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Chainlink (LINK) ganha força no mercado e mira novos níveis nesta sexta-feiraCriptomoeda avança na semana, enquanto indicadores técnicos e o crescimento do ecossistema Chainlink aumentam a atenção dos investidores. Data: 14 de agosto de 2026 A Chainlink (LINK) voltou a chamar a atenção do mercado de criptomoedas nesta sexta-feira (14). O token é negociado próximo de US$ 8,80, com alta de aproximadamente 6% na última semana, segundo dados recentes de mercado. O movimento acontece mesmo em um cenário de maior cautela no mercado cripto. Enquanto diversas criptomoedas enfrentam pressão, a LINK vem apresentando desempenho relativamente mais forte nos últimos dias. LINK sobe e entra no radar do mercado Nas últimas sessões, a Chainlink conseguiu recuperar terreno e se aproximar da região de US$ 8,90, que passou a ser observada pelos traders como uma resistência de curto prazo. Uma análise publicada nesta sexta-feira aponta que a LINK acumulou cerca de 10% de alta na semana, enquanto o indicador MVRV apresentou um sinal considerado positivo pelos analistas. O cenário pode abrir espaço para uma valorização adicional caso o token consiga superar resistências importantes. Outro levantamento aponta que a LINK acumulava alta próxima de 8% na semana e que alguns indicadores técnicos começaram a apresentar sinais historicamente associados a movimentos mais fortes. Isso, porém, não garante uma nova alta. Por que a Chainlink é importante? A Chainlink não é apenas uma criptomoeda. O projeto funciona como uma infraestrutura que conecta blockchains a dados e sistemas externos. Por meio de sua rede de oráculos, a Chainlink permite que contratos inteligentes recebam informações verificáveis, como preços de ativos e outros dados necessários para o funcionamento de aplicações descentralizadas. A plataforma também trabalha com interoperabilidade entre blockchains, principalmente por meio do CCIP, além de soluções voltadas para ativos tokenizados, stablecoins, DeFi e mercados financeiros. CCIP pode ser um dos principais motores do projeto Um dos pontos mais importantes para o futuro da Chainlink é o Cross-Chain Interoperability Protocol (CCIP). A tecnologia foi desenvolvida para permitir a comunicação e transferência de informações e ativos entre diferentes redes blockchain. A expansão desse tipo de infraestrutura pode ser importante à medida que bancos, empresas e projetos financeiros aumentam o uso de ativos digitais. Dados divulgados ao longo de 2026 mostram crescimento relevante na utilização do CCIP, reforçando a tese de que a Chainlink pretende atuar como uma camada de infraestrutura para o mercado financeiro baseado em blockchain. Instituições também estão de olho na Chainlink O interesse institucional é outro fator que vem ajudando a fortalecer a narrativa em torno da LINK. Em junho, a Chainlink anunciou o Project Pangea, iniciativa desenvolvida com consórcios bancários multinacionais para estudar uma estrutura de liquidação T+0 para mercados internacionais de câmbio. Esse tipo de iniciativa mostra que a tecnologia da Chainlink está sendo direcionada não apenas para aplicações de criptomoedas, mas também para possíveis usos no mercado financeiro tradicional. Standard Chartered projeta LINK a US$ 200 Um dos assuntos que mais repercutiram recentemente foi a projeção do Standard Chartered para a Chainlink. O banco estabeleceu uma estimativa de US$ 200 para a LINK até 2030, citando principalmente o potencial de crescimento relacionado à tokenização e ao desenvolvimento do setor de finanças descentralizadas. É importante destacar que essa é uma projeção de longo prazo, e não uma previsão de que o preço chegará rapidamente a US$ 200. O que pode acontecer com a LINK? No curto prazo, a região próxima de US$ 8,90 merece atenção. Uma ruptura consistente dessa área poderia fortalecer o movimento comprador, enquanto uma rejeição pode provocar realização de lucros e levar o preço novamente para níveis mais baixos. O desempenho do Bitcoin também continua sendo importante. Uma piora generalizada no mercado pode limitar a capacidade de valorização das altcoins, mesmo aquelas com fundamentos sólidos. Por outro lado, se o mercado voltar a favorecer as altcoins e a Chainlink continuar apresentando crescimento de utilização, a LINK poderá permanecer entre os ativos observados pelos investidores. LINK ainda tem potencial? A Chainlink possui alguns fatores que diferenciam o projeto: infraestrutura de oráculos, interoperabilidade entre blockchains, CCIP, tokenização de ativos e crescente aproximação com instituições financeiras. Ao mesmo tempo, existe um ponto que merece atenção: o crescimento da rede não necessariamente se transforma imediatamente em valorização do token LINK. A relação entre utilização da infraestrutura e captura de valor pelo token continua sendo uma questão importante para quem acompanha o projeto. Portanto, a alta recente é um sinal positivo, mas não elimina os riscos existentes no mercado de criptomoedas. A Chainlink (LINK) chega ao fim da semana em uma posição mais interessante do ponto de vista do mercado. Com o preço próximo de US$ 8,80, alta semanal e indicadores técnicos despertando atenção, o token voltou a ficar no radar dos investidores. Mais importante que o movimento de curto prazo, porém, é o avanço da própria infraestrutura da Chainlink. A expansão do CCIP, os projetos envolvendo instituições financeiras e o crescimento da tokenização podem ser importantes para a trajetória do ecossistema nos próximos anos. Ainda assim, projeções de preços como US$ 200 são cenários e não garantias. A LINK continua sujeita à volatilidade do mercado e às condições gerais das criptomoedas. Meta description: Chainlink (LINK) ganha força nesta sexta-feira, acumula alta na semana e volta ao radar do mercado. Veja preço, fundamentos, CCIP e perspectivas para a criptomoeda. Aviso: Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de compra ou venda de criptomoedas.

Chainlink (LINK) ganha força no mercado e mira novos níveis nesta sexta-feira

Criptomoeda avança na semana, enquanto indicadores técnicos e o crescimento do ecossistema Chainlink aumentam a atenção dos investidores.
Data: 14 de agosto de 2026
A Chainlink (LINK) voltou a chamar a atenção do mercado de criptomoedas nesta sexta-feira (14). O token é negociado próximo de US$ 8,80, com alta de aproximadamente 6% na última semana, segundo dados recentes de mercado.
O movimento acontece mesmo em um cenário de maior cautela no mercado cripto. Enquanto diversas criptomoedas enfrentam pressão, a LINK vem apresentando desempenho relativamente mais forte nos últimos dias.
LINK sobe e entra no radar do mercado
Nas últimas sessões, a Chainlink conseguiu recuperar terreno e se aproximar da região de US$ 8,90, que passou a ser observada pelos traders como uma resistência de curto prazo.
Uma análise publicada nesta sexta-feira aponta que a LINK acumulou cerca de 10% de alta na semana, enquanto o indicador MVRV apresentou um sinal considerado positivo pelos analistas. O cenário pode abrir espaço para uma valorização adicional caso o token consiga superar resistências importantes.
Outro levantamento aponta que a LINK acumulava alta próxima de 8% na semana e que alguns indicadores técnicos começaram a apresentar sinais historicamente associados a movimentos mais fortes. Isso, porém, não garante uma nova alta.
Por que a Chainlink é importante?
A Chainlink não é apenas uma criptomoeda. O projeto funciona como uma infraestrutura que conecta blockchains a dados e sistemas externos.
Por meio de sua rede de oráculos, a Chainlink permite que contratos inteligentes recebam informações verificáveis, como preços de ativos e outros dados necessários para o funcionamento de aplicações descentralizadas.
A plataforma também trabalha com interoperabilidade entre blockchains, principalmente por meio do CCIP, além de soluções voltadas para ativos tokenizados, stablecoins, DeFi e mercados financeiros.
CCIP pode ser um dos principais motores do projeto
Um dos pontos mais importantes para o futuro da Chainlink é o Cross-Chain Interoperability Protocol (CCIP).
A tecnologia foi desenvolvida para permitir a comunicação e transferência de informações e ativos entre diferentes redes blockchain. A expansão desse tipo de infraestrutura pode ser importante à medida que bancos, empresas e projetos financeiros aumentam o uso de ativos digitais.
Dados divulgados ao longo de 2026 mostram crescimento relevante na utilização do CCIP, reforçando a tese de que a Chainlink pretende atuar como uma camada de infraestrutura para o mercado financeiro baseado em blockchain.
Instituições também estão de olho na Chainlink
O interesse institucional é outro fator que vem ajudando a fortalecer a narrativa em torno da LINK.
Em junho, a Chainlink anunciou o Project Pangea, iniciativa desenvolvida com consórcios bancários multinacionais para estudar uma estrutura de liquidação T+0 para mercados internacionais de câmbio.
Esse tipo de iniciativa mostra que a tecnologia da Chainlink está sendo direcionada não apenas para aplicações de criptomoedas, mas também para possíveis usos no mercado financeiro tradicional.
Standard Chartered projeta LINK a US$ 200
Um dos assuntos que mais repercutiram recentemente foi a projeção do Standard Chartered para a Chainlink.
O banco estabeleceu uma estimativa de US$ 200 para a LINK até 2030, citando principalmente o potencial de crescimento relacionado à tokenização e ao desenvolvimento do setor de finanças descentralizadas.
É importante destacar que essa é uma projeção de longo prazo, e não uma previsão de que o preço chegará rapidamente a US$ 200.
O que pode acontecer com a LINK?
No curto prazo, a região próxima de US$ 8,90 merece atenção. Uma ruptura consistente dessa área poderia fortalecer o movimento comprador, enquanto uma rejeição pode provocar realização de lucros e levar o preço novamente para níveis mais baixos.
O desempenho do Bitcoin também continua sendo importante. Uma piora generalizada no mercado pode limitar a capacidade de valorização das altcoins, mesmo aquelas com fundamentos sólidos.
Por outro lado, se o mercado voltar a favorecer as altcoins e a Chainlink continuar apresentando crescimento de utilização, a LINK poderá permanecer entre os ativos observados pelos investidores.
LINK ainda tem potencial?
A Chainlink possui alguns fatores que diferenciam o projeto: infraestrutura de oráculos, interoperabilidade entre blockchains, CCIP, tokenização de ativos e crescente aproximação com instituições financeiras.
Ao mesmo tempo, existe um ponto que merece atenção: o crescimento da rede não necessariamente se transforma imediatamente em valorização do token LINK. A relação entre utilização da infraestrutura e captura de valor pelo token continua sendo uma questão importante para quem acompanha o projeto.
Portanto, a alta recente é um sinal positivo, mas não elimina os riscos existentes no mercado de criptomoedas.
A Chainlink (LINK) chega ao fim da semana em uma posição mais interessante do ponto de vista do mercado. Com o preço próximo de US$ 8,80, alta semanal e indicadores técnicos despertando atenção, o token voltou a ficar no radar dos investidores.
Mais importante que o movimento de curto prazo, porém, é o avanço da própria infraestrutura da Chainlink. A expansão do CCIP, os projetos envolvendo instituições financeiras e o crescimento da tokenização podem ser importantes para a trajetória do ecossistema nos próximos anos.
Ainda assim, projeções de preços como US$ 200 são cenários e não garantias. A LINK continua sujeita à volatilidade do mercado e às condições gerais das criptomoedas.
Meta description: Chainlink (LINK) ganha força nesta sexta-feira, acumula alta na semana e volta ao radar do mercado. Veja preço, fundamentos, CCIP e perspectivas para a criptomoeda.
Aviso: Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de compra ou venda de criptomoedas.
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Nova regra de 24 horas do Banco Central pode impactar eficiência dos pagamentos com stablecoinsRegra de 24 horas do Banco Central pode mudar dinâmica das stablecoins A nova regra do Banco Central mexeu na Resolução BCB nº 142/2021 e ampliou os procedimentos de controle para os serviços envolvendo ativos virtuais oferecidos por instituições autorizadas e pelas chamadas SPSAVs, inclusive aquelas que ainda estão passando pelo processo de adaptação às novas exigências. O ponto que mais chama atenção está no novo artigo 2º-B. Pela norma, transferências para empresas sediadas no exterior que trabalham com ativos virtuais ou para carteiras de autocustódia poderão ficar retidas por 24 horas, contadas a partir do recebimento dos recursos usados no aporte. A medida vale para operações acima de US$ 10 mil, seja em uma única movimentação ou somando as operações feitas pelo cliente no mesmo dia. Também entram nessa regra as transações que, de acordo com a avaliação de risco da instituição, precisem passar por uma análise mais cuidadosa. E sim, as stablecoins estão incluídas. Prevenção a fraudes x velocidade Na avaliação de Thiago do Amaral Santos, sócio do Barcellos Tucunduva Advogados e especialista em meios de pagamento e criptoativos, a preocupação do Banco Central em combater fraudes faz sentido. O que está em discussão é se segurar uma operação por 24 horas seria mesmo o melhor caminho. Segundo ele, golpes podem acontecer em diferentes meios de pagamento, como Pix, cartões, câmbio e também no mercado cripto. Por isso, embora as criptomoedas tenham características próprias que justifiquem controles específicos, isso não significa necessariamente que toda operação legítima deva enfrentar uma espera desse tamanho. E aí está o ponto que pode pesar mais para as stablecoins. Uma das grandes vantagens desses ativos é justamente permitir transferências e liquidações de forma contínua e, em determinadas situações, quase instantânea. Uma espera obrigatória de 24 horas pode acabar tirando uma parte dessa eficiência. Não é um bloqueio definitivo É importante deixar claro: a regra não significa que os ativos serão bloqueados de forma permanente. A retenção tem caráter preventivo e serve para que a instituição faça uma análise de risco. Depois dessa avaliação, a operação pode ser liberada. Outro detalhe que merece atenção é que a norma não faz distinção entre pessoa física e empresa, nem separa operações de varejo das transações corporativas. Para Amaral, esse ponto pode pesar especialmente nas operações B2B. Uma movimentação de US$ 10 mil pode ser considerada alta para determinado cliente, mas é um valor relativamente pequeno para muitas empresas que fazem pagamentos internacionais normalmente. Empresas podem realizar transações maiores com parceiros comerciais conhecidos, mantendo histórico de relacionamento e uma finalidade econômica bem definida. Nesse cenário, uma operação recorrente entre empresas já conhecidas é bem diferente de uma transferência isolada para uma contraparte desconhecida. Mesmo assim, ambas podem cair no procedimento de retenção caso ultrapassem o limite estabelecido e estejam dentro das situações previstas pela norma. Análise de risco pode fazer diferença A própria resolução permite que a instituição encerre a retenção antes das 24 horas, desde que exista uma decisão fundamentada e sejam considerados fatores como o perfil do cliente, a operação, a contraparte e a jurisdição envolvida. Essa possibilidade pode ser importante principalmente para empresas que fazem operações frequentes e já possuem histórico conhecido. Em vez de olhar somente para o valor movimentado, uma análise mais completa pode considerar o relacionamento comercial, o comportamento financeiro do cliente, quem está recebendo o dinheiro e qual é a finalidade da transferência. Outro ponto que ainda pode gerar dúvidas é justamente a contagem das 24 horas. A norma fala em recebimento dos recursos de aporte, mas não detalha completamente como isso funcionará quando o cliente possui vários aportes diferentes ou realiza diversas operações em sequência. Por isso, segundo o especialista, podem ser necessários novos esclarecimentos por parte do Banco Central. Regra pode aumentar a fricção no mercado Na visão de Amaral, seria possível reforçar os mecanismos de prevenção a fraudes utilizando ferramentas que as instituições reguladas já possuem, como identificação do cliente, monitoramento das transações, gerenciamento de riscos e controles internos. A discussão, portanto, não é sobre acabar com os controles, mas encontrar um equilíbrio entre segurança e agilidade. Quanto maior for a dificuldade criada para operações legítimas dentro das instituições brasileiras, maior pode ser o estímulo para alguns usuários procurarem alternativas estrangeiras ou soluções descentralizadas que estejam fora do alcance direto da supervisão brasileira. A nova regra também determina que o cliente seja informado quando uma transferência for retida e amplia para os serviços de ativos virtuais a exigência de registros diários relacionados a fraudes e tentativas de fraude. No fim das contas, a medida mostra que o Banco Central está apertando o cerco contra golpes no mercado de criptoativos. A questão agora é saber até que ponto essa proteção vai conseguir andar junto com a velocidade que tornou as stablecoins tão interessantes para pagamentos e transferências digitais.$BANANAS31 ,$PAXG ,$POL

