Justin Sun sugere uma criptomoeda que supera o Bitcoin em resultados
Uai, a tal da Tron Inc., que tá na bolsa lá da Nasdaq, resolveu reforçar o cofrinho dela e comprou mais um tantão de token TRX — foram 175.507 na quarta-feira (4). Esse trem faz parte da estratégia deles de guardar o ativo como se fosse uma reserva. O Justin Sun, que é o caboclo que criou a blockchain Tron e também a empresa, ficou todo satisfeito com a movimentação. Ele é considerado uma das figuras mais importantes nesse mundo das criptomoedas. Na hora que a Tron anunciou a compra lá no X, o Sun soltou só um recado curto e grosso: “Keep going”, ou seja, “continua que tá bão”.
Ô trem bão de contar: o token Tron (TRX) deu de lavada no Bitcoin nesse último ano. Enquanto o Bitcão caiu 29%, o TRX subiu 22%. A compra da Tron foi feita na média de 28 centavos de dólar cada, custando uns 49 mil dólares pros cofres da firma. Com isso, as reservas da companhia chegaram a quase 680 milhões de tokens, que hoje valem coisa de 540 milhões de dólares. E num fica só nisso não: a empresa já tá de olho em comprar mais TRX pra garantir um valor firme pros acionistas lá na frente. A ideia é seguir o jeito da Strategy, que monta uma tesouraria de criptomoeda pra colher frutos ao longo dos anos. A Tron Inc. nasceu depois que Justin Sun comprou 100 milhões de dólares em ações da SRM Entertainment, tudo pago em TRX, lá em junho de 2025. Com isso, ele tomou conta da empresa, trocou o nome pra Tron Inc., pôs o pai dele na presidência do conselho e ainda colocou gente ligada ao projeto Tron nos cargos de comando.
Polícia de Goiás detém homem acusado de aplicar fraude de R$ 360 mil envolvendo Bitcoin
Na quarta-feira (4), a Polícia Civil de Goiás pegou um sujeito que tava enrolando o povo com promessa de investimento em criptomoeda. O caboclo dizia que sabia mexer com Bolsa de Valores e oferecia até “renda fixa em Bitcoin”, coisa que não existe, né? No fim das contas, o prejuízo foi de mais de R$ 360 mil. Essa ação fez parte da Operação Chave Mestra, tocada pela delegacia que cuida de crime cibernético, e ainda teve busca na casa dele. O esquema era assim: o homem se apresentava como consultor financeiro, prometia ganhos mensais com day trade e convencia a vítima a assinar contrato. Primeiro, conseguiu R$ 50 mil num acordo básico. Depois, veio outro contrato, de R$ 132 mil, dizendo que ia administrar o dinheiro e devolver com lucro. Pra manter a confiança, mostrava relatórios que só ele fazia e ninguém podia conferir. A maior parte do golpe foi quando ele criou uma carteira de Bitcoin no nome da vítima, que colocou lá uns R$ 175 mil. Só que a chave da carteira tava na mão dele, então tinha acesso total ao dinheiro. Depois, começou a espalhar os valores em várias contas e transações pra dificultar o rastreio. Mas a polícia conseguiu seguir o rastro e descobriu que tudo foi parar numa corretora brasileira, o que levou à identificação do suspeito. Agora, as investigações seguem pra ver se tem mais gente que caiu nesse trem e se há outros envolvidos na tramóia. $BTC $PAXG $SOL
XRP despenca 17% e lidera as perdas das criptos; Bitcoin recua 8%
Uai, sô… o XRP tá levando a pior entre as moedas digitais grandes nesta quinta (5). A bichinha despencou 17% nas últimas 24 horas, acompanhando o tombo do mercado e o prejuízo do Bitcoin. Agora, na hora que escrevo isso, o XRP tá valendo uns US$ 1,25, depois de cair quase 31% na semana, conforme o CoinGecko. É o menor preço desde novembro de 2024, quando tinha dado aquele estouro depois da eleição do Trump nos Estados Unidos. Pra piorar, foi a maior queda diária entre as cem maiores criptos. O Ethereum também não tá nada bem: tá em US$ 1.985, caindo 6% no dia e 30% na semana. A Dogecoin, aquela memecoin famosa, caiu 8% hoje e tá em US$ 0,09, acumulando quase 19% de queda nos últimos sete dias. O BNB tá em US$ 666, depois de cair 9% no dia e 23% na semana. Já a Solana foi pra US$ 85, caindo 8% hoje e ficando 27% abaixo do valor da semana passada. O Bitcoin, que é o grandão, caiu abaixo dos US$ 67 mil e tá sendo negociado a US$ 65.618. Liquidações e prejuízos Essa correção braba fez mais de US$ 47 milhões em contratos futuros de XRP serem liquidados. Quase tudo disso era posição comprada, segundo a CoinGlass. No total, mais de US$ 1,43 bilhão em criptos foram liquidados no último dia. O volume de negociação do XRP até aumentou 57%, passando dos US$ 11 bilhões em 24 horas. Mas o mercado como um todo caiu 7,4% no dia, ficando em US$ 2,37 trilhões, bem longe do pico de US$ 4,2 trilhões em setembro de 2025. A Evernorth, que comprou XRP pra tesouraria, tá amargando um prejuízo não realizado de US$ 446 milhões. Eles compraram quase US$ 947 milhões em outubro e agora o valor das reservas despencou pra uns US$ 501 milhões. Os ETFs de XRP nos EUA até tiveram entradas líquidas de US$ 6,9 milhões na quarta, mas o ritmo tá mais devagar. Enquanto isso, o CEO da Ripple, Brad Garlinghouse, segue falando de projeto de lei pra estruturar o mercado, mas não comentou nada sobre essa queda feia. Clima no mercado No geral, os traders tão com o coração na mão. O índice de “Medo e Ganância” da CoinGlass despencou pra 11, que é “Medo Extremo”. Em janeiro tinha chegado a 62, mostrando ganância, mas desde então só vem caindo.
