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Vitalik Buterin diz que mercados de previsão usados como proteção podem substituir o dinheiroO Vitalik Buterin, aquele caboclo que ajudou a criar o Ethereum, soltou umas ideia diferente. Ele disse que esse tal de “hedge” nos mercados de previsão podia dar uma estabilidade nos preços igual às stablecoins, e que, se bobear, nem precisava mais de moeda do governo. Num tuíte grandão, o moço explicou como que dava pra deixar esses mercados de previsão mais úteis. Ele comentou que, apesar de já terem alcançado um “nível alto” de sucesso, tão começando a gerar muito “lixo corporativo”, coisa que atrapalha mais do que ajuda. Os tais mercados de previsão tão ficando meio viciados em coisa que não dá futuro não: aposta rápida em preço de cripto, jogo de futebol e outras moda que só dão aquele barato momentâneo, mas não trazem satisfação duradoura nem informação útil pra sociedade. Buterin fala que a saída é mudar o rumo: em vez de ficar nessa de moeda fiduciária, o trem seria usar os mercados de previsão como uma forma de proteção. Tipo assim: um acionista de empresa de biotecnologia aposta na vitória de um partido que, se ganhar, vai prejudicar a empresa. Se o partido vence, ele perde na ação mas ganha na aposta; se o partido perde, ele ganha na ação. De um jeito ou de outro, ele se protege. A ideia dele é que isso poderia substituir as stablecoins, que hoje dão estabilidade de preço mas continuam presas ao dólar ou outra moeda oficial. Ele cutuca: “E se a solução for acabar de vez com o conceito de moeda?” Buterin imagina mercados de previsão pra tudo que o povo compra no dia a dia. Cada pessoa teria um sistema que entende seus gastos e monta uma cesta personalizada de participações nesses mercados, representando alguns dias das despesas futuras. Assim, em vez de guardar moeda fiduciária, o sujeito guarda essas participações e garante estabilidade de preço. No fim das contas, os pagamentos seriam feitos em ativos que o povo realmente quer segurar, tipo Ethereum, ações ou moeda remunerada. Ele acredita que, se der certo, vai ser mais sustentável que o sistema atual, porque todo mundo sai satisfeito e o capital sofisticado entra com força. Outros do setor concordam: mercado de previsão não é pra alimentar vício de aposta, mas pra virar ferramenta de proteção, coordenação e estabilidade econômica. Aí deixa de ser entretenimento e vira infraestrutura de informação. $ETH $XRP

Vitalik Buterin diz que mercados de previsão usados como proteção podem substituir o dinheiro

O Vitalik Buterin, aquele caboclo que ajudou a criar o Ethereum, soltou umas ideia diferente. Ele disse que esse tal de “hedge” nos mercados de previsão podia dar uma estabilidade nos preços igual às stablecoins, e que, se bobear, nem precisava mais de moeda do governo.
Num tuíte grandão, o moço explicou como que dava pra deixar esses mercados de previsão mais úteis. Ele comentou que, apesar de já terem alcançado um “nível alto” de sucesso, tão começando a gerar muito “lixo corporativo”, coisa que atrapalha mais do que ajuda.

Os tais mercados de previsão tão ficando meio viciados em coisa que não dá futuro não: aposta rápida em preço de cripto, jogo de futebol e outras moda que só dão aquele barato momentâneo, mas não trazem satisfação duradoura nem informação útil pra sociedade.
Buterin fala que a saída é mudar o rumo: em vez de ficar nessa de moeda fiduciária, o trem seria usar os mercados de previsão como uma forma de proteção. Tipo assim: um acionista de empresa de biotecnologia aposta na vitória de um partido que, se ganhar, vai prejudicar a empresa. Se o partido vence, ele perde na ação mas ganha na aposta; se o partido perde, ele ganha na ação. De um jeito ou de outro, ele se protege.
A ideia dele é que isso poderia substituir as stablecoins, que hoje dão estabilidade de preço mas continuam presas ao dólar ou outra moeda oficial. Ele cutuca: “E se a solução for acabar de vez com o conceito de moeda?”
Buterin imagina mercados de previsão pra tudo que o povo compra no dia a dia. Cada pessoa teria um sistema que entende seus gastos e monta uma cesta personalizada de participações nesses mercados, representando alguns dias das despesas futuras. Assim, em vez de guardar moeda fiduciária, o sujeito guarda essas participações e garante estabilidade de preço.
No fim das contas, os pagamentos seriam feitos em ativos que o povo realmente quer segurar, tipo Ethereum, ações ou moeda remunerada. Ele acredita que, se der certo, vai ser mais sustentável que o sistema atual, porque todo mundo sai satisfeito e o capital sofisticado entra com força.
Outros do setor concordam: mercado de previsão não é pra alimentar vício de aposta, mas pra virar ferramenta de proteção, coordenação e estabilidade econômica. Aí deixa de ser entretenimento e vira infraestrutura de informação.
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A CryptoQuant prevê que o Bitcoin ainda cairá até essa faixa de preço no ciclo de baixa atualÔ trem bão, mas num é bem assim não… Os caboclo que mexe com Bitcoin e tá achando que o bichim já bateu no fundo desse ciclo vão acabar é desapontado, viu. Segundo um relatório fresquinho da CryptoQuant, tem que ter paciência, uai. Fundo de mercado de baixa demora a firmar, e eles tão dizendo que o verdadeiro fundo do BTC tá lá pros 55 mil dólares. O tal relatório fala que esse preço realizado é tipo um chão histórico, que já segurou o mercado em outras quedas. E quando o valor encosta nesse ponto, costuma ficar rodando ali de 4 a 6 meses, igual carro atolado em lama. Ainda por cima, o indicador deles mostra que o mercado tá só na fase de “bear”, nem chegou na “extreme bear” ainda, que é quando geralmente aparece o fundo de verdade. Outros analistas também tão nessa linha: o pessoal da Galaxy comentou que falta força e catalisador de curto prazo, e que o preço pode cair até a média móvel de 200 semanas, em torno de 58 mil dólares. Já o Standard Chartered foi mais ousado e disse que o Bitcoin pode dar uma escorregada até os 50 mil antes de pensar em subir rumo aos 100 mil.

A CryptoQuant prevê que o Bitcoin ainda cairá até essa faixa de preço no ciclo de baixa atual

Ô trem bão, mas num é bem assim não… Os caboclo que mexe com Bitcoin e tá achando que o bichim já bateu no fundo desse ciclo vão acabar é desapontado, viu. Segundo um relatório fresquinho da CryptoQuant, tem que ter paciência, uai. Fundo de mercado de baixa demora a firmar, e eles tão dizendo que o verdadeiro fundo do BTC tá lá pros 55 mil dólares.
O tal relatório fala que esse preço realizado é tipo um chão histórico, que já segurou o mercado em outras quedas. E quando o valor encosta nesse ponto, costuma ficar rodando ali de 4 a 6 meses, igual carro atolado em lama.
Ainda por cima, o indicador deles mostra que o mercado tá só na fase de “bear”, nem chegou na “extreme bear” ainda, que é quando geralmente aparece o fundo de verdade. Outros analistas também tão nessa linha: o pessoal da Galaxy comentou que falta força e catalisador de curto prazo, e que o preço pode cair até a média móvel de 200 semanas, em torno de 58 mil dólares. Já o Standard Chartered foi mais ousado e disse que o Bitcoin pode dar uma escorregada até os 50 mil antes de pensar em subir rumo aos 100 mil.
Kevin O’Leary, do Shark Tank, venceu na Justiça contra o youtuber cripto BitBoy e receberá US$ 2,8 mO investidor e empresário Kevin O’Leary, que o povo conhece lá do programa Shark Tank, ganhou uma briga boa na Justiça. A juíza Beth Bloom mandou que o youtuber Ben Armstrong, mais famoso como “BitBoy”, pagasse pra ele uns 2,8 milhões de dólares por causa de difamação. Desse dinheiro, tem uns 78 mil que é por mexer com a reputação dele, 750 mil por sofrimento emocional e mais 2 milhões de punição mesmo. O BitBoy nem se defendeu direito no processo. Tudo começou lá em março de 2025, quando o BitBoy postou umas coisas na rede X dizendo que O’Leary e a esposa tinham culpa num acidente de barco que matou gente no Canadá em 2019. Nunca provaram nada disso. Pra piorar, ele ainda soltou o número de celular do investidor. Em 2026, o BitBoy tentou derrubar a decisão, falando de problema de saúde mental e até de prisão, mas a Justiça não aceitou não. Essa condenação é só mais uma confusão na vida dele, que já se enroscou com promoção de token, acordo com Binance, CFTC e até parceria com o jogador Jimmy Butler. O O’Leary também já teve suas polêmicas, tipo quando botou dinheiro na FTX antes da corretora quebrar. Ele chegou a dizer que apoiaria de novo o Sam Bankman-Fried antes da condenação dele. Agora, mesmo com essa indenização alta, o povo comenta que vai ser difícil o O’Leary receber tudo, porque os negócios do BitBoy tão meio capengando financeiramente. $BTC $ETH $BNB

Kevin O’Leary, do Shark Tank, venceu na Justiça contra o youtuber cripto BitBoy e receberá US$ 2,8 m

