1. Parceria com a China

A China é a maior compradora de produtos brasileiros, como soja, minério e carne. Em 2023, Lula visitou Pequim e fechou acordos de comércio e investimento. A montadora chinesa BYD abriu fábrica em Camaçari (BA), gerando empregos. Para os aliados, uma economia exportadora forte tende a trazer câmbio mais estável, o que também protege quem investe em cripto.

2. Menos dependência do dólar

Em 2023, Brasil e China acertaram a liquidação do comércio direto em yuan e real. Aliados citam também o Pix como prova de que o país consegue ter infraestrutura de pagamentos própria. Para o investidor, menos exposição a choques do dólar significa menos volatilidade na hora de converter ganhos em reais.

3. Corretoras sob maior fiscalização

Casos no Brasil reforçam o argumento:

Braiscompany e Atlas Quantum: esquemas de investimento em cripto que deixaram milhares de lesados.

Ataque à C&M Software (2025): desvio de centenas de milhões de reais de contas ligadas ao Pix, com parte do dinheiro movimentada via cripto.

CVM x Binance (2021): o regulador mandou a corretora suspender a oferta de derivativos no país.

Para os aliados, regras firmes protegem o investidor sério e afastam golpistas do mercado.