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Binance explica queda do Bitcoin e alerta sobre temores de liquidezO mercado de criptomoedas enfrenta forte turbulência. O Bitcoin recuou para menos de US$ 70 mil nos últimos dias. Os demais criptoativos acompanharam este movimento de queda. De acordo com o relatório semanal da Binance, publicado ontem (5), o recuo tem relação com a nomeação de Kevin Warsh como o próximo presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). Há temores de que Warsh possa promover um aperto da liquidez, desencadeando uma desalavancagem em larga escala. As criptomoedas, posicionadas na ponta da cadeia de liquidez, estão sofrendo o impacto mais forte. O Bitcoin perdeu níveis de suporte importantes. O sentimento do mercado tornou-se cauteloso. No entanto, o relatório aponta que a resolução da paralisação do governo dos EUA pode fornecer um sinal positivo. As preocupações com a liquidez no médio e longo prazo podem ser exageradas. Características de uma crise de liquidez Na última semana, o mercado apresentou características clássicas de uma “crise de liquidez”. As criptomoedas confirmaram sua posição na extremidade do sistema de liquidez financeira. Qualquer queda significativa no valor de um ativo, como metais, leva à venda de criptomoedas em primeiro lugar. O objetivo é aumentar a liquidez rapidamente. O Bitcoin atingiu uma mínima intradiária de US$ 60.300 na quinta-feira (5). Este foi o nível mais baixo desde outubro de 2024. O ativo se recuperou ligeiramente para cerca de US$ 69.900 hoje. Mercado ainda está se desalavancando Segundo dados do Binance Research, o “Índice de alavancagem agregado do Bitcoin” permanece elevado. A alavancagem é o uso de capital emprestado para aumentar o potencial de retorno dos investimentos. Os números mostram: Média de 5 anos: aproximadamente 4,88 Nível atual: aproximadamente 5,8 Esses dados sugerem que o mercado está se desalavancando. Porém, a alavancagem geral ainda é alta em comparação com o histórico. As condições ainda não se assemelham ao desespero do tipo “ninguém se importa mais”, frequentemente visto em grandes fundos cíclicos. O volume de contratos em aberto de derivativos havia caído drasticamente. Passou de aproximadamente US$ 76 bilhões para aproximadamente US$ 52 bilhões devido ao vencimento de grandes contratos no final do ano. Isso contribuiu para a recuperação no início de 2026, à medida que os investidores reconstruíam sua alavancagem. Com a recente onda de vendas, esse ímpeto de realavancagem foi interrompido. Pressão vendedora continua Diversos indicadores da estrutura de mercado apontam para uma pressão vendedora contínua: O preço à vista acima do preço perpétuo (um desconto em futuros) sugere um posicionamento de baixa. A queda no CVD (variação de volume cumulativo) à vista indica venda líquida nos fluxos à vista. Liquidações históricas não garantem fundo do mercado Em 31 de janeiro, as liquidações de contratos futuros de criptomoedas em um único dia atingiram US$ 2,56 bilhões. Historicamente, liquidações diárias superiores a US$ 2 bilhões são raras. Esta é apenas a quinta ocorrência registrada. A análise dos quatro casos anteriores revela um padrão interessante. Embora os retornos médios sejam positivos em todos os períodos, a mediana é negativa na maioria dos casos. Essa divergência é impulsionada principalmente pela recuperação excepcionalmente forte de 2020. Os dados sugerem que, na maioria dos casos, um evento de liquidação importante não é um sinal confiável de “fundo de mercado”. Pelo menos no horizonte de 30 a 60 dias, o padrão mais comum é: Curto prazo (1 a 2 semanas): O mercado normalmente entra em uma fase de recuperação/consolidação sem uma direção clara definida Médio prazo (1 a 2 meses): A tendência é de enfraquecimento contínuo dos preços Varejo abandona criptomoedas nos EUA Outro ponto de destaque do relatório é a queda acentuada nas taxas de adoção de criptomoedas nos EUA. A pesquisa mais recente do Deutsche Bank revelou esses números. Contribuíram para esse cenário o recuo do Bitcoin no segundo semestre e o bom desempenho dos ativos tradicionais (ações, ouro): Entre os jovens de 18 a 34 anos: a adoção caiu de 24% (janeiro de 2025) para 18% (dezembro de 2025) Grupo de meia-idade: caiu de 22% (janeiro de 2025) para 15% (dezembro de 2025) Kevin Warsh e a possível reação exagerada De acordo com o relatório, o gatilho para esta queda expressiva das criptomoedas é, de fato, a nomeação do novo presidente do Federal Reserve. Embora tenha defendido recentemente cortes nas taxas de juros, Warsh era conhecido como um “linha dura contra a inflação” no início de sua carreira. Apesar de suas propostas para reestruturar a política monetária tradicional, ele defende uma redução agressiva das reservas de títulos do Fed. Essas incertezas deixaram o mercado em expectativa, levando a reduções nas posições de risco. Se Warsh reduzir agressivamente o balanço patrimonial após assumir o cargo, isso poderá anular o efeito de flexibilização dos cortes nas taxas de juros. A medida também poderá pressionar os ativos de risco, incluindo as criptomoedas. Quando as propostas de Warsh para reduzir o balanço patrimonial ameaçam a oferta de liquidez, as contas altamente alavancadas são as primeiras a receber chamadas de margem. Para levantar dinheiro, os investidores são forçados a vender seus ativos mais líquidos a qualquer custo. Isso inclui ações de grandes empresas de tecnologia, ouro e criptomoedas sem fluxo de caixa. O resultado são quedas generalizadas nos ativos. Fim da paralisação do governo traz sinal positivo O relatório aponta ainda que o mercado pode estar ignorando notícias positivas importantes. Por exemplo, o fim da paralisação parcial do governo dos EUA (31 de janeiro a 3 de fevereiro). A Câmara aprovou a legislação de financiamento na segunda-feira (2). O presidente Trump assinou o documento. Com exceção do Departamento de Segurança Interna, todas as agências federais estão agora totalmente financiadas até 30 de setembro de 2026. Este é o sinal de estabilidade que os mercados estavam esperando. O artigo Binance explica queda do Bitcoin e alerta sobre temores de liquidez foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Binance explica queda do Bitcoin e alerta sobre temores de liquidez

O mercado de criptomoedas enfrenta forte turbulência. O Bitcoin recuou para menos de US$ 70 mil nos últimos dias. Os demais criptoativos acompanharam este movimento de queda.

De acordo com o relatório semanal da Binance, publicado ontem (5), o recuo tem relação com a nomeação de Kevin Warsh como o próximo presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). Há temores de que Warsh possa promover um aperto da liquidez, desencadeando uma desalavancagem em larga escala.

As criptomoedas, posicionadas na ponta da cadeia de liquidez, estão sofrendo o impacto mais forte. O Bitcoin perdeu níveis de suporte importantes. O sentimento do mercado tornou-se cauteloso.

No entanto, o relatório aponta que a resolução da paralisação do governo dos EUA pode fornecer um sinal positivo. As preocupações com a liquidez no médio e longo prazo podem ser exageradas.

Características de uma crise de liquidez

Na última semana, o mercado apresentou características clássicas de uma “crise de liquidez”. As criptomoedas confirmaram sua posição na extremidade do sistema de liquidez financeira.

Qualquer queda significativa no valor de um ativo, como metais, leva à venda de criptomoedas em primeiro lugar. O objetivo é aumentar a liquidez rapidamente.

O Bitcoin atingiu uma mínima intradiária de US$ 60.300 na quinta-feira (5). Este foi o nível mais baixo desde outubro de 2024. O ativo se recuperou ligeiramente para cerca de US$ 69.900 hoje.

Mercado ainda está se desalavancando

Segundo dados do Binance Research, o “Índice de alavancagem agregado do Bitcoin” permanece elevado. A alavancagem é o uso de capital emprestado para aumentar o potencial de retorno dos investimentos.

Os números mostram:

Média de 5 anos: aproximadamente 4,88

Nível atual: aproximadamente 5,8

Esses dados sugerem que o mercado está se desalavancando. Porém, a alavancagem geral ainda é alta em comparação com o histórico. As condições ainda não se assemelham ao desespero do tipo “ninguém se importa mais”, frequentemente visto em grandes fundos cíclicos.

O volume de contratos em aberto de derivativos havia caído drasticamente. Passou de aproximadamente US$ 76 bilhões para aproximadamente US$ 52 bilhões devido ao vencimento de grandes contratos no final do ano. Isso contribuiu para a recuperação no início de 2026, à medida que os investidores reconstruíam sua alavancagem.

Com a recente onda de vendas, esse ímpeto de realavancagem foi interrompido.

Pressão vendedora continua

Diversos indicadores da estrutura de mercado apontam para uma pressão vendedora contínua:

O preço à vista acima do preço perpétuo (um desconto em futuros) sugere um posicionamento de baixa. A queda no CVD (variação de volume cumulativo) à vista indica venda líquida nos fluxos à vista.

Liquidações históricas não garantem fundo do mercado

Em 31 de janeiro, as liquidações de contratos futuros de criptomoedas em um único dia atingiram US$ 2,56 bilhões. Historicamente, liquidações diárias superiores a US$ 2 bilhões são raras. Esta é apenas a quinta ocorrência registrada.

A análise dos quatro casos anteriores revela um padrão interessante. Embora os retornos médios sejam positivos em todos os períodos, a mediana é negativa na maioria dos casos. Essa divergência é impulsionada principalmente pela recuperação excepcionalmente forte de 2020.

Os dados sugerem que, na maioria dos casos, um evento de liquidação importante não é um sinal confiável de “fundo de mercado”. Pelo menos no horizonte de 30 a 60 dias, o padrão mais comum é:

Curto prazo (1 a 2 semanas): O mercado normalmente entra em uma fase de recuperação/consolidação sem uma direção clara definida

Médio prazo (1 a 2 meses): A tendência é de enfraquecimento contínuo dos preços

Varejo abandona criptomoedas nos EUA

Outro ponto de destaque do relatório é a queda acentuada nas taxas de adoção de criptomoedas nos EUA. A pesquisa mais recente do Deutsche Bank revelou esses números.

Contribuíram para esse cenário o recuo do Bitcoin no segundo semestre e o bom desempenho dos ativos tradicionais (ações, ouro):

Entre os jovens de 18 a 34 anos: a adoção caiu de 24% (janeiro de 2025) para 18% (dezembro de 2025)

Grupo de meia-idade: caiu de 22% (janeiro de 2025) para 15% (dezembro de 2025)

Kevin Warsh e a possível reação exagerada

De acordo com o relatório, o gatilho para esta queda expressiva das criptomoedas é, de fato, a nomeação do novo presidente do Federal Reserve.

Embora tenha defendido recentemente cortes nas taxas de juros, Warsh era conhecido como um “linha dura contra a inflação” no início de sua carreira. Apesar de suas propostas para reestruturar a política monetária tradicional, ele defende uma redução agressiva das reservas de títulos do Fed.

Essas incertezas deixaram o mercado em expectativa, levando a reduções nas posições de risco.

Se Warsh reduzir agressivamente o balanço patrimonial após assumir o cargo, isso poderá anular o efeito de flexibilização dos cortes nas taxas de juros. A medida também poderá pressionar os ativos de risco, incluindo as criptomoedas.

Quando as propostas de Warsh para reduzir o balanço patrimonial ameaçam a oferta de liquidez, as contas altamente alavancadas são as primeiras a receber chamadas de margem. Para levantar dinheiro, os investidores são forçados a vender seus ativos mais líquidos a qualquer custo. Isso inclui ações de grandes empresas de tecnologia, ouro e criptomoedas sem fluxo de caixa. O resultado são quedas generalizadas nos ativos.

Fim da paralisação do governo traz sinal positivo

O relatório aponta ainda que o mercado pode estar ignorando notícias positivas importantes. Por exemplo, o fim da paralisação parcial do governo dos EUA (31 de janeiro a 3 de fevereiro).

A Câmara aprovou a legislação de financiamento na segunda-feira (2). O presidente Trump assinou o documento. Com exceção do Departamento de Segurança Interna, todas as agências federais estão agora totalmente financiadas até 30 de setembro de 2026.

Este é o sinal de estabilidade que os mercados estavam esperando.

O artigo Binance explica queda do Bitcoin e alerta sobre temores de liquidez foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Bitcoin despenca mais de 10% e arrasta big techs em pânico generalizadoEconomista Charles Mendlowicz, o Economista Sincero, aponta que a correlação entre o Bitcoin e o setor tecnológico nunca foi tão forte; quedas generalizadas abrem oportunidades para o longo prazo O mercado de ativos digitais amanheceu em “banho de sangue” ontem (5). O Bitcoin (BTC) registrou desvalorização acentuada que ultrapassou 10% em poucas horas. O movimento varreu mais de US$ 200 bilhões do mercado cripto. Segundo o economista Charles Mendlowicz, sócio da Ticker Wealth e criador do canal Economista Sincero, o fenômeno reflete nervosismo profundo que atinge as gigantes da tecnologia. Bitcoin migra de refúgio para ativo tech Para Mendlowicz, a natureza do Bitcoin mudou aos olhos do investidor institucional. Antes visto apenas como reserva de valor alternativa, hoje opera como ativo tecnológico. “O Bitcoin está migrando de um refúgio seguro para um ativo tecnológico na questão de como os investidores estão enxergando. No momento em que as ações de tecnologia começam a cair muito, o Bitcoin acaba indo junto. Essa visão é muito forte”, explica. Mercado pune gastos bilionários com IA Empresas como Microsoft, Google (Alphabet) e Amazon apresentaram lucros bilionários em seus balanços. Mesmo assim, as ações despencaram. O motivo? O mercado está punindo o alto custo de capital (Capex, sigla em inglês para despesas de investimento em infraestrutura e tecnologia) destinado à inteligência artificial. Mendlowicz destaca que investidores estão colocando lupa nos gastos. A Microsoft viu suas ações sofrerem o pior dia desde o início da pandemia em 2020. Isso apesar de um salto de 60% no lucro. “O mercado está preocupado porque as empresas estão gastando demais em IA. Se isso aqui não der dinheiro agora, no próximo trimestre o resultado vai despencar. Estamos diante da maior queima de capital da história em um negócio que, para alguns analistas, pode não dar o retorno esperado”, afirma. Economista vê oportunidade na queda Apesar do cenário de pânico e do índice de medo em níveis extremos, o economista mantém a calma. Ele enxerga o recuo como ponto de entrada estratégico. Mendlowicz confirmou que aproveitará a queda para aumentar sua posição pessoal no ativo. “A queda do Bitcoin não é novidade. Eu já vi quedas dessa proporção em 2017 e 2018. O problema não é a queda, mas o comportamento do investidor. Quedas fortes costumam criar ótimas oportunidades. Eu disse que compraria abaixo de US$ 65 mil e sou um cara de palavra: já vou comprar“, garante. Alerta contra alavancagem Para Mendlowicz, o momento exige estômago. Acima de tudo, evitar a alavancagem — prática de investir dinheiro emprestado para maximizar lucros. Essa prática causou liquidações em massa nesta madrugada. “Não entre alavancado. Tem muita gente perdendo tudo porque o mercado cai, a corretora te elimina e você perde o patrimônio da família. Se você é investidor de longo prazo, não é para sair vendendo tudo nem comprando tudo desesperadamente. Olhar a janela de curto prazo engana muito”, conclui. O artigo Bitcoin despenca mais de 10% e arrasta big techs em pânico generalizado foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Bitcoin despenca mais de 10% e arrasta big techs em pânico generalizado

Economista Charles Mendlowicz, o Economista Sincero, aponta que a correlação entre o Bitcoin e o setor tecnológico nunca foi tão forte; quedas generalizadas abrem oportunidades para o longo prazo

O mercado de ativos digitais amanheceu em “banho de sangue” ontem (5). O Bitcoin (BTC) registrou desvalorização acentuada que ultrapassou 10% em poucas horas.

O movimento varreu mais de US$ 200 bilhões do mercado cripto. Segundo o economista Charles Mendlowicz, sócio da Ticker Wealth e criador do canal Economista Sincero, o fenômeno reflete nervosismo profundo que atinge as gigantes da tecnologia.

Bitcoin migra de refúgio para ativo tech

Para Mendlowicz, a natureza do Bitcoin mudou aos olhos do investidor institucional. Antes visto apenas como reserva de valor alternativa, hoje opera como ativo tecnológico.

“O Bitcoin está migrando de um refúgio seguro para um ativo tecnológico na questão de como os investidores estão enxergando. No momento em que as ações de tecnologia começam a cair muito, o Bitcoin acaba indo junto. Essa visão é muito forte”, explica.

Mercado pune gastos bilionários com IA

Empresas como Microsoft, Google (Alphabet) e Amazon apresentaram lucros bilionários em seus balanços. Mesmo assim, as ações despencaram.

O motivo? O mercado está punindo o alto custo de capital (Capex, sigla em inglês para despesas de investimento em infraestrutura e tecnologia) destinado à inteligência artificial.

Mendlowicz destaca que investidores estão colocando lupa nos gastos. A Microsoft viu suas ações sofrerem o pior dia desde o início da pandemia em 2020. Isso apesar de um salto de 60% no lucro.

“O mercado está preocupado porque as empresas estão gastando demais em IA. Se isso aqui não der dinheiro agora, no próximo trimestre o resultado vai despencar. Estamos diante da maior queima de capital da história em um negócio que, para alguns analistas, pode não dar o retorno esperado”, afirma.

Economista vê oportunidade na queda

Apesar do cenário de pânico e do índice de medo em níveis extremos, o economista mantém a calma. Ele enxerga o recuo como ponto de entrada estratégico.

Mendlowicz confirmou que aproveitará a queda para aumentar sua posição pessoal no ativo.

“A queda do Bitcoin não é novidade. Eu já vi quedas dessa proporção em 2017 e 2018. O problema não é a queda, mas o comportamento do investidor. Quedas fortes costumam criar ótimas oportunidades. Eu disse que compraria abaixo de US$ 65 mil e sou um cara de palavra: já vou comprar“, garante.

Alerta contra alavancagem

Para Mendlowicz, o momento exige estômago. Acima de tudo, evitar a alavancagem — prática de investir dinheiro emprestado para maximizar lucros. Essa prática causou liquidações em massa nesta madrugada.

“Não entre alavancado. Tem muita gente perdendo tudo porque o mercado cai, a corretora te elimina e você perde o patrimônio da família. Se você é investidor de longo prazo, não é para sair vendendo tudo nem comprando tudo desesperadamente. Olhar a janela de curto prazo engana muito”, conclui.

O artigo Bitcoin despenca mais de 10% e arrasta big techs em pânico generalizado foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Airdrop acidental de 2 mil BTC provoca queda de 10% no preço do Bitcoin em exchangeA exchange de criptomoedas sul-coreana Bithumb enfrentou um sério problema operacional em 6 de fevereiro de 2026, que rapidamente provocou uma queda de dois dígitos no par de negociação BTC/KRW. O episódio traz à tona antigas controvérsias envolvendo a exchange, como episódios de responsabilidade parcial em vazamentos de dados. Segundo informações, um membro da equipe enviou, por engano, 2 mil Bitcoin (BTC) para centenas de usuários, quando na verdade o prêmio deveria ser de 2 mil wons coreanos (KRW). O erro desencadeou uma onda imediata de vendas, levando o preço do Bitcoin na exchange a ficar mais de 10% abaixo da cotação global. Desempenho do preço BTC/KRW. Fonte: TradingView O integrante do Dumpster DAO, Definalist, foi o primeiro a divulgar o incidente, citando um airdrop rotineiro, criado como incentivo para usuários da plataforma. Durante a confusão, alguns usuários conseguiram lucrar consideravelmente com o erro, ao vender o saldo inesperado de Bitcoin por valores de mercado. It looks like hundreds of users got that accidental 2,000 BTC. It’s a total comedy of errors—apparently, a staff member meant to give out 2,000 KRW as a random box prize but typed BTC instead. Crazy to think that exchanges can still do paper trading like this, even in 2026 lmao https://t.co/RGwXzbUBDN pic.twitter.com/fEnfxAWhJO — Definalist (@definalist) February 6, 2026 A distribuição acidental de BTC levantou questionamentos sobre os controles internos e gestão de riscos em exchanges de cripto, especialmente aquelas que lidam com ativos digitais de alto valor. “… Impressionante pensar que exchanges ainda praticam negociações fictícias como essa, mesmo em 2026”, afirmou Definalist. Contudo, a queda do preço do Bitcoin ficou restrita à Bithumb devido ao livro de ofertas isolado da exchange. Usuários negociaram rapidamente os BTC recebidos, esgotando a liquidez local e provocando uma queda de 10% nos preços dentro da plataforma. As demais exchanges não foram afetadas, pois a pressão vendedora não chegou a atingir seus mercados, e os mecanismos globais de arbitragem ainda não haviam corrigido as diferenças, mantendo o impacto restrito. BTC/KRW versus BTC/USDT na Binance e Coinbase. Fonte: TradingView Apesar disso, o episódio evidencia riscos operacionais que persistem até mesmo em grandes exchanges, mesmo com anos de amadurecimento do setor. O caso mostra que um simples erro humano pode desencadear forte impacto no mercado. A Bithumb não respondeu imediatamente ao pedido de comentário do BeInCrypto e ainda não divulgou um posicionamento público sobre as possíveis medidas corretivas. Ainda assim, o caso pode afetar a confiança dos participantes do mercado no curto prazo, especialmente em exchanges onde falhas operacionais têm efeito direto nos preços. Histórico operacional e mudanças corporativas da Bithumb destacam riscos contínuos A própria Bithumb tem um histórico marcado por problemas de segurança e operações. Em 2017, um vazamento de dados expôs informações de clientes, e em uma decisão de 2020, a imprensa local relatou que a exchange foi considerada parcialmente responsável em um caso no qual um usuário perdeu US$ 27.200. A Justiça determinou que, embora o banco de dados da Bithumb tenha sido acessado, os autores da ação deveriam ter identificado as tentativas de golpe, concedendo apenas US$ 5 mil como reparação. Outras reivindicações foram rejeitadas porque o tribunal concluiu que os dados privados poderiam ter sido obtidos de outras fontes. A Bithumb também passou por mudanças societárias expressivas nos últimos anos. Em 2018, a exchange vendeu 50% de participação para o BK Global Consortium, liderado pelo investidor em startups Kim Byung-gun, então quinto maior acionista da empresa. Essa aquisição ocorreu em meio a uma retração nos investimentos do setor de cripto. Segundo pesquisa da FinTech Global divulgada, os aportes globais em cripto atingiram US$ 7,62 bilhões em 2018, caindo para US$ 3,11 bilhões em 2019. Somente no primeiro semestre de 2020, o setor arrecadou US$ 578,2 milhões. O recente erro amplia o histórico de desafios operacionais da Bithumb, reforçando a percepção de que, embora a adoção de cripto avance, o setor ainda está sujeito a falhas humanas e técnicas, inclusive em exchanges líderes. O artigo Airdrop acidental de 2 mil BTC provoca queda de 10% no preço do Bitcoin em exchange foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Airdrop acidental de 2 mil BTC provoca queda de 10% no preço do Bitcoin em exchange

A exchange de criptomoedas sul-coreana Bithumb enfrentou um sério problema operacional em 6 de fevereiro de 2026, que rapidamente provocou uma queda de dois dígitos no par de negociação BTC/KRW.