Nova regra de 24 horas do Banco Central pode impactar eficiência dos pagamentos com stablecoins

Regra de 24 horas do Banco Central pode mudar dinâmica das stablecoins
A nova regra do Banco Central mexeu na Resolução BCB nº 142/2021 e ampliou os procedimentos de controle para os serviços envolvendo ativos virtuais oferecidos por instituições autorizadas e pelas chamadas SPSAVs, inclusive aquelas que ainda estão passando pelo processo de adaptação às novas exigências.
O ponto que mais chama atenção está no novo artigo 2º-B. Pela norma, transferências para empresas sediadas no exterior que trabalham com ativos virtuais ou para carteiras de autocustódia poderão ficar retidas por 24 horas, contadas a partir do recebimento dos recursos usados no aporte.
A medida vale para operações acima de US$ 10 mil, seja em uma única movimentação ou somando as operações feitas pelo cliente no mesmo dia. Também entram nessa regra as transações que, de acordo com a avaliação de risco da instituição, precisem passar por uma análise mais cuidadosa. E sim, as stablecoins estão incluídas.
Prevenção a fraudes x velocidade
Na avaliação de Thiago do Amaral Santos, sócio do Barcellos Tucunduva Advogados e especialista em meios de pagamento e criptoativos, a preocupação do Banco Central em combater fraudes faz sentido. O que está em discussão é se segurar uma operação por 24 horas seria mesmo o melhor caminho.
Segundo ele, golpes podem acontecer em diferentes meios de pagamento, como Pix, cartões, câmbio e também no mercado cripto. Por isso, embora as criptomoedas tenham características próprias que justifiquem controles específicos, isso não significa necessariamente que toda operação legítima deva enfrentar uma espera desse tamanho.
E aí está o ponto que pode pesar mais para as stablecoins.
Uma das grandes vantagens desses ativos é justamente permitir transferências e liquidações de forma contínua e, em determinadas situações, quase instantânea. Uma espera obrigatória de 24 horas pode acabar tirando uma parte dessa eficiência.
Não é um bloqueio definitivo
É importante deixar claro: a regra não significa que os ativos serão bloqueados de forma permanente.
A retenção tem caráter preventivo e serve para que a instituição faça uma análise de risco. Depois dessa avaliação, a operação pode ser liberada.
Outro detalhe que merece atenção é que a norma não faz distinção entre pessoa física e empresa, nem separa operações de varejo das transações corporativas.
Para Amaral, esse ponto pode pesar especialmente nas operações B2B.
Uma movimentação de US$ 10 mil pode ser considerada alta para determinado cliente, mas é um valor relativamente pequeno para muitas empresas que fazem pagamentos internacionais normalmente. Empresas podem realizar transações maiores com parceiros comerciais conhecidos, mantendo histórico de relacionamento e uma finalidade econômica bem definida.
Nesse cenário, uma operação recorrente entre empresas já conhecidas é bem diferente de uma transferência isolada para uma contraparte desconhecida. Mesmo assim, ambas podem cair no procedimento de retenção caso ultrapassem o limite estabelecido e estejam dentro das situações previstas pela norma.
Análise de risco pode fazer diferença
A própria resolução permite que a instituição encerre a retenção antes das 24 horas, desde que exista uma decisão fundamentada e sejam considerados fatores como o perfil do cliente, a operação, a contraparte e a jurisdição envolvida.
Essa possibilidade pode ser importante principalmente para empresas que fazem operações frequentes e já possuem histórico conhecido.
Em vez de olhar somente para o valor movimentado, uma análise mais completa pode considerar o relacionamento comercial, o comportamento financeiro do cliente, quem está recebendo o dinheiro e qual é a finalidade da transferência.
Outro ponto que ainda pode gerar dúvidas é justamente a contagem das 24 horas. A norma fala em recebimento dos recursos de aporte, mas não detalha completamente como isso funcionará quando o cliente possui vários aportes diferentes ou realiza diversas operações em sequência.
Por isso, segundo o especialista, podem ser necessários novos esclarecimentos por parte do Banco Central.
Regra pode aumentar a fricção no mercado
Na visão de Amaral, seria possível reforçar os mecanismos de prevenção a fraudes utilizando ferramentas que as instituições reguladas já possuem, como identificação do cliente, monitoramento das transações, gerenciamento de riscos e controles internos.
A discussão, portanto, não é sobre acabar com os controles, mas encontrar um equilíbrio entre segurança e agilidade.
Quanto maior for a dificuldade criada para operações legítimas dentro das instituições brasileiras, maior pode ser o estímulo para alguns usuários procurarem alternativas estrangeiras ou soluções descentralizadas que estejam fora do alcance direto da supervisão brasileira.
A nova regra também determina que o cliente seja informado quando uma transferência for retida e amplia para os serviços de ativos virtuais a exigência de registros diários relacionados a fraudes e tentativas de fraude.
No fim das contas, a medida mostra que o Banco Central está apertando o cerco contra golpes no mercado de criptoativos. A questão agora é saber até que ponto essa proteção vai conseguir andar junto com a velocidade que tornou as stablecoins tão interessantes para pagamentos e transferências digitais.$BANANAS31 ,$PAXG ,$POL
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Vazamento de dados da Trezor atinge milhares de clientes, incluindo brasileirosVazamento na Trezor expõe dados de milhares de clientes, incluindo brasileiros Um vazamento de dados envolvendo um dos parceiros de logística da Trezor acabou colocando informações pessoais de milhares de clientes em risco. O caso foi divulgado pela empresa nesta quinta-feira (13) e envolve nomes, telefones, e-mails e endereços de residência. A empresa responsável pelo armazenamento e envio dos produtos, a ShipMonk, avisou a Trezor na segunda-feira que uma pessoa não autorizada conseguiu acessar sistemas que guardavam informações de clientes. No total, 13.689 pessoas foram afetadas. Desse número, 11.742 tiveram dados completos expostos, enquanto outras 1.947 tiveram nomes, cidades e endereços de e-mail comprometidos. Os pedidos envolvidos foram feitos entre 10 de maio e 8 de agosto e enviados para países como Estados Unidos, Reino Unido, Suécia, Colômbia, Brasil, Itália e Portugal. A Trezor ressaltou que seus próprios sistemas não foram invadidos. Segundo a fabricante, nenhum dispositivo, chave privada ou backup de carteira foi comprometido. O impacto do vazamento também teria sido reduzido por uma política de segurança que determina que parceiros apaguem ou anonimizem os dados dos pedidos 90 dias depois da entrega. Com isso, informações de pedidos mais antigos já não estavam armazenadas. Quem não recebeu uma comunicação oficial da Trezor, segundo a empresa, não foi afetado pelo incidente. A companhia também afirmou que, em seus 13 anos de atividade, nunca havia registrado um vazamento que expusesse simultaneamente números de telefone e endereços de entrega de clientes. Atenção redobrada contra golpes A principal preocupação agora é com possíveis golpes de phishing. A Trezor orienta os clientes a desconfiarem de contatos inesperados e reforça que um backup de carteira nunca deve ser digitado em sites ou serviços online. Casos anteriores mostram que o problema pode ir além de mensagens falsas. Em 2020, um vazamento envolvendo a Ledger expôs dados de aproximadamente 272 mil clientes. Depois disso, alguns usuários relataram ameaças e tentativas de extorsão. O cenário também preocupa porque ataques físicos contra pessoas que possuem criptomoedas vêm ganhando espaço. Segundo dados citados no relatório, foram registrados 52 ataques desse tipo no primeiro semestre de 2026, contra 39 no mesmo período do ano anterior. A Chainalysis estimou que mais de US$ 30 milhões foram roubados nesses ataques durante os seis primeiros meses do ano. Problema na cadeia de fornecedores O caso da Trezor não é isolado. Empresas do setor de carteiras de hardware já enfrentaram problemas envolvendo fornecedores e parceiros externos. A Ledger, por exemplo, informou anteriormente sobre uma violação relacionada a um parceiro de comércio eletrônico. O episódio envolvendo a Trezor acontece ainda em meio às preocupações provocadas pelo recente exploit da Coldcard, que levou usuários de diferentes carteiras a adotarem medidas adicionais de segurança. Diante desse cenário, a Trezor anunciou que pretende ampliar a privacidade nas entregas. A empresa está desenvolvendo uma modalidade de Entrega Anônima, com retirada em armários, embalagem neutra, informações genéricas do remetente e exclusão automática de identificadores de envio. A previsão é que o novo sistema esteja disponível na União Europeia até setembro e nos Estados Unidos até o fim de 2026. Para os usuários brasileiros afetados, o principal cuidado é ficar atento a e-mails, mensagens ou ligações inesperadas que utilizem informações pessoais para tentar ganhar confiança.$AAPLB ,$XRP ,$SOL

