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X afirma que lançará negociação de criptomoedas em tempo real nas próximas semanasA tal da plataforma X tá pra soltar umas funções novas daqui umas semanas. Uma delas chama “Smart Cashtags”: vai dar pra mexê com ação e criptomoeda direto na linha do tempo, sem precisar saí da tela onde cê tá lendo os tuítes. Foi o chefe de produto, Nikita Bier, que falou isso num tuíte no sábado, dia 14. Na prática, é assim: o caboclo vai poder comprá ou vendê ativo ali mesmo, no meio das publicações, sem precisar abrí outra aba ou aplicativo. Hoje em dia, esses cashtags — tipo $TSLA da Tesla ou $BTC do Bitcoin — só servem pra mostrar informação de mercado, igual hashtag, mas com cifrão no lugar da cerquilha. A diferença é que agora vai dá pra negociá de verdade na própria interface. Só que ainda tem coisa meio nebulosa: não se sabe se as transações vão ser feitas dentro da própria rede social ou se vão usá parceiro de fora. Também não tá claro como vai ficá a custódia das criptomoedas e se o trem vai funcioná no mundo inteiro ou só em alguns cantos primeiro. Ô trem bão, sô! O povo andou falando das tais criptomoedas e do tal de X Money. O anúncio veio bem na hora em que muita gente tava criticando uns projetos de cripto lá dentro da rede social. O executivo até disse que tem umas aplicações que só servem pra encher de spam, juntar ataque coordenado e até assédio. Isso aí, segundo ele, estraga a experiência de milhões de usuários, só pra dar dinheiro pra meia dúzia. E não é que essa novidade vem junto com o avanço do X Money? Pois é, esse sistema financeiro quer juntar pagamento e investimento tudo dentro da própria plataforma. Teve até apresentação interna da xAI mostrando que o trem já tá em teste com os funcionários e, daqui uns meses, deve chegar pra alguns usuários escolhidos. A expectativa, segundo o Criptonoticias, é transformar a rede social num centro completinho de transações digitais. Já conseguiram licença pra transmitir dinheiro em mais de 40 estados lá dos Estados Unidos. Uai, se der certo, vai virar um verdadeiro “hub” financeiro dentro da rede.

X afirma que lançará negociação de criptomoedas em tempo real nas próximas semanas

A tal da plataforma X tá pra soltar umas funções novas daqui umas semanas. Uma delas chama “Smart Cashtags”: vai dar pra mexê com ação e criptomoeda direto na linha do tempo, sem precisar saí da tela onde cê tá lendo os tuítes. Foi o chefe de produto, Nikita Bier, que falou isso num tuíte no sábado, dia 14.
Na prática, é assim: o caboclo vai poder comprá ou vendê ativo ali mesmo, no meio das publicações, sem precisar abrí outra aba ou aplicativo. Hoje em dia, esses cashtags — tipo $TSLA da Tesla ou $BTC do Bitcoin — só servem pra mostrar informação de mercado, igual hashtag, mas com cifrão no lugar da cerquilha. A diferença é que agora vai dá pra negociá de verdade na própria interface.
Só que ainda tem coisa meio nebulosa: não se sabe se as transações vão ser feitas dentro da própria rede social ou se vão usá parceiro de fora. Também não tá claro como vai ficá a custódia das criptomoedas e se o trem vai funcioná no mundo inteiro ou só em alguns cantos primeiro.

Ô trem bão, sô! O povo andou falando das tais criptomoedas e do tal de X Money. O anúncio veio bem na hora em que muita gente tava criticando uns projetos de cripto lá dentro da rede social. O executivo até disse que tem umas aplicações que só servem pra encher de spam, juntar ataque coordenado e até assédio. Isso aí, segundo ele, estraga a experiência de milhões de usuários, só pra dar dinheiro pra meia dúzia.
E não é que essa novidade vem junto com o avanço do X Money? Pois é, esse sistema financeiro quer juntar pagamento e investimento tudo dentro da própria plataforma. Teve até apresentação interna da xAI mostrando que o trem já tá em teste com os funcionários e, daqui uns meses, deve chegar pra alguns usuários escolhidos.
A expectativa, segundo o Criptonoticias, é transformar a rede social num centro completinho de transações digitais. Já conseguiram licença pra transmitir dinheiro em mais de 40 estados lá dos Estados Unidos. Uai, se der certo, vai virar um verdadeiro “hub” financeiro dentro da rede.
“HOME/USDT: café quente pra acompanhar o mercado”Ô trem bão, sô! A tal da criptomoeda HOME tá lá na Binance dando seus passinhos. Nas últimas 24 horas, o preço ficou na casa dos US$ 0,0277, subindo um tiquinho, coisa de 0,5%. O povo mexeu nela com um volume de uns 16,5 milhões de dólares, e a capitalização tá girando em torno de 97 milhões. Pra quem gosta de saber dos números: já tem mais de 3,4 bilhões de tokens circulando, mas o teto é de 10 bilhões. Ou seja, ainda tem chão pela frente. E o contexto? - O token tá rodando na BNB Chain, dentro do mundão das finanças descentralizadas (DeFi). - Já chegou a valer perto de US$ 0,05 lá em agosto de 2025, mas também já caiu pra uns US$ 0,02 em dezembro. É aquele sobe e desce que deixa o coração acelerado. Recado É bom lembrar: criptomoeda é igual montanha russa, sobe e desce sem pedir licença. Então, antes de colocar dinheiro, vale dar uma olhada no projeto, ver se tem fundamento e se faz sentido pra você.

“HOME/USDT: café quente pra acompanhar o mercado”

Ô trem bão, sô! A tal da criptomoeda HOME tá lá na Binance dando seus passinhos. Nas últimas 24 horas, o preço ficou na casa dos US$ 0,0277, subindo um tiquinho, coisa de 0,5%. O povo mexeu nela com um volume de uns 16,5 milhões de dólares, e a capitalização tá girando em torno de 97 milhões.
Pra quem gosta de saber dos números: já tem mais de 3,4 bilhões de tokens circulando, mas o teto é de 10 bilhões. Ou seja, ainda tem chão pela frente.
E o contexto?
- O token tá rodando na BNB Chain, dentro do mundão das finanças descentralizadas (DeFi).
- Já chegou a valer perto de US$ 0,05 lá em agosto de 2025, mas também já caiu pra uns US$ 0,02 em dezembro. É aquele sobe e desce que deixa o coração acelerado.
Recado
É bom lembrar: criptomoeda é igual montanha russa, sobe e desce sem pedir licença. Então, antes de colocar dinheiro, vale dar uma olhada no projeto, ver se tem fundamento e se faz sentido pra você.
Coinbase teve falha e suspendeu saques e negociações de criptomoedas por uma horaCoinbase deu uma tropeçada Na quinta-feira (12), a Coinbase, que é a maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos, passou por um aperto danado. O povo que usa a plataforma ficou sem conseguir comprar, vender ou mexer nos ativos digitais. A empresa confirmou o problema lá na página oficial e garantiu que o dinheiro dos clientes tava seguro, só não dava pra mexer nele durante a instabilidade. Esse sufoco durou mais ou menos uma hora e meia até que tudo voltou ao normal. Como foi a confusão O trem começou às 10h07 (horário do Pacífico), quando perceberam que o site não tava processando as ordens. A turma da engenharia correu pra investigar e pediu paciência pros usuários, reforçando que ninguém ia perder dinheiro, só ficava travado por um tempo. Às 10h49 já tinham colocado uma correção no sistema e ficaram de olho pra ver se não caía de novo. Só às 11h26 é que anunciaram que tava tudo resolvido, liberando saque, depósito e negociação pro mundo inteiro. O risco de deixar dinheiro em corretora Esse episódio reacende aquela conversa antiga: será que é seguro deixar as criptomoedas guardadas em corretora? A Coinbase é respeitada, tem ações na bolsa e segue regras rígidas, mas nem isso livra de falha técnica. Quem deixa os ativos lá corre o risco de ficar sem acesso justamente na hora que mais precisa. Se o mercado despenca, não dá pra vender e evitar prejuízo. Se dispara, não dá pra aproveitar o lucro. Por isso, muita gente do meio cripto repete o ditado: “sem suas chaves, sem suas moedas”. A saída pra ter controle total é usar carteira própria, em auto custódia. Nesse caso, o dono interage direto com a blockchain e não depende de site ou aplicativo de empresa nenhuma. $BNB $ETH $SOL

Coinbase teve falha e suspendeu saques e negociações de criptomoedas por uma hora

Coinbase deu uma tropeçada
Na quinta-feira (12), a Coinbase, que é a maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos, passou por um aperto danado. O povo que usa a plataforma ficou sem conseguir comprar, vender ou mexer nos ativos digitais.
A empresa confirmou o problema lá na página oficial e garantiu que o dinheiro dos clientes tava seguro, só não dava pra mexer nele durante a instabilidade. Esse sufoco durou mais ou menos uma hora e meia até que tudo voltou ao normal.
Como foi a confusão
O trem começou às 10h07 (horário do Pacífico), quando perceberam que o site não tava processando as ordens. A turma da engenharia correu pra investigar e pediu paciência pros usuários, reforçando que ninguém ia perder dinheiro, só ficava travado por um tempo.
Às 10h49 já tinham colocado uma correção no sistema e ficaram de olho pra ver se não caía de novo. Só às 11h26 é que anunciaram que tava tudo resolvido, liberando saque, depósito e negociação pro mundo inteiro.
O risco de deixar dinheiro em corretora
Esse episódio reacende aquela conversa antiga: será que é seguro deixar as criptomoedas guardadas em corretora? A Coinbase é respeitada, tem ações na bolsa e segue regras rígidas, mas nem isso livra de falha técnica.
Quem deixa os ativos lá corre o risco de ficar sem acesso justamente na hora que mais precisa. Se o mercado despenca, não dá pra vender e evitar prejuízo. Se dispara, não dá pra aproveitar o lucro. Por isso, muita gente do meio cripto repete o ditado: “sem suas chaves, sem suas moedas”.
A saída pra ter controle total é usar carteira própria, em auto custódia. Nesse caso, o dono interage direto com a blockchain e não depende de site ou aplicativo de empresa nenhuma.
$BNB $ETH $SOL
O valor de mercado dos ativos de ouro tokenizados já ultrapassa a marca de US$ 6 bilhõesOuro tokenizado em alta Uai, o trem tá ficando sério: o mercado de ouro tokenizado já passou da marca de 6 bilhões de dólares. Esse crescimento foi ligeiro nas últimas semanas, com mais de 2 bilhões entrando só neste ano. O motivo? O povo tá correndo atrás de ativo seguro, tipo metal precioso, e a infraestrutura cripto tá abrindo espaço pros chamados RWAs (ativos do mundo real). Quem manda no pedaço Na prática, dois tokens dominam quase tudo: o Tether Gold (XAUT) e o Paxos Gold (PAXG). Juntos, eles seguram quase 97% do mercado. Já tem mais de 1,2 milhão de onças de ouro físico representadas na blockchain por meio desses ativos. Crescimento rápido O setor de commodities tokenizadas cresceu mais de 50% em menos de seis semanas. E adivinha? A maior parte desse dinheiro novo foi direto pros tokens de ouro. Esses ativos funcionam como uma versão digital do ouro guardado em cofres, permitindo comprar frações e negociar a qualquer hora, sem precisar lidar com transporte ou papelada. Pra que serve Pra uns, é proteção contra a instabilidade da economia. Pra outros, é um jeito mais fácil e acessível de entrar num mercado que antes era só pra gente grande. Movimentos estratégicos A Tether, dona do XAUT, comprou 150 milhões de dólares de participação na Gold.com. A ideia é integrar o token ao ecossistema da empresa e permitir que o povo compre ouro físico usando stablecoin. Se der certo, vai aproximar ainda mais o mundo digital do mercado tradicional. Olhando pra frente Analistas acreditam que o mercado de ativos tokenizados, hoje em 35 bilhões, pode chegar a 2 trilhões até 2028. O ouro tokenizado é visto como um dos casos mais claros de uso, já que tem lastro físico reconhecido. Especialistas falam até em valores trilionários no futuro, puxados pela liquidação rápida e pela possibilidade de comprar pedacinhos de ativos. Com o preço do ouro batendo recorde e a economia cheia de altos e baixos, parece que a digitalização de ativos tradicionais tá ganhando força justamente nesses momentos de incerteza.

