Binance Square

BeInCrypto BR

image
Ověřený tvůrce
🌍 Notícias de última hora e análises imparciais em 26 idiomas!
0 Sledujících
1.3K+ Sledujících
1.7K+ Označeno To se mi líbí
129 Sdílené
Příspěvky
·
--
Zobrazit překlad
Ethereum com volatilidade comprimida indica movimento forte iminenteO Ethereum vem acumulando pressão de forma silenciosa, preso em uma estrutura de cunha descendente que vem comprimindo a movimentação dos preços há meses. Com a volatilidade atingindo níveis historicamente baixos segundo o indicador BBWP, o mercado sinaliza que um grande movimento é iminente, podendo confirmar uma recuperação expressiva ou acelerar uma queda mais acentuada. Nesta análise, detalhamos os gráficos diários e de 4 horas para mapear os principais pontos, padrões e cenários que todo investidor de ETH precisa acompanhar agora. O panorama geral: cunha descendente e níveis macro de Fibonacci O Ethereum opera dentro de uma cunha descendente bem definida desde as máximas de outubro de 2025, registrando topos e fundos cada vez mais baixos enquanto a estrutura se aproxima do ápice. O formato converge entre o fim de abril e o começo de maio de 2026, indicando que um movimento direcional decisivo está próximo. Gráfico diário ETH/USDT. Fonte: Tradingview Os níveis de retração de Fibonacci neste gráfico não são indicadores de curto prazo — eles partem do fundo macro do ciclo, em torno de US$ 880 em junho de 2022, até o topo do ciclo de US$ 4.956 em agosto de 2025, trazendo relevância a pontos essenciais: a retração de 0,618 em US$ 2.436 funciona como importante teto de resistência, enquanto a de 0,786 em US$ 1.752 representa suporte macro decisivo. No preço atual de US$ 2.182, o Ethereum se encontra em uma faixa crucial, abaixo da resistência de 0,618 de Fibonacci e acima do suporte de 0,786. O RSI gira em torno de 50–55, refletindo equilíbrio e ausência de domínio claro por parte dos compradores ou vendedores. Antes da tempestade: gráfico de 4 horas e BBWP No gráfico de 4 horas, a estrutura da cunha descendente fica ainda mais clara, mostrando duas zonas bem definidas que vêm orientando os movimentos. Há um bloco de resistência entre US$ 2.300 e US$ 2.400, alinhado exatamente com o nível macro de 0,618 de Fibonacci, o preço foi rejeitado nessa faixa duas vezes, em março e novamente no início de abril de 2026. Abaixo, uma sólida zona de demanda entre US$ 1.900 e US$ 2 mil tem funcionado como piso confiável, absorvendo a pressão vendedora em diferentes momentos. Cada recuo nessa área verde atraiu compradores, tornando-a o ponto-chave a ser monitorado caso o recuo prossiga. Gráfico de 4 horas ETH/USDT / Fonte: Tradingview O indicador BBWP (Bollinger Band Width Percentile) no gráfico de 4 horas revela uma dinâmica expressiva sobre a volatilidade. Cada grande movimento, como a queda de fevereiro para US$ 1.750, o rali de março até US$ 2.380 e a rejeição de abril, vieram acompanhados de leituras de BBWP próximas de 100%, sinalizando volatilidade extrema e esgotamento desses movimentos. De forma significativa, o BBWP agora comprime fortemente após o pico de abril, refletindo um recuo importante na volatilidade. Historicamente, isso indica um período de preparação do mercado para um movimento intenso futuro — e com o ápice da cunha a poucas semanas, o momento torna-se ainda mais relevante. Previsão de preço do ETH: cenários de alta e baixa Cenário de alta Uma confirmação de rompimento do limite superior da cunha e da zona de resistência entre US$ 2.300 e US$ 2.436 indicaria que os compradores assumiram o controle. O primeiro alvo principal seria o nível de 0,5 de Fibonacci, em US$ 2.917, seguido pelo nível de 0,382 em US$ 3.397, caso o ímpeto continue. Um salto do BBWP junto com o rompimento confirmaria que se trata de um avanço real e intenso, e não um falso movimento. Esse cenário é respaldado pela estrutura da cunha descendente, que historicamente é um padrão de reversão para alta. Cenário de baixa Uma queda abaixo do limite inferior da cunha e da zona de demanda entre US$ 1.900 e US$ 2.000 sinalizaria vitória dos vendedores. O alvo imediato seria o suporte macro de 0,786 de Fibonacci, em US$ 1.752 — que precisa ser mantido para evitar uma retração mais profunda. Se houver um aumento no BBWP acompanhando essa queda, confirmaria que um movimento de baixa volátil está em andamento, o que pode acelerar ainda mais as vendas. Caso o patamar de US$ 1.752 seja perdido, preços bem mais baixos passam a ser possíveis, anulando por completo a estrutura de alta.

Ethereum com volatilidade comprimida indica movimento forte iminente

O Ethereum vem acumulando pressão de forma silenciosa, preso em uma estrutura de cunha descendente que vem comprimindo a movimentação dos preços há meses. Com a volatilidade atingindo níveis historicamente baixos segundo o indicador BBWP, o mercado sinaliza que um grande movimento é iminente, podendo confirmar uma recuperação expressiva ou acelerar uma queda mais acentuada.

Nesta análise, detalhamos os gráficos diários e de 4 horas para mapear os principais pontos, padrões e cenários que todo investidor de ETH precisa acompanhar agora.

O panorama geral: cunha descendente e níveis macro de Fibonacci

O Ethereum opera dentro de uma cunha descendente bem definida desde as máximas de outubro de 2025, registrando topos e fundos cada vez mais baixos enquanto a estrutura se aproxima do ápice. O formato converge entre o fim de abril e o começo de maio de 2026, indicando que um movimento direcional decisivo está próximo.

Gráfico diário ETH/USDT. Fonte: Tradingview

Os níveis de retração de Fibonacci neste gráfico não são indicadores de curto prazo — eles partem do fundo macro do ciclo, em torno de US$ 880 em junho de 2022, até o topo do ciclo de US$ 4.956 em agosto de 2025, trazendo relevância a pontos essenciais: a retração de 0,618 em US$ 2.436 funciona como importante teto de resistência, enquanto a de 0,786 em US$ 1.752 representa suporte macro decisivo.

No preço atual de US$ 2.182, o Ethereum se encontra em uma faixa crucial, abaixo da resistência de 0,618 de Fibonacci e acima do suporte de 0,786. O RSI gira em torno de 50–55, refletindo equilíbrio e ausência de domínio claro por parte dos compradores ou vendedores.

Antes da tempestade: gráfico de 4 horas e BBWP

No gráfico de 4 horas, a estrutura da cunha descendente fica ainda mais clara, mostrando duas zonas bem definidas que vêm orientando os movimentos. Há um bloco de resistência entre US$ 2.300 e US$ 2.400, alinhado exatamente com o nível macro de 0,618 de Fibonacci, o preço foi rejeitado nessa faixa duas vezes, em março e novamente no início de abril de 2026.

Abaixo, uma sólida zona de demanda entre US$ 1.900 e US$ 2 mil tem funcionado como piso confiável, absorvendo a pressão vendedora em diferentes momentos. Cada recuo nessa área verde atraiu compradores, tornando-a o ponto-chave a ser monitorado caso o recuo prossiga.

Gráfico de 4 horas ETH/USDT / Fonte: Tradingview

O indicador BBWP (Bollinger Band Width Percentile) no gráfico de 4 horas revela uma dinâmica expressiva sobre a volatilidade. Cada grande movimento, como a queda de fevereiro para US$ 1.750, o rali de março até US$ 2.380 e a rejeição de abril, vieram acompanhados de leituras de BBWP próximas de 100%, sinalizando volatilidade extrema e esgotamento desses movimentos.

De forma significativa, o BBWP agora comprime fortemente após o pico de abril, refletindo um recuo importante na volatilidade. Historicamente, isso indica um período de preparação do mercado para um movimento intenso futuro — e com o ápice da cunha a poucas semanas, o momento torna-se ainda mais relevante.

Previsão de preço do ETH: cenários de alta e baixa

Cenário de alta

Uma confirmação de rompimento do limite superior da cunha e da zona de resistência entre US$ 2.300 e US$ 2.436 indicaria que os compradores assumiram o controle. O primeiro alvo principal seria o nível de 0,5 de Fibonacci, em US$ 2.917, seguido pelo nível de 0,382 em US$ 3.397, caso o ímpeto continue.

Um salto do BBWP junto com o rompimento confirmaria que se trata de um avanço real e intenso, e não um falso movimento. Esse cenário é respaldado pela estrutura da cunha descendente, que historicamente é um padrão de reversão para alta.

Cenário de baixa

Uma queda abaixo do limite inferior da cunha e da zona de demanda entre US$ 1.900 e US$ 2.000 sinalizaria vitória dos vendedores. O alvo imediato seria o suporte macro de 0,786 de Fibonacci, em US$ 1.752 — que precisa ser mantido para evitar uma retração mais profunda.

Se houver um aumento no BBWP acompanhando essa queda, confirmaria que um movimento de baixa volátil está em andamento, o que pode acelerar ainda mais as vendas. Caso o patamar de US$ 1.752 seja perdido, preços bem mais baixos passam a ser possíveis, anulando por completo a estrutura de alta.
Zobrazit překlad
Por que S&P 500 sobe com bloqueio de Ormuz por Trump?O S&P 500 reverteu as perdas iniciais e chegou a operar no positivo hoje (13), enquanto os Estados Unidos iniciavam a implementação de um bloqueio naval nos portos iranianos no Estreito de Ormuz. A reversão durante o pregão surpreendeu o mercado. Os futuros de ações haviam registrado queda acentuada durante a noite após o presidente Trump anunciar o bloqueio dos portos de Ormuz, na sequência do fracasso das negociações de paz entre Estados Unidos e Irã em Islamabad. As conversas teriam sido encerradas devido a impasses sobre enriquecimento de urânio, apoio a grupos intermediários e alívio de sanções. Mercados absorvem impacto do bloqueio O Comando Central dos EUA confirmou que o bloqueio entrou em vigor às 11h de segunda-feira, horário de Brasília. A medida afeta embarcações de todas as nacionalidades que entrem ou saiam de portos iranianos, mas não restringe a navegação para destinos que não sejam do Irã. O Irã exportava mais de dois milhões de barris de petróleo por dia antes da operação. O preço do petróleo bruto ultrapassou US$ 104 por barril diante do temor de restrições na oferta. A previsão é que o gasolina nos EUA seja vendida acima de US$ 4,25 por galão. “… Aproveite os atuais números de valorização. Com o chamado ‘bloqueio’, em breve você vai sentir saudades da gasolina a US$ 4–US$ 5”, escreveu Ghalibaf, presidente do Parlamento da República Islâmica do Irã. O S&P 500 havia registrado o melhor desempenho semanal desde novembro, acumulando alta de 3,6%, impulsionado pela expectativa de uma solução rápida para o conflito. No entanto, esse otimismo se desfez na noite de domingo antes da surpreendente reversão intradiária de segunda-feira. “O S&P 500 apaga todas as perdas e fecha no azul no mesmo dia em que os EUA iniciam o bloqueio do Estreito de Ormuz”, relataram analistas do Kobeissi Letter. Desempenho dos Futuros do S&P500 (SPX). Fonte: TradingView Apesar da intensificação das tensões, o estrategista Mislav Matejka, do JPMorgan Chase, sugeriu que investidores devem aproveitar o recuo recente. “O JPMorgan Chase afirma que investidores devem comprar quedas no mercado, argumentando que as condições favorecem outra recuperação em V, mesmo diante dos riscos geopolíticos. O estrategista Mislav Matejka destaca que a volatilidade pode persistir, mas um horizonte de 3 a 12 meses favorece a elevação do risco, já que o pessimismo do mercado e sinais de sobrevenda abrem oportunidades”, destacou Deaton, citando Matejka. O banco também prevê melhor desempenho das bolsas internacionais, mercados emergentes, ações de menor capitalização e setores de valor, com expectativa de retomada dos fluxos de investimento. O JPMorgan Chase projeta recuperação em V nos próximos três a 12 meses, justificando que a combinação de pessimismo e condições de sobrevenda traz oportunidades ao mercado. Relato sobre redução de enriquecimento no Irã eleva otimismo Relatórios indicam que autoridades iranianas avaliam o abandono do enriquecimento de urânio como condição dos Estados Unidos para encerrar as hostilidades. Embora ainda não confirmado por Teerã, o cenário contribuiu para a recuperação nas bolsas durante o pregão. Dados da Kpler apontam que o tráfego no Estreito de Ormuz continua bem abaixo do normal, apesar de leve aumento no fim de semana. As negociações frustradas e a incerteza na fiscalização seguem restringindo o fluxo no corredor responsável por cerca de 20% do suprimento global de petróleo. O Bitcoin (BTC) manteve-se acima de US$ 71 mil, negociado próximo a US$ 71.611, com valorização diária de 0,74%. Essa resiliência reflete um padrão mais amplo em que ativos de risco têm absorvido choques geopolíticos ao longo do conflito antes de se recuperarem. A continuidade desse cenário vai depender das primeiras interceptações e de possíveis avanços diplomáticos nos próximos dias.

Por que S&P 500 sobe com bloqueio de Ormuz por Trump?

O S&P 500 reverteu as perdas iniciais e chegou a operar no positivo hoje (13), enquanto os Estados Unidos iniciavam a implementação de um bloqueio naval nos portos iranianos no Estreito de Ormuz.

A reversão durante o pregão surpreendeu o mercado. Os futuros de ações haviam registrado queda acentuada durante a noite após o presidente Trump anunciar o bloqueio dos portos de Ormuz, na sequência do fracasso das negociações de paz entre Estados Unidos e Irã em Islamabad. As conversas teriam sido encerradas devido a impasses sobre enriquecimento de urânio, apoio a grupos intermediários e alívio de sanções.

Mercados absorvem impacto do bloqueio

O Comando Central dos EUA confirmou que o bloqueio entrou em vigor às 11h de segunda-feira, horário de Brasília. A medida afeta embarcações de todas as nacionalidades que entrem ou saiam de portos iranianos, mas não restringe a navegação para destinos que não sejam do Irã.

O Irã exportava mais de dois milhões de barris de petróleo por dia antes da operação. O preço do petróleo bruto ultrapassou US$ 104 por barril diante do temor de restrições na oferta. A previsão é que o gasolina nos EUA seja vendida acima de US$ 4,25 por galão.

“… Aproveite os atuais números de valorização. Com o chamado ‘bloqueio’, em breve você vai sentir saudades da gasolina a US$ 4–US$ 5”, escreveu Ghalibaf, presidente do Parlamento da República Islâmica do Irã.

O S&P 500 havia registrado o melhor desempenho semanal desde novembro, acumulando alta de 3,6%, impulsionado pela expectativa de uma solução rápida para o conflito.

No entanto, esse otimismo se desfez na noite de domingo antes da surpreendente reversão intradiária de segunda-feira.

“O S&P 500 apaga todas as perdas e fecha no azul no mesmo dia em que os EUA iniciam o bloqueio do Estreito de Ormuz”, relataram analistas do Kobeissi Letter.

Desempenho dos Futuros do S&P500 (SPX). Fonte: TradingView

Apesar da intensificação das tensões, o estrategista Mislav Matejka, do JPMorgan Chase, sugeriu que investidores devem aproveitar o recuo recente.

“O JPMorgan Chase afirma que investidores devem comprar quedas no mercado, argumentando que as condições favorecem outra recuperação em V, mesmo diante dos riscos geopolíticos. O estrategista Mislav Matejka destaca que a volatilidade pode persistir, mas um horizonte de 3 a 12 meses favorece a elevação do risco, já que o pessimismo do mercado e sinais de sobrevenda abrem oportunidades”, destacou Deaton, citando Matejka.

O banco também prevê melhor desempenho das bolsas internacionais, mercados emergentes, ações de menor capitalização e setores de valor, com expectativa de retomada dos fluxos de investimento.

O JPMorgan Chase projeta recuperação em V nos próximos três a 12 meses, justificando que a combinação de pessimismo e condições de sobrevenda traz oportunidades ao mercado.

Relato sobre redução de enriquecimento no Irã eleva otimismo

Relatórios indicam que autoridades iranianas avaliam o abandono do enriquecimento de urânio como condição dos Estados Unidos para encerrar as hostilidades. Embora ainda não confirmado por Teerã, o cenário contribuiu para a recuperação nas bolsas durante o pregão.

Dados da Kpler apontam que o tráfego no Estreito de Ormuz continua bem abaixo do normal, apesar de leve aumento no fim de semana. As negociações frustradas e a incerteza na fiscalização seguem restringindo o fluxo no corredor responsável por cerca de 20% do suprimento global de petróleo.

O Bitcoin (BTC) manteve-se acima de US$ 71 mil, negociado próximo a US$ 71.611, com valorização diária de 0,74%. Essa resiliência reflete um padrão mais amplo em que ativos de risco têm absorvido choques geopolíticos ao longo do conflito antes de se recuperarem.