O episódio traz à tona antigas controvérsias envolvendo a exchange, como episódios de responsabilidade parcial em vazamentos de dados.

Segundo informações, um membro da equipe enviou, por engano, 2 mil Bitcoin (BTC) para centenas de usuários, quando na verdade o prêmio deveria ser de 2 mil wons coreanos (KRW).

O erro desencadeou uma onda imediata de vendas, levando o preço do Bitcoin na exchange a ficar mais de 10% abaixo da cotação global.

Desempenho do preço BTC/KRW. Fonte: TradingView

O integrante do Dumpster DAO, Definalist, foi o primeiro a divulgar o incidente, citando um airdrop rotineiro, criado como incentivo para usuários da plataforma.

Durante a confusão, alguns usuários conseguiram lucrar consideravelmente com o erro, ao vender o saldo inesperado de Bitcoin por valores de mercado.

It looks like hundreds of users got that accidental 2,000 BTC. It’s a total comedy of errors—apparently, a staff member meant to give out 2,000 KRW as a random box prize but typed BTC instead. Crazy to think that exchanges can still do paper trading like this, even in 2026
lmao https://t.co/RGwXzbUBDN pic.twitter.com/fEnfxAWhJO

— Definalist (@definalist) February 6, 2026

A distribuição acidental de BTC levantou questionamentos sobre os controles internos e gestão de riscos em exchanges de cripto, especialmente aquelas que lidam com ativos digitais de alto valor.

“… Impressionante pensar que exchanges ainda praticam negociações fictícias como essa, mesmo em 2026”, afirmou Definalist.

Contudo, a queda do preço do Bitcoin ficou restrita à Bithumb devido ao livro de ofertas isolado da exchange. Usuários negociaram rapidamente os BTC recebidos, esgotando a liquidez local e provocando uma queda de 10% nos preços dentro da plataforma.

As demais exchanges não foram afetadas, pois a pressão vendedora não chegou a atingir seus mercados, e os mecanismos globais de arbitragem ainda não haviam corrigido as diferenças, mantendo o impacto restrito.

BTC/KRW versus BTC/USDT na Binance e Coinbase. Fonte: TradingView

Apesar disso, o episódio evidencia riscos operacionais que persistem até mesmo em grandes exchanges, mesmo com anos de amadurecimento do setor. O caso mostra que um simples erro humano pode desencadear forte impacto no mercado.

A Bithumb não respondeu imediatamente ao pedido de comentário do BeInCrypto e ainda não divulgou um posicionamento público sobre as possíveis medidas corretivas.

Ainda assim, o caso pode afetar a confiança dos participantes do mercado no curto prazo, especialmente em exchanges onde falhas operacionais têm efeito direto nos preços.

Histórico operacional e mudanças corporativas da Bithumb destacam riscos contínuos

A própria Bithumb tem um histórico marcado por problemas de segurança e operações. Em 2017, um vazamento de dados expôs informações de clientes, e em uma decisão de 2020, a imprensa local relatou que a exchange foi considerada parcialmente responsável em um caso no qual um usuário perdeu US$ 27.200.

A Justiça determinou que, embora o banco de dados da Bithumb tenha sido acessado, os autores da ação deveriam ter identificado as tentativas de golpe, concedendo apenas US$ 5 mil como reparação.

Outras reivindicações foram rejeitadas porque o tribunal concluiu que os dados privados poderiam ter sido obtidos de outras fontes.

A Bithumb também passou por mudanças societárias expressivas nos últimos anos. Em 2018, a exchange vendeu 50% de participação para o BK Global Consortium, liderado pelo investidor em startups Kim Byung-gun, então quinto maior acionista da empresa.

Essa aquisição ocorreu em meio a uma retração nos investimentos do setor de cripto. Segundo pesquisa da FinTech Global divulgada, os aportes globais em cripto atingiram US$ 7,62 bilhões em 2018, caindo para US$ 3,11 bilhões em 2019. Somente no primeiro semestre de 2020, o setor arrecadou US$ 578,2 milhões.

O recente erro amplia o histórico de desafios operacionais da Bithumb, reforçando a percepção de que, embora a adoção de cripto avance, o setor ainda está sujeito a falhas humanas e técnicas, inclusive em exchanges líderes.

O artigo Airdrop acidental de 2 mil BTC provoca queda de 10% no preço do Bitcoin em exchange foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Bithumb explica pagamento acidental de 2 mil bitcoins: o que realmente aconteceu?A exchange sul-coreana de cripto Bithumb confirmou oficialmente que um erro operacional resultou em um pagamento anormal de Bitcoin durante uma promoção. O incidente provocou uma breve, porém intensa, distorção de preço na plataforma antes de os mercados se estabilizarem em poucos minutos. Bithumb confirma pagamento acidental em bitcoin Em comunicado, a Bithumb pediu desculpas aos usuários e reconheceu que “… um valor anormal de Bitcoin foi pago a alguns clientes…” durante a ação, o que gerou volatilidade temporária à medida que os beneficiados venderam o ativo. “… O preço do Bitcoin flutuou de forma expressiva por um curto período, pois algumas contas que receberam o Bitcoin realizaram vendas”, afirmou a exchange em nota. Segundo a Bithumb, seus sistemas internos de monitoramento detectaram rapidamente as transações atípicas. A plataforma respondeu restringindo as operações das contas envolvidas, o que ajudou a conter o problema. “Como resultado, o preço de mercado retornou aos níveis normais em 5 minutos, e o sistema de prevenção de liquidações em cadeia funcionou corretamente, impedindo liquidações em massa em razão do preço fora de padrão do Bitcoin”, informou a empresa. O esclarecimento foi divulgado após o Bitcoin ter sido negociado, por pouco tempo, com valor bem abaixo do praticado globalmente na Bithumb, levantando especulações sobre a razão da queda súbita. BTC/KRW versus BTC/USDT na Binance e na Coinbase. Fonte: TradingView A Bithumb reforçou que o ocorrido não foi causado por ataque cibernético ou falha de segurança. “Queremos deixar claro que este incidente não tem relação com qualquer invasão externa ou falha de segurança, e não apresenta riscos quanto à proteção do sistema ou aos ativos dos clientes”, declarou a exchange. Impacto sobre os fundos de clientes da Bithumb A empresa também garantiu aos usuários que os fundos permanecem protegidos e que os principais serviços seguem funcionando normalmente. “Os ativos dos clientes seguem sob gestão segura, e as negociações, depósitos e saques estão operando normalmente”, traz a nota. Segundo a Bithumb, nenhum cliente sofreu perdas em razão do incidente. A empresa relatou que segue analisando a situação e divulgará mais informações caso necessário. “Entende-se que este episódio não gerou perdas nem prejuízos aos ativos dos clientes. Vamos compartilhar todas as medidas tomadas de forma transparente e assumir total responsabilidade para garantir que nenhum cliente seja prejudicado”, informou a exchange. O episódio evidencia como falhas operacionais, mesmo solucionadas rapidamente, podem causar distorções acentuadas de curto prazo no preço de cripto, especialmente em exchanges com volumes de liquidez diferentes da média global. No encerramento do comunicado, a Bithumb pediu desculpas novamente e disse que vai reforçar controles internos para aprimorar o ambiente de negociação. “Mais uma vez, pedimos desculpas por qualquer transtorno causado. Seguiremos trabalhando para oferecer um ambiente de negociações seguro e confiável.” O artigo Bithumb explica pagamento acidental de 2 mil bitcoins: o que realmente aconteceu? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Bithumb explica pagamento acidental de 2 mil bitcoins: o que realmente aconteceu?

A exchange sul-coreana de cripto Bithumb confirmou oficialmente que um erro operacional resultou em um pagamento anormal de Bitcoin durante uma promoção.

O incidente provocou uma breve, porém intensa, distorção de preço na plataforma antes de os mercados se estabilizarem em poucos minutos.

Bithumb confirma pagamento acidental em bitcoin

Em comunicado, a Bithumb pediu desculpas aos usuários e reconheceu que “… um valor anormal de Bitcoin foi pago a alguns clientes…” durante a ação, o que gerou volatilidade temporária à medida que os beneficiados venderam o ativo.

“… O preço do Bitcoin flutuou de forma expressiva por um curto período, pois algumas contas que receberam o Bitcoin realizaram vendas”, afirmou a exchange em nota.

Segundo a Bithumb, seus sistemas internos de monitoramento detectaram rapidamente as transações atípicas. A plataforma respondeu restringindo as operações das contas envolvidas, o que ajudou a conter o problema.

“Como resultado, o preço de mercado retornou aos níveis normais em 5 minutos, e o sistema de prevenção de liquidações em cadeia funcionou corretamente, impedindo liquidações em massa em razão do preço fora de padrão do Bitcoin”, informou a empresa.

O esclarecimento foi divulgado após o Bitcoin ter sido negociado, por pouco tempo, com valor bem abaixo do praticado globalmente na Bithumb, levantando especulações sobre a razão da queda súbita.

BTC/KRW versus BTC/USDT na Binance e na Coinbase. Fonte: TradingView

A Bithumb reforçou que o ocorrido não foi causado por ataque cibernético ou falha de segurança.

“Queremos deixar claro que este incidente não tem relação com qualquer invasão externa ou falha de segurança, e não apresenta riscos quanto à proteção do sistema ou aos ativos dos clientes”, declarou a exchange.

Impacto sobre os fundos de clientes da Bithumb

A empresa também garantiu aos usuários que os fundos permanecem protegidos e que os principais serviços seguem funcionando normalmente.

“Os ativos dos clientes seguem sob gestão segura, e as negociações, depósitos e saques estão operando normalmente”, traz a nota.

Segundo a Bithumb, nenhum cliente sofreu perdas em razão do incidente. A empresa relatou que segue analisando a situação e divulgará mais informações caso necessário.

“Entende-se que este episódio não gerou perdas nem prejuízos aos ativos dos clientes. Vamos compartilhar todas as medidas tomadas de forma transparente e assumir total responsabilidade para garantir que nenhum cliente seja prejudicado”, informou a exchange.

O episódio evidencia como falhas operacionais, mesmo solucionadas rapidamente, podem causar distorções acentuadas de curto prazo no preço de cripto, especialmente em exchanges com volumes de liquidez diferentes da média global.

No encerramento do comunicado, a Bithumb pediu desculpas novamente e disse que vai reforçar controles internos para aprimorar o ambiente de negociação.

“Mais uma vez, pedimos desculpas por qualquer transtorno causado. Seguiremos trabalhando para oferecer um ambiente de negociações seguro e confiável.”

O artigo Bithumb explica pagamento acidental de 2 mil bitcoins: o que realmente aconteceu? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Preço do XRP indica possível fundo, mas histórico alerta contra otimismoO preço do XRP da Ripple começou a mostrar sinais iniciais de estabilização após uma forte queda nas últimas 24 horas. O token recentemente rompeu seu canal de baixa de longo prazo e chegou a cair abaixo de seu preço realizado, nível que indica o custo médio de todas as moedas em circulação. Depois de recuar para US$ 1,11, o XRP recuperou para a região de US$ 1,30. À primeira vista, o movimento indica um salto expressivo. Em ciclos anteriores, condições similares surgiram próximas de pontos de inflexão. No entanto, dados históricos apontam que o XRP costuma consolidar por períodos prolongados nesses patamares antes de iniciar uma recuperação. Indicadores técnicos e on-chain atuais mostram que, embora a pressão vendedora esteja aumentando, o mercado pode ainda não ter passado por um ajuste completo. Queda no canal descendente leva XRP para zona de alto risco A queda do XRP se intensificou entre os dias 4 e 6 de fevereiro, quando o preço rompeu de forma clara o seu canal de baixa. Essa estrutura guiava o ativo em direção a patamares menores desde meados de 2025, formando topos e fundos descendentes. Após perder o suporte da linha de tendência inferior, o XRP escorregou até a região de projeção de baixa perto de US$ 0,93, tocando brevemente US$ 1,11. Apesar do repique desde então, a tendência mais ampla ainda é considerada fraca. Estrutura de preço do XRP: TradingView Quebras parecidas em ciclos anteriores raramente marcaram fundos imediatos e recuperações rápidas. Histórico do preço realizado mostra por que esta “zona de fundo” pode durar anos No meio de 2022, o XRP perdeu um suporte importante, a linha do preço realizado, e entrou numa fase de baixa duradoura. Depois desse rompimento, o preço seguiu operando em queda e lateralização durante mais de dois anos, até o início da alta no fim de 2024. Esse padrão indica que rupturas estruturais geralmente abrem espaço para longas fases de estabilização, e não para reversões rápidas. O movimento de retorno até US$ 1,30 não modificou esse comportamento até agora. Durante a recente realização, o XRP caiu brevemente abaixo de seu preço realizado, que atualmente está próximo de US$ 1,47. Esse indicador reflete o custo médio de compra das moedas em circulação. Quando o preço de mercado fica abaixo desse valor, a maioria dos investidores acumula perdas. Esse tipo de cenário sinaliza geralmente momentos de pressão financeira, mas não necessariamente os fundos definitivos do ciclo. Rompimento da linha do preço realizado: Glassnode Um exemplo claro ocorreu em 2022. Em junho de 2022, o XRP foi negociado em torno de US$ 0,31, enquanto o preço realizado estava perto de US$ 0,56. O ativo apresentava, então, uma queda de cerca de 46% em relação ao preço realizado. Apesar desse desconto, o XRP não iniciou um mercado de alta, mas sim uma fase de baixa prolongada. Entre meados de 2022 e novembro de 2024, o XRP repetidas vezes se manteve próximo do preço realizado, frequentemente encerrando sessões pouco acima ou pouco abaixo dele. Essa fase de “acompanhar a linha” durou mais de dois anos. Só após esse longo período de consolidação veio a grande alta até US$ 3,54. Comparando com aquele ciclo, o contexto atual é menos intenso. Rompimento do preço realizado em ciclos anteriores: Glassnode O preço atual, entre US$ 1,21 e US$ 1,30, corresponde a uma distância de cerca de 18% a 25% abaixo do nível de US$ 1,47 do preço realizado. Em 2022, o desconto era quase o dobro. Isso sugere que o estresse está se acumulando, mas uma capitulação total e prolongada ainda não ocorreu. Comportamento dos investidores de longo prazo sustenta o conceito de ‘preço realizado’ O indicador Long-Term Holder Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) está atualmente próximo de -0,19, apontando que muitos investidores de longo prazo do XRP encontram-se em prejuízo. Entretanto, nas fases de fundo dos ciclos passados, esse indicador chegou a níveis ainda menores, como -0,31 (no início de 2023), antes de iniciar recuperação. NUPL de investidores de longo prazo: Glassnode Portanto, apesar da pressão sobre os investidores, movimentos de ciclos anteriores sugerem que a atual fase ainda pode ter espaço para se desenrolar. Ao mesmo tempo, a movimentação de moedas gastas aumentou. Desde 4 de fevereiro, o indicador de faixa etária das moedas gastas, que sinaliza a movimentação de ativos antes inativos por investidores, subiu de cerca de 79 milhões para mais de 198 milhões, registrando um avanço de 150%. Esse cenário aponta que moedas antes paradas estão sendo transferidas, geralmente para exchanges. Em fases de forte consolidação, esse índice costuma cair, já que a pressão vendedora diminui. O atual aumento, visível mesmo após a queda de preço, indica que a distribuição permanece em curso. Atividade das moedas volta a disparar: Santiment Uma movimentação semelhante no início de fevereiro foi seguida por novo recuo, reforçando que o reposicionamento ainda não terminou. Em conjunto, o histórico do preço realizado, o NUPL e o aumento da circulação de moedas apontam que o XRP está em zona de pressão, ainda sem confirmação de fase de acumulação. Estrutura de preço do XRP mostra por que US$ 0,93 segue como teste fundamental Todos esses sinais on-chain retornam para a estrutura de preço. O XRP segue abaixo de seu canal rompido e permanece também abaixo do preço realizado. Isso mantém elevado o risco de novas quedas. O próximo grande suporte está próximo de US$ 0,93. Esse patamar coincide com projeções de canal e regiões de retração de Fibonacci, sendo uma área de importância onde compradores podem tentar segurar o preço. Se US$ 0,93 não se mantiver, a próxima zona relevante de queda surge em torno de US$ 0,52, que serviu como base de longo prazo durante o mercado de baixa de 2022–2023. Análise do preço do XRP: TradingView Pelo lado positivo, o preço do XRP precisa primeiro recuperar os US$ 1,47 para retomar a confiança dos investidores. Uma alta acima de US$ 1,69 e US$ 1,97 seria necessária para melhorar a estrutura de médio prazo. Enquanto o preço realizado não for retomado, o NUPL não estabilizar e a movimentação de moedas gastas não permanecer baixa por tempo prolongado, todas as altas do XRP tendem a enfrentar nova pressão de venda. O artigo Preço do XRP indica possível fundo, mas histórico alerta contra otimismo foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Preço do XRP indica possível fundo, mas histórico alerta contra otimismo

O preço do XRP da Ripple começou a mostrar sinais iniciais de estabilização após uma forte queda nas últimas 24 horas. O token recentemente rompeu seu canal de baixa de longo prazo e chegou a cair abaixo de seu preço realizado, nível que indica o custo médio de todas as moedas em circulação. Depois de recuar para US$ 1,11, o XRP recuperou para a região de US$ 1,30.

À primeira vista, o movimento indica um salto expressivo. Em ciclos anteriores, condições similares surgiram próximas de pontos de inflexão. No entanto, dados históricos apontam que o XRP costuma consolidar por períodos prolongados nesses patamares antes de iniciar uma recuperação. Indicadores técnicos e on-chain atuais mostram que, embora a pressão vendedora esteja aumentando, o mercado pode ainda não ter passado por um ajuste completo.

Queda no canal descendente leva XRP para zona de alto risco

A queda do XRP se intensificou entre os dias 4 e 6 de fevereiro, quando o preço rompeu de forma clara o seu canal de baixa. Essa estrutura guiava o ativo em direção a patamares menores desde meados de 2025, formando topos e fundos descendentes.

Após perder o suporte da linha de tendência inferior, o XRP escorregou até a região de projeção de baixa perto de US$ 0,93, tocando brevemente US$ 1,11. Apesar do repique desde então, a tendência mais ampla ainda é considerada fraca.

Estrutura de preço do XRP: TradingView

Quebras parecidas em ciclos anteriores raramente marcaram fundos imediatos e recuperações rápidas.

Histórico do preço realizado mostra por que esta “zona de fundo” pode durar anos

No meio de 2022, o XRP perdeu um suporte importante, a linha do preço realizado, e entrou numa fase de baixa duradoura. Depois desse rompimento, o preço seguiu operando em queda e lateralização durante mais de dois anos, até o início da alta no fim de 2024.

Esse padrão indica que rupturas estruturais geralmente abrem espaço para longas fases de estabilização, e não para reversões rápidas. O movimento de retorno até US$ 1,30 não modificou esse comportamento até agora.

Durante a recente realização, o XRP caiu brevemente abaixo de seu preço realizado, que atualmente está próximo de US$ 1,47. Esse indicador reflete o custo médio de compra das moedas em circulação. Quando o preço de mercado fica abaixo desse valor, a maioria dos investidores acumula perdas.

Esse tipo de cenário sinaliza geralmente momentos de pressão financeira, mas não necessariamente os fundos definitivos do ciclo.

