Direita, esquerda, centro. Não importa quem senta na cadeira, a dívida sobe e o dinheiro se multiplica.
Desde FHC, todo presidente saiu do cargo deixando o país mais endividado sobre o PIB do que recebeu.
O M2 fez o mesmo caminho. Saiu de R$ 0,40 trilhão em 2002 pra R$ 7,65 trilhões hoje. Toda essa moeda nova precisa competir pelos mesmos bens e serviços de sempre.
Muda o partido, muda o discurso de campanha. A impressora nunca troca de governo.
Se proteger do risco Brasil é questão de sobrevivência.
Mercado de trabalho americano está mais fraco do que parece.🚨
Excluindo a pandemia, a força de trabalho americana está no menor nível desde março de 1976. Isso não aparece no número de desemprego que todo mundo olha.
A taxa de participação caiu 0,1 ponto em julho, pra 61,4%. Foi o 7º declínio mensal em 8 meses, queda acumulada de 1,1 ponto.
Desde novembro, mais de 2,4 milhões de pessoas saíram da força de trabalho, incluindo 264 mil só em julho e 720 mil em junho.
Gente saindo da força de trabalho não conta como desempregada. Ela simplesmente some da conta, e é por isso que a taxa de desemprego consegue parecer estável enquanto o mercado de trabalho real está encolhendo por baixo.
A participação de ações tokenizadas no valor de mercado total de ativos reais (RWA) aumentou de aproximadamente 1,4% para mais de 15% ao longo do ano (de julho de 2025 a julho de 2026).
O hack da COLDCARD e a quebra da FTX possuem similaridades on-chain no bitcoin.
O RHODL Ratio compara moeda parada há anos com moeda movimentada nos últimos 3 meses.
Ele sobe quando muita moeda antiga muda de endereço de uma vez, e foi exatamente isso que o hack do Coldcard forçou.
É o mesmo tipo de evento que a FTX gerou em 2022, migração em massa por perda de confiança em custódia, só que dessa vez por falha de hardware, não colapso de exchange.
Essa urgência de movimentação também apareceu nos fundos de 2019 e 2015.
Muita gente não entendeu a magnitude desse evento.