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ETF de Zcash perdeu mais de US$ 93 milhões nesta semana, a alta da ZEC acabou?O ETF da Zcash registrou sua primeira semana de saídas líquidas desde o lançamento em agosto. Investidores retiraram US$ 93,6 milhões esta semana, enquanto o preço do ZEC caiu para cerca de US$ 1.300. As retiradas representam uma mudança expressiva para o fundo ZCSH da Grayscale. Apenas duas semanas atrás, ele atraiu US$ 98,2 milhões, liderando os ETFs cripto em entradas semanais. Agora, essa procura se inverteu; será que a Zcash conseguirá se manter em outubro? Fluxo de ETFs da Zcash. Fonte: SoSoValue Zcash recua após saídas de investidores de ETF O ZEC foi negociado próximo de US$ 1.308 no gráfico de 3 de outubro, queda de cerca de 17,5% desde o início da semana. O ativo perdeu aproximadamente 23% em relação ao recente pico próximo de US$ 1.690. As saídas do ETF acompanharam essa queda. Segundo dados da SoSoValue, o fundo não registra entradas líquidas diárias desde 22 de setembro. Os números indicam que os investidores de ETF têm evitado comprar durante a baixa. Novas retiradas podem pressionar ainda mais o ZEC, embora não expliquem toda a queda de preço. Desempenho de preço da Zcash (ZEC). Fonte: BeInCrypto Markets Perspectiva para o preço da Zcash: a tendência de alta chegou ao fim para o ZEC? O primeiro nível de atenção é entre US$ 1.270 e US$ 1.300, onde compradores atuaram recentemente. A média móvel de prazo mais longo do gráfico de quatro horas também está próxima dessa faixa, o que torna esse patamar um teste importante para a demanda. Se esse suporte for rompido, o preço do ZEC pode cair para US$ 1.155, cerca de 12% abaixo do gráfico de referência. Os indicadores diários apontam que o risco persiste. A força compradora diminuiu e a pressão vendedora segue aumentando. Apesar disso, há algum espaço para otimismo. A pressão vendedora de curto prazo está diminuindo, o que pode abrir caminho para um repique em direção à faixa entre US$ 1.320 e US$ 1.360. Uma recuperação sustentada acima de US$ 1.380–US$ 1.425 reforçaria a possibilidade de o preço atingir US$ 1.500 ainda em outubro. No momento, os gráficos indicam um início de mês instável. Segurar a região de US$ 1.270 daria tempo aos compradores para reconstruir o suporte. Novas entradas em ETFs ofereceriam evidências adicionais de retomada do interesse. O artigo ETF de Zcash perdeu mais de US$ 93 milhões nesta semana, a alta da ZEC acabou? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

ETF de Zcash perdeu mais de US$ 93 milhões nesta semana, a alta da ZEC acabou?

O ETF da Zcash registrou sua primeira semana de saídas líquidas desde o lançamento em agosto. Investidores retiraram US$ 93,6 milhões esta semana, enquanto o preço do ZEC caiu para cerca de US$ 1.300.
As retiradas representam uma mudança expressiva para o fundo ZCSH da Grayscale. Apenas duas semanas atrás, ele atraiu US$ 98,2 milhões, liderando os ETFs cripto em entradas semanais. Agora, essa procura se inverteu; será que a Zcash conseguirá se manter em outubro?
Fluxo de ETFs da Zcash. Fonte: SoSoValue
Zcash recua após saídas de investidores de ETF
O ZEC foi negociado próximo de US$ 1.308 no gráfico de 3 de outubro, queda de cerca de 17,5% desde o início da semana. O ativo perdeu aproximadamente 23% em relação ao recente pico próximo de US$ 1.690.
As saídas do ETF acompanharam essa queda. Segundo dados da SoSoValue, o fundo não registra entradas líquidas diárias desde 22 de setembro.
Os números indicam que os investidores de ETF têm evitado comprar durante a baixa. Novas retiradas podem pressionar ainda mais o ZEC, embora não expliquem toda a queda de preço.
Desempenho de preço da Zcash (ZEC). Fonte: BeInCrypto Markets
Perspectiva para o preço da Zcash: a tendência de alta chegou ao fim para o ZEC?
O primeiro nível de atenção é entre US$ 1.270 e US$ 1.300, onde compradores atuaram recentemente. A média móvel de prazo mais longo do gráfico de quatro horas também está próxima dessa faixa, o que torna esse patamar um teste importante para a demanda.
Se esse suporte for rompido, o preço do ZEC pode cair para US$ 1.155, cerca de 12% abaixo do gráfico de referência.
Os indicadores diários apontam que o risco persiste. A força compradora diminuiu e a pressão vendedora segue aumentando.
Apesar disso, há algum espaço para otimismo. A pressão vendedora de curto prazo está diminuindo, o que pode abrir caminho para um repique em direção à faixa entre US$ 1.320 e US$ 1.360.
Uma recuperação sustentada acima de US$ 1.380–US$ 1.425 reforçaria a possibilidade de o preço atingir US$ 1.500 ainda em outubro.
No momento, os gráficos indicam um início de mês instável. Segurar a região de US$ 1.270 daria tempo aos compradores para reconstruir o suporte. Novas entradas em ETFs ofereceriam evidências adicionais de retomada do interesse.
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Renan Santos propõe isentar cripto mantida por 12 mesesÚnico dos seis presidenciáveis consultados pelo BeInCrypto a responder sobre ativos digitais, Renan Santos, candidato do partido Missão, defendeu isenção tributária para quem mantiver cripto por mais de 12 meses e uma “Lei da Economia Onchain”. O candidato também afirmou: “Quem guarda bitcoin não é especulador, é poupador que perdeu a paciência com a inflação.” Renan foi questionado sobre incentivos tributários para empresas de tecnologia, venture capital e economia onchain, além de medidas para aumentar a capacidade das empresas brasileiras de ativos digitais de competir internacionalmente. Ativos digitais na estratégia econômica O Brasil ocupa a primeira posição mundial em adoção de ativos digitais no Global Crypto Adoption Index 2026, da Chainalysis, e 17,2% dos brasileiros, quase 29 milhões de pessoas, já investiram em cripto. Qual papel a indústria de ativos digitais terá no seu plano de governo e na estratégia econômica do país? Renan Santos (Missão): Minha tese é simples: ativos digitais entram no meu plano de governo como um dos vetores da fronteira tecnológica, ao lado de IA, robótica e engenharia genética. Por três razões. Primeiro, é infraestrutura financeira: liquidação instantânea, global, 24 horas por dia, sem intermediário cobrando pedágio. Segundo, é indústria de software: emprego de alta renda, exportação de serviços, empresa que nasce aqui e vende para o mundo. Terceiro, é ímã de capital humano: o investidor, o desenvolvedor e o empreendedor dessa indústria escolhem onde morar em um país que os trate bem. O exemplo que gosto de usar é a Hashdex. Enquanto o governo Biden fazia guerra regulatória contra a indústria nos Estados Unidos (EUA), nasceu no Brasil uma empresa que hoje lança ETF na Europa e compete com europeus no mercado deles. Quando o brasileiro é deixado livre, ele chega à fronteira. Portugal entendeu isso: liberalizou, isentou quem guarda por mais de um ano e recebeu gente e empresa. O Brasil pode ser uma ilha global de gente que trabalha para o mundo inteiro e vive bem aqui. Competitividade internacional Países e centros financeiros disputam empresas, investimentos e profissionais ligados à economia digital. O que seu governo pretende fazer para tornar o Brasil competitivo na atração de capital, empresas e talentos da indústria de ativos digitais? Renan Santos (Missão): Juros. Com a Selic em dois dígitos, o capital brasileiro dorme em Título Público. Para que abrir uma empresa de risco se o Tesouro paga 15% para você não fazer nada? Minha PEC fiscal, na transição, corta gastos para derrubar juros rápido. Juros baixos são o que obriga o dinheiro a sair do colchão do governo e ir para a atividade produtiva. Sem isso, qualquer incentivo setorial é enfeite. Imposto. O Livro Amarelo propõe o Simples IA: lucro reinvestido isento de IRPJ e CSLL por dez anos para empresas intensivas em tecnologia, no modelo da Estônia, que virou o país europeu com mais startups e venture capital per capita com uma regra só, a de tributar apenas o lucro distribuído. Empresa de ativos digitais entra nesse regime. Estabilidade. Quero cláusula de estabilidade de vinte anos para investimento em infraestrutura digital, e regime tributário do setor cripto travado em lei, não em instrução normativa. Licença. Singapura licencia por tipo de atividade, com prazo. Dubai licencia em meses. No Brasil, a autorização de prestadora de serviço de ativos virtuais é uma fila cujo tamanho ninguém sabe, restrições financeiras que inviabilizam os negócios e mantêm os oligopólios. Sandbox com prazo legal e resposta obrigatória do regulador. Vida. O nômade digital, o investidor em cripto e o fundador de startup escolhem país por clima, comida, rua limpa e segurança. Portugal ganhou gente com sol e isenção. O Brasil tem o sol. Faltam a isenção e a segurança, e as duas estão no meu plano. Regulação e inovação O Brasil avançou na regulamentação dos prestadores de serviços de ativos virtuais, sob supervisão do Banco Central. Como seu governo pretende equilibrar segurança para consumidores e investidores com um ambiente regulatório que preserve a inovação e permita a entrada de novos competidores? Renan Santos (Missão): O equilíbrio que a pergunta pede se faz assim: Análise de impacto regulatório e consulta pública obrigatórias para qualquer norma que restrinja patrimônio, sob pena de nulidade. Revisão parlamentar simplificada de ato regulatório, no modelo do Congressional Review Act. Twin Peaks. O Livro Amarelo propõe abandonar a fragmentação dos anos 1960, com Banco Central, CVM, Susep e Previc disputando o mesmo produto, e adotar dois reguladores: um prudencial, outro de conduta, como Austrália, Reino Unido e Holanda. Hoje o token não sabe se é filho do Banco Central ou da CVM, e enquanto os pais brigam, a empresa vai para Dubai. Sandbox express com prazos em lei, como o Payment Services Act de Singapura. Autocustódia como direito. Guardar a própria chave é guardar o próprio dinheiro. Tributação Qual é a visão do seu plano de governo para a tributação de criptoativos e demais ativos digitais? Pretende manter o modelo atual ou propor mudanças para investidores e empresas do setor? Renan Santos (Missão): Minha doutrina fiscal é uma só e vale para cripto como vale para o resto: primeiro o Estado corta gastos, depois corta imposto. Nunca o contrário. Dentro dela, o que proponho para ativos digitais: Isenção de R$ 35 mil garantida em lei, e não em instrução normativa que qualquer Receita revoga em setembro. Alíquota única de 15%, com isenção total após doze meses de posse, no modelo alemão e português. Imposto que premia poupança, e não giro. Quem guarda bitcoin por dois anos não é especulador; é poupador que perdeu a paciência com a inflação. Compensação plena de prejuízo entre períodos. Tributar o ganho e ignorar a perda é confisco com nome técnico, enfatiza Renan Permuta cripto-cripto sem fato gerador. Imposto quando vira real, quando entra no bolso, e não a cada troca dentro da corretora. IOF sobre cripto: zero Renan Santos afirmou à reportagem que o IOF em stablecoin é imposto sobre exportação de serviço. Empresas do setor no Simples IA: lucro reinvestido isento por dez anos. Singapura não cobra ganho de capital. Portugal isenta quem guarda mais de um ano. A Estônia só tributa lucro distribuído. Nenhum desses países quebrou por isso; quebram os que taxam o que não arrecadam e perdem o que arrecadariam, completou o candidato do Missão. Para ele, “imposto tem que financiar quem serve, e não punir quem poupa.” Stablecoins, Pix e sistema financeiro Stablecoins e outros ativos digitais ganham espaço em pagamentos, remessas internacionais e movimentação de recursos. Qual deveria ser o papel dessas tecnologias no sistema financeiro brasileiro e como elas devem coexistir com o Pix e outras infraestruturas reguladas? Renan Santos (Missão): Pix e stablecoin não competem; se somam. O Pix não sai do país. Quem exporta software, quem recebe de cliente em Lisboa, quem manda dinheiro para a mãe em Governador Valadares, tudo isso precisa de trilho que atravesse fronteira sem pedir licença ao correspondente bancário. Pix é a rua; stablecoin é a estrada. País sério constrói os dois. Os americanos entenderam que stablecoin de dólar é política externa: aprovaram lei federal em 2025, o GENIUS Act, porque cada dólar tokenizado é um título do Tesouro americano comprado por alguém no mundo. Hong Kong fez o mesmo. E o Brasil discute reter por 24 horas. Proibir ou travar stablecoin de dólar não protege o real. Garante apenas que o brasileiro compre dólar em Miami em vez de numa corretora regulada em São Paulo. Se o real quer ser âncora regional, precisa circular onde o comércio já circula: stablecoin de real regulada, integrada ao Pix e ao Open Finance, é o veículo mais barato que existe para o real chegar ao Paraguai, ao Uruguai e à Argentina. Um último ponto, que digo há tempos: tornar a economia 100% eletrônica e 100% estatal reduz liberdade. Dinheiro em espécie, autocustódia e stablecoin regulada são pluralidade de trilhos. País livre tem pluralidade. Tokenização da economia O Brasil já desenvolve iniciativas de tokenização de ativos financeiros e de ativos da economia real. Seu governo pretende estimular esse mercado? Em quais áreas enxerga maior potencial? Renan Santos (Missão): Sim, e com objetivo prático, não decorativo: crédito mais barato. O spread bancário brasileiro é dos maiores do mundo por duas razões: assimetria de informação e garantia que não anda. O Livro Amarelo ataca as duas. Na informação, fortalecendo o Open Finance, que já processa bilhões de chamadas por semana e é referência mundial. Na garantia, expandindo o rol de ativos que podem ser dados em garantia, com recebíveis futuros de Pix, duplicata escritural e tokenização de ativos para que circulem e sejam negociados como garantia de empréstimo, com portabilidade de crédito em delivery versus payment: o crédito e a garantia migram juntos, automaticamente, para a instituição que oferecer juros menores. Garantia que não anda não vale nada. Token é garantia que anda. Onde vejo maior potencial: Recebíveis e duplicatas da pequena empresa, que hoje paga o juro mais caro do país. Agro: CPR tokenizada, com o produtor rural acessando capital do mundo sem passar por três intermediários. Títulos públicos: Tesouro Direto onchain, negociado 24 horas, com liquidação instantânea. Imóveis: registro e fracionamento. Tokenizar é levar o cartório para o século XXI. Energia e crédito de carbono, onde o Brasil tem a vantagem comparativa e a Europa tem a burocracia. Hong Kong emitiu título verde tokenizado. A Suíça tem bolsa digital regulada. Singapura roda o Project Guardian com os maiores bancos do mundo. Nos Estados Unidos, fundos de Treasury tokenizados já somam bilhões. E no Brasil, BTG, Itaú e B3 avançaram sozinhos, apesar do Estado, enquanto o Banco Central gastou três anos de piloto do Drex e mudou de rumo. O mercado brasileiro não precisa que o governo tokenize por ele. Precisa que o governo saia da frente e reconheça o token como o que é: propriedade, com registro, com efeito jurídico e com garantia executável. Empregos, formação e empreendedorismo Além dos investimentos em criptoativos, existe uma indústria formada por desenvolvedores, fintechs, startups e empresas de tecnologia. Que políticas seu governo pretende adotar para formação de profissionais, pesquisa, empreendedorismo e criação de empresas ligadas à indústria de ativos digitais? Nosso maior produto de exportação em cripto não pode ser o desenvolvedor. Hoje o engenheiro brasileiro de protocolo recebe em dólar de empresa sediada em Dubai. Bom para ele; péssimo para o país, que formou e perdeu. É o “exportar bruto, importar acabado” da era digital: exportamos o talento e importamos o aplicativo. Renan Santos (Missão): Três frentes, todas no Livro Amarelo: Contratar em ações. O Marco Legal das Stock Options, PL 2.724/2022, parado na Câmara. O STJ já decidiu, no Tema 1.226, que stock option tem natureza mercantil e só é tributada na venda; falta a lei codificar isso e excluir expressamente a contribuição previdenciária, que o CARF insiste em cobrar. Startup brasileira precisa poder pagar em ações o que não tem em caixa. É assim que se retém talento contra oferta de Dubai. Financiar o risco. O Tibi Brasileiro: a França mobilizou 13 bilhões de euros de capital institucional privado para venture capital com um selo oficial e nenhum centavo de fundo público adicional. Aqui, Previ, Petros, Funcef e as seguradoras administram centenas de bilhões e investem quase nada em tecnologia. O que falta não é o BNDES; é o resto do mercado institucional. Somo a isso a correção do veto ao Marco Legal das Startups, que impediu o investidor de compensar perda na fase inicial com lucro futuro. O Brasil construiu a casa e esqueceu de ligar o fogão. Formar na fronteira. Engenharia de protocolo, criptografia e sistemas distribuídos como trilha nas universidades federais e nos institutos federais, com bolsa por mérito; e o Pool Nacional de Computação, consórcio de USP, Unicamp, UFRJ e ITA, para que a pesquisa brasileira em infraestrutura digital não dependa de nuvem paga em dólar. Israel formou sua indústria de tecnologia na Unidade 8200 e no Yozma; a Coreia, no Estado que decidiu que o semicondutor era prioridade nacional. Capital humano de elite não nasce; é formado. Ensinar, contratar em ações e dar motivo para ficar. Uma medida concreta Se eleito presidente, qual seria a principal medida do seu governo para desenvolver a indústria brasileira de ativos digitais nos primeiros dois anos de mandato? Uma só: a Lei da Economia Onchain. Renan Santos (Missão): O que ela faz: Define o token como propriedade, com registro, efeito jurídico e garantia executável, e a autocustódia como direito do titular. Encerra a guerra de competência entre o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no modelo Twin Peaks: um regulador prudencial, um de conduta, uma porta só para a empresa entrar. Trava o regime tributário do setor em lei: isenção de R$ 35 mil, alíquota única de 15%, isenção após doze meses de posse, permuta sem fato gerador, compensação plena de prejuízo, IOF zero. Sandbox com prazo legal e silêncio positivo: o regulador que não responde no prazo, autoriza. AIR e consulta pública obrigatórias para norma que restrinja patrimônio, e rito simplificado de sustação parlamentar quando o regulador exorbita. Corrige na origem a lógica da Resolução 584: retenção só com indício concreto, no ponto de conversão para real, contra criminoso indiciado, e não contra cidadão. Os Estados Unidos aprovaram a lei federal de stablecoin em 2025 e o capital respondeu em meses. O Brasil tem 29 milhões de investidores esperando uma regra que não mude a cada setembro. Quem foi votado legisla, defendeu Renan. Redução de impostos e venture capital: empresas onchain contempladas? Seu plano propõe reduzir impostos sobre empresas de tecnologia e estimular o investimento de venture capital. Empresas de ativos digitais e da economia on-chain estariam contempladas nessa política? Que medidas concretas poderiam ser adotadas para estimular investimentos nesse mercado? Renan Santos (Missão): Sim, expressamente e por escrito na lei, para que nenhum burocrata decida depois que “cripto não conta”. O Simples IA do Livro Amarelo define empresa intensiva em tecnologia por critérios objetivos: percentual da receita gasta em computação, percentual do quadro com formação STEM, percentual do faturamento vindo de produto tecnológico. Acrescento o critério on-chain: receita de produto que roda em blockchain e engenheiro de protocolo no quadro. Enquadrou, lucro reinvestido isento por dez anos. Para o capital de risco, três medidas concretas: Tibi Brasileiro com selo para fundos de venture onchain. Fundo de pensão estatal e seguradora regulada pela Susep passam a poder alocar percentual definido em fundos com o selo, incluindo fundos de venture em infraestrutura digital com governança auditada. A BNDESPar já é cornerstone, com multiplicador de três reais e meio de capital privado por real público; o edital do FIP de Inteligência Artificial de 2026 vira modelo para um FIP Onchain. Marco Legal das Stock Options, para que a startup pague em equity. Correção do veto ao Marco Legal das Startups, para que o investidor-anjo compense perda inicial com lucro futuro. Dinheiro de pensão brasileira financiando empresa brasileira, e não só título do Tesouro. É assim que se faz venture capital em país sério: o Estado dá o selo e a estabilidade, e o capital privado dá o dinheiro. Como evitar a saída de empresas, investimentos e talentos Renan Santos (Missão): Empresas brasileiras de ativos digitais competem por capital e profissionais com companhias instaladas em jurisdições que oferecem diferentes regimes tributários e regulatórios. Como seu governo pretende evitar a saída de empresas, investimentos e talentos brasileiros para outros mercados? Vou nomear o absurdo: o Brasil é hoje o único país com 29 milhões de clientes de ativos digitais e as empresas do setor estão mudando a sede para Lisboa, Miami e Dubai. Exportamos empresa e importamos produto. Empresa não pede licença para ir embora; só pede motivo. E o Brasil dá quatro motivos todo ano: Juro. Com Selic de dois dígitos, o investidor institucional não financia risco. Minha PEC fiscal na transição derruba juro cortando gastos; é a medida mais pró-startup que existe, e ninguém a chama assim. Imposto instável. Em 2025 foi a MP 1.303; depois a ameaça de IOF; a cada LDO um susto novo. A Lei da Economia Onchain trava o regime por dez anos, com cláusula de estabilidade no modelo do RIGI argentino, que foi exatamente o que tirou o Stargate do Brasil. Regulação por decreto. A Resolução 584 foi publicada com menos de seis meses de prazo, sem consulta pública, alcançando a carteira do cidadão. Nenhuma empresa planeja sede em país onde a regra do jogo muda por caneta. Norma que restringe patrimônio passa por AIR, por consulta e pelo Congresso. Vida. O fundador escolhe o país onde o filho anda na rua. Meu plano de segurança pública, “Tomemos as Cidades”, é também política industrial: ninguém traz equipe para o país que não garante a esquina. Portugal ganhou gente com sol e isenção. Singapura ganhou uma empresa com regras claras e prazo. Dubai ganhou sede com licença em meses. O Brasil tem o sol, tem o mercado e tem o talento. Falta a isenção, a regra e a segurança. As três estão no meu plano, e as três dependem da mesma coisa: um Estado que pare de gastar o que não tem, e por isso pare de olhar para a carteira do cidadão como solução, finalizou o candidato do Missão. O artigo Renan Santos propõe isentar cripto mantida por 12 meses foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Renan Santos propõe isentar cripto mantida por 12 meses