O valor de mercado dos ativos de ouro tokenizados já ultrapassa a marca de US$ 6 bilhões

Ouro tokenizado em alta
Uai, o trem tá ficando sério: o mercado de ouro tokenizado já passou da marca de 6 bilhões de dólares. Esse crescimento foi ligeiro nas últimas semanas, com mais de 2 bilhões entrando só neste ano. O motivo? O povo tá correndo atrás de ativo seguro, tipo metal precioso, e a infraestrutura cripto tá abrindo espaço pros chamados RWAs (ativos do mundo real).
Quem manda no pedaço
Na prática, dois tokens dominam quase tudo: o Tether Gold (XAUT) e o Paxos Gold (PAXG). Juntos, eles seguram quase 97% do mercado. Já tem mais de 1,2 milhão de onças de ouro físico representadas na blockchain por meio desses ativos.
Crescimento rápido
O setor de commodities tokenizadas cresceu mais de 50% em menos de seis semanas. E adivinha? A maior parte desse dinheiro novo foi direto pros tokens de ouro. Esses ativos funcionam como uma versão digital do ouro guardado em cofres, permitindo comprar frações e negociar a qualquer hora, sem precisar lidar com transporte ou papelada.
Pra que serve
Pra uns, é proteção contra a instabilidade da economia. Pra outros, é um jeito mais fácil e acessível de entrar num mercado que antes era só pra gente grande.
Movimentos estratégicos
A Tether, dona do XAUT, comprou 150 milhões de dólares de participação na Gold.com. A ideia é integrar o token ao ecossistema da empresa e permitir que o povo compre ouro físico usando stablecoin. Se der certo, vai aproximar ainda mais o mundo digital do mercado tradicional.
Olhando pra frente
Analistas acreditam que o mercado de ativos tokenizados, hoje em 35 bilhões, pode chegar a 2 trilhões até 2028. O ouro tokenizado é visto como um dos casos mais claros de uso, já que tem lastro físico reconhecido. Especialistas falam até em valores trilionários no futuro, puxados pela liquidação rápida e pela possibilidade de comprar pedacinhos de ativos.
Com o preço do ouro batendo recorde e a economia cheia de altos e baixos, parece que a digitalização de ativos tradicionais tá ganhando força justamente nesses momentos de incerteza.
Para o CEO da Ripple, o XRP é o farol que guia a empresa rumo à meta de US$ 1 trilhãoÔ trem bão, sô! A Ripple, aquela empresa de finanças que tá por trás do tal do token XRP — que já é o quarto maior no mercado das criptomoedas — pode chegar a valer um trilhão de dólares lá na frente. Pelo menos é isso que o chefão dela, Brad Garlinghouse, acredita de coração. Num encontro com o povo fã do XRP, o homem disse que tá convicto que uma empresa de cripto vai bater essa marca, coisa que só umas grandonas tipo Nvidia, Apple e Alphabet conseguiram até hoje. “Vai ter sim uma empresa de criptomoeda valendo um trilhão, não tenho dúvida”, falou ele. “E se a Ripple fizer tudo direitinho, junto com o ecossistema do XRP, pode ser ela.” E ainda completou: “Quem sabe até mais de uma, uai.” Pra você ter ideia, em novembro a Ripple levantou meio bilhão de dólares com uns investidores de peso, tipo Citadel Securities e Fortress Investment Group, e ficou avaliada em uns 40 bilhões. Mas pra chegar no trilhão tem que multiplicar isso por 25 vezes, viu? Mesmo com o sobe e desce do mercado — o XRP e o Bitcoin caíram mais de 30% no último mês — Garlinghouse pediu calma pro povo. Disse que o caminho ainda é longo, mas que a chance de melhorar e agilizar a infraestrutura financeira é enorme. No ano passado, a empresa cresceu demais, comprou corretora, empresa de tesouraria e até investiu em stablecoin. Mas agora o foco é mais em integrar tudo do que sair comprando mais coisa. Ele deixou claro também que o “norte” da Ripple é o XRP, que é tipo a estrela guia da firma. O token, que já bateu recorde de preço, anda meio em queda, mas continua sendo o coração da estratégia da empresa.

Para o CEO da Ripple, o XRP é o farol que guia a empresa rumo à meta de US$ 1 trilhão

Ô trem bão, sô! A Ripple, aquela empresa de finanças que tá por trás do tal do token XRP — que já é o quarto maior no mercado das criptomoedas — pode chegar a valer um trilhão de dólares lá na frente. Pelo menos é isso que o chefão dela, Brad Garlinghouse, acredita de coração.
Num encontro com o povo fã do XRP, o homem disse que tá convicto que uma empresa de cripto vai bater essa marca, coisa que só umas grandonas tipo Nvidia, Apple e Alphabet conseguiram até hoje.
“Vai ter sim uma empresa de criptomoeda valendo um trilhão, não tenho dúvida”, falou ele. “E se a Ripple fizer tudo direitinho, junto com o ecossistema do XRP, pode ser ela.”
E ainda completou: “Quem sabe até mais de uma, uai.”
Pra você ter ideia, em novembro a Ripple levantou meio bilhão de dólares com uns investidores de peso, tipo Citadel Securities e Fortress Investment Group, e ficou avaliada em uns 40 bilhões. Mas pra chegar no trilhão tem que multiplicar isso por 25 vezes, viu?
Mesmo com o sobe e desce do mercado — o XRP e o Bitcoin caíram mais de 30% no último mês — Garlinghouse pediu calma pro povo. Disse que o caminho ainda é longo, mas que a chance de melhorar e agilizar a infraestrutura financeira é enorme.
No ano passado, a empresa cresceu demais, comprou corretora, empresa de tesouraria e até investiu em stablecoin. Mas agora o foco é mais em integrar tudo do que sair comprando mais coisa. Ele deixou claro também que o “norte” da Ripple é o XRP, que é tipo a estrela guia da firma.
O token, que já bateu recorde de preço, anda meio em queda, mas continua sendo o coração da estratégia da empresa.
A empresa de Donald Trump planeja lançar ETFs de Bitcoin, Ethereum e Cronos nos EUAA Trump Media and Technology Group (DJT), empresa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, resolveu pedir de novo pra pôr na praça uns ETFs de Bitcoin e Ethereum. Isso depois que a SEC deu uma travada em várias propostas de fundo de cripto. Esse primeiro fundo foi batizado de Truth Social Bitcoin and Ether ETF. Esse ETF junta os dois grandões do mercado, Bitcoin e Ethereum, e vai dividir mais ou menos 60% pra BTC e 40% pra ETH, acompanhando o desempenho deles. Além disso, a Trump Media quer lançar outro fundo, o Truth Social Cronos Yield Maximizer, que vai seguir o token CRO da Crypto.com. Essa corretora já tem parceria antiga com o grupo e vai cuidar da custódia e da liquidez dos ativos. Os fundos também vão dar acesso às recompensas de staking e contar com consultoria da gestora Yorkville America Equities, que foca em investimentos alinhados com os interesses dos EUA. O CEO da Crypto.com, Kris Marszalek, disse que esses produtos têm uma proposta de valor firme e vão ajudar mais gente a entrar no mercado de ativos digitais. Segundo ele, a empresa tá contente de ser escolhida pra cuidar da custódia, liquidez e staking desses novos ETFs. A Trump Media, que já toca a plataforma Truth Social, mostrou interesse em cripto lá em junho do ano passado, quando pediu registro de um ETF de Bitcoin. Agora, junto com a Crypto.com e a Yorkville, planeja também um ETF chamado Crypto Blue Chip, que vai acompanhar moedas como BTC, ETH, SOL, XRP e CRO. Mesmo com a SEC acelerando algumas aprovações, tem proposta que ainda tá parada, principalmente as que envolvem staking ou moedas menores. Se passar, os novos ETFs da Truth Social vão ter taxa de administração de 0,95%, com compras feitas pela Foris Capital US LLC, ligada à Crypto.com. O analista Eric Balchunas, da Bloomberg, acredita que esses fundos devem começar a rodar nos próximos meses.

