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Falha no roteamento quase derrubou a Solana nesta quarta-feira; entenda o que aconteceuFalha de roteamento quase faz a Solana parar: entenda o que aconteceu A Solana (SOL) passou por um baita aperto na manhã desta quarta-feira (12). A rede chegou a ficar a apenas 4,51 pontos percentuais do limite necessário para perder a capacidade de finalizar transações. O problema começou depois que uma única rota de rede configurada de forma errada em um provedor de hospedagem deixou 28,83% do SOL em staking indisponível. Para a Solana deixar de finalizar transações, seria necessário que 33,34% do staking ficasse comprometido. Naquele momento, portanto, a rede chegou perto de 86% desse limite. A responsável pelo problema foi a Teraswitch, que explicou posteriormente o que aconteceu. A empresa utiliza internamente uma rota padrão para indicar que um roteador de borda consegue acessar a internet. Normalmente, cada local dá preferência à rota anunciada pelos próprios roteadores. Só que uma rota padrão do site da empresa em Miami acabou sendo divulgada sem suas métricas e comunidades. Um refletor de rotas localizado em Amsterdã então espalhou essa informação para regiões da Europa e da Ásia-Pacífico. Os roteadores dessas regiões entenderam que aquela rota era uma opção local e passaram a escolhê-la em vez da rota correta. O problema é que ela acabou sendo enviada para o núcleo do data center, onde foi considerada inválida. Com isso, 12 sites, localizados em Londres, Amsterdã, Dublin, Frankfurt, Singapura e Tóquio, ficaram sem uma rota válida para encaminhar o tráfego. A América do Norte, por sua vez, não foi afetada pelo incidente. A boa notícia é que a falha foi identificada rapidamente. Os engenheiros da Teraswitch encontraram o problema em cerca de 10 minutos, e o serviço foi totalmente restaurado às 04:16:15 UTC. O episódio mostra como uma falha aparentemente pequena na infraestrutura de internet pode, no caso de uma rede blockchain, chegar bem perto de causar um problema de grandes proporções. Concentração de staking acende alerta na Solana O protocolo de staking Marinade Finance foi conferir os números depois do problema e descobriu que a interrupção ficou praticamente concentrada em um único sistema autônomo. O AS20326 reúne cerca de 118,9 milhões de SOL, mais de um quarto de todo o volume em staking na rede. Durante o incidente, aproximadamente 94% desse montante ficou fora do ar praticamente ao mesmo tempo. E aí mora uma preocupação danada: esse percentual já passa do limite pensado justamente para evitar uma concentração desse tamanho. O programa de delegação da Fundação Solana recomenda que nenhum sistema autônomo concentre mais de 25% do staking da rede. O AS20326, porém, estava com 27,34%. Mais de 80 milhões de SOL ficaram esperando A análise da Marinade mostrou ainda que 59 validadores, responsáveis por cerca de 80,2 milhões de SOL, voltaram a funcionar praticamente na mesma janela de tempo em Amsterdã, Frankfurt e Tóquio. Em vez de migrarem o tráfego para outra rota, esses validadores ficaram esperando o problema de roteamento ser resolvido. Entre os casos mais relevantes está o da Helius, segundo maior validador da Solana, que permaneceu fora do ar durante os 33 minutos do incidente. Dos 74 operadores que a Marinade conseguiu analisar, apenas três apresentaram recuperação sem problemas: Laine e Cogent Crypto, ambos administrados pela Sol Strategies, além da Lion3d. A situação também mostra que o risco não está limitado a um único provedor. Outros 14,1 milhões de SOL ficaram offline praticamente no mesmo período em operadores como latitude.sh, Limestone, Butterfly Research e Allnodes. Segundo a Marinade, os dados disponíveis não permitem explicar exatamente essa coincidência. Isso levanta outro ponto importante: medir a concentração de staking apenas pelo provedor de hospedagem pode acabar escondendo riscos que aparecem quando diferentes operadores dependem de estruturas de rede semelhantes. A Marinade também resolveu olhar para o próprio quintal. A empresa informou que quatro sistemas autônomos concentram cerca de dois terços do staking distribuído pelo seu modelo de alocação. Um deles, o AS395201, sozinho representa 36,94%. A própria empresa reconheceu que não é hora de ficar confortável com esse cenário — e isso vale para ela também. A Marinade afirmou que pretende revisar seus limites de concentração por rede e por data center. Também deve começar a divulgar se determinado validador conta com hot swap e failover automático, informações que hoje não são possíveis de verificar externamente. Recompensas perdidas serão cobertas As perdas ficaram bem menores do que poderiam ter sido. Os cerca de 333 SOL em recompensas não recebidas serão cobertos pelas garantias dos validadores ao final da época. Mas o cenário poderia ter sido muito mais complicado. Se a quantidade de staking afetada tivesse passado de um terço da rede, a Solana poderia deixar de finalizar transações para todos os usuários. Nesse caso, nenhuma garantia seria suficiente para cobrir o impacto. E não seria a primeira vez que a rede enfrentaria uma parada total. Em fevereiro de 2024, a Solana ficou completamente parada e levou quase cinco horas para ser reiniciada. O episódio desta quarta-feira serve, portanto, como um baita lembrete de que descentralização não depende apenas da quantidade de validadores, mas também de como eles estão distribuídos entre redes, data centers e sistemas de infraestrutura.

Falha no roteamento quase derrubou a Solana nesta quarta-feira; entenda o que aconteceu

Falha de roteamento quase faz a Solana parar: entenda o que aconteceu
A Solana (SOL) passou por um baita aperto na manhã desta quarta-feira (12). A rede chegou a ficar a apenas 4,51 pontos percentuais do limite necessário para perder a capacidade de finalizar transações.
O problema começou depois que uma única rota de rede configurada de forma errada em um provedor de hospedagem deixou 28,83% do SOL em staking indisponível.
Para a Solana deixar de finalizar transações, seria necessário que 33,34% do staking ficasse comprometido. Naquele momento, portanto, a rede chegou perto de 86% desse limite.
A responsável pelo problema foi a Teraswitch, que explicou posteriormente o que aconteceu. A empresa utiliza internamente uma rota padrão para indicar que um roteador de borda consegue acessar a internet. Normalmente, cada local dá preferência à rota anunciada pelos próprios roteadores.
Só que uma rota padrão do site da empresa em Miami acabou sendo divulgada sem suas métricas e comunidades. Um refletor de rotas localizado em Amsterdã então espalhou essa informação para regiões da Europa e da Ásia-Pacífico.
Os roteadores dessas regiões entenderam que aquela rota era uma opção local e passaram a escolhê-la em vez da rota correta. O problema é que ela acabou sendo enviada para o núcleo do data center, onde foi considerada inválida.
Com isso, 12 sites, localizados em Londres, Amsterdã, Dublin, Frankfurt, Singapura e Tóquio, ficaram sem uma rota válida para encaminhar o tráfego.
A América do Norte, por sua vez, não foi afetada pelo incidente.
A boa notícia é que a falha foi identificada rapidamente. Os engenheiros da Teraswitch encontraram o problema em cerca de 10 minutos, e o serviço foi totalmente restaurado às 04:16:15 UTC.
O episódio mostra como uma falha aparentemente pequena na infraestrutura de internet pode, no caso de uma rede blockchain, chegar bem perto de causar um problema de grandes proporções.
Concentração de staking acende alerta na Solana
O protocolo de staking Marinade Finance foi conferir os números depois do problema e descobriu que a interrupção ficou praticamente concentrada em um único sistema autônomo.
O AS20326 reúne cerca de 118,9 milhões de SOL, mais de um quarto de todo o volume em staking na rede. Durante o incidente, aproximadamente 94% desse montante ficou fora do ar praticamente ao mesmo tempo.
E aí mora uma preocupação danada: esse percentual já passa do limite pensado justamente para evitar uma concentração desse tamanho. O programa de delegação da Fundação Solana recomenda que nenhum sistema autônomo concentre mais de 25% do staking da rede. O AS20326, porém, estava com 27,34%.
Mais de 80 milhões de SOL ficaram esperando
A análise da Marinade mostrou ainda que 59 validadores, responsáveis por cerca de 80,2 milhões de SOL, voltaram a funcionar praticamente na mesma janela de tempo em Amsterdã, Frankfurt e Tóquio.
Em vez de migrarem o tráfego para outra rota, esses validadores ficaram esperando o problema de roteamento ser resolvido.
Entre os casos mais relevantes está o da Helius, segundo maior validador da Solana, que permaneceu fora do ar durante os 33 minutos do incidente.
Dos 74 operadores que a Marinade conseguiu analisar, apenas três apresentaram recuperação sem problemas: Laine e Cogent Crypto, ambos administrados pela Sol Strategies, além da Lion3d.
A situação também mostra que o risco não está limitado a um único provedor. Outros 14,1 milhões de SOL ficaram offline praticamente no mesmo período em operadores como latitude.sh, Limestone, Butterfly Research e Allnodes.
Segundo a Marinade, os dados disponíveis não permitem explicar exatamente essa coincidência. Isso levanta outro ponto importante: medir a concentração de staking apenas pelo provedor de hospedagem pode acabar escondendo riscos que aparecem quando diferentes operadores dependem de estruturas de rede semelhantes.
A Marinade também resolveu olhar para o próprio quintal. A empresa informou que quatro sistemas autônomos concentram cerca de dois terços do staking distribuído pelo seu modelo de alocação. Um deles, o AS395201, sozinho representa 36,94%.
A própria empresa reconheceu que não é hora de ficar confortável com esse cenário — e isso vale para ela também. A Marinade afirmou que pretende revisar seus limites de concentração por rede e por data center. Também deve começar a divulgar se determinado validador conta com hot swap e failover automático, informações que hoje não são possíveis de verificar externamente.
Recompensas perdidas serão cobertas
As perdas ficaram bem menores do que poderiam ter sido. Os cerca de 333 SOL em recompensas não recebidas serão cobertos pelas garantias dos validadores ao final da época.
Mas o cenário poderia ter sido muito mais complicado. Se a quantidade de staking afetada tivesse passado de um terço da rede, a Solana poderia deixar de finalizar transações para todos os usuários. Nesse caso, nenhuma garantia seria suficiente para cobrir o impacto.
E não seria a primeira vez que a rede enfrentaria uma parada total. Em fevereiro de 2024, a Solana ficou completamente parada e levou quase cinco horas para ser reiniciada.
O episódio desta quarta-feira serve, portanto, como um baita lembrete de que descentralização não depende apenas da quantidade de validadores, mas também de como eles estão distribuídos entre redes, data centers e sistemas de infraestrutura.
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Bitcoin hoje: BTC recua para US$ 63 mil enquanto investidores aguardam dados de inflação dos EUABitcoin hoje: BTC recua enquanto mercado fica de olho na inflação dos EUA O Bitcoin amanheceu esta quarta-feira (12) trabalhando no campo negativo. A criptomoeda registra queda de 0,5% e é negociada na casa dos US$ 63.934, segundo dados do CoinGecko. O clima é de cautela no mercado cripto, principalmente porque os investidores estão esperando a divulgação do CPI de julho, o principal indicador usado para acompanhar a inflação nos Estados Unidos. Por enquanto, o BTC segue andando meio de lado, com pouca volatilidade nos últimos dias. Esse tipo de comportamento costuma aparecer antes de movimentos mais fortes, quando o mercado finalmente escolhe para qual lado vai. No momento, o Bitcoin está espremido entre a média móvel de 200 semanas, perto dos US$ 64 mil, e uma resistência importante na região entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. CPI pode definir o próximo movimento do Bitcoin O grande assunto do dia é mesmo o CPI americano. As projeções apontam para uma inflação cheia de 3,4% em 12 meses, enquanto o núcleo da inflação é esperado em 2,5%. Se o número vier acima do que o mercado está esperando, pode dar aquela apertada no Bitcoin, aumentando a possibilidade de o BTC perder a média móvel de 200 semanas. Agora, se a inflação vier mais comportada, pode abrir espaço para o Bitcoin tentar novamente buscar a região entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. Bitcoin volta a ficar mais próximo do ouro Outro ponto que está chamando atenção é a relação entre Bitcoin e ouro. Em 2022, o Bitcoin chegou a perder aproximadamente 75% de seu valor em relação ao ouro, em um movimento que se estendeu por 437 dias. Neste ciclo, a queda relativa está em torno de 69%, depois de 433 dias. O comportamento lembra bastante o que aconteceu antes do fundo registrado em 2022. Depois daquele período, o Bitcoin chegou a disparar cerca de 340% frente ao ouro. A comparação fica ainda mais interessante porque a correlação de 30 dias entre os dois ativos chegou a 0,6, o maior nível desde janeiro de 2025. O ouro, por sua vez, já acumula valorização superior a 9% em agosto, puxado pelo retorno de dinheiro para ETFs e pela procura maior por proteção. Se essa procura por ativos escassos continuar, o Bitcoin também pode acabar pegando carona nesse movimento. Stablecoins avançam nos pagamentos Enquanto o preço do Bitcoin fica de lado, as stablecoins seguem ganhando espaço no setor de pagamentos. Em julho, o volume mensal de gastos feitos com cartões vinculados a stablecoins cresceu 16% e bateu o recorde de US$ 1,03 bilhão. Foram mais de 10 milhões de compras realizadas durante o mês. Na comparação com 12 meses atrás, o crescimento já passa de 200%. Um dos exemplos é a Jupiter, que vem ampliando pagamentos por QR Code em mais de 60 países. Atualmente, aproximadamente 68% do volume da empresa vem de fora dos Estados Unidos. Para ter uma ideia do tamanho dessa expansão, há três anos o mercado movimentava perto de US$ 1 milhão por mês. Agora, a expectativa é ultrapassar US$ 1,5 bilhão mensais até o fim deste ano. Chainlink ganha destaque com avanço da tokenização No mercado de tokenização, a Chainlink também entrou no radar. O banco Standard Chartered começou a acompanhar o projeto com preço-alvo de US$ 200 para o token LINK até 2030. Esse valor representa cerca de 22,5 vezes o preço atual do ativo. A aposta do banco não está apenas na valorização do token. A tese considera principalmente o crescimento da tokenização, processo que transforma ativos financeiros tradicionais em tokens que podem ser negociados em redes blockchain. Com a expansão desse mercado, aumenta também a necessidade de informações confiáveis e de sistemas capazes de conectar diferentes blockchains. É justamente nesse ponto que a Chainlink atua, funcionando como um oráculo que leva dados do mundo real, como preços e taxas, para os protocolos. Segundo a análise, o mercado de ativos tokenizados pode sair dos atuais US$ 340 bilhões e alcançar US$ 4 trilhões até 2028. A Chainlink já movimenta e protege mais de US$ 110 bilhões em valor e tem participação importante em áreas como DeFi, Ethereum e integração entre diferentes redes por meio do CCIP. Mercado espera pelo próximo sinal Agora, é esperar o CPI americano para ver onde o mercado vai desembocar. Um resultado acima das expectativas pode aumentar a pressão sobre o Bitcoin e colocar a média móvel de 200 semanas em risco. Por outro lado, uma inflação mais baixa pode dar novo ânimo aos compradores e ajudar o BTC a buscar a resistência entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. Em outras palavras, o mercado está quietinho por enquanto, mas o CPI pode ser o empurrão que faltava para o Bitcoin finalmente escolher um rumo.

Bitcoin hoje: BTC recua para US$ 63 mil enquanto investidores aguardam dados de inflação dos EUA

Bitcoin hoje: BTC recua enquanto mercado fica de olho na inflação dos EUA
O Bitcoin amanheceu esta quarta-feira (12) trabalhando no campo negativo. A criptomoeda registra queda de 0,5% e é negociada na casa dos US$ 63.934, segundo dados do CoinGecko.
O clima é de cautela no mercado cripto, principalmente porque os investidores estão esperando a divulgação do CPI de julho, o principal indicador usado para acompanhar a inflação nos Estados Unidos.
Por enquanto, o BTC segue andando meio de lado, com pouca volatilidade nos últimos dias. Esse tipo de comportamento costuma aparecer antes de movimentos mais fortes, quando o mercado finalmente escolhe para qual lado vai.
No momento, o Bitcoin está espremido entre a média móvel de 200 semanas, perto dos US$ 64 mil, e uma resistência importante na região entre US$ 65 mil e US$ 67 mil.
CPI pode definir o próximo movimento do Bitcoin
O grande assunto do dia é mesmo o CPI americano. As projeções apontam para uma inflação cheia de 3,4% em 12 meses, enquanto o núcleo da inflação é esperado em 2,5%.
Se o número vier acima do que o mercado está esperando, pode dar aquela apertada no Bitcoin, aumentando a possibilidade de o BTC perder a média móvel de 200 semanas.
Agora, se a inflação vier mais comportada, pode abrir espaço para o Bitcoin tentar novamente buscar a região entre US$ 65 mil e US$ 67 mil.
Bitcoin volta a ficar mais próximo do ouro
Outro ponto que está chamando atenção é a relação entre Bitcoin e ouro.
Em 2022, o Bitcoin chegou a perder aproximadamente 75% de seu valor em relação ao ouro, em um movimento que se estendeu por 437 dias.
Neste ciclo, a queda relativa está em torno de 69%, depois de 433 dias. O comportamento lembra bastante o que aconteceu antes do fundo registrado em 2022.
Depois daquele período, o Bitcoin chegou a disparar cerca de 340% frente ao ouro.
A comparação fica ainda mais interessante porque a correlação de 30 dias entre os dois ativos chegou a 0,6, o maior nível desde janeiro de 2025.
O ouro, por sua vez, já acumula valorização superior a 9% em agosto, puxado pelo retorno de dinheiro para ETFs e pela procura maior por proteção. Se essa procura por ativos escassos continuar, o Bitcoin também pode acabar pegando carona nesse movimento.
Stablecoins avançam nos pagamentos
Enquanto o preço do Bitcoin fica de lado, as stablecoins seguem ganhando espaço no setor de pagamentos.
Em julho, o volume mensal de gastos feitos com cartões vinculados a stablecoins cresceu 16% e bateu o recorde de US$ 1,03 bilhão. Foram mais de 10 milhões de compras realizadas durante o mês.
Na comparação com 12 meses atrás, o crescimento já passa de 200%.
Um dos exemplos é a Jupiter, que vem ampliando pagamentos por QR Code em mais de 60 países. Atualmente, aproximadamente 68% do volume da empresa vem de fora dos Estados Unidos.
Para ter uma ideia do tamanho dessa expansão, há três anos o mercado movimentava perto de US$ 1 milhão por mês. Agora, a expectativa é ultrapassar US$ 1,5 bilhão mensais até o fim deste ano.
Chainlink ganha destaque com avanço da tokenização
No mercado de tokenização, a Chainlink também entrou no radar.
O banco Standard Chartered começou a acompanhar o projeto com preço-alvo de US$ 200 para o token LINK até 2030. Esse valor representa cerca de 22,5 vezes o preço atual do ativo.
A aposta do banco não está apenas na valorização do token. A tese considera principalmente o crescimento da tokenização, processo que transforma ativos financeiros tradicionais em tokens que podem ser negociados em redes blockchain.
Com a expansão desse mercado, aumenta também a necessidade de informações confiáveis e de sistemas capazes de conectar diferentes blockchains. É justamente nesse ponto que a Chainlink atua, funcionando como um oráculo que leva dados do mundo real, como preços e taxas, para os protocolos.
Segundo a análise, o mercado de ativos tokenizados pode sair dos atuais US$ 340 bilhões e alcançar US$ 4 trilhões até 2028.
A Chainlink já movimenta e protege mais de US$ 110 bilhões em valor e tem participação importante em áreas como DeFi, Ethereum e integração entre diferentes redes por meio do CCIP.
Mercado espera pelo próximo sinal
Agora, é esperar o CPI americano para ver onde o mercado vai desembocar.
Um resultado acima das expectativas pode aumentar a pressão sobre o Bitcoin e colocar a média móvel de 200 semanas em risco.
Por outro lado, uma inflação mais baixa pode dar novo ânimo aos compradores e ajudar o BTC a buscar a resistência entre US$ 65 mil e US$ 67 mil.
Em outras palavras, o mercado está quietinho por enquanto, mas o CPI pode ser o empurrão que faltava para o Bitcoin finalmente escolher um rumo.
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O Bradesco anunciou o lançamento de um serviço voltado à custódia institucional de criptomoedasBradesco entra de vez na custódia de criptomoedas e amplia presença no mercado cripto O Bradesco deu mais um passo no mercado de ativos digitais. Nesta quarta-feira (12), o banco anunciou que começou a oferecer uma solução de custódia institucional de criptoativos, criada para fazer a guarda e a gestão de moedas digitais, stablecoins e outros ativos tokenizados. A iniciativa chega num momento em que o mercado cripto vai ganhando mais corpo e atraindo cada vez mais investidores institucionais e empresas. Com isso, cresce também a procura por estruturas mais profissionais e seguras para administrar esses ativos. De acordo com o banco, a nova solução será voltada para participantes do mercado financeiro, gestores de recursos, fundos de investimento e tesourarias corporativas que precisam de uma infraestrutura preparada para trabalhar com criptoativos. Ricardo Barbieri, diretor do Bradesco, destacou que a expansão da custódia para ativos digitais aproveita a experiência que o banco já possui nesse segmento. Segundo ele, a intenção é entregar aos clientes os mesmos padrões de governança, segurança e confiança aplicados nas operações tradicionais de custódia, agora adaptados à realidade dos ativos digitais. A chegada do Bradesco nesse mercado mostra como os grandes bancos brasileiros vêm se aproximando das criptomoedas. À medida que o interesse institucional por ativos como o Bitcoin aumenta, essas instituições passam a buscar espaço em uma indústria que ainda tem bastante caminho pela frente. E, uai, pelo jeito essa história está só começando. Agora, o mercado deve ficar de olho para ver se outros grandes bancos vão seguir a mesma estrada e como as regras para os ativos virtuais no Brasil vão evoluir nos próximos meses. Com a demanda institucional por custódia e infraestrutura cripto crescendo, a entrada de instituições financeiras tradicionais pode ajudar a dar ainda mais maturidade ao setor. $USDC ,$BTC ,$BNB

