primeiro pregão após o resultado, na segunda (26), a queda acionou o circuit breaker, mecanismo que interrompe temporariamente as negociações diante de perdas expressivas.
A saída de capital estrangeiro também pesou. Dados da B3 apontaram retirada líquida de quase R$ 7,6 bilhões do mercado secundário de ações nos três primeiros pregões da última semana de outubro.
Cenário externo também pressionou
Além das incertezas domésticas, o mercado brasileiro acompanhou um ambiente internacional desfavorável, com cautela em relação às empresas de tecnologia dos Estados Unidos e às perspectivas para a inflação e os juros globais.
No último pregão do mês, o S&P 500 caiu 1,82% em Nova York, refletindo preocupações com os resultados das big techs e com os investimentos em inteligência artificial. A forte queda das ações de tecnologia e de IA pressionou o dólar e as bolsas de outros países.
O artigo Efeito Lula: Bolsa tem o pior mês desde 2022 e dólar vai às alturas foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Três horas após retomada dos saques, US$ 2 bi são retirados da BinanceO rastreador Whale Alert sinalizou cerca de US$ 2 bilhões em Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e stablecoins atreladas ao dólar deixando a Binance aproximadamente três horas após a exchange reabrir os saques no domingo. A empresa afirma que agora realiza todos os pagamentos de saques utilizando carteiras recém-criadas. A exchange suspendeu as retiradas depois que invasores levaram cerca de US$ 6,3 bilhões em 29 de outubro. Para os clientes sem acesso aos recursos desde então, e para os investidores em Bitcoin que esperam uma recuperação, a dúvida é se o dinheiro realmente está saindo da plataforma ou apenas sendo realocado. Quem moveu US$ 2 bilhões da Binance? Os relatórios do Whale Alert mostram a saída de 10 mil BTC, avaliados em cerca de US$ 779 milhões, quase US$ 1 bilhão em Tether (USDT), US$ 200 milhões em USD Coin (USDC) e 30 mil ETH, equivalentes a US$ 68 milhões. 🚨 🚨 🚨 🚨 🚨 100,000,000 $USDC (100,037,106 USD) transferred from #Binance to unknown wallethttps://t.co/hepsLsxS4S — Whale Alert (@whale_alert) November 1, 2026 O rastreador classificou cada uma dessas quantias como enviada para uma “carteira desconhecida”. A Binance afirmou no domingo que adicionou endereços recém-gerados à sua lista de prova de reservas, o conjunto público de carteiras que, segundo a companhia, guarda os ativos dos clientes. Todos os próximos saques na Binance serão pagos a partir dessas carteiras. A exchange não confirmou publicamente a correspondência de cada transação às novas carteiras. Informa, porém, que já substituiu cerca de 95% dos ativos roubados. A alta de domingo que não aconteceu No fim da sexta-feira, cerca de 34 horas antes da reabertura dos saques, o comentarista Ted Pillows afirmou aos seguidores que a retomada impulsionaria os preços. “… A Binance tem como meta retomar o serviço de saque em aproximadamente 34 horas. Isso vai causar uma alta no domingo”, disse Pillows em publicação. A alta expressiva não veio. O Bitcoin avançou apenas 1,05% nas últimas 24 horas e é negociado a US$ 78.122 no momento desta reportagem, abaixo do patamar de US$ 79 mil perdido no dia do ataque, conforme registrado. Um dia após o ataque, investidores retiraram US$ 643 milhões de ETFs de Bitcoin. Desempenho do preço do Bitcoin. Fonte: BeInCrypto Há um precedente. Depois que a Bybit perdeu cerca de US$ 1,5 bilhão em fevereiro de 2025, o Bitcoin caiu de imediato cerca de 3% e o Ethereum 7%, segundo dados da Kaiko. A Bybit zerou a fila de saques em aproximadamente 12 horas, e o Bitcoin depois atingiu o recorde de US$ 126.080, em outubro de 2025. Se o Bitcoin repetirá esse movimento de recuperação ainda é tema de debate. O analista Charles Edwards não possui Bitcoin desde o incidente da Binance, enquanto Giovanni Santostasi e Benjamin Cowen discordaram da avaliação dele no painel de especialistas do BeInCrypto. O que continua bloqueado Até agora, só a primeira fase, com 15 redes, foi liberada para saques na Binance. O cofundador Yi He informou que as demais carteiras ainda passam por auditorias de segurança, sem previsão oficial de reabertura. Enquanto isso, a Binance reservou mais de US$ 6,34 bilhões de recursos próprios para cobrir os prejuízos, segundo a AFP. O artigo Três horas após retomada dos saques, US$ 2 bi são retirados da Binance foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Três horas após retomada dos saques, US$ 2 bi são retirados da Binance

O rastreador Whale Alert sinalizou cerca de US$ 2 bilhões em Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e stablecoins atreladas ao dólar deixando a Binance aproximadamente três horas após a exchange reabrir os saques no domingo. A empresa afirma que agora realiza todos os pagamentos de saques utilizando carteiras recém-criadas.
