A eleição de Sanae Takaichi é vista como favorável às criptomoedas
Ô trem bão: a tal da Sanae Takaichi foi escolhida pra chefiar o Japão e já tá mexendo com os rumo da política e da economia por lá. O povo do Partido Liberal Democrata ganhou de lavada e agora tem folga pra tocar as reforma que tavam enroladas fazia tempo. Logo de cara, o mercado deu sinal: o índice Nikkei 225 subiu mais de 3% e bateu recorde, e o Bitcoin também deu uma esticada de quase 5% contra o iene. O pessoal chama isso de “Takaichi trade”, e é como se fosse um recado de que vem mudança grande na economia japonesa. Os analistas tão dizendo que, juntando estímulo fiscal, corte de imposto e regra mais moderna, o ambiente fica mais favorável pros investimento de risco, tipo as criptomoedas. E olha que uma das bandeiras dela é mexer justamente na tributação de cripto: hoje o Japão cobra até 55% de imposto nos ganhos, mas a ideia é baixar pra 20% fixo e ainda deixar compensar prejuízo, igual já acontece em outros mercados. Se isso for pra frente, o Japão entra no páreo com Hong Kong e Singapura, que tão disputando espaço nesse setor. Tem até proposta de tratar algumas criptos como produto financeiro, o que abriria caminho pra ETF de cripto por lá. Com a vitória, o partido dela ficou com mais de 300 cadeiras na Câmara, garantindo estabilidade política. Pra quem mexe com cripto, isso significa menos incerteza e mais previsibilidade. O governo também tá de olho em stablecoin atrelada ao iene e tokenização de ativos, assunto que pode ganhar força agora. Claro que nem tudo é flor: tem gente achando que tanto estímulo pode enfraquecer o iene e bagunçar o câmbio, além de atrair capital pros títulos japoneses e causar turbulência em outros mercados. Mas, no geral, pro setor cripto, o saldo é positivo. Resumindo: com corte de imposto, estabilidade e sinal verde pra inovação, o Japão pode virar referência mundial em ativos digitais já a partir de 2026. $BNB $BTC $SOL
Binance comprou 4.225 bitcoins, levando suas reservas a cerca de US$ 734 milhões
A Binance resolveu dar mais uma reforçada na sua estratégia de juntar Bitcoin pro fundo de proteção SAFU (Secure Asset Fund for Users). Dessa vez, comprou mais 4.225 BTC, numa transação que girou em torno de uns 299,6 milhões de dólares. Com essa nova leva, o fundo já tá com 10.455 BTC guardados, o que dá mais ou menos 734 milhões de dólares. Nas redes sociais, a corretora deixou claro que o plano é converter tudo do fundo pra Bitcoin dentro de 30 dias, conforme já tinha avisado antes. Nas palavras deles: “Seguimos comprando Bitcoin pro fundo SAFU, com a meta de concluir a conversão no prazo de 30 dias a partir do nosso anúncio original”.
Segundo a própria empresa, o trem de juntar US$ 1 bilhão em Bitcoin já tá quase no fim da lida: 73,4% concluído. O preço médio que eles pagaram em cada BTC ficou na casa dos US$ 70.213,68, e por ora o fundo tá com um lucro não realizado de uns US$ 3,41 milhões. No começo do mês, a Binance já tinha falado que ia trocar pelo menos US$ 1 bilhão do SAFU, que era feito de stablecoin, por Bitcoin num prazo de 30 dias. Esse movimento faz parte de uma estratégia maior, ligada ao crescimento do mercado cripto e às cobranças cada vez mais fortes de governança, gestão de risco e responsabilidade. Pra mostrar como o negócio tá ficando mais sério, a exchange lembrou de uns casos recentes de segurança e custódia. Um exemplo foi a recuperação de US$ 48 milhões em depósitos que os usuários mandaram errado em 2025, reforçando a importância de ter processo firme pra proteger o cliente. O tal do SAFU funciona como uma reserva de emergência, tipo um “pé de meia” da plataforma, pra cobrir qualquer problema que possa dar prejuízo pros usuários. É visto como um dos principais mecanismos de segurança da Binance. $BTC $BNB $XRP
Bernstein mantém confiança no Bitcoin e projeta até onde pode subir em 2026
