“Os relatos mais intrigantes sobre criptomoedas encontrados nos documentos ligados a Epstein”
Ô trem bão de mexer com essas histórias! Pois num é que, fuçando nos papéis do tal Jeffrey Epstein — aquele condenado por crime feio — apareceu um mundaréu de coisa ligada a Bitcoin e criptomoeda? Parece que o caboclo já mexia com isso lá no começo, entendia dos protocolos e ainda se enfiava nos projetos mais conhecidos. Durante a semana, o povo já andou espalhando umas histórias boas desses arquivos que o Departamento de Justiça soltou. Descobriram que Epstein botou dinheiro na Coinbase e na Blockstream, e ainda tinha amizade apertada com Brock Pierce, cofundador da Tether. Mas os papéis mostram muito mais coisa. Tem menção a Vitalik Buterin, que criou o Ethereum, e até ao Michael Saylor, da Strategy. É cada nome grande que aparece, uai! - Investimento na Coinbase Lá em 2014, Epstein meteu uns 3 milhões de dólares na Coinbase, depois que Pierce apresentou a oportunidade. O cofundador Fred Ehrsam sabia do negócio. Na época, a empresa valia uns 400 milhões; hoje tá na casa dos 44 bilhões. Em 2018, Epstein vendeu metade da parte dele de volta pra Blockchain Capital. - Bitcoin e imposto Nos e-mails de 2018, Epstein já perguntava como ia ser a regulação e os impostos sobre cripto. Até sugeriu pra Steve Bannon que o Tesouro criasse um formulário voluntário pra “pegar os malandros”. - Epstein e Brock Pierce Os dois trocavam mensagem sobre cripto e até sobre mulherada, mesmo depois da condenação de Epstein. Teve até reunião na casa dele em Manhattan com Pierce e Larry Summers, ex-presidente de Harvard, pra falar de Bitcoin. - Blockstream Epstein também pôs dinheiro na Blockstream. Adam Back, cofundador, confirmou que o financista entrou como sócio limitado num fundo que investiu na empresa. Até convite pra ilha de Epstein rolou, mas ninguém sabe se foram mesmo. - Debate com Peter Thiel Em 2014, Epstein trocou ideia com Peter Thiel sobre o que seria o Bitcoin: reserva de valor, moeda, sistema de pagamento… Na época, o BTC tava em uns 691 dólares. Hoje já passou dos 70 mil. - Michael Saylor A publicitária Peggy Siegal chamou Saylor de “nojento” num e-mail pra Epstein em 2010. Mais tarde, a empresa dele virou uma das maiores compradoras de Bitcoin. - Questão de ética Mesmo com a ficha suja, Epstein dizia que não queria financiar nada com ética duvidosa. Mas reconhecia que tinha uma “zona cinzenta” nesse mercado. - Vitalik Buterin O nome de Vitalik aparece, mas não por contato direto. Uma investidora russa escreveu pra Epstein dizendo que conheceu um jovem tecnólogo que podia ser “melhor que o Vitalik” se focasse em tecnologia.
A dificuldade de mineração do Bitcoin tem a maior queda desde a proibição na China
No sábado (7), a tal da dificuldade de minerar Bitcoin deu uma caída boa, viu? Foi 11% pra baixo, a maior queda desde que a China resolveu botar ordem na casa e proibiu essa atividade lá em julho de 2021. Esse trem da dificuldade ajusta de quinze em quinze dias, justamente pra manter a coisa equilibrada: não importa se tem muito ou pouco minerador na jogada, o sistema garante que um bloco seja achado a cada 10 minutos, com a recompensa de 3,12 BTC. Funciona assim: se tem minerador demais, o negócio fica mais difícil; se o povo dá uma parada, aí fica mais fácil. Dessa vez, segundo o mempool.space, a dificuldade caiu pra 125,86 trilhões. O Mononaut, que mexe com desenvolvimento de Bitcoin, disse que foi o décimo maior tombo da história. O motivo principal? O tal do hashrate, que é o poder de processamento da rede, despencou uns 20% nos últimos 30 dias. Isso porque o preço do Bitcoin também não tá ajudando: na quinta (5), bateu perto de US$ 60 mil, o menor valor em dois anos. Aí, com energia cara e recompensa menor, muito minerador desliga as máquinas pra não sair no prejuízo. Esse ajuste periódico existe justamente pra evitar que a rede fique desbalanceada. Mas quando o preço despenca de repente, os pequenos mineradores sofrem mais e precisam de tempo pra se adaptar. Lá em 2021, quando a China proibiu a mineração, o hashrate caiu pela metade e o povo teve que procurar outro canto pra trabalhar. Estados Unidos, Cazaquistão e Rússia receberam muita gente, e o Texas virou um polo forte por causa da flexibilidade no uso da energia. Apesar do baque chinês, o sistema se ajeitou rapidinho e, em 2025, o Bitcoin bateu recorde histórico de US$ 126 mil. Ou seja, o trem balança, mas não cai.