A empresa de Donald Trump planeja lançar ETFs de Bitcoin, Ethereum e Cronos nos EUA

A Trump Media and Technology Group (DJT), empresa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, resolveu pedir de novo pra pôr na praça uns ETFs de Bitcoin e Ethereum. Isso depois que a SEC deu uma travada em várias propostas de fundo de cripto. Esse primeiro fundo foi batizado de Truth Social Bitcoin and Ether ETF.
Esse ETF junta os dois grandões do mercado, Bitcoin e Ethereum, e vai dividir mais ou menos 60% pra BTC e 40% pra ETH, acompanhando o desempenho deles.
Além disso, a Trump Media quer lançar outro fundo, o Truth Social Cronos Yield Maximizer, que vai seguir o token CRO da Crypto.com. Essa corretora já tem parceria antiga com o grupo e vai cuidar da custódia e da liquidez dos ativos.
Os fundos também vão dar acesso às recompensas de staking e contar com consultoria da gestora Yorkville America Equities, que foca em investimentos alinhados com os interesses dos EUA.
O CEO da Crypto.com, Kris Marszalek, disse que esses produtos têm uma proposta de valor firme e vão ajudar mais gente a entrar no mercado de ativos digitais. Segundo ele, a empresa tá contente de ser escolhida pra cuidar da custódia, liquidez e staking desses novos ETFs.
A Trump Media, que já toca a plataforma Truth Social, mostrou interesse em cripto lá em junho do ano passado, quando pediu registro de um ETF de Bitcoin. Agora, junto com a Crypto.com e a Yorkville, planeja também um ETF chamado Crypto Blue Chip, que vai acompanhar moedas como BTC, ETH, SOL, XRP e CRO.
Mesmo com a SEC acelerando algumas aprovações, tem proposta que ainda tá parada, principalmente as que envolvem staking ou moedas menores.
Se passar, os novos ETFs da Truth Social vão ter taxa de administração de 0,95%, com compras feitas pela Foris Capital US LLC, ligada à Crypto.com. O analista Eric Balchunas, da Bloomberg, acredita que esses fundos devem começar a rodar nos próximos meses.
Binance e Franklin Templeton lançam garantias para reduzir riscos de contraparte no mercado criptoA Binance e a Franklin Templeton resolveram juntar forças e criaram um trem diferente: um programa de garantia fora da corretora, o tal do off-exchange. Com isso, dá pra usar fundo tokenizado de mercado monetário como colateral nas negociações, sem precisar deixar o dinheiro preso lá dentro da exchange. A ideia é diminuir aquele risco de contraparte que sempre preocupa os investidores grandes. Os ativos ficam guardados em custódia regulada, fora da corretora, mas o valor deles aparece espelhado no sistema da Binance. Assim, o caboclo pode negociar tranquilo, sem medo de ficar com recurso travado. Como funciona na prática O esquema é o seguinte: - O cliente que tiver direito usa ações tokenizadas dos fundos da Franklin Templeton (pela plataforma Benji) como garantia. - Esses ativos ficam guardados fora da Binance, em ambiente regulado. - Enquanto isso, continuam rendendo como fundo de mercado monetário. - E ainda servem de colateral pra operação em cripto. Ou seja, o investidor mata dois coelhos com uma cajadada só: mantém rendimento e reduz risco de deixar dinheiro parado na corretora. Custódia e segurança Quem toma conta da guarda é a Ceffu, parceira da Binance. Eles têm licença em Dubai e usam tecnologia de ponta pra proteger os ativos. O CEO deles disse que esse modelo atende justamente à demanda dos investidores institucionais que querem segurança sem perder eficiência. Tokenização e futuro Esse movimento mostra como o mercado tá caminhando: transformar ativos tradicionais em tokenizados, especialmente os mais conservadores, tipo fundo de mercado monetário. É uma ponte entre o sistema financeiro tradicional e o mundo cripto. A Franklin Templeton já vem mexendo com isso desde 2018 e administra mais de US$ 1,7 trilhão. A Binance, por sua vez, quer atrair cada vez mais investidores institucionais com soluções seguras e reguladas. O que muda pro mercado Com esse modelo: - As instituições otimizam o uso do capital. - Diminuem a exposição direta às exchanges. - Reduzem risco de contraparte. - E aproximam de vez finanças tradicionais e blockchain. No fim das contas, é mais um passo pra profissionalizar o mercado de ativos digitais e deixar o trem mais confiável pros grandes investidores. $BNB $LINK $BTC

Binance e Franklin Templeton lançam garantias para reduzir riscos de contraparte no mercado cripto

A Binance e a Franklin Templeton resolveram juntar forças e criaram um trem diferente: um programa de garantia fora da corretora, o tal do off-exchange. Com isso, dá pra usar fundo tokenizado de mercado monetário como colateral nas negociações, sem precisar deixar o dinheiro preso lá dentro da exchange.
A ideia é diminuir aquele risco de contraparte que sempre preocupa os investidores grandes. Os ativos ficam guardados em custódia regulada, fora da corretora, mas o valor deles aparece espelhado no sistema da Binance. Assim, o caboclo pode negociar tranquilo, sem medo de ficar com recurso travado.
Como funciona na prática
O esquema é o seguinte:
- O cliente que tiver direito usa ações tokenizadas dos fundos da Franklin Templeton (pela plataforma Benji) como garantia.
- Esses ativos ficam guardados fora da Binance, em ambiente regulado.
- Enquanto isso, continuam rendendo como fundo de mercado monetário.
- E ainda servem de colateral pra operação em cripto.
Ou seja, o investidor mata dois coelhos com uma cajadada só: mantém rendimento e reduz risco de deixar dinheiro parado na corretora.
Custódia e segurança
Quem toma conta da guarda é a Ceffu, parceira da Binance. Eles têm licença em Dubai e usam tecnologia de ponta pra proteger os ativos. O CEO deles disse que esse modelo atende justamente à demanda dos investidores institucionais que querem segurança sem perder eficiência.
Tokenização e futuro
Esse movimento mostra como o mercado tá caminhando: transformar ativos tradicionais em tokenizados, especialmente os mais conservadores, tipo fundo de mercado monetário. É uma ponte entre o sistema financeiro tradicional e o mundo cripto.
A Franklin Templeton já vem mexendo com isso desde 2018 e administra mais de US$ 1,7 trilhão. A Binance, por sua vez, quer atrair cada vez mais investidores institucionais com soluções seguras e reguladas.
O que muda pro mercado
Com esse modelo:
- As instituições otimizam o uso do capital.
- Diminuem a exposição direta às exchanges.
- Reduzem risco de contraparte.
- E aproximam de vez finanças tradicionais e blockchain.
No fim das contas, é mais um passo pra profissionalizar o mercado de ativos digitais e deixar o trem mais confiável pros grandes investidores.
$BNB $LINK $BTC
Startups brasileiras que atuam na blockchain Ripple podem ser aceleradasA Fenasbac, que é a federação dos servidores do Banco Central, tá abrindo mais uma rodada pra acelerar negócios. O programa Next (Batch 8) tá de olho em startups que mexem com inovação financeira, e as inscrições vão até domingo, dia 15. A ideia é pegar projetos que resolvem problema de verdade do mercado usando tecnologia de ponta: blockchain, inteligência artificial e finanças sustentáveis. O destaque dessa edição é um desafio ligado à infraestrutura do mercado de capitais na rede XRPL (Ripple). O edital quer empresas que topem criar soluções de Finanças Descentralizadas (DeFi) num nível institucional. O trem é desenvolver ferramentas pra custódia, liquidação e tokenização de ativos reais, atraindo os grandões do mercado pro mundo cripto. Mas tem que ser coisa segura e que aguente escala. Outra frente é mexer com pagamentos globais. O programa chama quem quiser construir sistemas de transferência internacional instantânea usando stablecoins. O desafio fala da moeda BRL1 e da integração com redes como Polygon, pra facilitar crédito e agilizar remessas internacionais. A ideia é juntar o Pix com a blockchain, uai. Inteligência Artificial e Compliance Não fica só no cripto, não. Tem também espaço pra inteligência artificial, ajudando banco a cortar custo e agilizar processo. A Fenasbac procura ferramentas que leem documento fiscal e contrato usando OCR e IA generativa, pra organizar dado bagunçado e integrar nos sistemas de pagamento. Como funciona A aceleração dura 12 semanas. As equipes passam por diagnóstico, recebem plano de ação, mentoria com especialista e workshop sobre regulação financeira. No fim, tem o “Demo Day”, onde as startups mostram o que fizeram pra investidores e parceiros. Uma vantagem boa é poder desenvolver um MVP ou piloto junto com empresas que apoiam o programa. A Fenasbac já tem cinco décadas de história como braço de inovação dos servidores do Banco Central. Ela toca ecossistemas como o LIFT Lab e o LIFT Challenge Real Digital. O Next, lançado em 2022, reforça esse papel de conectar tecnologia nova com as demandas regulatórias e de eficiência do sistema financeiro brasileiro. $PEPE

Startups brasileiras que atuam na blockchain Ripple podem ser aceleradas

A Fenasbac, que é a federação dos servidores do Banco Central, tá abrindo mais uma rodada pra acelerar negócios. O programa Next (Batch 8) tá de olho em startups que mexem com inovação financeira, e as inscrições vão até domingo, dia 15.
A ideia é pegar projetos que resolvem problema de verdade do mercado usando tecnologia de ponta: blockchain, inteligência artificial e finanças sustentáveis.
O destaque dessa edição é um desafio ligado à infraestrutura do mercado de capitais na rede XRPL (Ripple). O edital quer empresas que topem criar soluções de Finanças Descentralizadas (DeFi) num nível institucional. O trem é desenvolver ferramentas pra custódia, liquidação e tokenização de ativos reais, atraindo os grandões do mercado pro mundo cripto. Mas tem que ser coisa segura e que aguente escala.
Outra frente é mexer com pagamentos globais. O programa chama quem quiser construir sistemas de transferência internacional instantânea usando stablecoins. O desafio fala da moeda BRL1 e da integração com redes como Polygon, pra facilitar crédito e agilizar remessas internacionais. A ideia é juntar o Pix com a blockchain, uai.
Inteligência Artificial e Compliance
Não fica só no cripto, não. Tem também espaço pra inteligência artificial, ajudando banco a cortar custo e agilizar processo. A Fenasbac procura ferramentas que leem documento fiscal e contrato usando OCR e IA generativa, pra organizar dado bagunçado e integrar nos sistemas de pagamento.
Como funciona
A aceleração dura 12 semanas. As equipes passam por diagnóstico, recebem plano de ação, mentoria com especialista e workshop sobre regulação financeira. No fim, tem o “Demo Day”, onde as startups mostram o que fizeram pra investidores e parceiros.
Uma vantagem boa é poder desenvolver um MVP ou piloto junto com empresas que apoiam o programa.
A Fenasbac já tem cinco décadas de história como braço de inovação dos servidores do Banco Central. Ela toca ecossistemas como o LIFT Lab e o LIFT Challenge Real Digital. O Next, lançado em 2022, reforça esse papel de conectar tecnologia nova com as demandas regulatórias e de eficiência do sistema financeiro brasileiro.
$PEPE
TCU autoriza avanço do Drex e exige atenção à privacidade e ao blockchainO Tribunal de Contas da União (TCU) terminou, na quinta-feira (12), a primeira vistoria oficial sobre o andamento do Drex, a moeda digital que o Banco Central tá desenvolvendo. Até agora, o projeto passou no crivo: a gestão foi aprovada. Mas o TCU não deixou barato, não. Pediu uns ajustes finos e montou listas de checagem obrigatórias pra garantir que o sistema seja seguro quando a moeda for lançada. O relatório do ministro Jhonatan de Jesus frisou que o Drex tá alinhado com as regras internacionais de governança de moedas digitais de bancos centrais. Só que, mesmo com os elogios, a análise técnica apontou uns pepinos que ainda precisam ser resolvidos. A maior preocupação é com a privacidade dos dados dos brasileiros e a segurança cibernética. O tribunal quer que o Banco Central detalhe bem esses pontos antes de liberar o Drex pro povo. Além disso, determinou que sejam enviados relatórios periódicos pra acompanhar o progresso. A ideia é evitar falhas grandes e garantir que o sistema aguente o tranco sem colocar em risco a estabilidade financeira do país. O Drex vem com a promessa de tokenizar o mercado financeiro inteiro e ainda integrar o Pix como forma de pagamento. A tecnologia de contratos inteligentes deve permitir acordos automáticos, sem precisar de intermediários caros. O dinheiro programável também pode facilitar transações internacionais e deixar o sistema de pagamentos mais eficiente. No momento, o Banco Central tá rodando testes com a tecnologia de registros distribuídos (DLT), a mesma que sustenta as criptomoedas. Essa fase de pilotos serve pra ver se a arquitetura dá conta do volume gigante de operações do varejo brasileiro. Pra ajudar nesse processo, o TCU preparou dois guias de controle: - Um sobre boas práticas no desenvolvimento da moeda digital. - Outro focado no uso seguro do blockchain. Essas listas vão servir de bússola pro Banco Central nas próximas etapas de implementação. $BTC $PAXG $XAG