Os analistas lá da Bernstein tão animados com o futuro do Bitcoin. Pra eles, essa queda que a gente tá vendo agora é só marolinha, o bear market mais fraquinho que já apareceu desde que a moeda nasceu. No relatório que saiu segunda-feira (9), o time do Gautam Chhugani explicou que essa baixa nos preços não é problema estrutural, não. É mais falta de confiança do povo do mercado. Eles continuam acreditando que o Bitcoin pode bater uns 150 mil dólares até o fim de 2026. Diferente de outras épocas, não tem aqueles trem que derrubava tudo: falência em cascata, alavancagem escondida ou colapso geral. Agora o cenário tá mais firme, com base institucional robusta. Tem presidente dos Estados Unidos simpático ao Bitcoin, ETF à vista consolidado, empresa guardando Bitcoin em tesouraria e gestor grande de ativo entrando no jogo. Eles até brincaram: “Quando tudo tá alinhado, o povo do Bitcoin inventa crise de confiança. Nada explodiu, não tem esqueleto no armário. Mas a mídia corre pra escrever obituário de novo.” O pessoal da Bernstein também falou que muita gente acha que o Bitcoin perdeu graça por causa da moda da inteligência artificial ou por medo da tal computação quântica. Mas eles defendem que blockchain e carteira programável vão ser peça-chave num futuro cheio de software autônomo, precisando de sistema financeiro global e padronizado. Sobre o ouro, eles lembraram que em momentos de aperto macroeconômico o metal leva vantagem, mas o Bitcoin ainda reage mais à liquidez do mercado do que como porto seguro. Com juros altos e dinheiro mais caro, quem brilha são os metais e as ações ligadas à IA. No fim das contas, eles tão tranquilos: minerador diversificando receita, empresa estruturando dívida pra aguentar ciclo longo de baixa, e risco de venda forçada bem menor. Pra Bernstein, o Bitcoin segue firme, com fundamento mais robusto que em qualquer ciclo passado. $BTC $PAXG $XAG
Tribunal de SP determina que Tether bloqueie US$ 77 mil em USDT após vítima cair em golpe amoroso
Uma juíza lá de São Paulo, da 31ª Vara Cível, mandou travar na hora mais de 77 mil USDT (uns 417 mil reais) que estavam guardados pela empresa Tether. Esse dinheiro era de um servidor público que caiu num golpe bem elaborado de internet, conhecido como Pig Butchering — ou “abate de porco”, na tradução. A decisão obriga a Tether a usar uma função chamada blacklist, que serve pra bloquear movimentação de moeda digital. A empresa não gostou nada e tentou derrubar a ordem, dizendo que não tinha jurisdição no Brasil e que isso podia bagunçar o sistema financeiro. O processo mostra como o golpe foi armado: o criminoso começou puxando conversa em rede social e aplicativo de mensagem, falando de rotina e futuro, sem tocar em dinheiro. Depois de ganhar confiança, trouxe o papo de investimento. A vítima comprou USDT numa corretora brasileira e mandou pra carteira indicada pelo golpista. O site falso mostrava gráficos de lucro, mas na hora de sacar, pediam taxas e impostos que não existiam. Resultado: prejuízo de 417 mil reais. A defesa da Tether alegou que “USDT é como dinheiro vivo”, mas a juíza não aceitou. Ela disse que a empresa tem sim capacidade técnica de travar transações e que era preciso proteger o patrimônio da vítima antes que o dinheiro sumisse de vez. Esse caso pode virar precedente importante: mostra que, mesmo sendo empresa estrangeira, se controla moeda digital centralizada, tem que obedecer ordem judicial no Brasil. O advogado da vítima reforçou: não é favor, é obrigação legal. Se a empresa não cumpre, pode responder por desobediência e ainda ter que indenizar. $USDC $BTC $BANANAS31
O que compensa mais: Bitcoin ou ouro? O autor de Pai Rico, Pai Pobre revela qual considera superior
O americano Robert Kiyosaki, aquele do livro famoso Pai Rico, Pai Pobre, resolveu falar de novo sobre Bitcoin $BTC e ouro $PAXG como jeito de guardar valor. E ele contou qual deles acha que é o melhor investimento. Num tuíte no domingo (8), disse que gosta de diversificar — põe prata $XAG no meio também —, mas se tivesse que escolher só um, ia de Bitcoin sem pensar duas vezes. Pro “Pai Rico”, a diferença maior tá na oferta. Ele fala que ouro é praticamente sem fim: quando o preço sobe, aparece mais minerador tirando do chão. O próprio Kiyosaki disse que minera ouro e que vai continuar cavando atrás de petróleo também. Já o Bitcoin é diferente: só existem 21 milhões de moedas, e a rede já tá quase batendo nesse limite. Pra ele, essa escassez programada faz o preço subir com o tempo.
