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Justiça nega devolução de bitcoins a hacker que extorquiu R$ 2 milhões do padre RobsonA Justiça lá de Goiás resolveu não devolver os trem que a defesa de Welton Ferreira Nunes Júnior pediu, aquele que ficou famoso por causa do rolo de extorsão contra o Padre Robson lá em 2017. A juíza Placidina Pires, que assinou a decisão na noite de terça-feira, 27 de janeiro de 2026, manteve guardado pelo estado uns aparelhos de valor e umas carteiras de criptomoeda. Só que, nesse despacho, não fala se chegaram a conferir se tinha dinheiro mesmo lá dentro, seja em bitcoin ou outra moeda dessas de internet. Welton, que já tinha caído na “Operação Cérbero”, queria de volta um iPhone 15, dois notebook da ASUS e, principalmente, duas Cold Wallets da Ledger, que são aquelas carteiras físicas de guardar criptoativo. A defesa dele disse que os objetos eram dele mesmo e reclamou que a cadeia de custódia foi quebrada, porque os lacres teriam sido arrebentados quando tentaram fazer perícia. No papel da Justiça, consta que os peritos não conseguiram mexer nos aparelhos porque não tinha senha pra desbloquear. Esse caso tem ligação direta com a “Operação Veritas” de 2021, que investigou lavagem de dinheiro com criptomoeda. E pra completar, em novembro de 2025, Welton foi condenado de novo, pegando 5 anos de cadeia em regime semiaberto. Welton Ferreira Nunes Júnior já era figurinha carimbada nas páginas de polícia. Esse sujeito foi o cabeça de um dos casos de extorsão mais comentados da década passada, envolvendo ninguém menos que o Padre Robson de Oliveira Pereira. Lá em março de 2019, a Justiça de Goiânia bateu o martelo: 16 anos, 4 meses e 20 dias de cadeia pra ele, por comandar o esquema contra o religioso. De acordo com o Ministério Público de Goiás, Welton e sua turma invadiram celular e computador do padre, fuçaram tudo e pegaram informação pessoal. Depois, usando perfil falso e fingindo ser detetive, começaram a pedir dinheiro pesado pra não soltar o que tinham descoberto. A pressão foi tanta que o padre acabou transferindo R$ 2 milhões da Afipe pros criminosos. Esse dinheiro até foi bloqueado depois, mas além disso, a quadrilha ainda arrancou pagamentos em espécie, variando de R$ 50 mil a R$ 700 mil. Durante dois meses, entre março e abril de 2017, o padre viveu esse sufoco. O dinheiro era deixado em lugares combinados pelo grupo, tipo dentro de carro parado em condomínio chique ou até no Shopping Cerrado, em Goiânia. No fim das contas, mais quatro comparsas também foram condenados, mas Welton levou a pena mais pesada de todos. $BTC $BNB $ETH

Justiça nega devolução de bitcoins a hacker que extorquiu R$ 2 milhões do padre Robson

A Justiça lá de Goiás resolveu não devolver os trem que a defesa de Welton Ferreira Nunes Júnior pediu, aquele que ficou famoso por causa do rolo de extorsão contra o Padre Robson lá em 2017.
A juíza Placidina Pires, que assinou a decisão na noite de terça-feira, 27 de janeiro de 2026, manteve guardado pelo estado uns aparelhos de valor e umas carteiras de criptomoeda. Só que, nesse despacho, não fala se chegaram a conferir se tinha dinheiro mesmo lá dentro, seja em bitcoin ou outra moeda dessas de internet.
Welton, que já tinha caído na “Operação Cérbero”, queria de volta um iPhone 15, dois notebook da ASUS e, principalmente, duas Cold Wallets da Ledger, que são aquelas carteiras físicas de guardar criptoativo.
A defesa dele disse que os objetos eram dele mesmo e reclamou que a cadeia de custódia foi quebrada, porque os lacres teriam sido arrebentados quando tentaram fazer perícia.
No papel da Justiça, consta que os peritos não conseguiram mexer nos aparelhos porque não tinha senha pra desbloquear. Esse caso tem ligação direta com a “Operação Veritas” de 2021, que investigou lavagem de dinheiro com criptomoeda.
E pra completar, em novembro de 2025, Welton foi condenado de novo, pegando 5 anos de cadeia em regime semiaberto.

Welton Ferreira Nunes Júnior já era figurinha carimbada nas páginas de polícia. Esse sujeito foi o cabeça de um dos casos de extorsão mais comentados da década passada, envolvendo ninguém menos que o Padre Robson de Oliveira Pereira.
Lá em março de 2019, a Justiça de Goiânia bateu o martelo: 16 anos, 4 meses e 20 dias de cadeia pra ele, por comandar o esquema contra o religioso.
De acordo com o Ministério Público de Goiás, Welton e sua turma invadiram celular e computador do padre, fuçaram tudo e pegaram informação pessoal. Depois, usando perfil falso e fingindo ser detetive, começaram a pedir dinheiro pesado pra não soltar o que tinham descoberto.
A pressão foi tanta que o padre acabou transferindo R$ 2 milhões da Afipe pros criminosos. Esse dinheiro até foi bloqueado depois, mas além disso, a quadrilha ainda arrancou pagamentos em espécie, variando de R$ 50 mil a R$ 700 mil.
Durante dois meses, entre março e abril de 2017, o padre viveu esse sufoco. O dinheiro era deixado em lugares combinados pelo grupo, tipo dentro de carro parado em condomínio chique ou até no Shopping Cerrado, em Goiânia. No fim das contas, mais quatro comparsas também foram condenados, mas Welton levou a pena mais pesada de todos.
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Criptomoedas em queda na Binance hojeÔ trem bão de acompanhar é esse tal de mercado de cripto, mas hoje não tá muito animado não, viu. As moedas deram uma escorregada boa e quem tá de olho precisa ficar esperto. 🚨 As maiores derrapadas do dia - 1inch (1INCH): caiu mais de 16%. - Kamino (KMNO): perdeu quase 15,7%. - Sun (SUN): desvalorizou uns 12,9%. - Oasis (ROSE): também não escapou, queda de 10%. É igual quando o café esfria na mesa: rapidinho perde o gosto bom. 🌍 Panorama geral - O mercado todo tá meio cabisbaixo, com a capitalização caindo um tiquinho. - O Bitcoin continua mandando no pedaço, dominando quase 60% do mercado. - Só a BNB, moeda da própria Binance, que deu uma respirada e subiu mais de 1%. 💡 Prosa final O mercado de cripto é igual estrada de serra: cheio de curva e sobe-desce. Quem investe tem que ter paciência e não se assustar com os tombos do dia. Amanhã pode ser diferente, e o trem volta a subir.

Criptomoedas em queda na Binance hoje

Ô trem bão de acompanhar é esse tal de mercado de cripto, mas hoje não tá muito animado não, viu. As moedas deram uma escorregada boa e quem tá de olho precisa ficar esperto.
🚨 As maiores derrapadas do dia
- 1inch (1INCH): caiu mais de 16%.
- Kamino (KMNO): perdeu quase 15,7%.
- Sun (SUN): desvalorizou uns 12,9%.
- Oasis (ROSE): também não escapou, queda de 10%.
É igual quando o café esfria na mesa: rapidinho perde o gosto bom.
🌍 Panorama geral
- O mercado todo tá meio cabisbaixo, com a capitalização caindo um tiquinho.
- O Bitcoin continua mandando no pedaço, dominando quase 60% do mercado.
- Só a BNB, moeda da própria Binance, que deu uma respirada e subiu mais de 1%.
💡 Prosa final
O mercado de cripto é igual estrada de serra: cheio de curva e sobe-desce. Quem investe tem que ter paciência e não se assustar com os tombos do dia. Amanhã pode ser diferente, e o trem volta a subir.
Státní vláda v USA zkoumá možnost, aby až 10 % jejich rezerv bylo investováno do BitcoinuNa Jižní Dakotě, tam ve Spojených státech, se objevil jiný návrh zákona. Ten známý House Bill 1155, předložený poslancem Manhartem, chce umožnit státu investovat část veřejných peněz do Bitcoinu, nejznámější digitální měny na trhu. Myšlenka je změnit zákon, aby Rada pro investice státu mohla umístit až 10 % prostředků do Bitcoinu. Text přesně vysvětluje, co to je: hovoří o blockchainové síti, která začala 3. ledna 2009 a která se udržuje díky akumulované těžbě. A pozor: není zde prostor pro jiné digitální měny, ani altcoiny, ani stablecoiny, pouze Bitcoin.