Vazamento de dados da Trezor atinge milhares de clientes, incluindo brasileiros

Vazamento na Trezor expõe dados de milhares de clientes, incluindo brasileiros
Um vazamento de dados envolvendo um dos parceiros de logística da Trezor acabou colocando informações pessoais de milhares de clientes em risco. O caso foi divulgado pela empresa nesta quinta-feira (13) e envolve nomes, telefones, e-mails e endereços de residência.
A empresa responsável pelo armazenamento e envio dos produtos, a ShipMonk, avisou a Trezor na segunda-feira que uma pessoa não autorizada conseguiu acessar sistemas que guardavam informações de clientes.
No total, 13.689 pessoas foram afetadas. Desse número, 11.742 tiveram dados completos expostos, enquanto outras 1.947 tiveram nomes, cidades e endereços de e-mail comprometidos. Os pedidos envolvidos foram feitos entre 10 de maio e 8 de agosto e enviados para países como Estados Unidos, Reino Unido, Suécia, Colômbia, Brasil, Itália e Portugal.
A Trezor ressaltou que seus próprios sistemas não foram invadidos. Segundo a fabricante, nenhum dispositivo, chave privada ou backup de carteira foi comprometido.
O impacto do vazamento também teria sido reduzido por uma política de segurança que determina que parceiros apaguem ou anonimizem os dados dos pedidos 90 dias depois da entrega. Com isso, informações de pedidos mais antigos já não estavam armazenadas.
Quem não recebeu uma comunicação oficial da Trezor, segundo a empresa, não foi afetado pelo incidente. A companhia também afirmou que, em seus 13 anos de atividade, nunca havia registrado um vazamento que expusesse simultaneamente números de telefone e endereços de entrega de clientes.
Atenção redobrada contra golpes
A principal preocupação agora é com possíveis golpes de phishing. A Trezor orienta os clientes a desconfiarem de contatos inesperados e reforça que um backup de carteira nunca deve ser digitado em sites ou serviços online.
Casos anteriores mostram que o problema pode ir além de mensagens falsas. Em 2020, um vazamento envolvendo a Ledger expôs dados de aproximadamente 272 mil clientes. Depois disso, alguns usuários relataram ameaças e tentativas de extorsão.
O cenário também preocupa porque ataques físicos contra pessoas que possuem criptomoedas vêm ganhando espaço. Segundo dados citados no relatório, foram registrados 52 ataques desse tipo no primeiro semestre de 2026, contra 39 no mesmo período do ano anterior.
A Chainalysis estimou que mais de US$ 30 milhões foram roubados nesses ataques durante os seis primeiros meses do ano.
Problema na cadeia de fornecedores
O caso da Trezor não é isolado. Empresas do setor de carteiras de hardware já enfrentaram problemas envolvendo fornecedores e parceiros externos. A Ledger, por exemplo, informou anteriormente sobre uma violação relacionada a um parceiro de comércio eletrônico.
O episódio envolvendo a Trezor acontece ainda em meio às preocupações provocadas pelo recente exploit da Coldcard, que levou usuários de diferentes carteiras a adotarem medidas adicionais de segurança.
Diante desse cenário, a Trezor anunciou que pretende ampliar a privacidade nas entregas. A empresa está desenvolvendo uma modalidade de Entrega Anônima, com retirada em armários, embalagem neutra, informações genéricas do remetente e exclusão automática de identificadores de envio.
A previsão é que o novo sistema esteja disponível na União Europeia até setembro e nos Estados Unidos até o fim de 2026.
Para os usuários brasileiros afetados, o principal cuidado é ficar atento a e-mails, mensagens ou ligações inesperadas que utilizem informações pessoais para tentar ganhar confiança.$AAPLB ,$XRP ,$SOL
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BNB se destaca no mercado cripto nesta semana, apesar da queda nesta sexta-feiraCriptomoeda acumula alta nos últimos sete dias, mas enfrenta realização de lucros e pressão no mercado nesta sexta-feira O mercado de criptomoedas amanheceu mais cauteloso nesta sexta-feira, 14 de agosto de 2026. O Bitcoin segue próximo da região de US$ 63 mil, enquanto várias das principais altcoins registram pressão vendedora. Nesse cenário, a BNB aparece como um dos ativos que ainda conseguem mostrar desempenho positivo no acumulado da semana. Segundo dados de mercado divulgados nesta sexta-feira, a BNB era negociada perto de US$ 602, apresentando queda diária de aproximadamente 1,05%. Mesmo com o recuo de hoje, a criptomoeda acumulava alta de cerca de 1,88% nos últimos sete dias. O que está movimentando a BNB? A movimentação recente da BNB ocorre em meio a um mercado mais volátil. Parte dos investidores aproveitou a valorização recente para realizar lucros, enquanto a redução da demanda e o fechamento de posições alavancadas aumentaram a pressão sobre o preço. Indicadores técnicos acompanhados pelo mercado mostram sinais mistos. Enquanto alguns indicadores apontam cautela, outros sugerem que a região atual pode voltar a atrair compradores caso o sentimento geral do mercado melhore. Mercado continua de olho no Bitcoin O comportamento da BNB também depende bastante do cenário geral das criptomoedas. O Bitcoin vem encontrando dificuldade para superar novamente a região de US$ 64 mil, enquanto os investidores acompanham os dados econômicos dos Estados Unidos e os fluxos dos ETFs. Nesta sexta-feira, o Bitcoin era negociado próximo de US$ 63 mil, com o mercado demonstrando pouco apetite ao risco. BNB pode continuar no radar? A BNB continua sendo uma criptomoeda importante para acompanhar, principalmente depois de manter desempenho positivo no acumulado de sete dias. Porém, a queda registrada nesta sexta mostra que o movimento de alta ainda não está garantido. Para uma recuperação mais consistente, será importante observar se a BNB consegue recuperar força compradora e se o mercado como um todo volta a apresentar maior apetite por ativos de risco. Por enquanto, o cenário pede cautela. A moeda está mostrando resistência no acumulado da semana, mas ainda enfrenta pressão no curto prazo. Resumo: a BNB é uma das principais criptomoedas que merece atenção nesta sexta-feira, mas sua alta semanal acontece em um mercado que continua bastante instável. Para quem acompanha o setor, vale observar principalmente o comportamento do Bitcoin e o volume de negociação antes de tirar conclusões sobre uma nova tendência. Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de compra ou venda de criptomoedas.

