Chainlink (LINK) ganha força no mercado e mira novos níveis nesta sexta-feira
Criptomoeda avança na semana, enquanto indicadores técnicos e o crescimento do ecossistema Chainlink aumentam a atenção dos investidores. Data: 14 de agosto de 2026 A Chainlink (LINK) voltou a chamar a atenção do mercado de criptomoedas nesta sexta-feira (14). O token é negociado próximo de US$ 8,80, com alta de aproximadamente 6% na última semana, segundo dados recentes de mercado. O movimento acontece mesmo em um cenário de maior cautela no mercado cripto. Enquanto diversas criptomoedas enfrentam pressão, a LINK vem apresentando desempenho relativamente mais forte nos últimos dias. LINK sobe e entra no radar do mercado Nas últimas sessões, a Chainlink conseguiu recuperar terreno e se aproximar da região de US$ 8,90, que passou a ser observada pelos traders como uma resistência de curto prazo. Uma análise publicada nesta sexta-feira aponta que a LINK acumulou cerca de 10% de alta na semana, enquanto o indicador MVRV apresentou um sinal considerado positivo pelos analistas. O cenário pode abrir espaço para uma valorização adicional caso o token consiga superar resistências importantes. Outro levantamento aponta que a LINK acumulava alta próxima de 8% na semana e que alguns indicadores técnicos começaram a apresentar sinais historicamente associados a movimentos mais fortes. Isso, porém, não garante uma nova alta. Por que a Chainlink é importante? A Chainlink não é apenas uma criptomoeda. O projeto funciona como uma infraestrutura que conecta blockchains a dados e sistemas externos. Por meio de sua rede de oráculos, a Chainlink permite que contratos inteligentes recebam informações verificáveis, como preços de ativos e outros dados necessários para o funcionamento de aplicações descentralizadas. A plataforma também trabalha com interoperabilidade entre blockchains, principalmente por meio do CCIP, além de soluções voltadas para ativos tokenizados, stablecoins, DeFi e mercados financeiros. CCIP pode ser um dos principais motores do projeto Um dos pontos mais importantes para o futuro da Chainlink é o Cross-Chain Interoperability Protocol (CCIP). A tecnologia foi desenvolvida para permitir a comunicação e transferência de informações e ativos entre diferentes redes blockchain. A expansão desse tipo de infraestrutura pode ser importante à medida que bancos, empresas e projetos financeiros aumentam o uso de ativos digitais. Dados divulgados ao longo de 2026 mostram crescimento relevante na utilização do CCIP, reforçando a tese de que a Chainlink pretende atuar como uma camada de infraestrutura para o mercado financeiro baseado em blockchain. Instituições também estão de olho na Chainlink O interesse institucional é outro fator que vem ajudando a fortalecer a narrativa em torno da LINK. Em junho, a Chainlink anunciou o Project Pangea, iniciativa desenvolvida com consórcios bancários multinacionais para estudar uma estrutura de liquidação T+0 para mercados internacionais de câmbio. Esse tipo de iniciativa mostra que a tecnologia da Chainlink está sendo direcionada não apenas para aplicações de criptomoedas, mas também para possíveis usos no mercado financeiro tradicional. Standard Chartered projeta LINK a US$ 200 Um dos assuntos que mais repercutiram recentemente foi a projeção do Standard Chartered para a Chainlink. O banco estabeleceu uma estimativa de US$ 200 para a LINK até 2030, citando principalmente o potencial de crescimento relacionado à tokenização e ao desenvolvimento do setor de finanças descentralizadas. É importante destacar que essa é uma projeção de longo prazo, e não uma previsão de que o preço chegará rapidamente a US$ 200. O que pode acontecer com a LINK? No curto prazo, a região próxima de US$ 8,90 merece atenção. Uma ruptura consistente dessa área poderia fortalecer o movimento comprador, enquanto uma rejeição pode provocar realização de lucros e levar o preço novamente para níveis mais baixos. O desempenho do Bitcoin também continua sendo importante. Uma piora generalizada no mercado pode limitar a capacidade de valorização das altcoins, mesmo aquelas com fundamentos sólidos. Por outro lado, se o mercado voltar a favorecer as altcoins e a Chainlink continuar apresentando crescimento de utilização, a LINK poderá permanecer entre os ativos observados pelos investidores. LINK ainda tem potencial? A Chainlink possui alguns fatores que diferenciam o projeto: infraestrutura de oráculos, interoperabilidade entre blockchains, CCIP, tokenização de ativos e crescente aproximação com instituições financeiras. Ao mesmo tempo, existe um ponto que merece atenção: o crescimento da rede não necessariamente se transforma imediatamente em valorização do token LINK. A relação entre utilização da infraestrutura e captura de valor pelo token continua sendo uma questão importante para quem acompanha o projeto. Portanto, a alta recente é um sinal positivo, mas não elimina os riscos existentes no mercado de criptomoedas. A Chainlink (LINK) chega ao fim da semana em uma posição mais interessante do ponto de vista do mercado. Com o preço próximo de US$ 8,80, alta semanal e indicadores técnicos despertando atenção, o token voltou a ficar no radar dos investidores. Mais importante que o movimento de curto prazo, porém, é o avanço da própria infraestrutura da Chainlink. A expansão do CCIP, os projetos envolvendo instituições financeiras e o crescimento da tokenização podem ser importantes para a trajetória do ecossistema nos próximos anos. Ainda assim, projeções de preços como US$ 200 são cenários e não garantias. A LINK continua sujeita à volatilidade do mercado e às condições gerais das criptomoedas. Meta description: Chainlink (LINK) ganha força nesta sexta-feira, acumula alta na semana e volta ao radar do mercado. Veja preço, fundamentos, CCIP e perspectivas para a criptomoeda. Aviso: Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de compra ou venda de criptomoedas.
Nova regra de 24 horas do Banco Central pode impactar eficiência dos pagamentos com stablecoins
Regra de 24 horas do Banco Central pode mudar dinâmica das stablecoins A nova regra do Banco Central mexeu na Resolução BCB nº 142/2021 e ampliou os procedimentos de controle para os serviços envolvendo ativos virtuais oferecidos por instituições autorizadas e pelas chamadas SPSAVs, inclusive aquelas que ainda estão passando pelo processo de adaptação às novas exigências. O ponto que mais chama atenção está no novo artigo 2º-B. Pela norma, transferências para empresas sediadas no exterior que trabalham com ativos virtuais ou para carteiras de autocustódia poderão ficar retidas por 24 horas, contadas a partir do recebimento dos recursos usados no aporte. A medida vale para operações acima de US$ 10 mil, seja em uma única movimentação ou somando as operações feitas pelo cliente no mesmo dia. Também entram nessa regra as transações que, de acordo com a avaliação de risco da instituição, precisem passar por uma análise mais cuidadosa. E sim, as stablecoins estão incluídas. Prevenção a fraudes x velocidade Na avaliação de Thiago do Amaral Santos, sócio do Barcellos Tucunduva Advogados e especialista em meios de pagamento e criptoativos, a preocupação do Banco Central em combater fraudes faz sentido. O que está em discussão é se segurar uma operação por 24 horas seria mesmo o melhor caminho. Segundo ele, golpes podem acontecer em diferentes meios de pagamento, como Pix, cartões, câmbio e também no mercado cripto. Por isso, embora as criptomoedas tenham características próprias que justifiquem controles específicos, isso não significa necessariamente que toda operação legítima deva enfrentar uma espera desse tamanho. E aí está o ponto que pode pesar mais para as stablecoins. Uma das grandes vantagens desses ativos é justamente permitir transferências e liquidações de forma contínua e, em determinadas situações, quase instantânea. Uma espera obrigatória de 24 horas pode acabar tirando uma parte dessa eficiência. Não é um bloqueio definitivo É importante deixar claro: a regra não significa que os ativos serão bloqueados de forma permanente. A retenção tem caráter preventivo e serve para que a instituição faça uma análise de risco. Depois dessa avaliação, a operação pode ser liberada. Outro detalhe que merece atenção é que a norma não faz distinção entre pessoa física e empresa, nem separa operações de varejo das transações corporativas. Para Amaral, esse ponto pode pesar especialmente nas operações B2B. Uma movimentação de US$ 10 mil pode ser considerada alta para determinado cliente, mas é um valor relativamente pequeno para muitas empresas que fazem pagamentos internacionais normalmente. Empresas podem realizar transações maiores com parceiros comerciais conhecidos, mantendo histórico de relacionamento e uma finalidade econômica bem definida. Nesse cenário, uma operação recorrente