Expectativa: Investidores aguardam os próximos dados de inflação e a decisão da taxa de juros do Fed (Federal Reserve) nos Estados Unidos. [1] (https://valor.globo.com/criptomoedas/)
O mercado de criptomoedas opera com viés de baixa nesta quarta-feira, com o Bitcoin cotado na faixa dos US$ 76.800 a US$ 77.500. [1] (https://br.investing.com/news/cryptocurrency-news), [2] (https://kinvo.com.br/noticia/bitcoin-btc-perde-suporte-de-precos-com-queda-do-mercado-de-criptomoedas-veja-o-que-mexe-com-as-cotacoes-hoje-10-), [3] (https://br.investing.com/crypto)
O mercado de criptomoedas apresenta uma moderação no impulso de compra nas últimas horas, refletindo ajustes de curto prazo no volume de trading após recentes oscilações. Acompanhe os dados atualizados em tempo real na Binance ou consulte gráficos detalhados no
#dusk $DUSK @Dusk Bitcoin volta para os US$ 78 mil após forte alta semanal, enquanto investidores realizam lucros e aguardam novos sinais do Fed em Jackson Hole
Quem acompanhou o mercado cripto nas últimas semanas viu o bitcoin (BTC) entrar em um raro período de “tranquilidade”. A moeda passou quase sete semanas oscilando entre US$ 59,9 mil e US$ 66,5 mil, mas esse cenário ficou para trás: desde a terça-feira (18), o ativo acumulou alta de mais de 20% e atingiu os US$ 77 mil até o fechamento desta matéria.
O movimento reacendeu o entusiasmo do mercado e trouxe alguns questionamentos aos investidores: o que está impulsionando essa alta? E, principalmente, ainda é hora de comprar bitcoin?
O Bitcoin apresentou uma forte recuperação de preços, superando a marca de US$ 72 mil, impulsionado pela injeção de liquidez global após o Tesouro dos EUA dobrar a recompra de títulos de longo prazo e pelo forte incentivo político à aprovação da regulamentação cripto (Clarity Act). Esse movimento gerou um massivo "short squeeze" de mais de US$ 1 bilhão em posições vendidas, forçando analistas a revisarem seus suportes e mudando o cenário de lateralização que vinha se arrastando em agosto
Bitcoin (BTC) é a primeira e mais famosa moeda digital descentralizada do mundo. Criado em 2009, ele funciona sem o controle de governos ou bancos centrais, permitindo transferências diretas entre pessoas por meio da tecnologia blockchain. Atualmente, sua cotação ronda os R$ 403.000 (próximo de US$ 80.000).
A recuperação do bitcoin para 69.000 dólares ganha força. Geoff Kendrick, analista do Standard Chartered, relaciona esse progresso à melhoria da liquidez. Sua análise baseia-se nas medidas do Tesouro americano relativas aos títulos de longo prazo. O nível de 65.500 dólares torna-se central. Uma quebra poderia sinalizar que o ponto mais baixo foi alcançado e abrir uma nova fase. Essa evolução ocorre enquanto o mercado monitora os rendimentos. Um contexto favorável apoia sua análise e projeção
Bitcoin é cotado a aproximadamente R$ 334.927 nesta segunda-feira (17), registrando uma alta de cerca de 1,3% nas últimas 24 horas. O mercado cripto opera contido em uma faixa estreita de negociação, enquanto investidores aguardam novos catalisadores macroeconômicos e acompanham movimentações institucionais. Para acompanhar a volatilidade e as análises em tempo real, você pode conferir
Moeda cripto, ou criptomoeda, é um ativo digital descentralizado protegido por criptografia. Ela utiliza a tecnologia blockchain para registrar transações de forma segura e transparente, sem a necessidade de intermediários como bancos ou governos. A mais famosa é o Bitcoin, cotado atualmente na faixa dos US$ 65 mil.
O Bitcoin está passando por um forte movimento de desvalorização, cotado próximo a US$ 56.000 (cerca de R$ 317.000). Essa queda acentuada tem sido impulsionada pela perspectiva de manutenção de juros altos nos EUA, fortes saídas de capital dos ETFs de Bitcoin e liquidações massivas de posições no mercado de derivativos.
O Bitcoin recuou abaixo da marca de US$ 69 mil em meio a uma forte onda de aversão ao risco nos mercados globais. A persistência de tensões geopolíticas no Oriente Médio e incertezas macroeconômicas têm pressionado o mercado de criptoativo
Bitcoin recuou abaixo da marca de US$ 69 mil em meio a uma forte onda de aversão ao risco nos mercados globais. A persistência de tensões geopolíticas no Oriente Médio e incertezas macroeconômicas têm pressionado o mercado de criptoativos