BNB se destaca no mercado cripto nesta semana, apesar da queda nesta sexta-feira

Criptomoeda acumula alta nos últimos sete dias, mas enfrenta realização de lucros e pressão no mercado nesta sexta-feira
O mercado de criptomoedas amanheceu mais cauteloso nesta sexta-feira, 14 de agosto de 2026. O Bitcoin segue próximo da região de US$ 63 mil, enquanto várias das principais altcoins registram pressão vendedora. Nesse cenário, a BNB aparece como um dos ativos que ainda conseguem mostrar desempenho positivo no acumulado da semana.
Segundo dados de mercado divulgados nesta sexta-feira, a BNB era negociada perto de US$ 602, apresentando queda diária de aproximadamente 1,05%. Mesmo com o recuo de hoje, a criptomoeda acumulava alta de cerca de 1,88% nos últimos sete dias.
O que está movimentando a BNB?
A movimentação recente da BNB ocorre em meio a um mercado mais volátil. Parte dos investidores aproveitou a valorização recente para realizar lucros, enquanto a redução da demanda e o fechamento de posições alavancadas aumentaram a pressão sobre o preço.
Indicadores técnicos acompanhados pelo mercado mostram sinais mistos. Enquanto alguns indicadores apontam cautela, outros sugerem que a região atual pode voltar a atrair compradores caso o sentimento geral do mercado melhore.
Mercado continua de olho no Bitcoin
O comportamento da BNB também depende bastante do cenário geral das criptomoedas. O Bitcoin vem encontrando dificuldade para superar novamente a região de US$ 64 mil, enquanto os investidores acompanham os dados econômicos dos Estados Unidos e os fluxos dos ETFs.
Nesta sexta-feira, o Bitcoin era negociado próximo de US$ 63 mil, com o mercado demonstrando pouco apetite ao risco.
BNB pode continuar no radar?
A BNB continua sendo uma criptomoeda importante para acompanhar, principalmente depois de manter desempenho positivo no acumulado de sete dias. Porém, a queda registrada nesta sexta mostra que o movimento de alta ainda não está garantido.
Para uma recuperação mais consistente, será importante observar se a BNB consegue recuperar força compradora e se o mercado como um todo volta a apresentar maior apetite por ativos de risco.
Por enquanto, o cenário pede cautela. A moeda está mostrando resistência no acumulado da semana, mas ainda enfrenta pressão no curto prazo.
Resumo: a BNB é uma das principais criptomoedas que merece atenção nesta sexta-feira, mas sua alta semanal acontece em um mercado que continua bastante instável. Para quem acompanha o setor, vale observar principalmente o comportamento do Bitcoin e o volume de negociação antes de tirar conclusões sobre uma nova tendência.
Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de compra ou venda de criptomoedas.
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Falha no roteamento quase derrubou a Solana nesta quarta-feira; entenda o que aconteceuFalha de roteamento quase faz a Solana parar: entenda o que aconteceu A Solana (SOL) passou por um baita aperto na manhã desta quarta-feira (12). A rede chegou a ficar a apenas 4,51 pontos percentuais do limite necessário para perder a capacidade de finalizar transações. O problema começou depois que uma única rota de rede configurada de forma errada em um provedor de hospedagem deixou 28,83% do SOL em staking indisponível. Para a Solana deixar de finalizar transações, seria necessário que 33,34% do staking ficasse comprometido. Naquele momento, portanto, a rede chegou perto de 86% desse limite. A responsável pelo problema foi a Teraswitch, que explicou posteriormente o que aconteceu. A empresa utiliza internamente uma rota padrão para indicar que um roteador de borda consegue acessar a internet. Normalmente, cada local dá preferência à rota anunciada pelos próprios roteadores. Só que uma rota padrão do site da empresa em Miami acabou sendo divulgada sem suas métricas e comunidades. Um refletor de rotas localizado em Amsterdã então espalhou essa informação para regiões da Europa e da Ásia-Pacífico. Os roteadores dessas regiões entenderam que aquela rota era uma opção local e passaram a escolhê-la em vez da rota correta. O problema é que ela acabou sendo enviada para o núcleo do data center, onde foi considerada inválida. Com isso, 12 sites, localizados em Londres, Amsterdã, Dublin, Frankfurt, Singapura e Tóquio, ficaram sem uma rota válida para encaminhar o tráfego. A América do Norte, por sua vez, não foi afetada pelo incidente. A boa notícia é que a falha foi identificada rapidamente. Os engenheiros da Teraswitch encontraram o problema em cerca de 10 minutos, e o serviço foi totalmente restaurado às 04:16:15 UTC. O episódio mostra como uma falha aparentemente pequena na infraestrutura de internet pode, no caso de uma rede blockchain, chegar bem perto de causar um problema de grandes proporções. Concentração de staking acende alerta na Solana O protocolo de staking Marinade Finance foi conferir os números depois do problema e descobriu que a interrupção ficou praticamente concentrada em um único sistema autônomo. O AS20326 reúne cerca de 118,9 milhões de SOL, mais de um quarto de todo o volume em staking na rede. Durante o incidente, aproximadamente 94% desse montante ficou fora do ar praticamente ao mesmo tempo. E aí mora uma preocupação danada: esse percentual já passa do limite pensado justamente para evitar uma concentração desse tamanho. O programa de delegação da Fundação Solana recomenda que nenhum sistema autônomo concentre mais de 25% do staking da rede. O AS20326, porém, estava com 27,34%. Mais de 80 milhões de SOL ficaram esperando A análise da Marinade mostrou ainda que 59 validadores, responsáveis por cerca de 80,2 milhões de SOL, voltaram a funcionar praticamente na mesma janela de tempo em Amsterdã, Frankfurt e Tóquio. Em vez de migrarem o tráfego para outra rota, esses validadores ficaram esperando o problema de roteamento ser resolvido. Entre os casos mais relevantes está o da Helius, segundo maior validador da Solana, que permaneceu fora do ar durante os 33 minutos do incidente. Dos 74 operadores que a Marinade conseguiu analisar, apenas três apresentaram recuperação sem problemas: Laine e Cogent Crypto, ambos administrados pela Sol Strategies, além da Lion3d. A situação também mostra que o risco não está limitado a um único provedor. Outros 14,1 milhões de SOL ficaram offline praticamente no mesmo período em operadores como latitude.sh, Limestone, Butterfly Research e Allnodes. Segundo a Marinade, os dados disponíveis não permitem explicar exatamente essa coincidência. Isso levanta outro ponto importante: medir a concentração de staking apenas pelo provedor de hospedagem pode acabar escondendo riscos que aparecem quando diferentes operadores dependem de estruturas de rede semelhantes. A Marinade também resolveu olhar para o próprio quintal. A empresa informou que quatro sistemas autônomos concentram cerca de dois terços do staking distribuído pelo seu modelo de alocação. Um deles, o AS395201, sozinho representa 36,94%. A própria empresa reconheceu que não é hora de ficar confortável com esse cenário — e isso vale para ela também. A Marinade afirmou que pretende revisar seus limites de concentração por rede e por data center. Também deve começar a divulgar se determinado validador conta com hot swap e failover automático, informações que hoje não são possíveis de verificar externamente. Recompensas perdidas serão cobertas As perdas ficaram bem menores do que poderiam ter sido. Os cerca de 333 SOL em recompensas não recebidas serão cobertos pelas garantias dos validadores ao final da época. Mas o cenário poderia ter sido muito mais complicado. Se a quantidade de staking afetada tivesse passado de um terço da rede, a Solana poderia deixar de finalizar transações para todos os usuários. Nesse caso, nenhuma garantia seria suficiente para cobrir o impacto. E não seria a primeira vez que a rede enfrentaria uma parada total. Em fevereiro de 2024, a Solana ficou completamente parada e levou quase cinco horas para ser reiniciada. O episódio desta quarta-feira serve, portanto, como um baita lembrete de que descentralização não depende apenas da quantidade de validadores, mas também de como eles estão distribuídos entre redes, data centers e sistemas de infraestrutura.

Falha no roteamento quase derrubou a Solana nesta quarta-feira; entenda o que aconteceu

Falha de roteamento quase faz a Solana parar: entenda o que aconteceu
A Solana (SOL) passou por um baita aperto na manhã desta quarta-feira (12). A rede chegou a ficar a apenas 4,51 pontos percentuais do limite necessário para perder a capacidade de finalizar transações.
O problema começou depois que uma única rota de rede configurada de forma errada em um provedor de hospedagem deixou 28,83% do SOL em staking indisponível.
Para a Solana deixar de finalizar transações, seria necessário que 33,34% do staking ficasse comprometido. Naquele momento, portanto, a rede chegou perto de 86% desse limite.
A responsável pelo problema foi a Teraswitch, que explicou posteriormente o que aconteceu. A empresa utiliza internamente uma rota padrão para indicar que um roteador de borda consegue acessar a internet. Normalmente, cada local dá preferência à rota anunciada pelos próprios roteadores.
Só que uma rota padrão do site da empresa em Miami acabou sendo divulgada sem suas métricas e comunidades. Um refletor de rotas localizado em Amsterdã então espalhou essa informação para regiões da Europa e da Ásia-Pacífico.
Os roteadores dessas regiões entenderam que aquela rota era uma opção local e passaram a escolhê-la em vez da rota correta. O problema é que ela acabou sendo enviada para o núcleo do data center, onde foi considerada inválida.
Com isso, 12 sites, localizados em Londres, Amsterdã, Dublin, Frankfurt, Singapura e Tóquio, ficaram sem uma rota válida para encaminhar o tráfego.
A América do Norte, por sua vez, não foi afetada pelo incidente.
A boa notícia é que a falha foi identificada rapidamente. Os engenheiros da Teraswitch encontraram o problema em cerca de 10 minutos, e o serviço foi totalmente restaurado às 04:16:15 UTC.
O episódio mostra como uma falha aparentemente pequena na infraestrutura de internet pode, no caso de uma rede blockchain, chegar bem perto de causar um problema de grandes proporções.
Concentração de staking acende alerta na Solana
O protocolo de staking Marinade Finance foi conferir os números depois do problema e descobriu que a interrupção ficou praticamente concentrada em um único sistema autônomo.
O AS20326 reúne cerca de 118,9 milhões de SOL, mais de um quarto de todo o volume em staking na rede. Durante o incidente, aproximadamente 94% desse montante ficou fora do ar praticamente ao mesmo tempo.
E aí mora uma preocupação danada: esse percentual já passa do limite pensado justamente para evitar uma concentração desse tamanho. O programa de delegação da Fundação Solana recomenda que nenhum sistema autônomo concentre mais de 25% do staking da rede. O AS20326, porém, estava com 27,34%.
Mais de 80 milhões de SOL ficaram esperando
A análise da Marinade mostrou ainda que 59 validadores, responsáveis por cerca de 80,2 milhões de SOL, voltaram a funcionar praticamente na mesma janela de tempo em Amsterdã, Frankfurt e Tóquio.
Em vez de migrarem o tráfego para outra rota, esses validadores ficaram esperando o problema de roteamento ser resolvido.
Entre os casos mais relevantes está o da Helius, segundo maior validador da Solana, que permaneceu fora do ar durante os 33 minutos do incidente.
Dos 74 operadores que a Marinade conseguiu analisar, apenas três apresentaram recuperação sem problemas: Laine e Cogent Crypto, ambos administrados pela Sol Strategies, além da Lion3d.
A situação também mostra que o risco não está limitado a um único provedor. Outros 14,1 milhões de SOL ficaram offline praticamente no mesmo período em operadores como latitude.sh, Limestone, Butterfly Research e Allnodes.
Segundo a Marinade, os dados disponíveis não permitem explicar exatamente essa coincidência. Isso levanta outro ponto importante: medir a concentração de staking apenas pelo provedor de hospedagem pode acabar escondendo riscos que aparecem quando diferentes operadores dependem de estruturas de rede semelhantes.
A Marinade também resolveu olhar para o próprio quintal. A empresa informou que quatro sistemas autônomos concentram cerca de dois terços do staking distribuído pelo seu modelo de alocação. Um deles, o AS395201, sozinho representa 36,94%.
A própria empresa reconheceu que não é hora de ficar confortável com esse cenário — e isso vale para ela também. A Marinade afirmou que pretende revisar seus limites de concentração por rede e por data center. Também deve começar a divulgar se determinado validador conta com hot swap e failover automático, informações que hoje não são possíveis de verificar externamente.
Recompensas perdidas serão cobertas
As perdas ficaram bem menores do que poderiam ter sido. Os cerca de 333 SOL em recompensas não recebidas serão cobertos pelas garantias dos validadores ao final da época.
Mas o cenário poderia ter sido muito mais complicado. Se a quantidade de staking afetada tivesse passado de um terço da rede, a Solana poderia deixar de finalizar transações para todos os usuários. Nesse caso, nenhuma garantia seria suficiente para cobrir o impacto.
E não seria a primeira vez que a rede enfrentaria uma parada total. Em fevereiro de 2024, a Solana ficou completamente parada e levou quase cinco horas para ser reiniciada.
O episódio desta quarta-feira serve, portanto, como um baita lembrete de que descentralização não depende apenas da quantidade de validadores, mas também de como eles estão distribuídos entre redes, data centers e sistemas de infraestrutura.
Məqalə
Bitcoin bu gün: BTC 63 min ABŞ dollarına düşür, investorlar ABŞ inflyasiya göstəricilərini gözləyirBu gün Bitcoin: BTC ucuzlaşır, bazar isə ABŞ inflyasiyasını izləyir Bitcoin bu çərşənbə günü (12) mənfi zonada açıldı. Kriptovalyuta 0,5% ucuzlaşır və CoinGecko məlumatlarına görə 63 934 ABŞ dolları civarında ticarət edir. Kripto bazarında ehtiyatlılıq hökm sürür, əsasən ona görə ki, investorlar ABŞ-da inflyasiyanı izləmək üçün istifadə olunan əsas göstərici olan iyul CPI-nin açıqlanmasını gözləyirlər. Hələlik BTC bir qədər yandan-yana hərəkətdədir, son günlərdə volatilite azdır. Belə davranış adətən bazar nəhayət hansı istiqamətə gedəcəyini seçməzdən əvvəl, daha güclü hərəkətlərdən öncə müşahidə olunur.

