Escolher ativos antes de definir a função do capital pode inverter a ordem da construção de uma carteira.


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O primeiro passo é entender o objetivo. O capital precisa preservar patrimônio, gerar renda, buscar crescimento ou combinar diferentes finalidades?

Depois vêm as necessidades. Qual prazo? Qual nível de liquidez? Quanto de oscilação pode ser suportado? Essas respostas ajudam a determinar a estrutura adequada.

Somente então os ativos entram na análise.

Essa sequência é importante porque um ativo pode ser interessante isoladamente e ainda assim não cumprir uma função adequada dentro de determinada carteira.

No mercado de criptoativos, por exemplo, diferentes ativos apresentam características distintas de liquidez, volatilidade e comportamento. A escolha precisa considerar o papel que cada posição desempenha dentro da estrutura.

Uma carteira coerente não é necessariamente aquela que reúne muitos ativos. É aquela em que as posições possuem uma função relacionada ao objetivo definido.

OBJETIVO → NECESSIDADES → ESTRUTURA → ATIVOS → CARTEIRA

O capital deve servir ao plano. A escolha dos ativos vem depois.

Explore os ativos relacionados abaixo e acompanhe a evolução desses ativos no mercado.


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