BINANCE NO BRASIL: O QUE MUDA DE VERDADE (Parte 2).

A partir de agora a operação local fica dividida em duas empresas do grupo.

Transferência entre conta local e internacional será reportada ao BC.

22 tokens deixam de ser negociados no Brasil em 27/10

XVG, USDE, USTC, DCR, DUSK, PIVX, BB, MANTRA, ONE, GMT, TFUEL, ZIL, ONT, RVN, ACX, HIT, PYR, VANRY, VIC, ICX, SCRT e STORJ.

Dá para vender até o dia 27. Depois disso o saldo continua na conta: saca ou realoca. Não some.

Quem migra e quem não migra

Migra quem tem residência no Brasil no cadastro. Brasileiro que mora fora, com comprovante válido, fica na plataforma global. Se o endereço estiver desatualizado, atualiza antes.

Tributação, segundo a própria Binance

A exchange informa que, a partir de 29 de outubro, a operação local passa a ser tratada como investimento em ativo virtual no Brasil, e não mais no exterior. Vendas de até R$ 35 mil no mês seguem isentas. Acima disso, o ganho do mês inteiro entra na tabela de 15% a 22,5%. Permuta (BTC por ETH, por exemplo) entra na conta do limite. Operação feita pela conta de Abu Dhabi tem regra diferente e, por enquanto, o reporte é do próprio usuário.

Resumo prático: Spot, depósito, saque e custódia continuam. O que a regulação tirou foi alavancagem, yield de produto da casa, airdrop de campanha e uma lista de tokens de menor liquidez. Futuros só por conta internacional, com reporte ao BC.