A exchange suspendeu as retiradas depois que invasores levaram cerca de US$ 6,3 bilhões em 29 de outubro. Para os clientes sem acesso aos recursos desde então, e para os investidores em Bitcoin que esperam uma recuperação, a dúvida é se o dinheiro realmente está saindo da plataforma ou apenas sendo realocado.
Quem moveu US$ 2 bilhões da Binance?
Os relatórios do Whale Alert mostram a saída de 10 mil BTC, avaliados em cerca de US$ 779 milhões, quase US$ 1 bilhão em Tether (USDT), US$ 200 milhões em USD Coin (USDC) e 30 mil ETH, equivalentes a US$ 68 milhões.
🚨 🚨 🚨 🚨 🚨 100,000,000 $USDC (100,037,106 USD) transferred from #Binance to unknown wallethttps://t.co/hepsLsxS4S
— Whale Alert (@whale_alert) November 1, 2026
O rastreador classificou cada uma dessas quantias como enviada para uma “carteira desconhecida”.
A Binance afirmou no domingo que adicionou endereços recém-gerados à sua lista de prova de reservas, o conjunto público de carteiras que, segundo a companhia, guarda os ativos dos clientes. Todos os próximos saques na Binance serão pagos a partir dessas carteiras.
A exchange não confirmou publicamente a correspondência de cada transação às novas carteiras. Informa, porém, que já substituiu cerca de 95% dos ativos roubados.
A alta de domingo que não aconteceu
No fim da sexta-feira, cerca de 34 horas antes da reabertura dos saques, o comentarista Ted Pillows afirmou aos seguidores que a retomada impulsionaria os preços.
“… A Binance tem como meta retomar o serviço de saque em aproximadamente 34 horas. Isso vai causar uma alta no domingo”, disse Pillows em publicação.
A alta expressiva não veio. O Bitcoin avançou apenas 1,05% nas últimas 24 horas e é negociado a US$ 78.122 no momento desta reportagem, abaixo do patamar de US$ 79 mil perdido no dia do ataque, conforme registrado. Um dia após o ataque, investidores retiraram US$ 643 milhões de ETFs de Bitcoin.
Desempenho do preço do Bitcoin. Fonte: BeInCrypto
Há um precedente. Depois que a Bybit perdeu cerca de US$ 1,5 bilhão em fevereiro de 2025, o Bitcoin caiu de imediato cerca de 3% e o Ethereum 7%, segundo dados da Kaiko. A Bybit zerou a fila de saques em aproximadamente 12 horas, e o Bitcoin depois atingiu o recorde de US$ 126.080, em outubro de 2025.
Se o Bitcoin repetirá esse movimento de recuperação ainda é tema de debate. O analista Charles Edwards não possui Bitcoin desde o incidente da Binance, enquanto Giovanni Santostasi e Benjamin Cowen discordaram da avaliação dele no painel de especialistas do BeInCrypto.
O que continua bloqueado
Até agora, só a primeira fase, com 15 redes, foi liberada para saques na Binance. O cofundador Yi He informou que as demais carteiras ainda passam por auditorias de segurança, sem previsão oficial de reabertura.
Enquanto isso, a Binance reservou mais de US$ 6,34 bilhões de recursos próprios para cobrir os prejuízos, segundo a AFP.