A continuidade desse cenário vai depender das primeiras interceptações e de possíveis avanços diplomáticos nos próximos dias.
Zobrazit překlad
3 desbloqueios de tokens para acompanhar na terceira semana de abril de 2026O mercado de criptomoedas receberá uma onda de tokens avaliados em mais de US$ 221 milhões na terceira semana de abril de 2026. Grandes projetos, incluindo a Connex (CONX), a Arbitrum (ARB) e a deBridge (DBR), liberarão suprimentos anteriormente bloqueados nos próximos sete dias. Esses desbloqueios podem elevar a volatilidade no curto prazo e influenciar os preços. A seguir, confira um panorama do que monitorar em cada projeto. 1. Connex (CONX) Data de destravamento: 15 de abril Quantidade de tokens a serem liberados: 1,32 milhão de CONX Oferta já em circulação: 87,28 milhões de CONX Oferta total: 100 milhões de CONX A Connex é uma rede profissional Web3 aberta, colaborativa e sem permissões. A iniciativa integra blockchain ao networking, promovendo transparência e troca justa de valor entre profissionais na economia digital. Investidores podem usar CONX para pagamentos e governança. A Connex vai destravar 1,32 milhão de tokens CONX no mercado em 15 de abril. Esse volume equivale a cerca de US$ 15,95 milhões e representa 1,52% da oferta já em circulação. Destrave do token CONX em abril. Fonte: Tokenomist O time destinará cerca de 822.500 CONX ao ecossistema. Além disso, o tesouro comunitário irá receber 500 mil altcoins. 2. Arbitrum (ARB) Data de destravamento: 16 de abril Quantidade de tokens a serem liberados: 92,65 milhões de ARB Oferta já em circulação: 5,31 bilhões de ARB Oferta total: 10 bilhões de ARB A Arbitrum é uma solução de layer 2 desenvolvida para o Ethereum (ETH). O projeto aprimora a velocidade das transações e diminui custos, mantendo a segurança da rede Ethereum. O blockchain faz isso utilizando ‘optimistic rollups’, que processam operações fora da mainnet e depois enviam ao Ethereum principal para validação. No dia 16 de abril, a Arbitrum irá liberar 92,65 milhões de tokens ao mercado. O montante está avaliado em US$ 10,28 milhões e corresponde a 1,75% da oferta atual em circulação. Destrave do token ARB em abril. Fonte: Tokenomist A Arbitrum vai destinar 56,13 milhões de ARB para a equipe, futuros integrantes e conselheiros. Além disso, investidores receberão 36,52 milhões de tokens. 3. deBridge (DBR) Data de destravamento: 17 de abril Quantidade de tokens a serem liberados: 618,33 milhões de DBR Oferta já em circulação: 4,79 bilhões de DBR Oferta total: 10 bilhões de DBR A deBridge é um protocolo cross-chain não custodial para transferências de ativos e dados entre blockchains. Conta com arquitetura 0-TVL, em que solucionadores competitivos fornecem liquidez sob demanda, sem dependência de pools compartilhados. A deBridge vai liberar 618,33 milhões de tokens avaliados em US$ 9,08 milhões em 17 de abril. Essa quantidade representa 12,9% da oferta já disponível no mercado. O projeto dividirá o lote em seis categorias. Destrave do token DBR em abril. Fonte: Tokenomist O cliff unlock distribuirá 191,67 milhões de DBR para o ecossistema, enquanto os Core Contributors ficarão com 133,33 milhões. Parceiros estratégicos ficarão com 113,33 milhões de DBR. A deBridge Foundation e a categoria Comunidade & Lançamento vão alocar, cada uma, 83,33 milhões de DBR. Por fim, validadores terão a menor parte do desbloqueio, ficando com 13,33 milhões. Além destes, outros desbloqueios expressivos previstos para a terceira semana de abril incluem a Starknet (STRK), a Onyxcoin (XCN), a YZY (YZY), entre outras.

3 desbloqueios de tokens para acompanhar na terceira semana de abril de 2026

O mercado de criptomoedas receberá uma onda de tokens avaliados em mais de US$ 221 milhões na terceira semana de abril de 2026. Grandes projetos, incluindo a Connex (CONX), a Arbitrum (ARB) e a deBridge (DBR), liberarão suprimentos anteriormente bloqueados nos próximos sete dias.

Esses desbloqueios podem elevar a volatilidade no curto prazo e influenciar os preços. A seguir, confira um panorama do que monitorar em cada projeto.

1. Connex (CONX)

Data de destravamento: 15 de abril

Quantidade de tokens a serem liberados: 1,32 milhão de CONX

Oferta já em circulação: 87,28 milhões de CONX

Oferta total: 100 milhões de CONX

A Connex é uma rede profissional Web3 aberta, colaborativa e sem permissões. A iniciativa integra blockchain ao networking, promovendo transparência e troca justa de valor entre profissionais na economia digital. Investidores podem usar CONX para pagamentos e governança.

A Connex vai destravar 1,32 milhão de tokens CONX no mercado em 15 de abril. Esse volume equivale a cerca de US$ 15,95 milhões e representa 1,52% da oferta já em circulação.

Destrave do token CONX em abril. Fonte: Tokenomist

O time destinará cerca de 822.500 CONX ao ecossistema. Além disso, o tesouro comunitário irá receber 500 mil altcoins.

2. Arbitrum (ARB)

Data de destravamento: 16 de abril

Quantidade de tokens a serem liberados: 92,65 milhões de ARB

Oferta já em circulação: 5,31 bilhões de ARB

Oferta total: 10 bilhões de ARB

A Arbitrum é uma solução de layer 2 desenvolvida para o Ethereum (ETH). O projeto aprimora a velocidade das transações e diminui custos, mantendo a segurança da rede Ethereum.

O blockchain faz isso utilizando ‘optimistic rollups’, que processam operações fora da mainnet e depois enviam ao Ethereum principal para validação.

No dia 16 de abril, a Arbitrum irá liberar 92,65 milhões de tokens ao mercado. O montante está avaliado em US$ 10,28 milhões e corresponde a 1,75% da oferta atual em circulação.

Destrave do token ARB em abril. Fonte: Tokenomist

A Arbitrum vai destinar 56,13 milhões de ARB para a equipe, futuros integrantes e conselheiros. Além disso, investidores receberão 36,52 milhões de tokens.

3. deBridge (DBR)

Data de destravamento: 17 de abril

Quantidade de tokens a serem liberados: 618,33 milhões de DBR

Oferta já em circulação: 4,79 bilhões de DBR

Oferta total: 10 bilhões de DBR

A deBridge é um protocolo cross-chain não custodial para transferências de ativos e dados entre blockchains. Conta com arquitetura 0-TVL, em que solucionadores competitivos fornecem liquidez sob demanda, sem dependência de pools compartilhados.

A deBridge vai liberar 618,33 milhões de tokens avaliados em US$ 9,08 milhões em 17 de abril. Essa quantidade representa 12,9% da oferta já disponível no mercado. O projeto dividirá o lote em seis categorias.

Destrave do token DBR em abril. Fonte: Tokenomist

O cliff unlock distribuirá 191,67 milhões de DBR para o ecossistema, enquanto os Core Contributors ficarão com 133,33 milhões. Parceiros estratégicos ficarão com 113,33 milhões de DBR.

A deBridge Foundation e a categoria Comunidade & Lançamento vão alocar, cada uma, 83,33 milhões de DBR. Por fim, validadores terão a menor parte do desbloqueio, ficando com 13,33 milhões.

Além destes, outros desbloqueios expressivos previstos para a terceira semana de abril incluem a Starknet (STRK), a Onyxcoin (XCN), a YZY (YZY), entre outras.
Zobrazit překlad
Zoomex libera prêmio de US$ 200 mil com Emiliano Martínez em nova rodada de previsões da EPLA plataforma de negociação cripto Zoomex anunciou hoje o retorno da “Campanha de Previsão de Pontuação da EPL (Rodada 2)”. Com um prêmio total de US$ 200 mil, o evento conta com o apoio do embaixador da marca Zoomex, o goleiro campeão do prêmio Luva de Ouro da Copa do Mundo, Emiliano Martínez. Usuários de todo o mundo são convidados a acompanhar a disputada corrida pelo título da English Premier League (EPL) e concorrer a grandes recompensas como Bitcoin e Ethereum por meio de previsões precisas. Alta temporada: faça previsões para todos os confrontos da EPL Esta “Campanha de Previsão de Pontuação da EPL” engloba todos os jogos decisivos na reta final da Premier League. Usuários deixam de ser apenas espectadores e podem somar pontos ao acertar os resultados das partidas, competindo de forma justa no ambiente promovido pela Zoomex. Como embaixador da marca, o espírito profissional de Martínez de “julgamento preciso e defesa constante” está perfeitamente alinhado aos valores centrais da Zoomex de “justiça, equidade e transparência”. Enquanto Martínez defende seu gol na Premier League, na Zoomex, ele acompanhará a emoção e a integridade de cada partida com a ampla base de usuários da plataforma. Diversas formas de acumular pontos, regras transparentes garantem igualdade A Zoomex mantém regras claras e transparentes, assegurando o envolvimento e a recompensa de cada usuário: Previsões das partidas: Faça previsões dos resultados de todos os jogos da EPL e ganhe cinco pontos para cada palpite correto. Check-ins de negociação: Realize uma operação diária de contrato perpétuo ou acumule dias de negociação para conquistar até 150 pontos. Valorização de ativos: Usuários podem ampliar sua reserva de pontos ao realizar depósitos e aumentar o volume negociado. Todas as movimentações de pontos podem ser acompanhadas em tempo real. Recompensas expressivas: troque pontos diretamente por Bitcoin e Ethereum Diferentemente de bônus-padrão, os pontos desta campanha podem ser trocados por ativos digitais de alto valor, convertendo seu conhecimento em patrimônio: 2 mil e 500 pontos – Troca direta por US$ 200 em Bitcoin 1 mil e 500 pontos – Troca direta por US$ 100 em Ethereum 800 pontos – Troca direta por US$ 50 em XRP Há ainda um “Sorteio” onde os pontos podem ser utilizados, com prêmios como DOGE, MNT e outros tokens em destaque, ampliando as possibilidades de recompensa. Visão da marca: competição e entretenimento em um ambiente transparente A Zoomex busca construir um ambiente de negociação tão íntegro e transparente quanto uma arena esportiva profissional. A campanha exige que os usuários concluam a atualização para a UTA (Conta Unificada de Negociação), com o objetivo de oferecer uma experiência mais fluida e segura. “… Esperamos transmitir o compromisso original da Zoomex com negociações justas aos nossos usuários por meio do espetáculo global da EPL”, declarou oficialmente a Zoomex. “Com Martínez acompanhando todo o processo, garantiremos que toda recompensa seja distribuída com base em regras abertas e claras, permitindo que cada apaixonado por futebol e negociações cripto encontre aqui seu próprio ‘Momento de Campeão’.” Cadastre-se agora e inicie sua jornada de previsões da EPL! Sobre a ZOOMEX Fundada em 2021, a Zoomex é uma plataforma global de negociação de criptoativos com mais de 3 milhões de usuários em mais de 35 países e territórios, oferecendo mais de 700 pares de negociação. Guiada pelos valores centrais de “Simples × Amigável × Rápida”, a Zoomex também segue princípios de justiça, integridade e transparência, fornecendo uma experiência de negociação eficiente, acessível e confiável. Com um mecanismo de correspondência de alta performance e exibição transparente de ativos e ordens, a Zoomex garante execução consistente e resultados totalmente rastreáveis. Dessa forma, reduz a assimetria de informações e permite que o usuário acompanhe claramente o status de seus ativos e o resultado de cada operação. Embora priorize velocidade e eficiência, a plataforma segue aperfeiçoando sua estrutura e toda a experiência do usuário, empregando rígidas práticas de gestão de riscos. Como parceira oficial da equipe Haas F1, a Zoomex leva para o mundo das negociações o mesmo foco em velocidade, precisão e execução confiável de regras do automobilismo. Além disso, a Zoomex firmou uma parceria exclusiva com o goleiro de classe mundial Emiliano Martínez como embaixador global da marca. Sua disciplina, profissionalismo e constância reforçam ainda mais o compromisso da Zoomex com negociações justas e a confiança dos usuários no longo prazo. No âmbito de segurança e conformidade, a Zoomex possui licenças regulatórias incluindo Canadá MSB, U.S. MSB, U.S. NFA e Austrália AUSTRAC, além de ter sido aprovada em auditorias conduzidas pela empresa de segurança blockchain Hacken. Atuando dentro de um ambiente regulatório adequado, a Zoomex oferece opções flexíveis de verificação de identidade e um sistema de negociação aberto, buscando criar um ambiente mais simples, transparente, seguro e acessível globalmente. Para mais informações: Site da ZOOMEX | X | Telegram | Discord

Zoomex libera prêmio de US$ 200 mil com Emiliano Martínez em nova rodada de previsões da EPL

A plataforma de negociação cripto Zoomex anunciou hoje o retorno da “Campanha de Previsão de Pontuação da EPL (Rodada 2)”. Com um prêmio total de US$ 200 mil, o evento conta com o apoio do embaixador da marca Zoomex, o goleiro campeão do prêmio Luva de Ouro da Copa do Mundo, Emiliano Martínez. Usuários de todo o mundo são convidados a acompanhar a disputada corrida pelo título da English Premier League (EPL) e concorrer a grandes recompensas como Bitcoin e Ethereum por meio de previsões precisas.

Alta temporada: faça previsões para todos os confrontos da EPL

Esta “Campanha de Previsão de Pontuação da EPL” engloba todos os jogos decisivos na reta final da Premier League. Usuários deixam de ser apenas espectadores e podem somar pontos ao acertar os resultados das partidas, competindo de forma justa no ambiente promovido pela Zoomex.

Como embaixador da marca, o espírito profissional de Martínez de “julgamento preciso e defesa constante” está perfeitamente alinhado aos valores centrais da Zoomex de “justiça, equidade e transparência”. Enquanto Martínez defende seu gol na Premier League, na Zoomex, ele acompanhará a emoção e a integridade de cada partida com a ampla base de usuários da plataforma.

Diversas formas de acumular pontos, regras transparentes garantem igualdade

A Zoomex mantém regras claras e transparentes, assegurando o envolvimento e a recompensa de cada usuário:

Previsões das partidas: Faça previsões dos resultados de todos os jogos da EPL e ganhe cinco pontos para cada palpite correto.

Check-ins de negociação: Realize uma operação diária de contrato perpétuo ou acumule dias de negociação para conquistar até 150 pontos.

Valorização de ativos: Usuários podem ampliar sua reserva de pontos ao realizar depósitos e aumentar o volume negociado. Todas as movimentações de pontos podem ser acompanhadas em tempo real.

Recompensas expressivas: troque pontos diretamente por Bitcoin e Ethereum

Diferentemente de bônus-padrão, os pontos desta campanha podem ser trocados por ativos digitais de alto valor, convertendo seu conhecimento em patrimônio:

2 mil e 500 pontos – Troca direta por US$ 200 em Bitcoin

1 mil e 500 pontos – Troca direta por US$ 100 em Ethereum

800 pontos – Troca direta por US$ 50 em XRP

Há ainda um “Sorteio” onde os pontos podem ser utilizados, com prêmios como DOGE, MNT e outros tokens em destaque, ampliando as possibilidades de recompensa.

Visão da marca: competição e entretenimento em um ambiente transparente

A Zoomex busca construir um ambiente de negociação tão íntegro e transparente quanto uma arena esportiva profissional. A campanha exige que os usuários concluam a atualização para a UTA (Conta Unificada de Negociação), com o objetivo de oferecer uma experiência mais fluida e segura.

“… Esperamos transmitir o compromisso original da Zoomex com negociações justas aos nossos usuários por meio do espetáculo global da EPL”, declarou oficialmente a Zoomex. “Com Martínez acompanhando todo o processo, garantiremos que toda recompensa seja distribuída com base em regras abertas e claras, permitindo que cada apaixonado por futebol e negociações cripto encontre aqui seu próprio ‘Momento de Campeão’.”

Cadastre-se agora e inicie sua jornada de previsões da EPL!

Sobre a ZOOMEX

Fundada em 2021, a Zoomex é uma plataforma global de negociação de criptoativos com mais de 3 milhões de usuários em mais de 35 países e territórios, oferecendo mais de 700 pares de negociação. Guiada pelos valores centrais de “Simples × Amigável × Rápida”, a Zoomex também segue princípios de justiça, integridade e transparência, fornecendo uma experiência de negociação eficiente, acessível e confiável.

Com um mecanismo de correspondência de alta performance e exibição transparente de ativos e ordens, a Zoomex garante execução consistente e resultados totalmente rastreáveis. Dessa forma, reduz a assimetria de informações e permite que o usuário acompanhe claramente o status de seus ativos e o resultado de cada operação. Embora priorize velocidade e eficiência, a plataforma segue aperfeiçoando sua estrutura e toda a experiência do usuário, empregando rígidas práticas de gestão de riscos.

Como parceira oficial da equipe Haas F1, a Zoomex leva para o mundo das negociações o mesmo foco em velocidade, precisão e execução confiável de regras do automobilismo. Além disso, a Zoomex firmou uma parceria exclusiva com o goleiro de classe mundial Emiliano Martínez como embaixador global da marca. Sua disciplina, profissionalismo e constância reforçam ainda mais o compromisso da Zoomex com negociações justas e a confiança dos usuários no longo prazo.

No âmbito de segurança e conformidade, a Zoomex possui licenças regulatórias incluindo Canadá MSB, U.S. MSB, U.S. NFA e Austrália AUSTRAC, além de ter sido aprovada em auditorias conduzidas pela empresa de segurança blockchain Hacken. Atuando dentro de um ambiente regulatório adequado, a Zoomex oferece opções flexíveis de verificação de identidade e um sistema de negociação aberto, buscando criar um ambiente mais simples, transparente, seguro e acessível globalmente.