Rompimento da linha do preço realizado: Glassnode

Um exemplo claro ocorreu em 2022.

Em junho de 2022, o XRP foi negociado em torno de US$ 0,31, enquanto o preço realizado estava perto de US$ 0,56. O ativo apresentava, então, uma queda de cerca de 46% em relação ao preço realizado. Apesar desse desconto, o XRP não iniciou um mercado de alta, mas sim uma fase de baixa prolongada.

Entre meados de 2022 e novembro de 2024, o XRP repetidas vezes se manteve próximo do preço realizado, frequentemente encerrando sessões pouco acima ou pouco abaixo dele. Essa fase de “acompanhar a linha” durou mais de dois anos. Só após esse longo período de consolidação veio a grande alta até US$ 3,54.

Comparando com aquele ciclo, o contexto atual é menos intenso.

Rompimento do preço realizado em ciclos anteriores: Glassnode

O preço atual, entre US$ 1,21 e US$ 1,30, corresponde a uma distância de cerca de 18% a 25% abaixo do nível de US$ 1,47 do preço realizado. Em 2022, o desconto era quase o dobro. Isso sugere que o estresse está se acumulando, mas uma capitulação total e prolongada ainda não ocorreu.

Comportamento dos investidores de longo prazo sustenta o conceito de ‘preço realizado’

O indicador Long-Term Holder Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) está atualmente próximo de -0,19, apontando que muitos investidores de longo prazo do XRP encontram-se em prejuízo. Entretanto, nas fases de fundo dos ciclos passados, esse indicador chegou a níveis ainda menores, como -0,31 (no início de 2023), antes de iniciar recuperação.

NUPL de investidores de longo prazo: Glassnode

Portanto, apesar da pressão sobre os investidores, movimentos de ciclos anteriores sugerem que a atual fase ainda pode ter espaço para se desenrolar.

Ao mesmo tempo, a movimentação de moedas gastas aumentou. Desde 4 de fevereiro, o indicador de faixa etária das moedas gastas, que sinaliza a movimentação de ativos antes inativos por investidores, subiu de cerca de 79 milhões para mais de 198 milhões, registrando um avanço de 150%. Esse cenário aponta que moedas antes paradas estão sendo transferidas, geralmente para exchanges. Em fases de forte consolidação, esse índice costuma cair, já que a pressão vendedora diminui. O atual aumento, visível mesmo após a queda de preço, indica que a distribuição permanece em curso.

Atividade das moedas volta a disparar: Santiment

Uma movimentação semelhante no início de fevereiro foi seguida por novo recuo, reforçando que o reposicionamento ainda não terminou.

Em conjunto, o histórico do preço realizado, o NUPL e o aumento da circulação de moedas apontam que o XRP está em zona de pressão, ainda sem confirmação de fase de acumulação.

Estrutura de preço do XRP mostra por que US$ 0,93 segue como teste fundamental

Todos esses sinais on-chain retornam para a estrutura de preço. O XRP segue abaixo de seu canal rompido e permanece também abaixo do preço realizado. Isso mantém elevado o risco de novas quedas.

O próximo grande suporte está próximo de US$ 0,93. Esse patamar coincide com projeções de canal e regiões de retração de Fibonacci, sendo uma área de importância onde compradores podem tentar segurar o preço.

Se US$ 0,93 não se mantiver, a próxima zona relevante de queda surge em torno de US$ 0,52, que serviu como base de longo prazo durante o mercado de baixa de 2022–2023.

Análise do preço do XRP: TradingView

Pelo lado positivo, o preço do XRP precisa primeiro recuperar os US$ 1,47 para retomar a confiança dos investidores. Uma alta acima de US$ 1,69 e US$ 1,97 seria necessária para melhorar a estrutura de médio prazo.

Enquanto o preço realizado não for retomado, o NUPL não estabilizar e a movimentação de moedas gastas não permanecer baixa por tempo prolongado, todas as altas do XRP tendem a enfrentar nova pressão de venda.

O artigo Preço do XRP indica possível fundo, mas histórico alerta contra otimismo foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Bitcoin: analista que previu crise de 2008 alerta para “espiral da morte”Michael Burry, investidor que previu a crise de 2008, alertou nesta segunda-feira (2) sobre uma possível queda ainda maior do Bitcoin. Segundo ele, a criptomoeda pode entrar em uma “espiral da morte” — um ciclo vicioso de vendas que se autoalimenta. O Bitcoin caiu 40% desde seu pico em outubro passado. Na terça-feira (3), chegou a valer menos de US$ 73 mil. Nesta quinta-feira (5), despencou para US$ 61 mil, antes de se recuperar para US$ 64 mil. O que é a “espiral da morte” ? Burry escreveu em seu Substack que o Bitcoin se revelou um ativo puramente especulativo. Não funcionou como proteção contra a desvalorização da moeda, ao contrário do ouro e da prata. Michael Burry Se a criptomoeda cair mais 10%, empresas como a Strategy — que possui a maior reserva corporativa de Bitcoin do mundo — ficariam bilhões de dólares no vermelho. Os mercados de capitais se fechariam para essas companhias. Quedas adicionais levariam mineradoras de Bitcoin à falência, segundo o analista. Por que o Bitcoin está caindo? O Bitcoin não reagiu aos fatores que normalmente o impulsionam. A moeda digital não respondeu à fraqueza do dólar nem aos riscos geopolíticos. Enquanto isso, ouro e prata atingiram recordes. Burry afirmou que não existe razão orgânica para o Bitcoin parar de cair. A adoção por empresas e fundos negociados em bolsa (ETFs — instrumentos financeiros que permitem investir em Bitcoin sem comprar a moeda diretamente) não é suficiente para sustentar o preço indefinidamente. Empresas em risco Cerca de 200 empresas públicas mantêm Bitcoin em seus caixas. Os ativos em criptomoeda devem ser marcados a mercado — ou seja, avaliados pelo preço atual — nos relatórios financeiros. Se o preço continuar caindo, gestores de risco começarão a aconselhar suas empresas a vender, alertou Burry. A correlação do Bitcoin com o S&P 500 se aproximou de 0,50. Isso significa que a criptomoeda está cada vez mais ligada ao mercado de ações. Quando um cai, o outro tende a cair também. Saídas de investidores Os ETFs de Bitcoin registraram algumas de suas maiores saídas desde novembro. Três delas ocorreram nos últimos 10 dias de janeiro. Burry citou a queda da criptomoeda como parcialmente responsável pelo colapso recente do ouro e da prata. Tesoureiros corporativos e especuladores precisaram vender posições lucrativas em futuros tokenizados desses metais para reduzir riscos. Futuros tokenizados são contratos digitais baseados em criptomoeda, mas que não são respaldados por metais físicos reais. Empresas resistem, mas margem diminui Michael Saylor, cofundador da Strategy, disse que a empresa não enfrenta estresse financeiro imediato. Não há chamadas de margem — solicitações para depositar mais garantias quando investimentos caem muito — nem expectativa de venda forçada de Bitcoin. A Strategy construiu uma reserva de US$ 2,25 bilhões com a venda de ações. Esse valor cobrirá pagamentos de juros por mais de dois anos. Mas sem recuperação do Bitcoin ou nova demanda de investidores, a margem de manobra está diminuindo. Cenários para quedas maiores Se o Bitcoin cair para US$ 50 mil, mineradoras podem quebrar. Os futuros de metais tokenizados entrariam em colapso sem compradores, segundo Burry. Ele estima que até US$ 1 bilhão em metais preciosos foram liquidados no final do mês por causa da queda das criptomoedas. História de Burry A história de Michael Burry inspirou o filme “A Grande Aposta” (The Big Short). Ele ficou famoso por apostar contra o mercado imobiliário americano antes da crise de 2008. O artigo Bitcoin: analista que previu crise de 2008 alerta para “espiral da morte” foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Bitcoin: analista que previu crise de 2008 alerta para “espiral da morte”

Michael Burry, investidor que previu a crise de 2008, alertou nesta segunda-feira (2) sobre uma possível queda ainda maior do Bitcoin. Segundo ele, a criptomoeda pode entrar em uma “espiral da morte” — um ciclo vicioso de vendas que se autoalimenta.

O Bitcoin caiu 40% desde seu pico em outubro passado. Na terça-feira (3), chegou a valer menos de US$ 73 mil. Nesta quinta-feira (5), despencou para US$ 61 mil, antes de se recuperar para US$ 64 mil.

O que é a “espiral da morte” ?

Burry escreveu em seu Substack que o Bitcoin se revelou um ativo puramente especulativo. Não funcionou como proteção contra a desvalorização da moeda, ao contrário do ouro e da prata.

Michael Burry

Se a criptomoeda cair mais 10%, empresas como a Strategy — que possui a maior reserva corporativa de Bitcoin do mundo — ficariam bilhões de dólares no vermelho. Os mercados de capitais se fechariam para essas companhias.

Quedas adicionais levariam mineradoras de Bitcoin à falência, segundo o analista.

Por que o Bitcoin está caindo?

O Bitcoin não reagiu aos fatores que normalmente o impulsionam. A moeda digital não respondeu à fraqueza do dólar nem aos riscos geopolíticos. Enquanto isso, ouro e prata atingiram recordes.

Burry afirmou que não existe razão orgânica para o Bitcoin parar de cair. A adoção por empresas e fundos negociados em bolsa (ETFs — instrumentos financeiros que permitem investir em Bitcoin sem comprar a moeda diretamente) não é suficiente para sustentar o preço indefinidamente.

Empresas em risco

Cerca de 200 empresas públicas mantêm Bitcoin em seus caixas. Os ativos em criptomoeda devem ser marcados a mercado — ou seja, avaliados pelo preço atual — nos relatórios financeiros.

Se o preço continuar caindo, gestores de risco começarão a aconselhar suas empresas a vender, alertou Burry.

A correlação do Bitcoin com o S&P 500 se aproximou de 0,50. Isso significa que a criptomoeda está cada vez mais ligada ao mercado de ações. Quando um cai, o outro tende a cair também.

Saídas de investidores

Os ETFs de Bitcoin registraram algumas de suas maiores saídas desde novembro. Três delas ocorreram nos últimos 10 dias de janeiro.

Burry citou a queda da criptomoeda como parcialmente responsável pelo colapso recente do ouro e da prata. Tesoureiros corporativos e especuladores precisaram vender posições lucrativas em futuros tokenizados desses metais para reduzir riscos.

Futuros tokenizados são contratos digitais baseados em criptomoeda, mas que não são respaldados por metais físicos reais.

Empresas resistem, mas margem diminui

Michael Saylor, cofundador da Strategy, disse que a empresa não enfrenta estresse financeiro imediato. Não há chamadas de margem — solicitações para depositar mais garantias quando investimentos caem muito — nem expectativa de venda forçada de Bitcoin.

A Strategy construiu uma reserva de US$ 2,25 bilhões com a venda de ações. Esse valor cobrirá pagamentos de juros por mais de dois anos.

Mas sem recuperação do Bitcoin ou nova demanda de investidores, a margem de manobra está diminuindo.

Cenários para quedas maiores

Se o Bitcoin cair para US$ 50 mil, mineradoras podem quebrar. Os futuros de metais tokenizados entrariam em colapso sem compradores, segundo Burry.

Ele estima que até US$ 1 bilhão em metais preciosos foram liquidados no final do mês por causa da queda das criptomoedas.

História de Burry

A história de Michael Burry inspirou o filme “A Grande Aposta” (The Big Short). Ele ficou famoso por apostar contra o mercado imobiliário americano antes da crise de 2008.

O artigo Bitcoin: analista que previu crise de 2008 alerta para “espiral da morte” foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Liquidações em cripto alcançam US$ 2,65 nas últimas 24 horasAs perdas dos traders se intensificaram na primeira semana de fevereiro. O volume de liquidações continuou crescendo enquanto o mercado cripto frustrava repetidamente as expectativas de recuperação, impulsionado por uma sequência de velas vermelhas. No entanto, várias análises apontam para uma possível melhora no cenário, ainda que uma recuperação acelerada siga improvável. Segundo a CoinGlass, o total de liquidações no mercado de cripto atingiu US$ 2,65 bilhões nas últimas 24 horas. Deste montante, mais de US$ 2,2 bilhões se referem a posições longas. “De acordo com a CoinGlass, nas últimas 24 horas, 586.053 traders foram liquidados, com liquidações totais alcançando US$ 2,65 bilhões”, informou a CoinGlass. Total de liquidações no mercado cripto. Fonte: CoinGlass Dados da CoinGlass também apontam que o menor evento no Top 10 de Liquidações de Cripto de Todos os Tempos ocorreu em 31 de janeiro, com US$ 2,56 bilhões liquidados. Isso indica que o ranking pode ser modificado em breve. A conta de análise de mercado The Kobeissi Letter explicou que tal movimento não representa um choque de curto prazo, mas um declínio estrutural em desenvolvimento desde outubro do ano passado. What is happening in crypto? Since October 10th, crypto markets are now down -50%, erasing $2.2 TRILLION worth of market cap. Bitcoin has officially erased ALL of its post-election rally, now down -10% since Trump's election. Why is it crashing? Let us explain. (a thread) pic.twitter.com/h8ekQdhWSG — The Kobeissi Letter (@KobeissiLetter) February 5, 2026 As causas principais incluem liquidez frágil, sentimento negativo e pressão de liquidações em cascata nos mercados. A conta ressaltou que este é um ciclo recorrente: as liquidações deterioram o sentimento, e o agravamento das expectativas provoca liquidações adicionais. Oscilações intradiárias do preço do Bitcoin de até US$ 10 mil foram atribuídas à significativa redução na profundidade do mercado. Atualmente, a profundidade do mercado de Bitcoin é apenas 30% do pico observado em outubro. Esse cenário é semelhante ao período posterior ao colapso da FTX em 2022. Profundidade do mercado de Bitcoin. Fonte: The Kobeissi Letter Reportagem da BeInCrypto apontou que a venda em pânico em curso levou muitos tesouros cripto a um risco crescente de insolvência. A queda do Bitcoin para US$ 60 mil fez com que as posições da Strategy fossem negociadas abaixo do custo, ampliando a pressão nos balanços. Nesse contexto, o analista técnico Peter Brandt apresentou uma previsão baseada no modelo “Bitcoin Power Law”. Ele sugeriu que o Bitcoin pode operar em um intervalo chamado de “banana peel”, com possível suporte próximo a US$ 42 mil. If Bitcoin $BTC digs into the Banana peel as deeply as in past bear market cycles, then the bulls should not need to suffer too far south of $42,000 We are a hop, skip and jump from there pic.twitter.com/1GPr7RnIPB — Peter Brandt (@PeterLBrandt) February 5, 2026 Brandt argumentou que se o Bitcoin entrar nessa faixa, semelhante a ciclos de baixa anteriores, investidores otimistas dificilmente permanecerão abaixo desse patamar por muito tempo. Uma grande oportunidade está se formando? Apesar do cenário desfavorável, nem todos os analistas estão pessimistas. A Glassnode indicou que o índice de capitulação do Bitcoin teve a segunda maior alta dos últimos dois anos. Isso reflete crescimento expressivo nas vendas forçadas. A métrica analisa o suprimento retido em diferentes níveis de preço e mede o estresse do mercado, identificando possíveis fundos locais. Esses períodos de estresse geralmente ocorrem junto a rápidos processos de redução de risco e aumento da volatilidade. Os investidores ajustam suas posições nessas situações. Métrica de capitulação do Bitcoin. Fonte: Glassnode Liquidações expressivas também resultam em menor alavancagem geral no mercado. Esse processo estimula uma mudança da especulação alavancada para a acumulação à vista. “Mãos fracas” deixam a cena, abrindo espaço para investidores com maior convicção. “O processo de desalavancagem do Bitcoin pode gerar uma forte oportunidade em breve”, avaliou Daniel Lacalle, economista. Essas análises sugerem que uma chance de compra pode estar se formando, mas não conseguem apontar exatamente quando ocorrerá uma retomada. O artigo Liquidações em cripto alcançam US$ 2,65 nas últimas 24 horas foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Liquidações em cripto alcançam US$ 2,65 nas últimas 24 horas

As perdas dos traders se intensificaram na primeira semana de fevereiro. O volume de liquidações continuou crescendo enquanto o mercado cripto frustrava repetidamente as expectativas de recuperação, impulsionado por uma sequência de velas vermelhas.

No entanto, várias análises apontam para uma possível melhora no cenário, ainda que uma recuperação acelerada siga improvável.

Segundo a CoinGlass, o total de liquidações no mercado de cripto atingiu US$ 2,65 bilhões nas últimas 24 horas. Deste montante, mais de US$ 2,2 bilhões se referem a posições longas.

“De acordo com a CoinGlass, nas últimas 24 horas, 586.053 traders foram liquidados, com liquidações totais alcançando US$ 2,65 bilhões”, informou a CoinGlass.

Total de liquidações no mercado cripto. Fonte: CoinGlass

Dados da CoinGlass também apontam que o menor evento no Top 10 de Liquidações de Cripto de Todos os Tempos ocorreu em 31 de janeiro, com US$ 2,56 bilhões liquidados. Isso indica que o ranking pode ser modificado em breve.

A conta de análise de mercado The Kobeissi Letter explicou que tal movimento não representa um choque de curto prazo, mas um declínio estrutural em desenvolvimento desde outubro do ano passado.

What is happening in crypto?

Since October 10th, crypto markets are now down -50%, erasing $2.2 TRILLION worth of market cap.

Bitcoin has officially erased ALL of its post-election rally, now down -10% since Trump's election.

Why is it crashing? Let us explain.

(a thread) pic.twitter.com/h8ekQdhWSG

— The Kobeissi Letter (@KobeissiLetter) February 5, 2026

As causas principais incluem liquidez frágil, sentimento negativo e pressão de liquidações em cascata nos mercados. A conta ressaltou que este é um ciclo recorrente: as liquidações deterioram o sentimento, e o agravamento das expectativas provoca liquidações adicionais.

Oscilações intradiárias do preço do Bitcoin de até US$ 10 mil foram atribuídas à significativa redução na profundidade do mercado. Atualmente, a profundidade do mercado de Bitcoin é apenas 30% do pico observado em outubro. Esse cenário é semelhante ao período posterior ao colapso da FTX em 2022.

Profundidade do mercado de Bitcoin. Fonte: The Kobeissi Letter

Reportagem da BeInCrypto apontou que a venda em pânico em curso levou muitos tesouros cripto a um risco crescente de insolvência. A queda do Bitcoin para US$ 60 mil fez com que as posições da Strategy fossem negociadas abaixo do custo, ampliando a pressão nos balanços.

Nesse contexto, o analista técnico Peter Brandt apresentou uma previsão baseada no modelo “Bitcoin Power Law”. Ele sugeriu que o Bitcoin pode operar em um intervalo chamado de “banana peel”, com possível suporte próximo a US$ 42 mil.

If Bitcoin $BTC digs into the Banana peel as deeply as in past bear market cycles, then the bulls should not need to suffer too far south of $42,000
We are a hop, skip and jump from there pic.twitter.com/1GPr7RnIPB

— Peter Brandt (@PeterLBrandt) February 5, 2026

Brandt argumentou que se o Bitcoin entrar nessa faixa, semelhante a ciclos de baixa anteriores, investidores otimistas dificilmente permanecerão abaixo desse patamar por muito tempo.

Uma grande oportunidade está se formando?

Apesar do cenário desfavorável, nem todos os analistas estão pessimistas.

A Glassnode indicou que o índice de capitulação do Bitcoin teve a segunda maior alta dos últimos dois anos. Isso reflete crescimento expressivo nas vendas forçadas. A métrica analisa o suprimento retido em diferentes níveis de preço e mede o estresse do mercado, identificando possíveis fundos locais.

Esses períodos de estresse geralmente ocorrem junto a rápidos processos de redução de risco e aumento da volatilidade. Os investidores ajustam suas posições nessas situações.

Métrica de capitulação do Bitcoin. Fonte: Glassnode

Liquidações expressivas também resultam em menor alavancagem geral no mercado. Esse processo estimula uma mudança da especulação alavancada para a acumulação à vista. “Mãos fracas” deixam a cena, abrindo espaço para investidores com maior convicção.

“O processo de desalavancagem do Bitcoin pode gerar uma forte oportunidade em breve”, avaliou Daniel Lacalle, economista.

Essas análises sugerem que uma chance de compra pode estar se formando, mas não conseguem apontar exatamente quando ocorrerá uma retomada.