entre empresas já conhecidas é bem diferente de uma transferência isolada para uma contraparte desconhecida. Mesmo assim, ambas podem cair no procedimento de retenção caso ultrapassem o limite estabelecido e estejam dentro das situações previstas pela norma. Análise de risco pode fazer diferença A própria resolução permite que a instituição encerre a retenção antes das 24 horas, desde que exista uma decisão fundamentada e sejam considerados fatores como o perfil do cliente, a operação, a contraparte e a jurisdição envolvida. Essa possibilidade pode ser importante principalmente para empresas que fazem operações frequentes e já possuem histórico conhecido. Em vez de olhar somente para o valor movimentado, uma análise mais completa pode considerar o relacionamento comercial, o comportamento financeiro do cliente, quem está recebendo o dinheiro e qual é a finalidade da transferência. Outro ponto que ainda pode gerar dúvidas é justamente a contagem das 24 horas. A norma fala em recebimento dos recursos de aporte, mas não detalha completamente como isso funcionará quando o cliente possui vários aportes diferentes ou realiza diversas operações em sequência. Por isso, segundo o especialista, podem ser necessários novos esclarecimentos por parte do Banco Central. Regra pode aumentar a fricção no mercado Na visão de Amaral, seria possível reforçar os mecanismos de prevenção a fraudes utilizando ferramentas que as instituições reguladas já possuem, como identificação do cliente, monitoramento das transações, gerenciamento de riscos e controles internos. A discussão, portanto, não é sobre acabar com os controles, mas encontrar um equilíbrio entre segurança e agilidade. Quanto maior for a dificuldade criada para operações legítimas dentro das instituições brasileiras, maior pode ser o estímulo para alguns usuários procurarem alternativas estrangeiras ou soluções descentralizadas que estejam fora do alcance direto da supervisão brasileira. A nova regra também determina que o cliente seja informado quando uma transferência for retida e amplia para os serviços de ativos virtuais a exigência de registros diários relacionados a fraudes e tentativas de fraude. No fim das contas, a medida mostra que o Banco Central está apertando o cerco contra golpes no mercado de criptoativos. A questão agora é saber até que ponto essa proteção vai conseguir andar junto com a velocidade que tornou as stablecoins tão interessantes para pagamentos e transferências digitais.$BANANAS31 ,$PAXG ,$POL
Vazamento de dados da Trezor atinge milhares de clientes, incluindo brasileiros
Vazamento na Trezor expõe dados de milhares de clientes, incluindo brasileiros Um vazamento de dados envolvendo um dos parceiros de logística da Trezor acabou colocando informações pessoais de milhares de clientes em risco. O caso foi divulgado pela empresa nesta quinta-feira (13) e envolve nomes, telefones, e-mails e endereços de residência. A empresa responsável pelo armazenamento e envio dos produtos, a ShipMonk, avisou a Trezor na segunda-feira que uma pessoa não autorizada conseguiu acessar sistemas que guardavam informações de clientes. No total, 13.689 pessoas foram afetadas. Desse número, 11.742 tiveram dados completos expostos, enquanto outras 1.947 tiveram nomes, cidades e endereços de e-mail comprometidos. Os pedidos envolvidos foram feitos entre 10 de maio e 8 de agosto e enviados para países como Estados Unidos, Reino Unido, Suécia, Colômbia, Brasil, Itália e Portugal. A Trezor ressaltou que seus próprios sistemas não foram invadidos. Segundo a fabricante, nenhum dispositivo, chave privada ou backup de carteira foi comprometido. O impacto do vazamento também teria sido reduzido por uma política de segurança que determina que parceiros apaguem ou anonimizem os dados dos pedidos 90 dias depois da entrega. Com isso, informações de pedidos mais antigos já não estavam armazenadas. Quem não recebeu uma comunicação oficial da Trezor, segundo a empresa, não foi afetado pelo incidente. A companhia também afirmou que, em seus 13 anos de atividade, nunca havia registrado um vazamento que expusesse simultaneamente números de telefone e endereços de entrega de clientes. Atenção redobrada contra golpes A principal preocupação agora é com possíveis golpes de phishing. A Trezor orienta os clientes a desconfiarem de contatos inesperados e reforça que um backup de carteira nunca deve ser digitado em sites ou serviços online. Casos anteriores mostram que o problema pode ir além de mensagens falsas. Em 2020, um vazamento envolvendo a Ledger expôs dados de aproximadamente 272 mil clientes. Depois disso, alguns usuários relataram ameaças e tentativas de extorsão. O cenário também preocupa porque ataques físicos contra pessoas que possuem criptomoedas vêm ganhando espaço. Segundo dados citados no relatório, foram registrados 52 ataques desse tipo no primeiro semestre de 2026, contra 39 no mesmo período do ano anterior. A Chainalysis estimou que mais de US$ 30 milhões foram roubados nesses ataques durante os seis primeiros meses do ano. Problema na cadeia de fornecedores O caso da Trezor não é isolado. Empresas do setor de carteiras de hardware já enfrentaram problemas envolvendo fornecedores e parceiros externos. A Ledger, por exemplo, informou anteriormente sobre uma violação relacionada a um parceiro de comércio eletrônico. O episódio envolvendo a Trezor acontece ainda em meio às preocupações provocadas pelo recente exploit da Coldcard, que levou usuários de diferentes carteiras a adotarem medidas adicionais de segurança. Diante desse cenário, a Trezor anunciou que pretende ampliar a privacidade nas entregas. A empresa está desenvolvendo uma modalidade de Entrega Anônima, com retirada em armários, embalagem neutra, informações genéricas do remetente e exclusão automática de identificadores de envio. A previsão é que o novo sistema esteja disponível na União Europeia até setembro e nos Estados Unidos até o fim de 2026. Para os usuários brasileiros afetados, o principal cuidado é ficar atento a e-mails, mensagens ou ligações inesperadas que utilizem informações pessoais para tentar ganhar confiança.$AAPLB ,$XRP ,$SOL
BNB se destaca no mercado cripto nesta semana, apesar da queda nesta sexta-feira
Criptomoeda acumula alta nos últimos sete dias, mas enfrenta realização de lucros e pressão no mercado nesta sexta-feira O mercado de criptomoedas amanheceu mais cauteloso nesta sexta-feira, 14 de agosto de 2026. O Bitcoin segue próximo da região de US$ 63 mil, enquanto várias das principais altcoins registram pressão vendedora. Nesse cenário, a BNB aparece como um dos ativos que ainda conseguem mostrar desempenho positivo no acumulado da semana. Segundo dados de mercado divulgados nesta sexta-feira, a BNB era negociada perto de US$ 602, apresentando queda diária de aproximadamente 1,05%. Mesmo com o recuo de hoje, a criptomoeda acumulava alta de cerca de 1,88% nos últimos sete dias. O que está movimentando a BNB? A movimentação recente da BNB ocorre em meio a um mercado mais volátil. Parte dos investidores aproveitou a valorização recente para realizar lucros, enquanto a redução da demanda e o fechamento de posições alavancadas aumentaram a pressão sobre o preço. Indicadores técnicos acompanhados pelo mercado mostram sinais mistos. Enquanto alguns indicadores apontam cautela, outros sugerem que a região atual pode voltar a atrair compradores caso o sentimento geral do mercado melhore. Mercado continua de olho no Bitcoin O comportamento da BNB também depende bastante do cenário geral das criptomoedas. O Bitcoin vem encontrando dificuldade para superar novamente a região de US$ 64 mil, enquanto os investidores acompanham os dados econômicos dos Estados Unidos e os fluxos dos ETFs. Nesta sexta-feira, o Bitcoin era negociado próximo de US$ 63 mil, com o mercado demonstrando pouco apetite ao risco. BNB pode continuar no radar? A BNB continua sendo uma criptomoeda importante para acompanhar, principalmente depois de manter desempenho positivo no acumulado de sete dias. Porém, a queda registrada nesta sexta mostra que o movimento de alta ainda não está garantido. Para uma recuperação mais consistente, será importante observar se a BNB consegue recuperar força compradora e se o mercado como um todo volta a apresentar maior apetite por ativos de risco. Por enquanto, o cenário pede cautela. A moeda está mostrando resistência no acumulado da semana, mas ainda enfrenta pressão no curto prazo. Resumo: a BNB é uma das principais criptomoedas que merece atenção nesta sexta-feira, mas sua alta semanal acontece em um mercado que continua bastante instável. Para quem acompanha o setor, vale observar principalmente o comportamento do Bitcoin e o volume de negociação antes de tirar conclusões sobre uma nova tendência. Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de compra ou venda de criptomoedas.