O Bradesco anunciou o lançamento de um serviço voltado à custódia institucional de criptomoedas

Bradesco entra de vez na custódia de criptomoedas e amplia presença no mercado cripto
O Bradesco deu mais um passo no mercado de ativos digitais. Nesta quarta-feira (12), o banco anunciou que começou a oferecer uma solução de custódia institucional de criptoativos, criada para fazer a guarda e a gestão de moedas digitais, stablecoins e outros ativos tokenizados.
A iniciativa chega num momento em que o mercado cripto vai ganhando mais corpo e atraindo cada vez mais investidores institucionais e empresas. Com isso, cresce também a procura por estruturas mais profissionais e seguras para administrar esses ativos.
De acordo com o banco, a nova solução será voltada para participantes do mercado financeiro, gestores de recursos, fundos de investimento e tesourarias corporativas que precisam de uma infraestrutura preparada para trabalhar com criptoativos.
Ricardo Barbieri, diretor do Bradesco, destacou que a expansão da custódia para ativos digitais aproveita a experiência que o banco já possui nesse segmento. Segundo ele, a intenção é entregar aos clientes os mesmos padrões de governança, segurança e confiança aplicados nas operações tradicionais de custódia, agora adaptados à realidade dos ativos digitais.
A chegada do Bradesco nesse mercado mostra como os grandes bancos brasileiros vêm se aproximando das criptomoedas. À medida que o interesse institucional por ativos como o Bitcoin aumenta, essas instituições passam a buscar espaço em uma indústria que ainda tem bastante caminho pela frente.
E, uai, pelo jeito essa história está só começando. Agora, o mercado deve ficar de olho para ver se outros grandes bancos vão seguir a mesma estrada e como as regras para os ativos virtuais no Brasil vão evoluir nos próximos meses.
Com a demanda institucional por custódia e infraestrutura cripto crescendo, a entrada de instituições financeiras tradicionais pode ajudar a dar ainda mais maturidade ao setor.
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Binance amplia lista de monitoramento e retira 7 pares de negociaçãoBinance coloca 5 criptomoedas em monitoramento; tokens chegam a cair 20% A Binance, uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo, anunciou nesta terça-feira (11) uma nova atualização em sua plataforma. A exchange colocou cinco criptomoedas na chamada lista de monitoramento, e os ativos já registravam fortes quedas no mercado, chegando a uma desvalorização de 20%. Com a mudança, a lista passa a reunir 37 criptomoedas. Esses projetos ficam sob uma análise mais cuidadosa da corretora e, dependendo da evolução de cada um, podem até deixar de ser negociados na plataforma. Em outro comunicado, a Binance também informou que vai retirar sete pares de negociação do mercado spot. Nesse caso, o impacto costuma ser menor, e os ativos envolvidos não sofreram uma pressão de queda tão forte quanto as criptomoedas adicionadas à lista de monitoramento. Cinco criptomoedas entram na lista de monitoramento da Binance A Binance não detalhou, de forma individual, o motivo que levou cada um dos cinco projetos a entrar na lista. A corretora, porém, explicou que utiliza diversos critérios para avaliar os ativos disponíveis em sua plataforma. Entre os pontos analisados estão o comprometimento da equipe responsável pelo projeto, a qualidade e o ritmo do desenvolvimento, volume de negociação, liquidez, segurança da rede e a qualidade da comunicação pública, entre outros fatores. Os cinco tokens adicionados à lista de monitoramento são: - Moonbeam (GLMR) - ICON (ICX) - Moonriver (MOVR) - SuperRare (RARE) - Sophon (SOPH) No mercado, a reação não foi das melhores. O SOPH recuava 5,1%, enquanto o RARE registrava queda de 9,1%. Já o GLMR perdia 10,9% e o ICX apresentava desvalorização de 10,1%. Quem mais sentia o baque era o Moonriver (MOVR), que acumulava uma queda de aproximadamente 20% nas últimas 24 horas. O que significa estar na lista de monitoramento? Na prática, entrar nessa lista é um sinal de atenção para quem possui esses tokens. A Binance acompanha esses projetos mais de perto e realiza avaliações periódicas para verificar se eles continuam cumprindo os requisitos necessários para permanecer listados na plataforma. A própria corretora alerta que os tokens identificados com a Tag de Monitoramento apresentam maior volatilidade e riscos considerados significativamente superiores aos de outros ativos disponíveis na exchange. Isso não significa que a remoção vai acontecer de imediato. Porém, existe a possibilidade de o token deixar de atender aos critérios de listagem da Binance e, nesse caso, acabar sendo retirado da plataforma. Então, para o investidor, fica aquele velho conselho: é bom ficar de olho. A entrada na lista de monitoramento não garante uma futura remoção, mas aumenta a necessidade de acompanhar de perto os próximos comunicados da corretora e o desempenho de cada projeto. Binance vai retirar sete pares de negociação do mercado spot Em um segundo comunicado, a Binance informou que vai retirar sete pares de negociação do mercado spot na próxima sexta-feira (14). Segundo a corretora, a decisão veio depois de uma avaliação que levou em conta vários fatores, principalmente o baixo volume de negociações e a pouca liquidez desses pares. Os pares que serão removidos são: - APT/BTC - AR/BTC - A/USDC - BTTC/TRY - CYBER/USDC - LPT/BTC - WAL/FDUSD A Binance ressaltou que a retirada desses pares não significa que os respectivos tokens serão excluídos da plataforma. Ou seja, os usuários ainda poderão negociar os ativos envolvidos por meio de outros pares que continuarem disponíveis na Binance Spot. «“A remoção de um par de negociação à vista não afeta a disponibilidade dos tokens na Binance Spot.”» Na prática, a mudança atinge somente as combinações específicas que serão retiradas do mercado spot. Os ativos-base e os ativos de cotação continuam disponíveis para negociação em outros pares, quando houver suporte na plataforma. Os projetos relacionados aos pares removidos também registram quedas no mercado, mas de forma mais moderada. Nesse caso, o movimento parece acompanhar, em boa parte, as oscilações observadas em criptomoedas maiores, como Bitcoin e Ethereum. Para quem possui algum desses ativos, portanto, não é caso de sair correndo para vender. O mais importante é conferir quais outros pares continuam disponíveis na Binance e acompanhar os próximos comunicados da corretora.

Binance amplia lista de monitoramento e retira 7 pares de negociação

Binance coloca 5 criptomoedas em monitoramento; tokens chegam a cair 20%
A Binance, uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo, anunciou nesta terça-feira (11) uma nova atualização em sua plataforma. A exchange colocou cinco criptomoedas na chamada lista de monitoramento, e os ativos já registravam fortes quedas no mercado, chegando a uma desvalorização de 20%.
Com a mudança, a lista passa a reunir 37 criptomoedas. Esses projetos ficam sob uma análise mais cuidadosa da corretora e, dependendo da evolução de cada um, podem até deixar de ser negociados na plataforma.
Em outro comunicado, a Binance também informou que vai retirar sete pares de negociação do mercado spot. Nesse caso, o impacto costuma ser menor, e os ativos envolvidos não sofreram uma pressão de queda tão forte quanto as criptomoedas adicionadas à lista de monitoramento.
Cinco criptomoedas entram na lista de monitoramento da Binance
A Binance não detalhou, de forma individual, o motivo que levou cada um dos cinco projetos a entrar na lista. A corretora, porém, explicou que utiliza diversos critérios para avaliar os ativos disponíveis em sua plataforma.
Entre os pontos analisados estão o comprometimento da equipe responsável pelo projeto, a qualidade e o ritmo do desenvolvimento, volume de negociação, liquidez, segurança da rede e a qualidade da comunicação pública, entre outros fatores.
Os cinco tokens adicionados à lista de monitoramento são:
- Moonbeam (GLMR)
- ICON (ICX)
- Moonriver (MOVR)
- SuperRare (RARE)
- Sophon (SOPH)
No mercado, a reação não foi das melhores. O SOPH recuava 5,1%, enquanto o RARE registrava queda de 9,1%. Já o GLMR perdia 10,9% e o ICX apresentava desvalorização de 10,1%.
Quem mais sentia o baque era o Moonriver (MOVR), que acumulava uma queda de aproximadamente 20% nas últimas 24 horas.
O que significa estar na lista de monitoramento?
Na prática, entrar nessa lista é um sinal de atenção para quem possui esses tokens. A Binance acompanha esses projetos mais de perto e realiza avaliações periódicas para verificar se eles continuam cumprindo os requisitos necessários para permanecer listados na plataforma.
A própria corretora alerta que os tokens identificados com a Tag de Monitoramento apresentam maior volatilidade e riscos considerados significativamente superiores aos de outros ativos disponíveis na exchange.
Isso não significa que a remoção vai acontecer de imediato. Porém, existe a possibilidade de o token deixar de atender aos critérios de listagem da Binance e, nesse caso, acabar sendo retirado da plataforma.
Então, para o investidor, fica aquele velho conselho: é bom ficar de olho. A entrada na lista de monitoramento não garante uma futura remoção, mas aumenta a necessidade de acompanhar de perto os próximos comunicados da corretora e o desempenho de cada projeto.
Binance vai retirar sete pares de negociação do mercado spot
Em um segundo comunicado, a Binance informou que vai retirar sete pares de negociação do mercado spot na próxima sexta-feira (14). Segundo a corretora, a decisão veio depois de uma avaliação que levou em conta vários fatores, principalmente o baixo volume de negociações e a pouca liquidez desses pares.
Os pares que serão removidos são:
- APT/BTC
- AR/BTC
- A/USDC
- BTTC/TRY
- CYBER/USDC
- LPT/BTC
- WAL/FDUSD
A Binance ressaltou que a retirada desses pares não significa que os respectivos tokens serão excluídos da plataforma. Ou seja, os usuários ainda poderão negociar os ativos envolvidos por meio de outros pares que continuarem disponíveis na Binance Spot.
«“A remoção de um par de negociação à vista não afeta a disponibilidade dos tokens na Binance Spot.”»
Na prática, a mudança atinge somente as combinações específicas que serão retiradas do mercado spot. Os ativos-base e os ativos de cotação continuam disponíveis para negociação em outros pares, quando houver suporte na plataforma.
Os projetos relacionados aos pares removidos também registram quedas no mercado, mas de forma mais moderada. Nesse caso, o movimento parece acompanhar, em boa parte, as oscilações observadas em criptomoedas maiores, como Bitcoin e Ethereum.
Para quem possui algum desses ativos, portanto, não é caso de sair correndo para vender. O mais importante é conferir quais outros pares continuam disponíveis na Binance e acompanhar os próximos comunicados da corretora.
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Bitcoin hoje: BTC recua para US$ 64 mil sob pressão de ETFs e vendas da StrategyO Bitcoin voltou a operar em baixa nesta terça-feira, com o BTC recuando para a região dos US$ 64 mil. O movimento acontece em meio à pressão vendedora no mercado, incluindo saídas de ETFs de Bitcoin e novas vendas realizadas pela Strategy. A combinação desses fatores aumentou a cautela entre os investidores e colocou o mercado de criptomoedas novamente sob pressão. A Strategy vendeu 1.690 BTC por aproximadamente US$ 108,6 milhões na semana passada, marcando mais uma redução de sua posição em Bitcoin. Enquanto isso, os fluxos dos ETFs continuam sendo acompanhados de perto pelos participantes do mercado. A redução da demanda institucional pode dificultar uma recuperação mais firme do Bitcoin no curto prazo. Com o BTC próximo dos US$ 64 mil, os investidores agora observam se a região será capaz de funcionar como suporte ou se uma nova onda de vendas poderá levar a criptomoeda para níveis ainda mais baixos. Analistas também destacam a importância da faixa entre US$ 63 mil e US$ 63,5 mil como uma região de atenção.

Bitcoin hoje: BTC recua para US$ 64 mil sob pressão de ETFs e vendas da Strategy

O Bitcoin voltou a operar em baixa nesta terça-feira, com o BTC recuando para a região dos US$ 64 mil. O movimento acontece em meio à pressão vendedora no mercado, incluindo saídas de ETFs de Bitcoin e novas vendas realizadas pela Strategy.
A combinação desses fatores aumentou a cautela entre os investidores e colocou o mercado de criptomoedas novamente sob pressão. A Strategy vendeu 1.690 BTC por aproximadamente US$ 108,6 milhões na semana passada, marcando mais uma redução de sua posição em Bitcoin.
Enquanto isso, os fluxos dos ETFs continuam sendo acompanhados de perto pelos participantes do mercado. A redução da demanda institucional pode dificultar uma recuperação mais firme do Bitcoin no curto prazo.
Com o BTC próximo dos US$ 64 mil, os investidores agora observam se a região será capaz de funcionar como suporte ou se uma nova onda de vendas poderá levar a criptomoeda para níveis ainda mais baixos. Analistas também destacam a importância da faixa entre US$ 63 mil e US$ 63,5 mil como uma região de atenção.
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Strategy retoma as vendas e movimenta US$ 109 milhões em BitcoinStrategy vende Bitcoin e levanta US$ 109 milhões para recomprar ações A Strategy, empresa de tesouraria liderada por Michael Saylor e conhecida pela forte aposta em Bitcoin, voltou a vender parte de suas reservas. Na semana encerrada em 9 de agosto, a companhia se desfez de 1.690 BTC por aproximadamente US$ 108,6 milhões, conforme documento 8-K apresentado nesta segunda-feira (10). Com a operação, a quantidade de Bitcoin guardada pela empresa caiu de 842.138 BTC para 840.447 BTC. As moedas foram negociadas por uma média de US$ 64.262 cada, já descontadas as taxas. O custo total da posição em Bitcoin da Strategy agora está em US$ 63,36 bilhões. Isso representa um preço médio de US$ 75.385 por BTC, cerca de US$ 11.123 acima do valor médio obtido na venda desta semana. E o dinheiro não ficou parado, não. Todo o valor levantado com a venda foi usado para recomprar ações preferenciais. Ao todo, a empresa adquiriu 1.152.020 ações STRC por US$ 108,6 milhões, exatamente o mesmo montante obtido com a venda dos Bitcoins. Essa foi a terceira recompra realizada dentro do programa de até US$ 1 bilhão anunciado pela Strategy em 29 de junho. Depois da operação, ainda restam US$ 785,2 milhões disponíveis para novas recompras. Na semana anterior, a estratégia tinha sido um pouco diferente: metade dos recursos obtidos com as operações envolvendo Bitcoin foi destinada ao pagamento de dividendos preferenciais, enquanto a outra metade, cerca de US$ 81 milhões, foi usada para recomprar ações. Venda de ações também ganha força A maior movimentação da semana, porém, aconteceu no mercado de ações. A Strategy vendeu 6.585.682 ações ordinárias e levantou US$ 653,1 milhões líquidos. O volume foi mais que o dobro das 3.011.361 ações vendidas na semana anterior. Dos recursos, US$ 650 milhões foram direcionados para a chamada reserva em dólar, enquanto aproximadamente US$ 3,1 milhões ficaram em caixa. Com isso, essa reserva chegou a US$ 4,65 bilhões em 9 de agosto, contra US$ 4 bilhões registrados anteriormente. Strategy muda antiga estratégia de “nunca vender” A venda recente também chama atenção porque representa mais um passo na mudança de postura da Strategy. Por muito tempo, a empresa manteve a ideia de “nunca vender” seus Bitcoins. Isso mudou no fim de maio, quando foram vendidos 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões para ajudar no financiamento de distribuições preferenciais. Foi a primeira venda da companhia desde dezembro de 2022. Em junho, a Strategy apresentou uma nova estrutura de capital que passou a definir em quais situações poderia vender Bitcoin, estabelecendo uma capacidade de desinvestimento de até US$ 1,25 bilhão. Com a operação desta semana, a empresa já utilizou aproximadamente US$ 429 milhões desse limite. O cálculo considera cerca de US$ 216 milhões vendidos em julho e US$ 104,7 milhões na semana anterior, sem incluir os 32 BTC vendidos antes da criação dessa nova estrutura. Empresa segura novas compras de Bitcoin Por enquanto, a Strategy não compra Bitcoin desde junho. A empresa vem reforçando sua reserva em dólares para ter recursos suficientes para cumprir suas obrigações anuais, que incluem cerca de US$ 1,76 bilhão em pagamentos de dividendos. A maior parte desse dinheiro vem sendo levantada por meio da venda de ações. Com as últimas operações, a empresa está com 6.916 BTC a menos do que no pico de 847.363 BTC alcançado em junho. A redução equivale a aproximadamente 0,8% da reserva máxima. Enquanto isso, o Bitcoin era negociado nesta segunda-feira perto dos US$ 65 mil, com uma alta de aproximadamente 0,2% no dia, segundo dados do CoinGecko. Nesse preço, toda a reserva de Bitcoin da Strategy vale algo próximo de US$ 54,6 bilhões. O valor fica abaixo dos US$ 63,36 bilhões que a companhia informa ter desembolsado para adquirir esses ativos. Nova métrica para os investidores A Strategy também mudou recentemente a forma de apresentar seus principais indicadores aos investidores. Desde julho, a companhia passou a dar mais destaque ao chamado “valor líquido de Bitcoin por ação”. A métrica busca mostrar quanto dos ativos em Bitcoin efetivamente sobra para os acionistas ordinários depois de descontadas as dívidas e os direitos dos acionistas preferenciais. No fim das contas, a Strategy continua mantendo uma das maiores reservas corporativas de Bitcoin do mundo, mas agora vem adotando uma postura mais flexível: vende parte das moedas quando necessário, reforça o caixa e utiliza os recursos para administrar sua estrutura financeira.