O investidor e empresário Kevin O’Leary, que o povo conhece lá do programa Shark Tank, ganhou uma briga boa na Justiça. A juíza Beth Bloom mandou que o youtuber Ben Armstrong, mais famoso como “BitBoy”, pagasse pra ele uns 2,8 milhões de dólares por causa de difamação.
Desse dinheiro, tem uns 78 mil que é por mexer com a reputação dele, 750 mil por sofrimento emocional e mais 2 milhões de punição mesmo. O BitBoy nem se defendeu direito no processo.
Tudo começou lá em março de 2025, quando o BitBoy postou umas coisas na rede X dizendo que O’Leary e a esposa tinham culpa num acidente de barco que matou gente no Canadá em 2019. Nunca provaram nada disso. Pra piorar, ele ainda soltou o número de celular do investidor.
Em 2026, o BitBoy tentou derrubar a decisão, falando de problema de saúde mental e até de prisão, mas a Justiça não aceitou não. Essa condenação é só mais uma confusão na vida dele, que já se enroscou com promoção de token, acordo com Binance, CFTC e até parceria com o jogador Jimmy Butler.
O O’Leary também já teve suas polêmicas, tipo quando botou dinheiro na FTX antes da corretora quebrar. Ele chegou a dizer que apoiaria de novo o Sam Bankman-Fried antes da condenação dele.
Agora, mesmo com essa indenização alta, o povo comenta que vai ser difícil o O’Leary receber tudo, porque os negócios do BitBoy tão meio capengando financeiramente.
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Multinacional do petróleo lança token de energia na XRP Ledger e pode ofertá-lo no Brasil em breveA grandona do petróleo resolveu entrar na onda da tecnologia e lançou um trem diferente: um token de energia que dá pra acompanhar tudim pelo blockchain, com segurança e transparência. Esse tal de ENERTOKEN já movimentou mais de 800 milhões de dólares em ativos, e tem chance de pintar aqui no Brasil, principalmente agora que a ANEEL abriu as porteiras pra inovação no setor elétrico. A responsável pela novidade é a petrolífera argentina YPF, junto com sua subsidiária YPF Luz. Eles criaram uma plataforma digital que deixa contratar e gerenciar energia de um jeito bem moderno: simulação de custo, assinatura digital, acompanhamento do consumo, faturamento e relatórios em tempo real. Tudo isso rodando na rede pública XRP Ledger. O sistema funciona como se fosse um livro-caixa imutável: cada operação fica registrada e rastreável, o que dá mais confiança e corta um bocado de burocracia. O CEO da YPF Luz disse que isso muda a forma de comercializar energia, deixando o processo mais eficiente e acessível. Na próxima fase, umas 90 empresas que já usam energia da YPF Luz vão ganhar acesso a um portal cheio de recurso: histórico de faturas, relatórios detalhados e monitoramento em tempo real. E tem mais: a parceira Justoken, que já atua no Brasil, participou do primeiro projeto de tokenização de crédito do agronegócio por aqui. Isso mostra que o caminho tá aberto pra essa tecnologia chegar de vez no país. No Brasil, a YPF já tem presença forte: a subsidiária YPF Brasil fechou parceria com a Newave Energia pra usar só fontes renováveis, como solar e eólica, em sua produção. Foi a primeira indústria de óleo lubrificante a funcionar 100% com energia limpa, reforçando o compromisso com sustentabilidade e práticas ESG. $BTC

Multinacional do petróleo lança token de energia na XRP Ledger e pode ofertá-lo no Brasil em breve

A grandona do petróleo resolveu entrar na onda da tecnologia e lançou um trem diferente: um token de energia que dá pra acompanhar tudim pelo blockchain, com segurança e transparência.
Esse tal de ENERTOKEN já movimentou mais de 800 milhões de dólares em ativos, e tem chance de pintar aqui no Brasil, principalmente agora que a ANEEL abriu as porteiras pra inovação no setor elétrico.
A responsável pela novidade é a petrolífera argentina YPF, junto com sua subsidiária YPF Luz. Eles criaram uma plataforma digital que deixa contratar e gerenciar energia de um jeito bem moderno: simulação de custo, assinatura digital, acompanhamento do consumo, faturamento e relatórios em tempo real. Tudo isso rodando na rede pública XRP Ledger.
O sistema funciona como se fosse um livro-caixa imutável: cada operação fica registrada e rastreável, o que dá mais confiança e corta um bocado de burocracia. O CEO da YPF Luz disse que isso muda a forma de comercializar energia, deixando o processo mais eficiente e acessível.
Na próxima fase, umas 90 empresas que já usam energia da YPF Luz vão ganhar acesso a um portal cheio de recurso: histórico de faturas, relatórios detalhados e monitoramento em tempo real.
E tem mais: a parceira Justoken, que já atua no Brasil, participou do primeiro projeto de tokenização de crédito do agronegócio por aqui. Isso mostra que o caminho tá aberto pra essa tecnologia chegar de vez no país.
No Brasil, a YPF já tem presença forte: a subsidiária YPF Brasil fechou parceria com a Newave Energia pra usar só fontes renováveis, como solar e eólica, em sua produção. Foi a primeira indústria de óleo lubrificante a funcionar 100% com energia limpa, reforçando o compromisso com sustentabilidade e práticas ESG.
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Ripple amplia a adoção institucional de custódia ao integrar segurança, compliance e stakingA Ripple $XRP , que é referência em soluções de blockchain pros mercados financeiros, resolveu dar uma turbinada no Ripple Custody. A empresa fechou umas parcerias estratégicas que deixam o serviço de custódia de ativos digitais ainda mais parrudo e pronto pra atender instituição grande. Entraram no jogo a Securosys e a Figment, além da integração com a Chainalysis e da compra da Palisade. Com isso, o Ripple Custody ficou mais simples de contratar, mais rápido de colocar pra rodar e dá segurança pras instituições reguladas trabalharem em escala sem dor de cabeça. Agora, a Ripple oferece os recursos CyberVault HSM e CloudHSM da Securosys, que é especialista em segurança de hardware. Isso permite que bancos e custodians usem custódia baseada em HSM sem gastar demais nem enfrentar burocracia. Dá pra rodar tanto local quanto na nuvem, mantendo o nível máximo de proteção. É uma solução pronta, econômica e escalável, que garante controle direto das chaves criptográficas e atende às exigências de qualquer jurisdição. Pra completar, a parceria com a Figment trouxe o staking institucional. Ou seja, bancos e empresas reguladas podem oferecer staking em redes como Ethereum e Solana, sem precisar montar infraestrutura própria. O staking já vem integrado ao fluxo de custódia, mantendo segurança e compliance de alto nível. Essas novidades vêm junto com outros avanços: a compra da Palisade, que agiliza a entrega de wallets escaláveis, e a integração com a Chainalysis, que permite triagem de transações em tempo real. Tudo isso mostra que a Ripple tá firme no propósito de oferecer uma infraestrutura de custódia pronta pra produção e confiável pras instituições. $BTC

Ripple amplia a adoção institucional de custódia ao integrar segurança, compliance e staking

A Ripple $XRP , que é referência em soluções de blockchain pros mercados financeiros, resolveu dar uma turbinada no Ripple Custody. A empresa fechou umas parcerias estratégicas que deixam o serviço de custódia de ativos digitais ainda mais parrudo e pronto pra atender instituição grande.
Entraram no jogo a Securosys e a Figment, além da integração com a Chainalysis e da compra da Palisade. Com isso, o Ripple Custody ficou mais simples de contratar, mais rápido de colocar pra rodar e dá segurança pras instituições reguladas trabalharem em escala sem dor de cabeça.
Agora, a Ripple oferece os recursos CyberVault HSM e CloudHSM da Securosys, que é especialista em segurança de hardware. Isso permite que bancos e custodians usem custódia baseada em HSM sem gastar demais nem enfrentar burocracia. Dá pra rodar tanto local quanto na nuvem, mantendo o nível máximo de proteção. É uma solução pronta, econômica e escalável, que garante controle direto das chaves criptográficas e atende às exigências de qualquer jurisdição.
Pra completar, a parceria com a Figment trouxe o staking institucional. Ou seja, bancos e empresas reguladas podem oferecer staking em redes como Ethereum e Solana, sem precisar montar infraestrutura própria. O staking já vem integrado ao fluxo de custódia, mantendo segurança e compliance de alto nível.
Essas novidades vêm junto com outros avanços: a compra da Palisade, que agiliza a entrega de wallets escaláveis, e a integração com a Chainalysis, que permite triagem de transações em tempo real. Tudo isso mostra que a Ripple tá firme no propósito de oferecer uma infraestrutura de custódia pronta pra produção e confiável pras instituições.
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A Associação Nacional dos DETRANs debate o uso da tecnologia blockchain durante o ANDTech 2026A ANDTech 2026 chega na sua segunda edição já firme como o maior encontro do Brasil pra falar de tecnologia, inovação e transformação digital no trânsito e na mobilidade. Vai ser nos dias 9, 10 e 11 de março, lá no Complexo Anhembi, em São Paulo, juntando os principais líderes públicos e privados da área. Organizada pela Associação Nacional dos DETRANs (AND) junto com o Detran-SP, a ANDTech virou um espaço estratégico onde governo, mercado e instituições técnicas se encontram pra pensar juntos soluções modernas pros serviços de trânsito. Mais que um congresso, a ANDTech é uma plataforma de alto nível pra discutir políticas públicas, integração tecnológica e geração de negócios, conectando quem decide e quem influencia em todo o país. Quem participa - Presidentes e diretores dos DETRANs de todos os estados - Secretarias de mobilidade, gestores municipais, especialistas e acadêmicos - Empresas líderes em tecnologia pro setor público - Órgãos como PRODESP, PRF, DERs e outras entidades ligadas à fiscalização e segurança viária - Bancos, fintechs, empresas de tecnologia, setor automotivo e todo o ecossistema de mobilidade Essa mistura de gente do poder público com a iniciativa privada fortalece a construção de uma agenda tecnológica nacional voltada pra eficiência, segurança e melhoria da vida do cidadão. Três dias de imersão - Dia 9: Fóruns técnicos sobre habilitação, fiscalização, leilão, sinistros, educação, jurídico, tecnologia e comunicação. Também tem reunião exclusiva dos presidentes dos DETRANs. - Dia 10: Abertura oficial com lideranças governamentais e palestra sobre megatendências internacionais. Painel “Do Digital ao Agêntico” discutindo governo digital e autonomia pública. - Dia 11: Debates sobre governança, impacto social e o papel do poder público na Era da Autonomia. Temas de destaque - Inteligência Artificial aplicada à segurança viária: IA salvando vidas, Edge AI, visão computacional e casos como o INFOSIGA preditivo. - Digitalização veicular e blockchain: Renave Digital, carros On-Chain, combate a fraudes e fiscalização automatizada. - Governança e ética: Painéis sobre IA no setor público e novas formas de atendimento ao cidadão. Serviço ANDTech 2026 📅 9, 10 e 11 de março 📍 Complexo Anhembi – São Paulo $BNB $PAXG $ETH