Para mais informações: Site da ZOOMEX | X | Telegram | Discord
Zobrazit překlad
Strategy compra US$ 1 bilhão em Bitcoin e agora possui 780.897 BTCA Strategy adquiriu 13.927 Bitcoin por aproximadamente US$ 1 bilhão, elevando suas reservas totais para 780.897 BTC e consolidando sua posição como a maior detentora corporativa de Bitcoin no mundo. A compra foi realizada por um preço médio de US$ 71.902 por Bitcoin, segundo comunicado do presidente executivo Michael Saylor no X. Com isso, a aquisição mais recente faz o investimento total em Bitcoin da Strategy atingir US$ 5,92 bilhões, com preço médio de compra de US$ 75.577 por moeda. A companhia agora possui cerca de 3,8% de todo o fornecimento circulante do Bitcoin. Essa concentração supera com folga qualquer outro ente listado em bolsa. Para fins de comparação, a segunda maior detentora corporativa, a Twenty One Capital, detém apenas 43.514 BTC. Participação em Bitcoin da Strategy precisa de apenas 2% de valorização para cobrir dividendos Antes da compra, Saylor revelou um indicador financeiro relevante. As reservas de Bitcoin da Strategy precisam se valorizar apenas 2,05% ao ano para cobrir todos os dividendos de ações preferenciais de forma indefinida, sem precisar emitir novas ações ordinárias. “… Nosso ARR Breakeven com BTC está em aproximadamente 2,05%. Se o Bitcoin crescer mais rápido que isso ao longo do tempo, conseguimos pagar nossos dividendos por tempo indefinido sem emitir novas ações MSTR”, afirmou Saylor. O painel da companhia mostra cerca de 48,7 anos de cobertura de dividendos considerando o nível atual de reservas. Esse dado reforça o argumento de sustentabilidade de longo prazo defendido por Saylor. O patamar de 2,05% fica bem abaixo do retorno anualizado histórico do Bitcoin. A Strategy financia suas compras de Bitcoin principalmente por meio do STRC, sua Ação Preferencial Série A de Taxa Variável Perpétua, que atualmente rende 11,5% ao ano. O papel negocia próximo ao valor nominal de US$ 100 e paga dividendos em dinheiro mensalmente. Os recursos são direcionados diretamente para aquisição adicional de Bitcoin. Strategy mantém ritmo de compras apesar de prejuízo não realizado de US$ 14,5 bilhões A nova aquisição ocorre mesmo diante de obstáculos financeiros relevantes. A Strategy reportou prejuízo não realizado de US$ 14,5 bilhões em seu portfólio de ativos digitais no primeiro trimestre de 2026. Uma queda de cerca de 20% no preço do Bitcoin fez seu valor cair de US$ 75.577 para níveis abaixo do custo médio da companhia. Apesar disso, a empresa também informou um rendimento anual do BTC de 5,6% em 2026 até agora. Esse indicador avalia a eficácia da estratégia por ação. A compra ocorre após o já recorrente sinal dominical de Saylor no X, no qual publicou “… Think Bigger” junto ao gráfico acumulado de compras de BTC da Strategy. O padrão antecede grandes aquisições desde 2020 e costuma indicar a divulgação à CVM na segunda-feira de uma nova compra. Strategy absorve três vezes mais BTC que a produção total dos mineradores Desde agosto de 2020, a Strategy realizou mais de 105 compras de Bitcoin em sua estratégia de acumulação. A companhia segue adquirindo BTC em volume muito superior à nova oferta criada. Somente em março de 2026, a Strategy acumulou quase três vezes a quantidade de BTC produzida pela rede global de mineração. Os mineradores geraram aproximadamente 16.200 BTC no período. A Strategy comprou 46.233 BTC no mesmo intervalo. No momento, a capacidade restante de oferta de mercado em todas as classes de ações já ultrapassa US$ 57 bilhões. Isso proporciona margem significativa para a continuidade das aquisições. Rumo ao marco de 1 milhão de Bitcoin Com a compra mais recente, a Strategy se aproxima da marca simbólica de um milhão de Bitcoin. Analistas projetam que a empresa pode atingir esse número já em novembro de 2026 caso mantenha o atual ritmo de compras. Com um investimento mensal em torno de US$ 2,3 bilhões e preços do BTC próximos dos patamares atuais, o cálculo sustenta essa projeção. Entretanto, o acesso contínuo ao mercado de capitais segue fundamental. No momento, as ações são negociadas por cerca de 1,10 vez o valor patrimonial líquido. Isso significa que os investidores ainda pagam um prêmio sobre as reservas subjacentes de Bitcoin. A manutenção desse prêmio depende do desempenho do preço do Bitcoin e da capacidade da Strategy de seguir captando recursos por meio de seus diversos programas de financiamento. Por ora, a mensagem de Saylor permanece: … think bigger.

Strategy compra US$ 1 bilhão em Bitcoin e agora possui 780.897 BTC

A Strategy adquiriu 13.927 Bitcoin por aproximadamente US$ 1 bilhão, elevando suas reservas totais para 780.897 BTC e consolidando sua posição como a maior detentora corporativa de Bitcoin no mundo.

A compra foi realizada por um preço médio de US$ 71.902 por Bitcoin, segundo comunicado do presidente executivo Michael Saylor no X. Com isso, a aquisição mais recente faz o investimento total em Bitcoin da Strategy atingir US$ 5,92 bilhões, com preço médio de compra de US$ 75.577 por moeda.

A companhia agora possui cerca de 3,8% de todo o fornecimento circulante do Bitcoin. Essa concentração supera com folga qualquer outro ente listado em bolsa. Para fins de comparação, a segunda maior detentora corporativa, a Twenty One Capital, detém apenas 43.514 BTC.

Participação em Bitcoin da Strategy precisa de apenas 2% de valorização para cobrir dividendos

Antes da compra, Saylor revelou um indicador financeiro relevante. As reservas de Bitcoin da Strategy precisam se valorizar apenas 2,05% ao ano para cobrir todos os dividendos de ações preferenciais de forma indefinida, sem precisar emitir novas ações ordinárias.

“… Nosso ARR Breakeven com BTC está em aproximadamente 2,05%. Se o Bitcoin crescer mais rápido que isso ao longo do tempo, conseguimos pagar nossos dividendos por tempo indefinido sem emitir novas ações MSTR”, afirmou Saylor.

O painel da companhia mostra cerca de 48,7 anos de cobertura de dividendos considerando o nível atual de reservas. Esse dado reforça o argumento de sustentabilidade de longo prazo defendido por Saylor. O patamar de 2,05% fica bem abaixo do retorno anualizado histórico do Bitcoin.

A Strategy financia suas compras de Bitcoin principalmente por meio do STRC, sua Ação Preferencial Série A de Taxa Variável Perpétua, que atualmente rende 11,5% ao ano. O papel negocia próximo ao valor nominal de US$ 100 e paga dividendos em dinheiro mensalmente. Os recursos são direcionados diretamente para aquisição adicional de Bitcoin.

Strategy mantém ritmo de compras apesar de prejuízo não realizado de US$ 14,5 bilhões

A nova aquisição ocorre mesmo diante de obstáculos financeiros relevantes. A Strategy reportou prejuízo não realizado de US$ 14,5 bilhões em seu portfólio de ativos digitais no primeiro trimestre de 2026. Uma queda de cerca de 20% no preço do Bitcoin fez seu valor cair de US$ 75.577 para níveis abaixo do custo médio da companhia.

Apesar disso, a empresa também informou um rendimento anual do BTC de 5,6% em 2026 até agora. Esse indicador avalia a eficácia da estratégia por ação.

A compra ocorre após o já recorrente sinal dominical de Saylor no X, no qual publicou “… Think Bigger” junto ao gráfico acumulado de compras de BTC da Strategy. O padrão antecede grandes aquisições desde 2020 e costuma indicar a divulgação à CVM na segunda-feira de uma nova compra.

Strategy absorve três vezes mais BTC que a produção total dos mineradores

Desde agosto de 2020, a Strategy realizou mais de 105 compras de Bitcoin em sua estratégia de acumulação. A companhia segue adquirindo BTC em volume muito superior à nova oferta criada.

Somente em março de 2026, a Strategy acumulou quase três vezes a quantidade de BTC produzida pela rede global de mineração. Os mineradores geraram aproximadamente 16.200 BTC no período. A Strategy comprou 46.233 BTC no mesmo intervalo.

No momento, a capacidade restante de oferta de mercado em todas as classes de ações já ultrapassa US$ 57 bilhões. Isso proporciona margem significativa para a continuidade das aquisições.

Rumo ao marco de 1 milhão de Bitcoin

Com a compra mais recente, a Strategy se aproxima da marca simbólica de um milhão de Bitcoin. Analistas projetam que a empresa pode atingir esse número já em novembro de 2026 caso mantenha o atual ritmo de compras.

Com um investimento mensal em torno de US$ 2,3 bilhões e preços do BTC próximos dos patamares atuais, o cálculo sustenta essa projeção. Entretanto, o acesso contínuo ao mercado de capitais segue fundamental.

No momento, as ações são negociadas por cerca de 1,10 vez o valor patrimonial líquido. Isso significa que os investidores ainda pagam um prêmio sobre as reservas subjacentes de Bitcoin. A manutenção desse prêmio depende do desempenho do preço do Bitcoin e da capacidade da Strategy de seguir captando recursos por meio de seus diversos programas de financiamento.

Por ora, a mensagem de Saylor permanece: … think bigger.
Zobrazit překlad
3 altcoins para observar na 3ª semana de abril de 2026Três altcoins apresentam estruturas técnicas críticas na terceira semana de abril de 2026. A RaveDAO (RAVE), a Polkadot (DOT) e a Official Trump (TRUMP) enfrentam níveis de preço decisivos que podem definir a direção de curto prazo. A RAVE mantém seu avanço parabólico com uma alta diária de 185%. Enquanto isso, a DOT registra dificuldades após um exploit em sua ponte levar o token para perto das mínimas históricas. Já a TRUMP testa o suporte de duplo fundo antes de um evento relevante para seus investidores. Extensões de Fibonacci da RAVE apontam para alvo de US$ 9,00 A RaveDAO figura entre os ativos com desempenhos mais expressivos deste mês no setor cripto. O token é negociado a US$ 7,47, registrando valorização de 185% nas últimas 24 horas. Esse movimento estende uma trajetória parabólica que já acumula mais de 3.500% desde as recentes mínimas. A estrutura do avanço sugere posicionamento ordenado e atento aos níveis de Fibonacci, e não uma movimentação aleatória. Extensões relevantes de Fibonacci têm funcionado como degraus nesse ciclo. A extensão 2,272, situada em US$ 5,45, serviu de suporte intradiário. O próximo grande objetivo se encontra na extensão 2,618 de Fibonacci, próxima a US$ 8,99. Esse patamar coincide com a zona psicológica dos US$ 9,00. Com o preço atual em US$ 7,47, a distância até o alvo é de aproximadamente 18%. Candles de rompimento contaram com volume acentuadamente elevado. O candle diário do momento não exibe sinais de exaustão nem sombras superiores. O corpo permanece cheio, encerrando próximo da máxima. Análise de preço da RAVE. Fonte: TradingView No entanto, preocupações com possíveis manipulações surgiram junto com o rali. Certas carteiras teriam depositado 18,58 milhões de tokens RAVE na Bitget cerca de 10 horas antes do início da alta. O baixo suprimento circulante, em torno de 239 milhões do total máximo de 1 bilhão, amplifica a pressão compradora concentrada. Por outro lado, um fechamento diário abaixo de US$ 5,45 colocaria em risco a estrutura parabólica. Caso perca os US$ 3,68, a perspectiva de alta seria totalmente invalidada e o caminho para US$ 2,12 ficaria aberto. Uma correção está no radar, já que o RSI permanece extremamente elevado em 99. DOT se aproxima das mínimas históricas após exploit em ponte A Polkadot é negociada a US$ 1,18, queda de 8% em relação às máximas do último domingo. A desvalorização ocorre após um exploit na Hyperbridge permitir que um invasor cunhasse 1 bilhão de DOT bridged na rede Ethereum. O atacante utilizou uma mensagem forjada entre blockchains para alterar o administrador do contrato do token da Polkadot na Ethereum. Depois, cunhou o suprimento total e realizou a venda em uma única transação. A operação rendeu cerca de 108,2 ETH, equivalentes a aproximadamente US$ 237 mil. A liquidez limitada do ativo bridged limitou o lucro do invasor. O ataque não comprometeu a relay chain nativa da Polkadot, nem a DOT em sua própria rede. Alvo foi apenas a representação da DOT na Ethereum. Ainda assim, as exchanges sul-coreanas Upbit e Bithumb suspenderam depósitos e saques de DOT como precaução. A medida gerou pressão extra de venda para o token, já enfraquecido. A DOT agora opera perigosamente próxima da mínima histórica de US$ 1,10. O token precisa retomar o patamar de US$ 1,22 para buscar estabilização. Alguma evolução positiva na resposta ao exploit ou na segurança pode ajudar a restaurar a confiança do mercado. Caso a DOT se firme acima de US$ 1,22, poderá desafiar a resistência em US$ 1,33. Análise de preço da DOT. Fonte: TradingView Se não mantiver o nível atual, a cotação provavelmente caminhará para US$ 1,10. Pode até recuar ainda mais abaixo desse piso. TRUMP testa suporte de duplo fundo em US$ 2,78 A Official Trump é negociada a US$ 2,81, permanecendo estável nas últimas 24 horas. O token se encontra próximo a um suporte importante que pode formar a base de um padrão de duplo fundo. O evento de cripto e negócios em Mar-a-Lago marcado para 25 de abril volta atenções para o token. O encontro garante assento aos 297 maiores investidores. Já as 29 principais baleias recebem acesso VIP ao presidente. O registro de qualificação foi realizado em 10 de abril. A TRUMP precisa se manter acima de US$ 2,78 para preservar a estrutura de duplo fundo. Se compradores sustentarem esse suporte, um rompimento acima da linha do pescoço em US$ 3,08 pode impulsionar uma alta em direção a US$ 3,34. Esse alvo corresponde ao nível de retração 0,618 de Fibonacci e representa valorização de 19% sobre a cotação atual. Análise de preço da TRUMP. Fonte: TradingView O cenário de baixa se confirma caso o suporte em US$ 2,78 não se mantenha. Uma queda nesse patamar pode levar a TRUMP para o menor preço histórico. Novas mínimas próximas a US$ 2,44, nível correspondente à extensão de Fibonacci de 1,272, podem ocorrer. O token permanece cerca de 96% abaixo do recorde de US$ 73,43 atingido em janeiro de 2025. O evento para investidores em 25 de abril já não é capaz de gerar alta demanda, pois o registro foi efetivado. Entretanto, qualquer fator positivo relacionado ao evento segue como variável central para o movimento de preço da TRUMP.

3 altcoins para observar na 3ª semana de abril de 2026

Três altcoins apresentam estruturas técnicas críticas na terceira semana de abril de 2026. A RaveDAO (RAVE), a Polkadot (DOT) e a Official Trump (TRUMP) enfrentam níveis de preço decisivos que podem definir a direção de curto prazo.

A RAVE mantém seu avanço parabólico com uma alta diária de 185%. Enquanto isso, a DOT registra dificuldades após um exploit em sua ponte levar o token para perto das mínimas históricas. Já a TRUMP testa o suporte de duplo fundo antes de um evento relevante para seus investidores.

Extensões de Fibonacci da RAVE apontam para alvo de US$ 9,00

A RaveDAO figura entre os ativos com desempenhos mais expressivos deste mês no setor cripto. O token é negociado a US$ 7,47, registrando valorização de 185% nas últimas 24 horas. Esse movimento estende uma trajetória parabólica que já acumula mais de 3.500% desde as recentes mínimas.

A estrutura do avanço sugere posicionamento ordenado e atento aos níveis de Fibonacci, e não uma movimentação aleatória. Extensões relevantes de Fibonacci têm funcionado como degraus nesse ciclo. A extensão 2,272, situada em US$ 5,45, serviu de suporte intradiário.

O próximo grande objetivo se encontra na extensão 2,618 de Fibonacci, próxima a US$ 8,99. Esse patamar coincide com a zona psicológica dos US$ 9,00. Com o preço atual em US$ 7,47, a distância até o alvo é de aproximadamente 18%.

Candles de rompimento contaram com volume acentuadamente elevado. O candle diário do momento não exibe sinais de exaustão nem sombras superiores. O corpo permanece cheio, encerrando próximo da máxima.

Análise de preço da RAVE. Fonte: TradingView

No entanto, preocupações com possíveis manipulações surgiram junto com o rali. Certas carteiras teriam depositado 18,58 milhões de tokens RAVE na Bitget cerca de 10 horas antes do início da alta. O baixo suprimento circulante, em torno de 239 milhões do total máximo de 1 bilhão, amplifica a pressão compradora concentrada.

Por outro lado, um fechamento diário abaixo de US$ 5,45 colocaria em risco a estrutura parabólica. Caso perca os US$ 3,68, a perspectiva de alta seria totalmente invalidada e o caminho para US$ 2,12 ficaria aberto.

Uma correção está no radar, já que o RSI permanece extremamente elevado em 99.

DOT se aproxima das mínimas históricas após exploit em ponte

A Polkadot é negociada a US$ 1,18, queda de 8% em relação às máximas do último domingo. A desvalorização ocorre após um exploit na Hyperbridge permitir que um invasor cunhasse 1 bilhão de DOT bridged na rede Ethereum.

O atacante utilizou uma mensagem forjada entre blockchains para alterar o administrador do contrato do token da Polkadot na Ethereum. Depois, cunhou o suprimento total e realizou a venda em uma única transação. A operação rendeu cerca de 108,2 ETH, equivalentes a aproximadamente US$ 237 mil.

A liquidez limitada do ativo bridged limitou o lucro do invasor. O ataque não comprometeu a relay chain nativa da Polkadot, nem a DOT em sua própria rede. Alvo foi apenas a representação da DOT na Ethereum.

Ainda assim, as exchanges sul-coreanas Upbit e Bithumb suspenderam depósitos e saques de DOT como precaução. A medida gerou pressão extra de venda para o token, já enfraquecido.

A DOT agora opera perigosamente próxima da mínima histórica de US$ 1,10. O token precisa retomar o patamar de US$ 1,22 para buscar estabilização. Alguma evolução positiva na resposta ao exploit ou na segurança pode ajudar a restaurar a confiança do mercado.

Caso a DOT se firme acima de US$ 1,22, poderá desafiar a resistência em US$ 1,33.

Análise de preço da DOT. Fonte: TradingView

Se não mantiver o nível atual, a cotação provavelmente caminhará para US$ 1,10. Pode até recuar ainda mais abaixo desse piso.

TRUMP testa suporte de duplo fundo em US$ 2,78

A Official Trump é negociada a US$ 2,81, permanecendo estável nas últimas 24 horas. O token se encontra próximo a um suporte importante que pode formar a base de um padrão de duplo fundo.