O artigo Três horas após retomada dos saques, US$ 2 bi são retirados da Binance foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Chainalysis, empresa que rastreia hackers de cripto, sofre invasão com uso de IAA Chainalysis, empresa que vive de rastrear criminosos no mercado cripto, virou alvo de hackers. A companhia informou aos clientes que um invasor externo usou “técnicas ofensivas de agentes”, ou seja, ferramentas de inteligência artificial, para acessar seus sistemas neste mês. A lista de clientes da Chainalysis inclui mais de cem bancos, além de exchanges e órgãos governamentais. Com a invasão, nomes de funcionários dessas instituições ficaram nas mãos de terceiros. O que os hackers conseguiram? Segundo comunicado divulgado pela Chainalysis na sexta-feira (30), o invasor obteve IDs de usuários, nomes completos, endereços de e-mail e cargos. A empresa afirma não ter encontrado sinais de acesso a arquivos de casos, senhas, códigos de acesso ou tokens de sessão, e classifica as informações roubadas como “não sensíveis”. “Nossas equipes vêm atuando ininterruptamente para investigar acessos não autorizados, corrigir vulnerabilidades e fortalecer nossos sistemas”, afirmou a Chainalysis. A IA agêntica é um tipo de software que planeja e executa tarefas de forma autônoma, etapa por etapa. A empresa não informou quanto do ataque foi conduzido exclusivamente pela inteligência artificial. O que os hackers conseguiram? Segundo comunicado divulgado pela Chainalysis na sexta-feira, o invasor obteve IDs de usuários, nomes completos, endereços de e-mail e cargos ocupados. A Chainalysis afirma que arquivos de casos, senhas, códigos de acesso e tokens de sessão não mostram sinais de acesso. A empresa classifica as informações roubadas como “não sensíveis”. “Nossas equipes vêm atuando ininterruptamente para investigar acessos não autorizados, corrigir vulnerabilidades e fortalecer nossos sistemas”, informou a equipe em comunicado. IA agentica é um software que planeja e executa tarefas de forma autônoma, etapa por etapa. A Chainalysis não detalhou quanto da invasão foi realizada unicamente pela inteligência artificial. ‼️ Chainalysis, the firm that tracks crypto hackers, was hacked itself. It told customers in an email seen by ICD that an attacker using "offensive agentic techniques" accessed users' names, emails and role labels. It says this has nothing to do with the $6.3B Binance heist. pic.twitter.com/X5TeZmhxoh — International Cyber Digest (@IntCyberDigest) October 30, 2026 Coreia do Norte de novo? Mesmo sem senhas, os dados roubados têm valor. A combinação de nome, e-mail e cargo mostra ao atacante exatamente quem procurar dentro de cada banco, exchange ou órgão público, abrindo caminho para golpes de phishing direcionados. A semana já mostrou o estrago que um único alvo pode causar. Segundo as apurações iniciais da Binance, o roubo recorde de US$ 6,3 bilhões começou com o comprometimento do laptop de apenas um engenheiro. A Chainalysis afirma que a invasão em seus sistemas não tem relação com o caso da Binance, embora esteja entre as empresas que investigam o destino dos fundos roubados. O CEO Jonathan Levin apontou a Coreia do Norte. “A Coreia do Norte está repetindo velhas práticas”, disse Levin. IA contra IA Para conter o ataque, a Chainalysis contratou especialistas externos em segurança e passou a usar grandes modelos de linguagem, a tecnologia por trás dos chatbots, para identificar possíveis vulnerabilidades em seus sistemas. O mercado cripto já viu vazamentos parecidos. Em 2020, a fabricante de carteiras Ledger informou que cerca de um milhão de e-mails de clientes haviam sido expostos. Depois, a empresa alertou os usuários sobre tentativas de phishing que se aproveitavam dos dados vazados. No caso da Chainalysis, a IA foi usada para invadir e agora é usada para defender. Enquanto isso, os clientes da empresa ainda aguardam para saber quais nomes foram expostos. O artigo Chainalysis, empresa que rastreia hackers de cripto, sofre invasão com uso de IA foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Chainalysis, empresa que rastreia hackers de cripto, sofre invasão com uso de IA

A Chainalysis, empresa que vive de rastrear criminosos no mercado cripto, virou alvo de hackers. A companhia informou aos clientes que um invasor externo usou “técnicas ofensivas de agentes”, ou seja, ferramentas de inteligência artificial, para acessar seus sistemas neste mês.