Státní vláda v USA zkoumá možnost, aby až 10 % jejich rezerv bylo investováno do Bitcoinu

Na Jižní Dakotě, tam ve Spojených státech, se objevil jiný návrh zákona. Ten známý House Bill 1155, předložený poslancem Manhartem, chce umožnit státu investovat část veřejných peněz do Bitcoinu, nejznámější digitální měny na trhu.
Myšlenka je změnit zákon, aby Rada pro investice státu mohla umístit až 10 % prostředků do Bitcoinu. Text přesně vysvětluje, co to je: hovoří o blockchainové síti, která začala 3. ledna 2009 a která se udržuje díky akumulované těžbě. A pozor: není zde prostor pro jiné digitální měny, ani altcoiny, ani stablecoiny, pouze Bitcoin.
Binance permite aquisição de criptomoedas usando dólares na ArgentinaA Binance resolveu dar um agrado pros freguês lá da Argentina. Agora quem comprar criptomoeda usando a nova opção de Dólar (USD), que acabou de ser liberada por lá, vai ter vantagem. No comunicado do dia 26 de janeiro, a corretora soltou: > “A Binance tá toda animada em lançar uma promoção exclusiva na Argentina pra comemorar as transferências diretas em USD. Agora o povo pode usar a conta local em dólar pra comprar USDC sem pagar taxa.” E não é de hoje que os argentinos tão de olho nesse trem de criptomoeda. Desde que a inflação explodiu por lá, o pessoal começou a procurar alternativa pra proteger o dinheiro. Durante esse período da promoção, quem comprar criptomoeda e assinar os produtos flexíveis Simple Earn USDC vai poder aproveitar até 21,5% de APR por 7 dias. Isso inclui um bônus especial de 20% escalonado, além das recompensas em tempo real. É um trem bão demais pra quem gosta de investir. Essa promoção vai até o dia 25 de fevereiro, então quem quiser tem que correr pra aproveitar. Agora, não é segredo que o povo argentino anda correndo atrás de dólar faz tempo, já que o peso tá desvalorizado. E ainda tem o tal do Dólar Blue, que é um câmbio paralelo cheio de conversa de corrupção envolvendo gente do banco central. Enquanto isso, o dólar tá caindo no mundo inteiro. Mas o presidente Donald Trump não tá nem aí pros riscos. Ele disse na terça (27): > “Tá ótimo, o valor do dólar tá indo muito bem.” Aqui no Brasil, por exemplo, o dólar despencou pra R$ 5,20 nesta quarta. Com essa queda global, ouro, prata e bitcoin acabaram valorizando como reserva.

Binance permite aquisição de criptomoedas usando dólares na Argentina

A Binance resolveu dar um agrado pros freguês lá da Argentina. Agora quem comprar criptomoeda usando a nova opção de Dólar (USD), que acabou de ser liberada por lá, vai ter vantagem.
No comunicado do dia 26 de janeiro, a corretora soltou:
> “A Binance tá toda animada em lançar uma promoção exclusiva na Argentina pra comemorar as transferências diretas em USD. Agora o povo pode usar a conta local em dólar pra comprar USDC sem pagar taxa.”
E não é de hoje que os argentinos tão de olho nesse trem de criptomoeda. Desde que a inflação explodiu por lá, o pessoal começou a procurar alternativa pra proteger o dinheiro.
Durante esse período da promoção, quem comprar criptomoeda e assinar os produtos flexíveis Simple Earn USDC vai poder aproveitar até 21,5% de APR por 7 dias. Isso inclui um bônus especial de 20% escalonado, além das recompensas em tempo real. É um trem bão demais pra quem gosta de investir.
Essa promoção vai até o dia 25 de fevereiro, então quem quiser tem que correr pra aproveitar.
Agora, não é segredo que o povo argentino anda correndo atrás de dólar faz tempo, já que o peso tá desvalorizado. E ainda tem o tal do Dólar Blue, que é um câmbio paralelo cheio de conversa de corrupção envolvendo gente do banco central.
Enquanto isso, o dólar tá caindo no mundo inteiro. Mas o presidente Donald Trump não tá nem aí pros riscos. Ele disse na terça (27):
> “Tá ótimo, o valor do dólar tá indo muito bem.”
Aqui no Brasil, por exemplo, o dólar despencou pra R$ 5,20 nesta quarta. Com essa queda global, ouro, prata e bitcoin acabaram valorizando como reserva.
Vláda Luly zdůrazňuje posílení monitorování bitcoinu a kryptoměn v zemiNa Ministerstvu spravedlnosti a veřejné bezpečnosti, v rámci vlády Luly, přitáhla Rede-Lab pozornost v úterý (27) k pokrokům, které Brazílie učinila v trestních vyšetřováních v posledních letech. Dokonce se hovořilo o zvýšení monitorování a sledování operací s kryptoměnami, které se dnes staly úrodnou půdou pro zločince. Podle Národní sítě laboratoří technologie proti praní špinavých peněz (Rede-Lab) zde zločin nezůstal stát: přizpůsobil se digitálnímu světu a přinesl více problémů autoritám. S financemi, které se stávají stále složitějšími, musely vyšetřování najít způsob, jak se přizpůsobit a vytvořit novou strategii, aby zvládly finanční kriminalitu.

Vláda Luly zdůrazňuje posílení monitorování bitcoinu a kryptoměn v zemi

Na Ministerstvu spravedlnosti a veřejné bezpečnosti, v rámci vlády Luly, přitáhla Rede-Lab pozornost v úterý (27) k pokrokům, které Brazílie učinila v trestních vyšetřováních v posledních letech. Dokonce se hovořilo o zvýšení monitorování a sledování operací s kryptoměnami, které se dnes staly úrodnou půdou pro zločince.
Podle Národní sítě laboratoří technologie proti praní špinavých peněz (Rede-Lab) zde zločin nezůstal stát: přizpůsobil se digitálnímu světu a přinesl více problémů autoritám. S financemi, které se stávají stále složitějšími, musely vyšetřování najít způsob, jak se přizpůsobit a vytvořit novou strategii, aby zvládly finanční kriminalitu.
O CEO da Tether declarou que a empresa será o “guardião do ouro” em um mundo além do dólarO tal do Paolo Ardoino, que é o manda-chuva da Tether — aquela empresa que põe o USDT no mundo — disse que eles tão querendo virar tipo um “Banco Central do Ouro”, pra não ficar só na sombra do dólar americano. Esse papo dele rolou numa entrevista lá na Bloomberg, na terça-feira (27). Segundo o caboclo, a Tether tá caminhando pra ser um dos maiores “bancos centrais de ouro” do planeta, mexendo direto com as reservas do metal. Ele frisou que, com tanta confusão geopolítica e países querendo criar moeda nova lastreada em ouro pra bater de frente com os Estados Unidos, o ouro vai ganhar ainda mais importância. Pra ele, ouro é coisa firme, mais segura que qualquer moeda de governo. A empresa tá pegando uma parte boa dos lucros e comprando ouro de verdade. Ardoino contou que tão adquirindo de uma a duas toneladas por semana e querem manter esse ritmo por um tempo. Hoje já têm perto de 140 toneladas guardadas num bunker na Suíça, feito na época da Guerra Fria. É uma das maiores reservas privadas fora dos bancos centrais e instituições tradicionais. Com o ouro valorizado, esse montante já passa dos 23,3 bilhões de dólares. E não para por aí: a Tether quer entrar no mercado de negociação de ouro, competindo com grandões tipo JPMorgan e HSBC, até contratando gente especializada em metais preciosos. Além disso, eles tão investindo em mineradoras e royalties de ouro, e seguem reinando no mercado de stablecoins. O USDT já circula mais de 186 bilhões de dólares, e o Tether Gold (XAUT) é líder entre as moedas digitais lastreadas em ouro. Pra fechar, essa semana anunciaram o USAT, uma stablecoin atrelada ao dólar, feita especialmente pro mercado dos Estados Unidos, já nascendo dentro das regras americanas. $PAXG