As moedas virtuais tornaram-se um recurso para a Venezuela em meio à crise duradoura
Uai, sô, a primeira notícia que rodou o mundo em 2026 foi a tal operação dos Estados Unidos que acabou pegando o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. O trem foi tão grande que, por umas semanas, não se falava de outra coisa. Mas quando o assunto é criptomoeda, a Venezuela já é figurinha carimbada faz tempo. A economia deles tá derretendo tem mais de dez anos, com inflação que em 2025 bateu coisa de 2.000% no ano, segundo estudo de umas universidades de lá. Com o dinheiro local virando pó, o povo correu pro dólar. Só que, em vez de pegar a nota mesmo, muita gente resolveu usar o USDT, aquela stablecoin da Tether, porque é mais fácil e barato do que arrumar dólar vivo. Em 2025, a Venezuela ficou em 11º lugar no ranking mundial de uso de criptomoedas, segundo a TRM Labs. E o jeito mais comum de mexer com isso é no esquema P2P, de pessoa pra pessoa, sem banco no meio. Alessandro, um diretor de marketing lá de Caracas, contou que o povo usa muito grupo de WhatsApp pra negociar USDT, porque facilita demais. E não é só pra guardar dinheiro, não. Já tem comércio que aceita stablecoin como forma de pagamento, geralmente pelo Binance Pay. A consultoria Ecoanalítica calcula que mais de 2% das compras já são feitas direto em cripto, principalmente USDT. Mas o uso mais forte mesmo é nas remessas: milhões de venezuelanos que moram fora mandam USDT pros parentes, que trocam por bolívares. Alessandro mesmo disse que usa stablecoin pra pagar aluguel, luz e internet, além de juntar pra comprar BTC. Apesar disso tudo, em 2025 mais de 75% das transações ainda foram em bolívares, muito via cartão de débito e Pago Móvil, aquele sistema de pagamento instantâneo dos bancos locais. O dólar, por sua vez, virou quase moeda oficial desde 2019, quando as sanções apertaram. Comércio já anuncia preço em dólar e cobra mais caro se o freguês quiser pagar em bolívares. Só que, com a queda na venda de petróleo, tá entrando cada vez menos dólar no país. Resultado: no fim de janeiro, a cotação na rua tava o dobro da oficial. E aí, meu amigo, carne, leite e queijo dobraram de preço em dias. O bolívar derreteu tanto que o salário mínimo virou 50 centavos de dólar. Uma pesquisa da Gallup mostrou que, em 2025, três em cada cinco venezuelanos penaram pra comprar comida.