TCU autoriza avanço do Drex e exige atenção à privacidade e ao blockchain

O Tribunal de Contas da União (TCU) terminou, na quinta-feira (12), a primeira vistoria oficial sobre o andamento do Drex, a moeda digital que o Banco Central tá desenvolvendo. Até agora, o projeto passou no crivo: a gestão foi aprovada.
Mas o TCU não deixou barato, não. Pediu uns ajustes finos e montou listas de checagem obrigatórias pra garantir que o sistema seja seguro quando a moeda for lançada.
O relatório do ministro Jhonatan de Jesus frisou que o Drex tá alinhado com as regras internacionais de governança de moedas digitais de bancos centrais. Só que, mesmo com os elogios, a análise técnica apontou uns pepinos que ainda precisam ser resolvidos.
A maior preocupação é com a privacidade dos dados dos brasileiros e a segurança cibernética. O tribunal quer que o Banco Central detalhe bem esses pontos antes de liberar o Drex pro povo. Além disso, determinou que sejam enviados relatórios periódicos pra acompanhar o progresso. A ideia é evitar falhas grandes e garantir que o sistema aguente o tranco sem colocar em risco a estabilidade financeira do país.
O Drex vem com a promessa de tokenizar o mercado financeiro inteiro e ainda integrar o Pix como forma de pagamento. A tecnologia de contratos inteligentes deve permitir acordos automáticos, sem precisar de intermediários caros. O dinheiro programável também pode facilitar transações internacionais e deixar o sistema de pagamentos mais eficiente.
No momento, o Banco Central tá rodando testes com a tecnologia de registros distribuídos (DLT), a mesma que sustenta as criptomoedas. Essa fase de pilotos serve pra ver se a arquitetura dá conta do volume gigante de operações do varejo brasileiro.
Pra ajudar nesse processo, o TCU preparou dois guias de controle:
- Um sobre boas práticas no desenvolvimento da moeda digital.
- Outro focado no uso seguro do blockchain.
Essas listas vão servir de bússola pro Banco Central nas próximas etapas de implementação.
$BTC $PAXG $XAG
Residência de diretor da Binance é alvo de invasão na FrançaÔ trem danado, sô! O diretor da Binance lá na França, David Princay, quase foi vítima de um assalto em casa na quinta-feira (12). Esse caso só aumenta a preocupação com os crimes violentos ligados às tais criptomoedas por aquelas bandas da Europa. Conforme contou a rádio francesa RTL, três cabras mascarados e armados invadiram um prédio em Val-de-Marne de madrugada, procurando o tal executivo da Binance. Como não acharam o homem, levaram dois celulares e deram no pé. Umas duas horas depois, o mesmo grupo tentou invadir outra casa em Vaucresson, de novo atrás de Princay, mas erraram o endereço. A polícia, ligeira, rastreou os celulares roubados e juntou com imagens de câmera. Pegaram os suspeitos já dentro de um trem indo pra Lyon. Foram presos pela tropa de elite da polícia francesa e ficaram detidos. A Binance soltou uma nota dizendo que tá ciente do ocorrido, mas não vai dar detalhes pra não atrapalhar a investigação e pra garantir a segurança de quem tá envolvido. Crimes de cripto na França Esse tipo de ataque, chamado de “chave-inglesa”, tá ficando mais comum: bandido usa violência ou ameaça pra arrancar acesso às criptomoedas. Em 2025, rolou de tudo — sequestro, tentativa de resgate e invasão de casa de gente que mexe com cripto. No ano passado, Jameson Lopp, da empresa de segurança Casa, registrou mais de 70 desses ataques pelo mundo. A França, inclusive, virou ponto quente na Europa, com mais de 14 casos desse tipo anotados. $BNB $XRP

Residência de diretor da Binance é alvo de invasão na França

Ô trem danado, sô! O diretor da Binance lá na França, David Princay, quase foi vítima de um assalto em casa na quinta-feira (12). Esse caso só aumenta a preocupação com os crimes violentos ligados às tais criptomoedas por aquelas bandas da Europa.
Conforme contou a rádio francesa RTL, três cabras mascarados e armados invadiram um prédio em Val-de-Marne de madrugada, procurando o tal executivo da Binance. Como não acharam o homem, levaram dois celulares e deram no pé.
Umas duas horas depois, o mesmo grupo tentou invadir outra casa em Vaucresson, de novo atrás de Princay, mas erraram o endereço. A polícia, ligeira, rastreou os celulares roubados e juntou com imagens de câmera. Pegaram os suspeitos já dentro de um trem indo pra Lyon. Foram presos pela tropa de elite da polícia francesa e ficaram detidos.
A Binance soltou uma nota dizendo que tá ciente do ocorrido, mas não vai dar detalhes pra não atrapalhar a investigação e pra garantir a segurança de quem tá envolvido.
Crimes de cripto na França
Esse tipo de ataque, chamado de “chave-inglesa”, tá ficando mais comum: bandido usa violência ou ameaça pra arrancar acesso às criptomoedas. Em 2025, rolou de tudo — sequestro, tentativa de resgate e invasão de casa de gente que mexe com cripto.
No ano passado, Jameson Lopp, da empresa de segurança Casa, registrou mais de 70 desses ataques pelo mundo. A França, inclusive, virou ponto quente na Europa, com mais de 14 casos desse tipo anotados.
$BNB $XRP
R$ 20 milhões em Ethereum roubados da Mixin Network foram enviados ao Tornado CashLembra do rolo lá de 2023, quando a tal da Mixin levou um tombo de uns hackers e perdeu coisa de duzentos milhões de dólar? Pois é, agora a tal carteira ligada a esse ataque resolveu se mexê de novo, depois de quase dois ano parada. Na quinta-feira à noite, o caboclo que controla essa carteira mandou uns 3,85 milhão de dólar em Ethereum (ETH) – dá mais ou menos uns 20 milhão de real – pra outra carteira. E essa outra, sem nem esquentá banco, já despachou tudo direto pro Tornado Cash, que é uma plataforma que mistura criptomoeda pra dificultar rastreio. Fez isso em vinte transação separada, só pra complicar mais. Esse ataque lá atrás foi feio: em setembro de 2023, a Mixin Network, que fica em Hong Kong, teve que suspender depósito e saque porque os ladrão drenaram o banco de dado do provedor de nuvem deles. Foi um dos maiores ataque de infraestrutura entre blockchains naquele ano. Depois, a Mixin prometeu compensar os usuário em até metade da perda com stablecoin, e o resto em token próprio. A carteira do hacker ficou quietinha até agora, quando resolveu mexê de novo em fevereiro de 2026. Nesse meio tempo, a Mixin até lançou uns token de dívida, chamado MDT, pra organizar o pagamento dos prejuízo. Eles falaram que vão quitar uma parte até setembro de 2026, mas o resto ainda não tem prazo certo. Mesmo com esse trem todo, a Mixin não fechou as porta não. Diz que ainda tem mais de um bilhão de dólar em ativo e mais de um milhão de cliente. Continua tocando carteira de criptomoeda, serviço de custódia e infraestrutura de negociação.