O CEO da Tether declarou que a empresa será o “guardião do ouro” em um mundo além do dólar

O tal do Paolo Ardoino, que é o manda-chuva da Tether — aquela empresa que põe o USDT no mundo — disse que eles tão querendo virar tipo um “Banco Central do Ouro”, pra não ficar só na sombra do dólar americano. Esse papo dele rolou numa entrevista lá na Bloomberg, na terça-feira (27).
Segundo o caboclo, a Tether tá caminhando pra ser um dos maiores “bancos centrais de ouro” do planeta, mexendo direto com as reservas do metal. Ele frisou que, com tanta confusão geopolítica e países querendo criar moeda nova lastreada em ouro pra bater de frente com os Estados Unidos, o ouro vai ganhar ainda mais importância. Pra ele, ouro é coisa firme, mais segura que qualquer moeda de governo.
A empresa tá pegando uma parte boa dos lucros e comprando ouro de verdade. Ardoino contou que tão adquirindo de uma a duas toneladas por semana e querem manter esse ritmo por um tempo. Hoje já têm perto de 140 toneladas guardadas num bunker na Suíça, feito na época da Guerra Fria. É uma das maiores reservas privadas fora dos bancos centrais e instituições tradicionais.
Com o ouro valorizado, esse montante já passa dos 23,3 bilhões de dólares. E não para por aí: a Tether quer entrar no mercado de negociação de ouro, competindo com grandões tipo JPMorgan e HSBC, até contratando gente especializada em metais preciosos.
Além disso, eles tão investindo em mineradoras e royalties de ouro, e seguem reinando no mercado de stablecoins. O USDT já circula mais de 186 bilhões de dólares, e o Tether Gold (XAUT) é líder entre as moedas digitais lastreadas em ouro.
Pra fechar, essa semana anunciaram o USAT, uma stablecoin atrelada ao dólar, feita especialmente pro mercado dos Estados Unidos, já nascendo dentro das regras americanas.
$PAXG
Criptomoedas que tão subindo hoje na BinanceÔ trem bão de ver, sô! O mercado de cripto tá fervendo e algumas moedas tão dando aquele gás que deixa qualquer investidor animado. Olha só as que tão brilhando hoje: - Resolv (RESOLV): disparou mais de 28%. É ela que tá puxando a fila, igual boi brabo na frente da comitiva. - DODO (DODO): subiu uns 15%. Projeto ligado a liquidez, mas hoje tá é dando alegria. - Decred (DCR): valorizou mais de 15%. Essa é daquelas que prezam pela governança, firme igual mineiro que não larga da roça. - Oasis (ROSE): quase 14% de alta. Rede voltada pra privacidade, crescendo quietinha, mas firme. - Axie Infinity (AXS): mais de 12%. Token de jogo, mostrando que diversão também pode dar lucro. ☕ Prosa boa sobre o mercado - O Bitcoin continua mandando no pedaço, mas as altcoins tão mostrando que também têm força. - O mercado tá com capitalização na casa dos trilhões, movimentando bilhões todo dia. - Pra quem gosta de emoção, é igual jogo de truco: cada rodada pode virar tudo. ⚠️ Recado Investir em cripto é igual mexer com fogão a lenha: se não souber controlar, pode queimar. Então, cuidado com a volatilidade e não vá entrar só porque a moeda tá “subindo feito foguete”.

Criptomoedas que tão subindo hoje na Binance

Ô trem bão de ver, sô! O mercado de cripto tá fervendo e algumas moedas tão dando aquele gás que deixa qualquer investidor animado. Olha só as que tão brilhando hoje:
- Resolv (RESOLV): disparou mais de 28%. É ela que tá puxando a fila, igual boi brabo na frente da comitiva.
- DODO (DODO): subiu uns 15%. Projeto ligado a liquidez, mas hoje tá é dando alegria.
- Decred (DCR): valorizou mais de 15%. Essa é daquelas que prezam pela governança, firme igual mineiro que não larga da roça.
- Oasis (ROSE): quase 14% de alta. Rede voltada pra privacidade, crescendo quietinha, mas firme.
- Axie Infinity (AXS): mais de 12%. Token de jogo, mostrando que diversão também pode dar lucro.
☕ Prosa boa sobre o mercado
- O Bitcoin continua mandando no pedaço, mas as altcoins tão mostrando que também têm força.
- O mercado tá com capitalização na casa dos trilhões, movimentando bilhões todo dia.
- Pra quem gosta de emoção, é igual jogo de truco: cada rodada pode virar tudo.
⚠️ Recado
Investir em cripto é igual mexer com fogão a lenha: se não souber controlar, pode queimar. Então, cuidado com a volatilidade e não vá entrar só porque a moeda tá “subindo feito foguete”.
Pai Rico admite que vender Bitcoin foi um erro enormeO Robert Kiyosaki, aquele caboclo que escreveu o livro famoso Pai Rico, Pai Pobre, contou que tá arrependido demais da conta de ter vendido uns pedaços de Bitcoin$BTC e um tanto de ouro. Disse que foi “um errão danado”. Ele soltou isso lá no X, na terça-feira (27). No tal do post, o “Pai Rico” quis cortar umas conversas fiadas que andavam rodando depois que ele participou da conferência VRIC, lá no Canadá. O povo tava dizendo que ele tinha se livrado de toda a prata pra comprar mais Bitcoin. Aí ele foi direto: “Isso não é verdade”. Explicou que só vendeu um tiquinho de Bitcoin e, depois, um tantinho de ouro pra poder comprar a casa nova dele. E ainda frisou: prata ele não mexeu não. Disse que queria era não ter vendido nem o ouro nem o Bitcoin. “Vender um pouco de ouro e Bitcoin foi meu erro… um errão mesmo”, falou. Mas completou que ficou foi aliviado de não ter mexido na prata. Na prosa que soltou, o investidor tornou a bater na mesma tecla contra o dólar, que ele vive chamando de “dinheiro fajuto”. Pro Pai Rico, agora é hora boa demais de largar essas moedas de papel e pegar coisa que não se acha fácil. “Uai, é tempo bão pra se desfazer desses dólares falsos e pôr a mão em ouro de verdade, prata, Bitcoin e Ethereum”, disse ele.

Pai Rico admite que vender Bitcoin foi um erro enorme

O Robert Kiyosaki, aquele caboclo que escreveu o livro famoso Pai Rico, Pai Pobre, contou que tá arrependido demais da conta de ter vendido uns pedaços de Bitcoin$BTC e um tanto de ouro. Disse que foi “um errão danado”. Ele soltou isso lá no X, na terça-feira (27).
No tal do post, o “Pai Rico” quis cortar umas conversas fiadas que andavam rodando depois que ele participou da conferência VRIC, lá no Canadá. O povo tava dizendo que ele tinha se livrado de toda a prata pra comprar mais Bitcoin. Aí ele foi direto: “Isso não é verdade”. Explicou que só vendeu um tiquinho de Bitcoin e, depois, um tantinho de ouro pra poder comprar a casa nova dele.
E ainda frisou: prata ele não mexeu não. Disse que queria era não ter vendido nem o ouro nem o Bitcoin. “Vender um pouco de ouro e Bitcoin foi meu erro… um errão mesmo”, falou. Mas completou que ficou foi aliviado de não ter mexido na prata.

