🚨 Dólar dispara e Bolsa brasileira aciona circuit breaker após vitória de Lula
O mercado financeiro brasileiro registrou forte turbulência nesta segunda-feira (26), após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Por volta das 10h50, o dólar subia 10,28%, cotado a R$ 5,50, após atingir a máxima de R$ 5,60.
Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, despencava 16,59%, aos 171 mil pontos. Diante da queda superior a 10% nos primeiros minutos do pregão, a B3 acionou o circuit breaker, mecanismo que interrompe temporariamente as negociações em momentos de forte queda.
📉 A reação reflete a surpresa de parte dos investidores com o resultado eleitoral e as incertezas sobre a condução da política fiscal, a trajetória da dívida pública, os gastos do governo e os juros no próximo mandato.
As ações brasileiras negociadas no exterior também registraram fortes perdas. O ETF EWZ, negociado em Nova York, chegou a cair mais de 26% antes da abertura dos mercados americanos.
O cenário de volatilidade também envolve possíveis questionamentos judiciais sobre o resultado eleitoral, enquanto investidores acompanham a agenda econômica e aguardam a próxima decisão de juros do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos.
📊 O circuit breaker interrompe as negociações por 30 minutos quando o Ibovespa cai mais de 10% em relação ao fechamento anterior. A última vez que o mecanismo havia sido acionado foi durante a crise provocada pela pandemia de Covid-19, em 2020.
A Binance, maior corretora de criptomoedas do mundo, anunciou na segunda-feira (5) o lançamento do ‘Binance Intelligence’, um conjunto de produtos de Inteligência Artificial (IA) focado em ajudar seus usuários a tomarem melhores decisões de investimento.
Dentro deste pacote está o Agent OS, lançado em agosto, permitindo o uso de agentes como Claude Code para realizar negociações, realizar e aceitar pagamentos, ler dados do mercado em tempo real, dentre outras funções.
O desenvolvedor Jameson Lopp atualizou nesta quinta-feira (16) a sua famosa lista de ataques físicos, popularmente chamados de ataques de chave inglesa, contra investidores de criptomoedas. O trabalho contou com a participação do usuário ‘Pizza Bitcoiner’, que utilizou ferramentas de Inteligência Artificial (IA) para buscar casos que haviam ficado de fora de contribuições anteriores.
No total, o número de casos supera a marca de 700 ocorrências registradas. No Brasil, a contagem sobe para 35, deixando o país entre os mais violentos do mundo para investidores de criptomoedas. França e EUA continuam na liderança, seguidos por Taiwan e Brasil Em suma, a lista criada por Jameson Lopp busca reunir casos públicos de ataques físicos contra investidores de criptomoedas para, dentre outros pontos, lembrar que a segurança física é tão importante quanto a digital.
O próprio desenvolvedor aparece entre as vítimas por sofrer uma tentativa de extorsão e ter sua casa invadida pela polícia em 2017 após uma falsa denúncia.
Em nota publicada nesta sexta-feira (17), Lopp afirma que o número de casos dobrou após uma IA fazer uma busca por casos que ainda não haviam sido incluídos na lista.
“Boa notícia: o arquivo Bitcoin Wrench Attack ficou muito mais preciso. Má notícia: acabamos de dobrar o número total de ataques conhecidos, que agora ultrapassa 700.
Setembro foi o mês com as maiores perdas e ataques no setor de criptomoedas em 2026, revela CertiK
Dados compartilhados pela CertiK mostram que setembro foi o pior mês para a indústria de criptomoedas em 2026, registrando recordes tanto em perdas totais quanto em número de ataques.
Os dois principais eventos são o ataque à Bitget, que resultou em perdas de US$ 387,5 milhões, e o Liquid Network que, embora o hacker tenha devolvido a maior parte dos fundos, está avaliado em US$ 320 milhões.
Faltando três meses para o fim do ano, as perdas acumuladas chegam a US$ 2,69 bilhões. Como comparação, US$ 3,11 bilhões foram perdidos em 2024 e outros US$ 3,86 bilhões em 2025, incluindo US$ 1,45 bilhão perdido pela Bybit.
A Binance investiu US$ 100 milhões na Circle, emissora da stablecoin USDC, ampliando uma parceria que já existia desde 2024. O acordo também prevê a extensão da parceria por mais cinco anos. Segundo as empresas, a Binance comprou ações ordinárias da Circle com desconto de 5% em relação ao preço de mercado.
