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Startups brasileiras que atuam na blockchain Ripple podem ser aceleradasA Fenasbac, que é a federação dos servidores do Banco Central, tá abrindo mais uma rodada pra acelerar negócios. O programa Next (Batch 8) tá de olho em startups que mexem com inovação financeira, e as inscrições vão até domingo, dia 15. A ideia é pegar projetos que resolvem problema de verdade do mercado usando tecnologia de ponta: blockchain, inteligência artificial e finanças sustentáveis. O destaque dessa edição é um desafio ligado à infraestrutura do mercado de capitais na rede XRPL (Ripple). O edital quer empresas que topem criar soluções de Finanças Descentralizadas (DeFi) num nível institucional. O trem é desenvolver ferramentas pra custódia, liquidação e tokenização de ativos reais, atraindo os grandões do mercado pro mundo cripto. Mas tem que ser coisa segura e que aguente escala. Outra frente é mexer com pagamentos globais. O programa chama quem quiser construir sistemas de transferência internacional instantânea usando stablecoins. O desafio fala da moeda BRL1 e da integração com redes como Polygon, pra facilitar crédito e agilizar remessas internacionais. A ideia é juntar o Pix com a blockchain, uai. Inteligência Artificial e Compliance Não fica só no cripto, não. Tem também espaço pra inteligência artificial, ajudando banco a cortar custo e agilizar processo. A Fenasbac procura ferramentas que leem documento fiscal e contrato usando OCR e IA generativa, pra organizar dado bagunçado e integrar nos sistemas de pagamento. Como funciona A aceleração dura 12 semanas. As equipes passam por diagnóstico, recebem plano de ação, mentoria com especialista e workshop sobre regulação financeira. No fim, tem o “Demo Day”, onde as startups mostram o que fizeram pra investidores e parceiros. Uma vantagem boa é poder desenvolver um MVP ou piloto junto com empresas que apoiam o programa. A Fenasbac já tem cinco décadas de história como braço de inovação dos servidores do Banco Central. Ela toca ecossistemas como o LIFT Lab e o LIFT Challenge Real Digital. O Next, lançado em 2022, reforça esse papel de conectar tecnologia nova com as demandas regulatórias e de eficiência do sistema financeiro brasileiro. $PEPE

Startups brasileiras que atuam na blockchain Ripple podem ser aceleradas

A Fenasbac, que é a federação dos servidores do Banco Central, tá abrindo mais uma rodada pra acelerar negócios. O programa Next (Batch 8) tá de olho em startups que mexem com inovação financeira, e as inscrições vão até domingo, dia 15.
A ideia é pegar projetos que resolvem problema de verdade do mercado usando tecnologia de ponta: blockchain, inteligência artificial e finanças sustentáveis.
O destaque dessa edição é um desafio ligado à infraestrutura do mercado de capitais na rede XRPL (Ripple). O edital quer empresas que topem criar soluções de Finanças Descentralizadas (DeFi) num nível institucional. O trem é desenvolver ferramentas pra custódia, liquidação e tokenização de ativos reais, atraindo os grandões do mercado pro mundo cripto. Mas tem que ser coisa segura e que aguente escala.
Outra frente é mexer com pagamentos globais. O programa chama quem quiser construir sistemas de transferência internacional instantânea usando stablecoins. O desafio fala da moeda BRL1 e da integração com redes como Polygon, pra facilitar crédito e agilizar remessas internacionais. A ideia é juntar o Pix com a blockchain, uai.
Inteligência Artificial e Compliance
Não fica só no cripto, não. Tem também espaço pra inteligência artificial, ajudando banco a cortar custo e agilizar processo. A Fenasbac procura ferramentas que leem documento fiscal e contrato usando OCR e IA generativa, pra organizar dado bagunçado e integrar nos sistemas de pagamento.
Como funciona
A aceleração dura 12 semanas. As equipes passam por diagnóstico, recebem plano de ação, mentoria com especialista e workshop sobre regulação financeira. No fim, tem o “Demo Day”, onde as startups mostram o que fizeram pra investidores e parceiros.
Uma vantagem boa é poder desenvolver um MVP ou piloto junto com empresas que apoiam o programa.
A Fenasbac já tem cinco décadas de história como braço de inovação dos servidores do Banco Central. Ela toca ecossistemas como o LIFT Lab e o LIFT Challenge Real Digital. O Next, lançado em 2022, reforça esse papel de conectar tecnologia nova com as demandas regulatórias e de eficiência do sistema financeiro brasileiro.
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TCU autoriza avanço do Drex e exige atenção à privacidade e ao blockchainO Tribunal de Contas da União (TCU) terminou, na quinta-feira (12), a primeira vistoria oficial sobre o andamento do Drex, a moeda digital que o Banco Central tá desenvolvendo. Até agora, o projeto passou no crivo: a gestão foi aprovada. Mas o TCU não deixou barato, não. Pediu uns ajustes finos e montou listas de checagem obrigatórias pra garantir que o sistema seja seguro quando a moeda for lançada. O relatório do ministro Jhonatan de Jesus frisou que o Drex tá alinhado com as regras internacionais de governança de moedas digitais de bancos centrais. Só que, mesmo com os elogios, a análise técnica apontou uns pepinos que ainda precisam ser resolvidos. A maior preocupação é com a privacidade dos dados dos brasileiros e a segurança cibernética. O tribunal quer que o Banco Central detalhe bem esses pontos antes de liberar o Drex pro povo. Além disso, determinou que sejam enviados relatórios periódicos pra acompanhar o progresso. A ideia é evitar falhas grandes e garantir que o sistema aguente o tranco sem colocar em risco a estabilidade financeira do país. O Drex vem com a promessa de tokenizar o mercado financeiro inteiro e ainda integrar o Pix como forma de pagamento. A tecnologia de contratos inteligentes deve permitir acordos automáticos, sem precisar de intermediários caros. O dinheiro programável também pode facilitar transações internacionais e deixar o sistema de pagamentos mais eficiente. No momento, o Banco Central tá rodando testes com a tecnologia de registros distribuídos (DLT), a mesma que sustenta as criptomoedas. Essa fase de pilotos serve pra ver se a arquitetura dá conta do volume gigante de operações do varejo brasileiro. Pra ajudar nesse processo, o TCU preparou dois guias de controle: - Um sobre boas práticas no desenvolvimento da moeda digital. - Outro focado no uso seguro do blockchain. Essas listas vão servir de bússola pro Banco Central nas próximas etapas de implementação. $BTC $PAXG $XAG

TCU autoriza avanço do Drex e exige atenção à privacidade e ao blockchain

O Tribunal de Contas da União (TCU) terminou, na quinta-feira (12), a primeira vistoria oficial sobre o andamento do Drex, a moeda digital que o Banco Central tá desenvolvendo. Até agora, o projeto passou no crivo: a gestão foi aprovada.
Mas o TCU não deixou barato, não. Pediu uns ajustes finos e montou listas de checagem obrigatórias pra garantir que o sistema seja seguro quando a moeda for lançada.
O relatório do ministro Jhonatan de Jesus frisou que o Drex tá alinhado com as regras internacionais de governança de moedas digitais de bancos centrais. Só que, mesmo com os elogios, a análise técnica apontou uns pepinos que ainda precisam ser resolvidos.
A maior preocupação é com a privacidade dos dados dos brasileiros e a segurança cibernética. O tribunal quer que o Banco Central detalhe bem esses pontos antes de liberar o Drex pro povo. Além disso, determinou que sejam enviados relatórios periódicos pra acompanhar o progresso. A ideia é evitar falhas grandes e garantir que o sistema aguente o tranco sem colocar em risco a estabilidade financeira do país.
O Drex vem com a promessa de tokenizar o mercado financeiro inteiro e ainda integrar o Pix como forma de pagamento. A tecnologia de contratos inteligentes deve permitir acordos automáticos, sem precisar de intermediários caros. O dinheiro programável também pode facilitar transações internacionais e deixar o sistema de pagamentos mais eficiente.
No momento, o Banco Central tá rodando testes com a tecnologia de registros distribuídos (DLT), a mesma que sustenta as criptomoedas. Essa fase de pilotos serve pra ver se a arquitetura dá conta do volume gigante de operações do varejo brasileiro.
Pra ajudar nesse processo, o TCU preparou dois guias de controle:
- Um sobre boas práticas no desenvolvimento da moeda digital.
- Outro focado no uso seguro do blockchain.
Essas listas vão servir de bússola pro Banco Central nas próximas etapas de implementação.
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Residência de diretor da Binance é alvo de invasão na FrançaÔ trem danado, sô! O diretor da Binance lá na França, David Princay, quase foi vítima de um assalto em casa na quinta-feira (12). Esse caso só aumenta a preocupação com os crimes violentos ligados às tais criptomoedas por aquelas bandas da Europa. Conforme contou a rádio francesa RTL, três cabras mascarados e armados invadiram um prédio em Val-de-Marne de madrugada, procurando o tal executivo da Binance. Como não acharam o homem, levaram dois celulares e deram no pé. Umas duas horas depois, o mesmo grupo tentou invadir outra casa em Vaucresson, de novo atrás de Princay, mas erraram o endereço. A polícia, ligeira, rastreou os celulares roubados e juntou com imagens de câmera. Pegaram os suspeitos já dentro de um trem indo pra Lyon. Foram presos pela tropa de elite da polícia francesa e ficaram detidos. A Binance soltou uma nota dizendo que tá ciente do ocorrido, mas não vai dar detalhes pra não atrapalhar a investigação e pra garantir a segurança de quem tá envolvido. Crimes de cripto na França Esse tipo de ataque, chamado de “chave-inglesa”, tá ficando mais comum: bandido usa violência ou ameaça pra arrancar acesso às criptomoedas. Em 2025, rolou de tudo — sequestro, tentativa de resgate e invasão de casa de gente que mexe com cripto. No ano passado, Jameson Lopp, da empresa de segurança Casa, registrou mais de 70 desses ataques pelo mundo. A França, inclusive, virou ponto quente na Europa, com mais de 14 casos desse tipo anotados. $BNB $XRP