Na prosa que soltou, o investidor tornou a bater na mesma tecla contra o dólar, que ele vive chamando de “dinheiro fajuto”. Pro Pai Rico, agora é hora boa demais de largar essas moedas de papel e pegar coisa que não se acha fácil. “Uai, é tempo bão pra se desfazer desses dólares falsos e pôr a mão em ouro de verdade, prata, Bitcoin e Ethereum”, disse ele.
O Standard Chartered prevê que stablecoins capturem US$ 500 bilhões atualmente nos bancosGeoff Kendrick, que é o cabeça lá da pesquisa de ativos digitais do Standard Chartered, soltou um relatório dizendo que até 2028 pode ter uma migração de mais ou menos uns 500 bilhões de dólares saindo dos bancos e indo parar nas tais stablecoins. Esse número é mais pé no chão do que o que ele tinha falado em outubro passado, quando achava que podia chegar a 1 trilhão. O estudo veio bem na hora em que o povo lá em Washington tá discutindo a tal da Lei CLARITY, que seria uma regra geral pros ativos digitais. Essa lei pode até limitar se as stablecoins vão poder dar rendimento pros investidores. Caso deixem, aí sim os bancos podem perder uma boa fatia de dinheiro. Mesmo com a tramitação meio emperrada, Kendrick acredita que o projeto ainda vai parar na mesa do presidente Donald Trump até o fim do primeiro trimestre. Ele explicou que, se os depósitos nos bancos caírem, a tal da NIM (margem de intermediação financeira) também vai minguar. Essa margem nada mais é do que a diferença entre o que o banco ganha emprestando dinheiro (hipoteca, cartão de crédito e tal) e o que paga pros correntistas. Segundo ele, os bancos regionais dos Estados Unidos são os mais vulneráveis nessa história, porque dependem da NIM pra mais de 60% da receita. Já os grandões, tipo Goldman Sachs e Morgan Stanley, tiram menos de 20% daí. Mas Kendrick também avisou que isso não significa o fim dos bancos regionais. Se os emissores de stablecoins guardarem boa parte das reservas nos próprios bancos, a saída líquida de depósitos pode ser bem menor. Ou seja, o dinheiro sai de um lado e volta pelo outro, sem causar tanto estrago. $BTC $USDC $USD1

O Standard Chartered prevê que stablecoins capturem US$ 500 bilhões atualmente nos bancos

Geoff Kendrick, que é o cabeça lá da pesquisa de ativos digitais do Standard Chartered, soltou um relatório dizendo que até 2028 pode ter uma migração de mais ou menos uns 500 bilhões de dólares saindo dos bancos e indo parar nas tais stablecoins.
Esse número é mais pé no chão do que o que ele tinha falado em outubro passado, quando achava que podia chegar a 1 trilhão.
O estudo veio bem na hora em que o povo lá em Washington tá discutindo a tal da Lei CLARITY, que seria uma regra geral pros ativos digitais. Essa lei pode até limitar se as stablecoins vão poder dar rendimento pros investidores. Caso deixem, aí sim os bancos podem perder uma boa fatia de dinheiro.
Mesmo com a tramitação meio emperrada, Kendrick acredita que o projeto ainda vai parar na mesa do presidente Donald Trump até o fim do primeiro trimestre.
Ele explicou que, se os depósitos nos bancos caírem, a tal da NIM (margem de intermediação financeira) também vai minguar. Essa margem nada mais é do que a diferença entre o que o banco ganha emprestando dinheiro (hipoteca, cartão de crédito e tal) e o que paga pros correntistas.
Segundo ele, os bancos regionais dos Estados Unidos são os mais vulneráveis nessa história, porque dependem da NIM pra mais de 60% da receita. Já os grandões, tipo Goldman Sachs e Morgan Stanley, tiram menos de 20% daí.
Mas Kendrick também avisou que isso não significa o fim dos bancos regionais. Se os emissores de stablecoins guardarem boa parte das reservas nos próprios bancos, a saída líquida de depósitos pode ser bem menor. Ou seja, o dinheiro sai de um lado e volta pelo outro, sem causar tanto estrago.
$BTC $USDC $USD1
Ripple uzavírá strategické partnerství s jednou z největších finančních institucí v Saúdské ArábiiNo jo, Ripple se opravdu snaží expandovat na Blízký východ. V pondělí (26) uzavřeli skvělou dohodu s Jeel, což je inovační oddělení Riyad Bank — jedné z největších bank v Saúdské Arábii. Tato struktura má za cíl pracovat s pokročilými technologiemi distribuovaného záznamu (DLT), aby se platby v zemi staly rychlejšími a efektivnějšími. A není to žádná hloupost. Všechno je v souladu s programem „Saudi Vision 2030“, který chce diverzifikovat ekonomiku království a snížit závislost na ropě, s důrazem na digitalizaci.

Ripple uzavírá strategické partnerství s jednou z největších finančních institucí v Saúdské Arábii

No jo, Ripple se opravdu snaží expandovat na Blízký východ. V pondělí (26) uzavřeli skvělou dohodu s Jeel, což je inovační oddělení Riyad Bank — jedné z největších bank v Saúdské Arábii.
Tato struktura má za cíl pracovat s pokročilými technologiemi distribuovaného záznamu (DLT), aby se platby v zemi staly rychlejšími a efektivnějšími.
A není to žádná hloupost. Všechno je v souladu s programem „Saudi Vision 2030“, který chce diverzifikovat ekonomiku království a snížit závislost na ropě, s důrazem na digitalizaci.
10 Kryptoměn, které stojí za to sledovat na BinanceÔ trem bão, sô! O mundo das criptoměn não para de crescer, a pokud máte zájem investovat, jsou tu některé mince, které dělají rozruch. Řeknu vám to jednoduše, ve stylu horníka, proč těchto deset zaslouží pozornost dnes. 🌟 Deset Nejžhavějších - Bitcoin (BTC): Je to "digitální zlato". Každý to zná, každý tomu důvěřuje. - Ethereum (ETH): Základ chytrých kontraktů, plný projektů, které na něm běží. - Solana (SOL): Rychlá jak jen to jde, skvělá pro ty, kteří se zabývají NFT a DeFi.

10 Kryptoměn, které stojí za to sledovat na Binance

Ô trem bão, sô! O mundo das criptoměn não para de crescer, a pokud máte zájem investovat, jsou tu některé mince, které dělají rozruch. Řeknu vám to jednoduše, ve stylu horníka, proč těchto deset zaslouží pozornost dnes.
🌟 Deset Nejžhavějších
- Bitcoin (BTC): Je to "digitální zlato". Každý to zná, každý tomu důvěřuje.
- Ethereum (ETH): Základ chytrých kontraktů, plný projektů, které na něm běží.
- Solana (SOL): Rychlá jak jen to jde, skvělá pro ty, kteří se zabývají NFT a DeFi.
Kryptoměny v růstu na BinanceÓ, to je dobrý vlak, viď! Trh s kryptoměnami dneska v Binance vře. Je tu měna, která roste, a investoři si dávají pozor, aby nezmeškali příležitost. 📈 Ty, které dělají rozruch - Enso (ENSO): vzrostl o více než 40%, uai! - Somnia (SOMI): také vzrostl stejným tempem, bláznivá věc. - Kaia (KAIA): valorizovala více než 30%, vypadá jako raketa bez brzdy. - MyShell (SHELL): udělal dobrý skok, více než 20%. - 0G (0G): nezůstal pozadu, vzrostl téměř o 18%. 💰 Velké hráče na trhu