Para a Bitwise, o ouro atua como escudo nas quedas, já o Bitcoin brilha nas altas
Ô trem bão de se ouvir: lá no tal do Digital Assets Forum em Londres, o Bradley Duke, que é manda-chuva da Bitwise na Europa, soltou uma ideia interessante. Ele disse que ouro e Bitcoin funcionam melhor quando andam juntos dentro do mesmo portfólio. Segundo ele, o ouro segura a onda quando o mercado tá caindo, e o Bitcoin dá aquele gás quando a economia resolve levantar. Nas palavras dele: “Um é mais pra risco de alta, o outro protege contra a incerteza”. Tipo assim: o ouro é o escudo, o Bitcoin é a espada. A conversa rolou justo num dia simbólico: quinta-feira, quando o Bitcoin despencou perto dos 60 mil dólares. E olha que o ouro tá só subindo — cresceu 46% nos últimos seis meses e bateu recorde, enquanto o BTC caiu 40% no mesmo período. A comparação de “$PAXG ouro digital” tá meio balançada, né? Duke explicou que o povo ainda corre pro ouro por causa da “memória muscular”: é tradição de séculos, países e investidores sempre compraram ouro pra se proteger. Já o Bitcoin, ele disse, é um “dinheiro melhor”, mas precisa de tempo pra ganhar confiança. Sobre aquele papo dos ciclos de quatro anos do Bitcoin, com os halvings, os especialistas do painel falaram que isso perdeu força. Hoje, os ETFs e outras operações é que mexem mais com o preço. Anatoly Crachilov, da Nickel Digital, comentou que os fluxos dos fundos ofuscaram de vez a oferta nova de $BTC . Duke ainda disse que o Bitcoin tá amadurecendo, virando ativo macro de longo prazo. Antes era coisa de cypherpunk e OG, agora até Estado soberano tá comprando. Já Matthew Le Merle, da Fifth Era, reconheceu que a queda recente foi dura pra quem entrou no topo, mas reforçou que o desafio maior é transformar o Bitcoin em dinheiro global de verdade. E avisou: se você tá só querendo acertar o timing pra ganhar rápido, “tá na sala errada”.
As moedas que tão bombando e as que tão murchando na Binance nas 24 Horas
🚀 Moeda que tá subindo - Zilliqa (ZIL): tá dando um gás, subiu mais de 20% nas últimas 24 horas. - Frax Share (FXS): também tá firme, quase 14% de alta. - Coin98 (C98): deu uma esticada boa, mais de 10%. - Bounce Token (AUCTION): subiu perto de 9%. - Mind Network (FHE): também tá na toada, quase 9%. 📉 Moeda que tá caindo - dKargo (DKA): levou uma rasteira, caiu mais de 23%. - Coin98 (C98): apesar da alta agora, já teve queda grande nos últimos meses. - Frax Share (FXS): mesma coisa, sobe num dia e despenca em outro. - Bounce Token (AUCTION): também já teve queda de mais de 10% em períodos maiores. Resumindo: umas moedas tão “bombando” igual fogão a lenha aceso, mas outras tão “murchando” feito pão de queijo esquecido fora da geladeira. O mercado de cripto é ligeiro demais, muda de uma hora pra outra.
Como as stablecoins estão transformando o uso do dinheiro
As stablecoins são umas moedas digitais que ficam sempre coladas no valor de moedas fortes, tipo o dólar ou o real. Diferente das outras criptos que sobem e descem igual montanha-russa, elas seguram firme o preço, usando a tal da blockchain. É inovação misturada com segurança. Esse tipo de ativo tá ficando cada vez mais famoso. Em 2026, o trem bateu recorde: mais de 10 trilhões de dólares rodaram em stablecoins nas redes blockchain. Além de proteger o dinheiro das variações das criptos e do câmbio, elas servem pra pagamento internacional, negociação de ativos digitais e como base pras finanças descentralizadas (DeFi). Hoje, as duas maiores do pedaço são a Tether (USDT) e a USD Coin (USDC), que juntas movimentam mais de 90% das transações no mundo. A USDT, feita pela Tether, é muito usada em países em desenvolvimento e tem como garantia títulos do Tesouro dos EUA. Já a USDC, criada pela Circle, é mais usada por empresas e bancos, porque segue direitinho as regras dos órgãos reguladores. Cada uma atende um público diferente, mas no fim das contas o objetivo é o mesmo: dar estabilidade e confiança. Mesmo com o sobe e desce das criptos, essas stablecoins continuam firmes, mostrando que já ganharam respeito e confiança no mercado. Muita gente largou Bitcoin e altcoins e correu pras stablecoins, aumentando a participação delas de 10% pra 13% no mercado. Isso deu mais força e liquidez pra essas moedas. Outro ponto importante é a tokenização de ativos, que transforma investimentos tradicionais em versões digitais na blockchain. Os títulos do Tesouro dos EUA já foram tokenizados em bilhões de dólares. Um exemplo é o fundo BUIDL da BlackRock, que usa blockchain pra facilitar o acesso a esses ativos. No Brasil, o Mercado Bitcoin também entrou nessa onda com a renda fixa digital, representando precatórios e dívidas privadas na blockchain. E quem dá liquidez pra tudo isso? As stablecoins. No fim das contas, elas tão mudando a forma como a gente mexe com dinheiro. Não é só coisa de cripto, já virou parte do dia a dia de pessoas, empresas e até governos. Seja pra proteger o valor ou facilitar investimento, as stablecoins tão virando ferramenta útil e acessível, com cada vez mais uso e procura. Tudo indica que vão crescer ainda mais e ocupar um espaço importante na economia do futuro.