Apesar de gostar mais do Bitcoin, o Kiyosaki não sai comprando de qualquer jeito, não. Ele segue firme na estratégia de esperar os ciclos do mercado. Já contou em outra vez que prefere aguardar as quedas de preço pra depois aumentar a mão, tanto no Bitcoin quanto no ouro. Na época, reforçou aquela ideia simples: “o lucro nasce é na hora que cê compra, não quando cê vende”. E ainda lembrou das decisões antigas, tipo quando parou de comprar prata a 60 dólares, Bitcoin a 6 mil e ouro a 300. Hoje, segundo ele, o trem é ter paciência e esperar o preço bater fundo de novo pra voltar a acumular. Assim, evita cair na tentação da ganância e não se deixa levar pela montanha-russa do mercado.
Hoje, o Banco Central fez uma live para explicar a regulação das criptomoedas
O Banco Central fez, nesta segunda-feira (9), uma live pra contar como vai ser a regulação e o futuro dos ativos virtuais. Quem explicou foi o Antônio Marcos Guimarães, chefe-adjunto do Departamento de Regulação do BC, mostrando as mudanças que vêm aí e como as regras vão ser colocadas em prática. A transmissão rolou às 14h, lá no canal do Banco Central no YouTube. No dia 10 de novembro do ano passado, o BC soltou um conjunto novo de normas pro setor de criptomoedas. Parte delas já tá valendo desde 2 de fevereiro. Essas regras dizem como as empresas que mexem com ativos virtuais devem funcionar, definem o que é operação de câmbio no mundo cripto e em quais casos entra a regulação de capitais internacionais. As resoluções nasceram das Consultas Públicas n°s 97/2023, 109/2024, 110/2024 e 111/2024. Pela primeira vez, ficou claro o marco pra atuação das empresas de serviços de ativos virtuais no Brasil. Agora existe a figura das SPSAVs (Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais), que podem trabalhar como intermediárias, custodiante ou corretoras de cripto. Essas empresas vão ter que seguir obrigações parecidas com as dos bancos supervisionados pelo BC. Entre os pontos estão: - proteção e transparência com os clientes - regras de governança - segurança cibernética - controles internos - medidas contra lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo As normas também mexem com operações de câmbio e capitais internacionais usando cripto. Por exemplo: transferências internacionais com ativos virtuais, uso de stablecoins ligadas a moedas oficiais e movimentações entre prestadoras e carteiras próprias — desde que tenha identificação do dono e documentação da origem e destino dos recursos. $BNB $BTC $ETH
Brasileiros aproveitaram a baixa do Bitcoin e investiram R$ 87 milhões em fundos cripto
Ô trem bão de contar: os tais fundos de investimento em criptomoeda deram uma balançada na semana passada. Saíram nada menos que uns US$ 187 milhões (R$ 973 milhões), mas olha só, foi até menos do que vinha acontecendo nas semanas anteriores, que tava feio demais da conta. Quem falou isso foi a turma da CoinShares. Aqui no Brasil, o povo foi na contramão. Em vez de tirar dinheiro, teve foi entrada: US$ 16,7 milhões (R$ 87 milhões). Parece que o pessoal aproveitou a baixa pra comprar mais, igual mineiro que vê promoção no mercado e já enche o carrinho. O James Butterfill, que é o cabeça de pesquisa lá da empresa, disse que esse movimento pode ser sinal de que o mercado tá começando a dar uma acalmada depois de uns dias bem complicados. Pra ter ideia, nas duas semanas anteriores, a sangria foi de US$ 1,7 bilhão. Ele explicou que não é só olhar se tá entrando ou saindo dinheiro, mas sim o ritmo da coisa. Quando muda o compasso, pode ser sinal de virada no sentimento dos investidores. Tipo quando o jogo tá ruim, mas o time começa a tocar a bola diferente, aí cê já sente que pode virar. Além do Brasil, outros países também tiveram resultado positivo: Alemanha, Suíça e Canadá. Mas os Estados Unidos e a Suécia puxaram o trem pro lado negativo, com saídas bem grandes. A CoinShares acha que essa freada nas retiradas pode indicar que o mercado tá chegando num “fundo do poço”. Mesmo com os preços ainda pressionados, pode ser que esteja perto de estabilizar. Só que os ativos sob gestão caíram pra US$ 129,8 bilhões, menor nível desde março de 2025, quando rolou aquele bafafá das tarifas do Trump. Por outro lado, o volume de negociação explodiu: US$ 63,1 bilhões, recorde histórico. Isso mostra que o povo tá se mexendo, reposicionando as apostas. Nos ativos, o Bitcoin foi o que mais sofreu, com saídas de US$ 264 milhões. Já entre as altcoins, o XRP brilhou com entradas de US$ 63,1 milhões, seguido pela Solana e pelo Ethereum. O XRP, inclusive, já soma US$ 109 milhões no ano, sendo o melhor da turma até agora.