O artigo Liquidações em cripto alcançam US$ 2,65 nas últimas 24 horas foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Por que o mercado de criptomoedas está em baixa hoje 06/02/2026?A capitalização total do mercado de criptomoedas (TOTAL) e o Bitcoin (BTC) registraram suas maiores quedas em um único dia neste ano, levando o último a US$ 64.500. O Bitcoin Stable (STABLE) seguiu o rei das criptomoedas, caindo 23% em 24 horas e se afastando de sua máxima histórica. Nas notícias de hoje: As ações da Strategy sofreram nova pressão após o Bitcoin cair para US$ 60 mil, reduzindo ainda mais as grandes reservas de BTC da empresa em relação ao seu preço médio de compra. Com o Bitcoin cerca de 21% abaixo do seu custo de aquisição, as ações da MicroStrategy agora são negociadas com desconto em relação ao seu valor patrimonial líquido em Bitcoin, evidenciando o crescente risco para o balanço patrimonial. A Gemini encerrará suas operações no Reino Unido, na União Europeia e na Austrália, além de cortar 200 empregos , redirecionando seus negócios para o mercado americano. A corretora citou ganhos de produtividade impulsionados por inteligência artificial e uma mudança estratégica em direção a mercados de previsão, à medida que a queda generalizada do mercado de criptomoedas intensifica a pressão. O mercado de criptomoedas perdeu US$ 266 bilhões A capitalização total do mercado de criptomoedas caiu US$ 266 bilhões nas últimas 24 horas, chegando a US$ 2,19 trilhões no momento da redação deste texto. A TOTAL mal consegue se manter acima do suporte de US$ 2,12 trilhões. A queda foi impulsionada por liquidações em cascata que totalizaram quase US$ 2,2 bilhões, intensificando a pressão generalizada do mercado. O nível de US$ 2,12 trilhões representa agora a última linha de defesa do mercado. Uma queda nesse patamar poderia expor o TOTAL a um declínio para US$ 2,00 trilhões. A fraqueza contínua dos principais tokens aumenta as preocupações sobre o momento da recuperação, já que a reconstrução da confiança pode exigir fluxos de entrada sustentados e volatilidade reduzida. Análise de preço TOTAL. Fonte: TradingView Uma recuperação ainda é possível se o sentimento dos investidores se estabilizar. Caso a desalavancagem diminua e a demanda retorne, a TOTAL poderá defender US$ 2,12 trilhões. Uma recuperação bem-sucedida a partir desse nível pode permitir que a capitalização total do mercado de criptomoedas recupere parte das perdas recentes e reduza o risco de queda no curto prazo. Bitcoin cai para o menor valor em 28 meses O preço do Bitcoin caiu 11,6% nas últimas 24 horas, sendo negociado a US$ 64.536 no momento da redação deste texto. Essa queda representou a maior desvalorização diária do Bitcoin em 2026. Apesar da forte pressão vendedora, o BTC permanece acima do suporte de US$ 62.893, o que até agora impediu uma queda mais acentuada. A pressão vendedora continua a aumentar em meio à incerteza dos investidores e à volatilidade acentuada. A estrutura do mercado agora aponta para US$ 59.986 como o próximo suporte importante abaixo de US$ 60 mil. Uma quebra confirmada desse nível poderia acelerar as perdas, levando o Bitcoin em direção a US$ 55.883, à medida que a liquidez diminui e a aversão ao risco domina o posicionamento de curto prazo. Análise do preço do Bitcoin. Fonte: TradingView Um cenário de recuperação depende de um renovado ímpeto de alta. Se os compradores retomarem o controle, o Bitcoin poderá recuperar os US$ 65.360 e desafiar os US$ 69.922. Uma alta acima de US$ 70 mil sinalizaria estabilização e abriria caminho para os US$ 75 mil, permitindo que o BTC recupere uma parte significativa de suas perdas recentes. STABLE é instável O preço da STABLE caiu 23,4% nas últimas 24 horas, sendo negociado a US$ 0,0196 no momento da redação deste texto. A queda acentuada reflete a maior pressão vendedora sobre tokens de menor capitalização. Apesar da queda, a STABLE continua acima do suporte de US$ 0,0189, um nível que anteriormente desencadeou recuperações de curto prazo. O aumento das saídas de capital afastou ainda mais a STABLE de sua máxima histórica de US$ 0,0325. Os sinais persistentes de distribuição enfraquecem a confiança dos investidores. Se a pressão vendedora continuar, a movimentação do preço sugere um movimento em direção ao suporte local de US$ 0,0165, que representa a próxima área de demanda potencial em meio à deterioração das condições de mercado. Análise de preço ESTÁVEL. Fonte: TradingView Um cenário de recuperação permanece viável se os compradores defenderem o suporte de US$ 0,0189. Uma recuperação bem-sucedida a partir desse nível poderia impulsionar a STABLE de volta para US$ 0,0225. Recuperar essa zona invalidaria a tese de baixa, aliviaria a pressão de queda e proporcionaria à altcoin um alívio temporário das perdas recentes. O artigo Por que o mercado de criptomoedas está em baixa hoje 06/02/2026? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Por que o mercado de criptomoedas está em baixa hoje 06/02/2026?

A capitalização total do mercado de criptomoedas (TOTAL) e o Bitcoin (BTC) registraram suas maiores quedas em um único dia neste ano, levando o último a US$ 64.500. O Bitcoin Stable (STABLE) seguiu o rei das criptomoedas, caindo 23% em 24 horas e se afastando de sua máxima histórica.

Nas notícias de hoje:

As ações da Strategy sofreram nova pressão após o Bitcoin cair para US$ 60 mil, reduzindo ainda mais as grandes reservas de BTC da empresa em relação ao seu preço médio de compra. Com o Bitcoin cerca de 21% abaixo do seu custo de aquisição, as ações da MicroStrategy agora são negociadas com desconto em relação ao seu valor patrimonial líquido em Bitcoin, evidenciando o crescente risco para o balanço patrimonial.

A Gemini encerrará suas operações no Reino Unido, na União Europeia e na Austrália, além de cortar 200 empregos , redirecionando seus negócios para o mercado americano. A corretora citou ganhos de produtividade impulsionados por inteligência artificial e uma mudança estratégica em direção a mercados de previsão, à medida que a queda generalizada do mercado de criptomoedas intensifica a pressão.

O mercado de criptomoedas perdeu US$ 266 bilhões

A capitalização total do mercado de criptomoedas caiu US$ 266 bilhões nas últimas 24 horas, chegando a US$ 2,19 trilhões no momento da redação deste texto. A TOTAL mal consegue se manter acima do suporte de US$ 2,12 trilhões. A queda foi impulsionada por liquidações em cascata que totalizaram quase US$ 2,2 bilhões, intensificando a pressão generalizada do mercado.

O nível de US$ 2,12 trilhões representa agora a última linha de defesa do mercado. Uma queda nesse patamar poderia expor o TOTAL a um declínio para US$ 2,00 trilhões. A fraqueza contínua dos principais tokens aumenta as preocupações sobre o momento da recuperação, já que a reconstrução da confiança pode exigir fluxos de entrada sustentados e volatilidade reduzida.

Análise de preço TOTAL. Fonte: TradingView

Uma recuperação ainda é possível se o sentimento dos investidores se estabilizar. Caso a desalavancagem diminua e a demanda retorne, a TOTAL poderá defender US$ 2,12 trilhões. Uma recuperação bem-sucedida a partir desse nível pode permitir que a capitalização total do mercado de criptomoedas recupere parte das perdas recentes e reduza o risco de queda no curto prazo.

Bitcoin cai para o menor valor em 28 meses

O preço do Bitcoin caiu 11,6% nas últimas 24 horas, sendo negociado a US$ 64.536 no momento da redação deste texto. Essa queda representou a maior desvalorização diária do Bitcoin em 2026. Apesar da forte pressão vendedora, o BTC permanece acima do suporte de US$ 62.893, o que até agora impediu uma queda mais acentuada.

A pressão vendedora continua a aumentar em meio à incerteza dos investidores e à volatilidade acentuada. A estrutura do mercado agora aponta para US$ 59.986 como o próximo suporte importante abaixo de US$ 60 mil. Uma quebra confirmada desse nível poderia acelerar as perdas, levando o Bitcoin em direção a US$ 55.883, à medida que a liquidez diminui e a aversão ao risco domina o posicionamento de curto prazo.

Análise do preço do Bitcoin. Fonte: TradingView

Um cenário de recuperação depende de um renovado ímpeto de alta. Se os compradores retomarem o controle, o Bitcoin poderá recuperar os US$ 65.360 e desafiar os US$ 69.922. Uma alta acima de US$ 70 mil sinalizaria estabilização e abriria caminho para os US$ 75 mil, permitindo que o BTC recupere uma parte significativa de suas perdas recentes.

STABLE é instável

O preço da STABLE caiu 23,4% nas últimas 24 horas, sendo negociado a US$ 0,0196 no momento da redação deste texto. A queda acentuada reflete a maior pressão vendedora sobre tokens de menor capitalização. Apesar da queda, a STABLE continua acima do suporte de US$ 0,0189, um nível que anteriormente desencadeou recuperações de curto prazo.

O aumento das saídas de capital afastou ainda mais a STABLE de sua máxima histórica de US$ 0,0325. Os sinais persistentes de distribuição enfraquecem a confiança dos investidores. Se a pressão vendedora continuar, a movimentação do preço sugere um movimento em direção ao suporte local de US$ 0,0165, que representa a próxima área de demanda potencial em meio à deterioração das condições de mercado.

Análise de preço ESTÁVEL. Fonte: TradingView

Um cenário de recuperação permanece viável se os compradores defenderem o suporte de US$ 0,0189. Uma recuperação bem-sucedida a partir desse nível poderia impulsionar a STABLE de volta para US$ 0,0225. Recuperar essa zona invalidaria a tese de baixa, aliviaria a pressão de queda e proporcionaria à altcoin um alívio temporário das perdas recentes.

O artigo Por que o mercado de criptomoedas está em baixa hoje 06/02/2026? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Strategy esclarece ponto crítico real: o que acontece primeiro em uma queda do BitcoinA Strategy divulgou seu relatório de resultados do quarto trimestre de 2025 e, juntamente com ele, revelou um cenário extremo de queda que começaria a pressionar seu modelo de tesouraria de Bitcoin. As declarações do CEO trouxeram uma rara análise sobre até onde o mercado poderia recuar antes que a estrutura de capital da companhia passasse por forte pressão. Strategy revela qual seria seu ponto crítico Durante a divulgação dos resultados mais recentes, o CEO da Strategy, Phong Le, afirmou que uma queda de 90% no preço do Bitcoin, para cerca de US$ 8 mil, marcaria o ponto em que as reservas em BTC da empresa equivaleriam à sua dívida líquida. Desempenho do preço do Bitcoin. Fonte: TradingView Nesse patamar, a companhia provavelmente não conseguiria quitar os títulos conversíveis apenas com suas reservas de Bitcoin. Assim, poderia ser necessário considerar reestruturação, emissão de novas ações ou captação adicional de dívida ao longo do tempo. A liderança ressaltou que vê esse quadro como altamente improvável, e que se desenrolaria ao longo de vários anos, o que daria margem de resposta caso o mercado sofresse uma deterioração expressiva. “No extremo, se enfrentássemos uma queda de 90% no preço do Bitcoin para US$ 8.000, o que é difícil de imaginar, esse seria o momento em que nossa reserva de BTC se igualaria à nossa dívida líquida e não poderíamos então quitar os títulos conversíveis apenas com nosso Bitcoin; avaliaríamos reestruturação, emissão de mais ações, emissão de dívida adicional. E lembro que: isso está projetado para os próximos cinco anos. Portanto, neste momento, não estou preocupado mesmo se o Bitcoin cair”, afirmou Le. Vale ressaltar que as falas de Le ocorrem poucos meses após o executivo da Strategy ter admitido uma situação que poderia levar a empresa a vender Bitcoin. Conforme reportado pelo BeInCrypto, Phong Le condicionou a venda do ativo a gatilhos ligados ao mNAV e a dificuldades de liquidez. Em participação no What Bitcoin Did, Phong Le detalhou o gatilho exato que forçaria a liquidação de Bitcoins: Primeiro, o papel da empresa teria que ser negociado abaixo de 1x mNAV, ou seja, o valor de mercado ficaria inferior ao valor das reservas em Bitcoin. Segundo, a Strategy teria que não conseguir captar novos recursos via ações ou dívida, seja por fechamentos no mercado de capitais ou por custos excessivos de captação. Portanto, a declaração mais recente não contradiz a posição anterior de Phong Le, mas acrescenta uma nova camada de risco à estratégia. Antes, a venda de Bitcoin dependia da negociação abaixo do mNAV e de dificuldades no mercado de capitais. Agora, ele esclarece que, em uma queda extrema de 90%, o desafio imediato seria o serviço da dívida, provavelmente enfrentado por meio de reestruturação ou nova captação — e não necessariamente pela venda de Bitcoin. Exposição maciça ao Bitcoin resulta em grandes perdas A Strategy segue como maior investidora corporativa de Bitcoin do mundo, reportando 713.502 BTC no início de fevereiro de 2026. As aquisições ocorreram a um custo total aproximado de US$ 54,26 bilhões, conforme divulgaram os resultados financeiros do quarto trimestre. No entanto, a queda do Bitcoin nos últimos meses de 2025 afetou de maneira significativa o balanço. A companhia registrou US$ 17,4 bilhões em perdas não realizadas em ativos digitais no trimestre e prejuízo líquido de US$ 12,4 bilhões. Isso evidencia a sensibilidade do desempenho financeiro às oscilações do mercado. Ao mesmo tempo, a Strategy continuou a levantar capital significativo. Segundo a companhia, foram captados US$ 25,3 bilhões em 2025, tornando-se uma das maiores emissoras de ações nos Estados Unidos. Além disso, teria sido formada uma reserva de US$ 2,25 bilhões destinada à cobertura de cerca de dois anos e meio de pagamento de dividendos e juros. De acordo com a diretoria, essas iniciativas fortalecem a liquidez e oferecem mais flexibilidade até mesmo em períodos de pressão nos mercados. Volatilidade do Bitcoin evidencia o risco A divulgação ocorre em meio a forte volatilidade nos mercados de cripto. O Bitcoin chegou a ser negociado próximo a US$ 70 mil no início de fevereiro antes de cair em sequência até a mínima intradiária de US$ 60 mil em 6 de fevereiro. Isso ilustra a velocidade com que movimentos de preço podem alterar a perspectiva para estratégias financeiras altamente alavancadas. A estrutura de capital da Strategy depende do uso intenso de dívida, ações preferenciais e instrumentos conversíveis para acumular Bitcoin ao longo dos anos. Essa abordagem potencializou ganhos em períodos de alta, mas intensifica perdas durante quedas, atraindo críticas de analistas e investidores. Apesar dos riscos, a liderança da empresa afirma que o perfil de longo prazo das dívidas dá tempo para administrar os ciclos, o que, segundo eles, reduz o risco de liquidações forçadas no curto prazo. Saylor reforça aposta em tese de longo prazo Em outra frente, o presidente executivo Michael Saylor reafirmou sua confiança no Bitcoin, mesmo após os recentes prejuízos, classificando-o como a “transformação digital do capital” e recomendando aos investidores que “HODLem”. HODL — Michael Saylor (@saylor) February 5, 2026 Saylor e outros executivos afirmam que o Bitcoin segue sendo a forma mais resistente de dinheiro e que o planejamento de longo prazo da empresa está baseado em manter o ativo por tempo indefinido, e não em tentar ajustar-se aos ciclos de mercado. A empresa também ampliou suas ações de engenharia financeira, como o crescimento dos instrumentos de Crédito Digital e das ofertas de ações preferenciais. Segundo a administração, essas iniciativas buscam reduzir a volatilidade e diversificar fontes de recursos, além de permitir a continuidade da acumulação de Bitcoin. Investidores divididos sobre os riscos à frente A reação do mercado às divulgações de resultados e ao cenário de queda foi dividida. Para apoiadores, as grandes reservas em Bitcoin da Strategy, a capacidade de emitir ações e a dívida com vencimento em vários anos garantem flexibilidade para enfrentar até crises acentuadas. Já críticos alertam que um mercado de baixa prolongado pode impor decisões difíceis. Riscos apontados por investidores incluem diluição dos acionistas, pressão sobre a estrutura de capital ou até a necessidade de vender Bitcoin caso o acesso a recursos fique mais restrito. “Atualmente, a empresa enfrenta um prejuízo expressivo de -US$ 7,3 bilhões com seus investimentos em Bitcoin”, afirmou Jacob King. Até o momento, a Strategy mantém sua postura de alta convicção. No entanto, ao admitir que suas reservas em Bitcoin poderiam igualar o valor da própria dívida, a companhia deixou claro que até as estratégias corporativas mais agressivas para Bitcoin têm um limite teórico, determinado não só pelos preços de mercado, mas também pelo alcance do próprio endividamento. O artigo Strategy esclarece ponto crítico real: o que acontece primeiro em uma queda do Bitcoin foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Strategy esclarece ponto crítico real: o que acontece primeiro em uma queda do Bitcoin

A Strategy divulgou seu relatório de resultados do quarto trimestre de 2025 e, juntamente com ele, revelou um cenário extremo de queda que começaria a pressionar seu modelo de tesouraria de Bitcoin.

As declarações do CEO trouxeram uma rara análise sobre até onde o mercado poderia recuar antes que a estrutura de capital da companhia passasse por forte pressão.

Strategy revela qual seria seu ponto crítico

Durante a divulgação dos resultados mais recentes, o CEO da Strategy, Phong Le, afirmou que uma queda de 90% no preço do Bitcoin, para cerca de US$ 8 mil, marcaria o ponto em que as reservas em BTC da empresa equivaleriam à sua dívida líquida.

Desempenho do preço do Bitcoin. Fonte: TradingView

Nesse patamar, a companhia provavelmente não conseguiria quitar os títulos conversíveis apenas com suas reservas de Bitcoin. Assim, poderia ser necessário considerar reestruturação, emissão de novas ações ou captação adicional de dívida ao longo do tempo.

A liderança ressaltou que vê esse quadro como altamente improvável, e que se desenrolaria ao longo de vários anos, o que daria margem de resposta caso o mercado sofresse uma deterioração expressiva.

“No extremo, se enfrentássemos uma queda de 90% no preço do Bitcoin para US$ 8.000, o que é difícil de imaginar, esse seria o momento em que nossa reserva de BTC se igualaria à nossa dívida líquida e não poderíamos então quitar os títulos conversíveis apenas com nosso Bitcoin; avaliaríamos reestruturação, emissão de mais ações, emissão de dívida adicional. E lembro que: isso está projetado para os próximos cinco anos. Portanto, neste momento, não estou preocupado mesmo se o Bitcoin cair”, afirmou Le.

Vale ressaltar que as falas de Le ocorrem poucos meses após o executivo da Strategy ter admitido uma situação que poderia levar a empresa a vender Bitcoin. Conforme reportado pelo BeInCrypto, Phong Le condicionou a venda do ativo a gatilhos ligados ao mNAV e a dificuldades de liquidez.

Em participação no What Bitcoin Did, Phong Le detalhou o gatilho exato que forçaria a liquidação de Bitcoins:

Primeiro, o papel da empresa teria que ser negociado abaixo de 1x mNAV, ou seja, o valor de mercado ficaria inferior ao valor das reservas em Bitcoin.

Segundo, a Strategy teria que não conseguir captar novos recursos via ações ou dívida, seja por fechamentos no mercado de capitais ou por custos excessivos de captação.

Portanto, a declaração mais recente não contradiz a posição anterior de Phong Le, mas acrescenta uma nova camada de risco à estratégia.

Antes, a venda de Bitcoin dependia da negociação abaixo do mNAV e de dificuldades no mercado de capitais. Agora, ele esclarece que, em uma queda extrema de 90%, o desafio imediato seria o serviço da dívida, provavelmente enfrentado por meio de reestruturação ou nova captação — e não necessariamente pela venda de Bitcoin.

Exposição maciça ao Bitcoin resulta em grandes perdas

A Strategy segue como maior investidora corporativa de Bitcoin do mundo, reportando 713.502 BTC no início de fevereiro de 2026. As aquisições ocorreram a um custo total aproximado de US$ 54,26 bilhões, conforme divulgaram os resultados financeiros do quarto trimestre.

No entanto, a queda do Bitcoin nos últimos meses de 2025 afetou de maneira significativa o balanço. A companhia registrou US$ 17,4 bilhões em perdas não realizadas em ativos digitais no trimestre e prejuízo líquido de US$ 12,4 bilhões. Isso evidencia a sensibilidade do desempenho financeiro às oscilações do mercado.

Ao mesmo tempo, a Strategy continuou a levantar capital significativo. Segundo a companhia, foram captados US$ 25,3 bilhões em 2025, tornando-se uma das maiores emissoras de ações nos Estados Unidos.

Além disso, teria sido formada uma reserva de US$ 2,25 bilhões destinada à cobertura de cerca de dois anos e meio de pagamento de dividendos e juros.

De acordo com a diretoria, essas iniciativas fortalecem a liquidez e oferecem mais flexibilidade até mesmo em períodos de pressão nos mercados.

Volatilidade do Bitcoin evidencia o risco

A divulgação ocorre em meio a forte volatilidade nos mercados de cripto. O Bitcoin chegou a ser negociado próximo a US$ 70 mil no início de fevereiro antes de cair em sequência até a mínima intradiária de US$ 60 mil em 6 de fevereiro. Isso ilustra a velocidade com que movimentos de preço podem alterar a perspectiva para estratégias financeiras altamente alavancadas.

A estrutura de capital da Strategy depende do uso intenso de dívida, ações preferenciais e instrumentos conversíveis para acumular Bitcoin ao longo dos anos.

Essa abordagem potencializou ganhos em períodos de alta, mas intensifica perdas durante quedas, atraindo críticas de analistas e investidores.

Apesar dos riscos, a liderança da empresa afirma que o perfil de longo prazo das dívidas dá tempo para administrar os ciclos, o que, segundo eles, reduz o risco de liquidações forçadas no curto prazo.