Bitcoin bu gün: BTC 63 min ABŞ dollarına düşür, investorlar ABŞ inflyasiya göstəricilərini gözləyir

Bu gün Bitcoin: BTC ucuzlaşır, bazar isə ABŞ inflyasiyasını izləyir
Bitcoin bu çərşənbə günü (12) mənfi zonada açıldı. Kriptovalyuta 0,5% ucuzlaşır və CoinGecko məlumatlarına görə 63 934 ABŞ dolları civarında ticarət edir.
Kripto bazarında ehtiyatlılıq hökm sürür, əsasən ona görə ki, investorlar ABŞ-da inflyasiyanı izləmək üçün istifadə olunan əsas göstərici olan iyul CPI-nin açıqlanmasını gözləyirlər.
Hələlik BTC bir qədər yandan-yana hərəkətdədir, son günlərdə volatilite azdır. Belə davranış adətən bazar nəhayət hansı istiqamətə gedəcəyini seçməzdən əvvəl, daha güclü hərəkətlərdən öncə müşahidə olunur.
Doğrulanıb
Məqalə
Bradesco kriptovalyutaların institusional qəyyumluğuna yönəlmiş xidmətin təqdimatını elan edibBradesco nəhayət kriptovalyutaların qəyyumluğuna keçir və kripto bazarında mövcudluğunu genişləndirir Bradesco rəqəmsal aktivlər bazarında daha bir addım atıb. Bu çərşənbə günü (12) bank kriptoaktivlərin institusional qəyyumluğu üzrə qəyyumluq həllinin təklifinə başladığını açıqlayıb. Həmin həll rəqəmsal pulların, stablecoin-lərin və digər tokenləşdirilmiş aktivlərin saxlanması və idarə edilməsi üçün nəzərdə tutulub. Təşəbbüs kripto bazarının daha çox vüsət aldığı, getdikcə daha çox institusional investor və şirkətləri cəlb etdiyi bir dövrə təsadüf edir. Bununla da, bu aktivləri idarə etmək üçün daha peşəkar və təhlükəsiz strukturlara tələbat artır.

Bradesco kriptovalyutaların institusional qəyyumluğuna yönəlmiş xidmətin təqdimatını elan edib

Bradesco nəhayət kriptovalyutaların qəyyumluğuna keçir və kripto bazarında mövcudluğunu genişləndirir
Bradesco rəqəmsal aktivlər bazarında daha bir addım atıb. Bu çərşənbə günü (12) bank kriptoaktivlərin institusional qəyyumluğu üzrə qəyyumluq həllinin təklifinə başladığını açıqlayıb. Həmin həll rəqəmsal pulların, stablecoin-lərin və digər tokenləşdirilmiş aktivlərin saxlanması və idarə edilməsi üçün nəzərdə tutulub.
Təşəbbüs kripto bazarının daha çox vüsət aldığı, getdikcə daha çox institusional investor və şirkətləri cəlb etdiyi bir dövrə təsadüf edir. Bununla da, bu aktivləri idarə etmək üçün daha peşəkar və təhlükəsiz strukturlara tələbat artır.
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Binance monitorinq siyahısını genişləndirir və 7 ticarət cütünü çıxarırBinance 5 kriptovalyutanı monitorinq siyahısına daxil edir; tokenlər 20% düşməyə başlayır Dünyanın ən böyük kriptovalyuta birjalarından biri olan Binance bu çərşənbə axşamı (11) öz platformasında yeni yeniləmə barədə elan edib. Birja beş kriptovalyutanı monitorinq siyahısı kimi tanınan siyahıya əlavə edib və aktivlər artıq bazarda kəskin ucuzlaşma qeydə almışdı; 20% dəyərsizləşməyə çatmışdı. Dəyişikliklə siyahı 37 kriptovalyutaya qədər artır. Bu layihələr birjanın daha diqqətli təhlili altında olur və hər birinin gedişatından asılı olaraq platformada ticarətdən çıxarıla bilər.

Binance monitorinq siyahısını genişləndirir və 7 ticarət cütünü çıxarır

Binance 5 kriptovalyutanı monitorinq siyahısına daxil edir; tokenlər 20% düşməyə başlayır
Dünyanın ən böyük kriptovalyuta birjalarından biri olan Binance bu çərşənbə axşamı (11) öz platformasında yeni yeniləmə barədə elan edib. Birja beş kriptovalyutanı monitorinq siyahısı kimi tanınan siyahıya əlavə edib və aktivlər artıq bazarda kəskin ucuzlaşma qeydə almışdı; 20% dəyərsizləşməyə çatmışdı.
Dəyişikliklə siyahı 37 kriptovalyutaya qədər artır. Bu layihələr birjanın daha diqqətli təhlili altında olur və hər birinin gedişatından asılı olaraq platformada ticarətdən çıxarıla bilər.
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Bitcoin hoje: BTC recua para US$ 64 mil sob pressão de ETFs e vendas da StrategyO Bitcoin voltou a operar em baixa nesta terça-feira, com o BTC recuando para a região dos US$ 64 mil. O movimento acontece em meio à pressão vendedora no mercado, incluindo saídas de ETFs de Bitcoin e novas vendas realizadas pela Strategy. A combinação desses fatores aumentou a cautela entre os investidores e colocou o mercado de criptomoedas novamente sob pressão. A Strategy vendeu 1.690 BTC por aproximadamente US$ 108,6 milhões na semana passada, marcando mais uma redução de sua posição em Bitcoin. Enquanto isso, os fluxos dos ETFs continuam sendo acompanhados de perto pelos participantes do mercado. A redução da demanda institucional pode dificultar uma recuperação mais firme do Bitcoin no curto prazo. Com o BTC próximo dos US$ 64 mil, os investidores agora observam se a região será capaz de funcionar como suporte ou se uma nova onda de vendas poderá levar a criptomoeda para níveis ainda mais baixos. Analistas também destacam a importância da faixa entre US$ 63 mil e US$ 63,5 mil como uma região de atenção.

Bitcoin hoje: BTC recua para US$ 64 mil sob pressão de ETFs e vendas da Strategy

O Bitcoin voltou a operar em baixa nesta terça-feira, com o BTC recuando para a região dos US$ 64 mil. O movimento acontece em meio à pressão vendedora no mercado, incluindo saídas de ETFs de Bitcoin e novas vendas realizadas pela Strategy.
A combinação desses fatores aumentou a cautela entre os investidores e colocou o mercado de criptomoedas novamente sob pressão. A Strategy vendeu 1.690 BTC por aproximadamente US$ 108,6 milhões na semana passada, marcando mais uma redução de sua posição em Bitcoin.
Enquanto isso, os fluxos dos ETFs continuam sendo acompanhados de perto pelos participantes do mercado. A redução da demanda institucional pode dificultar uma recuperação mais firme do Bitcoin no curto prazo.
Com o BTC próximo dos US$ 64 mil, os investidores agora observam se a região será capaz de funcionar como suporte ou se uma nova onda de vendas poderá levar a criptomoeda para níveis ainda mais baixos. Analistas também destacam a importância da faixa entre US$ 63 mil e US$ 63,5 mil como uma região de atenção.
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Strategy retoma as vendas e movimenta US$ 109 milhões em BitcoinStrategy vende Bitcoin e levanta US$ 109 milhões para recomprar ações A Strategy, empresa de tesouraria liderada por Michael Saylor e conhecida pela forte aposta em Bitcoin, voltou a vender parte de suas reservas. Na semana encerrada em 9 de agosto, a companhia se desfez de 1.690 BTC por aproximadamente US$ 108,6 milhões, conforme documento 8-K apresentado nesta segunda-feira (10). Com a operação, a quantidade de Bitcoin guardada pela empresa caiu de 842.138 BTC para 840.447 BTC. As moedas foram negociadas por uma média de US$ 64.262 cada, já descontadas as taxas. O custo total da posição em Bitcoin da Strategy agora está em US$ 63,36 bilhões. Isso representa um preço médio de US$ 75.385 por BTC, cerca de US$ 11.123 acima do valor médio obtido na venda desta semana. E o dinheiro não ficou parado, não. Todo o valor levantado com a venda foi usado para recomprar ações preferenciais. Ao todo, a empresa adquiriu 1.152.020 ações STRC por US$ 108,6 milhões, exatamente o mesmo montante obtido com a venda dos Bitcoins. Essa foi a terceira recompra realizada dentro do programa de até US$ 1 bilhão anunciado pela Strategy em 29 de junho. Depois da operação, ainda restam US$ 785,2 milhões disponíveis para novas recompras. Na semana anterior, a estratégia tinha sido um pouco diferente: metade dos recursos obtidos com as operações envolvendo Bitcoin foi destinada ao pagamento de dividendos preferenciais, enquanto a outra metade, cerca de US$ 81 milhões, foi usada para recomprar ações. Venda de ações também ganha força A maior movimentação da semana, porém, aconteceu no mercado de ações. A Strategy vendeu 6.585.682 ações ordinárias e levantou US$ 653,1 milhões líquidos. O volume foi mais que o dobro das 3.011.361 ações vendidas na semana anterior. Dos recursos, US$ 650 milhões foram direcionados para a chamada reserva em dólar, enquanto aproximadamente US$ 3,1 milhões ficaram em caixa. Com isso, essa reserva chegou a US$ 4,65 bilhões em 9 de agosto, contra US$ 4 bilhões registrados anteriormente. Strategy muda antiga estratégia de “nunca vender” A venda recente também chama atenção porque representa mais um passo na mudança de postura da Strategy. Por muito tempo, a empresa manteve a ideia de “nunca vender” seus Bitcoins. Isso mudou no fim de maio, quando foram vendidos 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões para ajudar no financiamento de distribuições preferenciais. Foi a primeira venda da companhia desde dezembro de 2022. Em junho, a Strategy apresentou uma nova estrutura de capital que passou a definir em quais situações poderia vender Bitcoin, estabelecendo uma capacidade de desinvestimento de até US$ 1,25 bilhão. Com a operação desta semana, a empresa já utilizou aproximadamente US$ 429 milhões desse limite. O cálculo considera cerca de US$ 216 milhões vendidos em julho e US$ 104,7 milhões na semana anterior, sem incluir os 32 BTC vendidos antes da criação dessa nova estrutura. Empresa segura novas compras de Bitcoin Por enquanto, a Strategy não compra Bitcoin desde junho. A empresa vem reforçando sua reserva em dólares para ter recursos suficientes para cumprir suas obrigações anuais, que incluem cerca de US$ 1,76 bilhão em pagamentos de dividendos. A maior parte desse dinheiro vem sendo levantada por meio da venda de ações. Com as últimas operações, a empresa está com 6.916 BTC a menos do que no pico de 847.363 BTC alcançado em junho. A redução equivale a aproximadamente 0,8% da reserva máxima. Enquanto isso, o Bitcoin era negociado nesta segunda-feira perto dos US$ 65 mil, com uma alta de aproximadamente 0,2% no dia, segundo dados do CoinGecko. Nesse preço, toda a reserva de Bitcoin da Strategy vale algo próximo de US$ 54,6 bilhões. O valor fica abaixo dos US$ 63,36 bilhões que a companhia informa ter desembolsado para adquirir esses ativos. Nova métrica para os investidores A Strategy também mudou recentemente a forma de apresentar seus principais indicadores aos investidores. Desde julho, a companhia passou a dar mais destaque ao chamado “valor líquido de Bitcoin por ação”. A métrica busca mostrar quanto dos ativos em Bitcoin efetivamente sobra para os acionistas ordinários depois de descontadas as dívidas e os direitos dos acionistas preferenciais. No fim das contas, a Strategy continua mantendo uma das maiores reservas corporativas de Bitcoin do mundo, mas agora vem adotando uma postura mais flexível: vende parte das moedas quando necessário, reforça o caixa e utiliza os recursos para administrar sua estrutura financeira.