No fim de semana, os gráficos das moedas digitais tavam tudo verdim, dando pinta de que o mercado ia dar uma respirada boa. Mas já nessa segunda-feira (9), a coisa mostra que a volta pros preços mais altos não vai ser tão ligeiro, não. O Bitcoin, que no domingo bateu um pico de uns US$ 71,8 mil, já amanheceu caindo e tá rodando abaixo dos US$ 70 mil, perto de US$ 68,834.26. As altcoins tão acompanhando o mau humor do BTC e caindo ainda mais. A Solana (SOL) é a que mais perdeu no top 10, com queda de 4,1%, indo pra US$ 83,74. O XRP caiu 3,1%, o Ethereum recuou 2,8% e o Dogecoin despencou 3,4%. Os analistas tão dizendo que essa alta do fim de semana foi só aquele alívio depois da pancada, já que na quinta o Bitcoin chegou no menor preço em dois anos, quase batendo nos US$ 60 mil. Segundo Andri Fauzan Adziima, da Bitrue, “essa recuperação ainda não tem força de verdade, porque o índice de prêmio da Coinbase continua negativo e os ventos contrários da economia tão firmes”. Pra engatar uma retomada mais robusta, o pessoal aponta que precisa melhorar o cenário macroeconômico: crescimento da economia, queda do desemprego e da inflação nos EUA, além de mais adoção institucional e avanço da regulação cripto, que anda emperrada por lá. Na Ásia, já tem uns sinais mais animadores: o Japão deve vir com mais estímulo fiscal depois da vitória da primeira-ministra Sanae Takaichi. O índice Nikkei bateu recorde histórico e outros mercados da região também tão subindo. De acordo com André Franco, da Boost Research, “o rali global em tecnologia e o novo fôlego de liquidez favorecem ativos de risco, como o BTC, no curtíssimo prazo, principalmente se os investidores enxergarem a alta das bolsas como sinal de mais disposição pra risco”. Mas ele mesmo pondera: “sem um motivo específico pra cripto e com a volatilidade recente, o Bitcoin pode até consolidar ou subir devagarinho, apoiado pelo fluxo positivo, mas sem aquele gás forte de imediato”.
“Os relatos mais intrigantes sobre criptomoedas encontrados nos documentos ligados a Epstein”
Ô trem bão de mexer com essas histórias! Pois num é que, fuçando nos papéis do tal Jeffrey Epstein — aquele condenado por crime feio — apareceu um mundaréu de coisa ligada a Bitcoin e criptomoeda? Parece que o caboclo já mexia com isso lá no começo, entendia dos protocolos e ainda se enfiava nos projetos mais conhecidos. Durante a semana, o povo já andou espalhando umas histórias boas desses arquivos que o Departamento de Justiça soltou. Descobriram que Epstein botou dinheiro na Coinbase e na Blockstream, e ainda tinha amizade apertada com Brock Pierce, cofundador da Tether. Mas os papéis mostram muito mais coisa. Tem menção a Vitalik Buterin, que criou o Ethereum, e até ao Michael Saylor, da Strategy. É cada nome grande que aparece, uai! - Investimento na Coinbase Lá em 2014, Epstein meteu uns 3 milhões de dólares na Coinbase, depois que Pierce apresentou a oportunidade. O cofundador Fred Ehrsam sabia do negócio. Na época, a empresa valia uns 400 milhões; hoje tá na casa dos 44 bilhões. Em 2018, Epstein vendeu metade da parte dele de volta pra Blockchain Capital. - Bitcoin e imposto Nos e-mails de 2018, Epstein já perguntava como ia