Falha no roteamento quase derrubou a Solana nesta quarta-feira; entenda o que aconteceu
Falha de roteamento quase faz a Solana parar: entenda o que aconteceu A Solana (SOL) passou por um baita aperto na manhã desta quarta-feira (12). A rede chegou a ficar a apenas 4,51 pontos percentuais do limite necessário para perder a capacidade de finalizar transações. O problema começou depois que uma única rota de rede configurada de forma errada em um provedor de hospedagem deixou 28,83% do SOL em staking indisponível. Para a Solana deixar de finalizar transações, seria necessário que 33,34% do staking ficasse comprometido. Naquele momento, portanto, a rede chegou perto de 86% desse limite. A responsável pelo problema foi a Teraswitch, que explicou posteriormente o que aconteceu. A empresa utiliza internamente uma rota padrão para indicar que um roteador de borda consegue acessar a internet. Normalmente, cada local dá preferência à rota anunciada pelos próprios roteadores. Só que uma rota padrão do site da empresa em Miami acabou sendo divulgada sem suas métricas e comunidades. Um refletor de rotas localizado em Amsterdã então espalhou essa informação para regiões da Europa e da Ásia-Pacífico. Os roteadores dessas regiões entenderam que aquela rota era uma opção local e passaram a escolhê-la em vez da rota correta. O problema é que ela acabou sendo enviada para o núcleo do data center, onde foi considerada inválida. Com isso, 12 sites, localizados em Londres, Amsterdã, Dublin, Frankfurt, Singapura e Tóquio, ficaram sem uma rota válida para encaminhar o tráfego. A América do Norte, por sua vez, não foi afetada pelo incidente. A boa notícia é que a falha foi identificada rapidamente. Os engenheiros da Teraswitch encontraram o problema em cerca de 10 minutos, e o serviço foi totalmente restaurado às 04:16:15 UTC. O episódio mostra como uma falha aparentemente pequena na infraestrutura de internet pode, no caso de uma rede blockchain, chegar bem perto de causar um problema de grandes proporções. Concentração de staking acende alerta na Solana O protocolo de staking Marinade Finance foi conferir os números depois do problema e descobriu que a interrupção ficou praticamente concentrada em um único sistema autônomo. O AS20326 reúne cerca de 118,9 milhões de SOL, mais de um quarto de todo o volume em staking na rede. Durante o incidente, aproximadamente 94% desse montante ficou fora do ar praticamente ao mesmo tempo. E aí mora uma preocupação danada: esse percentual já passa do limite pensado justamente para evitar uma concentração desse tamanho. O programa de delegação da Fundação Solana recomenda que nenhum sistema autônomo concentre mais de 25% do staking da rede. O AS20326, porém, estava com 27,34%. Mais de 80 milhões de SOL ficaram esperando A análise da Marinade mostrou ainda que 59 validadores, responsáveis por cerca de 80,2 milhões de SOL, voltaram a funcionar praticamente na mesma janela de tempo em Amsterdã, Frankfurt e Tóquio. Em vez de migrarem o tráfego para outra rota, esses validadores ficaram esperando o problema de roteamento ser resolvido. Entre os casos mais relevantes está o da Helius, segundo maior validador da Solana, que permaneceu fora do ar durante os 33 minutos do incidente. Dos 74 operadores que a Marinade conseguiu analisar, apenas três apresentaram recuperação sem problemas: Laine e Cogent Crypto, ambos administrados pela Sol Strategies, além da Lion3d. A situação também mostra que o risco não está limitado a um único provedor. Outros 14,1 milhões de SOL ficaram offline praticamente no mesmo período em operadores como latitude.sh, Limestone, Butterfly Research e Allnodes. Segundo a Marinade, os dados disponíveis não permitem explicar exatamente essa coincidência. Isso levanta outro ponto importante: medir a concentração de staking apenas pelo provedor de hospedagem pode acabar escondendo riscos que aparecem quando diferentes operadores dependem de estruturas de rede semelhantes. A Marinade também resolveu olhar para o próprio quintal. A empresa informou que quatro sistemas autônomos concentram cerca de dois terços do staking distribuído pelo seu modelo de alocação. Um deles, o AS395201, sozinho representa 36,94%. A própria empresa reconheceu que não é hora de ficar confortável com esse cenário — e isso vale para ela também. A Marinade afirmou que pretende revisar seus limites de concentração por rede e por data center. Também deve começar a divulgar se determinado validador conta com hot swap e failover automático, informações que hoje não são possíveis de verificar externamente. Recompensas perdidas serão cobertas As perdas ficaram bem menores do que poderiam ter sido. Os cerca de 333 SOL em recompensas não recebidas serão cobertos pelas garantias dos validadores ao final da época. Mas o cenário poderia ter sido muito mais complicado. Se a quantidade de staking afetada tivesse passado de um terço da rede, a Solana poderia deixar de finalizar transações para todos os usuários. Nesse caso, nenhuma garantia seria suficiente para cobrir o impacto. E não seria a primeira vez que a rede enfrentaria uma parada total. Em fevereiro de 2024, a Solana ficou completamente parada e levou quase cinco horas para ser reiniciada. O episódio desta quarta-feira serve, portanto, como um baita lembrete de que descentralização não depende apenas da quantidade de validadores, mas também de como eles estão distribuídos entre redes, data centers e sistemas de infraestrutura.
Bitcoin hoje: BTC recua para US$ 63 mil enquanto investidores aguardam dados de inflação dos EUA
Bitcoin hoje: BTC recua enquanto mercado fica de olho na inflação dos EUA O Bitcoin amanheceu esta quarta-feira (12) trabalhando no campo negativo. A criptomoeda registra queda de 0,5% e é negociada na casa dos US$ 63.934, segundo dados do CoinGecko. O clima é de cautela no mercado cripto, principalmente porque os investidores estão esperando a divulgação do CPI de julho, o principal indicador usado para acompanhar a inflação nos Estados Unidos. Por enquanto, o BTC segue andando meio de lado, com pouca volatilidade nos últimos dias. Esse tipo de comportamento costuma aparecer antes de movimentos mais fortes, quando o mercado finalmente escolhe para qual lado vai. No momento, o Bitcoin está espremido entre a média móvel de 200 semanas, perto dos US$ 64 mil, e uma resistência importante na região entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. CPI pode definir o próximo movimento do Bitcoin O grande assunto do dia é mesmo o CPI americano. As projeções apontam para uma inflação cheia de 3,4% em 12 meses, enquanto o núcleo da inflação é esperado em 2,5%. Se o número vier acima do que o mercado está esperando, pode dar aquela apertada no Bitcoin, aumentando a possibilidade de o BTC perder a média móvel de 200 semanas. Agora, se a inflação vier mais comportada, pode abrir espaço para o Bitcoin tentar novamente buscar a região entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. Bitcoin volta a ficar mais próximo do ouro Outro ponto que está chamando atenção é a relação entre Bitcoin e ouro. Em 2022, o Bitcoin chegou a perder aproximadamente 75% de seu valor em relação ao ouro, em um movimento que se estendeu por 437 dias. Neste ciclo, a queda relativa está em torno de 69%, depois de 433 dias. O comportamento lembra bastante o que aconteceu antes do fundo registrado em 2022. Depois daquele período, o Bitcoin chegou a disparar cerca de 340% frente ao ouro. A comparação fica ainda mais interessante porque a correlação de 30 dias entre os dois ativos chegou a 0,6, o maior nível desde janeiro de 2025. O ouro, por sua vez, já acumula valorização superior a 9% em agosto, puxado pelo retorno de dinheiro para ETFs e pela procura maior por proteção. Se essa procura por ativos escassos continuar, o Bitcoin também pode acabar pegando carona nesse movimento. Stablecoins avançam nos pagamentos Enquanto o preço do Bitcoin fica de lado, as stablecoins seguem ganhando espaço no setor de pagamentos. Em julho, o volume mensal de gastos feitos com cartões vinculados a stablecoins cresceu 16% e bateu o recorde de US$ 1,03 bilhão. Foram mais de 10 milhões de compras realizadas durante o mês. Na comparação com 12 meses atrás, o crescimento já passa de 200%. Um dos exemplos é a Jupiter, que vem ampliando pagamentos por QR Code em mais de 60 países. Atualmente, aproximadamente 68% do volume da empresa vem de fora dos Estados Unidos. Para ter uma ideia do tamanho dessa expansão, há três anos o mercado movimentava perto de US$ 1 milhão por mês. Agora, a expectativa é ultrapassar US$ 1,5 bilhão mensais até o fim deste ano. Chainlink ganha destaque com avanço da tokenização No mercado de tokenização, a Chainlink também entrou no radar. O banco Standard Chartered começou a acompanhar o projeto com preço-alvo de US$ 200 para o token LINK até 2030. Esse valor representa cerca de 22,5 vezes o preço atual do ativo. A aposta do banco não está apenas na valorização do token. A tese considera principalmente o crescimento da tokenização, processo que transforma ativos financeiros tradicionais em tokens que podem ser negociados em redes blockchain. Com a expansão desse mercado, aumenta também a necessidade de informações confiáveis e de sistemas capazes de conectar diferentes blockchains. É justamente nesse ponto que a Chainlink atua, funcionando como um oráculo que leva dados do mundo real, como preços e taxas, para os protocolos. Segundo a análise, o mercado de ativos tokenizados pode sair dos atuais US$ 340 bilhões e alcançar US$ 4 trilhões até 2028. A Chainlink já movimenta e protege mais de US$ 110 bilhões em valor e tem participação importante em áreas como DeFi, Ethereum e integração entre diferentes redes por meio do CCIP. Mercado espera pelo próximo sinal Agora, é esperar o CPI americano para ver onde o mercado vai desembocar. Um resultado acima das expectativas pode aumentar a pressão sobre o Bitcoin e colocar a média móvel de 200 semanas em risco. Por outro lado, uma inflação mais baixa pode dar novo ânimo aos compradores e ajudar o BTC a buscar a resistência entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. Em outras palavras, o mercado está quietinho por enquanto, mas o CPI pode ser o empurrão que faltava para o Bitcoin finalmente escolher um rumo.