O evento de cripto e negócios em Mar-a-Lago marcado para 25 de abril volta atenções para o token. O encontro garante assento aos 297 maiores investidores. Já as 29 principais baleias recebem acesso VIP ao presidente. O registro de qualificação foi realizado em 10 de abril.

A TRUMP precisa se manter acima de US$ 2,78 para preservar a estrutura de duplo fundo. Se compradores sustentarem esse suporte, um rompimento acima da linha do pescoço em US$ 3,08 pode impulsionar uma alta em direção a US$ 3,34. Esse alvo corresponde ao nível de retração 0,618 de Fibonacci e representa valorização de 19% sobre a cotação atual.

Análise de preço da TRUMP. Fonte: TradingView

O cenário de baixa se confirma caso o suporte em US$ 2,78 não se mantenha. Uma queda nesse patamar pode levar a TRUMP para o menor preço histórico. Novas mínimas próximas a US$ 2,44, nível correspondente à extensão de Fibonacci de 1,272, podem ocorrer. O token permanece cerca de 96% abaixo do recorde de US$ 73,43 atingido em janeiro de 2025.

O evento para investidores em 25 de abril já não é capaz de gerar alta demanda, pois o registro foi efetivado. Entretanto, qualquer fator positivo relacionado ao evento segue como variável central para o movimento de preço da TRUMP.
Zobrazit překlad
Petróleo volta a US$ 100 com bloqueio naval dos EUA impulsionando altaO Brent crude dispara 7,9% após os EUA impor bloqueio marítimo aos portos do Irã. A medida criou um dos cenários mais voláteis e politicamente tensos do petróleo nos últimos anos. Washington toma decisão e mercados de petróleo registram forte alta O Brent crude está em um ponto de inflexão importante. Após saltar de forma expressiva para US$ 115 a US$ 116 por barril em meados de março, a cotação passou três semanas em queda gradual até o forte movimento de alta de 7,9% registrado hoje, mudando totalmente o cenário. O motivo é claro. No dia 13 de abril, o Comando Central dos EUA anunciou a aplicação de um bloqueio marítimo para todos os navios entrando e saindo dos portos iranianos, com efeito imediato, abrangendo embarcações de qualquer bandeira ou proprietário em todo o Golfo Arábico e o Golfo de Omã. É fundamental destacar que o Estreito de Ormuz permanece aberto, protegendo cerca de 20% do abastecimento global de petróleo de interrupções imediatas. Mesmo assim, o bloqueio direto aos portos do Irã reduz a oferta e já está elevando os custos de seguro nas rotas marítimas da região. A situação é dinâmica e não há prazo confirmado para o fim do bloqueio. O presidente do parlamento do Irã já sugeriu retaliação, alertando o mercado para “aproveitar os atuais números de alta”. O gráfico diário: mercado reage após três semanas de queda De meados de outubro a fevereiro, o Brent crude teve alta gradual entre US$ 60 e US$ 72 (caixa verde). No fim de fevereiro, um choque geopolítico quase dobrou o preço em poucas semanas, levando a cotação para US$ 115 a US$ 116 (caixa vermelha). Gráfico diário do Brent Crude Oil. Fonte: Tradingview Após esse pico, o gráfico diário apresentou topos descendentes (círculos amarelos), padrão clássico de distribuição que sinaliza enfraquecimento do ímpeto. O MACD diário segue abaixo de zero, com barras negativas no histograma, enquanto o RSI se mantém em terreno neutro, perto de 55 a 60, bem distante dos níveis de sobrecompra vistos no salto de março. A vela de hoje é expressiva e não pode ser ignorada. No entanto, a tendência diária ainda não se recuperou totalmente, e o MACD ainda não cruzou para alta, o que indica que o movimento precisa ser confirmado. O gráfico de 4 horas: compradores de curto prazo entram em ação No horizonte de 4 horas, o cenário é mais construtivo. O MACD acabou de cruzar para alta, com histograma verde em crescimento (círculo amarelo), e o RSI se recupera de forma acentuada após atingir patamares de sobrevenda nos dias 7 e 8 de abril (elipse azul). Gráfico de 4h do Brent Crude Oil / Fonte: Tradingview Essa mudança de força no curtíssimo prazo é coerente com o impacto geopolítico do dia. No entanto, ocorre dentro de uma estrutura maior de baixa no gráfico diário, sugerindo um repique típico dentro de uma tendência negativa enquanto não houver reversão clara. Três zonas de resistência delimitam o potencial de alta. O primeiro nível de disputa está em US$ 103 a US$ 105, faixa onde o ativo negocia atualmente. Acima, US$ 108 a US$ 110 funcionam como próximo teto relevante, enquanto a região de US$ 113 a US$ 116, atingida no pico, completa a barreira mais expressiva (caixa vermelha). Por outro lado, US$ 93 a US$ 96 compõem o suporte mais importante (caixa verde), tendo segurado a cotação em várias oportunidades e funcionando como linha que os comprados não podem perder. Abaixo disso, US$ 78 a US$ 80 corresponde ao último suporte estrutural relevante e ao patamar pré-choque. O fator imprevisível está no risco de manchetes. O mercado reage de forma intensa às notícias negativas e positivas, e nenhum modelo técnico cobre completamente uma eventual retaliação do Irã ou um avanço diplomático inesperado. Assim, cautela e acompanhamento do noticiário são tão essenciais quanto a análise gráfica neste momento.

Petróleo volta a US$ 100 com bloqueio naval dos EUA impulsionando alta

O Brent crude dispara 7,9% após os EUA impor bloqueio marítimo aos portos do Irã.

A medida criou um dos cenários mais voláteis e politicamente tensos do petróleo nos últimos anos.

Washington toma decisão e mercados de petróleo registram forte alta

O Brent crude está em um ponto de inflexão importante. Após saltar de forma expressiva para US$ 115 a US$ 116 por barril em meados de março, a cotação passou três semanas em queda gradual até o forte movimento de alta de 7,9% registrado hoje, mudando totalmente o cenário.

O motivo é claro. No dia 13 de abril, o Comando Central dos EUA anunciou a aplicação de um bloqueio marítimo para todos os navios entrando e saindo dos portos iranianos, com efeito imediato, abrangendo embarcações de qualquer bandeira ou proprietário em todo o Golfo Arábico e o Golfo de Omã.

É fundamental destacar que o Estreito de Ormuz permanece aberto, protegendo cerca de 20% do abastecimento global de petróleo de interrupções imediatas. Mesmo assim, o bloqueio direto aos portos do Irã reduz a oferta e já está elevando os custos de seguro nas rotas marítimas da região.

A situação é dinâmica e não há prazo confirmado para o fim do bloqueio. O presidente do parlamento do Irã já sugeriu retaliação, alertando o mercado para “aproveitar os atuais números de alta”.

O gráfico diário: mercado reage após três semanas de queda

De meados de outubro a fevereiro, o Brent crude teve alta gradual entre US$ 60 e US$ 72 (caixa verde). No fim de fevereiro, um choque geopolítico quase dobrou o preço em poucas semanas, levando a cotação para US$ 115 a US$ 116 (caixa vermelha).

Gráfico diário do Brent Crude Oil. Fonte: Tradingview

Após esse pico, o gráfico diário apresentou topos descendentes (círculos amarelos), padrão clássico de distribuição que sinaliza enfraquecimento do ímpeto. O MACD diário segue abaixo de zero, com barras negativas no histograma, enquanto o RSI se mantém em terreno neutro, perto de 55 a 60, bem distante dos níveis de sobrecompra vistos no salto de março.

A vela de hoje é expressiva e não pode ser ignorada. No entanto, a tendência diária ainda não se recuperou totalmente, e o MACD ainda não cruzou para alta, o que indica que o movimento precisa ser confirmado.

O gráfico de 4 horas: compradores de curto prazo entram em ação

No horizonte de 4 horas, o cenário é mais construtivo. O MACD acabou de cruzar para alta, com histograma verde em crescimento (círculo amarelo), e o RSI se recupera de forma acentuada após atingir patamares de sobrevenda nos dias 7 e 8 de abril (elipse azul).

Gráfico de 4h do Brent Crude Oil / Fonte: Tradingview

Essa mudança de força no curtíssimo prazo é coerente com o impacto geopolítico do dia. No entanto, ocorre dentro de uma estrutura maior de baixa no gráfico diário, sugerindo um repique típico dentro de uma tendência negativa enquanto não houver reversão clara.

Três zonas de resistência delimitam o potencial de alta. O primeiro nível de disputa está em US$ 103 a US$ 105, faixa onde o ativo negocia atualmente. Acima, US$ 108 a US$ 110 funcionam como próximo teto relevante, enquanto a região de US$ 113 a US$ 116, atingida no pico, completa a barreira mais expressiva (caixa vermelha).

Por outro lado, US$ 93 a US$ 96 compõem o suporte mais importante (caixa verde), tendo segurado a cotação em várias oportunidades e funcionando como linha que os comprados não podem perder. Abaixo disso, US$ 78 a US$ 80 corresponde ao último suporte estrutural relevante e ao patamar pré-choque.

O fator imprevisível está no risco de manchetes. O mercado reage de forma intensa às notícias negativas e positivas, e nenhum modelo técnico cobre completamente uma eventual retaliação do Irã ou um avanço diplomático inesperado. Assim, cautela e acompanhamento do noticiário são tão essenciais quanto a análise gráfica neste momento.
Zobrazit překlad
Quem realmente controla a liquidação de stablecoins? uma análise estruturalO setor financeiro institucional sempre necessitou de uma camada de liquidação para transferir valores entre organizações. Por décadas, essa função ficou a cargo do sistema bancário correspondente: banco a banco, de um a três dias, sem operações aos fins de semana. Em 2025 apenas, as stablecoins movimentaram US$ 33 trilhões, aproximadamente o dobro do volume anual de pagamentos da Visa. O JP Morgan liquidou dívidas em USDC na Solana. A Visa processou US$ 3,5 bilhões em USDC por meio de bancos dos EUA. O PayPal lançou sua própria stablecoin em 70 mercados. A camada de liquidação mudou. Este texto traça como a infraestrutura de stablecoin ocupou esse papel e quem criou as bases que o sistema financeiro institucional utiliza atualmente. US$ 10,5 trilhões em um mês e as instituições lideram o mercado A capitalização total do mercado de stablecoins atingiu US$ 317,89 bilhões em abril de 2026, frente a aproximadamente US$ 125 bilhões no início de 2024. O GENIUS Act, sancionado em meados de 2025, estabeleceu um marco federal para stablecoins de pagamentos, impulsionando a adoção institucional. O crescimento desde então foi expressivo. Capitalização de Mercado DefiLlama: DefiLlama Dados do Dune Analytics indicam que as stablecoins transferiram US$ 10,5 trilhões apenas em janeiro de 2026. Para efeito de comparação, a Visa processou US$ 16,7 trilhões em volume total de pagamentos fiduciários durante todo o ano fiscal de 2025. A Mastercard registrou US$ 10,6 trilhões em volume bruto no mesmo período. Um único mês de transferências por stablecoins em blockchains públicas quase igualou o que toda a rede fiduciária da Mastercard movimentou em um ano. Atividade de Transferência: Dune O ranking do DefiLlama evidencia o protagonismo institucional. A PYUSD do PayPal ocupa a 7ª posição, com oferta de US$ 3,95 bilhões. A BUIDL da BlackRock aparece em 8º, com US$ 2,96 bilhões. O USDG, criado em parceria com a Mastercard, está na 11ª colocação, somando US$ 1,92 bilhão. Não se tratam de tokens criados no universo cripto. São stablecoins emitidas por grandes instituições financeiras tradicionais, agora listadas ao lado da USDT e USDC. A USDC transferiu US$ 8,3 trilhões desse valor de janeiro, quase cinco vezes o US$ 1,7 trilhão movimentado pela USDT, apesar de ter um suprimento 2,7 vezes menor. A USDT lidera em volume armazenado. A USDC lidera em volume transferido. Essa diferença é relevante porque a USDC é a stablecoin escolhida pela Visa para liquidação, utilizada pelo JP Morgan no acordo de dívida Galaxy e integra a estrutura da Stripe. A camada de liquidação institucional opera basicamente com esse token, emitido pela Circle. Enquanto isso, a PYUSD do PayPal movimentou US$ 22,8 bilhões. O USDG da Mastercard, US$ 11,7 bilhões. As stablecoins de grandes instituições do setor tradicional já aparecem nos rankings de volume, e todas remetem a apenas dois emissores. Dois emissores, uma infraestrutura e sem intermediação bancária Circle e Paxos são os dois emissores centrais. A Circle é responsável pela USDC, token que movimentou US$ 8,3 trilhões em janeiro. Já a Paxos emite a PYUSD para o PayPal e a USDG para o Global Dollar Network, ancorada pela Mastercard junto a Robinhood, Kraken e DBS Bank. Praticamente toda integração relevante de stablecoin em finanças tradicionais está ligada a uma dessas duas empresas. Dados da Arkham Intelligence ilustram o que acontece após a emissão. A Paxos fez sair US$ 89,2 bilhões em 5.208 operações de mint e burn. Os destinatários não são bancos. Dentre os principais estão Binance (US$ 22 bilhões), Wintermute (US$ 12,77 bilhões), Jane Street (US$ 6 bilhões), Coinbase (US$ 2 bilhões) e outros grandes nomes. São formadores de mercado de Wall Street e mesas de negociação do universo cripto, não consórcios bancários. Principais Contrapartes Paxos OUT Página 1: Arkham Intelligence Os dados de contrapartes da Circle confirmam o mesmo cenário. Foram US$ 6,17 bilhões em operações de mint e burn, sendo Wintermute responsável por US$ 1,64 bilhão. A Coinbase somou US$ 2,1 bilhões, considerando diversos endereços de depósito. A Coinbase aparece como uma das principais contrapartes tanto para minters quanto para distribuidores, atuando em ambos os lados do mercado de liquidação TradFi. Contrapartes da Circle: Arkham Intelligence As saídas da Paxos e da Circle são movidas principalmente por operações de mint e queima, mecanismo utilizado por emissoras de stablecoin para criar novos tokens conforme a demanda de clientes e destruí-los no resgate. A dimensão das contrapartes aponta para onde se concentra a liquidação institucional. Quando empresas desse porte recebem bilhões da Paxos, esses valores correspondem a stablecoins recém-criadas para uso institucional, seja para efetuar pagamentos a comerciantes do PayPal, cumprir obrigações de adquirentes da Mastercard ou ofertar liquidez a bancos parceiros da Visa. A stablecoin é criada para liquidação e posteriormente resgatada. Esse ciclo sob demanda não existe no sistema bancário correspondente. Por isso, a infraestrutura de stablecoin tornou-se trilho de liquidação. Entretanto, onde ficam essas stablecoins entre o mint e a queima? Entre mint e queima, infraestrutura de stablecoin depende de custódia cripto Assim, a estrutura de stablecoin voltada ao setor financeiro institucional não depende apenas de quem faz o mint dos tokens, mas também de onde ficam armazenados no intervalo entre criação e resgate. O USDC é utilizado por milhões de pessoas, dificultando a identificação de holdings específicas para liquidação institucional. O USDG, porém, é diferente. Ele existe para um objetivo: a Global Dollar Network, da qual participam Mastercard, Robinhood, Kraken e DBS Bank. Dessa forma, toda grande investidora de USDG está diretamente ligada a essa rede institucional. Dados da Arkham sobre o USDG mostram onde as stablecoins destinadas a instituições realmente ficam. O maior investidor individual é a Fireblocks Custody, com US$ 150 milhões, o que representa 8,97% da oferta total. Maiores detentoras de USDG: Arkham Intelligence Além da Fireblocks, a OKX armazena US$ 519 milhões em três carteiras frias, enquanto a Kraken, parceira mencionada da Global Dollar Network, detém US$ 128,97 milhões. A Pendle Finance também possui USDG, indicando o direcionamento desses ativos a estratégias de rendimento em DeFi. Outras detentoras de USDG: Arkham Intelligence O que torna a Fireblocks relevante é atuar como camada de custódia para operações de USDC nos bancos, inclusive na Solana, utilizada para liquidações da Visa. Em resumo, uma custodiadora está no ponto de encontro entre o trilho de liquidação da Mastercard via USDG e o da Visa via USDC. O caminho completo da infraestrutura de stablecoin agora está evidente. Circle e Paxos fazem o mint. Coinbase, Wintermute e Jane Street distribuem. Fireblocks e exchanges armazenam em carteiras frias. O alcance ultrapassa as redes de cartões. A página da Paxos na Arkham confirma que a Paxos também processa pagamentos para o Mercado Pago, maior fintech da América Latina. Assim, a mesma estrutura usada por Mastercard e PayPal serve também liquidações em mercados emergentes. Paxos processa pagamentos para PayPal e Mercado Pago: Arkham Intelligence Em todas as etapas entre mint e resgate, o setor financeiro institucional recorre ao mesmo grupo concentrado de provedores de infraestrutura de stablecoins cripto. Quatro estratégias TradFi, mesma infraestrutura de stablecoin Com o mapeamento da cadeia de liquidação, a questão passa a ser como as instituições realmente se conectam a ela. Cada grande participante adotou uma estratégia distinta, porém todas se integraram à mesma infraestrutura de stablecoin. A Visa realizou o movimento mais intenso. Em dezembro de 2025, ela liquidou US$ 3,5 bilhões anualizados em USDC na Solana, por meio do Cross River Bank e do Lead Bank. O projeto se expandiu para quatro stablecoins em quatro blockchains diferentes: USDC, PYUSD, USDG e EURC, operando na Solana, Ethereum, Stellar e Avalanche. Os cartões vinculados a stablecoin via Bridge do Stripe já atuam em 18 países, com previsão de expansão para mais de 100. A Visa também desenvolveu um painel próprio de análise on-chain em parceria com a Allium Labs, acompanhando US$ 12,9 trilhões em volume ajustado de stablecoin e tratando dados on-chain como inteligência essencial de negócios. Painel de Análise Onchain: Visaonchainanalytics.com E a Solana movimentou US$ 552 bilhões em transferências de stablecoins apenas em janeiro de 2026, ficando entre as quatro maiores. É nessa mesma rede que Visa e o PYUSD da PayPal realizam suas liquidações. Stablecoin por Blockchain: Dune A Mastercard diversificou a atuação e passou a oferecer quatro stablecoins em sua rede: USDC, PYUSD, USDG e FIUSD. A empresa integrou a Paxos Global Dollar Network para o USDG, a mesma stablecoin custodiada pela Fireblocks no valor de US$ 150 milhões, conforme apresentado anteriormente. A Stripe adquiriu diretamente a infraestrutura, comprando a Bridge por US$ 1,1 bilhão. A Bridge agora opera tanto nos cartões atrelados a stablecoin da Visa quanto nas contas financeiras em stablecoin da Stripe em 101 países, rodando sobre o mesmo USDC emitido pela Circle. A PayPal desenvolveu sua própria stablecoin. A PYUSD, emitida pela Paxos, alcançou US$ 3,95 bilhões em oferta em 70 mercados (dados DeFiLlama). Oferta de PYUSD Refletida Onchain: Dune Na Solana, o PYUSD tem uma velocidade diária de 0,6x, quatro vezes acima da taxa no Ethereum, concentrando suas operações na mesma rede escolhida pela Visa. Quatro abordagens diferentes. Mas compartilham a mesma infraestrutura de stablecoins: emissão pela Circle ou Paxos, distribuição pela Coinbase e custódia sob a Fireblocks. Contudo, há necessidade de melhorias na integração entre esses elos. A infraestrutura de stablecoin que agora liquida as finanças institucionais Os dados apresentados ao longo do texto convergem para uma conclusão direta. A infraestrutura de stablecoins tornou-se a base de liquidação para as finanças institucionais, não porque as instituições adotaram cripto, mas pois um grupo restrito de provedores construiu soluções mais rápidas, baratas e disponíveis em tempo integral. Com isso, grandes empresas preferiram se conectar a essa estrutura já estabelecida em vez de desenvolverem internamente sistemas próprios. A estrutura é formada por quatro camadas, cada uma com alta concentração. Na camada de emissão, Circle e Paxos emitem as stablecoins utilizadas por grandes instituições. O USDC da Circle movimentou US$ 8,3 trilhões em um único mês. Paxos abastece PayPal, Mastercard e Mercado Pago por meio da mesma entidade. Na camada de distribuição, dados da Arkham revelam tanto Circle quanto Paxos encaminhando stablecoins para os mesmos intermediários: Coinbase e Wintermute. Esse arranjo contorna por completo os bancos correspondentes tradicionais. Na camada de custódia, a Fireblocks detém US$ 150 milhões em USDG como maior investidor individual, além de receber USDC via Solana, conectando-se a diferentes redes de cartões por meio de uma única solução de custódia. Na camada de integração, a Visa liquida US$ 3,5 bilhões anualmente e monitora os fluxos de stablecoins como parte fundamental de sua estratégia. A Mastercard habilitou quatro stablecoins em sua rede. A Stripe adquiriu a Bridge por US$ 1,1 bilhão. A PayPal expandiu PYUSD para 70 mercados. O JP Morgan liquidou dívidas em USDC na Solana. Nenhuma dessas empresas criou infraestrutura própria. Esse movimento repete o padrão da análise anterior sobre custódia institucional de cripto, em que sete empresas, distribuídas por quatro camadas, direcionam onde os ativos digitais permanecem. Aqui, a concentração é semelhante na definição de como o dinheiro institucional circula. A função muda, mas a estrutura permanece: as finanças institucionais estão crescendo sobre infraestrutura de stablecoin criada por poucos fornecedores. Os canais já existem. Agora, resta saber se a próxima fase de adoção diminuirá essa dependência ou a tornará ainda mais acentuada.