Único dos seis presidenciáveis consultados pelo BeInCrypto a responder sobre ativos digitais, Renan Santos, candidato do partido Missão, defendeu isenção tributária para quem mantiver cripto por mais de 12 meses e uma “Lei da Economia Onchain”. O candidato também afirmou: “Quem guarda bitcoin não é especulador, é poupador que perdeu a paciência com a inflação.”
Renan foi questionado sobre incentivos tributários para empresas de tecnologia, venture capital e economia onchain, além de medidas para aumentar a capacidade das empresas brasileiras de ativos digitais de competir internacionalmente.
Ativos digitais na estratégia econômica
O Brasil ocupa a primeira posição mundial em adoção de ativos digitais no Global Crypto Adoption Index 2026, da Chainalysis, e 17,2% dos brasileiros, quase 29 milhões de pessoas, já investiram em cripto.
Qual papel a indústria de ativos digitais terá no seu plano de governo e na estratégia econômica do país?
Renan Santos (Missão): Minha tese é simples: ativos digitais entram no meu plano de governo como um dos vetores da fronteira tecnológica, ao lado de IA, robótica e engenharia genética. Por três razões.
Primeiro, é infraestrutura financeira: liquidação instantânea, global, 24 horas por dia, sem intermediário cobrando pedágio. Segundo, é indústria de software: emprego de alta renda, exportação de serviços, empresa que nasce aqui e vende para o mundo. Terceiro, é ímã de capital humano: o investidor, o desenvolvedor e o empreendedor dessa indústria escolhem onde morar em um país que os trate bem.
O exemplo que gosto de usar é a Hashdex. Enquanto o governo Biden fazia guerra regulatória contra a indústria nos Estados Unidos (EUA), nasceu no Brasil uma empresa que hoje lança ETF na Europa e compete com europeus no mercado deles. Quando o brasileiro é deixado livre, ele chega à fronteira. Portugal entendeu isso: liberalizou, isentou quem guarda por mais de um ano e recebeu gente e empresa.
O Brasil pode ser uma ilha global de gente que trabalha para o mundo inteiro e vive bem aqui.
Competitividade internacional
Países e centros financeiros disputam empresas, investimentos e profissionais ligados à economia digital. O que seu governo pretende fazer para tornar o Brasil competitivo na atração de capital, empresas e talentos da indústria de ativos digitais?
Renan Santos (Missão): Juros. Com a Selic em dois dígitos, o capital brasileiro dorme em Título Público. Para que abrir uma empresa de risco se o Tesouro paga 15% para você não fazer nada? Minha PEC fiscal, na transição, corta gastos para derrubar juros rápido. Juros baixos são o que obriga o dinheiro a sair do colchão do governo e ir para a atividade produtiva. Sem isso, qualquer incentivo setorial é enfeite.
Imposto. O Livro Amarelo propõe o Simples IA: lucro reinvestido isento de IRPJ e CSLL por dez anos para empresas intensivas em tecnologia, no modelo da Estônia, que virou o país europeu com mais startups e venture capital per capita com uma regra só, a de tributar apenas o lucro distribuído. Empresa de ativos digitais entra nesse regime.
Estabilidade. Quero cláusula de estabilidade de vinte anos para investimento em infraestrutura digital, e regime tributário do setor cripto travado em lei, não em instrução normativa.
Licença. Singapura licencia por tipo de atividade, com prazo. Dubai licencia em meses. No Brasil, a autorização de prestadora de serviço de ativos virtuais é uma fila cujo tamanho ninguém sabe, restrições financeiras que inviabilizam os negócios e mantêm os oligopólios. Sandbox com prazo legal e resposta obrigatória do regulador.
Vida. O nômade digital, o investidor em cripto e o fundador de startup escolhem país por clima, comida, rua limpa e segurança. Portugal ganhou gente com sol e isenção. O Brasil tem o sol. Faltam a isenção e a segurança, e as duas estão no meu plano.
Regulação e inovação
O Brasil avançou na regulamentação dos prestadores de serviços de ativos virtuais, sob supervisão do Banco Central. Como seu governo pretende equilibrar segurança para consumidores e investidores com um ambiente regulatório que preserve a inovação e permita a entrada de novos competidores?
Renan Santos (Missão): O equilíbrio que a pergunta pede se faz assim:
Análise de impacto regulatório e consulta pública obrigatórias para qualquer norma que restrinja patrimônio, sob pena de nulidade. Revisão parlamentar simplificada de ato regulatório, no modelo do Congressional Review Act.
Twin Peaks. O Livro Amarelo propõe abandonar a fragmentação dos anos 1960, com Banco Central, CVM, Susep e Previc disputando o mesmo produto, e adotar dois reguladores: um prudencial, outro de conduta, como Austrália, Reino Unido e Holanda. Hoje o token não sabe se é filho do Banco Central ou da CVM, e enquanto os pais brigam, a empresa vai para Dubai.
Sandbox express com prazos em lei, como o Payment Services Act de Singapura.
Autocustódia como direito. Guardar a própria chave é guardar o próprio dinheiro.
Tributação
Qual é a visão do seu plano de governo para a tributação de criptoativos e demais ativos digitais? Pretende manter o modelo atual ou propor mudanças para investidores e empresas do setor?
Renan Santos (Missão): Minha doutrina fiscal é uma só e vale para cripto como vale para o resto: primeiro o Estado corta gastos, depois corta imposto. Nunca o contrário. Dentro dela, o que proponho para ativos digitais:
Isenção de R$ 35 mil garantida em lei, e não em instrução normativa que qualquer Receita revoga em setembro.
Alíquota única de 15%, com isenção total após doze meses de posse, no modelo alemão e português. Imposto que premia poupança, e não giro. Quem guarda bitcoin por dois anos não é especulador; é poupador que perdeu a paciência com a inflação.
Compensação plena de prejuízo entre períodos. Tributar o ganho e ignorar a perda é confisco com nome técnico, enfatiza Renan
Permuta cripto-cripto sem fato gerador. Imposto quando vira real, quando entra no bolso, e não a cada troca dentro da corretora.
IOF sobre cripto: zero
Renan Santos afirmou à reportagem que o IOF em stablecoin é imposto sobre exportação de serviço.
Empresas do setor no Simples IA: lucro reinvestido isento por dez anos.
Singapura não cobra ganho de capital. Portugal isenta quem guarda mais de um ano. A Estônia só tributa lucro distribuído. Nenhum desses países quebrou por isso; quebram os que taxam o que não arrecadam e perdem o que arrecadariam, completou o candidato do Missão. Para ele, “imposto tem que financiar quem serve, e não punir quem poupa.”
Stablecoins, Pix e sistema financeiro
Stablecoins e outros ativos digitais ganham espaço em pagamentos, remessas internacionais e movimentação de recursos. Qual deveria ser o papel dessas tecnologias no sistema financeiro brasileiro e como elas devem coexistir com o Pix e outras infraestruturas reguladas?
Renan Santos (Missão): Pix e stablecoin não competem; se somam. O Pix não sai do país.
Quem exporta software, quem recebe de cliente em Lisboa, quem manda dinheiro para a mãe em Governador Valadares, tudo isso precisa de trilho que atravesse fronteira sem pedir licença ao correspondente bancário. Pix é a rua; stablecoin é a estrada. País sério constrói os dois.
Os americanos entenderam que stablecoin de dólar é política externa: aprovaram lei federal em 2025, o GENIUS Act, porque cada dólar tokenizado é um título do Tesouro americano comprado por alguém no mundo. Hong Kong fez o mesmo. E o Brasil discute reter por 24 horas.
Proibir ou travar stablecoin de dólar não protege o real. Garante apenas que o brasileiro compre dólar em Miami em vez de numa corretora regulada em São Paulo. Se o real quer ser âncora regional, precisa circular onde o comércio já circula: stablecoin de real regulada, integrada ao Pix e ao Open Finance, é o veículo mais barato que existe para o real chegar ao Paraguai, ao Uruguai e à Argentina.
Um último ponto, que digo há tempos: tornar a economia 100% eletrônica e 100% estatal reduz liberdade. Dinheiro em espécie, autocustódia e stablecoin regulada são pluralidade de trilhos. País livre tem pluralidade.
Tokenização da economia
O Brasil já desenvolve iniciativas de tokenização de ativos financeiros e de ativos da economia real. Seu governo pretende estimular esse mercado? Em quais áreas enxerga maior potencial?
Renan Santos (Missão): Sim, e com objetivo prático, não decorativo: crédito mais barato.
O spread bancário brasileiro é dos maiores do mundo por duas razões: assimetria de informação e garantia que não anda. O Livro Amarelo ataca as duas.
Na informação, fortalecendo o Open Finance, que já processa bilhões de chamadas por semana e é referência mundial. Na garantia, expandindo o rol de ativos que podem ser dados em garantia, com recebíveis futuros de Pix, duplicata escritural e tokenização de ativos para que circulem e sejam negociados como garantia de empréstimo, com portabilidade de crédito em delivery versus payment: o crédito e a garantia migram juntos, automaticamente, para a instituição que oferecer juros menores.
Garantia que não anda não vale nada. Token é garantia que anda. Onde vejo maior potencial:
Recebíveis e duplicatas da pequena empresa, que hoje paga o juro mais caro do país.
Agro: CPR tokenizada, com o produtor rural acessando capital do mundo sem passar por três intermediários.
Títulos públicos: Tesouro Direto onchain, negociado 24 horas, com liquidação instantânea.
Imóveis: registro e fracionamento. Tokenizar é levar o cartório para o século XXI.
Energia e crédito de carbono, onde o Brasil tem a vantagem comparativa e a Europa tem a burocracia.
Hong Kong emitiu título verde tokenizado. A Suíça tem bolsa digital regulada. Singapura roda o Project Guardian com os maiores bancos do mundo. Nos Estados Unidos, fundos de Treasury tokenizados já somam bilhões.
E no Brasil, BTG, Itaú e B3 avançaram sozinhos, apesar do Estado, enquanto o Banco Central gastou três anos de piloto do Drex e mudou de rumo. O mercado brasileiro não precisa que o governo tokenize por ele. Precisa que o governo saia da frente e reconheça o token como o que é: propriedade, com registro, com efeito jurídico e com garantia executável.
Empregos, formação e empreendedorismo
Além dos investimentos em criptoativos, existe uma indústria formada por desenvolvedores, fintechs, startups e empresas de tecnologia. Que políticas seu governo pretende adotar para formação de profissionais, pesquisa, empreendedorismo e criação de empresas ligadas à indústria de ativos digitais?
Nosso maior produto de exportação em cripto não pode ser o desenvolvedor. Hoje o engenheiro brasileiro de protocolo recebe em dólar de empresa sediada em Dubai. Bom para ele; péssimo para o país, que formou e perdeu. É o “exportar bruto, importar acabado” da era digital: exportamos o talento e importamos o aplicativo.
Renan Santos (Missão): Três frentes, todas no Livro Amarelo:
Contratar em ações. O Marco Legal das Stock Options, PL 2.724/2022, parado na Câmara. O STJ já decidiu, no Tema 1.226, que stock option tem natureza mercantil e só é tributada na venda; falta a lei codificar isso e excluir expressamente a contribuição previdenciária, que o CARF insiste em cobrar. Startup brasileira precisa poder pagar em ações o que não tem em caixa. É assim que se retém talento contra oferta de Dubai.
Financiar o risco. O Tibi Brasileiro: a França mobilizou 13 bilhões de euros de capital institucional privado para venture capital com um selo oficial e nenhum centavo de fundo público adicional.
Aqui, Previ, Petros, Funcef e as seguradoras administram centenas de bilhões e investem quase nada em tecnologia. O que falta não é o BNDES; é o resto do mercado institucional. Somo a isso a correção do veto ao Marco Legal das Startups, que impediu o investidor de compensar perda na fase inicial com lucro futuro. O Brasil construiu a casa e esqueceu de ligar o fogão.
Formar na fronteira. Engenharia de protocolo, criptografia e sistemas distribuídos como trilha nas universidades federais e nos institutos federais, com bolsa por mérito; e o Pool Nacional de Computação, consórcio de USP, Unicamp, UFRJ e ITA, para que a pesquisa brasileira em infraestrutura digital não dependa de nuvem paga em dólar. Israel formou sua indústria de tecnologia na Unidade 8200 e no Yozma; a Coreia, no Estado que decidiu que o semicondutor era prioridade nacional.
Capital humano de elite não nasce; é formado. Ensinar, contratar em ações e dar motivo para ficar.
Uma medida concreta
Se eleito presidente, qual seria a principal medida do seu governo para desenvolver a indústria brasileira de ativos digitais nos primeiros dois anos de mandato?
Uma só: a Lei da Economia Onchain.
Renan Santos (Missão): O que ela faz:
Define o token como propriedade, com registro, efeito jurídico e garantia executável, e a autocustódia como direito do titular.
Encerra a guerra de competência entre o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no modelo Twin Peaks: um regulador prudencial, um de conduta, uma porta só para a empresa entrar.
Trava o regime tributário do setor em lei: isenção de R$ 35 mil, alíquota única de 15%, isenção após doze meses de posse, permuta sem fato gerador, compensação plena de prejuízo, IOF zero.
Sandbox com prazo legal e silêncio positivo: o regulador que não responde no prazo, autoriza.
AIR e consulta pública obrigatórias para norma que restrinja patrimônio, e rito simplificado de sustação parlamentar quando o regulador exorbita.
Corrige na origem a lógica da Resolução 584: retenção só com indício concreto, no ponto de conversão para real, contra criminoso indiciado, e não contra cidadão.
Os Estados Unidos aprovaram a lei federal de stablecoin em 2025 e o capital respondeu em meses. O Brasil tem 29 milhões de investidores esperando uma regra que não mude a cada setembro. Quem foi votado legisla, defendeu Renan.
Redução de impostos e venture capital: empresas onchain contempladas?
Seu plano propõe reduzir impostos sobre empresas de tecnologia e estimular o investimento de venture capital. Empresas de ativos digitais e da economia on-chain estariam contempladas nessa política? Que medidas concretas poderiam ser adotadas para estimular investimentos nesse mercado?
Renan Santos (Missão): Sim, expressamente e por escrito na lei, para que nenhum burocrata decida depois que “cripto não conta”.
O Simples IA do Livro Amarelo define empresa intensiva em tecnologia por critérios objetivos: percentual da receita gasta em computação, percentual do quadro com formação STEM, percentual do faturamento vindo de produto tecnológico. Acrescento o critério on-chain: receita de produto que roda em blockchain e engenheiro de protocolo no quadro. Enquadrou, lucro reinvestido isento por dez anos.
Para o capital de risco, três medidas concretas:
Tibi Brasileiro com selo para fundos de venture onchain. Fundo de pensão estatal e seguradora regulada pela Susep passam a poder alocar percentual definido em fundos com o selo, incluindo fundos de venture em infraestrutura digital com governança auditada. A BNDESPar já é cornerstone, com multiplicador de três reais e meio de capital privado por real público; o edital do FIP de Inteligência Artificial de 2026 vira modelo para um FIP Onchain.
Marco Legal das Stock Options, para que a startup pague em equity.
Correção do veto ao Marco Legal das Startups, para que o investidor-anjo compense perda inicial com lucro futuro.
Dinheiro de pensão brasileira financiando empresa brasileira, e não só título do Tesouro. É assim que se faz venture capital em país sério: o Estado dá o selo e a estabilidade, e o capital privado dá o dinheiro.
Como evitar a saída de empresas, investimentos e talentos
Renan Santos (Missão): Empresas brasileiras de ativos digitais competem por capital e profissionais com companhias instaladas em jurisdições que oferecem diferentes regimes tributários e regulatórios. Como seu governo pretende evitar a saída de empresas, investimentos e talentos brasileiros para outros mercados?
Vou nomear o absurdo: o Brasil é hoje o único país com 29 milhões de clientes de ativos digitais e as empresas do setor estão mudando a sede para Lisboa, Miami e Dubai. Exportamos empresa e importamos produto. Empresa não pede licença para ir embora; só pede motivo. E o Brasil dá quatro motivos todo ano:
Juro. Com Selic de dois dígitos, o investidor institucional não financia risco. Minha PEC fiscal na transição derruba juro cortando gastos; é a medida mais pró-startup que existe, e ninguém a chama assim.
Imposto instável. Em 2025 foi a MP 1.303; depois a ameaça de IOF; a cada LDO um susto novo. A Lei da Economia Onchain trava o regime por dez anos, com cláusula de estabilidade no modelo do RIGI argentino, que foi exatamente o que tirou o Stargate do Brasil.
Regulação por decreto. A Resolução 584 foi publicada com menos de seis meses de prazo, sem consulta pública, alcançando a carteira do cidadão. Nenhuma empresa planeja sede em país onde a regra do jogo muda por caneta. Norma que restringe patrimônio passa por AIR, por consulta e pelo Congresso.
Vida. O fundador escolhe o país onde o filho anda na rua. Meu plano de segurança pública, “Tomemos as Cidades”, é também política industrial: ninguém traz equipe para o país que não garante a esquina.
Portugal ganhou gente com sol e isenção. Singapura ganhou uma empresa com regras claras e prazo. Dubai ganhou sede com licença em meses.
O Brasil tem o sol, tem o mercado e tem o talento. Falta a isenção, a regra e a segurança. As três estão no meu plano, e as três dependem da mesma coisa: um Estado que pare de gastar o que não tem, e por isso pare de olhar para a carteira do cidadão como solução, finalizou o candidato do Missão.
O artigo Renan Santos propõe isentar cripto mantida por 12 meses foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Ações da Tesla sobem 6% após superar entregas: os lucros vão confirmar o resultado?A Tesla entregou 486.532 veículos entre julho e setembro, superando a média das previsões de 24 analistas em cerca de 24.600. As ações da Tesla subiram 5,5% para US$ 373,55 no fim da manhã de sexta-feira, segundo o Yahoo Finance. A produção da fábrica, no entanto, não acompanhou o ritmo. A Tesla fabricou 464.391 veículos, então cerca de 22 mil dos carros entregues aos compradores foram produzidos em trimestres anteriores. Desempenho das ações da Tesla (TSLA). Fonte: Yahoo Finance O que impulsionou o resultado das entregas da Tesla? Model 3 e Model Y, o sedã e o SUV de maior volume da Tesla, foram responsáveis pela maioria das entregas. Eles atingiram 478.237 unidades, contra 450.712 projetadas na pesquisa de analistas conduzida pela própria Tesla. Outros modelos da Tesla, incluindo a Cybertruck, ficaram abaixo do esperado. As entregas somaram 8.295, abaixo das 11.285 previstas e quase metade das 15.933 registradas no mesmo período do ano passado. O total de entregas caiu cerca de 2% em relação a mais de 497 mil há um ano. Aquele trimestre foi inflado pela corrida de compradores para garantir um crédito fiscal de US$ 7.500 para veículos elétricos antes do vencimento em 30 de setembro de 2025. Q3 2026 Production: 464,391 Deliveries: 486,532 Energy storage deployments: 13.7 GWh Our Q3 Company Update will be streamed live on X on October 21 at 4:30pm CThttps://t.co/sXBSeLiJIj — Tesla (@Tesla) October 2, 2026 Em comparação com o trimestre de abril a junho, as entregas subiram 1,3%. A Europa contribuiu. Os registros no continente cresceram cerca de dois terços até agosto, segundo informou a Reuters. Por que as ações da Tesla agora dependem dos resultados de 21 de outubro? Este é o segundo trimestre consecutivo em que a Tesla vendeu mais carros do que produziu. No trimestre de abril a junho, fabricou 451.758 veículos e entregou 480.126. O comunicado da Tesla ressalta que as entregas são apenas um dos indicadores de desempenho. O lucro também depende do preço de venda de cada veículo, dos custos e das oscilações cambiais. A área de armazenamento de energia, dedicada a baterias para residências e redes elétricas, também ficou abaixo das expectativas. Foram instalados 13,7 gigawatts-hora (GWh), acima dos 12,5 GWh do ano anterior, mas inferior à projeção de 15,9 GWh. As ações acumulam queda de cerca de 21% em 2024, apesar da visão otimista de Ron Baron e da atenção ao lançamento do robô-táxi Cybercab da Tesla. Entre os analistas, não há consenso sobre as ações. Dos 25 especialistas que definiram metas de preço para 12 meses nos últimos três meses, 12 recomendam compra, 11 sugerem manutenção e dois indicam venda. A média das projeções ficou em US$ 391,40, cerca de 4,6% acima do valor de US$ 374,18. As estimativas individuais variam de US$ 24,86 a US$ 505. Projeção e metas das ações da Tesla. Fonte: TipRanks A Tesla divulga os resultados completos após o fechamento do mercado em 21 de outubro. Esses dados vão mostrar margens de lucro e preços de venda, informações que o número de entregas não revela. O cenário para o fim do ano também é claro. A Tesla precisa realizar pelo menos 311.448 entregas no último trimestre para evitar a terceira queda anual consecutiva de vendas, de acordo com a Reuters. O artigo Ações da Tesla sobem 6% após superar entregas: os lucros vão confirmar o resultado? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Ações da Tesla sobem 6% após superar entregas: os lucros vão confirmar o resultado?