A lista de clientes da Chainalysis inclui mais de cem bancos, além de exchanges e órgãos governamentais. Com a invasão, nomes de funcionários dessas instituições ficaram nas mãos de terceiros.
O que os hackers conseguiram?
Segundo comunicado divulgado pela Chainalysis na sexta-feira (30), o invasor obteve IDs de usuários, nomes completos, endereços de e-mail e cargos.
A empresa afirma não ter encontrado sinais de acesso a arquivos de casos, senhas, códigos de acesso ou tokens de sessão, e classifica as informações roubadas como “não sensíveis”.
“Nossas equipes vêm atuando ininterruptamente para investigar acessos não autorizados, corrigir vulnerabilidades e fortalecer nossos sistemas”, afirmou a Chainalysis.
A IA agêntica é um tipo de software que planeja e executa tarefas de forma autônoma, etapa por etapa. A empresa não informou quanto do ataque foi conduzido exclusivamente pela inteligência artificial.
O que os hackers conseguiram?
Segundo comunicado divulgado pela Chainalysis na sexta-feira, o invasor obteve IDs de usuários, nomes completos, endereços de e-mail e cargos ocupados.
A Chainalysis afirma que arquivos de casos, senhas, códigos de acesso e tokens de sessão não mostram sinais de acesso. A empresa classifica as informações roubadas como “não sensíveis”.
“Nossas equipes vêm atuando ininterruptamente para investigar acessos não autorizados, corrigir vulnerabilidades e fortalecer nossos sistemas”, informou a equipe em comunicado.
IA agentica é um software que planeja e executa tarefas de forma autônoma, etapa por etapa. A Chainalysis não detalhou quanto da invasão foi realizada unicamente pela inteligência artificial.
‼️ Chainalysis, the firm that tracks crypto hackers, was hacked itself.
It told customers in an email seen by ICD that an attacker using "offensive agentic techniques" accessed users' names, emails and role labels.
It says this has nothing to do with the $6.3B Binance heist. pic.twitter.com/X5TeZmhxoh
— International Cyber Digest (@IntCyberDigest) October 30, 2026
Coreia do Norte de novo?
Mesmo sem senhas, os dados roubados têm valor. A combinação de nome, e-mail e cargo mostra ao atacante exatamente quem procurar dentro de cada banco, exchange ou órgão público, abrindo caminho para golpes de phishing direcionados.
A semana já mostrou o estrago que um único alvo pode causar. Segundo as apurações iniciais da Binance, o roubo recorde de US$ 6,3 bilhões começou com o comprometimento do laptop de apenas um engenheiro.
A Chainalysis afirma que a invasão em seus sistemas não tem relação com o caso da Binance, embora esteja entre as empresas que investigam o destino dos fundos roubados. O CEO Jonathan Levin apontou a Coreia do Norte.
“A Coreia do Norte está repetindo velhas práticas”, disse Levin.
IA contra IA
Para conter o ataque, a Chainalysis contratou especialistas externos em segurança e passou a usar grandes modelos de linguagem, a tecnologia por trás dos chatbots, para identificar possíveis vulnerabilidades em seus sistemas.
O mercado cripto já viu vazamentos parecidos. Em 2020, a fabricante de carteiras Ledger informou que cerca de um milhão de e-mails de clientes haviam sido expostos. Depois, a empresa alertou os usuários sobre tentativas de phishing que se aproveitavam dos dados vazados.
No caso da Chainalysis, a IA foi usada para invadir e agora é usada para defender. Enquanto isso, os clientes da empresa ainda aguardam para saber quais nomes foram expostos.