Strategy retoma as vendas e movimenta US$ 109 milhões em Bitcoin

Strategy vende Bitcoin e levanta US$ 109 milhões para recomprar ações
A Strategy, empresa de tesouraria liderada por Michael Saylor e conhecida pela forte aposta em Bitcoin, voltou a vender parte de suas reservas. Na semana encerrada em 9 de agosto, a companhia se desfez de 1.690 BTC por aproximadamente US$ 108,6 milhões, conforme documento 8-K apresentado nesta segunda-feira (10).
Com a operação, a quantidade de Bitcoin guardada pela empresa caiu de 842.138 BTC para 840.447 BTC. As moedas foram negociadas por uma média de US$ 64.262 cada, já descontadas as taxas.
O custo total da posição em Bitcoin da Strategy agora está em US$ 63,36 bilhões. Isso representa um preço médio de US$ 75.385 por BTC, cerca de US$ 11.123 acima do valor médio obtido na venda desta semana.
E o dinheiro não ficou parado, não. Todo o valor levantado com a venda foi usado para recomprar ações preferenciais. Ao todo, a empresa adquiriu 1.152.020 ações STRC por US$ 108,6 milhões, exatamente o mesmo montante obtido com a venda dos Bitcoins.
Essa foi a terceira recompra realizada dentro do programa de até US$ 1 bilhão anunciado pela Strategy em 29 de junho. Depois da operação, ainda restam US$ 785,2 milhões disponíveis para novas recompras.
Na semana anterior, a estratégia tinha sido um pouco diferente: metade dos recursos obtidos com as operações envolvendo Bitcoin foi destinada ao pagamento de dividendos preferenciais, enquanto a outra metade, cerca de US$ 81 milhões, foi usada para recomprar ações.
Venda de ações também ganha força
A maior movimentação da semana, porém, aconteceu no mercado de ações. A Strategy vendeu 6.585.682 ações ordinárias e levantou US$ 653,1 milhões líquidos.
O volume foi mais que o dobro das 3.011.361 ações vendidas na semana anterior.
Dos recursos, US$ 650 milhões foram direcionados para a chamada reserva em dólar, enquanto aproximadamente US$ 3,1 milhões ficaram em caixa. Com isso, essa reserva chegou a US$ 4,65 bilhões em 9 de agosto, contra US$ 4 bilhões registrados anteriormente.
Strategy muda antiga estratégia de “nunca vender”
A venda recente também chama atenção porque representa mais um passo na mudança de postura da Strategy.
Por muito tempo, a empresa manteve a ideia de “nunca vender” seus Bitcoins. Isso mudou no fim de maio, quando foram vendidos 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões para ajudar no financiamento de distribuições preferenciais. Foi a primeira venda da companhia desde dezembro de 2022.
Em junho, a Strategy apresentou uma nova estrutura de capital que passou a definir em quais situações poderia vender Bitcoin, estabelecendo uma capacidade de desinvestimento de até US$ 1,25 bilhão.
Com a operação desta semana, a empresa já utilizou aproximadamente US$ 429 milhões desse limite. O cálculo considera cerca de US$ 216 milhões vendidos em julho e US$ 104,7 milhões na semana anterior, sem incluir os 32 BTC vendidos antes da criação dessa nova estrutura.
Empresa segura novas compras de Bitcoin
Por enquanto, a Strategy não compra Bitcoin desde junho. A empresa vem reforçando sua reserva em dólares para ter recursos suficientes para cumprir suas obrigações anuais, que incluem cerca de US$ 1,76 bilhão em pagamentos de dividendos.
A maior parte desse dinheiro vem sendo levantada por meio da venda de ações.
Com as últimas operações, a empresa está com 6.916 BTC a menos do que no pico de 847.363 BTC alcançado em junho. A redução equivale a aproximadamente 0,8% da reserva máxima.
Enquanto isso, o Bitcoin era negociado nesta segunda-feira perto dos US$ 65 mil, com uma alta de aproximadamente 0,2% no dia, segundo dados do CoinGecko.
Nesse preço, toda a reserva de Bitcoin da Strategy vale algo próximo de US$ 54,6 bilhões. O valor fica abaixo dos US$ 63,36 bilhões que a companhia informa ter desembolsado para adquirir esses ativos.
Nova métrica para os investidores
A Strategy também mudou recentemente a forma de apresentar seus principais indicadores aos investidores.
Desde julho, a companhia passou a dar mais destaque ao chamado “valor líquido de Bitcoin por ação”. A métrica busca mostrar quanto dos ativos em Bitcoin efetivamente sobra para os acionistas ordinários depois de descontadas as dívidas e os direitos dos acionistas preferenciais.
No fim das contas, a Strategy continua mantendo uma das maiores reservas corporativas de Bitcoin do mundo, mas agora vem adotando uma postura mais flexível: vende parte das moedas quando necessário, reforça o caixa e utiliza os recursos para administrar sua estrutura financeira.
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BTC volta a ganhar impulso e bate US$ 65 mil com fluxo robusto nos ETFsBitcoin hoje: BTC ronda os US$ 65 mil e ganha força com ETFs e busca por ativos de proteção O Bitcoin começou esta segunda-feira (10) sendo negociado perto dos US$ 65 mil, o equivalente a aproximadamente R$ 330,9 mil. Nas últimas 24 horas, a criptomoeda registra alta de 0,2%, enquanto, na última semana, a valorização chega a 3,9%. O BTC voltou a encostar numa região importante de resistência, entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. Além disso, continua acima da média móvel simples de 200 semanas, que atualmente está perto dos US$ 64 mil. Esse indicador costuma ser acompanhado pelos investidores para avaliar o comportamento do Bitcoin no longo prazo. A recuperação recente do Bitcoin tem sido sustentada principalmente por três fatores: o dinheiro que continua entrando nos ETFs à vista de Bitcoin, a melhora no apetite dos investidores por ativos de maior risco e a aproximação cada vez maior do comportamento do BTC com o ouro. Para o Bitcoin embalar de vez, seria importante conseguir superar a faixa entre US$ 65 mil e US$ 67 mil e, de preferência, continuar recebendo novos recursos por meio dos ETFs. ETFs voltam a dar uma força para o mercado Entre os dias 3 e 10 de agosto, os ETFs à vista de Bitcoin dos Estados Unidos registraram aproximadamente US$ 853,5 milhões em entradas líquidas. Foi a maior captação semanal desde meados de abril e também a terceira melhor semana de 2026. O número mostra que os investidores institucionais voltaram a demonstrar interesse pelo Bitcoin justamente num momento em que o preço está testando uma região importante do ponto de vista técnico. E não foi só o Bitcoin que recebeu dinheiro novo, não. O Ethereum também teve uma semana positiva. Os ETFs à vista de ETH registraram cerca de US$ 245 milhões em entradas, também o melhor resultado desde abril. Isso mostra que o interesse dos investidores está se espalhando por outras criptomoedas e não ficou concentrado apenas no Bitcoin. Bitcoin começa a se aproximar do comportamento do ouro Outro ponto que chamou a atenção foi a correlação entre o Bitcoin e o ouro. Nos últimos 30 dias, essa relação chegou a 0,57, o maior nível desde o começo de janeiro de 2025. De maneira simples, quanto mais esse número se aproxima de 1, maior é a tendência de os dois ativos caminharem na mesma direção. Quando fica perto de 0, essa relação é bem menor. Esse movimento acontece num momento em que investidores procuram ativos considerados escassos e capazes de preservar valor, principalmente diante das preocupações com a situação fiscal dos Estados Unidos. Os juros dos títulos do Tesouro americano de 10 anos voltaram para 4,66%, maior nível desde janeiro de 2025. Em março, esses juros chegaram a ficar abaixo dos 4%. Quando fica mais caro para o governo americano financiar sua dívida, o mercado costuma prestar mais atenção a ativos como ouro e Bitcoin, que são vistos por parte dos investidores como alternativas de reserva de valor. O ouro, por sua vez, acumula alta de aproximadamente 7,3% no mês e está sendo negociado perto dos US$ 4.336. A valorização vem sendo ajudada pela entrada de recursos nos ETFs de ouro e pelas compras realizadas por bancos centrais, principalmente a China. CPI e PPI podem mexer bastante com o Bitcoin nesta semana Agora, o mercado já está de olho nos próximos dados econômicos dos Estados Unidos. O grande destaque da semana será o CPI de julho, índice que acompanha a inflação ao consumidor americano. O resultado será divulgado na quarta-feira (12). A expectativa é de que o núcleo da inflação desacelere de 2,6% para 2,5% em 12 meses. Já a inflação cheia pode recuar de 3,5% para 3,4%. O dado ganhou ainda mais importância depois do payroll divulgado na sexta-feira (7). O relatório mostrou 23 mil demissões líquidas, enquanto o mercado esperava a criação de aproximadamente 85 mil empregos. Se a inflação vier abaixo do esperado, pode diminuir a pressão sobre o Federal Reserve para manter uma política monetária mais apertada. E isso, geralmente, é visto como um cenário favorável para ativos de risco, incluindo as criptomoedas. Na quinta-feira (13), será a vez do PPI, índice que mede a inflação ao produtor. O indicador também será acompanhado de perto porque pode dar pistas sobre possíveis pressões futuras nos preços ao consumidor. Se CPI e PPI vierem acima do esperado, o Bitcoin pode encontrar mais dificuldade para superar os US$ 67 mil. Agora, se os números vierem mais comportados, pode dar aquele gás que o mercado está esperando para o BTC tentar romper essa resistência e buscar níveis mais altos. $ETH

BTC volta a ganhar impulso e bate US$ 65 mil com fluxo robusto nos ETFs

Bitcoin hoje: BTC ronda os US$ 65 mil e ganha força com ETFs e busca por ativos de proteção
O Bitcoin começou esta segunda-feira (10) sendo negociado perto dos US$ 65 mil, o equivalente a aproximadamente R$ 330,9 mil. Nas últimas 24 horas, a criptomoeda registra alta de 0,2%, enquanto, na última semana, a valorização chega a 3,9%.
O BTC voltou a encostar numa região importante de resistência, entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. Além disso, continua acima da média móvel simples de 200 semanas, que atualmente está perto dos US$ 64 mil. Esse indicador costuma ser acompanhado pelos investidores para avaliar o comportamento do Bitcoin no longo prazo.
A recuperação recente do Bitcoin tem sido sustentada principalmente por três fatores: o dinheiro que continua entrando nos ETFs à vista de Bitcoin, a melhora no apetite dos investidores por ativos de maior risco e a aproximação cada vez maior do comportamento do BTC com o ouro.
Para o Bitcoin embalar de vez, seria importante conseguir superar a faixa entre US$ 65 mil e US$ 67 mil e, de preferência, continuar recebendo novos recursos por meio dos ETFs.
ETFs voltam a dar uma força para o mercado
Entre os dias 3 e 10 de agosto, os ETFs à vista de Bitcoin dos Estados Unidos registraram aproximadamente US$ 853,5 milhões em entradas líquidas.
Foi a maior captação semanal desde meados de abril e também a terceira melhor semana de 2026.
O número mostra que os investidores institucionais voltaram a demonstrar interesse pelo Bitcoin justamente num momento em que o preço está testando uma região importante do ponto de vista técnico.
E não foi só o Bitcoin que recebeu dinheiro novo, não. O Ethereum também teve uma semana positiva. Os ETFs à vista de ETH registraram cerca de US$ 245 milhões em entradas, também o melhor resultado desde abril.
Isso mostra que o interesse dos investidores está se espalhando por outras criptomoedas e não ficou concentrado apenas no Bitcoin.
Bitcoin começa a se aproximar do comportamento do ouro
Outro ponto que chamou a atenção foi a correlação entre o Bitcoin e o ouro. Nos últimos 30 dias, essa relação chegou a 0,57, o maior nível desde o começo de janeiro de 2025.
De maneira simples, quanto mais esse número se aproxima de 1, maior é a tendência de os dois ativos caminharem na mesma direção. Quando fica perto de 0, essa relação é bem menor.
Esse movimento acontece num momento em que investidores procuram ativos considerados escassos e capazes de preservar valor, principalmente diante das preocupações com a situação fiscal dos Estados Unidos.
Os juros dos títulos do Tesouro americano de 10 anos voltaram para 4,66%, maior nível desde janeiro de 2025. Em março, esses juros chegaram a ficar abaixo dos 4%.
Quando fica mais caro para o governo americano financiar sua dívida, o mercado costuma prestar mais atenção a ativos como ouro e Bitcoin, que são vistos por parte dos investidores como alternativas de reserva de valor.
O ouro, por sua vez, acumula alta de aproximadamente 7,3% no mês e está sendo negociado perto dos US$ 4.336. A valorização vem sendo ajudada pela entrada de recursos nos ETFs de ouro e pelas compras realizadas por bancos centrais, principalmente a China.
CPI e PPI podem mexer bastante com o Bitcoin nesta semana
Agora, o mercado já está de olho nos próximos dados econômicos dos Estados Unidos.
O grande destaque da semana será o CPI de julho, índice que acompanha a inflação ao consumidor americano. O resultado será divulgado na quarta-feira (12).
A expectativa é de que o núcleo da inflação desacelere de 2,6% para 2,5% em 12 meses. Já a inflação cheia pode recuar de 3,5% para 3,4%.
O dado ganhou ainda mais importância depois do payroll divulgado na sexta-feira (7). O relatório mostrou 23 mil demissões líquidas, enquanto o mercado esperava a criação de aproximadamente 85 mil empregos.
Se a inflação vier abaixo do esperado, pode diminuir a pressão sobre o Federal Reserve para manter uma política monetária mais apertada. E isso, geralmente, é visto como um cenário favorável para ativos de risco, incluindo as criptomoedas.
Na quinta-feira (13), será a vez do PPI, índice que mede a inflação ao produtor. O indicador também será acompanhado de perto porque pode dar pistas sobre possíveis pressões futuras nos preços ao consumidor.
Se CPI e PPI vierem acima do esperado, o Bitcoin pode encontrar mais dificuldade para superar os US$ 67 mil.
Agora, se os números vierem mais comportados, pode dar aquele gás que o mercado está esperando para o BTC tentar romper essa resistência e buscar níveis mais altos. $ETH
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Baleias de XRP e Bitcoin aumentam suas compras: será que o mercado de baixa está chegando ao fim?Baleias de Bitcoin, Ethereum e XRP aumentam posições; será que o mercado de baixa está chegando ao fim? As grandes baleias do mercado de criptomoedas parecem estar aproveitando os preços mais baixos para aumentar suas posições em ativos como Bitcoin, Ethereum e XRP. É o que aponta uma análise da CryptoQuant. Segundo Julio Moreno, responsável pela área de pesquisa da empresa, os maiores investidores desses criptoativos vêm aumentando seus estoques justamente enquanto os preços se aproximam — ou até ficam abaixo — do custo médio pelo qual esses investidores compraram seus ativos. De acordo com Moreno, esse movimento ajuda a reduzir a pressão de venda e pode ser compatível com aquela fase final de um ciclo de baixa. Traduzindo para o bom e velho mineirês: pode ser que o mercado esteja chegando perto de uma região de fundo. Mas calma lá, porque ainda não dá pra bater o martelo dizendo que a virada já aconteceu. E o XRP, como fica nessa história? No caso do XRP, a CryptoQuant observou que o tamanho das ordens no mercado à vista continua mostrando participação de grandes baleias. Isso acontece mesmo com o token permanecendo na faixa de US$ 1,00 a US$ 1,20 e com uma capitalização de mercado girando em torno de US$ 66 bilhões. Por outro lado, o delta de volume cumulativo do tomador em 90 dias, indicador que ajuda a medir a força das compras e vendas agressivas, acabou ficando praticamente neutro. Segundo a análise, a presença de grandes ordens de compra, combinada com uma pressão de compra e venda relativamente equilibrada, aponta para uma acumulação mais tranquila. Ou seja, o pessoal grande não parece estar correndo para vender tudo, mas também ainda não começou aquela comprança forte capaz de empurrar o preço para cima de maneira consistente. É uma situação que combina com um padrão que vem sendo observado no mercado. A queda do Bitcoin tem sido relativamente moderada, e analistas continuam discutindo se o fundo do ciclo já pode ter sido formado. O que os gráficos do XRP estão mostrando? Na análise apresentada, o XRP era negociado a US$ 1,04, registrando uma alta de aproximadamente 0,5% no dia. O gráfico diário também sugere um cenário mais parecido com formação de uma base do que com um novo desabamento dos preços. A média móvel exponencial de 50 dias permanece abaixo da média de 200 dias, formando o chamado “cruzamento da morte”, um sinal tradicionalmente associado a uma tendência de baixa. O preço também permanece abaixo dessas médias, indicando que, apesar da possível acumulação das baleias, a tendência de queda ainda não foi oficialmente deixada para trás. O RSI estava em 39,5, abaixo da região de 50 pontos que costuma separar um cenário de maior força compradora de outro mais pressionado pelos vendedores. O indicador também se aproximava da região de sobrevenda, localizada em 30, mas ainda sem entrar nela. Já o ADX estava em 10,4. Esse número indica que o mercado não apresentava uma tendência forte naquele momento, com o preço mais preso numa movimentação lateral. O chamado “squeeze momentum” também permanecia desativado e com impulso negativo, sinalizando uma situação de volatilidade comprimida, sem uma expansão clara do movimento. XRP pode estar formando um fundo? O cenário apresentado lembra uma formação de base em estágio mais avançado. Em bom português: o preço vem ficando de lado por bastante tempo, sem conseguir engrenar uma recuperação mais forte, mas também sem despencar de vez. O XRP saiu de aproximadamente US$ 2,20 no começo de 2026 e passou a negociar durante um longo período próximo da região de US$ 1. Os dados de blockchain e o comportamento do gráfico apontam para uma situação parecida: as baleias parecem estar acumulando aos poucos, em vez de simplesmente abandonarem suas posições. Mas aqui vale aquele velho “devagar com o andor, que o santo é de barro”. A acumulação, sozinha, ainda não confirma uma reversão da tendência. Com o XRP abaixo do cruzamento da morte e o impulso permanecendo negativo, ainda falta um sinal mais convincente de mudança. Um fechamento diário acima da média móvel exponencial de 200 dias, localizada na região de US$ 1,12 segundo a análise, poderia ser um dos primeiros sinais de que essa acumulação começou a produzir resultado. E os próximos níveis? Na análise apresentada, a região de US$ 1,04 aparece como suporte imediato, funcionando como parte inferior da atual zona de formação de base. Caso esse suporte seja perdido de maneira consistente, os próximos níveis citados ficam próximos de US$ 0,9167 e US$ 0,8358. Do lado de cima, a primeira resistência importante aparece na região de US$ 1,1145, baseada no nível de Fibonacci mencionado na análise. Já uma barreira mais forte aparece perto de US$ 1,60. Então, por enquanto, o cenário é de atenção: as baleias parecem estar acumulando, o preço está tentando formar uma base, mas ainda não apareceu aquele sinal definitivo dizendo que a maré virou. Uai, pode ser que o mercado esteja preparando uma recuperação — mas, até os gráficos confirmarem, é melhor não cantar vitória antes da hora.