Tribunal brasileiro ordena o bloqueio de USDC da empresa Circle em processo na esfera cível
Ô trem danado esse caso que foi parar na Justiça de São Paulo, lá na Vara Cível. O povo caiu num golpe de investimento em criptomoeda, mas não foi coisa feita de supetão não: os cabras foram ajeitando tudo devagarinho, com conversa mansa, promessa de tecnologia de ponta e até uma plataforma digital só pra enganar os desavisados. Primeiro, a vítima viu uns anúncios falando de lucro alto no mercado cripto, dizendo que era coisa de inteligência artificial. Aí apareceu um tal de “professor”, se passando por entendido em investimento. Esse sujeito foi ganhando confiança aos poucos, mandando mensagem toda hora, falando bonito, prometendo segurança. Depois, encaminhou a vítima pra uma tal de “Atual Invest”. A plataforma tinha cara de coisa séria: visual ajeitado, parecia corretora de verdade. Só que no Reclame Aqui já tinha gente reclamando, dizendo que era golpe. O sistema mostrava saldo crescendo, rendimento diário, histórico de operação — tudo pra iludir. Nos papéis do processo, descobriu-se que essa plataforma tinha nascido há pouquinho tempo, registrada de forma escondida, sem ligação com empresa regulada. A vítima, acreditando que tava investindo certo, mandou cerca de 13 mil dólares, convertido em cripto. Por um tempo, parecia que tava dando certo, o sistema mostrava ganho constante, incentivando novos depósitos. Mas na hora de sacar, começou a encrenca: pediam taxa extra, comissão, imposto que não existia. Mesmo pagando, o dinheiro não saía. Foi aí que ficou claro: era golpe mesmo. O “professor” insistia em mais depósito e os números que apareciam eram só fumaça, sem valor real. A vítima correu pra Justiça. O juiz, vendo as provas — conversa, registro da plataforma, tempo curto de existência do site — reconheceu a fraude. Descobriram que parte do dinheiro tava em USDC, uma stablecoin da Circle. Essa moeda tem recurso técnico que permite bloquear e congelar tokens quando a Justiça manda. Graças ao rastreamento na blockchain, deu pra seguir o caminho do dinheiro e achar onde tava guardado. Com isso, o juiz deu decisão liminar pra bloquear os USDC, entendendo que a Circle tem controle pra segurar a movimentação. O magistrado explicou que não é punição definitiva, é medida cautelar, só pra segurar o dinheiro até o julgamento final. Assim, se a vítima tiver direito reconhecido, pode ser ressarcida. E o advogado da investidora, Raphael Souza, especialista em cripto, falou bem claro: stablecoin não é intocável. > “Com investigação e rastreamento em blockchain, dá pra agir rápido e congelar valores. Stablecoins como $USDC e USDT podem ser bloqueadas, e isso muda o jogo pra quem caiu em golpe e quer recuperar o dinheiro perdido.” $BTC $ETH
Summer of Bitcoin 2026 – trem bão demais da conta!
Ô sô, pensa num programa que junta estudante do mundo inteiro pra mexê com código aberto e ainda paga em Bitcoin. Pois é, esse tal de Summer of Bitcoin 2026 é isso aí: uma oportunidade arretada pra quem tá na faculdade e quer pôr a mão na massa com tecnologia de ponta. O que é esse trem? - É tipo um estágio online, mas chique, inspirado no Google Summer of Code. - O foco é mexê com projeto de código aberto no universo do Bitcoin. - Tudo pela internet, sem precisar sair de casa. - Tem mentoria de gente que já é fera na área. E o dinheirinho? - A bolsa é paga em Bitcoin$BTC , variando de uns 3 mil a 6.600 dólares. - Dependendo da situação do estudante, dá pra receber um valor bem bacana. - Pra quem tá no Brasil, isso pode chegar a mais de 30 mil reais. Datas importantes - Inscrição abre dia 1º de fevereiro de 2026. - Prazo final é 15 de fevereiro de 2026. - O programa rola durante o verão lá do hemisfério norte, de junho a agosto. Benefícios além da grana - Experiência prática em projetos que contam de verdade. - Networking com gente do mundo inteiro. - Chance de ser chamado de novo, ganhar bolsa de pesquisa ou até emprego em empresa grande do setor. Resumindo É aquele trem que vale a pena demais: você aprende, conhece gente, ganha experiência e ainda recebe em Bitcoin. Mas tem que ficar esperto com o prazo, porque inscrição fecha rapidim.
“O governo pode intervir no Bitcoin? Deputado entra em confronto com secretário do Tesouro dos EUA.”