A Associação Nacional dos DETRANs debate o uso da tecnologia blockchain durante o ANDTech 2026

A ANDTech 2026 chega na sua segunda edição já firme como o maior encontro do Brasil pra falar de tecnologia, inovação e transformação digital no trânsito e na mobilidade. Vai ser nos dias 9, 10 e 11 de março, lá no Complexo Anhembi, em São Paulo, juntando os principais líderes públicos e privados da área.
Organizada pela Associação Nacional dos DETRANs (AND) junto com o Detran-SP, a ANDTech virou um espaço estratégico onde governo, mercado e instituições técnicas se encontram pra pensar juntos soluções modernas pros serviços de trânsito.
Mais que um congresso, a ANDTech é uma plataforma de alto nível pra discutir políticas públicas, integração tecnológica e geração de negócios, conectando quem decide e quem influencia em todo o país.
Quem participa
- Presidentes e diretores dos DETRANs de todos os estados
- Secretarias de mobilidade, gestores municipais, especialistas e acadêmicos
- Empresas líderes em tecnologia pro setor público
- Órgãos como PRODESP, PRF, DERs e outras entidades ligadas à fiscalização e segurança viária
- Bancos, fintechs, empresas de tecnologia, setor automotivo e todo o ecossistema de mobilidade
Essa mistura de gente do poder público com a iniciativa privada fortalece a construção de uma agenda tecnológica nacional voltada pra eficiência, segurança e melhoria da vida do cidadão.
Três dias de imersão
- Dia 9: Fóruns técnicos sobre habilitação, fiscalização, leilão, sinistros, educação, jurídico, tecnologia e comunicação. Também tem reunião exclusiva dos presidentes dos DETRANs.
- Dia 10: Abertura oficial com lideranças governamentais e palestra sobre megatendências internacionais. Painel “Do Digital ao Agêntico” discutindo governo digital e autonomia pública.
- Dia 11: Debates sobre governança, impacto social e o papel do poder público na Era da Autonomia.
Temas de destaque
- Inteligência Artificial aplicada à segurança viária: IA salvando vidas, Edge AI, visão computacional e casos como o INFOSIGA preditivo.
- Digitalização veicular e blockchain: Renave Digital, carros On-Chain, combate a fraudes e fiscalização automatizada.
- Governança e ética: Painéis sobre IA no setor público e novas formas de atendimento ao cidadão.
Serviço
ANDTech 2026
📅 9, 10 e 11 de março
📍 Complexo Anhembi – São Paulo
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Ex-participante de reality show usa memecoin para fortalecer campanha ao Senado dos EUAO americano Mark Moran, que já foi figura de destaque no reality FBoy Island da HBO Max, resolveu arrumar uma moda diferente pra tentar chegar no Senado lá dos Estados Unidos. O moço, de 34 anos, que tá disputando as primárias democratas na Virgínia contra o senador Mark Warner, inventou de usar uma tal de memecoin como ferramenta de campanha. Moran ficou conhecido depois de aparecer no programa em 2021. Numa conversa, ele explicou que criou o projeto chamado $MORAN pra dar uma sacudida no jeito de financiar política e chamar a atenção de quem mexe com criptomoeda. Segundo ele, além de juntar recurso, isso ajuda a gerar burburinho e engajamento — mesmo correndo o risco de despertar o olhar dos reguladores e dos adversários. O candidato chegou até a postar o contrato do token na rede social X, mas depois tirou do ar. De acordo com a plataforma Bags, Moran conseguiu embolsar perto de 24 mil dólares com o lançamento da memecoin feita na Solana. O trem chegou a bater quase 32 mil dólares de valor, mas logo despencou. Política misturada com moeda digital, uai! Esse tal de Moran entrou na conversa das memecoins, que já teve até moeda ligada ao presidente Donald Trump, a tal da $TRUMP , que chegou num valor de mercado de mais de 14 bilhões de dólares no auge. Outros políticos, tipo Robert F. Kennedy Jr., também já aceitaram doação em cripto. Mas Moran fala que não quer usar essa moeda pra doação direta nem pra financiar grupo grande de campanha, não. O plano dele é pegar os royalties do projeto, recomprar os tokens e montar um “tesouro digital”, como se fosse um cofrinho moderno. Só que os especialistas tão de olho e avisam: tem risco regulatório aí. A Comissão Eleitoral dos Estados Unidos pode achar ruim se moeda digital for usada pra esconder quem tá doando ou se tiver dinheiro vindo de fora do país. E não é só isso, não. Moran já deu o que falar quando apostou na própria vitória eleitoral numa plataforma chamada Kalshi, o que não pode pelas regras deles. Mesmo com as críticas, Moran insiste que vê nas criptomoedas uma forma mais transparente de chamar atenção nacional e cutucar o modelo tradicional de financiamento político. É como se dissesse: “vamo mudar esse trem, uai!” $PEPE

Ex-participante de reality show usa memecoin para fortalecer campanha ao Senado dos EUA

O americano Mark Moran, que já foi figura de destaque no reality FBoy Island da HBO Max, resolveu arrumar uma moda diferente pra tentar chegar no Senado lá dos Estados Unidos. O moço, de 34 anos, que tá disputando as primárias democratas na Virgínia contra o senador Mark Warner, inventou de usar uma tal de memecoin como ferramenta de campanha. Moran ficou conhecido depois de aparecer no programa em 2021.
Numa conversa, ele explicou que criou o projeto chamado $MORAN pra dar uma sacudida no jeito de financiar política e chamar a atenção de quem mexe com criptomoeda. Segundo ele, além de juntar recurso, isso ajuda a gerar burburinho e engajamento — mesmo correndo o risco de despertar o olhar dos reguladores e dos adversários.
O candidato chegou até a postar o contrato do token na rede social X, mas depois tirou do ar. De acordo com a plataforma Bags, Moran conseguiu embolsar perto de 24 mil dólares com o lançamento da memecoin feita na Solana. O trem chegou a bater quase 32 mil dólares de valor, mas logo despencou.

Política misturada com moeda digital, uai! Esse tal de Moran entrou na conversa das memecoins, que já teve até moeda ligada ao presidente Donald Trump, a tal da $TRUMP , que chegou num valor de mercado de mais de 14 bilhões de dólares no auge. Outros políticos, tipo Robert F. Kennedy Jr., também já aceitaram doação em cripto.
Mas Moran fala que não quer usar essa moeda pra doação direta nem pra financiar grupo grande de campanha, não. O plano dele é pegar os royalties do projeto, recomprar os tokens e montar um “tesouro digital”, como se fosse um cofrinho moderno.
Só que os especialistas tão de olho e avisam: tem risco regulatório aí. A Comissão Eleitoral dos Estados Unidos pode achar ruim se moeda digital for usada pra esconder quem tá doando ou se tiver dinheiro vindo de fora do país.
E não é só isso, não. Moran já deu o que falar quando apostou na própria vitória eleitoral numa plataforma chamada Kalshi, o que não pode pelas regras deles.
Mesmo com as críticas, Moran insiste que vê nas criptomoedas uma forma mais transparente de chamar atenção nacional e cutucar o modelo tradicional de financiamento político. É como se dissesse: “vamo mudar esse trem, uai!”
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X afirma que lançará negociação de criptomoedas em tempo real nas próximas semanasA tal da plataforma X tá pra soltar umas funções novas daqui umas semanas. Uma delas chama “Smart Cashtags”: vai dar pra mexê com ação e criptomoeda direto na linha do tempo, sem precisar saí da tela onde cê tá lendo os tuítes. Foi o chefe de produto, Nikita Bier, que falou isso num tuíte no sábado, dia 14. Na prática, é assim: o caboclo vai poder comprá ou vendê ativo ali mesmo, no meio das publicações, sem precisar abrí outra aba ou aplicativo. Hoje em dia, esses cashtags — tipo $TSLA da Tesla ou $BTC do Bitcoin — só servem pra mostrar informação de mercado, igual hashtag, mas com cifrão no lugar da cerquilha. A diferença é que agora vai dá pra negociá de verdade na própria interface. Só que ainda tem coisa meio nebulosa: não se sabe se as transações vão ser feitas dentro da própria rede social ou se vão usá parceiro de fora. Também não tá claro como vai ficá a custódia das criptomoedas e se o trem vai funcioná no mundo inteiro ou só em alguns cantos primeiro. Ô trem bão, sô! O povo andou falando das tais criptomoedas e do tal de X Money. O anúncio veio bem na hora em que muita gente tava criticando uns projetos de cripto lá dentro da rede social. O executivo até disse que tem umas aplicações que só servem pra encher de spam, juntar ataque coordenado e até assédio. Isso aí, segundo ele, estraga a experiência de milhões de usuários, só pra dar dinheiro pra meia dúzia. E não é que essa novidade vem junto com o avanço do X Money? Pois é, esse sistema financeiro quer juntar pagamento e investimento tudo dentro da própria plataforma. Teve até apresentação interna da xAI mostrando que o trem já tá em teste com os funcionários e, daqui uns meses, deve chegar pra alguns usuários escolhidos. A expectativa, segundo o Criptonoticias, é transformar a rede social num centro completinho de transações digitais. Já conseguiram licença pra transmitir dinheiro em mais de 40 estados lá dos Estados Unidos. Uai, se der certo, vai virar um verdadeiro “hub” financeiro dentro da rede.