Residência de diretor da Binance é alvo de invasão na França

Ô trem danado, sô! O diretor da Binance lá na França, David Princay, quase foi vítima de um assalto em casa na quinta-feira (12). Esse caso só aumenta a preocupação com os crimes violentos ligados às tais criptomoedas por aquelas bandas da Europa.
Conforme contou a rádio francesa RTL, três cabras mascarados e armados invadiram um prédio em Val-de-Marne de madrugada, procurando o tal executivo da Binance. Como não acharam o homem, levaram dois celulares e deram no pé.
Umas duas horas depois, o mesmo grupo tentou invadir outra casa em Vaucresson, de novo atrás de Princay, mas erraram o endereço. A polícia, ligeira, rastreou os celulares roubados e juntou com imagens de câmera. Pegaram os suspeitos já dentro de um trem indo pra Lyon. Foram presos pela tropa de elite da polícia francesa e ficaram detidos.
A Binance soltou uma nota dizendo que tá ciente do ocorrido, mas não vai dar detalhes pra não atrapalhar a investigação e pra garantir a segurança de quem tá envolvido.
Crimes de cripto na França
Esse tipo de ataque, chamado de “chave-inglesa”, tá ficando mais comum: bandido usa violência ou ameaça pra arrancar acesso às criptomoedas. Em 2025, rolou de tudo — sequestro, tentativa de resgate e invasão de casa de gente que mexe com cripto.
No ano passado, Jameson Lopp, da empresa de segurança Casa, registrou mais de 70 desses ataques pelo mundo. A França, inclusive, virou ponto quente na Europa, com mais de 14 casos desse tipo anotados.
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R$ 20 milhões em Ethereum roubados da Mixin Network foram enviados ao Tornado CashLembra do rolo lá de 2023, quando a tal da Mixin levou um tombo de uns hackers e perdeu coisa de duzentos milhões de dólar? Pois é, agora a tal carteira ligada a esse ataque resolveu se mexê de novo, depois de quase dois ano parada. Na quinta-feira à noite, o caboclo que controla essa carteira mandou uns 3,85 milhão de dólar em Ethereum (ETH) – dá mais ou menos uns 20 milhão de real – pra outra carteira. E essa outra, sem nem esquentá banco, já despachou tudo direto pro Tornado Cash, que é uma plataforma que mistura criptomoeda pra dificultar rastreio. Fez isso em vinte transação separada, só pra complicar mais. Esse ataque lá atrás foi feio: em setembro de 2023, a Mixin Network, que fica em Hong Kong, teve que suspender depósito e saque porque os ladrão drenaram o banco de dado do provedor de nuvem deles. Foi um dos maiores ataque de infraestrutura entre blockchains naquele ano. Depois, a Mixin prometeu compensar os usuário em até metade da perda com stablecoin, e o resto em token próprio. A carteira do hacker ficou quietinha até agora, quando resolveu mexê de novo em fevereiro de 2026. Nesse meio tempo, a Mixin até lançou uns token de dívida, chamado MDT, pra organizar o pagamento dos prejuízo. Eles falaram que vão quitar uma parte até setembro de 2026, mas o resto ainda não tem prazo certo. Mesmo com esse trem todo, a Mixin não fechou as porta não. Diz que ainda tem mais de um bilhão de dólar em ativo e mais de um milhão de cliente. Continua tocando carteira de criptomoeda, serviço de custódia e infraestrutura de negociação.

R$ 20 milhões em Ethereum roubados da Mixin Network foram enviados ao Tornado Cash

Lembra do rolo lá de 2023, quando a tal da Mixin levou um tombo de uns hackers e perdeu coisa de duzentos milhões de dólar? Pois é, agora a tal carteira ligada a esse ataque resolveu se mexê de novo, depois de quase dois ano parada. Na quinta-feira à noite, o caboclo que controla essa carteira mandou uns 3,85 milhão de dólar em Ethereum (ETH) – dá mais ou menos uns 20 milhão de real – pra outra carteira. E essa outra, sem nem esquentá banco, já despachou tudo direto pro Tornado Cash, que é uma plataforma que mistura criptomoeda pra dificultar rastreio. Fez isso em vinte transação separada, só pra complicar mais.
Esse ataque lá atrás foi feio: em setembro de 2023, a Mixin Network, que fica em Hong Kong, teve que suspender depósito e saque porque os ladrão drenaram o banco de dado do provedor de nuvem deles. Foi um dos maiores ataque de infraestrutura entre blockchains naquele ano. Depois, a Mixin prometeu compensar os usuário em até metade da perda com stablecoin, e o resto em token próprio.
A carteira do hacker ficou quietinha até agora, quando resolveu mexê de novo em fevereiro de 2026. Nesse meio tempo, a Mixin até lançou uns token de dívida, chamado MDT, pra organizar o pagamento dos prejuízo. Eles falaram que vão quitar uma parte até setembro de 2026, mas o resto ainda não tem prazo certo.
Mesmo com esse trem todo, a Mixin não fechou as porta não. Diz que ainda tem mais de um bilhão de dólar em ativo e mais de um milhão de cliente. Continua tocando carteira de criptomoeda, serviço de custódia e infraestrutura de negociação.
Tether EVO fica entre os quatro primeiros em competição global de inteligência artificialA tal da Tether, que é dona da maior stablecoin em dólar, o USDT, chegou chegando: ficou em quarto lugar numa disputa mundial de inteligência artificial que mexe com tradução de sinal do cérebro pra virar texto. Quem tocou essa empreitada foi a turma da Tether EVO, o braço mais ousado da empresa. Eles bateram mais de 460 concorrentes no desafio “Brain-to-Text ’25”, lá no Kaggle, mostrando que o sistema deles de ligar cabeça com computador funciona mesmo. O mais arretado é que eles deram conta de processar dados complicados sem precisar de servidorzão central e sem fuçar na privacidade de ninguém. O desafio era transformar 256 canais de atividade neural bruta em texto claro, sem precisar alinhar tudo no tempo certinho. Pra isso, usaram gravação de eletrocorticografia (ECoG), que pega sinal direto do cérebro, e enfrentaram times de ciência de dados e universidades de ponta. O resultado mostra que dá pra rodar tudo no próprio aparelho, sem depender da nuvem — é o tal do “local-first”. A tecnologia deles é firme contra ruído e sabe lidar com dados grandões do cérebro. A ideia é provar que não precisa de computador gigante das Big Tech pra pensar rápido. O chefão da Tether, Paolo Ardoino, disse que a próxima fronteira da humanidade é juntar aprendizado de máquina com a singularidade do cérebro. E frisou: o controle tem que ficar na mão do usuário, longe de datacenter que pode bisbilhotar pensamento íntimo. Essa vitória é tipo um ensaio do que vem por aí: uma infraestrutura que dá poder pro ser humano evoluir sem perder a soberania. A Tether EVO tá focada em juntar biologia com inteligência de máquina, mexendo com neuropróteses e interface cérebro-computador. No fim das contas, eles querem que essa inteligência descentralizada seja ferramenta de liberdade, e não de controle. $PAXG $XRP

Tether EVO fica entre os quatro primeiros em competição global de inteligência artificial

A tal da Tether, que é dona da maior stablecoin em dólar, o USDT, chegou chegando: ficou em quarto lugar numa disputa mundial de inteligência artificial que mexe com tradução de sinal do cérebro pra virar texto.
Quem tocou essa empreitada foi a turma da Tether EVO, o braço mais ousado da empresa. Eles bateram mais de 460 concorrentes no desafio “Brain-to-Text ’25”, lá no Kaggle, mostrando que o sistema deles de ligar cabeça com computador funciona mesmo.
O mais arretado é que eles deram conta de processar dados complicados sem precisar de servidorzão central e sem fuçar na privacidade de ninguém. O desafio era transformar 256 canais de atividade neural bruta em texto claro, sem precisar alinhar tudo no tempo certinho.
Pra isso, usaram gravação de eletrocorticografia (ECoG), que pega sinal direto do cérebro, e enfrentaram times de ciência de dados e universidades de ponta. O resultado mostra que dá pra rodar tudo no próprio aparelho, sem depender da nuvem — é o tal do “local-first”.
A tecnologia deles é firme contra ruído e sabe lidar com dados grandões do cérebro. A ideia é provar que não precisa de computador gigante das Big Tech pra pensar rápido.
O chefão da Tether, Paolo Ardoino, disse que a próxima fronteira da humanidade é juntar aprendizado de máquina com a singularidade do cérebro. E frisou: o controle tem que ficar na mão do usuário, longe de datacenter que pode bisbilhotar pensamento íntimo.
Essa vitória é tipo um ensaio do que vem por aí: uma infraestrutura que dá poder pro ser humano evoluir sem perder a soberania. A Tether EVO tá focada em juntar biologia com inteligência de máquina, mexendo com neuropróteses e interface cérebro-computador.
No fim das contas, eles querem que essa inteligência descentralizada seja ferramenta de liberdade, e não de controle.
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BlockFills suspendeu depósitos e saques, alegando que a medida visa proteger os clientesÔ trem danado esse mercado de criptomoeda, sô! Logo no começo de 2026, com os preços despencando no mundo inteiro, uma corretora lá dos Estados Unidos, chamada BlockFills, resolveu dar uma parada nos serviços pros clientes. Foi na quarta-feira, dia 11, que eles anunciaram que ninguém podia sacar nem depositar por enquanto. Disseram que é só coisa de momento, pra proteger tanto os investidores quanto a própria empresa. No blog deles, soltaram assim: “Por causa das condições do mercado e da situação financeira, decidimos suspender temporariamente os depósitos e saques”. Mas, ó, quem já tava com posição aberta ainda podia negociar no mercado à vista e nos derivativos pra encerrar. O problema é que esse anúncio veio com atraso de uma semana e sem muita explicação, né? Pra tentar ajeitar a situação, falaram que tão conversando direto com os clientes e que tão ralando pra resolver logo. “A BlockFills tá trabalhando sem parar pra concluir essa questão e vai continuar informando os clientes conforme tiver novidade”, disseram. Nesse início de ano, com o bitcoin podendo entrar num bear market, a BlockFills foi uma das primeiras a travar saque. Isso deixou os investidores numa sinuca de bico. A empresa fica em Chicago e, no fim de 2025, tinha comemorado um baita resultado: mais de 61 bilhões de dólares movimentados, 28% a mais que em 2024. Até abriram escritório no Brasil no ano passado, contratando executivo e tudo, como parte da expansão. Eles falam que têm mais de 2.000 clientes institucionais espalhados por 95 países. Mas aqui no Brasil não tá muito claro o tamanho das operações, principalmente na divisão OTC. E vale lembrar: desde 2 de fevereiro, o Banco Central começou a regular as corretoras de cripto no país, com previsão de punição pra quem não seguir as regras. $BTC $ETH $BNB

BlockFills suspendeu depósitos e saques, alegando que a medida visa proteger os clientes