R$ 20 milhões em Ethereum roubados da Mixin Network foram enviados ao Tornado Cash

Lembra do rolo lá de 2023, quando a tal da Mixin levou um tombo de uns hackers e perdeu coisa de duzentos milhões de dólar? Pois é, agora a tal carteira ligada a esse ataque resolveu se mexê de novo, depois de quase dois ano parada. Na quinta-feira à noite, o caboclo que controla essa carteira mandou uns 3,85 milhão de dólar em Ethereum (ETH) – dá mais ou menos uns 20 milhão de real – pra outra carteira. E essa outra, sem nem esquentá banco, já despachou tudo direto pro Tornado Cash, que é uma plataforma que mistura criptomoeda pra dificultar rastreio. Fez isso em vinte transação separada, só pra complicar mais.
Esse ataque lá atrás foi feio: em setembro de 2023, a Mixin Network, que fica em Hong Kong, teve que suspender depósito e saque porque os ladrão drenaram o banco de dado do provedor de nuvem deles. Foi um dos maiores ataque de infraestrutura entre blockchains naquele ano. Depois, a Mixin prometeu compensar os usuário em até metade da perda com stablecoin, e o resto em token próprio.
A carteira do hacker ficou quietinha até agora, quando resolveu mexê de novo em fevereiro de 2026. Nesse meio tempo, a Mixin até lançou uns token de dívida, chamado MDT, pra organizar o pagamento dos prejuízo. Eles falaram que vão quitar uma parte até setembro de 2026, mas o resto ainda não tem prazo certo.
Mesmo com esse trem todo, a Mixin não fechou as porta não. Diz que ainda tem mais de um bilhão de dólar em ativo e mais de um milhão de cliente. Continua tocando carteira de criptomoeda, serviço de custódia e infraestrutura de negociação.
Tether EVO fica entre os quatro primeiros em competição global de inteligência artificialA tal da Tether, que é dona da maior stablecoin em dólar, o USDT, chegou chegando: ficou em quarto lugar numa disputa mundial de inteligência artificial que mexe com tradução de sinal do cérebro pra virar texto. Quem tocou essa empreitada foi a turma da Tether EVO, o braço mais ousado da empresa. Eles bateram mais de 460 concorrentes no desafio “Brain-to-Text ’25”, lá no Kaggle, mostrando que o sistema deles de ligar cabeça com computador funciona mesmo. O mais arretado é que eles deram conta de processar dados complicados sem precisar de servidorzão central e sem fuçar na privacidade de ninguém. O desafio era transformar 256 canais de atividade neural bruta em texto claro, sem precisar alinhar tudo no tempo certinho. Pra isso, usaram gravação de eletrocorticografia (ECoG), que pega sinal direto do cérebro, e enfrentaram times de ciência de dados e universidades de ponta. O resultado mostra que dá pra rodar tudo no próprio aparelho, sem depender da nuvem — é o tal do “local-first”. A tecnologia deles é firme contra ruído e sabe lidar com dados grandões do cérebro. A ideia é provar que não precisa de computador gigante das Big Tech pra pensar rápido. O chefão da Tether, Paolo Ardoino, disse que a próxima fronteira da humanidade é juntar aprendizado de máquina com a singularidade do cérebro. E frisou: o controle tem que ficar na mão do usuário, longe de datacenter que pode bisbilhotar pensamento íntimo. Essa vitória é tipo um ensaio do que vem por aí: uma infraestrutura que dá poder pro ser humano evoluir sem perder a soberania. A Tether EVO tá focada em juntar biologia com inteligência de máquina, mexendo com neuropróteses e interface cérebro-computador. No fim das contas, eles querem que essa inteligência descentralizada seja ferramenta de liberdade, e não de controle. $PAXG $XRP

Tether EVO fica entre os quatro primeiros em competição global de inteligência artificial

A tal da Tether, que é dona da maior stablecoin em dólar, o USDT, chegou chegando: ficou em quarto lugar numa disputa mundial de inteligência artificial que mexe com tradução de sinal do cérebro pra virar texto.
Quem tocou essa empreitada foi a turma da Tether EVO, o braço mais ousado da empresa. Eles bateram mais de 460 concorrentes no desafio “Brain-to-Text ’25”, lá no Kaggle, mostrando que o sistema deles de ligar cabeça com computador funciona mesmo.
O mais arretado é que eles deram conta de processar dados complicados sem precisar de servidorzão central e sem fuçar na privacidade de ninguém. O desafio era transformar 256 canais de atividade neural bruta em texto claro, sem precisar alinhar tudo no tempo certinho.
Pra isso, usaram gravação de eletrocorticografia (ECoG), que pega sinal direto do cérebro, e enfrentaram times de ciência de dados e universidades de ponta. O resultado mostra que dá pra rodar tudo no próprio aparelho, sem depender da nuvem — é o tal do “local-first”.
A tecnologia deles é firme contra ruído e sabe lidar com dados grandões do cérebro. A ideia é provar que não precisa de computador gigante das Big Tech pra pensar rápido.
O chefão da Tether, Paolo Ardoino, disse que a próxima fronteira da humanidade é juntar aprendizado de máquina com a singularidade do cérebro. E frisou: o controle tem que ficar na mão do usuário, longe de datacenter que pode bisbilhotar pensamento íntimo.
Essa vitória é tipo um ensaio do que vem por aí: uma infraestrutura que dá poder pro ser humano evoluir sem perder a soberania. A Tether EVO tá focada em juntar biologia com inteligência de máquina, mexendo com neuropróteses e interface cérebro-computador.
No fim das contas, eles querem que essa inteligência descentralizada seja ferramenta de liberdade, e não de controle.
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BlockFills suspendeu depósitos e saques, alegando que a medida visa proteger os clientesÔ trem danado esse mercado de criptomoeda, sô! Logo no começo de 2026, com os preços despencando no mundo inteiro, uma corretora lá dos Estados Unidos, chamada BlockFills, resolveu dar uma parada nos serviços pros clientes. Foi na quarta-feira, dia 11, que eles anunciaram que ninguém podia sacar nem depositar por enquanto. Disseram que é só coisa de momento, pra proteger tanto os investidores quanto a própria empresa. No blog deles, soltaram assim: “Por causa das condições do mercado e da situação financeira, decidimos suspender temporariamente os depósitos e saques”. Mas, ó, quem já tava com posição aberta ainda podia negociar no mercado à vista e nos derivativos pra encerrar. O problema é que esse anúncio veio com atraso de uma semana e sem muita explicação, né? Pra tentar ajeitar a situação, falaram que tão conversando direto com os clientes e que tão ralando pra resolver logo. “A BlockFills tá trabalhando sem parar pra concluir essa questão e vai continuar informando os clientes conforme tiver novidade”, disseram. Nesse início de ano, com o bitcoin podendo entrar num bear market, a BlockFills foi uma das primeiras a travar saque. Isso deixou os investidores numa sinuca de bico. A empresa fica em Chicago e, no fim de 2025, tinha comemorado um baita resultado: mais de 61 bilhões de dólares movimentados, 28% a mais que em 2024. Até abriram escritório no Brasil no ano passado, contratando executivo e tudo, como parte da expansão. Eles falam que têm mais de 2.000 clientes institucionais espalhados por 95 países. Mas aqui no Brasil não tá muito claro o tamanho das operações, principalmente na divisão OTC. E vale lembrar: desde 2 de fevereiro, o Banco Central começou a regular as corretoras de cripto no país, com previsão de punição pra quem não seguir as regras. $BTC $ETH $BNB

BlockFills suspendeu depósitos e saques, alegando que a medida visa proteger os clientes

Ô trem danado esse mercado de criptomoeda, sô! Logo no começo de 2026, com os preços despencando no mundo inteiro, uma corretora lá dos Estados Unidos, chamada BlockFills, resolveu dar uma parada nos serviços pros clientes. Foi na quarta-feira, dia 11, que eles anunciaram que ninguém podia sacar nem depositar por enquanto. Disseram que é só coisa de momento, pra proteger tanto os investidores quanto a própria empresa.
No blog deles, soltaram assim: “Por causa das condições do mercado e da situação financeira, decidimos suspender temporariamente os depósitos e saques”. Mas, ó, quem já tava com posição aberta ainda podia negociar no mercado à vista e nos derivativos pra encerrar. O problema é que esse anúncio veio com atraso de uma semana e sem muita explicação, né?
Pra tentar ajeitar a situação, falaram que tão conversando direto com os clientes e que tão ralando pra resolver logo. “A BlockFills tá trabalhando sem parar pra concluir essa questão e vai continuar informando os clientes conforme tiver novidade”, disseram.
Nesse início de ano, com o bitcoin podendo entrar num bear market, a BlockFills foi uma das primeiras a travar saque. Isso deixou os investidores numa sinuca de bico. A empresa fica em Chicago e, no fim de 2025, tinha comemorado um baita resultado: mais de 61 bilhões de dólares movimentados, 28% a mais que em 2024. Até abriram escritório no Brasil no ano passado, contratando executivo e tudo, como parte da expansão.
Eles falam que têm mais de 2.000 clientes institucionais espalhados por 95 países. Mas aqui no Brasil não tá muito claro o tamanho das operações, principalmente na divisão OTC. E vale lembrar: desde 2 de fevereiro, o Banco Central começou a regular as corretoras de cripto no país, com previsão de punição pra quem não seguir as regras.
$BTC $ETH $BNB
Fundador da Cardano veste uniforme do McDonald’s e diz que cripto “não está saudável”O tal do Charles Hoskinson, que é o cabeça por trás da Cardano, apareceu lá no evento de criptomoeda em Hong Kong, no dia 12, vestido de funcionário do McDonald’s. Foi tipo um recado simbólico, mostrando que o setor das moedas digitais tá passando por uma fase meio apertada. Na fala dele, disse que “a indústria não tá saudável” e que o humor do mercado tá no chão, nunca esteve tão baixo. Falou também da turma nas redes sociais que anda bem pessimista e da dificuldade de liquidez, ou seja, o dinheiro não tá circulando fácil nesse meio. Mas, mesmo com esse cenário meio cinzento, Hoskinson garantiu que isso é só coisa de curto prazo. Segundo ele, olhando mais pra frente, o caminho da indústria continua firme e positivo. O povo anda falando demais de “bear market” e “bull market”, ou seja, mercado em baixa e em alta. Esse trem tá rodando em tudo quanto é rede social e site do setor, e não falta discussão sobre o assunto. No meio das críticas ao momento atual, o Hoskinson aproveitou o evento pra soltar umas novidades boas pro ecossistema da Cardano. A principal foi a parceria com o protocolo LayerZero, que mexe com infraestrutura institucional e ajuda na tal da interoperabilidade entre blockchains. Com isso, a rede deve receber o stablecoin USDCx, que vai ter suporte pra carteiras e exchanges, além de trazer recursos de privacidade usando tecnologia de conhecimento zero. Quem contou isso foi um artigo do CoinDesk. O anúncio veio junto com o lançamento da mainnet da Midnight, uma blockchain voltada pra privacidade e feita como parceira da Cardano. Segundo Hoskinson, essas novidades fazem parte da estratégia de atrair capital institucional e aumentar os casos de uso do protocolo, mesmo num cenário de mercado que não anda fácil.

Fundador da Cardano veste uniforme do McDonald’s e diz que cripto “não está saudável”

O tal do Charles Hoskinson, que é o cabeça por trás da Cardano, apareceu lá no evento de criptomoeda em Hong Kong, no dia 12, vestido de funcionário do McDonald’s. Foi tipo um recado simbólico, mostrando que o setor das moedas digitais tá passando por uma fase meio apertada.
Na fala dele, disse que “a indústria não tá saudável” e que o humor do mercado tá no chão, nunca esteve tão baixo. Falou também da turma nas redes sociais que anda bem pessimista e da dificuldade de liquidez, ou seja, o dinheiro não tá circulando fácil nesse meio.
Mas, mesmo com esse cenário meio cinzento, Hoskinson garantiu que isso é só coisa de curto prazo. Segundo ele, olhando mais pra frente, o caminho da indústria continua firme e positivo.