Kryptoměny v růstu na Binance

Ó, to je dobrý vlak, viď! Trh s kryptoměnami dneska v Binance vře. Je tu měna, která roste, a investoři si dávají pozor, aby nezmeškali příležitost.
📈 Ty, které dělají rozruch
- Enso (ENSO): vzrostl o více než 40%, uai!
- Somnia (SOMI): také vzrostl stejným tempem, bláznivá věc.
- Kaia (KAIA): valorizovala více než 30%, vypadá jako raketa bez brzdy.
- MyShell (SHELL): udělal dobrý skok, více než 20%.
- 0G (0G): nezůstal pozadu, vzrostl téměř o 18%.
💰 Velké hráče na trhu
BlackRock planeja lançar um novo ETF focado em negociações de bitcoinUai, sô… a BlackRock tá de olho em lançar um trem novo: um ETF de bitcoin pros investidores mais tradicionais do mercado financeiro, mesmo com o preço do BTC tendo dado uma escorregada esses dias. Segundo um analista da Bloomberg que entende dos ETFs, esse produto vem com a proposta de facilitar a compra e venda de bitcoin pros investidores. A ideia é que o trade da BlackRock traga uma renda premium, de forma passiva, pra quem entrar nessa. O tal Balchunas comentou que a BlackRock já soltou o formulário S-1 oficial do próximo ETF, chamado iShares Bitcoin Premium Income. Por enquanto, não tem taxa definida nem código de negociação. A estratégia, segundo ele, é acompanhar o preço do bitcoin e gerar renda premium vendendo opções de compra (as famosas calls), principalmente em cima das ações do IBIT, que é o ETF spot da própria BlackRock, e às vezes em cima de índices de outros produtos ligados ao $BTC . Na prática, isso quer dizer que o fundo abre mão de parte da alta explosiva do bitcoin em troca de receber dinheiro dos prêmios dessas opções. É um jeito bem usado no mercado tradicional pra transformar ativos que não dão dividendo em fonte de caixa. O fundo vai segurar bitcoin físico, ações do IBIT e dinheiro. Como a BlackRock é a maior gestora do mundo, tudo indica que vão comprar mais BTC pra manter a operação rodando. Na guarda dos bitcoins, a Coinbase Custody continua como principal, mas agora entrou também o Anchorage Digital Bank como custodiante adicional. Isso mostra que eles tão preocupados em não depender só de uma empresa pra guardar os ativos. Pra fechar, o Bank of New York Mellon segue como administrador do fundo e responsável pelo caixa e pelos títulos.

BlackRock planeja lançar um novo ETF focado em negociações de bitcoin

Uai, sô… a BlackRock tá de olho em lançar um trem novo: um ETF de bitcoin pros investidores mais tradicionais do mercado financeiro, mesmo com o preço do BTC tendo dado uma escorregada esses dias.
Segundo um analista da Bloomberg que entende dos ETFs, esse produto vem com a proposta de facilitar a compra e venda de bitcoin pros investidores. A ideia é que o trade da BlackRock traga uma renda premium, de forma passiva, pra quem entrar nessa.
O tal Balchunas comentou que a BlackRock já soltou o formulário S-1 oficial do próximo ETF, chamado iShares Bitcoin Premium Income. Por enquanto, não tem taxa definida nem código de negociação.
A estratégia, segundo ele, é acompanhar o preço do bitcoin e gerar renda premium vendendo opções de compra (as famosas calls), principalmente em cima das ações do IBIT, que é o ETF spot da própria BlackRock, e às vezes em cima de índices de outros produtos ligados ao $BTC .
Na prática, isso quer dizer que o fundo abre mão de parte da alta explosiva do bitcoin em troca de receber dinheiro dos prêmios dessas opções. É um jeito bem usado no mercado tradicional pra transformar ativos que não dão dividendo em fonte de caixa.
O fundo vai segurar bitcoin físico, ações do IBIT e dinheiro. Como a BlackRock é a maior gestora do mundo, tudo indica que vão comprar mais BTC pra manter a operação rodando.
Na guarda dos bitcoins, a Coinbase Custody continua como principal, mas agora entrou também o Anchorage Digital Bank como custodiante adicional. Isso mostra que eles tão preocupados em não depender só de uma empresa pra guardar os ativos.
Pra fechar, o Bank of New York Mellon segue como administrador do fundo e responsável pelo caixa e pelos títulos.
Tether lança uma nova stablecoin em dólar voltada para o mercado dos EUATether lança nova moeda digital nos EUA Uai, a Tether resolveu dar um passo diferente e anunciou nesta terça-feira (27) a criação de uma nova stablecoin chamada USAT, que é atrelada ao dólar e já chega dentro das regras da tal Lei GENIUS, feita pra organizar o mercado dessas moedas digitais lá nos Estados Unidos. Segundo a turma da empresa, o USAT já nasce todo certinho com a legislação americana, pensado especialmente pros usuários de lá. Eles falaram que essa novidade junta a força e a experiência do USDT com uma estrutura feita sob medida pras instituições mais exigentes dos EUA. Pra eles, é como abrir um novo capítulo onde o dólar continua sendo referência de confiança, clareza e tecnologia. Quem tá por trás disso Esse lançamento vem depois de um anúncio feito no ano passado, quando a Tether chamou Bo Hines, que já foi diretor de um grupo de ativos digitais na Casa Branca, pra tocar o projeto. O caboclo saiu do governo de Donald Trump pouco antes da moeda ser revelada e logo foi contratado como conselheiro estratégico da Tether. A relação da Tether com os EUA Durante muito tempo, a Tether não quis fincar pé nos Estados Unidos. O USDT, que movimenta coisa de 170 bilhões de dólares, nunca teve suas reservas auditadas por uma das grandes firmas de auditoria e já foi criticado por uso em atividades suspeitas. Hoje, a empresa é a maior emissora de stablecoins do mundo e tem sede em El Salvador. Onde vai estar disponível Nessa primeira fase, o USAT já pode ser encontrado em plataformas como Bybit, Crypto.com, Kraken, OKX e Moonpay. Ou seja, os americanos já conseguem usar a moeda. Estrutura e segurança A Tether reforçou que, enquanto o USDT continua rodando pelo mundo, o USAT foi feito especialmente pro mercado americano, com foco na infraestrutura de pagamentos digitais. Ele é emitido pelo Anchorage Digital Bank, e quem cuida das reservas é a Cantor Fitzgerald, garantindo que os ativos fiquem bem guardados e com transparência. $USDT $BTC $BNB