Ô trem danado esse mercado de criptomoeda, sô! Logo no começo de 2026, com os preços despencando no mundo inteiro, uma corretora lá dos Estados Unidos, chamada BlockFills, resolveu dar uma parada nos serviços pros clientes. Foi na quarta-feira, dia 11, que eles anunciaram que ninguém podia sacar nem depositar por enquanto. Disseram que é só coisa de momento, pra proteger tanto os investidores quanto a própria empresa.
No blog deles, soltaram assim: “Por causa das condições do mercado e da situação financeira, decidimos suspender temporariamente os depósitos e saques”. Mas, ó, quem já tava com posição aberta ainda podia negociar no mercado à vista e nos derivativos pra encerrar. O problema é que esse anúncio veio com atraso de uma semana e sem muita explicação, né?
Pra tentar ajeitar a situação, falaram que tão conversando direto com os clientes e que tão ralando pra resolver logo. “A BlockFills tá trabalhando sem parar pra concluir essa questão e vai continuar informando os clientes conforme tiver novidade”, disseram.
Nesse início de ano, com o bitcoin podendo entrar num bear market, a BlockFills foi uma das primeiras a travar saque. Isso deixou os investidores numa sinuca de bico. A empresa fica em Chicago e, no fim de 2025, tinha comemorado um baita resultado: mais de 61 bilhões de dólares movimentados, 28% a mais que em 2024. Até abriram escritório no Brasil no ano passado, contratando executivo e tudo, como parte da expansão.
Eles falam que têm mais de 2.000 clientes institucionais espalhados por 95 países. Mas aqui no Brasil não tá muito claro o tamanho das operações, principalmente na divisão OTC. E vale lembrar: desde 2 de fevereiro, o Banco Central começou a regular as corretoras de cripto no país, com previsão de punição pra quem não seguir as regras.
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Fundador da Cardano veste uniforme do McDonald’s e diz que cripto “não está saudável”O tal do Charles Hoskinson, que é o cabeça por trás da Cardano, apareceu lá no evento de criptomoeda em Hong Kong, no dia 12, vestido de funcionário do McDonald’s. Foi tipo um recado simbólico, mostrando que o setor das moedas digitais tá passando por uma fase meio apertada. Na fala dele, disse que “a indústria não tá saudável” e que o humor do mercado tá no chão, nunca esteve tão baixo. Falou também da turma nas redes sociais que anda bem pessimista e da dificuldade de liquidez, ou seja, o dinheiro não tá circulando fácil nesse meio. Mas, mesmo com esse cenário meio cinzento, Hoskinson garantiu que isso é só coisa de curto prazo. Segundo ele, olhando mais pra frente, o caminho da indústria continua firme e positivo. O povo anda falando demais de “bear market” e “bull market”, ou seja, mercado em baixa e em alta. Esse trem tá rodando em tudo quanto é rede social e site do setor, e não falta discussão sobre o assunto. No meio das críticas ao momento atual, o Hoskinson aproveitou o evento pra soltar umas novidades boas pro ecossistema da Cardano. A principal foi a parceria com o protocolo LayerZero, que mexe com infraestrutura institucional e ajuda na tal da interoperabilidade entre blockchains. Com isso, a rede deve receber o stablecoin USDCx, que vai ter suporte pra carteiras e exchanges, além de trazer recursos de privacidade usando tecnologia de conhecimento zero. Quem contou isso foi um artigo do CoinDesk. O anúncio veio junto com o lançamento da mainnet da Midnight, uma blockchain voltada pra privacidade e feita como parceira da Cardano. Segundo Hoskinson, essas novidades fazem parte da estratégia de atrair capital institucional e aumentar os casos de uso do protocolo, mesmo num cenário de mercado que não anda fácil.

Fundador da Cardano veste uniforme do McDonald’s e diz que cripto “não está saudável”

O tal do Charles Hoskinson, que é o cabeça por trás da Cardano, apareceu lá no evento de criptomoeda em Hong Kong, no dia 12, vestido de funcionário do McDonald’s. Foi tipo um recado simbólico, mostrando que o setor das moedas digitais tá passando por uma fase meio apertada.
Na fala dele, disse que “a indústria não tá saudável” e que o humor do mercado tá no chão, nunca esteve tão baixo. Falou também da turma nas redes sociais que anda bem pessimista e da dificuldade de liquidez, ou seja, o dinheiro não tá circulando fácil nesse meio.
Mas, mesmo com esse cenário meio cinzento, Hoskinson garantiu que isso é só coisa de curto prazo. Segundo ele, olhando mais pra frente, o caminho da indústria continua firme e positivo.

O povo anda falando demais de “bear market” e “bull market”, ou seja, mercado em baixa e em alta. Esse trem tá rodando em tudo quanto é rede social e site do setor, e não falta discussão sobre o assunto.
No meio das críticas ao momento atual, o Hoskinson aproveitou o evento pra soltar umas novidades boas pro ecossistema da Cardano. A principal foi a parceria com o protocolo LayerZero, que mexe com infraestrutura institucional e ajuda na tal da interoperabilidade entre blockchains.
Com isso, a rede deve receber o stablecoin USDCx, que vai ter suporte pra carteiras e exchanges, além de trazer recursos de privacidade usando tecnologia de conhecimento zero. Quem contou isso foi um artigo do CoinDesk.
O anúncio veio junto com o lançamento da mainnet da Midnight, uma blockchain voltada pra privacidade e feita como parceira da Cardano. Segundo Hoskinson, essas novidades fazem parte da estratégia de atrair capital institucional e aumentar os casos de uso do protocolo, mesmo num cenário de mercado que não anda fácil.
Corretora solicita com urgência que usuários retornem bitcoins transferidos por erro graveUma promoção que era pra ser coisa simples virou um dos maiores vexames do mundo das criptomoedas. A Bithumb, que é a segunda maior corretora lá da Coreia do Sul, tá correndo igual doido pra tentar recuperar um dinheirão depois de ter mandado, sem querer, 620 mil bitcoins pros clientes numa ação promocional. O rolo aconteceu porque, em vez de colocar o prêmio em won (a moeda deles), um funcionário acabou digitando em bitcoin. Resultado: em vez de distribuir uns trocados, o sistema despejou bilhões de dólares em moeda digital. Pra você ter ideia, era mais bitcoin do que a própria empresa tinha guardado! Dos quase 700 participantes, uns 249 chegaram a abrir as tais “caixas aleatórias” e receberam os prêmios antes da turma perceber a barbeiragem. O caso já chamou atenção do governo e abriu discussão sobre se os clientes que venderam esses bitcoins têm culpa ou não. Resumindo: era pra ser 620 mil won, virou 620 mil bitcoins. Um errinho de digitação que pode custar caro demais. Uai, se isso não é história pra contar tomando um café com pão de queijo, não sei o que é! Corrida contra o tempo A Bithumb disse que conseguiu desfazer quase tudo — 99,7% dos lançamentos errados — mexendo lá dentro do seu livro-caixa. Mas, ó, não deu pra segurar o trem todo não. Segundo o pessoal das autoridades financeiras, 86 clientes aproveitaram a brecha e venderam perto de 1.788 bitcoins nos 35 minutinhos antes de travarem as contas. Uma parte dessa dinheirama foi direto pras contas pessoais, outra virou compra de outras moedas digitais. Esse movimento bagunçou os preços dentro da própria plataforma, criando uma distorção rápida. Mesmo depois das correções, ainda ficou um rombo de uns 13 bilhões de won (coisa de 9 milhões de dólares) sem volta. Agora, a corretora tá tentando resolver na base da conversa, chamando uns 80 clientes que sacaram grana pra devolverem voluntariamente em moeda local. A ideia é evitar briga longa na justiça. Porque, pela lei civil da Coreia do Sul, o juiz pode mandar devolver o ativo original — o bitcoin — e não só o valor em dinheiro. E como o bichinho valorizou depois do rolo, a situação ficou ainda mais delicada. Regulador chama episódio de “catastrófico” O presidente do Serviço de Supervisão Financeira da Coreia do Sul, Lee Chan-jin, falou que o trem foi “catastrófico” pra quem vendeu os bitcoins que recebeu. E não é difícil entender: como o preço do bitcoin subiu, quem vendeu logo de cara pode ter que comprar de novo mais caro pra devolver, ficando no prejuízo. Lee ainda disse que isso mostrou “problema estrutural” nos sistemas internos das corretoras. O FSS já abriu investigação e o parlamento marcou uma audiência urgente pro dia 11 de fevereiro, chamando a turma da Bithumb e os reguladores pra dar satisfação. A política tá pegando firme, porque o setor cripto lá já sofreu uns tombos feios e vem sendo vigiado de perto nos últimos anos. E o crime, existe ou não? A treta jurídica é grande: será que os clientes que venderam os ativos recebidos por engano podem ser acusados criminalmente? Tem advogado que acha que sim, outros que acham que não. Em 2021, a Suprema Corte da Coreia do Sul decidiu que criptomoeda não é “propriedade” pela lei penal. Isso pode enfraquecer acusação criminal. Mas no civil é diferente: pode ter que devolver tudo, porque não pode enriquecer sem causa. Ou seja, crime talvez não, mas devolução sim. Não foi hack, diz a empresa A Bithumb soltou nota pedindo desculpa e garantiu que não foi ataque de hacker nem falha externa. Disseram que vão rever todo o processo de pagamento e reforçar os controles internos. A segurança dos ativos não foi comprometida, mas ficou a pulga atrás da orelha: - Como que um erro humano liberou crédito desse tamanho? - Não tinha limite automático? - Cadê a dupla checagem? Pra um setor que vive falando de tecnologia avançada, esse vacilo pegou mal demais. O prejuízo real foi menor que os US$ 42 bilhões que apareceram, mas o estrago na confiança pode ser bem maior. Setor em alerta O caso não teve hacker nem falha de código, foi erro humano mesmo. Isso mostra que, em sistema financeiro, o ponto fraco muitas vezes não é o software, mas o processo. Agora a corretora corre atrás de recuperar dinheiro e segurar a pressão política. E fica a pergunta: se um simples erro de digitação causou um rombo bilionário, será que os controles internos dessas exchanges são tão robustos assim?

Corretora solicita com urgência que usuários retornem bitcoins transferidos por erro grave

Uma promoção que era pra ser coisa simples virou um dos maiores vexames do mundo das criptomoedas. A Bithumb, que é a segunda maior corretora lá da Coreia do Sul, tá correndo igual doido pra tentar recuperar um dinheirão depois de ter mandado, sem querer, 620 mil bitcoins pros clientes numa ação promocional.
O rolo aconteceu porque, em vez de colocar o prêmio em won (a moeda deles), um funcionário acabou digitando em bitcoin. Resultado: em vez de distribuir uns trocados, o sistema despejou bilhões de dólares em moeda digital. Pra você ter ideia, era mais bitcoin do que a própria empresa tinha guardado!
Dos quase 700 participantes, uns 249 chegaram a abrir as tais “caixas aleatórias” e receberam os prêmios antes da turma perceber a barbeiragem. O caso já chamou atenção do governo e abriu discussão sobre se os clientes que venderam esses bitcoins têm culpa ou não.
Resumindo: era pra ser 620 mil won, virou 620 mil bitcoins. Um errinho de digitação que pode custar caro demais. Uai, se isso não é história pra contar tomando um café com pão de queijo, não sei o que é!