ser a regulação e os impostos sobre cripto. Até sugeriu pra Steve Bannon que o Tesouro criasse um formulário voluntário pra “pegar os malandros”. - Epstein e Brock Pierce Os dois trocavam mensagem sobre cripto e até sobre mulherada, mesmo depois da condenação de Epstein. Teve até reunião na casa dele em Manhattan com Pierce e Larry Summers, ex-presidente de Harvard, pra falar de Bitcoin. - Blockstream Epstein também pôs dinheiro na Blockstream. Adam Back, cofundador, confirmou que o financista entrou como sócio limitado num fundo que investiu na empresa. Até convite pra ilha de Epstein rolou, mas ninguém sabe se foram mesmo. - Debate com Peter Thiel Em 2014, Epstein trocou ideia com Peter Thiel sobre o que seria o Bitcoin: reserva de valor, moeda, sistema de pagamento… Na época, o BTC tava em uns 691 dólares. Hoje já passou dos 70 mil. - Michael Saylor A publicitária Peggy Siegal chamou Saylor de “nojento” num e-mail pra Epstein em 2010. Mais tarde, a empresa dele virou uma das maiores compradoras de Bitcoin. - Questão de ética Mesmo com a ficha suja, Epstein dizia que não queria financiar nada com ética duvidosa. Mas reconhecia que tinha uma “zona cinzenta” nesse mercado. - Vitalik Buterin O nome de Vitalik aparece, mas não por contato direto. Uma investidora russa escreveu pra Epstein dizendo que conheceu um jovem tecnólogo que podia ser “melhor que o Vitalik” se focasse em tecnologia.
A dificuldade de mineração do Bitcoin tem a maior queda desde a proibição na China
No sábado (7), a tal da dificuldade de minerar Bitcoin deu uma caída boa, viu? Foi 11% pra baixo, a maior queda desde que a China resolveu botar ordem na casa e proibiu essa atividade lá em julho de 2021. Esse trem da dificuldade ajusta de quinze em quinze dias, justamente pra manter a coisa equilibrada: não importa se tem muito ou pouco minerador na jogada, o sistema garante que um bloco seja achado a cada 10 minutos, com a recompensa de 3,12 BTC. Funciona assim: se tem minerador demais, o negócio fica mais difícil; se o povo dá uma parada, aí fica mais fácil. Dessa vez, segundo o mempool.space, a dificuldade caiu pra 125,86 trilhões. O Mononaut, que mexe com desenvolvimento de Bitcoin, disse que foi o décimo maior tombo da história. O motivo principal? O tal do hashrate, que é o poder de processamento da rede, despencou uns 20% nos últimos 30 dias. Isso porque o preço do Bitcoin também não tá ajudando: na quinta (5), bateu perto de US$ 60 mil, o menor valor em dois anos. Aí, com energia cara e recompensa menor, muito minerador desliga as máquinas pra não sair no prejuízo. Esse ajuste periódico existe justamente pra evitar que a rede fique desbalanceada. Mas quando o preço despenca de repente, os pequenos mineradores sofrem mais e precisam de tempo pra se adaptar. Lá em 2021, quando a China proibiu a mineração, o hashrate caiu pela metade e o povo teve que procurar outro canto pra trabalhar. Estados Unidos, Cazaquistão e Rússia receberam muita gente, e o Texas virou um polo forte por causa da flexibilidade no uso da energia. Apesar do baque chinês, o sistema se ajeitou rapidinho e, em 2025, o Bitcoin bateu recorde histórico de US$ 126 mil. Ou seja, o trem balança, mas não cai.