O Bradesco anunciou o lançamento de um serviço voltado à custódia institucional de criptomoedas
Bradesco entra de vez na custódia de criptomoedas e amplia presença no mercado cripto O Bradesco deu mais um passo no mercado de ativos digitais. Nesta quarta-feira (12), o banco anunciou que começou a oferecer uma solução de custódia institucional de criptoativos, criada para fazer a guarda e a gestão de moedas digitais, stablecoins e outros ativos tokenizados. A iniciativa chega num momento em que o mercado cripto vai ganhando mais corpo e atraindo cada vez mais investidores institucionais e empresas. Com isso, cresce também a procura por estruturas mais profissionais e seguras para administrar esses ativos. De acordo com o banco, a nova solução será voltada para participantes do mercado financeiro, gestores de recursos, fundos de investimento e tesourarias corporativas que precisam de uma infraestrutura preparada para trabalhar com criptoativos. Ricardo Barbieri, diretor do Bradesco, destacou que a expansão da custódia para ativos digitais aproveita a experiência que o banco já possui nesse segmento. Segundo ele, a intenção é entregar aos clientes os mesmos padrões de governança, segurança e confiança aplicados nas operações tradicionais de custódia, agora adaptados à realidade dos ativos digitais. A chegada do Bradesco nesse mercado mostra como os grandes bancos brasileiros vêm se aproximando das criptomoedas. À medida que o interesse institucional por ativos como o Bitcoin aumenta, essas instituições passam a buscar espaço em uma indústria que ainda tem bastante caminho pela frente. E, uai, pelo jeito essa história está só começando. Agora, o mercado deve ficar de olho para ver se outros grandes bancos vão seguir a mesma estrada e como as regras para os ativos virtuais no Brasil vão evoluir nos próximos meses. Com a demanda institucional por custódia e infraestrutura cripto crescendo, a entrada de instituições financeiras tradicionais pode ajudar a dar ainda mais maturidade ao setor. $USDC ,$BTC ,$BNB
Binance amplia lista de monitoramento e retira 7 pares de negociação
Binance coloca 5 criptomoedas em monitoramento; tokens chegam a cair 20% A Binance, uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo, anunciou nesta terça-feira (11) uma nova atualização em sua plataforma. A exchange colocou cinco criptomoedas na chamada lista de monitoramento, e os ativos já registravam fortes quedas no mercado, chegando a uma desvalorização de 20%. Com a mudança, a lista passa a reunir 37 criptomoedas. Esses projetos ficam sob uma análise mais cuidadosa da corretora e, dependendo da evolução de cada um, podem até deixar de ser negociados na plataforma. Em outro comunicado, a Binance também informou que vai retirar sete pares de negociação do mercado spot. Nesse caso, o impacto costuma ser menor, e os ativos envolvidos não sofreram uma pressão de queda tão forte quanto as criptomoedas adicionadas à lista de monitoramento. Cinco criptomoedas entram na lista de monitoramento da Binance A Binance não detalhou, de forma individual, o motivo que levou cada um dos cinco projetos a entrar na lista. A corretora, porém, explicou que utiliza diversos critérios para avaliar os ativos disponíveis em sua plataforma. Entre os pontos analisados estão o comprometimento da equipe responsável pelo projeto, a qualidade e o ritmo do desenvolvimento, volume de negociação, liquidez, segurança da rede e a qualidade da comunicação pública, entre outros fatores. Os cinco tokens adicionados à lista de monitoramento são: - Moonbeam (GLMR) - ICON (ICX) - Moonriver (MOVR) - SuperRare (RARE) - Sophon (SOPH) No mercado, a reação não foi das melhores. O SOPH recuava 5,1%, enquanto o RARE registrava queda de 9,1%. Já o GLMR perdia 10,9% e o ICX apresentava desvalorização de 10,1%. Quem mais sentia o baque era o Moonriver (MOVR), que acumulava uma queda de aproximadamente 20% nas últimas 24 horas. O que significa estar na lista de monitoramento? Na prática, entrar nessa lista é um sinal de atenção para quem possui esses tokens. A Binance acompanha esses projetos mais de perto e realiza avaliações periódicas para verificar se eles continuam cumprindo os requisitos necessários para permanecer listados na plataforma. A própria corretora alerta que os tokens identificados com a Tag de Monitoramento apresentam maior volatilidade e riscos considerados significativamente superiores aos de outros ativos disponíveis na exchange. Isso não significa que a remoção vai acontecer de imediato. Porém, existe a possibilidade de o token deixar de atender aos critérios de listagem da Binance e, nesse caso, acabar sendo retirado da plataforma. Então, para o investidor, fica aquele velho conselho: é bom ficar de olho. A entrada na lista de monitoramento não garante uma futura remoção, mas aumenta a necessidade de acompanhar de perto os próximos comunicados da corretora e o desempenho de cada projeto. Binance vai retirar sete pares de negociação do mercado spot Em um segundo comunicado, a Binance informou que vai retirar sete pares de negociação do mercado spot na próxima sexta-feira (14). Segundo a corretora, a decisão veio depois de uma avaliação que levou em conta vários fatores, principalmente o baixo volume de negociações e a pouca liquidez desses pares. Os pares que serão removidos são: - APT/BTC - AR/BTC - A/USDC - BTTC/TRY - CYBER/USDC - LPT/BTC - WAL/FDUSD A Binance ressaltou que a retirada desses pares não significa que os respectivos tokens serão excluídos da plataforma. Ou seja, os usuários ainda poderão negociar os ativos envolvidos por meio de outros pares que continuarem disponíveis na Binance Spot. «“A remoção de um par de negociação à vista não afeta a disponibilidade dos tokens na Binance Spot.”» Na prática, a mudança atinge somente as combinações específicas que serão retiradas do mercado spot. Os ativos-base e os ativos de cotação continuam disponíveis para negociação em outros pares, quando houver suporte na plataforma. Os projetos relacionados aos pares removidos também registram quedas no mercado, mas de forma mais moderada. Nesse caso, o movimento parece acompanhar, em boa parte, as oscilações observadas em criptomoedas maiores, como Bitcoin e Ethereum. Para quem possui algum desses ativos, portanto, não é caso de sair correndo para vender. O mais importante é conferir quais outros pares continuam disponíveis na Binance e acompanhar os próximos comunicados da corretora.
Bitcoin hoje: BTC recua para US$ 64 mil sob pressão de ETFs e vendas da Strategy
O Bitcoin voltou a operar em baixa nesta terça-feira, com o BTC recuando para a região dos US$ 64 mil. O movimento acontece em meio à pressão vendedora no mercado, incluindo saídas de ETFs de Bitcoin e novas vendas realizadas pela Strategy. A combinação desses fatores aumentou a cautela entre os investidores e colocou o mercado de criptomoedas novamente sob pressão. A Strategy vendeu 1.690 BTC por aproximadamente US$ 108,6 milhões na semana passada, marcando mais uma redução de sua posição em Bitcoin. Enquanto isso, os fluxos dos ETFs continuam sendo acompanhados de perto pelos participantes do mercado. A redução da demanda institucional pode dificultar uma recuperação mais firme do Bitcoin no curto prazo. Com o BTC próximo dos US$ 64 mil, os investidores agora observam se a região será capaz de funcionar como suporte ou se uma nova onda de vendas poderá levar a criptomoeda para níveis ainda mais baixos. Analistas também destacam a importância da faixa entre US$ 63 mil e US$ 63,5 mil como uma região de atenção.
Strategy retoma as vendas e movimenta US$ 109 milhões em Bitcoin
Strategy vende Bitcoin e levanta US$ 109 milhões para recomprar ações A Strategy, empresa de tesouraria liderada por Michael Saylor e conhecida pela forte aposta em Bitcoin, voltou a vender parte de suas reservas. Na semana encerrada em 9 de agosto, a companhia se desfez de 1.690 BTC por aproximadamente US$ 108,6 milhões, conforme documento 8-K apresentado nesta segunda-feira (10). Com a operação, a quantidade de Bitcoin guardada pela empresa caiu de 842.138 BTC para 840.447 BTC. As moedas foram negociadas por uma média de US$ 64.262 cada, já descontadas as taxas. O custo total da posição em Bitcoin da Strategy agora está em US$ 63,36 bilhões. Isso representa um preço médio de US$ 75.385 por BTC, cerca de US$ 11.123 acima do valor médio obtido na venda desta semana. E o dinheiro não ficou parado, não. Todo o valor levantado com a venda foi usado para recomprar ações preferenciais. Ao todo, a empresa adquiriu 1.152.020 ações STRC por US$ 108,6 milhões, exatamente o mesmo montante obtido com a venda dos Bitcoins. Essa foi a terceira recompra realizada dentro do programa de até US$ 1 bilhão anunciado pela Strategy em 29 de junho. Depois da operação, ainda restam US$ 785,2 milhões disponíveis para novas recompras. Na semana anterior, a estratégia tinha sido um pouco diferente: metade dos recursos obtidos com as operações envolvendo Bitcoin foi destinada ao pagamento de dividendos preferenciais, enquanto a outra metade, cerca de US$ 81 milhões, foi usada para recomprar ações. Venda de ações também ganha força A maior movimentação da semana, porém, aconteceu no mercado de ações. A Strategy vendeu 6.585.682 ações ordinárias e levantou US$ 653,1 milhões líquidos. O volume foi mais que o dobro das 3.011.361 ações vendidas na semana anterior. Dos recursos, US$ 650 milhões foram direcionados para a chamada reserva em dólar, enquanto aproximadamente US$ 3,1 milhões ficaram em caixa. Com isso, essa reserva chegou a US$ 4,65 bilhões em 9 de agosto, contra US$ 4 bilhões registrados anteriormente. Strategy muda antiga estratégia de “nunca vender” A venda recente também chama atenção porque representa mais um passo na mudança de postura da Strategy. Por muito tempo, a empresa manteve a ideia de “nunca vender” seus Bitcoins. Isso mudou no fim de maio, quando foram vendidos 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões para ajudar no financiamento de distribuições preferenciais. Foi a primeira venda da companhia desde dezembro de 2022. Em junho, a Strategy apresentou uma nova estrutura de capital que passou a definir em quais situações poderia vender Bitcoin, estabelecendo uma capacidade de desinvestimento de até US$ 1,25 bilhão. Com a operação desta semana, a empresa já utilizou aproximadamente US$ 429 milhões desse limite. O cálculo considera cerca de US$ 216 milhões vendidos em julho e US$ 104,7 milhões na semana anterior, sem incluir os 32 BTC vendidos antes da criação dessa nova estrutura. Empresa segura novas compras de Bitcoin Por enquanto, a Strategy não compra Bitcoin desde junho. A empresa vem reforçando sua reserva em dólares para ter recursos suficientes para cumprir suas obrigações anuais, que incluem cerca de US$ 1,76 bilhão em pagamentos de dividendos. A maior parte desse dinheiro vem sendo levantada por meio da venda de ações. Com as últimas operações, a empresa está com 6.916 BTC a menos do que no pico de 847.363 BTC alcançado em junho. A redução equivale a aproximadamente 0,8% da reserva máxima. Enquanto isso, o Bitcoin era negociado nesta segunda-feira perto dos US$ 65 mil, com uma alta de aproximadamente 0,2% no dia, segundo dados do CoinGecko. Nesse preço, toda a reserva de Bitcoin da Strategy vale algo próximo de US$ 54,6 bilhões. O valor fica abaixo dos US$ 63,36 bilhões que a companhia informa ter desembolsado para adquirir esses ativos. Nova métrica para os investidores A Strategy também mudou recentemente a forma de apresentar seus principais indicadores aos investidores. Desde julho, a companhia passou a dar mais destaque ao chamado “valor líquido de Bitcoin por ação”. A métrica busca mostrar quanto dos ativos em Bitcoin efetivamente sobra para os acionistas ordinários depois de descontadas as dívidas e os direitos dos acionistas preferenciais. No fim das contas, a Strategy continua mantendo uma das maiores reservas corporativas de Bitcoin do mundo, mas agora vem adotando uma postura mais flexível: vende parte das moedas quando necessário, reforça o caixa e utiliza os recursos para administrar sua estrutura financeira.