Corrida contra o tempo
A Bithumb disse que conseguiu desfazer quase tudo — 99,7% dos lançamentos errados — mexendo lá dentro do seu livro-caixa. Mas, ó, não deu pra segurar o trem todo não.
Segundo o pessoal das autoridades financeiras, 86 clientes aproveitaram a brecha e venderam perto de 1.788 bitcoins nos 35 minutinhos antes de travarem as contas. Uma parte dessa dinheirama foi direto pras contas pessoais, outra virou compra de outras moedas digitais.
Esse movimento bagunçou os preços dentro da própria plataforma, criando uma distorção rápida. Mesmo depois das correções, ainda ficou um rombo de uns 13 bilhões de won (coisa de 9 milhões de dólares) sem volta.
Agora, a corretora tá tentando resolver na base da conversa, chamando uns 80 clientes que sacaram grana pra devolverem voluntariamente em moeda local.
A ideia é evitar briga longa na justiça. Porque, pela lei civil da Coreia do Sul, o juiz pode mandar devolver o ativo original — o bitcoin — e não só o valor em dinheiro. E como o bichinho valorizou depois do rolo, a situação ficou ainda mais delicada.

Regulador chama episódio de “catastrófico”
O presidente do Serviço de Supervisão Financeira da Coreia do Sul, Lee Chan-jin, falou que o trem foi “catastrófico” pra quem vendeu os bitcoins que recebeu.
E não é difícil entender: como o preço do bitcoin subiu, quem vendeu logo de cara pode ter que comprar de novo mais caro pra devolver, ficando no prejuízo.
Lee ainda disse que isso mostrou “problema estrutural” nos sistemas internos das corretoras. O FSS já abriu investigação e o parlamento marcou uma audiência urgente pro dia 11 de fevereiro, chamando a turma da Bithumb e os reguladores pra dar satisfação.
A política tá pegando firme, porque o setor cripto lá já sofreu uns tombos feios e vem sendo vigiado de perto nos últimos anos.
E o crime, existe ou não?
A treta jurídica é grande: será que os clientes que venderam os ativos recebidos por engano podem ser acusados criminalmente?
Tem advogado que acha que sim, outros que acham que não. Em 2021, a Suprema Corte da Coreia do Sul decidiu que criptomoeda não é “propriedade” pela lei penal. Isso pode enfraquecer acusação criminal.
Mas no civil é diferente: pode ter que devolver tudo, porque não pode enriquecer sem causa. Ou seja, crime talvez não, mas devolução sim.
Não foi hack, diz a empresa
A Bithumb soltou nota pedindo desculpa e garantiu que não foi ataque de hacker nem falha externa.
Disseram que vão rever todo o processo de pagamento e reforçar os controles internos.
A segurança dos ativos não foi comprometida, mas ficou a pulga atrás da orelha:
- Como que um erro humano liberou crédito desse tamanho?
- Não tinha limite automático?
- Cadê a dupla checagem?
Pra um setor que vive falando de tecnologia avançada, esse vacilo pegou mal demais. O prejuízo real foi menor que os US$ 42 bilhões que apareceram, mas o estrago na confiança pode ser bem maior.
Setor em alerta
O caso não teve hacker nem falha de código, foi erro humano mesmo.
Isso mostra que, em sistema financeiro, o ponto fraco muitas vezes não é o software, mas o processo.
Agora a corretora corre atrás de recuperar dinheiro e segurar a pressão política.
E fica a pergunta: se um simples erro de digitação causou um rombo bilionário, será que os controles internos dessas exchanges são tão robustos assim?
Bitcoin hoje: BTC alcança US$ 67 mil impulsionado por dados fortes do mercado de trabalho nos EUAO tal do Bitcoin deu uma respirada nesta quinta-feira (12), tá sendo negociado por volta de US$ 68.078,32. Convertendo pra nossa moeda, fica em torno de R$ 352.645,69. Ontem, quarta-feira, lá nos Estados Unidos saiu um relatório de emprego bem forte. Isso mostra que a economia deles tá crescendo firme, mas ao mesmo tempo atrapalha a esperança de que o banco central deles, o Fed, vá baixar os juros logo de cara. Segundo o Departamento de Trabalho, os patrões criaram 130 mil vagas em janeiro, bem acima do que os economistas esperavam (70 mil). A taxa de desemprego caiu pra 4,3%, um tiquinho abaixo da previsão de 4,4%. O presidente do Fed, Jerome Powell, já tinha avisado que ia esperar os números pra decidir se mexe nos juros, que hoje tão entre 3,50% e 3,75%. Com o mercado de trabalho mais aquecido, fica difícil eles se sentirem pressionados a cortar juros. Um estrategista de investimentos em cripto até comentou que esse relatório é tipo um vento contrário de curto prazo: o “dinheiro barato” que os ativos de risco precisam pra subir de vez acabou ficando pra depois. Pra março, os traders tão dando só 8% de chance de corte de juros, bem menos que os 20% de ontem e os 27% de um mês atrás. A maioria já não acredita nesse corte tão cedo. Enquanto isso, os investidores tão de olho em setores como inteligência artificial e ouro, que tão brilhando mais que o Bitcoin. Como disse um analista, parece que não tem muito apetite pra “comprar a queda” das criptos nesse momento.

Bitcoin hoje: BTC alcança US$ 67 mil impulsionado por dados fortes do mercado de trabalho nos EUA

O tal do Bitcoin deu uma respirada nesta quinta-feira (12), tá sendo negociado por volta de US$ 68.078,32. Convertendo pra nossa moeda, fica em torno de R$ 352.645,69.
Ontem, quarta-feira, lá nos Estados Unidos saiu um relatório de emprego bem forte. Isso mostra que a economia deles tá crescendo firme, mas ao mesmo tempo atrapalha a esperança de que o banco central deles, o Fed, vá baixar os juros logo de cara.
Segundo o Departamento de Trabalho, os patrões criaram 130 mil vagas em janeiro, bem acima do que os economistas esperavam (70 mil). A taxa de desemprego caiu pra 4,3%, um tiquinho abaixo da previsão de 4,4%.
O presidente do Fed, Jerome Powell, já tinha avisado que ia esperar os números pra decidir se mexe nos juros, que hoje tão entre 3,50% e 3,75%. Com o mercado de trabalho mais aquecido, fica difícil eles se sentirem pressionados a cortar juros.
Um estrategista de investimentos em cripto até comentou que esse relatório é tipo um vento contrário de curto prazo: o “dinheiro barato” que os ativos de risco precisam pra subir de vez acabou ficando pra depois.
Pra março, os traders tão dando só 8% de chance de corte de juros, bem menos que os 20% de ontem e os 27% de um mês atrás. A maioria já não acredita nesse corte tão cedo.
Enquanto isso, os investidores tão de olho em setores como inteligência artificial e ouro, que tão brilhando mais que o Bitcoin. Como disse um analista, parece que não tem muito apetite pra “comprar a queda” das criptos nesse momento.
Grandes investidores adquiriram mais de US$ 4 bi em Bitcoin, enquanto o mercado permanece receosoO Bitcoin ganhou de novo o empurrão das tais “baleias”, aquele povo que tem um mundaréu de moeda guardada e costuma mexer com o rumo do mercado. Só na última semana, carteira com mais de mil BTC juntou coisa de 53 mil moedas — maior compra desde novembro — num negócio que passa de 4 bilhões de dólar, segundo a turma da Glassnode. Esse tanto de compra ajudou a segurar o preço depois da queda braba que fez o Bitcoin despencar quase 50% desde o pico de outubro. Semana passada bateu nos 60 mil, mas já deu uma reagida e tá rodando perto dos 70 mil, cotado acima de 67 mil na manhã dessa quarta (11). Mas ó, os analistas tão dizendo que ainda não dá pra cantar vitória não. Isso segura a queda, mas falta mais dinheiro entrando pra dar firmeza. O Brett Singer, lá da Glassnode, falou pra Bloomberg que precisa ver mais grana chegando pra virar retomada de verdade. E tem mais: apesar dessa comprinha recente, o saldo do último ano mostra que as baleias tão meio desconfiadas. Desde dezembro, mais de 170 mil BTC saíram dessas carteiras, coisa de 11 bilhões de dólar, mostrando que o povo tava mais vendendo do que comprando. Aí fica a pergunta: quem vai segurar a próxima alta grande? Os ETFs novos já tão com gente no prejuízo, e as empresas que botaram Bitcoin no caixa também deram uma freada nas compras, porque as ações delas caíram. Sem uma demanda nova e forte, esse movimento pode ser só pra “tampar buraco” e não uma fé renovada num rali longo. Historicamente, isso até sustenta repique de curto prazo, mas raramente vira tendência duradoura sozinho. Como disse o Bruno Ver, investidor das antigas: “Quando a tempestade passar, voltamos a comprar. Mas por enquanto, ainda tamo no meio dela”. A Glassnode lembra que acompanha grupos de carteiras, que podem ser de investidores grandes, instituições ou custodiantes. Nos ciclos passados, as altas boas mesmo vieram quando vários perfis de investidor foram acumulando juntos. Por enquanto, esse movimento espalhado ainda não apareceu com força.