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, arrumou uma prosa complicada lá no Capitólio nessa quarta-feira (4), falando de Bitcoin. A treta começou quando um deputado, Brad Sherman (Democrata da Califórnia), quis saber se essa tal criptomoeda podia ter papel numa crise financeira futura. “Uai, o Tesouro tem poder pra salvar o Bitcoin?”, perguntou Sherman. Bessent parou, pensou um tiquinho e retrucou: “Mas o que o senhor tá querendo dizer com ‘salvar o Bitcoin’, hein?”. O trem é que, mesmo com um tanto de empresa pública investindo pesado em criptomoedas no último ano — e o povo já desconfiando por causa da queda recente do Bitcoin — a rede em si não corre risco de desandar se o preço despencar mais. Lá no começo, o Bitcoin$BTC rodava de boa, valendo só uns centavinhos. Sherman não largou o osso e perguntou se Bessent podia mandar os bancos americanos comprarem Bitcoin. “Não tenho poder pra isso, não”, respondeu o secretário. Depois de muita insistência, Sherman quis saber se o dinheiro do povo americano ia ser colocado em criptomoeda sob a batuta do Tesouro. Bessent disse que o governo só guarda os bitcoins que foram apreendidos, mas não falou nada de gastar dinheiro público comprando mais. Uns minutos depois, apareceu outra confusão. O deputado Gregory Meeks (Democrata de Nova York) cutucou Bessent, perguntando se ele ia mandar o OCC segurar a licença da empresa de criptomoeda da família Trump, a tal da World Liberty Financial. O motivo seria uma investigação sobre uma compra feita por gente dos Emirados Árabes Unidos, ligada a um acordo de chips de inteligência artificial que a Casa Branca intermediou. Bessent não quis falar do acordo, só disse que o OCC é independente. Aí, pra esquentar ainda mais, jogou na roda uma acusação sobre uma viagem que Meeks teria feito pra Venezuela em 2006. Resultado: os dois começaram a gritar um com o outro, até que o presidente da comissão, French Hill (Republicano do Arkansas), teve que apartar. Meeks, nervoso, berrou: “Pare de passar pano pro presidente! Não seja puxa-saco, trabalhe pro povo americano!”.
“Nenhum valor do Bitcoin nos preocupa”, afirma o CEO da OranjeBTC
OranjeBTC: CEO garante que preço do Bitcoin não dá dor de cabeça O Guilherme Gomes, que é o manda-chuva da OranjeBTC, soltou uma prosa firme: hoje não tem preço de Bitcoin que atrapalhe a empresa, nem se a moeda despencar de vez. Ele falou isso num encontro com jornalistas, justamente quando o Bitcoin tá passando por uma correção braba, batendo uns US$ 73 mil — menor valor em quase dois anos. Enquanto isso, as ações da companhia, que aparecem na bolsa com o código OBTC3, tão levando uma surra desde que estrearam na B3, lá em outubro de 2025. “Preço de Bitcoin não dá dor de cabeça pra nós”, disse Gomes, lembrando que a estrutura financeira da Oranje já foi feita pra aguentar os altos e baixos do mercado. Segundo ele, a empresa só tem uma dívida, que vence em cinco anos, sem aquelas cláusulas que obrigam vender ativo se o preço cair. O CEO reforçou que a ideia principal continua sendo acumular e guardar Bitcoin como estratégia, mas sem radicalismo. Quando perguntaram se a Oranje pensa em vender parte das reservas, ele respondeu: “Não venderia, mas nunca diga nunca”, deixando a porta aberta pra mudar de rumo se precisar. Ações em queda e foco em recompras Se o Bitcoin já é cheio de sobe e desce, as ações da empresa tão sofrendo ainda mais. A OBTC3 entrou na bolsa por meio de um IPO reverso, quando a OranjeBTC comprou a Intergraus, dona de cursinho de vestibular. Desde então, o papel só caiu: estreou a R$ 24 e agora tá em R$ 6,90 — uma queda de 71%. Pra enfrentar isso, Gomes contou que a empresa resolveu dar prioridade à recompra de ações em vez de comprar mais Bitcoin. A lógica é simples: o papel tá valendo menos do que o tanto de BTC que a empresa tem em caixa. Ou seja, recomprar ação é quase como comprar Bitcoin com desconto. Hoje, o chamado MNAV da empresa tá em 0,83. Na prática, quem compra ação da OranjeBTC tá levando Bitcoin mais barato. “Quando a empresa vale menos que os bitcoins que tem guardado, recomprar ação aumenta a quantidade de BTC por ação pro investidor”, explicou. Dois pilares: tesouraria e educação Gomes também destacou que a OranjeBTC tem dois pilares de negócio. O primeiro é a gestão financeira em Bitcoin, com caixa preparado pra atravessar momentos difíceis e aproveitar o longo prazo da moeda. O segundo é a educação, que ganhou força depois da compra da Intergraus. Agora, além do cursinho, a empresa tá lançando cursos sobre Bitcoin, usando a educação como forma de gerar receita e também formar novos investidores. Na visão do CEO, juntar um ativo volátil como o BTC com um negócio mais estável como educação ajuda a empresa a “aguentar o tranco” sem depender só da valorização da criptomoeda. Ele também frisou que não tem política de pagar dividendos. A prioridade é reinvestir: seja recomprando ações, seja expandindo projetos e fortalecendo o caixa. A ideia é pensar no longo prazo e não gastar energia distribuindo dinheiro no curto. 👉 Em resumo, a OranjeBTC tá tentando segurar firme: acumula Bitcoin, recompra ação quando vê oportunidade e aposta na educação pra equilibrar o jogo.