A Tesla entregou 486.532 veículos entre julho e setembro, superando a média das previsões de 24 analistas em cerca de 24.600. As ações da Tesla subiram 5,5% para US$ 373,55 no fim da manhã de sexta-feira, segundo o Yahoo Finance.
A produção da fábrica, no entanto, não acompanhou o ritmo. A Tesla fabricou 464.391 veículos, então cerca de 22 mil dos carros entregues aos compradores foram produzidos em trimestres anteriores.
Desempenho das ações da Tesla (TSLA). Fonte: Yahoo Finance
O que impulsionou o resultado das entregas da Tesla?
Model 3 e Model Y, o sedã e o SUV de maior volume da Tesla, foram responsáveis pela maioria das entregas. Eles atingiram 478.237 unidades, contra 450.712 projetadas na pesquisa de analistas conduzida pela própria Tesla.
Outros modelos da Tesla, incluindo a Cybertruck, ficaram abaixo do esperado. As entregas somaram 8.295, abaixo das 11.285 previstas e quase metade das 15.933 registradas no mesmo período do ano passado.
O total de entregas caiu cerca de 2% em relação a mais de 497 mil há um ano. Aquele trimestre foi inflado pela corrida de compradores para garantir um crédito fiscal de US$ 7.500 para veículos elétricos antes do vencimento em 30 de setembro de 2025.
Q3 2026
Production: 464,391
Deliveries: 486,532
Energy storage deployments: 13.7 GWh
Our Q3 Company Update will be streamed live on X on October 21 at 4:30pm CThttps://t.co/sXBSeLiJIj
— Tesla (@Tesla) October 2, 2026
Em comparação com o trimestre de abril a junho, as entregas subiram 1,3%. A Europa contribuiu. Os registros no continente cresceram cerca de dois terços até agosto, segundo informou a Reuters.
Por que as ações da Tesla agora dependem dos resultados de 21 de outubro?
Este é o segundo trimestre consecutivo em que a Tesla vendeu mais carros do que produziu. No trimestre de abril a junho, fabricou 451.758 veículos e entregou 480.126.
O comunicado da Tesla ressalta que as entregas são apenas um dos indicadores de desempenho. O lucro também depende do preço de venda de cada veículo, dos custos e das oscilações cambiais.
A área de armazenamento de energia, dedicada a baterias para residências e redes elétricas, também ficou abaixo das expectativas. Foram instalados 13,7 gigawatts-hora (GWh), acima dos 12,5 GWh do ano anterior, mas inferior à projeção de 15,9 GWh.
As ações acumulam queda de cerca de 21% em 2024, apesar da visão otimista de Ron Baron e da atenção ao lançamento do robô-táxi Cybercab da Tesla.
Entre os analistas, não há consenso sobre as ações. Dos 25 especialistas que definiram metas de preço para 12 meses nos últimos três meses, 12 recomendam compra, 11 sugerem manutenção e dois indicam venda.
A média das projeções ficou em US$ 391,40, cerca de 4,6% acima do valor de US$ 374,18. As estimativas individuais variam de US$ 24,86 a US$ 505.
Projeção e metas das ações da Tesla. Fonte: TipRanks
A Tesla divulga os resultados completos após o fechamento do mercado em 21 de outubro. Esses dados vão mostrar margens de lucro e preços de venda, informações que o número de entregas não revela.
O cenário para o fim do ano também é claro. A Tesla precisa realizar pelo menos 311.448 entregas no último trimestre para evitar a terceira queda anual consecutiva de vendas, de acordo com a Reuters.
O artigo Ações da Tesla sobem 6% após superar entregas: os lucros vão confirmar o resultado? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Cripto movimenta R$ 283 bi no Brasil, mas só um presidenciável responde sobre o setorBrasil lidera ranking global de adoção de cripto e operações somaram R$ 283,1 bilhões apenas no primeiro semestre deste ano. O BeInCrypto procurou seis presidenciáveis para saber quais são os planos para a indústria de ativos digitais Às vésperas da eleição de 2026, o BeInCrypto procurou os seis principais candidatos à Presidência da República para saber como pretendem tratar um mercado que já movimenta bilhões de reais no país, alcança milhões de brasileiros e entra em uma nova fase regulatória. Brasil na liderança global O último Global Crypto Adoption Index 2026, da Chainalysis, coloca o Brasil na primeira posição mundial em adoção de ativos digitais. Já a 2ª Pesquisa Nacional de Criptomoedas, realizada pela Paradigma Education em parceria com o Datafolha, mostra que 17,2% dos brasileiros, quase 29 milhões de pessoas, já investiram em criptomoedas. Estamos falando de um setor que vem crescendo a dois dígitos ano após ano. É uma oportunidade importante para transformar a relevância econômica que cripto já conquistou no Brasil em relevância política, afirma Marina Fagali, Diretora no Brasil do movimento global Juntos por Cripto. Segundo a Receita Federal, as stablecoins já respondem por cerca de 80% do volume declarado de criptoativos no território nacional. Apenas no primeiro semestre de 2026, as operações com cripto no país movimentaram R$ 283,1 bilhões, o maior volume já registrado no período desde o início da série histórica. Os números indicam que os ativos digitais deixaram de ser uma discussão restrita a um pequeno grupo de investidores. A indústria envolve tecnologia, mercado financeiro, empreendedorismo, formação profissional, atração de investimentos, novos modelos de negócios e inclusão financeira. Ao mesmo tempo, o Brasil entrou em uma nova etapa regulatória, com o avanço das regras do Banco Central para prestadores de serviços de ativos virtuais. Lula, Bolsonaro, Cury, Caiado e Zema ignoram indústria cripto Diante desse cenário, o BeInCrypto procurou Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Renan Santos (Missão), Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Dos seis presidenciáveis consultados, apenas Renan Santos respondeu às perguntas da reportagem. Para Fagali, o silêncio da maioria revela uma distância entre o debate político e uma atividade econômica que já alcançou escala no país. A ausência de resposta dos presidenciáveis é um sintoma muito claro de algo que temos discutido nos debates sobre cripto e eleições: há um descolamento entre a política e temas que já são relevantes para a população e para a economia brasileira. A diretora do Juntos por Cripto vê a situação com preocupação, mas também como uma oportunidade. É justamente uma das razões para a atuação do Juntos por Cripto: aproximar a sociedade da política por meio da pauta cripto e, ao mesmo tempo, fazer com que os representantes políticos compreendam melhor a relevância que esse setor já tem para a população. O que o BeInCrypto quis saber dos candidatos? Todos os seis presidenciáveis receberam perguntas sobre o papel da indústria de ativos digitais na estratégia econômica brasileira. Regulação, tributação, segurança jurídica, inovação, pesquisa, formação profissional, fintechs e atração de empresas, capital e talentos estiveram entre os temas em comum apresentados a todos pela reportagem. O BeInCrypto também questionou como o próximo governo pretende posicionar o Brasil na disputa internacional por investimentos na economia digital e quais políticas poderiam permitir, por exemplo, que empresas brasileiras do setor cresçam sem perder competitividade para companhias instaladas em outras jurisdições. Perguntas para cada plano de governo Além das questões comuns, cada candidato recebeu perguntas relacionadas às propostas econômicas e tecnológicas apresentadas por sua candidatura. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — não respondeu Ao atual presidente, perguntamos qual deve ser o papel do Estado no desenvolvimento da indústria de ativos digitais: apenas regulador ou também indutor de investimentos, infraestrutura e tecnologia. A questão considerou a política do atual governo de ampliar a capacidade tecnológica brasileira e atrair investimentos para setores estratégicos. Flávio Bolsonaro (PL) — não respondeu Ao candidato do PL, as questões foram sobre como suas propostas de desburocratização, digitalização e maior liberdade econômica seriam aplicadas à indústria de ativos digitais. Nós questionamos se seu governo revisaria exigências regulatórias e como conciliaria maior liberdade econômica com proteção ao consumidor, combate a fraudes e prevenção à lavagem de dinheiro. Renan Santos (Missão) — respondeu Renan Santos foi o único dos seis presidenciáveis consultados a responder ao BeInCrypto. Suas propostas para a indústria de ativos digitais são apresentadas na próxima reportagem. Romeu Zema (Novo) — não respondeu Ao candidato do Novo, solicitamos repostas sobre suas propostas de redução da carga tributária e de menor intervenção estatal seriam aplicadas à indústria de ativos digitais. Também solicitamos informações sobre como seu governo lidaria com as diferenças de custos regulatórios e tributários entre empresas instaladas no Brasil. E as plataformas estrangeiras, que oferecem serviços aos consumidores brasileiros. Augusto Cury (Avante) — não respondeu Ao candidato do Avante, perguntamos se ativos digitais, tokenização e tecnologias de registros distribuídos fariam parte de sua estratégia de desenvolvimento tecnológico, que prevê, entre outros pontos, ampliar o uso de inteligência artificial (IA) pelo Estado. O papel das universidades na formação de profissionais. Criação de startups em áreas como inteligência artificial, ativos digitais e novas tecnologias financeiras estavam entre as questões enviadas. Ronaldo Caiado (PSD) — não respondeu Para o candidato do PSD, perguntamos como a indústria de ativos digitais entraria em sua estratégia de ampliação do capital de risco, atração de talentos e transformação da pesquisa brasileira em empresas competitivas internacionalmente. Indagamos se stablecoins, tokenização e ativos digitais poderiam fazer parte de uma próxima etapa da infraestrutura financeira digital brasileira, após iniciativas como Pix, Open Finance e gov.br. E qual deveria ser a divisão de papéis entre Estado e iniciativa privada? Setor quer levar pauta cripto ao segundo turno A ausência de respostas, segundo o Juntos por Cripto, não encerra a tentativa de levar o tema para a agenda eleitoral. O movimento pretende aumentar a interlocução com as campanhas, sobretudo se a disputa presidencial avançar para uma segunda rodada. Nosso próximo movimento será ampliar a pressão sobre os candidatos à Presidência, especialmente diante da possibilidade de um segundo turno, para que apresentem compromissos claros em relação à indústria de ativos digitais, ressalta Fagali. O que está em jogo neste domingo? Além do próximo presidente da República, os brasileiros irão escolher 27 governadores, 54 senadores, 513 deputados federais e mais de mil deputados estaduais e distritais. A renovação será especialmente significativa no Senado: dois terços das 81 cadeiras estarão em disputa. Os eleitos terão papel direto na discussão e aprovação de leis que podem definir, por exemplo, os próximos capítulos da regulação e do desenvolvimento da indústria de ativos digitais no Brasil. Dados do Juntos por Cripto mostram que, dos atuais 594 parlamentares, apenas 3% já se posicionaram a favor do mercado cripto. Apenas 3%. O potencial existe e é enorme. O que ainda falta é que governantes e representantes políticos compreendam essa dimensão. Temos muito trabalho pela frente, mas também uma oportunidade de aproximar definitivamente a agenda política de uma realidade econômica que já está presente na vida de milhões de brasileiros”, finaliza Marina Fagali. O artigo Cripto movimenta R$ 283 bi no Brasil, mas só um presidenciável responde sobre o setor foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Cripto movimenta R$ 283 bi no Brasil, mas só um presidenciável responde sobre o setor

Brasil lidera ranking global de adoção de cripto e operações somaram R$ 283,1 bilhões apenas no primeiro semestre deste ano. O BeInCrypto procurou seis presidenciáveis para saber quais são os planos para a indústria de ativos digitais
Às vésperas da eleição de 2026, o BeInCrypto procurou os seis principais candidatos à Presidência da República para saber como pretendem tratar um mercado que já movimenta bilhões de reais no país, alcança milhões de brasileiros e entra em uma nova fase regulatória.
Brasil na liderança global
O último Global Crypto Adoption Index 2026, da Chainalysis, coloca o Brasil na primeira posição mundial em adoção de ativos digitais. Já a 2ª Pesquisa Nacional de Criptomoedas, realizada pela Paradigma Education em parceria com o Datafolha, mostra que 17,2% dos brasileiros, quase 29 milhões de pessoas, já investiram em criptomoedas.
Estamos falando de um setor que vem crescendo a dois dígitos ano após ano. É uma oportunidade importante para transformar a relevância econômica que cripto já conquistou no Brasil em relevância política, afirma Marina Fagali, Diretora no Brasil do movimento global Juntos por Cripto.
Segundo a Receita Federal, as stablecoins já respondem por cerca de 80% do volume declarado de criptoativos no território nacional. Apenas no primeiro semestre de 2026, as operações com cripto no país movimentaram R$ 283,1 bilhões, o maior volume já registrado no período desde o início da série histórica.
Os números indicam que os ativos digitais deixaram de ser uma discussão restrita a um pequeno grupo de investidores. A indústria envolve tecnologia, mercado financeiro, empreendedorismo, formação profissional, atração de investimentos, novos modelos de negócios e inclusão financeira.
Ao mesmo tempo, o Brasil entrou em uma nova etapa regulatória, com o avanço das regras do Banco Central para prestadores de serviços de ativos virtuais.
Lula, Bolsonaro, Cury, Caiado e Zema ignoram indústria cripto
Diante desse cenário, o BeInCrypto procurou Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Renan Santos (Missão), Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Dos seis presidenciáveis consultados, apenas Renan Santos respondeu às perguntas da reportagem.
Para Fagali, o silêncio da maioria revela uma distância entre o debate político e uma atividade econômica que já alcançou escala no país.
A ausência de resposta dos presidenciáveis é um sintoma muito claro de algo que temos discutido nos debates sobre cripto e eleições: há um descolamento entre a política e temas que já são relevantes para a população e para a economia brasileira.
A diretora do Juntos por Cripto vê a situação com preocupação, mas também como uma oportunidade.
É justamente uma das razões para a atuação do Juntos por Cripto: aproximar a sociedade da política por meio da pauta cripto e, ao mesmo tempo, fazer com que os representantes políticos compreendam melhor a relevância que esse setor já tem para a população.
O que o BeInCrypto quis saber dos candidatos?
Todos os seis presidenciáveis receberam perguntas sobre o papel da indústria de ativos digitais na estratégia econômica brasileira. Regulação, tributação, segurança jurídica, inovação, pesquisa, formação profissional, fintechs e atração de empresas, capital e talentos estiveram entre os temas em comum apresentados a todos pela reportagem.
O BeInCrypto também questionou como o próximo governo pretende posicionar o Brasil na disputa internacional por investimentos na economia digital e quais políticas poderiam permitir, por exemplo, que empresas brasileiras do setor cresçam sem perder competitividade para companhias instaladas em outras jurisdições.
Perguntas para cada plano de governo
Além das questões comuns, cada candidato recebeu perguntas relacionadas às propostas econômicas e tecnológicas apresentadas por sua candidatura.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — não respondeu
Ao atual presidente, perguntamos qual deve ser o papel do Estado no desenvolvimento da indústria de ativos digitais: apenas regulador ou também indutor de investimentos, infraestrutura e tecnologia. A questão considerou a política do atual governo de ampliar a capacidade tecnológica brasileira e atrair investimentos para setores estratégicos.
Flávio Bolsonaro (PL) — não respondeu
Ao candidato do PL, as questões foram sobre como suas propostas de desburocratização, digitalização e maior liberdade econômica seriam aplicadas à indústria de ativos digitais. Nós questionamos se seu governo revisaria exigências regulatórias e como conciliaria maior liberdade econômica com proteção ao consumidor, combate a fraudes e prevenção à lavagem de dinheiro.
Renan Santos (Missão) — respondeu
Renan Santos foi o único dos seis presidenciáveis consultados a responder ao BeInCrypto. Suas propostas para a indústria de ativos digitais são apresentadas na próxima reportagem.
Romeu Zema (Novo) — não respondeu
Ao candidato do Novo, solicitamos repostas sobre suas propostas de redução da carga tributária e de menor intervenção estatal seriam aplicadas à indústria de ativos digitais. Também solicitamos informações sobre como seu governo lidaria com as diferenças de custos regulatórios e tributários entre empresas instaladas no Brasil. E as plataformas estrangeiras, que oferecem serviços aos consumidores brasileiros.
Augusto Cury (Avante) — não respondeu
Ao candidato do Avante, perguntamos se ativos digitais, tokenização e tecnologias de registros distribuídos fariam parte de sua estratégia de desenvolvimento tecnológico, que prevê, entre outros pontos, ampliar o uso de inteligência artificial (IA) pelo Estado. O papel das universidades na formação de profissionais. Criação de startups em áreas como inteligência artificial, ativos digitais e novas tecnologias financeiras estavam entre as questões enviadas.
Ronaldo Caiado (PSD) — não respondeu
Para o candidato do PSD, perguntamos como a indústria de ativos digitais entraria em sua estratégia de ampliação do capital de risco, atração de talentos e transformação da pesquisa brasileira em empresas competitivas internacionalmente.
Indagamos se stablecoins, tokenização e ativos digitais poderiam fazer parte de uma próxima etapa da infraestrutura financeira digital brasileira, após iniciativas como Pix, Open Finance e gov.br. E qual deveria ser a divisão de papéis entre Estado e iniciativa privada?
Setor quer levar pauta cripto ao segundo turno
A ausência de respostas, segundo o Juntos por Cripto, não encerra a tentativa de levar o tema para a agenda eleitoral. O movimento pretende aumentar a interlocução com as campanhas, sobretudo se a disputa presidencial avançar para uma segunda rodada.
Nosso próximo movimento será ampliar a pressão sobre os candidatos à Presidência, especialmente diante da possibilidade de um segundo turno, para que apresentem compromissos claros em relação à indústria de ativos digitais, ressalta Fagali.
O que está em jogo neste domingo?
Além do próximo presidente da República, os brasileiros irão escolher 27 governadores, 54 senadores, 513 deputados federais e mais de mil deputados estaduais e distritais.
A renovação será especialmente significativa no Senado: dois terços das 81 cadeiras estarão em disputa. Os eleitos terão papel direto na discussão e aprovação de leis que podem definir, por exemplo, os próximos capítulos da regulação e do desenvolvimento da indústria de ativos digitais no Brasil.
Dados do Juntos por Cripto mostram que, dos atuais 594 parlamentares, apenas 3% já se posicionaram a favor do mercado cripto. Apenas 3%.
O potencial existe e é enorme. O que ainda falta é que governantes e representantes políticos compreendam essa dimensão. Temos muito trabalho pela frente, mas também uma oportunidade de aproximar definitivamente a agenda política de uma realidade econômica que já está presente na vida de milhões de brasileiros”, finaliza Marina Fagali.
O artigo Cripto movimenta R$ 283 bi no Brasil, mas só um presidenciável responde sobre o setor foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Bitcoin já superou a antiga meta de US$ 82 mil do Citi: conheça a nova projeçãoO Citigroup elevou sua meta de preço para o Bitcoin (BTC) em 12 meses para US$ 113 mil, frente aos US$ 82 mil, apostando que investidores de fundos negociados em bolsa (ETF) continuarão retornando ao mercado. A projeção para o Ethereum (ETH) subiu para US$ 3.028, deixando bem menos espaço em relação ao preço atual. Os fluxos de fundos, porém, contrariaram essa aposta no mesmo dia. ETFs de Bitcoin à vista dos Estados Unidos registraram saída de US$ 148,69 milhões em 30 de setembro, mesma data do comunicado do Citi. Por que o Citi reverteu seu corte de junho tão rapidamente? O analista Alex Saunders, do Citi, justificou a revisão pela melhora em todos os indicadores acompanhados pelo banco. “… O aumento vem dos três componentes analisados em nosso processo: atividade, macroeconomia e fluxos de ETF. Temores de desvalorização do dólar, combinados com regulações da SEC, impulsionadas paradoxalmente pelo fracasso do Clarity Act, ajudaram o setor de cripto a recuperar níveis técnicos”, disse Saunders ao Yahoo Finance. A projeção para os fluxos mostra o quanto as expectativas mudaram. No comunicado de 30 de junho, reportado pela Reuters, o Citi cortou sua estimativa de entradas em ETFs para zero, contra uma projeção anterior de US$ 10 bilhões em doze meses. Na ocasião, o Citi também reduziu sua meta para o Bitcoin de US$ 112 mil para US$ 82 mil e para o Ethereum de US$ 3.175 para US$ 2.240. Na época, o BTC era negociado próximo de US$ 59 mil e o ETH, em torno de US$ 1.600. Agora, o Citi projeta US$ 5 bilhões em entradas nos próximos 12 meses, resultado de uma elevação gradual na alocação em Bitcoin por parte de consultores e corretoras de forma progressiva. Saunders também analisou os gráficos, destacando que os aportes em ETFs voltaram a crescer quando os preços ultrapassaram as médias móveis de 200 dias. O Bitcoin registrou um golden cross em 8 de setembro, quando a média de 50 dias superou a de 200 dias. A meta para o Ethereum ainda tem espaço após alta de 71%? O Bitcoin e o Ethereum acumularam ganhos de 42,7% e 70,8% no terceiro trimestre, segundo dados do Coinglass . As perdas no ano recuaram para cerca de 3% e 8,4%. O Bitcoin também marcou seu primeiro terceiro trimestre só com valorização registrado. O BTC era cotado a US$ 84.591 no momento desta reportagem, alta de 1,18% nas últimas 24 horas, segundo dados de mercados do BeInCrypto. A meta do Citi está cerca de 34% acima desse patamar. Desempenho do preço do Bitcoin (BTC). Fonte: BeInCrypto Markets A previsão do Citi também supera o alvo de US$ 100 mil para 2027 estabelecido por Matthew Sigel, chefe de pesquisa em ativos digitais da VanEck. Por outro lado, a demanda na entrada de outubro aparenta ser menor. A demanda por ETFs de Bitcoin esfriou no fim de setembro, enquanto a CryptoQuant estima que a demanda à vista cedeu em 170 mil BTC no período de trinta dias. O ETH era negociado a US$ 2.699,46, alta de 0,34% no dia, o que implica que a nova previsão aponta para cerca de 12% de potencial de valorização. Mesmo com o reajuste para cima, o número segue abaixo da meta anterior de US$ 3.175 mantida pelo Citi antes de 30 de junho. Desempenho do preço do Ethereum (ETH). Fonte: BeInCrypto Markets Os fatores de oferta seguem favoráveis. Dados da Santiment na semana passada indicaram que apenas 3,49% do ETH estava em exchanges, sugerindo menos moedas disponíveis para venda. Os ETFs de Ethereum, porém, interromperam uma sequência de sete dias de entradas em 29 de setembro. O corte de junho e a elevação mais recente executados pelo Citi acompanham a estimativa para entrada de recursos em ETFs. Os dados de fundos após a reunião do Fed em 27 e 28 de outubro indicarão se essa projeção se mantém. O artigo Bitcoin já superou a antiga meta de US$ 82 mil do Citi: conheça a nova projeção foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Bitcoin já superou a antiga meta de US$ 82 mil do Citi: conheça a nova projeção