Saylor reforça aposta em tese de longo prazo

Em outra frente, o presidente executivo Michael Saylor reafirmou sua confiança no Bitcoin, mesmo após os recentes prejuízos, classificando-o como a “transformação digital do capital” e recomendando aos investidores que “HODLem”.

HODL

— Michael Saylor (@saylor) February 5, 2026

Saylor e outros executivos afirmam que o Bitcoin segue sendo a forma mais resistente de dinheiro e que o planejamento de longo prazo da empresa está baseado em manter o ativo por tempo indefinido, e não em tentar ajustar-se aos ciclos de mercado.

A empresa também ampliou suas ações de engenharia financeira, como o crescimento dos instrumentos de Crédito Digital e das ofertas de ações preferenciais. Segundo a administração, essas iniciativas buscam reduzir a volatilidade e diversificar fontes de recursos, além de permitir a continuidade da acumulação de Bitcoin.

Investidores divididos sobre os riscos à frente

A reação do mercado às divulgações de resultados e ao cenário de queda foi dividida. Para apoiadores, as grandes reservas em Bitcoin da Strategy, a capacidade de emitir ações e a dívida com vencimento em vários anos garantem flexibilidade para enfrentar até crises acentuadas.

Já críticos alertam que um mercado de baixa prolongado pode impor decisões difíceis. Riscos apontados por investidores incluem diluição dos acionistas, pressão sobre a estrutura de capital ou até a necessidade de vender Bitcoin caso o acesso a recursos fique mais restrito.

“Atualmente, a empresa enfrenta um prejuízo expressivo de -US$ 7,3 bilhões com seus investimentos em Bitcoin”, afirmou Jacob King.

Até o momento, a Strategy mantém sua postura de alta convicção. No entanto, ao admitir que suas reservas em Bitcoin poderiam igualar o valor da própria dívida, a companhia deixou claro que até as estratégias corporativas mais agressivas para Bitcoin têm um limite teórico, determinado não só pelos preços de mercado, mas também pelo alcance do próprio endividamento.

O artigo Strategy esclarece ponto crítico real: o que acontece primeiro em uma queda do Bitcoin foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Narrativa de “comprar na queda” do Bitcoin enfrenta dúvidas diante de novo risco de 25%A recente recuperação do Bitcoin reacendeu a narrativa de comprar na baixa, mas os dados revelam um cenário mais complexo. Após cair quase 15% e tocar brevemente a região dos US$ 60 mil, o preço do Bitcoin subiu mais de 11%, atraindo operadores de volta para posições compradas. Em um primeiro momento, a recuperação parece positiva. No entanto, padrões gráficos negativos, alavancagem em alta e demanda no mercado à vista ainda frágil indicam que o mercado pode continuar sob ameaça. Com uma possível queda de até 25% ainda em perspectiva, o atual movimento de alta está sendo alvo de críticas. Bear flag, alavancagem em alta e queda no saldo das exchanges O risco de curto prazo do Bitcoin já é perceptível no gráfico de 4 horas. Após a forte queda em direção aos US$ 60 mil, o preço do Bitcoin formou uma estrutura de recuperação que agora se assemelha a um padrão de bandeira de baixa. Esse formato geralmente aparece quando o preço faz uma pausa após forte retração antes de continuar caindo. Se a linha de tendência inferior for rompida, a configuração sinaliza movimento de quase 25% para baixo, com alvo na faixa dos US$ 48 mil a US$ 49 mil. Estrutura de baixa do BTC: TradingView Apesar desse alerta técnico, a alavancagem voltou a subir. Após o salto de 11,18%, mais de US$ 540 milhões em novas posições compradas foram abertas apenas na Binance. Isso sinaliza que os operadores estão voltando a usar alavancagem elevada, apostando que o fundo já foi alcançado. O mesmo comportamento já antecedeu liquidações expressivas em quedas anteriores. Retorno da alavancagem comprada: Coinglass No mesmo período, o comportamento no mercado à vista reflete uma mentalidade crescente de compra na baixa. A oferta de Bitcoin nas exchanges caiu de cerca de 1,23 milhão de BTC para 1,22 milhão de BTC entre 5 e 6 de fevereiro. Essa retirada sugere que operadores estão transferindo moedas possivelmente para manter por um período curto, esperando preços mais altos. Queda na oferta de BTC: Santiment Figuras públicas e o sentimento nas redes sociais também migraram para um tom mais otimista, reforçando a narrativa “Buy the Dip”. Buying $2,000,000 of btc at 67,000. Bookmark this. — Andrew Tate (@Cobratate) February 5, 2026 Em conjunto, esses sinais possivelmente demonstram excesso de confiança. Um padrão gráfico frágil, alta alavancagem e compras precoces na baixa estão ocorrendo simultaneamente. Quando o otimismo cresce antes que a fragilidade estrutural seja superada, o risco de queda normalmente aumenta em vez de diminuir. Investidores de longo prazo continuam vendendo Enquanto operadores de curto prazo se tornam mais positivos, investidores de longo prazo, considerados mais estáveis, seguem na direção oposta. A métrica de mudança líquida na posição desses detentores, que monitora a variação da oferta entre investidores que mantêm acima de um ano, segue fortemente negativa desde o início de janeiro. Em 6 de janeiro, o indicador apontava venda líquida de cerca de 2.300 BTC. Em 5 de fevereiro, esse número aumentou para aproximadamente 246 mil BTC. Long-term holders reduzindo exposição: Glassnode Isso representa um aumento de quase 10.500% na distribuição de longo prazo em apenas um mês. Em termos simples, os investidores mais convictos ainda continuam reduzindo posições. Esse movimento preocupa ainda mais quando analisado junto ao preço realizado desse grupo. O preço realizado representa o custo médio de aquisição das moedas mantidas por investidores de longo prazo. Historicamente, quando o Bitcoin se aproxima ou cai abaixo desse nível, sinaliza estresse intenso no mercado. Em ciclos anteriores, grandes recuperações só começaram após o preço estabilizar próximo a essa zona, mas não imediatamente. No momento desta reportagem, o preço realizado para holders de longo prazo está próximo de US$ 40.260. Nível fundamental de suporte: Bitcoin Magazine À medida que o Bitcoin se aproxima desse patamar, mais investidores de longo prazo chegam próximos ao ponto de equilíbrio. Se o preço cair abaixo dele, muitos entram em prejuízo, o que tende a acelerar a capitulação. Esse movimento foi observado no fim de 2022 antes da formação do fundo do mercado de baixa. Até agora, esse ajuste ainda não ocorreu. Os investidores de longo prazo seguem vendendo, sem retomar as compras. O preço realizado por eles se tornou um relevante ímã de pressão negativa. Esse cenário indica que o mercado ainda não encerrou completamente a fase de desalavancagem e redistribuição. Principais níveis de preço do Bitcoin mostram por que US$ 48 mil e US$ 40 mil são importantes agora Os sinais técnicos e on-chain agora se concentram em algumas faixas críticas de preço. Pela análise negativa, o primeiro suporte significativo está próximo de US$ 53.350. Caso ocorra rompimento, a região de US$ 48.800 fica exposta, coincidindo com o alvo da bandeira baixista e áreas anteriores de consolidação. Se US$ 48.800 for perdido, o foco se volta para o preço realizado por investidores de longo prazo, situado em torno de US$ 40.260. Esta faixa representa o suporte estrutural mais consistente do ciclo atual. Uma movimentação até essa região indicaria forte capitulação desses investidores, confirmando uma fase mais intensa de mercado baixista. Análise de preço do Bitcoin: TradingView No cenário mais negativo, fraqueza prolongada pode abrir espaço para US$ 37.180, apoiado em projeções de longo prazo e suportes históricos. Pelo lado positivo, o Bitcoin precisa reconquistar US$ 69.510 em fechamento consistente de 4 horas para recuperar a confiança de curto prazo. Um movimento acima de US$ 73.320 é necessário para invalidar a configuração baixista. Enquanto isso não ocorrer, os ralis permanecem frágeis. Com a alavancagem voltando a subir, investidores de longo prazo ainda realizando vendas e suportes fundamentais se aproximando, a atual recuperação carece de confirmação técnica. Neste cenário, estratégias de compra na baixa continuam sujeitas a reversões acentuadas, sem indicação de alta contínua. O artigo Narrativa de “comprar na queda” do Bitcoin enfrenta dúvidas diante de novo risco de 25% foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Narrativa de “comprar na queda” do Bitcoin enfrenta dúvidas diante de novo risco de 25%

A recente recuperação do Bitcoin reacendeu a narrativa de comprar na baixa, mas os dados revelam um cenário mais complexo. Após cair quase 15% e tocar brevemente a região dos US$ 60 mil, o preço do Bitcoin subiu mais de 11%, atraindo operadores de volta para posições compradas.

Em um primeiro momento, a recuperação parece positiva. No entanto, padrões gráficos negativos, alavancagem em alta e demanda no mercado à vista ainda frágil indicam que o mercado pode continuar sob ameaça. Com uma possível queda de até 25% ainda em perspectiva, o atual movimento de alta está sendo alvo de críticas.

Bear flag, alavancagem em alta e queda no saldo das exchanges

O risco de curto prazo do Bitcoin já é perceptível no gráfico de 4 horas.

Após a forte queda em direção aos US$ 60 mil, o preço do Bitcoin formou uma estrutura de recuperação que agora se assemelha a um padrão de bandeira de baixa. Esse formato geralmente aparece quando o preço faz uma pausa após forte retração antes de continuar caindo. Se a linha de tendência inferior for rompida, a configuração sinaliza movimento de quase 25% para baixo, com alvo na faixa dos US$ 48 mil a US$ 49 mil.

Estrutura de baixa do BTC: TradingView

Apesar desse alerta técnico, a alavancagem voltou a subir.

Após o salto de 11,18%, mais de US$ 540 milhões em novas posições compradas foram abertas apenas na Binance. Isso sinaliza que os operadores estão voltando a usar alavancagem elevada, apostando que o fundo já foi alcançado. O mesmo comportamento já antecedeu liquidações expressivas em quedas anteriores.

Retorno da alavancagem comprada: Coinglass

No mesmo período, o comportamento no mercado à vista reflete uma mentalidade crescente de compra na baixa.

A oferta de Bitcoin nas exchanges caiu de cerca de 1,23 milhão de BTC para 1,22 milhão de BTC entre 5 e 6 de fevereiro. Essa retirada sugere que operadores estão transferindo moedas possivelmente para manter por um período curto, esperando preços mais altos.

Queda na oferta de BTC: Santiment

Figuras públicas e o sentimento nas redes sociais também migraram para um tom mais otimista, reforçando a narrativa “Buy the Dip”.

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Em conjunto, esses sinais possivelmente demonstram excesso de confiança.

Um padrão gráfico frágil, alta alavancagem e compras precoces na baixa estão ocorrendo simultaneamente. Quando o otimismo cresce antes que a fragilidade estrutural seja superada, o risco de queda normalmente aumenta em vez de diminuir.

Investidores de longo prazo continuam vendendo

Enquanto operadores de curto prazo se tornam mais positivos, investidores de longo prazo, considerados mais estáveis, seguem na direção oposta.

A métrica de mudança líquida na posição desses detentores, que monitora a variação da oferta entre investidores que mantêm acima de um ano, segue fortemente negativa desde o início de janeiro. Em 6 de janeiro, o indicador apontava venda líquida de cerca de 2.300 BTC. Em 5 de fevereiro, esse número aumentou para aproximadamente 246 mil BTC.

Long-term holders reduzindo exposição: Glassnode

Isso representa um aumento de quase 10.500% na distribuição de longo prazo em apenas um mês. Em termos simples, os investidores mais convictos ainda continuam reduzindo posições.

Esse movimento preocupa ainda mais quando analisado junto ao preço realizado desse grupo.

O preço realizado representa o custo médio de aquisição das moedas mantidas por investidores de longo prazo. Historicamente, quando o Bitcoin se aproxima ou cai abaixo desse nível, sinaliza estresse intenso no mercado. Em ciclos anteriores, grandes recuperações só começaram após o preço estabilizar próximo a essa zona, mas não imediatamente.

No momento desta reportagem, o preço realizado para holders de longo prazo está próximo de US$ 40.260.

Nível fundamental de suporte: Bitcoin Magazine

À medida que o Bitcoin se aproxima desse patamar, mais investidores de longo prazo chegam próximos ao ponto de equilíbrio. Se o preço cair abaixo dele, muitos entram em prejuízo, o que tende a acelerar a capitulação. Esse movimento foi observado no fim de 2022 antes da formação do fundo do mercado de baixa.

Até agora, esse ajuste ainda não ocorreu.

Os investidores de longo prazo seguem vendendo, sem retomar as compras. O preço realizado por eles se tornou um relevante ímã de pressão negativa. Esse cenário indica que o mercado ainda não encerrou completamente a fase de desalavancagem e redistribuição.

Principais níveis de preço do Bitcoin mostram por que US$ 48 mil e US$ 40 mil são importantes agora

Os sinais técnicos e on-chain agora se concentram em algumas faixas críticas de preço.

Pela análise negativa, o primeiro suporte significativo está próximo de US$ 53.350. Caso ocorra rompimento, a região de US$ 48.800 fica exposta, coincidindo com o alvo da bandeira baixista e áreas anteriores de consolidação.

Se US$ 48.800 for perdido, o foco se volta para o preço realizado por investidores de longo prazo, situado em torno de US$ 40.260.

Esta faixa representa o suporte estrutural mais consistente do ciclo atual. Uma movimentação até essa região indicaria forte capitulação desses investidores, confirmando uma fase mais intensa de mercado baixista.

Análise de preço do Bitcoin: TradingView

No cenário mais negativo, fraqueza prolongada pode abrir espaço para US$ 37.180, apoiado em projeções de longo prazo e suportes históricos.

Pelo lado positivo, o Bitcoin precisa reconquistar US$ 69.510 em fechamento consistente de 4 horas para recuperar a confiança de curto prazo. Um movimento acima de US$ 73.320 é necessário para invalidar a configuração baixista.

Enquanto isso não ocorrer, os ralis permanecem frágeis.

Com a alavancagem voltando a subir, investidores de longo prazo ainda realizando vendas e suportes fundamentais se aproximando, a atual recuperação carece de confirmação técnica. Neste cenário, estratégias de compra na baixa continuam sujeitas a reversões acentuadas, sem indicação de alta contínua.

O artigo Narrativa de “comprar na queda” do Bitcoin enfrenta dúvidas diante de novo risco de 25% foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Strategy enfrenta risco catastrófico enquanto bitcoin cai para US$ 60 milA Strategy enfrenta nova pressão no mercado após o Bitcoin cair para US$ 60.000, aprofundando a exposição da gigante de tecnologia ao risco em sua expressiva reserva de criptoativos e reacendendo preocupações sobre sua saúde financeira. As ações da empresa registraram forte queda à medida que o Bitcoin ampliava sua desvalorização, refletindo o papel da Strategy como um veículo alavancado para exposição ao ativo digital. O recuo também fez com que o valor de mercado da companhia ficasse abaixo do montante correspondente à sua reserva de Bitcoins, sinalizando tensão para o modelo de tesouraria adotado. Gráfico de preço do Bitcoin. Fonte: CoinGecko Preço do bitcoin cai para mínima anual de US$ 60 mil A Strategy detém aproximadamente 713.500 Bitcoins, adquiridos a um valor médio de cerca de US$ 76.000 por unidade.  Com a moeda digital sendo negociada por volta de US$ 60.000, a reserva da empresa está cerca de 21% abaixo do preço médio de aquisição, resultando em perdas não realizadas na casa dos bilhões de dólares. Apesar de essas perdas ainda não terem sido concretizadas e não exigirem venda imediata dos ativos, elas impactam de maneira significativa a narrativa de valorização das ações da Strategy. A desvalorização muda também o foco dos investidores, que passam a priorizar a resiliência no curto prazo em vez da acumulação de longo prazo. O Bitcoin negocia US$ 16.000 abaixo do valor médio gasto pela Strategy. Fonte: Strategy Prêmio de mercado cai abaixo do valor dos ativos Uma preocupação atual é o valor patrimonial líquido de mercado (mNAV) da Strategy, que caiu para cerca de 0,87x. Isso significa que as ações agora são negociadas a um valor inferior ao do saldo de Bitcoin presente no balanço. Esse desconto é relevante porque a estratégia da companhia depende da emissão de ações com prêmio para financiar novas compras do ativo digital. Sem o prêmio, lançar novos papéis resultaria em diluição para investidores, paralisando o principal motor de crescimento. Prêmio da Strategy em relação ao Bitcoin entra em colapso. Fonte: Saylor Tracker Strategy e Michael Saylor ainda contam com certa proteção de curto prazo Apesar da pressão, ainda não há crise de solvência. A Strategy captou cerca de US$ 18,6 bilhões em emissões de ações nos últimos dois anos, em sua maioria realizadas com prêmio sobre o valor patrimonial líquido de mercado. Essas captações ocorreram em contexto favorável no mercado e permitiram à empresa fortalecer sua posição em Bitcoin sem diluição excessiva. Além disso, a companhia tem prazos longos para quitar dívidas e não há cláusulas de chamada de margem atreladas diretamente ao preço do Bitcoin nos níveis atuais. Captações totais da Strategy em capital. Fonte: Saylor Tracker O risco real está por vir A Strategy deixou a fase de expansão e agora adota uma postura defensiva. O risco estrutural aumentaria se o Bitcoin permanecer significativamente abaixo do valor de aquisição por um período prolongado, o mNAV continuar pressionado e os mercados de capitais seguirem fechados. Nesse cenário, o refinanciamento ficaria mais restrito, o risco de diluição cresceria e a confiança dos investidores poderia ser ainda mais prejudicada. Ações da MSTR registraram queda de 23% nesta semana. Fonte: Google Finance No cenário atual, a Strategy segue solvente. Entretanto, a margem para erro diminuiu de forma expressiva, tornando a companhia vulnerável à próxima etapa do ciclo de mercado do Bitcoin. O artigo Strategy enfrenta risco catastrófico enquanto bitcoin cai para US$ 60 mil foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Strategy enfrenta risco catastrófico enquanto bitcoin cai para US$ 60 mil

A Strategy enfrenta nova pressão no mercado após o Bitcoin cair para US$ 60.000, aprofundando a exposição da gigante de tecnologia ao risco em sua expressiva reserva de criptoativos e reacendendo preocupações sobre sua saúde financeira.

As ações da empresa registraram forte queda à medida que o Bitcoin ampliava sua desvalorização, refletindo o papel da Strategy como um veículo alavancado para exposição ao ativo digital. O recuo também fez com que o valor de mercado da companhia ficasse abaixo do montante correspondente à sua reserva de Bitcoins, sinalizando tensão para o modelo de tesouraria adotado.

Gráfico de preço do Bitcoin. Fonte: CoinGecko

Preço do bitcoin cai para mínima anual de US$ 60 mil

A Strategy detém aproximadamente 713.500 Bitcoins, adquiridos a um valor médio de cerca de US$ 76.000 por unidade. 

Com a moeda digital sendo negociada por volta de US$ 60.000, a reserva da empresa está cerca de 21% abaixo do preço médio de aquisição, resultando em perdas não realizadas na casa dos bilhões de dólares.

Apesar de essas perdas ainda não terem sido concretizadas e não exigirem venda imediata dos ativos, elas impactam de maneira significativa a narrativa de valorização das ações da Strategy.

A desvalorização muda também o foco dos investidores, que passam a priorizar a resiliência no curto prazo em vez da acumulação de longo prazo.

O Bitcoin negocia US$ 16.000 abaixo do valor médio gasto pela Strategy. Fonte: Strategy

Prêmio de mercado cai abaixo do valor dos ativos

Uma preocupação atual é o valor patrimonial líquido de mercado (mNAV) da Strategy, que caiu para cerca de 0,87x. Isso significa que as ações agora são negociadas a um valor inferior ao do saldo de Bitcoin presente no balanço.

Esse desconto é relevante porque a estratégia da companhia depende da emissão de ações com prêmio para financiar novas compras do ativo digital.

Sem o prêmio, lançar novos papéis resultaria em diluição para investidores, paralisando o principal motor de crescimento.

Prêmio da Strategy em relação ao Bitcoin entra em colapso. Fonte: Saylor Tracker

Strategy e Michael Saylor ainda contam com certa proteção de curto prazo

Apesar da pressão, ainda não há crise de solvência. A Strategy captou cerca de US$ 18,6 bilhões em emissões de ações nos últimos dois anos, em sua maioria realizadas com prêmio sobre o valor patrimonial líquido de mercado.

Essas captações ocorreram em contexto favorável no mercado e permitiram à empresa fortalecer sua posição em Bitcoin sem diluição excessiva.

Além disso, a companhia tem prazos longos para quitar dívidas e não há cláusulas de chamada de margem atreladas diretamente ao preço do Bitcoin nos níveis atuais.

Captações totais da Strategy em capital. Fonte: Saylor Tracker

O risco real está por vir

A Strategy deixou a fase de expansão e agora adota uma postura defensiva.

O risco estrutural aumentaria se o Bitcoin permanecer significativamente abaixo do valor de aquisição por um período prolongado, o mNAV continuar pressionado e os mercados de capitais seguirem fechados.

Nesse cenário, o refinanciamento ficaria mais restrito, o risco de diluição cresceria e a confiança dos investidores poderia ser ainda mais prejudicada.

