O Ministério Público da Bahia (MP-BA) firmou um convênio técnico com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e o Ministério Público de Santa Catarina para rastrear transações suspeitas de criptoativos.

O MPRJ contratou o Reactor, software da Chainalysis, por 12 meses, para mapear e bloquear rapidamente movimentações ilícitas em redes como o Bitcoin.

O acordo transfere licenças de ferramentas especializadas e permite que a equipe baiana opere em conjunto com a unidade CyberGAECO , criada pelo MPRJ para investigar crimes financeiros digitais. A parceria coloca a Bahia na rede de rastreio que o Rio de Janeiro já vinha estruturando com Santa Catarina.

Com o convênio, as licenças do programa são compartilhadas com as demais procuradorias, permitindo que Bahia e Santa Catarina acessem a mesma infraestrutura sem precisar contratar o serviço individualmente. A coordenação das investigações passa pela equipe do CyberGAECO, que atua como ponto central de inteligência.

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