Quem realmente controla a liquidação de stablecoins? uma análise estrutural

O setor financeiro institucional sempre necessitou de uma camada de liquidação para transferir valores entre organizações. Por décadas, essa função ficou a cargo do sistema bancário correspondente: banco a banco, de um a três dias, sem operações aos fins de semana.

Em 2025 apenas, as stablecoins movimentaram US$ 33 trilhões, aproximadamente o dobro do volume anual de pagamentos da Visa. O JP Morgan liquidou dívidas em USDC na Solana. A Visa processou US$ 3,5 bilhões em USDC por meio de bancos dos EUA.

O PayPal lançou sua própria stablecoin em 70 mercados. A camada de liquidação mudou. Este texto traça como a infraestrutura de stablecoin ocupou esse papel e quem criou as bases que o sistema financeiro institucional utiliza atualmente.

US$ 10,5 trilhões em um mês e as instituições lideram o mercado

A capitalização total do mercado de stablecoins atingiu US$ 317,89 bilhões em abril de 2026, frente a aproximadamente US$ 125 bilhões no início de 2024.

O GENIUS Act, sancionado em meados de 2025, estabeleceu um marco federal para stablecoins de pagamentos, impulsionando a adoção institucional. O crescimento desde então foi expressivo.

Capitalização de Mercado DefiLlama: DefiLlama

Dados do Dune Analytics indicam que as stablecoins transferiram US$ 10,5 trilhões apenas em janeiro de 2026. Para efeito de comparação, a Visa processou US$ 16,7 trilhões em volume total de pagamentos fiduciários durante todo o ano fiscal de 2025.

A Mastercard registrou US$ 10,6 trilhões em volume bruto no mesmo período. Um único mês de transferências por stablecoins em blockchains públicas quase igualou o que toda a rede fiduciária da Mastercard movimentou em um ano.

Atividade de Transferência: Dune

O ranking do DefiLlama evidencia o protagonismo institucional. A PYUSD do PayPal ocupa a 7ª posição, com oferta de US$ 3,95 bilhões. A BUIDL da BlackRock aparece em 8º, com US$ 2,96 bilhões.

O USDG, criado em parceria com a Mastercard, está na 11ª colocação, somando US$ 1,92 bilhão. Não se tratam de tokens criados no universo cripto. São stablecoins emitidas por grandes instituições financeiras tradicionais, agora listadas ao lado da USDT e USDC.

A USDC transferiu US$ 8,3 trilhões desse valor de janeiro, quase cinco vezes o US$ 1,7 trilhão movimentado pela USDT, apesar de ter um suprimento 2,7 vezes menor. A USDT lidera em volume armazenado. A USDC lidera em volume transferido.

Essa diferença é relevante porque a USDC é a stablecoin escolhida pela Visa para liquidação, utilizada pelo JP Morgan no acordo de dívida Galaxy e integra a estrutura da Stripe. A camada de liquidação institucional opera basicamente com esse token, emitido pela Circle.

Enquanto isso, a PYUSD do PayPal movimentou US$ 22,8 bilhões. O USDG da Mastercard, US$ 11,7 bilhões. As stablecoins de grandes instituições do setor tradicional já aparecem nos rankings de volume, e todas remetem a apenas dois emissores.

Dois emissores, uma infraestrutura e sem intermediação bancária

Circle e Paxos são os dois emissores centrais. A Circle é responsável pela USDC, token que movimentou US$ 8,3 trilhões em janeiro. Já a Paxos emite a PYUSD para o PayPal e a USDG para o Global Dollar Network, ancorada pela Mastercard junto a Robinhood, Kraken e DBS Bank. Praticamente toda integração relevante de stablecoin em finanças tradicionais está ligada a uma dessas duas empresas.

Dados da Arkham Intelligence ilustram o que acontece após a emissão. A Paxos fez sair US$ 89,2 bilhões em 5.208 operações de mint e burn. Os destinatários não são bancos.

Dentre os principais estão Binance (US$ 22 bilhões), Wintermute (US$ 12,77 bilhões), Jane Street (US$ 6 bilhões), Coinbase (US$ 2 bilhões) e outros grandes nomes.

São formadores de mercado de Wall Street e mesas de negociação do universo cripto, não consórcios bancários.

Principais Contrapartes Paxos OUT Página 1: Arkham Intelligence

Os dados de contrapartes da Circle confirmam o mesmo cenário. Foram US$ 6,17 bilhões em operações de mint e burn, sendo Wintermute responsável por US$ 1,64 bilhão. A Coinbase somou US$ 2,1 bilhões, considerando diversos endereços de depósito.

A Coinbase aparece como uma das principais contrapartes tanto para minters quanto para distribuidores, atuando em ambos os lados do mercado de liquidação TradFi.

Contrapartes da Circle: Arkham Intelligence

As saídas da Paxos e da Circle são movidas principalmente por operações de mint e queima, mecanismo utilizado por emissoras de stablecoin para criar novos tokens conforme a demanda de clientes e destruí-los no resgate. A dimensão das contrapartes aponta para onde se concentra a liquidação institucional.

Quando empresas desse porte recebem bilhões da Paxos, esses valores correspondem a stablecoins recém-criadas para uso institucional, seja para efetuar pagamentos a comerciantes do PayPal, cumprir obrigações de adquirentes da Mastercard ou ofertar liquidez a bancos parceiros da Visa. A stablecoin é criada para liquidação e posteriormente resgatada.

Esse ciclo sob demanda não existe no sistema bancário correspondente. Por isso, a infraestrutura de stablecoin tornou-se trilho de liquidação. Entretanto, onde ficam essas stablecoins entre o mint e a queima?

Entre mint e queima, infraestrutura de stablecoin depende de custódia cripto

Assim, a estrutura de stablecoin voltada ao setor financeiro institucional não depende apenas de quem faz o mint dos tokens, mas também de onde ficam armazenados no intervalo entre criação e resgate. O USDC é utilizado por milhões de pessoas, dificultando a identificação de holdings específicas para liquidação institucional.

O USDG, porém, é diferente. Ele existe para um objetivo: a Global Dollar Network, da qual participam Mastercard, Robinhood, Kraken e DBS Bank. Dessa forma, toda grande investidora de USDG está diretamente ligada a essa rede institucional.

Dados da Arkham sobre o USDG mostram onde as stablecoins destinadas a instituições realmente ficam. O maior investidor individual é a Fireblocks Custody, com US$ 150 milhões, o que representa 8,97% da oferta total.

Maiores detentoras de USDG: Arkham Intelligence

Além da Fireblocks, a OKX armazena US$ 519 milhões em três carteiras frias, enquanto a Kraken, parceira mencionada da Global Dollar Network, detém US$ 128,97 milhões. A Pendle Finance também possui USDG, indicando o direcionamento desses ativos a estratégias de rendimento em DeFi.

Outras detentoras de USDG: Arkham Intelligence

O que torna a Fireblocks relevante é atuar como camada de custódia para operações de USDC nos bancos, inclusive na Solana, utilizada para liquidações da Visa. Em resumo, uma custodiadora está no ponto de encontro entre o trilho de liquidação da Mastercard via USDG e o da Visa via USDC.

O caminho completo da infraestrutura de stablecoin agora está evidente.

Circle e Paxos fazem o mint. Coinbase, Wintermute e Jane Street distribuem. Fireblocks e exchanges armazenam em carteiras frias. O alcance ultrapassa as redes de cartões.

A página da Paxos na Arkham confirma que a Paxos também processa pagamentos para o Mercado Pago, maior fintech da América Latina. Assim, a mesma estrutura usada por Mastercard e PayPal serve também liquidações em mercados emergentes.

Paxos processa pagamentos para PayPal e Mercado Pago: Arkham Intelligence

Em todas as etapas entre mint e resgate, o setor financeiro institucional recorre ao mesmo grupo concentrado de provedores de infraestrutura de stablecoins cripto.

Quatro estratégias TradFi, mesma infraestrutura de stablecoin

Com o mapeamento da cadeia de liquidação, a questão passa a ser como as instituições realmente se conectam a ela. Cada grande participante adotou uma estratégia distinta, porém todas se integraram à mesma infraestrutura de stablecoin.

A Visa realizou o movimento mais intenso. Em dezembro de 2025, ela liquidou US$ 3,5 bilhões anualizados em USDC na Solana, por meio do Cross River Bank e do Lead Bank.

O projeto se expandiu para quatro stablecoins em quatro blockchains diferentes: USDC, PYUSD, USDG e EURC, operando na Solana, Ethereum, Stellar e Avalanche. Os cartões vinculados a stablecoin via Bridge do Stripe já atuam em 18 países, com previsão de expansão para mais de 100.

A Visa também desenvolveu um painel próprio de análise on-chain em parceria com a Allium Labs, acompanhando US$ 12,9 trilhões em volume ajustado de stablecoin e tratando dados on-chain como inteligência essencial de negócios.

Painel de Análise Onchain: Visaonchainanalytics.com

E a Solana movimentou US$ 552 bilhões em transferências de stablecoins apenas em janeiro de 2026, ficando entre as quatro maiores. É nessa mesma rede que Visa e o PYUSD da PayPal realizam suas liquidações.

Stablecoin por Blockchain: Dune

A Mastercard diversificou a atuação e passou a oferecer quatro stablecoins em sua rede: USDC, PYUSD, USDG e FIUSD. A empresa integrou a Paxos Global Dollar Network para o USDG, a mesma stablecoin custodiada pela Fireblocks no valor de US$ 150 milhões, conforme apresentado anteriormente.

A Stripe adquiriu diretamente a infraestrutura, comprando a Bridge por US$ 1,1 bilhão. A Bridge agora opera tanto nos cartões atrelados a stablecoin da Visa quanto nas contas financeiras em stablecoin da Stripe em 101 países, rodando sobre o mesmo USDC emitido pela Circle.

A PayPal desenvolveu sua própria stablecoin. A PYUSD, emitida pela Paxos, alcançou US$ 3,95 bilhões em oferta em 70 mercados (dados DeFiLlama).

Oferta de PYUSD Refletida Onchain: Dune

Na Solana, o PYUSD tem uma velocidade diária de 0,6x, quatro vezes acima da taxa no Ethereum, concentrando suas operações na mesma rede escolhida pela Visa.

Quatro abordagens diferentes. Mas compartilham a mesma infraestrutura de stablecoins: emissão pela Circle ou Paxos, distribuição pela Coinbase e custódia sob a Fireblocks. Contudo, há necessidade de melhorias na integração entre esses elos.

A infraestrutura de stablecoin que agora liquida as finanças institucionais

Os dados apresentados ao longo do texto convergem para uma conclusão direta. A infraestrutura de stablecoins tornou-se a base de liquidação para as finanças institucionais, não porque as instituições adotaram cripto, mas pois um grupo restrito de provedores construiu soluções mais rápidas, baratas e disponíveis em tempo integral. Com isso, grandes empresas preferiram se conectar a essa estrutura já estabelecida em vez de desenvolverem internamente sistemas próprios.

A estrutura é formada por quatro camadas, cada uma com alta concentração.

Na camada de emissão, Circle e Paxos emitem as stablecoins utilizadas por grandes instituições. O USDC da Circle movimentou US$ 8,3 trilhões em um único mês. Paxos abastece PayPal, Mastercard e Mercado Pago por meio da mesma entidade.

Na camada de distribuição, dados da Arkham revelam tanto Circle quanto Paxos encaminhando stablecoins para os mesmos intermediários: Coinbase e Wintermute. Esse arranjo contorna por completo os bancos correspondentes tradicionais.

Na camada de custódia, a Fireblocks detém US$ 150 milhões em USDG como maior investidor individual, além de receber USDC via Solana, conectando-se a diferentes redes de cartões por meio de uma única solução de custódia.

Na camada de integração, a Visa liquida US$ 3,5 bilhões anualmente e monitora os fluxos de stablecoins como parte fundamental de sua estratégia. A Mastercard habilitou quatro stablecoins em sua rede. A Stripe adquiriu a Bridge por US$ 1,1 bilhão. A PayPal expandiu PYUSD para 70 mercados. O JP Morgan liquidou dívidas em USDC na Solana. Nenhuma dessas empresas criou infraestrutura própria.

Esse movimento repete o padrão da análise anterior sobre custódia institucional de cripto, em que sete empresas, distribuídas por quatro camadas, direcionam onde os ativos digitais permanecem.

Aqui, a concentração é semelhante na definição de como o dinheiro institucional circula. A função muda, mas a estrutura permanece: as finanças institucionais estão crescendo sobre infraestrutura de stablecoin criada por poucos fornecedores. Os canais já existem. Agora, resta saber se a próxima fase de adoção diminuirá essa dependência ou a tornará ainda mais acentuada.
Zobrazit překlad
Ações de tesouro ligadas à Solana caem com memecoins e analista prevê mais 50% de baixaEmpresas de tesouraria de Solana (SOL) reduziram entre 75% e 92% do valor de suas ações desde o final de 2025, enquanto a queda de 34% do token no acumulado do ano penaliza estratégias concentradas em ativos digitais. O analista Ted Pillows comparou a movimentação de preço dessas companhias à de memecoins da rede Solana e alertou investidores que o movimento de venda pode não ter acabado. “… Já caíram entre 80% e 90%, mas ainda podem recuar mais 30% a 50% antes de atingirem o fundo”, disse ele em publicação. A Forward Industries (FWDI), a maior investidora institucional de SOL com 6,9 milhões de tokens, viu suas ações despencarem mais de 89% em relação à máxima próxima de US$ 46 registrada em setembro. De acordo com dados do CoinGecko, a empresa comprou a SOL por um preço médio de cerca de US$ 230. Contudo, com o token cotado atualmente próximo de US$ 82, a empresa acumula mais de US$ 1 bilhão em prejuízos não realizados. Outras empresas também enfrentam perdas expressivas. A Sol Strategies (STKE), que abriu capital na Nasdaq em setembro, já recuou mais de 92% desde então. A ação da Sharps Technology (STSS) caiu cerca de 89%, com a empresa somando US$ 225,45 milhões em perdas não realizadas. Já a DeFi Development Corp (DFDV) teve retração cerca de 75%, acumulando US$ 56,43 milhões em prejuízos não concretizados. Pillows também destacou que empresas de tesouraria de Ethereum apresentam força relativa no curto prazo, podendo atrair interesse comprador pelo ETH. Mesmo assim, ele enfatizou que este cenário seria apenas um alívio temporário antes que ETH e ações atreladas ao ativo possam registrar novas mínimas. No fim, uma recuperação consistente dos ativos de cripto aliviaria a pressão sobre os balanços nesse setor. Sem esse movimento, empresas de tesouraria seguem enfrentando questionamentos sobre a viabilidade de estratégias concentradas em um só ativo durante longas quedas.