CEO da Bullish afirma que o setor de criptomoedas está prestes a passar por uma ampla consolidação
O Tom Farley, que hoje é o manda-chuva da Bullish e já foi presidente da Bolsa de Nova York, soltou o verbo: segundo ele, o mercado de criptomoeda vai passar por um tanto de fusão e compra de projeto por empresa grande. Ou seja, daqui uns meses esse trem vai ficar bem menos espalhado. Ele lembrou que já viu isso acontecer no mundo das bolsas de valores, quando rolou uma onda de consolidação pesada. Pra ele, o mesmo tá batendo na porta das criptos agora. A queda recente do Bitcoin — que já perdeu quase metade do valor desde o pico em outubro — é o empurrão que faltava. Farley até disse que esse movimento já devia ter acontecido há uns dois anos, mas como o povo tava pedindo preço alto demais nas empresas, ficou tudo travado. Tipo: empresa faturando 10 milhões, sem crescer, mas querendo ser vendida por 200 milhões. Aí não tem jeito, né? Agora, segundo ele, acabou a ilusão: muita gente vai perceber que não tem negócio de verdade, só produto, e vai ter que juntar forças pra crescer. Mas essa arrumação tem dois lados: de um lado, projeto fraco pode ser engolido por empresa maior; do outro, pode dar corte de pessoal e confusão interna. Já a Eva Oberholzer, da Ajna Capital, comentou que os investidores tão mais seletivos, porque o mercado de cripto já tá amadurecendo e entrando numa fase parecida com outras tecnologias que a gente já viu no passado.
Ô sô, o XRP andou meio arisco nessas últimas 24 horas. O preço tá girando em torno de R$ 7,48 mas não foi linha reta não: já bateu R$ 7,90 e também deu aquela escorregada pra R$ 7,20. - Capitalização de mercado: coisa de R$ 450 bilhões. - Volume negociado: mais de R$ 38 bilhões – é dinheiro rodando que não acaba mais. - Circulação: uns 60 bilhões de XRP já tão na praça. O que tá pegando O bichinho subiu bem nos últimos dias, com alta de até 20%, puxado por novidades na rede e interesse de bancos e empresas. Mas também levou um tombo de 16%, porque o povo liquidou uns US$ 46 milhões em contratos e ficou aquele clima de desconfiança no mercado cripto. Recado: É igual café forte: dá energia, mas se exagerar, treme. O XRP tá nesse ritmo – sobe bonito, mas também despenca de repente. Pra quem acompanha, vale ficar de olho nas notícias e nas movimentações do Bitcoin e Ethereum, porque eles puxam o bonde.
Ô trem bão de acompanhar é o sobe e desce das criptomoedas, né não? Pois bem, o LATOKEN (LA) andou meio arisco nas últimas 24 horas. - O preço tá girando em torno de US$ 0,2901. - O volume de negociação é bem miudinho, coisa de menos de US$ 200. - Já em outros sites como CoinMarketCap e CoinGecko, os valores variam um cadim, mas tudo dentro da mesma faixa. O que isso significa? É igual café fraco: tem gosto, mas não sustenta. A liquidez do LA tá baixa, então quem pensa em investir precisa ficar esperto. Já teve dias de glória lá atrás, mas hoje tá bem longe do auge.