Ações da MSTR registraram queda de 23% nesta semana. Fonte: Google Finance

No cenário atual, a Strategy segue solvente. Entretanto, a margem para erro diminuiu de forma expressiva, tornando a companhia vulnerável à próxima etapa do ciclo de mercado do Bitcoin.

O artigo Strategy enfrenta risco catastrófico enquanto bitcoin cai para US$ 60 mil foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Preço da BNB atinge mínima em 7 mesesA BNB passou por uma correção expressiva, com o preço caindo de US$ 900 para próximo de US$ 700 nas últimas sessões. A queda apagou meses de ganhos e levou o ativo à mínima dos últimos sete meses. Embora a pressão vendedora tenha predominado, o movimento negativo pode não ter acabado caso o comportamento dos investidores não mude. Tendências iniciais on-chain indicam que o cenário ainda pode se alterar. BNB registra aumento no número de novos investidores A atividade da rede da BNB demonstrou força mesmo com a queda de preço. A criação de novos endereços cresceu de forma consistente nos últimos dias, atingindo quase 1,3 milhão de adições. Atualmente, a rede segue adicionando mais de 1 milhão de novos endereços diariamente. Esse avanço indica interesse contínuo durante um período de intensa volatilidade. Novos endereços são relevantes porque costumam representar capital fresco entrando no ecossistema. Enquanto investidores antigos enfrentam pressão para vender, novos participantes podem ajudar a absorver a oferta. Historicamente, forte crescimento da rede em momentos de correção contribuiu para a estabilização. No caso da BNB, a entrada desse fluxo pode compensar a distribuição, desde que o interesse de compra se mantenha. Novos endereços da BNB. Fonte: Glassnode Apesar do crescimento na participação on-chain, os dados de derivativos seguem em tom pessimista. O posicionamento no mercado de futuros aponta de forma clara para risco de queda. Mapas de liquidação mostram cerca de US$ 43 milhões em liquidação de posições vendidas, ante apenas US$ 6 milhões em posições de compra. Esse desbalanceamento reflete convicção baixista entre os traders alavancados. Esse tipo de posicionamento costuma ampliar a volatilidade. Caso o preço siga em queda, liquidações de posições compradas podem acelerar as perdas. O mapa mostra a maior concentração de contratos longos em US$ 682, próximo suporte da BNB. Se esse patamar for perdido, outras liquidações de long podem somar US$ 3,07 milhões. No cenário atual, a predominância da exposição vendedora exige cautela. Mapa de liquidação da BNB. Fonte: Coinglass Correção no preço da BNB pode continuar O preço da BNB sofreu queda de 22,5% nos últimos sete dias e está negociado em torno de US$ 698 no momento desta reportagem. Indicadores técnicos sugerem fraqueza persistente. A ferramenta de Extensão de Fibonacci indica US$ 682 como próximo grande suporte, tornando esse nível essencial para a estabilidade de curto prazo. Se o cenário geral do mercado seguir negativo, os riscos de queda aumentam. Novas liquidações ou maior volatilidade podem empurrar a BNB para baixo de US$ 682. Rompendo esse patamar, a tendência é que o preço atinja US$ 650 ou menos. Essa movimentação ampliaria as perdas e reforçaria a percepção pessimista entre investidores de curto prazo. Análise de preço da BNB. Fonte: TradingView Uma possível recuperação depende da entrada de capital conseguindo neutralizar a pressão vendedora. Caso a demanda ganhe força, a BNB pode retomar US$ 735 e buscar US$ 768. Transformar esse último nível em suporte invalidaria o cenário negativo. Assim, o preço da BNB poderia avançar até US$ 821, indicando retomada da confiança dos participantes. O artigo Preço da BNB atinge mínima em 7 meses foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Preço da BNB atinge mínima em 7 meses

A BNB passou por uma correção expressiva, com o preço caindo de US$ 900 para próximo de US$ 700 nas últimas sessões. A queda apagou meses de ganhos e levou o ativo à mínima dos últimos sete meses.

Embora a pressão vendedora tenha predominado, o movimento negativo pode não ter acabado caso o comportamento dos investidores não mude. Tendências iniciais on-chain indicam que o cenário ainda pode se alterar.

BNB registra aumento no número de novos investidores

A atividade da rede da BNB demonstrou força mesmo com a queda de preço. A criação de novos endereços cresceu de forma consistente nos últimos dias, atingindo quase 1,3 milhão de adições. Atualmente, a rede segue adicionando mais de 1 milhão de novos endereços diariamente. Esse avanço indica interesse contínuo durante um período de intensa volatilidade.

Novos endereços são relevantes porque costumam representar capital fresco entrando no ecossistema. Enquanto investidores antigos enfrentam pressão para vender, novos participantes podem ajudar a absorver a oferta. Historicamente, forte crescimento da rede em momentos de correção contribuiu para a estabilização. No caso da BNB, a entrada desse fluxo pode compensar a distribuição, desde que o interesse de compra se mantenha.

Novos endereços da BNB. Fonte: Glassnode

Apesar do crescimento na participação on-chain, os dados de derivativos seguem em tom pessimista. O posicionamento no mercado de futuros aponta de forma clara para risco de queda. Mapas de liquidação mostram cerca de US$ 43 milhões em liquidação de posições vendidas, ante apenas US$ 6 milhões em posições de compra. Esse desbalanceamento reflete convicção baixista entre os traders alavancados.

Esse tipo de posicionamento costuma ampliar a volatilidade. Caso o preço siga em queda, liquidações de posições compradas podem acelerar as perdas. O mapa mostra a maior concentração de contratos longos em US$ 682, próximo suporte da BNB. Se esse patamar for perdido, outras liquidações de long podem somar US$ 3,07 milhões. No cenário atual, a predominância da exposição vendedora exige cautela.

Mapa de liquidação da BNB. Fonte: Coinglass

Correção no preço da BNB pode continuar

O preço da BNB sofreu queda de 22,5% nos últimos sete dias e está negociado em torno de US$ 698 no momento desta reportagem. Indicadores técnicos sugerem fraqueza persistente. A ferramenta de Extensão de Fibonacci indica US$ 682 como próximo grande suporte, tornando esse nível essencial para a estabilidade de curto prazo.

Se o cenário geral do mercado seguir negativo, os riscos de queda aumentam. Novas liquidações ou maior volatilidade podem empurrar a BNB para baixo de US$ 682. Rompendo esse patamar, a tendência é que o preço atinja US$ 650 ou menos. Essa movimentação ampliaria as perdas e reforçaria a percepção pessimista entre investidores de curto prazo.

Análise de preço da BNB. Fonte: TradingView

Uma possível recuperação depende da entrada de capital conseguindo neutralizar a pressão vendedora. Caso a demanda ganhe força, a BNB pode retomar US$ 735 e buscar US$ 768. Transformar esse último nível em suporte invalidaria o cenário negativo. Assim, o preço da BNB poderia avançar até US$ 821, indicando retomada da confiança dos participantes.

O artigo Preço da BNB atinge mínima em 7 meses foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Atividade da rede Ethereum dispara, mas isso não garante alta no preçoA rede Ethereum vive sua fase mais ativa até o momento. No entanto, isso não necessariamente aponta para uma perspectiva otimista. Dados on-chain recentes revelam que Ethereum atingiu um marco importante, com a contagem de transferências alcançando um recorde histórico. No passado, sinais semelhantes nem sempre resultaram em desempenho positivo para os preços. Além disso, um aumento expressivo nas entradas em exchanges levanta preocupações de que a pressão vendedora ainda não foi superada. Como a situação atual da Ethereum se compara a 2018 e 2021? No início de fevereiro, dados da CryptoQuant mostram que a Contagem de Transferências do Ethereum — ou seja, o total de movimentações de tokens —, calculada por uma média móvel de 14 dias, chegou ao nível recorde de 1,1 milhão. A princípio, esse número parece positivo. Ele indica crescimento consistente da rede e adoção mais ampla do Ethereum. Contagem de Transferências do Ethereum. Fonte: CryptoQuant. No entanto, uma análise detalhada sugere que esse dado pode não ser o indicativo de alta aguardado pelo mercado. O movimento pode sinalizar uma fase corretiva ou até marcar um topo cíclico nos preços, conforme acontecimentos anteriores. O analista CryptoOnchain, da CryptoQuant, destaca dois momentos em que o aumento da atividade na rede Ethereum antecipou topos no mercado. Em 18 de janeiro de 2018, durante o auge do boom das ICOs, as transações do Ethereum dispararam. Logo depois, o ETH caiu de cerca de US$ 1.400 para menos de US$ 100 ao final do ano. Essa queda arrastou todo o mercado de cripto para um “inverno cripto”, que durou dois anos. Em 19 de maio de 2021, em meio ao crescimento expressivo de DeFi e NFTs, a métrica alcançou novo patamar recorde. Na sequência, o mercado inverteu com força, com o ETH recuando de mais de US$ 4 mil para menos de US$ 2 mil. O motivo é direto: maior movimentação de ETH geralmente indica que mais investidores estão retirando recursos das carteiras, em transações expressivas. Esse comportamento pode demonstrar tentativas de venda diante da piora nas expectativas futuras. “O atual cenário apresenta semelhanças marcantes com estruturas observadas em 2018 e 2021. Embora o ambiente macroeconômico seja distinto, o comportamento on-chain dos participantes sugere que atravessamos uma zona de alto risco”, afirmou CryptoOnchain, analista da CryptoQuant. Essa avaliação ganha reforço com a alta brusca no indicador Ethereum Exchange Inflow (Top 10), após o ETH recuar de US$ 2.300 no início de fevereiro. O Ethereum Exchange Inflow (Top 10) mede o volume transferido nas dez maiores entradas de ETH nas exchanges. Dados elevados indicam um crescimento no número de investidores que depositam grandes quantias de uma só vez. Esse padrão costuma apontar para pressão vendedora e eventual continuidade das quedas. Ethereum Exchange Inflow (Top 10). Fonte: CryptoQuant. No dia 3 de fevereiro, esse indicador saltou para 1,3 milhão, maior patamar em doze meses. Dois dias depois, o ETH caiu de US$ 2.230 para menos de US$ 2.100. Segundo análise do BeInCrypto, uma reversão de tendência só seria confirmada caso Ethereum recupere o patamar de ao menos US$ 3 mil. No curto prazo, o ETH pode continuar em queda rumo ao suporte em US$ 2 mil, já que a pressão vendedora ainda persiste. O artigo Atividade da rede Ethereum dispara, mas isso não garante alta no preço foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Atividade da rede Ethereum dispara, mas isso não garante alta no preço

A rede Ethereum vive sua fase mais ativa até o momento. No entanto, isso não necessariamente aponta para uma perspectiva otimista. Dados on-chain recentes revelam que Ethereum atingiu um marco importante, com a contagem de transferências alcançando um recorde histórico. No passado, sinais semelhantes nem sempre resultaram em desempenho positivo para os preços.

Além disso, um aumento expressivo nas entradas em exchanges levanta preocupações de que a pressão vendedora ainda não foi superada.

Como a situação atual da Ethereum se compara a 2018 e 2021?

No início de fevereiro, dados da CryptoQuant mostram que a Contagem de Transferências do Ethereum — ou seja, o total de movimentações de tokens —, calculada por uma média móvel de 14 dias, chegou ao nível recorde de 1,1 milhão.

A princípio, esse número parece positivo. Ele indica crescimento consistente da rede e adoção mais ampla do Ethereum.

Contagem de Transferências do Ethereum. Fonte: CryptoQuant.

No entanto, uma análise detalhada sugere que esse dado pode não ser o indicativo de alta aguardado pelo mercado. O movimento pode sinalizar uma fase corretiva ou até marcar um topo cíclico nos preços, conforme acontecimentos anteriores.

O analista CryptoOnchain, da CryptoQuant, destaca dois momentos em que o aumento da atividade na rede Ethereum antecipou topos no mercado.

Em 18 de janeiro de 2018, durante o auge do boom das ICOs, as transações do Ethereum dispararam. Logo depois, o ETH caiu de cerca de US$ 1.400 para menos de US$ 100 ao final do ano. Essa queda arrastou todo o mercado de cripto para um “inverno cripto”, que durou dois anos.

Em 19 de maio de 2021, em meio ao crescimento expressivo de DeFi e NFTs, a métrica alcançou novo patamar recorde. Na sequência, o mercado inverteu com força, com o ETH recuando de mais de US$ 4 mil para menos de US$ 2 mil.

O motivo é direto: maior movimentação de ETH geralmente indica que mais investidores estão retirando recursos das carteiras, em transações expressivas. Esse comportamento pode demonstrar tentativas de venda diante da piora nas expectativas futuras.

“O atual cenário apresenta semelhanças marcantes com estruturas observadas em 2018 e 2021. Embora o ambiente macroeconômico seja distinto, o comportamento on-chain dos participantes sugere que atravessamos uma zona de alto risco”, afirmou CryptoOnchain, analista da CryptoQuant.

Essa avaliação ganha reforço com a alta brusca no indicador Ethereum Exchange Inflow (Top 10), após o ETH recuar de US$ 2.300 no início de fevereiro.

O Ethereum Exchange Inflow (Top 10) mede o volume transferido nas dez maiores entradas de ETH nas exchanges. Dados elevados indicam um crescimento no número de investidores que depositam grandes quantias de uma só vez. Esse padrão costuma apontar para pressão vendedora e eventual continuidade das quedas.

Ethereum Exchange Inflow (Top 10). Fonte: CryptoQuant.

No dia 3 de fevereiro, esse indicador saltou para 1,3 milhão, maior patamar em doze meses. Dois dias depois, o ETH caiu de US$ 2.230 para menos de US$ 2.100.

Segundo análise do BeInCrypto, uma reversão de tendência só seria confirmada caso Ethereum recupere o patamar de ao menos US$ 3 mil. No curto prazo, o ETH pode continuar em queda rumo ao suporte em US$ 2 mil, já que a pressão vendedora ainda persiste.

O artigo Atividade da rede Ethereum dispara, mas isso não garante alta no preço foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Solana perto de US$ 90 não afasta investidores de longo prazoA Solana segue enfrentando forte pressão de distribuição após uma liquidação intensa, com o preço formando um padrão de cunha descendente no gráfico diário. Essa configuração se assemelha ao movimento registrado no ciclo anterior, que antecedeu uma expressiva recuperação. Além da simetria técnica, métricas on-chain de avaliação apontam que a SOL pode estar entrando em uma fase de consolidação, já que o ímpeto de queda segue desacelerando. Investidores de Solana continuam otimistas O índice Valor de Mercado sobre Valor Realizado (MVRV) da Solana está em 0,65, colocando a SOL em nível de subavaliação. Essa é a marca mais baixa desde setembro de 2023 e representa um extremo em quase dois anos e meio. Um MVRV abaixo de um indica que a maioria dos investidores está no prejuízo, situação frequentemente associada a correções nos estágios finais, e não ao início de novas quedas impulsivas. Historicamente, a manutenção prolongada em patamares como esse reduz a urgência vendedora. Com perdas não realizadas predominando, participantes mudam o comportamento da distribuição para a espera, aguardando uma reversão à média. Esse cenário frequentemente antecede fases de estabilização, mesmo que o preço ainda apresente volatilidade no curto prazo. Índice MVRV da Solana. Fonte: Glassnode Apesar da queda, o comportamento dos investidores revela resiliência em vez de capitulação. Em destaque, o preço realizado da Solana permanece acima do valor à vista, configuração que historicamente coincide com fundos de ciclo. O mesmo padrão foi registrado em março de 2025, quando a SOL entrou em fase de acumulação antes de iniciar a recuperação. Aquele período foi marcado por rotação, e não por vendas motivadas por pânico. Movimentações recentes sugerem dinâmica semelhante. De dezembro de 2025 até agora, investidores compraram cerca de 5 milhões de SOL, avaliadas em US$ 455 milhões. A absorção consistente durante a fraqueza aponta para convicção entre participantes de maior porte. No histórico, o acúmulo contínuo em fases de correção deu suporte à reversão da tendência de médio prazo da Solana. Preço Realizado da Solana e Saldo em Exchanges. Fonte: Glassnode Preço da SOL mira rompimento de longo prazo A SOL se encontra negociando próxima de US$ 90, perto do limite inferior da cunha descendente — uma zona de decisão importante. Padrão semelhante foi observado no início de 2025, quando o preço defendeu essa região antes de romper para cima e registrar expansão de 43%. O movimento atual apresenta estrutura compatível com as etapas iniciais daquele período. A configuração atual aponta para potencial alta de até 31%, com alvo na faixa dos US$ 156. No entanto, a confirmação depende de o preço se recuperar e retomar US$ 104 como suporte para validar o cenário de continuidade positiva. Se o ativo superar US$ 122, o rompimento será confirmado e o comportamento se alinhará aos sinais macroeconômicos e on-chain favoráveis. Análise de preço da Solana. Fonte: TradingView Apesar disso, não se pode descartar riscos de queda. Caso a acumulação perca força ou se reverta, a SOL pode perder o patamar dos US$ 83. Uma quebra decisiva abaixo desse nível abriria espaço para US$ 75 ou menos e invalidaria a tese de alta, confirmando a continuidade da trajetória corretiva mais ampla. O artigo Solana perto de US$ 90 não afasta investidores de longo prazo foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Solana perto de US$ 90 não afasta investidores de longo prazo

A Solana segue enfrentando forte pressão de distribuição após uma liquidação intensa, com o preço formando um padrão de cunha descendente no gráfico diário. Essa configuração se assemelha ao movimento registrado no ciclo anterior, que antecedeu uma expressiva recuperação.

Além da simetria técnica, métricas on-chain de avaliação apontam que a SOL pode estar entrando em uma fase de consolidação, já que o ímpeto de queda segue desacelerando.

Investidores de Solana continuam otimistas

O índice Valor de Mercado sobre Valor Realizado (MVRV) da Solana está em 0,65, colocando a SOL em nível de subavaliação. Essa é a marca mais baixa desde setembro de 2023 e representa um extremo em quase dois anos e meio. Um MVRV abaixo de um indica que a maioria dos investidores está no prejuízo, situação frequentemente associada a correções nos estágios finais, e não ao início de novas quedas impulsivas.

Historicamente, a manutenção prolongada em patamares como esse reduz a urgência vendedora. Com perdas não realizadas predominando, participantes mudam o comportamento da distribuição para a espera, aguardando uma reversão à média. Esse cenário frequentemente antecede fases de estabilização, mesmo que o preço ainda apresente volatilidade no curto prazo.

Índice MVRV da Solana. Fonte: Glassnode

Apesar da queda, o comportamento dos investidores revela resiliência em vez de capitulação. Em destaque, o preço realizado da Solana permanece acima do valor à vista, configuração que historicamente coincide com fundos de ciclo. O mesmo padrão foi registrado em março de 2025, quando a SOL entrou em fase de acumulação antes de iniciar a recuperação.

Aquele período foi marcado por rotação, e não por vendas motivadas por pânico.

Movimentações recentes sugerem dinâmica semelhante. De dezembro de 2025 até agora, investidores compraram cerca de 5 milhões de SOL, avaliadas em US$ 455 milhões. A absorção consistente durante a fraqueza aponta para convicção entre participantes de maior porte. No histórico, o acúmulo contínuo em fases de correção deu suporte à reversão da tendência de médio prazo da Solana.

Preço Realizado da Solana e Saldo em Exchanges. Fonte: Glassnode

Preço da SOL mira rompimento de longo prazo

A SOL se encontra negociando próxima de US$ 90, perto do limite inferior da cunha descendente — uma zona de decisão importante. Padrão semelhante foi observado no início de 2025, quando o preço defendeu essa região antes de romper para cima e registrar expansão de 43%. O movimento atual apresenta estrutura compatível com as etapas iniciais daquele período.

A configuração atual aponta para potencial alta de até 31%, com alvo na faixa dos US$ 156. No entanto, a confirmação depende de o preço se recuperar e retomar US$ 104 como suporte para validar o cenário de continuidade positiva. Se o ativo superar US$ 122, o rompimento será confirmado e o comportamento se alinhará aos sinais macroeconômicos e on-chain favoráveis.

Análise de preço da Solana. Fonte: TradingView

Apesar disso, não se pode descartar riscos de queda. Caso a acumulação perca força ou se reverta, a SOL pode perder o patamar dos US$ 83. Uma quebra decisiva abaixo desse nível abriria espaço para US$ 75 ou menos e invalidaria a tese de alta, confirmando a continuidade da trajetória corretiva mais ampla.