O Citigroup elevou sua meta de preço para o Bitcoin (BTC) em 12 meses para US$ 113 mil, frente aos US$ 82 mil, apostando que investidores de fundos negociados em bolsa (ETF) continuarão retornando ao mercado. A projeção para o Ethereum (ETH) subiu para US$ 3.028, deixando bem menos espaço em relação ao preço atual.
Os fluxos de fundos, porém, contrariaram essa aposta no mesmo dia. ETFs de Bitcoin à vista dos Estados Unidos registraram saída de US$ 148,69 milhões em 30 de setembro, mesma data do comunicado do Citi.
Por que o Citi reverteu seu corte de junho tão rapidamente?
O analista Alex Saunders, do Citi, justificou a revisão pela melhora em todos os indicadores acompanhados pelo banco.
“… O aumento vem dos três componentes analisados em nosso processo: atividade, macroeconomia e fluxos de ETF. Temores de desvalorização do dólar, combinados com regulações da SEC, impulsionadas paradoxalmente pelo fracasso do Clarity Act, ajudaram o setor de cripto a recuperar níveis técnicos”, disse Saunders ao Yahoo Finance.
A projeção para os fluxos mostra o quanto as expectativas mudaram. No comunicado de 30 de junho, reportado pela Reuters, o Citi cortou sua estimativa de entradas em ETFs para zero, contra uma projeção anterior de US$ 10 bilhões em doze meses.
Na ocasião, o Citi também reduziu sua meta para o Bitcoin de US$ 112 mil para US$ 82 mil e para o Ethereum de US$ 3.175 para US$ 2.240. Na época, o BTC era negociado próximo de US$ 59 mil e o ETH, em torno de US$ 1.600.
Agora, o Citi projeta US$ 5 bilhões em entradas nos próximos 12 meses, resultado de uma elevação gradual na alocação em Bitcoin por parte de consultores e corretoras de forma progressiva.
Saunders também analisou os gráficos, destacando que os aportes em ETFs voltaram a crescer quando os preços ultrapassaram as médias móveis de 200 dias. O Bitcoin registrou um golden cross em 8 de setembro, quando a média de 50 dias superou a de 200 dias.
A meta para o Ethereum ainda tem espaço após alta de 71%?
O Bitcoin e o Ethereum acumularam ganhos de 42,7% e 70,8% no terceiro trimestre, segundo dados do Coinglass . As perdas no ano recuaram para cerca de 3% e 8,4%. O Bitcoin também marcou seu primeiro terceiro trimestre só com valorização registrado.
O BTC era cotado a US$ 84.591 no momento desta reportagem, alta de 1,18% nas últimas 24 horas, segundo dados de mercados do BeInCrypto. A meta do Citi está cerca de 34% acima desse patamar.
Desempenho do preço do Bitcoin (BTC). Fonte: BeInCrypto Markets
A previsão do Citi também supera o alvo de US$ 100 mil para 2027 estabelecido por Matthew Sigel, chefe de pesquisa em ativos digitais da VanEck. Por outro lado, a demanda na entrada de outubro aparenta ser menor.
A demanda por ETFs de Bitcoin esfriou no fim de setembro, enquanto a CryptoQuant estima que a demanda à vista cedeu em 170 mil BTC no período de trinta dias.
O ETH era negociado a US$ 2.699,46, alta de 0,34% no dia, o que implica que a nova previsão aponta para cerca de 12% de potencial de valorização. Mesmo com o reajuste para cima, o número segue abaixo da meta anterior de US$ 3.175 mantida pelo Citi antes de 30 de junho.
Desempenho do preço do Ethereum (ETH). Fonte: BeInCrypto Markets
Os fatores de oferta seguem favoráveis. Dados da Santiment na semana passada indicaram que apenas 3,49% do ETH estava em exchanges, sugerindo menos moedas disponíveis para venda. Os ETFs de Ethereum, porém, interromperam uma sequência de sete dias de entradas em 29 de setembro.
O corte de junho e a elevação mais recente executados pelo Citi acompanham a estimativa para entrada de recursos em ETFs. Os dados de fundos após a reunião do Fed em 27 e 28 de outubro indicarão se essa projeção se mantém.
O artigo Bitcoin já superou a antiga meta de US$ 82 mil do Citi: conheça a nova projeção foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Você pode conversar por vídeo com uma IA e não perceber: 26 de 54 pessoas não perceberamA Griffin AI da Tavus convenceu 26 de 54 pessoas em chamadas de vídeo ao vivo de que estavam conversando com um ser humano. A empresa está mantendo o modelo longe dos clientes justamente por esse motivo. A Tavus chama o modelo de primeiro a passar no teste de Turing em vídeo. O sistema anterior, avaliado da mesma maneira, enganou apenas 1 de 41 participantes. O que permitiu que a Griffin convencesse 26 desconhecidos? O cofundador e CEO da Tavus, Hassaan Raza, afirmou que as pessoas se comunicam tanto por expressão, tom e ritmo quanto pelas palavras usadas. Segundo ele, as máquinas costumam exigir que o usuário se adapte, fornecendo um comando, clique ou prompt. O argumento dele é que um computador capaz de interpretar tom e expressão como uma pessoa, além de se parecer com uma, poderia tornar a interação mais natural. Introducing Griffin, the first model to pass the video Turing test. 48% of people who talked to it live thought it was a real human. Previous systems have had a pass rate <3%. It is #1 on NVIDIA's benchmark for full-duplex AI video. It’s the first Human Interaction Model (HIM). pic.twitter.com/eb11XbC8Xr — Tavus (@tavus) October 1, 2026 A Tavus compara a Griffin com sistemas em cascata, nos quais reconhecimento de fala, modelo de linguagem e síntese de voz atuam em sequência. Esse tipo de sistema espera o usuário terminar de falar para então responder. A Griffin revisa o contexto da conversa a cada fração de segundo, interpretando palavras e sinais não verbais ao mesmo tempo. Ela também observa o vídeo, recurso que a Tavus afirma ser ignorado pela maioria dos sistemas interativos. Por esse motivo, o modelo consegue acenar ou reagir com um “uhum” enquanto alguém ainda está falando, além de manter o contexto mesmo quando interrompido. “… A geração de fala do Griffin-Lite produz voz de alta qualidade com latência de conversa e pode clonar a voz de uma pessoa a partir de cerca de 10 segundos de áudio”, afirma a Tavus em seu site. O benchmark VideoFDB, da NVIDIA, avalia a eficiência de uma IA em conversas de vídeo ao vivo. A Griffin recebeu nota 3,83 de 5. Gravações feitas por humanos atingiram 3,92, enquanto o sistema seguinte, uma combinação com Gemini 2.5 e Anam, ficou em 2,80. Desempenho da Griffin AI. Fonte: Tavus Por que a Tavus mantém a Griffin AI longe dos clientes? Os participantes do estudo esperavam uma conversa de um minuto com outra pessoa sobre o ano seguinte. Mais da metade declarou que não cogitou a possibilidade de estar falando com uma inteligência artificial. Aqueles que desconfiaram, em geral, perceberam algo nos primeiros 20 segundos. A Tavus admite que esse nível de realismo pode levar o modelo a enganar interlocutores, fazendo-os acreditar que estão diante de um ser humano. Por esse motivo, o Griffin-Lite, versão de prévia, está restrito apenas a testadores de confiança. A empresa afirma que está desenvolvendo mecanismos de aviso e colaborando com entidades dedicadas à segurança em IA antes de ampliar o acesso. Casos de fraude envolvendo cripto mostram que esse risco não é apenas teórico. A TRM Labs apurou que a adoção criminosa de inteligência artificial subiu 40% em 2026, com golpes sendo os principais responsáveis pelo avanço. Caso modelos como a Griffin se popularizem, um rosto conhecido em uma chamada de vídeo pode não garantir a identidade real de quem está do outro lado. O artigo Você pode conversar por vídeo com uma IA e não perceber: 26 de 54 pessoas não perceberam foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Você pode conversar por vídeo com uma IA e não perceber: 26 de 54 pessoas não perceberam

A Griffin AI da Tavus convenceu 26 de 54 pessoas em chamadas de vídeo ao vivo de que estavam conversando com um ser humano. A empresa está mantendo o modelo longe dos clientes justamente por esse motivo.
A Tavus chama o modelo de primeiro a passar no teste de Turing em vídeo. O sistema anterior, avaliado da mesma maneira, enganou apenas 1 de 41 participantes.
O que permitiu que a Griffin convencesse 26 desconhecidos?
O cofundador e CEO da Tavus, Hassaan Raza, afirmou que as pessoas se comunicam tanto por expressão, tom e ritmo quanto pelas palavras usadas. Segundo ele, as máquinas costumam exigir que o usuário se adapte, fornecendo um comando, clique ou prompt.
O argumento dele é que um computador capaz de interpretar tom e expressão como uma pessoa, além de se parecer com uma, poderia tornar a interação mais natural.
Introducing Griffin, the first model to pass the video Turing test.
48% of people who talked to it live thought it was a real human. Previous systems have had a pass rate <3%. It is #1 on NVIDIA's benchmark for full-duplex AI video.
It’s the first Human Interaction Model (HIM). pic.twitter.com/eb11XbC8Xr
— Tavus (@tavus) October 1, 2026
A Tavus compara a Griffin com sistemas em cascata, nos quais reconhecimento de fala, modelo de linguagem e síntese de voz atuam em sequência. Esse tipo de sistema espera o usuário terminar de falar para então responder.
A Griffin revisa o contexto da conversa a cada fração de segundo, interpretando palavras e sinais não verbais ao mesmo tempo. Ela também observa o vídeo, recurso que a Tavus afirma ser ignorado pela maioria dos sistemas interativos.
Por esse motivo, o modelo consegue acenar ou reagir com um “uhum” enquanto alguém ainda está falando, além de manter o contexto mesmo quando interrompido.
“… A geração de fala do Griffin-Lite produz voz de alta qualidade com latência de conversa e pode clonar a voz de uma pessoa a partir de cerca de 10 segundos de áudio”, afirma a Tavus em seu site.
O benchmark VideoFDB, da NVIDIA, avalia a eficiência de uma IA em conversas de vídeo ao vivo. A Griffin recebeu nota 3,83 de 5.
Gravações feitas por humanos atingiram 3,92, enquanto o sistema seguinte, uma combinação com Gemini 2.5 e Anam, ficou em 2,80.
Desempenho da Griffin AI. Fonte: Tavus
Por que a Tavus mantém a Griffin AI longe dos clientes?
Os participantes do estudo esperavam uma conversa de um minuto com outra pessoa sobre o ano seguinte. Mais da metade declarou que não cogitou a possibilidade de estar falando com uma inteligência artificial.
Aqueles que desconfiaram, em geral, perceberam algo nos primeiros 20 segundos. A Tavus admite que esse nível de realismo pode levar o modelo a enganar interlocutores, fazendo-os acreditar que estão diante de um ser humano.
Por esse motivo, o Griffin-Lite, versão de prévia, está restrito apenas a testadores de confiança. A empresa afirma que está desenvolvendo mecanismos de aviso e colaborando com entidades dedicadas à segurança em IA antes de ampliar o acesso.
Casos de fraude envolvendo cripto mostram que esse risco não é apenas teórico. A TRM Labs apurou que a adoção criminosa de inteligência artificial subiu 40% em 2026, com golpes sendo os principais responsáveis pelo avanço.
Caso modelos como a Griffin se popularizem, um rosto conhecido em uma chamada de vídeo pode não garantir a identidade real de quem está do outro lado.
O artigo Você pode conversar por vídeo com uma IA e não perceber: 26 de 54 pessoas não perceberam foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Autoridades europeias miram Minecraft, Candy Crush e outros 7 jogos por práticas com moeda virtualAutoridades europeias de defesa do consumidor iniciaram uma ação coordenada contra nove empresas de videogames por práticas envolvendo moedas virtuais em jogos. Minecraft, Candy Crush Saga e Clash of Clans enfrentam críticas por possíveis violações da legislação de defesa do consumidor da União Europeia. A operação ocorre por meio da Rede de Cooperação para a Proteção do Consumidor (CPC) da Comissão Europeia, formada por órgãos nacionais fiscalizadores. A medida intensifica um impasse que conversas anteriores com a indústria de games não conseguiram solucionar. European consumer authorities are investigating 9 video game companies, including France's Ubisoft, over concerns their in-game virtual currencies might be violating users' rights, EU sayshttps://t.co/YGUB67DiVQ — Daily Sabah (@DailySabah) October 2, 2026 O que está sendo examinado pelos reguladores? A Comissão de Concorrência e Proteção ao Consumidor da Irlanda (CCPC) anunciou a iniciativa em 1 de outubro. As empresas implicadas são Crytek, InnoGames, King, Mojang, Plarium, PLR Worldwide Sales, Riot Games, Supercell e Ubisoft. Outros títulos sob avaliação incluem Valorant, For Honor, Hunt: Showdown 1896, Forge of Empires, Mech Arena e Gardenscapes. Segundo a CCPC, a revisão abrange sete pontos. Preços exibidos em dinheiro real Trocas de moedas virtuais que ocultam o valor real dos itens Pressão para comprar mais moeda do que o necessário para avançar Informação clara antes da finalização da compra Direito de arrependimento em 14 dias, inclusive para moedas não utilizadas Termos e condições em linguagem acessível e justa Proteção para crianças e jogadores vulneráveis Em uma frente distinta, a Rede CPC dialoga com a Activision Blizzard, pertencente à Microsoft, a respeito de Diablo Immortal e Call of Duty. Nesse caso, a análise vai além. Inclui também coleta de dados pessoais, design potencialmente viciante, controles parentais, marketing direcionado ao público infantil e bloqueio de contas. Por que os reguladores estão mirando a moeda virtual em jogos agora? No ano passado, a Rede CPC abriu negociações com federações representando a indústria global de videogames. No entanto, os órgãos avaliaram que os resultados não atenderam às necessidades dos consumidores. Por isso, a rede realizou uma ampla checagem de mercado, que identificou os jogos atualmente em análise. “… Milhões de consumidores em toda a Europa jogam videogames, muitos deles crianças. Todos devem poder aproveitar esses jogos sem serem induzidos em erro sobre custos, pressionados a comprar ou sem clareza sobre seus direitos”, disse Geoffrey Gray, membro da Comissão da CCPC, afirmou. Em março de 2025, a rede definiu princípios para moedas virtuais em jogos. Também atuou contra a Star Stable Entertainment, desenvolvedora de um jogo de equitação popular entre crianças. A investigação mais recente amplia o foco de um título infantil para algumas das maiores franquias do setor de games. O comissário europeu de Defesa do Consumidor, Michael McGrath, indicou que Bruxelas espera conformidade das empresas. “… O jogo precisa ser justo, e as regras devem ser respeitadas”, declarou McGrath, ressaltou. Empresas que não responderem às preocupações poderão ser alvo de sanções aplicadas por autoridades nacionais. Até o momento, não há prazo ou penalidades divulgados. O artigo Autoridades europeias miram Minecraft, Candy Crush e outros 7 jogos por práticas com moeda virtual foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Autoridades europeias miram Minecraft, Candy Crush e outros 7 jogos por práticas com moeda virtual