Tether lança uma nova stablecoin em dólar voltada para o mercado dos EUA

Tether lança nova moeda digital nos EUA
Uai, a Tether resolveu dar um passo diferente e anunciou nesta terça-feira (27) a criação de uma nova stablecoin chamada USAT, que é atrelada ao dólar e já chega dentro das regras da tal Lei GENIUS, feita pra organizar o mercado dessas moedas digitais lá nos Estados Unidos.
Segundo a turma da empresa, o USAT já nasce todo certinho com a legislação americana, pensado especialmente pros usuários de lá. Eles falaram que essa novidade junta a força e a experiência do USDT com uma estrutura feita sob medida pras instituições mais exigentes dos EUA. Pra eles, é como abrir um novo capítulo onde o dólar continua sendo referência de confiança, clareza e tecnologia.
Quem tá por trás disso
Esse lançamento vem depois de um anúncio feito no ano passado, quando a Tether chamou Bo Hines, que já foi diretor de um grupo de ativos digitais na Casa Branca, pra tocar o projeto. O caboclo saiu do governo de Donald Trump pouco antes da moeda ser revelada e logo foi contratado como conselheiro estratégico da Tether.
A relação da Tether com os EUA
Durante muito tempo, a Tether não quis fincar pé nos Estados Unidos. O USDT, que movimenta coisa de 170 bilhões de dólares, nunca teve suas reservas auditadas por uma das grandes firmas de auditoria e já foi criticado por uso em atividades suspeitas. Hoje, a empresa é a maior emissora de stablecoins do mundo e tem sede em El Salvador.
Onde vai estar disponível
Nessa primeira fase, o USAT já pode ser encontrado em plataformas como Bybit, Crypto.com, Kraken, OKX e Moonpay. Ou seja, os americanos já conseguem usar a moeda.
Estrutura e segurança
A Tether reforçou que, enquanto o USDT continua rodando pelo mundo, o USAT foi feito especialmente pro mercado americano, com foco na infraestrutura de pagamentos digitais. Ele é emitido pelo Anchorage Digital Bank, e quem cuida das reservas é a Cantor Fitzgerald, garantindo que os ativos fiquem bem guardados e com transparência.
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CZ afirma que não pretende voltar à Binance e projeta que o Bitcoin viverá um superciclo em 2026O cofundador da Binance, Changpeng Zhao, falou que não tem intenção de voltar pra corretora de criptomoedas, mesmo depois do perdão dado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que até abriu essa chance. Em entrevista ao programa Squawk Box, da CNBC, no domingo, Zhao comentou que entende que o perdão significa que as restrições “foram totalmente suspensas”. Mas, ó, ele deixou claro que não quer saber de retornar pra Binance. “Uai, eu não precisava voltar não. Nem queria. Achei que foi uma boa hora de me afastar da Binance depois de sete anos”, disse. “Na época foi difícil demais, não gostei. Mas depois a gente acostuma. Não acho que seria bom pra mim voltar, não. Acho que é hora de deixar espaço pra outros líderes fortes crescerem”, completou Zhao. Zhao e a confusão na Binance Uai, em novembro de 2023 o tal do Zhao assumiu que pisou na bola: não cuidou direito do programa contra lavagem de dinheiro lá na Binance. Resultado? Pegou quatro meses de cadeia e ainda ficou proibido de trabalhar na empresa. Aí, em outubro, Trump resolveu dar um perdão pra ele. Esse trem levantou dúvida entre uns deputados americanos, que ficaram encucados com os possíveis laços da Binance com projetos de cripto ligados ao Trump. Mas o presidente soltou que nem sabia quem era Zhao. “Motorista de banco de trás” não precisa não Zhao falou que a Binance continua firme e forte mesmo sem ele no comando. Disse que agora tem dois CEOs competentes tocando o barco e que os números só aumentam: mais usuários e mais espaço no mercado. Numa carta aberta em dezembro, Richard Teng e Yi He — parceira de longa data do Zhao — contaram que a Binance já passou da marca de 300 milhões de usuários e que o volume de negociações em 2023 bateu uns US$ 34 trilhões. Zhao resumiu assim: “Olha, eles não precisam de motorista de banco de trás. Eu ainda sou acionista, mas bem quietinho. Quando quero dar pitaco, escrevo no Twitter e pronto.” Superciclo do Bitcoin: será que vem? Entrando em 2026, o mercado de cripto deu uma esfriada, mas Zhao tá achando que o Bitcoin pode engatar um superciclo nos próximos meses. Esse tal de superciclo é quando o crescimento é forte e dura anos, sustentado por fundamentos sólidos. Ele explicou que, historicamente, o Bitcoin segue um ritmo de quatro em quatro anos: bate recorde, depois cai. Só que agora, com os EUA abraçando as criptos e outros países indo pelo mesmo caminho, Zhao acredita que esse ciclo pode ser quebrado. $BNB $ETH

CZ afirma que não pretende voltar à Binance e projeta que o Bitcoin viverá um superciclo em 2026

O cofundador da Binance, Changpeng Zhao, falou que não tem intenção de voltar pra corretora de criptomoedas, mesmo depois do perdão dado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que até abriu essa chance.
Em entrevista ao programa Squawk Box, da CNBC, no domingo, Zhao comentou que entende que o perdão significa que as restrições “foram totalmente suspensas”. Mas, ó, ele deixou claro que não quer saber de retornar pra Binance.
“Uai, eu não precisava voltar não. Nem queria. Achei que foi uma boa hora de me afastar da Binance depois de sete anos”, disse.
“Na época foi difícil demais, não gostei. Mas depois a gente acostuma. Não acho que seria bom pra mim voltar, não. Acho que é hora de deixar espaço pra outros líderes fortes crescerem”, completou Zhao.

Zhao e a confusão na Binance
Uai, em novembro de 2023 o tal do Zhao assumiu que pisou na bola: não cuidou direito do programa contra lavagem de dinheiro lá na Binance. Resultado? Pegou quatro meses de cadeia e ainda ficou proibido de trabalhar na empresa.
Aí, em outubro, Trump resolveu dar um perdão pra ele. Esse trem levantou dúvida entre uns deputados americanos, que ficaram encucados com os possíveis laços da Binance com projetos de cripto ligados ao Trump. Mas o presidente soltou que nem sabia quem era Zhao.
“Motorista de banco de trás” não precisa não
Zhao falou que a Binance continua firme e forte mesmo sem ele no comando. Disse que agora tem dois CEOs competentes tocando o barco e que os números só aumentam: mais usuários e mais espaço no mercado.
Numa carta aberta em dezembro, Richard Teng e Yi He — parceira de longa data do Zhao — contaram que a Binance já passou da marca de 300 milhões de usuários e que o volume de negociações em 2023 bateu uns US$ 34 trilhões.
Zhao resumiu assim: “Olha, eles não precisam de motorista de banco de trás. Eu ainda sou acionista, mas bem quietinho. Quando quero dar pitaco, escrevo no Twitter e pronto.”
Superciclo do Bitcoin: será que vem?
Entrando em 2026, o mercado de cripto deu uma esfriada, mas Zhao tá achando que o Bitcoin pode engatar um superciclo nos próximos meses. Esse tal de superciclo é quando o crescimento é forte e dura anos, sustentado por fundamentos sólidos.
Ele explicou que, historicamente, o Bitcoin segue um ritmo de quatro em quatro anos: bate recorde, depois cai. Só que agora, com os EUA abraçando as criptos e outros países indo pelo mesmo caminho, Zhao acredita que esse ciclo pode ser quebrado.
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Kryptoměny v růstu dnes na BinanceÔ trem bão, sô! Trh s kryptoměnami dnes na Binance vře. Některé mince rostou jako rakety a stojí za to je sledovat. 🌟 Ty, které září nejvíce - Enso (ENSO): vzrostla o více než 40%. Je jako teplý pão de queijo, každý se snaží vzít kousek. - Somnia (SOMI): také vzrostla o více než 40%. Vypadá to jako dostihy, jedna je na paty druhé. - Kaia (KAIA): vzrostla téměř o 37%. Je silná, jako silná káva, která udržuje den. - Jiné jako MyShell (SHELL) a 0G (0G) také dávají ten správný impuls, s nárůsty nad 15%.

Kryptoměny v růstu dnes na Binance

Ô trem bão, sô! Trh s kryptoměnami dnes na Binance vře. Některé mince rostou jako rakety a stojí za to je sledovat.
🌟 Ty, které září nejvíce
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- Jiné jako MyShell (SHELL) a 0G (0G) také dávají ten správný impuls, s nárůsty nad 15%.
VanEck apresenta o primeiro ETF de Avalanche (AVAX) nos Estados UnidosNa segunda-feira, dia 26, entrou em cena lá nos Estados Unidos o primeiro ETF da Avalanche. O bichinho chama VanEck Avalanche ETF (VAVX) e foi lançado pela gestora VanEck. A ideia dele é dar pros investidores uma forma de acompanhar o desempenho do token AVAX e ainda abrir caminho pra ganhar retorno com staking. Pra animar o povo logo de cara, a VanEck disse que não vai cobrar taxa de administração até bater US$ 500 milhões em ativos ou até o dia 28 de fevereiro de 2026, o que vier primeiro. Passado esse prazo, a taxa fica em 0,20% ao ano. O diretor Kyle DaCruz explicou que a Avalanche tem um jeitinho especial de ligar o sistema financeiro tradicional com a tal da economia on-chain, tudo com foco em utilidade prática e verificável. Ele falou também que o VAVX é um jeito transparente de acessar essa rede, que na visão da empresa vai puxar a próxima fase da adoção institucional da blockchain. A Avalanche, lançada em 2020, é uma blockchain que conversa bem com a Ethereum Virtual Machine (EVM). Foi feita pra ser rápida, escalável e interoperável, permitindo criar blockchains personalizadas, públicas ou privadas, sustentadas por um protocolo de consenso próprio. E pra fechar, no momento da escrita, o AVAX tava subindo 1% nas últimas 24 horas, ocupando o posto de 33ª maior criptomoeda, com valor de mercado de US$ 5 bilhões.

