Os mercados de previsão erraram o resultado das eleições brasileiras e especialistas apontam a proibição das plataformas no país como causa central da falha. Com liquidez inferior a 5% do volume registrado nos Estados Unidos, esses mercados ficaram vulneráveis à influência de poucos investidores e a um influxo de traders de varejo sem conhecimento específico do eleitorado brasileiro.

Polymarket e Kalshi , as principais plataformas internacionais de mercados preditivos, operaram contratos sobre as eleições brasileiras mesmo após serem bloqueadas pelos reguladores e terem páginas removidas das redes sociais.

A Secretaria de Prêmios e Apostas chegou a solicitar à Meta o bloqueio de perfis das empresas no Instagram, medida atendida após o TSE acionar a AGU e a Fazenda. Em nota, a Polymarket afirmou que

“Respeita as autoridades competentes e cumpre as determinações que lhe são dirigidas em cada jurisdição”.

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