As moedas virtuais tornaram-se um recurso para a Venezuela em meio à crise duradoura
Uai, sô, a primeira notícia que rodou o mundo em 2026 foi a tal operação dos Estados Unidos que acabou pegando o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. O trem foi tão grande que, por umas semanas, não se falava de outra coisa. Mas quando o assunto é criptomoeda, a Venezuela já é figurinha carimbada faz tempo. A economia deles tá derretendo tem mais de dez anos, com inflação que em 2025 bateu coisa de 2.000% no ano, segundo estudo de umas universidades de lá. Com o dinheiro local virando pó, o povo correu pro dólar. Só que, em vez de pegar a nota mesmo, muita gente resolveu usar o USDT, aquela stablecoin da Tether, porque é mais fácil e barato do que arrumar dólar vivo. Em 2025, a Venezuela ficou em 11º lugar no ranking mundial de uso de criptomoedas, segundo a TRM Labs. E o jeito mais comum de mexer com isso é no esquema P2P, de pessoa pra pessoa, sem banco no meio. Alessandro, um diretor de marketing lá de Caracas, contou que o povo usa muito grupo de WhatsApp pra negociar USDT, porque facilita demais. E não é só pra guardar dinheiro, não. Já tem comércio que aceita stablecoin como forma de pagamento, geralmente pelo Binance Pay. A consultoria Ecoanalítica calcula que mais de 2% das compras já são feitas direto em cripto, principalmente USDT. Mas o uso mais forte mesmo é nas remessas: milhões de venezuelanos que moram fora mandam USDT pros parentes, que trocam por bolívares. Alessandro mesmo disse que usa stablecoin pra pagar aluguel, luz e internet, além de juntar pra comprar BTC. Apesar disso tudo, em 2025 mais de 75% das transações ainda foram em bolívares, muito via cartão de débito e Pago Móvil, aquele sistema de pagamento instantâneo dos bancos locais. O dólar, por sua vez, virou quase moeda oficial desde 2019, quando as sanções apertaram. Comércio já anuncia preço em dólar e cobra mais caro se o freguês quiser pagar em bolívares. Só que, com a queda na venda de petróleo, tá entrando cada vez menos dólar no país. Resultado: no fim de janeiro, a cotação na rua tava o dobro da oficial. E aí, meu amigo, carne, leite e queijo dobraram de preço em dias. O bolívar derreteu tanto que o salário mínimo virou 50 centavos de dólar. Uma pesquisa da Gallup mostrou que, em 2025, três em cada cinco venezuelanos penaram pra comprar comida.
Para a Bitwise, o ouro atua como escudo nas quedas, já o Bitcoin brilha nas altas
Ô trem bão de se ouvir: lá no tal do Digital Assets Forum em Londres, o Bradley Duke, que é manda-chuva da Bitwise na Europa, soltou uma ideia interessante. Ele disse que ouro e Bitcoin funcionam melhor quando andam juntos dentro do mesmo portfólio. Segundo ele, o ouro segura a onda quando o mercado tá caindo, e o Bitcoin dá aquele gás quando a economia resolve levantar. Nas palavras dele: “Um é mais pra risco de alta, o outro protege contra a incerteza”. Tipo assim: o ouro é o escudo, o Bitcoin é a espada. A conversa rolou justo num dia simbólico: quinta-feira, quando o Bitcoin despencou perto dos 60 mil dólares. E olha que o ouro tá só subindo — cresceu 46% nos últimos seis meses e bateu recorde, enquanto o BTC caiu 40% no mesmo período. A comparação de “$PAXG ouro digital” tá meio balançada, né? Duke explicou que o povo ainda corre pro ouro por causa da “memória muscular”: é tradição de séculos, países e investidores sempre compraram ouro pra se proteger. Já o Bitcoin, ele disse, é um “dinheiro melhor”, mas precisa de tempo pra ganhar confiança. Sobre aquele papo dos ciclos de quatro anos do Bitcoin, com os halvings, os especialistas do painel falaram que isso perdeu força. Hoje, os ETFs e outras operações é que mexem mais com o preço. Anatoly Crachilov, da Nickel Digital, comentou que os fluxos dos fundos ofuscaram de vez a oferta nova de $BTC . Duke ainda disse que o Bitcoin tá amadurecendo, virando ativo macro de longo prazo. Antes era coisa de cypherpunk e OG, agora até Estado soberano tá comprando. Já Matthew Le Merle, da Fifth Era, reconheceu que a queda recente foi dura pra quem entrou no topo, mas reforçou que o desafio maior é transformar o Bitcoin em dinheiro global de verdade. E avisou: se você tá só querendo acertar o timing pra ganhar rápido, “tá na sala errada”.
As moedas que tão bombando e as que tão murchando na Binance nas 24 Horas
🚀 Moeda que tá subindo - Zilliqa (ZIL): tá dando um gás, subiu mais de 20% nas últimas 24 horas. - Frax Share (FXS): também tá firme, quase 14% de alta. - Coin98 (C98): deu uma esticada boa, mais de 10%. - Bounce Token (AUCTION): subiu perto de 9%. - Mind Network (FHE): também tá na toada, quase 9%. 📉 Moeda que tá caindo - dKargo (DKA): levou uma rasteira, caiu mais de 23%. - Coin98 (C98): apesar da alta agora, já teve queda grande nos últimos meses. - Frax Share (FXS): mesma coisa, sobe num dia e despenca em outro. - Bounce Token (AUCTION): também já teve queda de mais de 10% em períodos maiores. Resumindo: umas moedas tão “bombando” igual fogão a lenha aceso, mas outras tão “murchando” feito pão de queijo esquecido fora da geladeira. O mercado de cripto é ligeiro demais, muda de uma hora pra outra.