Cathie Wood atribui à Binance o colapso repentino do Bitcoin em outubro e a queda atual
A chefe da ARK Invest, Cathie Wood, voltou a cutucar a Binance, dizendo que foi ela a grande culpada pelo tombo do Bitcoin no dia 10 de outubro de 2025. Esse trem ficou conhecido no mercado como “10/10” e, segundo ela, até hoje ainda pesa nas costas do BTC, explicando por que a moeda anda meio fraquinha. Em papo recente na Fox Business e também no podcast The Rundown, Wood contou que aquele rolo foi resultado de uma desalavancagem forçada que tirou de cena uns 28 bilhões de dólares do mundo cripto. De acordo com ela, o estopim da confusão foi um bug no sistema da Binance, que disparou chamadas de margem automáticas e acabou gerando liquidações em cascata. “O 10 de outubro foi, no mundo cripto, um flash crash causado por um problema de software na Binance que desalavancou o sistema”, disse a executiva. Pra Wood, o mercado passou uns dois a três meses ainda sentindo os “trancos” desse episódio, o que explica por que o Bitcoin, sendo o ativo mais líquido, continuou sofrendo pressão. Ela também ligou o tombo de outubro à queda mais recente do BTC, lembrando que o Bitcoin é sempre o primeiro a levar chamada de margem por ser usado como garantia. Só começou a dar uma acalmada quando o preço testou a faixa dos 80 a 90 mil dólares. Outros chefes do setor também pensam parecido. Star Xu, da OKX, falou que a Binance tem culpa no cartório, citando concentração de liquidez e problemas operacionais que pioraram a queda. Resposta da Binance Na época, a Binance negou que o tombo tivesse sido por falha nos seus sistemas. Disse que foi coisa de mercado mesmo: liquidez baixa e ordens antigas. Garantiu que os sistemas centrais ficaram firmes. A corretora ainda contou que pagou uns 283 milhões de dólares em compensações pra usuários que perderam dinheiro com ativos desparelhados, como USDE, BNSOL e WBETH, e que ainda tem mais pagamento vindo por aí. Segundo a empresa, os problemas mais pesados apareceram depois que o mercado já tinha batido no fundo. As quedas bruscas em alguns pares não foram negócio a “preço zero”, mas sim falha de exibição, liquidez rala e ordens antigas. Efeito duradouro Pra Wood, mesmo que o pior já tenha passado, o episódio deixou cicatriz. Ela acha que o mercado precisou “dar uma limpada nos exageros” antes de voltar a andar direito, e isso explica por que o Bitcoin demorou a reagir, mesmo quando o cenário macro deu uma melhorada. Mas a executiva acredita que a pressão vai diminuindo aos poucos, conforme o sistema absorve as perdas e a liquidez volta ao normal. $BTC $BNB
Grande mestre de xadrez é acusado de desviar R$ 7,8 milhões em criptomoedas de brasileiro
Um colombiano, que lá no país dele é campeão de xadrez, acabou levando uma condenação pesada aqui no Distrito Federal: oito anos de cadeia por ter passado a perna num empresário brasileiro do ramo das criptomoedas. O prejuízo foi grande demais da conta, coisa de 1,5 milhão de USDT, que dá milhões de reais, segundo o jornal A Tarde. Esse tal de Daniel Uribe Arteaga se aproximou do empresário em 2024, fingindo ser um executivo espanhol com negócios nos Estados Unidos e no Paraguai. Os dois se encontravam numa barbearia chique lá no Setor Noroeste de Brasília. O golpe foi montado em cima de uma história bem contada: dizia que era importador de iPhone em grande escala e que precisava toda semana de 4,5 milhões de USDT pra pagar fornecedor na China. Aí veio com a proposta: o brasileiro mandava as criptos pra ele e recebia dólares numa casa de câmbio no Paraguai, ainda com um lucro de 2%. Pra ganhar confiança, o colombiano sugeriu uma transação pequena primeiro, só 100 dólares. Depois disso, o empresário caiu na conversa e mandou 1,5 milhão de USDT. Foi aí que o sujeito sumiu, parou de responder na hora. A Polícia Civil do DF investigou e achou imagens de câmera mostrando o colombiano saindo correndo de casa logo depois da transferência. Ele espalhou o dinheiro em várias carteiras e corretoras, e ainda gastou com luxo: comprou uma bolsa da Louis Vuitton de 52 mil reais no dia seguinte ao golpe. Com ajuda da empresa Tether, as autoridades conseguiram congelar cerca de 1 milhão de USDT. No fim das contas, Daniel Uribe foi condenado a 8 anos, 10 meses e 15 dias de prisão em regime fechado, além de ter que pagar mais de 400 mil reais de reparação mínima à vítima. Mas, por enquanto, ele ainda tá solto, esperando recurso. $USDT $BTC $ETH
Ô trem bão de acompanhar é esse tal de mercado de criptomoeda, mas tem hora que parece montanha-russa, sô. Nas últimas 24 horas lá na Binance, teve moeda que disparou igual foguete e outras que despencaram feito pedra no rio. 📈 As que deram alegria - Zilliqa (ZIL): subiu mais de 20%, uai! - Frax Share (FXS): ganhou quase 14%. - Coin98 (C98): também deu uma esticada boa, mais de 10%. - Outras como Bounce Token e dKargo também deram aquele gás. 📉 As que deram tristeza Mas nem tudo é festa, não. Tem moeda que tá apanhando feio nos últimos meses: - Frax Share já perdeu quase 70% em meio ano. - Coin98 caiu mais de 50%. - dKargo e Bounce Token também tão sofrendo. 🪙recado Criptomoeda é igual café forte: dá energia, mas se exagerar pode dar tremedeira. Quem mexe com isso tem que saber que o sobe e desce é rápido demais. Hoje tá sorrindo, amanhã pode tá chorando.