O artigo Chainalysis, empresa que rastreia hackers de cripto, sofre invasão com uso de IA foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Quem pediu licença cripto ao Banco Central? Confira a lista completaGrandes bancos, a bolsa brasileira e as principais exchanges do mundo estão entre as empresas que buscaram licença cripto no Banco Central (BC) para atuar como prestadoras de serviços de ativos virtuais no país. O prazo para quem já operava no mercado terminou na sexta-feira (30). Até as 19h30 daquele dia, 67 instituições haviam sido identificadas na disputa, segundo levantamento do Cainvest Group, que acompanha os processos. A lista reúne pedidos confirmados pelas próprias empresas, comunicações regulatórias de bancos já autorizados e casos identificados apenas por vínculos documentais com processos no BC, ainda sem confirmação das companhias. Entre os processos com andamento público, três estavam na pauta de decisão do BC, dois em exame e dois aguardavam documentos ou manifestação dos requerentes. Quem está na corrida pela licença do BC? Entre bancos, bolsa e outras instituições financeiras, aparecem B3, Itaú Unibanco, Bradesco, Nubank, Banco Inter, BTG Pactual (por meio da Mynt), Banco BS2, Banco Rendimento, Braza Bank, Stark Bank, S3 CACEIS e B&T Corretora de Câmbio. No grupo das exchanges e corretoras estão Binance, Coinbase, OKX, Bybit, Kraken, Bitget, Ripio, OSL Brasil, Webull, Coins.xyz e Wynx Exchange, além das brasileiras Mercado Bitcoin, Foxbit e Brasil Bitcoin. Empresas de stablecoins, pagamentos e infraestrutura também entraram na disputa: Ripple, Avenia, Bloquo, Liqi, Lumx, Transfero, RedotPay, Parfin, NoxPay, Obsidiam, Belo, TCR Finance, Velaro Network e Manteca, que atua no Brasil como Ponte Global. Completam a lista 4Pay Finance, ARQ Finance, Axioma, BCX Corretora, Bloxtrade Capital, Cademartori Z Soluções, Crown, Ettica Pagamentos, Frontrade, GGPay, IACrypto, MadarBit, Masterpay, Mazzera, NBS, Neo Ativos Virtuais, Nexus, Nonco, O3 Trade, Onda Finance, PFPay, Prata Digital, SuitCoin, TRKBIT, UnblockPay, Urban e W Brasil Comércio. Bancões entram na corrida Entre os pedidos mais recentes estão os da B3 e de quatro grandes bancos: Bradesco, Nubank, Itaú e Inter. Eles foram os primeiros bancos a formalizar a solicitação para atuar como prestadores de serviços de ativos virtuais junto ao BC. A presença das instituições tradicionais mostra que a disputa pelo mercado cripto regulado no Brasil não ficará restrita às empresas nativas do setor. Com a autorização, os bancos poderão oferecer diretamente serviços como intermediação e custódia de criptoativos. Exchanges, stablecoins e infraestrutura Entre as empresas cripto, protocolaram pedido a Ripple, a emissora de stablecoins Avenia, a Bloquo, de infraestrutura de pagamentos, a Nonco, a Lumx, de pagamentos com stablecoins, e a Liqi, de tokenização de ativos. A lista inclui ainda Foxbit, Neo Ativos Virtuais, Grupo Braza, TRKBIT, Cademartori, B&T, Stark Bank e S3 CACEIS. A Coinbase entrou no grupo em 28 de outubro, dois dias antes do fim do prazo. O que muda a partir de agora? As regras para o setor foram estabelecidas pelas Resoluções BCB 519, 520 e 521, publicadas em novembro de 2025 e em vigor desde 2 de fevereiro de 2026. As normas regulamentam o Marco Legal dos Ativos Virtuais (Lei 14.478/2022) e criaram a figura das sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais, as SPSAVs. As empresas que já operavam tiveram 270 dias para protocolar a primeira fase do pedido de autorização. Quem cumpriu o prazo pode continuar funcionando enquanto o BC analisa o processo. Quem não protocolou precisa encerrar a prestação dos serviços em até 30 dias. A partir de 30 de outubro, a Resolução BCB 520 também proíbe bancos, instituições de pagamento e demais entidades autorizadas pelo BC de realizar, intermediar ou custodiar operações com prestadoras que não estejam autorizadas ou em processo de autorização. O protocolo, no entanto, não encerra o processo. O pedido dá início a uma análise em duas fases, e as empresas ainda precisarão cumprir outras exigências regulatórias antes de receber a autorização definitiva. O artigo Quem pediu licença cripto ao Banco Central? Confira a lista completa foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Quem pediu licença cripto ao Banco Central? Confira a lista completa

Grandes bancos, a bolsa brasileira e as principais exchanges do mundo estão entre as empresas que buscaram licença cripto no Banco Central (BC) para atuar como prestadoras de serviços de ativos virtuais no país. O prazo para quem já operava no mercado terminou na sexta-feira (30).