Como as stablecoins estão transformando o uso do dinheiro
As stablecoins são umas moedas digitais que ficam sempre coladas no valor de moedas fortes, tipo o dólar ou o real. Diferente das outras criptos que sobem e descem igual montanha-russa, elas seguram firme o preço, usando a tal da blockchain. É inovação misturada com segurança. Esse tipo de ativo tá ficando cada vez mais famoso. Em 2026, o trem bateu recorde: mais de 10 trilhões de dólares rodaram em stablecoins nas redes blockchain. Além de proteger o dinheiro das variações das criptos e do câmbio, elas servem pra pagamento internacional, negociação de ativos digitais e como base pras finanças descentralizadas (DeFi). Hoje, as duas maiores do pedaço são a Tether (USDT) e a USD Coin (USDC), que juntas movimentam mais de 90% das transações no mundo. A USDT, feita pela Tether, é muito usada em países em desenvolvimento e tem como garantia títulos do Tesouro dos EUA. Já a USDC, criada pela Circle, é mais usada por empresas e bancos, porque segue direitinho as regras dos órgãos reguladores. Cada uma atende um público diferente, mas no fim das contas o objetivo é o mesmo: dar estabilidade e confiança. Mesmo com o sobe e desce das criptos, essas stablecoins continuam firmes, mostrando que já ganharam respeito e confiança no mercado. Muita gente largou Bitcoin e altcoins e correu pras stablecoins, aumentando a participação delas de 10% pra 13% no mercado. Isso deu mais força e liquidez pra essas moedas. Outro ponto importante é a tokenização de ativos, que transforma investimentos tradicionais em versões digitais na blockchain. Os títulos do Tesouro dos EUA já foram tokenizados em bilhões de dólares. Um exemplo é o fundo BUIDL da BlackRock, que usa blockchain pra facilitar o acesso a esses ativos. No Brasil, o Mercado Bitcoin também entrou nessa onda com a renda fixa digital, representando precatórios e dívidas privadas na blockchain. E quem dá liquidez pra tudo isso? As stablecoins. No fim das contas, elas tão mudando a forma como a gente mexe com dinheiro. Não é só coisa de cripto, já virou parte do dia a dia de pessoas, empresas e até governos. Seja pra proteger o valor ou facilitar investimento, as stablecoins tão virando ferramenta útil e acessível, com cada vez mais uso e procura. Tudo indica que vão crescer ainda mais e ocupar um espaço importante na economia do futuro.
CEO da Bullish afirma que o setor de criptomoedas está prestes a passar por uma ampla consolidação
O Tom Farley, que hoje é o manda-chuva da Bullish e já foi presidente da Bolsa de Nova York, soltou o verbo: segundo ele, o mercado de criptomoeda vai passar por um tanto de fusão e compra de projeto por empresa grande. Ou seja, daqui uns meses esse trem vai ficar bem menos espalhado. Ele lembrou que já viu isso acontecer no mundo das bolsas de valores, quando rolou uma onda de consolidação pesada. Pra ele, o mesmo tá batendo na porta das criptos agora. A queda recente do Bitcoin — que já perdeu quase metade do valor desde o pico em outubro — é o empurrão que faltava. Farley até disse que esse movimento já devia ter acontecido há uns dois anos, mas como o povo tava pedindo preço alto demais nas empresas, ficou tudo travado. Tipo: empresa faturando 10 milhões, sem crescer, mas querendo ser vendida por 200 milhões. Aí não tem jeito, né? Agora, segundo ele, acabou a ilusão: muita gente vai perceber que não tem negócio de verdade, só produto, e vai ter que juntar forças pra crescer. Mas essa arrumação tem dois lados: de um lado, projeto fraco pode ser engolido por empresa maior; do outro, pode dar corte de pessoal e confusão interna. Já a Eva Oberholzer, da Ajna Capital, comentou que os investidores tão mais seletivos, porque o mercado de cripto já tá amadurecendo e entrando numa fase parecida com outras tecnologias que a gente já viu no passado.