X afirma que lançará negociação de criptomoedas em tempo real nas próximas semanas

A tal da plataforma X tá pra soltar umas funções novas daqui umas semanas. Uma delas chama “Smart Cashtags”: vai dar pra mexê com ação e criptomoeda direto na linha do tempo, sem precisar saí da tela onde cê tá lendo os tuítes. Foi o chefe de produto, Nikita Bier, que falou isso num tuíte no sábado, dia 14.
Na prática, é assim: o caboclo vai poder comprá ou vendê ativo ali mesmo, no meio das publicações, sem precisar abrí outra aba ou aplicativo. Hoje em dia, esses cashtags — tipo $TSLA da Tesla ou $BTC do Bitcoin — só servem pra mostrar informação de mercado, igual hashtag, mas com cifrão no lugar da cerquilha. A diferença é que agora vai dá pra negociá de verdade na própria interface.
Só que ainda tem coisa meio nebulosa: não se sabe se as transações vão ser feitas dentro da própria rede social ou se vão usá parceiro de fora. Também não tá claro como vai ficá a custódia das criptomoedas e se o trem vai funcioná no mundo inteiro ou só em alguns cantos primeiro.

Ô trem bão, sô! O povo andou falando das tais criptomoedas e do tal de X Money. O anúncio veio bem na hora em que muita gente tava criticando uns projetos de cripto lá dentro da rede social. O executivo até disse que tem umas aplicações que só servem pra encher de spam, juntar ataque coordenado e até assédio. Isso aí, segundo ele, estraga a experiência de milhões de usuários, só pra dar dinheiro pra meia dúzia.
E não é que essa novidade vem junto com o avanço do X Money? Pois é, esse sistema financeiro quer juntar pagamento e investimento tudo dentro da própria plataforma. Teve até apresentação interna da xAI mostrando que o trem já tá em teste com os funcionários e, daqui uns meses, deve chegar pra alguns usuários escolhidos.
A expectativa, segundo o Criptonoticias, é transformar a rede social num centro completinho de transações digitais. Já conseguiram licença pra transmitir dinheiro em mais de 40 estados lá dos Estados Unidos. Uai, se der certo, vai virar um verdadeiro “hub” financeiro dentro da rede.
“HOME/USDT: café quente pra acompanhar o mercado”Ô trem bão, sô! A tal da criptomoeda HOME tá lá na Binance dando seus passinhos. Nas últimas 24 horas, o preço ficou na casa dos US$ 0,0277, subindo um tiquinho, coisa de 0,5%. O povo mexeu nela com um volume de uns 16,5 milhões de dólares, e a capitalização tá girando em torno de 97 milhões. Pra quem gosta de saber dos números: já tem mais de 3,4 bilhões de tokens circulando, mas o teto é de 10 bilhões. Ou seja, ainda tem chão pela frente. E o contexto? - O token tá rodando na BNB Chain, dentro do mundão das finanças descentralizadas (DeFi). - Já chegou a valer perto de US$ 0,05 lá em agosto de 2025, mas também já caiu pra uns US$ 0,02 em dezembro. É aquele sobe e desce que deixa o coração acelerado. Recado É bom lembrar: criptomoeda é igual montanha russa, sobe e desce sem pedir licença. Então, antes de colocar dinheiro, vale dar uma olhada no projeto, ver se tem fundamento e se faz sentido pra você.

“HOME/USDT: café quente pra acompanhar o mercado”

Ô trem bão, sô! A tal da criptomoeda HOME tá lá na Binance dando seus passinhos. Nas últimas 24 horas, o preço ficou na casa dos US$ 0,0277, subindo um tiquinho, coisa de 0,5%. O povo mexeu nela com um volume de uns 16,5 milhões de dólares, e a capitalização tá girando em torno de 97 milhões.
Pra quem gosta de saber dos números: já tem mais de 3,4 bilhões de tokens circulando, mas o teto é de 10 bilhões. Ou seja, ainda tem chão pela frente.
E o contexto?
- O token tá rodando na BNB Chain, dentro do mundão das finanças descentralizadas (DeFi).
- Já chegou a valer perto de US$ 0,05 lá em agosto de 2025, mas também já caiu pra uns US$ 0,02 em dezembro. É aquele sobe e desce que deixa o coração acelerado.
Recado
É bom lembrar: criptomoeda é igual montanha russa, sobe e desce sem pedir licença. Então, antes de colocar dinheiro, vale dar uma olhada no projeto, ver se tem fundamento e se faz sentido pra você.
Coinbase teve falha e suspendeu saques e negociações de criptomoedas por uma horaCoinbase deu uma tropeçada Na quinta-feira (12), a Coinbase, que é a maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos, passou por um aperto danado. O povo que usa a plataforma ficou sem conseguir comprar, vender ou mexer nos ativos digitais. A empresa confirmou o problema lá na página oficial e garantiu que o dinheiro dos clientes tava seguro, só não dava pra mexer nele durante a instabilidade. Esse sufoco durou mais ou menos uma hora e meia até que tudo voltou ao normal. Como foi a confusão O trem começou às 10h07 (horário do Pacífico), quando perceberam que o site não tava processando as ordens. A turma da engenharia correu pra investigar e pediu paciência pros usuários, reforçando que ninguém ia perder dinheiro, só ficava travado por um tempo. Às 10h49 já tinham colocado uma correção no sistema e ficaram de olho pra ver se não caía de novo. Só às 11h26 é que anunciaram que tava tudo resolvido, liberando saque, depósito e negociação pro mundo inteiro. O risco de deixar dinheiro em corretora Esse episódio reacende aquela conversa antiga: será que é seguro deixar as criptomoedas guardadas em corretora? A Coinbase é respeitada, tem ações na bolsa e segue regras rígidas, mas nem isso livra de falha técnica. Quem deixa os ativos lá corre o risco de ficar sem acesso justamente na hora que mais precisa. Se o mercado despenca, não dá pra vender e evitar prejuízo. Se dispara, não dá pra aproveitar o lucro. Por isso, muita gente do meio cripto repete o ditado: “sem suas chaves, sem suas moedas”. A saída pra ter controle total é usar carteira própria, em auto custódia. Nesse caso, o dono interage direto com a blockchain e não depende de site ou aplicativo de empresa nenhuma. $BNB $ETH $SOL

Coinbase teve falha e suspendeu saques e negociações de criptomoedas por uma hora

Coinbase deu uma tropeçada
Na quinta-feira (12), a Coinbase, que é a maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos, passou por um aperto danado. O povo que usa a plataforma ficou sem conseguir comprar, vender ou mexer nos ativos digitais.
A empresa confirmou o problema lá na página oficial e garantiu que o dinheiro dos clientes tava seguro, só não dava pra mexer nele durante a instabilidade. Esse sufoco durou mais ou menos uma hora e meia até que tudo voltou ao normal.
Como foi a confusão
O trem começou às 10h07 (horário do Pacífico), quando perceberam que o site não tava processando as ordens. A turma da engenharia correu pra investigar e pediu paciência pros usuários, reforçando que ninguém ia perder dinheiro, só ficava travado por um tempo.
Às 10h49 já tinham colocado uma correção no sistema e ficaram de olho pra ver se não caía de novo. Só às 11h26 é que anunciaram que tava tudo resolvido, liberando saque, depósito e negociação pro mundo inteiro.
O risco de deixar dinheiro em corretora
Esse episódio reacende aquela conversa antiga: será que é seguro deixar as criptomoedas guardadas em corretora? A Coinbase é respeitada, tem ações na bolsa e segue regras rígidas, mas nem isso livra de falha técnica.
Quem deixa os ativos lá corre o risco de ficar sem acesso justamente na hora que mais precisa. Se o mercado despenca, não dá pra vender e evitar prejuízo. Se dispara, não dá pra aproveitar o lucro. Por isso, muita gente do meio cripto repete o ditado: “sem suas chaves, sem suas moedas”.
A saída pra ter controle total é usar carteira própria, em auto custódia. Nesse caso, o dono interage direto com a blockchain e não depende de site ou aplicativo de empresa nenhuma.
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O valor de mercado dos ativos de ouro tokenizados já ultrapassa a marca de US$ 6 bilhõesOuro tokenizado em alta Uai, o trem tá ficando sério: o mercado de ouro tokenizado já passou da marca de 6 bilhões de dólares. Esse crescimento foi ligeiro nas últimas semanas, com mais de 2 bilhões entrando só neste ano. O motivo? O povo tá correndo atrás de ativo seguro, tipo metal precioso, e a infraestrutura cripto tá abrindo espaço pros chamados RWAs (ativos do mundo real). Quem manda no pedaço Na prática, dois tokens dominam quase tudo: o Tether Gold (XAUT) e o Paxos Gold (PAXG). Juntos, eles seguram quase 97% do mercado. Já tem mais de 1,2 milhão de onças de ouro físico representadas na blockchain por meio desses ativos. Crescimento rápido O setor de commodities tokenizadas cresceu mais de 50% em menos de seis semanas. E adivinha? A maior parte desse dinheiro novo foi direto pros tokens de ouro. Esses ativos funcionam como uma versão digital do ouro guardado em cofres, permitindo comprar frações e negociar a qualquer hora, sem precisar lidar com transporte ou papelada. Pra que serve Pra uns, é proteção contra a instabilidade da economia. Pra outros, é um jeito mais fácil e acessível de entrar num mercado que antes era só pra gente grande. Movimentos estratégicos A Tether, dona do XAUT, comprou 150 milhões de dólares de participação na Gold.com. A ideia é integrar o token ao ecossistema da empresa e permitir que o povo compre ouro físico usando stablecoin. Se der certo, vai aproximar ainda mais o mundo digital do mercado tradicional. Olhando pra frente Analistas acreditam que o mercado de ativos tokenizados, hoje em 35 bilhões, pode chegar a 2 trilhões até 2028. O ouro tokenizado é visto como um dos casos mais claros de uso, já que tem lastro físico reconhecido. Especialistas falam até em valores trilionários no futuro, puxados pela liquidação rápida e pela possibilidade de comprar pedacinhos de ativos. Com o preço do ouro batendo recorde e a economia cheia de altos e baixos, parece que a digitalização de ativos tradicionais tá ganhando força justamente nesses momentos de incerteza.