Investidor de A Grande Aposta responsabiliza o Bitcoin pela queda do ouro e da prata
Ô trem bão de explicar: Michael Burry, aquele investidor que ficou famoso por prever a quebradeira de 2008, soltou uma opinião arretada. Ele disse que a queda do Bitcoin tá puxando junto o ouro e a prata $XAG pra baixo. Esse caboclo, que até inspirou o filme A Grande Aposta, escreveu isso lá no Substack no dia 2. Segundo ele, os grandões do mercado tiveram que vender coisa boa pra cobrir o prejuízo com Bitcoin. E aí, os contratos de ouro e prata tokenizados foram escolhidos pra serem liquidados. Burry falou que parece que até 1 bilhão de dólares em metais preciosos foi vendido no fim do mês por causa da queda das criptos. O homem não tá nada animado com o Bitcoin. Disse que não vê motivo pra essa moeda parar de cair, que ela não cumpriu a promessa de ser um “porto seguro digital” igual ao ouro$PAXG . Pra ele, se o preço bater nos 50 mil dólares, pode ter mineradora quebrando e o mercado de futuros desses metais pode sumir num buraco negro sem comprador. E não adianta falar que tem empresa guardando Bitcoin em tesouraria, não. Burry disse que isso não significa nada, porque ativo de tesouraria não é permanente. Hoje mesmo, quarta-feira (4), o Bitcoin continua caindo. Ontem chegou a bater 73 mil dólares, deu uma respirada, mas agora tá em 76.080, queda de quase 3% em 24 horas. Histórico do Bitcoin Agora, também não é novidade que Burry não gosta do Bitcoin$BTC . Mas tem gente que pensa diferente. A história da moeda mostra que essas quedas fazem parte do jogo. Desde que nasceu, já teve vários ciclos de alta e baixa, alguns bem mais fortes que esse. Em 2018, por exemplo, despencou 84%, saindo de quase 20 mil pra 3.200 dólares. Em 2022, caiu 77%, de 69 mil pra 15.500. Mas depois sempre deu a volta por cima. Do fundo de 2018 até 2021, subiu mais de 2.000% e bateu recorde. Depois da queda de 2022, voltou a subir e passou dos 100 mil em 2025. Mesmo agora, com essa queda, o Bitcoin ainda tá com alta de mais de 300% nos últimos cinco anos. Os números de longo prazo mostram que, desde 2013, o retorno médio anual passa de 60%. E quem segurou a moeda por quatro anos, praticamente sempre saiu no lucro.
A Galaxy aponta qual pode ser o limite da queda do Bitcoin neste período de baixa
Bitcoin na banguela Uai, o trem tá feio pro lado do Bitcoin. A moeda já despencou quase uns 50 mil dólares, coisa de 38% abaixo da máxima que bateu lá em outubro. Hoje, quarta-feira (4), tá rodando por volta de 73 mil e uns quebrados, bem abaixo dos 80 mil. E segundo Alex Thorn, lá da Galaxy Digital, a queda pode apertar ainda mais, chegando a menos de 60 mil por unidade. O que tá pegando Thorn explicou que o preço do Bitcoin tá meio sem estrutura: - Não aguenta firme como proteção contra a desvalorização, enquanto o ouro tá subindo. - A média móvel de 200 semanas tá mostrando fraqueza. - E não tem nenhum “empurrãozinho” de curto prazo pra segurar o trem. Ele até disse que tá difícil achar motivo pra animar, já que o Bitcoin não tá andando junto com ouro e prata como estratégia de proteção. Possíveis preços Pode até dar umas voltas perto dos 76 mil, mas a chance grande é de cair pra faixa dos 70 mil e, se bobear, testar os 56 mil ou 58 mil nas próximas semanas. Histórico não ajuda Olha só: sempre que o Bitcoin caiu mais de 40% da máxima, quase sempre despencou até 50%. E nos últimos ciclos de alta, quando perdeu a média móvel de 50 dias, foi direto buscar a de 200 semanas — que agora tá em 58 mil. Um fio de esperança Apesar da ladeira, tem um detalhe que pode animar quem pensa no longo prazo: os investidores antigos, que vinham vendendo pesado em 2024 e 2025, deram uma sossegada. Isso pode ser sinal de que o fundo tá chegando. Situação atual Nas últimas 24 horas, caiu mais 2,6%. No mês, já são 18% de perda. Tá sendo negociado em torno de 76 mil, menor preço desde o fim de 2024. Se cair mesmo pros 58 mil, vai ser mais uns 25% de prejuízo. Mas, segundo Thorn, pode virar oportunidade boa pra quem pensa lá na frente, porque esses níveis já foram pontos de entrada fortes no passado. $BTC $PAXG
Para Vitalik Buterin, priorizar a segunda camada no Ethereum “não faz sentido”
Vitalik Buterin, um dos que pôs o Ethereum no mundo, disse na terça-feira (3) que a rede tá precisando achar “um rumo novo”, sem ficar tão agarrada nessas tais camadas de segunda mão, as L2. Segundo ele, “a ideia que a gente tinha das L2 e do papel delas dentro do Ethereum já não bate mais com a realidade”. Foi o que escreveu lá no X. O povo que mexe com o Ethereum vem há anos tentando dar conta de deixar a rede mais “folgada”, ou seja, arrumar espaço nos blocos pra caber de tudo: aplicativo, transação, o que for. E tudo isso sem perder o trem mais importante: segurança, eficiência e descentralização.