Grandes investidores adquiriram mais de US$ 4 bi em Bitcoin, enquanto o mercado permanece receoso

O Bitcoin ganhou de novo o empurrão das tais “baleias”, aquele povo que tem um mundaréu de moeda guardada e costuma mexer com o rumo do mercado. Só na última semana, carteira com mais de mil BTC juntou coisa de 53 mil moedas — maior compra desde novembro — num negócio que passa de 4 bilhões de dólar, segundo a turma da Glassnode.
Esse tanto de compra ajudou a segurar o preço depois da queda braba que fez o Bitcoin despencar quase 50% desde o pico de outubro. Semana passada bateu nos 60 mil, mas já deu uma reagida e tá rodando perto dos 70 mil, cotado acima de 67 mil na manhã dessa quarta (11).
Mas ó, os analistas tão dizendo que ainda não dá pra cantar vitória não. Isso segura a queda, mas falta mais dinheiro entrando pra dar firmeza. O Brett Singer, lá da Glassnode, falou pra Bloomberg que precisa ver mais grana chegando pra virar retomada de verdade.
E tem mais: apesar dessa comprinha recente, o saldo do último ano mostra que as baleias tão meio desconfiadas. Desde dezembro, mais de 170 mil BTC saíram dessas carteiras, coisa de 11 bilhões de dólar, mostrando que o povo tava mais vendendo do que comprando.
Aí fica a pergunta: quem vai segurar a próxima alta grande? Os ETFs novos já tão com gente no prejuízo, e as empresas que botaram Bitcoin no caixa também deram uma freada nas compras, porque as ações delas caíram.
Sem uma demanda nova e forte, esse movimento pode ser só pra “tampar buraco” e não uma fé renovada num rali longo. Historicamente, isso até sustenta repique de curto prazo, mas raramente vira tendência duradoura sozinho.
Como disse o Bruno Ver, investidor das antigas: “Quando a tempestade passar, voltamos a comprar. Mas por enquanto, ainda tamo no meio dela”.
A Glassnode lembra que acompanha grupos de carteiras, que podem ser de investidores grandes, instituições ou custodiantes. Nos ciclos passados, as altas boas mesmo vieram quando vários perfis de investidor foram acumulando juntos. Por enquanto, esse movimento espalhado ainda não apareceu com força.
Os ETFs de Solana tiveram seu desempenho mais forte em quase trinta diasNo dia 10 de fevereiro, os ETFs de Solana lá nos Estados Unidos deram uma guinada boa: foi o melhor resultado em quase um mês, segundo os dados da SoSoValue. Depois de dois dias seguidos de saída de dinheiro, eles receberam uma entrada de US$ 8,43 milhões — o maior volume desde 15 de janeiro, quando tinham puxado US$ 8,94 milhões. Isso aconteceu mesmo com a Solana levando uma queda de 4,6% em 24 horas, conforme o CoinGecko. Quem puxou a fila foi o BSOL da Bitwise, que sozinho recebeu US$ 7,7 milhões. O FSOL da Fidelity veio logo atrás, com pouco mais de US$ 732 mil. Já os outros grandes nomes, tipo Grayscale, VanEck e 21Shares, ficaram praticamente parados. Com essa nova entrada, os ETFs de Solana à vista somam agora US$ 700,21 milhões em ativos. Isso dá mais ou menos 1,49% do valor total da Solana, que está avaliada em US$ 46,3 bilhões. Pra comparar: os ETFs de Bitcoin receberam US$ 166 milhões no mesmo dia, os de Ethereum US$ 13,82 milhões, e os de XRP só US$ 3,26 milhões. Ou seja, a Solana ficou no meio do caminho, mas ainda acima do XRP. Mesmo com esse sinal de confiança dos investidores, o preço da Solana não segurou: está sendo negociada a US$ 80,56, acumulando queda de 13% na semana e 43% no mês. O banco Standard Chartered até reduziu a previsão pra 2026 de US$ 310 pra US$ 250, mas manteve o otimismo a longo prazo, projetando US$ 2.000 até 2030. O clima no mercado anda pesado, muito pessimismo. Isso vem da queda forte do Bitcoin, que já causou liquidações acima de US$ 1 bilhão nas últimas semanas. Além disso, o cenário econômico e geopolítico não ajuda: bolsa americana pressionada e o ouro($PAXG ), que é porto seguro, segue estável depois da correção da semana passada.

Os ETFs de Solana tiveram seu desempenho mais forte em quase trinta dias

No dia 10 de fevereiro, os ETFs de Solana lá nos Estados Unidos deram uma guinada boa: foi o melhor resultado em quase um mês, segundo os dados da SoSoValue.
Depois de dois dias seguidos de saída de dinheiro, eles receberam uma entrada de US$ 8,43 milhões — o maior volume desde 15 de janeiro, quando tinham puxado US$ 8,94 milhões. Isso aconteceu mesmo com a Solana levando uma queda de 4,6% em 24 horas, conforme o CoinGecko.
Quem puxou a fila foi o BSOL da Bitwise, que sozinho recebeu US$ 7,7 milhões. O FSOL da Fidelity veio logo atrás, com pouco mais de US$ 732 mil. Já os outros grandes nomes, tipo Grayscale, VanEck e 21Shares, ficaram praticamente parados.
Com essa nova entrada, os ETFs de Solana à vista somam agora US$ 700,21 milhões em ativos. Isso dá mais ou menos 1,49% do valor total da Solana, que está avaliada em US$ 46,3 bilhões.
Pra comparar: os ETFs de Bitcoin receberam US$ 166 milhões no mesmo dia, os de Ethereum US$ 13,82 milhões, e os de XRP só US$ 3,26 milhões. Ou seja, a Solana ficou no meio do caminho, mas ainda acima do XRP.
Mesmo com esse sinal de confiança dos investidores, o preço da Solana não segurou: está sendo negociada a US$ 80,56, acumulando queda de 13% na semana e 43% no mês. O banco Standard Chartered até reduziu a previsão pra 2026 de US$ 310 pra US$ 250, mas manteve o otimismo a longo prazo, projetando US$ 2.000 até 2030.
O clima no mercado anda pesado, muito pessimismo. Isso vem da queda forte do Bitcoin, que já causou liquidações acima de US$ 1 bilhão nas últimas semanas. Além disso, o cenário econômico e geopolítico não ajuda: bolsa americana pressionada e o ouro($PAXG ), que é porto seguro, segue estável depois da correção da semana passada.
Uniswap registra alta de 13% após integração com fundo tokenizado da BlackRockO token de governança da Uniswap, o tal do UNI, deu uma boa subida nessa quarta-feira (11). Isso aconteceu depois que o criador da famosa corretora descentralizada anunciou uma parceria com o BUIDL, que é o fundo tokenizado da BlackRock, aquela gestora de ativos gigante do mercado. A BlackRock, que é a maior do mundo nesse ramo, liberou pra que o fundo de mais de 2 bilhões de dólares fosse negociado dentro do UniswapX. Esse sistema funciona como um mercado onde os profissionais ficam disputando pra oferecer o melhor preço pros usuários. Na parte da tarde, o $UNI tava valendo por volta de 3,69 dólares, uma alta de quase 9% em relação ao dia anterior. Mais cedo, chegou até 3,84 dólares, o que deu uma valorização de 13%. Mas, mesmo com essa animada, o token ainda tá meio machucado: caiu quase 29% no último mês, acompanhando a queda geral das criptos. No comunicado, a Uniswap Labs contou que a BlackRock também fez um investimento estratégico dentro do ecossistema da Uniswap, mas não abriu muito os detalhes. A ideia é que a gestora passe a ter tokens UNI no seu balanço, sendo o primeiro ativo ligado ao DeFi que eles colocam oficialmente. A negociação do BUIDL vai continuar sendo tocada pela Securitize, que é especialista em tokenização e cuida do fundo da BlackRock. O sistema roda sozinho, procurando sempre a melhor cotação entre os participantes autorizados. Ou seja, o BUIDL vai ser negociado na blockchain como qualquer outro token, mas com uma segurança extra, já que os formadores de mercado ficam competindo pra dar o melhor preço. Segundo a Uniswap, essa integração é pra juntar o mundo das finanças tradicionais com o das finanças descentralizadas. O CEO da Securitize, Carlos Domingo, disse que isso abre caminho pra trazer a confiança e as regras do mercado tradicional pra dentro da velocidade e abertura do DeFi. O BUIDL da BlackRock já tá entre os maiores ativos tokenizados, sendo atrelado ao dólar e garantido por dinheiro e títulos do Tesouro dos EUA. Diferente das stablecoins comuns, ele ainda paga rendimento pros investidores. Pra fechar, o CEO da BlackRock, Larry Fink, já tinha falado que a tokenização vai ser “a próxima grande evolução” do mercado, permitindo liquidação instantânea e ampliando os ativos disponíveis. E, claro, o Ethereum aparece como protagonista nessa história, já que sustenta boa parte das stablecoins e também o próprio Uniswap, que nasceu lá em 2018.

Uniswap registra alta de 13% após integração com fundo tokenizado da BlackRock

O token de governança da Uniswap, o tal do UNI, deu uma boa subida nessa quarta-feira (11). Isso aconteceu depois que o criador da famosa corretora descentralizada anunciou uma parceria com o BUIDL, que é o fundo tokenizado da BlackRock, aquela gestora de ativos gigante do mercado.
A BlackRock, que é a maior do mundo nesse ramo, liberou pra que o fundo de mais de 2 bilhões de dólares fosse negociado dentro do UniswapX. Esse sistema funciona como um mercado onde os profissionais ficam disputando pra oferecer o melhor preço pros usuários.
Na parte da tarde, o $UNI tava valendo por volta de 3,69 dólares, uma alta de quase 9% em relação ao dia anterior. Mais cedo, chegou até 3,84 dólares, o que deu uma valorização de 13%. Mas, mesmo com essa animada, o token ainda tá meio machucado: caiu quase 29% no último mês, acompanhando a queda geral das criptos.
No comunicado, a Uniswap Labs contou que a BlackRock também fez um investimento estratégico dentro do ecossistema da Uniswap, mas não abriu muito os detalhes. A ideia é que a gestora passe a ter tokens UNI no seu balanço, sendo o primeiro ativo ligado ao DeFi que eles colocam oficialmente.
A negociação do BUIDL vai continuar sendo tocada pela Securitize, que é especialista em tokenização e cuida do fundo da BlackRock. O sistema roda sozinho, procurando sempre a melhor cotação entre os participantes autorizados. Ou seja, o BUIDL vai ser negociado na blockchain como qualquer outro token, mas com uma segurança extra, já que os formadores de mercado ficam competindo pra dar o melhor preço.
Segundo a Uniswap, essa integração é pra juntar o mundo das finanças tradicionais com o das finanças descentralizadas. O CEO da Securitize, Carlos Domingo, disse que isso abre caminho pra trazer a confiança e as regras do mercado tradicional pra dentro da velocidade e abertura do DeFi.
O BUIDL da BlackRock já tá entre os maiores ativos tokenizados, sendo atrelado ao dólar e garantido por dinheiro e títulos do Tesouro dos EUA. Diferente das stablecoins comuns, ele ainda paga rendimento pros investidores.
Pra fechar, o CEO da BlackRock, Larry Fink, já tinha falado que a tokenização vai ser “a próxima grande evolução” do mercado, permitindo liquidação instantânea e ampliando os ativos disponíveis. E, claro, o Ethereum aparece como protagonista nessa história, já que sustenta boa parte das stablecoins e também o próprio Uniswap, que nasceu lá em 2018.
"Polícia Civil do DF confiscou wallets de criptomoedas de grupo que teria movimentado R$ 15 milhões"Uai, cês acreditam? A Polícia Civil lá do Distrito Federal resolveu meter o pé na porta na terça-feira (10) e fez uma operação daquelas pra acabar com uma quadrilha que tava lavando dinheiro, coisa de 15 milhões de reais nos últimos dois anos. Os agentes da tal Divisão de Falsificações e Defraudações — que o povo chama de Difraudes — saíram rodando três estados e prenderam gente. Pegaram também uns aparelhos de guardar criptomoeda, que o bando usava pra esconder o dinheiro sujo. Só que, na nota que soltaram, não falaram se essas carteiras digitais tinham algum valor guardado nem se conseguiram recuperar as chaves pra mexer nelas. Também não contaram quantos desses dispositivos acharam. As investigações mostraram que os cabras tavam aplicando golpe numa plataforma de ensino e deram um prejuízo de mais de 1 milhão de reais pra empresa. Os nomes dos suspeitos, por enquanto, tão guardados em segredo. A ação rolou ao mesmo tempo em Sertãozinho (SP), Contagem (MG), Aparecida de Goiânia (GO) e Trindade (GO), tudo pra cortar o fluxo de dinheiro da turma. No fim das contas, prenderam cinco suspeitos e cumpriram quatro mandados de busca e apreensão. Os peritos recolheram dois carros, uma moto, computadores e um monte de pen-drive cheio de informação da quadrilha. Além disso, acharam mais dispositivos de criptomoeda e 12 mil reais em dinheiro vivo. Pra dar conta do recado, a PCDF contou com ajuda das Polícias Civis de São Paulo e de Minas Gerais. Agora, o trabalho é fuçar nos arquivos digitais pra ver pra onde foi parar esse dinheiro virtual e descobrir se tem mais gente envolvida, inclusive laranjas em bancos. No fim das contas, a PCDF reforçou que tá firme no combate ao uso de tecnologia pra crime financeiro, sempre com inteligência e rastreamento de dados. $LTC $PAXG $SOL