O valor de mercado dos ativos de ouro tokenizados já ultrapassa a marca de US$ 6 bilhões

Ouro tokenizado em alta
Uai, o trem tá ficando sério: o mercado de ouro tokenizado já passou da marca de 6 bilhões de dólares. Esse crescimento foi ligeiro nas últimas semanas, com mais de 2 bilhões entrando só neste ano. O motivo? O povo tá correndo atrás de ativo seguro, tipo metal precioso, e a infraestrutura cripto tá abrindo espaço pros chamados RWAs (ativos do mundo real).
Quem manda no pedaço
Na prática, dois tokens dominam quase tudo: o Tether Gold (XAUT) e o Paxos Gold (PAXG). Juntos, eles seguram quase 97% do mercado. Já tem mais de 1,2 milhão de onças de ouro físico representadas na blockchain por meio desses ativos.
Crescimento rápido
O setor de commodities tokenizadas cresceu mais de 50% em menos de seis semanas. E adivinha? A maior parte desse dinheiro novo foi direto pros tokens de ouro. Esses ativos funcionam como uma versão digital do ouro guardado em cofres, permitindo comprar frações e negociar a qualquer hora, sem precisar lidar com transporte ou papelada.
Pra que serve
Pra uns, é proteção contra a instabilidade da economia. Pra outros, é um jeito mais fácil e acessível de entrar num mercado que antes era só pra gente grande.
Movimentos estratégicos
A Tether, dona do XAUT, comprou 150 milhões de dólares de participação na Gold.com. A ideia é integrar o token ao ecossistema da empresa e permitir que o povo compre ouro físico usando stablecoin. Se der certo, vai aproximar ainda mais o mundo digital do mercado tradicional.
Olhando pra frente
Analistas acreditam que o mercado de ativos tokenizados, hoje em 35 bilhões, pode chegar a 2 trilhões até 2028. O ouro tokenizado é visto como um dos casos mais claros de uso, já que tem lastro físico reconhecido. Especialistas falam até em valores trilionários no futuro, puxados pela liquidação rápida e pela possibilidade de comprar pedacinhos de ativos.
Com o preço do ouro batendo recorde e a economia cheia de altos e baixos, parece que a digitalização de ativos tradicionais tá ganhando força justamente nesses momentos de incerteza.
Para o CEO da Ripple, o XRP é o farol que guia a empresa rumo à meta de US$ 1 trilhãoÔ trem bão, sô! A Ripple, aquela empresa de finanças que tá por trás do tal do token XRP — que já é o quarto maior no mercado das criptomoedas — pode chegar a valer um trilhão de dólares lá na frente. Pelo menos é isso que o chefão dela, Brad Garlinghouse, acredita de coração. Num encontro com o povo fã do XRP, o homem disse que tá convicto que uma empresa de cripto vai bater essa marca, coisa que só umas grandonas tipo Nvidia, Apple e Alphabet conseguiram até hoje. “Vai ter sim uma empresa de criptomoeda valendo um trilhão, não tenho dúvida”, falou ele. “E se a Ripple fizer tudo direitinho, junto com o ecossistema do XRP, pode ser ela.” E ainda completou: “Quem sabe até mais de uma, uai.” Pra você ter ideia, em novembro a Ripple levantou meio bilhão de dólares com uns investidores de peso, tipo Citadel Securities e Fortress Investment Group, e ficou avaliada em uns 40 bilhões. Mas pra chegar no trilhão tem que multiplicar isso por 25 vezes, viu? Mesmo com o sobe e desce do mercado — o XRP e o Bitcoin caíram mais de 30% no último mês — Garlinghouse pediu calma pro povo. Disse que o caminho ainda é longo, mas que a chance de melhorar e agilizar a infraestrutura financeira é enorme. No ano passado, a empresa cresceu demais, comprou corretora, empresa de tesouraria e até investiu em stablecoin. Mas agora o foco é mais em integrar tudo do que sair comprando mais coisa. Ele deixou claro também que o “norte” da Ripple é o XRP, que é tipo a estrela guia da firma. O token, que já bateu recorde de preço, anda meio em queda, mas continua sendo o coração da estratégia da empresa.

Para o CEO da Ripple, o XRP é o farol que guia a empresa rumo à meta de US$ 1 trilhão

Ô trem bão, sô! A Ripple, aquela empresa de finanças que tá por trás do tal do token XRP — que já é o quarto maior no mercado das criptomoedas — pode chegar a valer um trilhão de dólares lá na frente. Pelo menos é isso que o chefão dela, Brad Garlinghouse, acredita de coração.
Num encontro com o povo fã do XRP, o homem disse que tá convicto que uma empresa de cripto vai bater essa marca, coisa que só umas grandonas tipo Nvidia, Apple e Alphabet conseguiram até hoje.
“Vai ter sim uma empresa de criptomoeda valendo um trilhão, não tenho dúvida”, falou ele. “E se a Ripple fizer tudo direitinho, junto com o ecossistema do XRP, pode ser ela.”
E ainda completou: “Quem sabe até mais de uma, uai.”
Pra você ter ideia, em novembro a Ripple levantou meio bilhão de dólares com uns investidores de peso, tipo Citadel Securities e Fortress Investment Group, e ficou avaliada em uns 40 bilhões. Mas pra chegar no trilhão tem que multiplicar isso por 25 vezes, viu?
Mesmo com o sobe e desce do mercado — o XRP e o Bitcoin caíram mais de 30% no último mês — Garlinghouse pediu calma pro povo. Disse que o caminho ainda é longo, mas que a chance de melhorar e agilizar a infraestrutura financeira é enorme.
No ano passado, a empresa cresceu demais, comprou corretora, empresa de tesouraria e até investiu em stablecoin. Mas agora o foco é mais em integrar tudo do que sair comprando mais coisa. Ele deixou claro também que o “norte” da Ripple é o XRP, que é tipo a estrela guia da firma.
O token, que já bateu recorde de preço, anda meio em queda, mas continua sendo o coração da estratégia da empresa.
A empresa de Donald Trump planeja lançar ETFs de Bitcoin, Ethereum e Cronos nos EUAA Trump Media and Technology Group (DJT), empresa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, resolveu pedir de novo pra pôr na praça uns ETFs de Bitcoin e Ethereum. Isso depois que a SEC deu uma travada em várias propostas de fundo de cripto. Esse primeiro fundo foi batizado de Truth Social Bitcoin and Ether ETF. Esse ETF junta os dois grandões do mercado, Bitcoin e Ethereum, e vai dividir mais ou menos 60% pra BTC e 40% pra ETH, acompanhando o desempenho deles. Além disso, a Trump Media quer lançar outro fundo, o Truth Social Cronos Yield Maximizer, que vai seguir o token CRO da Crypto.com. Essa corretora já tem parceria antiga com o grupo e vai cuidar da custódia e da liquidez dos ativos. Os fundos também vão dar acesso às recompensas de staking e contar com consultoria da gestora Yorkville America Equities, que foca em investimentos alinhados com os interesses dos EUA. O CEO da Crypto.com, Kris Marszalek, disse que esses produtos têm uma proposta de valor firme e vão ajudar mais gente a entrar no mercado de ativos digitais. Segundo ele, a empresa tá contente de ser escolhida pra cuidar da custódia, liquidez e staking desses novos ETFs. A Trump Media, que já toca a plataforma Truth Social, mostrou interesse em cripto lá em junho do ano passado, quando pediu registro de um ETF de Bitcoin. Agora, junto com a Crypto.com e a Yorkville, planeja também um ETF chamado Crypto Blue Chip, que vai acompanhar moedas como BTC, ETH, SOL, XRP e CRO. Mesmo com a SEC acelerando algumas aprovações, tem proposta que ainda tá parada, principalmente as que envolvem staking ou moedas menores. Se passar, os novos ETFs da Truth Social vão ter taxa de administração de 0,95%, com compras feitas pela Foris Capital US LLC, ligada à Crypto.com. O analista Eric Balchunas, da Bloomberg, acredita que esses fundos devem começar a rodar nos próximos meses.