Autoridades europeias de defesa do consumidor iniciaram uma ação coordenada contra nove empresas de videogames por práticas envolvendo moedas virtuais em jogos. Minecraft, Candy Crush Saga e Clash of Clans enfrentam críticas por possíveis violações da legislação de defesa do consumidor da União Europeia.
A operação ocorre por meio da Rede de Cooperação para a Proteção do Consumidor (CPC) da Comissão Europeia, formada por órgãos nacionais fiscalizadores. A medida intensifica um impasse que conversas anteriores com a indústria de games não conseguiram solucionar.
European consumer authorities are investigating 9 video game companies, including France's Ubisoft, over concerns their in-game virtual currencies might be violating users' rights, EU sayshttps://t.co/YGUB67DiVQ
— Daily Sabah (@DailySabah) October 2, 2026
O que está sendo examinado pelos reguladores?
A Comissão de Concorrência e Proteção ao Consumidor da Irlanda (CCPC) anunciou a iniciativa em 1 de outubro. As empresas implicadas são Crytek, InnoGames, King, Mojang, Plarium, PLR Worldwide Sales, Riot Games, Supercell e Ubisoft.
Outros títulos sob avaliação incluem Valorant, For Honor, Hunt: Showdown 1896, Forge of Empires, Mech Arena e Gardenscapes.
Segundo a CCPC, a revisão abrange sete pontos.
Preços exibidos em dinheiro real
Trocas de moedas virtuais que ocultam o valor real dos itens
Pressão para comprar mais moeda do que o necessário para avançar
Informação clara antes da finalização da compra
Direito de arrependimento em 14 dias, inclusive para moedas não utilizadas
Termos e condições em linguagem acessível e justa
Proteção para crianças e jogadores vulneráveis
Em uma frente distinta, a Rede CPC dialoga com a Activision Blizzard, pertencente à Microsoft, a respeito de Diablo Immortal e Call of Duty.
Nesse caso, a análise vai além. Inclui também coleta de dados pessoais, design potencialmente viciante, controles parentais, marketing direcionado ao público infantil e bloqueio de contas.
Por que os reguladores estão mirando a moeda virtual em jogos agora?
No ano passado, a Rede CPC abriu negociações com federações representando a indústria global de videogames. No entanto, os órgãos avaliaram que os resultados não atenderam às necessidades dos consumidores.
Por isso, a rede realizou uma ampla checagem de mercado, que identificou os jogos atualmente em análise.
“… Milhões de consumidores em toda a Europa jogam videogames, muitos deles crianças. Todos devem poder aproveitar esses jogos sem serem induzidos em erro sobre custos, pressionados a comprar ou sem clareza sobre seus direitos”, disse Geoffrey Gray, membro da Comissão da CCPC, afirmou.
Em março de 2025, a rede definiu princípios para moedas virtuais em jogos. Também atuou contra a Star Stable Entertainment, desenvolvedora de um jogo de equitação popular entre crianças.
A investigação mais recente amplia o foco de um título infantil para algumas das maiores franquias do setor de games. O comissário europeu de Defesa do Consumidor, Michael McGrath, indicou que Bruxelas espera conformidade das empresas.
“… O jogo precisa ser justo, e as regras devem ser respeitadas”, declarou McGrath, ressaltou.
Empresas que não responderem às preocupações poderão ser alvo de sanções aplicadas por autoridades nacionais. Até o momento, não há prazo ou penalidades divulgados.
O artigo Autoridades europeias miram Minecraft, Candy Crush e outros 7 jogos por práticas com moeda virtual foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Uptoberdə xoş gəlmisiniz: Ethereum və XRP-yə münasibət ən aşağı səviyyəyə çatırSantimentə görə, oktyabrın gəlişi ilə Ethereum (ETH) və XRP (XRP) haqqında kollektiv hissiyat mənfi istiqamətə dönüb. Qəddar (bədbin) şərhlər hər iki altkoin üçün əsas sosial şəbəkələrdə optimist fikirləri artıq üstələyib. Bu daha mənfi ab-hava treyderlərin tez-tez Uptober adlandırdığı bir ayın başlanğıcını işarə edir. Kotirovkalar az dəyişib: ETH 2.715,50 ABŞ dolları, XRP isə 1,51 ABŞ dolları ilə, hər ikisi gün ərzində cüzi artım göstərib. Ethereum və XRP barədə bədbin şərhlər optimist fikirləri üstələyir

Uptoberdə xoş gəlmisiniz: Ethereum və XRP-yə münasibət ən aşağı səviyyəyə çatır

Santimentə görə, oktyabrın gəlişi ilə Ethereum (ETH) və XRP (XRP) haqqında kollektiv hissiyat mənfi istiqamətə dönüb. Qəddar (bədbin) şərhlər hər iki altkoin üçün əsas sosial şəbəkələrdə optimist fikirləri artıq üstələyib.
Bu daha mənfi ab-hava treyderlərin tez-tez Uptober adlandırdığı bir ayın başlanğıcını işarə edir. Kotirovkalar az dəyişib: ETH 2.715,50 ABŞ dolları, XRP isə 1,51 ABŞ dolları ilə, hər ikisi gün ərzində cüzi artım göstərib.
Ethereum və XRP barədə bədbin şərhlər optimist fikirləri üstələyir
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SEC admite que regulação ficou atrás do Bitcoin e propõe novas regras de custódiaO presidente da Securities and Exchange Commission (SEC), Paul Atkins, admitiu hoje que as regras federais de valores mobiliários não acompanharam o rápido crescimento do Bitcoin desde o seu lançamento em 2008. A agência respondeu com uma nova proposta para modernizar o modo como consultores e fundos fazem a custódia de ativos de cripto. Since the advent of Bitcoin in 2008, the crypto asset market has grown from a niche curiosity into a multi-trillion-dollar asset class to which investors actively seek exposure. Unfortunately, our rules and regulations have not kept pace. To that end, today’s proposal would… https://t.co/9C5LvRb8b5 — Paul Atkins (@SECPaulSAtkins) October 1, 2026 Qual é a nova proposta de custódia de cripto da SEC? A proposta altera o Investment Advisers Act e o Investment Company Act para criar regras de custódia mais claras para ativos digitais. A medida permite que consultores de investimentos registrados e fundos regulados, inclusive fundos mútuos, mantenham cripto sob um arcabouço preparado para o mercado atual, substituindo orientações de décadas atrás. Atkins afirmou que as regras atuais “não acompanharam” uma classe de ativos que evoluiu de um experimento restrito para um mercado de vários trilhões de dólares. Ele posicionou a proposta como uma resposta à incerteza causada por padrões de custódia desatualizados, elaborados antes do surgimento da cripto. “Para esse fim, a proposta de hoje fornece um arcabouço regulatório claro para a custódia de ativos de cripto, oferecendo aos consultores e fundos um caminho compatível onde isso não existia antes e substituindo a incerteza gerada por regras elaboradas para uma era anterior”, declarou Atkins em um comunicado oficial. Duas mudanças principais se destacam. Consultores poderiam permitir que clientes façam a auto custódia de ativos de cripto em condições específicas. Empresas fiduciárias estaduais também poderiam qualificar-se como custodiante, ampliando o alcance além de bancos e corretoras que tradicionalmente exercem essa função. A proposta surge semanas após o CLARITY Act ter travado no Senado. Parlamentares não conseguiram avançar com esse projeto de estrutura de mercado em 15 de setembro, deixando a SEC agir por meio de regras. Desempenho de preço do Bitcoin (BTC). Fonte: BeInCrypto Por que essa mudança de custódia importa para investidores? Diretrizes antigas de custódia limitaram por muito tempo o suporte que consultores podiam oferecer em cripto para clientes. Fundos também enfrentaram obstáculos para disponibilizar estratégias de exposição a ativos digitais por meio de canais adequados. Atkins vinculou a proposta a medidas mais amplas para tornar os Estados Unidos líder global do setor de cripto. Essa agenda já inclui o fim das abordagens baseadas em fiscalização e a criação de regras mais claras para tokenização na indústria. O período para receber comentários públicos permanecerá aberto por 60 dias, a partir do momento em que a proposta for publicada no Federal Register. Participantes do mercado devem opinar sobre as normas de auto custódia e a ampliação do papel das empresas fiduciárias estaduais. Esta é uma das mudanças regulatórias mais explícitas sob a gestão de Atkins até agora. A medida oferece aos investidores institucionais um caminho compatível para entrar no Bitcoin e em outros ativos digitais. A redução de ambiguidades legais pode acelerar a adoção generalizada que restrições antigas limitaram por anos. O artigo SEC admite que regulação ficou atrás do Bitcoin e propõe novas regras de custódia foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

SEC admite que regulação ficou atrás do Bitcoin e propõe novas regras de custódia

O presidente da Securities and Exchange Commission (SEC), Paul Atkins, admitiu hoje que as regras federais de valores mobiliários não acompanharam o rápido crescimento do Bitcoin desde o seu lançamento em 2008.
A agência respondeu com uma nova proposta para modernizar o modo como consultores e fundos fazem a custódia de ativos de cripto.
Since the advent of Bitcoin in 2008, the crypto asset market has grown from a niche curiosity into a multi-trillion-dollar asset class to which investors actively seek exposure. Unfortunately, our rules and regulations have not kept pace.
To that end, today’s proposal would… https://t.co/9C5LvRb8b5
— Paul Atkins (@SECPaulSAtkins) October 1, 2026
Qual é a nova proposta de custódia de cripto da SEC?
A proposta altera o Investment Advisers Act e o Investment Company Act para criar regras de custódia mais claras para ativos digitais.
A medida permite que consultores de investimentos registrados e fundos regulados, inclusive fundos mútuos, mantenham cripto sob um arcabouço preparado para o mercado atual, substituindo orientações de décadas atrás.
Atkins afirmou que as regras atuais “não acompanharam” uma classe de ativos que evoluiu de um experimento restrito para um mercado de vários trilhões de dólares. Ele posicionou a proposta como uma resposta à incerteza causada por padrões de custódia desatualizados, elaborados antes do surgimento da cripto.
“Para esse fim, a proposta de hoje fornece um arcabouço regulatório claro para a custódia de ativos de cripto, oferecendo aos consultores e fundos um caminho compatível onde isso não existia antes e substituindo a incerteza gerada por regras elaboradas para uma era anterior”, declarou Atkins em um comunicado oficial.
Duas mudanças principais se destacam.
Consultores poderiam permitir que clientes façam a auto custódia de ativos de cripto em condições específicas.
Empresas fiduciárias estaduais também poderiam qualificar-se como custodiante, ampliando o alcance além de bancos e corretoras que tradicionalmente exercem essa função.
A proposta surge semanas após o CLARITY Act ter travado no Senado. Parlamentares não conseguiram avançar com esse projeto de estrutura de mercado em 15 de setembro, deixando a SEC agir por meio de regras.
Desempenho de preço do Bitcoin (BTC). Fonte: BeInCrypto
Por que essa mudança de custódia importa para investidores?
Diretrizes antigas de custódia limitaram por muito tempo o suporte que consultores podiam oferecer em cripto para clientes. Fundos também enfrentaram obstáculos para disponibilizar estratégias de exposição a ativos digitais por meio de canais adequados.
Atkins vinculou a proposta a medidas mais amplas para tornar os Estados Unidos líder global do setor de cripto. Essa agenda já inclui o fim das abordagens baseadas em fiscalização e a criação de regras mais claras para tokenização na indústria.
O período para receber comentários públicos permanecerá aberto por 60 dias, a partir do momento em que a proposta for publicada no Federal Register. Participantes do mercado devem opinar sobre as normas de auto custódia e a ampliação do papel das empresas fiduciárias estaduais.
Esta é uma das mudanças regulatórias mais explícitas sob a gestão de Atkins até agora. A medida oferece aos investidores institucionais um caminho compatível para entrar no Bitcoin e em outros ativos digitais. A redução de ambiguidades legais pode acelerar a adoção generalizada que restrições antigas limitaram por anos.
O artigo SEC admite que regulação ficou atrás do Bitcoin e propõe novas regras de custódia foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Rebranding de ‘Super Inteligência’ de Trump tem ligação curiosa com a EslovêniaA decisão de Donald Trump de renomear a Inteligência Artificial (IA) para “Super Inteligência” em todo o governo dos Estados Unidos pode não ser aleatória. Pode se tratar de uma estratégia interna relacionada à Eslovênia, que poderia render milhões à família Trump. Essa é, ao menos, a alegação polêmica por trás do aumento repentino nos domínios .si da Eslovênia. A Eslovênia assinou uma parceria de IA com Washington em 24 de setembro. O país é dono do sufixo web .si e é o local de nascimento de Melania Trump. Segundo a BBC, as inscrições para domínios .si dispararam. As novas registradas saltaram de menos de 2 mil em agosto para cerca de 44 mil em setembro. Pessoas próximas a Trump compraram domínios .si valiosos antes do anúncio? Não há evidências públicas de que isso tenha ocorrido. Quem adquiriu domínios .si antes de Trump dizer “Super Inteligência”? O investidor e consultor político Adam Cochran afirma que a movimentação começou bem antes. Segundo ele, os registros aumentaram em junho, e nomes relacionados à IA com .si começaram a ser negociados por valores elevados. “… nomes de IA com .si passaram a valer dezenas de milhares de US$”, afirmou Cochran. Ele apontou que cerca de 12 mil domínios relacionados a IA ou ao MAGA foram registrados ou negociados antes da proposta de mudança feita por Trump. Trump sugeriu o termo “Super Inteligência” na Truth Social em 19 de setembro e empregou o conceito na ONU em 22 de setembro. Em 29 de setembro, ele assinou uma ordem executiva exigindo que órgãos federais adotem as expressões “Super Inteligência” e “SI” em vez de IA. Cochran sustenta que pessoas do círculo próximo de Trump lucraram com essa mudança. O economista Roman Sheremeta classificou o episódio como suposta “manobra de enriquecimento”. Negócios polêmicos da família Trump A teoria não apresenta nomes Não há registros públicos que identifiquem compradores ou que os vinculem a Trump, sua família ou seu círculo próximo. A Netcraft sugere uma explicação mais simples: especulação. Um domínio .si custa cerca de US$ 11 por ano, enquanto um .ai tem valor mínimo aproximado de US$ 180 para dois anos. Mais da metade dos domínios .si detectados pela empresa Dynadot, entre a publicação de Trump em 19 de setembro e seu discurso na ONU, acabou sendo oferecida para revenda posteriormente. Enquanto isso, o acordo dos Estados Unidos com a Eslovênia aborda IA, semicondutores, minerais críticos e cadeias de suprimento seguras, sem nenhuma referência a domínios. Por ora, o boom dos domínios é concreto. A alegada ligação com Trump segue sem comprovação. Cochran acredita que um futuro Congresso deve investigar quem comprou os domínios antes da alta nos preços. O artigo Rebranding de ‘Super Inteligência’ de Trump tem ligação curiosa com a Eslovênia foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Rebranding de ‘Super Inteligência’ de Trump tem ligação curiosa com a Eslovênia

A decisão de Donald Trump de renomear a Inteligência Artificial (IA) para “Super Inteligência” em todo o governo dos Estados Unidos pode não ser aleatória.
Pode se tratar de uma estratégia interna relacionada à Eslovênia, que poderia render milhões à família Trump. Essa é, ao menos, a alegação polêmica por trás do aumento repentino nos domínios .si da Eslovênia.
A Eslovênia assinou uma parceria de IA com Washington em 24 de setembro. O país é dono do sufixo web .si e é o local de nascimento de Melania Trump.
Segundo a BBC, as inscrições para domínios .si dispararam. As novas registradas saltaram de menos de 2 mil em agosto para cerca de 44 mil em setembro.
Pessoas próximas a Trump compraram domínios .si valiosos antes do anúncio? Não há evidências públicas de que isso tenha ocorrido.
Quem adquiriu domínios .si antes de Trump dizer “Super Inteligência”?
O investidor e consultor político Adam Cochran afirma que a movimentação começou bem antes. Segundo ele, os registros aumentaram em junho, e nomes relacionados à IA com .si começaram a ser negociados por valores elevados.
“… nomes de IA com .si passaram a valer dezenas de milhares de US$”, afirmou Cochran.
Ele apontou que cerca de 12 mil domínios relacionados a IA ou ao MAGA foram registrados ou negociados antes da proposta de mudança feita por Trump.
Trump sugeriu o termo “Super Inteligência” na Truth Social em 19 de setembro e empregou o conceito na ONU em 22 de setembro.
Em 29 de setembro, ele assinou uma ordem executiva exigindo que órgãos federais adotem as expressões “Super Inteligência” e “SI” em vez de IA.
Cochran sustenta que pessoas do círculo próximo de Trump lucraram com essa mudança. O economista Roman Sheremeta classificou o episódio como suposta “manobra de enriquecimento”.
Negócios polêmicos da família Trump
A teoria não apresenta nomes
Não há registros públicos que identifiquem compradores ou que os vinculem a Trump, sua família ou seu círculo próximo.
A Netcraft sugere uma explicação mais simples: especulação. Um domínio .si custa cerca de US$ 11 por ano, enquanto um .ai tem valor mínimo aproximado de US$ 180 para dois anos.
Mais da metade dos domínios .si detectados pela empresa Dynadot, entre a publicação de Trump em 19 de setembro e seu discurso na ONU, acabou sendo oferecida para revenda posteriormente.
Enquanto isso, o acordo dos Estados Unidos com a Eslovênia aborda IA, semicondutores, minerais críticos e cadeias de suprimento seguras, sem nenhuma referência a domínios.
Por ora, o boom dos domínios é concreto. A alegada ligação com Trump segue sem comprovação.
Cochran acredita que um futuro Congresso deve investigar quem comprou os domínios antes da alta nos preços.
O artigo Rebranding de ‘Super Inteligência’ de Trump tem ligação curiosa com a Eslovênia foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Bitcoin quebrou um padrão de 13 anos: o que vem a seguir?O Bitcoin (BTC) fechou julho, agosto e setembro em alta pela primeira vez na história. A sequência resultou em um ganho de 42,71% no terceiro trimestre. Essa valorização encerrou três trimestres consecutivos de queda. O BTC agora é negociado a US$ 83.702, com baixa de 0,15% nas últimas 24 horas. O terceiro trimestre do Bitcoin quebra padrão de setembro após 13 anos Segundo dados mensais do CoinGlass, o BTC registrou ganhos de 7,36% em julho, 24,95% em agosto e 6,33% em setembro. Agosto foi o principal responsável pelo desempenho. Entre os dias 17 e 23 de agosto, o BTC avançou US$ 14.775, seu maior ganho semanal segundo registros. Tabela de retornos mensais do Bitcoin no terceiro trimestre com julho, agosto e setembro de 2026 destacados / Fonte: CoinGlass O movimento ocorreu após o Tesouro dos EUA dobrar o valor mínimo das operações de recompra de títulos de longo prazo para pelo menos US$ 4 bilhões. Ao mesmo tempo, a demanda por ETFs à vista atingiu a semana mais forte desde outubro de 2025. O resultado de setembro tornou o trimestre histórico. Antes de 2026, todas as ocasiões em que agosto foi positivo desde 2013 foram seguidas por setembro em baixa. Esse padrão se repetiu em 2013, 2017, 2020 e 2021. Historicamente, setembro é considerado um mês fraco, apresentando média de queda de 2,41%. Em 2026, setembro contrariou essa tendência com ganho de 6,33%. Este também foi o quarto fechamento consecutivo em alta para o mês. Segundo melhor terceiro trimestre do Bitcoin, mas 2026 permanece negativo Ocupando o segundo lugar no histórico trimestral, o ganho de 42,71% só foi superado por 2017, quando o BTC subiu 80,41% no terceiro trimestre. O terceiro trimestre de 2026 superou por pouco o mesmo período de 2013, que teve retorno de 40,6%. Em seguida, aparece o trimestre de 2021, com 25,01%. O desempenho impressiona ao ser comparado com a média do terceiro trimestre, que é de 8,67% — o mais fraco entre os quatro trimestres — e valor mediano de 2,29%. Tabela de retornos trimestrais do Bitcoin mostrando o terceiro trimestre de 2026 com 42,71% / Fonte: CoinGlass No entanto, a série de altas não reverteu as perdas anteriores. No primeiro trimestre, o BTC caiu 22,2% e, no segundo trimestre, 14,09%, após queda de 23,07% no quarto trimestre de 2025. Por isso, o BTC ainda negocia cerca de 4% abaixo do seu preço de abertura de 2026, que foi de US$ 87.498. Além disso, permanece aproximadamente 34% distante do recorde próximo de US$ 126 mil. Fractal de sentimento do BTC remete a recuperações de 2019 e 2023 O sentimento do mercado também mudou de forma drástica. O Crypto Fear and Greed Index caiu para 5 em 12 de fevereiro. Depois, permaneceu 106 dias consecutivos abaixo de 50 até 19 de agosto. Esse foi o terceiro maior período de pessimismo do indicador em oito anos. Em 25 de agosto, o indicador atingiu 74, o maior nível desde outubro de 2025. Em 30 de setembro, marcava 71. Um gráfico do LookIntoBitcoin que cruza preço e sentimento mostra essa sequência em ciclos anteriores. No início de 2019 e em 2023, o BTC recuperou o nível perdido após o topo do ciclo. Essas retomadas ocorreram três ou quatro meses após o fundo do ciclo. Em ambas ocasiões, o sentimento deixou o medo e passou para a ganância enquanto o patamar era superado. O BTC repete tal padrão próximo de US$ 83 mil, cerca de três meses após as mínimas de junho. Gráfico fractal Fear and Greed do Bitcoin compara recuperações de 2019, 2023 e 2026 / Fonte: LookIntoBitcoin Outro ponto relevante é que esse recuo foi menos acentuado e durou menos tempo. O BTC recuou pouco mais de 50% do topo, frente a cerca de 84% em 2018 e 77% em 2022. No entanto, o fractal pode não se repetir da mesma forma. Após a retomada de 2019, o BTC chegou próximo de US$ 14 mil, mas devolveu cerca de metade do avanço até o fim do ano. Após a recuperação de 2023, a moeda ficou lateralizada ao longo de sete meses antes da nova alta. Por fim, o índice marcou 74 um dia antes do topo de outubro de 2025. Perspectiva do preço do Bitcoin volta-se para a abertura anual em US$ 87.500 Outubro historicamente favoreceu os compradores. Desde 2013, o mês registrou ganho mediano de 14,71% e fechou em alta em 10 de 13 anos completos. O quarto trimestre apresentou retorno mediano de 47,73%. Após cada alta acima de 15% no terceiro trimestre, em 2013, 2017, 2020 e 2021, o quarto trimestre também encerrou em alta. No entanto, quatro casos representam uma amostra pequena, e desempenhos anteriores não garantem resultados futuros. O primeiro obstáculo está na abertura anual em US$ 87.498, que deixaria 2026 positivo. Se houver fechamento consistente abaixo do patamar retomado de US$ 83 mil, o cenário fractal pode perder força. A reunião do Federal Reserve em 27 e 28 de outubro, seguida pelas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos em novembro, pode definir para que lado o BTC irá. O artigo Bitcoin quebrou um padrão de 13 anos: o que vem a seguir? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Bitcoin quebrou um padrão de 13 anos: o que vem a seguir?