Baleias de XRP e Bitcoin aumentam suas compras: será que o mercado de baixa está chegando ao fim?

Baleias de Bitcoin, Ethereum e XRP aumentam posições; será que o mercado de baixa está chegando ao fim?
As grandes baleias do mercado de criptomoedas parecem estar aproveitando os preços mais baixos para aumentar suas posições em ativos como Bitcoin, Ethereum e XRP. É o que aponta uma análise da CryptoQuant.
Segundo Julio Moreno, responsável pela área de pesquisa da empresa, os maiores investidores desses criptoativos vêm aumentando seus estoques justamente enquanto os preços se aproximam — ou até ficam abaixo — do custo médio pelo qual esses investidores compraram seus ativos.
De acordo com Moreno, esse movimento ajuda a reduzir a pressão de venda e pode ser compatível com aquela fase final de um ciclo de baixa.
Traduzindo para o bom e velho mineirês: pode ser que o mercado esteja chegando perto de uma região de fundo. Mas calma lá, porque ainda não dá pra bater o martelo dizendo que a virada já aconteceu.
E o XRP, como fica nessa história?
No caso do XRP, a CryptoQuant observou que o tamanho das ordens no mercado à vista continua mostrando participação de grandes baleias. Isso acontece mesmo com o token permanecendo na faixa de US$ 1,00 a US$ 1,20 e com uma capitalização de mercado girando em torno de US$ 66 bilhões.
Por outro lado, o delta de volume cumulativo do tomador em 90 dias, indicador que ajuda a medir a força das compras e vendas agressivas, acabou ficando praticamente neutro.
Segundo a análise, a presença de grandes ordens de compra, combinada com uma pressão de compra e venda relativamente equilibrada, aponta para uma acumulação mais tranquila.
Ou seja, o pessoal grande não parece estar correndo para vender tudo, mas também ainda não começou aquela comprança forte capaz de empurrar o preço para cima de maneira consistente.
É uma situação que combina com um padrão que vem sendo observado no mercado. A queda do Bitcoin tem sido relativamente moderada, e analistas continuam discutindo se o fundo do ciclo já pode ter sido formado.
O que os gráficos do XRP estão mostrando?
Na análise apresentada, o XRP era negociado a US$ 1,04, registrando uma alta de aproximadamente 0,5% no dia.
O gráfico diário também sugere um cenário mais parecido com formação de uma base do que com um novo desabamento dos preços.
A média móvel exponencial de 50 dias permanece abaixo da média de 200 dias, formando o chamado “cruzamento da morte”, um sinal tradicionalmente associado a uma tendência de baixa.
O preço também permanece abaixo dessas médias, indicando que, apesar da possível acumulação das baleias, a tendência de queda ainda não foi oficialmente deixada para trás.
O RSI estava em 39,5, abaixo da região de 50 pontos que costuma separar um cenário de maior força compradora de outro mais pressionado pelos vendedores. O indicador também se aproximava da região de sobrevenda, localizada em 30, mas ainda sem entrar nela.
Já o ADX estava em 10,4. Esse número indica que o mercado não apresentava uma tendência forte naquele momento, com o preço mais preso numa movimentação lateral.
O chamado “squeeze momentum” também permanecia desativado e com impulso negativo, sinalizando uma situação de volatilidade comprimida, sem uma expansão clara do movimento.
XRP pode estar formando um fundo?
O cenário apresentado lembra uma formação de base em estágio mais avançado. Em bom português: o preço vem ficando de lado por bastante tempo, sem conseguir engrenar uma recuperação mais forte, mas também sem despencar de vez.
O XRP saiu de aproximadamente US$ 2,20 no começo de 2026 e passou a negociar durante um longo período próximo da região de US$ 1.
Os dados de blockchain e o comportamento do gráfico apontam para uma situação parecida: as baleias parecem estar acumulando aos poucos, em vez de simplesmente abandonarem suas posições.
Mas aqui vale aquele velho “devagar com o andor, que o santo é de barro”. A acumulação, sozinha, ainda não confirma uma reversão da tendência.
Com o XRP abaixo do cruzamento da morte e o impulso permanecendo negativo, ainda falta um sinal mais convincente de mudança.
Um fechamento diário acima da média móvel exponencial de 200 dias, localizada na região de US$ 1,12 segundo a análise, poderia ser um dos primeiros sinais de que essa acumulação começou a produzir resultado.
E os próximos níveis?
Na análise apresentada, a região de US$ 1,04 aparece como suporte imediato, funcionando como parte inferior da atual zona de formação de base.
Caso esse suporte seja perdido de maneira consistente, os próximos níveis citados ficam próximos de US$ 0,9167 e US$ 0,8358.
Do lado de cima, a primeira resistência importante aparece na região de US$ 1,1145, baseada no nível de Fibonacci mencionado na análise. Já uma barreira mais forte aparece perto de US$ 1,60.
Então, por enquanto, o cenário é de atenção: as baleias parecem estar acumulando, o preço está tentando formar uma base, mas ainda não apareceu aquele sinal definitivo dizendo que a maré virou.
Uai, pode ser que o mercado esteja preparando uma recuperação — mas, até os gráficos confirmarem, é melhor não cantar vitória antes da hora.
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Senado dos EUA adia votação da Clarity Act; probabilidade de aprovação em 2026 cai para 13%O Senado dos Estados Unidos não vai analisar o Clarity Act antes do recesso de agosto. Com isso, a proposta que busca criar regras federais para o mercado de criptomoedas ficou para setembro, justamente nas últimas semanas antes que a campanha das eleições de meio de mandato domine a agenda do Congresso. Na noite de quinta-feira (6), o líder da maioria no Senado, o republicano John Thune, confirmou o adiamento. Segundo ele, os democratas continuam resistentes à votação do projeto. Thune afirmou ainda que vem trabalhando junto aos autores da proposta e elogiou a atuação da senadora Cynthia Lummis, dizendo que o texto deverá voltar à pauta assim que o Senado retornar dos trabalhos. Os senadores entram em recesso nesta sexta-feira (7) e só voltam em meados de setembro. Depois disso, restará uma curta janela para discutir o projeto antes que as eleições de novembro passem a concentrar toda a atenção dos parlamentares. No mercado de previsões Polymarket, a expectativa de aprovação do Clarity Act em 2026 despencou para apenas 13%. Uma fonte ouvida pelo The Block afirmou que parte dos democratas prefere adiar a votação devido ao crescimento da influência política do setor de criptomoedas. O tempo extra também serviria para tentar reunir os 60 votos necessários para aprovar a proposta no plenário. O cenário praticamente não mudou desde maio, quando o Comitê Bancário do Senado aprovou o projeto por 15 votos a 9. Na ocasião, apenas dois democratas, Ruben Gallego e Angela Alsobrooks, apoiaram a medida. Para a aprovação final, seriam necessários cerca de seis votos democratas, enquanto parte do apoio republicano também perdeu força. Caso passe pelo Senado, o texto ainda precisará retornar à Câmara antes de seguir para a sanção do presidente Donald Trump. Questões éticas seguem travando o projeto Os principais impasses continuam sendo os mesmos: as regras para stablecoins, os mecanismos de combate às finanças ilícitas e, principalmente, as normas éticas relacionadas aos investimentos de Donald Trump em criptomoedas. Um adendo negociado pelos senadores Thom Tillis e Ruben Gallego, ainda em discussão com a Casa Branca, prevê que o presidente venda suas participações em negócios ligados ao setor. Pela legislação tributária americana, esse desinvestimento poderia permitir o adiamento do pagamento do imposto sobre ganhos de capital, além de oferecer outras vantagens fiscais caso os novos investimentos fossem mantidos até o fim da vida. Em 2025, Trump declarou cerca de US$ 1,4 bilhão em ganhos relacionados a criptomoedas e memecoins e mantém uma participação de 38% na World Liberty Financial por meio de uma empresa afiliada. O texto também daria aos procuradores-gerais estaduais a possibilidade de agir para exigir o cumprimento das regras de ética caso o Departamento de Justiça optasse por não fazê-lo. Ainda não há definição sobre a posição da Casa Branca em relação a esse ponto. Os sinais de dificuldade para o Clarity Act já apareciam nas últimas semanas. Antes mesmo do recesso, John Thune havia indicado que o projeto dificilmente seria votado a tempo. Em junho, a Galaxy Research também reduziu para cerca de 50% a probabilidade de aprovação da proposta ainda neste ano. Mesmo diante do atraso, representantes da indústria seguem demonstrando confiança. O diretor-executivo do Crypto Council for Innovation, Ji Hun Kim, afirmou que o adiamento foi frustrante, mas não altera o rumo das negociações. Segundo ele, cada dia sem uma regulamentação clara faz com que empresas, desenvolvedores e investidores americanos procurem outros mercados, deixando os consumidores mais expostos. Caso o Clarity Act continue travado no Congresso, existe outra possibilidade. O presidente da SEC, Paul Atkins, declarou no mês passado que a agência está preparada para elaborar regras próprias para o setor de criptomoedas, embora parte da indústria prefira uma lei aprovada pelo Congresso, já que normas criadas apenas pela agência podem ser modificadas por futuras administrações.$BTC ,$ETH ,$XRP

Senado dos EUA adia votação da Clarity Act; probabilidade de aprovação em 2026 cai para 13%

O Senado dos Estados Unidos não vai analisar o Clarity Act antes do recesso de agosto. Com isso, a proposta que busca criar regras federais para o mercado de criptomoedas ficou para setembro, justamente nas últimas semanas antes que a campanha das eleições de meio de mandato domine a agenda do Congresso.
Na noite de quinta-feira (6), o líder da maioria no Senado, o republicano John Thune, confirmou o adiamento. Segundo ele, os democratas continuam resistentes à votação do projeto. Thune afirmou ainda que vem trabalhando junto aos autores da proposta e elogiou a atuação da senadora Cynthia Lummis, dizendo que o texto deverá voltar à pauta assim que o Senado retornar dos trabalhos.
Os senadores entram em recesso nesta sexta-feira (7) e só voltam em meados de setembro. Depois disso, restará uma curta janela para discutir o projeto antes que as eleições de novembro passem a concentrar toda a atenção dos parlamentares.
No mercado de previsões Polymarket, a expectativa de aprovação do Clarity Act em 2026 despencou para apenas 13%.
Uma fonte ouvida pelo The Block afirmou que parte dos democratas prefere adiar a votação devido ao crescimento da influência política do setor de criptomoedas. O tempo extra também serviria para tentar reunir os 60 votos necessários para aprovar a proposta no plenário.
O cenário praticamente não mudou desde maio, quando o Comitê Bancário do Senado aprovou o projeto por 15 votos a 9. Na ocasião, apenas dois democratas, Ruben Gallego e Angela Alsobrooks, apoiaram a medida. Para a aprovação final, seriam necessários cerca de seis votos democratas, enquanto parte do apoio republicano também perdeu força. Caso passe pelo Senado, o texto ainda precisará retornar à Câmara antes de seguir para a sanção do presidente Donald Trump.
Questões éticas seguem travando o projeto
Os principais impasses continuam sendo os mesmos: as regras para stablecoins, os mecanismos de combate às finanças ilícitas e, principalmente, as normas éticas relacionadas aos investimentos de Donald Trump em criptomoedas.
Um adendo negociado pelos senadores Thom Tillis e Ruben Gallego, ainda em discussão com a Casa Branca, prevê que o presidente venda suas participações em negócios ligados ao setor. Pela legislação tributária americana, esse desinvestimento poderia permitir o adiamento do pagamento do imposto sobre ganhos de capital, além de oferecer outras vantagens fiscais caso os novos investimentos fossem mantidos até o fim da vida.
Em 2025, Trump declarou cerca de US$ 1,4 bilhão em ganhos relacionados a criptomoedas e memecoins e mantém uma participação de 38% na World Liberty Financial por meio de uma empresa afiliada.
O texto também daria aos procuradores-gerais estaduais a possibilidade de agir para exigir o cumprimento das regras de ética caso o Departamento de Justiça optasse por não fazê-lo. Ainda não há definição sobre a posição da Casa Branca em relação a esse ponto.
Os sinais de dificuldade para o Clarity Act já apareciam nas últimas semanas. Antes mesmo do recesso, John Thune havia indicado que o projeto dificilmente seria votado a tempo. Em junho, a Galaxy Research também reduziu para cerca de 50% a probabilidade de aprovação da proposta ainda neste ano.
Mesmo diante do atraso, representantes da indústria seguem demonstrando confiança. O diretor-executivo do Crypto Council for Innovation, Ji Hun Kim, afirmou que o adiamento foi frustrante, mas não altera o rumo das negociações. Segundo ele, cada dia sem uma regulamentação clara faz com que empresas, desenvolvedores e investidores americanos procurem outros mercados, deixando os consumidores mais expostos.
Caso o Clarity Act continue travado no Congresso, existe outra possibilidade. O presidente da SEC, Paul Atkins, declarou no mês passado que a agência está preparada para elaborar regras próprias para o setor de criptomoedas, embora parte da indústria prefira uma lei aprovada pelo Congresso, já que normas criadas apenas pela agência podem ser modificadas por futuras administrações.$BTC ,$ETH ,$XRP
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Putin aprova primeira legislação da Rússia voltada às criptomoedasO presidente Vladimir Putin oficializou, na terça-feira, a primeira lei ampla da Rússia voltada à regulamentação do mercado de criptomoedas, segundo informações divulgadas pela agência estatal Tass. A nova legislação define regras para emissão, custódia, registro contábil e negociação de ativos digitais. Além disso, cria um modelo único para o funcionamento de exchanges, empresas de custódia, corretoras e câmaras de compensação. Apesar do avanço regulatório, o governo russo continua proibindo o uso de criptomoedas como forma de pagamento por produtos e serviços. A lei também impede a divulgação de anúncios que incentivem pagamentos utilizando esses ativos. Em 2024, a Rússia já havia autorizado oficialmente a mineração de criptomoedas por meio de uma legislação específica sancionada por Putin. Agora, o novo texto complementa aquele marco legal ao estabelecer normas para negociação e armazenamento dos ativos digitais. Como será o funcionamento do mercado Pelas novas regras, somente empresas cadastradas em um registro oficial do governo poderão operar exchanges de criptomoedas. As plataformas que já atuam no país terão prazo até 1º de julho de 2027 para concluir o registro. As exchanges autorizadas precisarão manter capital próprio mínimo de 15 milhões de rublos (aproximadamente US$ 187 mil) e integrar uma entidade autorreguladora do mercado financeiro. Uma empresa será considerada operadora de exchange ao movimentar mais de 3,5 milhões de rublos em negociações durante um mês. Bancos e instituições financeiras também deverão bloquear transferências suspeitas destinadas a plataformas não autorizadas. O acesso dos investidores de varejo será controlado. Quem não possuir qualificação profissional poderá comprar apenas as criptomoedas de maior liquidez — cuja lista ainda será divulgada — por meio de intermediários licenciados, com limite anual de 300 mil rublos por instituição. Além disso, investidores comuns e qualificados terão que realizar um teste de conhecimento antes de negociar. Apenas os investidores qualificados ficarão livres de limite de compra. Outro ponto importante é que a legislação garante proteção judicial aos proprietários de criptomoedas, mesmo que esses ativos não tenham sido declarados anteriormente. Grande parte das regras começa a valer em 1º de setembro. Durante a elaboração da lei, o principal debate foi diferenciar a compra e posse de criptomoedas do uso desses ativos como meio de pagamento. O objetivo do governo é permitir um mercado regulado de investimentos, sem transformar as criptomoedas em uma moeda alternativa ao rublo. A nova estrutura também acompanha os planos de expansão do rublo digital, cuja adoção deverá contar com apoio dos bancos a partir da mesma data. Impacto nas sanções internacionais A legislação também prevê exceções importantes para operações internacionais. Contratos de comércio exterior entre empresas russas e estrangeiras poderão utilizar criptomoedas, assim como negociações envolvendo ativos obtidos por mineração e pagamentos realizados em plataformas de ativos digitais. Esse ponto deve chamar a atenção de reguladores internacionais, já que a Rússia tem recorrido cada vez mais às criptomoedas para facilitar transações internacionais em meio às sanções econômicas impostas por países ocidentais. Na prática, a nova lei oferece aos investidores russos um ambiente legal e regulamentado para negociar criptomoedas, enquanto concede ao governo maior capacidade de monitorar e supervisionar esse mercado por meio do banco central.$NVDA.US ,$BNB $SOL