A empresa de Donald Trump planeja lançar ETFs de Bitcoin, Ethereum e Cronos nos EUA

A Trump Media and Technology Group (DJT), empresa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, resolveu pedir de novo pra pôr na praça uns ETFs de Bitcoin e Ethereum. Isso depois que a SEC deu uma travada em várias propostas de fundo de cripto. Esse primeiro fundo foi batizado de Truth Social Bitcoin and Ether ETF.
Esse ETF junta os dois grandões do mercado, Bitcoin e Ethereum, e vai dividir mais ou menos 60% pra BTC e 40% pra ETH, acompanhando o desempenho deles.
Além disso, a Trump Media quer lançar outro fundo, o Truth Social Cronos Yield Maximizer, que vai seguir o token CRO da Crypto.com. Essa corretora já tem parceria antiga com o grupo e vai cuidar da custódia e da liquidez dos ativos.
Os fundos também vão dar acesso às recompensas de staking e contar com consultoria da gestora Yorkville America Equities, que foca em investimentos alinhados com os interesses dos EUA.
O CEO da Crypto.com, Kris Marszalek, disse que esses produtos têm uma proposta de valor firme e vão ajudar mais gente a entrar no mercado de ativos digitais. Segundo ele, a empresa tá contente de ser escolhida pra cuidar da custódia, liquidez e staking desses novos ETFs.
A Trump Media, que já toca a plataforma Truth Social, mostrou interesse em cripto lá em junho do ano passado, quando pediu registro de um ETF de Bitcoin. Agora, junto com a Crypto.com e a Yorkville, planeja também um ETF chamado Crypto Blue Chip, que vai acompanhar moedas como BTC, ETH, SOL, XRP e CRO.
Mesmo com a SEC acelerando algumas aprovações, tem proposta que ainda tá parada, principalmente as que envolvem staking ou moedas menores.
Se passar, os novos ETFs da Truth Social vão ter taxa de administração de 0,95%, com compras feitas pela Foris Capital US LLC, ligada à Crypto.com. O analista Eric Balchunas, da Bloomberg, acredita que esses fundos devem começar a rodar nos próximos meses.
Binance e Franklin Templeton lançam garantias para reduzir riscos de contraparte no mercado criptoA Binance e a Franklin Templeton resolveram juntar forças e criaram um trem diferente: um programa de garantia fora da corretora, o tal do off-exchange. Com isso, dá pra usar fundo tokenizado de mercado monetário como colateral nas negociações, sem precisar deixar o dinheiro preso lá dentro da exchange. A ideia é diminuir aquele risco de contraparte que sempre preocupa os investidores grandes. Os ativos ficam guardados em custódia regulada, fora da corretora, mas o valor deles aparece espelhado no sistema da Binance. Assim, o caboclo pode negociar tranquilo, sem medo de ficar com recurso travado. Como funciona na prática O esquema é o seguinte: - O cliente que tiver direito usa ações tokenizadas dos fundos da Franklin Templeton (pela plataforma Benji) como garantia. - Esses ativos ficam guardados fora da Binance, em ambiente regulado. - Enquanto isso, continuam rendendo como fundo de mercado monetário. - E ainda servem de colateral pra operação em cripto. Ou seja, o investidor mata dois coelhos com uma cajadada só: mantém rendimento e reduz risco de deixar dinheiro parado na corretora. Custódia e segurança Quem toma conta da guarda é a Ceffu, parceira da Binance. Eles têm licença em Dubai e usam tecnologia de ponta pra proteger os ativos. O CEO deles disse que esse modelo atende justamente à demanda dos investidores institucionais que querem segurança sem perder eficiência. Tokenização e futuro Esse movimento mostra como o mercado tá caminhando: transformar ativos tradicionais em tokenizados, especialmente os mais conservadores, tipo fundo de mercado monetário. É uma ponte entre o sistema financeiro tradicional e o mundo cripto. A Franklin Templeton já vem mexendo com isso desde 2018 e administra mais de US$ 1,7 trilhão. A Binance, por sua vez, quer atrair cada vez mais investidores institucionais com soluções seguras e reguladas. O que muda pro mercado Com esse modelo: - As instituições otimizam o uso do capital. - Diminuem a exposição direta às exchanges. - Reduzem risco de contraparte. - E aproximam de vez finanças tradicionais e blockchain. No fim das contas, é mais um passo pra profissionalizar o mercado de ativos digitais e deixar o trem mais confiável pros grandes investidores. $BNB $LINK $BTC

Binance e Franklin Templeton lançam garantias para reduzir riscos de contraparte no mercado cripto

A Binance e a Franklin Templeton resolveram juntar forças e criaram um trem diferente: um programa de garantia fora da corretora, o tal do off-exchange. Com isso, dá pra usar fundo tokenizado de mercado monetário como colateral nas negociações, sem precisar deixar o dinheiro preso lá dentro da exchange.
A ideia é diminuir aquele risco de contraparte que sempre preocupa os investidores grandes. Os ativos ficam guardados em custódia regulada, fora da corretora, mas o valor deles aparece espelhado no sistema da Binance. Assim, o caboclo pode negociar tranquilo, sem medo de ficar com recurso travado.
Como funciona na prática
O esquema é o seguinte:
- O cliente que tiver direito usa ações tokenizadas dos fundos da Franklin Templeton (pela plataforma Benji) como garantia.
- Esses ativos ficam guardados fora da Binance, em ambiente regulado.
- Enquanto isso, continuam rendendo como fundo de mercado monetário.
- E ainda servem de colateral pra operação em cripto.
Ou seja, o investidor mata dois coelhos com uma cajadada só: mantém rendimento e reduz risco de deixar dinheiro parado na corretora.
Custódia e segurança
Quem toma conta da guarda é a Ceffu, parceira da Binance. Eles têm licença em Dubai e usam tecnologia de ponta pra proteger os ativos. O CEO deles disse que esse modelo atende justamente à demanda dos investidores institucionais que querem segurança sem perder eficiência.
Tokenização e futuro
Esse movimento mostra como o mercado tá caminhando: transformar ativos tradicionais em tokenizados, especialmente os mais conservadores, tipo fundo de mercado monetário. É uma ponte entre o sistema financeiro tradicional e o mundo cripto.
A Franklin Templeton já vem mexendo com isso desde 2018 e administra mais de US$ 1,7 trilhão. A Binance, por sua vez, quer atrair cada vez mais investidores institucionais com soluções seguras e reguladas.
O que muda pro mercado
Com esse modelo:
- As instituições otimizam o uso do capital.
- Diminuem a exposição direta às exchanges.
- Reduzem risco de contraparte.
- E aproximam de vez finanças tradicionais e blockchain.
No fim das contas, é mais um passo pra profissionalizar o mercado de ativos digitais e deixar o trem mais confiável pros grandes investidores.
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Startups brasileiras que atuam na blockchain Ripple podem ser aceleradasA Fenasbac, que é a federação dos servidores do Banco Central, tá abrindo mais uma rodada pra acelerar negócios. O programa Next (Batch 8) tá de olho em startups que mexem com inovação financeira, e as inscrições vão até domingo, dia 15. A ideia é pegar projetos que resolvem problema de verdade do mercado usando tecnologia de ponta: blockchain, inteligência artificial e finanças sustentáveis. O destaque dessa edição é um desafio ligado à infraestrutura do mercado de capitais na rede XRPL (Ripple). O edital quer empresas que topem criar soluções de Finanças Descentralizadas (DeFi) num nível institucional. O trem é desenvolver ferramentas pra custódia, liquidação e tokenização de ativos reais, atraindo os grandões do mercado pro mundo cripto. Mas tem que ser coisa segura e que aguente escala. Outra frente é mexer com pagamentos globais. O programa chama quem quiser construir sistemas de transferência internacional instantânea usando stablecoins. O desafio fala da moeda BRL1 e da integração com redes como Polygon, pra facilitar crédito e agilizar remessas internacionais. A ideia é juntar o Pix com a blockchain, uai. Inteligência Artificial e Compliance Não fica só no cripto, não. Tem também espaço pra inteligência artificial, ajudando banco a cortar custo e agilizar processo. A Fenasbac procura ferramentas que leem documento fiscal e contrato usando OCR e IA generativa, pra organizar dado bagunçado e integrar nos sistemas de pagamento. Como funciona A aceleração dura 12 semanas. As equipes passam por diagnóstico, recebem plano de ação, mentoria com especialista e workshop sobre regulação financeira. No fim, tem o “Demo Day”, onde as startups mostram o que fizeram pra investidores e parceiros. Uma vantagem boa é poder desenvolver um MVP ou piloto junto com empresas que apoiam o programa. A Fenasbac já tem cinco décadas de história como braço de inovação dos servidores do Banco Central. Ela toca ecossistemas como o LIFT Lab e o LIFT Challenge Real Digital. O Next, lançado em 2022, reforça esse papel de conectar tecnologia nova com as demandas regulatórias e de eficiência do sistema financeiro brasileiro. $PEPE