O Bitcoin (BTC) fechou julho, agosto e setembro em alta pela primeira vez na história. A sequência resultou em um ganho de 42,71% no terceiro trimestre.
Essa valorização encerrou três trimestres consecutivos de queda. O BTC agora é negociado a US$ 83.702, com baixa de 0,15% nas últimas 24 horas.
O terceiro trimestre do Bitcoin quebra padrão de setembro após 13 anos
Segundo dados mensais do CoinGlass, o BTC registrou ganhos de 7,36% em julho, 24,95% em agosto e 6,33% em setembro.
Agosto foi o principal responsável pelo desempenho. Entre os dias 17 e 23 de agosto, o BTC avançou US$ 14.775, seu maior ganho semanal segundo registros.
Tabela de retornos mensais do Bitcoin no terceiro trimestre com julho, agosto e setembro de 2026 destacados / Fonte: CoinGlass
O movimento ocorreu após o Tesouro dos EUA dobrar o valor mínimo das operações de recompra de títulos de longo prazo para pelo menos US$ 4 bilhões. Ao mesmo tempo, a demanda por ETFs à vista atingiu a semana mais forte desde outubro de 2025.
O resultado de setembro tornou o trimestre histórico. Antes de 2026, todas as ocasiões em que agosto foi positivo desde 2013 foram seguidas por setembro em baixa.
Esse padrão se repetiu em 2013, 2017, 2020 e 2021. Historicamente, setembro é considerado um mês fraco, apresentando média de queda de 2,41%.
Em 2026, setembro contrariou essa tendência com ganho de 6,33%. Este também foi o quarto fechamento consecutivo em alta para o mês.
Segundo melhor terceiro trimestre do Bitcoin, mas 2026 permanece negativo
Ocupando o segundo lugar no histórico trimestral, o ganho de 42,71% só foi superado por 2017, quando o BTC subiu 80,41% no terceiro trimestre.
O terceiro trimestre de 2026 superou por pouco o mesmo período de 2013, que teve retorno de 40,6%. Em seguida, aparece o trimestre de 2021, com 25,01%.
O desempenho impressiona ao ser comparado com a média do terceiro trimestre, que é de 8,67% — o mais fraco entre os quatro trimestres — e valor mediano de 2,29%.
Tabela de retornos trimestrais do Bitcoin mostrando o terceiro trimestre de 2026 com 42,71% / Fonte: CoinGlass
No entanto, a série de altas não reverteu as perdas anteriores. No primeiro trimestre, o BTC caiu 22,2% e, no segundo trimestre, 14,09%, após queda de 23,07% no quarto trimestre de 2025.
Por isso, o BTC ainda negocia cerca de 4% abaixo do seu preço de abertura de 2026, que foi de US$ 87.498. Além disso, permanece aproximadamente 34% distante do recorde próximo de US$ 126 mil.
Fractal de sentimento do BTC remete a recuperações de 2019 e 2023
O sentimento do mercado também mudou de forma drástica. O Crypto Fear and Greed Index caiu para 5 em 12 de fevereiro.
Depois, permaneceu 106 dias consecutivos abaixo de 50 até 19 de agosto. Esse foi o terceiro maior período de pessimismo do indicador em oito anos.
Em 25 de agosto, o indicador atingiu 74, o maior nível desde outubro de 2025. Em 30 de setembro, marcava 71.
Um gráfico do LookIntoBitcoin que cruza preço e sentimento mostra essa sequência em ciclos anteriores.
No início de 2019 e em 2023, o BTC recuperou o nível perdido após o topo do ciclo. Essas retomadas ocorreram três ou quatro meses após o fundo do ciclo.
Em ambas ocasiões, o sentimento deixou o medo e passou para a ganância enquanto o patamar era superado. O BTC repete tal padrão próximo de US$ 83 mil, cerca de três meses após as mínimas de junho.
Gráfico fractal Fear and Greed do Bitcoin compara recuperações de 2019, 2023 e 2026 / Fonte: LookIntoBitcoin
Outro ponto relevante é que esse recuo foi menos acentuado e durou menos tempo. O BTC recuou pouco mais de 50% do topo, frente a cerca de 84% em 2018 e 77% em 2022.
No entanto, o fractal pode não se repetir da mesma forma. Após a retomada de 2019, o BTC chegou próximo de US$ 14 mil, mas devolveu cerca de metade do avanço até o fim do ano.
Após a recuperação de 2023, a moeda ficou lateralizada ao longo de sete meses antes da nova alta. Por fim, o índice marcou 74 um dia antes do topo de outubro de 2025.
Perspectiva do preço do Bitcoin volta-se para a abertura anual em US$ 87.500
Outubro historicamente favoreceu os compradores. Desde 2013, o mês registrou ganho mediano de 14,71% e fechou em alta em 10 de 13 anos completos.
O quarto trimestre apresentou retorno mediano de 47,73%. Após cada alta acima de 15% no terceiro trimestre, em 2013, 2017, 2020 e 2021, o quarto trimestre também encerrou em alta.
No entanto, quatro casos representam uma amostra pequena, e desempenhos anteriores não garantem resultados futuros.
O primeiro obstáculo está na abertura anual em US$ 87.498, que deixaria 2026 positivo. Se houver fechamento consistente abaixo do patamar retomado de US$ 83 mil, o cenário fractal pode perder força.
A reunião do Federal Reserve em 27 e 28 de outubro, seguida pelas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos em novembro, pode definir para que lado o BTC irá.
O artigo Bitcoin quebrou um padrão de 13 anos: o que vem a seguir? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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BloFin retorna como patrocinadora principal do TOKEN2049 Singapore e inicia a sua “NEXT WHALE ERA”A BloFin, uma exchange de cripto de primeira linha voltada para traders ambiciosos e grandes investidores, retorna como patrocinadora principal da TOKEN2049 Singapura, representando um marco importante para a companhia, que comemora seu terceiro aniversário e entra em sua NEXT WHALE ERA. Para a BloFin, nestes últimos três anos, o mercado de cripto passou por um ciclo de baixa intenso, recuperação e por diversos momentos em que a credibilidade do setor foi testada. Permaneceram apenas as equipes que continuaram desenvolvendo. Essa convicção está no centro da direção da BloFin para 2026. Enquanto o sentimento geral sobre cripto segue contido, a BloFin aposta que o futuro do mercado vai além do setor. Trata-se de dinheiro programável, acordos abertos, mercados globais funcionando o tempo todo e uma indústria cada vez mais integrada à Inteligência artificial. À medida que agentes autônomos passam a deter, movimentar e negociar valores, e os traders confiam cada vez mais em sistemas inteligentes para interpretar mercados e gerir riscos, a BloFin está estruturando a infraestrutura para o que vem na sequência. “… A BloFin nasceu de uma ideia simples: baleias são feitas”, disse Matt, CEO da BloFin, em carta pelos três anos da empresa. “Elas surgem por meio de disciplina, controle de risco, infraestrutura confiável e a capacidade de permanecer no mercado tempo suficiente para multiplicar recursos. 2026 será o ano em que a BloFin transforma promessa de marca em prova real de produto.” BloFin apresenta a “NEXT WHALE ERA” na conferência TOKEN2049, estande PB5-11, 5º andar Na TOKEN2049 Singapura, a BloFin lançará a experiência NEXT WHALE ERA em seu estande PB5-11, apresentando uma nova identidade de marca alinhada à próxima fase de expansão da empresa. O espaço contará com ativações criativas inéditas e uma grande surpresa destinada aos visitantes. O tema NEXT WHALE ERA reforça a visão da BloFin de que traders são formados por meio de infraestrutura, disciplina e controle de risco. Além de aprimoramentos na experiência de negociação priorizando velocidade, clareza e comando, a BloFin está desenvolvendo também a camada de IA para o trading, auxiliando operadores a compreender o mercado, testar estratégias e agir com mais confiança. Acima de tudo, a BloFin mantém o foco em sistemas estáveis, liquidez mais profunda, segurança inegociável e acesso global. O objetivo não é ser a plataforma mais barulhenta do mercado, mas a escolhida pelos traders em todos os ciclos. WHALE3RA: afterparty dos três anos da BloFin no Marquee Singapura terá atração surpresa Depois do evento Whalefield lotado do ano passado, a BloFin toma novamente o MARQUEE Singapura para o WHALE3RA, seu afterparty oficial da TOKEN2049 e comemoração do terceiro aniversário. O evento restrito à convidados será realizado em 7 de outubro de 2026, das 21:00 às 2:00 (horário local) no MARQUEE Singapura, uma das casas noturnas mais icônicas da cidade. O WHALE3RA vai reunir grandes traders, fundadores, investidores de risco, instituições, KOLs, líderes da mídia e ícones culturais em uma das noites mais aguardadas da TOKEN2049 Singapura. A comemoração terá uma atração surpresa, com revelação exclusiva durante o evento. O objetivo é criar um dos pontos altos mais comentados da Semana TOKEN2049. O WHALE3RA une líderes de mercado, empreendedores, traders e cultura em uma celebração completa do próximo capítulo da BloFin. Uma nova era para os traders da empresa e a chance de marcar presença em sua própria era whale. BloFin WHALE3RA x TOKEN2049 Luma (exclusivo para convidados) Probly e TxFlow L1 participam da Industry Night exclusiva da BloFin O afterparty WHALE3RA da BloFin promoverá encontros entre os principais parceiros Web3 e grandes veículos de mídia, incluindo Probly, TxFlow L1, Cointelegraph e o BeInCrypto, formando um ambiente de alto nível para líderes se conectarem nos temas de trading, infraestrutura, mídia e cultura. Sobre a BloFin A BloFin é uma exchange de ativos digitais de primeira linha especializada em negociação de futuros, desenvolvida para traders ambiciosos, usuários profissionais e grandes investidores. A plataforma disponibiliza ampla variedade de recursos, incluindo mais de 550 pares perpétuos USDT-M, contratos perpétuos com margem em moedas, operações à vista, copy trading, acesso via API, gestão unificada de contas e soluções avançadas para subcontas. Ao celebrar seu terceiro aniversário e iniciar a NEXT WHALE ERA, a BloFin reforça seu foco em experiência de trading com velocidade, clareza, execução, controle de risco e análise de mercado baseada em IA. Comprometida com a segurança e conformidade, a BloFin integra Fireblocks e Chainalysis para garantir proteção robusta de ativos e infraestrutura confiável para negociação. A BloFin fornece soluções escaláveis de trading, gestão de fundos eficiente e maior flexibilidade para traders profissionais. Como patrocinadora constante da TOKEN2049, a BloFin segue consolidando sua presença global e identidade de marca de longo prazo: ONDE AS BALEIAS SÃO FEITAS. Siga-nos no X|Instagram|Telegram|YouTube O artigo BloFin retorna como patrocinadora principal do TOKEN2049 Singapore e inicia a sua “NEXT WHALE ERA” foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

BloFin retorna como patrocinadora principal do TOKEN2049 Singapore e inicia a sua “NEXT WHALE ERA”

A BloFin, uma exchange de cripto de primeira linha voltada para traders ambiciosos e grandes investidores, retorna como patrocinadora principal da TOKEN2049 Singapura, representando um marco importante para a companhia, que comemora seu terceiro aniversário e entra em sua NEXT WHALE ERA.
Para a BloFin, nestes últimos três anos, o mercado de cripto passou por um ciclo de baixa intenso, recuperação e por diversos momentos em que a credibilidade do setor foi testada. Permaneceram apenas as equipes que continuaram desenvolvendo. Essa convicção está no centro da direção da BloFin para 2026.
Enquanto o sentimento geral sobre cripto segue contido, a BloFin aposta que o futuro do mercado vai além do setor. Trata-se de dinheiro programável, acordos abertos, mercados globais funcionando o tempo todo e uma indústria cada vez mais integrada à Inteligência artificial. À medida que agentes autônomos passam a deter, movimentar e negociar valores, e os traders confiam cada vez mais em sistemas inteligentes para interpretar mercados e gerir riscos, a BloFin está estruturando a infraestrutura para o que vem na sequência.
“… A BloFin nasceu de uma ideia simples: baleias são feitas”, disse Matt, CEO da BloFin, em carta pelos três anos da empresa. “Elas surgem por meio de disciplina, controle de risco, infraestrutura confiável e a capacidade de permanecer no mercado tempo suficiente para multiplicar recursos. 2026 será o ano em que a BloFin transforma promessa de marca em prova real de produto.”
BloFin apresenta a “NEXT WHALE ERA” na conferência TOKEN2049, estande PB5-11, 5º andar
Na TOKEN2049 Singapura, a BloFin lançará a experiência NEXT WHALE ERA em seu estande PB5-11, apresentando uma nova identidade de marca alinhada à próxima fase de expansão da empresa. O espaço contará com ativações criativas inéditas e uma grande surpresa destinada aos visitantes.
O tema NEXT WHALE ERA reforça a visão da BloFin de que traders são formados por meio de infraestrutura, disciplina e controle de risco. Além de aprimoramentos na experiência de negociação priorizando velocidade, clareza e comando, a BloFin está desenvolvendo também a camada de IA para o trading, auxiliando operadores a compreender o mercado, testar estratégias e agir com mais confiança.
Acima de tudo, a BloFin mantém o foco em sistemas estáveis, liquidez mais profunda, segurança inegociável e acesso global. O objetivo não é ser a plataforma mais barulhenta do mercado, mas a escolhida pelos traders em todos os ciclos.
WHALE3RA: afterparty dos três anos da BloFin no Marquee Singapura terá atração surpresa
Depois do evento Whalefield lotado do ano passado, a BloFin toma novamente o MARQUEE Singapura para o WHALE3RA, seu afterparty oficial da TOKEN2049 e comemoração do terceiro aniversário.
O evento restrito à convidados será realizado em 7 de outubro de 2026, das 21:00 às 2:00 (horário local) no MARQUEE Singapura, uma das casas noturnas mais icônicas da cidade.
O WHALE3RA vai reunir grandes traders, fundadores, investidores de risco, instituições, KOLs, líderes da mídia e ícones culturais em uma das noites mais aguardadas da TOKEN2049 Singapura.
A comemoração terá uma atração surpresa, com revelação exclusiva durante o evento. O objetivo é criar um dos pontos altos mais comentados da Semana TOKEN2049.
O WHALE3RA une líderes de mercado, empreendedores, traders e cultura em uma celebração completa do próximo capítulo da BloFin. Uma nova era para os traders da empresa e a chance de marcar presença em sua própria era whale.
BloFin WHALE3RA x TOKEN2049 Luma (exclusivo para convidados)
Probly e TxFlow L1 participam da Industry Night exclusiva da BloFin
O afterparty WHALE3RA da BloFin promoverá encontros entre os principais parceiros Web3 e grandes veículos de mídia, incluindo Probly, TxFlow L1, Cointelegraph e o BeInCrypto, formando um ambiente de alto nível para líderes se conectarem nos temas de trading, infraestrutura, mídia e cultura.
Sobre a BloFin
A BloFin é uma exchange de ativos digitais de primeira linha especializada em negociação de futuros, desenvolvida para traders ambiciosos, usuários profissionais e grandes investidores. A plataforma disponibiliza ampla variedade de recursos, incluindo mais de 550 pares perpétuos USDT-M, contratos perpétuos com margem em moedas, operações à vista, copy trading, acesso via API, gestão unificada de contas e soluções avançadas para subcontas.
Ao celebrar seu terceiro aniversário e iniciar a NEXT WHALE ERA, a BloFin reforça seu foco em experiência de trading com velocidade, clareza, execução, controle de risco e análise de mercado baseada em IA. Comprometida com a segurança e conformidade, a BloFin integra Fireblocks e Chainalysis para garantir proteção robusta de ativos e infraestrutura confiável para negociação.
A BloFin fornece soluções escaláveis de trading, gestão de fundos eficiente e maior flexibilidade para traders profissionais. Como patrocinadora constante da TOKEN2049, a BloFin segue consolidando sua presença global e identidade de marca de longo prazo: ONDE AS BALEIAS SÃO FEITAS.
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Enviar Bitcoin de um dispositivo offline pelo Find My da Apple? Um desenvolvedor conseguiuUm desenvolvedor enviou Bitcoin pela rede Buscar do Apple utilizando um pequeno dispositivo que transmite tokens ecash do Cashu por iPhones próximos. O aparelho não precisa de conexão à internet durante a transferência. O projeto experimental transforma o sistema de rastreamento do AirTag em um canal de pagamento incomum. No entanto, seu criador afirma que ele deve ser utilizado apenas para valores muito baixos. Como o Bitcoin circula pela rede Buscar do Apple BREAKING: bitcoin sent via apple's "find my" mesh network possibly the most absurd medium to send bitcoin yet a small device convinces nearby iphones to transmit tiny amounts of data with cashu ecash to the recipient. without any internet connection. magic i̶n̶t̶e̶r̶n̶e̶t̶… pic.twitter.com/jVYXGN7YE1 — calle (@callebtc) September 30, 2026 Um desenvolvedor do Cashu compartilhou o experimento no X, classificando-o como possivelmente a forma mais absurda de enviar Bitcoin já vista. O Cashu é um protocolo ecash que busca manter pagamentos Bitcoin privados por meio de tokens portadores emitidos por mints. O código open-source, publicado no GitHub, roda em placas ESP32 de baixo custo. O dispositivo embala um token em sinais Bluetooth que simulam os beacons de objetos perdidos. iPhones que passam pelo local captam esses sinais e os retransmitem pela rede Buscar do Apple, assim como fariam com um AirTag perdido. Enquanto isso, o destinatário acessa esses relatórios usando uma conta Apple e reconstrói o token pedaço por pedaço. Como um token Cashu circula pela rede Buscar do Apple. Fonte: BeInCrypto Um script Python verifica a reconstrução do token para detectar eventuais erros antes da exibição. Cada sinal transporta apenas dois bits de informação, então um token típico exige bem mais de mil transmissões. Tokens públicos permitem que qualquer pessoa os utilize O desenvolvedor alerta que todo token transmitido é público. Como os tokens Cashu funcionam como dinheiro digital, quem conseguir recuperá-los pode gastá-los livremente. O ponto fraco está justamente no transporte. De acordo com as notas do protocolo, não há criptografia na carga útil e os identificadores necessários para buscá-la são acessíveis publicamente. Por isso, a documentação recomenda enviar apenas valores simbólicos. Acrescenta ainda que a entrega é lenta, não é oficial e não há garantia de sucesso. O destinatário também acessa a rede Buscar do Apple por uma interface não oficial. Assim, a ferramenta pode deixar de funcionar caso a Apple modifique a interface utilizada. O experimento com a Buscar permanece como uma curiosidade, não sendo um produto de pagamento. Ainda assim, soma-se a outras tentativas de tornar pagamentos com Bitcoin tão simples quanto enviar uma mensagem, desta vez sem internet. Outros desenvolvedores buscam transferências privadas de Bitcoin diretamente na camada base. O artigo Enviar Bitcoin de um dispositivo offline pelo Find My da Apple? Um desenvolvedor conseguiu foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Enviar Bitcoin de um dispositivo offline pelo Find My da Apple? Um desenvolvedor conseguiu