Strategy retoma as vendas e movimenta US$ 109 milhões em Bitcoin

Strategy vende Bitcoin e levanta US$ 109 milhões para recomprar ações
A Strategy, empresa de tesouraria liderada por Michael Saylor e conhecida pela forte aposta em Bitcoin, voltou a vender parte de suas reservas. Na semana encerrada em 9 de agosto, a companhia se desfez de 1.690 BTC por aproximadamente US$ 108,6 milhões, conforme documento 8-K apresentado nesta segunda-feira (10).
Com a operação, a quantidade de Bitcoin guardada pela empresa caiu de 842.138 BTC para 840.447 BTC. As moedas foram negociadas por uma média de US$ 64.262 cada, já descontadas as taxas.
O custo total da posição em Bitcoin da Strategy agora está em US$ 63,36 bilhões. Isso representa um preço médio de US$ 75.385 por BTC, cerca de US$ 11.123 acima do valor médio obtido na venda desta semana.
E o dinheiro não ficou parado, não. Todo o valor levantado com a venda foi usado para recomprar ações preferenciais. Ao todo, a empresa adquiriu 1.152.020 ações STRC por US$ 108,6 milhões, exatamente o mesmo montante obtido com a venda dos Bitcoins.
Essa foi a terceira recompra realizada dentro do programa de até US$ 1 bilhão anunciado pela Strategy em 29 de junho. Depois da operação, ainda restam US$ 785,2 milhões disponíveis para novas recompras.
Na semana anterior, a estratégia tinha sido um pouco diferente: metade dos recursos obtidos com as operações envolvendo Bitcoin foi destinada ao pagamento de dividendos preferenciais, enquanto a outra metade, cerca de US$ 81 milhões, foi usada para recomprar ações.
Venda de ações também ganha força
A maior movimentação da semana, porém, aconteceu no mercado de ações. A Strategy vendeu 6.585.682 ações ordinárias e levantou US$ 653,1 milhões líquidos.
O volume foi mais que o dobro das 3.011.361 ações vendidas na semana anterior.
Dos recursos, US$ 650 milhões foram direcionados para a chamada reserva em dólar, enquanto aproximadamente US$ 3,1 milhões ficaram em caixa. Com isso, essa reserva chegou a US$ 4,65 bilhões em 9 de agosto, contra US$ 4 bilhões registrados anteriormente.
Strategy muda antiga estratégia de “nunca vender”
A venda recente também chama atenção porque representa mais um passo na mudança de postura da Strategy.
Por muito tempo, a empresa manteve a ideia de “nunca vender” seus Bitcoins. Isso mudou no fim de maio, quando foram vendidos 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões para ajudar no financiamento de distribuições preferenciais. Foi a primeira venda da companhia desde dezembro de 2022.
Em junho, a Strategy apresentou uma nova estrutura de capital que passou a definir em quais situações poderia vender Bitcoin, estabelecendo uma capacidade de desinvestimento de até US$ 1,25 bilhão.
Com a operação desta semana, a empresa já utilizou aproximadamente US$ 429 milhões desse limite. O cálculo considera cerca de US$ 216 milhões vendidos em julho e US$ 104,7 milhões na semana anterior, sem incluir os 32 BTC vendidos antes da criação dessa nova estrutura.
Empresa segura novas compras de Bitcoin
Por enquanto, a Strategy não compra Bitcoin desde junho. A empresa vem reforçando sua reserva em dólares para ter recursos suficientes para cumprir suas obrigações anuais, que incluem cerca de US$ 1,76 bilhão em pagamentos de dividendos.
A maior parte desse dinheiro vem sendo levantada por meio da venda de ações.
Com as últimas operações, a empresa está com 6.916 BTC a menos do que no pico de 847.363 BTC alcançado em junho. A redução equivale a aproximadamente 0,8% da reserva máxima.
Enquanto isso, o Bitcoin era negociado nesta segunda-feira perto dos US$ 65 mil, com uma alta de aproximadamente 0,2% no dia, segundo dados do CoinGecko.
Nesse preço, toda a reserva de Bitcoin da Strategy vale algo próximo de US$ 54,6 bilhões. O valor fica abaixo dos US$ 63,36 bilhões que a companhia informa ter desembolsado para adquirir esses ativos.
Nova métrica para os investidores
A Strategy também mudou recentemente a forma de apresentar seus principais indicadores aos investidores.
Desde julho, a companhia passou a dar mais destaque ao chamado “valor líquido de Bitcoin por ação”. A métrica busca mostrar quanto dos ativos em Bitcoin efetivamente sobra para os acionistas ordinários depois de descontadas as dívidas e os direitos dos acionistas preferenciais.
No fim das contas, a Strategy continua mantendo uma das maiores reservas corporativas de Bitcoin do mundo, mas agora vem adotando uma postura mais flexível: vende parte das moedas quando necessário, reforça o caixa e utiliza os recursos para administrar sua estrutura financeira.
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BTC volta a ganhar impulso e bate US$ 65 mil com fluxo robusto nos ETFsBitcoin hoje: BTC ronda os US$ 65 mil e ganha força com ETFs e busca por ativos de proteção O Bitcoin começou esta segunda-feira (10) sendo negociado perto dos US$ 65 mil, o equivalente a aproximadamente R$ 330,9 mil. Nas últimas 24 horas, a criptomoeda registra alta de 0,2%, enquanto, na última semana, a valorização chega a 3,9%. O BTC voltou a encostar numa região importante de resistência, entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. Além disso, continua acima da média móvel simples de 200 semanas, que atualmente está perto dos US$ 64 mil. Esse indicador costuma ser acompanhado pelos investidores para avaliar o comportamento do Bitcoin no longo prazo. A recuperação recente do Bitcoin tem sido sustentada principalmente por três fatores: o dinheiro que continua entrando nos ETFs à vista de Bitcoin, a melhora no apetite dos investidores por ativos de maior risco e a aproximação cada vez maior do comportamento do BTC com o ouro. Para o Bitcoin embalar de vez, seria importante conseguir superar a faixa entre US$ 65 mil e US$ 67 mil e, de preferência, continuar recebendo novos recursos por meio dos ETFs. ETFs voltam a dar uma força para o mercado Entre os dias 3 e 10 de agosto, os ETFs à vista de Bitcoin dos Estados Unidos registraram aproximadamente US$ 853,5 milhões em entradas líquidas. Foi a maior captação semanal desde meados de abril e também a terceira melhor semana de 2026. O número mostra que os investidores institucionais voltaram a demonstrar interesse pelo Bitcoin justamente num momento em que o preço está testando uma região importante do ponto de vista técnico. E não foi só o Bitcoin que recebeu dinheiro novo, não. O Ethereum também teve uma semana positiva. Os ETFs à vista de ETH registraram cerca de US$ 245 milhões em entradas, também o melhor resultado desde abril. Isso mostra que o interesse dos investidores está se espalhando por outras criptomoedas e não ficou concentrado apenas no Bitcoin. Bitcoin começa a se aproximar do comportamento do ouro Outro ponto que chamou a atenção foi a correlação entre o Bitcoin e o ouro. Nos últimos 30 dias, essa relação chegou a 0,57, o maior nível desde o começo de janeiro de 2025. De maneira simples, quanto mais esse número se aproxima de 1, maior é a tendência de os dois ativos caminharem na mesma direção. Quando fica perto de 0, essa relação é bem menor. Esse movimento acontece num momento em que investidores procuram ativos considerados escassos e capazes de preservar valor, principalmente diante das preocupações com a situação fiscal dos Estados Unidos. Os juros dos títulos do Tesouro americano de 10 anos voltaram para 4,66%, maior nível desde janeiro de 2025. Em março, esses juros chegaram a ficar abaixo dos 4%. Quando fica mais caro para o governo americano financiar sua dívida, o mercado costuma prestar mais atenção a ativos como ouro e Bitcoin, que são vistos por parte dos investidores como alternativas de reserva de valor. O ouro, por sua vez, acumula alta de aproximadamente 7,3% no mês e está sendo negociado perto dos US$ 4.336. A valorização vem sendo ajudada pela entrada de recursos nos ETFs de ouro e pelas compras realizadas por bancos centrais, principalmente a China. CPI e PPI podem mexer bastante com o Bitcoin nesta semana Agora, o mercado já está de olho nos próximos dados econômicos dos Estados Unidos. O grande destaque da semana será o CPI de julho, índice que acompanha a inflação ao consumidor americano. O resultado será divulgado na quarta-feira (12). A expectativa é de que o núcleo da inflação desacelere de 2,6% para 2,5% em 12 meses. Já a inflação cheia pode recuar de 3,5% para 3,4%. O dado ganhou ainda mais importância depois do payroll divulgado na sexta-feira (7). O relatório mostrou 23 mil demissões líquidas, enquanto o mercado esperava a criação de aproximadamente 85 mil empregos. Se a inflação vier abaixo do esperado, pode diminuir a pressão sobre o Federal Reserve para manter uma política monetária mais apertada. E isso, geralmente, é visto como um cenário favorável para ativos de risco, incluindo as criptomoedas. Na quinta-feira (13), será a vez do PPI, índice que mede a inflação ao produtor. O indicador também será acompanhado de perto porque pode dar pistas sobre possíveis pressões futuras nos preços ao consumidor. Se CPI e PPI vierem acima do esperado, o Bitcoin pode encontrar mais dificuldade para superar os US$ 67 mil. Agora, se os números vierem mais comportados, pode dar aquele gás que o mercado está esperando para o BTC tentar romper essa resistência e buscar níveis mais altos. $ETH