Startups brasileiras que atuam na blockchain Ripple podem ser aceleradas

A Fenasbac, que é a federação dos servidores do Banco Central, tá abrindo mais uma rodada pra acelerar negócios. O programa Next (Batch 8) tá de olho em startups que mexem com inovação financeira, e as inscrições vão até domingo, dia 15.
A ideia é pegar projetos que resolvem problema de verdade do mercado usando tecnologia de ponta: blockchain, inteligência artificial e finanças sustentáveis.
O destaque dessa edição é um desafio ligado à infraestrutura do mercado de capitais na rede XRPL (Ripple). O edital quer empresas que topem criar soluções de Finanças Descentralizadas (DeFi) num nível institucional. O trem é desenvolver ferramentas pra custódia, liquidação e tokenização de ativos reais, atraindo os grandões do mercado pro mundo cripto. Mas tem que ser coisa segura e que aguente escala.
Outra frente é mexer com pagamentos globais. O programa chama quem quiser construir sistemas de transferência internacional instantânea usando stablecoins. O desafio fala da moeda BRL1 e da integração com redes como Polygon, pra facilitar crédito e agilizar remessas internacionais. A ideia é juntar o Pix com a blockchain, uai.
Inteligência Artificial e Compliance
Não fica só no cripto, não. Tem também espaço pra inteligência artificial, ajudando banco a cortar custo e agilizar processo. A Fenasbac procura ferramentas que leem documento fiscal e contrato usando OCR e IA generativa, pra organizar dado bagunçado e integrar nos sistemas de pagamento.
Como funciona
A aceleração dura 12 semanas. As equipes passam por diagnóstico, recebem plano de ação, mentoria com especialista e workshop sobre regulação financeira. No fim, tem o “Demo Day”, onde as startups mostram o que fizeram pra investidores e parceiros.
Uma vantagem boa é poder desenvolver um MVP ou piloto junto com empresas que apoiam o programa.
A Fenasbac já tem cinco décadas de história como braço de inovação dos servidores do Banco Central. Ela toca ecossistemas como o LIFT Lab e o LIFT Challenge Real Digital. O Next, lançado em 2022, reforça esse papel de conectar tecnologia nova com as demandas regulatórias e de eficiência do sistema financeiro brasileiro.
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TCU autoriza avanço do Drex e exige atenção à privacidade e ao blockchainO Tribunal de Contas da União (TCU) terminou, na quinta-feira (12), a primeira vistoria oficial sobre o andamento do Drex, a moeda digital que o Banco Central tá desenvolvendo. Até agora, o projeto passou no crivo: a gestão foi aprovada. Mas o TCU não deixou barato, não. Pediu uns ajustes finos e montou listas de checagem obrigatórias pra garantir que o sistema seja seguro quando a moeda for lançada. O relatório do ministro Jhonatan de Jesus frisou que o Drex tá alinhado com as regras internacionais de governança de moedas digitais de bancos centrais. Só que, mesmo com os elogios, a análise técnica apontou uns pepinos que ainda precisam ser resolvidos. A maior preocupação é com a privacidade dos dados dos brasileiros e a segurança cibernética. O tribunal quer que o Banco Central detalhe bem esses pontos antes de liberar o Drex pro povo. Além disso, determinou que sejam enviados relatórios periódicos pra acompanhar o progresso. A ideia é evitar falhas grandes e garantir que o sistema aguente o tranco sem colocar em risco a estabilidade financeira do país. O Drex vem com a promessa de tokenizar o mercado financeiro inteiro e ainda integrar o Pix como forma de pagamento. A tecnologia de contratos inteligentes deve permitir acordos automáticos, sem precisar de intermediários caros. O dinheiro programável também pode facilitar transações internacionais e deixar o sistema de pagamentos mais eficiente. No momento, o Banco Central tá rodando testes com a tecnologia de registros distribuídos (DLT), a mesma que sustenta as criptomoedas. Essa fase de pilotos serve pra ver se a arquitetura dá conta do volume gigante de operações do varejo brasileiro. Pra ajudar nesse processo, o TCU preparou dois guias de controle: - Um sobre boas práticas no desenvolvimento da moeda digital. - Outro focado no uso seguro do blockchain. Essas listas vão servir de bússola pro Banco Central nas próximas etapas de implementação. $BTC $PAXG $XAG

TCU autoriza avanço do Drex e exige atenção à privacidade e ao blockchain

O Tribunal de Contas da União (TCU) terminou, na quinta-feira (12), a primeira vistoria oficial sobre o andamento do Drex, a moeda digital que o Banco Central tá desenvolvendo. Até agora, o projeto passou no crivo: a gestão foi aprovada.
Mas o TCU não deixou barato, não. Pediu uns ajustes finos e montou listas de checagem obrigatórias pra garantir que o sistema seja seguro quando a moeda for lançada.
O relatório do ministro Jhonatan de Jesus frisou que o Drex tá alinhado com as regras internacionais de governança de moedas digitais de bancos centrais. Só que, mesmo com os elogios, a análise técnica apontou uns pepinos que ainda precisam ser resolvidos.
A maior preocupação é com a privacidade dos dados dos brasileiros e a segurança cibernética. O tribunal quer que o Banco Central detalhe bem esses pontos antes de liberar o Drex pro povo. Além disso, determinou que sejam enviados relatórios periódicos pra acompanhar o progresso. A ideia é evitar falhas grandes e garantir que o sistema aguente o tranco sem colocar em risco a estabilidade financeira do país.
O Drex vem com a promessa de tokenizar o mercado financeiro inteiro e ainda integrar o Pix como forma de pagamento. A tecnologia de contratos inteligentes deve permitir acordos automáticos, sem precisar de intermediários caros. O dinheiro programável também pode facilitar transações internacionais e deixar o sistema de pagamentos mais eficiente.
No momento, o Banco Central tá rodando testes com a tecnologia de registros distribuídos (DLT), a mesma que sustenta as criptomoedas. Essa fase de pilotos serve pra ver se a arquitetura dá conta do volume gigante de operações do varejo brasileiro.
Pra ajudar nesse processo, o TCU preparou dois guias de controle:
- Um sobre boas práticas no desenvolvimento da moeda digital.
- Outro focado no uso seguro do blockchain.
Essas listas vão servir de bússola pro Banco Central nas próximas etapas de implementação.
$BTC $PAXG $XAG
Residência de diretor da Binance é alvo de invasão na FrançaÔ trem danado, sô! O diretor da Binance lá na França, David Princay, quase foi vítima de um assalto em casa na quinta-feira (12). Esse caso só aumenta a preocupação com os crimes violentos ligados às tais criptomoedas por aquelas bandas da Europa. Conforme contou a rádio francesa RTL, três cabras mascarados e armados invadiram um prédio em Val-de-Marne de madrugada, procurando o tal executivo da Binance. Como não acharam o homem, levaram dois celulares e deram no pé. Umas duas horas depois, o mesmo grupo tentou invadir outra casa em Vaucresson, de novo atrás de Princay, mas erraram o endereço. A polícia, ligeira, rastreou os celulares roubados e juntou com imagens de câmera. Pegaram os suspeitos já dentro de um trem indo pra Lyon. Foram presos pela tropa de elite da polícia francesa e ficaram detidos. A Binance soltou uma nota dizendo que tá ciente do ocorrido, mas não vai dar detalhes pra não atrapalhar a investigação e pra garantir a segurança de quem tá envolvido. Crimes de cripto na França Esse tipo de ataque, chamado de “chave-inglesa”, tá ficando mais comum: bandido usa violência ou ameaça pra arrancar acesso às criptomoedas. Em 2025, rolou de tudo — sequestro, tentativa de resgate e invasão de casa de gente que mexe com cripto. No ano passado, Jameson Lopp, da empresa de segurança Casa, registrou mais de 70 desses ataques pelo mundo. A França, inclusive, virou ponto quente na Europa, com mais de 14 casos desse tipo anotados. $BNB $XRP

Residência de diretor da Binance é alvo de invasão na França

Ô trem danado, sô! O diretor da Binance lá na França, David Princay, quase foi vítima de um assalto em casa na quinta-feira (12). Esse caso só aumenta a preocupação com os crimes violentos ligados às tais criptomoedas por aquelas bandas da Europa.
Conforme contou a rádio francesa RTL, três cabras mascarados e armados invadiram um prédio em Val-de-Marne de madrugada, procurando o tal executivo da Binance. Como não acharam o homem, levaram dois celulares e deram no pé.
Umas duas horas depois, o mesmo grupo tentou invadir outra casa em Vaucresson, de novo atrás de Princay, mas erraram o endereço. A polícia, ligeira, rastreou os celulares roubados e juntou com imagens de câmera. Pegaram os suspeitos já dentro de um trem indo pra Lyon. Foram presos pela tropa de elite da polícia francesa e ficaram detidos.
A Binance soltou uma nota dizendo que tá ciente do ocorrido, mas não vai dar detalhes pra não atrapalhar a investigação e pra garantir a segurança de quem tá envolvido.
Crimes de cripto na França
Esse tipo de ataque, chamado de “chave-inglesa”, tá ficando mais comum: bandido usa violência ou ameaça pra arrancar acesso às criptomoedas. Em 2025, rolou de tudo — sequestro, tentativa de resgate e invasão de casa de gente que mexe com cripto.
No ano passado, Jameson Lopp, da empresa de segurança Casa, registrou mais de 70 desses ataques pelo mundo. A França, inclusive, virou ponto quente na Europa, com mais de 14 casos desse tipo anotados.
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R$ 20 milhões em Ethereum roubados da Mixin Network foram enviados ao Tornado CashLembra do rolo lá de 2023, quando a tal da Mixin levou um tombo de uns hackers e perdeu coisa de duzentos milhões de dólar? Pois é, agora a tal carteira ligada a esse ataque resolveu se mexê de novo, depois de quase dois ano parada. Na quinta-feira à noite, o caboclo que controla essa carteira mandou uns 3,85 milhão de dólar em Ethereum (ETH) – dá mais ou menos uns 20 milhão de real – pra outra carteira. E essa outra, sem nem esquentá banco, já despachou tudo direto pro Tornado Cash, que é uma plataforma que mistura criptomoeda pra dificultar rastreio. Fez isso em vinte transação separada, só pra complicar mais. Esse ataque lá atrás foi feio: em setembro de 2023, a Mixin Network, que fica em Hong Kong, teve que suspender depósito e saque porque os ladrão drenaram o banco de dado do provedor de nuvem deles. Foi um dos maiores ataque de infraestrutura entre blockchains naquele ano. Depois, a Mixin prometeu compensar os usuário em até metade da perda com stablecoin, e o resto em token próprio. A carteira do hacker ficou quietinha até agora, quando resolveu mexê de novo em fevereiro de 2026. Nesse meio tempo, a Mixin até lançou uns token de dívida, chamado MDT, pra organizar o pagamento dos prejuízo. Eles falaram que vão quitar uma parte até setembro de 2026, mas o resto ainda não tem prazo certo. Mesmo com esse trem todo, a Mixin não fechou as porta não. Diz que ainda tem mais de um bilhão de dólar em ativo e mais de um milhão de cliente. Continua tocando carteira de criptomoeda, serviço de custódia e infraestrutura de negociação.