Chefe do Tesouro dos EUA diz que quem não aceita regulação cripto deveria ir para El Salvador
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, falou firme na quinta-feira (5) pros caboclos do mercado de criptomoeda que acham que dá pra tocar a vida sem lei nenhuma. Ele disse que é “impossível seguir em frente” com a regulamentação se o Congresso não aprovar a tal legislação. “Tem um povo no setor que parece gostar mais de bagunça do que de uma boa lei”, soltou Bessent lá no depoimento no Comitê Bancário do Senado. Logo depois, completou: “Temos que aprovar o Clarity Act. Quem não quiser isso, que vá morar em El Salvador.” Esse trem todo aconteceu depois que a Coinbase, maior empresa de criptomoeda dos EUA, deu pra trás e largou mão de apoiar o projeto, atrapalhando a votação no Senado. O chefe da Coinbase, Brian Armstrong, falou na época que “é melhor não ter lei nenhuma do que ter uma lei ruim”. A Casa Branca não gostou nada disso e respondeu que pensar em viver sem regra é “pura fantasia”. A Coinbase voltou a negociar, mas insiste que as stablecoins — aquelas moedas digitais ligadas ao dólar — têm que poder render juros pros donos. Os bancos chiaram, dizendo que isso podia bagunçar o sistema e tirar dinheiro dos bancos pequenos. Bessent, por sua vez, deu razão em parte pros bancos: “Esses depósitos precisam ser firmes, porque é deles que saem os empréstimos pras comunidades, pras lavouras, pras pequenas empresas”, explicou. No meio da audiência, o senador Mark Warner, que anda tentando costurar esse projeto há meses, desabafou: “Tô me sentindo no inferno das criptomoedas.” Bessent até riu, mas segurou a resposta. $BTC $USDC $BNB
Ô trem bão de acompanhar é esse tal de PAX Gold (PAXG). Pra quem não conhece, cada moedinha dessa vale um pedacim de ouro de verdade. Então, quando o ouro mexe, o PAXG vai atrás. 📊 Como foi o balanço - Preço agora: em torno de R$ 24.955,70 - Oscilação no dia: rodou entre R$ 23.778,62 e R$ 25.640,06 - Resultado: subiu mais ou menos +2,7% 💰 Dinheiro girando - Valor de mercado: perto de R$ 11,27 bilhões - Volume negociado: uns R$ 8,97 bilhões, mas caiu 6,73% 📌 O que isso significa O PAXG é tipo aquele queijo curado que segue o preço do leite: ele acompanha o ouro, mas também depende da procura nas corretoras. Se o povo compra mais, o preço dá uma esticada; se vende, dá uma murchada.
Uai, sô… o mercado de criptomoedas não tá fácil não. Nas últimas 24 horas, algumas moedas levaram uma queda daquelas. Olha só: - Flow (FLOW) caiu mais de 15%. - OpenEden (EDEN) perdeu quase 14%. - Frax (FRAX) desvalorizou mais de 13%. - Coin98 (C98) despencou quase 13%. - NKN (NKN) também não escapou, caindo mais de 11%. No geral, a capitalização do mercado tá em torno de US$ 2,46 trilhões, mas com uma queda de quase 5% no dia. O Bitcoin ainda segura a bronca, dominando mais da metade do mercado. 💡 Prosa mineira sobre o mercado É como diz o ditado: “quando a maré baixa, dá pra ver quem tava nadando sem roupa”. No mundo das criptos, a oscilação é rápida e quem não fica de olho pode perder dinheiro ligeiro. Pra quem investe, o trem é ter calma, diversificar e não se assustar com essas quedas repentinas. Afinal, amanhã pode ser dia de alta e o mercado virar de novo.
Moeda digital em alta: quem tá dando o que falar na Binance
Criptomoedas em alta na Binance hoje Ô trem bão, sô! O mercado de criptomoeda tá fervendo hoje na Binance, e tem umas moedas que tão subindo feito pão de queijo no forno. Bora ver quais tão dando o que falar: - Zilliqa (ZIL): disparou mais de 20% em um dia. Quem segurou, tá rindo à toa. - Frax Share (FXS): deu uma recuperada boa, subindo quase 14%. - Coin98 (C98): valorizou mais de 10%, mostrando que ainda tem gás. - Bounce Token (AUCTION): subiu mais de 9%, mostrando força nos leilões descentralizados. - Mind Network (FHE): cresceu quase 9%, projeto focado em privacidade. - dKargo (DKA): valorizou mais de 8%, mexendo com logística no blockchain. - SKYAI (SKYAI): também subindo mais de 8%, ligado à inteligência artificial. - Golem (GLM): cresceu 5%, lembrando que computação descentralizada ainda tem espaço. Resumindo: O mercado hoje tá igual festa de interior: cada moeda querendo aparecer mais que a outra. Mas cuidado, viu? Cripto é igual montanha russa: sobe rápido, mas também pode despencar sem avisar.