Até as 19h30 daquele dia, 67 instituições haviam sido identificadas na disputa, segundo levantamento do Cainvest Group, que acompanha os processos. A lista reúne pedidos confirmados pelas próprias empresas, comunicações regulatórias de bancos já autorizados e casos identificados apenas por vínculos documentais com processos no BC, ainda sem confirmação das companhias.
Entre os processos com andamento público, três estavam na pauta de decisão do BC, dois em exame e dois aguardavam documentos ou manifestação dos requerentes.
Quem está na corrida pela licença do BC?
Entre bancos, bolsa e outras instituições financeiras, aparecem B3, Itaú Unibanco, Bradesco, Nubank, Banco Inter, BTG Pactual (por meio da Mynt), Banco BS2, Banco Rendimento, Braza Bank, Stark Bank, S3 CACEIS e B&T Corretora de Câmbio.
No grupo das exchanges e corretoras estão Binance, Coinbase, OKX, Bybit, Kraken, Bitget, Ripio, OSL Brasil, Webull, Coins.xyz e Wynx Exchange, além das brasileiras Mercado Bitcoin, Foxbit e Brasil Bitcoin.
Empresas de stablecoins, pagamentos e infraestrutura também entraram na disputa: Ripple, Avenia, Bloquo, Liqi, Lumx, Transfero, RedotPay, Parfin, NoxPay, Obsidiam, Belo, TCR Finance, Velaro Network e Manteca, que atua no Brasil como Ponte Global.
Completam a lista 4Pay Finance, ARQ Finance, Axioma, BCX Corretora, Bloxtrade Capital, Cademartori Z Soluções, Crown, Ettica Pagamentos, Frontrade, GGPay, IACrypto, MadarBit, Masterpay, Mazzera, NBS, Neo Ativos Virtuais, Nexus, Nonco, O3 Trade, Onda Finance, PFPay, Prata Digital, SuitCoin, TRKBIT, UnblockPay, Urban e W Brasil Comércio.
Bancões entram na corrida
Entre os pedidos mais recentes estão os da B3 e de quatro grandes bancos: Bradesco, Nubank, Itaú e Inter. Eles foram os primeiros bancos a formalizar a solicitação para atuar como prestadores de serviços de ativos virtuais junto ao BC.
A presença das instituições tradicionais mostra que a disputa pelo mercado cripto regulado no Brasil não ficará restrita às empresas nativas do setor. Com a autorização, os bancos poderão oferecer diretamente serviços como intermediação e custódia de criptoativos.
Exchanges, stablecoins e infraestrutura
Entre as empresas cripto, protocolaram pedido a Ripple, a emissora de stablecoins Avenia, a Bloquo, de infraestrutura de pagamentos, a Nonco, a Lumx, de pagamentos com stablecoins, e a Liqi, de tokenização de ativos.
A lista inclui ainda Foxbit, Neo Ativos Virtuais, Grupo Braza, TRKBIT, Cademartori, B&T, Stark Bank e S3 CACEIS. A Coinbase entrou no grupo em 28 de outubro, dois dias antes do fim do prazo.
O que muda a partir de agora?
As regras para o setor foram estabelecidas pelas Resoluções BCB 519, 520 e 521, publicadas em novembro de 2025 e em vigor desde 2 de fevereiro de 2026. As normas regulamentam o Marco Legal dos Ativos Virtuais (Lei 14.478/2022) e criaram a figura das sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais, as SPSAVs.
As empresas que já operavam tiveram 270 dias para protocolar a primeira fase do pedido de autorização. Quem cumpriu o prazo pode continuar funcionando enquanto o BC analisa o processo. Quem não protocolou precisa encerrar a prestação dos serviços em até 30 dias.
A partir de 30 de outubro, a Resolução BCB 520 também proíbe bancos, instituições de pagamento e demais entidades autorizadas pelo BC de realizar, intermediar ou custodiar operações com prestadoras que não estejam autorizadas ou em processo de autorização.
O protocolo, no entanto, não encerra o processo. O pedido dá início a uma análise em duas fases, e as empresas ainda precisarão cumprir outras exigências regulatórias antes de receber a autorização definitiva.
O artigo Quem pediu licença cripto ao Banco Central? Confira a lista completa foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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