"Polícia Civil do DF confiscou wallets de criptomoedas de grupo que teria movimentado R$ 15 milhões"

Uai, cês acreditam? A Polícia Civil lá do Distrito Federal resolveu meter o pé na porta na terça-feira (10) e fez uma operação daquelas pra acabar com uma quadrilha que tava lavando dinheiro, coisa de 15 milhões de reais nos últimos dois anos.
Os agentes da tal Divisão de Falsificações e Defraudações — que o povo chama de Difraudes — saíram rodando três estados e prenderam gente. Pegaram também uns aparelhos de guardar criptomoeda, que o bando usava pra esconder o dinheiro sujo. Só que, na nota que soltaram, não falaram se essas carteiras digitais tinham algum valor guardado nem se conseguiram recuperar as chaves pra mexer nelas. Também não contaram quantos desses dispositivos acharam.
As investigações mostraram que os cabras tavam aplicando golpe numa plataforma de ensino e deram um prejuízo de mais de 1 milhão de reais pra empresa. Os nomes dos suspeitos, por enquanto, tão guardados em segredo.
A ação rolou ao mesmo tempo em Sertãozinho (SP), Contagem (MG), Aparecida de Goiânia (GO) e Trindade (GO), tudo pra cortar o fluxo de dinheiro da turma. No fim das contas, prenderam cinco suspeitos e cumpriram quatro mandados de busca e apreensão.
Os peritos recolheram dois carros, uma moto, computadores e um monte de pen-drive cheio de informação da quadrilha. Além disso, acharam mais dispositivos de criptomoeda e 12 mil reais em dinheiro vivo.
Pra dar conta do recado, a PCDF contou com ajuda das Polícias Civis de São Paulo e de Minas Gerais. Agora, o trabalho é fuçar nos arquivos digitais pra ver pra onde foi parar esse dinheiro virtual e descobrir se tem mais gente envolvida, inclusive laranjas em bancos.
No fim das contas, a PCDF reforçou que tá firme no combate ao uso de tecnologia pra crime financeiro, sempre com inteligência e rastreamento de dados.
$LTC $PAXG $SOL
LayerZero (ZRO) registra alta de 34% após anunciar nova blockchain e receber investimento da TetherZRO dispara e anima o mercado Uai, o token ZRO da LayerZero tá que tá nesta quarta-feira (11). Só nas últimas 24 horas já subiu mais de 34%, sendo negociado por volta de US$ 2,33, conforme dados do CoinGecko. E não é só isso não: na semana, o trem já valorizou mais de 27%. Esse foguete aconteceu depois de duas novidades grandes: a Tether resolveu investir na LayerZero e, além disso, gigantes da infraestrutura financeira como Citadel tão dando apoio na criação de uma nova blockchain chamada “Zero”. Tether entra no jogo A Tether, que é quem emite a famosa stablecoin USDT, anunciou na terça (10) que fez um investimento estratégico na LayerZero Labs. O valor não foi contado, mas já deu pra ver que é coisa séria. A LayerZero já tá por trás do USDT0, uma versão “omnichain” do USDT que deixa o token rodar em várias blockchains, mesmo onde ele não é emitido de forma nativa. Desde o começo de 2025, esse USDT0 já movimentou mais de US$ 70 bilhões em transferências entre redes, sempre mantendo o lastro 1:1 com o USDT tradicional. O CEO da Tether, Paolo Ardoino, disse que a tecnologia da LayerZero deixa os ativos digitais circularem em tempo real entre diferentes sistemas, aumentando a utilidade dos criptoativos. E ainda ressaltou que isso pode ser útil até pra inteligência artificial operar carteiras autônomas e mexer com stablecoins em escala. Zero: a nova aposta Além disso, a LayerZero contou que tá desenvolvendo a blockchain “Zero”, com apoio de instituições de peso como Citadel Securities, DTCC e ICE. A ideia é criar uma rede que aguente o tranco de operações pesadas de trading, liquidação e tokenização de ativos tradicionais. O projeto promete enfrentar o tal “trilema das blockchains” — equilibrar escalabilidade, segurança e descentralização. A Zero seria a primeira blockchain “heterogênea”, onde nem todo mundo precisa processar as mesmas transações. Isso dividiria o serviço e aumentaria a capacidade da rede, que, segundo eles, poderia chegar a 2 milhões de transações por segundo. Mas esses números ainda não foram confirmados de forma independente. Se tudo der certo, o lançamento da Zero tá previsto pro segundo semestre de 2026, começando com três ambientes abertos pra contratos inteligentes, pagamentos e negociação de ativos. Papel do ZRO O token ZRO, que é o ativo de governança da LayerZero, vai ser peça-chave pra coordenar a rede e conectar mais de 165 blockchains já integradas ao protocolo.

LayerZero (ZRO) registra alta de 34% após anunciar nova blockchain e receber investimento da Tether

ZRO dispara e anima o mercado
Uai, o token ZRO da LayerZero tá que tá nesta quarta-feira (11). Só nas últimas 24 horas já subiu mais de 34%, sendo negociado por volta de US$ 2,33, conforme dados do CoinGecko. E não é só isso não: na semana, o trem já valorizou mais de 27%.
Esse foguete aconteceu depois de duas novidades grandes: a Tether resolveu investir na LayerZero e, além disso, gigantes da infraestrutura financeira como Citadel tão dando apoio na criação de uma nova blockchain chamada “Zero”.
Tether entra no jogo
A Tether, que é quem emite a famosa stablecoin USDT, anunciou na terça (10) que fez um investimento estratégico na LayerZero Labs. O valor não foi contado, mas já deu pra ver que é coisa séria.
A LayerZero já tá por trás do USDT0, uma versão “omnichain” do USDT que deixa o token rodar em várias blockchains, mesmo onde ele não é emitido de forma nativa. Desde o começo de 2025, esse USDT0 já movimentou mais de US$ 70 bilhões em transferências entre redes, sempre mantendo o lastro 1:1 com o USDT tradicional.
O CEO da Tether, Paolo Ardoino, disse que a tecnologia da LayerZero deixa os ativos digitais circularem em tempo real entre diferentes sistemas, aumentando a utilidade dos criptoativos. E ainda ressaltou que isso pode ser útil até pra inteligência artificial operar carteiras autônomas e mexer com stablecoins em escala.
Zero: a nova aposta
Além disso, a LayerZero contou que tá desenvolvendo a blockchain “Zero”, com apoio de instituições de peso como Citadel Securities, DTCC e ICE. A ideia é criar uma rede que aguente o tranco de operações pesadas de trading, liquidação e tokenização de ativos tradicionais.
O projeto promete enfrentar o tal “trilema das blockchains” — equilibrar escalabilidade, segurança e descentralização. A Zero seria a primeira blockchain “heterogênea”, onde nem todo mundo precisa processar as mesmas transações. Isso dividiria o serviço e aumentaria a capacidade da rede, que, segundo eles, poderia chegar a 2 milhões de transações por segundo. Mas esses números ainda não foram confirmados de forma independente.
Se tudo der certo, o lançamento da Zero tá previsto pro segundo semestre de 2026, começando com três ambientes abertos pra contratos inteligentes, pagamentos e negociação de ativos.
Papel do ZRO
O token ZRO, que é o ativo de governança da LayerZero, vai ser peça-chave pra coordenar a rede e conectar mais de 165 blockchains já integradas ao protocolo.
Zcash, BNB e Sui figuram entre as maiores baixas em um dia de forte queda das criptomoedasAs altcoins tão levando taca de novo nesta quarta-feira (11). A pressão de venda que começou em fevereiro só aumentou. Solana, XRP, BNB e outros tokens importantes caíram entre 4% e 6% nas últimas 24 horas, conforme os dados do CoinGecko. O Zcash foi o que mais sofreu entre as 30 maiores altcoins, despencando 6,7% no mesmo período. Logo atrás vieram BNB, Sui, Hyperliquid e XRP, com perdas de 5,8%, 5,5%, 4,3% e 4,2%. Essa maré de baixa começou depois do pico do Bitcoin em outubro e ganhou força no começo de fevereiro, trazendo um monte de liquidação. Mesmo com o Bitcoin tentando segurar acima dos 60 mil dólares, as altcoins tão fraquinhas, mostrando o medo dos investidores. Segundo Ryan Lee, analista-chefe da Bitget, o problema é a liquidez baixa e o desânimo do pessoal em apostar nas altcoins. Ele disse que muita gente tá preferindo colocar dinheiro em ativos mais seguros, tipo ouro, por causa do cenário econômico cheio de risco. Lee ainda comentou que os stop-loss dos grandes investidores e as liquidações em cascata pioraram a situação, aumentando a pressão sobre Bitcoin, Ethereum, XRP, Solana e companhia. Eva Sever, da SwapSpace, concorda em boa parte, mas lembra que os sinais duros do Fed e a saída de grana dos ETFs de Bitcoin também tão pesando. Isso ajudou a derrubar o preço do Bitcoin recentemente. E daqui pra frente? Os dois analistas acham que o mercado vai entrar numa fase de consolidação, esperando os relatórios de inflação e os índices de confiança do consumidor da semana que vem. Lee acredita numa recuperação no segundo semestre de 2026, se os fundamentos se mantiverem firmes, puxada pelo retorno do capital institucional. Já Sever vê os ETFs e uma possível flexibilização do Fed como fatores-chave. Sem isso, ela acha que o mercado vai continuar instável, com o Bitcoin rodando entre 65 mil e 75 mil dólares. Ela ainda reforçou que as altcoins devem ser mais voláteis, podendo cair de 5% a 15% nessa fase.