Putin aprova primeira legislação da Rússia voltada às criptomoedas

O presidente Vladimir Putin oficializou, na terça-feira, a primeira lei ampla da Rússia voltada à regulamentação do mercado de criptomoedas, segundo informações divulgadas pela agência estatal Tass.
A nova legislação define regras para emissão, custódia, registro contábil e negociação de ativos digitais. Além disso, cria um modelo único para o funcionamento de exchanges, empresas de custódia, corretoras e câmaras de compensação.
Apesar do avanço regulatório, o governo russo continua proibindo o uso de criptomoedas como forma de pagamento por produtos e serviços. A lei também impede a divulgação de anúncios que incentivem pagamentos utilizando esses ativos.
Em 2024, a Rússia já havia autorizado oficialmente a mineração de criptomoedas por meio de uma legislação específica sancionada por Putin. Agora, o novo texto complementa aquele marco legal ao estabelecer normas para negociação e armazenamento dos ativos digitais.
Como será o funcionamento do mercado
Pelas novas regras, somente empresas cadastradas em um registro oficial do governo poderão operar exchanges de criptomoedas. As plataformas que já atuam no país terão prazo até 1º de julho de 2027 para concluir o registro.
As exchanges autorizadas precisarão manter capital próprio mínimo de 15 milhões de rublos (aproximadamente US$ 187 mil) e integrar uma entidade autorreguladora do mercado financeiro.
Uma empresa será considerada operadora de exchange ao movimentar mais de 3,5 milhões de rublos em negociações durante um mês. Bancos e instituições financeiras também deverão bloquear transferências suspeitas destinadas a plataformas não autorizadas.
O acesso dos investidores de varejo será controlado. Quem não possuir qualificação profissional poderá comprar apenas as criptomoedas de maior liquidez — cuja lista ainda será divulgada — por meio de intermediários licenciados, com limite anual de 300 mil rublos por instituição. Além disso, investidores comuns e qualificados terão que realizar um teste de conhecimento antes de negociar. Apenas os investidores qualificados ficarão livres de limite de compra.
Outro ponto importante é que a legislação garante proteção judicial aos proprietários de criptomoedas, mesmo que esses ativos não tenham sido declarados anteriormente.
Grande parte das regras começa a valer em 1º de setembro. Durante a elaboração da lei, o principal debate foi diferenciar a compra e posse de criptomoedas do uso desses ativos como meio de pagamento. O objetivo do governo é permitir um mercado regulado de investimentos, sem transformar as criptomoedas em uma moeda alternativa ao rublo.
A nova estrutura também acompanha os planos de expansão do rublo digital, cuja adoção deverá contar com apoio dos bancos a partir da mesma data.
Impacto nas sanções internacionais
A legislação também prevê exceções importantes para operações internacionais. Contratos de comércio exterior entre empresas russas e estrangeiras poderão utilizar criptomoedas, assim como negociações envolvendo ativos obtidos por mineração e pagamentos realizados em plataformas de ativos digitais.
Esse ponto deve chamar a atenção de reguladores internacionais, já que a Rússia tem recorrido cada vez mais às criptomoedas para facilitar transações internacionais em meio às sanções econômicas impostas por países ocidentais.
Na prática, a nova lei oferece aos investidores russos um ambiente legal e regulamentado para negociar criptomoedas, enquanto concede ao governo maior capacidade de monitorar e supervisionar esse mercado por meio do banco central.$NVDA.US ,$BNB $SOL
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S&P Global divulga análise sobre stablecoins e aponta riscos em alguns projetosA S&P Global Ratings divulgou, na última terça-feira (4), um relatório que analisa o mercado de stablecoins. O estudo avaliou a capacidade de 11 projetos manterem suas moedas pareadas com o dólar e o euro, destacando diferenças importantes entre os emissores. Segundo a agência, mais da metade das stablecoins analisadas recebeu classificação considerada adequada ou superior, indicando boa qualidade dos ativos de reserva e práticas consistentes de gestão de riscos. Por outro lado, dois projetos tiveram suas notas rebaixadas para o nível mais baixo da escala, refletindo uma condição de maior fragilidade observada ao longo dos últimos três trimestres. As demais nove avaliações permaneceram inalteradas. O analista Mohamed Damak afirmou que ainda existem diferenças relevantes entre as stablecoins avaliadas, o que pode aumentar o risco de perda da paridade em alguns casos. «"As stablecoins podem enfrentar riscos que levam à sua desvinculação. Com mais da metade de nossas avaliações agora classificadas como adequadas ou superiores, estamos observando uma qualidade de ativos mais robusta e boas práticas de gestão de riscos entre alguns emissores. No entanto, ainda existem diferenças significativas entre as stablecoins, o que pode aumentar o risco de desvinculação", afirmou Damak.» Relatório destaca qualidade das reservas e gestão de riscos De acordo com a S&P Global Ratings, os projetos que receberam as melhores notas demonstraram maior capacidade de preservar a paridade de suas moedas mesmo em períodos de forte volatilidade no mercado. O sistema de classificação foi lançado em dezembro de 2023 com o objetivo de oferecer mais transparência sobre a liquidez, a qualidade das reservas e a estrutura operacional das stablecoins. Além da composição dos ativos de garantia, a avaliação também considera fatores como o ambiente regulatório, a governança dos emissores e a dependência de parceiros tecnológicos. A escala vai do nível 1, considerado o mais forte, ao nível 5, que representa maior vulnerabilidade. Tether segue entre as stablecoins com pior classificação Entre os destaques positivos do levantamento, a USD Coin (USDC), a Euro Coin (EUROC), a Global Dollar (USDG) e a Paxos USD (USDP) receberam nota 2, indicando elevado nível de confiança. Já a Gemini USD (GUSD) e a EUR Convertible obtiveram nota 3, considerada intermediária e compatível com padrões aceitáveis de segurança e gestão. Na outra ponta da lista, a Tether (USDT) permaneceu com nota 5, a mais baixa da classificação. A TrueUSD (TUSD) e a Ethena USD (USDe) também aparecem no grupo de maior alerta, segundo os critérios utilizados pela S&P Global Ratings.

S&P Global divulga análise sobre stablecoins e aponta riscos em alguns projetos

A S&P Global Ratings divulgou, na última terça-feira (4), um relatório que analisa o mercado de stablecoins. O estudo avaliou a capacidade de 11 projetos manterem suas moedas pareadas com o dólar e o euro, destacando diferenças importantes entre os emissores.
Segundo a agência, mais da metade das stablecoins analisadas recebeu classificação considerada adequada ou superior, indicando boa qualidade dos ativos de reserva e práticas consistentes de gestão de riscos.
Por outro lado, dois projetos tiveram suas notas rebaixadas para o nível mais baixo da escala, refletindo uma condição de maior fragilidade observada ao longo dos últimos três trimestres. As demais nove avaliações permaneceram inalteradas.
O analista Mohamed Damak afirmou que ainda existem diferenças relevantes entre as stablecoins avaliadas, o que pode aumentar o risco de perda da paridade em alguns casos.
«"As stablecoins podem enfrentar riscos que levam à sua desvinculação. Com mais da metade de nossas avaliações agora classificadas como adequadas ou superiores, estamos observando uma qualidade de ativos mais robusta e boas práticas de gestão de riscos entre alguns emissores. No entanto, ainda existem diferenças significativas entre as stablecoins, o que pode aumentar o risco de desvinculação", afirmou Damak.»
Relatório destaca qualidade das reservas e gestão de riscos
De acordo com a S&P Global Ratings, os projetos que receberam as melhores notas demonstraram maior capacidade de preservar a paridade de suas moedas mesmo em períodos de forte volatilidade no mercado.
O sistema de classificação foi lançado em dezembro de 2023 com o objetivo de oferecer mais transparência sobre a liquidez, a qualidade das reservas e a estrutura operacional das stablecoins.
Além da composição dos ativos de garantia, a avaliação também considera fatores como o ambiente regulatório, a governança dos emissores e a dependência de parceiros tecnológicos. A escala vai do nível 1, considerado o mais forte, ao nível 5, que representa maior vulnerabilidade.
Tether segue entre as stablecoins com pior classificação
Entre os destaques positivos do levantamento, a USD Coin (USDC), a Euro Coin (EUROC), a Global Dollar (USDG) e a Paxos USD (USDP) receberam nota 2, indicando elevado nível de confiança.
Já a Gemini USD (GUSD) e a EUR Convertible obtiveram nota 3, considerada intermediária e compatível com padrões aceitáveis de segurança e gestão.
Na outra ponta da lista, a Tether (USDT) permaneceu com nota 5, a mais baixa da classificação. A TrueUSD (TUSD) e a Ethena USD (USDe) também aparecem no grupo de maior alerta, segundo os critérios utilizados pela S&P Global Ratings.
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Hashdex encerra ETF de Bitcoin nos Estados Unidos por falta de interesse dos investidoresA Hashdex decidiu encerrar seu ETF de Bitcoin à vista negociado nos Estados Unidos depois que o fundo não conseguiu ganhar força entre os investidores. Atualmente, o produto reúne apenas US$ 14,7 milhões em ativos sob gestão, valor considerado baixo para o mercado. Segundo um documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) na última segunda-feira (3), o ETF, negociado na bolsa NYSE Arca sob o código DEFI, terá sua negociação encerrada no dia 17 de agosto. Depois dessa data, o fundo será retirado da bolsa. Os investidores que ainda mantiverem cotas do ETF deverão receber o pagamento em dinheiro por volta de 28 de agosto. Para isso, a gestora venderá todos os Bitcoins restantes da carteira antes de concluir o processo de encerramento. No comunicado, a Hashdex informa que, após o último dia de negociação, o fundo deixará de perseguir seu objetivo de investimento e passará apenas a realizar os procedimentos necessários para o fechamento definitivo das operações. Isso inclui preservar o patrimônio, quitar eventuais obrigações e distribuir os recursos restantes aos acionistas. A empresa explicou que a decisão foi tomada após analisar diversos fatores, como o volume de ativos administrados, a liquidez das negociações, os custos de operação, o interesse dos investidores e o papel do ETF dentro da estratégia global de produtos da gestora. Apesar do encerramento desse fundo, a Hashdex destacou que continua administrando mais de US$ 200 milhões em produtos de investimento disponíveis para investidores no mercado norte-americano. O que é um ETF? Um ETF (Exchange Traded Fund) é um fundo negociado em bolsa que permite ao investidor acompanhar o desempenho de um determinado ativo sem precisar comprá-lo diretamente. No caso do ETF de Bitcoin, o investidor adquire cotas do fundo, cujo valor acompanha a variação da criptomoeda. No processo de liquidação, entretanto, o valor recebido pode ser diferente da cotação do Bitcoin no momento, já que os ativos precisam ser vendidos antes da distribuição dos recursos. O encerramento acontece pouco mais de dois anos após a entrada da Hashdex no mercado de ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos, que ganhou força depois da aprovação dos primeiros fundos desse tipo pela SEC, em janeiro de 2024. Antes disso, a empresa operava um ETF de contratos futuros de Bitcoin, listado desde setembro de 2022 com o código DEFI. Em 2024, o produto foi convertido para um ETF de Bitcoin à vista, chegando a manter aproximadamente 5.500 Bitcoins em sua carteira. Na sequência, a Hashdex também tentou ampliar sua presença no mercado americano com uma proposta de ETF que reuniria Bitcoin e Ethereum. No entanto, a SEC adiou a análise do pedido, deixando o projeto sem uma decisão definitiva.$ETH

Hashdex encerra ETF de Bitcoin nos Estados Unidos por falta de interesse dos investidores

A Hashdex decidiu encerrar seu ETF de Bitcoin à vista negociado nos Estados Unidos depois que o fundo não conseguiu ganhar força entre os investidores. Atualmente, o produto reúne apenas US$ 14,7 milhões em ativos sob gestão, valor considerado baixo para o mercado.
Segundo um documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) na última segunda-feira (3), o ETF, negociado na bolsa NYSE Arca sob o código DEFI, terá sua negociação encerrada no dia 17 de agosto. Depois dessa data, o fundo será retirado da bolsa.
Os investidores que ainda mantiverem cotas do ETF deverão receber o pagamento em dinheiro por volta de 28 de agosto. Para isso, a gestora venderá todos os Bitcoins restantes da carteira antes de concluir o processo de encerramento.
No comunicado, a Hashdex informa que, após o último dia de negociação, o fundo deixará de perseguir seu objetivo de investimento e passará apenas a realizar os procedimentos necessários para o fechamento definitivo das operações. Isso inclui preservar o patrimônio, quitar eventuais obrigações e distribuir os recursos restantes aos acionistas.
A empresa explicou que a decisão foi tomada após analisar diversos fatores, como o volume de ativos administrados, a liquidez das negociações, os custos de operação, o interesse dos investidores e o papel do ETF dentro da estratégia global de produtos da gestora.
Apesar do encerramento desse fundo, a Hashdex destacou que continua administrando mais de US$ 200 milhões em produtos de investimento disponíveis para investidores no mercado norte-americano.
O que é um ETF?
Um ETF (Exchange Traded Fund) é um fundo negociado em bolsa que permite ao investidor acompanhar o desempenho de um determinado ativo sem precisar comprá-lo diretamente. No caso do ETF de Bitcoin, o investidor adquire cotas do fundo, cujo valor acompanha a variação da criptomoeda. No processo de liquidação, entretanto, o valor recebido pode ser diferente da cotação do Bitcoin no momento, já que os ativos precisam ser vendidos antes da distribuição dos recursos.
O encerramento acontece pouco mais de dois anos após a entrada da Hashdex no mercado de ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos, que ganhou força depois da aprovação dos primeiros fundos desse tipo pela SEC, em janeiro de 2024.
Antes disso, a empresa operava um ETF de contratos futuros de Bitcoin, listado desde setembro de 2022 com o código DEFI. Em 2024, o produto foi convertido para um ETF de Bitcoin à vista, chegando a manter aproximadamente 5.500 Bitcoins em sua carteira.
Na sequência, a Hashdex também tentou ampliar sua presença no mercado americano com uma proposta de ETF que reuniria Bitcoin e Ethereum. No entanto, a SEC adiou a análise do pedido, deixando o projeto sem uma decisão definitiva.$ETH
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Regulação das criptomoedas: empresas pedem ao Banco Central uma transição mais longaEntidades do mercado cripto pedem ao Banco Central mais 120 dias para adaptação às novas regras Três importantes associações que representam o setor de ativos virtuais no Brasil — ABToken, ABFintechs e Zetta — enviaram um pedido formal ao Banco Central para ampliar em 120 dias o prazo de transição previsto pela Resolução BCB nº 520/2025. A solicitação busca estender o calendário que atualmente termina em 30 de outubro de 2026, dando mais tempo para que as Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAVs) concluam os processos de adequação, apresentem pedidos de autorização e cumpram as novas exigências regulatórias. Caso o Banco Central aceite o pedido, o novo prazo passaria para o fim de fevereiro de 2027. No documento encaminhado ao Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor), as entidades explicam que as mudanças afetam não apenas as empresas de criptomoedas, mas também bancos, instituições de pagamento e outros participantes ligados ao ecossistema financeiro digital. O ofício foi assinado por Regina Pedroso Caminha, diretora executiva da ABToken; Fernanda Garibaldi, diretora executiva da Zetta; e Sérgio Constantini, presidente da ABFintechs. Certificação técnica preocupa o setor Um dos principais argumentos apresentados pelas associações é a dificuldade enfrentada pelas empresas no processo de certificação técnica independente exigido pela regulamentação do Banco Central. A exigência envolve auditorias para avaliar a segurança dos sistemas, controles de proteção cibernética, custódia de ativos digitais e mecanismos de prevenção contra atividades ilícitas. Dados apresentados pela CertiK, empresa especializada em segurança blockchain, apontam que aproximadamente 80% dos projetos de certificação em andamento no Brasil ainda estão nas fases iniciais, com menos de 30% das etapas concluídas. Segundo as entidades, o atraso não ocorre por falta de esforço das empresas, mas pela complexidade dos processos necessários para atender todas as exigências estabelecidas. O setor também alerta para o risco de sobrecarga das certificadoras próximas ao prazo final, já que os relatórios dependem de sistemas já implantados, testados e com histórico de funcionamento. Novas regras aumentaram desafios para empresas Outro ponto levantado pelas associações é que o período de adaptação ocorreu enquanto novas normas ainda estavam sendo publicadas pelo Banco Central. Desde a criação da Resolução BCB nº 520, em novembro de 2025, foram divulgadas regras complementares envolvendo certificação técnica, auditorias financeiras, envio de informações, controles de prevenção à lavagem de dinheiro e requisitos prudenciais específicos para as empresas do setor. Na avaliação das entidades, a chegada dessas novas exigências fez com que muitas companhias precisassem revisar projetos, contratar novos fornecedores e refazer etapas de adequação. Pedidos apresentados ao Banco Central No pedido enviado ao órgão regulador, ABToken, Zetta e ABFintechs solicitaram: extensão de 120 dias para a comunicação formal das instituições financeiras que atuam com ativos virtuais; ampliação do prazo para migração de operações e clientes de empresas estrangeiras para estruturas brasileiras; mais 120 dias para o protocolo dos pedidos de autorização das SPSAVs; adiamento das restrições operacionais previstas para evitar interrupções de serviços. As associações afirmam que a prorrogação não diminuiria as exigências de segurança e controle, mas permitiria uma implementação mais organizada, reduzindo riscos para o mercado financeiro e para os usuários. Até o momento, o Banco Central ainda não divulgou uma decisão oficial sobre o pedido. $NVDA.US ,$BANANAS31

Regulação das criptomoedas: empresas pedem ao Banco Central uma transição mais longa