O povo anda falando demais de “bear market” e “bull market”, ou seja, mercado em baixa e em alta. Esse trem tá rodando em tudo quanto é rede social e site do setor, e não falta discussão sobre o assunto.
No meio das críticas ao momento atual, o Hoskinson aproveitou o evento pra soltar umas novidades boas pro ecossistema da Cardano. A principal foi a parceria com o protocolo LayerZero, que mexe com infraestrutura institucional e ajuda na tal da interoperabilidade entre blockchains.
Com isso, a rede deve receber o stablecoin USDCx, que vai ter suporte pra carteiras e exchanges, além de trazer recursos de privacidade usando tecnologia de conhecimento zero. Quem contou isso foi um artigo do CoinDesk.
O anúncio veio junto com o lançamento da mainnet da Midnight, uma blockchain voltada pra privacidade e feita como parceira da Cardano. Segundo Hoskinson, essas novidades fazem parte da estratégia de atrair capital institucional e aumentar os casos de uso do protocolo, mesmo num cenário de mercado que não anda fácil.
Corretora solicita com urgência que usuários retornem bitcoins transferidos por erro graveUma promoção que era pra ser coisa simples virou um dos maiores vexames do mundo das criptomoedas. A Bithumb, que é a segunda maior corretora lá da Coreia do Sul, tá correndo igual doido pra tentar recuperar um dinheirão depois de ter mandado, sem querer, 620 mil bitcoins pros clientes numa ação promocional. O rolo aconteceu porque, em vez de colocar o prêmio em won (a moeda deles), um funcionário acabou digitando em bitcoin. Resultado: em vez de distribuir uns trocados, o sistema despejou bilhões de dólares em moeda digital. Pra você ter ideia, era mais bitcoin do que a própria empresa tinha guardado! Dos quase 700 participantes, uns 249 chegaram a abrir as tais “caixas aleatórias” e receberam os prêmios antes da turma perceber a barbeiragem. O caso já chamou atenção do governo e abriu discussão sobre se os clientes que venderam esses bitcoins têm culpa ou não. Resumindo: era pra ser 620 mil won, virou 620 mil bitcoins. Um errinho de digitação que pode custar caro demais. Uai, se isso não é história pra contar tomando um café com pão de queijo, não sei o que é! Corrida contra o tempo A Bithumb disse que conseguiu desfazer quase tudo — 99,7% dos lançamentos errados — mexendo lá dentro do seu livro-caixa. Mas, ó, não deu pra segurar o trem todo não. Segundo o pessoal das autoridades financeiras, 86 clientes aproveitaram a brecha e venderam perto de 1.788 bitcoins nos 35 minutinhos antes de travarem as contas. Uma parte dessa dinheirama foi direto pras contas pessoais, outra virou compra de outras moedas digitais. Esse movimento bagunçou os preços dentro da própria plataforma, criando uma distorção rápida. Mesmo depois das correções, ainda ficou um rombo de uns 13 bilhões de won (coisa de 9 milhões de dólares) sem volta. Agora, a corretora tá tentando resolver na base da conversa, chamando uns 80 clientes que sacaram grana pra devolverem voluntariamente em moeda local. A ideia é evitar briga longa na justiça. Porque, pela lei civil da Coreia do Sul, o juiz pode mandar devolver o ativo original — o bitcoin — e não só o valor em dinheiro. E como o bichinho valorizou depois do rolo, a situação ficou ainda mais delicada. Regulador chama episódio de “catastrófico” O presidente do Serviço de Supervisão Financeira da Coreia do Sul, Lee Chan-jin, falou que o trem foi “catastrófico” pra quem vendeu os bitcoins que recebeu. E não é difícil entender: como o preço do bitcoin subiu, quem vendeu logo de cara pode ter que comprar de novo mais caro pra devolver, ficando no prejuízo. Lee ainda disse que isso mostrou “problema estrutural” nos sistemas internos das corretoras. O FSS já abriu investigação e o parlamento marcou uma audiência urgente pro dia 11 de fevereiro, chamando a turma da Bithumb e os reguladores pra dar satisfação. A política tá pegando firme, porque o setor cripto lá já sofreu uns tombos feios e vem sendo vigiado de perto nos últimos anos. E o crime, existe ou não? A treta jurídica é grande: será que os clientes que venderam os ativos recebidos por engano podem ser acusados criminalmente? Tem advogado que acha que sim, outros que acham que não. Em 2021, a Suprema Corte da Coreia do Sul decidiu que criptomoeda não é “propriedade” pela lei penal. Isso pode enfraquecer acusação criminal. Mas no civil é diferente: pode ter que devolver tudo, porque não pode enriquecer sem causa. Ou seja, crime talvez não, mas devolução sim. Não foi hack, diz a empresa A Bithumb soltou nota pedindo desculpa e garantiu que não foi ataque de hacker nem falha externa. Disseram que vão rever todo o processo de pagamento e reforçar os controles internos. A segurança dos ativos não foi comprometida, mas ficou a pulga atrás da orelha: - Como que um erro humano liberou crédito desse tamanho? - Não tinha limite automático? - Cadê a dupla checagem? Pra um setor que vive falando de tecnologia avançada, esse vacilo pegou mal demais. O prejuízo real foi menor que os US$ 42 bilhões que apareceram, mas o estrago na confiança pode ser bem maior. Setor em alerta O caso não teve hacker nem falha de código, foi erro humano mesmo. Isso mostra que, em sistema financeiro, o ponto fraco muitas vezes não é o software, mas o processo. Agora a corretora corre atrás de recuperar dinheiro e segurar a pressão política. E fica a pergunta: se um simples erro de digitação causou um rombo bilionário, será que os controles internos dessas exchanges são tão robustos assim?

Corretora solicita com urgência que usuários retornem bitcoins transferidos por erro grave

Uma promoção que era pra ser coisa simples virou um dos maiores vexames do mundo das criptomoedas. A Bithumb, que é a segunda maior corretora lá da Coreia do Sul, tá correndo igual doido pra tentar recuperar um dinheirão depois de ter mandado, sem querer, 620 mil bitcoins pros clientes numa ação promocional.
O rolo aconteceu porque, em vez de colocar o prêmio em won (a moeda deles), um funcionário acabou digitando em bitcoin. Resultado: em vez de distribuir uns trocados, o sistema despejou bilhões de dólares em moeda digital. Pra você ter ideia, era mais bitcoin do que a própria empresa tinha guardado!
Dos quase 700 participantes, uns 249 chegaram a abrir as tais “caixas aleatórias” e receberam os prêmios antes da turma perceber a barbeiragem. O caso já chamou atenção do governo e abriu discussão sobre se os clientes que venderam esses bitcoins têm culpa ou não.
Resumindo: era pra ser 620 mil won, virou 620 mil bitcoins. Um errinho de digitação que pode custar caro demais. Uai, se isso não é história pra contar tomando um café com pão de queijo, não sei o que é!

Corrida contra o tempo
A Bithumb disse que conseguiu desfazer quase tudo — 99,7% dos lançamentos errados — mexendo lá dentro do seu livro-caixa. Mas, ó, não deu pra segurar o trem todo não.
Segundo o pessoal das autoridades financeiras, 86 clientes aproveitaram a brecha e venderam perto de 1.788 bitcoins nos 35 minutinhos antes de travarem as contas. Uma parte dessa dinheirama foi direto pras contas pessoais, outra virou compra de outras moedas digitais.
Esse movimento bagunçou os preços dentro da própria plataforma, criando uma distorção rápida. Mesmo depois das correções, ainda ficou um rombo de uns 13 bilhões de won (coisa de 9 milhões de dólares) sem volta.
Agora, a corretora tá tentando resolver na base da conversa, chamando uns 80 clientes que sacaram grana pra devolverem voluntariamente em moeda local.
A ideia é evitar briga longa na justiça. Porque, pela lei civil da Coreia do Sul, o juiz pode mandar devolver o ativo original — o bitcoin — e não só o valor em dinheiro. E como o bichinho valorizou depois do rolo, a situação ficou ainda mais delicada.

Regulador chama episódio de “catastrófico”
O presidente do Serviço de Supervisão Financeira da Coreia do Sul, Lee Chan-jin, falou que o trem foi “catastrófico” pra quem vendeu os bitcoins que recebeu.
E não é difícil entender: como o preço do bitcoin subiu, quem vendeu logo de cara pode ter que comprar de novo mais caro pra devolver, ficando no prejuízo.
Lee ainda disse que isso mostrou “problema estrutural” nos sistemas internos das corretoras. O FSS já abriu investigação e o parlamento marcou uma audiência urgente pro dia 11 de fevereiro, chamando a turma da Bithumb e os reguladores pra dar satisfação.
A política tá pegando firme, porque o setor cripto lá já sofreu uns tombos feios e vem sendo vigiado de perto nos últimos anos.
E o crime, existe ou não?
A treta jurídica é grande: será que os clientes que venderam os ativos recebidos por engano podem ser acusados criminalmente?
Tem advogado que acha que sim, outros que acham que não. Em 2021, a Suprema Corte da Coreia do Sul decidiu que criptomoeda não é “propriedade” pela lei penal. Isso pode enfraquecer acusação criminal.
Mas no civil é diferente: pode ter que devolver tudo, porque não pode enriquecer sem causa. Ou seja, crime talvez não, mas devolução sim.
Não foi hack, diz a empresa
A Bithumb soltou nota pedindo desculpa e garantiu que não foi ataque de hacker nem falha externa.
Disseram que vão rever todo o processo de pagamento e reforçar os controles internos.
A segurança dos ativos não foi comprometida, mas ficou a pulga atrás da orelha:
- Como que um erro humano liberou crédito desse tamanho?
- Não tinha limite automático?
- Cadê a dupla checagem?
Pra um setor que vive falando de tecnologia avançada, esse vacilo pegou mal demais. O prejuízo real foi menor que os US$ 42 bilhões que apareceram, mas o estrago na confiança pode ser bem maior.
Setor em alerta
O caso não teve hacker nem falha de código, foi erro humano mesmo.
Isso mostra que, em sistema financeiro, o ponto fraco muitas vezes não é o software, mas o processo.
Agora a corretora corre atrás de recuperar dinheiro e segurar a pressão política.
E fica a pergunta: se um simples erro de digitação causou um rombo bilionário, será que os controles internos dessas exchanges são tão robustos assim?
Bitcoin hoje: BTC alcança US$ 67 mil impulsionado por dados fortes do mercado de trabalho nos EUAO tal do Bitcoin deu uma respirada nesta quinta-feira (12), tá sendo negociado por volta de US$ 68.078,32. Convertendo pra nossa moeda, fica em torno de R$ 352.645,69. Ontem, quarta-feira, lá nos Estados Unidos saiu um relatório de emprego bem forte. Isso mostra que a economia deles tá crescendo firme, mas ao mesmo tempo atrapalha a esperança de que o banco central deles, o Fed, vá baixar os juros logo de cara. Segundo o Departamento de Trabalho, os patrões criaram 130 mil vagas em janeiro, bem acima do que os economistas esperavam (70 mil). A taxa de desemprego caiu pra 4,3%, um tiquinho abaixo da previsão de 4,4%. O presidente do Fed, Jerome Powell, já tinha avisado que ia esperar os números pra decidir se mexe nos juros, que hoje tão entre 3,50% e 3,75%. Com o mercado de trabalho mais aquecido, fica difícil eles se sentirem pressionados a cortar juros. Um estrategista de investimentos em cripto até comentou que esse relatório é tipo um vento contrário de curto prazo: o “dinheiro barato” que os ativos de risco precisam pra subir de vez acabou ficando pra depois. Pra março, os traders tão dando só 8% de chance de corte de juros, bem menos que os 20% de ontem e os 27% de um mês atrás. A maioria já não acredita nesse corte tão cedo. Enquanto isso, os investidores tão de olho em setores como inteligência artificial e ouro, que tão brilhando mais que o Bitcoin. Como disse um analista, parece que não tem muito apetite pra “comprar a queda” das criptos nesse momento.