Ô sô, o XRP andou meio arisco nessas últimas 24 horas. O preço tá girando em torno de R$ 7,48 mas não foi linha reta não: já bateu R$ 7,90 e também deu aquela escorregada pra R$ 7,20. - Capitalização de mercado: coisa de R$ 450 bilhões. - Volume negociado: mais de R$ 38 bilhões – é dinheiro rodando que não acaba mais. - Circulação: uns 60 bilhões de XRP já tão na praça. O que tá pegando O bichinho subiu bem nos últimos dias, com alta de até 20%, puxado por novidades na rede e interesse de bancos e empresas. Mas também levou um tombo de 16%, porque o povo liquidou uns US$ 46 milhões em contratos e ficou aquele clima de desconfiança no mercado cripto. Recado: É igual café forte: dá energia, mas se exagerar, treme. O XRP tá nesse ritmo – sobe bonito, mas também despenca de repente. Pra quem acompanha, vale ficar de olho nas notícias e nas movimentações do Bitcoin e Ethereum, porque eles puxam o bonde.
Ô trem bão de acompanhar é o sobe e desce das criptomoedas, né não? Pois bem, o LATOKEN (LA) andou meio arisco nas últimas 24 horas. - O preço tá girando em torno de US$ 0,2901. - O volume de negociação é bem miudinho, coisa de menos de US$ 200. - Já em outros sites como CoinMarketCap e CoinGecko, os valores variam um cadim, mas tudo dentro da mesma faixa. O que isso significa? É igual café fraco: tem gosto, mas não sustenta. A liquidez do LA tá baixa, então quem pensa em investir precisa ficar esperto. Já teve dias de glória lá atrás, mas hoje tá bem longe do auge.
Chefe do Tesouro dos EUA diz que quem não aceita regulação cripto deveria ir para El Salvador
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, falou firme na quinta-feira (5) pros caboclos do mercado de criptomoeda que acham que dá pra tocar a vida sem lei nenhuma. Ele disse que é “impossível seguir em frente” com a regulamentação se o Congresso não aprovar a tal legislação. “Tem um povo no setor que parece gostar mais de bagunça do que de uma boa lei”, soltou Bessent lá no depoimento no Comitê Bancário do Senado. Logo depois, completou: “Temos que aprovar o Clarity Act. Quem não quiser isso, que vá morar em El Salvador.” Esse trem todo aconteceu depois que a Coinbase, maior empresa de criptomoeda dos EUA, deu pra trás e largou mão de apoiar o projeto, atrapalhando a votação no Senado. O chefe da Coinbase, Brian Armstrong, falou na época que “é melhor não ter lei nenhuma do que ter uma lei ruim”. A Casa Branca não gostou nada disso e respondeu que pensar em viver sem regra é “pura fantasia”. A Coinbase voltou a negociar, mas insiste que as stablecoins — aquelas moedas digitais ligadas ao dólar — têm que poder render juros pros donos. Os bancos chiaram, dizendo que isso podia bagunçar o sistema e tirar dinheiro dos bancos pequenos. Bessent, por sua vez, deu razão em parte pros bancos: “Esses depósitos precisam ser firmes, porque é deles que saem os empréstimos pras comunidades, pras lavouras, pras pequenas empresas”, explicou. No meio da audiência, o senador Mark Warner, que anda tentando costurar esse projeto há meses, desabafou: “Tô me sentindo no inferno das criptomoedas.” Bessent até riu, mas segurou a resposta. $BTC $USDC $BNB
Ô trem bão de acompanhar é esse tal de PAX Gold (PAXG). Pra quem não conhece, cada moedinha dessa vale um pedacim de ouro de verdade. Então, quando o ouro mexe, o PAXG vai atrás. 📊 Como foi o balanço - Preço agora: em torno de R$ 24.955,70 - Oscilação no dia: rodou entre R$ 23.778,62 e R$ 25.640,06 - Resultado: subiu mais ou menos +2,7% 💰 Dinheiro girando - Valor de mercado: perto de R$ 11,27 bilhões - Volume negociado: uns R$ 8,97 bilhões, mas caiu 6,73% 📌 O que isso significa O PAXG é tipo aquele queijo curado que segue o preço do leite: ele acompanha o ouro, mas também depende da procura nas corretoras. Se o povo compra mais, o preço dá uma esticada; se vende, dá uma murchada.