Entidades do mercado cripto pedem ao Banco Central mais 120 dias para adaptação às novas regras
Três importantes associações que representam o setor de ativos virtuais no Brasil — ABToken, ABFintechs e Zetta — enviaram um pedido formal ao Banco Central para ampliar em 120 dias o prazo de transição previsto pela Resolução BCB nº 520/2025.
A solicitação busca estender o calendário que atualmente termina em 30 de outubro de 2026, dando mais tempo para que as Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAVs) concluam os processos de adequação, apresentem pedidos de autorização e cumpram as novas exigências regulatórias.
Caso o Banco Central aceite o pedido, o novo prazo passaria para o fim de fevereiro de 2027.
No documento encaminhado ao Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor), as entidades explicam que as mudanças afetam não apenas as empresas de criptomoedas, mas também bancos, instituições de pagamento e outros participantes ligados ao ecossistema financeiro digital.
O ofício foi assinado por Regina Pedroso Caminha, diretora executiva da ABToken; Fernanda Garibaldi, diretora executiva da Zetta; e Sérgio Constantini, presidente da ABFintechs.
Certificação técnica preocupa o setor
Um dos principais argumentos apresentados pelas associações é a dificuldade enfrentada pelas empresas no processo de certificação técnica independente exigido pela regulamentação do Banco Central.
A exigência envolve auditorias para avaliar a segurança dos sistemas, controles de proteção cibernética, custódia de ativos digitais e mecanismos de prevenção contra atividades ilícitas.
Dados apresentados pela CertiK, empresa especializada em segurança blockchain, apontam que aproximadamente 80% dos projetos de certificação em andamento no Brasil ainda estão nas fases iniciais, com menos de 30% das etapas concluídas.
Segundo as entidades, o atraso não ocorre por falta de esforço das empresas, mas pela complexidade dos processos necessários para atender todas as exigências estabelecidas.
O setor também alerta para o risco de sobrecarga das certificadoras próximas ao prazo final, já que os relatórios dependem de sistemas já implantados, testados e com histórico de funcionamento.
Novas regras aumentaram desafios para empresas
Outro ponto levantado pelas associações é que o período de adaptação ocorreu enquanto novas normas ainda estavam sendo publicadas pelo Banco Central.
Desde a criação da Resolução BCB nº 520, em novembro de 2025, foram divulgadas regras complementares envolvendo certificação técnica, auditorias financeiras, envio de informações, controles de prevenção à lavagem de dinheiro e requisitos prudenciais específicos para as empresas do setor.
Na avaliação das entidades, a chegada dessas novas exigências fez com que muitas companhias precisassem revisar projetos, contratar novos fornecedores e refazer etapas de adequação.
Pedidos apresentados ao Banco Central
No pedido enviado ao órgão regulador, ABToken, Zetta e ABFintechs solicitaram:
extensão de 120 dias para a comunicação formal das instituições financeiras que atuam com ativos virtuais;
ampliação do prazo para migração de operações e clientes de empresas estrangeiras para estruturas brasileiras;
mais 120 dias para o protocolo dos pedidos de autorização das SPSAVs;
adiamento das restrições operacionais previstas para evitar interrupções de serviços.
As associações afirmam que a prorrogação não diminuiria as exigências de segurança e controle, mas permitiria uma implementação mais organizada, reduzindo riscos para o mercado financeiro e para os usuários.
Até o momento, o Banco Central ainda não divulgou uma decisão oficial sobre o pedido. $NVDA.US ,$BANANAS31
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Responsabilidade criminal de controladores de PSAVs será tema de live nesta quinta-feiraAntes da entrada em vigor das novas regras para o mercado de ativos virtuais, muitos temas ligados à responsabilidade dos gestores ainda geravam dúvidas. Agora, esse cenário será debatido em uma live promovida pela ABToken, na quinta-feira, 6 de agosto, às 18h, com foco na responsabilidade criminal de controladores e administradores das prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs). O encontro contará com a participação da advogada criminalista Marina Brecht, fundadora do Brecht & Ribeiro Advogados, e de Paulo Portuguez, especialista em regulação bancária e assessor jurídico da ABToken. A proposta é discutir um ponto que tem chamado a atenção de quem ocupa cargos de liderança no setor: em muitas investigações recentes, a responsabilização criminal de executivos não acontece apenas por ações praticadas, mas também pela falta de medidas que deveriam ter sido adotadas. Esse entendimento está ligado ao conceito de omissão imprópria, situação em que o dirigente possui o dever legal de agir para evitar determinado resultado, mas permanece inativo, podendo responder criminalmente por isso. O tema ganha ainda mais importância após a entrada em vigor da Lei 14.478/2022 e das normas publicadas pelo Banco Central. Com isso, as PSAVs passaram a operar sob regras claras, deixando para trás o antigo cenário de pouca regulamentação. As empresas do setor agora precisam cumprir exigências relacionadas à governança corporativa, controles internos, prevenção à lavagem de dinheiro e segregação patrimonial. Além disso, a legislação passou a equiparar, para fins penais, as prestadoras de serviços de ativos virtuais às instituições financeiras, permitindo a aplicação dos crimes previstos contra o Sistema Financeiro Nacional. Outro ponto de destaque é o novo Marco Legal do Crime Organizado (Lei nº 15.358/2026), que amplia os desafios para o segmento ao criar novos tipos penais e prever medidas cautelares que podem atingir diretamente as empresas e seus administradores. Segundo Marina Brecht, o maior risco para um dirigente muitas vezes está justamente naquilo que ele deixa de fazer. De acordo com a advogada, quem ocupa posição de comando pode ter o dever jurídico de impedir determinados resultados e, se não agir quando deveria, poderá responder criminalmente como se tivesse participado diretamente do crime. Durante a transmissão também serão abordados temas como os critérios de responsabilização penal dentro de empresas, a definição da posição de garantidor, a delegação de funções entre diretores, a divisão de competências e a relação entre descumprimento de normas regulatórias e responsabilização criminal. Marina destaca ainda que a regulamentação mudou completamente o cenário para o setor. Na avaliação dela, aquilo que antes era visto apenas como uma boa prática de gestão agora se transformou em obrigação legal, tornando a governança corporativa uma importante ferramenta de proteção jurídica para empresas e seus administradores. A live é voltada para controladores, administradores, profissionais de compliance, departamentos jurídicos e advogados que atuam no mercado de ativos virtuais, além de interessados em compreender onde termina o risco regulatório e começa a responsabilidade pessoal dos gestores. Serviço Webinar: Responsabilidade criminal dos controladores das PSAVs Data: 6 de agosto de 2026 (quinta-feira) Horário: 18h Participantes: Marina Brecht (Brecht & Ribeiro Advogados) e Paulo Portuguez (ABToken) Inscrições: pelos canais oficiais da ABToken. $PEPE ,$POL ,$HOME

Responsabilidade criminal de controladores de PSAVs será tema de live nesta quinta-feira

Antes da entrada em vigor das novas regras para o mercado de ativos virtuais, muitos temas ligados à responsabilidade dos gestores ainda geravam dúvidas. Agora, esse cenário será debatido em uma live promovida pela ABToken, na quinta-feira, 6 de agosto, às 18h, com foco na responsabilidade criminal de controladores e administradores das prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs).
O encontro contará com a participação da advogada criminalista Marina Brecht, fundadora do Brecht & Ribeiro Advogados, e de Paulo Portuguez, especialista em regulação bancária e assessor jurídico da ABToken.
A proposta é discutir um ponto que tem chamado a atenção de quem ocupa cargos de liderança no setor: em muitas investigações recentes, a responsabilização criminal de executivos não acontece apenas por ações praticadas, mas também pela falta de medidas que deveriam ter sido adotadas.
Esse entendimento está ligado ao conceito de omissão imprópria, situação em que o dirigente possui o dever legal de agir para evitar determinado resultado, mas permanece inativo, podendo responder criminalmente por isso.
O tema ganha ainda mais importância após a entrada em vigor da Lei 14.478/2022 e das normas publicadas pelo Banco Central. Com isso, as PSAVs passaram a operar sob regras claras, deixando para trás o antigo cenário de pouca regulamentação.
As empresas do setor agora precisam cumprir exigências relacionadas à governança corporativa, controles internos, prevenção à lavagem de dinheiro e segregação patrimonial. Além disso, a legislação passou a equiparar, para fins penais, as prestadoras de serviços de ativos virtuais às instituições financeiras, permitindo a aplicação dos crimes previstos contra o Sistema Financeiro Nacional.
Outro ponto de destaque é o novo Marco Legal do Crime Organizado (Lei nº 15.358/2026), que amplia os desafios para o segmento ao criar novos tipos penais e prever medidas cautelares que podem atingir diretamente as empresas e seus administradores.
Segundo Marina Brecht, o maior risco para um dirigente muitas vezes está justamente naquilo que ele deixa de fazer. De acordo com a advogada, quem ocupa posição de comando pode ter o dever jurídico de impedir determinados resultados e, se não agir quando deveria, poderá responder criminalmente como se tivesse participado diretamente do crime.
Durante a transmissão também serão abordados temas como os critérios de responsabilização penal dentro de empresas, a definição da posição de garantidor, a delegação de funções entre diretores, a divisão de competências e a relação entre descumprimento de normas regulatórias e responsabilização criminal.
Marina destaca ainda que a regulamentação mudou completamente o cenário para o setor. Na avaliação dela, aquilo que antes era visto apenas como uma boa prática de gestão agora se transformou em obrigação legal, tornando a governança corporativa uma importante ferramenta de proteção jurídica para empresas e seus administradores.
A live é voltada para controladores, administradores, profissionais de compliance, departamentos jurídicos e advogados que atuam no mercado de ativos virtuais, além de interessados em compreender onde termina o risco regulatório e começa a responsabilidade pessoal dos gestores.
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Webinar: Responsabilidade criminal dos controladores das PSAVs
Data: 6 de agosto de 2026 (quinta-feira)
Horário: 18h
Participantes: Marina Brecht (Brecht & Ribeiro Advogados) e Paulo Portuguez (ABToken)
Inscrições: pelos canais oficiais da ABToken.
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CVM promove encontro do Grupo de Trabalho de Tokenização com representantes do mercadoA Comissão de Valores Mobiliários (CVM) promoveu, na última sexta-feira (31), um encontro inédito com representantes de diversas instituições do mercado financeiro para discutir os próximos passos da tokenização no Brasil. Durante a reunião, o Grupo de Trabalho de Tokenização (GTT) debateu formas de incentivar a inovação no mercado de capitais sem abrir mão da segurança jurídica e da proteção aos investidores. Segundo José Alexandre Vasco, superintendente de Desenvolvimento e Modernização Institucional da CVM e coordenador do grupo, o momento representa uma grande oportunidade para o avanço do setor. "É um desafio grande, mas também uma oportunidade única. A iniciativa da Presidência da CVM abre espaço para construirmos soluções que podem trazer benefícios importantes para o mercado de capitais e para o Brasil", afirmou. Vasco também destacou que o cenário atual é favorável para acelerar esse trabalho, graças ao reforço no orçamento da autarquia, aos investimentos em tecnologia e à criação de uma área voltada à Inteligência Artificial (IA). "Estamos em um momento muito positivo para avançar. Se deixarmos essa oportunidade passar, talvez percamos uma janela importante para modernizar o mercado", completou. O encontro reuniu mais de 50 representantes do setor privado, além de superintendentes da própria CVM. Participaram entidades como Anbima, ABCripto, Instituto Clima e Sociedade, entre outras organizações ligadas ao mercado financeiro e ao universo dos ativos digitais. O objetivo é construir, em conjunto, um modelo regulatório sólido para a tokenização de ativos no Brasil, criando regras que incentivem a inovação e tragam mais segurança para o desenvolvimento desse mercado. CVM estabelece prazos para apresentar proposta de regulamentação O presidente da CVM definiu um cronograma bastante apertado para os trabalhos do grupo. A expectativa é que um modelo experimental de regulamentação seja apresentado ao mercado em até 100 dias. Pela portaria publicada pela autarquia, uma proposta de norma deverá ser elaborada em cerca de 60 dias, enquanto um relatório detalhando as atividades e os próximos passos precisará ser entregue em até 120 dias. Caso haja necessidade técnica, o prazo poderá ser prorrogado por mais 30 dias. O assessor do colegiado, Maurício Bulcão Filho, reforçou o compromisso da equipe em cumprir o calendário e entregar um trabalho consistente. Ambiente de testes será fundamental para desenvolver novas soluções Durante o encontro, Bulcão Filho ressaltou que a CVM pretende utilizar ambientes de testes para avaliar, na prática, o funcionamento das plataformas de emissão e negociação de ativos tokenizados. Especialistas da BSM Supervisão de Mercados e da ABToken também participaram das discussões, abordando temas como o registro das operações realizadas após a negociação dos ativos. A proposta é reunir informações e experiências que sirvam de base para uma regulamentação moderna, capaz de acompanhar a evolução tecnológica sem limitar o surgimento de novas soluções. As conclusões obtidas pelo grupo deverão orientar a construção de um marco regulatório experimental, que poderá colocar o Brasil entre os países mais avançados na regulamentação da tokenização de ativos. Além disso, as equipes técnicas terão cerca de 45 dias para concluir os estudos iniciais que darão suporte às próximas etapas do projeto. $BTC ,$XRP ,$BNB

CVM promove encontro do Grupo de Trabalho de Tokenização com representantes do mercado

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) promoveu, na última sexta-feira (31), um encontro inédito com representantes de diversas instituições do mercado financeiro para discutir os próximos passos da tokenização no Brasil.
Durante a reunião, o Grupo de Trabalho de Tokenização (GTT) debateu formas de incentivar a inovação no mercado de capitais sem abrir mão da segurança jurídica e da proteção aos investidores.
Segundo José Alexandre Vasco, superintendente de Desenvolvimento e Modernização Institucional da CVM e coordenador do grupo, o momento representa uma grande oportunidade para o avanço do setor.
"É um desafio grande, mas também uma oportunidade única. A iniciativa da Presidência da CVM abre espaço para construirmos soluções que podem trazer benefícios importantes para o mercado de capitais e para o Brasil", afirmou.
Vasco também destacou que o cenário atual é favorável para acelerar esse trabalho, graças ao reforço no orçamento da autarquia, aos investimentos em tecnologia e à criação de uma área voltada à Inteligência Artificial (IA).
"Estamos em um momento muito positivo para avançar. Se deixarmos essa oportunidade passar, talvez percamos uma janela importante para modernizar o mercado", completou.
O encontro reuniu mais de 50 representantes do setor privado, além de superintendentes da própria CVM. Participaram entidades como Anbima, ABCripto, Instituto Clima e Sociedade, entre outras organizações ligadas ao mercado financeiro e ao universo dos ativos digitais.
O objetivo é construir, em conjunto, um modelo regulatório sólido para a tokenização de ativos no Brasil, criando regras que incentivem a inovação e tragam mais segurança para o desenvolvimento desse mercado.
CVM estabelece prazos para apresentar proposta de regulamentação
O presidente da CVM definiu um cronograma bastante apertado para os trabalhos do grupo. A expectativa é que um modelo experimental de regulamentação seja apresentado ao mercado em até 100 dias.
Pela portaria publicada pela autarquia, uma proposta de norma deverá ser elaborada em cerca de 60 dias, enquanto um relatório detalhando as atividades e os próximos passos precisará ser entregue em até 120 dias.
Caso haja necessidade técnica, o prazo poderá ser prorrogado por mais 30 dias. O assessor do colegiado, Maurício Bulcão Filho, reforçou o compromisso da equipe em cumprir o calendário e entregar um trabalho consistente.
Ambiente de testes será fundamental para desenvolver novas soluções
Durante o encontro, Bulcão Filho ressaltou que a CVM pretende utilizar ambientes de testes para avaliar, na prática, o funcionamento das plataformas de emissão e negociação de ativos tokenizados.
Especialistas da BSM Supervisão de Mercados e da ABToken também participaram das discussões, abordando temas como o registro das operações realizadas após a negociação dos ativos.
A proposta é reunir informações e experiências que sirvam de base para uma regulamentação moderna, capaz de acompanhar a evolução tecnológica sem limitar o surgimento de novas soluções.
As conclusões obtidas pelo grupo deverão orientar a construção de um marco regulatório experimental, que poderá colocar o Brasil entre os países mais avançados na regulamentação da tokenização de ativos. Além disso, as equipes técnicas terão cerca de 45 dias para concluir os estudos iniciais que darão suporte às próximas etapas do projeto.
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Mais de 700 mil brasileiros mantêm criptomoedas paradas em corretoras; veja se você está na listaUm levantamento do MB | Mercado Bitcoin revelou que mais de 700 mil brasileiros têm criptomoedas paradas em contas sem movimentação há pelo menos um ano. Ao todo, esses investidores acumulam cerca de R$ 320 milhões em ativos esquecidos na plataforma. Mesmo com a recente desvalorização do Bitcoin, o grupo registrou um ganho líquido superior a R$ 30 milhões. Para estimular esses clientes a voltarem a investir, o Mercado Bitcoin lançou uma campanha que oferece R$ 30 em cashback em Bitcoin para quem possui saldo parado há mais de 12 meses e realizar um investimento mínimo de R$ 100 entre os dias 3 e 31 de agosto. A promoção vale para operações com qualquer criptomoeda ou ativos de Renda Fixa Digital, e o bônus será creditado automaticamente um dia após a transação. Os clientes podem verificar se possuem valores esquecidos acessando a página da campanha da corretora, fazendo login ou recuperando a senha de acesso, caso necessário. Segundo Fabrício Tota, muitos brasileiros compraram criptomoedas durante períodos de forte alta do mercado e acabaram deixando os ativos parados. Com o passar dos anos, vários desses investimentos se valorizaram sem que os investidores acompanhassem sua evolução. O estudo também mostrou que manter os ativos por mais tempo fez diferença nos resultados. Entre os investidores que deixaram as criptomoedas na carteira por pelo menos dois anos, a valorização patrimonial ultrapassou R$ 50 milhões. No caso do Bitcoin, os números chamam ainda mais atenção. Dos 318 mil clientes inativos que possuem a criptomoeda, 91% obtiveram lucro, acumulando R$ 68 milhões em ganhos líquidos apenas com esse ativo. Em outras palavras, nove em cada dez investidores que compraram Bitcoin tiveram retorno positivo. Outro dado destacado pela pesquisa é que todos os clientes que mantiveram Bitcoin por mais de dois anos registraram valorização. Entre aqueles que deixaram a criptomoeda parada por mais de cinco anos, cerca de 170 mil pessoas, não foi identificado nenhum caso de perda patrimonial. A análise aponta ainda que o tempo de permanência no investimento teve impacto direto na rentabilidade. Quem manteve Bitcoin por mais de cinco anos registrou valorização média de 50%, enquanto os investidores que permaneceram entre um e dois anos tiveram ganho médio de 9%, mesmo em um cenário de mercado em baixa. De acordo com o levantamento, o Bitcoin continua sendo o ativo com melhor desempenho da última década, acumulando rentabilidade de 8.159,6% no período, com retorno anualizado de 53,4%, superando índices tradicionais como NASDAQ e S&P 500 quando convertidos para reais. Para o Mercado Bitcoin, os resultados reforçam a importância de uma estratégia de longo prazo e mostram que investidores que mantêm exposição aos ativos digitais por períodos maiores tendem a colher retornos mais consistentes ao longo do tempo. O estudo também destaca que o mercado de criptomoedas vive uma fase de maior maturidade, impulsionada pela entrada de grandes instituições financeiras, pela aprovação de ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos, pelo avanço da regulamentação no Brasil e pelo crescimento da adoção institucional em diversos países. $BTC ,$NVDA.US ,$PAXG

Mais de 700 mil brasileiros mantêm criptomoedas paradas em corretoras; veja se você está na lista