Ações de tesouro ligadas à Solana caem com memecoins e analista prevê mais 50% de baixa

Empresas de tesouraria de Solana (SOL) reduziram entre 75% e 92% do valor de suas ações desde o final de 2025, enquanto a queda de 34% do token no acumulado do ano penaliza estratégias concentradas em ativos digitais.

O analista Ted Pillows comparou a movimentação de preço dessas companhias à de memecoins da rede Solana e alertou investidores que o movimento de venda pode não ter acabado.

“… Já caíram entre 80% e 90%, mas ainda podem recuar mais 30% a 50% antes de atingirem o fundo”, disse ele em publicação.

A Forward Industries (FWDI), a maior investidora institucional de SOL com 6,9 milhões de tokens, viu suas ações despencarem mais de 89% em relação à máxima próxima de US$ 46 registrada em setembro.

De acordo com dados do CoinGecko, a empresa comprou a SOL por um preço médio de cerca de US$ 230. Contudo, com o token cotado atualmente próximo de US$ 82, a empresa acumula mais de US$ 1 bilhão em prejuízos não realizados.

Outras empresas também enfrentam perdas expressivas. A Sol Strategies (STKE), que abriu capital na Nasdaq em setembro, já recuou mais de 92% desde então. A ação da Sharps Technology (STSS) caiu cerca de 89%, com a empresa somando US$ 225,45 milhões em perdas não realizadas. Já a DeFi Development Corp (DFDV) teve retração cerca de 75%, acumulando US$ 56,43 milhões em prejuízos não concretizados.

Pillows também destacou que empresas de tesouraria de Ethereum apresentam força relativa no curto prazo, podendo atrair interesse comprador pelo ETH.

Mesmo assim, ele enfatizou que este cenário seria apenas um alívio temporário antes que ETH e ações atreladas ao ativo possam registrar novas mínimas.

No fim, uma recuperação consistente dos ativos de cripto aliviaria a pressão sobre os balanços nesse setor. Sem esse movimento, empresas de tesouraria seguem enfrentando questionamentos sobre a viabilidade de estratégias concentradas em um só ativo durante longas quedas.
Zobrazit překlad
CEO da Circle afirma que pedágios em cripto no Estreito de Ormuz dificilmente usarão USDCO CEO da Circle, Jeremy Allaire, rebateu preocupações quanto ao uso da USDC por parte do Irã para o pagamento de pedágios cripto no Estreito de Ormuz. Allaire fez essas declarações em uma coletiva de imprensa realizada em Seul na tarde de 13 de abril, com a presença da editora-chefe do BeInCrypto East Asia, Oihyun Kim. O executivo está visitando a Coreia do Sul nesta semana para reuniões com exchanges, bancos e reguladores. Pedágios em Ormuz: “Altamente improvável” para USDC Um repórter questionou se os Guardas Revolucionários do Irã poderiam aceitar USDC como taxa de trânsito pelo Estreito de Ormuz. Allaire descartou essa hipótese. “A Circle opera uma infraestrutura altamente em conformidade”, afirmou. Ele ressaltou que a empresa colabora de perto com autoridades policiais e órgãos responsáveis por sanções. Allaire destacou pesquisas públicas da Organização das Nações Unidas e de firmas de perícia. Os dados mostram que agentes sancionados, em geral, preferem outras stablecoins em vez da USDC. Ele não mencionou tokens específicos. “É altamente improvável que um regime sob sanções tente algo em que a chance de os ativos serem congelados imediatamente seja extremamente alta”, declarou. CEO da Circle Jeremy Allaire em coletiva de imprensa em Seul. Fonte: BeInCrypto Ataque à Drift: Circle explica atraso em bloqueio O ataque ao protocolo Drift em 1º de abril, que movimentou US$ 285 milhões, gerou críticas à Circle. Os invasores transferiram mais de US$ 230 milhões em USDC roubados da Solana para o Ethereum ao longo de seis horas. Nesse período, a Circle não agiu para congelar os fundos. Allaire afirmou que a companhia segue rígidas obrigações legais. A Circle só pode bloquear carteiras mediante ordem de autoridades policiais ou judiciais. “Não cabe à empresa decidir qual é o caminho correto”, disse. Ele alertou que permitir que uma companhia privada tome tais decisões cria “um dilema moral muito relevante”. Ele reconheceu a existência de lacunas no modelo atual. A Circle defende que o CLARITY Act inclua “zonas de proteção” que permitam o congelamento prévio de recursos em circunstâncias extremas. “Precisamos que isso esteja previsto em lei, não apenas por decisão própria”, destacou. Clarity Act: proibição de rendimentos não afeta a Circle Allaire também comentou a proposta do CLARITY Act de vetar pagamentos de rendimento passivo sobre stablecoins. Pela proposta, as plataformas ficariam proibidas de pagar juros apenas pelo armazenamento de stablecoins. Ele explicou que a alteração não impacta diretamente a Circle. O GENIUS Act já proíbe emissoras de stablecoins de remunerarem investidores. O impacto real recai sobre distribuidoras, como exchanges e carteiras. Elas ainda podem oferecer recompensas com base em atividade, mas não podem apresentar stablecoins como alternativas a depósitos bancários remunerados. Allaire avaliou o debate sobre rendimento como “superdimensionado”. Ressaltou que a maioria dos investidores de stablecoins em todo o mundo não recebe recompensas. Cerca de metade dos US$ 120 trilhões do M2 global está em espécie ou em contas sem remuneração. Visita à Coreia: exchanges, bancos e regulação Allaire passou vários dias em Seul com representantes das principais exchanges, grupos financeiros e órgãos reguladores. A operadora da Upbit, Dunamu, e a Bithumb assinaram memorandos de entendimento com a Circle no mesmo dia. O CEO também se reuniu com executivos do Shinhan, Hana e KB Financial.Segundo Allaire, a Circle não pretende lançar uma stablecoin pareada ao won coreano. A legislação local tende a exigir consórcios orientados por bancos domésticos para esse papel. A Circle deve, em vez disso, disponibilizar sua estrutura tecnológica para as emissoras locais.

CEO da Circle afirma que pedágios em cripto no Estreito de Ormuz dificilmente usarão USDC

O CEO da Circle, Jeremy Allaire, rebateu preocupações quanto ao uso da USDC por parte do Irã para o pagamento de pedágios cripto no Estreito de Ormuz.

Allaire fez essas declarações em uma coletiva de imprensa realizada em Seul na tarde de 13 de abril, com a presença da editora-chefe do BeInCrypto East Asia, Oihyun Kim. O executivo está visitando a Coreia do Sul nesta semana para reuniões com exchanges, bancos e reguladores.

Pedágios em Ormuz: “Altamente improvável” para USDC

Um repórter questionou se os Guardas Revolucionários do Irã poderiam aceitar USDC como taxa de trânsito pelo Estreito de Ormuz. Allaire descartou essa hipótese.

“A Circle opera uma infraestrutura altamente em conformidade”, afirmou.

Ele ressaltou que a empresa colabora de perto com autoridades policiais e órgãos responsáveis por sanções.

Allaire destacou pesquisas públicas da Organização das Nações Unidas e de firmas de perícia. Os dados mostram que agentes sancionados, em geral, preferem outras stablecoins em vez da USDC. Ele não mencionou tokens específicos.

“É altamente improvável que um regime sob sanções tente algo em que a chance de os ativos serem congelados imediatamente seja extremamente alta”, declarou.

CEO da Circle Jeremy Allaire em coletiva de imprensa em Seul. Fonte: BeInCrypto Ataque à Drift: Circle explica atraso em bloqueio

O ataque ao protocolo Drift em 1º de abril, que movimentou US$ 285 milhões, gerou críticas à Circle. Os invasores transferiram mais de US$ 230 milhões em USDC roubados da Solana para o Ethereum ao longo de seis horas. Nesse período, a Circle não agiu para congelar os fundos.

Allaire afirmou que a companhia segue rígidas obrigações legais. A Circle só pode bloquear carteiras mediante ordem de autoridades policiais ou judiciais.

“Não cabe à empresa decidir qual é o caminho correto”, disse. Ele alertou que permitir que uma companhia privada tome tais decisões cria “um dilema moral muito relevante”.

Ele reconheceu a existência de lacunas no modelo atual. A Circle defende que o CLARITY Act inclua “zonas de proteção” que permitam o congelamento prévio de recursos em circunstâncias extremas.

“Precisamos que isso esteja previsto em lei, não apenas por decisão própria”, destacou.

Clarity Act: proibição de rendimentos não afeta a Circle

Allaire também comentou a proposta do CLARITY Act de vetar pagamentos de rendimento passivo sobre stablecoins. Pela proposta, as plataformas ficariam proibidas de pagar juros apenas pelo armazenamento de stablecoins.

Ele explicou que a alteração não impacta diretamente a Circle. O GENIUS Act já proíbe emissoras de stablecoins de remunerarem investidores.

O impacto real recai sobre distribuidoras, como exchanges e carteiras. Elas ainda podem oferecer recompensas com base em atividade, mas não podem apresentar stablecoins como alternativas a depósitos bancários remunerados.

Allaire avaliou o debate sobre rendimento como “superdimensionado”. Ressaltou que a maioria dos investidores de stablecoins em todo o mundo não recebe recompensas. Cerca de metade dos US$ 120 trilhões do M2 global está em espécie ou em contas sem remuneração.

Visita à Coreia: exchanges, bancos e regulação

Allaire passou vários dias em Seul com representantes das principais exchanges, grupos financeiros e órgãos reguladores. A operadora da Upbit, Dunamu, e a Bithumb assinaram memorandos de entendimento com a Circle no mesmo dia. O CEO também se reuniu com executivos do Shinhan, Hana e KB Financial.Segundo Allaire, a Circle não pretende lançar uma stablecoin pareada ao won coreano.

A legislação local tende a exigir consórcios orientados por bancos domésticos para esse papel. A Circle deve, em vez disso, disponibilizar sua estrutura tecnológica para as emissoras locais.
Zobrazit překlad
Sentimento do XRP atinge o terceiro nível mais pessimista em 2 anosO sentimento social em torno do XRP (XRP) recuou ao seu terceiro nível mais pessimista em dois anos, conforme novos dados da empresa de análise Santiment. O alerta surge enquanto o mercado cripto permanece marcado por medo extremo, devido a tensões geopolíticas e incertezas macroeconômicas que continuam a reduzir o apetite por risco. FUD do XRP aumenta após queda de 63% no preço O relatório semanal de dados sociais da Santiment aponta que os comentários pessimistas sobre o XRP aumentam. A relação entre menções positivas e negativas nas mídias sociais caiu para 1,02 mensagens otimistas para cada 1,00 negativa nesta semana. Com isso, o token permanece profundamente na zona de medo, incerteza e dúvida (FUD) identificada pela empresa. Investidores de varejo parecem ter abandonado o XRP após uma queda de 63% nos últimos nove meses, saindo do pico em julho de 2025, quando o preço atingiu US$ 3,6. “O FUD está em seu terceiro maior nível dos últimos dois anos”, diz o post. “Historicamente, quando comentários otimistas são substituídos por esse volume de menções pessimistas, a probabilidade de um rali de alívio cresce expressivamente. Os preços tendem a se mover de forma contrária às expectativas da maioria.” Esse padrão já foi observado em outros momentos de menor otimismo. Em fevereiro de 2025, a relação caiu para 0,96 positiva por 1,00 negativa, e o XRP teve recuperação expressiva na sequência, antes do retorno da ganância e do enfraquecimento do movimento. Em outubro de 2025, o índice chegou a 1,01, e o token também registrou breve valorização posteriormente. Relação entre sentimento positivo e negativo do XRP, segundo a Santiment. Fonte: X/Santiment Apesar do sinal contrário ter relevância histórica, ele não serve como confirmação de reversão. O XRP segue oscilando junto ao mercado cripto mais amplo. Assim, fatores macroeconômicos e tensões globais continuam sendo variáveis importantes para quem opera o XRP, além do monitoramento dos dados de sentimento. Desempenho do preço do XRP. Fonte: BeInCrypto Markets De acordo com o BeInCrypto Markets, o XRP é negociado a US$ 1,33, registrando leve alta de 0,35% após dois dias consecutivos de perdas.

Sentimento do XRP atinge o terceiro nível mais pessimista em 2 anos

O sentimento social em torno do XRP (XRP) recuou ao seu terceiro nível mais pessimista em dois anos, conforme novos dados da empresa de análise Santiment.

O alerta surge enquanto o mercado cripto permanece marcado por medo extremo, devido a tensões geopolíticas e incertezas macroeconômicas que continuam a reduzir o apetite por risco.

FUD do XRP aumenta após queda de 63% no preço

O relatório semanal de dados sociais da Santiment aponta que os comentários pessimistas sobre o XRP aumentam. A relação entre menções positivas e negativas nas mídias sociais caiu para 1,02 mensagens otimistas para cada 1,00 negativa nesta semana. Com isso, o token permanece profundamente na zona de medo, incerteza e dúvida (FUD) identificada pela empresa.

Investidores de varejo parecem ter abandonado o XRP após uma queda de 63% nos últimos nove meses, saindo do pico em julho de 2025, quando o preço atingiu US$ 3,6.

“O FUD está em seu terceiro maior nível dos últimos dois anos”, diz o post. “Historicamente, quando comentários otimistas são substituídos por esse volume de menções pessimistas, a probabilidade de um rali de alívio cresce expressivamente. Os preços tendem a se mover de forma contrária às expectativas da maioria.”

Esse padrão já foi observado em outros momentos de menor otimismo. Em fevereiro de 2025, a relação caiu para 0,96 positiva por 1,00 negativa, e o XRP teve recuperação expressiva na sequência, antes do retorno da ganância e do enfraquecimento do movimento. Em outubro de 2025, o índice chegou a 1,01, e o token também registrou breve valorização posteriormente.

Relação entre sentimento positivo e negativo do XRP, segundo a Santiment. Fonte: X/Santiment

Apesar do sinal contrário ter relevância histórica, ele não serve como confirmação de reversão. O XRP segue oscilando junto ao mercado cripto mais amplo. Assim, fatores macroeconômicos e tensões globais continuam sendo variáveis importantes para quem opera o XRP, além do monitoramento dos dados de sentimento.

Desempenho do preço do XRP. Fonte: BeInCrypto Markets

De acordo com o BeInCrypto Markets, o XRP é negociado a US$ 1,33, registrando leve alta de 0,35% após dois dias consecutivos de perdas.
Polkadot je cílem údajné exploatace a útočník vytvořil 1 miliardu DOTO Polkadot (DOT) byl cílem exploitace poté, co útočník vytvořil 1 miliardu tokenů DOT, podle zveřejněných informací. Podle onchain sledovače Lookonchain útočník prodal celý objem vytvořený v jedné transakci, přičemž získal 108,2 ETH (přibližně 237 000 USD), podle analýzy od Lookonchain. Sledujte nás na X, abyste byli informováni o hlavních zprávách v reálném čase Profil Wu Blockchain, citující CertiK, informoval, že akce využila zranitelnost v bráně Hyperbridge, což umožnilo útočníkovi vytvářet falešné zprávy a manipulovat s administrátorem smlouvy o tokenu Polkadot na Ethereu.

Polkadot je cílem údajné exploatace a útočník vytvořil 1 miliardu DOT

O Polkadot (DOT) byl cílem exploitace poté, co útočník vytvořil 1 miliardu tokenů DOT, podle zveřejněných informací.

Podle onchain sledovače Lookonchain útočník prodal celý objem vytvořený v jedné transakci, přičemž získal 108,2 ETH (přibližně 237 000 USD), podle analýzy od Lookonchain.

Sledujte nás na X, abyste byli informováni o hlavních zprávách v reálném čase

Profil Wu Blockchain, citující CertiK, informoval, že akce využila zranitelnost v bráně Hyperbridge, což umožnilo útočníkovi vytvářet falešné zprávy a manipulovat s administrátorem smlouvy o tokenu Polkadot na Ethereu.
Zobrazit překlad
Bitcoin quase atingiu US$ 74 mil enquanto negociações entre EUA e Irã em Islamabad mostraram prog...O Bitcoin chegou perto de US$ 74 mil neste sábado antes de recuar, enquanto os mercados reagiram a novos desdobramentos nas negociações entre Estados Unidos e Irã em andamento em Islamabad. O movimento reflete uma melhora no sentimento de risco, com operadores precificando sinais iniciais de distensão. No entanto, o BTC recuou para abaixo de US$ 73 mil após a primeira rodada das conversas, que duraram 9 horas e terminaram sem acordo. As negociações devem ser retomadas no domingo, 12 de abril. Gráfico de preços do Bitcoin. Fonte: CoinGecko Negociações entre EUA e Irã continuam até a madrugada As conversas entre autoridades dos Estados Unidos e do Irã seguem em andamento e se estendem pela madrugada, o que é interpretado como um sinal positivo. Rodadas prolongadas normalmente indicam que ambas as partes permanecem envolvidas nas discussões e não abandonaram as tratativas. Relatos também indicam que o diálogo já avança para estágios mais detalhados e técnicos, mostrando negociações ativas em vez de encontros puramente simbólicos. No entanto, após 9 horas de diálogos, ainda não foi anunciado nenhum acordo formal. Reivindicação sobre ativos congelados segue sem confirmação Um dos principais desdobramentos partiu de fontes iranianas, que afirmaram que os EUA concordaram em liberar ativos iranianos congelados durante as negociações. Essa solicitação é central na posição do Irã há anos. Os ativos são, em grande parte, provenientes de receitas de petróleo mantidas no exterior sob sanções. O governo dos EUA não confirmou essa alegação. Autoridades norte-americanas contestaram o relato, mantendo a questão sem resolução. Fonte: Al Jazeera Reabertura da navegação no Qatar sinaliza avanço real Em contraste, a decisão do Qatar de reabrir a navegação marítima foi confirmada. Autoridades locais anunciaram que o transporte será retomado em períodos controlados. Essa medida é concreta. Ela indica melhora nas condições de segurança e permite que cargas de GNL e energia voltem a ser enviadas. No mercado, isso reduz preocupações imediatas quanto ao fornecimento e alivia pressões sobre os preços de energia. Bitcoin reage a diminuição das tensões A valorização do Bitcoin mostra como o setor de cripto responde rapidamente a alterações geopolíticas. O menor risco energético favorece a estabilidade do mercado em geral e incentiva posições mais ousadas. Ao mesmo tempo, a incerteza persiste. Sinais contraditórios dos dois países apontam que a volatilidade deve permanecer. Por ora, operadores acompanham mudanças concretas, como o fluxo de embarcações, enquanto aguardam a confirmação de eventuais acordos políticos.

