Entre os nomes que passaram a preocupar o Palácio do Planalto nas investigações sobre as fraudes do Banco Master e dos consignados do INSS, um se destaca por ligar diretamente o escândalo ao PT: o do empresário Augusto
"Guga" Lima, ex-sócio do ex-controlador do banco, Daniel Vorcaro.
Ambos — Lima e Vorcaro — foram alvos de mandado de prisão preventiva no âmbito da Operação Compliance Zero, deflagrada em novembro pela Polícia Federal (PF) para apurar supostas fraudes financeiras relacionadas ao Master. Soltos após revogação da prisão pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), permanecem sob monitoramento eletrônico e deverão prestar depoimentos à PF entre os dias 26 e 28 de janeiro.
Lima, que se tornou sócio do Master em 2020, emerge como personagem-chave na política de crédito consignado criada e mantida por governos do PT na Bahia: o CredCesta, que nos últimos anos tornou-se uma das engrenagens que sustentaram a expansão do Banco Master.
O programa deriva da Cesta do Povo, empresa estatal de abastecimento que, desde os anos 1970, funcionava como política social do governo da Bahia, operando supermercados públicos voltados à venda de alimentos a preços subsidiados.
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