O trem das redes de segunda camada No começo, muita gente da turma do Ethereum — até o próprio Buterin — achava que o caminho certo pra dar conta do crescimento era usar as tais redes de segunda camada, tipo Base, Polygon, Arbitrum e Optimism. Essas redes são feitas por terceiros e rodam em cima da rede principal do Ethereum$ETH . Só que Buterin mudou de ideia. Ele disse que a rede principal já tá crescendo num ritmo bom e que algumas dessas redes L2 não dão conta de seguir os padrões do Ethereum. Por isso, não deveriam ser vistas como pedaços “oficiais” da rede, principalmente quando o assunto é descentralização. Segundo ele: “Essas redes L2 não conseguem ou não querem ter as características que um verdadeiro shard oficial precisa”. E ainda contou que já viu pelo menos uma delas falar que talvez nunca vá passar do estágio 1, não só por questão técnica de segurança, mas também porque os clientes delas pedem controle total por causa de regras regulatórias. Pra explicar melhor: lá em 2022, Buterin disse que as redes de “estágio 1” são como bicicleta com rodinha — têm limitações de segurança e descentralização. Já as de “estágio 2” são aquelas que conseguem ser totalmente descentralizadas. Agora, ele sugeriu que tanto usuários quanto desenvolvedores vejam essas redes L2 não como extensão direta do Ethereum, mas como um espectro: algumas seguem firme nos padrões da rede, outras oferecem vantagens extras, mas deixam a desejar na segurança ou na descentralização. Esse anúncio pode virar um marco no jeito que o pessoal desenvolve e vende essas redes. Até hoje, quase todas batiam na tecla de “escalar o Ethereum”. Mas Buterin avisou: só isso não basta mais. E ele ainda provocou: “Se eu fosse uma rede de segunda camada hoje, buscava um diferencial além da escalabilidade”.
O banco Standard Chartered projeta qual será o valor da Solana em 2030
O banco Standard Chartered deu uma mexida boa nas previsões pra Solana (SOL). Pra 2026, eles baixaram a meta de preço de 310 doletas pra 250. Mas, ao mesmo tempo, animaram pro futuro: acham que até 2030 a moeda pode bater 2 mil dólares. Hoje a Solana tá valendo uns 102 dólares, bem abaixo da máxima de 293 que rolou em janeiro passado, quando teve aquele burburinho da memecoin do Trump. Só na última semana caiu 17%, e no ano já tá mais de 48% pra baixo. Segundo Geoff Kendrick, chefe de pesquisa digital do banco, o movimento dentro das exchanges da Solana tá mudando: antes era só memecoin, agora tá migrando pros pares SOL/stablecoin. Ele disse que essas stablecoins rodam duas a três vezes mais rápido que na Ethereum, mostrando que a rede tem outro tipo de uso. Nas novas projeções, o banco acha que a SOL chega em 400 dólares até 2027, 700 até 2028 e 1.200 até 2029. E pela primeira vez soltaram uma previsão tão longa, mirando 2030. Kendrick explicou que o barato da Solana é ser rápida, confiável e baratinha pra transação. Isso dá vantagem em setores que precisam de muito volume e custo baixo, tipo micropagamentos com protocolos de inteligência artificial, onde cada transação sai por uns 6 centavos. Ele disse que tá de olho em duas coisas pra confirmar se os micropagamentos vão virar o grande caso de uso da Solana: o volume de transferências de stablecoins e a velocidade delas dentro da rede. Com taxa de gás de 0,0007 dólar, contra 0,015 da Base, a Solana consegue processar transações minúsculas que outras blockchains não dão conta. O banco acredita que até 2027 a Solana ainda fica atrás da Ethereum, mas depois pode recuperar espaço com os micropagamentos. Já em relação ao Bitcoin, eles acham que a Solana vai se sair melhor até 2030. Em 2025, quase metade do “PIB” da Solana veio das DEXs cheias de memecoin, mas isso já tá caindo. Pra Kendrick, o preço atual não tá barato, e essa mudança de foco — saindo das memecoins e indo pros pares SOL-stablecoin — pode puxar o valor da moeda pra cima no futuro. $SOL $BTC
Criptomoedas em queda hoje na Binance Uai, sô… o trem das criptomoedas não tá muito bão hoje não. Quem acompanha a Binance viu que umas moedas deram uma escorregada boa nas últimas 24 horas. As que mais “desceram a ladeira” - LayerZero (ZRO) caiu mais de 15%. - Stargate Finance (STG) perdeu quase 14%. - Bounce Token (AUCTION) também não escapou, despencou mais de 13%. - Outras como Berachain (BERA) e 0G também tão no vermelho. O mercado como um todo O valor total das criptos tá em torno de 2,7 trilhões de dólares, mas caiu uns 3% de ontem pra hoje. O volume de negociação segue alto, mais de 137 bilhões, e o Bitcoin continua mandando, dominando quase 60% do mercado. O que isso significa - Volatilidade danada: num dia tá lá em cima, no outro despenca. - Oportunidade ou risco: tem gente que aproveita pra comprar barato, mas tem que ter cuidado. - Diversificação é chave: não dá pra pôr todos os ovos na mesma cesta, né? 👉 Em resumo: hoje o mercado tá meio “cabrunco”, mas quem mexe com cripto já sabe que é assim mesmo, sobe e desce igual trem em serra mineira.
