A CAPITULAÇÃO FINAL
A lógica é simples, enquanto Michael Saylor continuar em pé, segurando sua posição gigantesca de MicroStrategy o Bitcoin não encontra fundo real — apenas repiques frágeis, voos curtos, movimentos de alívio que não consolidam tendência.
O mercado está preso nessa faixa estreita porque ainda não houve a purificação completa do excesso de alavancagem institucional. Saylor funciona como um símbolo, ele é o maior comprador público. A quebra dele — ou seja, a liquidação total forçada de suas posições — representaria o que se chama de capitulação final.
Capitulação final não é o momento em que o mercado força o último defensor a soltar o escudo.
É quando o maior comprador vira o maior vendedor, não por escolha, mas porque o sistema o espreme até o limite.
Por que isso importa?
Porque enquanto o maior detentor não for apagado do tabuleiro, o mercado continua congestionado. A pressão vendedora verdadeira — a que limpa tudo, zera alavancagens e devolve liquidez — ainda não aconteceu. Sem esse flush, o Bitcoin permanece nesse padrão:
— Lateralização longa
— Rompantes curtos que não se sustentam
— Estrutura frágil
O mercado espera a última vela.
Espera o suspiro final do gigante.
E só depois disso, historicamente, nasce a próxima pernada macro.
A teoria é dura, mas faz sentido:
se a maior âncora de alavancagem não for removida, não existe espaço para uma nova tendência limpa e sustentável.
A capitulação final é o corte profundo antes da cicatrização.
É o silencioso realinhamento das forças.
Só depois dela o Bitcoin volta a respirar de verdade.
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