Bitcoin hoje: BTC alcança US$ 67 mil impulsionado por dados fortes do mercado de trabalho nos EUA

O tal do Bitcoin deu uma respirada nesta quinta-feira (12), tá sendo negociado por volta de US$ 68.078,32. Convertendo pra nossa moeda, fica em torno de R$ 352.645,69.
Ontem, quarta-feira, lá nos Estados Unidos saiu um relatório de emprego bem forte. Isso mostra que a economia deles tá crescendo firme, mas ao mesmo tempo atrapalha a esperança de que o banco central deles, o Fed, vá baixar os juros logo de cara.
Segundo o Departamento de Trabalho, os patrões criaram 130 mil vagas em janeiro, bem acima do que os economistas esperavam (70 mil). A taxa de desemprego caiu pra 4,3%, um tiquinho abaixo da previsão de 4,4%.
O presidente do Fed, Jerome Powell, já tinha avisado que ia esperar os números pra decidir se mexe nos juros, que hoje tão entre 3,50% e 3,75%. Com o mercado de trabalho mais aquecido, fica difícil eles se sentirem pressionados a cortar juros.
Um estrategista de investimentos em cripto até comentou que esse relatório é tipo um vento contrário de curto prazo: o “dinheiro barato” que os ativos de risco precisam pra subir de vez acabou ficando pra depois.
Pra março, os traders tão dando só 8% de chance de corte de juros, bem menos que os 20% de ontem e os 27% de um mês atrás. A maioria já não acredita nesse corte tão cedo.
Enquanto isso, os investidores tão de olho em setores como inteligência artificial e ouro, que tão brilhando mais que o Bitcoin. Como disse um analista, parece que não tem muito apetite pra “comprar a queda” das criptos nesse momento.
Grandes investidores adquiriram mais de US$ 4 bi em Bitcoin, enquanto o mercado permanece receosoO Bitcoin ganhou de novo o empurrão das tais “baleias”, aquele povo que tem um mundaréu de moeda guardada e costuma mexer com o rumo do mercado. Só na última semana, carteira com mais de mil BTC juntou coisa de 53 mil moedas — maior compra desde novembro — num negócio que passa de 4 bilhões de dólar, segundo a turma da Glassnode. Esse tanto de compra ajudou a segurar o preço depois da queda braba que fez o Bitcoin despencar quase 50% desde o pico de outubro. Semana passada bateu nos 60 mil, mas já deu uma reagida e tá rodando perto dos 70 mil, cotado acima de 67 mil na manhã dessa quarta (11). Mas ó, os analistas tão dizendo que ainda não dá pra cantar vitória não. Isso segura a queda, mas falta mais dinheiro entrando pra dar firmeza. O Brett Singer, lá da Glassnode, falou pra Bloomberg que precisa ver mais grana chegando pra virar retomada de verdade. E tem mais: apesar dessa comprinha recente, o saldo do último ano mostra que as baleias tão meio desconfiadas. Desde dezembro, mais de 170 mil BTC saíram dessas carteiras, coisa de 11 bilhões de dólar, mostrando que o povo tava mais vendendo do que comprando. Aí fica a pergunta: quem vai segurar a próxima alta grande? Os ETFs novos já tão com gente no prejuízo, e as empresas que botaram Bitcoin no caixa também deram uma freada nas compras, porque as ações delas caíram. Sem uma demanda nova e forte, esse movimento pode ser só pra “tampar buraco” e não uma fé renovada num rali longo. Historicamente, isso até sustenta repique de curto prazo, mas raramente vira tendência duradoura sozinho. Como disse o Bruno Ver, investidor das antigas: “Quando a tempestade passar, voltamos a comprar. Mas por enquanto, ainda tamo no meio dela”. A Glassnode lembra que acompanha grupos de carteiras, que podem ser de investidores grandes, instituições ou custodiantes. Nos ciclos passados, as altas boas mesmo vieram quando vários perfis de investidor foram acumulando juntos. Por enquanto, esse movimento espalhado ainda não apareceu com força.

Grandes investidores adquiriram mais de US$ 4 bi em Bitcoin, enquanto o mercado permanece receoso

O Bitcoin ganhou de novo o empurrão das tais “baleias”, aquele povo que tem um mundaréu de moeda guardada e costuma mexer com o rumo do mercado. Só na última semana, carteira com mais de mil BTC juntou coisa de 53 mil moedas — maior compra desde novembro — num negócio que passa de 4 bilhões de dólar, segundo a turma da Glassnode.
Esse tanto de compra ajudou a segurar o preço depois da queda braba que fez o Bitcoin despencar quase 50% desde o pico de outubro. Semana passada bateu nos 60 mil, mas já deu uma reagida e tá rodando perto dos 70 mil, cotado acima de 67 mil na manhã dessa quarta (11).
Mas ó, os analistas tão dizendo que ainda não dá pra cantar vitória não. Isso segura a queda, mas falta mais dinheiro entrando pra dar firmeza. O Brett Singer, lá da Glassnode, falou pra Bloomberg que precisa ver mais grana chegando pra virar retomada de verdade.
E tem mais: apesar dessa comprinha recente, o saldo do último ano mostra que as baleias tão meio desconfiadas. Desde dezembro, mais de 170 mil BTC saíram dessas carteiras, coisa de 11 bilhões de dólar, mostrando que o povo tava mais vendendo do que comprando.
Aí fica a pergunta: quem vai segurar a próxima alta grande? Os ETFs novos já tão com gente no prejuízo, e as empresas que botaram Bitcoin no caixa também deram uma freada nas compras, porque as ações delas caíram.
Sem uma demanda nova e forte, esse movimento pode ser só pra “tampar buraco” e não uma fé renovada num rali longo. Historicamente, isso até sustenta repique de curto prazo, mas raramente vira tendência duradoura sozinho.
Como disse o Bruno Ver, investidor das antigas: “Quando a tempestade passar, voltamos a comprar. Mas por enquanto, ainda tamo no meio dela”.
A Glassnode lembra que acompanha grupos de carteiras, que podem ser de investidores grandes, instituições ou custodiantes. Nos ciclos passados, as altas boas mesmo vieram quando vários perfis de investidor foram acumulando juntos. Por enquanto, esse movimento espalhado ainda não apareceu com força.
Os ETFs de Solana tiveram seu desempenho mais forte em quase trinta diasNo dia 10 de fevereiro, os ETFs de Solana lá nos Estados Unidos deram uma guinada boa: foi o melhor resultado em quase um mês, segundo os dados da SoSoValue. Depois de dois dias seguidos de saída de dinheiro, eles receberam uma entrada de US$ 8,43 milhões — o maior volume desde 15 de janeiro, quando tinham puxado US$ 8,94 milhões. Isso aconteceu mesmo com a Solana levando uma queda de 4,6% em 24 horas, conforme o CoinGecko. Quem puxou a fila foi o BSOL da Bitwise, que sozinho recebeu US$ 7,7 milhões. O FSOL da Fidelity veio logo atrás, com pouco mais de US$ 732 mil. Já os outros grandes nomes, tipo Grayscale, VanEck e 21Shares, ficaram praticamente parados. Com essa nova entrada, os ETFs de Solana à vista somam agora US$ 700,21 milhões em ativos. Isso dá mais ou menos 1,49% do valor total da Solana, que está avaliada em US$ 46,3 bilhões. Pra comparar: os ETFs de Bitcoin receberam US$ 166 milhões no mesmo dia, os de Ethereum US$ 13,82 milhões, e os de XRP só US$ 3,26 milhões. Ou seja, a Solana ficou no meio do caminho, mas ainda acima do XRP. Mesmo com esse sinal de confiança dos investidores, o preço da Solana não segurou: está sendo negociada a US$ 80,56, acumulando queda de 13% na semana e 43% no mês. O banco Standard Chartered até reduziu a previsão pra 2026 de US$ 310 pra US$ 250, mas manteve o otimismo a longo prazo, projetando US$ 2.000 até 2030. O clima no mercado anda pesado, muito pessimismo. Isso vem da queda forte do Bitcoin, que já causou liquidações acima de US$ 1 bilhão nas últimas semanas. Além disso, o cenário econômico e geopolítico não ajuda: bolsa americana pressionada e o ouro($PAXG ), que é porto seguro, segue estável depois da correção da semana passada.