Ô trem bão, sô! O mercado de criptomoeda tá igual café forte: acordando todo mundo. Hoje quem tá brilhando na Binance é a Synapse (SYN), que deu um salto de mais de 75% em apenas 24 horas. É quase igual aquele pão de queijo que cresce demais no forno e surpreende a gente. Mas não é só ela não. Outras moedas também tão “engordando” bonito: - Enso (ENSO) subiu mais de 30% - Initia (INIT) ganhou uns 16% - QuarkChain (QKC) e Venus (XVS) também tão na toada da alta 🌽 O mercado tá fervendo Pra você ter uma ideia, a capitalização total do mercado tá batendo na casa dos trilhões de dólares. O Bitcoin continua mandando no pedaço, mas hoje quem tá roubando a cena são essas altcoins menores, mostrando que nem sempre o “rei” é quem dá o espetáculo. ⚠️ Recado importante Agora, mineiro que é mineiro sabe: quando a coisa sobe rápido demais, pode cair do mesmo jeito. Então, cuidado pra não entrar no embalo sem pensar. Igual quando a gente vê uma pamonha bonita na feira: tem que experimentar primeiro pra ver se tá boa mesmo. ☕ Dica de mineiro - Fica de olho nos pares de negociação (USDT, BTC, etc.) - Usa alerta de preço pra não perder o bonde - Confere em outras plataformas pra não ficar só na conversa de um lugar
Comissão da Câmara dá aval a novas normas para a criação e circulação de stablecoins no Brasil
A turma da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação lá da Câmara dos Deputados resolveu dar um passo importante: aprovou um projeto que põe ordem no mercado de stablecoins no Brasil. Esse trem foi votado em dezembro e veio como substitutivo apresentado pelo deputado Lucas Ramos (PSB-PE), em cima da proposta original do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ). Segundo a Agência Câmara, a ideia não é inventar uma lei nova do zero, não. O que eles fizeram foi mexer no Marco Legal dos Ativos Virtuais, acrescentando regra nova dentro do que já existe. Uma das mudanças mais pesadas é a tal da reserva integral de lastro. Traduzindo: cada stablecoin que for criada tem que ter um valor guardado igualzinho em dinheiro ou em título público, pra garantir que não vai faltar respaldo. Outra novidade é a separação do patrimônio. Isso significa que o dinheiro dos clientes fica protegido e não pode ser usado pra pagar dívida da empresa que emite a moeda. Pra proteger o povo, o texto também veta stablecoin que nasce só de algoritmo e joga a responsabilidade nas corretoras brasileiras quando elas oferecem moeda digital que veio de fora. Só vai poder negociar stablecoin estrangeira quem tiver autorização pra operar aqui no país. E ainda tem que conferir se lá fora o emissor segue regra parecida com a nossa. Se não tiver equivalência, a corretora daqui é que assume o risco. O relator Lucas Ramos disse que essas mudanças deixam o projeto mais firme, mais robusto, e facilitam a vida das autoridades na hora de aplicar a lei. E tem mais: mexeram até no Código Penal. Agora, quem emitir stablecoin sem lastro, querendo levar vantagem, vai estar cometendo crime parecido com estelionato digital. Pena prevista: de quatro a oito anos de cadeia, além de multa. Por enquanto, o projeto segue tramitando. Ainda vai passar pelas comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Pra virar lei de verdade, precisa ser aprovado tanto na Câmara quanto no Senado. $BNB $SOL $XRP
ETFs de Bitcoin recebem R$ 2,9 bilhões e encerram ciclo de retiradas
Na segundona (2), os ETFs de Bitcoin lá dos Estados Unidos voltaram a receber dinheiro de montão: foram mais de US$ 561,9 milhões (uns R$ 2,9 bilhões). Com isso, o trem encerrou uma sequência de quatro dias seguidos de saída e ainda marcou a maior entrada desde meados de janeiro. Mesmo com o mercado meio doido, cheio de sobe e desce, o Bitcoin chegou a cair perto dos US$ 75 mil durante o dia, mas depois deu uma reagida e fechou em torno de US$ 78,5 mil — ainda abaixo do que tava antes da última onda de venda. Quem puxou a fila foi a Fidelity, com o FBTC recebendo US$ 153,4 milhões. Logo atrás veio a BlackRock, com US$ 142 milhões no IBIT. Também se destacaram Bitwise (US$ 96,5 milhões), além de entradas em fundos da Grayscale, Ark Invest, VanEck, Invesco e WisdomTree. Segundo Vincent Liu, da Kronos Research, essa volta do fluxo mostra que os grandões do