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Conheça 7 riscos de se investir em Bitcoin

2021-03-05

As criptomoedas estão ganhando uma popularidade impressionante. Cada vez mais notícias estão surgindo sobre pessoas investindo nas moedas digitais e empresas famosas no mundo financeiro começando a comprar grandes quantias de Bitcoin.

Dentro desse mercado das moedas digitais, o Bitcoin (BTC), a primeira e a mais famosa delas, já está integrada à economia existente. Como qualquer outra forma de investimento no mundo, investir neste criptoativo acarreta certos riscos. 

Até agora, o futuro do BTC parece promissor. No entanto, os investidores mais experientes compreendem que algumas características da criptomoeda precisam ser consideradas na hora de entrar nesse mercado e ao fazer investimentos.  

Conhecer os riscos de se investir em Bitcoin pode colocar você em vantagem no mercado financeiro. Avaliando as possibilidades, pode-se criar uma estratégia que protege o investidor e seu patrimônio. 

O risco associado ao Bitcoin vem de muitas fontes diferentes. Aqui estão os sete riscos mais importantes que se corre ao investir em criptomoedas.

Alta Volatilidade 

A volatilidade do Bitcoin é muito alta. Com isso, compreenda que o preço do criptoativo oscila continuamente, e muitas vezes de maneira brusca. O BTC tem se popularizado pela sua enorme valorização, entretanto, grandes quedas no preço existem em seu histórico.

As flutuações de preço nesse mercado são completamente imprevisíveis no curto prazo, o que só aumenta o risco de que o investidor tenha prejuízo, caso precise do dinheiro investido em breve espaço de tempo. 

Ciberataques

Com o Bitcoin atraindo muita cobertura da mídia, usuários mal-intencionados, os populares hackers, são levados a estudar esse mercado na tentativa de obter dele proveito ilícito. 

Problemas de segurança cibernética podem ser financeiramente prejudiciais para aqueles que não reconhecem ou sabem como se proteger dos perigos associados ao mercado das criptomoedas. 

O BTC fundamentalmente é um meio de investimento seguro, por ter seu funcionamento baseado na inovadora tecnologia Blockchain. Este banco de dados descentralizado, isto é, não é controlado por um governo ou organização, permite seus registros serem estruturados em blocos que não podem ser corrompidos.

No entanto, tanto as exchanges, que são as plataformas as quais intermediam a compra e venda de criptomoedas, quanto as carteiras digitais, onde se armazena esse dinheiro digital, podem ser alvos de ataques.

Cabe a cada um buscar por plataformas seguras e que tenham o máximo possível de ferramentas para impedir este tipo de problema, como a Binance, que possui o fundo SAFU, fator duplo de autenticação (2FA), whitelist para saques e muito mais.

Ausência de um comando centralizado

O que torna o Bitcoin revolucionário para o mundo das finanças, também é o que o faz ser arriscado. Visto que o Bitcoin é um dinheiro descentralizado, isto é, não há nenhum órgão ou administrador regulamentando o funcionamento da criptomoeda

Uma vez que não há um regulamentador, certas discordâncias não possuem alguém que faça uma arbitragem para decidir qualquer eventual causa.

Um exemplo prático do risco no mercado descentralizado pode ser o simples envio de moedas entre carteiras. Se você enviou Bitcoin para o endereço errado, é irreversível, não tem como pedir estorno, você basicamente perdeu a quantia enviada.

 

Falta de regras e legislações

Em alguns aspectos, o ambiente regulatório para Bitcoin é positivo, ele está operando sem grandes regulamentações. Entretanto, em casos no qual há a necessidade de recorrer à justiça, por exemplo, ainda não se tem certeza sobre em que se basear.  

Também, o fato de que a criptomoeda não é facilmente tributada pode levar a problemas com certos governos, o que já vem acontecendo em alguns países. Ainda há incerteza sobre possíveis sanções governamentais sobre o BTC, como acontece até os dias atuais em países com regimes ditatoriais, que tentam proibir o Bitcoin e outras criptomoedas.

Dependência de Tecnologia

As moedas ou os investimentos tradicionais possuem garantia física para respaldá-los. Por exemplo, com o ouro, imóveis, títulos, você possui algo que pode ser comprovado e negociado. Pense em um local que sofra uma crise de fornecimento de energia, ou problemas de conexão com a internet. Com a moeda fiduciária, isto é, um meio de pagamento reconhecido pelo governo, alguém ali ainda poderia comprar e vender. 

Bitcoin é um mercado online 100% dependente da tecnologia. As moedas são extraídas digitalmente, negociadas através de carteiras inteligentes e validadas por vários sistemas. Sem tecnologia, a criptomoeda não existe. 

Mas claro, é importante ponderar também que se ficarmos sem internet no mundo em que vivemos, o Bitcoin não funcionar será o menor dos problemas. Mesmo assim, pela forma que a internet funciona, é bastante improvável que isso aconteça.

Ser superado por novas criptomoedas

O BTC é uma ideia muito revolucionária para o mercado financeiro. Ele impulsionou o surgimento de milhares de outros projetos de criptomoedas, as chamadas altcoins, que agora tentam competir com ele o interesse dos investidores.  

No mundo das criptos, há vários novos projetos não apenas promissores, mas com um histórico de já ter dado ótimos lucros e ter entregue uma boa solução para diversos problemas.

Alguns destes projetos ambicionam preencher as lacunas que o BTC ainda não conseguiu, além de expandir sua praticidade a um nível de familiaridade que as criptomoedas precisam alcançar. 

Na proporção que o BTC anseia conquistar os mercados, ele tem concorrência, e é possível que algum desses projetos visionários possa, no futuro, superá-lo. 

Intervenção do governo chinês

Embora o BTC não possua um órgão regulamentador, suas transações são registradas e validadas por meio de um processo complexo e custoso chamado de mineração. Desta forma, os participantes da rede (chamados nós), garantem a neutralidade, a segurança e o funcionamento do sistema.

50% dos mineradores de Bitcoin hoje, fazendo essa atividade essencial para o funcionamento dessa cripto, estão em território chinês. 

Sendo a China um país de várias restrições e intervenções estatais, existe um risco real de que essa atividade possa se tornar proibida. Principalmente porque as próprias negociações com o BTC foram embargadas por lá.  

Mesmo com os riscos, o Bitcoin vale a pena?

Investir em Bitcoin é um empreendimento de chances consideráveis de lucro no longo prazo, mas, em proporções consideráveis, muito arriscado. O certo é que não há garantia de rentabilidade mínima ou de qualquer previsão de resgate do valor aportado, caso se tenha prejuízo.

Ainda assim, o investimento em criptomoeda não pode ser uma aposta, ele possui fundamentos lógicos que requerem, além de muito estudo, um plano de ação claro diante de todas as potencialidades e riscos.

O ideal, para começar, é que se invista apenas valores que se pode e está disposto a perder sem prejuízos significativos.

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