Os ETFs de Solana tiveram seu desempenho mais forte em quase trinta dias

No dia 10 de fevereiro, os ETFs de Solana lá nos Estados Unidos deram uma guinada boa: foi o melhor resultado em quase um mês, segundo os dados da SoSoValue.
Depois de dois dias seguidos de saída de dinheiro, eles receberam uma entrada de US$ 8,43 milhões — o maior volume desde 15 de janeiro, quando tinham puxado US$ 8,94 milhões. Isso aconteceu mesmo com a Solana levando uma queda de 4,6% em 24 horas, conforme o CoinGecko.
Quem puxou a fila foi o BSOL da Bitwise, que sozinho recebeu US$ 7,7 milhões. O FSOL da Fidelity veio logo atrás, com pouco mais de US$ 732 mil. Já os outros grandes nomes, tipo Grayscale, VanEck e 21Shares, ficaram praticamente parados.
Com essa nova entrada, os ETFs de Solana à vista somam agora US$ 700,21 milhões em ativos. Isso dá mais ou menos 1,49% do valor total da Solana, que está avaliada em US$ 46,3 bilhões.
Pra comparar: os ETFs de Bitcoin receberam US$ 166 milhões no mesmo dia, os de Ethereum US$ 13,82 milhões, e os de XRP só US$ 3,26 milhões. Ou seja, a Solana ficou no meio do caminho, mas ainda acima do XRP.
Mesmo com esse sinal de confiança dos investidores, o preço da Solana não segurou: está sendo negociada a US$ 80,56, acumulando queda de 13% na semana e 43% no mês. O banco Standard Chartered até reduziu a previsão pra 2026 de US$ 310 pra US$ 250, mas manteve o otimismo a longo prazo, projetando US$ 2.000 até 2030.
O clima no mercado anda pesado, muito pessimismo. Isso vem da queda forte do Bitcoin, que já causou liquidações acima de US$ 1 bilhão nas últimas semanas. Além disso, o cenário econômico e geopolítico não ajuda: bolsa americana pressionada e o ouro($PAXG ), que é porto seguro, segue estável depois da correção da semana passada.
Uniswap registra alta de 13% após integração com fundo tokenizado da BlackRockO token de governança da Uniswap, o tal do UNI, deu uma boa subida nessa quarta-feira (11). Isso aconteceu depois que o criador da famosa corretora descentralizada anunciou uma parceria com o BUIDL, que é o fundo tokenizado da BlackRock, aquela gestora de ativos gigante do mercado. A BlackRock, que é a maior do mundo nesse ramo, liberou pra que o fundo de mais de 2 bilhões de dólares fosse negociado dentro do UniswapX. Esse sistema funciona como um mercado onde os profissionais ficam disputando pra oferecer o melhor preço pros usuários. Na parte da tarde, o $UNI tava valendo por volta de 3,69 dólares, uma alta de quase 9% em relação ao dia anterior. Mais cedo, chegou até 3,84 dólares, o que deu uma valorização de 13%. Mas, mesmo com essa animada, o token ainda tá meio machucado: caiu quase 29% no último mês, acompanhando a queda geral das criptos. No comunicado, a Uniswap Labs contou que a BlackRock também fez um investimento estratégico dentro do ecossistema da Uniswap, mas não abriu muito os detalhes. A ideia é que a gestora passe a ter tokens UNI no seu balanço, sendo o primeiro ativo ligado ao DeFi que eles colocam oficialmente. A negociação do BUIDL vai continuar sendo tocada pela Securitize, que é especialista em tokenização e cuida do fundo da BlackRock. O sistema roda sozinho, procurando sempre a melhor cotação entre os participantes autorizados. Ou seja, o BUIDL vai ser negociado na blockchain como qualquer outro token, mas com uma segurança extra, já que os formadores de mercado ficam competindo pra dar o melhor preço. Segundo a Uniswap, essa integração é pra juntar o mundo das finanças tradicionais com o das finanças descentralizadas. O CEO da Securitize, Carlos Domingo, disse que isso abre caminho pra trazer a confiança e as regras do mercado tradicional pra dentro da velocidade e abertura do DeFi. O BUIDL da BlackRock já tá entre os maiores ativos tokenizados, sendo atrelado ao dólar e garantido por dinheiro e títulos do Tesouro dos EUA. Diferente das stablecoins comuns, ele ainda paga rendimento pros investidores. Pra fechar, o CEO da BlackRock, Larry Fink, já tinha falado que a tokenização vai ser “a próxima grande evolução” do mercado, permitindo liquidação instantânea e ampliando os ativos disponíveis. E, claro, o Ethereum aparece como protagonista nessa história, já que sustenta boa parte das stablecoins e também o próprio Uniswap, que nasceu lá em 2018.

Uniswap registra alta de 13% após integração com fundo tokenizado da BlackRock

O token de governança da Uniswap, o tal do UNI, deu uma boa subida nessa quarta-feira (11). Isso aconteceu depois que o criador da famosa corretora descentralizada anunciou uma parceria com o BUIDL, que é o fundo tokenizado da BlackRock, aquela gestora de ativos gigante do mercado.
A BlackRock, que é a maior do mundo nesse ramo, liberou pra que o fundo de mais de 2 bilhões de dólares fosse negociado dentro do UniswapX. Esse sistema funciona como um mercado onde os profissionais ficam disputando pra oferecer o melhor preço pros usuários.
Na parte da tarde, o $UNI tava valendo por volta de 3,69 dólares, uma alta de quase 9% em relação ao dia anterior. Mais cedo, chegou até 3,84 dólares, o que deu uma valorização de 13%. Mas, mesmo com essa animada, o token ainda tá meio machucado: caiu quase 29% no último mês, acompanhando a queda geral das criptos.
No comunicado, a Uniswap Labs contou que a BlackRock também fez um investimento estratégico dentro do ecossistema da Uniswap, mas não abriu muito os detalhes. A ideia é que a gestora passe a ter tokens UNI no seu balanço, sendo o primeiro ativo ligado ao DeFi que eles colocam oficialmente.
A negociação do BUIDL vai continuar sendo tocada pela Securitize, que é especialista em tokenização e cuida do fundo da BlackRock. O sistema roda sozinho, procurando sempre a melhor cotação entre os participantes autorizados. Ou seja, o BUIDL vai ser negociado na blockchain como qualquer outro token, mas com uma segurança extra, já que os formadores de mercado ficam competindo pra dar o melhor preço.
Segundo a Uniswap, essa integração é pra juntar o mundo das finanças tradicionais com o das finanças descentralizadas. O CEO da Securitize, Carlos Domingo, disse que isso abre caminho pra trazer a confiança e as regras do mercado tradicional pra dentro da velocidade e abertura do DeFi.
O BUIDL da BlackRock já tá entre os maiores ativos tokenizados, sendo atrelado ao dólar e garantido por dinheiro e títulos do Tesouro dos EUA. Diferente das stablecoins comuns, ele ainda paga rendimento pros investidores.
Pra fechar, o CEO da BlackRock, Larry Fink, já tinha falado que a tokenização vai ser “a próxima grande evolução” do mercado, permitindo liquidação instantânea e ampliando os ativos disponíveis. E, claro, o Ethereum aparece como protagonista nessa história, já que sustenta boa parte das stablecoins e também o próprio Uniswap, que nasceu lá em 2018.
"Polícia Civil do DF confiscou wallets de criptomoedas de grupo que teria movimentado R$ 15 milhões"Uai, cês acreditam? A Polícia Civil lá do Distrito Federal resolveu meter o pé na porta na terça-feira (10) e fez uma operação daquelas pra acabar com uma quadrilha que tava lavando dinheiro, coisa de 15 milhões de reais nos últimos dois anos. Os agentes da tal Divisão de Falsificações e Defraudações — que o povo chama de Difraudes — saíram rodando três estados e prenderam gente. Pegaram também uns aparelhos de guardar criptomoeda, que o bando usava pra esconder o dinheiro sujo. Só que, na nota que soltaram, não falaram se essas carteiras digitais tinham algum valor guardado nem se conseguiram recuperar as chaves pra mexer nelas. Também não contaram quantos desses dispositivos acharam. As investigações mostraram que os cabras tavam aplicando golpe numa plataforma de ensino e deram um prejuízo de mais de 1 milhão de reais pra empresa. Os nomes dos suspeitos, por enquanto, tão guardados em segredo. A ação rolou ao mesmo tempo em Sertãozinho (SP), Contagem (MG), Aparecida de Goiânia (GO) e Trindade (GO), tudo pra cortar o fluxo de dinheiro da turma. No fim das contas, prenderam cinco suspeitos e cumpriram quatro mandados de busca e apreensão. Os peritos recolheram dois carros, uma moto, computadores e um monte de pen-drive cheio de informação da quadrilha. Além disso, acharam mais dispositivos de criptomoeda e 12 mil reais em dinheiro vivo. Pra dar conta do recado, a PCDF contou com ajuda das Polícias Civis de São Paulo e de Minas Gerais. Agora, o trabalho é fuçar nos arquivos digitais pra ver pra onde foi parar esse dinheiro virtual e descobrir se tem mais gente envolvida, inclusive laranjas em bancos. No fim das contas, a PCDF reforçou que tá firme no combate ao uso de tecnologia pra crime financeiro, sempre com inteligência e rastreamento de dados. $LTC $PAXG $SOL

"Polícia Civil do DF confiscou wallets de criptomoedas de grupo que teria movimentado R$ 15 milhões"

Uai, cês acreditam? A Polícia Civil lá do Distrito Federal resolveu meter o pé na porta na terça-feira (10) e fez uma operação daquelas pra acabar com uma quadrilha que tava lavando dinheiro, coisa de 15 milhões de reais nos últimos dois anos.
Os agentes da tal Divisão de Falsificações e Defraudações — que o povo chama de Difraudes — saíram rodando três estados e prenderam gente. Pegaram também uns aparelhos de guardar criptomoeda, que o bando usava pra esconder o dinheiro sujo. Só que, na nota que soltaram, não falaram se essas carteiras digitais tinham algum valor guardado nem se conseguiram recuperar as chaves pra mexer nelas. Também não contaram quantos desses dispositivos acharam.
As investigações mostraram que os cabras tavam aplicando golpe numa plataforma de ensino e deram um prejuízo de mais de 1 milhão de reais pra empresa. Os nomes dos suspeitos, por enquanto, tão guardados em segredo.
A ação rolou ao mesmo tempo em Sertãozinho (SP), Contagem (MG), Aparecida de Goiânia (GO) e Trindade (GO), tudo pra cortar o fluxo de dinheiro da turma. No fim das contas, prenderam cinco suspeitos e cumpriram quatro mandados de busca e apreensão.
Os peritos recolheram dois carros, uma moto, computadores e um monte de pen-drive cheio de informação da quadrilha. Além disso, acharam mais dispositivos de criptomoeda e 12 mil reais em dinheiro vivo.
Pra dar conta do recado, a PCDF contou com ajuda das Polícias Civis de São Paulo e de Minas Gerais. Agora, o trabalho é fuçar nos arquivos digitais pra ver pra onde foi parar esse dinheiro virtual e descobrir se tem mais gente envolvida, inclusive laranjas em bancos.
No fim das contas, a PCDF reforçou que tá firme no combate ao uso de tecnologia pra crime financeiro, sempre com inteligência e rastreamento de dados.
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