Um desenvolvedor enviou Bitcoin pela rede Buscar do Apple utilizando um pequeno dispositivo que transmite tokens ecash do Cashu por iPhones próximos. O aparelho não precisa de conexão à internet durante a transferência.
O projeto experimental transforma o sistema de rastreamento do AirTag em um canal de pagamento incomum. No entanto, seu criador afirma que ele deve ser utilizado apenas para valores muito baixos.
Como o Bitcoin circula pela rede Buscar do Apple
BREAKING: bitcoin sent via apple's "find my" mesh network
possibly the most absurd medium to send bitcoin yet
a small device convinces nearby iphones to transmit tiny amounts of data with cashu ecash to the recipient.
without any internet connection.
magic i̶n̶t̶e̶r̶n̶e̶t̶… pic.twitter.com/jVYXGN7YE1
— calle (@callebtc) September 30, 2026
Um desenvolvedor do Cashu compartilhou o experimento no X, classificando-o como possivelmente a forma mais absurda de enviar Bitcoin já vista. O Cashu é um protocolo ecash que busca manter pagamentos Bitcoin privados por meio de tokens portadores emitidos por mints.
O código open-source, publicado no GitHub, roda em placas ESP32 de baixo custo. O dispositivo embala um token em sinais Bluetooth que simulam os beacons de objetos perdidos.
iPhones que passam pelo local captam esses sinais e os retransmitem pela rede Buscar do Apple, assim como fariam com um AirTag perdido. Enquanto isso, o destinatário acessa esses relatórios usando uma conta Apple e reconstrói o token pedaço por pedaço.
Como um token Cashu circula pela rede Buscar do Apple. Fonte: BeInCrypto
Um script Python verifica a reconstrução do token para detectar eventuais erros antes da exibição. Cada sinal transporta apenas dois bits de informação, então um token típico exige bem mais de mil transmissões.
Tokens públicos permitem que qualquer pessoa os utilize
O desenvolvedor alerta que todo token transmitido é público. Como os tokens Cashu funcionam como dinheiro digital, quem conseguir recuperá-los pode gastá-los livremente.
O ponto fraco está justamente no transporte. De acordo com as notas do protocolo, não há criptografia na carga útil e os identificadores necessários para buscá-la são acessíveis publicamente.
Por isso, a documentação recomenda enviar apenas valores simbólicos. Acrescenta ainda que a entrega é lenta, não é oficial e não há garantia de sucesso.
O destinatário também acessa a rede Buscar do Apple por uma interface não oficial. Assim, a ferramenta pode deixar de funcionar caso a Apple modifique a interface utilizada.
O experimento com a Buscar permanece como uma curiosidade, não sendo um produto de pagamento. Ainda assim, soma-se a outras tentativas de tornar pagamentos com Bitcoin tão simples quanto enviar uma mensagem, desta vez sem internet. Outros desenvolvedores buscam transferências privadas de Bitcoin diretamente na camada base.
O artigo Enviar Bitcoin de um dispositivo offline pelo Find My da Apple? Um desenvolvedor conseguiu foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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NEAR Intents é hackeado em US$ 3,8 milhões: o NEAR Protocol é seguro?A NEAR Intents, um serviço de swap cross-chain construído sobre o NEAR Protocol (NEAR), perdeu cerca de US$ 3,8 milhões devido a um exploit na quinta-feira. O token NEAR recuou 8,6% em poucas horas, embora a blockchain relacionada não tenha sido apontada como alvo. O ataque ocorreu dois dias após a Bitwise lançar o primeiro ETF spot de NEAR nos EUA. A Bitwise destacou esse fundo em parte com base na NEAR Intents, afirmando que o serviço já processou mais de US$ 32 bilhões em swaps. Como ocorreu o ataque à NEAR Intents A NEAR Intents permite que usuários troquem um token em uma blockchain por outro em rede diferente. Investidores informam a operação desejada e formadores de mercado externos disputam para executá-la. A equipe informou que uma falha causou o prejuízo. O erro estava na interação entre o sistema de depósito e saque Omni com o contrato inteligente da NEAR Intents, o código autônomo que registra cada swap. O investigador on-chain ZachXBT identificou o ataque primeiro. Ele ressaltou que a hot wallet do serviço na BNB Chain, usada para liberar saques, apresentou diversas saídas atípicas antes da paralisação das transações. Segundo ZachXBT, os fundos desviados foram enviados diretamente para a exchange de cripto KuCoin e convertidos em Bitcoin (BTC). A NEAR Intents afirmou que corrigiu a brecha no contrato e garantirá a compensação integral dos usuários prejudicados. A empresa também comunicou o caso às autoridades. O NEAR Protocol está seguro após o hack de US$ 3,8 milhões? Depósitos e saques seguem suspensos por mais 12 horas em 11 redes: BNB Chain, Polygon, TON, Optimism, Avalanche, Stellar, Monad, X Layer, ADI, Scroll e Plasma. Nem o comunicado oficial nem o alerta de ZachXBT indicam qualquer perda relacionada à blockchain NEAR em si. Ambos mencionam a ponte do serviço de swaps e a carteira na BNB Chain. Segundo a equipe, investidores com ativos das redes suspensas dentro da NEAR Intents poderão trocá-los por outros tokens assim que o serviço principal for restabelecido. No momento desta reportagem, a NEAR era negociada a US$ 4,92, com valor de mercado próximo de US$ 6,4 bilhões. O token havia apresentado alta de cerca de 175% em setembro antes do lançamento do ETF de NEAR pela Bitwise. Esse é o segundo grande exploit na rede NEAR neste ano, após a Rhea Finance ter perdido US$ 7,6 milhões em abril. A NEAR Intents promete divulgar um relatório técnico completo nos próximos dias. O artigo NEAR Intents é hackeado em US$ 3,8 milhões: o NEAR Protocol é seguro? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

NEAR Intents é hackeado em US$ 3,8 milhões: o NEAR Protocol é seguro?

A NEAR Intents, um serviço de swap cross-chain construído sobre o NEAR Protocol (NEAR), perdeu cerca de US$ 3,8 milhões devido a um exploit na quinta-feira. O token NEAR recuou 8,6% em poucas horas, embora a blockchain relacionada não tenha sido apontada como alvo.
O ataque ocorreu dois dias após a Bitwise lançar o primeiro ETF spot de NEAR nos EUA. A Bitwise destacou esse fundo em parte com base na NEAR Intents, afirmando que o serviço já processou mais de US$ 32 bilhões em swaps.
Como ocorreu o ataque à NEAR Intents
A NEAR Intents permite que usuários troquem um token em uma blockchain por outro em rede diferente. Investidores informam a operação desejada e formadores de mercado externos disputam para executá-la.
A equipe informou que uma falha causou o prejuízo. O erro estava na interação entre o sistema de depósito e saque Omni com o contrato inteligente da NEAR Intents, o código autônomo que registra cada swap.
O investigador on-chain ZachXBT identificou o ataque primeiro. Ele ressaltou que a hot wallet do serviço na BNB Chain, usada para liberar saques, apresentou diversas saídas atípicas antes da paralisação das transações.
Segundo ZachXBT, os fundos desviados foram enviados diretamente para a exchange de cripto KuCoin e convertidos em Bitcoin (BTC).
A NEAR Intents afirmou que corrigiu a brecha no contrato e garantirá a compensação integral dos usuários prejudicados. A empresa também comunicou o caso às autoridades.
O NEAR Protocol está seguro após o hack de US$ 3,8 milhões?
Depósitos e saques seguem suspensos por mais 12 horas em 11 redes: BNB Chain, Polygon, TON, Optimism, Avalanche, Stellar, Monad, X Layer, ADI, Scroll e Plasma.
Nem o comunicado oficial nem o alerta de ZachXBT indicam qualquer perda relacionada à blockchain NEAR em si. Ambos mencionam a ponte do serviço de swaps e a carteira na BNB Chain.
Segundo a equipe, investidores com ativos das redes suspensas dentro da NEAR Intents poderão trocá-los por outros tokens assim que o serviço principal for restabelecido.
No momento desta reportagem, a NEAR era negociada a US$ 4,92, com valor de mercado próximo de US$ 6,4 bilhões. O token havia apresentado alta de cerca de 175% em setembro antes do lançamento do ETF de NEAR pela Bitwise.
Esse é o segundo grande exploit na rede NEAR neste ano, após a Rhea Finance ter perdido US$ 7,6 milhões em abril. A NEAR Intents promete divulgar um relatório técnico completo nos próximos dias.
O artigo NEAR Intents é hackeado em US$ 3,8 milhões: o NEAR Protocol é seguro? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Gemini 4 Argon do Google alcança mesmo nível do GPT-6 Astra e reduz custosO Gemini 4 Argon, da Google, igualou o GPT-6 Astra, da OpenAI, no Artificial Analysis Intelligence Index, alcançando 53 pontos. Com os preços atuais, também custa menos por tarefa de teste. O Google DeepMind anunciou o modelo em 30 de setembro. Por enquanto, apenas um grupo de defensores cibernéticos de confiança pode utilizá-lo. Introducing Gemini 4 Argon – our new frontier model. It’s built for complex workflows across coding, enterprise knowledge work, and cybersecurity defense – rolling out today to a set of trusted testers through our Fairwind Program. pic.twitter.com/X8acOWJOSF — Google DeepMind (@GoogleDeepMind) September 30, 2026 Argon recoloca o Google entre os 3 principais laboratórios A Artificial Analysis, empresa independente de benchmarking, afirmou que a pontuação coloca o Google novamente entre os 3 principais laboratórios de IA. O Argon ainda ficou 1 ponto acima do GPT-6.1 Sol, da OpenAI, que teve 52 pontos. Desempenho do Google Gemini Argon. Fonte: X/Artificial Analysis O modelo registrou 23 pontos acima do Gemini 3.1 Pro Preview, o modelo anterior do Google sem a função Flash. No início de setembro, o Google lançou o Gemini 3.8 Flash junto com uma variante para cibersegurança. Para efeito de comparação, o Grok 4.7, da SpaceXAI, obteve 46 pontos no mesmo índice em setembro. A Artificial Analysis atribuiu os avanços do Argon a menos alucinações e a habilidades mais robustas em tarefas autônomas. No teste AA-Omniscience, o Argon registrou taxa de alucinação de 15%, contra 51% da Astra. Entretanto, o Argon respondeu corretamente 50% dessas questões, 13 pontos abaixo da Astra. Nas tarefas autônomas, o Argon liderou o AutomationBench-AA com 77,5%, à frente do Claude Sonnet 5.5, da Anthropic, que teve 71,3%. Ainda assim, ficou atrás do Sonnet 5.5, do Claude Opus 5.5 e da Astra no Terminal Bench 4. A conta menor utiliza desconto promocional O Google definiu preços iniciais de US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 10 por milhão de tokens de saída. Após a promoção, as taxas dobram para US$ 4 e US$ 20, respectivamente. Com o valor promocional, a Artificial Analysis constatou que o Argon custa US$ 1,99 por tarefa no índice, ante US$ 3,26 para a Astra. No entanto, com as tarifas padrão, o custo chega a US$ 3,98, cerca de 1,2 vez o da Astra. A economia ocorre pois os tokens são mais baratos, já que o Argon consome um volume maior. Foram em média 62 mil tokens de saída por tarefa, enquanto a Astra utilizou 27 mil. O modelo tem um limite de saída de 1 milhão de tokens. “… Para apoiar as capacidades do Gemini 4 Argon em casos de uso mais longos e complexos, estamos expandindo de modo expressivo o limite de saída para 1 milhão de tokens no setor, contra o limite anterior de 64 mil tokens”, afirmou a equipe em comunicado. Defensores cibernéticos têm acesso antecipado ao Gemini 4 Argon Sundar Pichai, CEO do Google, declarou que equipes internas já utilizam intensamente o Argon, realizando trabalhos que vão desde programação até computação quântica. “… O Argon conta com mecanismos de proteção de fronteira e estamos lançando a ferramenta de forma responsável, em parceria com o governo dos EUA e em distribuição para um grupo seleto de defensores cibernéticos por meio do nosso Programa Fairwind hoje”, destacou. O comunicado de lançamento aponta que o Argon pode identificar, validar e corrigir falhas graves de software de forma autônoma. Por isso, defensores de confiança e times internos do Google terão acesso sem restrições automáticas de segurança cibernética. Clientes da API paga e assinantes do Google AI Ultra terão prioridade à medida que o acesso for ampliado. O Google não informou se o desconto de lançamento permanecerá nesse estágio. A empresa também indicou que participa do processo de acesso voluntário pré-lançamento junto ao governo dos EUA. O artigo Gemini 4 Argon do Google alcança mesmo nível do GPT-6 Astra e reduz custos foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Gemini 4 Argon do Google alcança mesmo nível do GPT-6 Astra e reduz custos

O Gemini 4 Argon, da Google, igualou o GPT-6 Astra, da OpenAI, no Artificial Analysis Intelligence Index, alcançando 53 pontos. Com os preços atuais, também custa menos por tarefa de teste.
O Google DeepMind anunciou o modelo em 30 de setembro. Por enquanto, apenas um grupo de defensores cibernéticos de confiança pode utilizá-lo.
Introducing Gemini 4 Argon – our new frontier model.
It’s built for complex workflows across coding, enterprise knowledge work, and cybersecurity defense – rolling out today to a set of trusted testers through our Fairwind Program. pic.twitter.com/X8acOWJOSF
— Google DeepMind (@GoogleDeepMind) September 30, 2026
Argon recoloca o Google entre os 3 principais laboratórios
A Artificial Analysis, empresa independente de benchmarking, afirmou que a pontuação coloca o Google novamente entre os 3 principais laboratórios de IA. O Argon ainda ficou 1 ponto acima do GPT-6.1 Sol, da OpenAI, que teve 52 pontos.
Desempenho do Google Gemini Argon. Fonte: X/Artificial Analysis
O modelo registrou 23 pontos acima do Gemini 3.1 Pro Preview, o modelo anterior do Google sem a função Flash. No início de setembro, o Google lançou o Gemini 3.8 Flash junto com uma variante para cibersegurança. Para efeito de comparação, o Grok 4.7, da SpaceXAI, obteve 46 pontos no mesmo índice em setembro.
A Artificial Analysis atribuiu os avanços do Argon a menos alucinações e a habilidades mais robustas em tarefas autônomas. No teste AA-Omniscience, o Argon registrou taxa de alucinação de 15%, contra 51% da Astra. Entretanto, o Argon respondeu corretamente 50% dessas questões, 13 pontos abaixo da Astra.
Nas tarefas autônomas, o Argon liderou o AutomationBench-AA com 77,5%, à frente do Claude Sonnet 5.5, da Anthropic, que teve 71,3%. Ainda assim, ficou atrás do Sonnet 5.5, do Claude Opus 5.5 e da Astra no Terminal Bench 4.
A conta menor utiliza desconto promocional
O Google definiu preços iniciais de US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 10 por milhão de tokens de saída. Após a promoção, as taxas dobram para US$ 4 e US$ 20, respectivamente.
Com o valor promocional, a Artificial Analysis constatou que o Argon custa US$ 1,99 por tarefa no índice, ante US$ 3,26 para a Astra. No entanto, com as tarifas padrão, o custo chega a US$ 3,98, cerca de 1,2 vez o da Astra.
A economia ocorre pois os tokens são mais baratos, já que o Argon consome um volume maior. Foram em média 62 mil tokens de saída por tarefa, enquanto a Astra utilizou 27 mil. O modelo tem um limite de saída de 1 milhão de tokens.
“… Para apoiar as capacidades do Gemini 4 Argon em casos de uso mais longos e complexos, estamos expandindo de modo expressivo o limite de saída para 1 milhão de tokens no setor, contra o limite anterior de 64 mil tokens”, afirmou a equipe em comunicado.
Defensores cibernéticos têm acesso antecipado ao Gemini 4 Argon
Sundar Pichai, CEO do Google, declarou que equipes internas já utilizam intensamente o Argon, realizando trabalhos que vão desde programação até computação quântica.
“… O Argon conta com mecanismos de proteção de fronteira e estamos lançando a ferramenta de forma responsável, em parceria com o governo dos EUA e em distribuição para um grupo seleto de defensores cibernéticos por meio do nosso Programa Fairwind hoje”, destacou.
O comunicado de lançamento aponta que o Argon pode identificar, validar e corrigir falhas graves de software de forma autônoma. Por isso, defensores de confiança e times internos do Google terão acesso sem restrições automáticas de segurança cibernética.
Clientes da API paga e assinantes do Google AI Ultra terão prioridade à medida que o acesso for ampliado. O Google não informou se o desconto de lançamento permanecerá nesse estágio.
A empresa também indicou que participa do processo de acesso voluntário pré-lançamento junto ao governo dos EUA.
O artigo Gemini 4 Argon do Google alcança mesmo nível do GPT-6 Astra e reduz custos foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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473 milyon XRP növbəti həftə Nasdaq-a gedir: mərc artıq zərərdədir?Evernorth Nasdaq-da debütünə yeddi gün qalmış, balansında 473 milyon XRP saxlayır. Səhmdarlar 30 sentyabrda birləşməni təsdiqləsə də, bu sikkələr indi razılaşma imzalanarkən müəyyən edilən qiymətdən 37% aşağı dəyərlə ticarət olunur. XRP bazar dəyərinə görə ən böyük beşinci kriptovalyutadır. Evernorth investorlara sikkələri almağa ehtiyac olmadan, səhmlər vasitəsilə həmin aktivə məruz qalma imkanı yaradır. Evernorth-un 473 milyon XRP-si niyə razılaşmanın bağlanışındakı qiymətlə müqayisədə 414 milyon ABŞ dolları daha az dəyər qazanır?

473 milyon XRP növbəti həftə Nasdaq-a gedir: mərc artıq zərərdədir?

Evernorth Nasdaq-da debütünə yeddi gün qalmış, balansında 473 milyon XRP saxlayır. Səhmdarlar 30 sentyabrda birləşməni təsdiqləsə də, bu sikkələr indi razılaşma imzalanarkən müəyyən edilən qiymətdən 37% aşağı dəyərlə ticarət olunur.
XRP bazar dəyərinə görə ən böyük beşinci kriptovalyutadır. Evernorth investorlara sikkələri almağa ehtiyac olmadan, səhmlər vasitəsilə həmin aktivə məruz qalma imkanı yaradır.
Evernorth-un 473 milyon XRP-si niyə razılaşmanın bağlanışındakı qiymətlə müqayisədə 414 milyon ABŞ dolları daha az dəyər qazanır?
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Prejuízos com hacks de cripto sobem 462% em setembro e Bitget registra o maior roubo do anoAs perdas com hacks em cripto atingiram US$ 766,49 milhões em setembro, tornando o mês o pior de 2026 até agora. O total saltou cerca de 462% em relação aos US$ 136,3 milhões de agosto, segundo a PeckShield. Dois incidentes causaram a maior parte dos prejuízos. A Bitget perdeu aproximadamente US$ 387 milhões. A Liquid Network teve um prejuízo de cerca de US$ 320 milhões, mas pessoas envolvidas na ação, alegando serem white hats, devolveram a maior parte do valor depois. Perdas com hacks em cripto superam todos os recordes anteriores de 2026 O total de setembro ultrapassou os US$ 646,89 milhões perdidos em abril, que havia sido o maior valor mensal do ano. Além disso, o número de ocorrências registradas também foi recorde no período. A PeckShield registrou 50 grandes hacks em agosto, maior número de 2026 até então, e depois contabilizou 55 em setembro. Juntas, a Bitget e a Liquid Network somam US$ 707 milhões, ou cerca de 92% do total mensal. Os outros 53 casos geraram prejuízo combinado de aproximadamente US$ 59 milhões. Ambos os ataques agora superam os incidentes Drift e KelpDAO, que lideravam o ranking de 2026 até setembro. A Liquid Network já teve 3.400 BTC devolvidos. Parte dos fundos também retornou após a atuação de um bot de valor extraível máximo (MEV), que movimentou US$ 7,81 milhões. O Payment Processor V2 teve US$ 3,4 milhões dos US$ 6,6 milhões perdidos recuperados. O cassino de cripto Duelbits registrou prejuízo de US$ 7 milhões, e o caso envolvendo a Nostra resultou em perda de US$ 3,5 milhões. Perdas com hacks em cripto em 2026. Fonte: PeckShield/BeInCrypto Violação da Bitget remonta a 31 de agosto, aponta SlowMist A Bitget acionou a empresa de segurança blockchain SlowMist para investigar o furto ocorrido em suas hot wallets. O relatório atualizado até 29 de setembro mostra que a invasão começou semanas antes da movimentação dos fundos. A atividade maliciosa mais antiga foi registrada em 31 de agosto. O invasor explorou uma falha zero-day, ou seja, uma vulnerabilidade até então desconhecida, em uma solução de segurança terceirizada. Os investigadores também localizaram uma ferramenta personalizada de saque em arquivos deletados pelo próprio invasor. A SlowMist não identificou publicamente o responsável, embora a CEO da Bitget, Gracy Chen, tenha apontado anteriormente para supostos hackers norte-coreanos. O artigo Prejuízos com hacks de cripto sobem 462% em setembro e Bitget registra o maior roubo do ano foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Prejuízos com hacks de cripto sobem 462% em setembro e Bitget registra o maior roubo do ano