Deputado sugere lei que assegure herança de Bitcoin e perfis em redes sociais aos familiares
Na quarta-feira (4), a Câmara dos Deputados recebeu o Projeto de Lei 246/2026, que quer mexer no Código Civil pra deixar bem claro que herança também vale pros tais dos bens digitais. Esse trem foi apresentado pelo deputado Jonas Donizette (PSB/SP), que viu que hoje em dia muita família sofre pra conseguir acesso às contas e coisas virtuais de parente que já se foi. A ideia é colocar um parágrafo novo no artigo 1.784 da Lei nº 10.406/2002, dizendo que “bens e dados digitais de valor patrimonial e ligados à memória da família” passam direto pros herdeiros, igual acontece com casa, carro e fazenda. O projeto fala de criptomoeda, página na internet, conta virtual, foto e vídeo, tudo entrando na partilha como se fosse bem tradicional. Na justificativa, o deputado fala que a lei brasileira tem que acompanhar a modernidade e não ficar refém das regras de empresas de fora, tipo Google e Meta, que muitas vezes não deixam ninguém mexer nas contas depois que o dono morre. Se passar, vai dar mais segurança pros inventariantes cobrarem transferência de saldo e arquivo, igual já acontece em países como Espanha e Alemanha. Mas tem um porém: quando se trata de Bitcoin guardado em carteira privada, sem chave anotada, aí não tem lei que resolve. Sem a tal da chave, o dinheiro fica perdido pra sempre, porque na blockchain não tem juiz nem autoridade que dê jeito. Ou seja, mesmo com essa novidade, herança de cripto vai depender mais do planejamento do investidor do que da caneta do Estado.
“Peter Schiff declarou que, na realidade, o Bitcoin chegou ao seu término”
Uai, sô, o trem tá feio pro lado do bitcoin nesse começo de fevereiro de 2026. Na quinta-feira, dia 5, a moeda bateu a baixa de 60 mil dólares, e o povo já começou a falar mal dela de novo, até prevendo que pode ser o fim desse dinheiro digital. Convertendo pra nossa moeda, o preço despencou pra uns R$ 319 mil, acompanhando essa onda de venda que tomou conta do mercado. Esse fundo aí mostra que o mundo tá meio desconfiado, sem esperança de ver o bitcoin subir de novo tão cedo.
Um dos cabras que tá aproveitando a confusão em volta do bitcoin pra tentar derrubar a fama da moeda é o velho defensor do ouro e da prata, Peter Schiff. Na quinta-feira, lá na conta dele no X, o homem despejou sua bronca contra o projeto, dizendo que esse trem já tá no fim e que foi a maior mania que o mundo já viu. Com um comentário bem marcante, Schiff ainda cutucou dizendo que o único “sucesso” do bitcoin foi ter convencido países e empresas grandes a guardar essa moeda digital. O post rodou feito fogo em palha na rede do Elon Musk, batendo mais de 1,1 milhão de visualizações. Segundo ele: > “O caso do Bitcoin não é só a queda de 50%, mas sim que a maior mania financeira da história provavelmente acabou. O mais espantoso é como os criadores conseguiram convencer a mídia, os bancos de Wall Street e até políticos a embarcar nesse trem.”
Os dados tão mostrando que o povo tá é com o coração apertado com o bitcoin. O tal do índice de medo e ganância despencou pra 9, numa escala que vai de 0 a 100. Isso quer dizer que o “Medo Extremo” tá reinando, mas ao mesmo tempo pode ser uma boa hora pros caboclos que pensam no longo prazo meter a cara e comprar. E não é à toa, não. Desde outubro de 2025 o bitcoin já levou uma queda de quase 45%. Em quatro meses só, foi uma desvalorização daquelas, que deixa qualquer investidor com a pulga atrás da orelha.
