A próxima disputa estratégica dos mercados pode depender menos do petróleo e mais dos minerais necessários para fabricar aquilo que define a economia moderna.


As terras raras são utilizadas em ímãs permanentes, veículos elétricos, turbinas eólicas, eletrônicos, sistemas aeroespaciais e aplicações de defesa. O problema não está apenas em encontrar reservas: extração, separação, refino e fabricação de componentes exigem capacidades industriais altamente especializadas.

A concentração dessa cadeia é elevada. Em 2024, a China respondeu por cerca de 60% da produção minerada de terras raras magnéticas, 91% do refino e 94% da fabricação de ímãs permanentes.

Isso transforma minerais em uma questão econômica muito maior. Uma interrupção no fornecimento pode atingir automóveis, eletrônicos, energia, defesa e outros setores de alta tecnologia.

Por isso, países e empresas estão tentando diversificar mineração, processamento, refino e reciclagem. A IEA aponta que projetos fora dos principais refinadores podem ampliar significativamente a mineração até 2035, mas a capacidade de refino e fabricação de ímãs ainda cresce mais lentamente.

O verdadeiro ativo estratégico não é apenas a reserva no subsolo. É a capacidade de transformar essa reserva em tecnologia.

Explore os ativos relacionados abaixo para acompanhar empresas e setores expostos a terras raras, mineração, tecnologia e materiais estratégicos.

#Mineração #oil #Geopolitics #economy $MPC.US
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