Fake World Assets completa um mês na Ethereum com uma tese forte: fundamentos de protocolo grande e um canal novo de distribuição de NFTs.

A TokenWorks fatura taxa em cada pull. Parte dessa taxa compra o próprio token. Isso não anula o volume. Define o desconto.
Em seis semanas o protocolo acumulou cerca de 17,5 mil ETH de volume e 1.777 ETH de taxa. No pico de 25 de julho, chegou a ser o maior consumidor de gás da Ethereum.

Esse é o estoque.

O fluxo é outra régua. As taxas diárias já recuaram cerca de 98% contra o pico. O TVL caiu 37% em 30 dias. O token chegou a cair 78% contra a máxima de julho, quando a regra de caixa do lançamento mudou em questão de horas.

Anualizar a receita recente e comparar o múltiplo de $FWA com Uniswap ou Sky mistura dois negócios. Gacha vive de giro. Quando o giro comprime, o múltiplo barato deixa de ser barato.

O que é difícil de copiar é outra coisa. Ninguém pediu as extensões que surgiram em cima do protocolo. E o FWAIR Launch testa se uma coleção nova pode nascer dentro do pool, em vez de num mint solo.
Receita real existiu. Mercado de colecionáveis ainda é hipótese.

No Brasil não há produto listado. Quem opera via carteira declara pull, keep, settlement e venda no mesmo regime da IN 1.888.

Qual régua você usa para um protocolo que fatura alto no mês 1 e desacelera no mês 2: o acumulado ou o fluxo?
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