⚠️🟥⚖️ 𝗕𝗔𝗡𝗖𝗢 𝗖𝗘𝗡𝗧𝗥𝗔𝗟 DO BRASIL VAI 𝗔𝗣𝗘𝗥𝗧𝗔𝗥 AS REGRAS DE CUSTÓDIA 𝗖𝗥𝗜𝗣𝗧𝗢 𝗡𝗢 𝗕𝗥𝗔𝗦𝗜𝗟❗
A Resolução 520 do Banco Central entra no centro do debate regulatório brasileiro. No dia 2 de setembro, a Anbima vai reunir Banco Central, Itaú, BTG Pactual e Bradesco para discutir como as novas regras de custódia de criptoativos serão aplicadas na prática.
🔥 O prazo está ficando curto.
A norma já está formalmente em vigor desde fevereiro, mas os requisitos operacionais passam a valer em outubro de 2026. Quem atua com intermediação ou custódia de cripto no Brasil precisará se adaptar ou poderá perder autorização para operar.
A Resolução 520 divide as prestadoras de serviços de ativos virtuais em três grupos:
▸ INTERMEDIÁRIAS
▸ CUSTODIANTES
▸ CORRETORAS
E o foco agora está em cinco pontos críticos:
Segregação patrimonial
Prova de reservas
Responsabilidade do custodiante
Governança de chaves privadas
Uso de terceiros
Na prática, o BC quer impedir que o dinheiro do cliente se misture ao caixa da empresa e exigir que as instituições provem periodicamente que realmente possuem os ativos que dizem custodiar. As chaves privadas também terão de seguir controles auditáveis.
👀 A Anbima já havia antecipado essa direção em abril, com orientações sobre separação patrimonial, ciclo de vida de chaves privadas e contratos com terceiros.
O impacto regulatório já aparece no mercado. A reportagem cita dados do BC mostrando uma queda de 58% na demanda por criptoativos no Brasil em julho, movimento associado por analistas à adaptação antecipada das empresas às novas regras.
🔥 A Mensagem é Clara:
custódia cripto no Brasil está deixando de ser território informal e entrando em um modelo muito mais parecido com o sistema financeiro tradicional.
⚜️ $BTC ⚜️
👇 Isso aumenta a confiança do investidor ou vai concentrar o mercado nas mãos dos grandes bancos?
#cripto #brasil #crypto
A Resolução 520 do Banco Central entra no centro do debate regulatório brasileiro. No dia 2 de setembro, a Anbima vai reunir Banco Central, Itaú, BTG Pactual e Bradesco para discutir como as novas regras de custódia de criptoativos serão aplicadas na prática.
🔥 O prazo está ficando curto.
A norma já está formalmente em vigor desde fevereiro, mas os requisitos operacionais passam a valer em outubro de 2026. Quem atua com intermediação ou custódia de cripto no Brasil precisará se adaptar ou poderá perder autorização para operar.
A Resolução 520 divide as prestadoras de serviços de ativos virtuais em três grupos:
▸ INTERMEDIÁRIAS
▸ CUSTODIANTES
▸ CORRETORAS
E o foco agora está em cinco pontos críticos:
Segregação patrimonial
Prova de reservas
Responsabilidade do custodiante
Governança de chaves privadas
Uso de terceiros
Na prática, o BC quer impedir que o dinheiro do cliente se misture ao caixa da empresa e exigir que as instituições provem periodicamente que realmente possuem os ativos que dizem custodiar. As chaves privadas também terão de seguir controles auditáveis.
👀 A Anbima já havia antecipado essa direção em abril, com orientações sobre separação patrimonial, ciclo de vida de chaves privadas e contratos com terceiros.
O impacto regulatório já aparece no mercado. A reportagem cita dados do BC mostrando uma queda de 58% na demanda por criptoativos no Brasil em julho, movimento associado por analistas à adaptação antecipada das empresas às novas regras.
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