mercado tão retomando confiança e usando os ETFs regulados pra aumentar posição. Pra ele, se isso continuar, pode apertar a oferta de Bitcoin no curto prazo e dar uma força no preço. Isso tudo acontece depois de duas semanas de resgates pesados: US$ 1,49 bilhão na semana passada e US$ 1,33 bilhão na anterior. Tim Sun, do HashKey Group, disse que parte dessa saída rolou porque as oportunidades de arbitragem diminuíram, já que os spreads entre ETFs e futuros de Bitcoin ficaram bem estreitos. Além disso, o medo no mercado fez muita gente reduzir exposição. Agora, com o Bitcoin testando o “fundo” duas vezes e perdendo uma faixa de consolidação, Sun acha Vque o mercado já precificou parte do cenário ruim. Isso abre espaço pra investidores de médio e longo prazo acharem os preços atuais mais interessantes. Mas ele avisa: o fluxo de segunda parece mais uma recuperação aos poucos do que uma nova alta firme. Enquanto isso, o Ethereum não teve a mesma sorte. Os ETFs de ETH registraram saída líquida de US$ 2,86 milhões na segunda, depois de um baita resgate de US$ 252,87 milhões no dia anterior. Ou seja, por enquanto, o foco tá mesmo no Bitcoin.
Trump diz não saber do investimento de R$ 2,6 bilhões de Abu Dhabi em seu projeto cripto
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou que não tá por dentro dos detalhes de um investimento de 500 milhões de dólares (uns 2,6 bilhões de reais) feito por um grupo de Abu Dhabi na empresa de criptomoedas World Liberty Financial, que foi criada pela família dele. Durante uma coletiva na Casa Branca, perguntaram pra Trump sobre a ligação da empresa com esse fundo árabe. A história saiu no jornal Wall Street Journal: um veículo de investimento de Abu Dhabi, ligado ao xeique Tahnoon bin Zayed Al Nahyan, comprou escondido 49% da empresa, num acordo assinado por Eric Trump quatro dias antes do pai assumir a presidência, em janeiro de 2025. Trump respondeu: “Meus filhos tão cuidando disso, minha família tá cuidando disso… eu já tenho coisa demais pra me preocupar com Irã, Rússia e Ucrânia”. Segundo o jornal, o acordo foi de 500 milhões de dólares, metade paga de cara. Dos 250 milhões iniciais, 187 milhões foram pra empresas da família Trump e pelo menos 31 milhões foram pra grupos ligados à família de Steve Witkoff, cofundador do projeto e depois enviado especial dos EUA pro Oriente Médio. Reação dos democratas A turma do Partido Democrata não gostou nada. O senador Chris Murphy disse que esses pagamentos podem ser “conduta criminosa”, já que logo depois o governo Trump liberou pros Emirados acesso a chips avançados de inteligência artificial, que antes eram proibidos. Murphy chamou o caso de “corrupção aberta” e falou que pode dar processo no futuro, porque troca de favor oficial por dinheiro é suborno. A senadora Elizabeth Warren também pegou pesado, dizendo que é “corrupção pura e simples” e pedindo pra cancelar a venda dos chips pros árabes. Já o deputado Greg Landsman comentou que tudo isso aumenta a suspeita de que investimento estrangeiro tá influenciando decisão do governo. Desde o ano passado, Warren vem batendo nas relações da família Trump com empresas de cripto e investidores do Golfo, alertando sobre riscos da stablecoin USD1 em negócios internacionais. Até agora, nem a Casa Branca nem a World Liberty Financial deram resposta pros pedidos de comentário da imprensa. $TRUMP $USD1 $BTC
Criptomoedas: umas subindo feito foguete, outras caindo que nem pedra
🚀 Moeda que tá subindo - Solana (SOL): esse trem tá dando uma esticada boa, mais de 5% pra cima. - Avalanche ($AVAX ): também tá firme, subindo uns 4%. - Polygon ($MATIC ): deu uma levantadinha de 2%, nada demais, mas tá no verde. - Dogecoin ($DOGE ): esse aí, que o povo gosta de brincar, subiu uns 3%. 📉 Moeda que tá caindo - Bitcoin (BTC): o grandão tá meio jururu, caiu uns 6%. - Ethereum (ETH): também não tá muito animado, perdeu uns 4%. - BNB (Binance Coin): deu uma escorregada de 3%. - XRP (Ripple): caiu uns 2%, tá meio enrolado com essas coisa de lei. 💡 Jeito de ver o mercado - O Bitcoin continua sendo o “rei do pedaço”, mas tá meio cabisbaixo. - As altcoins tão mostrando mais força, parece que o povo tá arriscando mais. - O sentimento geral é de medo, então o pessoal anda com o pé atrás.