BTC volta a ganhar impulso e bate US$ 65 mil com fluxo robusto nos ETFs
Bitcoin hoje: BTC ronda os US$ 65 mil e ganha força com ETFs e busca por ativos de proteção O Bitcoin começou esta segunda-feira (10) sendo negociado perto dos US$ 65 mil, o equivalente a aproximadamente R$ 330,9 mil. Nas últimas 24 horas, a criptomoeda registra alta de 0,2%, enquanto, na última semana, a valorização chega a 3,9%. O BTC voltou a encostar numa região importante de resistência, entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. Além disso, continua acima da média móvel simples de 200 semanas, que atualmente está perto dos US$ 64 mil. Esse indicador costuma ser acompanhado pelos investidores para avaliar o comportamento do Bitcoin no longo prazo. A recuperação recente do Bitcoin tem sido sustentada principalmente por três fatores: o dinheiro que continua entrando nos ETFs à vista de Bitcoin, a melhora no apetite dos investidores por ativos de maior risco e a aproximação cada vez maior do comportamento do BTC com o ouro. Para o Bitcoin embalar de vez, seria importante conseguir superar a faixa entre US$ 65 mil e US$ 67 mil e, de preferência, continuar recebendo novos recursos por meio dos ETFs. ETFs voltam a dar uma força para o mercado Entre os dias 3 e 10 de agosto, os ETFs à vista de Bitcoin dos Estados Unidos registraram aproximadamente US$ 853,5 milhões em entradas líquidas. Foi a maior captação semanal desde meados de abril e também a terceira melhor semana de 2026. O número mostra que os investidores institucionais voltaram a demonstrar interesse pelo Bitcoin justamente num momento em que o preço está testando uma região importante do ponto de vista técnico. E não foi só o Bitcoin que recebeu dinheiro novo, não. O Ethereum também teve uma semana positiva. Os ETFs à vista de ETH registraram cerca de US$ 245 milhões em entradas, também o melhor resultado desde abril. Isso mostra que o interesse dos investidores está se espalhando por outras criptomoedas e não ficou concentrado apenas no Bitcoin. Bitcoin começa a se aproximar do comportamento do ouro Outro ponto que chamou a atenção foi a correlação entre o Bitcoin e o ouro. Nos últimos 30 dias, essa relação chegou a 0,57, o maior nível desde o começo de janeiro de 2025. De maneira simples, quanto mais esse número se aproxima de 1, maior é a tendência de os dois ativos caminharem na mesma direção. Quando fica perto de 0, essa relação é bem menor. Esse movimento acontece num momento em que investidores procuram ativos considerados escassos e capazes de preservar valor, principalmente diante das preocupações com a situação fiscal dos Estados Unidos. Os juros dos títulos do Tesouro americano de 10 anos voltaram para 4,66%, maior nível desde janeiro de 2025. Em março, esses juros chegaram a ficar abaixo dos 4%. Quando fica mais caro para o governo americano financiar sua dívida, o mercado costuma prestar mais atenção a ativos como ouro e Bitcoin, que são vistos por parte dos investidores como alternativas de reserva de valor. O ouro, por sua vez, acumula alta de aproximadamente 7,3% no mês e está sendo negociado perto dos US$ 4.336. A valorização vem sendo ajudada pela entrada de recursos nos ETFs de ouro e pelas compras realizadas por bancos centrais, principalmente a China. CPI e PPI podem mexer bastante com o Bitcoin nesta semana Agora, o mercado já está de olho nos próximos dados econômicos dos Estados Unidos. O grande destaque da semana será o CPI de julho, índice que acompanha a inflação ao consumidor americano. O resultado será divulgado na quarta-feira (12). A expectativa é de que o núcleo da inflação desacelere de 2,6% para 2,5% em 12 meses. Já a inflação cheia pode recuar de 3,5% para 3,4%. O dado ganhou ainda mais importância depois do payroll divulgado na sexta-feira (7). O relatório mostrou 23 mil demissões líquidas, enquanto o mercado esperava a criação de aproximadamente 85 mil empregos. Se a inflação vier abaixo do esperado, pode diminuir a pressão sobre o Federal Reserve para manter uma política monetária mais apertada. E isso, geralmente, é visto como um cenário favorável para ativos de risco, incluindo as criptomoedas. Na quinta-feira (13), será a vez do PPI, índice que mede a inflação ao produtor. O indicador também será acompanhado de perto porque pode dar pistas sobre possíveis pressões futuras nos preços ao consumidor. Se CPI e PPI vierem acima do esperado, o Bitcoin pode encontrar mais dificuldade para superar os US$ 67 mil. Agora, se os números vierem mais comportados, pode dar aquele gás que o mercado está esperando para o BTC tentar romper essa resistência e buscar níveis mais altos. $ETH
Baleias de XRP e Bitcoin aumentam suas compras: será que o mercado de baixa está chegando ao fim?
Baleias de Bitcoin, Ethereum e XRP aumentam posições; será que o mercado de baixa está chegando ao fim? As grandes baleias do mercado de criptomoedas parecem estar aproveitando os preços mais baixos para aumentar suas posições em ativos como Bitcoin, Ethereum e XRP. É o que aponta uma análise da CryptoQuant. Segundo Julio Moreno, responsável pela área de pesquisa da empresa, os maiores investidores desses criptoativos vêm aumentando seus estoques justamente enquanto os preços se aproximam — ou até ficam abaixo — do custo médio pelo qual esses investidores compraram seus ativos. De acordo com Moreno, esse movimento ajuda a reduzir a pressão de venda e pode ser compatível com aquela fase final de um ciclo de baixa. Traduzindo para o bom e velho mineirês: pode ser que o mercado esteja chegando perto de uma região de fundo. Mas calma lá, porque ainda não dá pra bater o martelo dizendo que a virada já aconteceu. E o XRP, como fica nessa história? No caso do XRP, a CryptoQuant observou que o tamanho das ordens no mercado à vista continua mostrando participação de grandes baleias. Isso acontece mesmo com o token permanecendo na faixa de US$ 1,00 a US$ 1,20 e com uma capitalização de mercado girando em torno de US$ 66 bilhões. Por outro lado, o delta de volume cumulativo do tomador em 90 dias, indicador que ajuda a medir a força das compras e vendas agressivas, acabou ficando praticamente neutro. Segundo a análise, a presença de grandes ordens de compra, combinada com uma pressão de compra e venda relativamente equilibrada, aponta para uma acumulação mais tranquila. Ou seja, o pessoal grande não parece estar correndo para vender tudo, mas também ainda não começou aquela comprança forte capaz de empurrar o preço para cima de maneira consistente. É uma situação que combina com um padrão que vem sendo observado no mercado. A queda do Bitcoin tem sido relativamente moderada, e analistas continuam discutindo se o fundo do ciclo já pode ter sido formado. O que os gráficos do XRP estão mostrando? Na análise apresentada, o XRP era negociado a US$ 1,04, registrando uma alta de aproximadamente 0,5% no dia. O gráfico diário também sugere um cenário mais parecido com formação de uma base do que com um novo desabamento dos preços. A média móvel exponencial de 50 dias permanece abaixo da média de 200 dias, formando o chamado “cruzamento da morte”, um sinal tradicionalmente associado a uma tendência de baixa. O preço também permanece abaixo dessas médias, indicando que, apesar da possível acumulação das baleias, a tendência de queda ainda não foi oficialmente deixada para trás. O RSI estava em 39,5, abaixo da região de 50 pontos que costuma separar um cenário de maior força compradora de outro mais pressionado pelos vendedores. O indicador também se aproximava da região de sobrevenda, localizada em 30, mas ainda sem entrar nela. Já o ADX estava em 10,4. Esse número indica que o mercado não apresentava uma tendência forte naquele momento, com o preço mais preso numa movimentação lateral. O chamado “squeeze momentum” também permanecia desativado e com impulso negativo, sinalizando uma situação de volatilidade comprimida, sem uma expansão clara do movimento. XRP pode estar formando um fundo? O cenário apresentado lembra uma formação de base em estágio mais avançado. Em bom português: o preço vem ficando de lado por bastante tempo, sem conseguir engrenar uma recuperação mais forte, mas também sem despencar de vez. O XRP saiu de aproximadamente US$ 2,20 no começo de 2026 e passou a negociar durante um longo período próximo da região de US$ 1. Os dados de blockchain e o comportamento do gráfico apontam para uma situação parecida: as baleias parecem estar acumulando aos poucos, em vez de simplesmente abandonarem suas posições. Mas aqui vale aquele velho “devagar com o andor, que o santo é de barro”. A acumulação, sozinha, ainda não confirma uma reversão da tendência. Com o XRP abaixo do cruzamento da morte e o impulso permanecendo negativo, ainda falta um sinal mais convincente de mudança. Um fechamento diário acima da média móvel exponencial de 200 dias, localizada na região de US$ 1,12 segundo a análise, poderia ser um dos primeiros sinais de que essa acumulação começou a produzir resultado. E os próximos níveis? Na análise apresentada, a região de US$ 1,04 aparece como suporte imediato, funcionando como parte inferior da atual zona de formação de base. Caso esse suporte seja perdido de maneira consistente, os próximos níveis citados ficam próximos de US$ 0,9167 e US$ 0,8358. Do lado de cima, a primeira resistência importante aparece na região de US$ 1,1145, baseada no nível de Fibonacci mencionado na análise. Já uma barreira mais forte aparece perto de US$ 1,60. Então, por enquanto, o cenário é de atenção: as baleias parecem estar acumulando, o preço está tentando formar uma base, mas ainda não apareceu aquele sinal definitivo dizendo que a maré virou. Uai, pode ser que o mercado esteja preparando uma recuperação — mas, até os gráficos confirmarem, é melhor não cantar vitória antes da hora.