Zcash, BNB e Sui figuram entre as maiores baixas em um dia de forte queda das criptomoedas

As altcoins tão levando taca de novo nesta quarta-feira (11). A pressão de venda que começou em fevereiro só aumentou. Solana, XRP, BNB e outros tokens importantes caíram entre 4% e 6% nas últimas 24 horas, conforme os dados do CoinGecko.
O Zcash foi o que mais sofreu entre as 30 maiores altcoins, despencando 6,7% no mesmo período. Logo atrás vieram BNB, Sui, Hyperliquid e XRP, com perdas de 5,8%, 5,5%, 4,3% e 4,2%.
Essa maré de baixa começou depois do pico do Bitcoin em outubro e ganhou força no começo de fevereiro, trazendo um monte de liquidação. Mesmo com o Bitcoin tentando segurar acima dos 60 mil dólares, as altcoins tão fraquinhas, mostrando o medo dos investidores.
Segundo Ryan Lee, analista-chefe da Bitget, o problema é a liquidez baixa e o desânimo do pessoal em apostar nas altcoins. Ele disse que muita gente tá preferindo colocar dinheiro em ativos mais seguros, tipo ouro, por causa do cenário econômico cheio de risco.
Lee ainda comentou que os stop-loss dos grandes investidores e as liquidações em cascata pioraram a situação, aumentando a pressão sobre Bitcoin, Ethereum, XRP, Solana e companhia.
Eva Sever, da SwapSpace, concorda em boa parte, mas lembra que os sinais duros do Fed e a saída de grana dos ETFs de Bitcoin também tão pesando. Isso ajudou a derrubar o preço do Bitcoin recentemente.
E daqui pra frente?
Os dois analistas acham que o mercado vai entrar numa fase de consolidação, esperando os relatórios de inflação e os índices de confiança do consumidor da semana que vem.
Lee acredita numa recuperação no segundo semestre de 2026, se os fundamentos se mantiverem firmes, puxada pelo retorno do capital institucional.
Já Sever vê os ETFs e uma possível flexibilização do Fed como fatores-chave. Sem isso, ela acha que o mercado vai continuar instável, com o Bitcoin rodando entre 65 mil e 75 mil dólares.
Ela ainda reforçou que as altcoins devem ser mais voláteis, podendo cair de 5% a 15% nessa fase.
A União Europeia cogita proibir operações com criptomoedas ligadas à RússiaParece que a União Europeia tá querendo cortar de vez as transações de criptomoeda que vêm da Rússia. Segundo o jornal inglês Financial Times, a ideia é não deixar Moscou usar esses ativos digitais pra escapar das sanções que o bloco europeu colocou depois da invasão da Ucrânia. Esse negócio faz parte de um novo pacote de medidas, mas ainda precisa que todos os países da União deem o “sim” pra valer. Nos papéis que o jornal teve acesso, tá escrito que a proposta é travar empresas e plataformas de cripto ligadas à Rússia de rodar na Europa. A Comissão Europeia acha que não adianta punir só algumas companhias, porque logo aparecem outras no lugar. Por isso, querem ampliar o cerco e bloquear qualquer serviço de criptomoeda que tenha ligação com o país. Esse plano aí tá querendo tampar as brechas que uns atravessadores e uns países de fora tão aproveitando. Um dos pontos de atenção é o Quirguistão, que parece que tá servindo de caminho escondido pra levar tecnologia sensível e uns trem de uso duplo, tipo peça eletrônica que vai parar em drone e equipamento militar. Outra preocupação é não deixar nascer “filhote” da tal exchange russa Garantex, que já levou sanção dos ocidentais. As empresa que mexe com análise de blockchain calcularam que, em 2024, mais de 85% das criptomoedas que foram parar em entidade sancionada passaram justamente pela Garantex e pela iraniana Nobitex. Os americanos já falaram que a Garantex é plataforma ligada à lavagem de dinheiro e quebra de sanção, com bilhões de dólares rodando lá desde 2019. Se esse projeto passar, vai aumentar bem o peso das restrições contra a Rússia, reforçando a estratégia da Europa de cortar fonte alternativa de dinheiro pra guerra. Só que, segundo o jornal FT, pelo menos três países do bloco tão com o pé atrás, preocupados se isso vai dar certo mesmo e quais seriam os efeitos na economia. $EUR $PAXG $XAG

A União Europeia cogita proibir operações com criptomoedas ligadas à Rússia

Parece que a União Europeia tá querendo cortar de vez as transações de criptomoeda que vêm da Rússia. Segundo o jornal inglês Financial Times, a ideia é não deixar Moscou usar esses ativos digitais pra escapar das sanções que o bloco europeu colocou depois da invasão da Ucrânia.
Esse negócio faz parte de um novo pacote de medidas, mas ainda precisa que todos os países da União deem o “sim” pra valer.
Nos papéis que o jornal teve acesso, tá escrito que a proposta é travar empresas e plataformas de cripto ligadas à Rússia de rodar na Europa. A Comissão Europeia acha que não adianta punir só algumas companhias, porque logo aparecem outras no lugar. Por isso, querem ampliar o cerco e bloquear qualquer serviço de criptomoeda que tenha ligação com o país.

Esse plano aí tá querendo tampar as brechas que uns atravessadores e uns países de fora tão aproveitando. Um dos pontos de atenção é o Quirguistão, que parece que tá servindo de caminho escondido pra levar tecnologia sensível e uns trem de uso duplo, tipo peça eletrônica que vai parar em drone e equipamento militar.
Outra preocupação é não deixar nascer “filhote” da tal exchange russa Garantex, que já levou sanção dos ocidentais. As empresa que mexe com análise de blockchain calcularam que, em 2024, mais de 85% das criptomoedas que foram parar em entidade sancionada passaram justamente pela Garantex e pela iraniana Nobitex.
Os americanos já falaram que a Garantex é plataforma ligada à lavagem de dinheiro e quebra de sanção, com bilhões de dólares rodando lá desde 2019.
Se esse projeto passar, vai aumentar bem o peso das restrições contra a Rússia, reforçando a estratégia da Europa de cortar fonte alternativa de dinheiro pra guerra. Só que, segundo o jornal FT, pelo menos três países do bloco tão com o pé atrás, preocupados se isso vai dar certo mesmo e quais seriam os efeitos na economia.
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“Criptomoeda: umas subindo feito foguete, outras descendo igual carro sem freio”📈 Moeda que subiu - Chainbase (C): essa aí disparou que nem foguete, mais de +275% em um dia só. - XRP (Ripple): deu uma engordadinha, coisa de +0,91%. - WETH (Wrapped Ethereum): subiu só um tiquinho, +0,20%. - Bitcoin (BTC): quase não mexeu, mas ficou no verde, +0,07%. 📉 Moeda que caiu - Ethereum (ETH): escorregou -0,64%. - Dogecoin (DOGE): perdeu um cadim, -0,48%. - BNB (Binance Coin): caiu de leve, -0,21%. - Solana (SOL): quase ficou no zero, mas deu uma descidinha de -0,04%. Recado Essas moedas são igual preço de café na feira: muda toda hora. A Chainbase tá igual pão de queijo quentinho, todo mundo querendo pegar, mas pode esfriar rápido. Já as grandonas tipo Bitcoin e Ethereum balançam menos, mas ainda dão susto.

“Criptomoeda: umas subindo feito foguete, outras descendo igual carro sem freio”

📈 Moeda que subiu
- Chainbase (C): essa aí disparou que nem foguete, mais de +275% em um dia só.
- XRP (Ripple): deu uma engordadinha, coisa de +0,91%.
- WETH (Wrapped Ethereum): subiu só um tiquinho, +0,20%.
- Bitcoin (BTC): quase não mexeu, mas ficou no verde, +0,07%.
📉 Moeda que caiu
- Ethereum (ETH): escorregou -0,64%.
- Dogecoin (DOGE): perdeu um cadim, -0,48%.
- BNB (Binance Coin): caiu de leve, -0,21%.
- Solana (SOL): quase ficou no zero, mas deu uma descidinha de -0,04%.
Recado
Essas moedas são igual preço de café na feira: muda toda hora. A Chainbase tá igual pão de queijo quentinho, todo mundo querendo pegar, mas pode esfriar rápido. Já as grandonas tipo Bitcoin e Ethereum balançam menos, mas ainda dão susto.
Sam Bankman-Fried declara que a FTX nunca esteve insolvente e que a falência foi resultado de fraudeÔ trem danado, o tal do Sam Bankman-Fried, que fundou a FTX, tá falando lá do xilindró que essa corretora nunca ficou quebrada não, e que essa falência que a turma nova meteu foi coisa armada, pra meter a mão no dinheiro. As palavras dele tão saindo no X, mas quem posta é um caboclo que pega o que ele fala lá na prisão e joga na rede. Ele disse assim: “A FTX nunca esteve falida. Eu nunca pedi falência dela. Os advogados tomaram conta da empresa e, quatro horas depois, já entraram com uma falência fajuta só pra poder saquear.” Pois é, mas o moço foi condenado a 25 anos de cadeia em março de 2024, por causa de sete acusações de fraude, lavagem de dinheiro e conspiração. O povo da justiça disse que ele desviou mais de 8 bilhões de dólares dos clientes da FTX, gastando com investimento arriscado e até patrocínio de atleta famoso, tipo o Tom Brady. A FTX, que já foi uma das maiores do ramo de criptomoeda, acabou indo pro buraco por causa da má gestão criminosa dele e da turma dele. E não para por aí não: o Sam agora anda acenando pro Trump, dizendo que tanto ele quanto o ex-presidente foram perseguidos pelo governo do Biden. Ele fala que foi vítima de “lawfare”, com acusação inventada e sem chance de se defender direito. Até citou o caso do Trump, que foi denunciado por 34 crimes de contabilidade, dizendo que isso é coisa que normalmente advogado e contador resolvem. Sam também reclama que, no julgamento dele, não deixaram mostrar prova de que a FTX tava de pé e nem falar da atuação dos advogados. Pra ele, o governo Biden pegou birra do setor de criptomoeda e passou a tratar ele como inimigo político depois que largou os democratas e se aproximou dos republicanos. Só que, mesmo com esses acenos, Trump já falou que não vai dar indulto pro Sam não. $BTC