O povo do mercado anda meio desconfiado, acompanhando os números com cuidado, sem se arriscar demais. Já os críticos, uai, tão sempre querendo aparecer, falando que a tal da moeda digital vai acabar. Desde que o Satoshi Nakamoto inventou o bitcoin lá em 2009, já teve gente decretando a “morte” dele umas 462 vezes. Mas o danado continua firme, igual café forte que não falta na cozinha mineira. $BTC $ETH
Corretora falha e distribui Bitcoin por engano — clientes vendem imediatamente
Ô trem bão, sô! A Bithumb, que é uma das grandonas lá da Coreia do Sul no ramo de moeda digital, acabou dando uma tropeçada nessa sexta-feira (6). Num comunicado, eles contaram que mandaram Bitcoin demais pros clientes na hora de pagar umas recompensas de um evento. A empresa pediu desculpa pela confusão e disse que foi um tanto fora do normal de Bitcoin que caiu em algumas contas. E aí, pensa: teve gente que vendeu rapidim, o que fez o preço do BTC dar uma disparada dentro da plataforma, chegando a marcar uns 55 mil dólares nos livros de oferta. Mas na vida real mesmo, o valor do Bitcoin tava em 70 mil. Logo que perceberam a coisa esquisita, o sistema interno deles acusou e eles travaram as negociações das contas envolvidas. Resultado: em uns cinco minutinhos o preço já voltou pro normal. A Bithumb ainda garantiu que o sistema de proteção contra efeito dominó funcionou direitinho, não deixando virar uma quebradeira em cadeia por causa dessa variação doida. E pra sossegar o povo, falaram que não teve nada de ataque de hacker nem problema de segurança. Os ativos dos clientes tão guardados com segurança, e tudo segue funcionando: negociação, depósito, saque, tudim normal. Até agora, eles entendem que ninguém saiu no prejuízo. Prometeram também contar tudo de forma transparente e tomar as medidas necessárias pra ninguém ser lesado. $BTC $XRP $PAXG
A desvalorização do Bitcoin indica o início de um novo ciclo de baixa no mercado de criptomoedas?
Ô trem danado, o Bitcoin despencou bonito desde o pico lá no fim de 2025. Foi uma queda tão feia que bateu recorde: maior tombo em um só dia desde o crash de 2022. Esse tropeço reacendeu a conversa de que as criptomoedas já tão é num bear market, ou seja, mercado de baixa, conforme o povo costuma definir. Entre os dias 4 e 5 de fevereiro, o bicho registrou uma das quedas mais brabas dos últimos três anos: quase 14% num único dia, coisa que não se via desde novembro de 2022. O preço saiu de uns 73 mil dólares e foi parar perto de 60 mil na quinta à noite. Com isso, já perdeu mais de metade do valor em relação ao topo histórico de outubro de 2025, que foi de 126 mil dólares. Só nesse aperto, rolou liquidação de mais de 1,4 bilhão de dólares em 24 horas. Na quinta, até recuperou um tiquinho, mas fechou ainda em queda de mais de 10%, lá pelos 64 mil dólares. Já na sexta cedo, a coisa passou dos limites que o povo usa pra dizer que entrou mesmo em bear market. E não foi só o Bitcoin não, o sentimento geral de risco tá fraquinho. Pra explicar: bear market é quando o preço cai uns 20% ou mais em relação ao pico, e fica assim por um tempo mais longo, meses geralmente. Essa queda puxou a atenção pros mineradores e pras empresas que guardam cripto em tesouraria, porque margens tão apertando e balanço tá ficando mais fraco. Aí aumenta o risco de capitulação, consolidação ou venda forçada. Tem analista falando que o sufoco ainda não acabou. Citam perda de força, menos alavancagem e pressão da economia como fatores que podem empurrar o Bitcoin pra baixo, até uns 38 mil dólares se a venda acelerar. E aí, será que chegou o tal “inverno cripto”? O Carlos Guzman, da GSR, disse que não tem certeza. Ele lembrou que historicamente o mercado segue um ciclo de quatro anos, mas acha que isso é mais profecia que realidade. Pra ele, os fundamentos tão até melhorando e não acredita num inverno longo. Já o pesquisador Siwon Huh, da Four Pillars, falou que olhando só pros preços, já dá pra dizer que é mercado de baixa. A diferença entre uma queda passageira e um bear market é o tempo que demora pra recuperar. Ele lembrou também que o setor de tecnologia dita a liquidez global, e enquanto isso durar, o mercado cripto vai seguir junto. Mas notou que os movimentos recentes tão meio esquisitos, quase artificiais. Pra Huh, o ponto crítico é que a grana que sai do cripto tá indo pra ações e commodities, e não voltando pro Bitcoin. Mesmo assim, ele acredita que pode rolar uma recuperação técnica no curto prazo, já que os fundamentos continuam firmes.