Senado dos EUA adia votação da Clarity Act; probabilidade de aprovação em 2026 cai para 13%
O Senado dos Estados Unidos não vai analisar o Clarity Act antes do recesso de agosto. Com isso, a proposta que busca criar regras federais para o mercado de criptomoedas ficou para setembro, justamente nas últimas semanas antes que a campanha das eleições de meio de mandato domine a agenda do Congresso. Na noite de quinta-feira (6), o líder da maioria no Senado, o republicano John Thune, confirmou o adiamento. Segundo ele, os democratas continuam resistentes à votação do projeto. Thune afirmou ainda que vem trabalhando junto aos autores da proposta e elogiou a atuação da senadora Cynthia Lummis, dizendo que o texto deverá voltar à pauta assim que o Senado retornar dos trabalhos. Os senadores entram em recesso nesta sexta-feira (7) e só voltam em meados de setembro. Depois disso, restará uma curta janela para discutir o projeto antes que as eleições de novembro passem a concentrar toda a atenção dos parlamentares. No mercado de previsões Polymarket, a expectativa de aprovação do Clarity Act em 2026 despencou para apenas 13%. Uma fonte ouvida pelo The Block afirmou que parte dos democratas prefere adiar a votação devido ao crescimento da influência política do setor de criptomoedas. O tempo extra também serviria para tentar reunir os 60 votos necessários para aprovar a proposta no plenário. O cenário praticamente não mudou desde maio, quando o Comitê Bancário do Senado aprovou o projeto por 15 votos a 9. Na ocasião, apenas dois democratas, Ruben Gallego e Angela Alsobrooks, apoiaram a medida. Para a aprovação final, seriam necessários cerca de seis votos democratas, enquanto parte do apoio republicano também perdeu força. Caso passe pelo Senado, o texto ainda precisará retornar à Câmara antes de seguir para a sanção do presidente Donald Trump. Questões éticas seguem travando o projeto Os principais impasses continuam sendo os mesmos: as regras para stablecoins, os mecanismos de combate às finanças ilícitas e, principalmente, as normas éticas relacionadas aos investimentos de Donald Trump em criptomoedas. Um adendo negociado pelos senadores Thom Tillis e Ruben Gallego, ainda em discussão com a Casa Branca, prevê que o presidente venda suas participações em negócios ligados ao setor. Pela legislação tributária americana, esse desinvestimento poderia permitir o adiamento do pagamento do imposto sobre ganhos de capital, além de oferecer outras vantagens fiscais caso os novos investimentos fossem mantidos até o fim da vida. Em 2025, Trump declarou cerca de US$ 1,4 bilhão em ganhos relacionados a criptomoedas e memecoins e mantém uma participação de 38% na World Liberty Financial por meio de uma empresa afiliada. O texto também daria aos procuradores-gerais estaduais a possibilidade de agir para exigir o cumprimento das regras de ética caso o Departamento de Justiça optasse por não fazê-lo. Ainda não há definição sobre a posição da Casa Branca em relação a esse ponto. Os sinais de dificuldade para o Clarity Act já apareciam nas últimas semanas. Antes mesmo do recesso, John Thune havia indicado que o projeto dificilmente seria votado a tempo. Em junho, a Galaxy Research também reduziu para cerca de 50% a probabilidade de aprovação da proposta ainda neste ano. Mesmo diante do atraso, representantes da indústria seguem demonstrando confiança. O diretor-executivo do Crypto Council for Innovation, Ji Hun Kim, afirmou que o adiamento foi frustrante, mas não altera o rumo das negociações. Segundo ele, cada dia sem uma regulamentação clara faz com que empresas, desenvolvedores e investidores americanos procurem outros mercados, deixando os consumidores mais expostos. Caso o Clarity Act continue travado no Congresso, existe outra possibilidade. O presidente da SEC, Paul Atkins, declarou no mês passado que a agência está preparada para elaborar regras próprias para o setor de criptomoedas, embora parte da indústria prefira uma lei aprovada pelo Congresso, já que normas criadas apenas pela agência podem ser modificadas por futuras administrações.$BTC ,$ETH ,$XRP
Putin aprova primeira legislação da Rússia voltada às criptomoedas
O presidente Vladimir Putin oficializou, na terça-feira, a primeira lei ampla da Rússia voltada à regulamentação do mercado de criptomoedas, segundo informações divulgadas pela agência estatal Tass. A nova legislação define regras para emissão, custódia, registro contábil e negociação de ativos digitais. Além disso, cria um modelo único para o funcionamento de exchanges, empresas de custódia, corretoras e câmaras de compensação. Apesar do avanço regulatório, o governo russo continua proibindo o uso de criptomoedas como forma de pagamento por produtos e serviços. A lei também impede a divulgação de anúncios que incentivem pagamentos utilizando esses ativos. Em 2024, a Rússia já havia autorizado oficialmente a mineração de criptomoedas por meio de uma legislação específica sancionada por Putin. Agora, o novo texto complementa aquele marco legal ao estabelecer normas para negociação e armazenamento dos ativos digitais. Como será o funcionamento do mercado Pelas novas regras, somente empresas cadastradas em um registro oficial do governo poderão operar exchanges de criptomoedas. As plataformas que já atuam no país terão prazo até 1º de julho de 2027 para concluir o registro. As exchanges autorizadas precisarão manter capital próprio mínimo de 15 milhões de rublos (aproximadamente US$ 187 mil) e integrar uma entidade autorreguladora do mercado financeiro. Uma empresa será considerada operadora de exchange ao movimentar mais de 3,5 milhões de rublos em negociações durante um mês. Bancos e instituições financeiras também deverão bloquear transferências suspeitas destinadas a plataformas não autorizadas. O acesso dos investidores de varejo será controlado. Quem não possuir qualificação profissional poderá comprar apenas as criptomoedas de maior liquidez — cuja lista ainda será divulgada — por meio de intermediários licenciados, com limite anual de 300 mil rublos por instituição. Além disso, investidores comuns e qualificados terão que realizar um teste de conhecimento antes de negociar. Apenas os investidores qualificados ficarão livres de limite de compra. Outro ponto importante é que a legislação garante proteção judicial aos proprietários de criptomoedas, mesmo que esses ativos não tenham sido declarados anteriormente. Grande parte das regras começa a valer em 1º de setembro. Durante a elaboração da lei, o principal debate foi diferenciar a compra e posse de criptomoedas do uso desses ativos como meio de pagamento. O objetivo do governo é permitir um mercado regulado de investimentos, sem transformar as criptomoedas em uma moeda alternativa ao rublo. A nova estrutura também acompanha os planos de expansão do rublo digital, cuja adoção deverá contar com apoio dos bancos a partir da mesma data. Impacto nas sanções internacionais A legislação também prevê exceções importantes para operações internacionais. Contratos de comércio exterior entre empresas russas e estrangeiras poderão utilizar criptomoedas, assim como negociações envolvendo ativos obtidos por mineração e pagamentos realizados em plataformas de ativos digitais. Esse ponto deve chamar a atenção de reguladores internacionais, já que a Rússia tem recorrido cada vez mais às criptomoedas para facilitar transações internacionais em meio às sanções econômicas impostas por países ocidentais. Na prática, a nova lei oferece aos investidores russos um ambiente legal e regulamentado para negociar criptomoedas, enquanto concede ao governo maior capacidade de monitorar e supervisionar esse mercado por meio do banco central.$NVDA.US ,$BNB $SOL
S&P Global divulga análise sobre stablecoins e aponta riscos em alguns projetos
A S&P Global Ratings divulgou, na última terça-feira (4), um relatório que analisa o mercado de stablecoins. O estudo avaliou a capacidade de 11 projetos manterem suas moedas pareadas com o dólar e o euro, destacando diferenças importantes entre os emissores. Segundo a agência, mais da metade das stablecoins analisadas recebeu classificação considerada adequada ou superior, indicando boa qualidade dos ativos de reserva e práticas consistentes de gestão de riscos. Por outro lado, dois projetos tiveram suas notas rebaixadas para o nível mais baixo da escala, refletindo uma condição de maior fragilidade observada ao longo dos últimos três trimestres. As demais nove avaliações permaneceram inalteradas. O analista Mohamed Damak afirmou que ainda existem diferenças relevantes entre as stablecoins avaliadas, o que pode aumentar o risco de perda da paridade em alguns casos. «"As stablecoins podem enfrentar riscos que levam à sua desvinculação. Com mais da metade de nossas avaliações agora classificadas como adequadas ou superiores, estamos observando uma qualidade de ativos mais robusta e boas práticas de gestão de riscos entre alguns emissores. No entanto, ainda existem diferenças significativas entre as stablecoins, o que pode aumentar o risco de desvinculação", afirmou Damak.» Relatório destaca qualidade das reservas e gestão de riscos De acordo com a S&P Global Ratings, os projetos que receberam as melhores notas demonstraram maior capacidade de preservar a paridade de suas moedas mesmo em períodos de forte volatilidade no mercado. O sistema de classificação foi lançado em dezembro de 2023 com o objetivo de oferecer mais transparência sobre a liquidez, a qualidade das reservas e a estrutura operacional das stablecoins. Além da composição dos ativos de garantia, a avaliação também considera fatores como o ambiente regulatório, a governança dos emissores e a dependência de parceiros tecnológicos. A escala vai do nível 1, considerado o mais forte, ao nível 5, que representa maior vulnerabilidade. Tether segue entre as stablecoins com pior classificação Entre os destaques positivos do levantamento, a USD Coin (USDC), a Euro Coin (EUROC), a Global Dollar (USDG) e a Paxos USD (USDP) receberam nota 2, indicando elevado nível de confiança. Já a Gemini USD (GUSD) e a EUR Convertible obtiveram nota 3, considerada intermediária e compatível com padrões aceitáveis de segurança e gestão. Na outra ponta da lista, a Tether (USDT) permaneceu com nota 5, a mais baixa da classificação. A TrueUSD (TUSD) e a Ethena USD (USDe) também aparecem no grupo de maior alerta, segundo os critérios utilizados pela S&P Global Ratings.