As perdas com hacks em cripto atingiram US$ 766,49 milhões em setembro, tornando o mês o pior de 2026 até agora. O total saltou cerca de 462% em relação aos US$ 136,3 milhões de agosto, segundo a PeckShield.
Dois incidentes causaram a maior parte dos prejuízos. A Bitget perdeu aproximadamente US$ 387 milhões. A Liquid Network teve um prejuízo de cerca de US$ 320 milhões, mas pessoas envolvidas na ação, alegando serem white hats, devolveram a maior parte do valor depois.
Perdas com hacks em cripto superam todos os recordes anteriores de 2026
O total de setembro ultrapassou os US$ 646,89 milhões perdidos em abril, que havia sido o maior valor mensal do ano. Além disso, o número de ocorrências registradas também foi recorde no período.
A PeckShield registrou 50 grandes hacks em agosto, maior número de 2026 até então, e depois contabilizou 55 em setembro. Juntas, a Bitget e a Liquid Network somam US$ 707 milhões, ou cerca de 92% do total mensal.
Os outros 53 casos geraram prejuízo combinado de aproximadamente US$ 59 milhões. Ambos os ataques agora superam os incidentes Drift e KelpDAO, que lideravam o ranking de 2026 até setembro.
A Liquid Network já teve 3.400 BTC devolvidos. Parte dos fundos também retornou após a atuação de um bot de valor extraível máximo (MEV), que movimentou US$ 7,81 milhões.
O Payment Processor V2 teve US$ 3,4 milhões dos US$ 6,6 milhões perdidos recuperados. O cassino de cripto Duelbits registrou prejuízo de US$ 7 milhões, e o caso envolvendo a Nostra resultou em perda de US$ 3,5 milhões.
Perdas com hacks em cripto em 2026. Fonte: PeckShield/BeInCrypto
Violação da Bitget remonta a 31 de agosto, aponta SlowMist
A Bitget acionou a empresa de segurança blockchain SlowMist para investigar o furto ocorrido em suas hot wallets. O relatório atualizado até 29 de setembro mostra que a invasão começou semanas antes da movimentação dos fundos.
A atividade maliciosa mais antiga foi registrada em 31 de agosto. O invasor explorou uma falha zero-day, ou seja, uma vulnerabilidade até então desconhecida, em uma solução de segurança terceirizada. Os investigadores também localizaram uma ferramenta personalizada de saque em arquivos deletados pelo próprio invasor.
A SlowMist não identificou publicamente o responsável, embora a CEO da Bitget, Gracy Chen, tenha apontado anteriormente para supostos hackers norte-coreanos.
O artigo Prejuízos com hacks de cripto sobem 462% em setembro e Bitget registra o maior roubo do ano foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Bitcoin supera a “maldição” de setembro: há demanda suficiente para outubro?O Bitcoin (BTC) fechou setembro com alta de 6,33%, rompendo a média de perdas que o mês acumula desde 2013. Porém, o movimento de compra responsável por esse rali perdeu força no início de outubro. Os ETFs à vista de Bitcoin encerraram uma sequência de nove dias de entradas de recursos na quarta-feira, enquanto investidores de longo prazo intensificaram as vendas. Ao mesmo tempo, há uma grande barreira de ordens de venda logo acima do preço atual. Setembro quebrou sua tradição de perdas Desde 2013, setembro costuma gerar para o Bitcoin uma perda média de 2,41%, conforme dados da Coinglass. No entanto, o mês fechou em alta nos últimos quatro anos, de 2023 a 2026. Retornos mensais do Bitcoin desde 2013. Fonte: Coinglass Desta vez, o Bitcoin superou os ativos tradicionais. A Santiment registrou que o ouro caiu mais de 6% em setembro, enquanto o S&P 500 apresentou uma queda modesta.  A CryptoQuant interpreta as altas como início de um novo ciclo de alta. A empresa apurou que o fechamento acima da média móvel de 365 dias, na semana passada, confirmou essa mudança. Seu Bull Score Index permanece em 90 de 100. O histórico de outubro reforça esse cenário. O Bitcoin terminou dez dos últimos 13 meses de outubro em alta, com ganho mediano de 12,73%. Se esse padrão vai se repetir dependerá de quem continuará comprando e os dados mais recentes mostram diminuição de compradores. A demanda por ETF de BTC perdeu força antes do fim do mês Os ETFs à vista de Bitcoin dos Estados Unidos captaram US$ 998,95 milhões em 21 de setembro, segundo a SoSoValue. Foi o maior volume diário de entradas em quase um ano. Nos dias seguintes, as entradas diminuíram, recuando para US$ 31,07 milhões em 28 de setembro. No dia 30, os fundos registraram US$ 148,69 milhões em saídas líquidas e nenhum dos 12 ETFs registrou ingresso de capital.  Esse arrefecimento ocorreu poucos dias após produtos de investimento em cripto registrarem o maior volume semanal de entradas de 2026. Fluxos diários líquidos de ETFs de Bitcoin até 30 de setembro. Fonte: SoSoValue O enfraquecimento dos fluxos dos ETFs reflete uma queda mais ampla na demanda. A CryptoQuant estima que a demanda aparente no mercado à vista recuou 170 mil BTC em 30 dias. Além disso, o crescimento da demanda por futuros caiu de 164 mil BTC em 14 de setembro para 16 mil BTC. O volume negociado também segue baixo. A Glassnode estima o volume combinado entre mercado à vista e ETFs próximo de US$ 6,4 bilhões ao dia, no limite inferior desde o lançamento dos produtos. Investidores de longo prazo começaram a realizar lucros Com a retração da demanda, investidores que já possuíam BTC aproveitaram para vender em momentos de alta. No dia 22 de setembro, realizaram lucro de 25.700 BTC, maior valor diário de 2026, segundo a CryptoQuant. Investidores de longo prazo, que mantêm suas moedas há mais de 155 dias, tiveram participação maior. A Glassnode apurou que a fatia deles no lucro realizado subiu de 34% para 55% na semana encerrada em 29 de setembro. A CryptoQuant também destacou que a margem de lucro não realizada dos traders atingiu 33%, nível mais alto desde dezembro de 2024.  “Historicamente, margens esticadas costumam ser seguidas por vendas e pressão baixista sobre os preços”, diz o relatório publicado. Ainda assim, a Glassnode avaliou que o ritmo geral de realização de lucros segue bem abaixo dos níveis registrados nos picos de 2024 e 2025.  Barreira de venda em US$ 85 mil impõe primeiro teste ao Bitcoin em outubro O BTC era negociado a US$ 84.198 na redação desta reportagem, alta de 0,9% em 24 horas. Logo acima desse patamar, a Glassnode acompanha uma parede de ordens de venda entre US$ 85 mil e US$ 85.500 na Binance. Essa barreira surgiu em 24 de setembro e desde então triplicou de tamanho. Desempenho do preço do Bitcoin em 1º de outubro. Fonte: BeInCrypto Markets No cenário de baixa, a CryptoQuant indica o primeiro suporte na média móvel de 365 dias, próxima de US$ 80 mil. Abaixo desse nível está a True Market Mean da Glassnode, situada em US$ 77.200, valor que estima o preço médio pago pelos investidores ativos. Segundo a Glassnode, uma ruptura confirmada depende do retorno dos aportes em ETF e do aumento no volume à medida que o preço ultrapassa essa barreira. O artigo Bitcoin supera a “maldição” de setembro: há demanda suficiente para outubro? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Bitcoin supera a “maldição” de setembro: há demanda suficiente para outubro?

O Bitcoin (BTC) fechou setembro com alta de 6,33%, rompendo a média de perdas que o mês acumula desde 2013. Porém, o movimento de compra responsável por esse rali perdeu força no início de outubro.
Os ETFs à vista de Bitcoin encerraram uma sequência de nove dias de entradas de recursos na quarta-feira, enquanto investidores de longo prazo intensificaram as vendas. Ao mesmo tempo, há uma grande barreira de ordens de venda logo acima do preço atual.
Setembro quebrou sua tradição de perdas
Desde 2013, setembro costuma gerar para o Bitcoin uma perda média de 2,41%, conforme dados da Coinglass. No entanto, o mês fechou em alta nos últimos quatro anos, de 2023 a 2026.
Retornos mensais do Bitcoin desde 2013. Fonte: Coinglass
Desta vez, o Bitcoin superou os ativos tradicionais. A Santiment registrou que o ouro caiu mais de 6% em setembro, enquanto o S&P 500 apresentou uma queda modesta.
A CryptoQuant interpreta as altas como início de um novo ciclo de alta. A empresa apurou que o fechamento acima da média móvel de 365 dias, na semana passada, confirmou essa mudança. Seu Bull Score Index permanece em 90 de 100.
O histórico de outubro reforça esse cenário. O Bitcoin terminou dez dos últimos 13 meses de outubro em alta, com ganho mediano de 12,73%. Se esse padrão vai se repetir dependerá de quem continuará comprando e os dados mais recentes mostram diminuição de compradores.
A demanda por ETF de BTC perdeu força antes do fim do mês
Os ETFs à vista de Bitcoin dos Estados Unidos captaram US$ 998,95 milhões em 21 de setembro, segundo a SoSoValue. Foi o maior volume diário de entradas em quase um ano.
Nos dias seguintes, as entradas diminuíram, recuando para US$ 31,07 milhões em 28 de setembro. No dia 30, os fundos registraram US$ 148,69 milhões em saídas líquidas e nenhum dos 12 ETFs registrou ingresso de capital.
Esse arrefecimento ocorreu poucos dias após produtos de investimento em cripto registrarem o maior volume semanal de entradas de 2026.
Fluxos diários líquidos de ETFs de Bitcoin até 30 de setembro. Fonte: SoSoValue
O enfraquecimento dos fluxos dos ETFs reflete uma queda mais ampla na demanda. A CryptoQuant estima que a demanda aparente no mercado à vista recuou 170 mil BTC em 30 dias. Além disso, o crescimento da demanda por futuros caiu de 164 mil BTC em 14 de setembro para 16 mil BTC.
O volume negociado também segue baixo. A Glassnode estima o volume combinado entre mercado à vista e ETFs próximo de US$ 6,4 bilhões ao dia, no limite inferior desde o lançamento dos produtos.
Investidores de longo prazo começaram a realizar lucros
Com a retração da demanda, investidores que já possuíam BTC aproveitaram para vender em momentos de alta. No dia 22 de setembro, realizaram lucro de 25.700 BTC, maior valor diário de 2026, segundo a CryptoQuant.
Investidores de longo prazo, que mantêm suas moedas há mais de 155 dias, tiveram participação maior. A Glassnode apurou que a fatia deles no lucro realizado subiu de 34% para 55% na semana encerrada em 29 de setembro.
A CryptoQuant também destacou que a margem de lucro não realizada dos traders atingiu 33%, nível mais alto desde dezembro de 2024.
“Historicamente, margens esticadas costumam ser seguidas por vendas e pressão baixista sobre os preços”, diz o relatório publicado.
Ainda assim, a Glassnode avaliou que o ritmo geral de realização de lucros segue bem abaixo dos níveis registrados nos picos de 2024 e 2025.
Barreira de venda em US$ 85 mil impõe primeiro teste ao Bitcoin em outubro
O BTC era negociado a US$ 84.198 na redação desta reportagem, alta de 0,9% em 24 horas. Logo acima desse patamar, a Glassnode acompanha uma parede de ordens de venda entre US$ 85 mil e US$ 85.500 na Binance. Essa barreira surgiu em 24 de setembro e desde então triplicou de tamanho.
Desempenho do preço do Bitcoin em 1º de outubro. Fonte: BeInCrypto Markets
No cenário de baixa, a CryptoQuant indica o primeiro suporte na média móvel de 365 dias, próxima de US$ 80 mil. Abaixo desse nível está a True Market Mean da Glassnode, situada em US$ 77.200, valor que estima o preço médio pago pelos investidores ativos.
Segundo a Glassnode, uma ruptura confirmada depende do retorno dos aportes em ETF e do aumento no volume à medida que o preço ultrapassa essa barreira.
O artigo Bitcoin supera a “maldição” de setembro: há demanda suficiente para outubro? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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Expansão da IA impulsiona receita da Micron, que sobe 379%A Micron Technology registrou uma receita de US$ 54,23 bilhões em seu quarto trimestre fiscal, alta de 379% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A empresa também projetou US$ 61,5 bilhões para o trimestre atual, superando as estimativas de Wall Street. A Micron fabrica chips de memória, componentes que armazenam dados enquanto processadores de inteligência artificial (IA) efetuam operações. A demanda por centros de dados de IA impulsionou todas as quatro unidades de negócios. Receita da Micron supera projeções em US$ 3 bilhões Analistas previam cerca de US$ 51,1 bilhões para o trimestre encerrado em 3 de setembro. A Micron superou esse valor por mais de US$ 3 bilhões. O lucro ajustado alcançou US$ 33,42 por ação, também acima das projeções. O lucro líquido, de acordo com as normas contábeis padrão, chegou a US$ 37,70 bilhões, ante US$ 3,20 bilhões do mesmo período do ano anterior. A rentabilidade apresentou melhora ainda maior. A Micron reteve US$ 0,87 de cada dólar de vendas após os custos de produção, frente a cerca de US$ 0,46 no ano anterior. Os chips para data centers lideraram esse salto. A receita do segmento principal de Data Center subiu para US$ 18 bilhões ante US$ 1,58 bilhão, enquanto a Cloud Memory gerou US$ 16,28 bilhões. MICRON $MU Q4’26 EARNINGS HIGHLIGHTS 🔹 Revenue: $54.23B (Est. $51.07B) 🟢; +379% YoY 🔹 Adj. EPS: $33.42 (Est. $31.61) 🟢 🔹 Adj. Gross Margin: 87.0% (Est. 86.1%) 🟢 Q1 FY27 Guide: 🔹 Revenue: $61.5B ± $1.5B (Est. $57.02B) 🟢 🔹 Adj. EPS: $38.15 ± $1.00 (Est. $35.40) 🟢 🔹… pic.twitter.com/DvLalHRPYe — Wall St Engine (@wallstengine) September 30, 2026 Clientes antecipam pagamento de US$ 12,7 bilhões para garantir fornecimento Os documentos da Micron mostram que clientes depositaram US$ 12,75 bilhões em contratos de fornecimento de longo prazo ao longo do ano fiscal de 2026. A maior parte desse valor foi recebida no último trimestre. O CEO Sanjay Mehrotra associou as perspectivas da empresa a esses contratos. “… nossos acordos estratégicos com clientes agregam confiança à resiliência do desempenho financeiro da Micron”, disse Sanjay Mehrotra, CEO da Micron Technology, em um comunicado. Para o primeiro trimestre fiscal de 2027, a Micron estimou US$ 61,5 bilhões, com variação de US$ 1,5 bilhão para mais ou menos. Analistas haviam previsto US$ 57,02 bilhões. Entretanto, a margem bruta projetada, de aproximadamente 86,25%, ficou ligeiramente abaixo da estimativa de 86,4%. Ações da Micron quase não reagem enquanto Burry aposta contra Os papéis mal oscilaram. A Micron encerrou o pregão a US$ 1.065,08 e negociou próximo de US$ 1.068,90 após o fechamento, alta de 0,36%, pouco depois da divulgação dos resultados. Desempenho das ações da Micron Technology, Inc. (MU). Fonte: Yahoo Finance Alguns investidores seguem cautelosos. Michael Burry, investidor conhecido pelo “Big Short”, revelou nesta semana opções de venda sobre a Micron, operação lucrativa caso as ações recuem. Os papéis do setor de chips também recuaram no início do mês devido a temores de queda da IA. Enquanto isso, analistas divulgaram novos alvos de preço para a Micron na última semana, após as exportações de chips de Taiwan atingirem recorde. A administração comenta as perspectivas da empresa em sua teleconferência de resultados às 17h30 (horário de Brasília) na quarta-feira. O artigo Expansão da IA impulsiona receita da Micron, que sobe 379% foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Expansão da IA impulsiona receita da Micron, que sobe 379%

A Micron Technology registrou uma receita de US$ 54,23 bilhões em seu quarto trimestre fiscal, alta de 379% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A empresa também projetou US$ 61,5 bilhões para o trimestre atual, superando as estimativas de Wall Street.
A Micron fabrica chips de memória, componentes que armazenam dados enquanto processadores de inteligência artificial (IA) efetuam operações. A demanda por centros de dados de IA impulsionou todas as quatro unidades de negócios.
Receita da Micron supera projeções em US$ 3 bilhões
Analistas previam cerca de US$ 51,1 bilhões para o trimestre encerrado em 3 de setembro. A Micron superou esse valor por mais de US$ 3 bilhões.
O lucro ajustado alcançou US$ 33,42 por ação, também acima das projeções. O lucro líquido, de acordo com as normas contábeis padrão, chegou a US$ 37,70 bilhões, ante US$ 3,20 bilhões do mesmo período do ano anterior.
A rentabilidade apresentou melhora ainda maior. A Micron reteve US$ 0,87 de cada dólar de vendas após os custos de produção, frente a cerca de US$ 0,46 no ano anterior.
Os chips para data centers lideraram esse salto. A receita do segmento principal de Data Center subiu para US$ 18 bilhões ante US$ 1,58 bilhão, enquanto a Cloud Memory gerou US$ 16,28 bilhões.
MICRON $MU Q4’26 EARNINGS HIGHLIGHTS
🔹 Revenue: $54.23B (Est. $51.07B) 🟢; +379% YoY
🔹 Adj. EPS: $33.42 (Est. $31.61) 🟢
🔹 Adj. Gross Margin: 87.0% (Est. 86.1%) 🟢
Q1 FY27 Guide:
🔹 Revenue: $61.5B ± $1.5B (Est. $57.02B) 🟢
🔹 Adj. EPS: $38.15 ± $1.00 (Est. $35.40) 🟢
🔹… pic.twitter.com/DvLalHRPYe
— Wall St Engine (@wallstengine) September 30, 2026
Clientes antecipam pagamento de US$ 12,7 bilhões para garantir fornecimento
Os documentos da Micron mostram que clientes depositaram US$ 12,75 bilhões em contratos de fornecimento de longo prazo ao longo do ano fiscal de 2026. A maior parte desse valor foi recebida no último trimestre.
O CEO Sanjay Mehrotra associou as perspectivas da empresa a esses contratos.
“… nossos acordos estratégicos com clientes agregam confiança à resiliência do desempenho financeiro da Micron”, disse Sanjay Mehrotra, CEO da Micron Technology, em um comunicado.
Para o primeiro trimestre fiscal de 2027, a Micron estimou US$ 61,5 bilhões, com variação de US$ 1,5 bilhão para mais ou menos. Analistas haviam previsto US$ 57,02 bilhões. Entretanto, a margem bruta projetada, de aproximadamente 86,25%, ficou ligeiramente abaixo da estimativa de 86,4%.
Ações da Micron quase não reagem enquanto Burry aposta contra
Os papéis mal oscilaram. A Micron encerrou o pregão a US$ 1.065,08 e negociou próximo de US$ 1.068,90 após o fechamento, alta de 0,36%, pouco depois da divulgação dos resultados.
Desempenho das ações da Micron Technology, Inc. (MU). Fonte: Yahoo Finance
Alguns investidores seguem cautelosos. Michael Burry, investidor conhecido pelo “Big Short”, revelou nesta semana opções de venda sobre a Micron, operação lucrativa caso as ações recuem.
Os papéis do setor de chips também recuaram no início do mês devido a temores de queda da IA. Enquanto isso, analistas divulgaram novos alvos de preço para a Micron na última semana, após as exportações de chips de Taiwan atingirem recorde.
A administração comenta as perspectivas da empresa em sua teleconferência de resultados às 17h30 (horário de Brasília) na quarta-feira.
O artigo Expansão da IA impulsiona receita da Micron, que sobe 379% foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Doğrulanıb
Braziliya Ripple və Cardano üçün blokçeyn döyüş meydanına çevrilirRipple və Cardano Braziliyada mühüm tərəfdaşlıqlar imzalayıb, ölkənin tənzimlənən maliyyə və enerji sektorlarında blokçeyn infrastrukturunu gücləndirir. Bu razılaşmalar, hər iki valyutanın yalnız məhdud qiymət reaksiyaları qeydə almasına baxmayaraq, Latın Amerikasının ən böyük iqtisadiyyatında institusional marağın artdığını göstərir. Ripple'in CSD BR ilə yeni razılaşması nədir? Braziliya maliyyə bazarının infrastrukturunu işlədən operator CSD BR, investisiya fondları üçün paralel qeydiyyat sistemi kimi XRP Ledger ilə testlərə başlayıb.

Braziliya Ripple və Cardano üçün blokçeyn döyüş meydanına çevrilir

Ripple və Cardano Braziliyada mühüm tərəfdaşlıqlar imzalayıb, ölkənin tənzimlənən maliyyə və enerji sektorlarında blokçeyn infrastrukturunu gücləndirir.
Bu razılaşmalar, hər iki valyutanın yalnız məhdud qiymət reaksiyaları qeydə almasına baxmayaraq, Latın Amerikasının ən böyük iqtisadiyyatında institusional marağın artdığını göstərir.
Ripple'in CSD BR ilə yeni razılaşması nədir?
Braziliya maliyyə bazarının infrastrukturunu işlədən operator CSD BR, investisiya fondları üçün paralel qeydiyyat sistemi kimi XRP Ledger ilə testlərə başlayıb.
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