📉 Wall Street sob pressão: petróleo e juros elevam a aversão ao risco
As bolsas americanas enfrentam uma sessão de forte pressão nesta terça-feira (15), com o Dow Jones chegando a cair mais de 500 pontos, enquanto S&P 500 e Nasdaq também recuam. O movimento ocorre em meio à disparada dos rendimentos dos Treasuries, com a taxa da nota de 10 anos chegando a 5,04% — maior nível desde 2007.
O petróleo também pesa sobre o sentimento. O Brent ultrapassou US$ 108 por barril, após problemas em uma importante infraestrutura de transporte de petróleo na Arábia Saudita, aumentando o temor de novas pressões inflacionárias.
Ao mesmo tempo, investidores acompanham o início da reunião de setembro do Federal Reserve, que anunciará sua decisão sobre os juros amanhã. O cenário de petróleo mais caro e rendimentos elevados torna ainda mais delicada a perspectiva para a política monetária americana.
O mercado também sofre com a cautela em torno do setor de tecnologia e da demanda por inteligência artificial. Enquanto ações de energia encontram algum suporte, setores como consumo, comunicação e finanças estão entre os mais pressionados.
O recado dos mercados é claro: juros longos próximos de 5%, petróleo acima de US$ 100 e incerteza sobre o Fed formam uma combinação particularmente difícil para ativos de risco.
(The Wall Street Journal)
As bolsas americanas enfrentam uma sessão de forte pressão nesta terça-feira (15), com o Dow Jones chegando a cair mais de 500 pontos, enquanto S&P 500 e Nasdaq também recuam. O movimento ocorre em meio à disparada dos rendimentos dos Treasuries, com a taxa da nota de 10 anos chegando a 5,04% — maior nível desde 2007.
O petróleo também pesa sobre o sentimento. O Brent ultrapassou US$ 108 por barril, após problemas em uma importante infraestrutura de transporte de petróleo na Arábia Saudita, aumentando o temor de novas pressões inflacionárias.
Ao mesmo tempo, investidores acompanham o início da reunião de setembro do Federal Reserve, que anunciará sua decisão sobre os juros amanhã. O cenário de petróleo mais caro e rendimentos elevados torna ainda mais delicada a perspectiva para a política monetária americana.
O mercado também sofre com a cautela em torno do setor de tecnologia e da demanda por inteligência artificial. Enquanto ações de energia encontram algum suporte, setores como consumo, comunicação e finanças estão entre os mais pressionados.
O recado dos mercados é claro: juros longos próximos de 5%, petróleo acima de US$ 100 e incerteza sobre o Fed formam uma combinação particularmente difícil para ativos de risco.
(The Wall Street Journal)