Hashdex encerra ETF de Bitcoin nos Estados Unidos por falta de interesse dos investidores
A Hashdex decidiu encerrar seu ETF de Bitcoin à vista negociado nos Estados Unidos depois que o fundo não conseguiu ganhar força entre os investidores. Atualmente, o produto reúne apenas US$ 14,7 milhões em ativos sob gestão, valor considerado baixo para o mercado. Segundo um documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) na última segunda-feira (3), o ETF, negociado na bolsa NYSE Arca sob o código DEFI, terá sua negociação encerrada no dia 17 de agosto. Depois dessa data, o fundo será retirado da bolsa. Os investidores que ainda mantiverem cotas do ETF deverão receber o pagamento em dinheiro por volta de 28 de agosto. Para isso, a gestora venderá todos os Bitcoins restantes da carteira antes de concluir o processo de encerramento. No comunicado, a Hashdex informa que, após o último dia de negociação, o fundo deixará de perseguir seu objetivo de investimento e passará apenas a realizar os procedimentos necessários para o fechamento definitivo das operações. Isso inclui preservar o patrimônio, quitar eventuais obrigações e distribuir os recursos restantes aos acionistas. A empresa explicou que a decisão foi tomada após analisar diversos fatores, como o volume de ativos administrados, a liquidez das negociações, os custos de operação, o interesse dos investidores e o papel do ETF dentro da estratégia global de produtos da gestora. Apesar do encerramento desse fundo, a Hashdex destacou que continua administrando mais de US$ 200 milhões em produtos de investimento disponíveis para investidores no mercado norte-americano. O que é um ETF? Um ETF (Exchange Traded Fund) é um fundo negociado em bolsa que permite ao investidor acompanhar o desempenho de um determinado ativo sem precisar comprá-lo diretamente. No caso do ETF de Bitcoin, o investidor adquire cotas do fundo, cujo valor acompanha a variação da criptomoeda. No processo de liquidação, entretanto, o valor recebido pode ser diferente da cotação do Bitcoin no momento, já que os ativos precisam ser vendidos antes da distribuição dos recursos. O encerramento acontece pouco mais de dois anos após a entrada da Hashdex no mercado de ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos, que ganhou força depois da aprovação dos primeiros fundos desse tipo pela SEC, em janeiro de 2024. Antes disso, a empresa operava um ETF de contratos futuros de Bitcoin, listado desde setembro de 2022 com o código DEFI. Em 2024, o produto foi convertido para um ETF de Bitcoin à vista, chegando a manter aproximadamente 5.500 Bitcoins em sua carteira. Na sequência, a Hashdex também tentou ampliar sua presença no mercado americano com uma proposta de ETF que reuniria Bitcoin e Ethereum. No entanto, a SEC adiou a análise do pedido, deixando o projeto sem uma decisão definitiva.$ETH
Regulação das criptomoedas: empresas pedem ao Banco Central uma transição mais longa
Entidades do mercado cripto pedem ao Banco Central mais 120 dias para adaptação às novas regras Três importantes associações que representam o setor de ativos virtuais no Brasil — ABToken, ABFintechs e Zetta — enviaram um pedido formal ao Banco Central para ampliar em 120 dias o prazo de transição previsto pela Resolução BCB nº 520/2025. A solicitação busca estender o calendário que atualmente termina em 30 de outubro de 2026, dando mais tempo para que as Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAVs) concluam os processos de adequação, apresentem pedidos de autorização e cumpram as novas exigências regulatórias. Caso o Banco Central aceite o pedido, o novo prazo passaria para o fim de fevereiro de 2027. No documento encaminhado ao Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor), as entidades explicam que as mudanças afetam não apenas as empresas de criptomoedas, mas também bancos, instituições de pagamento e outros participantes ligados ao ecossistema financeiro digital. O ofício foi assinado por Regina Pedroso Caminha, diretora executiva da ABToken; Fernanda Garibaldi, diretora executiva da Zetta; e Sérgio Constantini, presidente da ABFintechs. Certificação técnica preocupa o setor Um dos principais argumentos apresentados pelas associações é a dificuldade enfrentada pelas empresas no processo de certificação técnica independente exigido pela regulamentação do Banco Central. A exigência envolve auditorias para avaliar a segurança dos sistemas, controles de proteção cibernética, custódia de ativos digitais e mecanismos de prevenção contra atividades ilícitas. Dados apresentados pela CertiK, empresa especializada em segurança blockchain, apontam que aproximadamente 80% dos projetos de certificação em andamento no Brasil ainda estão nas fases iniciais, com menos de 30% das etapas concluídas. Segundo as entidades, o atraso não ocorre por falta de esforço das empresas, mas pela complexidade dos processos necessários para atender todas as exigências estabelecidas. O setor também alerta para o risco de sobrecarga das certificadoras próximas ao prazo final, já que os relatórios dependem de sistemas já implantados, testados e com histórico de funcionamento. Novas regras aumentaram desafios para empresas Outro ponto levantado pelas associações é que o período de adaptação ocorreu enquanto novas normas ainda estavam sendo publicadas pelo Banco Central. Desde a criação da Resolução BCB nº 520, em novembro de 2025, foram divulgadas regras complementares envolvendo certificação técnica, auditorias financeiras, envio de informações, controles de prevenção à lavagem de dinheiro e requisitos prudenciais específicos para as empresas do setor. Na avaliação das entidades, a chegada dessas novas exigências fez com que muitas companhias precisassem revisar projetos, contratar novos fornecedores e refazer etapas de adequação. Pedidos apresentados ao Banco Central No pedido enviado ao órgão regulador, ABToken, Zetta e ABFintechs solicitaram: extensão de 120 dias para a comunicação formal das instituições financeiras que atuam com ativos virtuais; ampliação do prazo para migração de operações e clientes de empresas estrangeiras para estruturas brasileiras; mais 120 dias para o protocolo dos pedidos de autorização das SPSAVs; adiamento das restrições operacionais previstas para evitar interrupções de serviços. As associações afirmam que a prorrogação não diminuiria as exigências de segurança e controle, mas permitiria uma implementação mais organizada, reduzindo riscos para o mercado financeiro e para os usuários. Até o momento, o Banco Central ainda não divulgou uma decisão oficial sobre o pedido. $NVDA.US ,$BANANAS31
Responsabilidade criminal de controladores de PSAVs será tema de live nesta quinta-feira
Antes da entrada em vigor das novas regras para o mercado de ativos virtuais, muitos temas ligados à responsabilidade dos gestores ainda geravam dúvidas. Agora, esse cenário será debatido em uma live promovida pela ABToken, na quinta-feira, 6 de agosto, às 18h, com foco na responsabilidade criminal de controladores e administradores das prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs). O encontro contará com a participação da advogada criminalista Marina Brecht, fundadora do Brecht & Ribeiro Advogados, e de Paulo Portuguez, especialista em regulação bancária e assessor jurídico da ABToken. A proposta é discutir um ponto que tem chamado a atenção de quem ocupa cargos de liderança no setor: em muitas investigações recentes, a responsabilização criminal de executivos não acontece apenas por ações praticadas, mas também pela falta de medidas que deveriam ter sido adotadas. Esse entendimento está ligado ao conceito de omissão imprópria, situação em que o dirigente possui o dever legal de agir para evitar determinado resultado, mas permanece inativo, podendo responder criminalmente por isso. O tema ganha ainda mais importância após a entrada em vigor da Lei 14.478/2022 e das normas publicadas pelo Banco Central. Com isso, as PSAVs passaram a operar sob regras claras, deixando para trás o antigo cenário de pouca regulamentação. As empresas do setor agora precisam cumprir exigências relacionadas à governança corporativa, controles internos, prevenção à lavagem de dinheiro e segregação patrimonial. Além disso, a legislação passou a equiparar, para fins penais, as prestadoras de serviços de ativos virtuais às instituições financeiras, permitindo a aplicação dos crimes previstos contra o Sistema Financeiro Nacional. Outro ponto de destaque é o novo Marco Legal do Crime