O artigo Solana perto de US$ 90 não afasta investidores de longo prazo foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Bitcoin abaixo de US$ 70 mil enfrenta risco de queda de 37%O Bitcoin entrou em uma fase crítica após a recente correção que levou o preço para a região de US$ 70 mil. Sob uma ótica macroeconômica, esse movimento expõe o BTC a um risco de queda ampliado. Vários indicadores on-chain e técnicos agora apontam para uma perspectiva de baixa. No entanto, grandes investidores estão acumulando ativamente, buscando desacelerar ou reverter a tendência que se desenvolve. Bitcoin perde importante suporte on-chain O Bitcoin caiu abaixo da True Market Mean pela primeira vez desde setembro de 2023. Esse indicador reflete o custo agregado das moedas em circulação ativa. Negociar abaixo desse nível sinaliza enfraquecimento da convicção dos participantes e indica uma mudança estrutural no comportamento do mercado. A perda desse suporte confirma a deterioração observada desde o fim de novembro. Sob a perspectiva de médio prazo, o Bitcoin agora está restrito a um intervalo de valorização mais amplo. O ímpeto de alta perdeu força, enquanto a pressão de venda continua crescente em diferentes janelas temporais. Bitcoin abaixo da True Market Mean. Fonte: Glassnode Pela perspectiva de baixa, o preço realizado próximo a US$ 55.800 representa o patamar histórico em que o capital de longo prazo volta a entrar. No sentido oposto, a True Market Mean, em torno de US$ 80.200, agora se tornou resistência. Essa configuração limita o potencial de recuperação e amplia a possibilidade de uma nova queda. Perspectiva macroeconômica do Bitcoin indica queda de 37% Essa fragilidade estrutural coincide com um cenário macro de baixa visível nos gráficos. O Bitcoin rompe um padrão de cabeça e ombros que vinha se formando há meses. A configuração projeta uma possível queda de cerca de 37%, com alvo em US$ 51.511 se for totalmente concretizada. A queda acentuada de 20% na última semana antecipou esse rompimento. A pressão vendedora acelerou e confirmou a violação da linha de pescoço do padrão, ampliando o movimento de baixa. Movimentos desse tipo costumam desencadear novas depreciações, à medida que posições longas são liquidadas. Bitcoin se prepara para queda de 37%. Fonte: TradingView O próximo suporte relevante abaixo de US$ 70 mil está em US$ 68.072. A perda desse patamar validaria a projeção de baixa. Um rompimento consistente tende a acionar novas liquidações, elevando a volatilidade e acelerando a movimentação para valores ainda mais baixos. Baleias de BTC entram como resgate Apesar dos crescentes sinais pessimistas, as chamadas baleias de Bitcoin estão tentando conter novas quedas. Endereços que detêm entre 10 mil e 100 mil BTC acumularam mais de 50 mil BTC em apenas quatro dias. Aos preços atuais, o montante comprado supera US$ 3,58 bilhões. Essa movimentação corresponde a um posicionamento estratégico, não a negociações especulativas. Grandes investidores costumam acumular em períodos de medo, especialmente após correções acentuadas. O Bitcoin abaixo de US$ 75 mil parece ter aberto uma janela de compra interessante para operações de longo prazo. Acúmulo de Bitcoin por grandes investidores. Fonte: Santiment Se o ritmo de compras das baleias continuar, parte da pressão vendedora poderá ser absorvida, promovendo estabilização nos preços. Historicamente, esse comportamento antecede recuperações temporárias. No entanto, um impacto duradouro depende do sentimento mais amplo do mercado e da redução das vendas por investidores de varejo. Preço do BTC está perto de cair abaixo de US$ 70 mil O preço do Bitcoin está cotado próximo de US$ 69.500 no momento desta reportagem, após queda semanal de 20%. Até agora, o BTC ainda não fechou o candle diário abaixo do suporte psicológico dos US$ 70 mil. Nos últimos ajustes, esse patamar atuou como zona de demanda, tornando-se essencial para a estabilidade de curto prazo. A curto prazo, os riscos de queda permanecem elevados. Se houver rompimento abaixo de US$ 68.442, a pressão vendedora pode ser intensificada. Nessa hipótese, o Bitcoin pode cair para US$ 65.360. Caso essa região seja perdida, o BTC ficará exposto a uma desvalorização adicional rumo a US$ 62.893. Análise de preço do Bitcoin. Fonte: TradingView Por outro lado, o acúmulo por grandes investidores pode influenciar a direção do preço. Se o suporte em US$ 70 mil se mantiver, o Bitcoin pode reagir e avançar para US$ 75 mil. Caso recupere esse patamar como suporte, a tese de curto prazo de queda é invalidada, e um novo caminho em direção a US$ 80 mil pode se abrir, caso haja melhora no momentum. O artigo Bitcoin abaixo de US$ 70 mil enfrenta risco de queda de 37% foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Bitcoin abaixo de US$ 70 mil enfrenta risco de queda de 37%

O Bitcoin entrou em uma fase crítica após a recente correção que levou o preço para a região de US$ 70 mil. Sob uma ótica macroeconômica, esse movimento expõe o BTC a um risco de queda ampliado.

Vários indicadores on-chain e técnicos agora apontam para uma perspectiva de baixa. No entanto, grandes investidores estão acumulando ativamente, buscando desacelerar ou reverter a tendência que se desenvolve.

Bitcoin perde importante suporte on-chain

O Bitcoin caiu abaixo da True Market Mean pela primeira vez desde setembro de 2023. Esse indicador reflete o custo agregado das moedas em circulação ativa. Negociar abaixo desse nível sinaliza enfraquecimento da convicção dos participantes e indica uma mudança estrutural no comportamento do mercado.

A perda desse suporte confirma a deterioração observada desde o fim de novembro. Sob a perspectiva de médio prazo, o Bitcoin agora está restrito a um intervalo de valorização mais amplo. O ímpeto de alta perdeu força, enquanto a pressão de venda continua crescente em diferentes janelas temporais.

Bitcoin abaixo da True Market Mean. Fonte: Glassnode

Pela perspectiva de baixa, o preço realizado próximo a US$ 55.800 representa o patamar histórico em que o capital de longo prazo volta a entrar. No sentido oposto, a True Market Mean, em torno de US$ 80.200, agora se tornou resistência. Essa configuração limita o potencial de recuperação e amplia a possibilidade de uma nova queda.

Perspectiva macroeconômica do Bitcoin indica queda de 37%

Essa fragilidade estrutural coincide com um cenário macro de baixa visível nos gráficos. O Bitcoin rompe um padrão de cabeça e ombros que vinha se formando há meses. A configuração projeta uma possível queda de cerca de 37%, com alvo em US$ 51.511 se for totalmente concretizada.

A queda acentuada de 20% na última semana antecipou esse rompimento. A pressão vendedora acelerou e confirmou a violação da linha de pescoço do padrão, ampliando o movimento de baixa. Movimentos desse tipo costumam desencadear novas depreciações, à medida que posições longas são liquidadas.

Bitcoin se prepara para queda de 37%. Fonte: TradingView

O próximo suporte relevante abaixo de US$ 70 mil está em US$ 68.072. A perda desse patamar validaria a projeção de baixa. Um rompimento consistente tende a acionar novas liquidações, elevando a volatilidade e acelerando a movimentação para valores ainda mais baixos.

Baleias de BTC entram como resgate

Apesar dos crescentes sinais pessimistas, as chamadas baleias de Bitcoin estão tentando conter novas quedas. Endereços que detêm entre 10 mil e 100 mil BTC acumularam mais de 50 mil BTC em apenas quatro dias. Aos preços atuais, o montante comprado supera US$ 3,58 bilhões.

Essa movimentação corresponde a um posicionamento estratégico, não a negociações especulativas. Grandes investidores costumam acumular em períodos de medo, especialmente após correções acentuadas. O Bitcoin abaixo de US$ 75 mil parece ter aberto uma janela de compra interessante para operações de longo prazo.

Acúmulo de Bitcoin por grandes investidores. Fonte: Santiment

Se o ritmo de compras das baleias continuar, parte da pressão vendedora poderá ser absorvida, promovendo estabilização nos preços. Historicamente, esse comportamento antecede recuperações temporárias. No entanto, um impacto duradouro depende do sentimento mais amplo do mercado e da redução das vendas por investidores de varejo.

Preço do BTC está perto de cair abaixo de US$ 70 mil

O preço do Bitcoin está cotado próximo de US$ 69.500 no momento desta reportagem, após queda semanal de 20%. Até agora, o BTC ainda não fechou o candle diário abaixo do suporte psicológico dos US$ 70 mil. Nos últimos ajustes, esse patamar atuou como zona de demanda, tornando-se essencial para a estabilidade de curto prazo.

A curto prazo, os riscos de queda permanecem elevados. Se houver rompimento abaixo de US$ 68.442, a pressão vendedora pode ser intensificada. Nessa hipótese, o Bitcoin pode cair para US$ 65.360. Caso essa região seja perdida, o BTC ficará exposto a uma desvalorização adicional rumo a US$ 62.893.

Análise de preço do Bitcoin. Fonte: TradingView

Por outro lado, o acúmulo por grandes investidores pode influenciar a direção do preço. Se o suporte em US$ 70 mil se mantiver, o Bitcoin pode reagir e avançar para US$ 75 mil. Caso recupere esse patamar como suporte, a tese de curto prazo de queda é invalidada, e um novo caminho em direção a US$ 80 mil pode se abrir, caso haja melhora no momentum.

O artigo Bitcoin abaixo de US$ 70 mil enfrenta risco de queda de 37% foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Justiça de São Paulo determina bloqueio de USDC pela Circle em caso de golpeA Justiça de São Paulo tomou uma decisão inédita em um caso de golpe envolvendo criptomoedas. Um juiz da Vara Cível determinou o bloqueio de USDC (uma stablecoin, ou seja, uma criptomoeda atrelada ao dólar) pela Circle, empresa emissora do ativo. A vítima perdeu cerca de US$ 13 mil em um esquema fraudulento. O golpe começou com anúncios prometendo ganhos elevados no mercado cripto através de inteligência artificial. A fraude foi gradual. Um falso mentor orientou a vítima passo a passo, criando confiança ao longo do tempo. A pessoa foi direcionada para uma plataforma chamada “Atual Invest”, que tinha aparência profissional. A plataforma foi criada poucos dias antes do contato com a vítima. Segundo documentos do processo, o site foi registrado de forma anônima. No Reclame Aqui, a plataforma possui sete reclamações que indicam golpe em várias pessoas. Durante um período, o sistema mostrava ganhos constantes. Isso reforçava a sensação de sucesso e incentivava novos aportes. Como funcionava o esquema fraudulento A vítima transferiu aproximadamente US$ 13 mil. Os valores foram convertidos em criptoativos. Quando tentou sacar, surgiram exigências de taxas adicionais e impostos inexistentes. Mesmo após novos pagamentos, o saque nunca foi efetivado. O “professor” insistia em novos depósitos. Os rendimentos milionários eram apenas números fictícios, sem lastro real. A investigação identificou que parte dos valores estava em USDC. A Circle possui mecanismos técnicos que permitem o bloqueio de tokens específicos quando há determinação judicial. O rastreamento em blockchain permitiu acompanhar o caminho dos criptoativos. Foi possível identificar onde eles estavam custodiados. Decisão cautelar contra a Circle O juiz concedeu uma decisão liminar determinando o bloqueio cautelar dos USDC. Ele entendeu que a Circle detém controle tecnológico suficiente para impedir novas movimentações desses ativos. O magistrado esclareceu que o bloqueio não tem caráter punitivo nem definitivo. Trata-se de uma medida cautelar, temporária e reversível. O objetivo é preservar os valores e evitar que o dinheiro desapareça antes do julgamento do mérito. Raphael Souza, advogado especialista em criptomoedas que representa a vítima, afirmou que quando há investigação e rastreamento em blockchain, é possível agir rápido e congelar valores. Segundo o advogado, isso muda completamente o jogo para as vítimas de golpe que pretendem recuperar o dinheiro perdido. A decisão mostra que a Justiça brasileira está ampliando a cobrança além das corretoras. O artigo Justiça de São Paulo determina bloqueio de USDC pela Circle em caso de golpe foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Justiça de São Paulo determina bloqueio de USDC pela Circle em caso de golpe

A Justiça de São Paulo tomou uma decisão inédita em um caso de golpe envolvendo criptomoedas. Um juiz da Vara Cível determinou o bloqueio de USDC (uma stablecoin, ou seja, uma criptomoeda atrelada ao dólar) pela Circle, empresa emissora do ativo.

A vítima perdeu cerca de US$ 13 mil em um esquema fraudulento. O golpe começou com anúncios prometendo ganhos elevados no mercado cripto através de inteligência artificial.

A fraude foi gradual. Um falso mentor orientou a vítima passo a passo, criando confiança ao longo do tempo. A pessoa foi direcionada para uma plataforma chamada “Atual Invest”, que tinha aparência profissional.

A plataforma foi criada poucos dias antes do contato com a vítima. Segundo documentos do processo, o site foi registrado de forma anônima. No Reclame Aqui, a plataforma possui sete reclamações que indicam golpe em várias pessoas.

Durante um período, o sistema mostrava ganhos constantes. Isso reforçava a sensação de sucesso e incentivava novos aportes.

Como funcionava o esquema fraudulento

A vítima transferiu aproximadamente US$ 13 mil. Os valores foram convertidos em criptoativos. Quando tentou sacar, surgiram exigências de taxas adicionais e impostos inexistentes.

Mesmo após novos pagamentos, o saque nunca foi efetivado. O “professor” insistia em novos depósitos. Os rendimentos milionários eram apenas números fictícios, sem lastro real.

A investigação identificou que parte dos valores estava em USDC. A Circle possui mecanismos técnicos que permitem o bloqueio de tokens específicos quando há determinação judicial.

O rastreamento em blockchain permitiu acompanhar o caminho dos criptoativos. Foi possível identificar onde eles estavam custodiados.

Decisão cautelar contra a Circle

O juiz concedeu uma decisão liminar determinando o bloqueio cautelar dos USDC. Ele entendeu que a Circle detém controle tecnológico suficiente para impedir novas movimentações desses ativos.

O magistrado esclareceu que o bloqueio não tem caráter punitivo nem definitivo. Trata-se de uma medida cautelar, temporária e reversível. O objetivo é preservar os valores e evitar que o dinheiro desapareça antes do julgamento do mérito.

Raphael Souza, advogado especialista em criptomoedas que representa a vítima, afirmou que quando há investigação e rastreamento em blockchain, é possível agir rápido e congelar valores.

Segundo o advogado, isso muda completamente o jogo para as vítimas de golpe que pretendem recuperar o dinheiro perdido. A decisão mostra que a Justiça brasileira está ampliando a cobrança além das corretoras.

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XRP tem recuperação travada por venda em pânicoO XRP registrou uma forte queda, recuando 24% na última semana diante do aumento da pressão vendedora no mercado. O movimento levou a altcoin a uma posição vulnerável, rompendo o padrão de recuperações anteriores. Essa fraqueza persistente indica que a atual correção pode transformar o comportamento histórico de preço do XRP caso a demanda não retorne. Histórico do XRP indica recuperação adiante O lucro e prejuízo não realizados líquidos está se aproximando da zona de capitulação. Nesse estágio, as perdas não realizadas superam pequenos ganhos na oferta circulante. Historicamente, essas condições reduzem o ímpeto de venda. Os investidores costumam pausar a distribuição e iniciar acúmulo em patamares descontados, o que pode colaborar para a estabilização do preço. No entanto, o XRP ainda não apresentou sinais claros dessa mudança. A predominância da pressão de venda impede que o NUPL acione uma reversão consistente. Sem um movimento de acúmulo que substitua as saídas motivadas pelo medo, o token enfrenta dificuldades para recuperar os sinais típicos de reversão, mantendo o sentimento do mercado voltado à cautela. NUPL do XRP. Fonte: Glassnode Investidores de XRP optam por pânico no momento Dados de transações on-chain refletem venda de pânico prolongada. Na última semana, operações do XRP realizadas com perdas superaram transferências lucrativas de forma constante. No dia 2 de fevereiro, o volume de transações apontou perdas de US$ 2,51 bilhões frente a US$ 567 milhões em lucros. Esse desequilíbrio destaca o aumento da busca por preservação de capital diante da queda dos preços e da fragilidade no mercado. O domínio das transações em prejuízo costuma indicar estágios finais do medo no mercado. Embora essas fases possam anteceder recuperações, também ampliam as quedas se não forem revertidas. A ausência de estabilidade nas operações com XRP sugere que o ímpeto segue frágil, deixando a moeda exposta a novas baixas caso a percepção de risco não mude rapidamente. Transações do XRP em lucro/prejuízo. Fonte: Santiment O saldo da altcoin em exchanges reforça sinais pessimistas. Nos últimos quatro dias, mais de 97 milhões de XRP — avaliados em US$ 140 milhões — migraram para carteiras de exchange em apenas três dias. O aumento do saldo nas plataformas geralmente indica intenção de venda e não de manutenção a longo prazo. Esse avanço revela maior receio entre os investidores. À medida que mais tokens chegam às exchanges, a pressão vendedora cresce. O fluxo contínuo reduz as chances de recuperação, já que o aumento da oferta frequentemente supera a demanda de curto prazo em períodos de incerteza elevada. Saldo do XRP em exchanges. Fonte: Glassnode Preço do XRP precisa encontrar suporte O preço do XRP registrou baixa de 24,4% na última semana e é negociado próximo de US$ 1,44 no momento desta reportagem. O ativo perdeu o suporte de US$ 1,47 e caminha para US$ 1,37. A quarta-feira marcou o menor fechamento diário desde novembro de 2024, confirmando fragilidade estrutural. Se o cenário de baixa persistir sem sinais de interesse comprador, a possibilidade de mais quedas aumenta. A perda do suporte de US$ 1,37 pode intensificar a pressão vendedora. Nesse cenário, o preço do XRP pode recuar para US$ 1,28 nos próximos dias, ampliando a fase de correção atual. Análise do preço do XRP. Fonte: TradingView A recuperação segue possível caso haja mudança no sentimento do mercado. A retomada do suporte em US$ 1,58 sinalizaria nova força compradora. Um movimento desse tipo pode elevar o XRP para US$ 1,70. Manter esse patamar restauraria a confiança e ajudaria a reduzir parte das perdas recentes. O artigo XRP tem recuperação travada por venda em pânico foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

XRP tem recuperação travada por venda em pânico

O XRP registrou uma forte queda, recuando 24% na última semana diante do aumento da pressão vendedora no mercado. O movimento levou a altcoin a uma posição vulnerável, rompendo o padrão de recuperações anteriores.

Essa fraqueza persistente indica que a atual correção pode transformar o comportamento histórico de preço do XRP caso a demanda não retorne.

Histórico do XRP indica recuperação adiante

O lucro e prejuízo não realizados líquidos está se aproximando da zona de capitulação. Nesse estágio, as perdas não realizadas superam pequenos ganhos na oferta circulante. Historicamente, essas condições reduzem o ímpeto de venda.

Os investidores costumam pausar a distribuição e iniciar acúmulo em patamares descontados, o que pode colaborar para a estabilização do preço.

No entanto, o XRP ainda não apresentou sinais claros dessa mudança. A predominância da pressão de venda impede que o NUPL acione uma reversão consistente. Sem um movimento de acúmulo que substitua as saídas motivadas pelo medo, o token enfrenta dificuldades para recuperar os sinais típicos de reversão, mantendo o sentimento do mercado voltado à cautela.

NUPL do XRP. Fonte: Glassnode

Investidores de XRP optam por pânico no momento

Dados de transações on-chain refletem venda de pânico prolongada. Na última semana, operações do XRP realizadas com perdas superaram transferências lucrativas de forma constante.

No dia 2 de fevereiro, o volume de transações apontou perdas de US$ 2,51 bilhões frente a US$ 567 milhões em lucros. Esse desequilíbrio destaca o aumento da busca por preservação de capital diante da queda dos preços e da fragilidade no mercado.

O domínio das transações em prejuízo costuma indicar estágios finais do medo no mercado. Embora essas fases possam anteceder recuperações, também ampliam as quedas se não forem revertidas. A ausência de estabilidade nas operações com XRP sugere que o ímpeto segue frágil, deixando a moeda exposta a novas baixas caso a percepção de risco não mude rapidamente.

Transações do XRP em lucro/prejuízo. Fonte: Santiment

O saldo da altcoin em exchanges reforça sinais pessimistas. Nos últimos quatro dias, mais de 97 milhões de XRP — avaliados em US$ 140 milhões — migraram para carteiras de exchange em apenas três dias. O aumento do saldo nas plataformas geralmente indica intenção de venda e não de manutenção a longo prazo.

Esse avanço revela maior receio entre os investidores. À medida que mais tokens chegam às exchanges, a pressão vendedora cresce. O fluxo contínuo reduz as chances de recuperação, já que o aumento da oferta frequentemente supera a demanda de curto prazo em períodos de incerteza elevada.

Saldo do XRP em exchanges. Fonte: Glassnode

Preço do XRP precisa encontrar suporte

O preço do XRP registrou baixa de 24,4% na última semana e é negociado próximo de US$ 1,44 no momento desta reportagem. O ativo perdeu o suporte de US$ 1,47 e caminha para US$ 1,37. A quarta-feira marcou o menor fechamento diário desde novembro de 2024, confirmando fragilidade estrutural.

Se o cenário de baixa persistir sem sinais de interesse comprador, a possibilidade de mais quedas aumenta. A perda do suporte de US$ 1,37 pode intensificar a pressão vendedora. Nesse cenário, o preço do XRP pode recuar para US$ 1,28 nos próximos dias, ampliando a fase de correção atual.

Análise do preço do XRP. Fonte: TradingView

A recuperação segue possível caso haja mudança no sentimento do mercado. A retomada do suporte em US$ 1,58 sinalizaria nova força compradora. Um movimento desse tipo pode elevar o XRP para US$ 1,70. Manter esse patamar restauraria a confiança e ajudaria a reduzir parte das perdas recentes.