Bitcoin quase atingiu US$ 74 mil enquanto negociações entre EUA e Irã em Islamabad mostraram prog...

O Bitcoin chegou perto de US$ 74 mil neste sábado antes de recuar, enquanto os mercados reagiram a novos desdobramentos nas negociações entre Estados Unidos e Irã em andamento em Islamabad.

O movimento reflete uma melhora no sentimento de risco, com operadores precificando sinais iniciais de distensão. No entanto, o BTC recuou para abaixo de US$ 73 mil após a primeira rodada das conversas, que duraram 9 horas e terminaram sem acordo. As negociações devem ser retomadas no domingo, 12 de abril.

Gráfico de preços do Bitcoin. Fonte: CoinGecko Negociações entre EUA e Irã continuam até a madrugada

As conversas entre autoridades dos Estados Unidos e do Irã seguem em andamento e se estendem pela madrugada, o que é interpretado como um sinal positivo.

Rodadas prolongadas normalmente indicam que ambas as partes permanecem envolvidas nas discussões e não abandonaram as tratativas. Relatos também indicam que o diálogo já avança para estágios mais detalhados e técnicos, mostrando negociações ativas em vez de encontros puramente simbólicos.

No entanto, após 9 horas de diálogos, ainda não foi anunciado nenhum acordo formal.

Reivindicação sobre ativos congelados segue sem confirmação

Um dos principais desdobramentos partiu de fontes iranianas, que afirmaram que os EUA concordaram em liberar ativos iranianos congelados durante as negociações.

Essa solicitação é central na posição do Irã há anos. Os ativos são, em grande parte, provenientes de receitas de petróleo mantidas no exterior sob sanções.

O governo dos EUA não confirmou essa alegação. Autoridades norte-americanas contestaram o relato, mantendo a questão sem resolução.

Fonte: Al Jazeera Reabertura da navegação no Qatar sinaliza avanço real

Em contraste, a decisão do Qatar de reabrir a navegação marítima foi confirmada. Autoridades locais anunciaram que o transporte será retomado em períodos controlados.

Essa medida é concreta. Ela indica melhora nas condições de segurança e permite que cargas de GNL e energia voltem a ser enviadas.

No mercado, isso reduz preocupações imediatas quanto ao fornecimento e alivia pressões sobre os preços de energia.

Bitcoin reage a diminuição das tensões

A valorização do Bitcoin mostra como o setor de cripto responde rapidamente a alterações geopolíticas. O menor risco energético favorece a estabilidade do mercado em geral e incentiva posições mais ousadas.

Ao mesmo tempo, a incerteza persiste. Sinais contraditórios dos dois países apontam que a volatilidade deve permanecer.

Por ora, operadores acompanham mudanças concretas, como o fluxo de embarcações, enquanto aguardam a confirmação de eventuais acordos políticos.
Mýtné v Hormuzu může být vybíráno ve stablecoinech, nikoli v BitcoinuÍrán požaduje platby v kryptoměnách od ropných tankerů, které procházejí Hormuzským průlivem. Hamid Hosseini, mluvčí Svazu vývozců ropy, plynu a petrochemických produktů Íránu, konkrétně zmínil Bitcoin (BTC) v nedávném prohlášení. Nicméně Chainalysis naznačuje, že stablecoiny mohou být preferovaným nástrojem, v souladu s tím, jak Islámská revoluční garda (IRGC) historicky pohybuje penězi. Stablecoiny zapadají do strategie Íránu

Mýtné v Hormuzu může být vybíráno ve stablecoinech, nikoli v Bitcoinu

Írán požaduje platby v kryptoměnách od ropných tankerů, které procházejí Hormuzským průlivem. Hamid Hosseini, mluvčí Svazu vývozců ropy, plynu a petrochemických produktů Íránu, konkrétně zmínil Bitcoin (BTC) v nedávném prohlášení.

Nicméně Chainalysis naznačuje, že stablecoiny mohou být preferovaným nástrojem, v souladu s tím, jak Islámská revoluční garda (IRGC) historicky pohybuje penězi.

Stablecoiny zapadají do strategie Íránu
Zobrazit překlad
Desde a FTX, instituições não querem mais manter cripto em exchangesInstituições estão acelerando a adoção de cripto, com grandes nomes entrando gradualmente no mercado e ampliando a exposição a ativos digitais. Entretanto, embora a participação esteja crescendo, a forma como esses agentes atuam no ecossistema mudou de maneira relevante. O antigo modelo, no qual fundos alocavam grandes volumes de capital diretamente nas exchanges de cripto, está sendo deixado de lado. Agora, surge uma nova arquitetura em que negociação e custódia não estão mais interligadas. “A conscientização sobre risco de contraparte em cripto ocorre em ciclos, e o recente grande ciberataque desencadeou uma das maiores ondas de redução do risco em exchanges desde o caso FTX. Isso reforça que separar a custódia cripto da negociação em exchanges é fundamental para a segurança”, diz Dominic Lohberger, Chief Product Officer da Sygnum. Como a FTX abalou a confiança institucional na custódia de exchanges Antes de 2022, a principal estratégia era direta: depositar fundos em uma exchange, negociar e deixar o capital ali por praticidade e agilidade. As exchanges atuavam como ambientes de negociação e, ao mesmo tempo, como custodiante. Esse modelo funcionou até deixar de funcionar. O colapso da FTX expôs uma falha crítica. Investidores assumiram um risco de contraparte enorme, frequentemente invisível. A FTX operava como exchange, custodiante, credora e câmara de compensação ao mesmo tempo. O que antes era visto como eficiência operacional passou a ser entendido como vulnerabilidade estrutural. Os ativos dos clientes não estavam em contas segregadas, verificáveis e on-chain. Quando a empresa entrou em processo de falência, os clientes descobriram que seus fundos haviam sido desviados para a Alameda. O prejuízo foi além dos usuários diretos da FTX. A Galois Capital, ex-consultora de investimentos registrada, encerrou operações após metade dos seus ativos ficarem presos na FTX quando a exchange entrou em colapso. Em setembro de 2024, a SEC multou a Galois em US$ 225 mil por não “cumprir exigências ligadas à proteção dos ativos dos clientes”. A falência da Celsius acrescentou outro elemento de alerta. Um tribunal de falências dos EUA determinou que os depósitos dos clientes nas Contas Earn da Celsius passaram a ser propriedade do espólio dos devedores, não dos depositantes. Investidores que acreditavam deter ativos descobriram que, em termos legais, eram credores sem garantia. Uma pesquisa da Coalition Greenwich apontou que custódia institucional em cold storage e carteiras de exchanges tinham popularidade semelhante antes do colapso da FTX. Isso mudou de forma imediata. O lema do setor “not your keys, not your coins” passou de uma posição filosófica para uma exigência de compliance. Como funciona a liquidação fora das exchanges? No modelo tradicional de negociação em cripto, instituições precisavam depositar ativos em uma exchange antes de realizar operações. As exchanges concentravam tanto os ativos quanto a função de execução, ampliando o risco ao reunir responsabilidade em uma só empresa. A liquidação fora das exchanges, ou OES, inverte esse conceito. Essa nova infraestrutura foi desenvolvida para isolar riscos. Os ativos permanecem sob custódia de terceiros ou em uma carteira auto custodiante. Em vez de deixar ativos nas exchanges, instituições agora depositam esses recursos em custodiantes terceirizados. Esses agentes, que costumam ser entidades reguladas ou provedores especializados, mantêm os fundos em carteiras segregadas. A negociação ainda acontece nas exchanges, mas há uma diferença fundamental: os ambientes de negociação têm acesso limitado a um saldo operacional ou linha de crédito, geralmente garantida por ativos em custódia. A exchange executa operações, mas não pode, de forma unilateral, mover ou sacar os fundos subjacentes. A liquidação ocorre separadamente, com frequência de forma líquida após o fechamento das operações. A ascensão dos modelos de isolamento de risco Na finanças tradicionais, essa separação entre custódia e execução já existe há décadas. O mercado de cripto só passou a adotar essa estrutura quando empresas como Fireblocks e Copper implementaram soluções específicas. A Fireblocks lançou o Off Exchange em novembro de 2023. O Off-Exchange oferece Collateral Vault Accounts (CVAs). São carteiras on-chain protegidas por criptografia Multi-Party Computation (MPC). Quando a instituição deposita ativos em uma CVA, a exchange conectada recebe um crédito para negociação. O ClearLoop, da Copper, é uma solução de liquidação fora das exchanges na qual os ativos ficam sob a custódia MPC (Multi-Party Computation) da empresa. As operações são liquidadas na própria infraestrutura da Copper. Ambos os sistemas registraram avanço expressivo. A Deribit se tornou a primeira exchange a integrar totalmente o Fireblocks OES em fevereiro de 2024. A HTX adotou o modelo em abril de 2025. “… Desde o lançamento, a HTX integrou diversos clientes institucionais e registrou um aumento de 200% no volume de negociações, evidenciando a demanda de mercado por modelos seguros de liquidação fora da exchange”, informa o comunicado de imprensa publicado. O ClearLoop da Copper conecta agora diversas exchanges ativas, como Coinbase, OKX, Bybit, Deribit, Bitget e outras, facilitando mais de US$ 50 bilhões em volume negociado mensalmente. O ataque à Bybit em 2025 também evidenciou as vantagens dessa alternativa fora das exchanges. Como ETFs de Bitcoin tornaram a separação permanente? A aprovação dos ETFs de Bitcoin (BTC) à vista em janeiro de 2024 foi além de abrir um novo veículo de investimento. Ela estabeleceu de forma definitiva a separação entre custódia e execução no produto de cripto mais visível de Wall Street. Por exemplo, assim como outros ETFs, o iShares Bitcoin Trust ETF (IBIT) da BlackRock utiliza a Coinbase Custody Trust Company, LLC. A estrutura prevê que o Bitcoin permanece em cofres de armazenamento frio, totalmente isolado de qualquer ambiente de negociação. A criação e o resgate das cotas do ETF obedecem a um processo operacional em que os ativos circulam entre o cofre e os saldos de negociação em janelas de liquidação definidas. A exchange onde o IBIT é negociado no mercado secundário nunca acessa o Bitcoin subjacente. Essa não é uma escolha de design opcional. É assim que os ETFs funcionam por definição. O custodiante mantém o ativo. O participante autorizado realiza criação e resgate. A exchange promove a formação de preço. Três funções, três entidades, sem sobreposição. Crescimento do modelo fora das exchanges, mas Coinbase mantém liderança Ainda que o movimento de saída da custódia em exchanges seja real, os dados indicam uma transição mais detalhada, não uma substituição total. Mesmo com a ascensão dos modelos fora das exchanges, a Coinbase segue como principal força na custódia institucional de cripto. A companhia atualmente detém a custódia de mais de 80% dos ativos globais de ETFs de cripto. A Coinbase também atua como custodiante de oito das dez maiores companhias de capital aberto que possuem Bitcoin (BTC) em seus balanços. Esse domínio é reforçado pelo avanço regulatório. Em abril de 2026, o Office of the Comptroller of the Currency concedeu à Coinbase autorização condicional para criar a Coinbase National Trust Company, medida que permitirá sua operação como custodiante de cripto regulada a nível federal após a aprovação definitiva. Essa mudança tem dois aspectos principais. O primeiro é o fortalecimento da posição da Coinbase como custodiante qualificada, requisito central para investidores institucionais como gestores de ativos, fundos de pensão e emissores de ETF. O segundo indica que, mesmo com a redução da exposição ao risco das exchanges, as instituições continuam recorrendo a plataformas centralizadas. Assim, o capital se concentra em um grupo menor de custodientes regulados e considerados sistemicamente relevantes. Isso resulta em uma estrutura de mercado híbrida: Infraestrutura fora das exchanges reduz risco direto de contraparte Exchanges e custodientes regulados seguem sustentando a confiança institucional O poder de mercado se concentra em plataformas que oferecem conformidade e escala Na prática, a evolução pós-FTX não busca eliminar intermediários, mas redefinir quais intermediários recebem a confiança das instituições. O que aconteceria se uma queda do porte da FTX ocorresse hoje? Com a ampliação da atenção sobre modelos fora das exchanges, surge uma questão: uma queda similar à da FTX ainda teria o mesmo efeito sobre o capital institucional? No modelo antigo, um colapso de exchange congelava todos os ativos depositados. As instituições tornavam-se credores sem garantia em longos processos de falência. No cenário atual de OES, o resultado seria bastante diferente. Se uma exchange que utiliza o Fireblocks OES entrasse em colapso, os ativos institucionais permaneceriam em seu CVA. O valor principal nunca seria incorporado ao balanço da exchange. O mecanismo de recuperação de desastres da Fireblocks, operado pelo Coincover, também permite que instituições assegurem a segurança operacional ao eliminar pontos únicos de falha. O único risco seria o saldo não liquidado de recentes operações. No caso do ClearLoop, o English Law Trust protege os ativos dos clientes tanto da insolvência de exchanges quanto da própria Copper. Assim, a eventual perda de uma instituição ficaria limitada a obrigações comerciais em aberto, nunca ao portfólio total. Na FTX, instituições perderam toda a quantia depositada. Com OES, esse mesmo quadro resultaria, no máximo, em dias de prejuízo não liquidado. Isso exemplifica o efeito da nova estrutura. Essa diferença evidencia o real impacto da evolução da infraestrutura de cripto. O setor não erradicou riscos, mas conseguiu reduzir expressivamente o potencial de perdas catastróficas relacionadas à falência de uma exchange. Escala de mercado e próximos passos O mercado institucional de custódia de criptoativos alcançou aproximadamente US$ 3,2 bilhões em 2024. A projeção é que atinja US$ 27,8 bilhões até 2033, com uma taxa de crescimento anual composta de 26,7%. Esse avanço representa mais do que apenas a entrada de novos recursos no setor. Ele sinaliza uma reconstrução estrutural de como esse capital é armazenado, transferido e liquidado. A próxima etapa desse processo já está em curso com o uso de garantias tokenizadas. Em vez de manter stablecoins ou Bitcoin parados como margem em uma exchange, instituições começam a adotar fundos do mercado financeiro tokenizados e stablecoins com rendimento dentro das exchanges. “As instituições não buscam especulação, e sim eficiência de capital. A liquidação fora da exchange proporciona isso ao devolver custódia e controle ao lugar de origem. À medida que garantias tokenizadas e ambientes regulados se alinham, o OES se consolidará como o principal fluxo operacional para participantes institucionais relevantes”, disse Wing Cheah, gerente de produto da Interchange, em nota. Bancos tradicionais também ingressam neste cenário. Em 2025, o BBVA firmou parceria com a Binance para fornecer serviços regulados de custódia off-exchange aos clientes institucionais da exchange. O braço de ativos digitais do Nomura, a Laser Digital, solicitou uma licença OCC para abrir um banco fiduciário nacional focado em custódia de criptoativos, negociação à vista e staking para os clientes. Essas iniciativas indicam que a função de custódia está migrando das empresas nativas do setor de cripto para o sistema financeiro tradicional. Consideradas em conjunto, essas movimentações apontam para uma tendência clara. A custódia migra de maneira silenciosa das exchanges. Liquidez e formação de preços permanecem nos ambientes de negociação, mas os ativos, cada vez mais, não ficam nestas plataformas. O que começou como uma demanda de poucos investidores institucionais após o colapso da FTX evolui gradualmente para o padrão do mercado. A separação ainda não se concluiu, porém o movimento segue consistente.

Desde a FTX, instituições não querem mais manter cripto em exchanges

Instituições estão acelerando a adoção de cripto, com grandes nomes entrando gradualmente no mercado e ampliando a exposição a ativos digitais. Entretanto, embora a participação esteja crescendo, a forma como esses agentes atuam no ecossistema mudou de maneira relevante.

O antigo modelo, no qual fundos alocavam grandes volumes de capital diretamente nas exchanges de cripto, está sendo deixado de lado. Agora, surge uma nova arquitetura em que negociação e custódia não estão mais interligadas.

“A conscientização sobre risco de contraparte em cripto ocorre em ciclos, e o recente grande ciberataque desencadeou uma das maiores ondas de redução do risco em exchanges desde o caso FTX. Isso reforça que separar a custódia cripto da negociação em exchanges é fundamental para a segurança”, diz Dominic Lohberger, Chief Product Officer da Sygnum.

Como a FTX abalou a confiança institucional na custódia de exchanges

Antes de 2022, a principal estratégia era direta: depositar fundos em uma exchange, negociar e deixar o capital ali por praticidade e agilidade. As exchanges atuavam como ambientes de negociação e, ao mesmo tempo, como custodiante. Esse modelo funcionou até deixar de funcionar.

O colapso da FTX expôs uma falha crítica. Investidores assumiram um risco de contraparte enorme, frequentemente invisível. A FTX operava como exchange, custodiante, credora e câmara de compensação ao mesmo tempo.

