A inflação anual da zona do euro acelerou de 3,2% para 3,8% em setembro, acima dos 3,6% esperados e no maior nível em aproximadamente três anos. O núcleo subiu mais moderadamente, de 2,4% para 2,5%, com avanço nos serviços.

O principal impulso veio de combustíveis, gás natural e, em menor escala, alimentos. Isso transforma parte do risco energético anteriormente monitorado em inflação efetivamente registrada, mantendo o índice muito acima da meta de 2% do BCE.