A USDC possui atualmente valor de mercado de US$ 74,6 bilhões e é a segunda maior stablecoin do mercado.
O investimento acontece em um mês movimentado para a Circle, que recentemente anunciou a Arc, sua própria rede, em parceria com gigantes como BlackRock, Visa e Mastercard, além da aquisição de uma plataforma de transferências financeiras.
Para a Binance, o acordo reforça a estratégia de ampliar o uso de stablecoins e da infraestrutura baseada em dólar digital.
Ex-agente da NCA é condenado a devolver bitcoins roubados durante investigação
O Crown Prosecution Service (CPS), Ministério Público britânico, anunciou nesta quarta-feira (30) que um ex-agente da National Crime Agency (NCA) foi condenado a devolver mais de 1,8 milhão de libras esterlinas (R$ 12,4 milhões) após roubar bitcoins apreendidos durante uma investigação.
Somado a isso, Paul Chowles (44) também foi condenado a cinco anos e seis meses de prisão em 2025, ocasião em que se declarou culpado pelas acusações.
Também nesta semana, os EUA condenaram um ex-vice-xerife a 21 meses de prisão por envolvimento em um esquema de extorsão contra investidores de criptomoedas. Os casos demonstram eventos de corrupção, mas a justiça se faz presente ao fim.
Brasil sobe para o 1º lugar em índice de adoção de criptomoedas da Chainalysis
O Brasil subiu da 5ª para a 1ª posição no Índice Global de Adoção de Criptomoedas de 2026 da Chainalysis, superando países como Estados Unidos, Índia, Nigéria, Japão e Coreia do Sul.
O ranking considera quatro métricas: fluxos totais, saldos de criptomoedas, economia P2P e fluxos internacionais. Segundo a Chainalysis, o Brasil não liderou individualmente nenhuma das categorias, mas apresentou desempenho consistente em todas elas.
A empresa também destacou o tamanho da economia cripto brasileira. Entre junho de 2025 e junho de 2026, o país movimentou US$ 252,5 bilhões em criptomoedas, o maior volume da América Latina.
Thiago Sarandy, diretor-geral da Binance no Brasil, afirmou que os números mostram uma diversificação dos usos das criptomoedas no país:
“O desempenho do país está acompanhado por uma diversificação dos casos de uso, que incluem investimentos, acesso a ativos denominados em dólar, pagamentos e outras usabilidades.”
Brasileiro processa Receita após ter BMW apreendida por transportar máquinas de mineração de Bitcoin sem pagar imposto de importação
Um brasileiro entrou com um processo contra a Receita Federal após ter seu veículo BMW X3 XDRIVE 30I apreendido em novembro de 2024 ao ser flagrado transportando máquinas de mineração de Bitcoin sem pagar impostos de importação.
Os advogados alegam que seu cliente havia emprestado o carro para um amigo e não estava ciente sobre o transporte da carga.
Com o recurso negado no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), o brasileiro tentou recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também rejeitou o recurso nesta segunda-feira (21).
Strategy compra 950 bitcoins, pegando carona na alta da criptomoeda
A Strategy, maior empresa de tesouraria de Bitcoin do mundo, anunciou nesta segunda-feira (21) a compra de 950 bitcoins. Esse é o primeiro aporte feito pela companhia em setembro.
A compra se alinha com a disparada do Bitcoin, que está operando acima dos US$ 85.000 pela primeira vez desde janeiro.
Além disso, a empresa realizou mais uma recompra de STRC, suas ações preferenciais, visando levá-las novamente à faixa dos US$ 100, o que ainda não aconteceu.
600 bitcoins da ‘era Satoshi’ são movidos pela primeira vez em 16 anos
Um minerador da ‘era Satoshi’, época em que o criador do Bitcoin ainda estava presente no desenvolvimento do projeto, moveu 600 bitcoins pela primeira vez no último dia 5 de setembro. As moedas estavam paradas há 16 anos em doze endereços.
Dados on-chain mostram que as moedas permanecem paradas em outros doze novos endereços do tipo Bech32, que iniciam com bc1q. Portanto, isso indica que o investidor não moveu suas moedas para vendê-las, mas sim para melhorar a sua segurança.