Sam Bankman-Fried declara que a FTX nunca esteve insolvente e que a falência foi resultado de fraude

Ô trem danado, o tal do Sam Bankman-Fried, que fundou a FTX, tá falando lá do xilindró que essa corretora nunca ficou quebrada não, e que essa falência que a turma nova meteu foi coisa armada, pra meter a mão no dinheiro. As palavras dele tão saindo no X, mas quem posta é um caboclo que pega o que ele fala lá na prisão e joga na rede.
Ele disse assim:
“A FTX nunca esteve falida. Eu nunca pedi falência dela. Os advogados tomaram conta da empresa e, quatro horas depois, já entraram com uma falência fajuta só pra poder saquear.”
Pois é, mas o moço foi condenado a 25 anos de cadeia em março de 2024, por causa de sete acusações de fraude, lavagem de dinheiro e conspiração. O povo da justiça disse que ele desviou mais de 8 bilhões de dólares dos clientes da FTX, gastando com investimento arriscado e até patrocínio de atleta famoso, tipo o Tom Brady.
A FTX, que já foi uma das maiores do ramo de criptomoeda, acabou indo pro buraco por causa da má gestão criminosa dele e da turma dele.
E não para por aí não: o Sam agora anda acenando pro Trump, dizendo que tanto ele quanto o ex-presidente foram perseguidos pelo governo do Biden. Ele fala que foi vítima de “lawfare”, com acusação inventada e sem chance de se defender direito. Até citou o caso do Trump, que foi denunciado por 34 crimes de contabilidade, dizendo que isso é coisa que normalmente advogado e contador resolvem.
Sam também reclama que, no julgamento dele, não deixaram mostrar prova de que a FTX tava de pé e nem falar da atuação dos advogados. Pra ele, o governo Biden pegou birra do setor de criptomoeda e passou a tratar ele como inimigo político depois que largou os democratas e se aproximou dos republicanos.
Só que, mesmo com esses acenos, Trump já falou que não vai dar indulto pro Sam não.
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Justiça dos EUA condena fugitivo a 20 anos por fraude em criptomoedas de R$ 380 milhõesUm tribunal lá nos Estados Unidos deu 20 anos de cadeia pra um sujeito que armou um golpe com criptomoedas. O esquema era pesado: fraude e lavagem de dinheiro que somaram uns 73 milhões de dólares (coisa de 380 milhões de reais). O detalhe é que o caboclo, Daren Li, fugiu depois de cortar a tornozeleira eletrônica e foi condenado mesmo sem aparecer no julgamento. Esse Daren Li tem dupla cidadania, da China e de São Cristóvão e Névis, e foi pego por envolvimento numa quadrilha internacional de fraude com criptomoedas. Segundo os promotores, ele mirava vítimas americanas usando rede social, site de namoro e até plataforma falsa de negociação. O golpe era aquele chamado “abate de porcos”: os comparsas ganhavam confiança das pessoas com conversa fiada e depois empurravam elas pra sites falsos ou fingiam ser suporte técnico pra arrancar dinheiro. Além da prisão, o tribunal ainda deu três anos de liberdade vigiada. Li já tinha confessado em novembro de 2024 que participou da lavagem de dinheiro. Ele foi o primeiro da turma a ser sentenciado, mas outros oito já admitiram culpa também. Só nos Estados Unidos, quase 60 milhões de dólares passaram por empresas de fachada antes de virar criptomoeda. Especialistas dizem que esses centros de golpe, como o que Li tocava no Camboja, já são comparados às maiores indústrias do crime organizado, batendo de frente até com tráfico de drogas e ransomware. O diferencial é que eles funcionam sem parar, sempre com novas vítimas, e a criptomoeda facilita demais pra movimentar e esconder o dinheiro. A coisa tá tão séria que a Interpol já classificou esses esquemas como ameaça global, atingindo gente em mais de 60 países. E não é só nos EUA: recentemente a China condenou à morte membros de famílias que comandavam quadrilhas de fraude no Sudeste Asiático, envolvidas em bilhões de dólares e até mortes. $BNB $PEPE $SOL

Justiça dos EUA condena fugitivo a 20 anos por fraude em criptomoedas de R$ 380 milhões

Um tribunal lá nos Estados Unidos deu 20 anos de cadeia pra um sujeito que armou um golpe com criptomoedas. O esquema era pesado: fraude e lavagem de dinheiro que somaram uns 73 milhões de dólares (coisa de 380 milhões de reais). O detalhe é que o caboclo, Daren Li, fugiu depois de cortar a tornozeleira eletrônica e foi condenado mesmo sem aparecer no julgamento.
Esse Daren Li tem dupla cidadania, da China e de São Cristóvão e Névis, e foi pego por envolvimento numa quadrilha internacional de fraude com criptomoedas. Segundo os promotores, ele mirava vítimas americanas usando rede social, site de namoro e até plataforma falsa de negociação. O golpe era aquele chamado “abate de porcos”: os comparsas ganhavam confiança das pessoas com conversa fiada e depois empurravam elas pra sites falsos ou fingiam ser suporte técnico pra arrancar dinheiro.
Além da prisão, o tribunal ainda deu três anos de liberdade vigiada. Li já tinha confessado em novembro de 2024 que participou da lavagem de dinheiro. Ele foi o primeiro da turma a ser sentenciado, mas outros oito já admitiram culpa também. Só nos Estados Unidos, quase 60 milhões de dólares passaram por empresas de fachada antes de virar criptomoeda.
Especialistas dizem que esses centros de golpe, como o que Li tocava no Camboja, já são comparados às maiores indústrias do crime organizado, batendo de frente até com tráfico de drogas e ransomware. O diferencial é que eles funcionam sem parar, sempre com novas vítimas, e a criptomoeda facilita demais pra movimentar e esconder o dinheiro.
A coisa tá tão séria que a Interpol já classificou esses esquemas como ameaça global, atingindo gente em mais de 60 países. E não é só nos EUA: recentemente a China condenou à morte membros de famílias que comandavam quadrilhas de fraude no Sudeste Asiático, envolvidas em bilhões de dólares e até mortes.
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Vitalik propõe o Ethereum como líder alternativo na disputa pela Inteligência Artificial GeralVitalik Buterin tá querendo um rumo diferente pra inteligência artificial. Em vez dessa correria doida atrás da tal IAG (Inteligência Artificial Geral), ele fala que o caminho tem que ser outro: descentralização, verificação e privacidade, igual o jeito que o Ethereum trabalha. Segundo ele, falar só em “trabalhar na IAG” já começa errado, porque parece uma corrida sem direção, só pra ver quem chega primeiro. É como se alguém dissesse que o Ethereum é só “trabalhar com finanças” ou “computação”, sem pensar nos valores e na direção certa. Buterin acha que IA e criptomoeda são tratadas como coisas separadas demais, e que tá na hora de juntar as duas. Em vez de acelerar sem pensar, o desenvolvimento deveria focar em sistemas que aumentem a liberdade das pessoas e tragam segurança, sem deixar o mundo virar bagunça. Ele chama isso de “aceleração defensiva”. Outros nomes do mercado também comentaram. Joni Pirovich, da Crystal aOS, disse que é bem possível o Ethereum virar a camada principal pras interações de IA com IA. Não é sobre correr atrás da IAG, mas sim criar trilhos seguros pras transações e investimentos autônomos. Já Midhun Krishna, da TknOps.io, falou que economias descentralizadas de agentes vão precisar de depósitos programáveis, pagamentos por uso e resolução de disputas direto na blockchain, além de governança com identidade e reputação. Buterin organizou essa ideia num esquema de quatro partes, tipo um gráfico 2x2: - Ferramentas pra interação de IA privada e sem confiança, como LLMs locais e pagamentos de conhecimento zero. - Ethereum como camada econômica pra IA, com pagamentos, contratos entre bots e padrões de reputação. - Assistentes locais que seguem a filosofia “não confie, verifique”, auditando contratos e interagindo sem depender de sistemas centralizados. - Mercados de previsão, votação quadrática e novos modelos de governança. Tudo isso mostra a diferença de visão entre ele e Sam Altman, da OpenAI. Altman acredita que já sabe como chegar na AGI e que os agentes de IA vão logo entrar no mercado de trabalho. Buterin, por outro lado, insiste em segurança baseada em criptografia e coordenação descentralizada.

Vitalik propõe o Ethereum como líder alternativo na disputa pela Inteligência Artificial Geral

Vitalik Buterin tá querendo um rumo diferente pra inteligência artificial. Em vez dessa correria doida atrás da tal IAG (Inteligência Artificial Geral), ele fala que o caminho tem que ser outro: descentralização, verificação e privacidade, igual o jeito que o Ethereum trabalha.
Segundo ele, falar só em “trabalhar na IAG” já começa errado, porque parece uma corrida sem direção, só pra ver quem chega primeiro. É como se alguém dissesse que o Ethereum é só “trabalhar com finanças” ou “computação”, sem pensar nos valores e na direção certa.
Buterin acha que IA e criptomoeda são tratadas como coisas separadas demais, e que tá na hora de juntar as duas. Em vez de acelerar sem pensar, o desenvolvimento deveria focar em sistemas que aumentem a liberdade das pessoas e tragam segurança, sem deixar o mundo virar bagunça. Ele chama isso de “aceleração defensiva”.
Outros nomes do mercado também comentaram. Joni Pirovich, da Crystal aOS, disse que é bem possível o Ethereum virar a camada principal pras interações de IA com IA. Não é sobre correr atrás da IAG, mas sim criar trilhos seguros pras transações e investimentos autônomos. Já Midhun Krishna, da TknOps.io, falou que economias descentralizadas de agentes vão precisar de depósitos programáveis, pagamentos por uso e resolução de disputas direto na blockchain, além de governança com identidade e reputação.
Buterin organizou essa ideia num esquema de quatro partes, tipo um gráfico 2x2:
- Ferramentas pra interação de IA privada e sem confiança, como LLMs locais e pagamentos de conhecimento zero.
- Ethereum como camada econômica pra IA, com pagamentos, contratos entre bots e padrões de reputação.
- Assistentes locais que seguem a filosofia “não confie, verifique”, auditando contratos e interagindo sem depender de sistemas centralizados.
- Mercados de previsão, votação quadrática e novos modelos de governança.
Tudo isso mostra a diferença de visão entre ele e Sam Altman, da OpenAI. Altman acredita que já sabe como chegar na AGI e que os agentes de IA vão logo entrar no mercado de trabalho. Buterin, por outro lado, insiste em segurança baseada em criptografia e coordenação descentralizada.
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