A nova norma da Receita Federal, vigente desde 1 de janeiro, trouxe mudanças no monitoramento de transações financeiras no Brasil, incluindo operações realizadas via Pix. A Instrução Normativa (IN) nº 2.219/24 determina que movimentações financeiras superiores a R$ 5 mil, no caso de pessoas físicas, e R$ 15 mil, para empresas, sejam reportadas à Receita Federal.
A nova regulamentação gerou uma onda de desinformação e polêmica nas redes sociais, especialmente após relatos de estabelecimentos que passaram a pedir pagamentos exclusivamente em dinheiro para evitar o uso do Pix, ou acrescentam taxas de acordo com o meio de pagamento.
Tanto a Receita Federal quanto membros do governo Lula, incluindo o próprio presidente, já se posicionaram dizendo que não haverá taxação extra para o uso do Pix. Nesta segunda-feira (13/2), Robinson Barreirinhas, secretário da Receita Federal, em entrevista ao G1, reforçou que o objetivo principal não é punir pequenos empresários, mas trazer mais clareza e orientação para regularização fiscal.
A gente não tem condição de fiscalizar milhões de pessoas que movimentam valores baixos. Queremos automatizar isso para orientar os contribuintes, como abrir um MEI, por exemplo. Não faz sentido adotar uma fiscalização repressiva nesses casos", explicou.
Especialistas consultados por PEGN dizem que a nova medida tende a ter um impacto positivo para pequenos negócios, pois promove maior formalização e transparência no mercado.
A Receita Federal não tem nenhum interesse em saber o detalhamento, quantos Pix você recebeu e quem passou para você, onde você gastou o seu dinheiro. Nada disso é informado", assegura o secretário da Receita Federal.
Ele reforça que a coleta de informações é direcionada ao combate de operações suspeitas, não ao monitoramento de trabalhadores informais ou pequenos empreendedores", diz Barreirinhas.
Fonte: Empresas e Negócios
ຂໍ້ຈຳກັດຄວາມຮັບຜິດຊອບ: ລວມເຖິງຄວາມຄິດເຫັນຈາກພາກສ່ວນທີສາມ. ບໍ່ແມ່ນຄຳແນະນຳ. Binance AI ອາດຈະຖືກນຳໃຊ້ໂດຍບໍ່ມີການຮັບປະກັນ.See T&Cs.