VanEck apresenta o primeiro ETF de Avalanche (AVAX) nos Estados Unidos

Na segunda-feira, dia 26, entrou em cena lá nos Estados Unidos o primeiro ETF da Avalanche. O bichinho chama VanEck Avalanche ETF (VAVX) e foi lançado pela gestora VanEck. A ideia dele é dar pros investidores uma forma de acompanhar o desempenho do token AVAX e ainda abrir caminho pra ganhar retorno com staking.
Pra animar o povo logo de cara, a VanEck disse que não vai cobrar taxa de administração até bater US$ 500 milhões em ativos ou até o dia 28 de fevereiro de 2026, o que vier primeiro. Passado esse prazo, a taxa fica em 0,20% ao ano.
O diretor Kyle DaCruz explicou que a Avalanche tem um jeitinho especial de ligar o sistema financeiro tradicional com a tal da economia on-chain, tudo com foco em utilidade prática e verificável. Ele falou também que o VAVX é um jeito transparente de acessar essa rede, que na visão da empresa vai puxar a próxima fase da adoção institucional da blockchain.
A Avalanche, lançada em 2020, é uma blockchain que conversa bem com a Ethereum Virtual Machine (EVM). Foi feita pra ser rápida, escalável e interoperável, permitindo criar blockchains personalizadas, públicas ou privadas, sustentadas por um protocolo de consenso próprio.
E pra fechar, no momento da escrita, o AVAX tava subindo 1% nas últimas 24 horas, ocupando o posto de 33ª maior criptomoeda, com valor de mercado de US$ 5 bilhões.
Falha de segurança compromete senhas de 420 mil usuários da BinanceUm tanto de login e senha, coisa de 149 milhão, foi achado largado por aí, sem cadeado nem nada. No meio desse mundaréu de dado, tinha mais de 420 mil credenciais da Binance, que é uma das maiores casas de troca de criptomoeda do planeta. O pacote juntava informação de tudo quanto é canto: banco, rede social, e-mail e até coisa de governo, tipo o “gov.br”. Quem topou com essa bagunça foi o pesquisador de segurança Jeremiah Fowler. Ele viu que o banco de dado tava aberto, sem senha, sem criptografia, escancarado. O arquivo pesava uns 96 GB e trazia e-mail, usuário, senha e até o endereço certinho de login. Segundo ele, isso aí dava pra fazer ataque automático e tomar conta de perfil em escala grande. Nos serviços mais atingidos, o Gmail ficou na frente, com uns 48 milhão de conta exposta. Depois vem Facebook (17 milhão), Instagram (6,5 milhão), Yahoo (4 milhão), Netflix (3,4 milhão), Outlook (1,5 milhão), iCloud (900 mil) e a própria Binance (420 mil). No pedaço das criptomoedas, além da Binance, tinha dado de outras plataformas, mas Fowler não quis falar nome, só disse que era menos coisa. Ele explicou que não parece ataque direto às empresas, mas sim vírus do tipo “infostealer”, que entra quietinho no computador ou celular e vai catando senha ao longo do tempo. Depois, esses dados são juntados em banco grandão e vendidos ou usados por gente mal-intencionada. O Google falou que não foi invasão nos sistemas deles, mas sim credencial roubada por programa malicioso de terceiros. Eles disseram que têm mecanismo pra travar conta e obrigar troca de senha quando veem dado comprometido, e recomendaram usar autenticação em duas etapas. O governo brasileiro também negou invasão no gov.br, mesmo com registro desse domínio aparecendo no bolo. Esse banco de dado ficou aberto mais de um mês, crescendo de registro nesse tempo. Fowler não conseguiu descobrir quem era o dono do servidor nem pra quê juntava isso. Depois de muito aviso pro provedor, o acesso foi fechado. Especialista avisam: e-mail é alvo perigoso, porque serve pra resetar senha de outros serviços. Se cair na mão errada, o estrago é grande. E quando envolve criptomoeda ou dinheiro, aí o risco é maior ainda, podendo dar prejuízo direto. 👉 Recomendação pros usuários: - Trocar senha logo de cara. - Não repetir senha em vários serviços. - Ativar verificação em duas etapas. - Manter sistema atualizado. - Usar antivírus e programa de segurança confiável. $BNB

Falha de segurança compromete senhas de 420 mil usuários da Binance

Um tanto de login e senha, coisa de 149 milhão, foi achado largado por aí, sem cadeado nem nada. No meio desse mundaréu de dado, tinha mais de 420 mil credenciais da Binance, que é uma das maiores casas de troca de criptomoeda do planeta. O pacote juntava informação de tudo quanto é canto: banco, rede social, e-mail e até coisa de governo, tipo o “gov.br”.
Quem topou com essa bagunça foi o pesquisador de segurança Jeremiah Fowler. Ele viu que o banco de dado tava aberto, sem senha, sem criptografia, escancarado. O arquivo pesava uns 96 GB e trazia e-mail, usuário, senha e até o endereço certinho de login. Segundo ele, isso aí dava pra fazer ataque automático e tomar conta de perfil em escala grande.
Nos serviços mais atingidos, o Gmail ficou na frente, com uns 48 milhão de conta exposta. Depois vem Facebook (17 milhão), Instagram (6,5 milhão), Yahoo (4 milhão), Netflix (3,4 milhão), Outlook (1,5 milhão), iCloud (900 mil) e a própria Binance (420 mil).
No pedaço das criptomoedas, além da Binance, tinha dado de outras plataformas, mas Fowler não quis falar nome, só disse que era menos coisa. Ele explicou que não parece ataque direto às empresas, mas sim vírus do tipo “infostealer”, que entra quietinho no computador ou celular e vai catando senha ao longo do tempo. Depois, esses dados são juntados em banco grandão e vendidos ou usados por gente mal-intencionada.
O Google falou que não foi invasão nos sistemas deles, mas sim credencial roubada por programa malicioso de terceiros. Eles disseram que têm mecanismo pra travar conta e obrigar troca de senha quando veem dado comprometido, e recomendaram usar autenticação em duas etapas. O governo brasileiro também negou invasão no gov.br, mesmo com registro desse domínio aparecendo no bolo.
Esse banco de dado ficou aberto mais de um mês, crescendo de registro nesse tempo. Fowler não conseguiu descobrir quem era o dono do servidor nem pra quê juntava isso. Depois de muito aviso pro provedor, o acesso foi fechado.
Especialista avisam: e-mail é alvo perigoso, porque serve pra resetar senha de outros serviços. Se cair na mão errada, o estrago é grande. E quando envolve criptomoeda ou dinheiro, aí o risco é maior ainda, podendo dar prejuízo direto.
👉 Recomendação pros usuários:
- Trocar senha logo de cara.
- Não repetir senha em vários serviços.
- Ativar verificação em duas etapas.
- Manter sistema atualizado.
- Usar antivírus e programa de segurança confiável.
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Criptomoeda River: trem bão ou moda passageira?Ô sô, cê já ouviu falar da tal River (RIVER)? Pois é, esse trem tá dando o que falar no mundo das moedas digitais. Num piscar de olhos, ela saiu lá do fundinho, custando uns trocados, e agora já vale uma fortuna. 📈 O preço que subiu feito pão de queijo no forno - Hoje tá girando em torno de R$ 434,00. - Só nos últimos meses, valorizou mais de 7.000%. - O povo anda comprando e vendendo igual café quente na beira da estrada. 🚀 Por que esse trem tá bombando? - Subida meteórica: em poucos meses, virou sensação. - Volume de negociação: cada vez mais gente mexendo com ela. - Hype: parece que virou moda, igual quando todo mundo resolve fazer pão de queijo gourmet. ⚖️ Mas cuidado, viu! - Volatilidade: sobe e desce mais que estrada de serra. - Fundamento fraco: até agora ninguém explicou direito pra que serve além de especulação. - Risco de bolha: pode ser só fogo de palha, igual festa junina que acaba rápido. 📌 Resumindo A River é aquele tipo de investimento que pode dar alegria ou dor de cabeça. Tá valorizando bonito, mas é bom ter pé no chão e não colocar todo o dinheiro nesse trem. Igual mineiro que vai devagar, desconfiado, mas sempre comendo um queijim pra pensar melhor.