Um levantamento do MB | Mercado Bitcoin revelou que mais de 700 mil brasileiros têm criptomoedas paradas em contas sem movimentação há pelo menos um ano. Ao todo, esses investidores acumulam cerca de R$ 320 milhões em ativos esquecidos na plataforma. Mesmo com a recente desvalorização do Bitcoin, o grupo registrou um ganho líquido superior a R$ 30 milhões.
Para estimular esses clientes a voltarem a investir, o Mercado Bitcoin lançou uma campanha que oferece R$ 30 em cashback em Bitcoin para quem possui saldo parado há mais de 12 meses e realizar um investimento mínimo de R$ 100 entre os dias 3 e 31 de agosto.
A promoção vale para operações com qualquer criptomoeda ou ativos de Renda Fixa Digital, e o bônus será creditado automaticamente um dia após a transação.
Os clientes podem verificar se possuem valores esquecidos acessando a página da campanha da corretora, fazendo login ou recuperando a senha de acesso, caso necessário.
Segundo Fabrício Tota, muitos brasileiros compraram criptomoedas durante períodos de forte alta do mercado e acabaram deixando os ativos parados. Com o passar dos anos, vários desses investimentos se valorizaram sem que os investidores acompanhassem sua evolução.
O estudo também mostrou que manter os ativos por mais tempo fez diferença nos resultados. Entre os investidores que deixaram as criptomoedas na carteira por pelo menos dois anos, a valorização patrimonial ultrapassou R$ 50 milhões.
No caso do Bitcoin, os números chamam ainda mais atenção. Dos 318 mil clientes inativos que possuem a criptomoeda, 91% obtiveram lucro, acumulando R$ 68 milhões em ganhos líquidos apenas com esse ativo. Em outras palavras, nove em cada dez investidores que compraram Bitcoin tiveram retorno positivo.
Outro dado destacado pela pesquisa é que todos os clientes que mantiveram Bitcoin por mais de dois anos registraram valorização. Entre aqueles que deixaram a criptomoeda parada por mais de cinco anos, cerca de 170 mil pessoas, não foi identificado nenhum caso de perda patrimonial.
A análise aponta ainda que o tempo de permanência no investimento teve impacto direto na rentabilidade. Quem manteve Bitcoin por mais de cinco anos registrou valorização média de 50%, enquanto os investidores que permaneceram entre um e dois anos tiveram ganho médio de 9%, mesmo em um cenário de mercado em baixa.
De acordo com o levantamento, o Bitcoin continua sendo o ativo com melhor desempenho da última década, acumulando rentabilidade de 8.159,6% no período, com retorno anualizado de 53,4%, superando índices tradicionais como NASDAQ e S&P 500 quando convertidos para reais.
Para o Mercado Bitcoin, os resultados reforçam a importância de uma estratégia de longo prazo e mostram que investidores que mantêm exposição aos ativos digitais por períodos maiores tendem a colher retornos mais consistentes ao longo do tempo. O estudo também destaca que o mercado de criptomoedas vive uma fase de maior maturidade, impulsionada pela entrada de grandes instituições financeiras, pela aprovação de ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos, pelo avanço da regulamentação no Brasil e pelo crescimento da adoção institucional em diversos países.
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Anbima apresenta estudo inédito sobre IA e os avanços da tokenização na Rio Innovation WeekA inteligência artificial já faz parte da rotina das instituições financeiras, a tokenização avança cada vez mais e a cibersegurança segue como um dos maiores desafios do setor. Esses serão alguns dos principais temas debatidos pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) durante a Rio Innovation Week 2026, um dos maiores eventos de inovação da América Latina. No dia 7 de agosto, a entidade promoverá um palco exclusivo para reunir especialistas, executivos e representantes do ecossistema de inovação em discussões sobre as tecnologias que estão mudando o mercado financeiro e de capitais. Um dos destaques da programação será a divulgação de uma pesquisa inédita sobre o uso da inteligência artificial no mercado de capitais. O estudo apresenta um panorama de como as instituições financeiras vêm adotando essa tecnologia e quais são os principais desafios e oportunidades desse processo. Outro ponto importante será a apresentação dos resultados do Projeto-Piloto de Tokenização da Rede ANBIMA de Inovação, iniciativa que reúne participantes do mercado para testar, na prática, aplicações da tecnologia blockchain no sistema financeiro. Segundo Marcelo Billi, superintendente de Sustentabilidade, Inovação e Educação da Anbima, participar de um dos maiores eventos de inovação da América Latina é uma oportunidade para aproximar o mercado financeiro das discussões que estão moldando a economia digital. Para ele, a ideia é mostrar que a inovação já faz parte da realidade do setor e que seu potencial de transformar o mercado de capitais tende a crescer nos próximos anos. A programação também inclui debates sobre a formação de profissionais na era da inteligência artificial, os novos riscos ligados à cibersegurança, a expansão dos ativos tokenizados e os desafios para construir o sistema financeiro da próxima década. Entre os palestrantes confirmados estão Olavo Meyer (Liqi Digital Assets), João Gianveccio (Banco BV), Sérgio Bini (Caixa), Eduardo Armelin (Porto Asset), Fabrício Tota (MB), Uemerson Rodrigues de Souza (Sicoob), Karla Cybelly (Banco do Brasil), Patrícia Frischetti (Safra), Nycholas Szucko (Verta), Ismar Marcos (Oliveira Trust), Renan Huguenin (Icatu Seguros) e Fernanda Vaqueiro (Service Now). Serviço Rio Innovation Week – Palco Anbima Data: 7 de agosto, das 10h às 19h Local: Armazém 5, Pier Mauá, Rio de Janeiro (RJ). A programação completa pode ser consultada no site oficial da Anbima. A Anbima representa mais de 1.500 instituições dos mercados financeiro e de capitais, entre elas bancos, gestoras de recursos, corretoras, distribuidoras de valores mobiliários e consultores de investimento. A associação atua na representação do setor, na autorregulação dos mercados, na produção de informações e na promoção da educação financeira para profissionais, investidores e a sociedade. $ROBO ,$ETH ,$AAPL.US

Anbima apresenta estudo inédito sobre IA e os avanços da tokenização na Rio Innovation Week

A inteligência artificial já faz parte da rotina das instituições financeiras, a tokenização avança cada vez mais e a cibersegurança segue como um dos maiores desafios do setor. Esses serão alguns dos principais temas debatidos pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) durante a Rio Innovation Week 2026, um dos maiores eventos de inovação da América Latina.
No dia 7 de agosto, a entidade promoverá um palco exclusivo para reunir especialistas, executivos e representantes do ecossistema de inovação em discussões sobre as tecnologias que estão mudando o mercado financeiro e de capitais.
Um dos destaques da programação será a divulgação de uma pesquisa inédita sobre o uso da inteligência artificial no mercado de capitais. O estudo apresenta um panorama de como as instituições financeiras vêm adotando essa tecnologia e quais são os principais desafios e oportunidades desse processo.
Outro ponto importante será a apresentação dos resultados do Projeto-Piloto de Tokenização da Rede ANBIMA de Inovação, iniciativa que reúne participantes do mercado para testar, na prática, aplicações da tecnologia blockchain no sistema financeiro.
Segundo Marcelo Billi, superintendente de Sustentabilidade, Inovação e Educação da Anbima, participar de um dos maiores eventos de inovação da América Latina é uma oportunidade para aproximar o mercado financeiro das discussões que estão moldando a economia digital. Para ele, a ideia é mostrar que a inovação já faz parte da realidade do setor e que seu potencial de transformar o mercado de capitais tende a crescer nos próximos anos.
A programação também inclui debates sobre a formação de profissionais na era da inteligência artificial, os novos riscos ligados à cibersegurança, a expansão dos ativos tokenizados e os desafios para construir o sistema financeiro da próxima década.
Entre os palestrantes confirmados estão Olavo Meyer (Liqi Digital Assets), João Gianveccio (Banco BV), Sérgio Bini (Caixa), Eduardo Armelin (Porto Asset), Fabrício Tota (MB), Uemerson Rodrigues de Souza (Sicoob), Karla Cybelly (Banco do Brasil), Patrícia Frischetti (Safra), Nycholas Szucko (Verta), Ismar Marcos (Oliveira Trust), Renan Huguenin (Icatu Seguros) e Fernanda Vaqueiro (Service Now).
Serviço
Rio Innovation Week – Palco Anbima
Data: 7 de agosto, das 10h às 19h
Local: Armazém 5, Pier Mauá, Rio de Janeiro (RJ).
A programação completa pode ser consultada no site oficial da Anbima.
A Anbima representa mais de 1.500 instituições dos mercados financeiro e de capitais, entre elas bancos, gestoras de recursos, corretoras, distribuidoras de valores mobiliários e consultores de investimento. A associação atua na representação do setor, na autorregulação dos mercados, na produção de informações e na promoção da educação financeira para profissionais, investidores e a sociedade.
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Hack4Freedom mostra soluções em Bitcoin criadas por brasileirasA primeira edição brasileira do Hack4Freedom, hackathon internacional de Bitcoin voltado exclusivamente para mulheres, chegou ao fim no dia 25 de julho, depois de duas semanas de muito aprendizado e desenvolvimento de projetos em São Paulo. O evento reuniu 26 participantes vindas do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Bahia e Minas Gerais. Durante a programação, elas criaram nove soluções utilizando tecnologias como Bitcoin Core, Lightning Network, Nostr e Breez SDK. A competição aconteceu na Casa21, sede da Vinteum, organização sem fins lucrativos que apoia a formação e o financiamento de desenvolvedores de Bitcoin na América Latina. Ao todo, mais de US$ 5 mil foram distribuídos em premiações. A etapa brasileira faz parte de uma série internacional de hackathons promovida pela Evento. Antes de chegar ao Brasil, a iniciativa já havia sido realizada na Nigéria. O Hack4Freedom é voltado apenas para mulheres como forma de incentivar uma maior participação feminina nas áreas técnicas e no desenvolvimento do ecossistema Bitcoin, setor que ainda conta com pouca representatividade. Durante as duas semanas de atividades, as participantes participaram de workshops, mentorias e treinamentos para transformar desafios do dia a dia em projetos funcionais usando a tecnologia do Bitcoin. Segundo Brianna Honkawa, fundadora da Evento e idealizadora do Hack4Freedom, o resultado mostrou que, quando existe um ambiente acolhedor, boa orientação e desafios reais, as mulheres desenvolvem soluções de alto nível. Ela destacou ainda que muitas participantes chegaram sem se conhecer e terminaram o evento apresentando projetos sólidos, criando novas amizades e enxergando oportunidades de carreira no setor. Projetos vencedores O primeiro lugar ficou com o Satra, que recebeu US$ 2 mil. O projeto criou uma carteira Lightning disfarçada de calculadora, permitindo que mulheres vítimas de violência doméstica possam guardar uma reserva financeira sem levantar suspeitas. O segundo lugar foi para o Lightning Receivables Protocol, premiado com US$ 1 mil. A solução permite antecipar recebíveis já confirmados, oferecendo mais liquidez para pequenos empreendedores. Na terceira colocação ficou o Iris, que levou US$ 500. A plataforma busca facilitar a compra de medicamentos por pessoas trans utilizando Bitcoin. O prêmio especial Nostr, no valor de US$ 1 mil, foi conquistado pelo Arakne, aplicativo de aprendizado de crochê que esconde uma rede de microcrédito via Lightning Network para mulheres sem acesso ao sistema bancário devido ao controle financeiro exercido por terceiros. Já o prêmio Breez SDK, de US$ 500, também ficou com o Satra. O projeto SatsMeter recebeu menção honrosa e US$ 200 por desenvolver uma infraestrutura comunitária de energia com cobrança automática em Bitcoin por meio da Lightning Network. Experiência das participantes Para Ingrid Gama, integrante da equipe campeã, a experiência foi muito além da competição. Ela destacou que as duas semanas de convivência na Casa21 proporcionaram contato direto com mentores, troca de conhecimento e um ambiente colaborativo que fez toda a diferença para o desenvolvimento do projeto. Já Lunna Ribeiro, estudante da escola de engenharia de software 42 Rio e integrante da equipe que conquistou o terceiro lugar, contou que esse foi seu primeiro hackathon. Segundo ela, a experiência mudou sua visão sobre o mercado de Bitcoin, que antes parecia ser um espaço destinado apenas aos homens. Os organizadores também incentivam que os projetos continuem evoluindo após o evento. A ideia é que as equipes utilizem parte da premiação para aprimorar os protótipos, buscar novos financiamentos e transformar as soluções em ferramentas úteis para a comunidade Bitcoin. Formação técnica e networking A programação contou com mais de 20 atividades, entre workshops, palestras e mentorias voltadas para desenvolvimento em Bitcoin, privacidade, liberdade financeira, inteligência artificial, soft skills e criação de projetos open-source. Especialistas de diversos países participaram como mentores, ao lado de profissionais brasileiros ligados ao ecossistema Bitcoin. O objetivo foi oferecer suporte tanto para iniciantes quanto para participantes mais experientes, além de aproximá-las de oportunidades profissionais, grants e comunidades internacionais. O Hack4Freedom recebeu apoio da Soapbox, Breez, Vinteum e BTrust. Com o encerramento da edição brasileira, a expectativa é manter as participantes conectadas ao ecossistema e preparar novas edições do evento. Para Thaiz Batista, Head de Operações da Vinteum, iniciativas como essa ajudam a ampliar a participação feminina no desenvolvimento do Bitcoin e contribuem para criar soluções capazes de atender problemas reais enfrentados pela sociedade. O Hack4Freedom integra uma série internacional de hackathons voltados à formação de mulheres desenvolvedoras em tecnologias abertas e descentralizadas, unindo aprendizado, mentoria e desenvolvimento de projetos com foco em aplicações práticas. $NVDA.US ,$BTC ,$GOOG.US

Hack4Freedom mostra soluções em Bitcoin criadas por brasileiras

A primeira edição brasileira do Hack4Freedom, hackathon internacional de Bitcoin voltado exclusivamente para mulheres, chegou ao fim no dia 25 de julho, depois de duas semanas de muito aprendizado e desenvolvimento de projetos em São Paulo.
O evento reuniu 26 participantes vindas do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Bahia e Minas Gerais. Durante a programação, elas criaram nove soluções utilizando tecnologias como Bitcoin Core, Lightning Network, Nostr e Breez SDK.
A competição aconteceu na Casa21, sede da Vinteum, organização sem fins lucrativos que apoia a formação e o financiamento de desenvolvedores de Bitcoin na América Latina. Ao todo, mais de US$ 5 mil foram distribuídos em premiações.
A etapa brasileira faz parte de uma série internacional de hackathons promovida pela Evento. Antes de chegar ao Brasil, a iniciativa já havia sido realizada na Nigéria.
O Hack4Freedom é voltado apenas para mulheres como forma de incentivar uma maior participação feminina nas áreas técnicas e no desenvolvimento do ecossistema Bitcoin, setor que ainda conta com pouca representatividade.
Durante as duas semanas de atividades, as participantes participaram de workshops, mentorias e treinamentos para transformar desafios do dia a dia em projetos funcionais usando a tecnologia do Bitcoin.
Segundo Brianna Honkawa, fundadora da Evento e idealizadora do Hack4Freedom, o resultado mostrou que, quando existe um ambiente acolhedor, boa orientação e desafios reais, as mulheres desenvolvem soluções de alto nível. Ela destacou ainda que muitas participantes chegaram sem se conhecer e terminaram o evento apresentando projetos sólidos, criando novas amizades e enxergando oportunidades de carreira no setor.
Projetos vencedores
O primeiro lugar ficou com o Satra, que recebeu US$ 2 mil. O projeto criou uma carteira Lightning disfarçada de calculadora, permitindo que mulheres vítimas de violência doméstica possam guardar uma reserva financeira sem levantar suspeitas.
O segundo lugar foi para o Lightning Receivables Protocol, premiado com US$ 1 mil. A solução permite antecipar recebíveis já confirmados, oferecendo mais liquidez para pequenos empreendedores.
Na terceira colocação ficou o Iris, que levou US$ 500. A plataforma busca facilitar a compra de medicamentos por pessoas trans utilizando Bitcoin.
O prêmio especial Nostr, no valor de US$ 1 mil, foi conquistado pelo Arakne, aplicativo de aprendizado de crochê que esconde uma rede de microcrédito via Lightning Network para mulheres sem acesso ao sistema bancário devido ao controle financeiro exercido por terceiros.
Já o prêmio Breez SDK, de US$ 500, também ficou com o Satra. O projeto SatsMeter recebeu menção honrosa e US$ 200 por desenvolver uma infraestrutura comunitária de energia com cobrança automática em Bitcoin por meio da Lightning Network.
Experiência das participantes
Para Ingrid Gama, integrante da equipe campeã, a experiência foi muito além da competição. Ela destacou que as duas semanas de convivência na Casa21 proporcionaram contato direto com mentores, troca de conhecimento e um ambiente colaborativo que fez toda a diferença para o desenvolvimento do projeto.
Já Lunna Ribeiro, estudante da escola de engenharia de software 42 Rio e integrante da equipe que conquistou o terceiro lugar, contou que esse foi seu primeiro hackathon. Segundo ela, a experiência mudou sua visão sobre o mercado de Bitcoin, que antes parecia ser um espaço destinado apenas aos homens.
Os organizadores também incentivam que os projetos continuem evoluindo após o evento. A ideia é que as equipes utilizem parte da premiação para aprimorar os protótipos, buscar novos financiamentos e transformar as soluções em ferramentas úteis para a comunidade Bitcoin.
Formação técnica e networking
A programação contou com mais de 20 atividades, entre workshops, palestras e mentorias voltadas para desenvolvimento em Bitcoin, privacidade, liberdade financeira, inteligência artificial, soft skills e criação de projetos open-source.
Especialistas de diversos países participaram como mentores, ao lado de profissionais brasileiros ligados ao ecossistema Bitcoin. O objetivo foi oferecer suporte tanto para iniciantes quanto para participantes mais experientes, além de aproximá-las de oportunidades profissionais, grants e comunidades internacionais.
O Hack4Freedom recebeu apoio da Soapbox, Breez, Vinteum e BTrust. Com o encerramento da edição brasileira, a expectativa é manter as participantes conectadas ao ecossistema e preparar novas edições do evento.
Para Thaiz Batista, Head de Operações da Vinteum, iniciativas como essa ajudam a ampliar a participação feminina no desenvolvimento do Bitcoin e contribuem para criar soluções capazes de atender problemas reais enfrentados pela sociedade.
O Hack4Freedom integra uma série internacional de hackathons voltados à formação de mulheres desenvolvedoras em tecnologias abertas e descentralizadas, unindo aprendizado, mentoria e desenvolvimento de projetos com foco em aplicações práticas.
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Coldcard sofre falha de segurança em carteira de Bitcoin e prejuízo chega a R$ 578 milhõesOs pequenos investidores de Bitcoin colocaram suas moedas para circular no dia 31 de julho em um volume que não era visto desde o colapso da FTX, em 2022. De acordo com dados da CryptoQuant, essa movimentação foi impulsionada pela descoberta de uma grave falha nas carteiras físicas (hardware wallets) da Coldcard. O problema, que teria permitido a geração de chaves previsíveis durante cerca de cinco anos, já é apontado como responsável por perdas estimadas em R$ 578 milhões. À medida que a notícia ganhou repercussão, muitos usuários correram para transferir seus Bitcoins. Segundo Julio Moreno, chefe de pesquisa da CryptoQuant, as transações inferiores a 1 BTC somaram aproximadamente 39.600 BTC no dia, o equivalente a cerca de US$ 2,5 bilhões. A última vez que um volume parecido foi registrado foi em 16 de novembro de 2022, poucos dias depois da quebra da FTX, quando cerca de 39.900 BTC foram movimentados. Além disso, o número de endereços ativos na rede saltou de 645 mil, em 30 de julho, para quase 1 milhão no dia seguinte, alcançando o maior nível desde dezembro de 2024. A maior parte desse aumento veio de endereços enviando Bitcoins, e não recebendo. Parte desses bitcoins acabou sendo enviada para corretoras. Segundo a CryptoQuant, os depósitos formados por transferências inferiores a 10 BTC chegaram a 7.300 BTC (cerca de US$ 459 milhões) no dia 31 de julho, o maior volume registrado desde 6 de fevereiro. O analista Moreno relacionou esse movimento à vulnerabilidade descoberta nas carteiras Coldcard. Na avaliação dele, muitos investidores parecem ter transferido seus bitcoins para locais considerados mais seguros, embora tenha destacado que ainda não há confirmação de que essa seja a única explicação. Mesmo com a forte entrada de bitcoins nas corretoras, o preço da criptomoeda praticamente não reagiu. Isso indica que a maior parte dos usuários estava apenas protegendo seus ativos, e não se preparando para vender. Nesta segunda-feira (3), o Bitcoin é negociado por volta de US$ 62.457, acumulando queda de cerca de 1% nas últimas 24 horas, de acordo com dados do CoinGecko. Entenda a falha da Coldcard A vulnerabilidade da Coldcard, revelada no fim da semana passada, teve origem em um erro no firmware lançado pela Coinkite em março de 2021. O problema fez com que as frases de recuperação (seed phrases) fossem criadas com pouca aleatoriedade, tornando as chaves privadas muito mais fáceis de serem descobertas por invasores. Os ataques foram realizados por meio de varreduras automáticas em carteiras, executadas de forma programada e, ao que tudo indica, com auxílio de um modelo avançado de inteligência artificial. Especialistas alertam que todas as carteiras Coldcard de assinatura única criadas após essa atualização de 2021 correm risco de terem seus fundos roubados. Para eles, não é uma questão de "se", mas de "quando". Até o último sábado, a Galaxy Research havia identificado três grandes ondas de ataques, que somavam 1.367 BTC distribuídos em 4.585 endereços. O prejuízo já superava os US$ 38 milhões registrados quando a falha veio a público e também ultrapassava os US$ 70 milhões observados quando Changpeng Zhao (CZ), fundador da Binance, fez um alerta aos usuários. Agora, uma quarta onda de ataques pode estar em andamento. Alex Thorn, da Galaxy Research, informou que foram detectadas varreduras em 15 blocos consecutivos na segunda-feira, ocorrendo em uma velocidade cerca de 45 vezes maior que o padrão normal. Após remover da análise alguns endereços multisig que haviam sido incluídos por engano, a nova onda passou a ser estimada em 709 endereços comprometidos e 448,73 BTC roubados, o equivalente a aproximadamente US$ 28 milhões. Com isso, o total acumulado pode chegar a cerca de 1.816 BTC, avaliados em aproximadamente US$ 114 milhões, ou cerca de R$ 578 milhões. Thorn, no entanto, ressaltou que nenhuma vítima confirmou oficialmente essa quarta onda de ataques e que a estimativa foi feita com base em padrões identificados na blockchain. De acordo com Alex Thorn, parte dessas varreduras ainda aguardava confirmação na mempool e utilizava o recurso Replace-by-Fee (RBF). Na prática, isso significa que os donos das carteiras ainda podem ter uma chance de recuperar o controle da transação, desde que ajam rapidamente e enviem outra com uma taxa maior que a oferecida pelo invasor. Ele também destacou que nenhum dos endereços afetados nas três primeiras ondas de ataques utilizava carteiras multisig. "Um alerta para toda a indústria" O diretor de segurança (CSO) da Kraken, Nick Percoco, classificou o caso como um verdadeiro alerta para toda a indústria de carteiras de hardware. Segundo ele, embora os modelos Mk4, Mk5 e Q da Coldcard utilizem chips de elemento seguro certificados, as frases de recuperação foram geradas com apenas cerca de 72 bits de entropia. Isso aconteceu porque a certificação avaliava apenas o componente físico, sem verificar se o firmware realmente utilizava o código correto para gerar a aleatoriedade. Para evitar problemas semelhantes, Percoco defende que as fontes de entropia sejam auditadas por laboratórios independentes. Além disso, essas verificações deveriam estar vinculadas a versões específicas do firmware e registradas em um banco de dados público, seguindo um modelo parecido com o exigido atualmente para terminais de pagamento. Ele também informou que a Coinkite lançou uma correção emergencial (hotfix), que agora impede a compilação do firmware caso o gerador correto de entropia não esteja devidamente integrado. Segundo Percoco, esse mecanismo de proteção foi desenvolvido em cerca de 48 horas, logo após a empresa identificar a origem da falha.