R$ 20 milhões em Ethereum roubados da Mixin Network foram enviados ao Tornado Cash

Lembra do rolo lá de 2023, quando a tal da Mixin levou um tombo de uns hackers e perdeu coisa de duzentos milhões de dólar? Pois é, agora a tal carteira ligada a esse ataque resolveu se mexê de novo, depois de quase dois ano parada. Na quinta-feira à noite, o caboclo que controla essa carteira mandou uns 3,85 milhão de dólar em Ethereum (ETH) – dá mais ou menos uns 20 milhão de real – pra outra carteira. E essa outra, sem nem esquentá banco, já despachou tudo direto pro Tornado Cash, que é uma plataforma que mistura criptomoeda pra dificultar rastreio. Fez isso em vinte transação separada, só pra complicar mais.
Esse ataque lá atrás foi feio: em setembro de 2023, a Mixin Network, que fica em Hong Kong, teve que suspender depósito e saque porque os ladrão drenaram o banco de dado do provedor de nuvem deles. Foi um dos maiores ataque de infraestrutura entre blockchains naquele ano. Depois, a Mixin prometeu compensar os usuário em até metade da perda com stablecoin, e o resto em token próprio.
A carteira do hacker ficou quietinha até agora, quando resolveu mexê de novo em fevereiro de 2026. Nesse meio tempo, a Mixin até lançou uns token de dívida, chamado MDT, pra organizar o pagamento dos prejuízo. Eles falaram que vão quitar uma parte até setembro de 2026, mas o resto ainda não tem prazo certo.
Mesmo com esse trem todo, a Mixin não fechou as porta não. Diz que ainda tem mais de um bilhão de dólar em ativo e mais de um milhão de cliente. Continua tocando carteira de criptomoeda, serviço de custódia e infraestrutura de negociação.
Tether EVO fica entre os quatro primeiros em competição global de inteligência artificialA tal da Tether, que é dona da maior stablecoin em dólar, o USDT, chegou chegando: ficou em quarto lugar numa disputa mundial de inteligência artificial que mexe com tradução de sinal do cérebro pra virar texto. Quem tocou essa empreitada foi a turma da Tether EVO, o braço mais ousado da empresa. Eles bateram mais de 460 concorrentes no desafio “Brain-to-Text ’25”, lá no Kaggle, mostrando que o sistema deles de ligar cabeça com computador funciona mesmo. O mais arretado é que eles deram conta de processar dados complicados sem precisar de servidorzão central e sem fuçar na privacidade de ninguém. O desafio era transformar 256 canais de atividade neural bruta em texto claro, sem precisar alinhar tudo no tempo certinho. Pra isso, usaram gravação de eletrocorticografia (ECoG), que pega sinal direto do cérebro, e enfrentaram times de ciência de dados e universidades de ponta. O resultado mostra que dá pra rodar tudo no próprio aparelho, sem depender da nuvem — é o tal do “local-first”. A tecnologia deles é firme contra ruído e sabe lidar com dados grandões do cérebro. A ideia é provar que não precisa de computador gigante das Big Tech pra pensar rápido. O chefão da Tether, Paolo Ardoino, disse que a próxima fronteira da humanidade é juntar aprendizado de máquina com a singularidade do cérebro. E frisou: o controle tem que ficar na mão do usuário, longe de datacenter que pode bisbilhotar pensamento íntimo. Essa vitória é tipo um ensaio do que vem por aí: uma infraestrutura que dá poder pro ser humano evoluir sem perder a soberania. A Tether EVO tá focada em juntar biologia com inteligência de máquina, mexendo com neuropróteses e interface cérebro-computador. No fim das contas, eles querem que essa inteligência descentralizada seja ferramenta de liberdade, e não de controle. $PAXG $XRP

Tether EVO fica entre os quatro primeiros em competição global de inteligência artificial

A tal da Tether, que é dona da maior stablecoin em dólar, o USDT, chegou chegando: ficou em quarto lugar numa disputa mundial de inteligência artificial que mexe com tradução de sinal do cérebro pra virar texto.
Quem tocou essa empreitada foi a turma da Tether EVO, o braço mais ousado da empresa. Eles bateram mais de 460 concorrentes no desafio “Brain-to-Text ’25”, lá no Kaggle, mostrando que o sistema deles de ligar cabeça com computador funciona mesmo.
O mais arretado é que eles deram conta de processar dados complicados sem precisar de servidorzão central e sem fuçar na privacidade de ninguém. O desafio era transformar 256 canais de atividade neural bruta em texto claro, sem precisar alinhar tudo no tempo certinho.
Pra isso, usaram gravação de eletrocorticografia (ECoG), que pega sinal direto do cérebro, e enfrentaram times de ciência de dados e universidades de ponta. O resultado mostra que dá pra rodar tudo no próprio aparelho, sem depender da nuvem — é o tal do “local-first”.
A tecnologia deles é firme contra ruído e sabe lidar com dados grandões do cérebro. A ideia é provar que não precisa de computador gigante das Big Tech pra pensar rápido.
O chefão da Tether, Paolo Ardoino, disse que a próxima fronteira da humanidade é juntar aprendizado de máquina com a singularidade do cérebro. E frisou: o controle tem que ficar na mão do usuário, longe de datacenter que pode bisbilhotar pensamento íntimo.
Essa vitória é tipo um ensaio do que vem por aí: uma infraestrutura que dá poder pro ser humano evoluir sem perder a soberania. A Tether EVO tá focada em juntar biologia com inteligência de máquina, mexendo com neuropróteses e interface cérebro-computador.
No fim das contas, eles querem que essa inteligência descentralizada seja ferramenta de liberdade, e não de controle.
$PAXG $XRP
BlockFills suspendeu depósitos e saques, alegando que a medida visa proteger os clientesÔ trem danado esse mercado de criptomoeda, sô! Logo no começo de 2026, com os preços despencando no mundo inteiro, uma corretora lá dos Estados Unidos, chamada BlockFills, resolveu dar uma parada nos serviços pros clientes. Foi na quarta-feira, dia 11, que eles anunciaram que ninguém podia sacar nem depositar por enquanto. Disseram que é só coisa de momento, pra proteger tanto os investidores quanto a própria empresa. No blog deles, soltaram assim: “Por causa das condições do mercado e da situação financeira, decidimos suspender temporariamente os depósitos e saques”. Mas, ó, quem já tava com posição aberta ainda podia negociar no mercado à vista e nos derivativos pra encerrar. O problema é que esse anúncio veio com atraso de uma semana e sem muita explicação, né? Pra tentar ajeitar a situação, falaram que tão conversando direto com os clientes e que tão ralando pra resolver logo. “A BlockFills tá trabalhando sem parar pra concluir essa questão e vai continuar informando os clientes conforme tiver novidade”, disseram. Nesse início de ano, com o bitcoin podendo entrar num bear market, a BlockFills foi uma das primeiras a travar saque. Isso deixou os investidores numa sinuca de bico. A empresa fica em Chicago e, no fim de 2025, tinha comemorado um baita resultado: mais de 61 bilhões de dólares movimentados, 28% a mais que em 2024. Até abriram escritório no Brasil no ano passado, contratando executivo e tudo, como parte da expansão. Eles falam que têm mais de 2.000 clientes institucionais espalhados por 95 países. Mas aqui no Brasil não tá muito claro o tamanho das operações, principalmente na divisão OTC. E vale lembrar: desde 2 de fevereiro, o Banco Central começou a regular as corretoras de cripto no país, com previsão de punição pra quem não seguir as regras. $BTC $ETH $BNB

BlockFills suspendeu depósitos e saques, alegando que a medida visa proteger os clientes

Ô trem danado esse mercado de criptomoeda, sô! Logo no começo de 2026, com os preços despencando no mundo inteiro, uma corretora lá dos Estados Unidos, chamada BlockFills, resolveu dar uma parada nos serviços pros clientes. Foi na quarta-feira, dia 11, que eles anunciaram que ninguém podia sacar nem depositar por enquanto. Disseram que é só coisa de momento, pra proteger tanto os investidores quanto a própria empresa.
No blog deles, soltaram assim: “Por causa das condições do mercado e da situação financeira, decidimos suspender temporariamente os depósitos e saques”. Mas, ó, quem já tava com posição aberta ainda podia negociar no mercado à vista e nos derivativos pra encerrar. O problema é que esse anúncio veio com atraso de uma semana e sem muita explicação, né?
Pra tentar ajeitar a situação, falaram que tão conversando direto com os clientes e que tão ralando pra resolver logo. “A BlockFills tá trabalhando sem parar pra concluir essa questão e vai continuar informando os clientes conforme tiver novidade”, disseram.
Nesse início de ano, com o bitcoin podendo entrar num bear market, a BlockFills foi uma das primeiras a travar saque. Isso deixou os investidores numa sinuca de bico. A empresa fica em Chicago e, no fim de 2025, tinha comemorado um baita resultado: mais de 61 bilhões de dólares movimentados, 28% a mais que em 2024. Até abriram escritório no Brasil no ano passado, contratando executivo e tudo, como parte da expansão.
Eles falam que têm mais de 2.000 clientes institucionais espalhados por 95 países. Mas aqui no Brasil não tá muito claro o tamanho das operações, principalmente na divisão OTC. E vale lembrar: desde 2 de fevereiro, o Banco Central começou a regular as corretoras de cripto no país, com previsão de punição pra quem não seguir as regras.
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