Criptomoeda River: trem bão ou moda passageira?

Ô sô, cê já ouviu falar da tal River (RIVER)? Pois é, esse trem tá dando o que falar no mundo das moedas digitais. Num piscar de olhos, ela saiu lá do fundinho, custando uns trocados, e agora já vale uma fortuna.
📈 O preço que subiu feito pão de queijo no forno
- Hoje tá girando em torno de R$ 434,00.
- Só nos últimos meses, valorizou mais de 7.000%.
- O povo anda comprando e vendendo igual café quente na beira da estrada.
🚀 Por que esse trem tá bombando?
- Subida meteórica: em poucos meses, virou sensação.
- Volume de negociação: cada vez mais gente mexendo com ela.
- Hype: parece que virou moda, igual quando todo mundo resolve fazer pão de queijo gourmet.
⚖️ Mas cuidado, viu!
- Volatilidade: sobe e desce mais que estrada de serra.
- Fundamento fraco: até agora ninguém explicou direito pra que serve além de especulação.
- Risco de bolha: pode ser só fogo de palha, igual festa junina que acaba rápido.
📌 Resumindo
A River é aquele tipo de investimento que pode dar alegria ou dor de cabeça. Tá valorizando bonito, mas é bom ter pé no chão e não colocar todo o dinheiro nesse trem. Igual mineiro que vai devagar, desconfiado, mas sempre comendo um queijim pra pensar melhor.
Herdeiro de CEO de empresa ligada aos EUA desviou mais de R$ 200 milhões em criptomoedas do governoÔ trem: o investigador on-chain ZachXBT disse que o tal hacker que meteu a mão em mais de 40 milhão de dólar — coisa de uns 211 milhão de real — das carteira de criptomoeda do governo dos Estados Unidos, pode ter ligação direta com uma firma que trabalha pro próprio governo. De acordo com a apuração dele, o sujeito que na internet atende pelo nome de “Lick” seria, na verdade, um caboclo chamado John Daghita. É esse que estaria por trás de sumir com uma fortuna em cripto das carteira controlada pelos americanos. O mais espinhoso da história é que o tal John seria filho de Dean Daghita, que é o chefão da empresa Command Services & Support (CMDSS). Essa firma tem contrato com o U.S. Marshals Service pra tomar conta e administrar os criptoativo que o governo apreende. Nos papel da companhia consta que Dean é presidente da CMDSS, empresa lá da Virgínia que, em outubro de 2024, ganhou uma licitação pra ajudar o governo a cuidar e até vender criptomoeda considerada “Classe 2 a 4” — aquelas mais difíceis de negociar ou que não tão em corretora grande. Por enquanto, nem a CMDSS nem o governo americano falaram nada sobre o caso. Na semana passada, o ZachXBT botou reparo e ligou o tal do “Lick” a mais de 90 milhões de dólares em cripto de procedência meio esquisita. Diz que uma parte desse dinheiro saiu de uma carteira do governo dos Estados Unidos, aquela mesma que guardava os trem apreendido no famoso hack da Bitfinex lá em 2016. Em março de 2024, rolou uma transferência de quase 25 milhões de dólares dessa carteira pra um endereço que depois foi apontado como sendo do hacker. A história ganhou corpo depois de uma prosa no Telegram, num grupo do submundo digital chamado “band-for-band”. O povo lá fica disputando quem tem mais cripto na mão. O “Lick”, pra se mostrar, teria jogado na roda a tela de uma carteira Exodus cheia de milhões em ativos. No meio da conversa, o caboclo ainda mandou mais 6,7 milhões pra um endereço Ethereum, juntando tudo em uma carteira só, que ficou com uns 23 milhões. Isso aí facilitou o rastreio das transações depois. Contrato enrolado O contrato da CMDSS com o U.S. Marshals Service já vinha dando pano pra manga. Outras empresas, tipo a Wave Digital Assets, chegaram até a reclamar da licitação lá no GAO, falando de falha regulatória e possível conflito de interesse. Mas o GAO não deu bola e disse que o processo tava dentro da regra. Esse caso só reforça a crítica de que o governo americano não tá muito firme na lida com cripto apreendida, além dos rolos de interesse na gestão de Donald Trump. Uma reportagem antiga do CoinDesk já tinha mostrado que o U.S. Marshals Service tinha dificuldade até pra saber direito o tanto de bitcoin que tava guardado, usando sistema de inventário bem fraquinho. $BTC $ETH

Herdeiro de CEO de empresa ligada aos EUA desviou mais de R$ 200 milhões em criptomoedas do governo

Ô trem: o investigador on-chain ZachXBT disse que o tal hacker que meteu a mão em mais de 40 milhão de dólar — coisa de uns 211 milhão de real — das carteira de criptomoeda do governo dos Estados Unidos, pode ter ligação direta com uma firma que trabalha pro próprio governo.
De acordo com a apuração dele, o sujeito que na internet atende pelo nome de “Lick” seria, na verdade, um caboclo chamado John Daghita. É esse que estaria por trás de sumir com uma fortuna em cripto das carteira controlada pelos americanos.
O mais espinhoso da história é que o tal John seria filho de Dean Daghita, que é o chefão da empresa Command Services & Support (CMDSS). Essa firma tem contrato com o U.S. Marshals Service pra tomar conta e administrar os criptoativo que o governo apreende.
Nos papel da companhia consta que Dean é presidente da CMDSS, empresa lá da Virgínia que, em outubro de 2024, ganhou uma licitação pra ajudar o governo a cuidar e até vender criptomoeda considerada “Classe 2 a 4” — aquelas mais difíceis de negociar ou que não tão em corretora grande. Por enquanto, nem a CMDSS nem o governo americano falaram nada sobre o caso.

Na semana passada, o ZachXBT botou reparo e ligou o tal do “Lick” a mais de 90 milhões de dólares em cripto de procedência meio esquisita. Diz que uma parte desse dinheiro saiu de uma carteira do governo dos Estados Unidos, aquela mesma que guardava os trem apreendido no famoso hack da Bitfinex lá em 2016. Em março de 2024, rolou uma transferência de quase 25 milhões de dólares dessa carteira pra um endereço que depois foi apontado como sendo do hacker.
A história ganhou corpo depois de uma prosa no Telegram, num grupo do submundo digital chamado “band-for-band”. O povo lá fica disputando quem tem mais cripto na mão. O “Lick”, pra se mostrar, teria jogado na roda a tela de uma carteira Exodus cheia de milhões em ativos.
No meio da conversa, o caboclo ainda mandou mais 6,7 milhões pra um endereço Ethereum, juntando tudo em uma carteira só, que ficou com uns 23 milhões. Isso aí facilitou o rastreio das transações depois.
Contrato enrolado
O contrato da CMDSS com o U.S. Marshals Service já vinha dando pano pra manga. Outras empresas, tipo a Wave Digital Assets, chegaram até a reclamar da licitação lá no GAO, falando de falha regulatória e possível conflito de interesse. Mas o GAO não deu bola e disse que o processo tava dentro da regra.
Esse caso só reforça a crítica de que o governo americano não tá muito firme na lida com cripto apreendida, além dos rolos de interesse na gestão de Donald Trump. Uma reportagem antiga do CoinDesk já tinha mostrado que o U.S. Marshals Service tinha dificuldade até pra saber direito o tanto de bitcoin que tava guardado, usando sistema de inventário bem fraquinho.
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