"Fundador da Cardano admite perda de US$ 3 bilhões com a queda das criptomoedas"
Ô trem bão de contar: o Charles Hoskinson, que é o caboclo que fundou a Cardano, falou que essa derrubada do mercado de cripto já fez ele perder mais de 3 bilhão de dólar nas moedas que tem guardadas. Ele soltou isso ontem (5), lá de Tóquio, numa live. Mas segundo ele, essa perda é só no papel, não é dinheiro que ele vendeu não. Disse que não tem intenção de se desfazer dos ativos. “Uai, era fácil demais pegar o lucro e ir embora”, comentou. “Cês acham mesmo que eu tô preocupado se eu perder tudo? Ocês acham que eu tô nessa só por dinheiro?” Hoskinson ainda respondeu às críticas que rodam dentro da turma das cripto, principalmente aquela ideia de que os grandão do setor passam pelas fases ruins sem sentir nada. “Eu já perdi mais dinheiro que qualquer um que tá me ouvindo aqui, mais de 3 bilhão de dólar até agora”, disparou. E isso tudo acontece bem na hora que o mercado tá caindo de novo, geral. A Cardano (ADA), por exemplo, tá com queda de 18% nos últimos sete dias, valendo só 0,26 dólar. No total, o mercado de criptomoedas já perdeu uns 2 trilhão de dólar desde outubro, quando o Bitcoin bateu o topo de 126 mil dólar.
O trem das criptomoedas tá virando outro rumo Não é de hoje que o fundador da Cardano fala das pancadas que o mercado levou. Lá em janeiro mesmo, ele contou num podcast que a coisa já tinha dado prejuízo de mais de 2,5 bilhões de dólares em quatro anos. Segundo ele, isso veio de um ambiente regulatório enjoado e de política metendo o bedelho, o que acabou espantando o investidor comum. Na mesma prosa, Hoskinson disse que o setor não tá indo pra mais um daqueles ciclos de empolgação sem pé nem cabeça, não. O caminho agora é de arrumação estrutural. Pra frente, ele acredita que o futuro das criptomoedas vai depender menos de aposta e mais de mostrar serviço de verdade: soluções que funcionam, infraestrutura firme e aplicações que resolvem problema de gente.
Robert Kiyosaki prevê baixa no Bitcoin e planeja ampliar aquisições
Robert Kiyosaki, o caboclo que escreveu o livro Pai Rico Pai Pobre, soltou um trem no Twitter na quinta-feira (5): “Lucro mesmo cê faz é na hora que compra, não é quando vende”. Ele contou que tá só de butuca, esperando os preços caírem mais pra voltar a pôr dinheiro em Bitcoin e ouro. Disse que já teve vez que segurou a mão e parou de comprar quando a prata bateu uns 60 dólares, o Bitcoin uns 6 mil e o ouro uns 300. Hoje, só pra ter noção, o Bitcoin tá rodando perto de 65 mil dólares, bem abaixo do pico de 126 mil. O ouro já chegou perto de 4.900, depois de passar dos 5 mil, e a prata anda em torno de 75, tendo encostado nos 100. Kiyosaki ainda lembrou que já vendeu um tanto de Bitcoin e ouro pra comprar uma casa, mas falou que não gosta muito de vender não, por causa do imposto que vem em cima do lucro. Agora, a ideia dele é esperar sossegado até aparecer preço mais barato pra acumular de novo. E pra fechar, largou mais uma lição do Pai Rico: quem fica com ganância demais acaba levando prejuízo. Nas palavras dele: “porco engorda, porco ganancioso vai pro abate”.
Ô trem, o Kiyosaki falou que a situação da economia tá enroscada por causa da dívida dos Estados Unidos, que ele calcula em uns 38 trilhões de dólar. O caboclo ainda deu umas alfinetadas no Fed, nos políticos e nos bancos, dizendo que vem tempo ruim pela frente. Pra se garantir, contou que quer comprar mais prata quando tiver a 74 dólares e ouro a 4 mil, e ainda pensa em aumentar a aposta no tal do Ethereum mais pra frente. $BTC $ETH $BNB