Isso porque esses 600 bitcoins, avaliados em US$ 47 milhões/R$ 242 milhões, estavam em endereços P2PK (Pay-to-Public-Key), que, como o próprio nome sugere, têm suas chaves públicas expostas e podem ser alvos de ataques de longo alcance por computadores quânticos.
Um estudo publicado pela CryptoQuant na última terça-feira (18) revela que as reservas de stablecoins em corretoras caíram 20%, de 80 bilhões para 64 bilhões de dólares, entre novembro de 2025 e agosto de 2026.
Apesar disso, a Binance apresentou a menor redução dentre as maiores corretoras e, por conta disso, aumentou a sua dominância no mercado.
Quanto às stablecoins, a USDT continua sendo a moeda preferida dos investidores, ocupando mais de 80% das reservas de corretoras.
Brasileiros estão entre os mais afetados pela vulnerabilidade das carteiras Coldcard, diz Chainalysis
Segundo dados compartilhados pela Chainalysis nesta terça-feira (4), o Brasil aparece entre os países mais afetados pelos roubos. Conforme a Coinkite, fabricante da Coldcard, está situada no Canadá, as maiores perdas foram atribuídas a canadenses.
“O hack da Coldcard é especialmente prejudicial para os bitcoiners canadenses. Nossa análise dos invasores e das vítimas aponta que os detentores de BTC no Canadá estão arcando com 25% das perdas atribuíveis. Com estimativas que chegam a US$ 110 milhões, de acordo com o conjunto de dados da Galaxy Research, analisamos a distribuição geográfica do hack em andamento.”
Processos contra fundador da Coldcard começam a chegar na justiça brasileira.
Vítimas também estão colocando como réu influenciadores que recomendaram a carteira 👀
Eles têm responsabilidade jurídica?
Aparentemente, tem muita jurisprudência falando sobre a responsabilidade de influencer, porque, de acordo com a justiça, ao fazer publicidade (principalmente paga), o influenciador passa a integrar a cadeia de consumo, como se fosse um “fornecedor” segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC).
Nic Carter afirma que os EUA, de forma pública ou privada, usarão computadores quânticos para recuperar bitcoins ameaçados pela tecnologia
Nic Carter, famoso defensor do Bitcoin, acredita que os EUA usarão computadores quânticos para recuperar as moedas que estejam ameaçadas por essa tecnologia.
Em 2023, Carter popularizou a expressão “Operação Choke Point 2.0” para alertar empresas e investidores sobre o governo Biden estar tentando banir as criptomoedas silenciosamente. Na conversa publicada no canal da Galaxy nesta sexta-feira (23), o especialista também falou sobre o cenário macroeconômico, adoção institucional, inteligência artificial e outros assuntos.
Estudos apontam que 4 a 10 milhões de bitcoins, cerca de 20 a 50% de toda oferta circulante, estão ameaçados por computadores quânticos. Embora muitos possam mover suas moedas para endereços resistentes a essa nova ameaça, que ainda não foram lançados, o texto estima que 2 a 3 milhões de moedas estão perdidas/abandonadas.
Uma solução apresentada foi o congelamento dessas moedas, impossibilitando que elas sejam movidas mesmo com a chegada dos computadores quânticos.
Para Nic Carter, esse recurso é polêmico. Na visão do especialista, o que deve acontecer é uma corrida tecnológica, onde os EUA vencem outros países e passam a ser protetores desses bitcoins.
“Acredito que haverá um esforço para recuperar essas moedas, provavelmente liderado pelo governo. Eles são os mais preparados para fazer isso. Talvez uma empresa do setor privado chegue lá primeiro. E o motivo pelo qual acho que isso vai acontecer é porque acredito que os EUA estão na liderança em computação quântica.” Seguindo, Carter afirma que o assunto realmente importa e um dos primeiros focos será a recuperação desses bitcoins.
Arena: Meta está preparando mercado de previsão para competir com Polymarket e Kalshi
A Meta, empresa responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, estaria se preparando para entrar no mercado de previsões com um aplicativo chamado “Arena”. Hoje, o setor é dominado pela Polymarket e pela Kalshi.
Fontes do The New York Times afirmam que a ordem teria partido do próprio Mark Zuckerberg, criador do Facebook.
Embora o aplicativo não tenha ligação com os outros produtos da marca, a empresa pretende utilizar suas redes sociais para impulsionar a adoção inicial da plataforma.