Alerta macro — inflação britânica amplia o sinal de transmissão do choque energético

Fatos — 21 de outubro: o CPI do Reino Unido acelerou de 3,1% para 3,5% em setembro, acima dos 3,4% esperados e dos 3,0% projetados anteriormente pelo Banco da Inglaterra. A pressão não ficou restrita aos combustíveis: o núcleo subiu para 2,8% e a inflação de serviços para 3,7%.

Na cadeia produtiva, os custos de insumos avançaram 8,3% ao ano, contra 7,2% esperados, enquanto os preços na saída das fábricas subiram 4,6%, maior alta desde abril de 2023. Petróleo e derivados foram os principais responsáveis.
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