O artigo XRP tem recuperação travada por venda em pânico foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Tesouraria em XRP leva Evernorth a prejuízo de US$ 380 milhõesA maioria dos Digital Asset Treasuries (DATs) enfrenta crescentes perdas não realizadas à medida que a capitalização total do mercado de criptoativos continua em queda. Empresas que apostam no valor de longo prazo do XRP e o mantêm como ativo de tesouraria, como a Evernorth, atravessam situação semelhante. Apesar dos desafios, sinais vindos de investidores de varejo e avanços dentro do ecossistema da Ripple alimentam expectativas de recuperação para o XRP. Evernorth enfrenta uma perda não realizada A Evernorth Holdings, uma das maiores investidoras de XRP no mundo, sofre forte pressão financeira diante do recuo das cotações do ativo. Segundo dados da CoinGecko, a Evernorth detém atualmente 473.276.430 XRP, equivalendo a cerca de 0,473% da oferta circulante. O valor estimado desta posição é próximo de US$ 684,7 milhões. Participação da Evernorth Holdings em XRP. Fonte: CoinGecko A companhia realizou duas grandes aquisições em outubro e novembro do ano passado. Desde então, não ampliou sua posição. Dados da CryptoQuant apontam que as perdas não realizadas da Evernorth vêm crescendo de forma contínua nos últimos meses. O valor já supera US$ 380 milhões, enquanto o XRP opera abaixo de US$ 1,50. Perdas não realizadas da Evernorth. Fonte: CryptoQuant. O BeInCrypto relatou situação semelhante entre outros DATs. A BitMine acumula quase US$ 7 bilhões em perdas não realizadas ao manter mais de 4,28 milhões de ETH. A Strategy também apresenta queda de mais de US$ 4 bilhões com as cotações do Bitcoin abaixo de US$ 71 mil. A desvalorização do XRP e de altcoins no geral aumenta a pressão financeira sobre essas empresas. A busca por novos recursos, seja via emissão de ações ou dívidas, pode se tornar mais difícil. Investidores tendem a hesitar diante de companhias que exibem grandes prejuízos em suas tesourarias. No pior cenário, companhias que precisam urgentemente de liquidez para quitar dívidas ou cobrir despesas operacionais podem ser forçadas a vender ativos, realizando prejuízo. Isso pode contribuir ainda mais para a queda das altcoins. Charles Edwards, fundador da Capriole Investment, classificou o modelo de DAT como uma “explosão de alavancagem prestes a acontecer”. Ele comparou a rápida expansão dos DATs ao boom dos investment trusts na década de 1920. Edwards alertou que as atuais consequências para o mercado de criptoativos podem ser ainda mais expressivas que os colapsos da Luna e da FTX. Notícias positivas ajudam XRP a absorver pressão de venda Dados da Santiment mostram que investidores de varejo mantêm uma visão otimista sobre o XRP nos preços atuais, contrastando com o pessimismo crescente em relação ao Bitcoin (BTC) e ao Ethereum (ETH). Comparação do índice de sentimento positivo/negativo de Bitcoin, Ethereum e XRP. Fonte: Santiment Esse otimismo está relacionado a novidades favoráveis sobre o XRP. Um exemplo é a integração da Hyperliquid ao Ripple Prime, plataforma de serviços institucionais da Ripple. Outro fator importante é o lançamento das Permissioned Domains no XRPL em 4 de fevereiro de 2026, após aprovação superior a 91% dos validadores. Enquanto isso, o analista CryptoOnchain, da CryptoQuant, apontou que o open interest do XRP na Binance recuou para o menor patamar desde novembro de 2024, caindo para US$ 405,9 milhões. Essa queda indica uma forte “limpeza” de posições alavancadas. Com open interest tão baixo, as cotações do XRP ficam menos sensíveis à volatilidade causada por squeezes de posições longas ou curtas. O ambiente favorece uma reconfiguração do mercado, tornando mais provável uma retomada saudável. “… Essa ‘folha em branco’ no mercado de derivativos costuma ser pré-requisito para uma reversão de tendência mais sustentável. Com a retirada do excesso de alavancagem, a pressão vendedora por liquidações forçadas diminui. Se a demanda à vista, como sugerido pela elevada velocidade on-chain, aumentar, o preço poderá se recuperar de forma mais orgânica, sem o peso de posições longas excessivamente alavancadas”, disse CryptoOnchain . Interesse aberto do XRP na Binance. Fonte: CryptoQuant No entanto, uma recuperação de curto prazo pode não ser suficiente para compensar as perdas não realizadas da Evernorth. Com um preço médio de entrada de aproximadamente US$ 2,40, o XRP precisaria subir cerca de 70% de US$ 1,43 para atingir esse patamar. Para alcançar esse nível, seriam necessários novos aportes relevantes de capital, acompanhados de uma recuperação mais ampla do mercado. O artigo Tesouraria em XRP leva Evernorth a prejuízo de US$ 380 milhões foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Tesouraria em XRP leva Evernorth a prejuízo de US$ 380 milhões

A maioria dos Digital Asset Treasuries (DATs) enfrenta crescentes perdas não realizadas à medida que a capitalização total do mercado de criptoativos continua em queda. Empresas que apostam no valor de longo prazo do XRP e o mantêm como ativo de tesouraria, como a Evernorth, atravessam situação semelhante.

Apesar dos desafios, sinais vindos de investidores de varejo e avanços dentro do ecossistema da Ripple alimentam expectativas de recuperação para o XRP.

Evernorth enfrenta uma perda não realizada

A Evernorth Holdings, uma das maiores investidoras de XRP no mundo, sofre forte pressão financeira diante do recuo das cotações do ativo.

Segundo dados da CoinGecko, a Evernorth detém atualmente 473.276.430 XRP, equivalendo a cerca de 0,473% da oferta circulante. O valor estimado desta posição é próximo de US$ 684,7 milhões.

Participação da Evernorth Holdings em XRP. Fonte: CoinGecko

A companhia realizou duas grandes aquisições em outubro e novembro do ano passado. Desde então, não ampliou sua posição.

Dados da CryptoQuant apontam que as perdas não realizadas da Evernorth vêm crescendo de forma contínua nos últimos meses. O valor já supera US$ 380 milhões, enquanto o XRP opera abaixo de US$ 1,50.

Perdas não realizadas da Evernorth. Fonte: CryptoQuant.

O BeInCrypto relatou situação semelhante entre outros DATs. A BitMine acumula quase US$ 7 bilhões em perdas não realizadas ao manter mais de 4,28 milhões de ETH. A Strategy também apresenta queda de mais de US$ 4 bilhões com as cotações do Bitcoin abaixo de US$ 71 mil.

A desvalorização do XRP e de altcoins no geral aumenta a pressão financeira sobre essas empresas. A busca por novos recursos, seja via emissão de ações ou dívidas, pode se tornar mais difícil. Investidores tendem a hesitar diante de companhias que exibem grandes prejuízos em suas tesourarias.

No pior cenário, companhias que precisam urgentemente de liquidez para quitar dívidas ou cobrir despesas operacionais podem ser forçadas a vender ativos, realizando prejuízo. Isso pode contribuir ainda mais para a queda das altcoins.

Charles Edwards, fundador da Capriole Investment, classificou o modelo de DAT como uma “explosão de alavancagem prestes a acontecer”. Ele comparou a rápida expansão dos DATs ao boom dos investment trusts na década de 1920. Edwards alertou que as atuais consequências para o mercado de criptoativos podem ser ainda mais expressivas que os colapsos da Luna e da FTX.

Notícias positivas ajudam XRP a absorver pressão de venda

Dados da Santiment mostram que investidores de varejo mantêm uma visão otimista sobre o XRP nos preços atuais, contrastando com o pessimismo crescente em relação ao Bitcoin (BTC) e ao Ethereum (ETH).

Comparação do índice de sentimento positivo/negativo de Bitcoin, Ethereum e XRP. Fonte: Santiment

Esse otimismo está relacionado a novidades favoráveis sobre o XRP. Um exemplo é a integração da Hyperliquid ao Ripple Prime, plataforma de serviços institucionais da Ripple. Outro fator importante é o lançamento das Permissioned Domains no XRPL em 4 de fevereiro de 2026, após aprovação superior a 91% dos validadores.

Enquanto isso, o analista CryptoOnchain, da CryptoQuant, apontou que o open interest do XRP na Binance recuou para o menor patamar desde novembro de 2024, caindo para US$ 405,9 milhões.

Essa queda indica uma forte “limpeza” de posições alavancadas. Com open interest tão baixo, as cotações do XRP ficam menos sensíveis à volatilidade causada por squeezes de posições longas ou curtas. O ambiente favorece uma reconfiguração do mercado, tornando mais provável uma retomada saudável.

“… Essa ‘folha em branco’ no mercado de derivativos costuma ser pré-requisito para uma reversão de tendência mais sustentável. Com a retirada do excesso de alavancagem, a pressão vendedora por liquidações forçadas diminui. Se a demanda à vista, como sugerido pela elevada velocidade on-chain, aumentar, o preço poderá se recuperar de forma mais orgânica, sem o peso de posições longas excessivamente alavancadas”, disse CryptoOnchain .

Interesse aberto do XRP na Binance. Fonte: CryptoQuant

No entanto, uma recuperação de curto prazo pode não ser suficiente para compensar as perdas não realizadas da Evernorth. Com um preço médio de entrada de aproximadamente US$ 2,40, o XRP precisaria subir cerca de 70% de US$ 1,43 para atingir esse patamar. Para alcançar esse nível, seriam necessários novos aportes relevantes de capital, acompanhados de uma recuperação mais ampla do mercado.

O artigo Tesouraria em XRP leva Evernorth a prejuízo de US$ 380 milhões foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Por que o mercado de criptomoedas está em baixa hoje 05/02/2026?A capitalização total do mercado de criptomoedas (TOTAL) caiu ainda mais no gráfico diário, com o Bitcoin (BTC) liderando as quedas. A Zcash (ZEC) emergiu como a altcoin com pior desempenho do dia, com uma queda acentuada de 20%. Nas notícias de hoje: O debate sobre a Lei CLARITY tem se concentrado em disputas sobre o rendimento de stablecoins entre bancos e empresas de criptomoedas, ofuscando implicações mais amplas. Se aprovada, a lei poderia normalizar a vigilância no estilo da Lei de Sigilo Bancário no setor de criptomoedas, pressionando intermediários a abandonarem ativos de privacidade antes que os legisladores discutam completamente as compensações em termos de privacidade. O CME Group está explorando o lançamento de seu próprio token no estilo criptomoeda , sinalizando um interesse institucional mais profundo em infraestrutura de mercado baseada em blockchain. O CEO Terry Duffy afirmou que a iniciativa se concentrará em casos de uso de margem e garantias tokenizadas, e não em pagamentos ao consumidor ou adoção de criptomoedas no varejo. O mercado de criptomoedas está em crise A capitalização total do mercado de criptomoedas caiu US$ 128 bilhões nas últimas 24 horas, chegando a US$ 2,41 trilhões. Essa queda acentuada reflete o sentimento pessimista persistente em relação aos ativos digitais. O apetite por risco permanece fraco, à medida que os investidores reagem à incerteza macroeconômica, à queda na liquidez e à pressão contínua sobre as principais criptomoedas. A onda de vendas se intensificou devido a liquidações de posições compradas alavancadas, atingindo US$ 283 milhões nas últimas 24 horas. Os fechamentos forçados aceleraram o ímpeto de queda e aumentaram a volatilidade. Se a pressão de liquidação persistir durante o fim de semana, as ações da TOTAL poderão testar novamente o suporte próximo a US$ 2,36 trilhões. Uma queda mais acentuada pode estender as perdas para o nível de US$ 2,30 trilhões. Análise de preço TOTAL. Fonte: TradingView Uma recuperação ainda é possível se as condições de mercado melhorarem. Fluxos mais robustos para criptoativos e dados estabilizadores de derivativos podem impulsionar uma retomada. Recuperar o patamar de US$ 2,45 trilhões é crucial para a reversão da tendência. Garantir esse nível pode permitir que a TOTAL avance em direção à zona de resistência de US$ 2,55 trilhões. O Bitcoin está se aproximando da mínima dos últimos 14 meses O Bitcoin estendeu sua queda, com o preço caindo para US$ 71.424 no momento da redação deste texto. Apesar da pressão vendedora contínua, o BTC permanece acima do suporte crítico de US$ 70 mil. Historicamente, esse nível atrai demanda, oferecendo estabilidade temporária em meio à volatilidade acentuada e à fragilidade da confiança do mercado no curto prazo. Os riscos de queda estão aumentando à medida que os indicadores de momentum continuam a enfraquecer. Uma queda abaixo de US$ 70 mil marcaria a mínima de 14 meses para o Bitcoin. Tal movimento poderia desencadear liquidações adicionais de posições compradas, amplificando a pressão vendedora e acelerando as perdas em direção ao nível de US$ 65.360 em condições de mercado tensas. Análise do preço do Bitcoin. Fonte: TradingView Manter o suporte de US$ 70 mil é crucial para evitar perdas maiores. Esse nível também serve como um importante limiar psicológico para os investidores. Se o interesse de compra aumentar, uma recuperação ainda é possível. Recuperar os US$ 75 mil é a meta de alta imediata para sinalizar um novo impulso de recuperação. Zcash pode atender às expectativas dos investidores A ZEC emergiu como a criptomoeda com pior desempenho do dia, reforçando a previsão anterior de queda de 55%. O ativo rompeu seu padrão triangular em meados de janeiro. Desde então, o ímpeto de baixa se intensificou, levando o preço da ZEC a US$ 245 e confirmando a fraqueza estrutural na tendência de curto prazo. As condições atuais do mercado continuam a favorecer o risco de queda para a ZEC. O aumento das saídas de capital não conseguiu invalidar a configuração baixista. Após perder o suporte de US$ 256, a ZEC permanece exposto a uma queda em direção a US$ 204. Uma ruptura abaixo desse nível poderia estender as perdas para US$ 171, completando o cenário de colapso projetado. Análise de preço do ZEC. Fonte: TradingView Uma reversão ainda é possível se os compradores defenderem o suporte chave. Uma recuperação a partir de US$ 204 ou uma recuperação antecipada poderia mudar o sentimento do mercado. O retorno de US$ 256 ao suporte sinalizaria uma força renovada. Nesse cenário, o preço da ZEC poderia se recuperar em direção a US$ 300, invalidando completamente a tese de baixa predominante. O artigo Por que o mercado de criptomoedas está em baixa hoje 05/02/2026? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Por que o mercado de criptomoedas está em baixa hoje 05/02/2026?

A capitalização total do mercado de criptomoedas (TOTAL) caiu ainda mais no gráfico diário, com o Bitcoin (BTC) liderando as quedas. A Zcash (ZEC) emergiu como a altcoin com pior desempenho do dia, com uma queda acentuada de 20%.

Nas notícias de hoje:

O debate sobre a Lei CLARITY tem se concentrado em disputas sobre o rendimento de stablecoins entre bancos e empresas de criptomoedas, ofuscando implicações mais amplas. Se aprovada, a lei poderia normalizar a vigilância no estilo da Lei de Sigilo Bancário no setor de criptomoedas, pressionando intermediários a abandonarem ativos de privacidade antes que os legisladores discutam completamente as compensações em termos de privacidade.

O CME Group está explorando o lançamento de seu próprio token no estilo criptomoeda , sinalizando um interesse institucional mais profundo em infraestrutura de mercado baseada em blockchain. O CEO Terry Duffy afirmou que a iniciativa se concentrará em casos de uso de margem e garantias tokenizadas, e não em pagamentos ao consumidor ou adoção de criptomoedas no varejo.

O mercado de criptomoedas está em crise

A capitalização total do mercado de criptomoedas caiu US$ 128 bilhões nas últimas 24 horas, chegando a US$ 2,41 trilhões. Essa queda acentuada reflete o sentimento pessimista persistente em relação aos ativos digitais. O apetite por risco permanece fraco, à medida que os investidores reagem à incerteza macroeconômica, à queda na liquidez e à pressão contínua sobre as principais criptomoedas.

A onda de vendas se intensificou devido a liquidações de posições compradas alavancadas, atingindo US$ 283 milhões nas últimas 24 horas. Os fechamentos forçados aceleraram o ímpeto de queda e aumentaram a volatilidade. Se a pressão de liquidação persistir durante o fim de semana, as ações da TOTAL poderão testar novamente o suporte próximo a US$ 2,36 trilhões. Uma queda mais acentuada pode estender as perdas para o nível de US$ 2,30 trilhões.

Análise de preço TOTAL. Fonte: TradingView

Uma recuperação ainda é possível se as condições de mercado melhorarem. Fluxos mais robustos para criptoativos e dados estabilizadores de derivativos podem impulsionar uma retomada. Recuperar o patamar de US$ 2,45 trilhões é crucial para a reversão da tendência. Garantir esse nível pode permitir que a TOTAL avance em direção à zona de resistência de US$ 2,55 trilhões.

O Bitcoin está se aproximando da mínima dos últimos 14 meses

O Bitcoin estendeu sua queda, com o preço caindo para US$ 71.424 no momento da redação deste texto. Apesar da pressão vendedora contínua, o BTC permanece acima do suporte crítico de US$ 70 mil. Historicamente, esse nível atrai demanda, oferecendo estabilidade temporária em meio à volatilidade acentuada e à fragilidade da confiança do mercado no curto prazo.

Os riscos de queda estão aumentando à medida que os indicadores de momentum continuam a enfraquecer. Uma queda abaixo de US$ 70 mil marcaria a mínima de 14 meses para o Bitcoin. Tal movimento poderia desencadear liquidações adicionais de posições compradas, amplificando a pressão vendedora e acelerando as perdas em direção ao nível de US$ 65.360 em condições de mercado tensas.

Análise do preço do Bitcoin. Fonte: TradingView

Manter o suporte de US$ 70 mil é crucial para evitar perdas maiores. Esse nível também serve como um importante limiar psicológico para os investidores. Se o interesse de compra aumentar, uma recuperação ainda é possível. Recuperar os US$ 75 mil é a meta de alta imediata para sinalizar um novo impulso de recuperação.

Zcash pode atender às expectativas dos investidores

A ZEC emergiu como a criptomoeda com pior desempenho do dia, reforçando a previsão anterior de queda de 55%. O ativo rompeu seu padrão triangular em meados de janeiro. Desde então, o ímpeto de baixa se intensificou, levando o preço da ZEC a US$ 245 e confirmando a fraqueza estrutural na tendência de curto prazo.

As condições atuais do mercado continuam a favorecer o risco de queda para a ZEC. O aumento das saídas de capital não conseguiu invalidar a configuração baixista. Após perder o suporte de US$ 256, a ZEC permanece exposto a uma queda em direção a US$ 204. Uma ruptura abaixo desse nível poderia estender as perdas para US$ 171, completando o cenário de colapso projetado.

Análise de preço do ZEC. Fonte: TradingView

Uma reversão ainda é possível se os compradores defenderem o suporte chave. Uma recuperação a partir de US$ 204 ou uma recuperação antecipada poderia mudar o sentimento do mercado. O retorno de US$ 256 ao suporte sinalizaria uma força renovada. Nesse cenário, o preço da ZEC poderia se recuperar em direção a US$ 300, invalidando completamente a tese de baixa predominante.

O artigo Por que o mercado de criptomoedas está em baixa hoje 05/02/2026? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Preço do bitcoin cai abaixo de US$ 70 mil após queda de 21% nesta semanaO preço do Bitcoin caiu abaixo do patamar de US$ 70 mil na terça-feira, atingindo uma mínima intradiária de US$ 69.922 no momento desta reportagem. Esse movimento marca a primeira vez que o BTC é negociado nesse nível desde novembro de 2024, evidenciando a intensidade da correção em andamento. Análise de preço do Bitcoin. Fonte: TradingView A queda foi impulsionada por sinais macroeconômicos negativos e por um forte processo de desalavancagem nos mercados de derivativos. Nas últimas 24 horas, as liquidações em cascata somaram cerca de US$ 451 milhões, aumentando a pressão vendedora e acelerando as perdas. Com um importante suporte psicológico rompido, a cotação do Bitcoin fica mais suscetível a novas quedas, com US$ 65 mil se firmando como o próximo nível crítico caso o movimento de baixa continue. O artigo Preço do bitcoin cai abaixo de US$ 70 mil após queda de 21% nesta semana foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Preço do bitcoin cai abaixo de US$ 70 mil após queda de 21% nesta semana

O preço do Bitcoin caiu abaixo do patamar de US$ 70 mil na terça-feira, atingindo uma mínima intradiária de US$ 69.922 no momento desta reportagem. Esse movimento marca a primeira vez que o BTC é negociado nesse nível desde novembro de 2024, evidenciando a intensidade da correção em andamento.

Análise de preço do Bitcoin. Fonte: TradingView

A queda foi impulsionada por sinais macroeconômicos negativos e por um forte processo de desalavancagem nos mercados de derivativos. Nas últimas 24 horas, as liquidações em cascata somaram cerca de US$ 451 milhões, aumentando a pressão vendedora e acelerando as perdas.

Com um importante suporte psicológico rompido, a cotação do Bitcoin fica mais suscetível a novas quedas, com US$ 65 mil se firmando como o próximo nível crítico caso o movimento de baixa continue.

O artigo Preço do bitcoin cai abaixo de US$ 70 mil após queda de 21% nesta semana foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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