Coldcard sofre falha de segurança em carteira de Bitcoin e prejuízo chega a R$ 578 milhões

Os pequenos investidores de Bitcoin colocaram suas moedas para circular no dia 31 de julho em um volume que não era visto desde o colapso da FTX, em 2022.
De acordo com dados da CryptoQuant, essa movimentação foi impulsionada pela descoberta de uma grave falha nas carteiras físicas (hardware wallets) da Coldcard. O problema, que teria permitido a geração de chaves previsíveis durante cerca de cinco anos, já é apontado como responsável por perdas estimadas em R$ 578 milhões. À medida que a notícia ganhou repercussão, muitos usuários correram para transferir seus Bitcoins.
Segundo Julio Moreno, chefe de pesquisa da CryptoQuant, as transações inferiores a 1 BTC somaram aproximadamente 39.600 BTC no dia, o equivalente a cerca de US$ 2,5 bilhões.
A última vez que um volume parecido foi registrado foi em 16 de novembro de 2022, poucos dias depois da quebra da FTX, quando cerca de 39.900 BTC foram movimentados. Além disso, o número de endereços ativos na rede saltou de 645 mil, em 30 de julho, para quase 1 milhão no dia seguinte, alcançando o maior nível desde dezembro de 2024. A maior parte desse aumento veio de endereços enviando Bitcoins, e não recebendo.
Parte desses bitcoins acabou sendo enviada para corretoras. Segundo a CryptoQuant, os depósitos formados por transferências inferiores a 10 BTC chegaram a 7.300 BTC (cerca de US$ 459 milhões) no dia 31 de julho, o maior volume registrado desde 6 de fevereiro.
O analista Moreno relacionou esse movimento à vulnerabilidade descoberta nas carteiras Coldcard. Na avaliação dele, muitos investidores parecem ter transferido seus bitcoins para locais considerados mais seguros, embora tenha destacado que ainda não há confirmação de que essa seja a única explicação.
Mesmo com a forte entrada de bitcoins nas corretoras, o preço da criptomoeda praticamente não reagiu. Isso indica que a maior parte dos usuários estava apenas protegendo seus ativos, e não se preparando para vender.
Nesta segunda-feira (3), o Bitcoin é negociado por volta de US$ 62.457, acumulando queda de cerca de 1% nas últimas 24 horas, de acordo com dados do CoinGecko.
Entenda a falha da Coldcard
A vulnerabilidade da Coldcard, revelada no fim da semana passada, teve origem em um erro no firmware lançado pela Coinkite em março de 2021. O problema fez com que as frases de recuperação (seed phrases) fossem criadas com pouca aleatoriedade, tornando as chaves privadas muito mais fáceis de serem descobertas por invasores.
Os ataques foram realizados por meio de varreduras automáticas em carteiras, executadas de forma programada e, ao que tudo indica, com auxílio de um modelo avançado de inteligência artificial.
Especialistas alertam que todas as carteiras Coldcard de assinatura única criadas após essa atualização de 2021 correm risco de terem seus fundos roubados. Para eles, não é uma questão de "se", mas de "quando".
Até o último sábado, a Galaxy Research havia identificado três grandes ondas de ataques, que somavam 1.367 BTC distribuídos em 4.585 endereços. O prejuízo já superava os US$ 38 milhões registrados quando a falha veio a público e também ultrapassava os US$ 70 milhões observados quando Changpeng Zhao (CZ), fundador da Binance, fez um alerta aos usuários.
Agora, uma quarta onda de ataques pode estar em andamento. Alex Thorn, da Galaxy Research, informou que foram detectadas varreduras em 15 blocos consecutivos na segunda-feira, ocorrendo em uma velocidade cerca de 45 vezes maior que o padrão normal.
Após remover da análise alguns endereços multisig que haviam sido incluídos por engano, a nova onda passou a ser estimada em 709 endereços comprometidos e 448,73 BTC roubados, o equivalente a aproximadamente US$ 28 milhões.
Com isso, o total acumulado pode chegar a cerca de 1.816 BTC, avaliados em aproximadamente US$ 114 milhões, ou cerca de R$ 578 milhões. Thorn, no entanto, ressaltou que nenhuma vítima confirmou oficialmente essa quarta onda de ataques e que a estimativa foi feita com base em padrões identificados na blockchain.
De acordo com Alex Thorn, parte dessas varreduras ainda aguardava confirmação na mempool e utilizava o recurso Replace-by-Fee (RBF). Na prática, isso significa que os donos das carteiras ainda podem ter uma chance de recuperar o controle da transação, desde que ajam rapidamente e enviem outra com uma taxa maior que a oferecida pelo invasor. Ele também destacou que nenhum dos endereços afetados nas três primeiras ondas de ataques utilizava carteiras multisig.
"Um alerta para toda a indústria"
O diretor de segurança (CSO) da Kraken, Nick Percoco, classificou o caso como um verdadeiro alerta para toda a indústria de carteiras de hardware.
Segundo ele, embora os modelos Mk4, Mk5 e Q da Coldcard utilizem chips de elemento seguro certificados, as frases de recuperação foram geradas com apenas cerca de 72 bits de entropia. Isso aconteceu porque a certificação avaliava apenas o componente físico, sem verificar se o firmware realmente utilizava o código correto para gerar a aleatoriedade.
Para evitar problemas semelhantes, Percoco defende que as fontes de entropia sejam auditadas por laboratórios independentes. Além disso, essas verificações deveriam estar vinculadas a versões específicas do firmware e registradas em um banco de dados público, seguindo um modelo parecido com o exigido atualmente para terminais de pagamento.
Ele também informou que a Coinkite lançou uma correção emergencial (hotfix), que agora impede a compilação do firmware caso o gerador correto de entropia não esteja devidamente integrado. Segundo Percoco, esse mecanismo de proteção foi desenvolvido em cerca de 48 horas, logo após a empresa identificar a origem da falha.
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Princípios do Bitcoin são usados pelo secretário do Tesouro dos EUA em apoio à legislação criptoO secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, voltou a defender, na quinta-feira (30), a aprovação do Clarity Act, projeto de lei que busca estabelecer regras para o mercado de criptomoedas no país. Segundo ele, a demora na votação ocorre por motivos políticos, e essa indefinição pode fazer os Estados Unidos perderem espaço na liderança global do setor de ativos digitais. Em uma extensa publicação na rede social X, Bessent afirmou que a Câmara dos Deputados aprovou o projeto há mais de um ano. Desde então, equipes dos Comitês de Bancos e de Agricultura do Senado teriam dedicado milhares de horas para negociar mudanças com apoio de parlamentares de diferentes partidos. De acordo com o secretário, o texto já está pronto e aguarda apenas a votação em plenário. Bessent criticou a postura dos democratas no Senado, dizendo que o adiamento da votação prejudica o avanço da legislação. Para ele, a falta de uma definição coloca em risco a competitividade dos Estados Unidos em um mercado que cresce rapidamente. "É frustrante, embora não surpreendente, que os democratas do Senado estejam priorizando disputas políticas justamente quando o país poderia conquistar uma importante vitória para sua liderança econômica", escreveu. O secretário também questionou a decisão de adiar a regulamentação do setor, afirmando que seria difícil encontrar outro momento na história em que o Congresso tenha preferido afastar uma indústria em expansão em vez de criar regras claras para seu desenvolvimento. Segundo Bessent, caso o Clarity Act não seja aprovado, a posição de liderança dos Estados Unidos no mercado de ativos digitais poderá ser comprometida. Scott Bessent também rebateu as críticas de que o Clarity Act não oferece proteção suficiente aos consumidores nem mecanismos eficazes para combater crimes financeiros. Segundo o secretário do Tesouro, os Títulos II e III do projeto ampliam de forma significativa as exigências de conformidade para empresas que atuam com ativos digitais, aproximando as regras das já aplicadas às instituições financeiras tradicionais. O secretário ainda saiu em defesa do Blockchain Regulatory Certainty Act, um trecho do Clarity Act que busca garantir segurança jurídica aos desenvolvedores de softwares descentralizados. De acordo com Bessent, a medida apenas oficializa um entendimento antigo do Departamento do Tesouro de que esses desenvolvedores não precisam cumprir as exigências de registro previstas na Lei de Sigilo Bancário (Bank Secrecy Act). Ele destacou ainda que a Fraternal Order of Police, entidade que antes era contrária à proposta, agora passou a apoiá-la. Na publicação, Bessent também criticou os democratas do Senado, afirmando que muitos estariam receosos de enfrentar a oposição da senadora Elizabeth Warren e do grupo que ela chama de "exército anti-cripto". Para ele, a votação será decisiva para definir se os Estados Unidos continuarão na liderança do mercado global de ativos digitais ou se permitirão que empresas do setor migrem para outros países por causa da falta de regras claras. Ao encerrar sua mensagem, o secretário citou uma frase famosa de Satoshi Nakamoto, criador do Bitcoin. "A América vai liderar ou ficará para trás. É simples assim", escreveu. Em seguida, reproduziu a conhecida declaração de Satoshi: "Se você não acredita em mim ou não entende, não tenho tempo para tentar convencê-lo. Desculpe." O Clarity Act cria uma estrutura regulatória federal para o mercado de ativos digitais nos Estados Unidos e, na prática, estabelece regras para a maior parte das operações com criptomoedas no país. Caso seja aprovado e sancionado, o projeto dividirá a supervisão do setor entre a SEC, responsável pelo mercado de valores mobiliários, e a CFTC, que deverá ficar com a maior parte da fiscalização dos criptoativos. A proposta se transformou em uma das principais prioridades da indústria de criptomoedas em Washington. Em maio, os republicanos do Senado apresentaram uma nova versão do texto com cláusulas de ética que proibiriam o presidente dos Estados Unidos e outros altos integrantes do governo de criar ou promover ativos digitais enquanto estivessem no exercício do cargo. A medida foi vista como uma resposta direta às atividades ligadas ao presidente Donald Trump, que, segundo divulgações recentes, teria obtido mais de US$ 1,2 bilhão com negócios envolvendo criptomoedas somente em 2025. Os democratas, no entanto, fizeram críticas ao texto. Entre os principais pontos, argumentam que as restrições valeriam apenas até 2029, que a fiscalização ficaria concentrada no Departamento de Justiça e que as regras não alcançariam os filhos das autoridades envolvidas. Apesar do avanço das discussões, o futuro do projeto ainda é incerto. O líder da maioria no Senado, John Thune, afirmou recentemente que não acredita na aprovação da proposta antes do recesso parlamentar de agosto, já que as negociações sobre as regras de ética continuam sem consenso. Analistas avaliam que o recesso de agosto representa a principal janela para a aprovação da proposta neste ano. Depois desse período, a expectativa é que o Congresso concentre seus esforços nas eleições legislativas de meio de mandato, reduzindo as chances de avanço da matéria. $BTC ,$BNB ,$SOL

Princípios do Bitcoin são usados pelo secretário do Tesouro dos EUA em apoio à legislação cripto

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, voltou a defender, na quinta-feira (30), a aprovação do Clarity Act, projeto de lei que busca estabelecer regras para o mercado de criptomoedas no país. Segundo ele, a demora na votação ocorre por motivos políticos, e essa indefinição pode fazer os Estados Unidos perderem espaço na liderança global do setor de ativos digitais.
Em uma extensa publicação na rede social X, Bessent afirmou que a Câmara dos Deputados aprovou o projeto há mais de um ano. Desde então, equipes dos Comitês de Bancos e de Agricultura do Senado teriam dedicado milhares de horas para negociar mudanças com apoio de parlamentares de diferentes partidos. De acordo com o secretário, o texto já está pronto e aguarda apenas a votação em plenário.
Bessent criticou a postura dos democratas no Senado, dizendo que o adiamento da votação prejudica o avanço da legislação. Para ele, a falta de uma definição coloca em risco a competitividade dos Estados Unidos em um mercado que cresce rapidamente.
"É frustrante, embora não surpreendente, que os democratas do Senado estejam priorizando disputas políticas justamente quando o país poderia conquistar uma importante vitória para sua liderança econômica", escreveu.
O secretário também questionou a decisão de adiar a regulamentação do setor, afirmando que seria difícil encontrar outro momento na história em que o Congresso tenha preferido afastar uma indústria em expansão em vez de criar regras claras para seu desenvolvimento. Segundo Bessent, caso o Clarity Act não seja aprovado, a posição de liderança dos Estados Unidos no mercado de ativos digitais poderá ser comprometida.
Scott Bessent também rebateu as críticas de que o Clarity Act não oferece proteção suficiente aos consumidores nem mecanismos eficazes para combater crimes financeiros. Segundo o secretário do Tesouro, os Títulos II e III do projeto ampliam de forma significativa as exigências de conformidade para empresas que atuam com ativos digitais, aproximando as regras das já aplicadas às instituições financeiras tradicionais.
O secretário ainda saiu em defesa do Blockchain Regulatory Certainty Act, um trecho do Clarity Act que busca garantir segurança jurídica aos desenvolvedores de softwares descentralizados. De acordo com Bessent, a medida apenas oficializa um entendimento antigo do Departamento do Tesouro de que esses desenvolvedores não precisam cumprir as exigências de registro previstas na Lei de Sigilo Bancário (Bank Secrecy Act). Ele destacou ainda que a Fraternal Order of Police, entidade que antes era contrária à proposta, agora passou a apoiá-la.
Na publicação, Bessent também criticou os democratas do Senado, afirmando que muitos estariam receosos de enfrentar a oposição da senadora Elizabeth Warren e do grupo que ela chama de "exército anti-cripto". Para ele, a votação será decisiva para definir se os Estados Unidos continuarão na liderança do mercado global de ativos digitais ou se permitirão que empresas do setor migrem para outros países por causa da falta de regras claras.
Ao encerrar sua mensagem, o secretário citou uma frase famosa de Satoshi Nakamoto, criador do Bitcoin. "A América vai liderar ou ficará para trás. É simples assim", escreveu. Em seguida, reproduziu a conhecida declaração de Satoshi: "Se você não acredita em mim ou não entende, não tenho tempo para tentar convencê-lo. Desculpe."
O Clarity Act cria uma estrutura regulatória federal para o mercado de ativos digitais nos Estados Unidos e, na prática, estabelece regras para a maior parte das operações com criptomoedas no país. Caso seja aprovado e sancionado, o projeto dividirá a supervisão do setor entre a SEC, responsável pelo mercado de valores mobiliários, e a CFTC, que deverá ficar com a maior parte da fiscalização dos criptoativos.
A proposta se transformou em uma das principais prioridades da indústria de criptomoedas em Washington. Em maio, os republicanos do Senado apresentaram uma nova versão do texto com cláusulas de ética que proibiriam o presidente dos Estados Unidos e outros altos integrantes do governo de criar ou promover ativos digitais enquanto estivessem no exercício do cargo.
A medida foi vista como uma resposta direta às atividades ligadas ao presidente Donald Trump, que, segundo divulgações recentes, teria obtido mais de US$ 1,2 bilhão com negócios envolvendo criptomoedas somente em 2025.
Os democratas, no entanto, fizeram críticas ao texto. Entre os principais pontos, argumentam que as restrições valeriam apenas até 2029, que a fiscalização ficaria concentrada no Departamento de Justiça e que as regras não alcançariam os filhos das autoridades envolvidas.
Apesar do avanço das discussões, o futuro do projeto ainda é incerto. O líder da maioria no Senado, John Thune, afirmou recentemente que não acredita na aprovação da proposta antes do recesso parlamentar de agosto, já que as negociações sobre as regras de ética continuam sem consenso.
Analistas avaliam que o recesso de agosto representa a principal janela para a aprovação da proposta neste ano. Depois desse período, a expectativa é que o Congresso concentre seus esforços nas eleições legislativas de meio de mandato, reduzindo as chances de avanço da matéria.
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