BTC volta a ganhar impulso e bate US$ 65 mil com fluxo robusto nos ETFs

Bitcoin hoje: BTC ronda os US$ 65 mil e ganha força com ETFs e busca por ativos de proteção
O Bitcoin começou esta segunda-feira (10) sendo negociado perto dos US$ 65 mil, o equivalente a aproximadamente R$ 330,9 mil. Nas últimas 24 horas, a criptomoeda registra alta de 0,2%, enquanto, na última semana, a valorização chega a 3,9%.
O BTC voltou a encostar numa região importante de resistência, entre US$ 65 mil e US$ 67 mil. Além disso, continua acima da média móvel simples de 200 semanas, que atualmente está perto dos US$ 64 mil. Esse indicador costuma ser acompanhado pelos investidores para avaliar o comportamento do Bitcoin no longo prazo.
A recuperação recente do Bitcoin tem sido sustentada principalmente por três fatores: o dinheiro que continua entrando nos ETFs à vista de Bitcoin, a melhora no apetite dos investidores por ativos de maior risco e a aproximação cada vez maior do comportamento do BTC com o ouro.
Para o Bitcoin embalar de vez, seria importante conseguir superar a faixa entre US$ 65 mil e US$ 67 mil e, de preferência, continuar recebendo novos recursos por meio dos ETFs.
ETFs voltam a dar uma força para o mercado
Entre os dias 3 e 10 de agosto, os ETFs à vista de Bitcoin dos Estados Unidos registraram aproximadamente US$ 853,5 milhões em entradas líquidas.
Foi a maior captação semanal desde meados de abril e também a terceira melhor semana de 2026.
O número mostra que os investidores institucionais voltaram a demonstrar interesse pelo Bitcoin justamente num momento em que o preço está testando uma região importante do ponto de vista técnico.
E não foi só o Bitcoin que recebeu dinheiro novo, não. O Ethereum também teve uma semana positiva. Os ETFs à vista de ETH registraram cerca de US$ 245 milhões em entradas, também o melhor resultado desde abril.
Isso mostra que o interesse dos investidores está se espalhando por outras criptomoedas e não ficou concentrado apenas no Bitcoin.
Bitcoin começa a se aproximar do comportamento do ouro
Outro ponto que chamou a atenção foi a correlação entre o Bitcoin e o ouro. Nos últimos 30 dias, essa relação chegou a 0,57, o maior nível desde o começo de janeiro de 2025.
De maneira simples, quanto mais esse número se aproxima de 1, maior é a tendência de os dois ativos caminharem na mesma direção. Quando fica perto de 0, essa relação é bem menor.
Esse movimento acontece num momento em que investidores procuram ativos considerados escassos e capazes de preservar valor, principalmente diante das preocupações com a situação fiscal dos Estados Unidos.
Os juros dos títulos do Tesouro americano de 10 anos voltaram para 4,66%, maior nível desde janeiro de 2025. Em março, esses juros chegaram a ficar abaixo dos 4%.
Quando fica mais caro para o governo americano financiar sua dívida, o mercado costuma prestar mais atenção a ativos como ouro e Bitcoin, que são vistos por parte dos investidores como alternativas de reserva de valor.
O ouro, por sua vez, acumula alta de aproximadamente 7,3% no mês e está sendo negociado perto dos US$ 4.336. A valorização vem sendo ajudada pela entrada de recursos nos ETFs de ouro e pelas compras realizadas por bancos centrais, principalmente a China.
CPI e PPI podem mexer bastante com o Bitcoin nesta semana
Agora, o mercado já está de olho nos próximos dados econômicos dos Estados Unidos.
O grande destaque da semana será o CPI de julho, índice que acompanha a inflação ao consumidor americano. O resultado será divulgado na quarta-feira (12).
A expectativa é de que o núcleo da inflação desacelere de 2,6% para 2,5% em 12 meses. Já a inflação cheia pode recuar de 3,5% para 3,4%.
O dado ganhou ainda mais importância depois do payroll divulgado na sexta-feira (7). O relatório mostrou 23 mil demissões líquidas, enquanto o mercado esperava a criação de aproximadamente 85 mil empregos.
Se a inflação vier abaixo do esperado, pode diminuir a pressão sobre o Federal Reserve para manter uma política monetária mais apertada. E isso, geralmente, é visto como um cenário favorável para ativos de risco, incluindo as criptomoedas.
Na quinta-feira (13), será a vez do PPI, índice que mede a inflação ao produtor. O indicador também será acompanhado de perto porque pode dar pistas sobre possíveis pressões futuras nos preços ao consumidor.
Se CPI e PPI vierem acima do esperado, o Bitcoin pode encontrar mais dificuldade para superar os US$ 67 mil.
Agora, se os números vierem mais comportados, pode dar aquele gás que o mercado está esperando para o BTC tentar romper essa resistência e buscar níveis mais altos. $ETH
Məqalə
XRP və Bitcoin balinaları alışlarını artırır: ayı bazarının sonu çatırmı?Bitcoin, Ethereum və XRP balinaları mövqelərini artırır; ayı bazarının sonu çatırmı? Kriptovalyuta bazarının böyük balinaları Bitcoin, Ethereum və XRP kimi aktivlərdə mövqelərini artırmaq üçün daha aşağı qiymətlərdən istifadə edirmiş kimi görünür. Bunu CryptoQuant analizi göstərir. Julio Morenoya görə, şirkətin tədqiqat sahəsinə cavabdeh olan şəxs, bu kriptoaktivlərə ən böyük investisiya edənlər məhz qiymətlər yaxınlaşdıqca — hətta investorların aktivləri aldıqları orta maya dəyərindən aşağı düşdükdə belə — öz portfellərini artırırlar.

XRP və Bitcoin balinaları alışlarını artırır: ayı bazarının sonu çatırmı?

Bitcoin, Ethereum və XRP balinaları mövqelərini artırır; ayı bazarının sonu çatırmı?
Kriptovalyuta bazarının böyük balinaları Bitcoin, Ethereum və XRP kimi aktivlərdə mövqelərini artırmaq üçün daha aşağı qiymətlərdən istifadə edirmiş kimi görünür. Bunu CryptoQuant analizi göstərir.
Julio Morenoya görə, şirkətin tədqiqat sahəsinə cavabdeh olan şəxs, bu kriptoaktivlərə ən böyük investisiya edənlər məhz qiymətlər yaxınlaşdıqca — hətta investorların aktivləri aldıqları orta maya dəyərindən aşağı düşdükdə belə — öz portfellərini artırırlar.
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ABŞ Senatı Clarity Act-in səsverməsini təxirə salır; 2026-cı ildə təsdiqlənmə ehtimalı 13%-ə düşürABŞ Senatı avqust tətilləri bitənə qədər Clarity Act qanun layihəsini müzakirə etməyəcək. Bununla da kriptovalyuta bazarı üçün federal qaydalar yaratmaq məqsədi daşıyan təklif sentyabr ayına saxlanılıb — məhz konqresin gündəmini orta müddətli seçkilər kampaniyası zəbt etməzdən əvvəlki son həftələrdə. Cümə axşamı gecəsi (6), Senatda çoxluğun lideri respublikaçı Con Thune təxirəsalmanı təsdiqləyib. Onun sözlərinə görə, demokratlar hələ də layihənin səsverməsinə qarşı müqavimət göstərirlər. Thune həmçinin təklifin müəllifləri ilə birlikdə işlədiyini bildirib və senator Kəntsiya Lummisin fəaliyyətini yüksək qiymətləndirərək deyib ki, mətn Senat işə qayıdan kimi yenidən gündəmə gətiriləcək.

ABŞ Senatı Clarity Act-in səsverməsini təxirə salır; 2026-cı ildə təsdiqlənmə ehtimalı 13%-ə düşür

ABŞ Senatı avqust tətilləri bitənə qədər Clarity Act qanun layihəsini müzakirə etməyəcək. Bununla da kriptovalyuta bazarı üçün federal qaydalar yaratmaq məqsədi daşıyan təklif sentyabr ayına saxlanılıb — məhz konqresin gündəmini orta müddətli seçkilər kampaniyası zəbt etməzdən əvvəlki son həftələrdə.
Cümə axşamı gecəsi (6), Senatda çoxluğun lideri respublikaçı Con Thune təxirəsalmanı təsdiqləyib. Onun sözlərinə görə, demokratlar hələ də layihənin səsverməsinə qarşı müqavimət göstərirlər. Thune həmçinin təklifin müəllifləri ilə birlikdə işlədiyini bildirib və senator Kəntsiya Lummisin fəaliyyətini yüksək qiymətləndirərək deyib ki, mətn Senat işə qayıdan kimi yenidən gündəmə gətiriləcək.
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Putin Rusiyanın kriptovalyutalara yönələn ilk qanunvericiliyini təsdiqləyirRusiya prezidenti Vladimir Putin çərşənbə axşamı dövlət agentliyi Tass-in yaydığı məlumata görə, kriptovalyuta bazarının tənzimlənməsinə yönəlmiş Rusiyanın ilk genişmiqyaslı qanununu rəsmiləşdirib. Yeni qanun rəqəmsal aktivlərin emissiyası, kənarda saxlanması, mühasibat uçotunun aparılması və alqı-satqısı üçün qaydalar müəyyənləşdirir. Bundan əlavə, birja (exchange) fəaliyyətinin, kənarda saxlayan şirkətlərin, brokerlərin və klirinq mərkəzlərinin işləməsi üçün vahid model yaradır. Tənzimləmədə irəliləyişə baxmayaraq, Rusiya hökuməti kriptovalyutaların məhsul və xidmətlərə görə ödəniş vasitəsi kimi istifadəsini hələ də qadağan edir. Qanun həmçinin bu aktivlərdən istifadə edərək ödənişləri təşviq edən reklamların yayılmasına da mane olur.

Putin Rusiyanın kriptovalyutalara yönələn ilk qanunvericiliyini təsdiqləyir

Rusiya prezidenti Vladimir Putin çərşənbə axşamı dövlət agentliyi Tass-in yaydığı məlumata görə, kriptovalyuta bazarının tənzimlənməsinə yönəlmiş Rusiyanın ilk genişmiqyaslı qanununu rəsmiləşdirib.
Yeni qanun rəqəmsal aktivlərin emissiyası, kənarda saxlanması, mühasibat uçotunun aparılması və alqı-satqısı üçün qaydalar müəyyənləşdirir. Bundan əlavə, birja (exchange) fəaliyyətinin, kənarda saxlayan şirkətlərin, brokerlərin və klirinq mərkəzlərinin işləməsi üçün vahid model yaradır.
Tənzimləmədə irəliləyişə baxmayaraq, Rusiya hökuməti kriptovalyutaların məhsul və xidmətlərə görə ödəniş vasitəsi kimi istifadəsini hələ də qadağan edir. Qanun həmçinin bu aktivlərdən istifadə edərək ödənişləri təşviq edən reklamların yayılmasına da mane olur.
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Məqalə
S&P Global stablecoin-lər üzrə analiz yayıb və bəzi layihələrdə riskləri göstərirS&P Global Ratings sonuncu çərşənbə günü (4) stablecoin bazarını təhlil edən hesabat yayıb. Tədqiqat 11 layihənin öz sikkələrini dollar və avroya bağlı (paritetli) səviyyədə saxlamaq imkanını qiymətləndirib, emissorlar arasında mühüm fərqləri vurğulayıb. Agentliyin məlumatına görə, təhlil edilən stablecoin-lərin yarısından çoxu uyğun və ya daha yüksək hesab edilən reytinq alıb; bu da ehtiyat aktivlərinin keyfiyyətini və risklərin idarə olunmasında ardıcıl yanaşmaları göstərir. Digər tərəfdən, iki layihənin balı şkaladakı ən aşağı səviyyəyə endirilib; bu, son üç rüb ərzində müşahidə olunan daha yüksək kövrəklik vəziyyətini əks etdirir. Qalan doqquz qiymətləndirmə isə dəyişməz qalıb.