Organizado (Lei nº 15.358/2026), que amplia os desafios para o segmento ao criar novos tipos penais e prever medidas cautelares que podem atingir diretamente as empresas e seus administradores. Segundo Marina Brecht, o maior risco para um dirigente muitas vezes está justamente naquilo que ele deixa de fazer. De acordo com a advogada, quem ocupa posição de comando pode ter o dever jurídico de impedir determinados resultados e, se não agir quando deveria, poderá responder criminalmente como se tivesse participado diretamente do crime. Durante a transmissão também serão abordados temas como os critérios de responsabilização penal dentro de empresas, a definição da posição de garantidor, a delegação de funções entre diretores, a divisão de competências e a relação entre descumprimento de normas regulatórias e responsabilização criminal. Marina destaca ainda que a regulamentação mudou completamente o cenário para o setor. Na avaliação dela, aquilo que antes era visto apenas como uma boa prática de gestão agora se transformou em obrigação legal, tornando a governança corporativa uma importante ferramenta de proteção jurídica para empresas e seus administradores. A live é voltada para controladores, administradores, profissionais de compliance, departamentos jurídicos e advogados que atuam no mercado de ativos virtuais, além de interessados em compreender onde termina o risco regulatório e começa a responsabilidade pessoal dos gestores. Serviço Webinar: Responsabilidade criminal dos controladores das PSAVs Data: 6 de agosto de 2026 (quinta-feira) Horário: 18h Participantes: Marina Brecht (Brecht & Ribeiro Advogados) e Paulo Portuguez (ABToken) Inscrições: pelos canais oficiais da ABToken. $PEPE ,$POL ,$HOME
CVM promove encontro do Grupo de Trabalho de Tokenização com representantes do mercado
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) promoveu, na última sexta-feira (31), um encontro inédito com representantes de diversas instituições do mercado financeiro para discutir os próximos passos da tokenização no Brasil. Durante a reunião, o Grupo de Trabalho de Tokenização (GTT) debateu formas de incentivar a inovação no mercado de capitais sem abrir mão da segurança jurídica e da proteção aos investidores. Segundo José Alexandre Vasco, superintendente de Desenvolvimento e Modernização Institucional da CVM e coordenador do grupo, o momento representa uma grande oportunidade para o avanço do setor. "É um desafio grande, mas também uma oportunidade única. A iniciativa da Presidência da CVM abre espaço para construirmos soluções que podem trazer benefícios importantes para o mercado de capitais e para o Brasil", afirmou. Vasco também destacou que o cenário atual é favorável para acelerar esse trabalho, graças ao reforço no orçamento da autarquia, aos investimentos em tecnologia e à criação de uma área voltada à Inteligência Artificial (IA). "Estamos em um momento muito positivo para avançar. Se deixarmos essa oportunidade passar, talvez percamos uma janela importante para modernizar o mercado", completou. O encontro reuniu mais de 50 representantes do setor privado, além de superintendentes da própria CVM. Participaram entidades como Anbima, ABCripto, Instituto Clima e Sociedade, entre outras organizações ligadas ao mercado financeiro e ao universo dos ativos digitais. O objetivo é construir, em conjunto, um modelo regulatório sólido para a tokenização de ativos no Brasil, criando regras que incentivem a inovação e tragam mais segurança para o desenvolvimento desse mercado. CVM estabelece prazos para apresentar proposta de regulamentação O presidente da CVM definiu um cronograma bastante apertado para os trabalhos do grupo. A expectativa é que um modelo experimental de regulamentação seja apresentado ao mercado em até 100 dias. Pela portaria publicada pela autarquia, uma proposta de norma deverá ser elaborada em cerca de 60 dias, enquanto um relatório detalhando as atividades e os próximos passos precisará ser entregue em até 120 dias. Caso haja necessidade técnica, o prazo poderá ser prorrogado por mais 30 dias. O assessor do colegiado, Maurício Bulcão Filho, reforçou o compromisso da equipe em cumprir o calendário e entregar um trabalho consistente. Ambiente de testes será fundamental para desenvolver novas soluções Durante o encontro, Bulcão Filho ressaltou que a CVM pretende utilizar ambientes de testes para avaliar, na prática, o funcionamento das plataformas de emissão e negociação de ativos tokenizados. Especialistas da BSM Supervisão de Mercados e da ABToken também participaram das discussões, abordando temas como o registro das operações realizadas após a negociação dos ativos. A proposta é reunir informações e experiências que sirvam de base para uma regulamentação moderna, capaz de acompanhar a evolução tecnológica sem limitar o surgimento de novas soluções. As conclusões obtidas pelo grupo deverão orientar a construção de um marco regulatório experimental, que poderá colocar o Brasil entre os países mais avançados na regulamentação da tokenização de ativos. Além disso, as equipes técnicas terão cerca de 45 dias para concluir os estudos iniciais que darão suporte às próximas etapas do projeto. $BTC ,$XRP ,$BNB
Mais de 700 mil brasileiros mantêm criptomoedas paradas em corretoras; veja se você está na lista
Um levantamento do MB | Mercado Bitcoin revelou que mais de 700 mil brasileiros têm criptomoedas paradas em contas sem movimentação há pelo menos um ano. Ao todo, esses investidores acumulam cerca de R$ 320 milhões em ativos esquecidos na plataforma. Mesmo com a recente desvalorização do Bitcoin, o grupo registrou um ganho líquido superior a R$ 30 milhões. Para estimular esses clientes a voltarem a investir, o Mercado Bitcoin lançou uma campanha que oferece R$ 30 em cashback em Bitcoin para quem possui saldo parado há mais de 12 meses e realizar um investimento mínimo de R$ 100 entre os dias 3 e 31 de agosto. A promoção vale para operações com qualquer criptomoeda ou ativos de Renda Fixa Digital, e o bônus será creditado automaticamente um dia após a transação. Os clientes podem verificar se possuem valores esquecidos acessando a página da campanha da corretora, fazendo login ou recuperando a senha de acesso, caso necessário. Segundo Fabrício Tota, muitos brasileiros compraram criptomoedas durante períodos de forte alta do mercado e acabaram deixando os ativos parados. Com o passar dos anos, vários desses investimentos se valorizaram sem que os investidores acompanhassem sua evolução. O estudo também mostrou que manter os ativos por mais tempo fez diferença nos resultados. Entre os investidores que deixaram as criptomoedas na carteira por pelo menos dois anos, a valorização patrimonial ultrapassou R$ 50 milhões. No caso do Bitcoin, os números chamam ainda mais atenção. Dos 318 mil clientes inativos que possuem a criptomoeda, 91% obtiveram lucro, acumulando R$ 68 milhões em ganhos líquidos apenas com esse ativo. Em outras palavras, nove em cada dez investidores que compraram Bitcoin tiveram retorno positivo. Outro dado destacado pela pesquisa é que todos os clientes que mantiveram Bitcoin por mais de dois anos registraram valorização. Entre aqueles que deixaram a criptomoeda parada por mais de cinco anos, cerca de 170 mil pessoas, não foi identificado nenhum caso de perda patrimonial. A análise aponta ainda que o tempo de permanência no investimento teve impacto direto na rentabilidade. Quem manteve Bitcoin por mais de cinco anos registrou valorização média de 50%, enquanto os investidores que permaneceram entre um e dois anos tiveram ganho médio de 9%, mesmo em um cenário de mercado em baixa. De acordo com o levantamento, o Bitcoin continua sendo o ativo com melhor desempenho da última década, acumulando rentabilidade de 8.159,6% no período, com retorno anualizado de 53,4%, superando índices tradicionais como NASDAQ e S&P 500 quando convertidos para reais. Para o Mercado Bitcoin, os resultados reforçam a importância de uma estratégia de longo prazo e mostram que investidores que mantêm exposição aos ativos digitais por períodos maiores tendem a colher retornos mais consistentes ao longo do tempo. O estudo também destaca que o mercado de criptomoedas vive uma fase de maior maturidade, impulsionada pela entrada de grandes instituições financeiras, pela aprovação de ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos, pelo avanço da regulamentação no Brasil e pelo crescimento da adoção institucional em diversos países. $BTC ,$NVDA.US ,$PAXG