O que antes era visto como eficiência operacional passou a ser entendido como vulnerabilidade estrutural. Os ativos dos clientes não estavam em contas segregadas, verificáveis e on-chain. Quando a empresa entrou em processo de falência, os clientes descobriram que seus fundos haviam sido desviados para a Alameda.

O prejuízo foi além dos usuários diretos da FTX. A Galois Capital, ex-consultora de investimentos registrada, encerrou operações após metade dos seus ativos ficarem presos na FTX quando a exchange entrou em colapso.

Em setembro de 2024, a SEC multou a Galois em US$ 225 mil por não “cumprir exigências ligadas à proteção dos ativos dos clientes”.

A falência da Celsius acrescentou outro elemento de alerta. Um tribunal de falências dos EUA determinou que os depósitos dos clientes nas Contas Earn da Celsius passaram a ser propriedade do espólio dos devedores, não dos depositantes.

Investidores que acreditavam deter ativos descobriram que, em termos legais, eram credores sem garantia.

Uma pesquisa da Coalition Greenwich apontou que custódia institucional em cold storage e carteiras de exchanges tinham popularidade semelhante antes do colapso da FTX. Isso mudou de forma imediata.

O lema do setor “not your keys, not your coins” passou de uma posição filosófica para uma exigência de compliance.

Como funciona a liquidação fora das exchanges?

No modelo tradicional de negociação em cripto, instituições precisavam depositar ativos em uma exchange antes de realizar operações. As exchanges concentravam tanto os ativos quanto a função de execução, ampliando o risco ao reunir responsabilidade em uma só empresa.

A liquidação fora das exchanges, ou OES, inverte esse conceito. Essa nova infraestrutura foi desenvolvida para isolar riscos. Os ativos permanecem sob custódia de terceiros ou em uma carteira auto custodiante.

Em vez de deixar ativos nas exchanges, instituições agora depositam esses recursos em custodiantes terceirizados. Esses agentes, que costumam ser entidades reguladas ou provedores especializados, mantêm os fundos em carteiras segregadas.

A negociação ainda acontece nas exchanges, mas há uma diferença fundamental: os ambientes de negociação têm acesso limitado a um saldo operacional ou linha de crédito, geralmente garantida por ativos em custódia.

A exchange executa operações, mas não pode, de forma unilateral, mover ou sacar os fundos subjacentes. A liquidação ocorre separadamente, com frequência de forma líquida após o fechamento das operações.

A ascensão dos modelos de isolamento de risco

Na finanças tradicionais, essa separação entre custódia e execução já existe há décadas. O mercado de cripto só passou a adotar essa estrutura quando empresas como Fireblocks e Copper implementaram soluções específicas.

A Fireblocks lançou o Off Exchange em novembro de 2023. O Off-Exchange oferece Collateral Vault Accounts (CVAs).

São carteiras on-chain protegidas por criptografia Multi-Party Computation (MPC). Quando a instituição deposita ativos em uma CVA, a exchange conectada recebe um crédito para negociação.

O ClearLoop, da Copper, é uma solução de liquidação fora das exchanges na qual os ativos ficam sob a custódia MPC (Multi-Party Computation) da empresa. As operações são liquidadas na própria infraestrutura da Copper.

Ambos os sistemas registraram avanço expressivo. A Deribit se tornou a primeira exchange a integrar totalmente o Fireblocks OES em fevereiro de 2024. A HTX adotou o modelo em abril de 2025.

“… Desde o lançamento, a HTX integrou diversos clientes institucionais e registrou um aumento de 200% no volume de negociações, evidenciando a demanda de mercado por modelos seguros de liquidação fora da exchange”, informa o comunicado de imprensa publicado.

O ClearLoop da Copper conecta agora diversas exchanges ativas, como Coinbase, OKX, Bybit, Deribit, Bitget e outras, facilitando mais de US$ 50 bilhões em volume negociado mensalmente. O ataque à Bybit em 2025 também evidenciou as vantagens dessa alternativa fora das exchanges.

Como ETFs de Bitcoin tornaram a separação permanente?

A aprovação dos ETFs de Bitcoin (BTC) à vista em janeiro de 2024 foi além de abrir um novo veículo de investimento. Ela estabeleceu de forma definitiva a separação entre custódia e execução no produto de cripto mais visível de Wall Street.

Por exemplo, assim como outros ETFs, o iShares Bitcoin Trust ETF (IBIT) da BlackRock utiliza a Coinbase Custody Trust Company, LLC. A estrutura prevê que o Bitcoin permanece em cofres de armazenamento frio, totalmente isolado de qualquer ambiente de negociação.

A criação e o resgate das cotas do ETF obedecem a um processo operacional em que os ativos circulam entre o cofre e os saldos de negociação em janelas de liquidação definidas. A exchange onde o IBIT é negociado no mercado secundário nunca acessa o Bitcoin subjacente.

Essa não é uma escolha de design opcional. É assim que os ETFs funcionam por definição. O custodiante mantém o ativo. O participante autorizado realiza criação e resgate. A exchange promove a formação de preço. Três funções, três entidades, sem sobreposição.

Crescimento do modelo fora das exchanges, mas Coinbase mantém liderança

Ainda que o movimento de saída da custódia em exchanges seja real, os dados indicam uma transição mais detalhada, não uma substituição total.

Mesmo com a ascensão dos modelos fora das exchanges, a Coinbase segue como principal força na custódia institucional de cripto. A companhia atualmente detém a custódia de mais de 80% dos ativos globais de ETFs de cripto.

A Coinbase também atua como custodiante de oito das dez maiores companhias de capital aberto que possuem Bitcoin (BTC) em seus balanços.

Esse domínio é reforçado pelo avanço regulatório. Em abril de 2026, o Office of the Comptroller of the Currency concedeu à Coinbase autorização condicional para criar a Coinbase National Trust Company, medida que permitirá sua operação como custodiante de cripto regulada a nível federal após a aprovação definitiva.

Essa mudança tem dois aspectos principais. O primeiro é o fortalecimento da posição da Coinbase como custodiante qualificada, requisito central para investidores institucionais como gestores de ativos, fundos de pensão e emissores de ETF.

O segundo indica que, mesmo com a redução da exposição ao risco das exchanges, as instituições continuam recorrendo a plataformas centralizadas.

Assim, o capital se concentra em um grupo menor de custodientes regulados e considerados sistemicamente relevantes. Isso resulta em uma estrutura de mercado híbrida:

Infraestrutura fora das exchanges reduz risco direto de contraparte

Exchanges e custodientes regulados seguem sustentando a confiança institucional

O poder de mercado se concentra em plataformas que oferecem conformidade e escala

Na prática, a evolução pós-FTX não busca eliminar intermediários, mas redefinir quais intermediários recebem a confiança das instituições.

O que aconteceria se uma queda do porte da FTX ocorresse hoje?

Com a ampliação da atenção sobre modelos fora das exchanges, surge uma questão: uma queda similar à da FTX ainda teria o mesmo efeito sobre o capital institucional?

No modelo antigo, um colapso de exchange congelava todos os ativos depositados. As instituições tornavam-se credores sem garantia em longos processos de falência.

No cenário atual de OES, o resultado seria bastante diferente. Se uma exchange que utiliza o Fireblocks OES entrasse em colapso, os ativos institucionais permaneceriam em seu CVA. O valor principal nunca seria incorporado ao balanço da exchange.

O mecanismo de recuperação de desastres da Fireblocks, operado pelo Coincover, também permite que instituições assegurem a segurança operacional ao eliminar pontos únicos de falha. O único risco seria o saldo não liquidado de recentes operações.

No caso do ClearLoop, o English Law Trust protege os ativos dos clientes tanto da insolvência de exchanges quanto da própria Copper. Assim, a eventual perda de uma instituição ficaria limitada a obrigações comerciais em aberto, nunca ao portfólio total.

Na FTX, instituições perderam toda a quantia depositada. Com OES, esse mesmo quadro resultaria, no máximo, em dias de prejuízo não liquidado. Isso exemplifica o efeito da nova estrutura.

Essa diferença evidencia o real impacto da evolução da infraestrutura de cripto. O setor não erradicou riscos, mas conseguiu reduzir expressivamente o potencial de perdas catastróficas relacionadas à falência de uma exchange.

Escala de mercado e próximos passos

O mercado institucional de custódia de criptoativos alcançou aproximadamente US$ 3,2 bilhões em 2024. A projeção é que atinja US$ 27,8 bilhões até 2033, com uma taxa de crescimento anual composta de 26,7%.

Esse avanço representa mais do que apenas a entrada de novos recursos no setor. Ele sinaliza uma reconstrução estrutural de como esse capital é armazenado, transferido e liquidado.

A próxima etapa desse processo já está em curso com o uso de garantias tokenizadas. Em vez de manter stablecoins ou Bitcoin parados como margem em uma exchange, instituições começam a adotar fundos do mercado financeiro tokenizados e stablecoins com rendimento dentro das exchanges.

“As instituições não buscam especulação, e sim eficiência de capital. A liquidação fora da exchange proporciona isso ao devolver custódia e controle ao lugar de origem. À medida que garantias tokenizadas e ambientes regulados se alinham, o OES se consolidará como o principal fluxo operacional para participantes institucionais relevantes”, disse Wing Cheah, gerente de produto da Interchange, em nota.

Bancos tradicionais também ingressam neste cenário. Em 2025, o BBVA firmou parceria com a Binance para fornecer serviços regulados de custódia off-exchange aos clientes institucionais da exchange.

O braço de ativos digitais do Nomura, a Laser Digital, solicitou uma licença OCC para abrir um banco fiduciário nacional focado em custódia de criptoativos, negociação à vista e staking para os clientes.

Essas iniciativas indicam que a função de custódia está migrando das empresas nativas do setor de cripto para o sistema financeiro tradicional. Consideradas em conjunto, essas movimentações apontam para uma tendência clara.

A custódia migra de maneira silenciosa das exchanges. Liquidez e formação de preços permanecem nos ambientes de negociação, mas os ativos, cada vez mais, não ficam nestas plataformas.

O que começou como uma demanda de poucos investidores institucionais após o colapso da FTX evolui gradualmente para o padrão do mercado. A separação ainda não se concluiu, porém o movimento segue consistente.
Dolar klesá na R$ 5 a zaznamenává nejhorší týden za téměř dva roky s napětím mezi USA a ÍránemDolar skončil pátek (10) s poklesem o 1,03 %, kotován na R$ 5,0115. Byla to nejnižší úroveň uzavření americké měny za více než dva roky. Poslední ekvivalentní záznam byl 9. dubna 2024, kdy kurz skončil den na R$ 5,007. V kumulaci týdne se měna snížila o 2,88 %. Je to nejhorší týdenní výkon dolaru od začátku srpna 2024, kdy klesl o 3,86 % v tomto období. Pohyb byl urychlen kombinací externích a domácích faktorů. V mezinárodním scénáři perspektiva pokroku v jednáních mezi Spojenými státy a Íránem snížila averzi k celosvětovému riziku. Averze k riziku je chování investorů, kteří hledají bezpečnější aktiva v obdobích nejistoty, což obvykle posiluje dolar.

Dolar klesá na R$ 5 a zaznamenává nejhorší týden za téměř dva roky s napětím mezi USA a Íránem

Dolar skončil pátek (10) s poklesem o 1,03 %, kotován na R$ 5,0115. Byla to nejnižší úroveň uzavření americké měny za více než dva roky. Poslední ekvivalentní záznam byl 9. dubna 2024, kdy kurz skončil den na R$ 5,007.

V kumulaci týdne se měna snížila o 2,88 %. Je to nejhorší týdenní výkon dolaru od začátku srpna 2024, kdy klesl o 3,86 % v tomto období.

Pohyb byl urychlen kombinací externích a domácích faktorů. V mezinárodním scénáři perspektiva pokroku v jednáních mezi Spojenými státy a Íránem snížila averzi k celosvětovému riziku. Averze k riziku je chování investorů, kteří hledají bezpečnější aktiva v obdobích nejistoty, což obvykle posiluje dolar.
Bitcoin dosáhl 73 tisíc USD díky rally po příměří, ale CEO Coinbase varuje před opatrnostíGlobální ředitel pro výzkum investic společnosti Coinbase, David Duong, uvedl, že příměří mezi USA a Íránem přineslo trvalou úlevu trhům, aniž by představovalo úplnou rekonstrukci, zatímco cena Bitcoinu překročila 73 tisíc USD. Dvouleté příměří vrátilo cenu ropy zpět do pásma 90 USD a vyvolalo široké hledání rizikových aktiv. Nicméně, Duong posoudil, že základní omezení způsobená konfliktem přetrvávají. Proč by mohl být nárůst po příměří krátkodobý?

Bitcoin dosáhl 73 tisíc USD díky rally po příměří, ale CEO Coinbase varuje před opatrností

Globální ředitel pro výzkum investic společnosti Coinbase, David Duong, uvedl, že příměří mezi USA a Íránem přineslo trvalou úlevu trhům, aniž by představovalo úplnou rekonstrukci, zatímco cena Bitcoinu překročila 73 tisíc USD.

Dvouleté příměří vrátilo cenu ropy zpět do pásma 90 USD a vyvolalo široké hledání rizikových aktiv. Nicméně, Duong posoudil, že základní omezení způsobená konfliktem přetrvávají.

Proč by mohl být nárůst po příměří krátkodobý?
Blockchain TON je nyní 10krát rychlejší: Pavel Durov vysvětluje aktualizaciPavel Durov oznámil, že blockchain TON je nyní 10krát rychlejší. Zakladatel Telegramu zveřejnil novinku 9. dubna a vysvětlil, že transakce jsou nyní potvrzovány během méně než jedné sekundy. Před aktualizací čekali uživatelé více než pět sekund na konečné potvrzení. … Blockchain TON byl právě aktualizován a je nyní 10krát rychlejší, napsal Durov. … Transakce jsou nyní okamžité, v řádu zlomků sekundy. Jak funguje aktualizace?

Blockchain TON je nyní 10krát rychlejší: Pavel Durov vysvětluje aktualizaci

Pavel Durov oznámil, že blockchain TON je nyní 10krát rychlejší. Zakladatel Telegramu zveřejnil novinku 9. dubna a vysvětlil, že transakce jsou nyní potvrzovány během méně než jedné sekundy. Před aktualizací čekali uživatelé více než pět sekund na konečné potvrzení.

… Blockchain TON byl právě aktualizován a je nyní 10krát rychlejší, napsal Durov. … Transakce jsou nyní okamžité, v řádu zlomků sekundy.

Jak funguje aktualizace?
Ethereum vykazuje signál vzestupu, který nebyl viděn od roku 2022 na Binance FuturesTaker Buy-Sell Ratio Etherea (ETH) na Binance naznačuje pohyb, který nebyl zaznamenán téměř tři roky. Měsíční průměr vzrostl na přibližně 1,016 a udržuje se nad 1 po několik po sobě jdoucích dnů. Změna naznačuje, že objednávky na nákup na trhu převyšují prodeje v perpetuálních kontraktech ETH na Binance, jak zdůraznil analytik CryptoQuant, Darkfost, jako „… počáteční signály více konstruktivního trendu.“ Proč jsou data o derivátech důležitější pro ETH

Ethereum vykazuje signál vzestupu, který nebyl viděn od roku 2022 na Binance Futures

Taker Buy-Sell Ratio Etherea (ETH) na Binance naznačuje pohyb, který nebyl zaznamenán téměř tři roky. Měsíční průměr vzrostl na přibližně 1,016 a udržuje se nad 1 po několik po sobě jdoucích dnů.

Změna naznačuje, že objednávky na nákup na trhu převyšují prodeje v perpetuálních kontraktech ETH na Binance, jak zdůraznil analytik CryptoQuant, Darkfost, jako „… počáteční signály více konstruktivního trendu.“

Proč jsou data o derivátech důležitější pro ETH
Zoomex zahajuje kampaň airdropu ve výši 150 000 USD v Bitcoinu, což uživatelům dává šanci vyhrát...Zatímco aktivita na trhu s Bitcoinem zůstává vysoká a příležitosti k obchodování rostou, globální burza s kryptoměnovými deriváty Zoomex oficiálně zahájila kampaň "Oslava Airdropu BTC v dubnu". S celkovou odměnou ve výši 150 000 USD si iniciativa klade za cíl zjednodušit přístup na trh a poskytnout uživatelům šanci využít příležitosti v aktuálním cyklu BTC. Na rozdíl od tradičních kampaní, které obvykle vyžadují složitá pravidla nebo vysoký kapitál, se Zoomex spoléhá na jednoduchost a praktickou realizaci. Proces byl rozdělen do objektivních etap, což účastníkům umožňuje snadný začátek bez zbytečných překážek.

Zoomex zahajuje kampaň airdropu ve výši 150 000 USD v Bitcoinu, což uživatelům dává šanci vyhrát...

Zatímco aktivita na trhu s Bitcoinem zůstává vysoká a příležitosti k obchodování rostou, globální burza s kryptoměnovými deriváty Zoomex oficiálně zahájila kampaň "Oslava Airdropu BTC v dubnu". S celkovou odměnou ve výši 150 000 USD si iniciativa klade za cíl zjednodušit přístup na trh a poskytnout uživatelům šanci využít příležitosti v aktuálním cyklu BTC.

Na rozdíl od tradičních kampaní, které obvykle vyžadují složitá pravidla nebo vysoký kapitál, se Zoomex spoléhá na jednoduchost a praktickou realizaci. Proces byl rozdělen do objektivních etap, což účastníkům umožňuje snadný začátek bez zbytečných překážek.
Přihlaste se a prozkoumejte další obsah
Připojte se ke globálním uživatelům kryptoměn na Binance Square.
⚡️ Získejte nejnovější užitečné informace o kryptoměnách.
💬 Důvěryhodné pro největší světovou kryptoměnovou burzu.
👍 Prozkoumejte skutečné postřehy od ověřených tvůrců.
E-mail / telefonní číslo
Mapa stránek
Předvolby souborů cookie
Pravidla a podmínky platformy