S&P Global stablecoin-lər üzrə analiz yayıb və bəzi layihələrdə riskləri göstərir

S&P Global Ratings sonuncu çərşənbə günü (4) stablecoin bazarını təhlil edən hesabat yayıb. Tədqiqat 11 layihənin öz sikkələrini dollar və avroya bağlı (paritetli) səviyyədə saxlamaq imkanını qiymətləndirib, emissorlar arasında mühüm fərqləri vurğulayıb.
Agentliyin məlumatına görə, təhlil edilən stablecoin-lərin yarısından çoxu uyğun və ya daha yüksək hesab edilən reytinq alıb; bu da ehtiyat aktivlərinin keyfiyyətini və risklərin idarə olunmasında ardıcıl yanaşmaları göstərir.
Digər tərəfdən, iki layihənin balı şkaladakı ən aşağı səviyyəyə endirilib; bu, son üç rüb ərzində müşahidə olunan daha yüksək kövrəklik vəziyyətini əks etdirir. Qalan doqquz qiymətləndirmə isə dəyişməz qalıb.
Doğrulanıb
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Marağın olmaması səbəbilə Hashdex ABŞ-da Bitcoin ETF-ni bağlayırHashdex, investorlar arasında fondun kifayət qədər maraq qazanmadığını əsas gətirərək, ABŞ-da ticarət olunan spot Bitcoin ETF-ni bağlamağa qərar verib. Hazırda məhsul yalnız 14,7 milyon ABŞ dolları həcmində aktivləri idarə edir ki, bu da bazar üçün aşağı göstərici sayılır. Birləşmiş Ştatların Qiymətli Kağızlar və Birja Komissiyasına (SEC) keçən bazar ertəsi (3) göndərilən sənədə görə, NYSE Arca birjasında DEFI kodu ilə ticarət olunan ETF avqustun 17-də ticarətini dayandıracaq. Bu tarixdən sonra fond birjadan çıxarılacaq.

Marağın olmaması səbəbilə Hashdex ABŞ-da Bitcoin ETF-ni bağlayır

Hashdex, investorlar arasında fondun kifayət qədər maraq qazanmadığını əsas gətirərək, ABŞ-da ticarət olunan spot Bitcoin ETF-ni bağlamağa qərar verib. Hazırda məhsul yalnız 14,7 milyon ABŞ dolları həcmində aktivləri idarə edir ki, bu da bazar üçün aşağı göstərici sayılır.
Birləşmiş Ştatların Qiymətli Kağızlar və Birja Komissiyasına (SEC) keçən bazar ertəsi (3) göndərilən sənədə görə, NYSE Arca birjasında DEFI kodu ilə ticarət olunan ETF avqustun 17-də ticarətini dayandıracaq. Bu tarixdən sonra fond birjadan çıxarılacaq.
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Kriptovalyutaların tənzimlənməsi: şirkətlər Mərkəzi Bankdan daha uzun keçid tələb edirKripto bazarı qurumları Mərkəzi Bankdan yeni qaydalara uyğunlaşmaq üçün daha 120 gün tələb edir Braziliyada virtual aktivlər sektorunu təmsil edən üç mühüm assosiasiya — ABToken, ABFintechs və Zetta — Resolução BCB nº 520/2025-də nəzərdə tutulmuş keçid müddətini 120 gün artırmaq üçün Mərkəzi Banka rəsmi müraciət göndərib. Ərizə hazırda 30 oktyabr 2026-cı il tarixində başa çatan təqvimi uzatmağa yönəlib və Virtual Aktivlərin Xidmət Təqdimatçıları Cəmiyyətlərinin (SPSAV-ların) uyğunlaşma proseslərini başa çatdırması, icazə tələbləri təqdim etməsi və yeni tənzimləyici tələblərə riayət etməsi üçün daha çox vaxt ayırır.

Kriptovalyutaların tənzimlənməsi: şirkətlər Mərkəzi Bankdan daha uzun keçid tələb edir

Kripto bazarı qurumları Mərkəzi Bankdan yeni qaydalara uyğunlaşmaq üçün daha 120 gün tələb edir
Braziliyada virtual aktivlər sektorunu təmsil edən üç mühüm assosiasiya — ABToken, ABFintechs və Zetta — Resolução BCB nº 520/2025-də nəzərdə tutulmuş keçid müddətini 120 gün artırmaq üçün Mərkəzi Banka rəsmi müraciət göndərib.
Ərizə hazırda 30 oktyabr 2026-cı il tarixində başa çatan təqvimi uzatmağa yönəlib və Virtual Aktivlərin Xidmət Təqdimatçıları Cəmiyyətlərinin (SPSAV-ların) uyğunlaşma proseslərini başa çatdırması, icazə tələbləri təqdim etməsi və yeni tənzimləyici tələblərə riayət etməsi üçün daha çox vaxt ayırır.
Məqalə
PSAV nəzarətçilərinin cinayət məsuliyyəti bu cümə axşamı canlı yayımın mövzusu olacaqVirtual aktivlər bazarı üçün yeni qaydaların qüvvəyə minməsindən əvvəl, idarəçilərin məsuliyyəti ilə bağlı çoxsaylı mövzular hələ də suallar doğururdu. İndi bu mənzərə ABToken tərəfindən təşkil olunmuş canlı yayımda müzakirə ediləcək; tədbir avqustun 6-sı, cümə axşamı saat 18:00-da keçiriləcək və virtual aktivlərin xidmət təminatçıları (VASP-lər) olan PSAV-lərin nəzarətçilərinin və administraturlarının cinayət məsuliyyəti mövzusuna diqqət yetiriləcək. Görüşdə cinayət hüququ üzrə vəkil Marina Brecht iştirak edəcək; o, Brecht & Ribeiro Advogados şirkətinin təsisçisidir və ABToken-un bank tənzimlənməsi üzrə mütəxəssisi, hüquqi məsləhətçisi Paulo Portuguez də qatılacaq.

PSAV nəzarətçilərinin cinayət məsuliyyəti bu cümə axşamı canlı yayımın mövzusu olacaq

Virtual aktivlər bazarı üçün yeni qaydaların qüvvəyə minməsindən əvvəl, idarəçilərin məsuliyyəti ilə bağlı çoxsaylı mövzular hələ də suallar doğururdu. İndi bu mənzərə ABToken tərəfindən təşkil olunmuş canlı yayımda müzakirə ediləcək; tədbir avqustun 6-sı, cümə axşamı saat 18:00-da keçiriləcək və virtual aktivlərin xidmət təminatçıları (VASP-lər) olan PSAV-lərin nəzarətçilərinin və administraturlarının cinayət məsuliyyəti mövzusuna diqqət yetiriləcək.
Görüşdə cinayət hüququ üzrə vəkil Marina Brecht iştirak edəcək; o, Brecht & Ribeiro Advogados şirkətinin təsisçisidir və ABToken-un bank tənzimlənməsi üzrə mütəxəssisi, hüquqi məsləhətçisi Paulo Portuguez də qatılacaq.
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CVM tokenləşdirmə üzrə İşçi Qrupunun bazar nümayəndələri ilə görüşünü keçirirQiymətli Kağızlar üzrə Komissiya (CVM) ötən cümə günü (31) maliyyə bazarının müxtəlif institutlarının nümayəndələri ilə tokenləşdirmənin Braziliyada növbəti addımlarını müzakirə etmək üçün misilsiz bir görüş təşkil etdi. İclas zamanı Tokenləşdirmə üzrə İşçi Qrupu (GTT) hüquqi sabitlikdən və investorların müdafiəsindən güzəştə getmədən kapital bazarında innovasiyanı təşviq etməyin yollarını müzakirə etdi. Xose Alexandre Vasco, CVM-in İnkişaf və İnstitusional Modernləşdirmə üzrə superintendenti və qrupun koordinatoru qeyd edib ki, bu mərhələ sektorun irəliləyişi üçün böyük bir fürsətdir.

CVM tokenləşdirmə üzrə İşçi Qrupunun bazar nümayəndələri ilə görüşünü keçirir

Qiymətli Kağızlar üzrə Komissiya (CVM) ötən cümə günü (31) maliyyə bazarının müxtəlif institutlarının nümayəndələri ilə tokenləşdirmənin Braziliyada növbəti addımlarını müzakirə etmək üçün misilsiz bir görüş təşkil etdi.
İclas zamanı Tokenləşdirmə üzrə İşçi Qrupu (GTT) hüquqi sabitlikdən və investorların müdafiəsindən güzəştə getmədən kapital bazarında innovasiyanı təşviq etməyin yollarını müzakirə etdi.
Xose Alexandre Vasco, CVM-in İnkişaf və İnstitusional Modernləşdirmə üzrə superintendenti və qrupun koordinatoru qeyd edib ki, bu mərhələ sektorun irəliləyişi üçün böyük bir fürsətdir.
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700 mindən çox braziliyalı kriptovalyutalarını birjalarda dayandırıb; siyahıda olub-olmadığınızı yoxlayınMB | Mercado Bitcoin tərəfindən aparılan araşdırma göstərib ki, 700 mindən çox braziliyalıda ən azı bir ildir heç bir əməliyyat edilməyən hesablarında dayanan kriptovalyutalar var. Ümumilikdə, bu investorlar platformada unudulmuş aktivlər kimi təxminən 320 milyon R$ toplayıblar. Bitcoin-in son qiymətsizləşməsinə baxmayaraq, qrup 30 milyon R$-dan çox xalis gəlir əldə edib. Bu müştərilərin yenidən investisiya etməsinə həvəsləndirmək üçün Mercado Bitcoin 12 aydan çoxdur hərəkətsiz qalan saldosu olan və 3-31 avqust tarixləri arasında minimum 100 R$ məbləğində investisiya edən hər kəs üçün Bitcoin şəklində 30 R$ cashback təqdim edən bir kampaniya başlatıb.

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MB | Mercado Bitcoin tərəfindən aparılan araşdırma göstərib ki, 700 mindən çox braziliyalıda ən azı bir ildir heç bir əməliyyat edilməyən hesablarında dayanan kriptovalyutalar var. Ümumilikdə, bu investorlar platformada unudulmuş aktivlər kimi təxminən 320 milyon R$ toplayıblar. Bitcoin-in son qiymətsizləşməsinə baxmayaraq, qrup 30 milyon R$-dan çox xalis gəlir əldə edib.
Bu müştərilərin yenidən investisiya etməsinə həvəsləndirmək üçün Mercado Bitcoin 12 aydan çoxdur hərəkətsiz qalan saldosu olan və 3-31 avqust tarixləri arasında minimum 100 R$ məbləğində investisiya edən hər kəs üçün Bitcoin şəklində 30 R$ cashback təqdim edən bir kampaniya başlatıb.
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